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'BC não será palanque político', diz Galípolo em reunião da Comissão de Assuntos Econômicos

19 de maio de 20264min
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A reunião que ocorre nesta terça-feira (19) da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado Federal, segue ouvindo o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Ele afirmou que a instituição 'não será usada como palanque político', declaração feita após ser questionado por senadores sobre suspeitas de irregularidades na gestão do ex-presidente Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, e sobre o escândalo envolvendo o Banco Master.

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Participantes neste episódio4
C

Carlos Alberto Sardenberg

HostJornalista
C

Cássia

Co-hostJornalista
G

Gabriel Galípolo

ConvidadoPresidente do Banco Central
R

Renan Calheiros

ConvidadoSenador
Assuntos4
  • Influenciadores e ataque ao Banco CentralGabriel Galípolo · Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) · Roberto Campos Neto · Banco Master · Irregularidades na gestão
  • Análise de gestão do Banco CentralDaniel Vorcaro · Polícia Federal · Pagamento de informações privilegiadas · Luto do corpo técnico do BC
  • Gestão de Gabriel Galípolo no BCRenan Calheiros · Asfixia financeira de bancos · Ministério Público
  • Problemas Estruturais do IBGEPerda de 1.300 servidores · Fiscalização de instituições financeiras · Comparativo com Europa
Transcrição11 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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Saiba mais em epson.com.br barra toner free. As estimativas da Epson são baseadas em dados internos e de terceiros. Boa tarde, Sardenberg. A você, a Cássia, a todos que nos acompanham. Ainda continua a reunião na Comissão de Assuntos Econômicos no Senado Federal. Os senadores escutam o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que afirmou agora há pouco que o Banco Central não será usado como palanque político.

Essa fala foi depois de Galípolo ser pressionado por parlamentares sobre suspeitas de irregularidades na gestão anterior de Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, e também sobre o escândalo do Banco Master. Durante a reunião, os senadores cobraram explicações sobre informações...

incorretas prestadas pelo ex-presidente Campos Neto envolvendo o Banco Santander em um caso que gerou um acordo milionário envolvendo uma conta bolsão e preenchimento incorreto de informações. Galípolo negou qualquer tipo de perseguição a...

Roberto Campos Neto, e defendeu a governança interna do Banco Central. Ele disse que não cabe a ele perseguir ninguém, e é por isso que a justiça tem uma venda, e que o Banco Central reforçou, que o Banco Central não será palanque político. O clima, Sardenberg, esquentou também quando o assunto foi o Banco Master, que até agora eles estão falando sobre isso.

A gente lembra que a Polícia Federal investiga o afastamento de dois servidores de carreira do Banco Central suspeitos de receber pagamentos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em troca de informações privilegiadas e Galípolo classificou o episódio como um dos fatos mais graves da história da instituição e disse que todo o corpo técnico do banco está em luto.

o que foi gravíssimo, e de novo, só a justiça vai determinar o que realmente aconteceu, mas que é o afastamento de dois servidores do Banco Central de carreira. Eu acho que é um dos fatos mais graves que já aconteceu na história do Banco Central. Todo o corpo técnico do Banco Central, como eu já comentei, sente um efetivo luto com o que aconteceu. E, de novo, não cabe ao Banco Central julgar, vai ser a justiça que vai determinar o que realmente ocorreu, mas os indícios em si já foram algo que foi muito grave.

e que causou uma grande sensibilização por parte de todos os servidores, eu inclusive ali.

Bom, Galípolo também foi questionado pelo presidente da CAI, o senador Renan Calheiros, sobre as 24 visitas de Vorcaro ao Banco Central na gestão de Roberto Campos Neto. Ele justificou que as reuniões longas são comuns quando um banco enfrenta asfixia financeira e está perto de sofrer uma liquidação ou intervenção. Ele lembrou que o caso foi enviado ao Ministério Público na gestão dele em seis meses depois que foi ali.

detectado essa suspeita de fraudes. Ele também fez um alerta, já agora sobre outro assunto, Sardenberg, que tem a ver também com o Banco Master, sobre a falta de orçamento do Banco Central, estrutura. Ele alertou aqui que perdeu 1.300 servidores nos últimos 10 anos e que essa deficiência impede uma fiscalização adequada das instituições financeiras. Ele fez um comparativo com...

à Europa, enquanto várias pessoas cuidam da fiscalização de um só banco no Brasil, de acordo com o Galípolo, um único servidor chega a fiscalizar até 30 instituições financeiras e admitiu que, a partir de agora, o Banco Central terá que escolher o que vai conseguir cobrir. Sardenberg?

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