769 - O corpo grita aquilo que a mulher forte tenta esconder
Você sabia que o animal com o sistema hormonal mais parecido com o da mulher é o elefante fêmea? E que os hormônios não afetam só o corpo — eles mudam quem você acredita que é?
Neste episódio falamos de verdade sobre o que acontece com o seu corpo e o seu humor ao longo do ciclo menstrual, da gravidez, do pós-parto e da menopausa. Sem julgamento. Com ciência.
O que você vai aprender:
→ As 4 fases do ciclo e como cada uma muda sua personalidade, memória e desejo
→ Por que o estrogênio afeta a serotonina — e o que isso tem a ver com a pia suja
→ O que é matrescence e por que ninguém fala sobre isso
→ Como a névoa mental da menopausa tem base neurológica documentada
→ Um exercício de 30 dias para mapear seu próprio ritmo emocional
Referências citadas: Journal of Affective Disorders (2023), JAMA Psychiatry (2023), Developmental Cognitive Neuroscience (2022), pesquisadora Lisa Mosconi (The XX Brain).
Esse episódio é para você que cansou de se perguntar "o que há de errado comigo?" — e quer começar a perguntar "o que meu corpo está me dizendo?"
Compartilhe com uma amiga que precisa ouvir isso. 💚
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- AutoconhecimentoNomear e entender as mudanças · Autocompaixão e autoaceitação · Menos julgamento, mais amor · Guerra interna e batalhas individuais
- Ciclo Hormonal e Saúde Mental FemininaFases do ciclo menstrual · Impacto dos hormônios no corpo e humor · Estrogênio e serotonina · Matrescence · Névoa mental da menopausa
- Ciclicidade femininaFase menstrual (estrogênio e progesterona baixos) · Fase folicular (estrogênio subindo) · Ovulação (pico de estrogênio) · Fase lútea (progesterona e TPM)
- Neurociencia e CerebroAlteração de percepção de risco · Capacidade de memória · Processamento emocional · Atração pelo parceiro · Flutuações hormonais na puberdade
- Fases da LuaLua minguante e desaceleração · Revisão de ciclo e semeadura · Ativação da Kundalini · Egrégora e entidades de luz · Bloqueio do chakra cardíaco
- Biologia do Comportamento AnimalElefante fêmea e sistema hormonal · Ciclos hormonais e personalidade · Adaptação da manada
- Vício em Redes SociaisJulgamento e opiniões alheias · Inspiração vs. imposição
Olá, seres de luz! Oi, é uma gostosa! Tudo bem com você? Energia boa? Bom, se não tá, vai ficar. Esse podcast de hoje tá babado. Você que é homem, por favor, ouça esse conteúdo, porque se você...
é homem, você tem energia feminina também, você tem mãe, e você provavelmente pode ter ou não irmãs, e você provavelmente pode ter ou não filhas, mas você convive com mulheres, então é importantíssimo vocês entenderem sobre esse conteúdo de hoje, que está maravilhoso, vocês vão amar. Mas deixa eu falar uma coisa para vocês hoje. Hoje? Estava pensando aqui no sábado que aconteceu a ativação.
É que a gente está numa lua minguante. Essa lua minguante convida, toda lua minguante é um convite para nós, que fazemos parte da natureza, a desacelerar.
Eu olho para aquilo que passou, para esse ciclo, último ciclo que passou, faço uma revisão, eu vejo o que eu posso deixar para trás, o que eu estou carregando, o que eu já tinha que ter soltado, para eu entrar no próximo ciclo, na lua nova, de uma forma diferente, para plantar, semear e depois escolher aquilo que eu realmente quero.
E eu percebo que muita gente tem dificuldade nisso, né, Thaís? Eu queria tanto estar com uma frequência diferente, com uma energia diferente, mas eu não consigo. E a gente estava na lua cheia na semana passada, que teve o portal 5 do 5, e a gente teve ativação da Kundalini no sábado.
Eu juro pra vocês, eu faço ativação há muitos anos, né? Há muitos anos e trabalho com energia há muitos anos. No sábado, tinha uma egrégora na clínica. Sempre tem uma egrégora muito forte, mas no sábado eu não entendi nada. Eu cheguei na sala, cabem 30 pessoas nessa sala, né? Eu faço duas turmas de 30.
Eu cheguei na sala antes de todo mundo chegar e eu sempre vou limpar, energizar e profetizar coisas boas lá, né? Antes de vocês entrarem na clínica, é tudo feito um trabalho. Por isso que as pessoas se sentem tão bem quando entram lá, porque tem um trabalho lá.
E aí eu entrei e tinha uma egrégora, várias pessoas de entidades de luz, seres de vibrações elevadas, dimensões elevadas, mas assim, parecia uma reunião. E aí eu fiz assim, nossa, o que vai acontecer aqui hoje, gente? Eu fiquei um pouco até assustada, confesso, porque eu falei, tudo bem, eu sempre vejo os mentores, eu sempre vejo seres de vibrações elevadas por aqui, mas assim, tinha muitos.
No dia 5 já foi muito forte, mas no sábado foi assim, 5 vezes mais forte. Eu não entendi por quê, mas depois no final eu entendi. Muita gente, muita gente no dia 5 também com o cardíaco bloqueado. E o cardíaco, é por isso que as pessoas não cocriam as coisas.
muita energia parada aqui, bloqueada, o cardíaco, a energia não flui, tá lá no chakra básico, o plexo, o sexual, mas essa energia não passa do cardíaco, não flui, e o cardíaco é o amor, é a gratidão, é a energia que...
conecta muito com o seu desejo, porque não adianta nada você pensar em algo que você quer, mas se seu coração não vibrar, você não entra na frequência daquilo, você não acredita que aquilo pode acontecer, o que é real. Então, envolve também questão de auto-amor, auto-merecimento, de autoestima, autoconfiança, e foi muito legal, foi muito forte isso.
E eu fiquei chocada com essa egrégora, e no final eu entendi que eles precisavam estar ali, muita gente com o cardíaco bloqueado, então esse amparo foi muito lindo. A gente vai ter agora, dia 31, meu primeiro ritual online. Esse ritual eu faço há três anos já, um ritual fortíssimo. Se você acha que a ativação é forte, o ritual é duas vezes mais, é para quem está pronto mesmo.
Porque é uma hora que você fica comigo, a gente vai trabalhar a parte mental, emocional, vamos trabalhar cortes energéticos, tá? Tipo divórcio energético. A gente vai trabalhar cocriação, a gente vai trabalhar infância, pai e mãe, a gente vai trabalhar várias coisas. E depois a gente vem com a ativação da Kundalini, não tem como. Então são duas horas junto comigo, dia 31 de maio vai ser um domingo, não tem desculpa. Não tem como falar e não tem o tempo de evoluir, é domingo.
Bom, vou falar desse conteúdo hoje que tá incrível. Se eu perguntar pra você, ai, olha, qual é o animal do sistema, que tem um sistema hormonal mais parecido com a mulher?
Alguém saberia responder? Olha, não adianta falar que é chimpanzeta, não tem nada a ver com nenhum primata. É o elefante fêmea. E não é à toa, gente, as elefantes fêmeas, elas vivem em grupos matriarcais, são líderes de manada, tomam decisões complexas, têm memória emocional sofisticada. Elas entram em luto quando elas perdem seus filhotes. E elas também passam por ciclos hormonais longos e intensos que afetam diretamente o comportamento delas. E isso inclui períodos...
de agressividade, às vezes de recolhimento, de hipersensibilidade sensorial. E aí pesquisadores que estudam esse comportamento das elefantas, elefantes, das elefantes, e eles descrevem algo fascinante. Durante certa fase do ciclo, a elefante fêmea, ela literalmente muda de personalidade. Então, antes ela era calma, eles percebem que elas ficam agitadas.
Antes ela liderava o grupo, aí ela quer se isolar. Antes, ela que aceitava contato físico, ela passa a recusar a aproximação. E os outros animais da manada, como fica nessa história? Olha que legal, eles não julgam, eles se adaptam, eles reconhecem que o ciclo...
Faz parte da vida, faz parte da natureza, né? Agora me diz, quantas mulheres e homens, principalmente, têm essa gentileza, né? Essa gentileza de entender que as pessoas mudam, que as pessoas passam por transformação.
A maioria das pessoas não tem essa gentileza e nem as próprias mulheres com elas mesmas, porque há um julgamento. Por que eu estou assim? Por que eu mudei? Porque ninguém ensinou que o ciclo faz parte de quem você é. Eles ensinam que o ciclo atrapalha, porque você está mudando, você está se transformando. E é exatamente isso que a gente vai desfazer nesse podcast hoje, porque cientistas descobriram que a variação hormonal feminina é uma coisa que a gente vai desfazer.
ao longo do ciclo menstrual, é capaz de alterar percepção de risco, capacidade de memória, processamento emocional e até atração que a mulher sente pelo próprio parceiro. Não é exagero, gente, não é frescura e é neurociência. Então, sem julgamento, sem aquela coisa chata de manual de saúde, eu queria falar sobre isso hoje de uma forma bem selvagem, do jeito que a gente é juntos, sabe?
Então vamos entender um pouquinho. Então você parou para perceber que ninguém ensina para a gente sobre hormônios, sobre os nossos próprios hormônios. A gente aprende biologia na escola, tem aquele conteúdo raso, né? A gente descobre um pouquinho sobre a menstruação, ninguém fala muito dos hormônios, fala da linguagem química que acontece no seu cérebro e no seu corpo, que está se comunicando o tempo todo.
Mas os principais personagens da história de hoje vão ser os nossos amigos. Estrogênio, o cortisol, a progesterona, a testosterona, sim, mulher produz testosterona e a ocitocina. E cada um deles tem um papel, tá? O estrogênio, por exemplo, ele é frequentemente chamado de hormônio da felicidade, porque ele potencializa a ação da serotonina no nosso cérebro.
O estrogênio está alto. Quando ele está alto, você se sente mais bonita, comunicativa, mais aberta. Mas quando ele cai, a serotonina cai junto. E aí o que acontece?
A pia suja vira um símbolo de toda a falta de consideração que existe no mundo. Aí parece super exagerado isso, né? Mas não, é química. Pensa comigo. Uma mina de 12, 13 anos. O corpo dela começa a mudar, os hormônios entram em cena pela primeira vez de forma intensa e ninguém, ninguém mesmo explica. Explica pra ela o que tá acontecendo, que não é frescura de adolescente. Eu tô com adolescente em casa, eu posso dizer pra vocês. Gente, há uma revolução neurobiológica.
E tem até um estudo que foi publicado numa revista de neurociência cognitiva em 2022 que mostrou que essas flutuações hormonais na puberdade afetam o córtex pré-frontal, que é responsável pela regulação emocional e tomada de decisão. Então os adolescentes não estão sendo dramáticos.
o cérebro dela, literalmente, ainda não tem as ferramentas completas para processar tudo isso que está acontecendo, os hormônios que estão acelerando aí um processo emocional, e o cérebro ainda não consegue acompanhar. E aí, essa menina, como que ela percebe o mundo?
Ai, para de ser dramática, isso é coisa de adolescente, ai, você tá exagerando. Aí ela aprende desde cedo a desconfiar do corpo, a sentir vergonha das próprias emoções, a achar que o problema é sempre ela. E isso vai pra vida adulta sim, aparece no casamento, aparece em amizades, na relação com o filho.
Enfim, uma bola de neve. Então, o ciclo de menstruação tem quatro fases e a sua personalidade vai mudar em cada uma delas. Então, a gente precisa ir um pouquinho mais fundo aqui. Então, tem o ciclo menstrual, que não é só aqueles dias de cólica e TPM. Tem quatro fases distintas, tá? E corresponde a um estado emocional, cognitivo e relacional diferente. Então, quando você entender isso, você para de achar que está ficando doida e começa a perceber.
Um novo jeito, mais consciência na sua realidade. Então, a fase menstrual é o momento que o estrogênio e a progesterona estão nos níveis mais baixos. Então, a mulher sente necessidade de recolhimento, de introspecção, não é preguiça. É um convite biológico para descansar e revisar. É tipo uma lua minguante, tá? É isso. Então, forçar produtividade nesse período, você vai nadar contra com a renteza.
É isso. Aí tem a fase folicular. O estrogênio começa a subir, a gente mais animada, mais criativa, mais sociável. É um novo começo. Aqui seria uma fase de lua nova. Os projetos parecem possíveis, as conversas fluem, estudos de neuroimagem mostram até um aumento da atividade do hipocampo nessa fase, que é muito legal, porque se traduz numa memória mais afiada, raciocínio mais ágil. Então tem que aprender alguma coisa. Essa fase folicular é legal.
Depois tem ovulação, que aí é o pico do estrogênio, que aí a gente diria que aqui pode ser uma lua crescente para a lua cheia, vai. Então, libido alta, confiança em alta, comunicação mais fluida. Até tem pesquisas que mostram que mulheres nesse período ovulatório apresentam maior empatia, maior disposição para resolver conflitos sociais. Não é coincidência, gente.
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Calma que eu vou continuar. Depois a gente tem a fase lútea, que é aqui que a progesterona entra, é aqui que muita gente conhece a TPM, a progesterona tem um efeito sedativo, e aí quando ela cai antes da menstruação, né, pode ter a irritabilidade, ansiedade, hipersensibilidade. E teve até um estudo que mostrou isso, gente, que mulheres com transtorno disfórico pré-menstrual é uma forma de TPM severa, apresentam sensibilidade, sim.
essa alteração da progesterona que age diretamente nos receptores GABA do cérebro. Então, o sistema nervoso delas reage de uma forma mais intensa essa queda. Então, gera principalmente um mal-estar, um mau humor. Não é fraqueza, é fisiologia. Agora eu vou ser bem direto, porque eu acho que você merece isso, né? Uma das maiores fontes de conflito em relacionamentos longos e eu acho que você merece isso.
É a mulher que não entende seu próprio ciclo. E o parceiro que também nunca foi ensinado a entender. E o resultado de uma dança é onde ela sente que ela está fora de si e ela sente que ela está pisando em ovos. Mas ela acaba não entendendo o porquê.
Então, vamos lá, pensa numa... Imagina uma cena aí. É dia 26 do ciclo. Progesterona caiu, ela está com hipersensibilidade emocional, e ela chega em casa e faz uma piada sobre o jantar. O que que acontece? O marido chega e faz uma piada. Pra ele é só uma piada, pra ela o sistema nervoso tá daquele jeito. O que que acontece? Aquilo soa como uma rejeição, um descaso, uma falta de amor. E aí começa uma briga. Então, não é sobre o jantar.
O cérebro feminino passa por mais ciclos de mudança neurológica ao longo da vida do que o masculino. Da puberdade à gravidez, ao ciclo menstrual, ao pós-parto, à menopause, cada uma dessas fases reconfigura circuitos emocionais. A gente não pode ignorar isso.
Então, o que ajuda, Thaís? Tá, você tá explicando um pouquinho. O que ajuda? Ajuda você a nomear. Olha, estou na fase lútea. O sistema nervoso está mais sensível essa semana. Sabe a informação? E o parceiro aprende a ter respeito e não falar, ah, você tá de TPM, né? Naqueles tons. Nada a ver, sabe? Nossa, meu marido nunca falou isso pra mim. Se ele tivesse falado, eu tinha jogado ele pela janela. Porque isso não é legal. Você ouvir, ah, você tá de TPM.
Não, isso não se fala. O ciclo menstrual já é uma montanha rusta. A gravidez pós-parto, gente, é outro nível. Vocês não têm noção. Então, e durante a gravidez que o estrogênio chega a níveis mil vezes mais alto que o normal? E depois do parto ele despenca em questão de dias. E esse colapso é absurdo. Eu lembro, depois que eu tive meus filhos,
que você fica meio deprê, e aí você se culpa por estar deprê, você não se acabou de ser mãe, mas é uma deprê que, no meu caso, passou em dois, três dias, mas você não entende de onde vem, e eu sou psíquica cientista com aluna, como eu já disse para vocês, eu tento buscar o porquê de tudo, então eu escrevia, eu fui conversar, eu conversei com a minha médica, eu conversei com o meu marido, então houve uma conversa ali, eu quis me abrir, eu quis falar, mas gente, só quem já passou por isso sabe, né?
Eu acho que é normal. Tem mulheres que ficam por até mais tempo. Por isso que tem muita depressão pós-parto. E eu acho que os homens deveriam ser um pouquinho mais gentis com as mulheres. Porque nós temos essa oscilação enquanto eles não têm, né?
E aí tem toda essa transição, desde a adolescência, depois vem a época que você vira mãe, a gravidez, depois o pós-parto, depois vem a perimenopausa, depois vem a menopausa, né? E aí muita gente fala que a menopausa é o fim. Não é o fim de nada, mas é uma transição. É uma transição.
A perimenopausa, que é o período de transição, que dá licença, me respeita, eu estou na perimenopausa, eu vou fazer 45 esse ano, então eu estou na perimenopausa, que significa que é um período de transição. Não sei quando minha menopausa vai começar, pode ser aos 50, 51, 52, tem gente que é um pouco antes, mas eu fiz os meus exames agora, eu estou, como diz a minha médica, você pode ter filhos ainda se você quiser, e muitos, porque você está muito fértil, e eu falei para ela, só se for o trabalho, filhinhos novos de projetos, porque...
Não quero mais, já tenho meus dois gostosos que estão muito bem. Mas ok, tem mulher que entra antes na menopausa e tá tudo certo, mas eu sei que eu tô nesse período que é flutuação de estrogênio, fica irregular, fica imprevisível. Então tem mulher, eu não tô sentindo calor, mas tem mulher que pode sentir, começar já a ter calores. Mas tem mulheres que já começam a sofrer de insônia ou o sono já muda. Aquela névoa mental, esquecimento, variação de humor, um dia tá triste, no outro dia tá bem.
ansiedade que vem do nada, você fala, poxa, mas eu tô bem, tô tranquila, tô numa fase, né? E você começa a perceber que tá ansioso. E tem algumas questões, poxa, eu não tô me reconhecendo mais, né? Essa névoa mental da menopausa, ela tem base neurológica...
documentada, gente, porque o estrógeno protege os neurônios e facilita a comunicação entre eles, e quando ele cai, as funções cognitivas, como memória, memória de trabalho, velocidade de processamento, são afetados temporariamente. Então, muitas mulheres acham que estão até com demência, vocês não têm noção, porque eu atendo muita gente, eu quis falar desse assunto, porque eu tô atendendo muitas mulheres nessa idade, e elas, quando me falam isso, eu falo, olha, eu gostaria muito que você procurasse um ginecologista, fizesse seus exames, porque é uma transição que a gente tá passando.
Eu tô falando a gente porque eu tô nessa, meus amiguinhos. Amiguinhos, eu já passei da fase da minha adolescência, eu já passei da minha fase de gravidez, pós-parto, e agora eu estou nessa fase. Eu posso dizer pra vocês, é uma caralha. É uma caralha, desculpa o palavrão. Zarina tá aqui por um cabelinho na minha frente, falando realmente, mamãe tá por um cabelinho. É muito louco, gente. Eu comecei a perceber há uns 3, 4 meses atrás, que de repente, uns 3, 4 dias antes de eu menstruar, e eu vou fazer um cabelinho na minha frente.
Vinha uma tristeza e eu sou uma pessoa, eu me considero uma pessoa feliz, alegre no meu dia a dia. Eu tento buscar motivos e razões pra eu estar feliz e ser feliz. Tipo, não interessa só de eu estar viva, ter saúde, ter meus filhos na minha vida, ter zaroca, florzinha, ter meu marido, ter uma casa pra morar. Eu busco razões pra despertar gratidão e felicidade.
E aí eu me peguei alguns dias um pouco mais triste e falei, não, isso não é normal, isso não tá normal. Ok, vou ver o mês que vem. Ok, aconteceu a mesma coisa, quando eu menstruava eu melhorava, quando eu menstruava eu melhorava. Falei, não, então tá acontecendo um, dois dias.
Não é normal. Aí falei com a minha médica, minha médica, você vai fazer todos os exames porque isso já é um indício de perimenopausa. Os hormônios estão começando a flutuar. Eles já estão começando a dar sinais que você está entrando no novo ciclo. Eu podia me julgar, achar que eu estava com depressão, alguma coisa assim. Não!
Eu já sabia sobre esse assunto, eu atendo muita gente sobre isso. Bom, vou estudar um pouquinho mais sobre isso. E por isso que eu quis trazer esse assunto pra vocês, tá? Porque às vezes você tá achando que você tá com uma depressão e é só uma oscilação hormonal, porque aconteceu comigo. Mas eu tenho consciência, eu já estudo sobre isso, então eu sabia que não era uma depressão.
Pode ser depressão? Pode também. Mas assim, busque fazer os seus exames pra saber como estão os seus hormônios, tá? Isso é uma coisa que vai acontecer. Você é novinho, novinha, que tá me ouvindo agora? Você que é novinha, tá me ouvindo? Guarda essa informação, porque vai acontecer com você. Se você chegar lá, isso vai acontecer.
Porque eu também achava que isso não ia acontecer comigo, né? Gente, antigamente a gente falava com alguém de 45, né? Eu ainda não tenho, vou fazer 45 mês que vem, me respeitem, hein? Mas eu falava assim, nossa, né? Ai, aquela senhora lá de 45 anos. Imagina, hoje você vê alguém de 45, você não acha que a pessoa tem 45? A maioria tá assim, né? Os antigos, hoje os novos, o 45 de hoje é os 35. A pessoa tem 35 anos, né? Mas a questão é...
Onde que entra o parceiro nisso tudo? Eu percebo que muitos relacionamentos terminam nessa fase de perimenopausa, porque o parceiro não consegue compreender e compartilhar tudo isso que está acontecendo. Eu converso muito com meu marido, e eu falei para ele, falei, olha, está acontecendo isso, isso, eu falei com a minha médica, ela acha que você é perimenopausa. Ele falou, ah, eu achei que você está um pouquinho diferente mesmo, assim, assim, assim. Aí ele me falou coisas que eu não tinha percebido e eu achei ótimo.
Eu falei, nossa, eu não percebi que eu tava esquecendo, às vezes, de falar uma coisa ou outra pra você que eu ia falar e me faltava palavra. Olha, isso faz parte também. Então, é bom você conversar e não ter um parceiro que te julgue, né? Porque é muito ruim você sofrer ataques nesse momento. Imagina se você tá lá, passando por essa queda de hormônio. Passou esse momentinho lá de tristeza.
Aí alguém fala, e aí o que é? Tá triste? O que é? Tá de TPM? A pior coisa que você quer ouvir num momento desse é isso, né? Você tá buscando se entender. E acho que o julgamento é péssimo. É péssimo. Eu acho que a mulher que entende os seus hormônios é uma mulher que para de lutar contra ela mesma, né? É uma mulher que tá buscando perceber o que tá acontecendo, qual que é a mudança, qual que é a profundidade disso, como que isso tá me afetando. E ter pessoas do lado que te
apoiam, é a coisa mais maravilhosa da vida, né? Então, se você tá passando por momentos onde, ah, Thais, eu não me reconheço mais, acho que eu perdi minha força, meu corpo tá parecendo que tá mudando, minha paciência acabou, eu tô cansada o tempo inteiro, acho que eu não sinto tanto prazer quanto eu sentia, tô cansado, meu casamento acho que mudou, não sei mais se eu quero estar casado, que eu recebo muita gente com isso, porque a pessoa tá, ela não tá bem, ela coloca isso também no casamento.
E aí são esses neurotransmissores cerebrais, por causa dos hormônios, que estão mexendo bastante com as mulheres. Por isso que é importante sim buscar ajuda. E não só buscar ajuda, mas continuar a atividade física, um sono bom, alimentação boa, fazer terapia se precisar, meditar, exposição ao sol, tomar banho de lua. Gente, sai para passear com os cachorrinhos, com o seu marido, com o seu parceiro, com a sua esposa, para olhar a lua.
E eu acho que talvez uma das maiores dores da mulher na menopausa, ou na perimenopausa, é que ninguém entende essa mudança, esse seu sofrimento. Porque a mulher tá lá, ela tá viva, ela continua produzindo, funcionando, só que por dentro ela tá tentando sobreviver, e vocês não têm noção.
Eu ainda não cheguei nessa fase, mas o pouquinho que eu já peguei eu posso dizer, é forte, vamos ter mais empatia umas com as outras, né? E se você tá ouvindo isso, você também pode chegar nessa fase, vai chegar nessa fase, ou tem alguém que tá passando por essa fase perto de você, às vezes no trabalho e você não tem paciência, às vezes você não entende.
Olha aí, todo mundo tá... Eu percebi isso. Nessa última ativação que teve presencial, a galera tava com uma energia bem, assim, pesada. Precisava mesmo dessa limpeza. Eu falei pra eles, eu falei, gente, não tenha um medo de vir aqui, de se entregar, de querer trabalhar, de querer evoluir, de querer desbloquear, de querer elevar a sua frequência. Sabe por quê? Tá todo mundo internamente lutando uma guerra.
algumas pessoas é com depressão, outras com ansiedade, outras com algum desafio muito grande. No final das contas, por dentro, a gente olha, a gente acha que a pessoa está super bem, mas todo mundo está enfrentando uma batalha por dentro. Então, se a gente tiver mais compaixão um com o outro, a gente julga menos e a gente acaba despertando uma consciência maior. Terceira dimensão, dimensão de erros, de acertos, de sentimentos e emoções e está tudo bem.
E tá tudo bem. Mas a gente para de apontar o dedo. A internet traz muito isso, as redes sociais traz muito isso, o julgamento, se apontar e se falar. Todo mundo quer dar supi... Olha, eu vou até falar uma coisa pra vocês. Me falaram pra eu responder. Vocês estão me mandando uns vídeos aí que eu tinha que responder. Tanto homens e mulheres que estão falando não, tem casamento, tem que ser assim. Não, o homem tem que ser assado e a mulher tem que ser assim.
Eu não vou responder a nada disso, porque eu não preciso, eu não quero comprar briga com ninguém, eu não quero comprar... Sabe quando você percebe que o mundo está cheio de pessoas com muitas opiniões, mas no final das contas, quando eles estão sozinhos lá na casa deles, energeticamente eu sinto, as pessoas não estão bem, mas elas precisam mostrar isso como se fosse uma...
roupa que ela coloca pra mostrar, olha, eu sou forte eu tô forte, tá tudo bem comigo então assim, você tem sua opinião, seu estilo de casamento seu estilo de conviver e você acha que isso é bom pra você e funciona, beleza mas não julga o outro
Não julga o outro, não queira falar, você tem que fazer igual eu. Por que não? Cada um vai fazer do seu jeito, do que funciona pra você. Eu acho que a gente pode ter inspirações. Aquele tipo de casamento eu acho legal, eu gostaria de seguir mais ou menos parecido com aquilo. Isso sim, é você inspirar alguém. Agora você ir pras redes sociais pra falar o que o outro tá fazendo é errado, o que você tá fazendo é certo, isso é julgamento, isso leva a sofrimento, isso baixa a frequência do planeta.
Eu acho que do mesmo jeito que eu venho aqui no podcast e dou assunto pra vocês e falo coisas pra vocês, em nenhum momento eu falo pra vocês fazerem ou serem assim. Eu falo, experimentem. Se for bom pra vocês, faz o teste. Eu falo sempre isso. Porque eu não sou a dona da razão. Tem coisas que eu vou falar e talvez não vai conectar com você e vocês não precisam fazer e tá tudo bem. Agora, eu não posso achar que só o meu ponto de vista é o ponto de vista correto.
E é por isso que tem guerra. Porque um quer provar que o ponto de vista é melhor que o do outro, que é melhor que o do amiguinho.
Mas você não tem a vida do outro, você não calçou o sapato do outro, você não esteve do outro lado para saber o lado do outro, para falar que o seu é melhor. Porque ninguém faz isso. Mas é fácil apontar o dedo e ficar falando, né? Porque hoje a gente pode falar qualquer coisa nas redes sociais.
dão um desabafo até para os homens que não estão do lado das suas mulheres, tá? Filhos, maridos, parceiro, parceira, que entendem aí as suas mães, as suas tias, parceiro, parceira, filho, filha, todo mundo está passando por uma guerra interna, mas a mulher mais ainda com essas questões hormonais, então...
Ser mulher no mundo de hoje, a gente tem que... Temos que ser honradas. Honradas todos os dias. E vocês não precisam esperar que ninguém honre vocês. Todos os dias acordam e falam. Eu honro. Eu honro a minha essência. Eu honro a minha... A mulher que existe dentro de mim. E... Eu acho que... Menos julgamento, mais amor, mais aceitação e mais amor com a gente mesmo.
Quando você vai pras redes sociais pra falar coisas amorosas, coisas boas, mostra o quanto amor você tem dentro de você. Agora, quando você vai, porque você quer começar uma batalha, começar uma guerra, já me mostra o que tem dentro de você. Então, começa a perceber isso, gente. Fica aqui o meu desabafo gostosinho. Os aroca tá aqui, com a barrigona pra cima.
É na hora de lavar. Mamãe e papai que estão ouvindo aí o seu podcast. A promoção Gotinhas Johnson's Baby chegou. Compre 50 reais em produtos participantes e ganhe a sua pelúcia surpresa. São seis gotinhas fofas pra chuchu. Estrega, estrega, vai fazendo massagem gostoso. Pra chuchu, chuchu, achu. Consulte o regulamento em www.promo.johnsonsbaby.com.br.
Pronto pra sentir a energia de Nescau? Então entre no jogo com Ana Castelli e Pedro Sampaio, o maior feat do ano. Chama a galera e dá o play, que eu quero ver você jogar.
E se prepara que esse hit não vai sair da sua cabeça. Vem, que é agora ou nunca. Nescau, energia que dá jogo. Tô pensando, tô nem aí, tô nem aí pra tudo isso. Como é bom ser cachorro, né? Amores, ó, espero vocês dia 31 de maio. Não deixa pra última hora, que depois vocês ficam me mandando mensagem no Instagram. Enchendo a minha caixa, lá assim, me arruma uma vaga, me arruma uma vaga, me arruma uma vaga.
esgota rápido, tanto presencial quanto online. Próximo portal, 6 do 6 online, depois dia 7 do 6 presencial e dia 31 de maio, você tem como fazer um ritual comigo, duas horas gostosos. Gente, faz, depois vocês vão ver. Apenas façam. Beijo na alma e no céu da boca. Até a próxima.