Lula anuncia R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA
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Carol
Débora
Igor Cardim
- Impacto de eventos globais no créditoBrasil Soberano 3 · Tarifa adicional de 25% dos EUA · Setores afetados: aço, alumínio, automotivo, madeira, máquinas, fertilizantes, farmacêutico, têxtil, minerais críticos · Manutenção de empregos como exigência · BNDES
- Impacto da guerra no abastecimento globalRedução de embarques para o Golfo Pérsico
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Nós vamos a Brasília porque o Planalto trouxe informações, anunciou o apoio aos setores afetados pelo tarifação dos Estados Unidos. Começou a valer hoje. Igor Cardim traz esses detalhes. Boa tarde, Igor.
Oi, Débora, muito boa tarde para você, boa tarde para Carol e para os ouvintes. O presidente Lula anunciou hoje a liberação de R$18 bilhões e R$500 milhões de reais em crédito para as empresas afetadas pela tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros e também para os setores prejudicados de forma geral pelos impactos da guerra entre Israel e os Estados Unidos. A nova fase do programa, batizado de Brasil Soberano 3, pretende ampliar então o apoio às empresas exportadoras.
Desse total, R$13,5 bilhões serão destinados por meio de recursos remanescentes do Brasil Soberano 1 e também da renegociação de dívidas rurais, enquanto outros R$5 bilhões serão disponibilizados pelo BNDES. Esse financiamento vai atender empresas de setores do aço, alumínio, setores automotivo, também setor de madeira, máquinas, fertilizantes, setor farmacêutico, têxtil e minerais críticos, além de exportadores afetados pela redução dos embarques para o Golfo Pérsico.
Entre as exigências para adesão está a manutenção dos empregos. Essa inclusive é uma cláusula que vem sendo discutida com os setores empregadores, que pedem que isso seja flexibilizado. Durante o anúncio, o presidente Lula também sancionou a lei que libera mais R$15 bilhões para ampliar as linhas de crédito do Brasil Soberano 2. Que segundo o governo fortalece o programa criado para apoiar os exportadores diante das barreiras comerciais.
O governo ainda não informou as novas, quando as novas medidas passam então a chegar até a linha, porque essa medida provisória não traz o detalhamento. As novas medidas seguem em estudo e ainda poderão ser adotadas conforme a necessidade de cada setor. Isso vai ser Então, individualizado, digamos assim, para cada setor, como esse recurso vai poder chegar para as indústrias. Isso também depende da taxação nesta sexta-feira de 12,5%, ligado a um suposto trabalho ligado, análogo à escravidão ali, que os Estados Unidos devem fazer uma taxação para todos os setores de 12,5% em substituição àquela tarifa de 10% que foi revogada pelo Congresso americano no ano passado.
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