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99Vidas 712 - Hollow Knight & Silksong: O Metroidvania definitivo?

20 de março de 20262h38min
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Nesta edição Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Imaginago e Evandro de Freitas conversam sobre dois dos jogos mais hypados dos últimos tempos: Hollow Knight e Hollow Knight: Silksong. O fenômeno em torno desses títulos é realmente justificado? Eles são tão difíceis quanto dizem?

Como um pequeno estúdio independente conseguiu criar uma obra-prima capaz de bater de frente com gigantes da indústria? Discutimos o impacto dos jogos na cena indie e analisamos se eles realmente ajudaram a redefinir o gênero metroidvania.

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Assuntos15
  • Hollow Knight SilksongComparação com primeiro jogo · Dificuldade aumentada · Mecânicas de ferramentas e lascas · Design de inimigos adaptativos · Personagens secundários · Estrutura de atos
  • Hollow KnightDificuldade e acessibilidade · Mecânicas de combate · Exploração de mapa · Design de boss fights · História e narrativa · Valor sentimental do jogo
  • Comparacao de AdaptacoesDiferenças de design · Ágil versus pesado · Valor sentimental · Evolução da série · Complementaridade
  • FutebolModos de dificuldade · Frustração e aprendizado · Acessibilidade versus desafio · Paciência do jogador · Resiliência e superação
  • Batalha e lutas virtuaisPadrões de ataque · Bloqueio e esquiva · Uso de ferramentas e magias · Dano recebido e vida · Dinâmica de batalha
  • Expectativas do MercadoEspera por Silksong · Atraso de lançamento · Polêmica de preço · Servidores caindo · Mídia tradicional
  • Gênero MetroidvaniaDefinição e características · Referências e influências · Redefinição do gênero · Progressão através de habilidades · Exploração não-linear
  • Design de jogos e interfaceEstrutura de áreas · Exploração e descoberta · Armadilhas e segredos · Teleporte e transporte · Orientação no mapa
  • Bosses memoráveisUoma e Ooma (Lovers) · Juiza · Primeira Pecadora · 7 God Man · Rainha Pálida
  • Histórias Pessoais e de ViajantesMomento certo pra jogar · Aprendizado pessoal · Superação de dificuldades · Transformação como pessoa · Midnight Gospel
  • Narrativa e EstruturaRei Pálido e Dama Branca · Cavaleiros do Vazio · Personagens memoráveis · História emocional · Diferentes finais
  • Caminhos infernais até bossesSeções de platform · Inimigos no caminho · Armadilhas · Frustração do percurso · Design questionável
  • Personagens SecundáriosNPCs com histórias · Interação e relacionamento · Quests secundárias · Personagens ajudantes · 7 God Man e comunidade
  • Tecnologia EmpresarialEstúdios pequenos · Orçamento limitado · Sucesso inesperado · Comunicação com comunidade · Qualidade de produção
  • Progressão em videogameUpgrade de armas · Aumento de dano · Ganho de habilidades · Sensação de poder · Economia do jogo
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Olá!

feira, é meu dia de fazer um feijão. E eu faço feijão da semana, né? Que aí eu faço vários potinhos e tudo, coloco congelador e tal. E aí, pra mim, é o padrão chegar lá e fazer o feijão na panela de pressão. Porém, minha panela de pressão não travou, não fechou. E aí, você bota a força, tá, puta que pariu, por que é que não fecha, não sei o que. E aí, obviamente, eu fui onde? No YouTube, né? E o YouTube me deu uma dica que eu achei sensacional, a dica da faquinha. Que é você simplesmente enfiar a faquinha

Não, não, tem tipo um buraquinho na panela de pressão. Sempre tem bicarbonato, mano. Bicarbonato, silver tape. Poderia ser, é. E aquele amarrador de plástico. Tem um buraquinho na... Tem um amarrador de plástico mesmo. A trinca, a trinca que resolve tudo. Mas tem o negócio lá, um buraquinho no cabo da panela de pressão, que você simplesmente enfia uma faca e ele faz alguma coisa que sobe a alavanca e aí você consegue fechar da panela de pressão.

aquela panela raiz ou é a panela nova? Raiz, raiz. Não, não. A nova é gourmet demais, cara. É a antiga. Gourmet, cara. Antigona. É a mais segura, é muito gourmet. Não, antigona é quanto? A sua é de encaixar gerando a tampa ou é aquela que você enfia a tampa pra dentro? É que enfia a tampa pra dentro, é dele. É encaixando, né? Aquela que você encaixa de lado assim e... Então não é raiz. Então não é raiz. Isso aí já é Nutella. Raiz é aquela que tem uma chance de 5 em 10 de explodir. Ah, entendi o que tu tá falando. Que você coloca por dentro.

Pino vermelho em cima. É isso. Essa é a antiga. Essa é a perigosa, que aí fecha ela numa presilha na ponta. Uma presilha que se tiver desparafusada, com o tempo desgastado, você não sabe nunca. Não, o Jurandir... Aí, ó, mandei a boa aí, ó. A que ele tá falando é essa daí, Jurandir. É, o Jurandir meteu a Nutella e tá falando que é gourmetizada. Que não é gourmetizada. Nutellaça, fecha certinho ali. A minha é mais Nutella ainda, que a minha é elétrica.

Acabou o problema. Eu coloco e vou embora e ela termina e desliga sozinha. É aquela da Oster? É isso, aquela... É, qualquer marca. Eu nem lembro a marca dela. É uma mundial, britânica. Eu quero ver fazer feijão nessa panela aqui, ó. Vou mandar aí. Essa daí é muito boa, elétrica, mano. Do larga o feijão ali e vai embora, cara. Ela desliga quando termina. Nossa, mãe do céu. Quero ver quem é mais. O Felipe mandou a panela do menino maluquinho, pô. Tá no link aí, tá no link aí do... Quem é corajoso bastante,

essa panela pra fazer um feijão. Mano, parece uma tampa de garrafa ali em cima, velho. E tem coisa mais antiga que isso ainda, de panela de pressão. Meu Deus do céu, cara. Os caras... Bom, o cara aperta, mano. Parece uma válvula, parece... Quantas pessoas já não deram a vida por causa de um feijão? Vale a pena. Feijão é tão bom assim, mano? Tem que correr o risco de explodir a sua casa? Dependendo do feijão, putz. Eu não recomendo nem pesquisar aí o...

Você pesquisar explosão panela de pressão. Ah, não, senão você não liga. Tem que dividir aí que é absurdo, cara. Não, se bem que, cara, hoje em dia todo mundo tinha que

investir na panela elétrica de feijão, velho. De verdade. Tu deixa ela ali, tu vai embora. Quando termina, ela apita falando, ó, acabou e você já pode abrir porque não tem pressão. Esquece. É bom demais quando você dá aquela travada na panela assim e já começa o... Porque o jeito que fazia antes, né? Que é o tradicional, você... Quando ela começa a chiar, você passa a contar o tempo, né? Você deixa ele normalmente. Mas qual é o melhor feijão? Então, eu sou carioca, né? Tem um mito aí de que o carioca come feijão carioca.

Mas o feijão carioca, quase não vejo aqui, né? Bizarramente. O carioca é um... É porque aí é o feijão preto, né? É, aqui a gente come feijão preto. O carioca quem come é o... O feijão carioca quem come é o paulista. Pois é, que loucura, né? O feijão carioca, ele é maravilhoso. É o meu favorito. É bom, é bom. Mas não é o comum do carioca. Não sei quem inventou isso. Aqui no Ceará, existe uma febre. Febre não, né? É mania, né? O que eu posso dizer? É um costume, um hábito de comer feijão verde.

Verde? Porque o feijão verde é um clássico. Mas a cor dele é verde ou o nome dele é verde? Ele é um feijão... Ele é puxado pro verde, é. É, ele parece que tá cru, sabe? Cru não, não tá maduro, se liga. E aí, normalmente eles fazem... É porque aqui o feijão verde... Eu sou fã de feijão, hein, cara? Eu vario, eu vareio meus feijões aqui. Eu como, pô, feijão fradinho, eu vou mudando. Toda semana eu mudo, né? Aqui é engraçado.

carioca mesmo, né? É, é o carioca. Aqui é a make mistura do carioca e o roxo também. Aqui como muito aquele feijão mais roxo. Ó, mandei uma fotinha aí, ó, do feijão verde que é feito aqui em Fortaleza. Como é que ele é feito? Ele é feito com, tem nata, é queijo e é um monte de verdura e tudo mais. Caraca! Tem vários tipos de queijos assim. E o feijão ali, ó. Mas quase não tem. Cadê o feijão? Ah, tá dentro. Tem aí, caralho. Ah, dá vontade de comer isso aí, pô. Porra, delícia. Ele é um clássico aqui de Fortaleza.

Aqui tem o... Aqui não, né? Enfim. Tem o feijão vermelho também. É, que é o roxo, né? Daqui. Ah, é o roxo? Ah, você tá falando... O vermelho é o roxo que você tá falando? Eu acho que seria meio que a mesma coisa, né? É. Eu costumo misturar. Eu misturo ele com o preto, às vezes. Eu faço uma maluquice dessa. Você liga a dobradinha? Você se liga dessa comida dobradinha? Sim. E aí algumas pessoas fazem com aquele feijão branco, né? Acho que é tipo uma fava, né?

coragem de comer, velho. De verdade. É uma delícia. Não sei. O branco, branco mesmo, que é branco, que o resultado final é branco. Sim. Sim, aquele maiorzinho, né? Eu tenho medo, tenho medo. Como assim, cara? Eu comi de um feijão? Ele parece um monte de coisa. É, ó. Ele parece umas paradas aí que são diferenciadas. Não, não é esse aí não, Júlio. Esse aí que você mostrou, ele não tá branco, não. Tu já viu um feijão que é branco.

Essa é a fava, né? A fava cozida, né? Ah, que esse aí já tem coisa misturada. Tem que ver o branco mesmo, branco. Parece que tá, cara, não pintaram ele, tá faltando alguma coisa, entendeu? Eu já comi todos os

os feijões, menos o branco. Ah, é esse daqui, tô mandando aí, ó, foto do feijão branco aí, ó. Esse aí é duro, esse aí é duro. Delícia, tá maluco, mano. Vem que a olhando aí, ele tem, ainda, ainda, até vai. Ele vai pegar uma corzinha do caldo também, né? É, pegou uma cor do caldo ali, ficou mais alaranjado. Ele, ele é branco cru. É, exato, exato. É, não vai ser 100% branco. Dificilmente ele vai tá branco cozido. Não, mas aí o cara botou, botou molho de tomate que deu uma avermelhada nele. Ó, você vê que tem tomate, molho de tomate não, ele botou

Tomate, que deu uma avermelhada nele. Eu uma vez vi um, quando era pequeno, cara, todo branco. Todo branco. Tipo, branco. Tipo, a panela da água transparente e o feijão branco. E eu falei, mano... Caldo sem nada. Parece aquelas comidas de prisão de desenho animado, assim, que sempre joga, assim, quando mostra... É, aquela papa, né? É, a papa. Mas como eu falei, feijão é bom de misturar também. Você pega o preto e o vermelho, joga na mesma panela e vira uma loucura.

Eu fui algumas vezes pro Rio de Janeiro e todas as vezes que ia num restaurante, alguma coisa assim, self-self,

Só o feijão preto. Feijão preto. Feijão preto é o... Feijão preto. Mas qual o preferido? Tem algum? Meu, o carioca. Carioca mesmo? Melhor de todos. Caraca, mano. Pô, não sei entre o preto e o vermelho. Até um monte de gente que não gosta de feijão, né? Sou do vermelho. Aí é. Muita gente que não gosta de feijão. Aí é um problema que é muito... É uma tristeza, assim. Porque você mora no Brasil e não gosta de feijão. Se você for de fora, beleza, né?

Porque eu americano, eu fui nos Estados Unidos lá e comi um feijão lá, cara. Que, pelo amor de Deus, né?

sente aqui no Brasil quando ele, sei lá, vai comer um japonês e fala, o que é isso aqui, esse creme cheese aqui? Porque, meu Deus do céu, cara, negócio enlatado, com gosto de farinha. Horroroso. Péssimo. E aí eles chegam aqui e falam, quer feijão? Não, não gosto de feijão, não. Você nem provou feijão, pô. Só que eu gosto, eu gosto do... Por exemplo, feito feijão no dia. Aí ele tá bem fresquinho, né? Tá delicioso. Aí eu gosto de colocar numa xícara e... É o esquema do caldinho, que nem o Eduardo falou.

Você não bota o caldo, você bota o feijão na xícara. Por que você não come o... Bota o feijão e o caldo. Mas ele fica com o caldinho junto, né, mano? Não tem como. O cara come que nem uma uva, caralho. Não, mas é... Não, eu digo comer. Porque o caldo é sem o caroço. Como se fosse o Nescaubol, né, velho? Mas é porque o caldo... Não é pra ele comer o caroço. O caldo que você bota no copo, na xícara, é só o caldo. Não vem o feijão dentro.

Não vem o feijão pra você comer. É pra beber. Quando você pede num restaurante o caldo de feijão,

liquidificador, né, que ele tem um... É, depende. CPP. Em festinha, em festinha de criança normalmente tem caldo de feijão. É. Agora, botar numa xícara pra comer só o feijão... Só que eu boto do estilo daquele do Boston Baked Beans, se liga, da... aquela... o jeito que a turma come lá fora, principalmente lá no Reino Unido, que é feijão com ketchup, né? Mano, primeiro que o feijão deles também é meio ruim, mano. Fica uma parada meio gosmenta, né?

Aí é pegar o... Discar 190 e chamar... Mas é o ketchup... É o ketchup como se fosse um... Uma pimenta. Você não bota pra ficar... Não é o molho de tomate que você tá misturando absurdamente. Se liga? É só pra dar um gostinho diferente, assim. Não, tu bota ketchup no feijão, na caneca. Na caneca. Só vai melhorando. Bota, bota, bota. Pelo amor de Deus, velho. Ketchupzinho. Ué! Como assim, cara? Sua vida tá completamente desorganizada.

Que mais? Queijo ralado por cima? É. Bota queijo ralado. Queen cheese, pô. Queen cheese.

Mas eu poderia até estar com queijinho ralado. Depois ele prensa tudo com a caneca e tudo. Leite em pó. Um parmesão. O cara faz uns bacons. Aquele negócio que bota no brigadeiro. É. Granulado. Granulado. Granulado. Pô, pior que a minha madrinha, hoje ela é casada com um holandês, né? E uma parada que é bizarra de hábito deles de comer, eles comem uma fatia de pão de forma, passa um pouquinho de manteiga e eles têm um granulado. Só que ele é bem mais gosto, tipo,

assim, ele é bem menos açúcar e mais cacau, assim. E eles botam um tantão por cima dessa manteiga e às vezes dá uma esquentadinha de leve, muito de leve, eu come assim direto e é um lanche deles, assim. O pão com a manteiga e o granulado por cima. Mas não tem uma turma que come pipoca? Essa pipoca que a gente faz e bota leite condensado em cima da pipoca? Mas é a pipoca mais salgada? Pipoca doce, né? No caso... É, caralho. Pipoca doce.

Você está descrevendo pipoca doce. Essa glutonia é até comum essa aí. Só não dá pra misturar.

misturar só. Eu não gosto muito não, porque eu acho que fica muito forte. O meu que é tipo feijão não pode, mas colocar leite condensado na pipoca. Mas se a pipoca for doce, carai. É, porra. Uma coisa é você colocar açúcar, mas leite condensado. É até difícil de pegar, mal. Você vai comer a pipoca com colher, é isso? É, eu como na mão mesmo. Se melando inteiro, assim. Nenhum... É, assim, eu não como pipoca doce desde que eu...

Isso é coisa de criança, né? O quê? Comer pipoca doce, não é não? Não sei, tem vários cinemas que vendem, né? O Cinemark, por exemplo. Eu não tenho tanto costume de comer pipoca,

no geral, nem no cinema. É raro, assim, comer pipoca. Pipoca funciona no cinema. Ah, porque, deve ser porque tá 50 reais. Não, 100 gramas. Não teve um negócio aí, né, Evandro? Evandro mandou aí o preço lá do negócio do Yoshi. 300 quanto o Yoshi. Mais caro que o GTA, cara, ele tá maluco. O que que é? O balde do Yoshi? 329 reais, Felipe. Deixa eu ver, não vi isso, não. Hoje eles entenderam que o balde vai virar um artigo, tipo assim,

um figura aí, uma estátua que você vai comprar, né? Mandei no grupo aí, tem o baú do Yoshi e o baú da estrelinha lá. Meu Deus, tô vendo aqui. 329 conto, imagina isso, doidão. É, só esse Kinder Ovo aqui é 300, pô. É, tem um Kinder Ovo ali no meio, vamos lá. Eu vi no Twitter um cara defendendo esse rolê aí. Não, veja bem, é que é um artigo de colecionador. Cancela, porque não é nem um Kinder Ovo, é um Kinder Joy, né? É a versão triste. É a versão metade que vem com...

É muito triste essa parada. É quase o preço do jogo, pô. É mais caro, pô. Não, se bem que o jogo da Nintendo tá 500 conto. É um artigo de colecionador. Vocês não entenderam aí, não sei... Que isso, cara? É, então, pipoca virou isso. Só que a qualidade não é compatível com... Porque é um plástico safado, entendeu? É vagabundiço. Não é um artigo de colecionador mesmo, assim, tipo... Eu acho só exploração mesmo. Você colocar um negócio aí... 300 reais. É pior que vai esgotar, mano. É pior que vai esgotar.

Vai esgotar. Vai esgotar. E nem é bizarro que não é nem o Mario e nem o Luigi. É só o Yoshi. Assim, secundário. Não, mas o Yoshi é... É o Yoshi, pô. O cachorro do Mario. Pô, essa luma safada aí, velho. 329 reais, uma estrela. Brincadeira. É, o pessoal vai comprar esse daí quando acabar o do Yoshi, né? Exato. Totalmente. Vai ficar um monte lá. Vai chegar lá na segunda semana, vai ter um monte de estrela só. As crianças chorando.

Mas é que nem o negócio lá do McDonald's, quando saiu lá os bonequinhos do Mario, ele disse assim, nossa,

Quem é que vai comprar isso? Em duas horas esgotou em todos os McDonald's. Mas não é 300 reais. E o mais doido é que eles estão estudando... Eles estão estudando trocar agora o McLunch Feliz, porque esses brinquedos são no McLunch Feliz, né? Sim. Só que a galera que vai comprar, cara, sinceramente, as crianças não brincam de brinquedo hoje em dia, cara. Acabou. O negócio de brinquedo, acabou. Toy Story 5 fala sobre isso. Acabou.

Ninguém... Criança não quer brinquedo. Então só quem vai é a galera que quer nostalgia. E aí vai atrás do brinquedo e come um...

hambúrguer do tamanho de um pendrive, porque o McLanche Feliz é pra criança, né? Aí eles estavam estudando dar o brinde, tipo assim, com qualquer combo, a partir de tanto tal valor, pra poder o cara comer e levar o brinquedo dele. Ô, imaginado, tu quer pai aí. Tu comprei esse McLanche Feliz, né? O sanduíche, o pão é menor do que o pão normal? É bem menor, bem menor. É um pãozinho, né? É metade do normal, não?

pão, assim. É tipo aquele pãozinho de leite, aquele pão... É, e ele é fino também. É porque é só pão, hambúrguer, uma carninha... É mini hambúrguer, caralho. E um picles, pô. E a batata também é muito pequena, é muito pequena. Eu tinha na memória que era muito maior. Porque eu era criança, né? É o controle do Super Nintendo. Quando a gente é criança, o controle do Super Nintendo, ele é enorme. Aí a gente cresce e a gente vê que ele é minúsculo, caralho.

Ele cabe em um terço da sua mão, assim. Isso! Exatamente. E aí o que eu tenho feito?

Eu chego lá e falo, eu quero só o brinde aí, velho. Aí eu vou e pago só o brinde. Aí pago um valor inacreditável. Aí quanto é o lanche? 29. Só o brinde. É. O brinde. Toma. 28. Exatamente isso, é. Ah, então eu só quero o lanche, já que o lanche é um real. Não. É, pode crer, né? Me dá 30 lanches, então, porra. E toma ali, Sérgio. Sérgio Mussomano nele. Sérgio Mussomano, bom pra caralho. Procon neles, filho. Procon neles. Eles fazem isso. Sérgio Mussomano.

Batalha de Procon, pô. Tinha esse nome do cara, pô. Caralho, só quem me pegou a sua dor, hein, Felipe? Ele é dos games, pô. Esse negócio, caralho, o combo é 29. Não, mas é, pô, mas é. O combo é 29 e, assim, sem brincadeira, o brinde, ele é, tipo, 20 reais, entendeu? E aí, tipo assim, você não compra o combo por 9 reais, assim, é inacreditável.

conta pra você, normalmente a galera quer colecionar, então a galera vai só comprando um monte de brinde mesmo. Não teve uma notícia no Japão que tinha uma... os caras compram um montão e deixou um monte de lanche lá jogado? Exato. Porque muitas das vezes... Eu lembro de uma coisa dessa aí. É tão barato, é tão diferente o preço que a galera prefere comprar o lanche também, compra dois lanches. Mas lembra quando a gente era pivete que tinha uns chicletes que a gente comprava e vinha com umas figurinhas também e era bem comum assim a gente colocar dez chicletes na boca, caralho. Só pra pegar a figurinha.

Tu quer figurinha, tu quer tatuagem também. É. Achei aqui, ó. Era a época que estavam dando cartinha de Pokémon. Aí os caras foram lá, compram uma penca de lanche, de McLanche Feliz, pra ganhar as cartinhas. Só que eles não comiam os lanches, eles deixavam jogado no canto lá. Caralho! É porque talvez lá fora seja obrigada... Olha a foto aí, ó. Lá fora não venda separado. Aqui no Brasil é por essa questão da venda casada, né? Que é supostamente um povo mais evoluído culturalmente e tudo mais. Toma. Mas por que comprar o lanche e não comprar o brinde separado?

Eu só posso concluir que não dá. Não vende, é, não vende. Aqui no Brasil o que existe é a venda casada, né? É, que não era pra existir, né? A proibição, na verdade. Tem que vender separado, é. Caramba, olha aí, ó. A gente reclamando aí, os caras jogando comida fora aí. McDonald's do Japão pediu desculpas após o fiasco da campanha de marketing. Caramba, olha aí. Caramba, velho. Filas em massa, revenda ilegal e crítica nas redes sociais pelos perdidos de comida.

Esse tipo de notícia aqui só mostra que o, sei lá, o sanduíche, ele não é muito benquista, né? Exatamente.

Literalmente um pedaço de papelão. Mostra que a lei que tem no Brasil é muito foda de não proibir venda casada. Exato. Mas ao mesmo tempo, na aplicação, os caras vendem o lanche a 29 e o brinquedo a 28. Sim, mas até aí, tipo assim, beleza. O McDonald's sabe que você tá lá pelo brinquedo e não pelo lanche. É, e aí sim, você não vai desperdiçar comida. Eu comprava aqueles baldes de pipoca personalizado, eu comprava muitos, muitos. Aí eu parei de comprar, às vezes vinha uns copos bonitos, depois começou a vir

material vagabundo assim. Parece impressora 3D alguns, mano. É, mano, o cara é meio mal cuidado assim, sabe? Que passa um tempo e ele desbota e tudo. Uma parada caríssima, né, mano? E parece qualidade de impressora 3D, não dá? Mas esses itens aí, que nem o do Cinemark aí, o Cinemark ele costuma fazer, né? Esses itens que são mais... Eu recebi um do Cinépolis, do Stitch, bonito pra caramba. Pois é, o Stitch esgotou, inclusive, né? É, eu ganhei deles lá. Na primeira semana esgotou, eles demoraram muito pra...

repo e tudo. Aquele vídeo foi bom. Foi caro. Mas foi menos de 200. Mas ainda foi caro. O cara vai pro cinema. O cara se contenta em ser menos de 200. Em que mundo estamos vivendo, mano? Pra mim foi de graça, porque eu recebi deles. Pra deixar claro. Faça o L imediatamente. Eu gosto da matéria aqui. As cartas dos monstros de bolso são objetos de culto no país. Monstros de bolso. É culto.

Atraindo tanto crianças quanto colecionadores adultos. Caraca, monstros de bolso são cultuados no Japão. Gostei. Muito bem. Muito bem. Vambora. Eu sou Júlio de Filho. Eu sou Felipe Mesquita. Eu sou Imaginago. E eu sou Evandro de Freitas. E eles são da 29 vidas.

Relaxa, a gente tem 99 vidas. Estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição do 99 vidas. E dessa vez, finalmente, vamos falar de dois jogos. Não é um two-pack, tá? É só aproveitar que a gente vai falar de um. Vamos falar do outro também.

um dos maiores, senão o maior, na minha opinião o maior, Metroidvania já feito na história dos videogames. Vamos falar sobre Hollow Knight. E, obviamente, vamos falar do Silk Song também, né? Vamos dividir esse podcast em dois. Em dois não, né? Na verdade, na minutagem, né? Na minutagem a gente vai falar... Meio a meio, tal como a pizza, meio a meio. Exato. Não é um two-pack, tá? Lembrando mais uma vez, não é um two-pack. Mas é como se fosse, né? Praça da capa, não é um two-pack. Não é um two-pack.

Excelente. Se é o maior Metroidvania, a gente vai discutir aí, juras. Mas com certeza são os mais hypados da história, mano. Meu Deus do céu, gente. A igreja Hollow Knight é uma parada a ser estudada. Existe um lore dentro do próprio 99 vidas, né? Com Hollow Knight. Sim. Que a gente não comentou com muito afinco sobre o primeiro Hollow Knight. A gente mencionava e falava só mais da dificuldade do Hollow Knight e tudo mais. A gente nunca dedicou um podcast pra ele e tudo.

Enquanto as pessoas estavam apaixonadas pelo jogo e ganhando prêmios e sendo ovacionado no mundo inteiro e tal. Chegou a época do Silk Song, há não muito tempo aí. O hype em cima do Silk Song foi incrível, incrível. Todo mundo estava querendo falar e até quem não tinha jogado Hollow Knight estava assim, meu Deus do céu. Eu não posso ficar de fora disso, né? Que jogo é esse? Que jogo lindo é esse? Os trailers estavam bonitos, os gameplays estavam fantásticos.

E aí, curiosamente, quem não tinha dado tanta chance pro primeiro Hollow Knight, decidiu ir atrás. Sim. Até porque foi muito tempo, né? O Hollow Knight, o primeiro, inicialmente sai em 2017, né? Pra PC. E aí depois ele chega pros consoles no 2018. Já muito sucesso aí. E o Silk Song, ele é anunciado em 2019 já. E inicialmente eles falaram, ah, vai ter uma DLC e tal.

a DLC virou algo grande o bastante pra virar uma sequência, né? Um jogo sozinho. E aí ele foi ser lançado em 2025. Então foi muito tempo, né? Desse anúncio que o próprio Hollow Knight conseguiu continuar atraindo jogadores, assim, né? O primeiro Hollow Knight foi um jogo que vendeu absurdos, né? Vendeu muito, né? Um jogo que saiu na Plus pra turma jogar, saiu no Game Pass, depois ia e voltava, né? Ia e voltava. Mas de venda, mais de 15 milhões de cópias. Um número absurdo, né? É.

Jurandir foi rendido. Jurandir se rendeu, na verdade. Cara, eu fui rendido. Porque eu lembro, você falou aí do 99, eu lembro que eu escutei na época. Sei lá em qual o contexto. Eu tava jogando o Rollo Night, eu fui escutar. Eu acho que era o podcast de melhores do ano, né? Sei lá. E aí, o Jurandir tá lá. Eu enxergo, mas o mapa é muito confuso, muito difícil. Podia ter melhorado o mapa. Começou uma choradeira no podcast inteiro.

Eu falei, meu Deus do céu. Vou parar de ouvir esse podcast. Aí eu... Não, o pior não é esses caras aí.

O pior é o cara que passa 5 anos, o jogo teve 700 atualizações, aí a gente vai jogar, aí o cara vem, não, mas veja bem, o 9.302 aos 14 minutos e 17 segundos, ele comentou que não tinha gostado do jogo. Não é esquisito ele estar gostando agora? Por que ele está jogando esse jogo agora? Mano, isso aconteceu pra caralho com a gente, com Hollow Knight e com Six Song. Porque a gente comenta sobre os jogos na época que eles saem, né? É, tipo assim, é a coisa mais normal do mundo, mano.

assim, não tô na vibe de jogar jogo X hoje. Pode ser que a semana que vem eu queira jogar. Isso é o famoso anacronismo, né? Você pegar uma coisa de uma época e comentar hoje em dia como se eu tivesse falado hoje em dia aquela palavra daquela época, né? Inclusive, eu tô nessa posição do Jurandir. Eu já joguei Hollow Knight, já comecei a jogar ele algumas vezes. Comecei de novo pra essa gravação há algumas semanas passadas, na semana anterior.

mais uma vez, eu não consegui jogar ele até o final, assim, não foi um jogo que eu, sabe, peguei aquele gancho, assim. Então, pra mim, esse programa é até uma parada de, tipo, vamos ouvir a galera falar sobre, eu nunca vi um programa dedicado a Hollow Knight, porque não é um jogo que eu já joguei, então, quem sabe, o próprio 99 Vezes vai ser o jogo, o programa, na verdade, que vai me fazer dar esse pontapé, assim, porque é um jogo que eu tentei algumas vezes, quando ele saiu pra

Switch, eu tentei foi uma das acho que das chances que eu dei que eu joguei mais, mas acabei largando também, não lembro exatamente se foi o jogo que ainda tava muito confuso pra mim, ou se apareceu alguma outra coisa mais interessante no momento e aí quando veio pro Game Pass, se não me engano, eu tentei de novo no Xbox, mesma coisa e semana passada eu comecei a jogar no Playstation e fui jogando alguns dias, alguns dias, mas assim

Jogava muito na vibe do Resident Evil e o Hollow Knight não trocou, sabe? Não foi aquela parada. Agora, o gancho aqui do que você tá afim de jogar, daquele negócio que é aquele jogo que todo momento que você tem livre e você tá tentando botar um pouquinho, o Hollow Knight ainda não virou pra mim. Então eu não consegui engajar nele absurdamente assim também não, sabe? Vou te dizer como é que foi a minha experiência, tá? Joguei Hollow Knight na época que ele saiu e eu sempre fui apaixonado por Metroidvania, um dos meus gêneros favoritos, assim.

satisfação e prazer em jogar muitos jogos desse gênero, assim. E o Hollow Knight, ele vinha com esse comentário de que ele era um dos melhores e tava chamando muita atenção. Só que um comentário que sempre vinha junto com o Hollow Knight é assim, olha, não é muito fácil não, tá? Se prepare que o jogo, ele tem uma dificuldade bem elevada, então você não vai ser tipo um Metroid. Usavam essa parada assim, um Metroid

como se fosse fácil o Metroid, né? E aí fui jogar. Tive muitas dificuldades com o mapa. Ele realmente é uma particularidade do Hollow Knight. Você não ter acesso facilitado às coisas. Você tem que realmente procurar os mapas. Aí você vai abrindo pedaços do mapa. Tem que procurar o vendedor primeiro que vai te vender o mapa. E às vezes ele não tá claro ali, né? Você tem que procurar ele pra poder encontrar o mapa. É, tem área que é um rolê do lazarento pra encontrar o vendedor. É, quando você entra numa sala,

e tem um tiozinho... Aí você... Achamos o cara do mapa. Aí tu começa a seguir o som, você começa a tentar ouvir direito pra você ver onde é que ele tá, e vai procurando ele, tem atenção, porque você tá carregando o teu dinheiro, né, que é o gel, e você é uma parada meio Souls-like assim, que tipo assim, você perdeu, morreu, perdeu todo o seu dinheiro e acabou, você não tem onde colocar. Então, se você ainda não tava juntando dinheiro pra comprar alguma coisa e é muito cara, você vai ter que perder, você até pode voltar, né, que é a do Souls-like,

também que você volta lá e derrota a sua alma. Eu acho até legal que você tem que derrotar você mesmo, assim, pra poder pegar de volta, você merecer a tua recompensa. Tá muito na moda esse negócio dos jogos hoje em dia, eles serem de outros gêneros, mas tem um estilo Souls, né? Tem, tem sempre um elemento. Eu acho que o Hollow Knight, lá atrás, quase 10 anos atrás, ele vinha com essa pegada, né, de ser o Metroidvania com a pegada Souls, né?

Tinha, tinha ali. Essa coisa de você morrer e deixar a tua alma lá, você tem que ir lá e pegar e derrotar a tua alma pra poder

Pegar de volta. Inclusive, se você for avançando no jogo e você for ficando mais forte, a tua alma também vai ficando mais forte. Chega um ponto em que ela te ataca de volta com magia que você adivinha. É. Eu já morri indo pegar minha alma de volta. Morri pra minha própria alma. Às vezes você mata um chefão, matei um puta no chefão. Aí você sai, aí aparece um mosquito e te mata, cara. E te mata. Aí tu volta lá, vai pegar tua alma, tua alma te lança uma magia e você morre. Caraca. Exatamente. Você perde tudo, né? Inacreditável.

Mas em relação a essa questão do... Cara, Hollow Knight é o jogo da minha vida. Olha aí, caraca. Aí vi poder. É porque eu nunca senti em outro jogo que eu senti com Hollow Knight. Eu comprei ele no Nintendo Switch. Foi o primeiro jogo que eu tive no Nintendo Switch, inclusive. Até porque ele era bem barato, jogo indie. E aí, cara, eu entrei no jogo sem saber nada. Só porque o pessoal recomendava evitar pra jogar. E aí, cara, tem uma maldição ali. Tem uma atração pela ambientação.

animação, cara, a chuva. Primeiro que a arte já, eu já sou fã de animação 2D, e é uma arte meio que parece feita à mão, né? É um jogo lindo visualmente, assim, o negócio é impressionante. E a ambientação, assim, as gotas, os barulhos. E eu fiquei assim, cara, o que que tá acontecendo? A história não é clara, né? Você não sabe o que que você é. Não é nada clara, é. Por que que teu personagem não fala nada? A parada é meio Souls também, né?

Que o personagem não fala, ele é mudo. E aí você vai conversando com as pessoas, as pessoas meio calmas falando, aí tem uns bichos te atacando. E aí você vai avançando nessa

tipo assim, caramba, eu não tenho mapa. Eu preciso comprar uma bússola pra eu me ver no mapa. Eu preciso encontrar o vendedor pra ele me vender o mapa pra eu ir abrindo o mapa e você vai abrindo. E de repente, quando você acha que você tá perdido, você abre um atalho e você volta no lugar que era o começo do jogo.

Você fala, caraca, velho. E quando você vai conectando as coisas, aí tem mais larvinhas para você caçar. E é um jogo que não te fala nada. Mas, ao mesmo tempo, eu fui explorando ele, querendo saber o que estava acontecendo. Mas ele instiga muito, Thiago. Isso que você falou da ambientação... Eu gostei do Thiago. Imaginago. O nome fantasia é estranho. O nome fantasia. Será que as pessoas pegaram Thiago Imaginago? Algum sabe. A Imaginago...

Imaginação, mas Thiago. Imaginação, fica aí a explicação do nome fantasia. Mas então, imaginago. Esse lance da ambientação do Hollow Knight é muito legal, cara. Porque acho que é um dos jogos mais polidos de todos os tempos, mano. Loucura. É. Tipo assim, tudo que você faz no jogo tem um feedback sonoro ou visual, cara. É incrível. E tátil também. É nível doentio que esses malucos fizeram, tá ligado? É, o próprio negócio de você tomar o hit assim, ele é... Sim.

Caramba, né? Inclusive, assim. Você sente o hit, né? Não é só um life que você perdeu, né? Exato, é. Ele dá um passo pra trás, você pode até cair se você tomar um hit, porque você vai pra trás e cai do precipício. A tela dá uma mexida, né? Ele tem várias dessas pegadinhas, entre aspas, assim, né? A galera faz no YouTube aqueles vídeos lá de atenção aos detalhes. E aí coloca Last of Us, GTA V. Daria pra fazer vários e vários vídeos de Hollow Knight nesse rolê de atenção aos detalhes, tá ligado? Porque, de novo, chega a ser doentio, cara.

detalhezinho que tem em cada matinho e a placa e o inimigo. Tudo tem o feedback, bicho. Isso é bizarro. O normal é você andar, sei lá, os caras põem o asset ali pra fazer os cenários e vai se preocupar com o combate, sabe? Com a história, com a música. Aqui não. Tudo é muito bem detalhado e muito bem trabalhado. É assustador. Acho que esse é um dos principais pontos fortes que fez os dois jogos serem o que é, sabe? Esse negócio de... Você vai pegar as larvinhas lá. Mesma coisa.

uma animação e ela cai no chão, e aí tem o feedback sonoro quando você pega. É muito assustador, muito, muito, muito. E tem um negócio também com o Hollow Knight, o primeiro, né, o primeiro jogo, que quando eu joguei pela primeira vez, eu senti muita dificuldade e senti o fato de ele ser um pouco fora do padrão do que eu tava acostumado. E aí isso foi me desanimando com o tempo, porque eu chegava em alguns lugares, eu falei assim, meu Deus, tô perdido, pra onde é que eu vou? Talvez eu até

precisava ter mais experiência como jogador de videogame pra poder usufruir melhor do Hollow Knight, sabe? Eu tive que ter muitas outras experiências. Acho que até os videogames mudaram, sabe? Com o passar do tempo, e eu tive acesso a esses jogos, e aí eu fui melhorando, me melhorando como jogador, e aí eu consegui aproveitar melhor, porque quando chegou o Silk Song, bateu na minha cabeça, cara, eu quero jogar o Silk Song. É, você tá no...

Você tá no ritmo ali, se você vier do outro, né? Aí eu falei assim, mas eu preciso me aventurar com Hollow Knight, de verdade. Eu sei que vai ser difícil. Estar investido, né, Judas? Isso, isso, no universo, né? São dois jogos, né, mano? Esse rolê que você falou assim, ah, eu cheguei num lugar e me senti perdido. E o jogo não tá nem aí pra isso. Não tá, porque ele não conta a história, mano. Ele não tem isso. Exatamente. Outros jogos, ele pode até tentar te passar essa sensação de, pô, o cara vai chegar numa área nova, ele vai estar perdido,

rapidinho ele vai resolver isso. Você vai encontrar um mapa, você vai encontrar um... vai surgir um pop-up na tela falando qual que é o seu objetivo, te mostrando o caminho. O Long Night Yield Six Song, ele quer que você se lasque em relação a isso, tá ligado? Tem que partir de você esse negócio que você tá falando de beleza, estou investido, vou entender o que é esse jogo e vou me aventurar nesse mundo aqui. E aí você enxergar beleza nessa exploração vai te ajudar a aproveitar, tá ligado?

Se você não tiver nessa vibe, não adianta, você não vai. É um jogo que tem um...

uma melancolia. Melancolia, é isso. Exatamente. Essa palavra. Você percebe que tem alguma coisa estranha naquele mundo, sabe? Por que que alguns lugares são tão silenciosos? Por que que essas pessoas estão tristes? Essas pessoas, né? Esses personagens que a gente encontra durante toda a aventura, eles estão meio cabisbaixos, meio desanimados, sabe? Meio tristes, assim. E aí você vê os cenários meio todos subterrâneos, né? Todo negócio

É um clima pesado esse Hollow Knight, né? E tem lugar que não tem nem música. Você só ouve o eco dos passos do personagem, velho. Isso. E pingos. Pingos de água. E você, caraca, maluquinho. Que tortura. O que está acontecendo aqui nesse mundo, sabe? E aí, a beleza do jogo é não entregar de graça a história. É capaz de você zerar o jogo e você não entender. Não saber o que aconteceu. O que aconteceu com aquele mundo ali. E só foi seguindo.

Sabe? O lore do Hollow Knight, ele é bem grande. Se você procurar, tipo, o Cell Beach. O Cell Beach é um cara que fez um... A Bíblia do Hollow Knight sem saber muita coisa. Ele foi procurando item. E aí ele foi anotando coisas que o Cell Beach é meio, né? Desse assim, né? E aí você consegue entender um pouco mais da história através dos itens que você pega. Através das micro histórias. Dos personagens que vão... Que você vai encontrando pelo caminho. Diz assim, ah, eu era de tal lugar.

depois da destruição, eu vim pra cá e aí eu tava fugindo com minha família. E aí você percebe que é um mundo dos insetos, né? Não é um mundo com seres humanos, né? É outra parada, né? Essa Hollow Nest, que é onde a gente tá jogando, ela é um local que passou por muitas destruições, né? E aí você acaba se aventurando nesses lugares meio como um passageiro, sabe? Você surge ali e vai se aventurando, meio que descobrindo

O que é que aconteceu naquele lugar, né? É que você tá pegando um lugar em ruínas, né? Tem até um lugar chamado Cidade das Lágrimas e tal. Que era um lugar de uma galera extremamente avançada, mas que aconteceu alguma coisa ali que você pegou eles em ruínas. Tem uma praga ali que tá fazendo os insetos ficarem agressivos e tal. Só que você não sabe nem quem você é inicialmente. Tipo assim, quem eu sou? Porque todo mundo me chama de cavaleiro do não sei o quê e...

E o que eu tô fazendo aqui, velho? Aí você vai descobrindo sobre você, dependendo. Aí tem uns lugares que são extremamente assustadores.

também nesse jogo. É porque o que faz ser assustador, na verdade, é o fato que você chega num lugar e não tem o mapa, né? E você não sabe se você vai morrer, se você vai se perder. O medo do desconhecido, né? O medo de sentar num banco, porque o banco também é essa coisa da fogueira do Souls-like, né? Que você senta ali e reseta os bichos, né? É a sala segura do Resident Evil, né? O seu sonho, jogando Hollow Knight ou Six Song, é você encontrar... O Six Song tem umas pegadinhas depois, né? A gente fala isso depois.

O Hollow Knight, o seu objetivo é achar o banquinho pra você sentar, porque além dele encher seu life, você salva e você... Às vezes, quando você abre o mapa, ele desbloqueia a parte que você andou, né? É, ele limpa. Como se ele estivesse anotando, né? Mas ele reseta os inimigos também, não todos, né? Mas... É, ele reseta os inimigos que não são bosses, mas assim, o negócio do banco é que é um dilema, porque você tem no jogo aquelas estações,

do besouro, que é a viagem rápida. Só que existem bancos que são do lado da estação, existem bancos que têm uma distância considerável das estações, bem longe. Exato. Você tem que escolher, vale a pena sentar nesse banco, porque se eu sento aqui nesse banco, quando eu morrer eu vou voltar nele, e não vou voltar perto da estação. Então se eu voltar nele, eu tenho que fazer o caminho todo de volta pra estação, a pé, pra chegar nela.

Então muitas das vezes eu preciso sentar no banco todo lascado, mas não vale a pena, porque eu prefiro, sei lá, morrer e voltar na estação

do que morrer e voltar naquele banco ali, que é estar no meio do inferno, entendeu? Estar rodeado de criaturas inacreditavelmente infernal. Então você fica... O banco nem sempre, ele é aquela... É o dilema mesmo. Será que vale a pena sentar nesse banco? Não sei. É, mas no universo do Hollow Knight, ele é... Ele bate até no filosófico, se você pensar, sabe? Porque você se sentir seguro ao sentar num banco é algo que conversa muito com muitas coisas que a gente vive na vida mesmo.

assim, de... A gente não tem, às vezes, um momento pra descansar, sabe? Pra dar uma respirada, né? De você dar uma respirada. Depois de tudo. E aí, a mágica do jogo, né? A mágica do jogo é essa. De você jogar pra caramba e você tá nervoso porque você morreu 30 vezes no chefe. Cara, e mexe com o teu emocional, né? Ele é um jogo que dá uma raiva, né? Às vezes, né? Porque você enfrenta inimigos muito poderosos. E não é fácil mesmo, sabe? Não é um jogo fácil. Não é um jogo que vai te entregar o avanço

forma simplificada. E porque você não tá necessariamente pronto naquele momento ali também. Você às vezes tá enfrentando um inimigo que ele é muito forte porque você ainda não ficou forte o suficiente, você ainda não tem os amuletos necessários, a tua arma não tá porque você pode ir afiando a tua lâmina pra deixá-la mais forte, então você arranca mais dano. Então às vezes você realmente tá apanhando pra um bicho porque você não deveria estar enfrentando ele ali.

Você pode até enfrentar ele porque o jogo é hit, né? E pode até vencer. São vários hits, tem uma contagem de hit invisível não tem HP nos monstros, você não consegue ver quanto que falta

Então você tem que ir na tua. Você pode, uma hora ele vai cair. Isso é muito doido, né, cara? Essa incerteza no geral que o jogo passa, né? Até isso aí que o Júlio falou de quando você senta no banco e você se sente seguro, tem muitas análises que associam a abordagem do jogo, a ambientação de vazio, isolamento e tal, ao lance da depressão. E aí, tipo assim, sentar no banco e se sentir seguro também talvez não é uma analogia à inércia, porque você enfrentar os seus desafios do dia a dia, enfrentar os inimigos do jogo lá, esse medo da própria

a morte também é um... Tá se te movendo, né? Tipo assim, beleza, tô no banco, tô seguro. E aí? Eu ficar aqui sentado no banco, a história não anda, não tem jogo. E trazendo isso pra vida real também rola isso, né? De quando as pessoas se afundam na depressão, elas só querem ficar deitadas dormindo. É, na zona de confortozinho ali. Mas aí no banco você consegue fazer também a alteração dos amuletos também, né? Que os amuletos pra mim é um sistema, cara, perfeito do jogo, assim.

Um negócio incrível, porque os amuletos, eles inicialmente parecem uma coisa meio isolada, assim, que eles te dão

Tem um amuleto que eu demorei pra ser comprado por ele. Pra ser comprado por ele. Porque eu não via sentido. Que é o amuleto de... Você tem um slot limitado, né? Pra você colocar amuletos. Sim. E aí um dos amuletos é colocar pra você se enxergar no mapa. Exato. Quando você abrir o mapa, você sabe onde é que você tá.

começar o fim, não tô nem aí, não. Eu também, esse era o básico. Estou ok em perder um slot pra isso, tá maluco? Eu usava esse e eu usava o tatuzinho também, que o tatuzinho fazia o dinheiro vir até mim. Isso, Ed. Então, mas de novo, com essa analogia da depressão aí, quando a pessoa tá deprimida, o sentimento dela tá desorientada no mundo, é muito forte. E aí, o que esse amuleto faz? Ele te dá uma segurança de te mostrar, ó, não, você está aqui.

Esse é o seu lugar no mundo, tá ligado? Tá mais um jogo que o mapa vai crescer no

muito rápido, né? Sim, é muito imenso, cara. Eu já tentei jogar sem, cara, e não dá. Eu sou péssimo com mapa, eu sempre fui. Não dá. Eu tenho que ter ele ali. Eu tinha um tatuzinho que me puxava tudo pra mim, porque eu odiava matar um inimigo difícil, e o dinheiro caiu todo no precipício. Caiu o dinheiro no... Exato. Nos espinhos e tudo mais. O dinheiro vai caindo, vai embora, mano. Você fala, não, quase não tem dinheiro aqui, velho.

Tem que ficar procurando pontos que dão mais grana, que você tem que comprar. Tem que comprar chave, tem que comprar lanterna, porque tem lugar que é muito escuro, que você tem um brilhozinho

mais não é o suficiente. Tem que comprar os próprios amuletos. Quanto mais amuletos você compra, mais espaço de amuleto você tem. Então, eventualmente, você vai poder usar mais amuletos no jogo. E aí você vai combinando e vê que tem os amuletos, por exemplo, das abelhinhas lá que você pega, mais avançado, que fica três abelhinhas te seguindo, que teoricamente ele não faz nada quando você coloca. Ficam três abelhinhas assim, mas quando você comba ele com o outro lá, que é o amuleto do fedor, que te faz ficar fedendo, as abelhas viram o catiço. Elas vão pra cima dos inimigos.

à distância, vira uma batalha de distância. Você só chega e as abelhas explodem todo mundo na tua frente. É uma quantidade incrível de combo e é um negócio simples. Você anda no banco e escolhe o amuleto. Não tem pra onde ir. Tem amuleto que alonga a tua lâmina também, o tamanho do ferrão, né? O alcance, né? O alcance fica maior, né? Vai até três vezes mais o negócio. Então você vai, mesmo que é um jogo que você tem ali só um botão, que você bate basicamente no quadrado e taca magia no... Quer dizer, falando do Playstation, né?

Você bate e taca magia. Só que se você, dependendo da mulher que você tá, o teu estilo de gameplay muda. E eu acho que, assim como eu já falei várias vezes lá no Rapadura, que as animações 2D não envelhecem, né? Viruji também já falou isso e tal. E, cara, o Hollow Knight é a mesma coisa. Ele é simplesmente um jogo que, se o pessoal fala assim, ah, eu posso jogar o Silk Song e o Hollow Knight, será que eu vou ter aquele gap, né, de, pô, um jogo pro outro, a tecnologia?

Não tem esse salto. Eu acho que o Silk Song, inclusive, ele muda algumas coisas e tal.

mais diferente do que tudo. Porque o Hollow Knight, ele continua perfeito na gameplay e por causa do visual dele que é fantástico. O 2D não envelhece, cara. Na verdade, ele só melhora. Porque vai vindo um monte de coisa ruim depois e você olha pra um negócio desse que é praticamente feito a mão e você fala, cara, que coisa linda. E a gameplay, ela não é essa coisa repetitiva. Você pode ir trocando de acordo com os amuletos, sabe?

Então você vai se adaptando de acordo com o que você quer, de acordo com o que você joga e até de acordo com o inimigo. Tem inimigo que se dá melhor com magia, dá pior com magia.

E tem um negócio de imaginar aqui sobre a história do Hollow Knight. Porque você é um personagem que meio que ele surge pra combater essa radiance, né? Que é essa deusa, né? Que é uma deusa que ela foi esquecida, né? Com o passar do tempo. E aí houve um foco em progresso, né? De ser tudo muito mais racional e menos de fé. E aí essa radiance volta.

tempo com essa infecção, como tu falou, né, e aí você, esse personagem, ele surge meio que pra combater tudo isso, né, mas fala muito sobre quando você encontra vários personagens durante o jogo, muitos deles estão desanimados, tipo assim, ai, acabou tudo, é, eu não lembro mais de nada, fala muito sobre o esquecimento, né, o esquecimento, a gente comentou bastante em 2025 sobre o agente secreto, a gente falou tanto sobre memória, né, de não esquecer as coisas que

com a gente pras paradas não se repetirem, né? E é um negócio do jogo. Fala muito também sobre esse sacrifício, né? O sacrifício de tanta gente em prol de algo que é superficial, que é vazio. E aí você vê esse personagem principal meio que brigando pra ele mesmo continuar existindo. É porque ele é considerado o cavaleiro do vazio, né? Quer dizer, considerado não. Ele é literalmente isso. Ele é vazio, só que aos poucos

ele vai mostrando que tipo assim, pô, será que ele é vazio mesmo? Será que ele só tá seguindo? Porque ele não fala nada, ele é só reativo, ele só depende dos outros e tal, ele vai seguindo porque ele é meio que o escolhido, né? Só que a galera fica meio desanimada porque já teve um escolhido antes dele que falhou, assim, que deu tudo errado e tal, e falou assim, ah, beleza, mais um, mais um cavaleiro vazio aí, esse plano aí já não dá certo pra salvar a gente dessa infecção generalizada e tal. E aí, só que aí meio que ele vai, sem falar

lá uma palavra, você fala, mano, mas como assim o cara é vazio? Tô jogando com ele há mó tempão, pô. Eu já passei por tanta coisa, sabe? É que, na verdade, é você, jogador, que preenche a emoção do personagem, né? Você que preenche ele, né? Você que coloca essas emoções ali e você dá uma personalidade pra ele que ele nunca teve, teoricamente. Só que você fica tanto tempo com ele jogando, que você fala, não, esse cara, ele não é, ele não é, não é possível.

Como assim ele é descartável? Como assim ele não é nada, né? Você vai questionando. Não é legal essa ideia de você, jogador, preencher um cavaleiro vazio?

Bom pra caramba. E aí tu começa... É independente, assim, porque a história é realmente muito grande. É uma parada meio Elden Ring, assim. É uma coisa totalmente aleatória, assim. Você descobre pontos dela em momentos diferentes. Você vai descobrir mais da história se você for realmente atrás, assim, de vídeo e tal, que vai ter alguém. A própria Hornet, né? Que ela aparece no primeiro Hollow Knight como adversária. Exato. E depois ela aparece como uma ajuda, né?

É, ela vai mudando e você fica assim, cara, eu não sei nem o que eu tô fazendo, mas eu quero essa menina maneira. Aí tu vai.

tipo assim, a história, ela não... O visual dela é legal e tudo, né? A história, ela não tá clara, porque realmente você não sabe nem pra onde você vai, qual que é a missão principal do jogo. Só que você fica, ao mesmo tempo, com esses questionamentos, assim, tipo assim, mas peraí, por que que tão... Eu não sou descartável. Você entende o básico pra você sentir essas coisas, essa... essa melancolia do jogo, sabe? Tipo assim, você tá jogando com um cara vazio e... você se questiona de um monte de coisa sem o jogo necessariamente... sem saber necessariamente o que tá acontecendo na história, sabe? Porque ele tem várias mini... mini missões ali, mini pontos.

fizeram a missão de você ter que levar uma flor, cara. Fiz tudo, fiz tudo. De um ponto ao outro do mapa. Sem tomar dano. Sem tomar dano de nada pra não danificar a flor, né? É. E é inacreditável, porque o que você faz é tomar dano. Seja de bicho ou de queda, sei lá, se vai cair em algum lugar. Exato. Porque o que eu mais morria é caindo, cara. É tentando fazer o parkour lá. E a melhor coisa que tem é você enxergar a tua própria evolução.

Ainda mais em relação ao parkour, tá? Tem muita coisa que você fala assim, cara, isso aqui, sinceramente,

dá, não dá pra mim. Isso aqui é um esculacho. E aí você vai tentando, vai morrendo um milhão de vezes. E aí, de repente, quando você, se você vai jogar a segunda vez, ou vai, sei lá, ou vai passar por ali de novo, você passa de primeira, sei lá, de segunda, e fala, caraca, que inacreditável, sabe? Você sente que você evoluiu como jogador do jogo. Essa sensação é muito foda, né, cara? Quando você realmente fica bom, né? O jogo tem poderzinho, tem power-up e tal, mas você se sentir melhor como jogador, que nem o Majinago falou, aí é muito satisfatório. Oh, demais, velho. Você olhar e falar assim, pô, olha aí,

Quem diria que eu jogar 20 horas disso aqui me deixaria melhor. Tome. E aí lá se vão mil horas de Hollow Knight. Tem um negócio que essa parte filosófica, emocional, é uma parte que me pega muito no jogo, porque você sente que existe um peso de algo ali, sabe? Naqueles personagens e naquele mundo, mas que aparentemente a turma não quer eliminar essa dor, sabe?

Pesar. Você aprende a conviver, né? Porque o Hollow Knight ali, pensa aí, quando você morre, fica lá a sua sombra. A sombra faz parte de você, né? É você ali. Você tem que aprender a conviver com essa sua sombra. E essa sua sombra, lembra muito, se liga do Celeste, que muitas vezes a gente tem a Madeline, né? E tem a sombra dela, né? Que é o espelho dela. E o espelho dela quer sabotá-la a todo momento. Essa analogia é muito irada.

parece não gostar de como a Madeline vê o mundo, sabe? O espelho dela. E aí, muitas vezes você está fugindo, né? Até você entender que você tem que aceitar que você é a mesma pessoa, né? Que todo mundo tem um lado bom, ruim ou cinza, né? E você tem que aprender a conviver com isso. Porque tudo faz parte de você. Quando você entende que os seus pesares também fazem parte da sua vida, da sua criação, de quem você é, você passa a entender melhor.

E conviver com esses pesos, né? E eu falo de peso, eu falo de lutos, eu falo de arrependimentos, eu falo de coisas erradas que você fez e você acha que nem se arrepende, sabe? Ah, nem me arrependo de ter feito isso e tudo. E ainda é um peso, porque ele sempre volta na sua cabeça. A gente aprende a conviver com diversas dessas coisas na vida e você não tem como descartar isso, né? Você simplesmente vai carregar. Então o Hollow Knight, ele tem muito dessa pegada de...

Olha, você tem que aprender que a sua sombra faz parte de você. Mas, às vezes, as coisas que você conquistou e você tanto se apega, às vezes você vai perder. Às vezes. Que é o negócio lá de quando você morre e você não consegue chegar na sua sombra, simplesmente aqueles itens todos, aquele dinheirinho todo que você pegou ali, vai se perder. E, meu irmão, a vida vai seguir. A vida vai seguir e você vai recuperar. Por isso, quando se fala, a gente sempre fala muito,

um assalto lá, você entrega lá seu celular, suas coisas, coisa material, eu recupero depois. Vai ser difícil, vai ser complicado e tudo mais, mas isso você pode um dia recuperar. Muito diferente da sua vida, né? A sua vida você não tem como recuperar, acabou sua vida, acabou, né? Então o jogo tem essa atmosfera que traz um pesar, mas ele faz você refletir nesses momentos, sabe? Muitos desses momentos, eu lembro, mas de chegar no banquinho e sentar

gritando nele e... Caraca, eu ia até beber água, sabe? Eu saía, ia dar uma respirada, sabe? Porque eu, caraca, finalmente, meu irmão. Meu Deus do céu. Que negócio complicado. Já aconteceu comigo várias vezes também no Hollow Knight. Enfim, nos dois jogos. É tipo assim, eu morri. Cara, é quando você, por exemplo, senta no mapa novo que você não sabe muito bem como é que funciona, né? Você vai andando, você vai abrindo ele. E aí você morre num lugar assim que você fala, cara, que inferno isso aqui, velho. E aí você morre. Aí fica lá. Você tinha até a grana.

Ela tava com 500 gel. Fala, pô, cara, sinceramente, eu não vou voltar lá, não. Eu não vou... Deixa pra lá. Você deixa a alma pra lá e fala, depois eu recupero aquilo lá. Aí você até se joga dali pra você zerar ali, né? Resetar. O risco não vale, né? Você fez assim, pá, o risco não vale. Não vale voltar, eu não tô pronto pra aquele lugar. Até porque o jogo vai te dando não só habilidade de combate, como ele te dá habilidade de parkour também, né?

Tem lugares que você não acessa e não consegue acessar. E aí você tem que voltar...

depois lá. É, depois de conseguir um pulo duplo, né? Depois de conseguir algumas coisas, de se pendurar na parede, essas coisas assim. Tem aquele jato também que ele vai voando, assim, dá um rasante pra frente e tal. E aí, realmente, assim, eu acho que... Eu acho que o jogo, ele tem essa dificuldade no mapa, que realmente é um negócio que... Ele te gera tudo isso que a gente tá falando, mas ao mesmo tempo ele realmente pode afastar muita gente.

Eu lembro, por exemplo, desse jogo novo do Prince of Persia. Não, não sei se é do Prince of Persia, na verdade é o...

se o nome de um jogo é muito parecido com o Prince of Persia. Não sei o que, com o Kenna. Não, com o Kenna, não. Era o Metroidvania. Enfim, era o Metroidvania. Não vou lembrar o nome. Que você conseguia, cara, você tirava uma foto do local dentro do jogo. É o Prince of Persia. É o Prince of Persia? Ah, então eu vi um jogo que copiou o Prince of Persia. Aí você tira a foto e você salva e você fala assim, beleza, nesse ponto aqui, eu não só quero marcar esse ponto, como eu sei que se eu olhar o ponto lá no mapa, eu vou ver um print dele.

Aí eu sei o que tem lá pra eu fazer. No Hollow Knight, o máximo que você tem é você

compra na loja os pins. E aí você estabelece, aí eu estabeleço na minha cabeça. Tipo assim, ó, se eu botar o pin dourado... Vermelho é uma parada, o azul é uma coisa. O pin dourado é um inimigo muito forte, por exemplo. O vermelho é, sei lá, um ponto que eu sei que com habilidade eu vou poder passar. E não conseguir com as minhas habilidades atuais. Aí você vai dividindo. Você tem ali umas cinco cores diferentes. Você tem que inventar na tua cabeça um padrão e fazer.

O máximo que ele te dá pra facilitar são os pinzinhos lá. Mas muitas vezes eu coloco e

lembra exatamente o que que tem lá, eu chego lá e me fruto e falo, putz, cara, isso aqui não era o momento ainda. Aí eu lembro, putz, isso aqui não dá. Nem com o que eu tenho agora dá, eu tenho que pegar mais umas duas habilidades pra vir pra cá. Que é de pulo duplo, por exemplo, né? Que ele tem e tal. Ele tem pulo duplo, ele tem um negócio que ele quebra o chão pra baixo. Então tem muitos tipos de obstáculos que você vai ganhando de acordo com conforme você vai seguindo, né?

Então, apesar de que o jogo ele não te direciona muito, tipo assim, não tem um ponto, venha pra cá, só eventualmente aparece lá, né? Três pontos

mapa pra você ir. Você tem que escolher. Mas como ele não tem esse direcionamento, o direcionamento que ele te dá é te limitando. Fala, ó, aqui você não vai. Então daqui você dá meia volta e vai pra outro lugar. Aí você vai pra outro lugar e pega uma habilidade que você pode voltar e aí fica a confusão. E a maioria das coisas, na verdade, são opcionais, né? Você pode zerar o jogo até bem rápido se você for seguindo a vida. Mas a maioria das explorações assim são opcionais.

É rápido mais ou menos, né? Mais ou menos assim, rápido, né? Porque você precisa de habilidades, né? Se você souber, vai ser rápido, né? Mas explorando ali na primeira vez é duro. Exatamente.

Agora eu te digo, sabe? Como eu desconhecia muita coisa do Hollow Knight, você jogando e dando chance para as dificuldades, entendendo a própria dificuldade do jogo e tudo, você percebe que, por exemplo, os chefões, eles são difíceis, mas eles têm uma repetição de padrão, sabe? Você consegue entender. E aí, depois que você mata, você percebe, cara, nem era tão difícil. Era só não ser afobado, né? Porque muitas vezes você está assustado mesmo.

Você tá assustado, porque ele dá uma porrada em você, aí a tela pisca. Porque ele faz você sentir cada dano que você leva, né? É, se for ainda aquele que dá dois de dano de uma vez, meu Deus do céu. E aí você sabe que quando você bate nos inimigos, você ganha uma alma lá, né? É. E aí essa alma você consegue recuperar o seu life, que são as cabecinhas lá do... Você aumentando essas cabecinhas que você tem. Vai se curando e tal, né? Isso. E aí depois você pode às vezes usar essa alma...

pra atacar, né? Você pode soltar, tipo, a magia quando você vai desabilitando as coisas e tudo. Vai habilitando, no caso, as coisas. E é uma escolha, né? Às vezes fica, caraca, cara, será que eu ataco ou me curo? Eu tô com duas de vida, mas se eu atacar é muito dano, mas se eu não me curar eu vou morrer. Tem que administrar isso. É, você vai encontrando os inimigos em várias situações possíveis e eu acho que o jogo é muito justo, sabe?

Eu acho que há uma justiça no gameplay do Hollow Knight porque ele não é desleal.

Ele não é fácil, ele não vai facilitar tudo, mas ele não é desleal. É um jogo que ele apresenta os cenários e faz você pensar antes de tomar certas decisões, né? Podia aparecer uma caixa, né? Pensa aí. Olha esse cenário aqui. O que você vai fazer? Geralmente você pode escolher a coisa mais idiota de todas, normalmente. É, que é sempre atacar tudo, né? Sair, meter na porrada em todo mundo.

ele não chega a ser um hack and slash. Você não pode sair batendo que nem maluco, senão você vai tomar um dano considerável e vai morrer muito rápido, porque você tem pouca vida, você tem algumas cabecinhas ali só de vida. Ainda mais naquela parte lá, cara, o Deep Nest, o ninho profundo. Meu Deus do céu, cara, o lugar aterrorizante. Além de ter uma vibe aterrorizante mesmo, ele é um inferno de bicho que te dá dano, bicho te enganando, armadilha. O próprio inimigo lá, que é o...

é o Notch, eu acho que é o nome dele, caraca, velho, uma parada macabra, uma aranha macabra e tal, tipo assim, que lugar infernal, isso aqui é só sair dali, mas ao mesmo tempo tem coisa pra pegar lá, você tem que ir pra lá pra passar pelo jogo e tal, então assim, é basicamente, cara, você vai ter que apanhar no começo pra poder entender como é que funciona depois, aí você mata o bicho e fala, putz, era só não ficar que nem um maluco batendo, né, porque esse é o erro, né, você ficar só spamando ali o ataque, você vai morrer, não dá, tem que esperar, tem que esperar o inimigo ver o padrão do inimigo,

tem momentos que você vai matar de primeiro, assim, alguns inimigos, assim, mas boys é difícil você matar de primeiro o boys, né? Porque, normalmente, você vai apanhar pelas adversidades deles. É, você tem que entender o padrão, né? O padrão, o ataque e tudo mais. Principalmente em jogo, que é muito grande, a gente joga muito tempo, chega uma hora que você já não tá pensando tanto, assim, no combate. É, você só quer bater, né?

É, a galera sempre fala do quadrado, quadrado, triângulo lendário do God of War. O Hollow Knight, do começo ao fim, cara, eu acho que os dois jogos, você tem que ficar esperto. Por mais que você seja um ótimo jogador,

você já tinha jogado 100 horas, você está cheio, você está todo equipado, piscou, morreu. Você morre para qualquer bicho aleatório, velho. Até por isso, acho que ele se torna às vezes um jogo cansativo, sabe, nesse rolê. Não é só a dificuldade do cenário, da parte de plataforma ou dos inimigos. É um jogo que você tem que estar praticamente 100% do tempo ligadinho no que está acontecendo ali. Apesar de que ele é um jogo que, sei lá, eu já parei, várias vezes eu parei e fiquei, cara, deixa eu olhar isso aqui. Aí eu fico olhando assim o cenário, fico olhando.

Você tá progredindo mesmo, avançando. O combate esquece. É, o combate tem que ficar ligado, senão você vai tomar. Que é a parada de Souls-like também isso, né? Tipo assim, você pode morrer tanto pra um mosquitinho quanto pra um boss inacreditável, dependendo do seu nível de alerta. Mas se você estiver morrendo muito, no Hollow Knight tem uma coisa legal que é... Tipo, se você dá uma pausa, você mesmo, você como jogador, dá uma pausa.

Vai beber uma água, vai espairecer. Isso acontece muito, que é você morrer 30 vezes

e você, caraca, eu não vou conseguir passar nesse puto aqui. Aí você volta a jogar e aí você passa. Você dá uma distância, né? Isso. Você volta e passa de primeira e de segunda. Aí chega no outro dia, exato. Passa de primeira, né? Muito foda. A gente acha que não. A gente acha que não. Porque a gente joga videogame há tanto tempo que a

a gente acha que é tudo no automático. Ah, já jogo no automático, porque eu já sei como é que faz aqui, eu sei os padrões de um jogo de plataforma, de Metroidvania e tudo, então vou aqui no automático. Meu irmão, é tudo psicológico, tudo psicológico. Se a sua cabeça estiver fritando, você vai ser mais impulsivo, você vai ser mais nervoso, você vai querer se precipitar, porque, nossa, eu tô batendo muito, não perdi nenhum life, vou bater mais, vou bater mais, aí você se afoba e morre. É, porra,

Afoba é a palavra, hein, juras? É um jogo que não dá pra jogar afobado, mano. Não dá, mano. Não dá. Só vai passar mais raiva. Tem que ser paciente. É. E muitas vezes tem um negócio que eu chamo de... É o Walk of Shame, que é o caminho entre o boss... Isso. O Silk Song piorou isso. Nossa, o Silk Song é muito ruim isso, cara. Piorou que eu digo assim... Tem uns que é muito longe, mano. De covardia. Entendeu? E o caminho, além de ser longe, ele geralmente tem um monte de obstáculo, cara.

Bicho maldito que vai te matar, é. Aí você toma um dano, mano. Você quer chegar lá com um life cheio

A do fim do ato 2. Como é o nome daquela chefe lá? Você tá falando do quê? Do Six Song? É a Juíza. Caralho, como é? Não dá. Aquele caminho ali, dezenas de vezes. Dá vontade de parar de jogar. Só pra chegar nela de novo. O caminho da Juíza é uma ratarina, acreditável. Mas aqui também tem... O Hollow Knight também tinha isso. Que geralmente é... Ou é o próprio obstáculo mesmo de pular e de espinhos e tal. Ou então, cara, uma mosquinha. Uma mosquinha.

tiltado, cara, quando eu no caminho morria pra mosca. Eu falava, tá bom. Aí eu ia dormir no dia seguinte. O cara entende, né? Chega, né? Eu tive muitos momentos assim. Por hoje chega. Caralho. Aí tu te liga e volta no dia seguinte e mata o board primeiro. O board não era tão difícil, velho. O que eu acho sensacional é que nessa parte de história do Hollow Knight, você vai montando, né? Vai montando a história, vai passando chefões, vai tendo lá os cenários diversos. Aí você começa a ver aquela cidadezinha dos loucos

Aí você, caraca, mas por que que matei o chefão da cidade aqui dos Louvadeus? E eles não estão mais me atacando. Eles começam a se curvar pra você, né? Ele falou, pode passar, pode passar. E os Louvadeus, eles são um avanço de inimigo, né? Em relação à dificuldade. Eles são bem mais difíceis que os inimigos padrão do jogo que você encontra. E aí, do nada, tu derrota o chefe deles lá, que foi uma batalha, inclusive, incrível dos três ao mesmo tempo. É incrível. São três, né? É, são três ao mesmo tempo ali, basicamente.

quer dizer, na verdade são dois, são três, mas são eventualmente dois ao mesmo tempo. Mas você tem que derrotar os três. É desafiador aquilo ali pro nível do Hollow Knight naquele momento. Eles ficam meio que te testando, né? Porque eles ficam sentados ao fundo, né? Meio que parece cenário de Mortal Kombat, assim. E aí vai um, depois vai outro. Ele puxa assim um ferrão, aí estarta a luta, aí vem eles e tal. E é uma mega batalha praticamente de ritmo ali, que você sabe que vai acontecer.

São três golpes que eles têm só. E, cara, aquilo ali foi uma batalha memorável pra mim do Hollow Knight,

porque eu falei, caraca, velho. Foi a primeira vez que eu falei, cara, que luta legal, que eu parei pra notar a luta mesmo, assim, sabe? Antes eu só tava tipo assim, cara, tem que passar esse bicho aqui, tem que matar esse... E é um balé, né, mano? Essa luta é tipo um balé. A música, inclusive, acompanha. Música, trilha sonora. E aí você consegue ser recompensado podendo explorar o local todo sem tomar o apavoro que você tomou pra chegar ali, basicamente.

Mas você já vai melhorando muito, né, as suas habilidades, porque você já pode se pendurar nas paredes, você já pode dar o dash, você ganha a habilidade de poder

bater que nem eles, né? O Louva-Deus, assim. É tipo uma garra, né? É a garra Louva-Deus. E você também aprende ali a se agarrar nas coisas também. E aí, cara, o parkour, quando você aprende, quando você pode se agarrar, né? Fazer aquele príncipe só péssia, sabe? Tum, tum, tum, tum na parede. Aí... Mega Man, cara. Mega Man X. Mega Man X. Você consegue se pendurar nas paredes. Toma. E aí é muito foda porque o Hollow Knight é um daqueles jogos...

Metroidvania clássico, né? Ele não esconde as referências, inclusive o próprio Castlevania Symphony of the Night,

ele é uma grande referência pro Hollow Knight, em muitos sentidos, né? Em muitos sentidos. Eles não escondem que é a referência principal, assim, né? Nas habilidades, na progressão, mas principalmente nas coisas escondidas, né? Porque como tem coisa escondida nesse jogo, mano? Qualquer paredezinha, você chega e bate na parede pra ver se pode dar pra quebrar. Tu vai andando, tu vai andando, que nem um maluco dando chicotada na parede, assim.

Qualquer parede que você passa, você vai tá, tá, tá, batendo pra mim. Você anda o jogo inteiro rastejando nas paredes, cara, nos cantos, pra ver se

dá pra passar, se dá pra entrar. No teto. Pode ter qualquer coisa. Pra cima, pra baixo, pro lado, pode ter um caminho ali. É, você vê... A gente chama de mundos, mas é... As áreas do Hollow Knight são incríveis, né? Porque quanto mais você desce, mais você vai vendo tipos diferentes de insetos, né? Quando tu falou lá, quando você chega lá no fundo do poço, você fica com medo, porque não chega luz lá nesse local, né? Basicamente, você gera luz nesse local. E os inimigos, eles são extremamente

fortes, a maioria deles dá 2 de dano ali no Hollow Knight, que acabou que no Silk Song virou padrão, né, mas no Hollow Knight era uma área específica que os bichos davam 2 de dano, velho. E quando você coleta essas lavinhas que estão dentro de vidros, assim, pra que você tem que levar pra um local, é... Você chega num local que tem uma lava-mãe, né, lá, que fala assim, perdi minhas crianças, procura aí, rapaz, né? Aí você vai procurando. Ele basicamente fala, é, tipo assim, ó, tem uma larvinha aí que eu tô querendo,

Se você puder achar me mandar pra cá, a larvinha fica toda feliz quando você solta elas, elas vão lá. E cada vez que você vai, você recebe recompensas muito boas, dependendo da quantidade de larvas que você entregou. Cara, tem hora que você recebe, por exemplo, um minério pálido, né? Que serve pra você upar a tua arma, caramba. Inclusive, uma das partes mais, cara, incríveis do jogo, que lembrei de minério pálido, porque também dá minério pálido, que é o Coliseu, cara. Nossa, mãe do céu, velho.

Que parada incrível. Difícil pra caraca. Difícil pra caraca. E o clima ali da galera, a galera gritando, assim, um coliseu mesmo. Ele tem três níveis. O que não me fez pegar a platina do Hollow Knight foi a parte do coliseu. Cara, eu sei que não é história isso aqui. É só pra você testar o quão bom você é. Então, mas não é história de fato, mas ele te recompensa, cara. Porque ele te dá ali, por exemplo... Ele te dá minério pálido, ele te dá gel pra caraca.

caramba, muito, assim, acho que dá dois mil de uma vez, mas ele te dá, acho que espaço de amuleto, inclusive, é difícil, são três níveis, o primeiro vai, o segundo, ele pra mim já é muito difícil, e o terceiro, eu demorei muito pra conseguir fazer o terceiro, muito mesmo, muito, eu demorei, eu virei um mês e não consegui, não fiquei um mês inteiro só tentando, mas eu fui seguindo o jogo, ah, depois eu volto, depois eu volto, depois eu volto, cara, toda vez que eu voltava, eu apanhava pro Coliseu 3, velho, porque é uma mistura de tudo o que o jogo é, que é plataforma, misturado com

tem inimigo, muitas vezes o chão desaparece, fica só espinho. Você tem que ficar agarrado e batendo, né? Tem que bater nos inimigos pra poder passar de nível e mudar o cenário. Cara, uma parada bizarra, assim. O Coliseu é... Mas eu achei a ambientação dele toda legal, assim, e a recompensa também que ele dá. Vale a pena ir no Coliseu, né? Você só perde a sua sanidade. Sim. Agora, a discussão da história do primeiro Hollow Knight é muito maneira, né? Porque você tem lá o rei

pálido, ele dá inteligência pros insetos. Aí os insetos começam a criar suas civilizações e começa a ter o progresso, né? Começa tudo a evoluir, tudo mais, etc. E aí a parte da fé, da crença some. Até que essa crença volta como uma infecção. E aí o rei pálido e a dama branca lá, eles criam lá esses cavaleiros do vazio, né? Pra tentar conter, né? Só que esse daqui que a gente tá jogando, né? São várias tentativas, né? Até chegar na gente, né?

não só esse personagem é o escolhido, como a gente é o escolhido pra guiar esse personagem, né? Então a gente também faz parte desse... E assim, na verdade, você não sabe se... Você, tipo assim, teoricamente é o que vai dar certo. Mas na verdade, você é só mais um. Na história, você acredita que você é o que vai dar certo porque você tá jogando. Mas na verdade, você é só mais um. Vários tentaram ali e não conseguiram. Isso era um plano falho do rei e tal, pra poder livrar a galera. E aí você, será que você vai ser mais um? Ou vai ser o cara, o escolhido?

E aí o jogo é em torno disso. Aí tem a hora que o jogo divide, ele te dá três lugares no mapa que você tem que ir pra poder, de fato, ir pro último boss, né? Ele marca, o único momento que ele marca alguma coisa no mapa é isso. Ele marca três símbolos e fala, ó, você tem que ir pra esses três lugares. Na verdade, não fala nada. Você que olha e fala, ó, eu tenho que ir pra esses lugares porque tá marcado no mapa. Aí você vai, tem um lá que é mais difícil porque não é um momento de parkour e tal, mas os outros são mais acessíveis.

coloca esse objetivo, você zera. Não, tem lugares que você chega, que você mata chefes, mas não necessariamente você vai pegar o que ele tá pedindo, né? Que você chega no local. Então, eu sempre ficava com isso na cabeça. Cara, toda vez que eu chegar nesse local marcado, eu vou ter que matar um chefe. Extremamente difícil pra conseguir esse item. Só que eu já enfrentei o chefe antes, e aí joguei mais um pouquinho, e aí cheguei no local e não tem nada. Tipo, só tem a coisa pra pegar lá, né? O item pra pegar.

Tem um negócio, é. Porque você pode basicamente ir pra qualquer lugar se você tiver com habilidade pra ir. É. Mas é porque a gente se acostumou no mundo dos videogames nisso, né? Que é pra você pegar o item que tá marcado ali no mapa, você vai ter que matar um grande chefe, vai ser uma grande batalha e tudo. E no fim, às vezes, nem é, né? Você só tem que chegar lá, né? Só tem que chegar naquele local. O jogo, ele tem um elemento também que você chega teoricamente rápido nele, dependendo de como que você explora, que é você ganha o ferrão dos sonhos, né?

uma habilidade que você usa pra poder até absorver a alma dos inimigos e pegar neles. É meio demorado, é meio difícil de pegar, mas se você tiver a mãe, você puxa a alma deles, assim, com um triângulo até, né? Mas aí, isso aí evolui se você ficar fazendo as missões de coletar almas, né? Naquelas arvorezinhas lá. Você vai coletando as almas e tal, vai coletando aquelas almas e trocando com aquela velha que fica lá no Reino do...

Terra do Descanso, sei lá. E aí você vai trocando, cara, e chega um ponto que você ganha uma habilidade que é de marcar

um ponto no chão pra poder teleportar pra esse local depois. Isso aí muda, isso aí, nossa, o jogo vira outra coisa, porque aí você, e aí não importa, banco, não importa nada, tipo assim, se eu segurar o triângulo ali, eu volto, eu dou TP pra onde eu marquei lá atrás. Então ele recompela você. Fala uma coisa de banco, cara, o negócio do banco é curioso, né, porque você, ai, pô, eu não quero perder esse dinheirinho, né, porque se eu morrer aqui e não recuperar minha alma, me fudi. Aí você bota no banco. Ah, tá,

Você tá falando do banco, banco mesmo, da... A instituição financeira. Banco no Brasil, é. A instituição financeira dentro do jogo. Tem um banco ali. Aí, simplesmente, você tá lá, opa, tô precisando de uma grana, vou lá no banco. E o banco não tá lá, rapaz. Simplesmente, o cara foi embora. Não, não só não tá lá, é uma senhora. Não só não tá lá, quando você chega, você achava que era um imóvel ali. Aí cai a placa, assim, de papelão, assim, pum. É, é tipo um fingimento. Aí você fala...

você perdeu dinheiro, caralho. Botou no banco e cadê onde colou? Banco Master. Investiu no CDB do Banco Master. Caraca, vai ter um Banco Master no Hollow Knight, filho. Os caras sumiram com o teu dinheiro, filho. E é 4 mil, né, cara? Eu não sei se você sabe, mas pra destacar ali, pra isso acontecer, basicamente, você tem que colocar 4 mil ali. Inclusive, é até uma dica, né? Se você... Sei lá, se você quiser guardar 3.500 lá, você pode.

Porque vai ficar lá. Agora, se você botar 4 mil, que é o máximo, eventualmente a mulher vai dar o golpe. E vai

desaparecer com o seu dinheiro, e você vai falar parabéns por acreditar em estranhos. Mas dá pra, depois de mó tempão, você consegue recuperar, você até ganha mais ali. Mas é mó rolê pra recuperar, sim. Mas você consegue. É até engraçado quando você recupera isso. Eu lembro que quando eu tava, quando eu comecei a jogar Hollow Knight pela primeira vez, e eu tava vendo a dificuldade do jogo, e aí eu parei de jogar, né? E aí fui ver gameplays mais avançados, e aí os caras cheios de habilidade, e desviando,

caralho dos inimigos, dos golpes e tudo. Meu irmão, eu não vou chegar nesse nível. Não tem como. Eu acho que esse jogo não é pra mim. É aquela coisa da evolução do jogador. Que é uma coisa que eu sinto, às vezes, com jogos Souls, assim, sabe? Eu acho que eu nunca joguei Dark Souls, Demon's Souls, assim. E aí só peguei o Elden Ring, porque eu acho que o Elden Ring é um pouco mais acessível, apesar de ainda ser mais difícil. É difícil de uma forma geral, assim, né, esses jogos. Mas eu sempre achei assim, cara, acho que não é pra mim, não, esse rolê, sabe?

E aí, depois de um tempo, você percebe que você só perdeu tempo, sabe? Se você tivesse se dedicado um pouco mais, você teria como avançar e tudo. Mas a gente que gosta desses jogos, assim, sabe? O Rolla Knight, ele tem os elementos dele muito inspirados em Souls-like. Mas eu também tinha isso com Souls-like. O sentimento depois é tipo assim, caraca, mano. Pô, eu fui muito bizonho, né? É tipo assim, eu consegui, mas tipo assim, caraca, quanto tempo que eu demorei pra... Mas é isso, o processo, ele teve que existir.

Não tem como você... Eu sempre conto aqui, essa experiência, por exemplo, que eu tive com o Bloodborne, que foi um jogo que eu fui conseguir jogar mesmo, que eu fui jogar de fato três anos depois de ter jogado ele a primeira vez. E ter ficado tipo, ah, esse aí já não é pra mim. Um dia eu fiquei a saber, vou jogar essa parada aqui. Voltei do mesmo lugar e foi completamente diferente a experiência. Hoje é um dos meus jogos favoritos daquela geração ali. Então, tem muito dessa parada do seu sentimento também, do momento, né?

conta muito, mano. E uma mistura do que o Jurandir falou também, de às vezes outras experiências que você teve, às vezes não exatamente iguais, mas que te deram sensações similares e você acabou passando e seguindo e investindo em cima disso, né? E aí você acaba meio que pegando isso como um próprio exemplo, né? Eu acho que tem muito disso mesmo. O Souls Like, por exemplo, pra mim, eu era completamente contra. Eu falava, cara, isso aí é coisa de maluco, né?

Eu vou jogar videogame pra ficar sofrendo, não sei o quê. Era esse discurso básico. Aí eu fui, eventualmente,

e meu primo me apresentou o Elder Ring, né? Dois anos depois. Foi na retrasada que eu joguei, assim. E aí, cara, me apaixonei. De verdade, assim, eu devo ter... Só no videogame eu tenho 500 horas de Elder Ring, assim. Fora no computador também, depois que eu botei. E aí, assim, joguei muito e tal. E aí, caraca, pô, mas aí não tem mais o que fazer em Elder Ring já, velho. Já zerei mil vezes, já platinhei, fiz um monte de coisa.

Aí ele falou, é, vai jogar outro jogo, pô. Outro Souls-like. E aí, cara, eu fui jogando todos os Souls-like que eu fui negando,

vida inteira. E parecia que eu era outra pessoa, sabe? E foi bom, né? Foi bom pra cá. O Lies of Peak que eu joguei depois, meu Deus do céu, velho. Fiquei apaixonado pelo jogo, pela arte do jogo. Falei, caraca, velho, jogando jogo, que pra mim era um negócio que, tipo assim, eu falava mesmo com o Johnny, não é pra mim. Mas o Elder Ring desbloqueou isso, porque ele é mais... Ele é acessível, realmente, em comparação aos outros, mas ele ainda é muito difícil ainda, ele é muito desnorteado e tal, né?

Você não sabe pra onde vai e tal. Mas aí, cara, uma hora é isso, é... Você desbloqueia, não sei se você evolui como jogador, como pessoa, como sei lá o quê.

de evoluir, não tô falando de evoluir, tipo ah, eu jogo muito, né? Eu sou bom jogador, mas é evoluir, sei lá, a forma como você lida com frustração mesmo, sabe? É diferente. Sim. Videogame tem disso, né? Ensina muito sobre resiliência, né? Sobre você acreditar que você pode, sabe? Exato. De você desenvolver suas habilidades de aprendizado mesmo, sabe? Você tem como se desenvolver e melhorar como ser humano jogando videogame, sabe? As suas habilidades

de você acreditar em você mesmo, sabe? Achei isso muito legal. É, a gente comentou na recente abertura que o Bruno trouxe o estudo lá, né? De como a geração atual encara essa frustração. Mas eu acho que a gente... Tipo assim, o Felipe não tá no 40 a mais aí ainda, mas já tá no 30 a mais há um tempo. Muda muito, cara. Inclusive hoje, no dia da gravação desse podcast, é aniversário do Imaginago, hein? Olha aí! Mais um dobro. Tô na casa dos 30 agora, finalmente. Caraca, 30! Muito jovem, uma criança, basicamente.

Até eu tô com inveja. O imaginago de 20 anos reagiria diferente a um... Ah, mas era com 20 anos mesmo que eu... É, provavelmente eu não jogaria Hollow Knight, não. Provavelmente. Eu não teria largado em algum momento. Agora, o imaginago, pra zerar o Hollow Knight, você enfrenta a Radiance, né? Você vai dar aquela grande batalha final. É, assim, se você... Você já tá super poderoso, né? Exato, mas assim, tem gente...

Tem gente que nem enfrenta ela, tá? Tem gente que enfrenta só o doidão lá, o cavaleiro... Esqueci o nome, cara. O cavaleiro preso lá, né? Sim. O que tava selado. E não chega nem nela, porque pra chegar nela, você tem que fazer uma jornada específica, né? Você tem que fazer escolhas específicas. Senão você só enfrenta o cavaleiro lá anterior a você, né? E aí termina o jogo e valeu. Mas aí, cara, sempre que você termina esse tipo de jogo, ele salva antes de você tomar a decisão que vai mudar o final.

Então você pode simplesmente ir lá e fazer o que chama de final verdadeiro. Enfim. E aí você enfrenta a Radiância lá. E aí é um negócio bizarro. Eu acho que eles fazem até finais diferentes pra falar, galera, realmente, tipo assim, é um desafio. É, só se você quiser mesmo aqui, né? Zerar. Zerar tradicional, zero aqui. Mas se quiser fazer o verdadeiro, aí que é duro, cara. Porque você termina e fala, pô, mas eu fiz o falso. Aí você quer ir no verdadeiro.

E aí o verdadeiro é inacreditável. A Radiância é bizarro. Tem que ter realmente seus parkouros em dia. Fora depois que eles botaram

lá, porque pra platinar o jogo você tem que fazer aquela loucura do panteão lá, né? Cara, o panteão é inacreditável, porque você tem que basicamente enfrentar todos os bosses que você enfrentou até aquele momento em sequência. Então é lidar com os bosses como se fossem inimigos normais, que você enfrenta e vai pro próximo. É um negócio do Mega Man, né? A gente tem isso no Mega Man, né? Que quando chega nas últimas fases do Mega Man, você vai enfrentando... Mas até isso eu acho genial do videogame, né? Porque

a gente enfrenta esses chefões e aí a gente fala, caraca, como é que eu vou matar o pinguim, a topeira lá, o Mega Man X, né? O gavião lá, né? Você passa mal com todos eles, né? E aí quando você vê, você tá tão forte, você melhorou tanto como jogador, e você tem habilidades também, que você consegue enfrentar todos na sequência. Como se fossem realmente um mobzinho normal. Inimigos normais. Só que aí, obviamente, cada vez que você vai chegando perto dos inimigos que você enfrentou recentemente, aí vai ficando mais difícil. Aí você volta

Esse que é o duro do... Mas é o progresso. É o progresso da sua habilidade. Imagina aí você... Você começa a fazer a sua caminhada ali na esteira. Cinco minutinhos. Aí você... Caraca, cinco minutos. Estou cansei pra caralho. Não sei o quê. Dá um salto de duas semanas. Duas, três semanas. Aí você faz dez minutos. E aí andando de boas. Aí você... Caraca, estou... Estou bem aqui. Dez minutos aqui. Consegui de boas. Aí um mês. Você já está dando aquela corridinha. Começa correndo já, caralho.

E aí você, caraca, fiz 5 minutos correndo? Que isso, gente, né? E aí você esquece de olhar pra quando você começou. Quando você começou, você não conseguia andar direito em 5 minutos. Agora você tá correndo em 5 minutos. Sabe, é... O videogame, ele tem muito disso, dessa entrega pra você, sabe? O Hollow Knight, ele... O bicho panguão no começo. Apanha pro bicho panguão, aí tu volta e depois fala, cara, como é que eu morri pra esse panguão aí?

Agora você para, você fica parado assim, desviando dele e fala, como é que eu morri pra isso?

questionando como é que esse bicho te acertou, velho, no passado. É uma loucura. Tem um trecho clássico do BoJack Horseman que fala exatamente isso daí, Júlio. Que é ele conversando com o mentorzinho dele lá sobre corrida. Aí ele fala assim, fica mais fácil? Aí ele fala, fica um pouco mais a cada dia. Mas você tem que correr todo dia. Essa é a parte difícil. Aí ele fala, mas fica mais fácil. É isso, sabe? Tipo, constância qualquer vai deixar mais fácil no longo prazo.

Que frase, hein? Que frase, hein? Reflexão. Reflexões filosóficas nesse podcast. Mandei mais

Tem uma série que só tem uma temporada apenas na Netflix, mas é uma obra de arte inacreditável. Recomendo pra todo mundo assistir, pra você ter esse tipo de reflexão filosófica, sentimental, e sobre a vida de uma forma geral, que é a série The Midnight Gospel. Ela é... Cada episódio é um inacreditável. É uma realização diferente. O conceito já é doido, porque é um podcast, vocês estão ligados, né? Sim, é um podcast.

que os caras animaram. Eles estão contando a história e tudo mais. Aí tem histórias sobre luto, sobre superação, sobre coisas da vida. Drogas. Porra, o episódio com a mãe dele é muito foda, mano. E essa é uma série que é bom assistir umas duas vezes por ano. Porque toda vez que você assistir qualquer episódio dessa série, vai bater de jeito diferente. Com certeza vai. Tá maluco. Caraca, duas vezes por ano? Sim, dá, não dá não a cada seis meses. É curtinha, porra. Tem, sei lá, poucos episódios. Netflix. É Midnight o quê?

Midnight Gospel. Midnight Gospel. Há a possibilidade, mas você trintou, ou seja, você vai entrar na crise dos 30. Mentira, nem sempre tem crise dos 30. Não tem crise, não, de boa. Às vezes tem. Às vezes tem, né? Eu tive antes dos 30. Eu tive a 29, tá bom. O episódio tem 20, 25 minutos e são 8, pô. Ah, não. É muito da hora. É muito da hora. É incrível. Mano, não, é foda. É incrível. E esse episódio da mãe, ele é sensacional, porque a mãe dele é psicóloga, né? É o último.

né? É. E aí ela dá ensinamentos pra ele sobre, tipo assim, que você tem a necessidade... Mano, é do criador de Hora de Aventura, que isso? É, pô, é mesmo estético, inclusive. Panguê, panguê. Não é uma coisa que você quer, mas o seu corpo, ele tem uma necessidade de sentir dor, sabe? Você sentir a dor da perda. Você aprende com a dor da perda. E eu tô falando não só da perda de morrer alguém, ou você terminou um relacionamento e tudo mais, perdas. Ai, caralho, eu tô,

com 10 reais no bolso, perdi meus 10 reais. Perdi minhas armas no Roller Night, meu dinheiro no Roller Night. Você compreender que a perda faz parte da vida, a gente escuta de coach, né, a vitória, você tem que vencer, a vitória, não sei o que e tudo mais, mas caralho, as perdas fazem muito parte da nossa vida. Primeiro porque quando você recebe o seu salário e aí no dia 2 você já tá sem esse salário, você já perdeu ele inteiro porque você tem que pagar um monte de conta, você tem que lidar com isso, rapaz.

você vai perder as coisas, sabe? Então, é esse tipo de reflexão que... Acho que pro Evandro, esse episódio da mãe deve ter sido muito forte, né? E a mãe do cara morreu, tá ligado? E eles gravaram pouco antes. Pouco antes de ter acontecido foi quando eles gravaram. Mas tem vários. O sétimo é sobre morte também. Eu tô vendo aqui. O nome do episódio é Papo com a Morte. E aí é o personagem principal, que é o Clancy, conversando com a morte.

É muito foda essa série, tá, mano? Tem uma coisa, né, desse episódio com a mãe que ele fala,

sobre o quanto tem coisas que você não pode controlar e que chorar faz parte. Chore. Chore, porque você, no processo de encarar o luto, o luto faz parte do amor. É forte isso, você dizer que o luto faz parte do amor. Porque, meu irmão, você tem que desapegar de muitas coisas. Você aceitar, você escolher algo, é deixar de escolher outras coisas. Quando você escolhe uma, você deixou de escolher outras. Então você perde também.

no processo. E faz parte. São as nossas escolhas, né? São as coisas que a gente faz na nossa vida. Fica a dica aí. Midnight Gospel combina muito com o tema... Parece não ter nada a ver, mas tem tudo a ver com o que a gente tá falando de Hollow Knight. E aí, jovens? Simplesmente, em 2017, saiu Hollow Knight. Existiu uma especulação absurda de que ia sair uma continuação de Hollow Knight. Quando vai sair? Meu Deus do céu! Por que é que tá demorando? Que parecia muito que ia ser aquele Last Guardian. Tá ligado? Isso.

É. Foi pra outra plataforma de tanto tempo que demorou. É que nem a gente falou, ele originalmente tinha um DLC programado com a Hornet e aí durante o desenvolvimento do time que era bem pequeno, né? Durante Hollow Knight foram três pessoas. Três pessoas, basicamente. E mais alguns ajudando em algumas áreas aí, né? Trilha sonora, coisas assim. O porting foi feito por outras pessoas e tal. Só que o jogo que seria um DLC acabou virando grande demais e virou um jogo só dela. Se empolgaram um pouquinho, né? Se empolgaram e como tinha

uma liberdade muito grande exatamente por conta do sucesso do primeiro Hollow Knight. Dos milhões que eles botaram no bolso. Então os caras puderam ficar e cresceram o time um pouquinho e puderam ficar ainda sete anos fazendo a sequência basicamente. Oito, né? Mas imagina isso. Tipo assim, no primeiro eles já foram psicopatas. No primeiro eles já foram psicopatas de atenção aos detalhes, polir, fazer uma parada que beira o impecável. No Silk Song eles tinham tempo e dinheiro, cara. Melhor dos mundos, né? É.

tipo assim, me deixa trabalhar aqui. Tanto que pouco antes de sair, foram perguntar, pô, aconteceu alguma coisa? Tá atrasado e tal? Os caras falaram, não, não, a gente só tá fazendo aqui. Tipo, não tinha nenhuma empresa gigante por trás, cobrando a data, cadê o treino? Acionistas cobrando, né? Exatamente. E de forma intencional, eles decidiram se comunicar pouco enquanto o jogo tava sendo produzido, porque o foco era produzir mesmo, assim.

Tanto que o anúncio do lançamento veio duas semanas antes, né? Depois desse período de qualquer transmissão que tinha, de qualquer coisa sobre

sobre jogos, assim, minimamente relevantes. A galera ficava na expectativa de ver um trailer com o lançamento. Durante os anos, teve uns momentos que parecia que o jogo ia sair em outros anos e não saía e tal. E aí sim, na época do lançamento, teve outros indies mudando data. Teve problema nas plataformas, né? No dia do lançamento. Tipo assim, os caras falaram, ah, vai sair o jogo aí, tá? Só que eles esqueceram que, tipo assim, o mercado se planeja pra evitar os tubarões, né? Principalmente o mercado indie, né?

de onde ele veio. E aí eles viram... Ah, mas que eles até falaram lá, pô, foi mal aí e tal. Tipo, eles deram uma... Porque, tipo assim, a galera indie falou assim, não, vamos... A gente se planejou pra lançar o jogo aqui e do nada vai ter Silk Song. Esquece. Silk Song era... É só Silk Song e acabou. Não tem mais nada, né? E o preço também, né? Nada mais pelo preço. Teve a polêmica do preço também na época que anunciaram 20 dólares.

E aí a galera faz aquela comparação de, pô, se o Silk Song é 20 dólares, como é que eu vou pagar 21,50 nesse outro joguinho aqui? Esquecendo de todo o contexto do desenvolvimento, né?

podia ter metido ali um valor, né? Até pelo conceito, até pela expectativa, eles podiam fazer o dobro ali, tranquilo. Sim. Que ia pagar, cara, porque ainda assim ainda não ia ser um preço cheio bizarro desses aí que o pessoal dá em jogo, né? Aí gerou essa polêmica aí. Cara, foi tão bizarro que pela primeira vez simplesmente caíram as lojas. Doideira isso, né? Aí o Steam caiu. Você tem noção do que é o Steam cair no dia do lançamento de um jogo?

Fiquei boladaço. Foi loucura, pô. Eu vi as notícias e falei, ah, esses caras estão

até parece que caiu. Abri todas e todas tinham caído. Até o Xbox deu uma baleada no dia. Isso é muito foda, caralho. E no Playstation, o dobro do preço. Bonito. Sempre, né? Sony sempre botando na bunda da turma. Agora, quando eu fui... Isso foi em 2025, né? Foi um dos jogos mais comentados, assim. Saiu em matérias de vários jornais. Fazia tempo que eu não via um jogo de videogame ganhando espaço na mídia tradicional, assim. Ganhando destaque em outros lugares, né? E aí o Silk Song, ele gerou muito fudum.

primeiro, como o Evandro falou. Caíram as lojas, o preço muito barato e o jogo que... Cara, se você não jogar, você tá perdendo aí a parada, hein? E aí eu até comentei com o Evandro. Evandro, eu acho que esse frisson inicial é um frisson inicial porque quando a turma começar a jogar de verdade, o pessoal vai passar a pau jogando. Muitos vão começar a jogar, poucos vão zerar esse jogo, sabe? Exatamente. Eu achei o hype muito alto pro nível de dificuldade

do jogo e é por isso que inclusive o jogo ele gerou várias polêmicas, né, que o pessoal fala, não, isso aí é skill issue, isso aí tá reclamando do negócio que você que é burra, aí começou a galera se xingando, falando, ah, é muito difícil. É, e aí, pô, não, tu que é ruim, não sei o que, e é assim, porque realmente não é um Super Mario da vida, sabe, pela popularidade dele, tipo assim, eu vi e falei, cara, vai chegar na galera que vai comprar pela imagem, fala, ah, jogo fofinho, bonitinho, pelo hype, e aí,

vai comprar e vai falar, ué, por que eu não tô conseguindo avançar? Porque o jogo é difícil pra caraca, velho. Então o hype foi muito maior do que jogos com essa dificuldade que costumam ser. O que foi parecido com o Elder Ring também. O Elder Ring foi extremamente hypado e muita gente entrou e ficou tipo assim, caraca, jogo ruim da bexiga, não dá pra fazer nada, não sei nem pra onde eu vou. Exatamente. Se o cara for pro Elder Ring esperando o God of War, ele vai se frustrar, né?

É o ruim de estourar a bolha é esse, né? E se ele for pro Hollow Knight esperando o Mario, é pior ainda, eu acho. E não tem, tipo assim, e aí, gente, o que é que eu posso fazer aqui?

Melhore. Seja melhor. Seja melhor. A única dica é seja melhor. O jogo manda aquela mensagem do Street Fighter Victory, o anime. Nós vamos ao encontro mais forte. É isso aí, meu irmão. Você tem que ficar mais forte. Eles mantiveram o que a gente falou.

Lola, no Hollow Knight, eles não estavam nem aí se você estava perdido ou estava achando difícil. No Silk Song, item doidão. Não está, não sei o que, podia. Podia, mas não é. Então, assim... Cara, para ser bem sincero. Lide com isso. Assim, eu lembro que a minha prima, ela chegou para mim e ela falou assim, pô, mas eu achei o jogo fofinho. Eu falei um negócio porque ela foi, porque ela, pô, achei o jogo fofinho, tipo o Mario, né?

E aí ela falou, mas você não falou que se ficar mais forte, eu fico mais forte para poder fazer as coisas? Eu falei, mas para ficar mais forte, você tem que sair daí, onde você está. Você não está conseguindo sair da...

da base, pô. Você tem que sair daí pra você pegar a habilidade nova. E ela realmente teve um choque, assim, tal. Ela reembolsou o jogo. Não era pra ela naquele momento. É muito difícil, cara. Um dia ela pega de volta. Mas é... Mas o Silk Song, ele é, cara. Ele é como se fosse o... Tipo assim, o Hollow Knight é o tutorial em relação à dificuldade do Silk Song. Caralho, sério? Eu joguei só o Silk Song inteiro. É, assim, em relação à dificuldade.

E eu achei difícil pra caralho. Em relação à dificuldade, o Hollow Knight, ele... Cara, ele é... Só as fases... A fase final do Hollow Knight, ela é realmente desafiadora.

nível Silk Song, assim. Mas é que, cara, basicamente o Silk Song, todos os inimigos, inimigos básicos, eles te dão dois de dano já. E ela, inicialmente, ela não tem um esquema de se curar, necessariamente, né? E uma coisa que eu também demorei pra me adaptar é porque ela bate meio na diagonal. Ela não bate pra baixo. É, o ataque diagonal dela é complicado. É melhor muito quando você pega o outro. Eu peguei o outro. Eu lembro que como eu peguei o Silk Song e eu falei assim, hum, eu acho que eu tenho que jogar,

o Hollow Knight, e aí joguei o Hollow Knight do começo ao fim, passei duas semanas, eu acho, jogando direto, e aí entrei pro Silk Song, e aí a dificuldade que as pessoas estavam me falando, eu aparentemente não sofri tanto com essa dificuldade, com o Silk Song, porque eu acabei de vir do Hollow Knight, então minha cabeça já estava em funcionamento desse universo, sabe, assim, eu tava no ritmo total, ok, que é uma personagem nova, com habilidades diferentes, essa parada da

diagonal é complicada, principalmente que você tem que fazer aquele se progredir na parte de plataforma com essa diagonal, né? Às vezes você erra, ao invés de ser diagonal, você bota meio pra baixo, aí você erra o golpe, aí você morre, né? E você tem que voltar lá. Eu fiz igual o Evandro falou, cara, quando eu achei a... Porque ela muda, né? Por isso que eu falo que são dois jogos até diferentes, apesar de parecidos. O sistema é diferente porque ela bate diferente, ela bate até a distância também, mas basicamente você tem poses nesse jogo, né?

poses do engenheiro, do artista, do não sei o que, não sei o que lá. E aí, dependendo da pose, você bate de maneira diferente, como você também pula de maneira diferente, assim, dependendo de o que você vai fazer. Então ela bate direto pra baixo, igual o Hollow Knight bate. O padrão dela é bater na diagonal, assim, cara, que demora pra você pegar. Quando eu peguei esse aí, aí o jogo começou a avançar pra mim. Apesar de que eu vi, gente, até o final na diagonal.

Porque é isso, o cara se acostumou e foi, né? Mas eu, eu apanhei nesse começo aí. Inclusive,

teve horas ali, cara, que eu ficava meio tiltado assim, porque esse jogo é realmente muito mais difícil. E eu olhava o Jurandir, eu olhei o Jurandir lá online e eu fui, solicitei a compartilhar a tela dele. Pra ver meu gameplay. Aí fiquei vendo ele sofrer lá, só vendo, não falei nada, nem liguei pra ele nem nada. Só aceitou. Ele aceitou compartilhar a tela. Prazer de ver o amiguinho passando raiva. Aí eu peguei meu almoço e fiquei vendo o Jurandir, cara.

Passando um perrengue do caramba na lava lá. Mas é legal também você ver o progresso, né? Porque você vai morrendo, morrendo, morrendo e você passa. Eventualmente sim.

Mas o Silk Song é muito cruel. Ele é muito cruel em relação, por exemplo, aos bosses que você... Primeiro, o dano que eles dão que é absurdo em relação ao Hollow Knight. Dois de dano. Mas a distância que a gente estava comentando da Juíza, por exemplo, é praticamente um outro jogo até você chegar nela toda vez que você morre. Então você fica dividido entre... Eu nem consegui encontrar o padrão do boss porque eu simplesmente não enfrentei ele o suficiente porque eu demoro mais tempo para chegar nele do que para enfrentar ele.

do Boys. O caso da Juiz é claro, assim, o caminho é infernal. Tem alguns que a gente falou da Juiz, e a Juiz é tristeza demais, cara. Agora tem uma coisa que acho que é muito importante de falar, é que a gente pensa que com o final do primeiro Hollow Knight, a gente tá... Ah, a gente salvou o mundo, não sei o quê. Não, foi tudo do caralho. O Hollow Knight não volta a ser o que era antes, a Cidade das Lágrimas continua lá, o povo chorando. A galera que tinha um sonhador... Claro, não é a Cidade da Felicidade?

O Rei Pálido desapareceu, né? Tem muita coisa que foi perdida e tudo. E por mais que o Cavaleiro, né? O nosso personagem, ele, tipo, tenha sido importante naquela história e tudo mais e continuou um vazio, sabe? E aí a Hornet, que é essa protagonista aqui do Six Song, ela representa a esperança, sabe? É, toda a ideia do jogo é como se fosse meio espelhado, né? Do primeiro. Exatamente. O Cavaleiro, ele era mudo.

Ela tem voz, ela fala. Ela já fala, já conversa. Guaraná, né? Guaraná! Guaraná! Guaraná, você desce, o Silksong você sobe. Tem todo um esquema de... Açaí! Açaí! Ela dá muita patada nos outros também, né? Ela é poucas ideias também e tal. Ela é poucas ideias pra caramba. Caraca, açaí eu falei, na verdade é o golpe do... Eu tô jogando tanto League of Legends. Você falou açaí, eu achei que você tava de meme, porque é Guaraná, pô. O golpe do Iaço, do League of Legends. Açaí. Açaí. Tá mal.

Mas o que diferencia muito do Hollow Knight pro Silk Song é o quanto esse jogo aqui é colorido e a qualidade visual do Silk Song eu acho que é um dos jogos mais bonitos de Metroidvania que eu já joguei na minha vida. É porque ao mesmo tempo, é porque assim, é o que eu falei, o 2D do Hollow Knight ele não envelhece e tal, só que o Hollow Knight ele era mais melancólico mesmo, então as cores também eram mais

esse lado. Aqui você tem muito verde, muito azul, você tem muitos mapas diferentes, assim, laranja, assim, tem muita coisa, lava, né? E aí o jogo fica um absurdo, apesar de que é a mesma... Muita natureza. É a mesma arte, mas tem muito mais cores e tal, e obviamente tem muito mais detalhes e elementos ao mesmo tempo na tela, né? É, e mais contraste, né, cara? O fato de ter mais cores, tem mais... Esses cenários que você vê a profundidade, assim, tem lugar que tem 8, 10 camadas, porra, se você for contar. Bizarro.

na frente, aí assombra, aí outra atrás, atrás, atrás, aí chega no Paralaxe que tá a personagem. Aí atrás dela tem mais um montão de coisas. Caraca, como pode ser tão bonito? Tipo, é muita estrutura de asset um na frente do outro, sabe? Se a gente for colocar a camada de profundidade, assim. Tem um negócio que a Honest, ela tá doente, né? Toda hora ela apaga, né? E aí ela acorda, né? E aqui também tem uma diferença de cenários, que é tipo assim, no começo você começa pela parte

mais pobre daquela civilização ali, e é uma galera meio com trapos e, sabe, miserável e tal, uns bichos meio tudo zoado, aí tu vai avançando, dependendo se você vai subindo ali, você vai chegando na galera da elite mesmo, né, que tá com a grana, e aí é tudo de ouro, tudo bonito, com luzes e bem feito e tal, polido, né, ele vai, e o mapa é muito maior também em relação ao Hollow Knight, meu Deus do céu, cara, eu demorei pra abrir o mapa, pra abrir todos os mapas,

Quando eu tava jogando, eu terminei, assim, depois de zerar o jogo, eu falei, ah, deixa eu ver aqui, deixa eu dar uma olhada no mapa aqui, no Google, pra ver se falta algum que tá escondido. Caramba, faltavam uns oito lugares que eu não tinha descoberto, pô. Eu falei, caraca, mano, que isso, velho. Eu tinha zerado o jogo, velho. E aí fui lá, fui procurar. Fui procurar e ir explorando o jogo mais, porque ele é meio que o... O sistema de batalha é diferente, é por isso que eu falei que, tipo, são dois jogos que ainda dá pra você, se você quiser fazer igual a Evandro, por exemplo, jogou Hollow Knight, o Silk Song,

direto, dá pra fazer e depois você joga o Hollow Knight quando você quiser que vai ser outra experiência, porque o estilo de luta é outro. Apesar de que tem as coisas lá parecidas com os amuletos, o sistema é outro e as poses dela são diferentes, assim, cria outra gameplay. Ela não tem muito essa coisa da magia, ela é mais na pancadaria mesmo e tal. Melee, é. Mas depende da tua build também. Se tiver com a build ali, você pode usar o R1, né, que fala que ela lança alguma coisa especial ali,

do que você tá equipado. Você pode... Você tem muito mais personalização, né? E aí vira uma loucura, assim. Você pode modificar, inclusive, a própria pose, porque a pose, ela te limita. Você pode ter dois amuletos de ataque ou dois amuletos de defesa. Mas aí, se você upar a própria pose, você consegue ter quatro de cada e tal. Aí vira uma loucura, assim. E isso faz muita diferença no jogo, né? Essa escolha... Inclusive, você tem que aprender a jogar com outros, né? Não só com...

uma que você gosta, né? Porque tem inimigos que você precisa ser mais agressivo. Às vezes tem inimigo que você tem que ser mais defensivo, né? Então, cada pose dessa aí, você tem um negócio diferente, né? Uma parada que o jogo discute e também é muito no... Olha, você tem que pegar, você tem que entender os personagens. Você vai pegando itens e aí os itens tem algumas descrições e tudo. É que, diferente do Hollow Knight, que é tudo devastação,

O Hollow Knight é mais... Foi tudo devastado. Foi tudo pro caralho. A depressão, a melancolia, a tristeza. E aí é um mundo desanimado. Aqui no Silk Song é uma continuação. Você vai pra um outro lado. E aí você vê determinados lugares em que a religião, a crença, ela progrediu. Tipo assim, você entra em palácios riquíssimos. E aí, curiosamente, o que é que acontece? Esses lugares atraem os peregrinos.

outros lugares pra chegar lá, pra tentar ganhar a vida. Só que esses lugares, eles se aproveitam do povo, né? Porque você, quando tá jogando aqui, você encontra seu banco, você vai salvar lá. Opa, ufa! Tem determinados lugares que você tem que pagar pra usar o banco. É, você paga com a frequência inacreditável pra poder desbloquear o banco, velho. Então, porque nesses lugares aí que, em tese, houve o progresso, houve o crescimento,

através da cobrança, né? De tirar dinheiro do povo, né? Camarada, Joranji. Ô, o desesperador é uma que é uma loja, mano, que você tem que pagar pra entrar. É, paga pra entrar na loja. E você paga. É o Suns Club, você paga, porque a sociedade é foda, é. Você precisa, né? E você fala assim, opa, peraí. Aí você entende o capitalismo, né? O jogo, mas ele faz uma crítica ao capitalismo ferozmente, né? A primeira vez que eu cheguei nessa loja, eu paguei pra entrar, aí eu não tinha dinheiro pra comprar as coisas que vendia lá.

Ou seja, eu tive que sair e depois voltar de novo, pagar de novo pra conseguir comprar tudo. Absurdo, velho, absurdo. O negócio é que o Silk Song é o oposto de Hollow Knight em vários sentidos, né? Tipo, o Hollow Knight tem uma gameplay comparada ao Silk Song mais pesada. O Hollow Knight tem esse silêncio. Acho que você se defende mais do que tudo. No Silk Song, você é rápido, você tem que se pendurar nas coisas pra bater ao mesmo tempo.

Ela é extremamente agressiva. A agulha é a linha dela e tal, tem mais ataques aéreos.

o movimento dela é mais rápido. E você, no Hollow Knight, você desce, né? Você tá na base e você vai descendo no reino. No Silk Song, você vai subindo. O jogo, ele te faz indo subindo até o mapa lá em cima e tal. E no Hollow Knight, você tem que só descer. É meio que, sei lá, o yin-yang aí dessa dupla de jogos aí. E tem a ver com a própria história do Silk Song, né? Que você falou da galera da Elite, que tá lá em cima. Você vai de baixo pra cima. É incrível, é incrível. E aí você vai vendo que os bancos pagos estão

Justamente na parte mais zoada do mapa, é bom pra caramba, velho. As meninas, já citadas aqui N vezes, o rico cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. Que, infelizmente, Edu, não coloca a música, tá? Porque essa é... Essa é uma que sempre pegam aí, ó, provando que o capitalismo venceu. Eles pegam três segundos, se você tá três segundos dessa música, eles pegam direitos autorais. Bom xibom bombom. Porque é o que as pessoas referenciam, né? O de cima sobe, o de baixo desce.

O robô fala assim, ó, se colocar isso, vai dar direito oral. Então, apesar de que as pessoas falaram que esse jogo ainda é difícil pra caramba e tal, eles deram, entre aspas, na parte de você se perder uma facilitada. Porque aqui você tem NPCs que te dão missões e falam, ó, vai até o local tal e faça isso pra mim. Lá no Hollow Knight, você não tinha as missões claras, assim. Basicamente, você tinha que... Se você lembrou do cara falando, se você não lembra do cara que falou pra tu, já era.

Você tem a aba de missões que você tem que fazer. Você tem os contratos que você faz com os personagens para poder trocar por coisas e tal. Tem as tarefas, tem recompensas. Isso aí deixou o mundo, entre aspas, mais fácil de você saber pelo menos para onde você tem que ir. Inclusive na missão principal. Apesar de que ainda assim tem aquela coisa de você não saber onde é que você está no mapa em si. Você tem que explorar o mapa e tem que encontrar alguém de novo.

Que dessa vez não é um vendedor, é uma menina lá que fica te ajudando com o mapa.

porque ela vai desenhando o mapa pra você. E aí você vai, cara. Aqui acho que o parkour vai ficando cada vez mais insano, cara. Tem aquela coisa da prisão. Não sei se vocês foram aprisionados por um inimigo e foram parar na prisão. Um inferno, assim. O inimigo te aprisiona e você... Lembro demais. Ele te larga na... Te sequerra, te larga na prisão. Você tem que sair de lá. Hornets pelada, pô. Meme da Hornets pelada. Inclusive tem...

É, exato. Meme da Hornets pelada. Ela tira o vestido. Inclusive o Felipe falou do Bloodborne. É a mesma coisa do Bloodborne lá. Tem a prisão lá também. O Homem do Saco.

O velho do saco te pega e te larga na prisão. E aí você tem que escapar. E na parte esquerda da prisão, cara, na neve, é assim... Tem um parco lá, o parco da montanha da neve. É inacreditável. É um negócio assim... Difícil pra caralho. Desleal, velho. Desleal. Inacreditável. E o mais louco é que eu joguei o jogo duas vezes, né? Cara, na segunda vez eu passei daquilo ali, sei lá, de segunda. Eu morri uma vez. É uma coisa de maluco, assim, sabe?

E eu apanhei muito. Eu fiquei muito tempo pra passar aquele negócio. Muito, muito tempo mesmo. E aí eu voltei lá e tipo assim...

memória muscular, sei lá. Loucura, que a gente tava falando aqui antes, né? É, o negócio de você não esquece, né? O andar de bicicleta, né? Exatamente. O dinheirinho, o dinheirinho mudou, né? Porque no Hollow Knight a gente tinha uma forma financeira, agora tem umas lascas. Aliás, é engraçado que o Imaginaga, ele tava assistindo. É, eu já não sabia, você não percebeu. Eu já tava com algumas horas de jogo e eu não entendia que eu podia usar as lascas pra... Nas armas.

As armas, né? As armas que você atira, né? Que ela tem ferramentas, na verdade, as ferramentas. Isso. Você vai pegando as lascas dos inimigos, e aí com essas lascas você consegue... Você meio que usa munição. Se você taca... Porque ela taca um monte de coisa nos outros, né? Dependendo, taca lança, taca shuriken, taca um monte de coisa, dependendo do que você estiver usando. Cada um que você taca, você gasta um pouco de lasca. E aí, de repente, quando você volta pro banco, ele recarrega porque você tava carregando lasca, você tava com lasca guardada.

Só que, eventualmente, se você não tiver lasca guardada o suficiente, você simplesmente não vai ter ferramenta. Aí você tem que matar inimigo no braço, na mão, na espada dela, com a agulha dela, pra poder juntar a lasca, pra poder lançar as ferramentas. E eu vou te falar, sem as ferramentas, o jogo fica muito mais difícil. E, ao mesmo tempo, você precisa de recursos pra usar a ferramenta. Além do dinheiro, que você usa pra comprar coisa e tal.

Não, e o dinheiro é aquelas... Você pega aqueles cordões, né? As bolinhas vermelhas, né? Exato. Que é o dinheiro do jogo mesmo, que é o dinheiro...

Os Rosários. Os Rosários, isso. Que você pode até, pra evitar perder... É um negócio religioso, né? Olha a colher de chá aí, ó. Pra evitar perder, você pode juntar aí um colar, e ela meio que bota o colar no pescoço, e aí você não perde quando morre. O Lonight tinha essa moleza, não. Perdeu, perdeu. Mas aí também você tinha que gastar... Você tinha que meio que gastar dinheiro, você gastava 20... É, você perde legal, é. Pra fazer um emaranhado de 80, por exemplo.

Mas você garantia, você não perdia ele. Porque, cara, você, esse jogo, ele tem muito mais lojas.

do que o Hollow Knight... É, porque ela tá numa cidade e tal. É. O Hollow Knight tava tudo destruído, então tinha pouco comerciante, tinha que achar um comerciante, não tinha loja. Aqui tem loja, então você... Você não sabe quando você vai achar uma loja, então você não pode sair gastando tudo em uma. Então fazer o cordão, às vezes, vale a pena pra você guardar e... e poder não... e não se lascar, né? Inclusive, você pode comprar ferramenta.

Não, quando você encontra a chacra, você encontra a chacra que você entra no... no... no cenário, e aí ela tá cantando de longe. Lá, lá, lá, lá, lá, aí... Ah, essa aí.

Aí você, ai meu Deus, ela tá ali, vou pegar o mapa finalmente. O pessoal chamava de Shakira, pô. Shakira. Não, mas se for falar de personagem cantando, o mundinho Sherma for the win, né? O Sherma batendo o seu trianglinho, a sua... O Goat, o Goat, o Goat. Doidinho, doidinho da música, mano, do portão. Ele assim batendo, né, o negocinho, aí ele fala assim, a primeira vez que você encontra ele é muito foda porque ele tá batendo, e aí em frente de um portão fechado, aí a Ronald, ô rapaz, tu vai, quer abrir isso aí?

Estou cantando aqui, vai abrir, vai dar certo. Aí ele disse, não, acho que não é por aí, não. Não é assim, não. Não, sim, se eu continuar batendo aqui, vai dar certo, sim. E eu vou continuar. E ele, tocando lá a musiquinha dele. E aí, simplesmente, a gente dá a volta pra caramba e aparece do outro lado e abre o portão. Aí ele fala, visto, não deu certo mesmo? Tá vendo aí, ó? Falei que abriu. Aí você não pode falar nada. De alguma forma, deu certo. Abriu, é. De alguma forma, deu certo, é.

Ele continuou tocando e deu certo. É isso, deu bom. E depois você consegue tocar também, eventualmente, você consegue tocar também do lado dele. E toda vez que você toca do lado dele, ele... Pô, a musiquinha é muito boa. Fazer a musiquinha de volta e tal. Tem mais... Como você fala, você se relaciona mais com os personagens do que o Cavaleiro do Vazio, que não falava nada, né? Sim, tem mais informação, né? Então é que você lembra mais deles, né?

No Hollow Knight, você não consegue lembrar das pessoas. Mesmo que todo mundo quer te matar, a maioria das pessoas, né? Mas, normalmente, você não se relaciona muito, porque é só...

só tá pedindo informação. Aqui eles deram realmente uma coisa de roteiro mesmo, assim, de filme, sabe? De personagens memoráveis que você vai interagir e vai lembrar e que vai ficar triste quando eles saem e tal. Ó, o Evandro postou um remix, velho, do Sherman. Pô, tem muita versão da musiquinha do Sherman no YouTube. É bom demais, mano. Mano, que jogo lindo, mano. Eu tô revendo coisas aqui do Silk Song. Que isso, gente. Jogo maravilhoso.

Caraca, velho. Então ele tem mais recheio nesse sentido, mas eu ainda acho que ele é tipo assim, é diferente. Você consegue jogar de

boa esse, depois, se você quiser jogar o Hollow Knight. Você vai sentir um pouco do gap de dificuldade no começo, mas o Hollow Knight ainda assim vai ser um desafio, porque o estilo de luta é outro. O estilo de parkour é outro, que você vai desbloqueando e tal. A Hornet você desbloqueia muito mais rápido as coisas. Tem as pegadinhas que servem também pra discussões filosóficas aí, né? Porque a gente falou que no primeiro Hollow Knight a gente procurava esse lugar do descanso pra dar uma respirada.

do mundo cão, e aí simplesmente no Silk Song você encontra lá e você fala, opa, cheguei no lugar de descanso. E quando você chega lá, é uma armadilha, filha da puta, que você morre lá. Cortar tua cabeça do banco. E pior que nem é banco mesmo. É exato, é feito. É o jogo dizendo assim, fica ligado com o PAD, né? Caraca. Fica ligado que o mundo não é essa molezinha não aí. Nossa, eu lembro de um lá na área do Arbarata, velho.

Tu bate a 50 hits no bicho, o bicho não morre. E os bichos aqui, eles têm essa coisa de que no Hollow Knight, quando você batia o bicho, ele dava um passo pra trás. Aqui, cara, os bichos ficam avançando na tua frente. Tem vários, é. Eles sentem a pancada, eles dão até um cambaleio, mas eles avançam muito mais rápido, eles reagem mais. Então você não consegue ficar só igual no Hollow Knight, você ficar meio que batendo e o bicho indo pra trás e batendo e indo pra trás sem te encostar.

Aqui não, se você ficar spamando ali... Eu tô falando de bicho normal, né? Bicho pequeno, porque os bosses não faziam isso.

Mas se você ficar spamando, o bicho vai seguir. Ele vai vir e vai te pegar. E aí você não consegue, tem umas baratas. E eu lembro que, cara, uma fase infernal, umas baratas, uns ácidos lá, aquele poço lá que você não pode... É... Quando você entra nele, você fica todo putrefado. Fica tipo infectado, né? É, fica todo lascado. Aí eu achei um banco lá, falei, vou sentar. Caraca, o negócio caiu, mano, do teto. Eu caio lá embaixo. Aí tu cai num poço, cheio de chorume.

Tu fala, meu Deus, cara. Cara, eu parei assim, eu larguei o controle. Eu tava dentro do poço, assim, todo chorumado.

Falei, cara, larguei o controle e fiquei assim, refletindo a minha vida inteira. Falei, meu Deus do céu, cara. É azar no azar. Por que eu tô fazendo isso comigo mesmo, né? Se você acha que não pode piorar, aí piora o negócio. Caraca, ele vai piorando, mano. E aí tu fala, e aí? Não tem banco. Aí eu volto lá em cima, não, o banco caiu mesmo. Não tem banco, não. Era fake. É porque tem alguns bancos que você senta, aí cai uma armadilha, você tem que só sair e beleza.

Trigou a armadilha, nunca mais tem armadilha. Aquele aí era um banco falso, velho. Não tinha nada. E não tem banco ali naquele lugar mesmo, não.

vai ter que passar esse perrengue todo sempre, se quiser. Não sei nem o que você tá fazendo aqui. Tem um boss ali que é uma cozinheira lazarenta ainda. Mano, os bosses aqui é um negócio que é incrível. Pra mim é beira a perfeição. E é muito diferente, muito legal. Inclusive a história desses personagens, né? Porque alguns tem histórias que são bem profundas, assim. Lembra daquele casal de dançarinos, assim? Você luta chorando. E você mata um, o outro fica triste,

cara, aí eles não conseguem... O outro não consegue mais exercer a função e você fica com pena de matar porque ele perdeu o sentido da vida dele, cara, que era dançar, fazer esse balé. E ele começa a ficar bugado, né? Mas ainda te atacando e você fala, mano, para de me atacar, velho. Aquela hora que o protagonista fala, meu irmão, eu não quero brigar não, mano. E ele continua e você fala, tem que te matar porque eu quero dinheiro, pô.

E tu vai... E a gente fica... Caraca, é muito triste, velho. Esse jogo é muito triste, cara. Meu Deus, velho.

dançarino também. Tu lembra do dançarino que... Lembro demais. Ele solta um monte de fogos de artifício e tal e ele só tava querendo fazer a última apresentação dele. Caraca, mano. E você tem que enfrentar os bichos, não tem jeito. Mas ainda assim, mas tem uns bichos que pra juíza, por exemplo, meu Deus do céu, velho. Valeu a pena. Prazeroso matar ela. Porque, meu Deus. Não, eu morri muitas vezes pra juíza e quando eu venci eu dei um alívio.

Esse foi um dos dias jogando o Silk Song que eu falei assim, gente, eu preciso respirar, preciso assistir alguma coisa aqui, algum filme,

a série e tudo, porque eu não tô aguentando. E eu morri muito. Porque era só o primeiro ato, né? E esse jogo ele separa em ato e certinho. E você pode zerar e não ter o ato 3, por exemplo, né? Exatamente. O ato 3 você abre se você for sagaz, né? Porque você pode simplesmente zerar o jogo e acabou a história e é isso aí. Mas antes mesmo disso, tem várias coisinhas que acontecem no jogo que são muito legais. Primeiro que tem aquelas, as pulgas que você vai

coletando, né? Não são mais as lavas, né? Você vai achando, né? A companhia das pulgas, né? Não tem negócio desse? É. É que eles ficam viajando entre lugares, né? Assim, entre... Eles trocam de lugar. É meio troll, na verdade, que você às vezes... São meio ciganos, assim, né? Eles vão pra vários lugares e tudo. Você não quer necessariamente fazer aquilo... Você não queria necessariamente liberar uma área naquele momento e eles vão pra lá depender da quantidade de pulgas.

É, eles te levam, né? Quando você pega o primeiro conjunto de pulgas. É, eles trocam de lugar. Ficam num lugar meio troll, assim. Caraca. Mas, enfim, é basicamente a mesma coisa. Você vai juntando,

E aí, eventualmente, vai pegando as recompensas. Então ele dialoga muito com o Hollow Knight, assim, né? Tipo assim, ah, aqui não tem a larvinha, mas tem as pulguinhas. Só que é isso, a galera reclamou muito da dificuldade, né? Eu não sei se eles poderiam fazer... Talvez o que eles poderiam fazer, sei lá, é meter ele um modo, sei lá, que dá menos hit, não sei. É porque o jogo não tem nível de dificuldade, né? Você só entra e joga.

Desde o primeiro. Mas a galera, cara... Mas eu acho que foi isso. Eu acho que teve muito mais reclamação do que teve o Hollow Knight, porque o Hollow Knight, ele...

Ele explodiu, mas foi entre a galera que costuma jogar Metroidvania, sei lá. E o Silksong, ele realmente estourou a bolha, cara. Quando tu estoura a bolha, você se choca com públicos que não necessariamente estão prontos pra entrar nessa pira agora, né? De frustração pra caramba. Porque é um jogo, cara, frustrante, velho. Frustrante. Em vários momentos, você fica assim, velho, será que vale a pena o caminho que eu tô tomando na minha vida pessoal?

Na minha vida pessoal mesmo, perdendo tempo jogando isso aqui. E aí você vai, aí você já está assim, você já está tiltado.

já. Aí tu dá uma soneca boa, acorda no dia seguinte, e não necessariamente mata de primeira no dia seguinte, porque Six Song é outra parada. Eu acho que seria um jogo mais legal se fosse um pouco mais fácil. É, então, porque tem hora, a crítica que eu tenho ao Six Song, eu acho que eles exageraram no caminho dos bosses, porque os bosses, os bosses, eu acho que tem bosses até no Hollow Knight mais difíceis, alguns. Eu acho que a sensação que eu tenho é que, tipo assim, é sensação, tá?

Não tem como provar. Mas eu acho que eles viram, eles fizeram um boss, aí eles falaram assim, cara, o boss

não tá tão difícil, não tá tão desafiador pra quem jogou Hollow Knight, por exemplo. A gente vai ter que compensar isso, fazendo com que o caminho até ele, do banco, seja muito difícil, porque aí o jogador não vai ter tempo de entender o padrão, entendeu? Porque se você, cara, a maioria dos bosses aqui, tirando umas exceções, se você enxerga o padrão, ele não fica tão desafiador. E você enxerga o padrão até rápido, dependendo, porque você já vem de Hollow Knight.

E aí eles fizeram o caminho ficar absurdo, cara. O caminho da juíza, ele não é uma exceção.

Tem vários doces que são assim, pô. Tem uma florestinha lá também que começou a me dar raiva do caminho, mano. A do espinho vermelho, não? Dos espinhos vermelhos. Não, era mais verdinha essa aí que eu tô falando. Mas era isso, você precisava... Era só espinho. Batalhar várias vezes com o chefe pra entender o padrão dele. E aí, para conseguir batalhar várias vezes, você tinha que passar pelo caminho várias vezes. Isso era chato, tipo assim.

Vários momentos você não achava um difícil legal, tá ligado? Era assim, porra, beleza. Era difícil chato, porque você tá caindo, você tá perdendo.

perdendo pra mosquinha que aparece numa parada muito injusta, assim. Ele aparece do nada a mosca, num lugar que é difícil de você desviar, você sempre vai tomar aquele dano. E aí, assim, ó. De novo, não acho que é um jogo pior ou melhor, mas meu gosto. Eu prefiro que, ao ter investido 50 horas em um jogo, ele fique muito fácil pra mim, não só porque eu tô bom, mas porque o jogo também me deu umas mamatas, tá ligado? Por exemplo, aquela side quest lá que tem o... que o bichinho afia a sua agulha pra você supostamente dar mais dano.

mais dano? É, 10% a mais de dano? Também não, é, eu acho que não foi tão... O Hollow Knight, você vê claramente o aumento de... Tipo assim, você fica mais forte, você fala, caraca, agora... É, então, eu quero isso, tipo assim, beleza, eu farmei, eu fiz a side quest, eu explorei o mapa, fiz o diabo. Antes eu dava, sei lá, vamos pôr que apareceu um número quando eu bato os inimigos. Se eu batesse 20, eu quero, quando eu upar minha arma, eu bater 100, mano, se foda, tá ligado?

Eu quero matar o bicho muito mais rápido do que eu matava. Eu quero pulo triplo, se for me ajudar

passar os... É, tipo assim, você tem que ter um upgrade, assim, o Hollow Knight você sentia que dava quase o dobro de dano toda vez que você upava tua arma e você... Tanto é que você saía do ferreiro e você tinha os bichos ali e você batia e falava, caraca, esse bicho aqui eu dava dois hits, agora eu tô dando um só pra ele morrer, sabe? E aí você já falava, beleza, agora os outros bichos mais difíceis de lá, eu vou me dar bem.

E aí você queria voltar. No Hollow Knight eu senti que você... No Silk Song eu senti que você... Você vai upando, você... Caraca, mano, eu tive uma dificuldade, caramba,

isso aqui, não tô mais forte. Eu tô continuando apanhando, velho. Principalmente por causa do exagero, na minha opinião, que é essa coisa de você tomar dois hits de inimigo padrão, sabe? É, isso também. Podia ter um negócio que você equipava e dava só um, né? Exato. Ou até deixava, tipo assim, pelo menos os inimigos que estão no mapa, mano, é um de dano. O boss, beleza, né? Agora, o inimigo padrão te dar dois de dano, eu achei meio, caraca, meio pesado, porque você realmente apanha pra todo mundo. Então, assim, a proposta deles foi

Foi aumentar a dificuldade. Só que eu acho que ao invés de eles... Eu acho que ao invés de aumentar necessariamente nas mecânicas dos inimigos, eles aumentaram em punição, né? De... Ah, você toma mais dano. Você não fica tão forte. E aí eu acho que ele deu uma... Pra mim foi negativo em relação a Hollow Knight. Que você, conforme você ia explorando, você era recompensado com ficar mais forte, né? Se você ruchasse o jogo, Hollow Knight é um inferno.

Mas se você vai explorando e vai pegando coisa, Hollow Knight já começa a ficar mais viável, entendeu?

Aqui eu acho que o gap foi demorado, velho. Eu passei mal do início ao fim nesse jogo. Não senti recompensa, não. E realmente... É, não fica fácil em nenhum momento, né? O caminho pra mim foi muito desnecessário. Uma coisa é você fazer uma piada. Aqui nesse boss vai ser brabo mesmo. Porque é o que a gente quer. Aqui nesse banco, esse banco vai cair. Mas a pessoa, se todo banco fosse uma armadilha, é basicamente isso. Todo caminho do boss é sofrido. E a minha teoria é que é pra você não ter tempo de encontrar o padrão.

você fazia em Hollow Knight. A sensação que eu tinha era sempre essa, tipo assim, caraca, eu meio que já, eu sinto que é só eu prestar mais atenção no boy, mas eu não tenho tempo, porque o boy ele dá muito dano, morro rápido, e eu volto pra esse caminho miserável aqui. Basicamente isso que acontecia, era meu loop no Silk Song. Eu acho que a mecânica

da batalha com a Juíza, porque tem grandes chefes no jogo inteiro. E os chefes tem sempre níveis. Tem nível 1, fases, né? Fase 1, fase 2, fase 3, normalmente. Eu acho incrível as batalhas com chefes aqui no Seguisome. Sim, são boas, são boas. São batalhas incríveis, assim. É só realmente o caminho que dá essa frustrada, sendo que o que deveria frustrar seria a batalha em si, né? E aí seria culpa tua, 100%. Agora, caraca, vai. Caminho, plataforma. Pô, acho que perderam a linha aí.

Até chegar na juíza, né, você morrer ali, você tem que subir aquela parada inteira, matar os inimigos, de chegar lá em cima pra lutar com a juíza. Um monte de mojica que te atira, míssil de cristal, e aí cai estalactite do teto, e aí tu chega já todo prejudicado e toma o hit do boss e morre, velho. Entendeu? Exato, isso é duro demais, mano. A juíza, a juíza, ela protege a entrada da citadela, né? Isso aí, tem que passar por ela pra lá.

Então você passa dela. Ou não, né, você... Cara, tem um caminho miserável também, que é o contrário.

Você pode ir pro Ato 2 tanto pela Juíza, quanto por um caminho alternativo. Do Fantasma, né? É. Caraca, meu Deus do Fantasma, sinceramente. Ainda bem que eu fui pela Juíza, velho. Aquele bicho lá é um lazarento do caramba. Ainda mais no começo do jogo, velho. Meu Deus do céu. Mas o jogo ele te dá a opção de você passar em coisas diferentes. Cara, teve um dos bosses mais difíceis que eu enfrentei. Se chama... Que eu acho que é até opcional.

Se chama Primeira Pecadora. Meu Deus do céu, velho. Oh, Primeira Pecadora, lembro dela. Difícil para cacete. Eu passei mal nessa...

Eu só matei porque eu peguei aquele combo, aquela build lá que você equipa. É o modo easy, modo easy do jogo. Não tem nada de easy, você apanha pra caramba. Você bota as abelhinhas robóticas. As mosquinhas. Isso aí é do começo ao fim, não tem jeito. Isso aí esquece. Depois que eu... Lembra que isso aí você dá uma apanhada, mas isso aí deixa realmente tipo assim, opa, caraca, finalmente. Mas aí você tem que... Mas isso aí, cara, pô, isso aí eu vi, abri o Twitter uma vez, vi o cara lá com isso aí, eu falei, opa, quero isso aí também. Eu quero isso aí, velho.

Aí eu fui ver como é que eu pegava. Nossa, mãe do céu. Mano, ainda assim, eu achei um site aqui que mostra o dano da agulha e o HP da última juíza, beleza? A agulha, o base dela é 5. O dano base dela. Se você upar no máximo, ela vai pra 21. Mas é muito... São muitos upgrades. É, pra upar no máximo, você vai levar uma vida inteira. Se você tiver no máximo, vai precisar bater nela 34 vezes, filho. Caralho. No meio do caos, no meio do caos,

HP chegando lá. Fogo, porradaria, inimiga aparecendo na terra, um monte de coisa, né? Felipe, e se você estiver no dano base, você vai ter que bater 144 mesmo. Então assim, isso que eu acho, de novo, na minha visão de videogame... Talvez desproporcional. É tipo assim, mano, eu já joguei 80 horas, por que que meu boneco tá dando 9 de dano ainda, tá ligado? Porque é isso, o level, ela sai de 5 pra 9, a primeira evolução. Não podia sair de 5 já pra 25, sei lá? É porque é isso, é...

E também pra você tomar menos dano do inimigo e tal. Aí é isso. A galera tá comentando aí. Pô, isso é skill issue, hein? E de fato, é... Tipo assim, beleza. Eu não sou extremamente viciado na parada. Não peguei, mas eu sinto um pouco de que também... Pô, eu queria ser recompensado por ir atrás das coisas. Porque eu ia atrás das coisas. Eu ia atrás de upgrade. Só que eu realmente sentia pouco esse gap. Eu ainda apanhava ainda, dependendo do inimigo.

tem o sisteminha de... São cinco upgrades de arma pra você fazer, ou seja, pra tu chegar aí, tu vai ter que passar um perrengue. Não é fácil não fazer, tem que pegar um item aqui, leva não sei aonde, traz... É, tem que coletar um monte de coisa. Não é que você vai chegar numa loja e comprar cinco upgrades. E o que frustra é o seguinte, você não consegue manter o mesmo nível de gameplay e isso é desesperador, porque você tem a questão das ferramentas que o Jôredi tava falando.

Você precisa ter os fragmentos pra poder usar as suas ferramentas. As ferramentas, elas são

incríveis. Porque tem uma ferramenta que você coloca, junta veneno, e a ferramenta ela começa a aplicar veneno quando ela pega, né? Que é aquela estrela que você manda, que ela se divide em cinco e tal. Só que, se você ficar morrendo pro boss, você perdeu as ferramentas que você gastou. Se você tacou, você perdeu. Eventualmente, se você ficar morrendo no loop, indo e voltando no boss, você vai ficar sem fragmentos. Portanto, você vai ficar sem ferramenta.

Ou seja, você vai ter que enfrentar o boss sem ferramenta, porque você morreu tanto pra ele que você perdeu seus recursos. E aí, aí era a hora que eu falava, ah, mano, eu não vou nem enfrentar ele agora.

vou armar ferramenta pra poder ver se eu consigo matar ele, porque sem ferramenta é impossível, esse lazarento aqui. E aí eu ficava nesse loop aí. Essa primeira pecadora foi basicamente... Eu não lembro que esquema que eu fiz com a primeira pecadora, mas eu fiz um negócio de acumular um monte de colar pra poder, assim que gastar todas as minhas ferramentas, eu ia lá e comprava mais na loja. Comprava mais ferramentas na loja, porque não tava dando.

Tava complicado, mano. Primeira pecadora... Puta, se eu morri pra caralho, eu vi a fuça dela aqui. Meu Deus, pode... Tá vendo, né? Lá embaixo,

Caraca. Esquece. Doideira pra caramba, mano. E tem uns no meio também, assim, que nem necessariamente boys é, mano. São uns bichos chatos da bexiga, assim, que caraca, velho. Não, é quando vem aquelas arenas que fecham, né, e vem um monte de bicho junto. Nossa, mãe do céu, velho. É um negócio bem megamento também, né, isso. Isso é um pesadelo, velho. A wave de inimigo, né. As waves, as waves, né. Quando você entra num lugar, e Hollow Knight tinha isso de vez em quando, mas no single song você tá, cara, pera aí, cara,

eu preciso procurar um banco, um banco, um banco, pum, arena, toma. Se tu não sair daqui, se tu não passar por um desafio inacreditável de uma sequência de bichos, lazarento, e é sempre uma parada totalmente assim, um inimigo voador e um no chão. É muito... Não, e aí assim, vem oito waves. Aí você pega o esquema da primeira, pega da segunda, aí você morre na sexta. Aí você fala, beleza, já sei passar assim. Aí na próxima jogada, você vai morrer pra segunda, filho.

Foda-se. Exato, porque tu começa a ficar maluco. E aí numa do nada, você vai chegar na sete,

mas só que você não sabe fase 10 de como que ela é. Exato. Você vai morrer também. Exato. E aí tu chega na sétima e cai três bosses do tamanho da fase no chão. Mandei de novo a tabelinha do dano aí e o HP da primeira pecadora, Felipe. Faz a continha pro pai. Toma. Caralho. 1300 HP. 1300. É duro, é duro. Sendo que o seu dano base é 21 se tiver no máximo, porra. Chega a hora que você fica assim, velho. É por isso que eu tô falando.

Por que isso? O que você não tá contando é com o dano das ferramentas. Exato. Tem que ter a ferramenta, tem que ter o caralho e tal.

Que nem o Cati, você não tem mais nada. Tem aquele poder que suas... A seda. A seda. E aí você dá, tipo, 10 danos de uma vez ali. Não é, dá. Esse cenário da conta que eu tô falando é... Se matasse... Porra, imagina. 1.300 dividido por 9. Você vai ter que bater 144 vezes, tá ligado? É, mas no final das contas, você meio que tem que fazer isso. Porque dependendo da quantidade de vezes que você morreu, você não tem mais ferramenta. Você não tem mais nada. Mas é o jogo falando assim.

olha, você tem que melhorar seus equipamentos pra você enfrentar seus inimigos aqui. É isso aí. É o que ele tá falando. Sim, de fato, se você melhorar, vai ficar... Você vai conseguir fazer. Eventualmente. Mas você apanha mais do que tudo, né? Eu acho que se eles só tirassem esse negócio de dois de dano pra qualquer bicho e tirassem a dificuldade extrema entre um caminho de um banco até um boss, o jogo já ia ficar mais... Ia ficar muito fácil, não? Menos frustrante. Muito fácil não, cara. Seria outro jogo.

melhoraria esses esquemas aí. O que eu falei. O Resident 9 aí que saiu agora. Você termina uma vez, você vai jogar outra vez e até os documentos você já fica com você, mano. Tipo assim, eu quero isso aí. Eu quero já ter todos os documentos. Eu quero ter a munição infinita no Resident. Porque eu não tô jogando pela quarta vez. É uma alegria, tá ligado? A munição infinita é duro. Mas aí, não. Mas assim, sem horas do imaginário. Tu quer munição infinita na primeira run do Resident Evil, pô? Não, na terceira, quarta. É isso que eu tô falando. Ah, sim, sim. O Resident

ele não liga de deixar muito mais fácil se você tá jogando pela terceira ou quarta vez. Eu acho que o Hollow Knight, depois de um tempo, podia abrir uma loja lá. Fala assim, porra, eu quero que minha arma dê 50 de dano base ao invés de dar 5. Paga aí e faz 50. Farma pra caralho, sei lá, sabe? É, paga. Isso aí, tem que recompensar. Não é um Game Shark. É tipo assim, é porque realmente as coisas que você vai atrás pra você poder ficar mais forte é uma progressão que, pô, pega.

E a dificuldade acaba sendo o quê? É um trampo do caralho e não fica quase nada mais

forte, mano. A dificuldade fica em você ter que dar um milhão de hits no bicho. Cara, como você não tem HP, você fica naquela, meu Deus do céu, será que eu tô? Eu posso estar na metade do caminho ou posso estar 10% do caminho, eu não sei. Eu não sei, porque o bicho não vai ficando pior, ele não vai mudando a aparência dele, então eu não sei se eu tô no meio do caminho, se eu tô no final. Aí tem hora... É, mas essa escolha de design também, você não sabe. Exato. É aquele meme do cara... O cara cavando pra achar diamante,

Aí quando ele chega pertinho, ele volta, né? Da caverna. É isso. Quando tá mais um hit pra poder matar, você dá aquela relaxada, até aquela desistida assim, meio não intencional. E aí toma ali. Cara, um bicho que eu odiava no Six Song, por exemplo, era tipo uma mosca. Eu esqueci o nome da mosca meio... Que tinha uma armadura que ela só ficava dando um pancada no chão, assim. Ela vinha de cima pra baixo. Tum, tum, tum, tum, tum. Ou então ela ia de uma ponta a outra.

mapa, assim, dando um rasante. E uma parada que o Hollow Knight, o Silk Song tem e que o Hollow Knight não tinha, é que os bichos, eles até têm as suas habilidades meio que programadas, né? Só que eles meio que se adaptam ao que você tá fazendo. Isso é uma rataria inacreditável. Que é tipo assim, o bicho, normalmente ele vai fazer o quê? Ele tem um golpe que ele dá um rasante na fase. Ele vai de uma ponta ou da esquerda pra direita.

Hollow Knight. No Silk Song, ele tem esse negócio também. Só que o que ele faz? Se você pular, ele desvia a rota e vai na

a direção na diagonal. E aí você fica falando, meu Deus do céu, por que que... Olha, olha, olha o nível. Olha o nível do negócio. Vagabundos, né? O bicho desvia a rota e geralmente ele desvia também o próprio golpe dele. Ele vai dar um... O Othering tem muito isso, né? O do inimigo, ele vai dar o golpe e ele fica, opa, opa. Aí tu esquiva, esquiva, esquiva e ele tá esperando. Quando tu para de esquivar, ele toma na tua cabeça. Na martela lá na tua cabeça.

Aqui eles fizeram mais ou menos isso, cara. O bicho, ele se adapta mais ou menos ao que você vai

fazer. Se você pula, ele troca de rota e vai pra cima de você e muda um golpe que vai te pegar certamente. Negócio bizarro. Eu lembro de um tatu, cara. Um tatu vermelho. Que fica sumonando um monte de tatu também. Meu Deus do céu. Isso aí também tem bastante nesse jogo. É o boss, que é covarde e aí tem que ter a ajuda dos amiguinhos dele. Ele nunca tá sozinho. É sempre ele e o boss às vezes nem é tão difícil. Mas os amiguinhos que ele fica soltando, sumonando ali no meio, meu Deus do céu, velho. Não se garante sozinho e fica trazendo um monte de

um monte de bicho ao redor, que deixa a batalha muito mais difícil. Geralmente, pode pegar o boss que você mais odeia, geralmente é o bicho que sumona um monte de gente pra ajudar ele. É uma rataria. Esse jogo tinha que se chamar Hollow Knight Rataria, velho. Tem aquela Grandmother Silk, que você enfrenta a vovó na vovó Silk, que ela usa os... tipo umas agulhas, né? Como item pra te matar. É um dos chefes principais, né? Não, cabelo brancão. Não, o último chef. Ah, tá.

A última, exatamente. A batalha não é difícil, mas ela tem todo um padrão. Você tem que entender o padrão dos ataques e tudo mais pra você conseguir avançar. E aí você escolhe ali no final, né? Ou você mata ela ou você absorve o poder, né? E aí, através da sua escolha, é que ou você zera o jogo, né? Ou você vai continuar pra ir pro Ato 3, né? Que aí você vai enfrentar uma infinidade absurda de chefes inacreditáveis. Inclusive,

o Seth Goldman, que é um cara que era muito fã de Hollow Knight, e ali em 2019, ele entrou em contato com o pessoal da Team Cherry, que tava fazendo o sexo, a continuação, e ele disse, cara, eu tenho um, eu tô, né, eu tenho um sarcoma de Aaron, né, aquela doença lá que não tem retorno, né, não tem como se curar, e aí o pessoal da Team Cherry falou assim pra ele, cara, vamos criar um,

personagem pra gente colocar dentro do jogo do Silk Song. E aí, aquele personagem do Ato 3, que é um guerreiro que tem um escudo, que se chama Seth Goldman também, é uma batalha bem difícil. E depois que você mata ele, ele fica meio... Ele perde a memória, né? Ele fica... A memória antiga dele, né? E aí ele passa a ser um ajudante teu. Assim como diversos outros personagens do Silk Song, né? Que você mata e aí vira um ajudante, né?

algumas batalhas eles aparecem pra lutar ao seu lado e tudo, né? Eu mandei aí o inimigo que eu tava falando, que desvia a rota e tal. Sim. Um dos primeiros inimigos que você enfrenta no jogo, na verdade, mas ele é muito difícil e ele vai voltando durante o jogo, ficando pior, invocando o bicho. É a fera, é besta selvagem ela, em português, o nome dela. Depois que você vence o Seth Goldman, ele não morre, né? Você não mata o personagem, né? Você só vence ele. E aí ele perde essas memórias e ele passa a explorar lá o

a longo, né? O mapa inteiro. E ele ganha uma amizade. Ele vira um personagem recorrente desse mundo, né? Ou seja, o Seth, ele tá vivo dentro do mundo do Silk Song. Baita homenagem aos caras que fizeram, né? É uma homenagem muito bonita, né? Ele acabou não vendo isso, né? Porque ele morreu de câncer, né? O menino. O jogo se fez muito pela comunidade, né? Todo o Hollow Knight verso aí. As pessoas são muito apaixonadas por Hollow Knight e Silk Song, né? E faz jus. Eu acho que faz jus porque é um jogo que ele entrega

ele tem suas dificuldades, eu acho que até essas escolhas de... do que fazer com esses golpes, ah, não deveria ter dois de dano, mas tem, é isso aí. E você não aprende? Você não zerou? Você não zerou? É possível, entendeu? A gente pode ficar aqui confabulando, porra, seria melhor ser, seria aqui, beleza, mas... De novo, o que eu falei, os caras não estão nem aí, eles abraçaram a filosofia de design deles e é muito louvável eles manterem o que eles acreditam e...

Eu respeito isso também. Exatamente, é respeito. Quem quer jogar, beleza. Quem não quer também, show. Beleza, joga lá seu jogo mais fácil, então. Vai jogar Mario, então, caralho. É isso aí, é isso aí. E aí é... Mas é isso, assim, o que a gente tava chorando aqui era basicamente skill issue, mas esse é o meu skill issue, né? Então eu quis compartilhar os meus skills issues aí. Agora eu vou dizer, depois que você mata lá a vovó Silk, e aí o mundo vai pro caralho, né? Os inimigos ficam super poderosos,

todos os ambientes que você explorou, você vai voltar lá e tem inimigos novos, inimigos possuídos. Inclusive lá, aquela toperinha lá que te leva pros lugares, você chega lá e, cara, o local tá dominado, ela tá presa. E aí depois é ela que te salva, né? Ela mata o inimigo pulando assim. É bem maneiro porque você salva os filhos dela, né? Ao redor dos mapas, né? Você vai soltando as toperinhas, né? Pequenininhas. E aí eu acho sensacional

Ela substitui o Besouro, né? Que é o Besouro do primeiro jogo. E aqui tem muito mais estações e tal. Você consegue passear bastante pelo mapa através dessas estações. E, cara, muito mais áreas escondidas também em relação a Hollow Knight. Tu fez tudo, imagina? De matar todos e... Eu não cheguei a platinar não, porque realmente eu cansei, mano. Mas eu voltei, eu instalei ele semana passada. E eu tô...

fazendo as pendências lá. O ruim é que tem um troféu meio zoado lá de, pô, tem que fazer o jogo em speedrun, assim. Eu não gosto muito. Mas eu tô tentando pelo menos fazer o... Não necessariamente platinar, né? Mas fazer as coisas extras, assim, que tem no jogo. Tipo, as missões secundárias que eu não peguei, que eu não vi. Depois eu vi que tinha dois lugares que eu não tinha explorado ainda. Cara, loucura, mas o jogo... O mapa dele é gigante.

Se tu botar um mapa, a comparação de Hollow Knight com o Silk Song, é uma parada bizarra. Mas eu...

Eu acho a luta mesmo, o combate desse jogo, eu acho ele melhor do que o do Hollow Knight. Apesar de que é diferente... O Hollow Knight é meio pesado, né? Porque ele é um personagem mais pesado. Diferente da Hollow Knight, né? Que ela é... É proposital. Ele é realmente um cavaleiro e tal. Ele é pesado. Ela já é mais ágil. Então você... Tu fica igual um maluco, assim, no mapa e tal. É por isso que eu falei que eu tive essa frustração com o caminho. Porque eu queria lutar, né? Eu queria usar as minhas habilidades e tal.

por esse caminho infernal, né? E que muitas das vezes dependia até de sorte de eu não tomar o hit de um bicho surpresa do que tudo, né? Sei lá. E é o hit de dois de dano, né? Aí eu ficava pouco nas batalhas, né? Então eu demorei pra pegar o hit, mas eu joguei muito o Silk Song, eu joguei pra caramba. Joguei, joguei... Tipo assim, explorei... É o mesmo prazer de Hollow Knight de você explorar, sentar no banco, ir aumentando teu mapa, aí tu vai desbloqueando fase, tu desbloqueia talho, tu acha que não vai dar pra ir naquele

lugar nunca, de repente você abre um atalho e você tá lá dentro. Ou alguém te joga no local que você, caraca, velho, finalmente vim pra cá, achei que não tinha como chegar aqui. E aí tu vai abrindo e tal, tu vai explorando e aumentando e tal. E a trilha sonora é incrível, né? O visual é tudo bonito. É um jogo muito acima do que a gente tá acostumado a ver, né? Do gênero em si. E assim, teoricamente o Silk Song ele é... Eu ainda prefiro o Hollow Knight, talvez por um valor mais sentimental. Mas teoricamente o Silk Song

é uma evolução, né? Ele é teoricamente melhor. E se você acha que... Qual que é o que você falou que é o melhor Metroidvania da história? É o Silk Song ou o Hollow Knight? Não, é o Hollow Knight. É o Hollow Knight. Eu acho o Hollow Knight mais redondo. Não sei. Não sei. Na verdade, não é nem redondo. Eu acho que só... Eu acho que eu só... Porque eu fico preso ali nessa coisa do sentimento mesmo. Eles são bem complementares, né?

É. Parece meio The Last of Us parte 1, parte 2, assim, sabe? Eles são complementares em vários sentidos, assim.

Eu acho incrível, sabe? Eu acho que a gente pode ir para as notas aqui, inclusive. Notas para o Hollow Knight e para o Silk Song. De 0 a 99 vidas. Eu consigo ver o primeiro Hollow Knight como um jogo perfeito, assim. É um jogo perfeito. Eu me arrependo de não ter jogado na época, mas talvez eu não tivesse nem condição de jogar na época, assim. Na época não foi perfeito, porque você tentou jogar e não jogou. Sim, mas aí quando eu entendi... Exatamente.

E você fala, nossa, entendi nada.

introvertida falando sobre sentimentos, sabe? E aí eu entendi muito mais e eu consegui entrar mais na história e tudo. É aquela parada, né? Você tem filmes que você precisa ter a experiência pra conseguir assimilar bem, tipo esse valor sentimental, filme do Oscar, tipo Sonhos de Trem, esses filmes são mais pesados, que se você tiver vivência, você consegue absorver mais da história. E do Hollow Knight foi isso, sabe? Eu acho que eu, talvez na época, eu tava sem paciência e sem vontade,

de querer jogar, sabe? Esse tipo de jogo. Eu não queria jogos desse jeito, tão complicados assim. Ou que fugisse da forma que eu tava acostumado. E aí demorou tempo e chegou num momento certo em que eu joguei. E eu joguei realmente no momento que eu tava precisando superar dificuldades. Só tem que sofrer. Se você for uma pessoa que tá sofrendo, joga Hollow Knight. Vai dar tudo certo. Tem alguns jogos que são especiais pra mim. O Celeste foi esse jogo.

que foi muito especial pra mim no momento que eu tava precisando. E o Hollow Knight e o Six Song foram dois jogos que entraram na minha vida no momento que eu tava realmente precisando superar dificuldades. E eu consegui superar essas dificuldades. Então, eu não consigo... Entendendo que tem coisas que poderiam ser diferentes, mas que ainda assim é isso. A gente não pode ter tudo na vida. Hollow Knight é um jogo 99 vidas. E o Six Song também, pra mim, é um jogo 99 vidas.

complemento perfeito pra experiência. A experiência completa aí. Espero mais. Espero que tenha continuidade, que não demore tanto tempo pra vir. Porque foi incrível essa jornada, essa experiência. Eu diria que eu aprendi muito e que me tornei até uma pessoa melhor jogando Hollow Knight e Silk Song. Vamos lá, Felipe. Vou ter que dar uma nota quântica. Bastante quântica, né? Baseado na nossa conversa aqui. Tu chegou a jogar o Silk Song, não? O Silk Song não

jogar nada, assim, na verdade. Ah, então. Então é um jogo que eu nem... nem mexi. Eu não sei nem se eu deveria dar nota, na verdade, né? Deveria. Quântica. Então eu vou dar uma nota quântica, baseada na minha vontade de jogar ambos aqui, que é uma coisa que a gente costuma fazer, né? Quando alguém acabou não jogando. É, porque o quântico é exatamente isso, né? Exato. O que é triste é porque vai manchar o quadro de notas do negócio.

É isso que eu ia perguntar, vai. Eu te dei a oportunidade de não dar nota. Não, mas aí é o... Não, mas ele vai lá como quântica, pô. Exato.

Ele está desenvolvendo um negócio quântico. Exato, tem o fator quântico. A gente descobriu... Que o quântico é ignorado na média final. Na média, exatamente. Justo. Então eu vou dar as duas notas da vontade de jogar. O Hollow Knight, que é inclusive um jogo que eu já joguei algumas vezes, já comecei essa jornada algumas vezes, eu acho que pela experiência e pelo nível de estresse e de comprometimento, e até pelo fato de eu já ter jogado ele mais, eu acho que ele está mais fácil de ser finalmente digerido

minha pessoa, né? Principalmente baseado nesse papo que vocês tiveram aqui, principalmente dessa comparação entre os dois jogos, assim, essa diferença de identidade um pouco, né? Que eu acho que o Silk Song até talvez por conta de toda a hype e por conta de todo o aspecto de já ter essa conversa que o Hollow Knight era um jogo difícil, às vezes a sequência veio pra realmente incrementar essa parada como um dos traços do jogo mesmo, né? Então até por isso acho que faz sentido eu ter que passar por

esse processo do primeiro Hollow Knight. Então eu vou dar, quanticamente, 95 vidas pro Hollow Knight e 90 pro Silk Song pela... Pela disposição de jogar. Eu acho que o Hollow Knight tá muito fácil. Já tô ali, mais uma vez, num começo. Já tô mais convencido pela conversa. Frases nunca ditas antes na história. Hollow Knight tá muito fácil. Ele tá no topo do iceberg ali. Exato. Agora o Silk Song, eu acho que talvez...

tem até dado uma afastada, assim. Eu não tô muito na fase do estresse, não. De certa forma. E? Sabe, o Evandro mencionou Resident Evil 9 aí, o jogo que a gente jogou recentemente. Ele é um... Bom demais, mano. Um conforto bem gostosinho, assim. Por mais que tenha coisas que são repetitivas... É um conforto, uma violência. É porque tudo violou um insano. Mas é uma violência que eu tô com a bazuca com um tiro infinito. Pode vir, faz a fila aí.

A violência é a briga do Atlético e do Cruzeiro que você assiste e você... Gente, o que é isso, gente?

UFC, cara, o negócio. Torcedores, calma. É. Então, eu tô mais nessa fase, assim. Então, talvez o próprio Hollow Knight, o primeiro, até pra ele ter uma... Esse comecinho dele, ele ainda é muito simples, né, do jogo. Ele ainda tem uma... Mais inocente. Ele não te dá, exatamente, ele não te dá muita dica, mas ele também não tá querendo te pegar o tempo inteiro, assim. Então, pode ser uma... uma mão que eu preciso no começo pra finalmente entrar nisso aí.

Então, fica essas notas quânticas malucas aí. E mais largo? Opa. Cara, eu confesso que eu ouço 99 vídeos

muito tempo e eu nunca... Eu nunca entendi direito esse sistema de 99 vidro, 90. É de 0 a 99. Mas é que é tipo assim, é de 0 a 99, mas alguma vez na vida vocês deram 40 pra um jogo? Tipo assim... Opa! Já demos algumas vezes. Eu não lembro. Até menos. Caraca, porque... Não, porque o Vinícius, não. O Felipe falou, não, 90. Aí o Jurandir, nossa, péssima nota. Mas é de 0 a 99. Isso é o Jurandir.

Isso é um jurandismo clássico. Caraca, mas eu dei 99, mano. E aí o 90, ele... Mas o 9 é só 10 dos oito, sabe? É. De todo o reto. Tem 90 ainda pra trás. 90 vidas é como se fosse um 9 de 10. E o 99 é 10 de 10. Exato. O cara deu 9 de 10 e você... Nossa. Nossa, muito baixo. Ué, porque é, né? Mas enfim... A gente tá falando de um clássico aqui, caralho. O amor brutal aqui, né? É. É, porque o jurandismo... Ou é isso aí, ou é 10 vidas... Ou ama muito, ou ama, caralho. É o perfil total.

Algum jogo recebeu 10 vidas, sei lá, o Gollum. Enfim. Pô, cara, Hollow Knight 99, absurdo. Eu peguei ele numa época também de frustração e tal. Acho que aí o segredo é esse, cara. Se você estiver frustrado, Hollow Knight te abraça. Foi em 2017... Não, não, não foi não. Não joguei ele na época, não. Só quando eu peguei o Nintendo Switch. Foi em 2021. Entendi. Eu joguei só. Joguei mó tempão depois, pô. E aí... Cara, abracei isso tudo, essa coisa toda que eu falei ali de curiosidade mesmo do jogo e tal.

Nossa, cara. Tipo assim, eu nunca fiquei tão vidrado num jogo assim, nesse nível de querer fazer tudo. E depois ir pesquisar história e ver coisa. Eu fiquei muito tempo assim, tentando entender o que eu tava sentindo com esse jogo. Eu nunca tinha sentido nada assim. Por isso que eu falo até que é o jogo da minha vida, porque foi o jogo que me fez até olhar pra videogame de outra forma. De 2021 pra cá, eu comecei a olhar realmente a parte do...

Sabe? Não só ligar videogame e jogar, mas ver quem fez. Entender de onde vem. Sabe? Uma coisa que eu faço mais ou menos com filmes também, sabe? E enxergava videogame.

Eu acho que eu passei a enxergar videogame como arte depois de Hollow Knight, sabe? Bizarro. Foi um divisor mesmo. Como arte mesmo pra poder enxergar de fato, sabe? Antes era só, vou jogar um jogo aqui. Depois não. Depois eu passei a ver quem era, tipo, sei lá, os diretores do jogo, tá uma parada nesse nível. E aí veio o Silk Song, que eu também tava esperando muito, que eu falei, cara, esquece, eu vou entrar e vou... E aí entrei e apanhei.

Eu falei que eu fiquei frustrado e tal, mas eu, cara, eu só joguei Silk Song por quase um mês inteiro, assim. Eu joguei muito Silk Song. Eu só não...

não fui atrás da platina dele, porque realmente eu não tava com o saco de fazer speedrun e tal. Mas tu chegou a matar a Lace lá no final, no final do Ato 3? Sim, fui, fui, eu fui, eu fui. E você salva, é foda, porque a Lace, a Lace é corrompida pelo vazio, né, e você tem que derrotar pra ela voltar a ser quem ela era, e aí você suga toda a energia da vovó Sil que, é, que tava presa, e tu, cara, é incrível. E obviamente eu fiz, tipo assim, vendo como é que fazia, né, porque não dava pra chegar naturalmente

aí. Pelo menos pra mim, eu sou péssimo localizador. Eu sou ruim de mapa pra caramba. Isso é uma marca minha. Sou péssimo com mapa. Com localização mesmo. E aí eu fui atrás e fiz esse final. Verdadeiro, verdadeiro, né? Mas também faltou as missões secundárias e tal que eu tava finalizando. Mas essa questão realmente foi uma coisa que me pegou da rota. Mas é aquilo, né? É reclamação minha de uma parada que eles decidiram fazer e é isso aí, sabe? Mas eu achei que talvez eu... Quem sabe eu até teria platinado o jogo de

se eu não tivesse esses episódios de frustração. Mas acabou que depois de um tempo, eu voltei e fiz tudo. Mas achei o combate melhor, por exemplo. Eu achei muita coisa melhorada, apesar de que achei diferente. As ferramentas. Eu não gosto de falar as ferramentas, sabe? É uma coisa mais insana. Mas eu gosto de falar que são realmente jogos diferentes. Que não dá pra falar que necessariamente é um melhor que o outro. Até porque eles são opostos.

Um é mais pesado, o outro é mais ágil. Talvez você goste mais de um do que do outro. Eu me identifiquei mais com Hollow Knight, por exemplo. O Silk Song tem quests, né? Tem quests. Tem coisas que você pega aqueles

murazinhos que você chega nos lugares aí. Pagar dinheiro. Ah, vai lá entregar não sei o que, lá não sei aonde, né? Aí tu ganha uma grana. Vai pegar não sei o que. Tu ganha uma bufunfa ali e começa a fazer toda a administração e tal. Então, eu acho ele mais vivo em relação a personagens, por exemplo. Você lembra demais personagens porque você interage com eles muitas vezes. E eles viram seus amigos e tal. O Hollow Knight, ele é mais sozinho, por natureza.

Então, ele não tem amigos, sabe? Ele não tem essa galera que a Hornet tem aqui e tal. Sabe? É diferente.

E aí eu fiquei pensando aqui em qual nota que eu dou, cara. Porque eu falei, pô, a frustração é culpa minha, né? Então eu vou dar aqui 99 pro Hollow Knight e vou dar 90 e... É. 99 pro Circusão. Mudei de ideia. Olha aí, muito bom. É bom e diferente. Tipo assim, eu mudaria algumas coisas, assim, mas pelo meu ego. Aí eu acho que talvez é injusto eu mudar um jogo porque eu quero que ele esteja assim, pensando aqui na conversa, né?

Aí eu falei, ah, então, tipo assim, são dois jogos diferentes. Eu prefiro o Hollow Knight. Quero que eu mais daria 100 vidas.

mas não pode, porque é crime. Mas enfim, é isso. É crime, é muito bom. É aqui, no caso, 99 da nota 100 é duro. Mas aí eu ficarei com isso. São dois jogos bem diferentes um do outro, acho que eles são perfeitos dentro da proposta e o Roland

Night, eu tenho um valor sentimental, eu prefiro ele, basicamente por isso. Não, e aquela parte emociona, né, do nosso Cavaleiro Vazio salvando elas duas, né, a Ronald e a Lace, né, no... Pô, chore se você chorou. Tá doido. Tá maluco aí, cara. O Cavaleiro do Vazio salvando as duas do vazio. Homem. É muito bom. É, mano. Cara, eu terminei só o Silk Song e eu queria fazer o reenverso de terminar o Silk Song e jogar o Hollow Knight, mas aí quando eu comecei eu falei, ah, já deu, né, porque eu já tinha que ter visto desse mundo aqui, eu já vi, então acabei jogando, sei lá.

umas duas, três horinhas de Silk Song e abandonei. Acho que são jogos muito, muito, muito bons, mas eu acho que são jogos que você precisa botar o chip e falar vou entender o que é disso daqui, vou sofrer e seguir em frente assim mesmo. Eu achei o Silk Song animal, tipo, foi o que eu falei. É um dos extremos jogos mais polidos de todos os tempos. Tira sonora muito legal, NPCs que vocês encontram muito legais. O desafio, assim, concordo com o que eu imaginava. Se fosse eu fazendo o jogo, eu deixaria mais fácil.

em N aspectos, mas não sou eu que fiz o jogo, então assim, ou você aceita ele ser difícil do jeito que é, ou você chora e vai jogar FIFA, sei lá, vai jogar outra coisa. Como a gente, como eu optei, tava bom, os outros aspectos estavam bons o suficiente pra me segurar até o final, eu acho que o desafio fez parte, tipo assim, quando terminou, eu falei, é, beleza, poderia ser mais fácil, continuo achando que poderia ser mais fácil, mas eu entendo, escolha de design, de gameplay aí, e beleza. Como eu não terminei o primeiro, eu não queria dar nota,

só pro segundo. E aí vai ser 98 vidas. Só pelo menos do... O caminho até a juíza me irritou tanto que eu vou tirar uma vida. Até todos os bosses, né? Inclusive, até pra falar... Não, mas o da juíza foi muito pior, mano. Belo Deus do céu. Até pra falar aí em relação ao que você falou, eu acho que inclusive é uma experiência meio pesada você, tipo, jogar um e depois o outro em seguida. Não sei como é que o Jurandir fez isso. É, foi o que aconteceu.

É que o Jurandir, acho que ele fez o contrário, né? Ele jogou o primeiro e depois o segundo. É. Mas eu acho que dá pra dar um tempo aí, entendeu?

dar um tempo. É o imaginário. Eu tava precisando, meu filho. É, eu sei, eu sei. Claro, claro. Mas assim, eu acho que... O videogame me abraçou mais uma vez. Sofrer para esquecer da sofrência, Júlio. Exato. É. Dê um gap, assim, pra dar uma respirada entre um e outro. Porque realmente é pesado, assim. Mas por isso que eu acho que, sei lá, eventualmente o Evandro pode pegar depois o jogo Hollow Knight e vai ser outra parada. Tenho ciência disso.

Pode ser que em algum momento dê a louca aí daqui a um tempo e fale, deixa eu jogar Hollow Knight 1 de novo. E aí termine de uma vez, tá ligado? Mas dá pra entender.

entender o hype, dá pra entender a igreja Hollow Knight e tal, porque, cara, não é um jogo, não é normal o que eles fizeram em nenhum dos dois jogos. Sim, ainda mais a equipe tão reduzida, né? É o padrão da indústria. É tudo polido, é tudo bem, muito bem pensado. Cada chefe tem uma história, tem uma melancolia, tem uma decisão ruim que foi tomada, sabe? Não sei o que são lá dos robôs, de transformar tudo em mecânico. Cara, é incrível. Que jogos, que jogos incríveis.

Vale muito a pena se você não jogou aí, você ter a experiência de pegar o controle na mão e jogar ambos aí. São até fáceis de encontrar por aí, né? O Rollo Night, inclusive, tá na Plus, né? É, e no Switch, geralmente, é baratinho e tal. Isso. Vale muito a pena. É o Silksong que eu joguei no Game Pass. É. Agradecer mais uma vez aqui, Imaginago, pela participação. Você encontra Imaginago na internet aí, no YouTube. Bota Imaginago aí, quiser saber tudo de Disney, de animação, de uma forma geral. Show! Inclusive, a animação do RD,

esses jogos aqui, 2D, uma maravilha, envelhece. Daqui a 50 anos, você vai olhar, o Nat vai falar, mano, está lindo, impressionante. Imaginem as pessoas que eu conheço que mais jogam videogame. Às vezes eu vejo assim, imagina que está jogando esse jogo, 120 horas já. O que é isso, mano? Que loucura é essa? O jogo lançou tem 24 horas, ele já está com 120. Quanto mais você sofre, mais você quer jogar videogame para sair do mundo, cara. É isso. É, videogame é livro,

filme, é série, é isso aí. A gente usa como escape também, né? Escape do mundo. E você tem como absorver muitas coisas bacanas também, né? Com essas histórias e tudo. Valeu demais, Maginago, pela participação aí. Tamo junto. Injustiça, inclusive. Injustiça aí pra Hollow Knight, que eu ia negar esse convite aí. Eu falei, vou gravar no meu aniversário nada, pô. Mas aí, quando ele falou Hollow Knight, eu falei, putz. Injustiça a Hollow Knight no 99? Vamos nessa, cara. Presente de aniversário pro Maginago aí.

Em breve, Ark Riders. Mas segue a vida. Caraca, esse hein, Evandro? A gente teve a nossa fase do Ark Riders. Tem que voltar, esse ano está fraco. Toda vez que eu chamo a Imaginaga, Imaginaga, não, está difícil aí. Me chama no momento nada a ver, mas na próxima vai dar. Não existe momento nada a ver. Muito bem, gente. Se você quiser ouvir mais papos do 99 Vidas, temos um podcast bônus, né? 99vidas.com.br barra bônus. Nosso espaço ali que você...

consegue ouvir um podcast novo por semana, que é exclusivo assinante. Então se você assina, você tem acesso a ele, 99vidas.com.br barra bônus. É isso, nos encontramos na próxima semana. Tchau!

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