Episódios de 99Vidas - Nostalgia e Videogames

99Vidas 710 - Qual o melhor… lançamento de videogame?

07 de março de 20261h33min
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Nesse episódio, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de FreitasBruno Carvalho analisam a história dos jogos de lançamento, aqueles que chegaram no dia 1 dos principais consoles. Qual videogame teve o melhor line-up de estreia? Relembramos jogos icônicos, surpresas, decepções e os títulos que realmente ajudaram a vender o console logo no primeiro dia.

🕹️ Essa é mais uma edição da nossa série Qual o Melhor!

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Assuntos9
  • Impacto dos videogames na formação geracionalDiferenças entre gameplay dos anos 90 e contemporâneo · Neuroplasticidade e desenvolvimento cerebral · Satisfação imediata vs. desafio duradouro · Efeitos psicológicos do design de jogos modernos · Comparação entre gerações (millennials, Gen Z, gerações anteriores)
  • Sistemas de recompensa e mecanismos de retenção em jogosSave automático vs. save manual · Skinner Box e condicionamento behaviorista · Checkpoint constante · Recompensas em tempo curto · Gamificação de aplicativos · Jogos live-service e free-to-play
  • Tecnologia e InovacaoAtari 2600 e seu catálogo de lançamento · Nintendo Entertainment System e Super Mario Bros. · Game Boy com Tetris · Master System · Sega Genesis com Altered Beast · Super Nintendo com Super Mario World · Sega Saturn vs. PlayStation · Nintendo 64 · Dreamcast e lançamento de 128 bits
  • Evolução de sistemas e tecnologiaVidas limitadas e punição no design clássico · Dificuldade progressiva · Rejogabilidade como feature · Transição para experiências infinitas · Mudança de foco: desafio para retenção
  • Importância do bundling de jogos com consolesSuper Mario Bros. como bundle de lançamento · Tetris com Game Boy · Importância para popularização do console · Decisão estratégica de empresas · Impacto nas vendas
  • Tendências de consumo: mesmos jogos populares ao longo dos anosPermanência de títulos nos top 10 · Conforto versus experimentação · Jogos live-service de longa duração (Counter-Strike, League of Legends, Destiny) · Fidelidade do jogador · Impacto da idade na escolha de jogos
  • Preferência por jogos single-player entre millennialsPesquisa britânica sobre geração millennials (24-45 anos) · Escolha por experiências solo · Motivação para evitar stress multiplayer · Diferença com geração Z · Uso de jogos como ferramenta de stress relief
  • Design e MoveisGeração mais velha e Souls-like games · Frustração em jogos desafiadores · Adaptação a novos paradigmas de design · Elden Ring e comparação com clássicos · Aceitação de perda de progresso
  • Histórias Pessoais e de ViajantesInteração social indireta · Ranking de amigos · Presença social sem cooperação direta · Mudança de paradigma: solo para social online · Impacto da internet na experiência de jogo
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Não sei o que está acontecendo, mas vocês perceberam que voltou à tona uma discussão em torno de um estudo que foi publicado no final do ano passado sobre como jogar videogames mudou as gerações e o porquê essa geração, a nossa geração é diferente dessa geração Z e explica isso através dos videogames. Caraca, eu lavo ao Bruno falar mal do jovem. É isso. Não, cara, não é falar mal do jovem. Ele fica preocupando. Ele acorda toda semana, Júlio.

E preparem seus ouvidos. Ele acorda e vai pesquisar no Google. Deixa eu ver se sai alguma pesquisinha. Cadê um estudinho reclamando da geração Z? Vai lá, Bruno. Não, cara. A questão é simples. Foi um estudo realizado no Reino Unido. E esse estudo, ele fez tanto entrevistas quanto testes. Arial14. Com os links que tu mandou é aqui. wearmito.com e o outro, fastford.org.

É mito. Não é mito. Podia estar falando. Mitu. Não é mito, né? Você está de propósito deturpando. Tendenciando, né? Exatamente. Essa galera... É que nem o Evandro falou um dia lá que tem um estudo. Aí você vai olhar e não tem de onde é o estudo. Hoje em dia, mano. Puta, né? Em reportagem recente da Newsweek. Pronto, já temos uma fonte aqui. Newsweek. Hoje eu sou o curupira. Toda vez que eu estudo, eu já sou os dois pés atrás. É.

Vai, Bruno. Fala aí. Mas foi, sim, foi uma pesquisadora e inclusive o nome dela que é Verônica Lichtenstein. E que ela concluiu, Bruno, no estudinho dela? Então, é legal que ela justamente traçou esse paralelo entre a maneira como as pessoas jogavam videogame nos anos 90 e jogam hoje e os comportamentos dessas gerações. Então, o que ela fez através desse estúdio...

Estudo? Por que eu falei estúdio, mano? Ah, você está acostumado a falar sobre estúdios. Ela traçou esse paralelo e nesse estudo ela vai apontando traços de personalidade e como que os videogames que nós jogávamos ajudam ou reforçam partes desses comportamentos. Então ela cita, por exemplo, nos anos 90 você tinha jogos como Mario, Sonic, inclusive ela cita esses jogos, ou o próprio Tetris, em que você tinha algumas características

E nota como isso é curioso, porque ela fala o que é um traço, talvez, muito inerente da geração Z. Aquela coisa da satisfação imediata. E ela explica isso através dos videogames. Então, por exemplo, no Mario, no Sonic, você tinha um número limitado de vidas. Então você tinha uma experiência de jogo e acabou. Acabou, você vai ter que voltar lá do começo. Aí ela faz um comparativo com como é que os jogos funcionam hoje. Hoje os jogos, eles têm uma série de sistemas que são feitos justamente para que você não perca.

É pra você ficar ali dentro daquele ecossistema do jogo. E aí ela fala que isso funciona tanto pra esse lado de você não ter a frustração de ter que reiniciar o jogo, quanto também pra aquela coisa da satisfação. Porque assim, qual que era a satisfação que você tinha num jogo de videogame? Checkpoint. Não, não. Você finalizar o jogo. Tipo, putz, finalizei. Aí ela fala, nos jogos de hoje o foco não tá aí. O foco é que tá te dando recompensa o tempo todo.

pra te segurar dentro do jogo. Então, ela começa a traçar esses paralelos e fala, hoje o jogo tem o famigerado checkpoint, né? E o autosave constante. Então, não existe nem o risco de você ser punido, entre aspas, por você ter esquecido de salvar. Então, ele te isenta de qualquer responsabilidade sobre aquela experiência. A gente tava falando disso no bônus que lançamos aí junto com esse podcast aí. Se você não assina, 99vidas.com.br barra bônus.

A gente falou sobre Resident Evil Hacking. O Evandro já zerou e o Felipe tá bem avançado no jogo e a gente fez as primeiras impressões dele lá. E aí falamos sobre a questão do save, né? Que a gente tá muito acostumado a dar dois passos e já aparecer que tá salvo. Você não perdeu nada. Pegou um item no chão, tá salvo. Se eu morrer, vou ter esse item. No caso do Resident Evil, você tem que chegar na sala, na sala, na safe room, né?

1. Safe? É os dois, né? É os dois. É a sala segura onde você salva o seu progresso. É. E aí, o Bruno até comentou assim, ah, Júlio, você tá muito geração Z, né? Que tudo agora, você dá dois passos e tem que salvar. Mas é porque a gente tá realmente muito acostumado com isso, né? De você jogar e você não perder o seu progresso em nenhum momento. Porque a sensação de perda de progresso... O jogo permite isso, né? O rolê que o Bruno tá levantando aí com esses estudos, eu acho que é... Antigamente, não dava. Não tinha save no Alex Kidd, mano. Ou você

jogava pra começar o fim e terminava, ou solamento, começa de novo. Você vai parar de jogar no meio, porque sua mãe chamou. Amanhã você vai começar de novo, da primeira fase. Aí tinha jogo que não tinha nem checkpoint na fase, aí você morria, você voltava pro começo da fase, né? Exatamente. Mas é justamente isso que ela tá falando, porque ela começa a traçar esses paralelos e você vê traços de comportamento que são construídos através dessa experiência.

E é o que ela diz nesse... O ponto dela é justamente esse. A maneira... Existe esse paralelo da maneira como nós jogávamos

nos videogame nos anos 90, e como se joga videogame hoje em dia, tanto do ponto de vista do design dos próprios jogos, e como isso também pode ser refletido no comportamento do jogador. Porque assim, vamos pensar o que era videogame antigamente até. Era essa experiência que era feita pra te dar um desafio, até porque, lembra, a gente tinha um acesso limitado a videogame. Então assim, um jogo tinha que durar, e até por isso a gente colocava um desafio pra você ter que rejogar. Rejogar era parte da experiência. Hoje a experiência não é rejogar,

A experiência é nunca terminar de jogar. Totalmente, é isso. Entendeu? Você tá sempre no mundo do jogo. Tanto que um dos pontos que foi levantado até uma mãe disse o seguinte, o meu filho não termina o jogo. O jogo termina com ele. Que é o seguinte, antigamente a nossa gratificação tava no finalizar o jogo. Hoje o jogo nunca termina. Então o jogo te exaure, entendeu? Ele tá o tempo todo te dando recompensa em tempo curto,

aquela satisfação, que aí a gente traça aquele paralelo do porquê que o TikTok e Reels e Shorts são tão populares hoje em dia, porque é aquela coisa de... Eu não preciso assistir algo por mais do que um minuto. A timeline infinita também, né? Exato. Não gostou da uma coisa, vai outra. Não gostou dessa coisa, vai outra. E aí, tem uma coisa que pouca gente sabe, ou talvez muita gente saiba, mas não entenda tanto, é como que funciona hoje você pensar videogame. Hoje tem uma

série de métricas pra se fazer videogame, pensando em reter o jogador ali dentro. Então, o foco não tá nem mais na experiência, cara. É o tempo que você consegue reter a pessoa naquela experiência, né? Eu não estou brincando. Existem departamentos inteiros dentro de empresas de videogame, principalmente no segmento mobile, mas existe também no segmento de consoles. Departamento inteiro que a função dos caras é analisar número.

O cara não tá preocupado em ser divertido. É assim, onde o cara tá passando mais tempo? Onde tá passando pouco tempo? Como que a gente faz pra aprender esse cara lá?

Então hoje o videogame Virou um negócio De números E isso passa também por essas questões Que a gente discutiu O videogame foi mudando Para se adaptar também E aí não vou dizer que tudo nisso é negativo Ele está se adaptando também à vida moderna Só que parte disso E é isso que é legal do estudo Ela mostra que isso pode ter E é o que ela propõe É um efeito direto no jogador A maneira que até ela fala

nós jogamos videogame ajuda a moldar o nosso cérebro, entendeu? É, tem o... a neuroplasticidade do cérebro da criança, né? Tem muitos estudos também que falam sobre como eram os desenhos de antigamente e como são os desenhos de hoje em dia. Que vai diretamente ligado com o que é os videogames. Antigamente o desenho era lento, a gente tinha, sei lá, o manda-chuva lá. Era um cenário, tipo assim, eles estavam parados cinco minutos conversando no cenário estático, no lixão, cara. É o Pernalonga e o

Caguinho, né? Ele lá mastigando a cenoura devagar o episódio. Exatamente. E aí mesmo que tenha desenhos... O Picapau era mais agitado, o Tony Gere era mais agitado. Mas comparado com os desenhos de hoje em dia... Cara, o Picapau é uma freirinha. Não, o Rick Mori, mano. O Rick Mori hoje em dia é uma loucura inacreditável. E aí isso aí, o que o Bruno falou, impacta muito no jeito como crianças e adultos até entendem o mundo. Tem o experimento clássico lá, que eu já li vários livros que falam sobre a caixa de Skinner.

um cara que ficava dando comidinha pros ratos sempre que os ratos apertavam uma alavanquinha lá. E aí ele começava a alternar o tempo que ele dava comida a um ponto que o rato só queria saber de apertar a alavanca, mano. Tipo assim, ele nem sabia se ia vir comida ou não, mas ele já tava condicionado a ficar apertando lá pra ver se ele tem... Tipo assim, não é nem a recompensa. Pensar em ter a recompensa já te acende uma luzinha no cérebro pra você fazer aquela ação, saca? Tem um negócio de que, por exemplo, jogos como Elder Ring

vida, esses Souls, né? Que ele tem um pouco da dificuldade antiga, né? Que aí você morre e você corre o risco de perder tudo, né? De perder tudo que você coletou e tudo. E isso, eu já vi diversos comentários de pessoas que jogam a franquia Souls, normalmente é uma galera mais velha. É um pessoal que já jogou o jogo antigamente, que já tem uma certa experiência com videogame e que não se frustra tanto quanto uma geração às vezes se frustra

ao jogar esse tipo de jogo. E, por outro lado, tem o fato de que a nossa geração, os milênios, né? Galera que nasceu ali nos anos 80, essa geração, ela também já foi condicionada com o modelo de hoje em dia. Cito o exemplo, por exemplo, dos streamings. Os streamings trouxeram uma certa comodidade pra turma que ele não quer mais voltar há 10 anos atrás que ele baixava torrent, acessava os sites lá pra...

procurar os filmes e tudo. O que tiver de facilidade é melhor. Por isso que o TV Box faz sucesso. O TV Box e o streaming faz sucesso. Porque a galera se acostumou tanto com o streaming que ele não quer mais ter que baixar. Vou procurar aqui o MP4, o MKV, o Torrent. Depois procurar a legenda. E depois sincronizar. Nossa, essa legenda não combina com esse arquivo. É muito trabalhoso isso, né? É tudo questão do condicionamento. Eu acredito que a nossa geração está muito acostumada a jogar jogos

tenham essa facilidade também, sabe? A vida infinita. Se acostumou na vida adulta, mas aí, Girandiro, o que o estudo está dizendo, e essa parte importante, é o impacto que isso tem nos anos de formação, porque o nosso cérebro, ele está em constante aprendizado, mas os anos formativos são os primeiros anos da sua vida. E a gente tem a comparação, né? Do que era antes e do que tem hoje. A nova geração já pega tudo diferente. Exato. A gente tem como saber, por exemplo...

O que é... A gente passou pela experiência do que é ter que perder o progresso de um jogo e começar tudo desde o começo ou porque o jogo não tinha save. Ou pior de tudo, a maior frustração, o jogo até tinha save, mas a bateria morreu e aí um belo dia você vai botar o teu cartucho e o teu save desapareceu, cara. Entendeu? E essa geração não passou por isso, então o normal pra eles é que isso nunca tenha existido. E como isso vai moldar o nosso cérebro, né? É muito interessante.

Não, e é louco, Bruno, porque, tipo assim, um agente 40+, só vai jogar um Fortnite e você consegue olhar e falar assim, vixe, isso aqui não é pra mim, não. É. Porque ele é aceleradaço. Você abre o jogo, você ganha uma recompensa. Você abre um baú, você ganha uma recompensa. O boneco é rapidasso. Exato. E, assim, imagina uma criança que cresceu jogando Mario 1, 2 e 3 lá no Nintendinho e uma criança que cresceu jogando Fortnite.

É o que o Bruno tá falando. É completamente diferente. É videogame, tá na frente de uma

tela e tal, mas o estímulo que ela tem ali, o impacto que aquilo vai ter no cérebro é totalmente diferente. A carga sensorial que ela tem com aquela experiência. Você que é do Overwatch, mesmo você perdendo um jogo, você ganha coisas, né? Que coisa? Tipo, umas bonificações de algo, uma pontuação de algo. Ah, tem lá. O passo de batalha você avança um pouquinho sempre no passo de batalha. Mas isso é um esquema que o Bruno falou. É um jeito de te manter lá. Te manter lá, né?

League of Legends é do mesmo jeito. Mesmo você perdendo, você evolui coisas. Então ele sempre dá uma certa recompensa. Essa é a parada do jogo gratuito, né? O jogo gratuito, ele tem um esquema lá que é assim, é de graça e você sempre vai estar ganhando coisas. Esses joguinhos assim que são Clash of Clans, Clash Royale, essas paradas Candy Crush. Mesmo perdendo, você ganha algo. Então você não se sente tão frustrado, né? É a parada da frustração.

Depois o amigo ouvinte pesquisei pra cima. É o Skinner Box, cara. A gente é uns ratos arrastando a timeline pra baixo na esperança de achar alguma coisa legal. Doideira, né, mano? Essa antecipação às vezes é até mais dopaminérgica do que você achar alguma coisa legal. Dopaminérgica, gostei. Por isso que tem nele que fica 3 horas no TikTok, tá ligado? Gostei da expressão dopaminérgica. Mas é, pô. É, o negócio do... A dopamina. O cérebro libera mais dopamina. O cara vê 70 históricos

bosta. Aí ele vê um legal ali. Hum, compensa ficar aqui. Exato, é. Loucura, né? Qual é a sua crítica, Bruno, então, aí? Não é uma crítica. Foi um estudo, cara. Só trouxe um estudo pra gente poder debater. É. Então, mas eu acho que nesse caso não é só o jovem, saca? Todo mundo tá... Todo mundo pode cair nesses rolês aí. Com certeza. O negócio é conseguir identificar. Tipo assim, porra, estão fazendo isso aqui? Eu quero estar aqui ou eu fui pego e eu só tô rodando em círculo igual um rato mesmo? Agora eu vi em cima desse mesmo estudo, eles

fizeram uma pesquisa no próprio Reino Unido, Reino Unido, Estados Unidos e Japão de que a geração milênio de 24 a 45 anos é uma geração que prefere jogos single players e isso tá mais de 50% dessas pessoas entrevistadas preferem. Faz muito parte da nossa experiência também, Gerandir. Você tem que pensar que, e aí é um outro ponto que ambas as pesquisas abordam. A gente cresceu num mundo sem a internet do jeito que ela é hoje. Sim. Então a experiência de jogar

videogame, pra gente é diferente no ponto de que muitas vezes ela era single player. Você tem um momento multiplayer, digamos assim, quando você tinha irmãos ou quando você jogava com amigos, mas ela era uma experiência primariamente no seu íntimo, muito solo, muito sozinha. Ao passo que, com o advento da internet, as experiências de jogo passaram a ser mais sociais e não é nem interação direta. Pode ver. Você vai lá no seu Clash Royale, você vai ver o ranking dos seus amigos. Vai mandar presentinho pro seu amigo.

Então, ah, eu vou mandar, pega Duolingo, por exemplo, que não é nenhum jogo, mas é a gamificação dos apps que é o próximo nível, né? Você pega, ah, você tá aqui no Duolingo, manda um presentinho pro seu amigo porque parabeniza ele por isso. Então, as interações sociais são maiores no mundo de hoje. Passaram a fazer parte da experiência, né? Exatamente. Pô, Bruno, eu desinstalei um Astrobot porque eu precisava de espaço no videogame porque eu instalava o Resident, né? E o meu console é o digital.

o jogo, a PSN fica me mandando assim, Joãozinho quebrou seu recorde na fase X, e aí, vai deixar? Tipo, nem tem o jogo instalado mais, mano. Se foda o Joãozinho, tá ligado? Mas ele quer fazer o quê? Que eu olho e falo assim, até parece que eu vou deixar. E eu volte pro Astro Bot pra tentar. Exatamente, entendeu? Então, isso aí rola pra caralho, que o Bruno falou. Os caras tem psicólogo do time de desenvolvimento. Como eu vou deixar essa pessoa aqui 10 horas por dia?

Olha aqui esse estudo aqui, ó. Estudos indicam que Millennials, na faixa de 30 a 39,

anos, em 2025, podem ser mais dedicados e passar mais tempo jogando do que a geração Z, utilizando o jogo como alívio de estresse. Enquanto a geração Z, ela é controlada ainda pelos pais, né? Ó, você não pode ficar muito tempo jogando, hein? Os millennials, que em tese são independentes, eles passam mais tempo jogando videogame do que a geração Z. Interessante. Curioso, né? Então, mas tem... Todo ano eles lançam lá os jogos mais jogados da plataforma, né?

curiosa também é que ano após ano são sempre os mesmos jogos. Isso. O ano passado, o pessoal da jogabilidade que falei isso lá no sketch do final de ano deles, o ano passado foram os mesmos jogos, mano. Tipo assim, os mesmos jogos de 25 foram os mesmos de 24. Quando você olha os 10 mais jogados. Né? Doideira isso, né? Então a galera tá, tipo assim, é CS, a minha vida é CS. É, Fortnite. Ninguém tá experimentando muita... É, esses aí de sempre.

Of Legends, a mesma coisa. LOLzinho, exatamente. Isso eu acho muito foda, porque assim, o Felipe mesmo tava falando de um bônus recente aí.

que tava testando uns indie, não sei o que, mas isso é porcentagem pequena dos jogadores, saca? A maioria tem um, dois jogos que ele joga ali e ele joga. Por isso que o pensamento da Band não tava muito errado ali quando ela falou de Destiny, né? Acho que ia fazer 10 anos da turma jogando, porque realmente existia uma tendência no mercado de, assim, olha, a parada agora são os jogos que duram, né? Não é mais, ah, você lançar a continuação. Existem os jogos, né, que são diferentes, que são histórias,

etc. Mas o outro tipo de jogo que permanece é o que vinga aí, né? Esses Fortnite, CS da vida. Há quanto tempo tá a CS aí, né? Hoje a Forcraft, a gente tava falando lá no bônus. Hoje a Forcraft, cara, lançaram agora uma nova expansão e tava sendo bem comentado por aí, sabe? Então, é um jogo que tem mais de 20 anos, né? Uma loucura, né? 25 anos. O CS saiu em 2000, filho. Novembro de 2000. E o WoW? O WoW saiu em 2004. Simplesmente 26 anos. 2004. Ano do lançamento do Rapadura.

22 anos. É uma loucura, né? Loucura demais. Então, eu acho curioso isso. Dos mesmos jogos, eles continuarem bobando, as pessoas continuarem jogando. Até a questão do conforto também, né? O Evandro joga Overwatch, né? E ele sempre joga Overwatch. Você já sabe o que fazer. Então, é muito confortável pra ele jogar Overwatch. Eu voltei a jogar LoL, por exemplo. Voltei a jogar LoL bastante, assim. No último mês, todo dia jogo umas duas horinhas de LoL. Duas ou três horinhas. Substituiu o meu

Porque eu tava jogando bastante videogame e aí mudei pro League of Legends. Agora meu tempo dedicado pra videogame no dia tá sendo pro League of Legends. E eu me sinto muito confortável. É um jogo estressante. Sim, porque você não ganha sempre. Aí você joga na selva, né? Porque se eu não tô com meus amigos, eu vou jogar com quatro pessoas que eu não conheço. A chance de dar tudo errado é muito grande. Da galera desistir no meio da partida e ter rage durante a partida, xingamentos e tudo mais. E aí você acaba se estressando.

Mas ainda assim é um jogo muito confortável, sabe? Eu me sinto bem no dia seguinte. E quando você ganha uma alegria indescritível. Isso. E aí eu vi até um vídeo de um cara falando assim, né? Porque eu tava perdendo muito, aí eu fui ver um vídeo de um cara falando assim, olha, se você tá perdendo muito, dá uma parada. Vai tomar um banho, vai ver um filme, vai ver outra coisa. Porque o LoL é um jogo que precisa você estar jogando com a cabeça boa.

Cabeça leve. E quando você ganhar, mesmo se você tiver uma sequência de 5 derrotas,

ser, comemore. Pra a vitória não ser algo raivoso, sabe? É isso aí, é tipo assim, toma, você nem comemora mais, porque você perdeu tanto, que você só quer ir pro próximo jogo que você quer ganhar de novo. Isso assim, não comemore, porque são 40 minutos que você foi, dedicou pra aquela partida, e você tem que comemorar a sua vitória pra chegar no próximo jogo com a dopamina da vitória, né? É muito louco esse, o quanto mexe com a cabeça esse jogo,

aí, né? Ah, é muito bom, muito bom. Jogar online é bom demais, pô. A minha alegria atual, ontem foi a quarta vez que falaram que eu tava de hack. No console nem existe hack, caralho. Os caras, esse Macri aí tá esquisito, só porque tomou 3HS seguido. Aí é bom pra caralho. Aí você vê que você tá dominando o jogo, tá ligado? É. Mas é bom quando tem um desafio. Tu sente que tem desafio, assim? Tem muito desafio? Tem, pô. Se eu não sou o elo mais alto do jogo, sempre tem desafio, né? Aham. Eu sou diamante, não é? Tipo assim, tem 3 ainda pra subir. Entendi. E aí,

tipo assim, eu sou melhor que a maioria, mas tem muito nego muito melhor. E é um jogo de time, então, direto, a gente toma taca e é isso aí, segue o baile. Mas é bom demais você entender, porque eu tava olhando aqui, o LoL tem 170 bonecos, meu Deus do céu. O Overwatch tá com 25. Então você tem um custo de 10 anos que eu tô jogando esse jogo e entender os bonecos, saber da fase, saber o que cada um faz, se eu fosse pra qualquer outro jogo online, eu não ia ter isso. E aí isso também me mantém jogando, saca? Esse conforto de, porra, já sei o que

esperar disso aqui. É, o League of Legends tem muitos anos aí, né? Mais de 15 anos de LOL. 170 é maluco. Mas o meta é o quê? Dá uns 20 também? Depende muito, porque de vez em quando você joga contra um campeão que quase ninguém tá usando, e aí você não conhece as habilidades dele, aí você se fode. Aí é foda, então. O Bond of Overwatch é pouquinho comparado ao LOL, e tipo assim, eu sei o que esperar de qualquer boneco que eu veja.

Agora, se eu for pro Marvel Rivals, por exemplo, eu me fodo, porque eu só sei comer aranha e sol da teia.

Eu não costumo seguir metas porque eu gosto de ser main alguma coisa, né? Tipo assim, quando eu jogo de top, eu tenho dois bonecos que eu jogo. E quando eu jogo de ADC, tem dois bonecos que eu jogo. Então eu fico só com eles mesmo. É impossível ser banido os dois, assim, sabe? Porque você pode banir, né? No LoL é assim, você escolhe... O seu time escolhe cinco bonecos, cinco campeões, e o seu time banhe também cinco pro time adversário não poder escolher, né? Nem você escolher, nem ele escolher, né?

jogo, 10 campeões são banidos. E normalmente o pessoal bane os mais populares, né? Que a galera tá usando, são personagens mais quebrados, que foram lançados recentemente e não passaram por atualizações, porque são bonecos que quebram o jogo, né? Às vezes um boneco consegue destruir o jogo inteiro. Os roubadinho, né? É. Mas é muito maneiro, assim. É muito, muito maneiro. Vambora! Eu sou Júlio de Filho! Eu sou Felipe Mesquita. Eu sou Evandro de Freitas. E eu sou Bruno Carvão. E esse é o 99 Vidas.

Tira, tira, tira, tira. Ah, morreu. Relaxa, a gente tem 99 vidas. Estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição da 99 vidas. E dessa vez, estamos de volta.

com a nossa série, qual a melhor? No caso aqui, qual o melhor? Porque vamos fazer uma brincadeira de dar uma olhadinha nos lançamentos dos principais videogames do mercado aí, da história dos videogames e quais os jogos que vieram junto com esses videogames. Sabe quando a empresa escolhe assim, olha, eu vou lançar um videogame novo e junto com ele vai vir esse jogo que vai arrebentar e todo mundo vai comprar. Vamos falar sobre esses jogos e decidir no final qual

Videogame teve o melhor lançamento da história. E aí, vamos dar uma passadinha nos videogames aqui? Eu sei que a gente sempre volta lá pros primórdios, né? A gente vai falar do Atari, né? Não vai falar do Atari aqui, né? Acho difícil ele ter o melhor lançamento da história. Não tem, né? Como assim? Por quê, mano? Como? O que foi lançado com o Atari? O que será? Devia ter um jogo, pô. Mas normalmente é um jogo, né? Não. De forma alguma, né? Não, não tem nem lógica.

com um jogo, mano. A gente tá falando justamente do lançamento, né? Lançamento. Chegou o videogame, chegou junto com... Chegou, tá lá na loja com ele no primeiro dia. É. E aí? Master System ali, Bruno? Masterzão? O Master é muito curioso porque teve o advento de... Jogo da memória? Jogo da memória, exato. Mas esse negócio de jogo na memória veio depois, né? É, veio no Master um, né? Veio nos outros ali, né? Mas o Master já tinha bundle, Bruno? Já tinha o bom Alex Kidd? O Master o pretinho?

Lançamento do primeiro Master System? Essa é uma boa pergunta, cara. Até porque no Brasil ele chegou pela Tectoid, ele já chegou depois do lançamento. Aqui a gente já teve algumas vantagens, digamos, né? Cara, o que tem é uma lista, por exemplo, dos Estados Unidos, obviamente, né? Então, por exemplo, tem até do Atari, cara. Do Atari 2600. Ó aqui a biblioteca de lançamento dele. Os jogos no lançamento.

500, Starship, Street Racer, Surround, Video Olympics e Carnival Game. É, nada, né? Nenhum desses aí, né? Acho que Atari no lançamento, apesar de pro lançamento de um console desses, a gente tá falando dos anos 70 aqui, né? O lançamento do... É o que tinha, né? Até aí, beleza. E lembrando que isso aqui ele tá trazendo o lançamento americano, né? É, tem o da Nintendo,

é um pouco mais fácil, porque eles deram uma catalogada nos... chamam de títulos de lançamento, né? Isso. Títulos de lançamento é a parada. E aí a Nintendo tem uma vantagem. O Nintendinho, nos Estados Unidos, quando ele fez o lançamento americano, ele lançou com o Super Mario Bros. Sim. No Famicom, ainda não existia o Super Mario Bros, existia só o Mario Bros, né? Que não era o jogo de plataforma que a gente conhece, era o jogo que vinha

Cades lá. Aí, em 85, quando o Nintendinho chegou na América, aí sim a gente teve um lançamento de peso, que é o seguinte, cara. A lista era Super Mario Bros. Aí a gente tá falando de um jogo que faz uma diferença. É, e é o jogo de todos ali, é o mais marcante, né? Isso. Mas teve o Wild Gunman, que era um joguinho pra poder mostrar as funcionalidades da Zapper, né? Que era a pistolinha.

Então a gente tem que usar as mãos? Ah, para esse brinquedo de bebê.

E o Ten Yard Fight. Cara, é engraçado você ver esse line-up de lançamento do Nintendinho, porque você vê que é realmente o começo dos videogames, que tem muitos títulos de jogos aqui que são simplesmente substantivos. Baseball. Pode crer, né? Golf. Tênis. Naquela época ninguém pensava. Algum dia na história não vão fazer outro jogo de tênis? Simplesmente. E lembrando que no caso do Atari, até eles poderiam pensar isso.

porque o Atari até então, ele tinha sido... A gente teve lá o período dos anos 70, tiveram alguns concorrentes pro Atari ali, mas o Atari era, de fato, o único console que tinha uma penetração de mercado significativa. Foi o console até então que tinha vendido 30 milhões de unidades, o Atari 2600. Então assim, eles poderiam pensar isso. Ah, o meu Golf é o Golf, o meu futebol é o futebol. Agora, quando veio o Nintendo, ele já estava no cenário que existiam outros concorrentes.

Então, você vê jogos como futebol no Nintendinho e fala, peraí, cara. Calma, né? É. Não dá futebol ainda, né, mano? A quantidade de jogos de futebol que saiu depois é loucura. É. Uma coisa legal com o Nintendinho é que tiveram três jogos que era aquele pack-in game, né? Que é o jogo lançado junto com o videogame, né? Se você podia comprar o bundle, né? E o Super Mario Bros. nos Estados Unidos, ele tinha isso. Ele tinha com o Duck Hunt também, né? Porque tem a versão do Nintendinho... Com as apps.

pra quem comprava com a pistola, vinha o Duck Hunter. E o Jiromite também, né? Também tinha o do Jiromite. Mas foi o do Mario que foi a grande revolução, né? Foi a primeira vez que alguma empresa tomou essa decisão de botar um jogo tão... Até porque, vamos ser justos, a Nintendo ainda não sabia que Super Mario ia ser o tamanho que foi, né? Mas foi a primeira vez que a gente viu colocar o seu produto principal como um pack-in de console, né? Falei assim, ó, você vai comprar o videogame e junto com esse videogame

vai vir esse jogo aqui, que é pra você entender a experiência que eu quero te dar. Que é uma coisa que a gente vai ver a Nintendo repetir algumas vezes na história dela ainda. O próprio... Se você pegar o Game Boy, quando foi lançado, o jogo que vinha junto com o Game Boy era o Tetris, né? Então isso já é uma pedrada, né? Você ter um Game Boy e ter o Tetris ali, né? Apesar de já ter o Super Mario Land também, né? Mas é que aí é diferente.

O Tetris... Inclusive a Nintendo fala sobre essa decisão de colocar o Tetris no...

no Game Boy, que não foi uma decisão fácil também, mas que foi uma decisão acertadíssima justamente pra ajudar a popularizar o Game Boy, porque era a experiência portátil perfeita, né? O Tetris é um jogo que você consegue jogar em partidas curtas, é um jogo desafiador, é um jogo com um fator de replay muito alto, então foi uma coisa que foi essencial também, tanto que é considerado um dos maiores pequins até hoje, né? Tetris com o Game Boy.

Mas foi fundamental pra que a experiência do Game Boy ficasse tão popular de fato, né? Ô Bruno, o Master System, ele foi lançado com o Hang-On. Que é o jogo de motinha, o jogo da motinha. E aquele Ted Boy Blues também. Sim, no que aconteceu do Master System foi o Hang-On e o Safari Hunt pra testar a Light Phaser, né? Ah, o Master System, né? O Ted Boy Blues era tipo um Alex Kidd bizarro, é? Aquele joguinho de plataforma, do bonequinho. O bonequinho é igual.

Alex Kidd, cara. Cabeçudinho. Só que é mais estranho, né? E ele ficar atirando uma pistolinha. É, acho meio estranho você lançar um videogame com isso daí, né? Antigamente era isso aí. Vamos lançar com o que tem aí, gente. É isso aí. Vamos nessa. É, então... O Rangon sim, Rangon. Só não confunde... Não, não, então, calma. Só não confunde duas coisas. Porque assim, o Master System, de fato, ele não... Lembra que no Japão a Sega teve o Sega Mark, né? Que foi o Sega Mark III que virou o Master System. O Teddy Boy Blues não lançou

como cartucho, tá? Ele lançou como o Mark III da Sega em um sistema de cartãozinho que você usava. Como cartucho, de fato, foi só o Hang-On e o Safari Hunt no lançamento do Master System. Entendi. Agora, se você pegar o Super Nintendo, o Super Nintendo é lançado com o F-Zero e o Super Mario World, né? Aí eu vou dizer, viu? Aí é foda. Aí estamos conversando. O Super Nintendo do Mario é um dos mais lendários, mano.

veio antes, né? Não, sim, é a mesma geração ali, a gente pode conversar aí. Sim, mas aí o Mega Drive ele chega com o Alex Kidd in Enchanted Castle, que é horrível, mas ele queria aproveitar o sucesso do Alex Kidd no Master System, ele lançou com o Altered Beast, que era inclusive o jogo de capa, né, o pack-in do Mega Drive, o primeiro foi o Altered Beast, com o Thunder Force, que era um jogo de nave muito legal, e com, obviamente, sempre um jogo de esporte,

que era o, no caso, jogo de beisebol, né? Então ele tinha, por um jogo... O Altered Beast era um clássico, porque eu lembro da caixa do Mega Drive, do Altered Beast ele transformando em um lobisomem assim, né? Era realmente muito maneiro. É uma caixa clássica. Se você pegar o lançamento no Japão, tem dois jogos, que era muito mais fraco, né? O lançamento. Mas nos Estados Unidos tinha o Altered Beast como grande destaque, porque saiu em agosto

nos Estados Unidos. Um ano depois, saiu na Europa. E na Europa já tinha o Alex Kidd, o Enchanted Castle, o Golden Axe, mas aí um ano depois do lançamento nos Estados Unidos, né? Isso. Mas ainda é o lançamento, né? O lançamento do videogame. Eu até acho que pra nossa discussão é melhor a gente focar no lançamento americano, que é quando o videogame tava disponível pra gente. Eu acho, eu acho. Porque o japonês vai ficar mais confuso, né?

Então dá pra dizer que era... O Mega Drive era o Altered Beast, que era o grande destaque, né? Isso, era.

muito doido como isso mudou também, né, mano? Tipo assim, hoje em dia sai o Resident e minutos depois tá o mundo inteiro jogando. Exatamente. Na mesma hora. É uma loucura, é uma loucura isso. E antigamente o console levava um ano com a chegada do outro lado do mundo. É. Legalmente e tal. Demorava muito mesmo. Agora pegando o Super Nintendo, F-Zero e Super Mario World, né? Uau. Uhum. Uau, né? É uma... Se você comparar com o lançamento...

Na verdade, isso aí é o lançamento só japonês. O lançamento americano, jura? Já tinha

além do F-Zero e do Super Mario World, ele chegou com Pilotwings, que é um outro jogo que chamou bastante a atenção na época. O jogo da Nintendo também. Exato, e usava um Old 7 e tal. O Sin City tava no lançamento americano, né? Porque o lançamento japonês foi um pouco menos de um ano pro lançamento americano, né? Mas o lançamento americano nesse um ano, eles conseguiram trazer muitas experiências. O próprio Gradius, que era um jogo de navinha e tal, o show-em-up, que a galera curte, né? E o Sin City, que, cara, vindo do

PCs pra um console. Na época, isso era muito legal. Mas, de fato, o grande atrativo, nesse caso, era o Super Mario World, que, mais uma vez, a Nintendo fez questão de fazer um pack-in, né? Ah, você vai levar o Super Nintendo? Saiba que tem um pack-in com um jogo que você deveria jogar, que é o Super Mario World. Então, repetiu aquela fórmula do Nintendinho de, olha, vem o Super Mario Bros. no Nintendinho, no Super Nintendo vai vir o Super Mario World. A gente não vai citar o Neo Geo, essas coisas não, né? O Flip CDI,

coisas... Porque não teve, né? 32X. Até tem alguns outros jogos de lançamento que a gente às vezes não tá mencionando, porque não são jogos que também marcaram tanto assim, né? Sim, sim. Exato. Vamos pegar ali, por exemplo, o Playstation. Isso, aí na geração seguinte, né? Pegar o Saturno, né? Saturno. O Saturno primeiro. E aí é que tá, hein? O lançamento do Saturno, no lançamento, foi mais forte do que o do Playstation. Porque os jogos do Saturno foram

O Daytona, que tava fazendo sucesso nos arcades, né? Daytona! Daytona! O Virtua Fighter, que apesar de ser jurado de ficar torcendo o nariz, era um jogo que tava fazendo sucesso nos arcades também, 3D. É loucura. Mas é verdade. Sim, eu tô dizendo que era uma loucura. É isso aí. Aí lançou com Clockwork Night, que era um plataformazinho bacana. Lançou com Panzer Dragoon. Panzer Dragoon. Que era um fighter de um jogo. Pô, esse jogo na época era o ápice do videogame, né, cara? Sim. Cara, jogo de ação fantástico.

Golf. É um joguinho de esporte pra galera. E um outro jogo pra galera que no Brasil fez um sucessinho que foi o World Wide Soccer. Na época ele era o concorrente, entre aspas, do In-Eleven. Você tinha o World Wide Soccer da Sega pro Sega Saturn e a galera do Playstation tinha o In-Eleven, né? É. Então essa linha, esse lançamento do Sega Saturn foi um bom lançamento, cara. É, que você pega o lançamento do Playstation, você tem Battle Arena Toshinden, que é um lixo. Olha.

Aí você tinha o primeiro Ace Combat. Olha! Tinha uma listinha de jogos de esportes que a gente tá falando, só que aí já começaram os esportes de ação aparecerem. Tinha um jogo da ESPN de esportes de ação. Tinha o próprio NBA Jam na versão do Play 1, joguinho de tênis. Tinha o primeiro Rayman, que é um jogo legal de plataforma 2D. Mas os jogos de plataforma 3D são bem melhores, né? Que vem depois, no fim das contas. E eu acho que o grande destaque de corrida era o Ridge Racer, né? No caso, o jogo da Namco.

Não é que nem um jogo... Não, não. Ridge Racer não, Felipe. Por favor. Tem que falar corretamente o nome. Ridge Racer. Ridge Racer. Ridge Racer? Era a grande aposta desse lançamento do Play 1 era o Ridge Racer, né? Sim. E o Toshiden também, né? O game de luta ali, né? Mas o Toshiden é ruim demais, né? É o jogo horrível. É bem ruim. É bem ruim. Tal qual esse Trist Fighter The Movie também, que é outra que cheira mais. Trist Fighter The Movie é foda.

Também tava lá. Tava lá. Mas tinha umas ceninhas do filme, né? Que era uma coisa legal ali. Tinha, pô.

A capa com os atores e tal. É. Aqui é CD, compadre. Aqui é CD. Mas se você pensar, não é um... Não é um line-up representativo do que foi o videogame depois. Não é. Exatamente, exatamente. Nem perto. E ao passo que, no caso da SEGA, ela trazia os melhores do arcade, aqui a gente vê coisa nova chegando, sim, no lançamento do PlayStation. Mas se a gente for comparar um pra um, por exemplo, lá tinha... O Ridgeway era legal, mas lá tinha o freaking Daytona. Aqui você tem o Toshinden. E lá você já tinha o Virtua Fighter.

que era um jogo melhor. Então assim, eu acho que pra quem comprou inicialmente, e lembrando ainda que o lançamento do Saturno americano, ele acabou sendo antecipado por aquela coisa maluquice da Sega. Então mesmo o tempo de diferença entre o lançamento americano de um e o outro foi de seis meses, né? Pouco menos. E eu acho que no lançamento o Sega Saturno foi mais característico, como o Felipe falou, do que ele viria a ser do que o próprio Playstation. Porque dessa lista,

Quais foram os jogos de fato que definiram o Playstation? Acho que não estão aqui, né? Não estão. Ao passo que o Sega 7 foi definido, são os jogos do arcade na sua casa. É, mas quem venceu essa geração foi o 64 com o Super Mario 64, né? Quem venceu a geração, mano? Não, quem venceu não. Não, não, não. Em relação ao lançamento, você quer dizer? É, em relação ao lançamento, tá. Ao nosso podcast aqui, né? Tipo, título de lançamento.

É, foi o 64 Pilotwings. 64 também. Ah, você tá declarando agora? Você tá declarando agora que o 64 já ganhou, é isso? Não, não.

Dessa geração aqui. Dessa geração, entre os três. Saturno, Playstation e Nintendo 64, porque o Super Mario 64, ele não só é um jogo definidor, né? É foda também, né? Porque tem um jogo, né? É, não, teve dois, pô. O Palo de Wings. Não, tem um jogo, né? Vamos combinar, tem um jogo. Ninguém quer falar, meu Deus, Palo de Wings 64 mudou minha vida. Eu achava muito louco essa nomenclatura que todos os jogos quase eram 64. E vinha desde a época do Super Nintendo, lembra? A Nintendo tinha que...

Super Mario RPG 64 vai ter que ter 64 nome e depois a gente vê isso continuando no DS tem que ter o nomezinho pode crer o Mario 64 ele é um jogo revolucionário então você pega ali Nintendinho, Super Mario Bros Super Nintendo, Super Mario World e Nintendo 64 Super Mario 64

Tinha um jogo pra jogar. Sim, mas é um baita jogo, né? No 64, né? O que me matava... Sabe o que me matava, Bruno? É que a gente vinha de FIFA 95, 96, 97, aí vinha o FIFA 64, cara. Tá ligado? Na brincadeira. O que é isso, mano? O wipeout do 64 é wipeout 64 também. É. Vai jogar com o Pelé, cara. O que tá acontecendo? Vamos lá, vamos dar sequência. Vamos falar da geração 128-bits. E aí a primeira a chegar foi justamente

Dreamcast. Aí sim nós estamos falando de um line-up. É, porque Estados Unidos... Tinha bastante jogo já no lançamento. E muito jogo que definiu o console também. Sonic Adventure, Soul Calibur, né? Pô, ele é jogo que vende só... Mano, a gente falou disso várias vezes, mas deixa eu citar só dois aqui, Bruno. Dois que se destacavam por ser jogos bons e pelas aberturas. O Sonic Adventure e a sua lendária comecinho do jogo lá. É. E o Soul Calibur eram aberturas de jogos pra vender videogame, mano.

Pá, não sei o que comprar. Será que é bom? Amigão, deixa eu te mostrar um negocinho aqui. Não tinha como. Tipo assim, era bizarro a abertura desses jogos, mano. Tinha o Power Stone, né? E tinha o Power Stone da Capcom. Muito bom de luta, de meio party game, assim. Tem os jogos que eu acho que... De esporte da 2K, pô. Tinha vários. E eu acho que também que definiu muito o Dreamcast os de esportes meio radicais, meio malucos. Tinha o Trick Style, que era um jogo bem legal, tipo um hoverboard maluco. O próprio...

Tóquio Extreme Racer é um jogo de corrida muito legal. Inclusive, tá recebendo uma sequência agora. House of the Dead, né? De tiro, né? O 2, no caso. É. E vários outros jogos aí. Tem muito jogo de esporte também. Jogo de luta, outros jogos de luta. Pra mim, até agora do que a gente falou, o melhor... Dreamcast, né? É o Dreamcast, cara. O melhor console aí com jogos no lançamento. Pra mim, é um catálogo de lançamento, né? E a diversidade também, né?

É o Dreamcast. Exatamente por conta disso. Tem uma diversidade grande de estilos,

e de qualidade, e muito jogo que definiu o que foi o console, não só pelo jogo em si, mas até o estilo do jogo, o trick style da vida que eu tô falando aqui, é uma parada que depois você foi ter Jet Set Rage e tudo mais, coisas ainda mais nessa pegada e tal. O que é impressionante é o que o Evandro falou, cara. Tem jogos ali que estavam tão à frente do tempo deles, e você desacreditava, você mostrava pras pessoas assim, não, não é possível. Você pegava a diferença do Soul Calibur, de novo, a diferença

do Soul Calibur pro Soul Edge é um par de anos, cara. E aí você vê a diferença gritante que era um Soul Edge rodando no Play 1 e você botava o Soul Calibur lá do Dreamcast no lançamento. Era um negócio assim, cara, isso aqui não é uma geração pra frente, isso aqui tá duas gerações pra frente, não é possível. O Sonic Adventure, trazendo pela primeira vez um Sonic 3D de verdade, porque a gente tinha tido o 3D Blast, mas não era 3D de verdade, né?

Você ter um Sonic 3D de verdade e fazendo uso do hardware poderoso que era o Dreamcast, sabe? Eu acho que o Dreamcast, ele teve

lançamento muito forte na qualidade dos títulos, na variedade dos títulos e principalmente no que ele mostra. Cara, é isso aqui. Isso aqui é o Next Gen. Olha aqui o que é próxima geração de verdade. São quase 20 jogos, Bruno. Contei aqui, tem 19 jogos no lançamento, cara. A gente falando do 64, ele que teve dois, tá ligado? Contando o Palo de Wings que era uma bicheira. Imagina isso. E aí é mais um caso que a gente fala que quem venceu a batalha não necessariamente tinha o melhor lineup de lançamento. Porque o lineup

de lançamento do Playstation 2 foi até grande. Tinha bastante jogo no lançamento americano. Mas não tinha nenhum dos jogos que você vai falar assim, cara, esse jogo aqui... Que definiu o PS2. Não teve. Exatamente. Não tão aí, né? Porque saiu o Ridge Racer 5. Saiu o Street Fighter EX 3. Maneirinho, mas nada. Os outros eram melhores. Saiu o Tekken Tag, né? Que é realmente um... Que veio dos arcades do TTT. O Tekken Tag era um jogo bacana.

Bacana. Era muito maneiro Saiu Dead or Alive 2, o Hardcore O Unreal Aquele tournament, né? O jogo de tiro O Armored Core 2 Mas são jogos que realmente não definem nada Aquele jogo de mechas, né? O Armored Core Saiu aquele Silent Scoop E saiu o SSX, né? Se você pensar ali, não tem Realmente, se for pensar É o Tekken e o Hidhacer, talvez, ali? Os destaques ali? Do Shitfighter X3? Pois é, o Tekken no cinema

de luta, porque o Street X3, apesar de ser bom, ele não é o melhor exemplo de Street, né? Mas o Tekken Tag era o que a gente tinha de melhor na época do 3D. O jogo do 3D, o Tekken Tag era o que a gente tinha de melhor mesmo pra apresentar, né? Foi um lançamento meio merda, né? Essa é a verdade do PS2, né? O PS2, ele é um console que ele é definido de fato um ano depois. Que tem inclusive aquela imagem famosíssima que é o line-up dos jogos

exclusivos pra ele no final de 2001, né? Que aí você tem Final Fantasy X, Gran Turismo 3, GTA 3, Ico, Jack and Dexter, Metal Gear Solid 2, Silent Hill 2, Ace Combat 4, Devil May Cry e o Baldur's Gate Dark Alliance. Esses oito jogos que foram lançados no mesmo período, assim. Isso aqui é muito mais o que foi o Play 2 do que esse line-up do lançamento aí, sacou? Ele foi se definido um ano

é que ele foi de receber, de fato, muitos dos jogos e franquias que depois foram ter sequências e estilos de jogos, assim, que foram definir, de fato, o que seria o console, sabe? Ele não é um bom lançamento mesmo, não. Vamos falar do GameCube? Porque o GameCube, videogame da Nintendo, recebeu Luigi's Mansion, né? No lançamento. Piorou, né? No 64 foi Mario. É. E no GameCube só tinha o Luigi, praticamente. Foram três sequências de Mario, né? Foram três sequências de Mario, né? É. É que o que aconteceu

no caso do GameCube, é que eles não tinham o jogo Mario pronto, né? O que veio a ser lá o Mario Sunshine. Mas eles acabaram sendo que é um jogo honesto, é legal. Não é Mario, mas é um jogo honesto, cara. Saiu aquele jogo do Tazan, da Disney, né? Saiu a versão do GameCube, né? Saiu Crazy Tax, que tinha sido um grande sucesso ali no Dreamcast, né? Nos arcades do Dreamcast. Então, isso já mostrava, lembrando, o lançamento do GameCube aconteceu em 2001. Isso. A Sega já estava colocando seus jogos em outros consoles.

anos depois. Mesmo antes de anunciar o final de fato do Dreamcast. Porque a gente viu o jogo saindo pro Dreamcast até 2002. Mas antes disso ela já tava, cara, vou colocar meus jogos. Então você via jogo no Xbox, via jogo deles no próprio Playstation mais tarde e na Nintendo, cara. No lançamento de um jogo, presta atenção, no lançamento de um console Nintendo, você tinha um jogo da Sega, cara. Doideira. É muito louco. Tinha mais de um, né? É muito louco como o Xbox, ele é realmente a nova Sega, porque ela tá repetindo

repetindo tudo, né? Daqui a pouco a Xbox vai parar de lançar videogame e ficar só lançando jogos em outras plataformas, né? Igual a Sega. É a maldição. A Sega deixou a maldição pro Xbox. Saiu o Tony Hawk 3, né? Pro GameCube também. O lançamento dele. Mostrando que, diferente do 64, né? Que foi muito fechado, né? Tiveram poucos lançamentos ali. No GameCube tem uma diversidade aqui, né? Pelo menos uma tentativa, né? De diversidade. É que a Nintendo meio que aprendeu

isso porque, assim, o 64 foi uma transição difícil pra Nintendo porque foi um período em que as publicadoras entenderam. Não, a gente não quer... Lembrando que durante a geração Nintendo e a geração Super Nintendo, a Nintendo tinha políticas muito restritas em querer editar o mercado e quem vai trabalhar com ela ou não. Tanto que você não via jogo da Capcom na geração 8-bits, tinha que sair pro Nintendinho, não vai sair pro Master System, por exemplo. A gente foi ver jogo da Capcom pra Master System através da Tectoy depois.

Sim. A Nintendo tinha uma política muito forte e por ela ser a líder do mercado, ela meio que ditava a regra de quantos jogos você vai fazer, se você vai ter jogo comigo ou não, não pode lançar quantos jogos você quiser na minha plataforma. E aí com o Playstation, e aí a disputa do 64 aconteceu naquela geração, eles perceberam que eles começaram a perder mercado por uma política mais aberta da Sony, uma plataforma mais amigável com o desenvolvedor e com as publicadoras. E aí o GameCube meio que tentou reverter isso.

Entendeu que não adianta ter só nossos jogos, a gente precisa também do apoio das publicadoras. Lembrem-se, o tombo da Nintendo do 64 foi algo estrondoso. A Nintendo estava acostumada com liderança de mercado, tanto com o Nintendinho quanto com o Super Nintendo. Na hora que você pega e vende 60 milhões de unidades, 50 milhões de unidades, e na geração seguinte, que é o 64, você cai pra 30? Você cai pela metade? E não só isso, você perde pra uma concorrente que vendeu mais de 100 milhões

milhões. Tipo, ela vendeu três vezes mais que você. Viu surgir um novo concorrente, né? Sim. Exato. Que a Playstation apareceu ali, né? E aí isso também é uma referência do mercado, né? E aí pro GameCube eles trataram de buscar tentar voltar com essas parcerias mais fortes com as desenvolvedoras, né? E as publicadoras. E aí isso reflete um lançamento que, assim, tem muito jogo, mas de fato, quais são os jogos de expressão nessa lista, sabe? Não tem, não tem. De novo, não é. Não tem nenhum cativo que a plataforma seria.

Eu, quando eu penso GameCube, eu penso em Wind Waker, né? E penso em Resident Evil 0, né? Ou 0, o próprio remake que saiu primeiro, o 4 que saiu primeiro lá também. O remake do Resident Evil. O 4 ficou exclusivo um tempão, né? Pois é. Não, o 4 é coincidíssimo pela frase de que se esse jogo sair em qualquer outro console eu corto minha cabeça e hoje é um dos jogos que saiu pra... Hoje em dia sai até pra geladeira, Bruno. Não, eu vou te falar a parte mais humilhante.

A parte mais humilhante, tem Resident Evil 4 pro Zeebo. E pior que, tipo, nem foi um... E nem foi um tempão também, acho que foi tipo oito meses, assim. Eu vi um cara rodando Resident Evil 4 num teste de gravidez, caralho. Não sei se era IA isso. É o Doom, não? Talvez seja IA isso. Não sei se era IA, é muito bom. Vamos lá pro Xbox? Lembrando, só quem falou essa frase aí foi o Shinji Mikami, que era, no meu caso... Bravata, né? Mais uma bravata. Vamos pro Xbox.

No mesmo ano ali do Gamecube, saiu o Xbox e veio com Dead or Alive 3, veio com Halo, né? Então, aí o Xbox, você começa a ter alguns indicativos muito interessantes de jogos que definiriam não só o Xbox, mas a própria experiência dos Xbox futuros. Um console que lança com Halo, ele lançou o PGR, que depois virou o... O Project God of the Race. Não, o MSR virou o PGR, né? É.

falando do Procurador-Geral da República, eu tô falando do Project Gotham Racing. É que também é uma série também. E aí lançaram vários jogos de esporte da Almeida em NASCAR, NFL, NHL. Porque o jogo dele era um jogo muito americano, né? Tanto que o jogo de corrida dele, além do próprio PGR, era NASCAR. NASCAR é uma coisa muito americana. Tinha dois jogos na NASCAR. Que loucura, cara. Mas Halo, né? Xbox Halo. Esse é um jogo que define o console, né? É o Mario do Xbox.

o Mario do Xbox é o Halo. O Master Chief. E aí, dando sequência, saiu ali o Xbox 360, antes de todo mundo. Isso, veio um ano antes. E aí é um videogame também que tem suas características ali de lançar jogos da NBA. Bem parecido, se você perceber, com o lançamento do Xbox original. É um monte de jogo de esporte. Jogo de tiro. Quake. Só que nesse caso,

não tinha o Halo, mas ele tinha lá o King Kong, o Quake. Tem um jogo bem interessante que é o Condemned. É um Xbox, né? Caralho. É um jogo de terror em primeira pessoa que tinha todo um aspecto do gameplay dele de você usar armas improvisadas e tal. Era um jogo que dava bastante medo mesmo. É um jogo bem legal. Esse Prophet Dark Zero é bem fraquinho, né? Bem ruim, inclusive. E saiu o PGR3, né?

Gotham Race aí. Isso. E foi um console Xbox lançado com o Ridge Racer. 6, né? Que até então era muito associado à Playstation, né? O Ridge Racer sempre foi muito marcado. É uma parceria, não é um exclusivo, né? Ele é um jogo da Namco, não é um jogo da Sony, mas é um jogo que tava muito próximo. Se associava muito com o Playstation, né? No Ridge Racer. Dois jogos de carro. É um line-up ok, assim, também, mas não tem nenhum... É, nada demais, né? Nenhum punch, tipo um Halo. Apesar de ter coisas interessantes, assim.

Condempo, principalmente pro jogo de lançamento, ele tinha essa vibe meio nova geração, assim. 360, ele ganhou outra ação, justamente no ano seguinte, por causa da chegada do Gears, né? Aí você vê que ele começou a ter mais cara do que ele viria a ser mesmo, mas o lançamento, ele é meio que um repeteco do que eles fizeram com o primeiro Xbox, mas tem rei. É jogo de tiro, jogo de esporte, jogo de corrida, tipo, é isso. Teve um negócio também da Live Arcade, né?

Que foi lançado junto ali, né? A Live Arcade, ela tinha alguns jogos, né? Tinha aquele...

Outpost. A segunda... É, o primeiro era o Hexig. Hexig, sei lá como fala. É. Hexig HD, é. O grande jogo da level arcade, eu lembro disso aí. Mas a segunda level que foi o negócio. Sim. Inclusive esse Hexig, nas unidades de Xbox que tinha HD, ele vinha pré-instalado, né? Uhum. Agora... Era um jogo de quebra-cabeça, né? O PlayStation 3, ele saiu com Call of Duty 3, saiu com Ridge Racer 7, o que é engraçado porque o Ridge Racer 6 é um jogo só,

Xbox 360. Aí um ano depois saiu o Ridge Races 7 só no Playstation 3. Mas é meio que quase o mesmo jogo, assim. É meio que uma versão do 6 do nada, assim. Eu não entendo como o lançamento pode ter sido tão fraco, hein, mano? Porque, pelo amor de Deus, Ridge Races 7, Call of Duty 3, o Tony Hawk Project 8, horrível. E vinha do 2 cheio de jogo, né, mano? Um monte de jogo de esporte lá, NBA. Tivemos o primeiro exclusivo aí da Sony, no caso do Resistance, muito bom. Que é bom. É o melhor jogo dessa level aí. Tem o Game,

Tem o Marvel Ultimate Alliance, né? Marvel Ultimate Alliance também. É um bom jogo. É bom lembrar que o PS3 é o lendário que o Kenko Taragi falou que as pessoas teriam dois empregos pra comprar, né? É. Então assim, já não tinha muito jogo, a parada custava caro pra caralho. É, eu olho pra esse PS3, o lançamento do PS3 aqui, eu não vejo o PS3. Eu não consigo ver, ai meu Deus, esse é o definiu a cara do videogame. Não tem nada aqui, né, se você pensar. São jogos que não são nem lembrados, se você pensar.

A turma gosta do Marvel Ultimate Alliance pra caramba, mas não é. Meu Deus, que jogaram. Mas se você fizer um top 20 do PS3, esses jogos nem entram. Nenhum. Não, nem entram. Não, eu acho que o Resistance entra. Mas até nisso, até o 2 é melhor também. Sei lá, 2 e 3. Não sei, nunca eu joguei o 3. Top 20 não entra não, Bruno. Entra, top 20 entra. PS3 é lindário. Top 50, talvez. Prefiro o Heavy Rain. É que eu gosto muito de Resistance. Eu gosto muito. Pô, o Uncharted 1, 2, tá maluco, é muito jogo bom.

Batman, Charter, GTA, Wolfstein. Tem muito jogo bom. Depois dos erros e tudo mais, chegou o Wii, né? Wii, videogame da Nintendo, novo videogame da Nintendo. É um baita de um videogame, mas o lançamento também não foi característico do que viria a ser. Tem uma porrada de jogo nesse Wii Sports. Tem Wii Sports e Twilight Princess, cara. Tem uma porrada de jogo. E o jogo do Bob Espino. Twilight Princess, lembre-se. Sim, saiu só antes.

Ele é cross game. É um baita jogo, não? É, não sei se isso é exatamente um problema, não. Doideiro que o Wii saiu primeiro nos Estados Unidos do que no Japão. Eu aceito... Porra, Red Steel. Lembra do trailer do Red Steel, mano? Lembro, porra. Mentirada máxima. Uma espada, não sei o quê. E a arma, vai ser louco, não sei o quê. Era usando o sensor de movimento, né? Exato, é impressionante. O emote, olha o futuro, não sei o quê. Joguinho ruim da porra.

Mas saiu com o Zelda, né? Horripilante. O Zelda Twilight Princess. Pô, do Wii, eu acho honesto. Zelda...

Esse Need for Speed era ok também, o Carbon. É, mas é um jogo que saiu no Play 2 também, né? Não, mas o que tem a ver com isso? A gente tá falando do Wii. É, não sei, sim. É, mas tem o Ultimate Alliance e o próprio Need for Speed acabou e saiu pra tudo, né? Todo videogame tinha um... Tem o Budokai, né? O Dragon Ball Z Budokai, né? Budokai 2, que é um jogo maneiríssimo de luta aí. Budokai tem Kaixi, é diferente, porque tem o Budokai, tem os tem Kaixi e tem o Budokai tem Kaixi. É.

tem um jogo lá do Avatar, o último Mestre do A do filme, né? O jogo dos carros e tudo, mas também não é, né? Que lançamento, hein? Não é. Eu acho que essa geração inteira no lançamento foi bem fraca, assim. Eu acho que o Wii leva vantagem por ter apresentado o conceito e o Wii Sports realmente é um jogo divertido, mas essa geração aí, o lançamento pras três foi bem... E o Wii Play, Bruno? Lembra não do Wii Play? Que era um Wii Sports piorado? Tinha-se nuca. Ah, é. No dia que saiu o Wii, saiu o

o console também do Wii, né? Aí tinha alguns jogos antigos, né? Tinha o Mario de Nintendinho, tinha o Mario 64 pra jogar e tudo. Então eles tentavam fazer um retro. No dia que saiu o Wii, também saiu a musiquinha do menu do Wii, que é uma das mais lendárias. Wii Channel. Usado até hoje do Wii Channel, é. É tão bizarro que o primeiro próximo videogame da outra geração foi o Wii U, né? Você viu o Wii e aí o próximo é o Wii U. E aí o Wii U teve o quê?

da Nintendo, né? É, mas você vê que a Nintendo sempre ela fica orbitando ali entre as duas gerações, né? É. É meio que híbrido o posicionamento da Nintendo sempre. Man, o Wii U, pelo amor de Deus, era Assassin's Creed, era Batman Arkham City, tudo jogo dos outros, né? Era um monte de jogo que já tinha em outros lugares, né? FIFA. Exato, porque o Wii U veio pra endereçar uma coisa que era o problema do Wii, que era o hardware. Muitos jogos que a galera tava jogando no 360 e no Play 3 simplesmente não rodavam no Wii. Então o Wii U

veio ser, ah, esses jogos que você tá sentindo falta, tá aqui. Aí, o lançamento dele é gigante, mas é um monte de jogo que todo mundo já tinha jogado. Exceto os jogos da Nintendo... O New Super Mario Bros. U, né? Isso. O próprio Nintendo Land também, que era um... Precensão. New Super Mario Bros. U, que era New Super Mario Bros. New Super Mario Bros. 2. É. Mas saiu o Scribblenauts, né? E tinha o Zombie U da Ubisoft também, tá? Zombie U, é. Saiu aquele Sonic Aostas, né? Sonic Aostas Race, sim.

Mas sempre foi traição. Inclusive o Zombie U, curiosamente, ele tinha sido um jogo... Não, é um jogo da Ubisoft pensado pro U, tal, tal, tal. E aí depois acabou saindo a versão dele pros outros consoles. Chama só Zombie. É. No lançamento do Playstation 4, saiu com o Assassin's Creed 4, Battlefield 4, aí você já tá falando de jogos grandes, né?

FIFA 14, olha aí. Just Dance 2014, tudo 4. Flower. Flower é um bom título de lança. É, mas é um jogo do Play 3, né? Lego Marvel Super Heroes. E o Skylanders. Nossa, lembra o Skylanders? Maior decepção. O melhor jogo da Sony que tinha aqui era o Resogun, um jogo de navinha. Sim, que é muito bom. É, tanto que eles aladiavam muito esse jogo do marketing, né? O Voxel. Eles mostravam, olha que Voxel e tal. Mas mostrando lá a tendência lá dos FPS,

Partículas. Do PS3 Battlefield e Call of Duty, né? Os dois. E o... Que o Sony, que o Sony Shadow Fall também. É. Que era a franquia de FPS da Sony, mas esse é talvez o pior jogo. E o Neck também era Partículas. E o Neck de Partículas também. Joguinho extremamente nota 6. Esse, o DC Universe Online, ele já tinha saído antes? Ou ele saiu junto com o VR mesmo? Não, já tinha. Já tinha saído, já. Tanto que eu tenho no Play 3, pô. Outro lançamento fraquinho, é.

Pelo amor de Deus, né? Também não representa o que for o próprio console também, depois. Os mais legais dessa leva, Flower, são os jogos menores. Pode pegar o Resogun. Eu amo o Killzone, mas o Shadow Fall é fraquíssimo, fraquíssimo. É fraco. O próprio Warframe é um jogo legal que veio dessa leva de Free-to-Play pra mostrar pra galera aí. É um jogo que vinha dos PCs, né? Não. Mas também nada... Olha pro lançamento e não vejo nada aí. O Xbox One. O Xbox One foi um lançamento bem parecido,

Por exemplo, o Black Flag tá aqui. Mas tem um Cosa 5, hein? Mas tem. Calma aí. O Renascimento do Clearing Instinct, que é um jogo bacaninha, teve uma das maiores decepções da galera, que o Ryze era lardeado. Lembra o Ryze? É, eu lembro. Puta merda. Ele era lindo, mas o jogo mesmo, cara. Furtíssimo, né? Duas horas de jogo. Jogabilidade muito, hein? É bem limitado. Futebol, basquete e futebol americano. Sempre relatado. Esse é os que estão... Se você pegar dois terços da lista do Xbox,

Sempre tem, né? Uma corridinha, é. Se você for pegar a diferença, tem o Dead Rising 3, que é um jogo legal, mas se distanciou muito do que era Dead Rising de fato, então ficou meio que um jogo um pouco sem identidade, assim, que não marcou tanto também. Esse Crimson Dragoon é da mesma franquia lá do Crimson Desert, achei que é um dos jogos mais curtos. Não, ele é um sucessor espiritual do Panzer Dragoon. Panzer Dragoon. E é um jogo horripilantemente ruim também. É muito ruim, cara.

como é o famigerado Lococycle que tá aí também, também jogo da Microsoft. Minha Nossa Senhora. Minha Nossa Senhora, meu Deus do céu. Terrível, cara. Olha o nome, porra. É. E quem não lembra, velho, nessa época aí de ver esse Zutaicon por R$29,00 toda hora nas lojas. Um monte, né? Pilhas. Americanas, pô. O jogo que vendia na Americanas. Zutaicon. Tipo assim, tem mais nomes. Se eu for pegar de jogos, First Party tem bem mais que o PlayStation 4, mas também não tem nenhum jogo marcante, assim.

É, vamos para o Xbox X e S, séries, que é a geração atual, né? Geração atual de Xbox. Saiu com o Forza Horizon 4, o Gear 5, o Sea of Thieves já tinha saído, né? Lembrando que todos esses jogos que você falou já tinham saído, na verdade. É, todos eles, né? Inclusive o Forza Horizon 4 também já tinha saído. Tem um quê de novidade nessa carniça aqui? Tem nada, né? Então, meio que não teve o Gear Tactics, que foi a primeira vez que ele já tinha saído para PC.

saiu pra console e meio que não teve nada, assim. Você tinha os jogos third parties que estavam lançando, que você vai ter na lista aí compartilhada basicamente com o Playstation 5, que é Assassin's Creed, os NBA, o que mais tem aqui? Watch Dogs Legion na época também, o Yakuza, Like a Dragon, que saiu primeiro de fato no Xbox, depois no final do ano saiu pra, no começo do ano na verdade saiu pra Playstation. Então meio que você não teve nenhum jogo novo, First Party, cara, no lançamento, no Xbox Series. Você tinha,

versões dos jogos que já tinham saído em anos anteriores. Ah, o Assassin's Creed Valhalla, né? É lançamento, né? Não é exclusivo, mas ele saiu junto com o videogame no mesmo dia, né? É desses lançamentos que, tipo, as publishers vão lançar nos dois consoles, né? Mas não tem nenhum jogo First Party novo no lançamento. É, você tem basicamente jogos que estão requentados aí de outros anos. Que já tinha... Então foi uma parada bem fraca assim também, talvez desse ponto de vista mais fraca.

Vamos falar de Playstation 5 aí? Que vai ter muitos desses mesmos jogos que a gente acabou de falar ali, Assassin's Creed, os NBA... E muitos jogos de Play 4 requentados também, né? E aí, curiosamente, eu acho que se você for pegar de line-up de lançamento do Playstation, que vindo até agora não tem grandes exemplos, né? Talvez o Play 5 seja o melhor, porque você tem o Astro Playroom, que é um jogo... É um jogaço, mano.

vem com o console. É um jogo bem curto. Muitas mecânicas são meio que tech demos do que é o videogame, mas é um pacote muito bem feito. Sim. Muito bem montado, assim, que é bem inclusive voltado pra comunidade, né? Tem muita coisa de nostalgia, inclusive. Você tem o Demon's Souls, que é um remake de um jogo do Play 3, mas é um lançamento novo, né? Feito pela Bluepoint, que inclusive acabou de ser fechado, infelizmente. E é um excelente jogo, um excelente trabalho. Você tem o Miles Morales,

é um jogo que saiu também pro Play 4, né, mas é um jogo que foi lançado no dia do videogame. E o Sackboy, a Big Adventure, que é um jogo de plataforma, que é bem legal também, assim, um jogo bem competente até. Então, cara, se você for pegar, eu não digo no geral, acho que não entra na discussão, mas de Playstation talvez tenha sido o melhor lineup de lançamento. E a Sony... Compara com os outros quatro, né, eu acho que é mesmo.

E você ainda tem alguns indies interessantes aí com o The Pathless, que é um jogo muito bom, o próprio Bugsnax, que eu acho excelente, sei que muita gente não gosta, mas é um dos

dos indies que estavam no lançamento do console também exclusivos também. Agora a gente tem que fazer uma ponderação que a gente falou do Playstation 5, mas a gente pulou o Nintendo Switch, né? Nintendo Switch saiu com Zelda Breath of the Wild, né? Isso é um baita de um lançamento, né? Deixa eu falar uma coisa. Se a gente for falar, a gente tá analisando o lançamento do console em si, os jogos na biblioteca. Isso. Sim, saiu, tinha jogo pra comprar. Isso. Mas se eu for analisar o jogo

Pra mim, nunca ninguém lançou nada na vida igual um Switch com Breath of the Wild, cara. Esse é fato. Pra mim, é incomparável. Tipo, o melhor jogo... Eu acho que ele é um bom exemplo de que... Ele é um jogo que saiu no Wii U também, né? Mas isso meio que não importa, né? Não é. Ninguém nem... Ele era um jogo do Wii U, e aí ele foi adiado tanto que ele saiu junto com o Nintendo Switch. Só que ele tinha a cara do Switch, né? Ele é um jogo que é totalmente a cara do Switch.

E o Switch tem alguns outros jogos no lançamento que são interessantes também. Você tem o Fast RMX, que é um jogo indie da China, que é um estúdio lá da Alemanha, que é um estúdio muito antigo, inclusive, de videogame. E eles sempre tiveram, há muito tempo, uma série dessa de corrida, que é tipo um F-Zero. É muito parecido. Só que é um jogo que foi exclusivo do Switch no lançamento. A Nintendo fez uma parceria com eles. Não era um jogo First Party, mas era um jogo que vendeu muito no Switch, porque ele tinha essa carinha de F-Zero também.

Você tinha o Snipperclips, que é um jogo de multiplayer, esse sim, publicado pela Nintendo, feito por um estúdio indie também, dois irmãos, inclusive. É um projeto bem legal que acabou acontecendo da Nintendo publicar esse jogo, porque era um jogo completamente fora do radar, assim, eles viram numa feira, propuseram os caras, cara, a gente quer publicar o jogo de vocês, imagina a honra dos caras. Você tem o seu joguinho indie lá, que você tá fazendo com o seu irmão do nada da Nintendo, chega e fala, cara, a gente adorou esse jogo, a gente quer botar ele no lançamento do nosso próximo videogame.

com a gente publicando. E é um jogo muito legal pra jogar de dois, assim, que também tem muito a ver com esses jogos que definiram o Switch. Você jogar o multiplayer com o Joy-Con, com o controlinho, né? Teve o jogo do Bomberman, que é mais ou menos assim, mas foi interessante pra época. E não tinha muito mais coisa, né? Teve o próprio One Two Switch, que é mais piada do que jogo pra muita gente, mas funcionava de certa forma também.

Mostrar o console, acho que é um exemplo melhor do que o próprio Switch 2 recebeu. Mas,

é um lançamento, até além do Zelda, que tem algumas coisinhas, assim, não tem nenhum outro jogo que cheira perto, né, mas é um lançamento até que se eu olho, por exemplo, comparar com o 64, eu acho que é um lançamento bem mais legal, assim, porque você não vai ter meio que aquele um jogo, a discussão totalmente monotemática, você ainda tem algumas coisinhas ali pra você jogar enquanto você dá uma pausa no Breath of the Wild, que é um jogo muito grande, você tem experiências menores e interessantes ali em volta também. Agora, se você pensar no Nintendo Switch 2,

ele sai com Tears of the Kingdom, o Zelda Tears of the Kingdom, sai com Mario Kart World e com Cyberpunk 77, aquela versão do Nintendo Switch, hein? Aí de novo, né? Tudo bem, mas aí é um Tears of the Kingdom bem requentado, né? Tipo, você tem um lançamento novo, é o Mario Kart World, assim. Então, mas o que que conta mais? Ser totalmente novo ou ser um jogão que já sai em outros lugares? Acho que ser totalmente novo. É, porque ele já tinha saído, o jogo já tinha saído, o quê? Eu nem digo dele não sair em outros consoles,

tempo, mas um produto totalmente novo, assim, pra, tipo, eu quero jogar esse jogo e ter um videogame novo pra jogar esse jogo, sacou? E eu vou fazer uma pergunta que é bem simples. Qual de nós quatro aqui tem o Switch 2? Ninguém. Eu não tenho, né? Não, mas porque o Donkey Kong não é o suficiente. O Zelda foi, pô. Então, mas aí, se você... É esse o ponto. Não tem Donkey Kong pra Play 5, caralho. Não, e o Tears of the Kingdom, ele saiu porque ele tem o Switch 1 em 23, né?

É, já tinha quase dois anos. É isso que eu tô falando. E o Switch 2 saiu em 2025, né?

Esse lançamento do Switch 2 não foi suficiente pra convencer a gente. A gente precisa desse console. A resposta nem se o jogo é novo ou é requentado. Esse lançamento te motivaria a comprar? Não, motivou, entendeu? Esse é o ponto. Eu quero trazer um destaque antes da gente fazer a eleição aqui pro line-up, que é de fato meu favorito, mas ele não vai ser discutido aqui. Porque ele tá muito acima de tudo que a gente discutiu aqui, muito num nível pessoal. Mas porque foi um line-up de lançamento muito bom.

que é o do PSP, cara. O lançamento do PSP é um bagulho inacreditável. Porque ele veio com Epscape, Darkstalkers, veio com Danish Warriors, veio com Lumines, veio com Metal Gear Acid, veio com o NFL Street, o Need for Speed Underground, veio com Reed Racer, que é fantástico, veio com Spider-Man, veio com Tony Hawk's, Twisted Metal, Untold Legends, Wipeout Pure e World Tour Soccer. Só o Lumines, o Metal Gear,

E o Ridge Racer já são motivos pra se comprar um PSP assim fácil. Fácil. Então, eu sei que ele não vai entrar na nossa discussão, mas eu queria só trazer um destaque pra esse lançamento do PSP. Foi algo inacreditável. E eu tô falando isso porque ele foi, de fato, algo que eu experimentei no lançamento e falei assim, eu preciso... Eu já contei essa história aqui. Na hora que o cara pegou um PSP de japonês e botou na minha mão e ele botou Lumines e o Ridge Racer pra jogar, eu falei assim, eu preciso disso. O que eu preciso fazer pra ter isso aqui?

Naquele dia eu saí com o PSP na mão. Nenhum outro console fez isso comigo nesse nível. É um negócio inacreditável. O PSP pra mim foi pra jogar emuladores dos outros videogames. É que eu peguei o período. Eu peguei ele literalmente no lançamento. O cara pegou do Japão, mandou trazer pra loja dele no lançamento japonês. Então nem tinha a cena de emulação ainda. Nem tinha a cena de homebrew do PSP. Foi tipo, cara, na semana do lançamento do Japão. Exatamente.

o line-up de lançamento é o próprio Vita. Você pega o lançamento americano, ele é lançado com o próprio Uncharted, Wipeout também, Super Stardust Delta, Ninja Gaiden Sigma Plus, o próprio Loomines, tem vários indies também. De pensar assim, quando eu peguei o videogame do Playstation 1, foi na viagem dos Estados Unidos em 96, economizei todo o dinheiro possível lá e aí pude comprar um jogo e aí o Playstation 1 com o Tekken 1. 96.

Vídeo é preto? Sim, foi comprado lá em Miami, né? Playboy máximo, né? Eu joguei Tekken do CD de demo, caralho, que veio no meu. Tekken 2. Mas eu passei um ano... Para Pater Rapper e Tekken 2, Bruno. Até morrer. Passei um ano com o Tekken 1 jogando Galaga no começo lá. Justo. A mesma música do Parapa em loop. Toda vez a primeira música lá do Karate. É fora, a gente perdeu isso, mano. Lembra? Era uma alegria, pô. Eu falei que já eu tinha um King of Fighters 95.

no Play 1, que demorava quase um minuto de load, mano. E eu joguei meses e meses, porque era o que tinha, tá ligado? É, a gente compra videogame, é foda, você fica velho, e aí você compra videogame e fica meio, né? Hoje em dia, o Bruno comprou o Playstation 5 do O20 lá, e aí ele já tem 400 jogos que ele pode jogar, acessar a PCN e jogar. É. Antigamente, a gente dava mó valor pro que tinha, saca? Eu acho que tem muito também de privilégio, né?

Porque hoje em dia a gente consegue comprar nossos videogames. Antes era tão difícil

conseguir as coisas, né? Então a gente é muito privilegiado nesse sentido de poder comprar e aí talvez você nem valorize tanto, porque eu vejo vários vídeos no Instagram da galera comprando o Playstation 5. E era uma alegria, os homens barbados se abraçando, comemorando, né? Celebrando. Ai, meu Deus, o Playstation 5, não sei o quê. É uma recompensa pra vida, né? O PS5. E é foda porque hoje eu não tenho mais essa empolgação assim de eu vou comprar o Nintendo Switch esse ano? Vou comprar esse ano.

Tô, inclusive, dando olhada em preços. Eu não sei se é o melhor momento pra comprar, mas... Não é o melhor momento. Mas eu quero jogar o Donkey Kong, né? Ah, já esperou, já, tá bom. Eu tenho vontade zero de jogar o Switch 2, cara, zero. Já, já, vai fazer um ano que esse Donkey Kong lançou e não percebeu. Não quer jogar nada, Bruno. É, tem essa também, né, Bruno? É. Tá jogando nem para o ímpar. Aí chega lá em novembro, ele quer jogar tudo ao mesmo tempo e não consegue jogar nada.

É, joga 10 minutinhos pra gravar o cache, vê uns vídeosão da Alonsoca, que eu tô ligado.

SEDU. É. Em 2.5 de velocidade. Aliás, deixa eu... Importante esses mencionários que eu quero fazer dois agradecimentos muito importantes. Alanzó que vai cá esse Edu. Não, não. O Evandro lembrou do nosso querido amigo Lucas, que foi o querido amigo gamer que me vendeu... Que te vendeu videogame por 800 reais. PlayStation 5. E também a querida Letícia. Pegando poeira. Que foi quem me deu lá o... De novo? Você vai agradecer essa Letícia, mano?

Letícia! Letícia! Pô, você já agradeceu que eu te dei o jogo. O Death Stranding.

Então, se eu sei dessa informação é porque você já agradeceu. Não tem a música da Letícia? Não tem uma música dessa? Letícia, Letícia, pra onde você vai com aquele mototaxista? Não conhece? É Zé Vaqueiro. Zé Vaqueiro é um clássico, cara, daqui de Fortaleza, rapaz. O cara é um gênio da música aí, mano. Pra onde você vai com o mototaxista? O novo bar, o novo Mozart? Bate, o gaúcho. Sim, Bruno, agradece a Letícia. Um abraço pra Letícia. Salve, Letícia. Exato. Quem é a Letícia?

O que é que deu o jogo pra ele, o Death Strange? Do Death Strange 2. Graças a esses dois foi que foi possível justamente eu fazer, por exemplo, melhores do ano passado, se eu não teria. Olha aí, um salve pra Lelê. E o do ano anterior, porque eu não teria. Só pra Lelê. Gente, vamos escolher aqui qual o melhor lançamento de videogame com o melhor jogo, né? As melhores opções. E aí, bicho? E aí, bicho? Pra mim, é difícil, mas eu tô entre dois. Como eu falei, o PSP eu não vou considerar pra essa,

PSP ganharia, tá? Mas eu não vou... Vamos eliminar videogames? Vamos eliminar videogames? Não, tá fácil. PS4? PS4 corta. Pode tirar todos da Sony. Todos os Playstation, né? PS4, né? Nem dá. Todos os Playstation. Um abraço. Mas como eu falei, eu acho que o 5 até surpreendeu assim, não chega perto de outras coisas aqui também. Não chega, não chega ali. Xbox, vamos cortar esse varralo aqui. Pode tirar o Series, com certeza, talvez o pior de todos. O Xbox 360 corta. Acho que Halo...

O primeiro Xbox é bom, mano. É forte. Talvez o primeiro Xbox ficaria, mas o restante pode jogar fora. Wii. Vamos cortar o Wii? Corta o Wii também. Wii é só o Wii Sports, né? Corta. Wii U. Wii U corta também. Pode cortar. Switch 2 corta. Playstation 1 corta, né? Todos os Playstation. Todos os Playstation. Switch 2 corta? O Maricacho hoje? Acho que sim. GameCube corta também? Corta, né? GameCube, né? Pode cortar. Play 2 pode cortar. Sega Saturn.

corta, né? Assim, em pop, né? Aí não dá. Ah, é... Desses que a gente falou agora é o melhor, talvez. Exato. Lista atualizada. Não. Lista atualizada aí, ó. Temos ali, ó. Nintendinho com Super Mario Bros. Master System. Rangon corta, né? Pelo amor de Deus. É, não vai dar. Infelizmente, vai ter que soltar. É. Um abraço aí, Rangon. Hangout. Rangon. E aí, vamos lá, ó. Nintendinho Super Mario Bros. Mega Drive com Altered Beast. Super Nintendo com Super Mario World e F-Zero. Nintendo 64 com Super Mario 64. Dreamcast com

O Nintendo Switch é mais forte que o Super Nintendo? Não sei. O Super Nintendo é pesado.

Só o Super Mario World, pra falar a verdade. F-Zero. Tem alguma outra coisa, assim. Eu acho que o Switch também tem outra coisa. Tem um... Inclusive, um jogo parecido com o F-Zero no Fast-RMX lá e tal. É. Altered Beast, um abraço, né? Não dá, não dá. Não, tchau. Mega Drive, tchau. Eu fico pensando que o Super Nintendo, ele é uma... É tipo assim, é um passo... Um bastião. Mas o Nintendinho, o Super Mario Bros, ele definiu muito do que é videogame. Ah... Como é que... Sei lá. É isso aí.

Acabou, tá ligado? Ué, mas você acabou, caralho. Tudo que veio depois veio baseado em Mario? Se eu fosse um Mario 64, também acabou, então. Então, então. Também acho. Mas eu acho que pra mim, o top 3 desses que ficaram aqui, sem a ordem ainda, é Super Nintendo, Dreamcast e Switch. Porque eles têm opções. Além de ter um grande jogo que representa o videogame, tem outras opções pra você dar uma limpada no seu paladar ali, não ficar só pulando em cima de tartaruga, sacou? Então vamos lá, ó. Temos aí um top 3 aí.

Nintendo, Dreamcast, Super Nintendo com F-Zero e Super Mario World, o Dreamcast com Sonic Adventure e Soul Calibur e o Nintendo Switch com Zelda Breath of the Wild. E outras coisas também. Todos eles têm outras coisas, mas estão dando destaque. Não, mas supostamente é os principais, né? É. Vamos fazer assim, Juras. Cada um fala o seu top 3 e a gente ranqueia naquele esquema de sempre lá. Concordamos que é esse top 3? Eu concordo, eu concordo.

Todos ok? Ok, que esse é o top 3? Super Nintendo, Dreamcast e Nintendo Switch? Os melhores lançamentos? Não, top 3

pra ranquear, né? Três escolhidos. Se há um consenso que esse é o top 3. De toda a lista. Ok? E qual seria a sua ordem, juras? A minha ordem, tá? Em terceiro lugar, o Dreamcast. Em segundo lugar, Super Nintendo. E o primeiro lugar, o Nintendo Switch. O Breath of the Wild não é só o melhor jogo do Nintendo Switch. É um dos melhores jogos da história dos videogames. E eu diria até que ele tá no top 3 de melhores jogos da história dos videogames. Se não top 2 ou 1, sei lá. É um jogo inacreditável.

inacreditável. E é um jogo que você passa muito tempo dentro dele. Isso ajuda também, né? É um jogo... Ai, não foram grandes lançamentos, assim, não tiveram 10 jogos, 15, 20 jogos, mas tem um jogo que vai te segurar por semanas, eu diria, até meses ali. Então, acho que o Breath of the Wild, ele é o jogo... É o melhor jogo da franquia Zelda, um dos melhores jogos da Nintendo da história. Então, acho que o Nintendo Switch, ele...

O Nintendo Switch que é um dos melhores videogames da história, né? Se você pensar, né? Então, em primeiro lugar, é assim.

Felipe. O meu terceiro lugar é o Super Nintendo. Olha. O meu segundo lugar é o Nintendo Switch e o meu primeiro lugar é o Dreamcast. Que? Por conta da variedade, cara. Entendi. E, tipo, imaginar eu ser uma criança em 1999, ter um Dreamcast no lançamento com... E ter umas... Tem cinco jogos aqui que eu jogaria muito, assim. Que eu joguei muito depois, obviamente. No lançamento, nem perto disso. Mas que eram muito bons jogos, assim. E que eu teria várias opções pra...

E muito um negócio que o Bruno falou, tipo, isso aqui é muito diferente do que veio antes, principalmente você pegar o Saturno e pulou pro Dreamcast, por exemplo. Isso aqui é uma evolução muito grande, os gêneros estão mais diversos e tem mais coisas interessantes e experimentais e divertidas, assim. Então eu fico com o Dreamcast primeiro. Evandro? Cara, eu vou... Tô com o Felipe, acompanho o relator. Eu acho Zelda animal, mas eu acho que, tipo assim, só um jogo é muito forte pra mim. Ter tantos outros jogos e uma,

em uma plataforma e ter só um jogo principalzão em outro e tal. Então a minha ordem seria Dreamcast em primeiro, Switch em segundo e Super Nintendo em terceiro. Eu não era... Tipo, eu falei o rolê do Dreamcast ter os jogos de pôr a abertura e mostrar pro amiguinho que são os jogos de vender o console. Eu tive um amigo que tinha o Dreamcast muito próximo do lançamento e eu era esse cara que ia na casa do amiguinho e ficava babando na abertura do seu carbo.

Meu Deus, que foda, o Sonic. E depois de algum tempo eu tive o Dreamcast destravadão com o CD dual, sei lá, maldito. E eu era muito

E é a sensação que o Felipe falou, pô. A quantidade de jogos que tinha de se trocar de um pro outro, a variedade e tal. Eu acho que de todos que a gente conversou aí, é o mais pesado, assim. É o line-up mais pesado no pôster do Lollapalooza. É o do Dreamcast. Bruno. Vamos lá. Antes de eu fazer meu ranking aqui, eu quero deixar bem claro mais uma vez. E eu quero deixar aqui que, pra mim, o lançamento definitivo de qualquer console que já existiu é o PSP. Fantástico. Ridge Racer.

Minus, Metal Gear S. Deixa eu só fazer um parênteses antes de ti, que eu tava dando a verificada aqui, os lançamentos do PS5, né? Porque teve o Astros Playroom, saiu o Demon's Souls Remake, né? No lançamento do PS5. Saiu o Spider-Man Marlies Morales também, né? No lançamento do PS5. Então, só pra dizer que o PS5... A gente falou aqui. A gente falou no cast. É bom, mas... Não, não, eu sei que falou, mas deu um destaque só pro Astro. O Astro Playroom foi um grande destaque, mas o Demon's Souls Remake e o

E o Miles Morales são grandes jogos, né? Sim, são bons jogos. O que eu falei do Playstation é o melhor, assim, o PlayStation pra mim. Mas ainda pra mim ter esses três, assim, são melhores também, com certeza. Mas dá pra pontuar, tá? Vai lá, Bruno. Mas a minha lista vai ficar exatamente igual dos meus companheiros aqui. Super Nintendo, terceiro lugar. Nintendo Switch, que tem objetivamente o melhor jogo da discussão inteira aqui, que é o Breath of the Wild, mas ele é um jogo só. Versus a experiência do Dreamcast,

que é uma biblioteca ferrada que mostra mais de um jogo na lista o que é o avanço que você tem de uma geração pra outra. E eu acho que até já contei essa história, cara. Se eu quase perdi o emprego pra poder ter um Dreamcast é porque realmente eu tava na ânsia de ter um videogame. Então, assim, Dreamcast, definitivamente, pra mim, é a melhor biblioteca de lançamento aí. Fazendo o somatório aí, pro 99 vidas, o melhor videogame com seus lançamentos aí foi o Dreamcast.

Dreamcast, né? A escolha do 99 aí. Exatamente. Dreamcast, olha só, o melhor lançamento e a morte mais prematura também. O responsável pela morte da SEGA. É doido por isso, né? Porque são os melhores jogos do Dreamcast, que ele teve uma vida tão curta, já estavam no lançamento alguns dos melhores. Mas aí o Dreamcast, o grande vencedor de qual o melhor título de lançamento aí? Qual o melhor videogame que usa? Qual o melhor lançamento? Qual o melhor videogame no lançamento? Qual o melhor videogame do lançamento?

Muito bem, gente. Deixa aí nos comentários, tá? Tem aí espaço no nosso site, noventa e novidas.com.br. Tem espaço no YouTube. Você que acompanha no YouTube. Tem uma galera que acompanha 99s no YouTube. E no Spotify também. Deixa seu comentário aí. Qual o videogame que teve o melhor lançamento, baseado na nossa discussão que nós tivemos aqui. Você pode até fazer pesquisas aí. Pra dizer assim, ai, vocês deixaram de falar tal jogo que saiu.

Não, baseado na nossa discussão, não. Baseado na experiência da pessoa, né? Você vai falar, qual foi o jogo que baseado na nossa discussão?

Não, mas o cara pode ter comprado o Playstation 3 cinco anos depois que ele saiu. Aí ele vai dizer, ó, melhor no dia que eu comprei... Não é essa a discussão. Mas é o lançamento, no caso, né? Exato. Quais jogos saíram com o Zeebo, Bruno? Você sabe? Tem essa informação? E aí? Pô, Zeebo? É. Boa pergunta, vamos ver aqui. Quer revisar? Vamos fazer uma revisão histórica. Novamente, eu tenho certeza absoluta que não vai mudar o top, tá? Deve entrar sim, é. É. Resident 4. Ó, no lançamento...

Ele tinha o FIFA 2009. Sem confifinha. Need for Speed Carbon. Que tinha em todos os videogames. Não sei que porra é essa, né? Tava em tudo, né? O Need for Speed Carbon. Felipe. Ray. Brain Challenge. E, olha só. Wake. O Zib Extreme. Corrida Aérea. E o Boyacross. Boyacross. Esse é o line-up de lançamento. É, eu acho que ele acaba não entrando no top aqui. Acho que não deu bom. Como assim não, Júlia Júlia? Não, não vai entrar no top, né? Com certeza.

Boia Cross é foda. Deixa o seu comentário aí, 99vidas.com.br É isso, nós nos encontramos na próxima, tchau! Bate a palminha de novo, que a minha falhou aqui. 3, 2, 1. Agora foi. Como é que falha uma palma? Feitou o botão errado. A mão não bate forte. Feitou o L1, tá ligado? Vamos lá, hein? Ô, Felipe, quer contar a anedota aí? Esse é o cast primeiro ou é o segundo? Porque eu acho que essa é a história do

Felipe é mais atemporal. Vocês não querem falar que voltou à tona a pesquisa do pessoal lá do Reino Unido, não? Que pesquisa? Mano, lá vai. Não, não é zoeira, caraca. Da geração Z. Não, as diferenças da geração Z que eles explicaram através dos videogames o porquê que a geração Z e a geração 90 é diferente e tal. Vocês não viram isso? Falar mal do jovem. Que voltou à tona agora. É, isso aqui é. É, o Bruno só quer motivo pra falar mal do jovem. Eu acho que, gente, eu gosto desse Bruno.

Cadê essa pesquisa? Depois tem que pedir desculpa. Se ele mandar o link do zap, eu vou pro burro. Camisa branca. Link do zap. Desculpa porra nenhuma, cê é louco. Link no Facebook. O bagulho é um estudo científico e aí eu que tô enrumando briguinho. Sim, a fonte é o Shrash Labels. É, zap.co.br Shrash Labels Academy. O Bruno recebeu, tava escrito assim, não sei se é verdade, na dúvida ele recebeu.

brincar no Zap. Era Geração Z, Reino Unido, videogames. Deixa eu ver se aparece alguma coisa aqui. Válvula de escape. Apenas 49% dos jogos single players. É isso? É isso? Tá aqui, ó. Cara, o Jundi fez a pesquisa e achou a pesquisa mais rápida do que o Bruno. Pesquisa mostra Geração Z versus Millennials. É isso, Bruno? E ele vai mandar o linkzão do Travazap ainda. Fica vendo. O Bruno dá um... Ele sumiu, cara aí. Foi fazer a pesquisa. Saudade, saudade, Rogério. Aí, mano, é foda.

Caraca, o link. 10 de dezembro. E a mito? Esse aqui é melhor. Não, mas esse aqui é melhor. E a mito é foda. Somos todos mito? Calma aí, Bruno. Vai, Bruno, vamos nessa, vai. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor. Pega o segundo que é melhor.

Mas é por isso que eu tô falando. Voltou à tona. Tipo, apareceu de novo nas redes sociais. O pessoal tá voltando nessa discussão. Passport. Tá inventando os sites aí, cara. Gerador de sites aí, aleatórios. Tá usando a IA. Ele faz um site rapidão. Upa. Vai, vai. Vamos lá, Bruno.