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#193 | COMO PARAR DE ABSORVER O “LIXO” DOS OUTROS - Gasparetto conversando com você

06 de maio de 202645min
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Neste episódio, Luiz Gasparetto apresenta uma virada prática: muita “dor”, peso emocional e insegurança não nascem do “psicológico” como se imagina — nascem de energia absorvida. Ele explica que pensamento e palavra têm campo energético, e que grande parte do sofrimento vem de pegar para si críticas, medos e “lixos” jogados pelos outros.A solução que ele defende é objetiva: desidentificar (“isso não é meu”) e usar as próprias forças instintivas (“o bicho”) para devorar e limpar essas cargas. No meio do programa, ele atende ouvintes ao vivo e aplica a técnica em casos de arrogância, vaidade, dores no corpo e dependência emocional, reforçando a lei que ele chama de básica: prosperidade e vida melhor só funcionam do próprio jeito, com instinto, sem viver da opinião alheia.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.gasparettoplay.com.br

Participantes neste episódio3
L

Luiz Gasparetto

Host
G

Giovana

Convidado
S

Silene

Convidado
Assuntos6
  • Energia Absorvida e Lixo EmocionalDiferença entre vida psicológica e psicoastral · Sensibilidade como propriedade do corpo astral · Pensamento e palavra como energia sólida · Absorção de críticas e medos alheios · Desidentificação e uso do 'bicho' interior
  • Atendimento a Ouvintes: Arrogância e VaidadeLidar com arrogância e expectativas · Vaidade como centro fora e absorção de personalidades · A busca pelo 'eu' verdadeiro e a liberdade · O poder do 'bicho' para destruir energias negativas
  • Atendimento a Ouvintes: Dores no Corpo e Ligação AstralDores no corpo como sinal de alerta · A influência de ligações familiares e astrais · A importância de não se negar por causa dos outros · A necessidade de parar de buscar apoio externo · A força do sistema de defesa e a expulsão de energias nocivas
  • O Poder do 'Bicho' e a DesidentificaçãoO mecanismo de desidentificação ('isso não é meu') · O 'bicho' como força interna para devorar e destruir energias · A ordem para o 'bicho' agir e a sensação de alívio
  • Dívidas e prosperidadeProsperidade funciona do próprio jeito · A importância dos instintos e do temperamento · Diferença entre seguir instintos e informações externas · Ação baseada em impulso e feeling
  • AutoconhecimentoA importância da auto-observação para a libertação · Revisão de crenças e aprendizados · Diferença entre sentir e pensar
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Pois é, estamos aqui conversando com o nosso papinho de sempre, procurando fazer com que a gente veja coisas que a gente não tem visto. E eu tenho feito aqui uma série toda semana, falando dessa nova abordagem, dessa pesquisa que...

que eu tenho feito, porque para mim é uma pesquisa em como terapeuta, como uma pessoa que procura compreender o mecanismo, porque se a gente quer consertar, tem que entender de mecanismo. Essa abordagem que eu estou aprendendo com os guardiões, com os desencarnados, com os espíritos...

que são meus amigos, tem sido uma coisa, uma experiência profunda para mim, muito, muito profunda, de resolver coisas que na minha vida, para mim e para os outros,

eram muito mais difíceis, eram quase que impossíveis, na medida em que uma série de... uma maneira de ver e de compreender que eu não tinha. Eu tinha uma visão, e ela era uma visão válida, mas era uma visão não tão funcional. Uma série de tabus.

eu tive que quebrar para entender, por exemplo, vou dar um exemplo para vocês, a gente achava que a gente tinha uma vida psicológica, a vida psicológica era para mim uma coisa de cabeça, entendeu? Eu sabia que a mente ficava no corpo inteiro, porque a gente sente o corpo inteiro.

E por causa da metafísica da saúde, essa questão de ver que as causas das doenças são problemas mentais, mas que, na verdade, se expressavam em todo o corpo. Eu não entendia bem essa coisa de como era a constituição do corpo, como era a constituição de mente.

E aí, então, era bem difícil. Estava certo, estava certo. As causas estavam certas das doenças. Mas na hora de você lidar com isso, também, praticamente, fazer a pessoa reconhecer a causa, se libertar e tal, eu não consegui um resultado como eu gostaria de conseguir, logicamente.

Mas, depois que os espíritos falam, não, não é nada disso, não, você está tendo uma visão errada. Esse negócio da psicologia está muito errado, não é assim, não. Tudo é psicoastral. Você tem que considerar que quando você está aí, vocês acham que vocês estão na vida material, e a matéria é tudo. Não, não é, não. Vocês ainda continuam na vida astral.

A sensibilidade, qualquer sensibilidade das coisas, sentir os objetos, sentir tudo em volta de você, é uma capacidade astral, não é uma capacidade do corpo físico. Eu já tinha descoberto isso com desdobramento, né, gente? Porque você sabe desdobramento consciente e você vê que o teu corpo astral, né?

que é igual ao corpo físico, o corpo físico está na cama e você está com o corpo astral. Aí você se olha, aqueles fenômenos super incríveis, né? E aí você vê que a sensibilidade está aqui comigo, que o corpo ali que está deitado não tem sensibilidade. E aí isso me fez ver, puxa vida, então quer dizer que quando a gente sente, a gente está no corpo, ele é uma espécie de um aparelho que a gente está dentro.

E é um redutor de sensibilidade, porque a gente é mais sensível fora. E que, na verdade, tudo que a gente está sentindo, pensando no corpo, é uma sensibilidade, a sensibilidade da gente, que é uma propriedade do corpo astral e não do corpo físico. O corpo físico não é sensível, é o corpo astral. É que quando estão juntos, a gente sente tudo na vida.

E eu comecei a perceber essas coisas pelos fenômenos e analisar, porque eu sou uma pessoa muito observadora de mim, dos fenômenos, porque como eu percebi que a maioria das coisas que eu aprendi está tudo errado,

Eu tive que reobservar tudo, tudo, tudo, tudo, tudo outra vez. Não, vamos com calma, pera. Cabeça feita, não. Vamos abrir a cabeça, abre, vamos observar. Porque se uma coisa é verdadeira, ela vai se mostrar. Eu vou ver. Eu sei ela é falsa, também eu vou ver. Tudo é uma questão de a gente observar, né, gente? Se a gente observa muito uma coisa com atenção e sem cabeça feita, a coisa se revela para você.

que é uma das coisas que eu mais tento ensinar para todos vocês, porque a gente vem de cabeça feita e está sempre tendo aquela leitura. E pode ser uma leitura absolutamente errada. A auto-observação é o que mais nos liberta, porque a gente revê. Não é, pera, não, eu sempre pensei, você pensou assim, vamos ver mesmo, sentindo como é que é? Não, não é assim, é assado. Então você descobre como é que é. As pessoas têm muito, muito problema consigo, com a sua vida, porque elas não observam com...

com clareza, elas vão pelo que elas aprenderam na cabeça, e elas não observam com clareza aquelas coisas que elas sentem para ver bem como é que é aquilo. E isso eu tenho feito há muito tempo, porque eu já tinha percebido esse problema humano, e que a minha cabeça e tudo aquilo que eu aprendi, estava tudo entre aspas. Então eu comecei sempre a pesquisar, e os espíritos disseram, olha, tudo é psicoastral, tudo é sólido.

É uma ideia intrínsele, né? Você pensa, você vê como você sente quando você pensa? Você pensa uma coisa qualquer, você vê que repercute em todo o seu corpo, né? E com uma sensação equivalente ao pensamento. Tanto que quando você quer deixar de sentir coisa ruim, você tem que tirar os pensamentos que provocam aquela coisa ruim, né, gente? Você tem que fazer isso. E isso é muito simples do ponto de vista técnico, né?

Se você, como a gente controla pensamento, né? A gente valida ou desvalida qualquer um, a gente pode jogar muita coisa fora e se sentir e colocar no lugar coisas boas com quais você se sinta bem. Isso é assim. Então, o pensamento, quando a gente faz qualquer pensamento, ele é sólido, ele provoca sensações na gente.

Ué, você não está sentindo aí onde você está? Está dirigindo, está sentindo a direção, não está vendo tudo, não está sentindo bem, não está sentindo sua roupa no corpo, sapato, você não está sentindo? Isso porque é sólido, né? Quando a gente está sentindo, você fala que é sólido, né? Ora, quando você pensa e logo já tem uma sensação, é porque ele tem um campo, quando o pensamento gera um campo de energia que é sólido. Sólido para a nossa sensibilidade é sólido, é sensível. É sensível.

Não quero saber. Não, não quero saber. É sensível. Aí quando eu comecei a ter essa abordagem, falei, pelo amor de Deus, se o pensamento é sólido, também, quando uma pessoa te manda uma palavra, por exemplo, uma crítica, ah, você é muito chata. Tá. Você ouve a palavra. Mas você percebe que a palavra chega e te causa uma sensação? É o campo energético da palavra. Então tem a palavra e tem um campo energético.

Quando chega a palavra, se você, todo mundo é sensível, você escuta a palavra. Mas o que você sente é o campo energético que ela mandou naquela palavra.

A gente fala que é a emoção com o que ela falou, a intenção, a gente chama dessas coisas, mas a gente sente. Ah, você é muito chata. Dá aquele negócio na gente, não dá? Eu falei, gente, que coisa, né? E vivendo como a gente viveu, quanta coisa a gente ouviu, né? Quanta coisa, não foi? E conforme você vai ouvindo, aquelas coisas vão te causando sensação. Só que a gente não sabe isso.

A gente não sabia isso, eu não sabia. Nem você. A gente não sabia. A gente pensa que a sensação é nossa. Por exemplo, você chega perto de uma pessoa que começa a se fazer de coitada, porque ai, porque ai, porque ai, aquelas bobagens, né? De repente, você vai sentindo apertar seu peito, né? Você vai sentindo aceitar seu peito, você vai sentindo, assim, uma coisa ruim, né? E você já interpreta como se fosse eu. Ai, fiquei com pena dela, sabe? Tenho que fazer tudo pra ela.

Por exemplo, não é isso? E você pensa que foi seu a pena. Não foi. Não é seu. Não. Não é. É da palavra dela. É da palavra dela. Gente, a hora que eu descobri isso, falei, pelo amor de Deus, a vida inteira. Eu senti um monte de coisa elevado pelas coisas dos outros.

Não era eu, eu, eu tendo um sentimento verdadeiro. Não, não. É a pessoa que vem que tudo... Gente, aí eu comecei a ver. Eu comecei a ver que no meu hemisfério aqui mental, meus pensamentos, minhas coisas, como ficou, como eu absorvi...

Tanta coisa do que falar. Porque, por exemplo, se eu te falar, você é uma cretina, tá? E te joga com aquela energia, né? Que pode ser bem ruim. Você vai se sentir péssima. Aí você, vamos dizer que você é inocente. Aí você fica com aquilo. Você absorve. Ah, eu sou uma porcaria mesmo. Isso é o quê? Não foi isso que te falaram? Que você era uma péssica? Você ficou com aquilo. Você ficou.

Tá aí, você absorveu. Você não tinha consciência para dizer, pera, ai, não, não, que isso, a pessoa que está jogando o lixo dela para cima de mim, não vou absorver não, não vou absorver. Não, você não fez isso, ninguém fez, ninguém sabe disso. Eu não sabia disso, eu não fiz assim. Eu podia depois ter uma reação de raiva ou qualquer coisa assim, porque a pessoa jogou uma coisa ruim e me deu uma raiva, uma coisa para tentar se defender. Mas aquilo ficava.

Você vê, a pessoa vai embora, aquilo fica toim, toim, toim, toim na cabeça da gente, né? Falei, gente, o que é isso que fica aqui, gente? Não é possível, eu absorvi, eu prendi aquela energia em mim. Eu não acredito. Prendi, prendi, prendi.

Quando eu comecei a olhar assim, que tudo é só energia, e eu comecei a olhar que não tem psicológico, isso aqui não é meu. Eu não tenho complexo nenhum. Eu não tenho problema nenhum em agir. Eu não tenho medo nenhum. Quando eu comecei a descobrir isso?

Tudo isso é coisa que o povo jogou. É a mãe que fala, você, cuidado, olha, blá, blá, blá. E aquele tchum. E vem o outro, porque você é isso, você é aquilo, tchum. Isso pode, isso não pode. Pumba, pumba, pumba. E, de repente, a nossa aura fica cheia disso daí.

E a gente já não está mais nem sabendo quem é a gente aqui no meio. Que que é eu, hein? Que não é, não, porque tem que ser assim, não sei o que. E a gente vai cada vez mais sedendo o ambiente e absorvendo. Sedendo e absorvendo. Gente, isso que é carga, carga, cargona mesmo. Aquelas cargas imensas. E quando eu falo assim para vocês, né? Ai, a cabeça da gente tem uma droga. É isso daí da cabeça.

Não é que a mente ou a cabeça fosse para funcionar assim. Porque a cabeça também é um mecanismo inconsciente e ela obedece a gente. Não quero isso, quero aquilo, a cabeça faz. Mas a gente era inocente. Eu era. Eu era. Eu era. E eu acho que você até ouvir isso, você também é. Até você ouvir isso, você é.

Por quê? Gente, quanta coisa está aí que você está achando da tua imagem, da tua pessoa. Quanta coisa você está refazendo para isso, fazendo aquilo, fazendo aquilo. Por quê? Jogaram coisa ruim e você está reagindo. Se afirmando, tendo medo de se mostrar porque você é uma coisa ruim. Sabe? Meu Deus, abriu-se um universo de compreensão totalmente novo.

Quando eu percebi que é só energia e que eu não tenho um policionamento no sentido de absorver ou não absorver, que eu ia assim, quantas vezes eu precisei fugir das pessoas, fugir da situação, fugir das coisas. Era um medo que me dava dentro de instintivo, eu não sabia o que era, não era bem um medo, era uma coisa instintiva. Porque eu era absorvivo, eu absorvia. Absorvia.

Você vê, às vezes a pessoa começa a contar uma coisa estrágica do lado da gente, uma coisa ruim. E se você ficar ali, como você fica com toda aquela coisa quando você sai dali? Que horror que é aquilo, parece um filme, né? Que a gente vê o filme e absorve o filme. Pelo amor de Deus, se a gente falar, ai, que horror isso tudo é filme, a gente absorve, não absorve? Gente, a gente sai com aquele pesar. Olha o pesar, o que é o pesar. Pesar. Você tem pesar.

Pesar é uma coisa, a pessoa sofre de pesar, tem um pesar. O pesar? O pesar é isso, viu, gente? Você absorveu? Por quê? A sua sensibilidade é um mecanismo que também te obedece. Se você está na postura, por causa da sua compreensão ou inocência, de absorver, ele absorve. Mas se eu educar não absorver, ele não absorve. Porque quando eu digo, isso tudo é filme, eu não me impressiono, por exemplo.

Não tem problema. É como aquele tipo de aluno que vai fazer medicina e quando começa aquela dessecação de cadáver, começa a ter impressão, não é? Mas ele quer ser médico, ele tem que tirar aquela impressão. Ele tem que realmente lidar com o organismo como se fosse, tecnicamente. Então, ele tira, ele vence ali naquelas aulas, ele joga fora aquele negócio de corpo é corpo.

E ele não é mais impressionável, ele não é mais absorvível, ele não absorve. Ganha uma postura técnica, uma postura impessoal, e lida muito bem com o corpo, e opera, e vira cirurgião, enfim. Mas beleza, não é isso? Por quê? Porque ele faz esse trabalho que qualquer um pode fazer. Porque quando a gente quer jogar mesmo uma coisa fora, a gente joga, não se impressiona, né? Não absorve. Não, não, não, não, não absorve.

Então é que a gente não usa isso assim com consciência do que está fazendo, a gente só vai. E depois na cabeça, você já absorveu uma opção de coisas? Você está achando que é você? Você está achando que você é assim? Ah, eu tenho esse problema, eu tenho essa coisa, porque a coisa é assim, porque a coisa não é assim. As pessoas falam, falam, falam delas, eu vejo que elas estão falando um monte de tranqueira. Ela absorveu da mãe, absorveu do pai, absorveu do irmão, absorveu da avó, absorveu dos professores.

Ela absorveu um monte de coisa e montou uma personalidade, uma coisa cheia de pesar.

E é aí que ela procura uma ajuda. Com todo aquele pesar, ela não está aguentando, porque sufocou. Ela não tem mais contato com ela, com os instintos dela, com a alma dela. Ela não consegue mais se achar, não consegue ser feliz, não consegue nada. Porque ela não está percebendo que ela tem um acúmulo imenso de pesar. Então, é peso mesmo, né, gente? Enhaca, peso. Aí eu entendi. Eu entendi.

que eu tenho a capacidade de não absorver. Eu vou dizer que é o mais gostoso, gente. Eu falo assim, estou até um alívio, você nem imagina. Eu não sou nada disso. Eu, eu, Luiz, não sou nada disso. Nada disso, tudo isso aí, agora eu olho quando eu emerge em mim.

Eu digo, gente, olha aí, não pode absorver mais não. Isso foi não sei aonde. Às vezes nem procuro, mas se eu procurar eu até acho aonde, né? Onde foi. Mas eu digo, ah, não interessa nem ficar fuçando o lixo. Ai, não sou nada disso. Não sou, não é eu. Não sinto, não. Ai, que delícia, gente. Em um minuto é que faz... Pum!

E aí quando as pessoas estão em volta de mim, eu pratico também na frente das pessoas, né? As pessoas estão falando e dizendo, você já vê que a minha sensibilidade está sentindo, porque eu sinto. Sentir a gente sente, né? Mas eu estou naquela postura assim, ai, é tudo ela, né? Ai...

Ah, sabe, Gasparito, acho que você é isso, acho que você é aquilo. Seja elogio, seja crítica, seja qualquer coisa que o povo fala para burro. O povo se despeja inteiro das coisas. E eu fico assim, não, não. E antigamente eu estava assim, portanto, o que a pessoa estava falando, porque eu tinha absorvido isso também, não era eu.

que minha mãe me ensinou, meu pai me ensinou, que eu tinha que dar atenção, que eu tinha que não sei o quê, que eu tinha que dar consideração, que eu tinha... E eu absorvia aquilo. Eu não quero dar atenção. Não, não quero. Essa atenção eu não quero dar para você, não. Não, não, porque, sabe, imagine, você está despejando aqui em mim? Sabe se eu quero pegar elogio? Bem morto.

Nem morto, nem elogio, nem crítica. Não quero pegar é nada. Não quero saber. É parecer da pessoa. É a pessoa que, sei lá, é dela. Não é minha energia, não é meu sentimento sobre mim, sobre a vida, sobre o que eu faço. Ninguém está em mim, só eu. E não quero saber dessa coisa. Tudo bem, as pessoas são elas e que elas façam. E elas vão continuar. O problema não são as pessoas. Olha o que o tio falou.

Os problemas não são as pessoas, somos nós. Diante de mim, eu sou responsável. Diante de mim, eu estou que está absorvendo, não absorve. Não absorve, não tem problema, não aconteceu, não é nada. Não é nada, porque não me toca. Eu sinto, na hora, aquela coisa. Digo, ah, qual pessoa está vomitando? Deixa ela vomitar, vá. Eu não vou absorver esse nojo todo. Tudo bem, eu sou lindinho.

O Carlunca já tinha me ensinado isso. Olha, o que é bom é você. O que é ruim é do povo. Um vai passando para o outro, um vai passando para o outro, pai para filho, pai para filho, pai para filho, e o povo vive nessa mesma loucura. Ou você corta a corrente em você, ou você nunca se acha, porque a obra divina não é ruim. Então, você não é ruim. O que é bom é você. O que é ruim é dos outros. Mas ele falou...

Mas foi difícil eu assimilar o que ele estava me dizendo, porque não é assim, eu não tinha percebido que era assim. Eu não tinha percebido que funciona assim. Gente, tudo isso vocês têm na cabeça, como vocês acreditam? Isso é projeção dos outros. É tudo dos outros, você não é assim, não é o teu melhor. Somado a isso, eu vou falar, hein? Não, eu vou falar. Vou falar. A lei número 1 da prosperidade...

Faça tudo do seu jeito ou não vai funcionar. Pode por aí. Mas você gosta de tomar nota? Lei número 1 da prosperidade. Só funciona se eu fizer do meu jeito.

O que é do meu jeito? Não é essas coisas da cabeça não, hein? Não é nada disso aí, hein? Não é. Aliás, é os instintos da gente. É a coisa do temperamento, do jeitão, do instinto. Não essas coisas informações que vieram da cabeça, que vieram pelas impressões que os outros chaparam na gente quando a gente era burrão, não sabia rejeitar.

Não, não é. Não é. Porque você vê, quando você segue as tuas coisas, vai dando certo. Aí você para para escutar a cabeça ou para para escutar os outros. Acabou, né, gente? Caiu, caiu, caiu. E olha, quando eu olho para mim tudo que deu muito certo, como eu agi, eu vejo que foi mesmo aquele meu impulso voltado para o meu feeling. Feeling, instinto, como você quiser saber minha inspiração, minha...

intuição, eu fui naquilo, deu tudo muito certo. Quando eu fui assim, com essas coisas da cabeça, cheio de medo, cheio de cuidado, cheio de isso, cheio daquilo, papapá, cheio de insegurança, não deu não. E aí, juiz, como a gente absorveu o juiz, absorveu o modelo, absorveu tantas pessoas, gente, é uma coisa horrorosa. Horrorosa. Então, eu percebi que ao longo de todo esse tempo, tanto comigo quanto o pessoal que me frequenta, eu percebi que ao longo de todo esse tempo,

Eu tinha esse trabalho, tenho, de estar ajudando a pessoa a se encontrar, nós, que é o modo dela, o modo que funciona, portanto, a vida dela sempre melhora quando ela faz isso. Quando elas me dizem assim, ah, eu botei em primeiro lugar e comecei a funcionar. É verdade, essa é a regra número 1. Você não botou você em primeiro lugar, não vai. Quer dizer, o que é em primeiro lugar?

Está dizendo que, claro, é uma coisa mais eu, mais instintiva, e não tudo aquilo que eu captei na minha cabeça. Então, a cabeça é uma porcaria. Vocês pensam para fazer as coisas sem instinto. E aí é o que os outros falaram. Não é a sua medida. Você faz burrada. Como as pessoas não têm auto-observação e não têm esse conhecimento, que eu também já vivi muitos anos assim, eu sei como é que é a coisa.

Obviamente, a coisa vai assim à revelia. No entanto, as minhas mais modernas pesquisas dizem que não. Que eu posso muito bem rejeitar tudo isso simplesmente e não ouvir.

Não ouvi. E mais, eu aprendi uma coisa, porque nós temos forças dentro de nós que destroem isso. Força dentro de nós que destrói isso. A gente pode mandar comer. O nosso bicho come todas essas energias e limpa, digere. Você quer saber como faz isso? Mas só depois do intervalo.

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Nós estamos falando aqui da questão da absorção ou não absorção. E do período em que nós absorvemos muita coisa e que não está acabando com a gente e a gente quer se livrar. Daqui a pouco eu vou atender gente no telefone. Já, já, já, já. Mas eu já vou falar que eu bato o telefone na cara. Não, eu vou falar.

Se me vier com njunhinha, njunhinha de cabeça, que nem aquela cliente outro dia, né? Que a semana passada, que ela foi resistir, ficava feliz que nada acontecia, feliz que nada acontecia, entendeu? É pra vir e trabalhar. Não vou perder meu tempo, eu quero me dar e quero o resultado. Você vê bem, você vai ligar, hein? Não quero njunhinha com essa cabeça horrorosa. Não vem me fazer pergunta que você tem de besteira que você pôs na cabeça, hein? Olha lá!

Porque eu não ando muito com paciência de cabeça besta. E de ter que aguentar as perguntas bestas da cabeça que não tem nada a ver. Olha lá! Tá? Avisei para ser educado. Tá bom? O resto, chinelão, 43.

Então, quando nós queremos eliminar o excesso dessas coisas, são duas coisas que nós fazemos. Já estou ensinando quem vai ligar. Já estou ensinando. Não me dê trabalho. Ouça se a cabeça deixar. Porque eu estou falando e tem mil pensamentos no meio. Então, você não para nem para ouvir. Escuta.

A primeira coisa é o que eu ensinei. Desidentificar de meu. É, pois esse negócio, eu estou de fora. Isso aqui não é eu. Isso aqui não é eu. Isso não é ruim. É ruim, não é eu. Pronto. Já não é. Já não assumo. Descolo. Descolo. E aí nós vamos usar o seu poder de bicho para comer isso daí. Devorar. Destruir. Essa coisa, essa energia que ficou em você.

Não é os pais mesmo, gente. Não tem nada a ver. Ou quem quer que seja. É a energia que ficou em você. Você está livre. Livre. Entendeu? Bom, vou começar. Tem gente aí já? Alô? Alô? Quem está falando?

É Giovana, tudo bem, Prô? Tudo bem, tudo em paz. Que bom. Prô, é o seguinte, eu tô com uma dúvida, porque assim, no ano passado eu cheguei a fazer o curso com você do Vida Plena, até então eu não identificava o meu bicho, né? E com o decorrer do curso eu consegui identificar e tudo mais, e assim, a minha vida mudou.

muito, minha vida financeira, sabe, tudo progrediu. Eu queria sair da casa dos meus pais, conseguir. Hoje eu tenho um casamento muito bom, só que a minha dificuldade... Ué? Cadê? Sumiu, sumiu, sumiu, gente. Hã? Tava bom. Por quê? Sumiu. Que caiu aí? Vocês apertaram e botaram errado.

Alô? Alô? E aí? Oi? Fala. Então, como eu tava falando, eu tenho dificuldade assim, do meu bicho em lidar com arrogância. Porque eu faço e eu espero dos outros. Eu sei que a gente não tem que fazer isso. Porque na teoria... Mas não faz mal, querida. Você não faz isso. Isso não é você. Não é você. Você não é assim.

Assim, chata? Às vezes você é. Mas você deve ter pego de alguém. Não, não, você deve ter pego de alguém. Quem é essa chata? Ah, olha, meu pai foi muito rigoroso e minha mãe também. Não, chata. Chata? Chata. Ah, sim, a minha irmã. Ela é bastante... Realmente eu não me identifico, sabe? Mas eu fico naquelas vezes de esperar do bem ir.

É, gente, não tem um jeito de falar dessa porcaria. Essa sensação é isso. Inclusive com você, com os outros, não tem um jeito de falar dessa porcaria assim, entendeu? Snob, chata, pedante, pegadora de pé, grudenta, sei lá, reparadora. É uma coisa desagradabilíssima. Uma coisa desagradável. Desagradável, forçada. Forçada.

É uma coisa lindinha, gracinha, forçada.

E esse é o lado, sabe, vaidade, porque a gente absorve certas vaidades e a gente acaba criando, a partir dessa absorção, uma personalidade com aquilo, concorda? Ah, se eu absorver a ideia que eu tenho que ser alguma coisa para alguém, aí eu vou inventando, copiar esse, copiar aquele, a gente vai pegando, né? Absorvendo. E aí a gente monta uma personalidade que fica com essas características. Mas isso não é assim, digamos, não é você, você, você...

Você é assim no puro, no verdadeiro, no original. É uma coisa assim, sabe, para fora. Uma coisa assim para o mundo. Uma coisa do mundo para o mundo. Não é você de verdade. Você não é assim. Não é. Lá dentro, lá dentro, não é. Você não tem nada disso. Você é bem mais simples, bem mais direta.

Eu consigo ver isso também. Consegue sentir aquela pessoa simples, direta? Ai, eu não faço tipo não, viu, Gaspar? Não, só esse ai que você fez agora já disse tudo, querida. Ai, Gasparito, não faço tipo. Já tá fazendo.

Que isso, querida? Olha, você está extraindo, não tem não. Sai tudo na boca. Olha que graça. A gente não adianta, né? A gente só pensa nas coisas. A gente não é as coisas que pensa. Entendeu? Então, é uma energia, assim, sabe? De ai, muito ai. Ai. Não é você. Você é uma pessoa mais calma. Vai lá no peito, você vai ver que tem uma pessoa bem mais calma.

Você se agita muito porque, sabe, tem muito mundo aí. É muito insegurança. Isso daí, perfeito, insegura. Porque a vaidade é quando a gente tem o centro fora, né? Todos os outros, todos os outros, e a gente se agarra naquilo. Então a gente puxa, puxa, puxa muita coisa. Então fica num universo, a gente vive num universo que não tem nada a ver com a gente, não tem nada a ver com a realidade. É um universo louco do mundo, que é todo mundo nessa coisa doida.

Perde aquele contato, como você já tinha perdido antes com o seu bicho, e com outros bichos, porque a gente tem vários. E com os instintos da gente, até com essa sensação verdadeira, do eu verdadeiro, a gente perde, a gente perde. É muito comum, é nada só teu, de jeito nenhum. É muito da média. No entanto, nesse instante agora, eu quero que você descole isso. Descola, primeiro eu descole, depois a gente elimina. Descola, não é eu.

Como é uma pessoa sem isso? Sem os outros? Sem ninguém? Sem ninguém. Ninguém? É muita alegria. Ah, é uma pessoa alegre. Aham, já está começando a achar. Muito livre, sabe? Livre. Ai, que delícia. Livre todas essas tranqueiras. Livre. Dessa coisa dos outros, dos outros. Ai.

sozinha, sozinha não é uma questão sozinha por dentro, né, que eu quero dizer não deixar de ser social mas é sozinha por dentro é a sensação de não ter os outros aqui dentro e nem esse monte de coisa que a gente chupou dos outros, não tem isso sai esses outros daqui como a gente sem isso é livre, é a vontade, é confortável não é?

Dá uma sensação, assim, de paz, sabe? Ah, perfeito. De só eu me basto. Perfeito! E claro que se basta, qualquer um se basta. Isso não tem nada a ver com gostar de estar com as pessoas e tudo, não. A gente tá muito bem, a gente até gosta de estar com as pessoas. É muito legal. Não tem as pessoas dentro. Vocês estão entendendo? Dentro. Tá? Que bicho que você tinha, hein?

Ah, eu tenho uma felina. Tá. Muito bem. Muito arisca. Tá, tá. Então, você vai pedir assim. Agora, para. Concentra nela. Não tenho nada disso. Meu negócio é a paz. É fora dos outros, hein? Aí, você fala. Chama-se nas carnes. Sente suas carnes, assim. Sente seu corpo lá no fundo. Aquilo que sobe. Porque esse é o instinto. É o poder das nossas forças. E você quer dar uma ordem pra ela.

Eu quero que agora você destrua tudo isso. Come tudo isso na minha cabeça. Fala pra ela. Come. Bicho, come. Eu quero que você destrua tudo agora. Ataca e come. Destrói. Na minha cabeça. Destrói, apaga, deleta. Isso! Destrua. Deleta.

Isso na minha cabeça. Isso não é eu. Não me identifico mais com isso. Não vou alimentar. Não tenho a ver. Eu quero essa outra paz. Eu quero essa outra coisa livre. Eu não quero mais essa coisa em cima de mim. E para tirar, você vai tirar. Porque você está aqui para fazer isso. Come isso. Dá uma ordem. Pode comer. Agora. Come isso. Come. E presta atenção como ela age no seu corpo. Fala com o corpo inteiro. Come.

Come. Isso! Ele tem que ouvir na carne, porque aí vem um impulso que destrói isso tudo. Você está entendendo? Porque nós temos esse impulso de destruição que destrói. É o mesmo impulso que mata os germes, os vírus e aquele do sistema imunológico. É um impulso super inteligente que destrói tudo quanto é coisa nociva para o ser. Isso não é seu, é nocivo para você. Ele atende. Pá! Sobe e atende.

Sabe o que eu estou sentindo, Gasta? É a mesma energia da raiva. Perfeito, ali sobe. Então deixa subir. Não se emocione, mas deixa subir a energia. Até a cabeça.

Viu uma coisa forte, né? Que sobra até a cabeça, né? Isso, olha. Isso. A face tá quente. Isso. É forte, é poderoso, olha lá, quente. Esse mesmo calor é aquele que faz a febre pra matar os bichos. É um calor. É. É. É aquele que faz a febre. Isso. É isso mesmo. É sistema de defesa. Sistema de defesa. Ele vem. Ele defende. Aham.

Ele atende ao seu chamado. Você se desidentificou, tá facinho, tá rápido. Porque descolou. Aí ele é só comer aquilo que descolou. Olha, subiu a cabeça? Pegou a cabeça? Pegou, nossa. Tem que subir. Parece que tiram peso numa nuvem, né? Ah, tô falando?

entendeu? Então agora, cada vez mais, sabe, querida, vai buscando esse eu-eu, sabe? Esse eu-muito-eu. Porque quando esse eu-muito-eu, a gente se sente confortável, relaxado, feliz, alegre, livre, se sente muito encaixado, muito bem, muito calmo. Isso é a gente, é o nosso coisa, o nosso jeito. E olha, sabe, procurar outra vez você, né? E manter esse contato com você e manter uma defesa desse você, não deixar mais o mundo, absorver os outros.

como você absorveu, né, querida? Pelo amor de Deus, senão volta tudo, né? Pelo amor de Deus, tá? Tá ótimo. Um abração. Outro. Tchau, tchau. Tchau, tchau. Até que ela veio direitinho, né? Porque tá com vontade, já peguei no pé logo, que vocês já me conhecem, né? Já tô pegando. Tô pegando.

Você vai com um njunho e eu bato o telefone. Ela não fez. Ela começou, mas já pegou também. Deu a chupada, ela entendeu. Não, é para resolver, ela resolveu. Não, eu quero resolver. Não me liga se você não quer resolver. Você sabe que eu pego mesmo. Eu pego para chegar onde a gente tem que chegar. Vamos lá. Alô? Alô, Luiz. Oi. Aqui é Silene. Bom dia. Bom dia. Luiz, é o seguinte. Eu realmente quero resolver.

Eu estou há algum tempo tentando resolver essas questões de dores pelo corpo. Eu sou uma bailarina que nunca tive nenhuma dor. E perguntei para o meu bicho, um tigre, de onde vêm essas dores. E ele respondeu? Ele me respondeu que vinha de ligações com família e que tinha coisas astrais.

Eu tenho vindo esses últimos tempos trabalhando com suas ideias de comer, e faço muito insistentemente esse trabalho de comer. E eu sinto arrancando, principalmente das costelas. E arranca, e arranca. Só que o que está acontecendo agora, Luiz, as dores estão intensificando. É como se todo o meu corpo doesse, adormecesse, às vezes pega fogo. Veja bem, o que você não está fazendo é o seguinte. O que?

eu vou te ensinar que tem um detalhe aí que é muito importante. Por exemplo, quando eu pergunto assim para o meu bispo, o que é que eu estou fazendo aí que está causando isso? Eu tenho que ver o que é que eu estou fazendo. Então, você veja bem, eu estou acatando muitos outros.

Eu estou me negando muito por causa dos outros. Geralmente é isso, né? Porque a dor é para chamar atenção. Eu estou me negando por causa dos outros. Sabe? Que vai entrar na questão da vaidade, né? Quer dizer, ah, é por causa disso, por causa daquilo. Pega mal isso, pega mal aquilo. Que é tudo que a gente absolveu, não é verdade? E que, de repente, sacaneia da gente.

Entendeu? Entendi. Eu estou falando isso. E como é que o seu corpo reage? Então, Luiz, eu sinto, claro, tem a vaidade ainda, mas eu sinto que tem uma ligação astral muito forte, porque... Não, isso não existe. Não existe? Não. Tem ligação, mas nada é muito forte, querida. Tem ligação, nada é muito forte. Quando eu te falo que uma coisa é muito forte, é porque a gente está dando força. Entendi.

É muito forte porque é a tua força que está sendo usada naquilo. Você entendeu? Por exemplo, sabe? Ao mesmo tempo que eu não quero nada com as coisas que a minha mãe fala, ao mesmo tempo eu quero o apoio dela, quero a compreensão dela, quero o carinho dela, sabe? Ninhinhinhinha. E ao mesmo tempo que eu quero me livrar do que é ruim dela...

eu ainda quero ficar chupando na tetona dela. Então, pô, aí vira um troço super complicado, concorda, querida? E fica muito difícil. Então, quando eu digo assim, ó, eu tô botando isso pra fora da minha mãe, todas essas coisas que foram coisas que ela tentou passar pra mim, porque ela acreditava nisso, ela tentou fazer o melhor, mas não é bom pra mim, eu quero tirar essa energia de mim. Ao mesmo tempo, eu tenho que parar com esse negócio de achar que eu tenho que ficar apoiado nela. Eu não quero viver de ninguém.

Eu vou viver das minhas coisas, sabe? Eu não vou andar com os olhos dos outros, com a perna dos outros, com o afeto dos outros. Eu vou andar com o meu afeto, com as minhas pernas, com os meus olhos. Sou uma pessoa inteira, sou uma pessoa ótima. Não estou, assim, precisando de pedaço dos outros para mim viver, pelo amor de Deus. Eu tenho o meu. Mas graças a Deus não é aleijada. Não é verdade? E aí eu posso conviver com as pessoas que eu gosto, mas não com uma aleijada, viver com uma pessoa inteira. Não é verdade?

É verdade. E não esperar pedaço de ninguém. Porque você fica aí despedaçada e você fica vivendo aqui, esperando que o teu banhete dê uma compreensão. Ah, para com isso, porque tem que compreender você. Quer dizer, não, sai dessa condição infantilóide. Eu vou ser madura. Para amadurecer...

Eu preciso tomar toda a responsabilidade por mim. Porque todos nós temos todos esses elementos em nós de tocar a nossa coisa para frente. E é das nossas forças e dos nossos recursos que nós vamos viver. E os outros também vão viver deles. E aí a gente tem trocas, porque trocas é importante na nossa vida. Não é isso? Mas vamos viver da gente. Então...

É uma outra postura, uma postura adulta, não é? Não é porque você é independente, trabalha e ganha o seu dinheiro, que você deixa de conviver com os outros, né? É muito melhor conviver com as pessoas quando você não depende do dinheiro delas, que você tem seu próprio dinheiro, não é isso? Ah, vamos sair de comer uma pizza, vamos! Aí o que acontece? Eu tenho o meu dinheiro, eu escolho o sabor que eu quero comer, claro, né? Não estou vivendo dos outros que me pagar.

Então, viver da gente não é ruim, não. É muito bom e dá uma harmonia muito grande dentro do grupo e a gente tem um prazer diferente de estar com as pessoas. Não é isso? Do que aquela pessoa que depende do dinheiro da outra. Credo, que horror! E assim é também afetivamente, é tudo.

Tudo é igual, tudo é igual. Ser independente é maravilha, mas não significa que você perdeu a dimensão social, nem afetiva, nem de interrelacionamento com as pessoas. Ao contrário, você faz isso de uma forma muito melhor. Portanto, querida, nós vamos voltar para esse bicho aí.

E perguntar pra ele, né? Então, enquanto você foi falando, foi mexendo tudo aqui. Aí, eu tenho certeza, querida. É onde eu sinto mais. E onde que você está sentindo a dor agora? É do lado esquerdo, nas costelas. Isso, tem uma facadinha ali, né? Pois vem todo fornecido pelo corpo e às vezes pega fogo. Tá, muito bem. Então, você fala assim, eu não vou aceitar críticas.

Eu não vou aceitar críticas. Não sou mais vulnerável a nenhum tipo de crítica, seja de quem fale da boca de alguém, seja aquilo que a minha cabeça já escutou. Não me critica. Eu sou ótima. E atrevida. E safada.

Isso, eu não quero essa moralzinha, essa vaidade de moral. Eu quero meus instintos. Minha inteligência, minha esperteza. Vamos. Já estou fazendo. Está arrancando tudo. Arranca, Luiz, de uma intensidade. Está arrancando?

Tá arrancando tudo. Agora ela arranca a dor, arranca tudo. Tudo, tudo, tudo, tudo. Olha, até do ombro, passa pro ombro. Ah, isso, vai subindo. Ela vai comendo, comendo, subindo pra cabeça. Porque você entendeu o que ela tava dizendo. Porque antigamente, você dizia assim, ai, porque falou, porque não sei o que, era aquela bobona vaidosa, ridícula. Como você tava absorvendo, a sombra é obrigada a aceitar a absorção.

Ela aceita. Mas, em compensação, ela tem que mandar um recado para você. Dizer, olha, eu estou aceitando tudo isso daqui, mas isso aqui é lixo. E eu estou aqui defendendo sua integridade, seu bem-estar, sua saúde. Isso é lixo. Então, ela cria sintomas. Toda doença, todo mal-estar.

Tudo que acontece com a gente é as nossas forças anímicas, nossas sombras, nossos instintos, dizendo que isso aqui não serve. Está errado, você está aceitando isso, você está nessa postura, você está nessa coisa por causa da cabeça, porque você aprendeu essa porcaria, mas aqui para dentro, isso não serve para a saúde, isso não serve para a gente. Ainda mais, Luiz, que eu já vivi...

mais plena, entendeu? Concorda, concorda. Aí o sistema de integridade é louco. Ela é como se não combinasse comigo. Ela não combina essa plenitude interna. Então, acabou. Acabou essa vaidosa. Acabou. Acabou essa ali, bobona. Eu não vou fazer mais gracinha, eu não sou minha mãe, não vou fazer gracinha para os outros, que a minha burra faz. Não vou.

Se ela quer fazer, ela que faça. Eu não faço gracinha para ninguém. Eu respondo pelo meu instinto, eu respondo por mim. Pelo amor de Deus, eu sou eu. Eu não sou ninguém, não cupio mais ninguém. Não quero saber. A opinião do outro fica lá fora. Todo mundo é livre para ter a opinião que quiser. Eu sou livre para não escutar nada.

E fazer do meu sentir, no meu instinto, no meu negócio. Aquele que funciona para mim do meu jeito. E que eu já vivi, que já está no meu corpo. E agora você está de novo nisso. Já voltei. Eu só vou pelo meu instinto. Eu só vou pelo meu instinto. Eu sinto. Eu sinto e vou. Passou, né? Perfeito. Então tá bom, querido. Um abração para você.

Aí tá, né? Nem vou pegar mais ninguém porque não adianta. Assim, né? Já estamos quase no final. Mas eu quero que vocês concluam isso. Você percebeu? Primeiro, a pessoa tá paga o preço de ser humilde, porque eu tenho que falar. Os bichos vão falar. Você tá ponta saber que você faz uma opção de besteira e que entrou numa bobeira? Então tem que ter humildade. Tá? De ouvir a tua verdade, porque isso não é feito pra te destruir, é feito pra te libertar. Ponto. Segundo, tá?

Não sou eu. Descola, descola. Depois que você descolou, você pode pedir para as suas forças anímicas devorar, exterminar com isso, liquidar com isso. E ela faz. Só que você tem que entender bem claro, para não fazer de novo. Por isso que eu falo, ela tentou fazer, ela reagia, mas ela não deixou de fazer o que ela precisava fazer.

Eu não, porque ao mesmo tempo a menina continua, né? Lembrando das críticas, ouvindo, sabe? Dando importância para o que o outro fala, o outro fala bobagem e toca. Para! Não vou absorver lixo de ninguém. Dane-se!

Então, quando você sai nessa postura, sua sombra entende. Não é para absorver, é para expulsar. Ela expulsa. É só isso. É você aqui na cabeça que está absorvendo, absorvendo, absorvendo. Mas se você quiser falar expulsa, sai. Não! Ela expulsa. Então, ela faz o que a cabeça comanda. Agora.

Agora, se a cabeça não aprender e não resolver mudar isso, obviamente o comportamento corporal vai continuar sendo esse ruim. Agora, se você põe o melhor, o comportamento corporal muda tudo. E lembre-se, quando você fizer isso, sabe que toda a sua vida ambiental, toda a sua vida afetiva, toda a sua vida financeira, tudo depende de como o seu bicho está agindo. Ele que faz a realidade que você vive. E você? Aí em cima é o capitão, hein?

Depende de você. Por isso, atenção a si. E não mais importância de como você dava ao mundo. Tá bom? Eu, quarta-feira que vem, estou aqui com vocês.

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