Episódios de Economia

Tensão no Oriente Médio eleva preços do petróleo e abala mercados globais

12 de março de 20263min
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Luiz Gustavo Medina comenta que após declarações otimistas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o fim iminente do conflito no Oriente Médio, os mercados chegaram a demonstrar leve alívio. No entanto, a fala do novo líder do Irã, que reforçou a possibilidade de intensificação do conflito, incluindo o fechamento do Estreito de Ormuz e ataques a navios, reacendeu a preocupação global.
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Assuntos5
  • Conflito EUA-IrãDeclarações de Donald Trump sobre fim do conflito · Posicionamento do novo líder do Irã · Possibilidade de fechamento do Estreito de Ormuz · Risco de ataques a navios · Reação dos mercados globais · Volatilidade das bolsas de valores
  • Preços de Combustíveis e PetróleoVolatilidade do barril de petróleo · Liberação de reservas estratégicas · Recuperação para aproximadamente 100 dólares · Dificuldade em estabilização · Impacto na inflação global
  • Mediação InternacionalEfeito econômico global · Paralisação de atividades · Aumento de custos e preços · Pressão inflacionária · Impacto nas taxas de juros · Dano econômico estrutural
  • Mercado FinanceiroDólar em alta global · Busca por moeda de refúgio · Impacto cambial
  • Medidas governamentais de mitigaçãoAções de países para diminuir impacto · Planos de contingência
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Assunto é dinheiro. Com Luiz Gustavo Medina. E aí, Teco? Oi, Sardenberg. Boa tarde. Boa tarde, Caça. Boa tarde aos ouvintes. Tudo bem? Tudo certo, Teco. Boa tarde. O Trump havia dito que a guerra estava no fim, que ia terminar logo e tal. Os mercados se acalmaram, se ajeitaram. Aí teve a fala do novo líder do Irã, dizendo que, dobrando a aposta, que vai para a guerra, que vai fechar o Estreito de Hormuz, vai atacar os navios.

mais confusão nos mercados, Teco. É, Salimberto, eu acho que desde ontem teve uma mudança na percepção grande, mundo afora nos mercados, é de que isso não está perto do fim, de que apesar de tudo que o Trump fala ou da realidade que ele está vivendo ali, talvez seja bom considerar que esse negócio vai mais longe. O petróleo, mesmo com um anúncio enorme ontem dos países que vão liberar as reservas de petróleo, o petróleo sobe 10% hoje, voltou para os 100 dólares,

Ele não consegue voltar para nem perto de um patamar razoável. E a gente já começa a ver todos os países tomando providências para diminuir o impacto disso na vida das pessoas. E acho que quando você começa a ver todo mundo se mexendo nessa direção, acho que a percepção é de que um acordo, uma solução, uma acomodação dessa situação está distante. Está todo mundo já pensando num plano B, um plano C,

Plano A parece difícil e acho que essas declarações, tanto do Trump quanto do novo líder iraniano, dão a mostra disso. Bom, e hoje nós temos aqui bolsas em queda e o dólar em alta aqui. Bolsas caindo bastante mundo afora, aqui no Brasil também caindo 3% na média, agora um pouco melhor, 2,3%. Já uma queda expressiva, dólar subindo no mundo inteiro, caindo e aí está movimentando muito.

agora são de, se esse negócio se prolongar mais algumas semanas, como é que vai ficar? A economia no mundo inteiro, porque evidentemente tem um abalo econômico nessa paralisação, tem muita coisa que está paralisada, tem muita coisa que vai se encarecer, o quanto isso vai virar inflação, o quanto vira de juros, qual é o tamanho do estrago, porque as contas agora daqui a pouco vão ser feitas a partir disso e não de será se a guerra, se esse conflito acaba em dois dias, três dias.

voltamos a falar do Copom que se reúne semana que vem. Obrigado, Teco. Tchau, tchau.