Desemprego cai para 5,3% no trimestre encerrado em agosto, aponta IBGE
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Milton
Frederico Goulart
- A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% em agosto de 2026queda de 0,3 ponto percentual·comparação com trimestre anterior·comparação anual
- A população desocupada diminuiu para 5,8 milhões de pessoasredução de 4,6% no trimestre·queda de 4,9% na comparação anual
- A população ocupada atingiu o maior número da série histórica103,5 milhões de pessoas·alta de 0,8% no trimestre·acréscimo de 780 mil pessoas
- A taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada38,8 milhões de trabalhadores informais·população desalentada estável
- O rendimento real habitual dos trabalhadores permaneceu estávelR$3.777 de rendimento médio·crescimento de 3,7% no ano
- A massa de rendimento real habitual atingiu R$385 bilhõesmaior valor da série histórica·crescimento de 1,4% no trimestre·crescimento de 4,8% no ano
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Temos informações do Rio de Janeiro. Frederico Goulart, bom dia.
Bom dia, Milton. A taxa de desemprego no país ficou em 5,3% no trimestre de junho a agosto agora de 2026. O índice caiu com esse resultado que acabou de ser divulgado pelo IBGE 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior encerrado em maio, quando era de 5,6%. A taxa de desemprego. E também houve um recuo de 0,3 ponto percentual na comparação anual com o mesmo trimestre do ano passado. No período no ano passado, a taxa também estava em 5,6%.
A população desocupada agora nesse último trimestre ficou em 5,8 milhões de pessoas, uma redução de 4,6% na comparação com o trimestre anterior. Encerrado em maio. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, também houve queda na população desocupada de 4,9%. Já a população ocupada chegou a 103,5 milhões de pessoas, o maior número da série histórica. Houve alta de 0,8% no trimestre, com acréscimo de quase 780 mil pessoas no mercado de trabalho.
A população desalentada, que desiste de procurar emprego, ficou em 2 milhões e 400 mil pessoas. O número permaneceu estável nesse último trimestre e a taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores informais no país. O IBGE também verificou o rendimento real habitual de todos os trabalhadores, o número ficou em R$3.777, permaneceu portanto estável no trimestre e registrando um crescimento de 3,7% no ano até agora.
A massa de rendimento real habitual no país chegou a R$385 bilhões, é o maior valor da série histórica. Houve um crescimento de 1,4% no trimestre e de 4,8% da massa de rendimento real habitual no ano até agora. Esses são alguns dos dados do emprego no país no trimestre de junho a agosto que o IBGE acabou de divulgar.
Milton, muito obrigado. Esse foi Frederico Goulart.
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