O que os investidores podem esperar do mês de agosto?
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- Expectativas do Mercado· EconomiaVolatilidade similar a julho · Retomada de negociações diplomáticas · Perspectiva de paz · Risco de inflação e juros
- Inteligência Artificial e o mercado de tecnologia· TecnologiaNecessidade de investimento · Futuro de dividendos · Revolução da inteligência artificial
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Gustavo Ferreira, editor assistente do Valor Invest, já tá com a gente. Tudo bem, Gustavo? Boa tarde.
Alô, alô, Débora, ouvintes, boa tarde a todos.
Gustavo, o que que os investidores podem esperar para esse mês de agosto?
Débora, uma volatilidade bem parecida com a qual eles já têm lidado. Começou agora o 6º mês já de guerra protagonizada pelos Estados Unidos no Irã. Mais do que isso, este primeiro pregão de agosto marcou uma nova virada de chave. Retomadas as negociações diplomáticas, retornou ao horizonte do investidor a perspectiva de paz. Esfriou, portanto, o risco predominante de julho, o de mais inflação, de mais juros por mais tempo. O cenário colocado agora favorece empresas que precisam investir para ontem se não quiserem ficar para trás, aquelas cujo futuro de fatos dividendos fica mais distante ainda se o preço do dinheiro sobe.
São elas as líderes da revolução da inteligência artificial. Dito isso, o jogo virou hoje. Com alívio nas tensões geopolíticas, o petróleo deu meia-volta. Na disparada de 20% do mês passado, hoje caiu 5%, levou consigo parte dos juros antes apontados pelas planilhas do mercado. Ponto para bolsa americana. Já do Brasil, catou cavaco na virada de chave deste começo de mês. Papéis como os da Petrobras colocaram freios no rally recente.
Quedas como a da petroleira hoje, de pouco menos de 1%, são determinantes no Ibovespa, mais determinantes que o destino tomado por ações sensíveis a juros. Elas subiram bem hoje, mas o principal índice da Bolsa do Brasil abriu o mês no 0 a 0, abriu rigorosamente no 0 a 0. A ver agora até quando a paz no Oriente Médio vai continuar aparecendo está logo ali. Nesse caso, podemos ter pressão de alta no câmbio do Brasil, que vinha caindo conforme o petróleo subia. Hoje o dólar fechou o dia 0,3% mais caro, Débora, aos R$5,09.
Obrigada pelas informações, Gustavo Ferreira, do Valor Invest. Até amanhã!
Até amanhã! Como sempre, convido a acessarem o valorinvest.com. Tchau, tchau!
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