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Inflação desacelera em junho e fica em 0,16%, aponta IBGE

10 de julho de 20263min
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A desaceleração foi influenciada principalmente pela queda de 0,24% no grupo Alimentação e Bebidas, que exerceu o maior impacto negativo sobre o índice.

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Participantes neste episódio2
M

Milton

HostJornalista
P

Pedro Boneberg

Reporter
Assuntos3
  • IPCA e InflaçãoIPCA de junho · IBGE · Alimentação e Bebidas · Habitação · Transportes
  • Efeito cascata nos alimentosQueda de 0,24% no grupo Alimentação e Bebidas · Preços da alimentação no domicílio · Café moído · Frutas · Carnes
  • Pressão inflacionária de energiaAvanço de 0,63% no grupo habitação · Energia elétrica residencial · Bandeira tarifária amarela · ANEEL
Transcrição4 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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?Voz 1

E falamos ao vivo do Rio de Janeiro. Pedro Boneberg tem informações sobre o IPCA de junho, divulgado agora há pouco pelo IBGE. Pedro Boneberg, bom dia.

?Voz 2

Milton, bom dia a você, a todos. A inflação oficial do país desacelerou em junho e ficou em 0,16%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, divulgado agora pelo IBGE. O resultado representa uma queda de 0,42 ponto percentual em relação ao mês de maio, quando o índice havia registrado alta de 0,58%. No acumulado do ano, o IPCA soma 3,36% e em 12 meses a inflação fica em 4,64%. A desaceleração foi influenciada dessa vez, Milton, principalmente pela queda de 0,24% no grupo alimentação e bebidas, que exerceu o maior impacto negativo sobre o índice.

Os preços da alimentação no domicílio recuaram 0,39%, com destaque para reduções no café moído, que caiu 3,72%, nas frutas, que caíram mais de 1,5%, e nas carnes, que caíram 0,64%. Em contrapartida, no nosso mercadinho aqui, o que ficou mais caro foi o feijão carioca, com alta de mais de 8%, a batata inglesa com alta de 3,57%. Apesar da desaceleração da inflação, o grupo habitação foi o principal responsável pela alta do IPCA em junho, com avanço de 0,63% e impacto de 0,1 ponto percentual.

A energia elétrica residencial continuou pressionando esse índice, um aumento de 1,53% no mês, impulsionado principalmente pela manutenção da bandeira tarifária amarela e por reajustes aplicados em concessionárias de diferentes estados. Aqui no Rio de Janeiro, por exemplo, a conta de luz subiu 5,61%, refletindo o retorno da vigência de um reajuste tarifário por aqui autorizado pela ANEEL. O grupo transportes registrou alta de 0,17%, pressionado principalmente pelas passagens aéreas.

E entre as regiões pesquisadas, Brasília apresentou a inflação, a maior inflação do mês, foi uma alta de 0,52%, por lá influenciada principalmente pelo aumento das passagens aéreas e da gasolina, Milton.

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