CEO do grupo Fictor e ex-sócio são alvos de operação da PF contra fraudes bancárias
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- Banco MasterRafael Góis como CEO e fundador · Luiz Phillippe Rubini como ex-sócio alvo · Investigados como alvos da operação · Envolvimento em fraudes bancárias
- Operacao Fallax PFInvestigação de fraudes bancárias · Esquema contra Caixa Econômica Federal · 13 prisões realizadas · 21 mandados de prisão preventiva · 43 mandados de busca e apreensão · Prejuízo superior a R$ 500 milhões · Abrangência geográfica (SP, RJ, BA)
- Segurança OperacionalEnvolvimento com Bom Dia do Magrelo · Braço do Comando Vermelho · Lavagem de Dinheiro · Atividades ligadas ao tráfico de drogas · Rivalidade no interior de São Paulo
- Crise reputacional do Grupo FictorCompra do Banco Master por R$ 3 bilhões · Participação de investidores árabes · Liquidação extrajudicial do banco · Recuperação judicial de empresas ligadas · Impacto reputacional
Nós temos agora mais informações sobre a operação da Polícia Federal contra fraudes bancárias que está em andamento nesta manhã. O Claussen Dutra está na sede da Polícia Federal em São Paulo. Bom dia pra você, Claussen. Bom dia, Cássia, de novo pra você. Movimentação intensa aqui na sede da Polícia Federal. Há pouco observei a chegada de viaturas da própria FPF. Nós, inclusive, temos imagens desse momento que estão sendo exibidos aí no YouTube da Rádio CBN e também no Globoplay.
A polícia federal na sede de Piracicaba, lá na cidade de Piracicaba, no interior paulista. É de lá que partem as investigações e onde parte dos mandados da operação está sendo cumprido. A gente lembra também que a polícia federal, até o momento, prendeu 13 pessoas durante essa operação falaxe, que investiga um esquema de fraude bancárias contra a Caixa Econômica Federal, com prejuízo superior a 500 milhões de reais. A autora justiça expediu 21 mandados de prisão preventiva, que seguem em cumprimento em São Paulo.
no Rio de Janeiro e também na Bahia. O empresário Rafael Góes, CEO e fundador do Grupo Ficto e o ex-sócio Luiz Felipe Gomes Rubini estão entre os alvos dessa operação. A gente lembra isso, a gente tem repercutido aqui no jornal da CBN que em novembro do ano passado esse Grupo Ficto anunciou a compra do Banco Master, aporte de 3 bilhões de reais, participação de investidores árabes poucas horas antes do Banco Central decretar a liquidação extrajudicial da instituição.
crise reputacional que levou ao pedido de recuperação judicial de empresas ligadas a holding. A Polícia Federal apura ainda o envolvimento do Grupo Ficto com o chamado bonde do Magrelo, braço do Comando Vermelho, que busca rivalizar com o primeiro comando da capital no interior de São Paulo. A suspeita que essa empresa participaria de um esquema de lavagem de dinheiro a partir de atividades ligadas ao tráfico de drogas, no caso propagandas pela organização criminosa, propagadas pela organização criminosa,
apuração inclusive da Globo News. Essa operação foi deflagrada para desarticular, portanto, essa organização criminosa especializada nessas fraudes. Além das prisões, os agentes cumprem 43 mandados de busca e apreensão e executam medidas como a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 empresas investigadas. A CBN segue aqui na porta da Polícia Federal acompanhando essa movimentação. Logo mais outras informações. Cássia. Muito obrigada. Esse foi o Clausson Dutra.