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99Vidas 722 - 2-Pak: Bonkers e Pulseman

29 de maio de 20261h8min
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Essa semana Jurandir FilhoFelipe MesquitaEvandro de Freitas e Bruno Carvalho retornam com mais um episódio da série 2-Pak, agora dedicada a explorar duplas de jogos disponíveis no portátil R36S. Desta vez, Evandro e Bruno assumem os controles para apresentar duas pérolas que merecem muito mais atenção: Bonkers e Pulseman.

Bonkers (SNES): Baseado no personagem da Disney, o jogo surpreende com uma aventura de plataforma extremamente divertida, colorida e cheia de personalidade. Evandro relembra como Bonkers consegue capturar toda a energia dos desenhos animados dos anos 90 enquanto entrega uma experiência sólida e injustamente esquecida do Super Nintendo. Pulseman (Mega Drive): Desenvolvido pela Game Freak antes da explosão mundial de Pokémon, o jogo coloca você no controle de um herói capaz de manipular eletricidade em fases rápidas e criativas. Bruno explica por que Pulseman é considerado por muitos uma das maiores joias escondidas do Mega Drive, combinando visual impressionante, trilha sonora marcante e mecânicas que pareciam estar à frente de seu tempo.

Esse é mais um podcast da nossa série 2-Pak!

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Assuntos1
  • Comidinhas e HoráriosComer pastel e coca de manhã · Comer feijão à noite · Comer churrasco cedo · Fígado acebolado no pão · Panelada com cuscuz · Prato tropeiro · Feijoada dos taxistas · Mexidão · Carne de panela · Bife milanesa · Ovo com bacon · Salsicha com ovo mexido · Pão de queijo · Doce de leite · Shampoo de hotel
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Comidinhas Gente, perguntinha pra vocês Existe horário pra comer Algumas comidas? Ou não? Tipo assim

Acordei às 7 da manhã. Dá para mandar um pastel ou uma coca? Pastel é normal por causa da coca da feira. Coca ou não? Isso aí dá demais. Coca ou não? Pastel, sim. É a pergunta... Dá demais. Coquinha zero. Dá demais. Não rola, não? Nada te impede. Com gelo. Não, nada te impede. Nada te impede também. Qualquer um, então. Essa pergunta nem...

Eu não subscrevo por nenhuma ditadura alimentícia. Eu talvez não vou comer essas coisas, mas se você fizer isso... Então você está invalidando a pergunta do Jurandir. Estou. Troca de pergunta, Jurandir. Todo mundo já esteve numa mesa, já esteve numa mesa, sentou assim, sentou... E aí alguém... Aí você chega lá com a pizza de ontem e uma coca. E alguém fala assim, nossa, uma hora dez. Mas a pizza de ontem foi feita para você comer de manhã justamente para isso. Por isso que ela é a pizza de ontem.

Mas e a coca? Tem horário para tomar coca? É igual que eu estou perguntando. Eu não acho que não tem horário nem para tomar cerveja. Já dá aquela acordada. Não pode não, cara. Ué, tem cafeína, Bruno? Não é café da manhã? Ô, maluco.

Ó, eu fui criado numa família que falava assim, a gente não come feijão à noite. É isso. Porque da gases... Dormia muita gente num quarto só, às vezes é por isso. Exato. É, porque a gente da gases. Ou porque pesa a barriga, sabe? Demora pra digerir, aí você pode passar mal e tudo. Só o feijão. Você meter um macarrão antes de dormir, não vai?

Mas três semanas atrás, mandei uma pratada de feijoada meia-noite. Livre-arbítrio, filho. Isso aí é. Eu acho, não é não? Eu posso. Por que não? Mas tem coisa que eu não tanco. Tipo, um churrasco logo cedo, eu acho que eu não tanco. Tipo, eu gosto de churrasco. Ah, Bruno, a Copa do Mundo chegando aí, tiver um jogão do Brasa, 10 horas da manhã.

Não, 10 da manhã tudo bem, mas eu tô falando cedo. Bruno, eu sou de uma família que 7 da manhã, num sábado, às vezes minha mãe fazia um fígado acebolado pra gente colocar no pão. Aí, ó. Não, aí não. Aí não. Colocar no pãozinho, ó. Sem cebola, obviamente, né? Tem que acebolar sem cebola.

Peraí, como é que é o fim da cebola sem cebola? Sem cebola? Como assim? Ué, só com caldinho, cara. O caldinho do negócio é a cebola. Você não gosta de cebola? Não gosto, mano. Já falei aqui mil vezes. Imagina o cara que não gosta de fígado, mano, mandando esse fígado acebolado aí. Nossa. Ele vai mandar só a cebola pra dentro. Aqui, por exemplo, a gente tem aquelas as buchadas, as paneladas.

A panelada aqui é comida de café da manhã, mano. Sete da manhã, a panelada com cuscuz, o suco de cajá, tá dentro. Eu tenho as minhas preferências. Eu tenho as minhas preferências de coisas que eu vou comer em certos horários, mas tem momentos e dias, às vezes, que você vai mudar isso. Eu não subscrevo muito disso, não. Por exemplo, aqui de madrugada, a gente tem alguns restaurantes aqui em Belo Horizonte. Imagem que São Paulo deve ter muito mais ainda, faz desse estilo.

Você vai chegar lá às quatro, cinco horas da manhã e você vai mandar um prataço de tropeiro, tá ligado? De mexido, feijoada. Sim, tem lugar onde você procura mesmo. Depende da vida da pessoa. Por exemplo, tem uma muito famosa aqui, que é o bar do Zé Luiz, que ele abre às duas e fecha às dez da manhã. E, historicamente, tinha um ponto de táxi bem em frente ao prédio que ele fica, que é o Mercado Novo, na Feira Livre, lá embaixo.

E o prato mais famoso dele era a feijoada. Era, inclusive, conhecido como feijoada dos taxistas, que os taxistas paravam lá de madrugada e mandavam o pratão de feijoada. Caraca, hein? Eu já mandei mexidão lá, carne de panela, várias vezes de madrugada. Mineirinho 1. Também outro aí, ó, que depois do Detona, depois do trabalho no Detona, fecha o bar duas horas. Vai uma galera lá pra mandar um prataço lá no Mineirinho 1. Cara, vou mandar a foto do prato do Mineirinho 1 aqui, pra vocês entenderem o que é um prato. Não existe o negócio de você acostumar a barriga?

no estômago. É, tipo assim, ah, pô, eu tenho que comer, Evandro. Mas aí é quantidade, né? Dois ovos. Dois ovos no café da manhã. Tudo acostuma. Tô afim de comer ovo, não. Vou fazer dois bifes de de maminha. Bife milanesa. Olha, eu mandei um típico prato do Mineirinho 1 que muitas pessoas mandam duas horas da manhã, três horas da manhã.

Então, clássico aí, mano. Um bife gigantesco do tamanho da travessa inteira de comida, feijazinha à parte. Essa pessoa ainda pediu um ovo. Ainda mandou muito. Mas é muita proteína, né? Temos a proteína aí, né? Mas é, se você trabalha de noite, de madrugada, você vai ficar escolhendo o horário pra você poder comer uma coisa ou não. Às vezes sua vida tá de cabeça pra baixo em relação ao resto do mundo também. Mas se o cara passar mal, né? O cara vai ser taxista, o cara vai mandar uma feijoada, ele vai ficar peidando a viagem inteira.

trabalho inteiro de madrugada como taxista. Mas vida aberta, né? Acho complicado, né? É, você tem que conhecer, né? Suas... Às vezes pode ser no final do turno dele também, só que o final do turno dele é três e meia da manhã. Depois ele vai pra casa. Isso que o Juras falou do corpo acostuma comigo é muito real, cara. Eu sou o José Doce, né? Normalmente na minha vida eu comi muito doce. Mas se eu ficar períodos sem comer coisa doce, principalmente industrializada, quando eu como eu acho doce pra caramba, bicho. É, Vando, o cara acordou seis e meia da manhã.

escovou os dentes e comeu um choquito. Um lolo. Caraca. O sonho de valsa. Eu acho totalmente suave, um bagulho minúsculo ainda. Mas ele já dá aquele punch de açúcar na vida, né? Às vezes você tá precisando. Um saco de bis. Uma caixa de bis. Seis e meia da manhã. Acordei, ó. Aquele gosto de pasta na boca ainda. Peguei o pacote de bis e abri. É bizarro? É bizarro, né? Eu criticaria.

É tipo assim, por exemplo, a galera acorda de manhã e começa a trabalhar cedo. Tá meio sonolento, vai fazer o quê? Tomar um café. Tem muita gente que reclama, né? Que não pode, porque o café é quente, no estômago vazio e tudo, faz mal, né? É bizarro eu mandar um energético geladaço, 8 horas da manhã pra trabalhar também. Então, Red Bull. Mas é pra acordar, não?

É isso, é isso. Sim. Ué. Mas quão diferente é um refrigerante, um bagulho desse, é muito pior, inclusive. É, uma coxinha. Uma coca. Três coxinhas, uma coca. Uma coca zero versus um... Eu tomo energético todo dia quase, hoje em dia. Ô, louco. Porque eu não tomo café também, né? Então, assim, a minha única dose de cafeína geralmente é uma lata de um energético...

Muito grande, muito colorida aí. Inclusive, alguns que vêm com suco. Monster, sabor energético. Monster, é. Eu sou José Monster forte, velho. E o sabor energético, já provaste isso? Eu já tomei... É whisky, né, mano? Mansão marombo. É. Mano. Ele é alcoólico, né? Com todo respeito, ruim, hein? Tomei no ano novo do ano passado. Um de maçã verde. E aí? É, achei ok, custou 20 reais.

Não dava pra esperar um bagulho absurdo também, não, né? E era esse de uísque aí. Combo de uísque sabor maçã verde. Mano, é uma bebida barata. É muito pra jovem mesmo, mano. Ou se você quiser ficar muito bêbado, pagando pouco, assim. Eu bebo muito pouco hoje em dia, então pra mim não faz muita diferença, não. É, Bruno. Bruno que acorda cedo. Seis da manhã, Bruno. Hum, coquinha gelada.

Não, eu... Na verdade, eu sou o cara que eu não tomo café da manhã no geral. Tipo, eu só... Você é um cara saudável. Não, não tá certo, tá errado isso. O que eu faço é muito errado. Eu só tomo um café preto mesmo, tipo, café puro. Dois litros? E aí eu vou fazer a minha primeira refe... Não, eu vou fazer a minha primeira refeição só, tipo, umas duas da tarde, na hora do almoço, assim. Jejum intermitente?

Não, é errado, eu só não como mesmo, cara. Que eu começo, eu já vou trabalhar e, tipo, eu nem paro pra fazer comida nem nada. Eu simplesmente... 2 horas da tarde, 3 quilos de almoço.

Pior que não, às vezes... O cara vai no self-service, a balança lá, chega a fundo. Duas costelas no outback. Serve, serve. Pior que não. O cara com a fome de um dragão, cara. 3 horas da tarde não comi nada, 100 conto no iFood. Agora sim. Cara, a pior coisa que a pessoa pode fazer é isso aí, mano. Não, mas é errado. Põe no mercado. É muito errado. Eu faço jejum intermitente, 15 horas sem comer. Aí quando come, come 200 reais no iFood.

Agora, tem uma coisa que eu faço questão. Eu não tomo café da manhã no dia a dia, mas se eu tô em hotel, aí eu faço questão. Aí eu inverto. Café da manhã do hotel. 6h59, tô na porta. Vocês já viram a menina do... Tudo que eu como no café da manhã é de hotel. Aum. Aum. Aí ela sai, tipo assim, pão de queijo, aum. Bolo, aum. E ela come 30 bagulho, aí depois ela volta pro pão de queijo, mano. Eu sou muito fã daquela menina.

Eu acho sensacional as pessoas que vão no café da manhã do hotel e simplesmente pegam um prato, aí enchem um prato, e já pegam outro prato e carregam dois pratos cheios. Um doce e um salgado, isso é clássico. Ou um pratinho só pra frutinha, né? Saudável. Essa é a maior mentira do café de hotel, você começar com a fruta, você come três uvas, um pedaço de melancia, não, mano, eu vou amassar aquela torta de qualquer coisa ali, aquele ovo com bacon.

Felipe, você faz uma base de ovo mexido e por cima você joga salsicha. Salsicha. Puta que pariu. Aí você pega uma porrada de pão de queijo ou alguns mini pães diferentes e você vai fazendo um milhão de mini sanduíches com essa combinação aí.

Aí um é com queijo, outro é sem, um é com presunto aleatório, você mete uma geleia do nada. Pão de queijo ali vai ver tudo quanto é... No meio desse pão de queijo vai tudo. Qualquer coisa que tiver num potinho vai pra dentro ali do pão de queijo. Pão de queijo de Fortaleza. Pô, essa menina do... Bota o áudio aí, Edu, pelo amor de Deus, mano. O comentário do cara, tijolo, áum, parede, áum, pilato. Pô, essa menina do...

É muito foda. Esse vídeo é um dos melhores vídeos da minha vida, mano. Suquinho de laranja. Au. Não tem tempo ruim. E aí, quando você vai guardar o prato, tipo assim, já está respirando fundo. Aí você vai guardar o prato, você vê algum bagulho que não tinha antes. Não comeu. Guts, eu esqueci de pegar. Aí você vai lá. Au. O cara repõe, está ligado, Bruno? O iogurte mega foda lá. Pô, amigo, me dá.

Não, e quando você chega no horário em que o café da manhã tá acabando. É até 10 da manhã e você chega de 10 pras 10. Isso nunca vai acontecer. O cara já tem que chegar às 7 horas. O primeiro pergunta é que horas que começa o café? Exatamente. Até que eu posso ficar lá dentro. Não é que eu vou acordar 9 e meia, tenho que chegar às 10. Não, eu vou ficar de 7 às 10 lá.

Quando eu fui para a nossa grandiosa Argentina, que está lá agora comendo carne de burro, o hotel que eu fiquei, o café tinha doce de leite, mas estilo manteiga, tá ligado? Aquele esportinho que tem de... Mano, até pouco tempo atrás aqui tinha doce de leite da Argentina, de tanto que eu roubei. O cara passa no Cream Crack. Aham. Você levou para casa os potinhos. Bruno, estou falando, pô. Estava tudo lá, pô. Tinha doce de leite de manteiguinha aqui ainda.

Você é louco? Era papo de 15, 20 por dia. Eu colocava no bolo. Caralho.

Todo dia que eu fiquei no hotel, era doce de leite de manteiguinha. Puta que pariu, mano. Meu pai é muito fã de levar as coisas do hotel também. Eu tinha um shampoo aqui, cara, tô tentando lembrar a fruta agora. Era um negócio muito gostoso. Meu pai trouxe umas 30 garrafinhas também. Todo dia ele pegava todos que estavam lá no meu quarto e no dele. Isso é papo de um daiá. É por causa do teu pai que mudaram agora o esquema de shampoo nos hotéis. Vocês viram que agora eles botam aqueles grandes presos, tá ligado? Já viram isso? Qualquer garrafa d'água, eu loto aquilo ali, meu filho. É.

Aí tem um sachê, né? Tem alguns que... É um sachêzinho, né? Sachezinho é top. Você leva pra viajar? Sachê de ketchup. Eu geralmente não usava esses negócios e pegava pra outras viagens. Tipo, não usava todos, né? Mas pegava e botava uns na bolsa pra outras viagens. Às vezes tem viagens que você não vai ficar num hotel, vai ficar num Airbnb, sei lá. Mas já tem esses mini shampoo aí pra você ir viajando.

Mas cara, teve uma vez que eu fui passar carnaval no Rio e a gente chegava tipo 4, 5 horas da manhã no hotel assim, então a gente esperava abrir o café antes de dormir, aí abria 6 horas e a gente tava, eu fui num grupo com 8 amigos 7 né, eu mais 7 a gente tinha 2 quartos no hotel, 2 quartos pra 4 pessoas aí a gente chegava e a gente fazia uns turnos, a gente falava que tava no outro quarto, aí chegava e tomava o café 6 horas da manhã 7 horas da manhã

Aí tomava um café, rápido subia, dormia algumas horas, antes das 10 voltava. Aí o cara chegava pra perguntar qual que foi o seu quarto. A gente falava os quartos invertidos, pro cara ficar meio confuso. E a gente tomava café da manhã duas vezes antes de sair. Caralho! De manhã pro carnaval, tá ligado? Moleque, ele tinha 19 anos, sei lá.

Mano, uma vez eu vi o cara tentando dar o golpe pra tomar café de graça e pegaram ele no pulem, bom demais. Ele fingindo que tava no hotel, mas não tava? É, tipo assim, ele tava na minha frente, inclusive. Aí a menina falou, tá em que quarto? Aí ele falou, sei lá, 402. Aí ela caçou na fila e falou assim, espere aí um pouquinho. Aí eu falei o meu e entrei, porque eu tava realmente hospedado lá.

Aí passou uns 5 minutos, veio um outro cara falar com ele, ele pegou e foi embora, mano. Aí eu, hum, aquele maluco ali tava tentando meter o louco, hein? Caralho, hein? Por que ele desistiu de tomar café, tá ligado? Aham. Aí ele só pegou e foi embora. Acho que ela chamou segurança, sei lá, o gerente. O cara falou, sei lá, com ele, ele virou as cotas e foi embora. Ninguém nunca desistiria de uma oportunidade legítima de tomar café. Exatamente, se ele tivesse certo, ele ia quebrar o pau, mano. Exato.

Aí eu pensei, será que esses caras estavam vários dias fazendo isso e só hoje pegaram? Pô, eu já falei aqui. O pessoal achou estranho, né? É. Eu ia muito num hotel daqui de BH que tem um café foda e a gente pagava só pra tomar o café. E é uma graninha, mas... E é bom, mas é bom. Mas isso tem muito hotel hoje em dia fazendo, mano.

Mas, Bruno, imagina, ó. Você sabe, sei lá, eu tô no quarto 305. Dificilmente a pessoa vai conferir se você tá mesmo ou não, tá ligado? Uhum. E em alguns eles falam o nome. Ah, qual que é o nome? Aí você fala, Bruno. Existe uma grande chance de existir um Bruno hospedado. Uhum. E aí o cara vai lá e toma um café de graça. O café que é 100 reais, ele vai tomar de graça.

Não, não, mas o que eu tô dizendo que o pessoal tá fazendo muito agora é hotel deixando, tipo, o café da manhã aberto pra visitante. Você não é hóspede, você paga um valor X e toma o café, entendeu? E faz sentido pros caras, porque eles têm que fazer o hotel que tem café da manhã pra hóspede.

ele já vai ter que fazer de qualquer jeito. Então compensa. E eu já vi muito, tipo o Ibis, vários desses de rede até. Eles estão fazendo isso agora. Ah, você quer tomar café da manhã? Vem tomar café da manhã aqui. Paga um valor X. Esse é do Novo Hotel, que é uma rede também. É. Inclusive é uma rede do Ibis também, né? É uma rede mais cara do Ibis aí.

Eu sou fã. Eu já falei aqui, inclusive, né? Eu prefiro pagar um buffet de café da manhã do que um rodízio de carne hoje em dia. Muito mais. Eu também, hein? Porque dá pra você ir duas vezes num buffet de café da manhã no preço de um rodízio de carne. Isso é verdade, é. Mas depende do rodízio também, né? Porque tem uns rodízios que são caprichados. Ah, sei lá. Belo Horizonte talvez seja fraco nesse ponto. Mas eu não tenho tanta vontade, não.

O último odiso que eu fui, eu fui bem comportadinho. Os caras são espertos, né? Ele chega lá com um monte de entradinha e tudo mais, né? Tem um buffet em nó. Mas o buffet, mano, é infinito. E eu lasso tipo assim, né? Quero carne, né? É, churrascaria quer que você encha a barriga de outras coisas que dão carne antes. Eu fui numa vez, um amigo meu pegou... Não vou nem falar o nome, porque é muito conhecido. Um amigo meu pegou... Todos hoje em dia tem um sushi, né? Já é um erro, né? Você meter essa parada aí.

Aí um amigo meu pegou as pecinhas do sushi, e era aquelas pecinhas que vinham com o climatismo por cima, tipo uma montanhazinha assim, que não dava pra você ver o recheio. Mano, quando ele pegou, só tinha pepino. Não tinha nenhum tipo de peixe dentro, era só arroz e pepino. Caraca. Falei, caralho, que escaravagabundo, velho. Só pra você se encher nesse negócio aqui, que não vai valer nada, né, pra sua experiência da churrascaria, né. Muito bem, gente, vambora. Eu sou o Júlio de Filho. Eu sou o Felipe Mesquita. Eu sou o Evandro de Freitas. E eu sou o Bruno Carvalho.

E esse é o 99 vidas.

Tira, tira, tira, tira! Tira, tira, tira! Foi na... Tô com fome! Ziga-se! Tá metido um pouco, rapaz! Tô com o gol, animal! Vai morrer! Ah, morreu! Relaxa, a gente tem 99 vidas!

Meninos, estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição do 99 vidas. E estamos de volta com mais uma edição do Tio Pec. Salve o som do Tio Pec.

Olha só, o Tupac está de volta. Estamos aqui para completar mais um ciclo do Tupac. Um Tupac que não só a gente traz dois jogos, como cada pessoa escolheu um jogo. No caso da primeira rodada, eu e o Felipe escolhemos dois jogos. Cada um escolheu um jogo, na verdade. O Felipe escolheu o... Drill Dozer. O parafuso lá, né? Parafuso. Parafuso. E eu escolhi...

ou Skyblazer na edição 717 e como o 2Pack é um intervalo de 5 edições entre cada programa historicamente foi desse jeito vamos fechar esse ciclo aqui da nossa edição do 2Pack especial R36S o videogame do 99 vidas quer comprar um videogame com a carinha do 99 vidas? com vários emuladores com muitos jogos grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav grav

Videogame maravilhoso, com um precinho camarada baratíssimo. Você não vai encontrar no mercado um preço melhor. Quer jogar para levar para a viagem, para sair para os lugares. Todo mundo vai perguntar, meu Deus, você joga Super Mario World nessa coisa? Meu Deus, você está jogando Playstation 1, Castlevania? Você está jogando Atari? Esse é o famoso Enduro, exatamente.

R36S, link na postagem pra você conseguir o seu R36S, vai chegar rapidinho 15 dias aí, chega e a felicidade é gigante a gente chama de console oficial do 99 vidas a gente não é dono, não é nem a nossa loja inclusive, mas tem muito a carinha, o espírito do 99 vidas, a gente recomenda porque nós quatro temos, eu inclusive tenho dois, tem um quebrado e um novo hahaha E aí

E aí, chegou a vez do Evan Drilson e do Bruno Carvalho escolherem cada um um jogo nesse two-pack especial. Quem começa aí, Evan Drilson? Evan começa na ordem da abertura? Pode ser, pode ser. Cara, é muito... Primeiro que você abre o R36 lá, vem um monte de console. A gente combinou de pegar, geralmente, os mais clássicos e tal, mas a regra era essa, ter no R36. E aí eu falei, pô, a gente já falou muito jogo, né? Afinal, mais 700 edições no R99.

Eu fui dar aquela pesquisada de quais jogos que eram clássicos, esquecidos ou clássicos... E que a gente não tinha falado. E a gente não tinha falado. E aí eu fiquei... A gente não falou mesmo? Não é possível. Quando eu encontrei esse jogo... Que é o Bunkers.

Olha... Cara, eu falei, cara, sabe quando parece que a sua memória tá te traindo? Sim. Eu falei, é possível que esse jogo... A gente deve ter comentado em algum lugar, né? Será que o cast não caiu? Será que não editaram a descrição? Cara, eu cacei muito no site. Porque na minha cabeça era um jogo que a gente já devia ter falado há muito tempo. Mesmo nos próprios 2-packs antigos. Sim. Que ele tem a carinha de 2-pack. Ele é a cara de 2-pack.

É a cara de jogo que eu traria, inclusive Porque normalmente foi eu que trouxe esse jogo de plataforma E eu fiquei surpreso de não ter Confirmei, apesar de Muitas buscas em todos os lugares Eu falei, será que aqui aconteceu o reverso? Ele caiu no nosso site e tá lá no Spotify? Pode ser E aí eu fui no Spotify e olhei, não tinha nenhum 99 sobre bonkers E aí, cara, simplesmente É um dos melhores jogos do Super Nintendo, maluco

Não é porque eu escolhi, mas é muito clássico. E ele tem a carinha de jogo do Super Nintendo, de plataforma naquela época. Ele tem a cara do jogo do Tiny Toon, que também é a cara do jogo do Animaniacs, que saiu da mesma época. Exatamente. É muito parecido.

São, no caso aí, o Tiny Toons e o Animaniacs. São jogos da Warner e feitos pela Konami, né? E esse aqui é um jogo da Disney feito pela Capcom. Feito pela Capcom. Então, mano, essa dupla deu tanto jogo pra gente, né? Disney e Capcom. É porque o Bonkers é meio que uma resposta da Disney na época aos Animaniacs, né?

É aquela coisa do personagem doidão. Que lida com esse mundo de Hollywood. E metalinguagem. É baseado na animação, né? Existe animação bonkers, né? Aliás, ponto fortíssimo desse jogo é que, cara, ele parece que é um episódio do desenho animado. A história que ele conta, como ele conta, cara, é um negócio impressionante o quão bonito esse jogo é. O que é até redundante a gente falar, porque os jogos da Capcom vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir vir

da Disney no Super Nintendo eram todos muito, muito bonitos, né? E muito bem animados, assim. Ô, Bruno, eu lembrava que era legal, mas eu fui jogar, né? Eu ia jogar pra gente falar aqui. E, cara, o que ele tem de animação diferente pra cada situação é muito foda, pô. Tipo, tem aquela que ele esborracha na parede. Aí depois você tem aquela que o barril cai em você e ele é achatadinho. E aí ele cai tipo uma folha de papel, que é um trope meio clássico de desenhos e tal.

É muito bem animado e tem muitas animações diferentes. Ele parece muito com o jogo do Medical Quest lá do Mickey, né? Ele tem muito... A estética. É a estética da Capcom lá no Super Nintendo. A própria vibe de... A própria vibe de controlar o personagem que o Felipe falou também do Anima Nix.

O pacing de como o personagem se move pelo estágio lembra muito esses jogos. Fica a dica aí, tá? Pra ouvir o nosso podcast sobre o Medical Quest 1, 2 e 3, edição 453, que a gente fez um especial só pra essa franquia, né? Porque a gente já tinha falado antes sobre o Mickey e outros jogos, mas a gente decidiu fazer novamente no remake essa edição 453 Disney Medical Quest 1, 2 e 3.

Esses jogos aí, como o Evandro falou, eles não são tão rápidos assim exatamente, né? Não é exatamente igual um Mario que você vai sair correndo, ou pior ainda, como um Sonic, né? Eles são um pouco mais cadenciados, mas eu acho que o Bonkir, assim, ele é meio devagar demais, assim, tem hora, o personagem. É, ele é devagar porque ele tem essa mecânica do dash, né?

Que é uma parada do gameplay. Quando você toma o hit também, ele... Cara, o... É, pra voltar. Pra voltar o... O tempo dele de invencibilidade é duro mesmo. O Felipe tá lendo a minha mente, mano. Porque é exatamente o que eu só falava. O pai tá velho. Isso é assim. O que o Evandro comentou, que é impressionante que ele tem, que é realmente uma animação pra cada morte e tal. E isso é muito legal quando você vê a primeira vez. Só que o Bonker ser um problema, que ele me remete muito a um outro jogo que ele lembra também, que tinha essas mesmas gracinhas.

Que era o Bubsy. Que era a mesma coisinha, lembra? O Bubsy tinha uma animaçãozinha de cada morte. E é super legal você ver a primeira vez. Só que quando, tipo, você toma um hit. E é isso que o Evandro comentou, é verdade. Às vezes, cara, e isso eu contei, tá? Ele tem um frame que você fica estando, que é quando você toma um golpe.

Que fica de 3... Cara, 3 segundos parado. É muito tempo. E aí ele meio que trava o gameplay. E não só isso. Você corre o risco de ficar travado num loop de dano. Porque você toma um dano, você tá parado. Os bichos continuam. E o inimigo continua. E aí daqui a pouco ele vai e te acerta de novo, tá ligado? E te trava nesse loop, cara. Então assim, é o tipo de coisa que é lindo de ver. Mas realmente, comparado até com os outros jogos mesmo da Capcom.

No Super Nintendo, o gameplay dele é um pouco mais lento, cara. É, então, é que a gente... É foda, a gente tá olhando quando que é o jogo e a gente tem toda uma bagagem de gamer aí pra analisar hoje em dia, né? É adequada. E aí, cara, assim, talvez isso seja a minha única crítica ao jogo, porque todo o resto ele é muito bom. Musiquinha muito clássica daquela época e tal. Sim. Mas, realmente, tinha uma hora que eu acho que dava até mais, Bruno. Talvez dava uns 5 segundos, sabe? Eu penso no próprio Sky Blazer aí, que é o jogo que o Joranji trouxe no último 2-pack.

Que é um jogo da mesma época, final do Super Nintendo também, né? Inclusive eu acho que do mesmo ano. E cara, se comparar a movimentação que aquele tipo de jogo consegue ter versus isso aqui, é um negócio frustrante assim mesmo, aquela parada do momento a momento, né? Você quer que o jogo ande mais do que ele anda. É meio difícil assim.

E aí, então, ele tem essa famosa mecânica de pular na cabeça dos inimigos pra você dar dano. Tem o Dash, que é o Y, né? Se fosse no Super Nintendo. É o Y também? No Super Nintendo é, né? Y, B, X, A. Isso. E ele taca uma bombinha, que até a bombinha também tem a animação muito foda de você tacar a bombinha segurando pra baixo, que ele joga como se fosse uma bola de boliche e ela vai rolando assim, ó, mó bonitinha, tá ligado? Uhum.

Tem um negócio também que o jogo, ele tem todo o negócio da metalinguística, né? Do cinema, ele vai através dos estúdios, né? Porque você joga com um policial, né? É, ele tem que resolver o crime, né? Ele é um ex-ator, inclusive, o...

O Bonkers. Mas ele é um policial, né? E depois ele vira um policial, isso. Ele é um exatório fracassado, tipo. Ele tem que achar três itens que foram roubados do museu Toontown. E aí os itens são o chapéu do feiticeiro, lá do Fantasia, a voz da sereia, lá de A Pequena Sereia.

E a lâmpada mágica de Aladdin. Do Aladdin, exatamente. E aí no começo eles estão patrulhando lá, o parceiro dele só vê o acidente, bate o carro no poste lá, e aí ele vai sozinho tentar investigar e resolver os crimes e tal.

E aí ele vai procurando, né, esses itens e são todos cenários bem diferentes, né, pode ser dentro do estúdio, às vezes na... É, o primeiro é a mansão, depois é o estúdio. Cara, e é muita metalinguagem, porque você vê, você chega no... Não sei se era mansão, acho que era mansão mesmo, tem o quadro do Donald no fundo. É.

Ele podia fazer isso, né? Porque como era lá da Disney, né? Era licença oficial, né? É como se ele fosse... Ele é muito inspirado lá no Roger Rabbit, né? O Bonkers, né? Eu acho que é nos Animaniacs mesmo. Eu sei disso, mas eu tô falando que como dentro o Roger Rabbit é da Disney, né?

E aí eles se inspiraram muito com coisas ali do Roger Rabbit que tem essa parada da investigação, metalinguístico, e aí a animação, né? É, eles meio que têm uma licença, inclusive, para fazer graça com essas IPs aí que você não se esperaria, né? Que é uma coisa que o próprio Animaniacs também tinha, né? Sim.

É, que vem da própria animação, né? A animação do Bonkers era muito sobre isso mesmo. A Animaniacs é foda demais, pô. A trilha do jogo é muito boa também, né? Bem legalzinha, bem divertida e tudo, né? Combina muito, é muito felizinha. E aí naquela fase da chuva ela fica um pouquinho mais densa e tal. O que o Felipe falou do Animaniacs aí, aquele vídeo lentário do bonequinho explicando os países, cara, é muito bom, vocês estão ligados? Qual que é? Do Animaniacs? Sim. Pô, esse vídeo aí é bom pra criança, vai entender geografia. Sim.

É aquela piada do The Who, do Animaniacs. Eles estão no show do The Who, da banda. Aí eu fico o tempo inteiro. Who? Aí eles estão falando. The Who está no palco, né? Mas é The Who on stage, né? Who's on stage? Who's on stage? Who's on stage? Se você pegar no inglês... Cadê, Bruno? Explica aí, professor de inglês, Bruno. Qual é a graça da piada, qual é?

É piada, valeria se a gente fosse brincar com o Ken do Street Fighter. Então a gente vai falar assim, ó, quem tá no palco? Ah, o Ken tá no palco? Isso, exatamente isso. Tipo, esse who em inglês significa Ken. É. O Ken. E aí você vai falar assim, mas quem tá no palco? Aí o Ken tá no palco. O Ken? O Ken? O Ken tá no palco? O Ken? Who em inglês significa Ken. É. Exato, entendeu?

É o cara, acho que o Ken do Street Fighter, né? E eles passam simplesmente 10 minutos nesse negócio falando isso. E a piada é exatamente essa loucura, né? Imbecil, né? Animaniacs, cara. É um desenho incrível. E a versão nova que teve é excelente. Eles fazem muita piada com a própria Warner, inclusive.

Só uma coisa, eu lembrei desse bagulho de piada, dessas piadocas de rua, não sei o que. Tem aquele do filme lá do... que é o Jack Chan e o... Chris Tucker. O Chris Tucker. Hora do Rush. Que ele tá com o mestre cego lá. Ah, ele... um chama You, o outro chama Me. Ah, é muito bom, caralho. Cara, é muito besta essa cena. É o filme de Tu. Hora do Rush, Tu. É muito boa, mano. Vocês não viram, vejam essa cena. É muito legal, cara.

Ele fala, o véi, eu posso ajudar. Aí o Chris Sanker, o véi, a gente que faz as perguntas aqui. Como é seu nome? Tu. O véi falou que é tu. Essa dublagem é maravilhosa. E o eu é uma outra pessoa. O tu é o véi e o eu é outra pessoa. É como assim, tu pode ajudar. Eu posso ajudar. E aí fica essa loucura aí. Eu posso ajudar.

Nós é que fazemos as perguntas, velhinho. Que você? Tu. Não eu, você. Sim, eu sou tu. Responda a maldita pergunta. Que você? Eu já disse. Você é surdo? Não, tu é cego. Eu não sou cego. Tu que é? Foi o que eu acabei de dizer. Você disse o quê? Eu não disse o quê. Eu disse tu. Eu que estou perguntando. E tu respondeu. Cala a boca. Tu. Sim. Não tu, ele.

Qual é o seu nome? Min. Você, ué. Meu nome é Min. Ele é Min. Eu sou o Tu. Vou acabar com a sua raça, seu velho, que eu estou cansado desses joguinhos. Ele, eu, Tu. Está todo mundo de saco cheio. Eu vou encher todo mundo de porrada aqui. E me larga. Me larga ali. Ele é Min e eu sou o Tu. Olha essa frase.

É que tem o tu, eu e mim. Tem o mim, é. Tem o mim no final, é. É, em inglês é mil. Mano, é muito louco, porque eu não joguei até o fim o Bonkers, mas com certeza é um daqueles jogos que todo mundo zerou ali quando jogou no Super Nintendo. Eu joguei, mas eu usei o Sabestation na face do morcego. Tava foda. Confesso.

Mas loucura que o long play dele, mano, tem 30 minutos, mano. Meia horinha, né? É, eu devo ter levado uns 40 pra terminar. É, se você não morrer, né? Se você não... É, se for direto, que não é um psicopata do... Mas é isso aí, naquela época a gente ficava... Porque a gente era ruim, né? Criança ruim. Mas o que é legal é que tem... A gente falou da animação dele, do personagem. É. Mas os inimigos também são muito bem animados, mano. Sim.

Não é só um inimigo que tem o walking lá, andando de um lado pro outro. É a Capcom, né, mano? A Capcom... Você pula na cabeça dele. Eu lembro de olhar uma joaninha nas fases mais pra frente, e eu fico, caralho, que joaninha bonitinha. Tem muita animação legal de inimigo mesmo. E sabe um bagulho que ele tem também? A gente falou de brincadeiras, Evandro, com o mundo da própria Disney, mas ninguém me tira da cabeça.

Que ele pegando o coraçãozinho É um toquezinho em Zelda, tá ligado? Porque ele pega o coraçãozinho e toca uma musiquinha Aí ele vai lá e ganha o coraçãozinho Sim, faz uma animaçãozinha, né? Pode crer Não, tem muita coisa na fase do estúdio Tem uns negócios de tinta Se você cair, você fica com a cor da tinta E tipo, não afeta em nada no gameplay, nem nada Mas é um negocinho visual que Eles colocaram

Cara, simplesmente sensacional. Bunkers do Super Nintendo. Ô Bruno Carvalho, por favor, traga aí seu jogo. Muito bem, querido Jurandir Filho. Meu jogo é um clássico da mesma geração. Estamos falando de um clássico do Mega Drive. Estamos do outro lado do muro aqui. Então falamos do Super Nintendo. E agora vamos falar de um clássico esquecido do Mega Drive chamado Pulseman.

Olha aí a cópia de Mega Man. E presta atenção que eu disse Pulse Man. Pulse Man, não... Pulse? Pulse, não Pulse. Por favor.

Yellow Pussy. É um jogo que a gente comentou brevemente no último 2-pack, né? Exatamente. É verdade. Porque é um jogo da Game Freak. E também dirigido pelo Ken Sugimori, que é o diretor do Drew Dozer. Que também é... Tanto o Satoshi... Só que 10 anos antes, basicamente. Isso.

Mas tanto o Ken Sugimori quanto o Satoshi Tajiri são os responsáveis por Pokémon, né? Olha aí, hein? Toma essa! Maior produto da Game Freak aí. Mas, veja só você, é engraçado que tem um jogo até anterior a ele que também foi no Mega Drive. Então existia, antes da Game Freak formar a Tríplice, que é a Pokémon Company...

Eles tinham um trabalho muito bom em outras plataformas. No próprio Nintendo também teve, mas eles tinham uma parceria legal também com consoles, por exemplo, da Sega. Foi o caso dos dois jogos que eles trouxeram lá pro Mega Drive, né? E é bom lembrar que no passado recente, e também teremos no futuro próximo, jogos da Game Freak em outras plataformas aí que não Nintendo, né?

Ô Bruno, o Pulseman, ele é uma junção de Mega Man com Sonic? Cara, ele é um jogo que tem um gameplay bem interessante. É normal mesmo que as pessoas façam associação com o Mega Man. E eu digo que até na direção de arte, se você perceber, ele lembra muito.

Aí é o outro jogo que lembra ele, na verdade. Mas ele lembra muito o design de personagem que foi usado no Mega Man Zero. Não, no Mega Man Zero. Lá no GBA. Se você olhar o estilo, é bem parecido. São sprites maiores, um traço mais arredondado, assim. Só que o que é legal dele é que ele explora muito... É até curioso ter trazido esse jogo junto com o Bonkers, porque o Bonkers brinca com essa coisa do meta da televisão, né?

E o Pulseman usa muito disso dentro do mundo do jogo também. Ele está num mundo tecnológico. Então você vê que a história é contada através das notícias. E aí ele está viajando pelo mundo. Ele entra nas máquinas, ele entra no computador. Então ele tem muito disso. Só que eu acho o mais legal dele é que ao invés de ser simplesmente um Mega Man que você tem uma Mega Buster. Ele tem uma mecânica própria que é a do Charge.

Então, olha assim, quando você não está carregado, você consegue dar um soco de alcance curto, você pula e tal. Só que ele é um jogo mais ágil mesmo, por exemplo, que o próprio Mega Man, porque ele se move mais rápido. E aí, conforme você vai movendo rápido, você consegue carregar esses pulsos elétricos. E com o pulso elétrico, você ganha um ataque à distância ou a habilidade de usar como se fosse um dash elétrico.

Na diagonal, tipo um pulo duplo. Vira uma bolinha. Parece um dash do Sonic, só que no ar. Isso. Só que não é o dash, porque na verdade se você der dois socos pra frente, ele tem um dash também. Mas é meio que ele vira uma bola elétrica. E aí você usa isso dentro do mundo do jogo, tanto pra locomoção quanto pra combate também. Então quando ele vir essa bolinha, você consegue dar dano nos inimigos. Mas você consegue alcançar áreas mais altas.

E ele tem uma coisa de progressão que é muito legal, que lembra até um pouco do próprio Quackshot, que é, você tem três fases iniciais, aí você completa essas fases iniciais, ele vai abrir mais três fases pra você e depois você volta pro Japão na última. E aí cada fase é num lugar diferente do mundo. Você tem a primeira fase no Japão, aí você tem uma fase na Índia, você tem nos Estados Unidos. Aí depois você vai abrir a Austrália, vai abrir a Antártica, e você vai abrindo o jogo e vai te dando opções de gameplay.

E é muito legal a maneira como eles construíram esse mundo do jogo, usando muita vozinha. Vozinha não, vozinha não. Vozinha. Vai estar a palmirinha lá, né? Mas usando, por exemplo, tudo no jogo é falado. Stage 1, você entra nas fases e tal. É tudo muito estiloso. E uma coisa que é muito característica é essa arte da Game Freak, cara. Não parece um jogo de Mega, hein? Não parece. O que entrega que é um jogo de Mega é só a trilha sonora.

o tipo do som o áudio realmente eu sei ele tem uma carinha tão forte de Sonic assim eu acho que toda vez que a gente fala isso a gente fica com raiva viu mas é verdade o pessoal comenta aí nada a ver se vocês falam mal porque o Johnny K o Johnny K manda textões 30 vídeos pode mandar Johnny K pode mandar mas tem cara de som de Mega não tem jeito é pulse man

O que acontece do Mega a gente até já explicou aqui. Inferior, né? Não, não é nem que inferior. Caixinha de abelha, né? Fonezão da Apple do trem de 10 reais. Eram processos diferentes. Pra você fazer áudio no Mega, pra você extrair o poder dele mesmo, era mais trabalhoso. Tanto que você compara, pô. Pega os jogos da Treasure. Pega os jogos da própria SEGA lá. O Yuzo Koshiro, por exemplo, que ele faz.

que ele sabia usar o hardware, né? É, Bruno... O que foi? O Bruno perde um ar do nada às vezes aí, meu. É que eu tô soluçando no meio da frase, mano. Eu tô soluçando no meio da frase. A idade, né, Bruno? A idade quando chega, não tem jeito. Não, cara, mas é que... Não é foda, isso é coisa de velho mesmo. É coisa de velho, mano. Cara, mas eu tô soluçando, não é que eu tô faltando nada, eu tô soluçando. É que nem eu que toda vez que eu dou uma risada, eu dou uma tosse.

Que nem o véio do café Quero café E nem foi cenográfico Eu tô falando A gente vai chegar no ponto do 99 vidas Que vai ser, é isso aí Ai minhas costas Consigo gravar sentado

Não consigo gravar sentado aqui, porque... Porra, joelho tá doendo. Eu vou falar deitado. Ô, mas eu vou falar uma coisa pra vocês. A gravação da semana passada... Câibra. Gravada a maca. Tô com câibra. Eu tava no hotel, o irmão... Foi tenso. Tava no hotel. Teve a live. Fumando um beck. E maluco, cadeira de hotel realmente não dá, né? Não dá pra ficar muito tempo não, né? O cara ficou todo torto, mano. É loucura, velho. É loucura.

Mas, voltando pra questão do Pulseman, ele tem uma coisa que é muito legal dele, é justamente o quão diferentes são esses mundos aí, até, de novo, essa brincadeira dele da coisa da mídia, dos eletrônicos e tal. Você tem um primeiro mundo lá no Japão que é uma coisa mais... Ah, ele tá no estúdio de TV e tá a cobertura das notícias e tal, aí ele entra no computador depois pra enfrentar o boss.

E os bosses desse jogo são uns destaques muito legais, cara. Porque, por exemplo, lá no Japão você tem o primeiro boss que é o mamão. É um cara, né? Quando ele entra no mundo do computador, você enfrenta a versão computadorizada dele. Então vê o mamão gigante que tá destruindo o cenário. Vai quebrando os bloquinhos, né?

exatamente, isso é muito muito legal, aí você vai lá por exemplo, pros Estados Unidos já começa, e cada fase começa num ritmo, então você vai pros Estados Unidos já começa numa boss battle pegada meio robotinique, sabe, você vai ir correndo e o cara tá indo pelo cenário e tal então cada estágio apresenta

uma versão sua do que eles enxergam como, primeiro, um futuro tecnológico. Então, por exemplo, a Índia, você ia imaginar um negócio e no jogo é totalmente diferente. Inclusive, a fase da Índia é muito mais Sonic até. Tem a fase da Índia que você está percorrendo um dos labirintos e aí ela fica aquele fundo igualzinho do estágio de bônus do Sonic 1, que é aquele pseudo 3D, tá ligado?

É a mesma pegada do que acontece Então assim, é um jogo que ele realmente Traz uma arte muito bacana Muito legal Muito bacana, muito legal Pegou, pegou

E os recursos que ele usa, por exemplo, na mesma fase da India que a gente tá falando, além desse efeito do Sonic 3D, quando ele muda pra segunda parte desse estágio, ele bota um cenário 3D de fundo rodando, tipo, você vai andando, ele faz um paralax pra dar aquela impressão de profundidade, como se você estivesse andando em círculos, tá ligado? Em torno de uma estrutura. É muito legal. Muito bacana também. É muito bacana.

Ô, Bruno, em termos de jogabilidade aqui, o que é que o nosso queridíssimo Pulse faz aqui? A gente tem um dash dele, né? Isso, você tem um dash que é o dois toques pra frente, ele dá um dash. Você tem um golpe de curto alcance. Quando você tá carregado, você ganha um ataque de longo alcance, que é o mesmo botão do curto, só que ele dispara uma carga de energia. E além disso, ele pode usar essa habilidade dele, que ele se transforma numa bola de energia, que aí ele pode...

ricochetear nas paredes, ele pode acessar áreas mais altas, ele pode inclusive andar nos circuitos do cenário, então por exemplo, tem um cabo que vai me levar pra um lugar, você vira a bola de energia, ele consegue navegar em forma de energia nesses cabos e ir pra outro lugar, sabe

Muito parecido com o Sonic, né? Tem muita coisa inspirada aqui. Cara, eu acho totalmente diferente o gameplay. Não, não, não, eu sei, eu sei, mas, por exemplo, quando ele vira essa bola de energia, é muito parecido com o Sonic virando aquela bola de velocidade, assim. Sim, é muito. E o visual também, em algumas fases, é tipo um Sonic menos inspirado, assim. Tem um cassino, tem umas coisas que você vai jogando aqui, e as fases são até parecidas visualmente, assim, com algumas coisas de Sonic.

Não com as primeiras fases da floresta, né? Os efeitos que eles usam são interessantes, né? É. E sim, tem muita coisa que lembra efeito, porque é o Mega Drive. Então, você vai ver um Parallax, ele vai usar alguma coisa que você já teve semelhante no Sonic. Ou no próprio, por exemplo, essa fase que eu falei dos Estados Unidos, que já começa com o Boss. Um deserto. Ele lembra muito o Robotnik, mas o fundo lembra muito aquela fase do México do Quackshot, sabe? Que fica passando uns cactos e tal, então...

visualmente é muito impressionante o jogo, tá maluco eu nem lembrava que ele era tão bonito desse jeito e o gameplay dele, o gostoso do gameplay dele é meio que o oposto do que a gente tava conversando do Bonkers, por exemplo ele é um gameplay muito mais ágil só que saber ser mais paciente te ajuda, por exemplo ah, eu vou sair correndo e ver o que que dá ou eu vou tentar carregar um charge pra enfrentar um inimigo, sabe que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que

Ele é um jogo que, diferente do caso do bonkers que a gente falou, ele tá mais focado na agilidade e aí você pode escolher ser mais cauteloso, entendeu? Mas a movimentação sempre responde rápido, isso é legal. Tem os estágios bônus entre cada fase, que você tem que quebrar os blocos, né?

Aí você quebra os blocos e tal. Os bloquinhos coloridos. Tem muita coisa diferente nas fases, cara. Muito bom. E como eu falei, o legal é não existe uma sequência certa pra você jogar. Ele abre as três primeiras fases e depois você vai liberar o restante do jogo. E o jeito que ela começa lá, como eu falei, nos Estados Unidos começa numa batalha de boss. Mas aí depois você vai pro cassino e vai pras outras áreas, sabe?

Tem uma fase específica do jogo. Mandei o link aí do longplay do Pulseman. Que é aos 21 minutos. É a fase da Tailândia no Pulseman. Que é muito parecido com a fase das ruínas lá do Sonic também. Se liga aí. Se você comparar as duas fases. Tem aquelas cachoeiras. Tem a parte lá dos bloquinhos. Os bloquinhos que você está falando. Não pode crer.

É, mas aí vem uma grande diferença, por exemplo, no caso do Sonic, que ele pode ir na água. E é isso, mas eu tô dizendo assim, eu entendo que realmente, visualmente ele remete a alguns momentos, mas eu acho que o gameplay difere muito, assim, muito, muito. Ah, é, não, é outro gameplay porque são propostas diferentes de personagens, né?

Sim, aqui é muito mais um plataforma de ação no sentido de que você tem combate, o Sonic é muito mais sobre, você tem a coisa de pular nos inimigos, mas não é tão focado em, você pode passar Sonic sem precisar derrotar os inimigos, aqui é um pouquinho mais difícil você fazer isso, entendeu? Sim.

É, o combate meio que faz parte do fluxo de aviso de gameplay. É, ele tem o super poder dele. É a vibe meio Mega Man que você falou aí também. Exatamente. Então ele é bem um mix disso, né? Ele seria um mix de Mega Man e Sonic mesmo nesse sentido, sabe? Tem agilidade, ele é mais ágil que um Mega Man, mas a parte de combate importa bem mais que Sonic, por exemplo.

E eu acho esse jogo, de novo, grande destaque pro pessoal da Game Freak, né? Porque, assim, eu acho esse jogo belíssimo, assim, o sprite do personagem é muito legal. Os inimigos também, pô. Sim, sim, é muito bem construído. Ô, Bruno, esse dash dele é meio esquisito, hein? O efeito visual que dá na tela. Qual dash? O dash mesmo ou a bolinha? O dois pra frente, parece. Ele avança assim e parece que dá uma travada.

Na fase. É que o objetivo dele é passar pelos inimigos sem encostar nos inimigos, né? Isso, ele funciona como um dodge. Você pode cruzar. Quando você faz isso, por exemplo, você passa por dentro dos inimigos, entendeu? E uma coisa importante, quando você usa esse dashzinho, Evandro, ele consegue carregar. Então vamos supor, eu tenho uma distância muito curta que eu não consigo fazer o charge, né? Que é pra carregar

a carga elétrica dele. Se você der um dash, automaticamente ele carrega. Então isso é um recurso muito bom pra eu ter um espaço curto e não vou conseguir fazer a carga normal. Outra coisa bacana também, quando você tá na forma da bola de energia, ele ganha visibilidade contra a...

os espetos, ele consegue destruir os inimigos então é muito sobre a hora de usar as coisas e como eu falei, o legal disso é, eles implementaram isso no combate e no traversal que a gente chama, ou seja, você vai usar pra alcançar áreas do cenário, mas as mesmas habilidades você usa num combate, então é meio que se você pensar ele funcionaria muito bem como o Metroidvania que é aquela coisa de ganhar uma habilidade nova vou usar no combate e vou usar pra chegar em outras áreas também, sabe?

Apesar que ele tem uma estrutura de novo de jogo de fases, né? Você destrava as fases depois, mas ele tem um... Apesar de não ter essa linearidade, ainda assim é um jogo sobre passar de fase, né? É, eu fico pensando que ele é mais um jogo de plataforma do que propriamente de ação. Bota no 35 minutos e 40 desse vídeo aí que você mandou, Júlio. Vamos ver. Olha que irada essa luta com o chefe aí, ó. O efeitinho dele, bolinha, batendo no chefe também, bolinha de choque. Tô vendo aqui.

Ele parece o Zero, né? Porque ele é igual ao Pulseman Black. E esse bagulho é o bônus do Sonic, pô. Se for o mesmo vídeo que eu estiver pensando. Não, acho que você está vendo o vídeo errado. Não, ele está falando da Boss Battle. 36 minutos. Mas isso que eu falei, ele visualmente lembra muito o Mega Man Zero mesmo do GBA, cara. Pô, muito bom, hein, mano? É um jogo que realmente... Quem diria que o Mega Man é um tesourinho do R36S. Ele é bem interessante, ele é uma mistura bem interessante. Ah.

Porra, interessante. É porque o Mega Drive tem jogos muito particulares, né? Ele tem a carinha de jogo de Mega Drive. E esse aqui é um diferencial como é o próprio Sonic, né? O Sonic é um grande diferencial na biblioteca do Mega Drive, assim. Você vê que ele é um jogo extremamente colorido, tem uma trilha sonora absurda, que usa o máximo do Mega Drive. E aí você vê aqui o Pulsum, que também tem um visual incrível, assim.

Não tem a trilha sonora do Mega Drive, porque afinal não tem os envolvidos ali do Sonic Team ali pra fazer, né? A trilha sonora. Mas ainda assim, a trilha sonora é boa. Jogabilidade também muito boa. Eu acho que a trilha, nesse caso, ela meio que casa com a vibe do jogo, mas talvez falte qualidade sonora, né? É.

Mas não é aquela trilha que te tira da imersão do jogo. Ela conversa com a estética, mas na qualidade a gente ouviu coisas bem melhores no Mega Drive, por exemplo. É muito inventivo aqui. Tem muitas coisas de plataforma aqui que você faz subindo. É muito inventivo, assim. É um jogo muito curioso.

O Pulseman não teve nada mais não, Bruno? Não teve continuação, não teve novas versões. É um personagem que ficou esquecido. Ele poderia ter sido um dos que a gente conversou lá no programa, né? Dos personagens esquecidos. Depois desse jogo, a Game Freak não tem muito histórico de ficar fazendo sequência tirando Pokémon, né? Ela faz o jogo, o pessoal curte e aí ela parte para um outro projeto.

Inclusive, isso que a gente falou de que vai ter um jogo novo da Game Free. Qual que é o jogo mesmo, Felipe? Eu não lembro o nome do jogo. Beasts of Reincarnation. Isso. Que é um jogo completamente diferente do que eles estão fazendo. E eles já falaram em entrevistas que a ideia é justamente essa. Como eles têm muito tempo trabalhando com Pokémon, eles querem internamente trabalhar com outros projetos para que a própria equipe...

Não fique acostumado só com essa coisa de fazer Pokémon, fazer Pokémon, sabe? Até porque é importante lembrar, a Game Freak é uma das partes da Pokémon Company. Ela não é um estúdio interno da Nintendo. Apesar de muitas pessoas se associarem com Pokémon, eles têm essa liberdade de fazer jogo para outras plataformas, como é o caso do que a gente está falando aqui, de um jogo para o Mega Drive na época. Vai sair até no Game Pass. Exatamente.

E assim, infelizmente o Pulse manteve essa versão, e aí depois disso só foi para o Virtual Console, na época do Wii, e depois agora no Switch Online. Ele está disponível em serviço online, mas é a mesma versão, né? Eles só trouxeram o jogo para essas plataformas.

Não teve uma sequência. Mas como eu falei, é um jogo que eu conseguiria imaginar facilmente, cara. Hoje em dia, com o gameplay mais até aumentar... Vou dar um exemplo. Você colocar algumas habilidades novas para um público mais moderno, seria legal. Seria um tipo de jogo que eu acho que valeria a pena, sabe, hoje em dia.

Muito bem, vamos para as notas. Notas para os dois jogos. O Pulseman e para o Bonkers. Vou dizer que são dois jogos... Eu adoro jogos de plataforma, principalmente dessa geração 16-bits. Eu joguei bastante. Então, são jogos muito especiais. O Bonkers foi uma grata lembrança.

Porque eu lembro muito de ter jogado ele quando eu era mais jovem. Era um daqueles jogos de fim de semana que era muito comum. De acabou a minha aula sexta-feira, meio-dia, eu saía lá da minha escola, ia direto na locadora, na Disque Som.

Na avenida Bizerra de Menezes. Que é aqui de Fortaleza. Pertinho do Norte Shopping. Chegava lá. E pegava duas fitas. Colocava na minha mochila. Alugava. Pra entregar só na segunda-feira. E eram os mais variados jogos. Muitos jogos de Super Nintendo. De Mega Drive. E o Bonkers foi um desses jogos. Que eu não joguei em locadora. Mas joguei em casa. Alugando. E é um jogo muito bonito. É todo metalinguístico. Ele parece outros jogos que a gente já viu.

no Super Nintendo, o próprio jogo do Animanix, do Tiny Tools, como foi comentado, eu vou dar 90 vidas pra ele, hein? É um jogo bem legal, bem divertido, uma trilha sonora bem gostosinha, e com um teminha de cinema que é meu negócio e eu gosto muito. Então, 90 vidas.

Cara, o Pulsman eu fiquei impressionado aqui, depois de muito tempo, fui rejogar ele no R36S e eu fiquei assim, caraca, uau, como sobreviver ao tempo. E é curioso como alguns jogos eles ficam lá na nossa memória e você tem uma vaga lembrança, a minha lembrança do Pulsman era muito parecida com aquele Vectorman.

Se liga aquele do bicho verde ali que você jogava com ele? E é escuro pra caralho. Aí eu pensei, deve ser isso aí. E quando eu vi o Pulse, meu, caraca, lembro dele. E era coloridão desse jeito mesmo, era como eu imaginava. E a jogabilidade também é muito gostosinha do jogo. É um jogo muito interessante. Então eu vou dar 95 vidas pro Pulse, meu.

Felipe, cara, o Bonkers é um jogo que eu acho bem interessante, principalmente visualmente, assim, eu acho que as fases, por exemplo, são até mais interessantes do ponto de vista visual, dos temas que elas tratam, até que o próprio jogo dos Tiny Toons e do Animanix, assim, que tem, acho que principalmente o Animanix, a primeira fase é muito boa, mas as outras são meio genéricas, assim, o Tiny Toons é mais diversificado.

Mas o bom que já é até melhor nisso, mas o gameplay, cara, é um negócio que me deu uma pegada ruim, assim. Eu achei ele muito cadenciado, assim, pra esse jogo que, beleza, não é plataforma Mario, mas era meio que talvez um proto ação e aventura até na indústria, assim, que é coisas mais cadenciadas desse jeito, mas ele tem um hit meio difícil, assim, é difícil...

Ter o prazer todo nas fases, assim. Controlando o personagem mesmo. Por mais que a fase seja interessante, a história seja interessante. Essa ideia do humor, assim. Então eu vou dar 80 vidas, assim, pro Bonkers. Caraca, bicho adiou. Ele ainda tem umas características melhores que os outros jogos.

que nem eu disse, mas o gameplay dele eu acho que ele não tá num ponto bom, principalmente pra hoje, assim. Já o Pulseman, eu acho que ele é uma ideia muito interessante e muito bem aplicada, essa parada meio que do Brick Breaker dentro de um jogo de plataforma e mais, na verdade, mascarado com essa bola de energia, um negócio mais sci-fi, né? É um jogo bonito, mas eu não sei se eu gosto de todas as fases também, acho que tem algumas meio genéricas, assim.

Na fase que você entra no arcade, Felipe, tem um fliperamazinho. Sim, tem várias fodas, mas acho que tem algumas salas que tem uns elementos meio genericassos, até meio difíceis de entender e tal. Outras tem um parallax bonitaço, cidades. Tem uma lá que é uma chefe que tem um sol no fundo, principalmente eu que estou jogando os Saros lá agora, que tem esse tema do sol também. Então é um jogo bonitaço.

Então, assim, é um jogo muito interessante e com uma proposta diferente na época, né? Um jogo meio escondido com uma proposta misturando, sabe, um gênero em alta com um gênero até antigo, essa parada do Brick Break, que tá até nas fases do bônus também, né? Então eu vou dar pro Pulse mais 90 vidas, acho que é um jogo que vale a pena do Mega Drive aí. Muito bem. É, Madriss, eu sou.

Cara, o Bonkers, foi o que eu falei, foi uma grata surpresa pesquisar sobre jogos pra trazer aqui pro Tio Peck e relembrar ele, porque eu lembro que eu tinha jogado na época pouco, ou porque alguém tinha, ou porque a galera alugava, sei lá. Foi o que a gente falou durante o cast aí, eu concordo com essa parte de, em alguns momentos, essa parte de você tomar o dano e rolar toda a animação, cair, ficar o tempinho lá que ele fica invencível, dá uma irritada.

Então eu comecei a jogar com o dobro de atenção pra não tomar hit de nenhum inimigo ou dano da fase, porque eu não queria perder esse tempinho aí que demorava ali 3, 4 segundos às vezes pra você voltar a controlar o personagem de novo. Por isso eu vou dar 90 vidas. Mas fora isso, é um jogo, cara, personagem muito carismático como eu sempre falo. Muitas animações, muitas absurdas. Os cenários sempre tem alguma coisinha legal pra você ver e tal, então eu acho que é um jogão esquecido do Super Nintendo.

O Pulseman também aconteceu com o Nenhum Juras. Eu falei, mano, que jogo é esse que o Bruno tá falando? Porque eu tinha mandado o que a gente ia falar do Bonkers, e eu mandei a capa. Então eu falei, bom, eles vão bater o olho na capa e vão lembrar. O Bruno só mandou assim, Pulseman Mega Drive. Aí eu fui pesquisar, eu já fui pesquisar direto no R36S.

E aí eu fiquei, porra, bom jogo. Eu já tinha visto a carinha dele na época também, mas eu não joguei na época. E dessa vez o Felipe falou aí dele ser meio genérico. Eu e a gente já tava olhando o longplay aqui durante a gravação, eu vi que ele tem uma hora. Eu joguei só meia horinha, não porque eu tava achando genérico, mas porque eu tava achando meio repetitivo, mano.

os cenários, o... Tipo assim, o geralzão, sabe? Ele até tem bastante coisa que você faz, mas ele tem menos coisa do que eu gostaria no jogo desse estilo, de... De explorar mesmo, do que você tá vendo enquanto você joga, sabe? Seja de inimigo, seja de... O jeito que os cenários são montados, os bloquinhos lá e tal. Por isso eu não terminei. Mas é um jogo legal, dá pra terminar.

E aí eu vou fazer aquele velho esqueminha de 2-pack, né? Dá a mesma nota pros dois. Então, também vai ser 90 vidas. Os dois com 90 vidas, acho que tá bem pago. Bruno? Cara, eu queria destacar uma coisa que foi essa leva nova do 2-pack de R36S. Ele fez resgatar muito a ideia que a gente tinha do 2-pack, daquela coisa de, pô, vamos jogar essas coisas que faz sempre que a gente não joga, ou vamos jogar umas coisas diferentes.

E eu acho que as escolhas que a gente fez, nós quatro mesmo, foram escolhas muito felizes nesse sentido, porque são experiências que talvez muita gente não tenha jogado, ou muita gente jogou fazia tempo e não jogava, e pra gente poder sentir como esses jogos estão de novo hoje em dia, sabe? E isso, eu acho que isso é o maior mérito, não só do 2Pack nesse formato, mas também do R36S com plataforma.

porque, pô, pra quem não tem acesso aos consoles hoje em dia ou pra quem não teve, não jogou, sei lá nos últimos 10 anos ou 20 que seja no caso desses jogos, né, até mais, 30 a gente tá falando de jogos de 94 você poder experimentar isso tudo de novo, cara e é muito gostoso ver a gente tá falando aqui de jogo que lançou em 94 32 anos atrás sabe

E a gente tá curtindo jogar hoje em dia, isso é muito legal. E muita gente vai relembrar e muita gente vai curtir e descobrir o jogo hoje em dia. No caso do Bonkers, cara, é aquele jogo que tem a cara, e isso é muito bom, é a cara da qualidade da Capcom no período do Super Nintendo, cara. Você sabe que vai ter uma qualidade incrível de animação. Então vai ter muito esmero, a trilha é fantástica e o Bonkers é muito disso.

E é muito legal que ele brinca com essa coisa meta Então assim, eu concordo com o que o Felipe falou De muitas maneiras Ele é um jogo até mais interessante que o próprio Animaniacs E como o Bonkers É meio que a resposta da Disney ao Animaniacs Você vê muito Disso no jogo Mas até o Tiny Toons Porque o Bonkers e o Animaniacs Saem quase juntos, é tipo um mês de diferença O Tiny Toons que vem antes 92 92

Exato, e você vê que ele explora mais isso, eu acho isso muito legal, só que quando você vai pro gameplay, e aí justamente porque o que ele tem contra ele, os outros jogos da Capcom, da Disney, na mesma plataforma, que tem um gameplay muito mais...

responsivo, muito mais ágil cara, esse negócio de de novo, ter animações é fantástico, de cada mortezinha de um tipo de coisa, ter uma animação diferente isso é lindo de ver, mas de novo quando você toma um hit da mesma coisa pela terceira ou quarta vez, aí você fica parado 3, 4 segundos

E aí ocorre isso que eu falei De você entrar num loop de tomar dano Isso acaba comprometendo um pouco a experiência Mas o jogo é fantástico e vale muito a pena Só que como o videogame É muito do lado gameplay também Eu vou dar 80 vidas Porque ele peca talvez onde ele não poderia pecar Mas é um jogo incrível É fantástico

O caso do Pulseman, cara, é o que eu falei, ele vai pra uma outra vertente. Ele é um jogo que ele usa bem técnica, então você vai ver que, por exemplo, o Bonkers é mais bonito. Se você olhar a arte do Bonkers, no geral, ele lembra mais um desenho mesmo. A pegada da Game Freak com o Pulseman foi outra pegada. Eles são mais técnicos, então você vê, tipo, o sprite do personagem é grandão, é bonito. O Pulseman é um personagem legal de ver na tela, né?

O gameplay, pra mim, ele tá em cima, tá muito gostosinho, só que eu concordo com o Evandro que ele falou também, em alguns momentos o Pulseman, ele acaba parecendo um pouco repetitivo. Nas batalhas de bosses não, eu acho que ele brilha muito nas batalhas de bosses, mas em alguns estágios, você acaba fazendo muito a mesma coisa, sabe? Então ele acaba perdendo um pouco do brilho, assim, na minha opinião. Só que como ativamente técnico, o gameplay dele é muito gostoso, e aí é interessante você ver como são duas...

Vertentes bem diferentes de gameplay. O caso do Bonkers está priorizando uma experiência que pareça um desenho animado. E ele está disposto a sacrificar a experiência do jogador nisso. O Pulseman é o oposto. O Pulseman é assim. É um jogo de agilidade. E se você tiver proposto a pagar o preço de esperar. Você tem certos benefícios.

Então o planejar no Pulseman é parte da experiência, mas você pode ser mais ágil. No caso do Bonkers, vira muito do que o Evandro falou. Cara, eu comecei a planejar o que eu ia fazer antes pra evitar de tomar dano, pra não ter que... Pra ser penalizado por isso. É, teve uma hora que eu tava assim, cara. E aí eu acho que pelo menos na fluidez do gameplay, o Pulseman tem essa vantagem. E, de novo, muito, muito mérito da Game Freak.

E eu espero que a gente tenha uma nova rodada desse 2-pack, porque eu gostaria de trazer o outro jogo da Game Freak também, que é muito bom. E é outra pegada. É legal a gente ver como a Game Freak vai nas pegadas totalmente diferentes de gameplay. É um outro estilo de gameplay. Mas pro Pulseman eu vou dar 90 vidas, cara. Eu acho que é um jogo bacana e ele acerta o gameplay. Eu acho que a principal diferença é essa.

Mas com certeza Ambos jogos valem muito a pena Pra galera que não curtiu ou que curtiu na época e quer revisitar E visite também os dois jogos Que a gente falou no programa anterior Todos eles valem muito a pena Parabéns aí, modéstia à parte, para nós Por termos trazido os jogos bacanas O alto parabéns é bom pra caralho Aliás, Bruno!

Coisa interessante, o último chefão do Pulseman é muito parecido com o último chefão do jogo do 99 vidas, né? Aparecem aquelas mãos gigantes, assim, e a cabeça ona e tudo, e ele fica... Sabe o que é engraçado? A gente, às vezes, não percebe de onde vem as nossas influências. Não tô dizendo o caso do Pulseman específico pra isso. Mas o Pulseman tem uma habilidade...

que nós colocamos no Mars, que é justamente essa de você passar pelos fios em forma elétrica. Então, pra você ver como certas coisas vêm, nem que sejam inconscientemente, elas vêm de experiências que a gente vive. E talvez possa ser, no caso do... É que esse trope do boss gigante não é tão comum em Beat'em Up, mas ele é comum em outros tipos de mídia.

Se você pegar, por exemplo, eu acho que o boss do 99 Vidas Último Chefão, ele é mais algo do X-Men vs. Street Fighter, aquela coisa do apocalipse gigante, do que necessariamente do Pulseman. Mas sim, tem muita coisa aí que a gente vai ver do Pulseman, tanto em jogos pretéritos quanto em jogos futuros, né?

Joguei recente, inclusive, o jogo 99 vidas. Zerei novamente, jogando sozinho. Cara, o nosso jogo é muito legal. É muito divertido o nosso jogo. Cara, posso falar uma coisa sem falsa modéstia? Modéstia à parte. Modéstia à parte. Cara, é um beat'em up bem honesto, de verdade. É, mas é bem divertido. É muito gostosinho finalizar o 99 vidas.

E eu falo pra vocês, tá? De todos os jogos da Qbyte, o 99 vidas é o que eu mais revisito e mais rejogo. E não é porque assim, ah, é porque somos nós, não é por isso, é porque realmente o jogo... Quando vai, coloca, escolhe ele mesmo e fica, parabéns, bom jogo.

Vai ter um jogo que você fez. Game Design, Bruno Cavalho. Personagem, Bruno Cavalho. Me demora. Realmente é um jogo muito gostoso, e eu não tô falando porque é nosso jogo de verdade, cara. É um jogo muito gostoso de jogar. E tem 10 anos do jogo, hein? Podia lançar uma atualização, hein, Bruno? Seria top.

Pô, seria muito louco, seria muito bom. Será? E de novo, eu acho que a gente já conversou sobre isso, mas é muito legal que o 99 Vidas faz parte de um livro que conta a história de Biddle Mubs, em que outros Biddle Mubs que pessoas julgariam maiores não estão. E o 99 Vidas tá lá, e a gente já falou isso com duas páginas, não é aquela meia página que citou o nome. Tem um destaque ferrado, cara.

Na notinha de rodapé, duas pá... O André tem esse livro aí fisicamente e ele mandou a foto. É muito foda, mano. A chapa pôr no post aí. Deixa eu perguntar pra vocês uma coisa. Nesses quatro jogos que nós trouxemos no 2-pack aqui, né? Nesses dois 2-packs. Qual o melhor jogo deles? Olhando os quatro. Sky Blaze, o Dill Dozer, o Bonkers e o Pulseman. Vou ter que ser parcial. Cada um. Vai ficar difícil. Eu acho que é assim. Deixe nos comentários você, querido amigo.

o Evandro vai trazer o Bonkers, o Bruno vai dizer que é o Pulsmer, eu vou dizer que é o Skyblazer. Eu acho que o importante é, Juras, deixar o povo decidir. São quatro jogos que valem muito a pena e a gente pode deixar o povo decidir. Inclusive, querem que a gente continue com o 2Pac, daqui cinco adições a gente volte novamente com uma rodada dupla do 2Pac. Podia ser temático, né? A gente podia fazer rodadas temáticas do 2Pac. Eu já tenho o meu jogo. Ah, é? Mais uma vez? Já tenho.

Eu ia sugerir da gente trazer assim, agora vai ser a rodada de os quatro jogos, tem que ser, tipo assim, o jogo baseado em filme, tem um monte. Mas aí a gente com o risco de comprometer a qualidade das escolhas. Não, mas aí não é pra isso. Eu tava até pensando na gente fazer assim. E o Bruno vai ser o último ainda? Sabendo que o jogo é ruim, mas ainda assim temos um carinho pra trazer, e trazer o jogo.

É o tio Pacman. É o tio Pacman, gente. Tem que ter... Olha o grupo aí, pô. Eu acabei de elogiar que a gente trouxe boas escolhas e o Júlio André quer fazer um só de jogo ruim. É, quer abacalhar. Jujulândia, caralho. Quer zoar o bando. Quer abacalhar. Jujulândia, honesto. O jogo está escolhido e é um jogaço. É, isso aí, Evandro. É isso aí, ó. Tá vendo, pô?

Foda. Muito bem. Duas freaking páginas de um livro da história dos beat'em ups, cara. Toma aí, tá na link da postagem aí. Não é notinha de rodapé, não, pô. Inclusive, falando... Quando falou do André, aí tem um cara que mandou uma pergunta pra mim no meu Instagram, falando assim, eu tô achando 99 vezes muito raso. Por isso que eu prefiro jogabilidade.

Não, ele não falou... Eu li sua pergunta. Ele fala assim, por que vocês não se aprofundam mais igual o Jogabilidade? É. Doidão, por que o Jogabilidade não faz mais graça igual o 99 Vidas, então? É. Cada um é uma coisa, porra. Exato, a beleza é essa, cara. Vai lá no Jogabilidade e fala assim, por que os podcasts de vocês não é divertido igual o do 99 Vidas?

Não, é divertido, mas é outra proposta. É outra proposta. Os caras fazem podcast de 12 horas, filho. Tá maluco? Diversão é de gosto. E é a vibe dos caras. A gente dá nota quântica ao Bruno. O Sushi joga até o jogo que o cara fez em Flash quando tinha dois anos se deixava. Exato. Lá você vai ver realmente o pessoal que tá mais...

compromissado na experiência e vai passar isso e é fantástico. Escuta os dois. O 99 vidas é outra pegada, a gente tem uma pegada mais leve. É assim, nem a gente tem que ser mais jogabilidade e nem o jogabilidade tem que ser mais 99 vidas. O jogabilidade tem que ser o jogabilidade. O 99 vidas tem que ser 99 vidas. E pra quem curte, existem os dois. E pra quem só curte um, que curta um. Mas talvez é uma oportunidade pra outro. Se não gostar, tá tudo bem. E quando o tema cabe, a gente se aprofunda, né? Tem diversos podcasts, mas...

inclusive a gente traz o pessoal pra cá porque a gente sabe que pede quando o tema pede, a gente traz eles pra cá também e é isso, pô, as participações do André são, pô, os melhores casts que a gente tem são com participações do André fazia que nem os caras que estavam defendendo o Neymar na Copa também, ó, e cadê o seu podcast? jogou onde?

Porque tinha uns ex-jogadores atacando jornalista, né? Falando aí. Nunca jogou em lugar nenhum, por isso que não quer levar o Neymar. Nunca jogou em lugar nenhum porque quer opinar. Não sabe nada de futebol. Argumento, mas nada a ver também, porra. Ai, gente, muito bem. Não, mas tem pra todo mundo, pô. Óbvio que tem espaço. Exato. Muito bem, fechamos. Mais um 99 Vidas. Deixe seu comentário, 99vidas.com.br. O que é que você achou dos jogos? Sugestões pro 2PAC? 2PAC temáticos? A gente continua na mesma...

Na mesma pegada, two packs duplos e fazendo rotatividades foi primeiro eu, Felipe, depois Evandro e Bruno. Vamos inverter? Tipo, eu, Evandro, Felipe e Bruno? Eu e Bruno, Felipe e Evandro? Podemos fazer um troca-troca, né? Daquele jeito. Que nem fazia na casa de vó, que nem falou isso. Como é que...

Você nunca viu as... Eu vi, eu vi. Ele tá dormindo e ele acorda, né, mano? Tem hora. As pegadinhas do Ítalo, que ele vai falar pros caras, não sei o quê. Ele fala, não, que nem a gente fazia lá na casa de vó. É. Caraca, mano. Aí os caras ficam, não, tá louco, nunca fiz nada, não. É, muito bem, gente, é isso. Nos encontramos na próxima semana. Tchau.