Episódios de Economia

Mercados reagem ao cenário de guerra no Oriente Médio e ameaças de Trump

07 de abril de 20264min
0:00 / 4:12
Diante das novas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Irã na guerra no Oriente Médio, os mercados mundiais estão reagindo ao cenário. No Brasil, por exemplo, a perspectiva de inflação para o ano se aproxima dos 4,5%, limite do que o Banco Central informou que aceitaria. Ouça.

Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Participantes neste episódio2
L

Luiz Gustavo Medina

HostJornalista
T

Teco Medina

HostJornalista
Assuntos1
  • Impacto da guerra nos mercadosAmeaças de Donald Trump ao Irã · Perspectiva de inflação no Brasil · Preços do petróleo
Transcrição11 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Se você ainda usa toner pra imprimir, tá na hora de você saber que o principal componente é o plástico. Um ano de impressão com toner em todo o mundo equivale a 20 bilhões de sacolas plásticas. É muito plástico, não é? Chegou a hora de reduzir o plástico nas suas impressões e ainda diminuir também o consumo de energia. Mude para uma impressão toner free, escolhendo as impressoras empresariais de jato de tinta Epson Workforce, com a tecnologia Precision Core. Você não vai querer continuar usando impressoras com toner, vai?

Saiba mais em epson.com.br barra toner free. As estimativas da Epson são baseadas em dados internos e de terceiros. O assunto é dinheiro. Com Luiz Gustavo Medina.

E aí, Teco? Oi, Sérgio Lemberg, boa tarde, boa tarde de cá, boa tarde de Muniz, né? Muniz tá aí hoje? Sou eu. Boa tarde, Muniz. Boa tarde aos ouvintes. O Teco, os mercados estão trabalhando, os mercados mundiais estão trabalhando, funcionando hoje, tendo o olhar para essa ameaça do Trump de fazer um ataque devastador sobre o Irã. A partir de hoje à noite, caso o Irã não aceite certas regras de cessar fogo.

Bom, eu estou vendo aqui bolsas em queda, dólar em alta e, enfim, como é que você está vendo essa situação agora? Uma situação horrorosa, né, Stalemberg? Está piorando uma coisa que já vem sendo ruim há várias semanas. As ameaças de hoje são terríveis por diversas óticas e, enfim, até palavras ali, ameaças até de cometer crimes de guerra.

Evidentemente está o mundo inteiro preocupadíssimo, o prazo é hoje 9 da noite, tem notícia ali de que tem pessoas ali, a população irenina estaria indo para pontes ou para lugares onde possam ser alvos, o que dá uma ideia do drama que está todo mundo vivendo.

E os mercados, eu acho que não tem muito como fudir disso, né? Está todo mundo já... Essa guerra, primeiro, ninguém entende porque ela começou, como ela começou. Evidentemente, ela já está demorando demais sobre qualquer aspecto. E já está todo mundo já com a conta de que isso não só não vai acabar cedo, como não vai acabar bem, né? Evidentemente, o petróleo...

Há muito tempo não cai abaixo de 100 dólares, né? Já tem umas três semanas que ele sequer vem abaixo de 100 dólares. E 100 dólares já era quase 50% de alta do que começou na virada do ano o preço dele. Então, assim, a gente já vai começar a colher um monte de coisa, né, Sérgio Iberga? O mesmo foco aqui no Brasil, a perspectiva de inflação para esse ano já está colando ali no 4,5, né?

É o topo ali do que o Banco Central aceitaria que a gente tivesse. A gente tem um copom no final do mês agora, final de abril, que está ameaçadíssimo até para um corte de 0,25. E o que a gente vai começar a ver assim que for reportado os crescimentos ali do primeiro trimestre é uma revisão para baixo do mundo inteiro. Tem país... ...

que sofre muito com isso, porque importa petróleo, então tem um problema de importação, além do problema da inflação. Mas mesmo para países como o Brasil, que bem ou mal se garantem nessa situação, com inflação mais alta e juros mais altos, a equação termina com crescimento mais baixo. Sempre foi assim. Tá certo.

A ver, a ver como as coisas andam. Um dia muito tenso hoje e a ver como se desenrola a situação hoje à noite. Obrigado, Teco. Até amanhã. Até amanhã, tchau, tchau. Amanhã teremos mais informações e agora temos intervalo. E já voltamos.

Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás. O BYU-D Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYU-D Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990 para CNPJ. Fala até uma concessionária BYU-D e faça um test drive. Consulte condições em BYU-D.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Anunciantes2

BYD

BYD Dolphin Mini
external

Epson

Impressoras jato de tinta
external