Tesouro Reserva: entenda como funciona o novo título do governo
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
- Tesouro ReservaNovo título público federal · Alternativa à poupança, CDBs e fundos DI · Rendimento de 100% da taxa básica de juros · Ausência de marcação a mercado · Liquidez diária e acessibilidade (a partir de R$ 1,00) · Menor risco de crédito (governo federal)
- Reserva de EmergênciaNecessidade de construção de reserva de emergência · Produtos mais usados: fundos DI e CDBs · Objetivo de suprir urgências e imprevistos · Idealmente cobrir 6 meses de despesas · Evitar endividamento em momentos de pressão de caixa
- Comparação entre tipos de Tesouro DiretoTesouro Reserva como alternativa competitiva à poupança · Diferenças em relação a CDBs (contraparte: governo vs. banco) · Cobrança de Imposto de Renda e IOF · Taxa de custódia da B3 (isenção para até R$ 10 mil) · Resgate e liquidez: atenção ao horário de mercado
Tem coisa melhor do que uma pausa no seu dia para apreciar um café? Passe no Pão de Açúcar mais próximo. Ou acesse o app e descubra uma seleção de aromas, origens e sabores especiais. Tudo de café do clássico ao importado está no Pão. No fim das contas.
Oi, mulheres. Boa tarde. Olá, pessoal. Boa tarde. Boa tarde. Ana Leone, Natália Largue, conosco hoje para falar do Tesouro Reserva. Ontem, o Tesouro Reserva estreou. Eu ia falar, foi lançado ao mundo dos investimentos, mas é isso aí. Foi na segunda-feira. O título público rende 100% da taxa básica de juros da economia. Tem muita gente com dúvida.
tentando entender a diferença do Tesouro Reserva para o Tesouro Selic. E a Natália estão aqui hoje para explicar tudinho. O que é o Tesouro Reserva, Nath?
Então, Tati, vamos lá. O Tesouro Reserva surge para ocupar esse espaço que a gente tanto fala aqui da necessidade da construção de uma reserva de emergência, né? Então, assim, o que é isso? Na prática, ele é um título público federal, então é um investimento que a pessoa está emprestando dinheiro para o governo brasileiro e o governo brasileiro vai devolver lá na frente com juros.
Então, ele é considerado um dos produtos de menor risco de crédito da economia, porque a chance do governo de um país dar um calote é menor do que quando a gente pensa em bancos e outras instituições privadas. Hoje, quando a gente fala de reserva de emergência, os produtos mais usados são aqueles que prometem uma grande liquidez, que a gente fala aqui, que é a chance de você resgatar o dinheiro, a possibilidade de você pegar o seu dinheiro de volta facilmente.
E aí, em geral, o que as pessoas usam? As pessoas usam os fundos DI, que são aqueles fundos de renda fixa que se propõem a replicar a rentabilidade do que a gente chama de taxa DI, que é uma taxa que segue bem de pertinho ali a Selic, a nossa taxa básica de juros, e também os CDBs, que são aqueles títulos de renda fixa emitidos por bancos, ou seja, você emprestando dinheiro para o banco, para o banco financiar suas atividades, empréstimos, financiamentos e tudo mais.
e os CDBs também costumam ter uma rentabilidade ali atrelada a um percentual da taxa Selic. O Tesouro Reserva vem para ser uma alternativa do Tesouro Direto a esses produtos. E ele traz, inclusive, diferenças importantes em relação a outros títulos públicos. A gente até recebeu uma pergunta aí de qual que é a diferença do Tesouro Reserva para o Tesouro Selic.
E a principal diferença é que o Tesouro Reserva não vai ter o que a gente chama de marcação a mercado. Então, quando a gente olha para títulos públicos, os principais do Tesouro Direto, como o Tesouro Selic, por exemplo, o valor do investimento fica oscilando de acordo com as expectativas para os juros da economia. Então, o que isso significa na prática? Dependendo do momento que você resgata aquele dinheiro...
você vai ver pequenas variações no seu saldo. Inclusive, pode ter quedas temporárias, dependendo do que o mercado está projetando para os juros no futuro. Então, no Tesouro Reserva, a proposta é justamente ter uma experiência mais simples e mais previsível para quem está formando a reserva de emergência. Então, não vai ter esse tipo de oscilação. Ele foi desenhado para quê? Para reduzir essa percepção de volatilidade no saldo.
para facilitar o acesso de investidores iniciantes. Ele também permite aplicações a partir de R$ 1,00. Então, ele é bem acessível para diferentes públicos. Ele oferece aquilo que a gente chama de liquidez diária, ou seja, a possibilidade de você resgatar o seu dinheiro a qualquer momento. Então, ele funciona como uma alternativa mais acessível e até intuitiva para aqueles objetivos de curto prazo.
E aí um outro diferencial é que por ser um título público federal, o risco de crédito está ligado ao próprio Tesouro Nacional e não à saúde financeira de um banco, como acontece, por exemplo, nos CDBs. Durante muitos anos, produtos voltados para gestão de caixa, liquidez, eles ficaram muito concentrados nos grandes bancos. Então esse novo título está trazendo essa possibilidade de você formar uma reserva de emergência emprestando para o governo que apresenta um pouco mais de segurança.
É importante a gente falar também que o novo título já está sendo oferecido para clientes do Banco do Brasil e desde ontem esse acesso foi ampliado já para outras instituições financeiras. Ele vai ficar disponível em todos os bancos, Nath? A previsão é essa, Tati. Foi a dúvida da nossa ouvinte Márcia, que escreveu para a gente ontem. Ela falou assim, somente é possível aplicar em quem tem conta do Banco do Brasil. O site do Tesouro informa que outras instituições parceiras estarão disponíveis em breve. Então, em breve, né?
É isso. O Banco do Brasil, a princípio, é um banco público, então ele foi o que teve esse lançamento primeiro, mas a previsão é sim que daqui a pouco ele esteja disponível nos principais bancos. Ana, a gente pode falar que é um substituto da poupança?
Então, Fernando, de certa maneira é uma alternativa bem competitiva, se a gente parar para pensar. A poupança ainda é o produto de maior penetração junto aos investidores, os poupadores, justamente até pela própria facilidade de entendimento.
Como a gente está falando de um mercado que é bem complexo, aqueles produtos que são mais simplificados, que é o caso do Tesouro Reserva e é o caso da poupança, que é igual em todos os bancos, em todo banco que você bater na porta, a poupança vai ter as mesmas regras, vai ter as mesmas características.
E isso facilita muito a compreensão. Então, quando a gente compreende melhor o produto, a gente tende a ser mais aberto a ele. Então, de certa forma, ele entra como uma alternativa, porque muita gente acaba deixando dinheiro na poupança mais por hábito do que por estratégia. E o Tesouro Reserva surge justamente como essa opção.
Para quem busca produto com uma rentabilidade que seja competitiva, mais competitiva que a poupança, porque ele é um produto que está atrelado a 100% da taxa Selic. Só para lembrar, a gente está falando de uma taxa de 14,5% ao ano.
E mais do que isso, acho que é uma coisa importante de ressaltar, não significa que ele vai ser o melhor investimento e a melhor escolha em todos os cenários, até porque nenhum produto tem essa característica de servir para qualquer coisa. Esse título que está sendo...
criado agora, ele tem algumas coisas que podem substituir ali, os próprios CDBs, como a própria Nath trouxe, que têm características similares, apesar de a contraparte, ou seja, você está emprestando para o banco, no caso CDBs, e no caso do Tesouro Reserva, você está emprestando seu dinheiro para o governo.
e que também podem ter taxas parecidas. Os CDBs, principalmente de bancos médios, porque eles tendem a ter taxas mais atrativas. E isso, como a gente bem viu aí, a gente precisa ter muito cuidado. Então, mais retorno...
Por isso que essa oferta acaba sendo dessa forma, quanto mais retorno que está sendo oferecido, significa que existe mais risco e não necessariamente uma facilidade no produto para este objetivo. Então, esse é um ponto importante que a gente tem que observar. E outro ponto é o seguinte, a reserva de emergência, como a gente está trazendo aqui hoje, ela não deve priorizar o maior ganho possível. Cada produto vai oferecer um atributo e quando a gente está falando dessa reserva, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, Tinta, T
tem que ser construída para suprir essas urgências que a gente tem na vida, ela precisa estar disponível para as pessoas usarem assim que a urgência aparecer. Senão se perde a característica. Então, muita gente acaba optando por produtos que são considerados seguros, que têm regras.
que são também com esse objetivo, mas quando você vai precisar do dinheiro imediatamente, ele esconde algumas regras que não ficam tão claras e os investidores podem ter alguma surpresa. Então, o que a gente precisa se atentar neste produto? Diferente da poupança, por exemplo, a cobrança de imposto de renda aqui, então esse é um ponto importante. Tem taxa administrativa, Ana?
Não, o que ele tem, ele tem o IOF para resgates que podem ser feitos no curto prazo, em períodos muito curtos, e o resgate também depende do horário de mercado. Então, suponhamos que aconteceu uma emergência no teu dia. Se esse dia for um horário que já fechou o mercado, talvez você não consiga.
ter o dinheiro imediatamente. E no caso do Imposto de Renda e do IOF, existem outros produtos, como fundos, CDBs, que também estão sujeitos a isso, e a questão do resgate pode variar de caso a caso. Então, por isso, é sempre bom checar a característica do produto antes de aplicar nele. E essas características de cada produto precisam estar avinhadas ao objetivo.
Então, Tati e Fernando, mais um ponto relevante aqui que eu gostaria de ressaltar. Imposto de renda. Um erro muito. Imposto de renda, sim. Aqui a cobrança do imposto de renda, sim. E aí ele segue as regras dos títulos que são similares. Então, um ponto importante é que a gente tem que pensar na reserva financeira como ela se fosse aquele dinheirinho guardado que a gente vai acessar quando precisar.
Este não é um investimento feito, pensado para longo prazo. Então, muitos cometem esse erro, investem num produto que não foi pensado para o curto prazo, para um dinheiro de curto prazo, ou seja, eu escolho colocar meu dinheiro para uma reserva de emergência, mas em um produto que tem características pensadas para investimentos de longo prazo.
Essa é uma dissintonia que muitos cometem como erro. Então, isso é muito preocupante. A reserva e a função de um produto como esse que está sendo lançado e de produtos que são feitos para as reservas de emergência, o objetivo é proteger em casos de desemprego.
cobrir algumas urgências e emergências que apareçam, lidar com imprevistos que podem acontecer a todo tempo e evitar o endividamento em momentos que a gente tem uma pressão mais ali no nosso dia a dia de caixa. Então, por isso, acaba sendo interessante, sim, esse produto. Ele é uma combinação entre a simplicidade da poupança, respondendo a sua pergunta, Fernando, a acessibilidade também e a segurança, porque a gente está falando de um título do Tesouro.
E o principal objetivo sempre que eu falo aqui, a gente precisa entender o objetivo de cada produto e esses objetivos precisam estar alinhados com os nossos objetivos, porque aí sim o casamento fica bom. Perfeito, perfeito. Posso trazer algumas tarefas? Pode o que você quiser.
complementar aqui a informação das taxas, não, porque a Ana falou muito bem que tem o Imposto de Renda, tem também a aplicação do IOF, e existe uma taxa de custódia da B3 para os títulos públicos. O que é isso? É uma taxa que a Bolsa te cobra para guardar o seu dinheirinho ali, e ela é de 0,20% ao ano. No caso do Tesouro Reserva, tem a isenção para valores de até R$ 10 mil investidos.
Tá, aí estou pensando, tem um tempo mínimo em que você deveria deixar o seu dinheiro no Tesouro Reserva para compensar esse IOF, esse Imposto de Renda, essa taxa de custódia, Ana? Olha, as reservas de emergência, elas são pensadas sempre para suprir seis meses das suas despesas. Então, se você tem umas despesas de mil reais, seria legal você ter uma reserva de seis mil reais, para simplificar, que são seis meses das suas despesas.
E esse saldo ideal é que ele nunca baixe. Então, você usa lá um pouquinho, depois você recompõe, usa e recompõe. O EOF são 30 dias. Então, a gente está falando que se você aplicar hoje e resgatar daqui a dois dias, talvez você tenha custos que não valham a pena. Mas, ainda assim, Tati, não é tão na ponta do lápis que a gente precisa fazer a conta, porque essas urgências podem acontecer dois dias depois que você investir.
Mas elas precisam ser pensadas, essas estratégias, para mais curto prazo. E o curto prazo que a gente costuma falar são esses seis meses mesmo, de três a seis meses. Seis meses é uma reserva que vai sempre te tirar do sufoco quando precisar e vai dar tempo de você recompor assim que você organizar melhor o seu dinheirinho do caixa. Perfeitamente.
Ana Leone e Natália Largue estão conosco toda terça e quinta, no fim das contas, falando sobre o nosso dinheiro. Obrigada, mulheres. Até quinta.
Um beijo, pessoal. Até quinta-feira. Olá, aqui é a Ana Paula Padrão. E como empreendedora, eu recomendo a Claro Empresas. Se você é micro, pequena ou média empresa e quer ir ainda mais longe, bora com a Claro Empresas. Soluções completas e inovadoras para transformar o seu negócio. Saiba mais em 0800-720-1234 ou acesse claroempresas.com.br Claro Empresas. Bora fazer juntos.
Claro Empresas
Pão de Açúcar
Café