99Vidas 720 - Personagens clássicos esquecidos pelo tempo
Nesse episódio, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho relembram os personagens clássicos dos videogames que foram gigantes nos anos 80, 90 e 2000, mas acabaram esquecidos pelo tempo! Tem Earthworm Jim, Gex, Bubsy, Zool, Cool Spot, mascotes improváveis, clones de Sonic e muitas tentativas malucas das empresas de criar o “próximo grande ícone” dos games. Do auge dos jogos de plataforma à era em que todo console precisava ter um mascote radical e cheio de atitude, exploramos a história, as curiosidades e o desaparecimento de personagens que marcaram uma geração.
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- Jogos abandonadosAlex Kidd · Bubsy · Gex · Blasto · Jersey Devil · Tomba · Clonoa · Rascal · Earthworm Jim · Aero the Acrobat · Zero the Kamikaze Skrull · Bonk · Chuck Rock · Zool · Sparkster · Soul Reaver · Heart of Darkness · Dino Crisis · Parasite Eve · Chibi Robo · Yooka-Laylee · Banjo-Kazooie · The Legend of Zelda · Breath of Fire · Musashi · Pitfall Harry · Call the Kangaroo · The Last Guardian · Returnal
- Crise da Indústria de VideogamesO papel do capitalismo na criação e esquecimento de personagens · Dificuldade de emplacar novos IPs · O ciclo de remakes e remasters · O teto de vendas para RPGs · A lógica das publishers em investir em IPs seguras · O mercado atual suporta tantos jogos de plataforma? · O valor de jogos com final definitivo
- Lives do 99VidasGamificação das lives · Motivos para não usar Superchat no YouTube · IA querendo direito autoral · Tier list de mascotes · Comidinhas para levar para a escola
- Pirateria e Acesso a ConteúdoIPTV e canais 24 horas · Fansubs e legendas · Venda de cigarros e papéis para fumo · Venda de drogas e balas disfarçadas
- Fechamentos estúdiosAquisições da Microsoft e o fechamento de estúdios · A Globo e o fechamento da MTV · O programa Altas Horas e sua audiência
- Design de jogos e interfaceComparativo de interfaces de jogos antigos e modernos · O design de interfaces de jogos mobile
Rapaz, 2026, o ano em que o 99vidas voltou a fazer live. Que isso, rapaz. O ano do YouTube no Brasil. Mano, quer acompanhar a história do 99? Sabe das nossas empreitadas. Porém, agora é real. Agora vai, meu filho. Agora vai. Agora é o seguinte, Júlio. Tamo competindo, tamo competindo. Tamo competindo, tamo competindo. É isso aí. Toma essa jogabilidade. Vai fazer. A gente falou, vai fazer, vai fazer. Mas vai fazer mesmo?
E aí, filho, caímos de cabeça num mundinho de live. Estamos fazendo lives agora, já tivemos no momento em que estamos fazendo esse podcast, nós estamos nas vésperas da nossa segunda live. Fizemos já a primeira, foi um mega sucesso, a turma gostou, a turma se divertiu, a turma viu nostalgia, tem muita gente que via nossa cara pela primeira vez, o que é um negócio inacreditável. Exatamente como isso continua acontecendo.
Eu fico triste. Eu fico triste, Felipe. Por quê? Tem um cara que falou assim, caraca, eu não imaginava o Juras desse jeito. Eu fico mó triste porque a gente do Rapadura tem 10 anos de canal e já faço live duas vezes por semana. O Rapadura Cast é em vídeo e simplesmente o cara, nossa, tô vendo o Juras pela primeira vez. Que tristeza, mano. Achei que você tinha ficado triste porque ele tinha imaginado uma coisa diferente. Exato.
Aí eu não posso atender as expectativas de todo mundo. É muito louco, porque assim, num livro, o cara descreve um personagem lá, e se não existe uma adaptação visual daquilo, só lhe resta imaginar o que você... Exato, exato. Tipo, é muito fácil botar Bruno Carvalho e 93 vídeos no Google Imagens e ver a pulsa do Bruno Poa. É, exato.
Será que aparece Bruno Carvalho? Lógico, todos nós. É que o meu nome tem muita gente famosa, tipo, tem jogador de futebol. Tem muito Bruno Carvalho. Mas se você for 99 vidas, vai aparecer. É, vai aparecer. Caraca, aparece o Mocotó. Aparece o Mocotó, que está hospedado no próprio 99 vidas, a foto. Tem bastante, tem bastante Bruno aqui, Bruno Carvalho 99 vidas, tem vários aí. Mas o Felipe também, se você botar Felipe Mesquita 99 vidas, aparece.
Aparece. Os quatro. Felipe Mesquita, 99 vidas. Tem vários e tudo. Caraca, tem simplesmente a foto do meu casamento. Sim. Meu finado. Caraca, tem uma imagem de uma live que fizemos muitos anos atrás. O meu varal de camisas era muito menor, tá vendo? A coleção aumentando, bom demais. Inclusive, saudades aí. Olha a fotiva. Caramba, como é que chamava o mano da camisa lá? É Originais do Fute. Originais do Fute, mano. Grande Originais do Fute, tem um monte também.
Meu pai até hoje usa. Pô, eu tenho várias que eu uso e a galera fala, caralho, essa camisa é foda, ainda que você arrumou esse plumar. Foi uma parada muito louca que rolou uma vez. Foi o Originais do Fute. Inclusive a da Espanha que eles mandaram aqui. Fora lá da Sinatros, demais. Inclusive eu peguei no jogo do Cruzeiro, porque ela azul. Eu tenho simplesmente uma do Cristiano Ronaldo da Copa. Essa é foda, essa é foda. Copa do Brasil. Deixa eu ver aqui. Sigam aí, Originais do Fute no Instagram.
Cara, João Pimenta 99 Vidas já aparece também, hein? Aparece tudo, pô. A marca é muito... Como a gente está há muito tempo no mercado, a marca 99 Vidas é forte na internet. Ninguém do mercado de videogames em podcast tem uma marca tão longínqua quanto a do 99 Vidas.
Então, a gente estar no YouTube agora de forma fortalecida, organizada e fazendo, é uma possibilidade de a gente simplesmente modificar o que a gente já faz há tanto tempo, 16 anos de 99 vidas.
Que diabos vai ser essa live, Jundia? A gente vai fazer gameplay? Não, então, toda quarta-feira, a partir das 14 horas, vai ser na sua tardinha de quarta-feira. A gente, inclusive, estamos tentando institucionalizar o momento 4h20. Quando der 4h20, a fumaça vai subir. A gente tem que fazer isso automático, hein, mano? Galera, isso aí é fácil. Cadê o Kevin? 4h20, fuf!
Então, a ideia é a gente conversar sobre novidades do mundo dos videogames, nostalgia bem à cara do 99 vidas e sempre com a participação das pessoas. A gente gamificou a nossa live. Sabe o esquema que muitas lives tem do donate, do cara mandando um live pics, o cara manda lá fazer uma brincadeirinha e tudo mais? A gente vai ter na nossa.
Só que a gente decidiu gamificar. Nós temos 10 temas todas as lives. E aí a turma simplesmente vai desbloquear os temas. Ah, eu queria que vocês falassem sobre essa notícia, esse trailer. Queria que vocês falassem desse tema de nostalgia. Tem uns temas específicos que a gente chama de Big Boss. Que você escolhe o que é que a gente fale. Então é uma forma de você desbloquear, você participar da nossa live. Obviamente que no fim, tudo...
É, fortalecer o projeto 99 vidas, né? Tudo isso tem esse fim. Por que a gente não foca em superchat no YouTube? Porque o YouTube come 50% do negócio, do valor. E se a gente tiver algum direito autoral, seja por música, por trailer, alguma coisa, a gente perde tudo.
E hoje em dia, amigo ouvinte. Então não vale a pena, não. Deixa eu te contar um negócio aqui, amigo ouvinte. Felipe, Bruno, tu não viu, né? Que eu acho que eu mandei só no outro grupo lá. É. A IA tá querendo direito autoral. Eita, fio. Então, a gente falou assim, porra, tem a música do Mário. É. Tem a música do Mário, iradíssima. A gente coloca, tá lá o cojicondo, né? Bater na sua porta.
Ô, 99 vidas, não rola não isso aí, hein? Vem a Nintendo. E ele bate mesmo. Já dá um flag. Aí a gente vai lá na IA e coloca assim. Ô, IA, faz uma música tipo essa do Mario, mas sem ser o do Mario. Desenvolve uma música aí. Desenvolve não, né? Copia aí alguma coisa aí.
E aí simplesmente ela faz, aí ela fala assim, se você quiser usar em live ou streaming, você tem que pagar X dólares. Aí é, mano, aí é, o robô quer arrancar nosso dinheiro, filho. Hoje em dia tá, é isso aí. Mas é isso, né? A gente tá fazendo as nossas lives. A gente espera que vocês participem. Pesquisa lá, 99 vidas no YouTube. Se inscreva, porque todo esse negócio que a galera do YouTube já pede mil anos, a gente precisa, realmente. Se inscreva, deixa o like, manda pros amiguinhos, comente.
Ah, não posso mandar nenhuma mensagem de live pixel, sem grana e tudo mais. Deixa o likezinho, se inscreve no canal, já é o suficiente pra gente assim, pra fortalecer o trabalho e chegar mais longe, né? E a gente tá postando os cortes também, né, da live. Ah, não consigo ver 3 horas de live. Tem que os cortezinhos lá, né, dos temas. Sim. Aí você pode acompanhar durante toda a semana.
É legal, Juras, porque a gente consegue na live fazer coisas que é mais com apelo visual, né? Isso. Então, por exemplo, na primeira a gente fez lá a famosa tier list, que é um formato de conteúdo bem comum na internet, dos mascotes, se os mascotes saíssem na porrada, quem ganharia de quem? Isso.
E é mascote de marcas, não é mascote do Jogran. Mascote de marcas. Tem o Bruno defendendo o... O Bruno S. Betista, como tá na TAMB. O Amarelinho. É, com unhas e dentes. Tem o Barriguinha Mole. Falamos... É. Falamos sobre a disputa de alto nível de Dolinho versus Barriguinha Mole. Sim. Olha aí, olha o nível da discussão. Vocês estão entendendo.
Fuleco contra o Globolinha. Não, vários mascotes clássicos, como o Bruno falou. São mascotes de videogame, são mascotes do dia a dia, da vida real. E aí, se a gente fala no podcast, o cara vai ficar procurando no Google Imagens, tá ligado? Pô, que diabos aí? Quem é Globolinha que eles estão falando? É todo mundo. Lá não, a gente já consegue mostrar na hora a força do Globolinha, entendeu?
Ou seja, mesmo esquema do 99 vídeos em áudio, você vai ver em vídeo e agora com mais interatividade lá, né? Então, por exemplo, esse dos mascotes, tem link aqui na postagem do podcast pra você ir direto lá, pra esse corte especificamente, e poder verificar lá. Tá bem divertido, tá bem engraçado o negócio. Tem vários. Teve um momento que a gente falou sobre comidinhas pra levar pra escola. Tava eu e o Júlio.
Mesma coisa também, o Júlio abriu o Google Images e mostrou as comedias que a gente comentou, sabe? Num podcast que é só áudio, não tem essa possibilidade. É um papo, né? São papos legais que você já acompanha aqui no áudio. Você pode acompanhar lá nas lives também.
Será que esse vai ser o futuro do podcast 99 vidas? Fica aí a interrogação. Mas o objetivo daqui é a gente fazer mais conteúdo, né? Já temos o nosso podcast toda sexta-feira. Temos o nosso bônus, né? Nosso podcast exclusivo para assinantes. Toda sexta-feira também sai junto com o podcast tradicional aqui. Inclusive, recentemente completamos 400 edições.
Entregamos aí um podcast de praticamente uma hora de duração, conversando sobre os mais diversos assuntos. Você pode assinar no 99vidas.com.br barra bônus. E toda quarta-feira, duas horas da tarde, você vai estar com a gente, acompanhando aí. Eu sei que o pessoal tá no trabalho, sei que o pessoal tá se locomovendo, coloca na live aí. Se você só pode acompanhar depois, tudo bem, tudo bem. Mas você pode mandar sua mensagem.
Fora do horário comercial aqui da nossa live, que a gente vai colocar durante a live também, tá? Então fica à vontade aí, livepix.gg barra 99vidas, tá? Você participa, manda sua mensagem, fortalece o trampo. Estamos há 16 anos na estrada, uma nova fase, uma nova etapa do 99vidas surgindo agora e fazendo com que esse podcast tenha vida cada vez mais longa, né? O objetivo é esse, né? No fim. No fim, no fim, no fim!
É fazer o 99 Vidas crescer e continuar muito forte. Então, muito obrigado a todo mundo que já mandou feedback, que está dando sugestão. A gente está ouvindo tudo, tá, gente? Pode ficar tranquilo, a gente está ouvindo todas as mensagens. Para a segunda live já mudou coisa da primeira, né? Já mudou coisa da primeira, exatamente. O objetivo é sempre crescer, né? Sempre melhorar. E a participação de vocês é de suma importância. Beleza? Vamos embora. Eu sou o Júlio de Filho. Eu sou o Felipe Mesquita. Eu sou o Evandro de Freitas. E eu sou o Bruno Carvalho.
E esse é o 99 vidas.
Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai Mai
Meninos, estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição do 99 vidas. E dessa vez, vamos voltar no tempo. Vamos falar sobre injustiça. Queremos injustiça, como diriam as criancinhas lá do Fel, cara. Vamos falar sobre os personagens clássicos do mundo dos videogames.
que foram esquecidos pelo tempo. Pelo tempo e pelas empresas, né? Porque, né, tem muitos deles que foram esquecidos pelas empresas, tipo assim, lançaram jogos, esse daqui vai bombar, esse vai mandar em tudo. E aí, no fim, não tem mais jogo, não tem mais nada. Ih, já começou.
Essas figuras que vocês estão dizendo que os videogames esqueceram, quem esqueceu foi o capitalismo, porque se fizesse dinheiro, estava aí até hoje. Pronto, camarada Bruno. É o capitalismo. Vai, camarada Bruno. Camarada Bruno Carvalho. São bichos do capitalismo, mas é verdade.
O Bruno foi tanto para os Estados Unidos que virou o camarada Bruno, tá vendo? Né? É isso que dá ficar indo para esse país. Ele viu a total falência do capitalismo, né? Exato. Exato, é. Falhou e falhará. É que tem personagens e tem franquias, né? Porque tem personagens que, por exemplo, ele não tem jogo novo.
Mas às vezes o personagem aparece em algum outro jogo, tipo uma participação especial, né? Algum easter egg, aqueles Smash Bros da vida, se liga. Mas isso conta o suficiente pra gente dizer que ele não foi esquecido? Então, então, vamos dar um exemplo? O nosso queridíssimo Alex Kidd. O Alex Kidd, ele nasceu como o mascote da SEGA.
Esse vai ser o competidor do Mario. O Mario pula em cima da tartaruga, o Alex Kidd mete a porrada. Soca, é muito bom, mano. Tem uma luva de boxe. Mas o que o Alex Kidd tem? Tem nada. Ele teve um remake agora, que é um jogo antigo. É um jogo antigo, basicamente, né? É o mesmo jogo. Não, literalmente é um por um, né?
Na geração 8-bits ali, ele bombou, né, Bruno? Ele teve muitos jogos e tudo, mas ele ficou por ali, né? Ele teve vários jogos. Ele até teve um jogo lá no 16-bits que é bem ruim, que a gente já comentou aqui. Pô, como é o nome dele? É o Alex Kidd?
Em Enchanted Castle. Mas nos oito bits... O fosquinho vermelho. E o áudio estridente, meu Deus. Ah, não, é horrível. Não, esse é o outro. Esse é o In The Lost Stars, que ele grita. É o do Mega Drive?
Não, não, esse era os 8-bits ainda. Nos 8-bits... É, tem o do Master, é. Isso, ele teve o Alex Kidd em Lost Stars, ele teve o Alex Kidd, que é o mais conhecido, que é o Miracle World, mas ele teve o Alex Kidd em Shinobi World. Ele teve, nos 8-bits, ele teve 4 jogos, e aí teve um jogo lá nos... Na verdade, não são 4. Se a gente considerar o BMX Trial, são 5 jogos nos 8-bits. Esse Shinobi World é maneirinho, tinha o cartucho.
É que ele era a versão... É muito legal, porque ele era o Kid Shinobi. Tipo, você tinha o Shinobi lá e o Kid Shinobi, o Alex Kid era isso. O Alex Kid em Shinobi World era justamente o... Era Shinobi World, o Kid Shinobi, né? Mas ele foi um personagem que teve muitos jogos ali nos 8-bits. Nos 16-bits ele meio que foi deixado pra trás. Porque o jogo era ruim mesmo. Ali o Alex Kid em Enchanted Castle é muito ruim.
E porque ele foi substituído pelo Sonic, né? Que é um muito melhor. Amo o Alex Kidd. Do ponto de vista de mercado, né? É muito mais utilizável. Vocês querem uma informação boa e curiosa? Ah. Esse Alex Kidd de Shinov World aí tem 20 minutos para terminar. Eu estou vendo um long play aqui no YouTube. 21 minutos. E não é assim que o cara é um speedrunner que está fazendo coisas absurdas e glitch. Ele joga o jogo inteiro andando reto, normalzinho. 21 minutos, cara.
Mas lembra que... O Orlando da criança é bom demais, Bruno. Eu fiquei meses jogando esse jogo, feliz. Exato, é isso. Tipo, era um jogo curto, só que você tinha que jogar muitas vezes. Então, o próprio cara, o Alex Kidd in Miracord, tipo, eu acho que todo mundo aqui gosta... Talvez o Felipe não tenha tanta essa conexão emocional. Mas nós mais velhos aqui amamos Alex Kidd in Miracord. E é um jogo que você termina de verdade. Se você pegar pra jogar hoje em dia, 30, 40 minutos você termina.
Sim, muito louco, como antigamente a gente tinha uma escassez de coisas pra se divertir, e elas duravam muito e muito tempo, né, cara?
Tem a ver com a ignorância também, né? Pra caramba. Você não faz ideia que esse jogo... Não, não, não. Teoricamente teria 40 minutos, sacou? Hoje você pode fazer o que o Evandro fez aí. Você joga no YouTube, descobre quanto tempo a pessoa levou pra ela jogar aquele jogo inteiro, sacou? Na época você não fazia ideia. Se você não tivesse terminado o jogo, você não sabia nem até onde ele ia. Não tinha nem como saber, tipo. Se você pegar... Eu acho que hoje a gente vive o oposto dessa era.
O que o Evandro está comentando, porque assim, antigamente a gente tinha pouco e fazia o máximo do que a gente tinha. Hoje em dia a gente tem muito e não aproveita nada do que a gente tem. Pensa na nossa... Caraca, o Bruno filosofou agora. A anúncia de terem o tédio de possuir, Bruno? Exatamente, porque assim... Bruno, continua macetando o capitalismo aí.
Mas é verdade, o capitalismo ele quebrou as coisas pra gente, porque agora pensa, tudo é isso, tudo é consumismo Já compraste seu BID, camarada Bruno? Sinto uma tendência chinesa aí, vindo do senhor A anse de teste é Schopenhauer, né? Não é Nietzsche Schopenhauer onde? Nietzsche é mais depressivo Schopenhauer onde?
Chopper é 2x20 no Detone. 2x20 no Detone, exatamente. Todos os dias. Hoje a gente pega e aproveita pouquíssimo do que a gente consome, cara. A gente consome muito, mas aproveita pouco. E antigamente a gente tinha pouco. Cara, é isso. Quantas horas, quantos meses a gente não passou jogando Alex Kid? Aí hoje a gente pega um jogo, tem tanto jogo que você pega, joga 10 minutinhos e para. Hoje em dia o malandro abre IPTV lá, só de Globo tem 400 canais, cara.
Só Globo. Se você ver a Globo, Rio Grande do Sul vai ter lá. Pois é. Antigamente, eu ligava e passava manchete, porra. Fazer um parênteses aí. Musiquinha de parênteses, tá? Ou é do... Musiquinha de parênteses.
simplesmente eu tive acesso a um desses IPTV pra ver qual é, né? É um negócio que não é que a gente tava... É assustador isso, cara. Que isso? Que loucura é essa, mano? Eu falei, o negócio de 400 Globo não é hipérbole. Realmente tem 400 canais da Globo. O cara simplesmente consegue ver a Globo do Ceará, a Globo de... É bizarro, mas esses caras não contentes com se travarem todos os canais na existência humana...
Os caras criam seus próprios canais. Você entra lá, tem Naruto 24 horas. Esses aí são meus favoritos. Chaves 24 horas. Os caras não satisfeitos de ter todo o conteúdo do mundo, eles criam mais. Longe de mim fazer propaganda pra IPTV. É pirataria, gente, não façam. Mas assim... Campeões, como é? Campeões não usam drogas. É, campeões não usam drogas. O que eu acho muito louco desse conceito dos 24 horas aí, Felipe, é que não é que tem só os desenhos famosão.
Tem uns desenhos obscuros, mano. Aleatório, aleatório. Tem tipo assim, eu tô com a minha perda aqui. Tem bicudo e o lobisomem. Que porra que eu... 24 horas. É o genérico do Scooby-Doo. Bruno, tem Cadillac e dinossauro 24 horas, cara. Se eu tiver as duas da manhã sem sono, eu posso achar Cadillac e dinossauro. Se existe uma instituição que funciona... É a pirataria no Brasil. Nesse país, é a pirataria. É um negócio...
É muito louco como existe uma força-tarefa grande assim pra fazer isso acontecer. Eu lembro que quando acontecia lá os... Lembra? No auge das séries que bombava pra caralho. Os Lost da Vida, The Office, Grizzanite. O RMVP legendado, Jundi. Salvou tanta gente. Que passava o episódio lá nos Estados Unidos e simplesmente em duas horas a galera já tinha legendado.
A parada. Os fansubs. Porque muita gente ficava acordado pra baixar. É, o Insubs, o Lost Maníacos, o Insanos. Lembra do Insanos também? Sim, um dos maiores. Os caras faziam as legendas e tudo.
E olha que legenda... Eu nem achava legenda pirataria, tá? Porque ele é uma legenda, né? Uhum, é uma legenda que você vai dar pra legenda. Mas se eu ia aplicar essa legenda na sua TV, na Netflix, né, amigão? Não, mas é que nem o cara proibir o cara que vende o isqueiro. Se liga? O cara que vende o isqueiro, o que ele vai fazer com o isqueiro, aí não é problema do isqueiro o cara aí, né? Ah.
Mais ou menos, ele tem várias outras utilidades. O cara faz o menor sentido dessa analogia do Jurandir. E olha que eu sou o cara que traz as piores analogias, mas essa do Jurandir não faz o menor sentido. Então onde essa analogia ruim, caralho? Ele pode, inclusive, fumar um cigarro branco, que é legal, Jurandir. Então? Ele pode acender o fogão, que nem todo fogão tem... E aí? Exatamente. A analogia é a minha paixão, aquele mesmo. A analogia é a minha paixão. O abacate, é. Caraca, mano. A legenda não serve para mais nada se não for para isso. Não dá o sentido, caralho.
Tem a terra, o núcleo da terra e um abacate. O Jordi está nesse caminho aí. Por exemplo, Bruno, posto de gasolina vende papel para você bolar, sedazinha, para você bolar o seu cigarro. E é liberado fazer isso, ele vender. É legal vender papel agora. O Adonemifin está lá. Eu não entendi onde está a legalidade. Cigarro é legal, Jordi. Eu sei disso. Oxi.
Só que o problema é que a propaganda desses papéis normalmente é uma folha de maconha, né? Depende. As marcas de tabaco, inclusive, são muito inteligentes, porque às vezes eles têm o mesmo, exato mesmo tabaco, eles fazem três marcas diferentes só pra atingir três públicos, né? Vai no jovem maconheiro, vai no velho da roça lá que vai fumar o cigarro enrolado. Bem bolado. E um tem um meio termo ali que ele é meio neutro, como diz aí os amigos. É...
Os amigos da lactação. Chegou o podcast o Hulk. Cara, o Evandro falou, agora voltando os 5 segundos. E o Monark falando que simplesmente a galera da cultura Hulk é nazista. O Monark está coringando cada vez mais. São os novos nazistas. O Monark disse que tem escuta na casa dele, cara.
O Evandro falou que tem um canal que passa o desenho, né? E ainda assim ele fala essas coisas. O desenho do Cadillacs e Dinossauros 24 horas por dia, só que esse desenho só tem 13 episódios. 24 horas por dia. É, então é isso que eu tava falando. Dá pra assistir. Eles passam o desenho inteiro 5 vezes por dia, mano. Isso é loucura.
Os caras fazem um torretzão e ficam lá passando, não tem jeito. Foda-se, pra sempre. Oxe. Mas aí, né, voltando aí pro Alex Kidd. Vou botar esse desenho lá no Detona. Alex Kidd, ele não tem... 24 horas rolando no Detona. Ele foi esquecido, né? Alex Kidd morreu, né? Acabou, morreu, triste.
Pô, tinha o potencial, cara. Eu acho que o Alex Kidd é o avatar do tema desse podcast, sabe? Tipo assim, que tinha um potencial absurdo e não tá aí até hoje, infelizmente. Será que é... Principalmente se a gente for pegar... Ele é feio. Mas se a gente for pegar, tipo, desses jogos que meio que sumiram, ele talvez em algum momento foi o maior deles, assim, né? Com certeza, é. Até pelo posicionamento que ele tinha dentro da própria plataforma, né? Ele teve um destaque. Porque assim...
Se a gente for pensar nesses personagens esquecidos, principalmente em jogos de plataforma, ao longo desses anos a gente tem muita coisa, cara. O próprio Bubsy, quando chegou na época, todo mundo falava do Bubsy e tal. Clássico. Cara, e o Bubsy é um negócio engraçado. É, não, ele...
Ele até teve alguns jogos recentes, cara. Vai sair semana que vem, na verdade, um jogo do Bubsy. Aí, então tira ele da lista, já não tá mais esquecido, então tá na ativa. Inclusive os caras... Simplesmente o jogo vai chamar Bubsy 4D, tá? Sim, eles tão brincando com o negócio do 3D. O 3D é um dos piores jogos, né? Pô, mas vou dizer, o Bubsy é um personagem muito carismático. Visualmente carismático. A gente pode voltar só dois passinhos no assunto da maconha e do papel aí, que eu achei aqui quando eu tava procurando.
Mas eu prometo que vai ser uma informação curiosa. Tem uma empresa no... Achei aqui, ó, porra. Sabia que existia isso. Uma empresa na nossa grandiosa Itália, que não tá na Copa aí, e lá é proibido, né? A legislação proíbe, lá sim, proíbe vender papel para fumo, Felipe. Segundo o que consta nas minhas pesquisas. Aí o que uma empresa italiana fez? Criou papel pras pessoas fazerem origami. Ah! E aí é anunciado como... Nossa, mas...
Não é muito foda? Olha aí, mandei o anúncio da Amazon. Inclusive, eles são a marca mais vendida de papel de origami e foram considerados o pior papel para fazer origami na história. Olha aí, Bruno, é muito genial, porra. Chamam origamix. E aí eu vi o vídeo do cara dele lá, um cara que era especialista em papel, esses papéis de vocês aí, papel para secar o nariz, e ele explicava isso.
Ô, Evandro, e esse negócio aí da turma no iFood vendendo cigarro, que é proibido? Maravilhoso também. E aí o cara diz que é uma pastilhinha. Compre aqui, tipo, bala de orgute. No fim, é uma carteira de cigarro. Isso aí é doideira. Eu vi Brasil demais, mano. Muito foda. Tem gente vendendo droga. Não que eu saiba, tá? Eu vivo na internet aí esse negócio.
vendendo outros tipos de bala, outros tipos de sete belo, uma ampla variedade de bala. Esse tem umas legendas, uma cartelinha e tudo. O brasileiro sempre dá um jeito, mano. Tem aquela de abacaxi. Você viu isso aí, Bruno? Era aquela bala de iogurte rosinha clássica, tá ligado? Aham. Só que era tipo assim, bala de iogurte, 10,90. Uai. Exatamente o preço de... E aí?
Muito foda, tá ligado? Exatamente como é que tu sabe, Felipe? Uai, eu vendo cigarro no meu... Aqui, achei o print, ó. Imagina o Bruno um dia pedindo seu outback inocentemente, aí aparece pra ele o anúncio da bala de iogurte, mano. Que, porra, calma aí, gente. O brasileiro sempre dá um jeito. O Brasil brasileiro...
Vamos voltar pro Bubsy? Vamos. Bubsy é esse personagem que teve alguns jogos. Ah, inclusive, se você quiser ouvir o podcast sobre Alex Kidd, que a gente falou aí, tá? Fizemos uma edição há não muito tempo, edição 669, sobre Alex Kidd e The Miracle World, que ganhou um remake, né? Teve aquele remakezinho, né? Sim. Não, se bem que a gente fez.
A gente não fez um especial para o Alex Kidd? Não teve um... A gente não fez um podcast sobre o remake do Alex Kidd? Eu lembro de a gente falar desse DX. Esse remake era a época que a gente fazia live, porque eu lembro do Julandinho jogando na live. Pois é, eu joguei na live. Era a outra nossa empreitada de live, foi na época que saiu esse remake aí. Mas aí, o Bubsy tem uma carinha de que compra essas balas na iFood, hein?
Então. Mas já que o Bubsy foi limado da nossa lista, porque ele vai ser lembrado, eu tenho um outro, então. Ele vai ser lembrado? Será que... Pior que... Pesquise aí. O jogo parece bacaninha. É, não está horrível, não. Bubsy 4D. Nossa.
Mano, isso aí é jogozinho, juro. Vai sair no Game Pass e ninguém vai nem abrir. Tipo assim, o Bubz e 3D com certeza é muito pior do que isso. Que horror, tá super de boa. Não tem nem comparação. Não vai entrar, sei lá, no... Não tô falando do próximo Astrobot aqui, tá ligado? Esse personagem tem que ser dois de beijo. Parece um joguinho de plataforma do... Bob Esponja, que às vezes tem até o dos Bob Esponja, talvez seja até um pouco melhor, assim. Até porque tem mais dinheiro envolvido, né? Mas tá super honesto, assim.
Até o visual dele, esse cell shading, ficou legal. O visual tá honestinho. A gente falou do caso do Alex Kidd, que teve sim uma presença forte nos 8-bits, agora teve um outro mascote que chegou sendo a cara dos 32-bits e depois de 3 jogos foi esquecido, cara, que era o Gax.
Lembra o joguinho da lagartixa no 3DO? Dos fios. E aí depois veio pra Playstation e pra Sega 7 e tal. Mano, o Gek's é iradíssimo, mano. Eu lembro demais, assim, da... A lagartixa com óculos escuros. Cara, era um jogo muito legal, né? Escolado. Porque ele começou como uma plataforma 2D e tinha aquela coisa de temática de filme, né? Era muito legal. Era bem feito, né? Tinha um negócio meio do cemitério, né? Primeira fase e tudo.
É, então, porque ele tava brincando com os filmes de monstro. Tipo, ele sempre teve esse pezinho no cinema muito legal, tanto que o 2 e o 3 eles ficavam fazendo o que aí viraram plataforma 3D, tinha a piadinha de emissão impossível, tinha a piadinha de vários filmes, assim, que era muito legal. A capa do Play não é ele de, meio que de James Bond? Com terninho e tal? Isso, que ele tá de terninho, exatamente. Esse daí é a versão do Playstation, né? Do... ...
Não, não, não, mas não é que assim, o primeiro Gax foi 2D, aí ele saiu pro 3DO e depois pra Playstation e Sega Session, aí depois o Gax 2 e o Gax 3 foram jogos 3D, foram plataformas 3D, cara. Pô, Gax era bom demais, velho, Gax é muito bom. Mas o Gax ali do Playstation, Bruno, ele era aquela versão Vibes Spiral, né, Vibes Croc.
Tá falando Gax 3D. O 3D do Playstation. O do Playstation. O do 3DO, que é aquele classicão, ele é 2D de lado ali, plataforma e tudo. Mas teve essa versão pra Play 1 também, é isso que eu tô te dizendo. Ele saiu pro Play 1? Saiu 2D. Esse 2D? Saiu. Sim, sim. Ele saiu primeiro lá pro 3DO e depois saiu no Play 1. Eu lembro demais porque eu joguei o Gax no 3DO, né? Eu achava muito bem feito. Muito bem feito, assim.
Ele tinha uma vibe metalinguística, né? Com o universo das... Isso, ele brincava com o cinema, tá? Isso era muito legal. Mas, né? E aí, cadê ele? O Gex tem uma parada sobre... Hoje em dia, sobre a IP dele também, né? Porque ele era um jogo da Eidos, originalmente. E aí, depois, a Eidos foi comprada pela... Pela Embracer Group. Aquele grupo que comprou os direitos da THQ quando ela... Quem não?
Quando ela faliu e depois eles saíram comprando todo mundo, né, e tal. Só que, por exemplo, recentemente, também alguns anos atrás, a Square vendeu tanto a Crystal Dynamics quanto a Eidos pra Embracer, né. Só que a IP do Gax, aparentemente, ainda ficou com a Square. Então, acho que é muito difícil. Se tivesse na mão da Embracer, acho que era muito mais fácil, porque é, inclusive...
um grupo muito grande, que tem várias escalas diferentes de orçamentos de jogos, então um IP dessa talvez teria mais força mesmo dentro de uma empresa desse tipo. Agora, dentro da Square, que foi se livrando de todos os seus developers ocidentais, e a grande maioria dos seus produtos ocidentais foram se perdendo. Meio que o único que ela tem utilizado nos últimos anos é o Life is Strange, que ficou com ela. Teve três jogos, e o último foi em 99, mano.
27 anos sem nada do Gax. É, a única vez que teve foi uma coletânea, né? Não, mas esse foi esquecido, porque, por exemplo, o Alex Kidd que a gente comentou, o Alex Kidd, ele teve um remake. Isso, que é o Alex Kidd The X. Nova geração, né, e tudo, bonito e tal, pá, não sei o quê. O Gax não teve nada, mano.
Acabou. Teve essa coletânea, né? Saiu ano passado, eu acho. Porque são os três jogos antigos. Sim. É, nada de novo, Juras quer dizer, né? Inclusive em formato físico, né? Que foi pela Limited Run Games também. Muito triste, o Gax foi esquecido, mas... Eu acho que nesse contexto do Gax, que aí sim é um esquecido, porque ele teve muitos para os jogos. Será que a gente considera, por exemplo, porque tem mascotes que nunca decolaram e tem mascotes que foram esquecidos? Se você parar pra pensar... Gax é uma lagartixa, ele não vai decolar.
No máximo vai grudar na parede, perder um rabo e o rabo vai crescer de novo. Um que nunca decolou, tipo o Blasto. Tá ligado no Playboy? Exato. Isso é um escuraço, hein, mano? Meu Deus. Blasto. Blasto é... Eu tô jogando o Saros aí, e o Blasto é o antecessor do Saros. Jogo de tiro em terceiro, a pessoa que você ficou correndo pra ir lá e pra cá.
Não conhece esse Blasto? Não conhece? É de Playstation. Ah, é tipo os Incríveis. É isso aí mesmo, é? Isso, esse Blasto, ele parecia o Senhor Incrível, só que assim... Com o Johnny Bravo. Era muito legal. Isso, porque ele era falastrão. Ele é um plataforma 3D daquela época, que ele era tipo... Ele lembrava muito o...
O Felipe falou bem, pra aquela época não tinha Os Incríveis ainda, mas ele lembra muito o Johnny Bravo e ele era falastrão, então durante o jogo ele ficava fazendo frases de efeito e tal. Ele lembra o Sr. Encrener é igualzinho, Bruno. A Disney como sempre copiando coisas. Copiando, né? A Disney... Não cria nada, esse camundongo safado.
Quando é esse jogo, esse blast do PS? 96? Acho que ele é de 90. É bem do começo. Eu acho que ele era da segunda metade, é 98. Que jogo feio, mano. Play 1, né? Play 1, no começo da vida. Mas na época era legal. Isso aí, Jundi, na época era muito avançado. Inclusive o programador principal desse jogo é o Dylan Cuthbert, que é um cara que fez o projeto do Star Fox 2.
E do Star Fox 1, talvez, também no... Que foi o que baseou também o... Como é que é o chip do Super Nintendo lá? O Super FX. O Star Fox 2, que nunca saiu? O Super FX. Saiu depois, né? Então era um grupo de pessoas trabalhando nesse jogo que tinham... Eram bem avançados, no caso, nesse ponto de vista de tecnologia dentro dos jogos, né? Mas, por favor, se você compra Racco hoje em dia, não tem nem como, assim. Faz sentido ele não ter sido lembrado.
Mas é doideira que ele não foi lembrado nem dali pra frente, né? Se você olhar pra isso, pra um jogo de Play 1, você poderia esperar que ele poderia ter tido mais jogos até no próprio Play 1, né? Mas é isso que eu tava pensando aqui. Se a gente parar pra pensar sobre esses personagens perdidos...
Os 16-bits tem muito, mas acho que a geração Play 1 foi onde teve mais. Porque assim, a gente tá falando do Blasto, mas ali dentro teve o Jersey Devil, que teve um jogo só de plataforma 3D. A gente falou que inclusive num 4x4 uma vez aí, não foi? Sim, e o jogo é bacaninha, cara. Muitos desses mascotes dos jogos de plataforma 3D do Playstation foram totalmente esquecidos, cara.
O próprio Tomba. O Tomba tem um design muito legal, mano. E o Clonoa? O Clonoa não foi esquecido. O Clonoa tá no coração de tudo. Tem coisa nova, recente, né? Ele teve remakes, né? Foi inclusive... 2022, eu acho que foi uma coletânea de dois remasters, na verdade. O próprio Medieval teve um remake em 2019 também, né? Mas é um jogo...
Não, mas é outra que é esquecido também, cara. Tinha um de Play 1 que era de um canguru. Bem carinho de Play 1 mesmo. É o cangu. Eu acho que é cangu o nome dele. Não é. Cangu, procura aí. Não é cangu? Não, é outra coisa. Canguru PS1. Cangu. Cal. Cal de Canguru. Cal. Era Play 1 ou Play 2. Eu lembro que, mano, é uma carinha de Playstation 3D plataforma. O bizarro é que esse jogo, essa IP teve um jogo novo em 2022.
Do Call the Kangaroo. Vou mandar aí pra vocês verem, ó. Olha essa capa. Caraca, viajei no tempo. O Call novo aí, ó. Call the Kangaroo no nosso grupo. Cássaro e um outro jogo também que teve um cara esquecido? Rascal. A gente tá falando de plataforma 3D. Rascal do Play 1. Que era pra ser supostamente o Mario 64 Killer do Play 1. Bota aí. Rascal. Rascal do Menino de Boné?
É, o do menininho de boné. Bota aí. Ô, Felipe, esse Kel de Kangaroo, bonitinho, hein? Esse é o novo, né? Esse é o novo. Não, mas bonitinho, bonitinho a plataforma. Bonerinho, gostei. Saiu alguns anos atrás aí. Esse Rascal, eu mais lembro, eu não lembro de ter jogado, não. Eu lembro mais desse molequinho do... Como é o nome? Rascal? É, Rascal. R-A-S-C-A-L. Molequinho, eu lembro que ele era... Eu achava ele meio... Caramba, mano.
Isso aí era o Mario 64 Killer do Play 1 da mulher. Nossa, que jogo horroroso. É, ele é bem mais ou menos.
Nossa, eu lembro demais desse jogo, Bruno. Só que sabe quem desenvolveu ele, Felipe? Era TT, cara. É, TT Games, né? Que jogo pavoroso, gente. Rascal. Se não me engano, esse jogo era, inclusive, publicado pela Sinosis, né? Então, esse IP deve ser da Sony até hoje. Um clássico do Mega Drive, hein? O Earthworm Jim. Ah, esse aí tem motivos, né? Por quê? O que foi que aconteceu? O criador dele, aparentemente, é bem maluco, né?
Ah, é? Quem é o criador dele? Doug Tenpel. Ah, ele é esse cara. Aconteceu com ele. Talvez ele seja extremamente homofóbico. Então faz sentido, né? O negócio não ter... E teve uns jogos aí, recentemente. Teve, até teve. Nessa década de 20 aí, inclusive, já. Ó, dentro dessa leva dos... Já que o Jurandir voltou para os 16 bits.
Ah, não, foi revista. Ele lançou, foi quadrinho do World War of Gem nos últimos tempos. Não foi nem jogo. É. O Arrow, The Acrobat, o morceguinho. Pá!
Gosto demais Esse é muito simpático, né, cara? Se eu não me engano, eu trouxe Puntiu Peck, hein? Edição 231, eu trouxe Aero the Acrobat e Zero the Kamikaze Skrull Que é outro que desapareceu também Caraca, mas esse jogo é sensacional O Aero, ele é muito Sonic-like É, total, é isso que eu ia falar Caga do sonho
Ele é amigo do Sonic total. O Zero, mano. Pelo amor de Deus, mano. O Zero é um personagem incrível, mano. Adoro. Muito melhor que o Mega Man, pô. Muito melhor que o Mega Man. Não, calma aí também, Bruno. Nada. Sabe o que é foda desses jogos de plataforma? Até os jogos que...
muitos foram bem sucedidos, eles não sobreviveram até hoje, né? Porque são poucos. As ofertas, principalmente, se a gente for pensar, das publishers que eles vinham antes, né? Muitos desses jogos que a gente tá falando aqui, eles vinham da própria Sony, da Sega, no caso do Clonor, outros que a gente falou da Namco. Então, as próprias publishers, alguns da Square, que a gente falou aqui, né? Tudo mais. As próprias publishers que faziam esses jogos, a maioria deles não fazem esse tipo de jogo mais, né?
Você pega o próprio Mega Man que a gente mencionou aqui. É uma IP da Capron que vive de ciclos muito longos de novos lançamentos. Porque até para eles, com um personagem tão importante, histórico, muito lembrado, até para eles é difícil de enxergar um mercado muito vantajoso e ficar fazendo Mega Man toda hora, da mesma cadência que eles estão fazendo Resident Evil toda hora.
Então muitos desses somem porque a vontade... Você pega, por exemplo, a própria Sony no Play 2. Ela tinha uma trinca de jogos que receberam trilogias de jogos de plataforma. E hoje em dia o único que continua é o Ratchet, né? Jack and Dexter e Sly Cooper também... Foram esquecidos também, verdade. Jack and Dexter...
No próprio Play 2, só teve depois coletâneas. E o Sly Cooper ainda teve um jogo no Play 3. Também foi um jogo que custou existir. Teve que a developer na época, que era a Sansaro. Que infelizmente já fechou. Que depois ela foi comprada pela meta. Para trabalhar em coisa do Quest e tudo mais. E eles acabaram fechando ano passado.
Mas foi uma developer que foi atrás da Sony, ó, a gente quer fazer esse jogo do Sly aqui, vocês animam? A Sony, ah, não sei, vamos fazer um remaster primeiro. Fizeram um remaster e aí os caras, pô, agora a gente pode fazer um jogo novo dele? Aí a Sony meio que aceitou financiar o jogo, né? Mas até esses jogos que tinham, essas IPs que tinham força em outros tempos, elas meio que deram uma sumida e eles vivem de referências em outras coisas hoje em dia, basicamente.
Mas deixa eu te perguntar. Por exemplo, tem um jogo chamado Bunk. Você lembra dele? Sim. Bunk. Sim. Era um jogo do PC Angel, inclusive. Um bonequinho cabeçudo. O molequinho das cavernas. Isso. Esse não rendeu, né?
Não, calma. Não rendeu, depende. Qual que é o teu parâmetro, por exemplo. Ué, não teve novos jogos, né? Não teve Bonk 3, Bonk 12. Não teve. Opa, lógico que teve. O Bonk... Depende do que você tá como referência. Porque assim... O Bonk...
O Bonk, ele era um... Pensa nisso, um mascote para o PC Engine. O PC Engine é o TurboGrafx, né? Que já não é lá muito popular, né? Vamos combinar. Tudo... Não, aqui não, mas no Japão... Não, não, calma. Aqui não, mas no Japão o PC Engine era o segundo console. Só perdia para o Nintendinho, cara. O que o Master System foi para a gente no Brasil era o PC Engine para o Japão.
Era ele que disputava com a Nintendo, não era o Master System. O Sega Mark III e o Master System nunca foram disputa pra Nintendo no Japão. A disputa da Nintendo no Japão era com o PC Engine, cara. E esse Bonks teve vários jogos, Sr. Jurandir.
inclusive jogos depois pro Pro Super Nintendo. Eu lembro dele no Super Nintendo Bonk. Chamava, inclusive, Super Bonk porque era do Super Nintendo. Sempre assim, né? Mas não passou disso, né? Opa, como não? Teve seis jogos pelo que tá no Wikipedia aqui e ele aparece novamente em vários outros jogos. Qual foi o último? O último jogo dele acho que... Não, Super Genguin 2, Super NES 95. Acho que teve um jogo de celular nos anos 2. Não, não, teve.
Faz só 30 anos, Bruno, que não tem um jogo. Ele é muito lembrado, ele, o Bonk. Eu não falei que ele é lembrado, você falou que ele só teve um jogo. Falei que não foi. A gente tá falando de personagens esquecidos. Tom Bonk foi esquecido, cara. Sim, mas não é que só teve um jogo, pô. Ele teve vários jogos. Tinha um outro que era das cavernas. Chuck Rock, Bruno. Chuck Rock. O Joey Mack. Joey Mack também.
Não, mas Joy Mac tem jogo recente. Chuck Rock é o Mandeiro 2, que é o pai do primeiro jogo, e o segundo é o Filinho. Isso, exatamente. Chuck Rock Jr., exatamente. Eu lembrei do... Porque é vibes bonk também, o 2. É bem legal, mano. Plantaforminha honesta. Tem jogo recente do Joy Mac? Tem. Qual é esse jogo recente? Vamos ver o recente de 2010, tá ligado? Coverman Ninja. É esse, Bruno? Saiu em 22?
Mas Joy Mac é um dos jogos clássicos da nostalgia no emulador. A pessoa... Caraca, essa época que eu lembro. Esse aqui eu lembro. Ah, saiu mesmo aqui um remake do Joy Mac clássico. Horrível remake. Em 2022. Remakes que pioram o jogo. Meu Deus do céu. Parece arte de Flash, juras. Caraca, maluco. O que fizeram com o Joy Mac? Olha o pulo. O pulo, Bruno? O pulo sem peso?
Pelo amor, isso aí me ofende, mano Se não me engano, isso é um jogo da Micróides, né? Exato, eles gostam de estragar Bastante coisa, Micróides Felipe, é o jogo da EA isso aí Não dá Eles adoram licenças
Olha o pulo do boneco, mano. Inclusive, no dia de hoje, eles anunciaram o jogo do Garfield. Não, aí não. Vai estragar o Garfield também. O Garfield não tem um jogo bom, né? Tem um de kart. Tem um outro mascote, já que a gente tá falando de plataformas não muito convencionais aí pra gente.
Teve um outro mascote, que ele foi um mascote da Atari. E aí, a criação... Ele saiu um jogo dele no Jaguar, e a primeira versão do jogo dele foi lá pro Amiga, na época. Cara, é o Zu. Lembram do Zu? Z-O-L? Zu? Não faço ideia. Porque ele era um ninja, só que, tipo... Eu chamava ele de jogo da formiga, na época. Ele pagava a formiga e pega fogo. Ah, o Zu! Z-O-L. Sim, eu lembro dele. Ele é...
Tipo a formiguinha atômica, né, Bruno? Que ele tem uma máscara vermelha. Isso, ele parece uma formiga. Exato, é. Ele é desse jogo, hein? Não teve um jogo pra 8-bits aí? Não, dele foi 16... Ele teve... Teve Super Nintendo? O jogo na Amiga. Aí ele teve as versões de Mega Drive, de Super Nintendo. E teve a versão do Jaguar. Com só de 64-bits, fio. 64-bits.
Tô vendo aqui, o Zul saiu pra Mega Drive, Super Nintendo, Master System. Eu lembro desse jogo. Pô, mas você falou do Pitfall aí, ele é um bom exemplo mesmo, né? O Pitfall Harry, exato. Porque até o Play 2 ali, aquela geração, você ainda tinha, né? Jogos saindo com alguma frequência ali do primeiro até... Esse jogo que acho que foi o último, que dá...
Mais ou menos 20 anos você ter... Acho que uns 6, 7 jogos, acho que dá. É, exatamente 7 jogos em 20 anos tá ok, né? Ele tava presente. Tudo bem que nessa época você conseguiu fazer jogos muito mais rápido, mas ele ainda tava presente, né? E é uma... Meio que o estilo de jogo dele foi engolido por outros jogos, né? Que botaram isso em outro patamar, assim, Tomb Raider, o próprio Uncharted depois e tudo mais. E aí vários outros, né? Que foram vindo.
Pô, tem um da Nintendo, que o último jogo dele já fez 10 anos. Eu acho que ele é extremamente subvalorizado, que é o TibiRobo. Vocês conhecem ele? Lembro. E esse jogo... Lembro, e é legalzinho. Não, então, ele tem uma história curiosa, já que a gente tava falando de pirataria aí.
O TibiRobo do DS era um jogo que era usado para... A mesma pegada que tem um jogo novo aí que destrava a Play 5, o TibiRobo é o jogo que destravava a DS na época. O cara nem sabia disso. Aliás, Minto não era nem o DS. Ele destravava o 3DS. Não era o DS. Era o 3DS ainda. O jogo que foi o último jogo, né? O Zip Lash, né? Foi o último jogo dele. Mas ele saiu para o Nintendo Switch aí, o TibiRobo. Ele saiu...
Nos clássicos, né? Naquela assinatura dos clássicos. É o jogo do GameCube, esse aí. Esse jogo, inclusive, cara, ele é muito bom. E ele tem uma história surpreendentemente até forte, assim. Porque ele é um robozinho. Ele é meio que um ajudante de casa, né? E o gameplay dele é meio que você fazer tarefas dentro da casa dessa família. Só que essa família tá vivendo uma super crise familiar. O pai tá desempregado há muito tempo. E a esposa dele...
Vive brigando com ele porque ele fica gastando dinheiro com coisas bobas. Tipo o Chibi Robo, que ele é basicamente um brinquedo, que é um ajudante pessoal também. A filha do casal, ela meio que tá vivendo uma fase não comunicativa. Ela acha que é um sapo. Então ela não convive como se fosse um ser humano normal. Todas as ações dela é como se fosse um sapo, assim.
E meio que a ideia é que o Tibi Robo vai ajudando essa família, é meio que tirar essa carga dos cuidados da casa, e eles meio que vão se resolvendo, e você vai ajudando a família, inclusive, a superar essas crises familiares mesmo, assim. Então é uma ideia muito, muito legal, e eu gosto muito desse negócio do gameplay, você ter um personagem muito pequeno e ambientes muito grandes, é um negócio muito mágico, assim, dos videogames, né?
Os jogos do Toy Story no Play 1 eu adorava, porque tinha muito isso. A fase não são só plataformas coloridas que eu tô subindo. Eu tô subindo em cima da mesa, usando gavetas pra plataforma e tudo mais. Não tem mais esses jogos de filmes, né? Não dá nem mais tempo fazer, né? É muito raro ter hoje em dia. Antigamente, saía um filme e tinha um jogo, né? Existe um crossplay aí. Acho que geração... Saia junto, né? Era muito doido.
anos 80 e 90, né? Isso é bem coisa dos anos 80 e 90, não é isso? Até a geração Xbox 360 e Play 3, ele ainda tinha. Por exemplo, se você pegar os filmes da Marvel daquele começo do MCU, eles têm todos os jogos. Capitão América, Homem de Ferro, a gente tem jogo também. Mas nenhum, assim, é muito... Naquela época a qualidade era uma outra coisa, até porque você pega os próprios jogos dos filmes do Homem-Aranha, que continuaram saindo também. Os da Sony, né? Que eram feitos pela Activision.
numa época que você já gastava normalmente pelo menos dois a mais três anos pra fazer um jogo, esses jogos continuavam sendo feitos em 12, 15, 18 meses, assim, que é muito rápido. Então a qualidade caiu muito nessa época e meio que morreu isso. E hoje a ideia de jogo licenciado é outra, né? Não é sobre o filme ou qualquer outra coisa, uma série, é sobre IP em si, né? Às vezes até é uma forma de você expandir esse universo dessa IP de outras formas.
Por exemplo, tem franquias que foram esquecidas, né? De personagens clássicos, né? Pensei, por exemplo, do Dino Crisis. Dino Crisis. A gente tem... O famoso Resident de Dinossauro. Chupando as bolas do Resident Evil há muitos anos, mas o Dino Crisis tá aí. Esquecido. Triste.
Sabe por que não rendeu? É que o Dino Crisis é foda, porque assim, imagina você e a Capcom, você tem uma franquia com o que é Resident Evil. Porque praticamente certeza que você vai fazer um jogo bom e vai ser sucesso de crítica e público e vai vender pra caramba. Você vai arriscar desenvolver um jogo de Dino Crisis que você não sabe o que vai dar? Eu acho que agora eles vão. Será, Bruno? Depois do flop que foi o... Não, eles vão fazer um remake na mesma pegada do Resident. Eles vão fazer um remake na mesma pegada do Resident.
Aí tem 23 anos desde o último Dinocris. Mas é muito tempo, Bruno. Não tenho mais esse tempo, não, mano. Não sou eu, mano. Não tá brigando comigo porque não fui eu que deu essa decisão. Não é uma IP da Kill Byte, né, Bruno? É, então. Não adianta, cara. Mas, por exemplo, a Square lá com o Parasite e Ive. É outro que a pobreza da lourinha lá não volta, né? Também. E isso é uma pena, mano.
Na verdade, o Parasite Eve tem até um jogo indie recente que está meio que um sucessor espiritual do Parasite Eve. Mas o Parasite Eve, oficialmente, o último jogo dele foi o third birthday lá, que é o do PSP, cara. Vamos fazer um remake do podcast do Parasite e chamar o Pimenta? O Pimenta jogou ele esticado o dia desse. Vale muito. Vale muito a pena jogar muito bom. Trazer o Pimenta para fazer gameplay esticado na nossa live.
Vamos reagir ao vídeo do primeiro. A Square também está num... É o que eu falei de novo lá, daquelas posições das empresas. A Square, ao longo dos anos, ela meio que se fechou pra produções grandes, de grande orçamento, meio que em três IPs só. Final Fantasy, Kingdom Hearts,
E Dragon Quest. É meio que isso que ela tem de... Triple A, vamos dizer assim. Aí se você vai fazer um Parasite Eve, qual que é a escala? Vai ser um negócio menor? Ela tem a oportunidade, mas até hoje esses projetos menores, ou tem outras IPs, por exemplo, Octopath Traveler é uma IP que já recebeu 3 jogos.
E tem algumas coisas que acontecem de vez em quando, mas são projetos muito menores. Eu acho que talvez ela poderia tentar achar um projeto menor desse pra uma IP como Paracetive, né? Esses RPGs menores. Vai ter inclusive esse ano aí o Adventures of Elliot, que é um RPG de ação nesse mesmo estilo visual do Octopath, né? O HD 2D aí, sei lá o que eles chamam.
mas sabe o que vale mais a pena é difícil enxergar muito essas empresas fazendo essas coisas hoje em dia, você tem que ter um movimento muito forte, tem que ter por exemplo um jogo começo que o Bruno falou, sendo um sucessor espiritual, fazendo sucesso, chamando atenção, porque é difícil as empresas às vezes voltarem nesse baú e utilizarem todas as IPs, porque no passado
Lançava muito mais jogos por ano, né? Você tinha a oportunidade de fazer isso muito mais vezes. Aliás, se vocês quiserem ver, Juras, olhem aí rapidinho o vídeo. Chama Parasite Mutant. Eles nem escondem. Parasite Mutant. Bota aí pra você ver. Parasite Mutant. Meu Deus, até a personagem. É, não. Eles não escondem, não, mano. O gameplay e tudo. Eles poderiam ter pelo menos trocado o cabelo da personagem. É muito igual, cara. Caraca, é igual, mano. Até o corte de cabelo é igual, mano. Não é da Square, não é isso aí? Não.
Aí tá dizendo, às vezes o que você precisa é disso, né? Nem da Square fazer um parasite. Esse é o comportamento da IA? É isso? Feito por humanos? Copiando aí, copiando...
Ah, faça um jogo aí, tipo Parasitiv. Pô, mas isso é o que mais tem. Isso com certeza tem, né? Jogos feitos por... Eu, por exemplo, tu falou The Square, por exemplo, o Brave Fancy Musashi, lá do PlayStation 1, o Zelda Killer. Ele, eu pensei assim, né? Pô, não fizeram, né? Esqueceram o jogo e tudo mais. Só que saiu uma sequência dele, chamada Musashi Samurai Legend, pro PS2.
E é tão horroroso quanto o...
O original, cara. Sim, e a capa desse jogo engana bizarro. Mano, que isso, mano. Que jogo é esse, gente? Pelo amor de Deus. Ele era meio Kingdom Hearts também, né? Agora, tem jogo que merecia continuar e não teve. Isso é triste. Inclusive é do Monomura, a arte mesmo. Por isso que parece Kingdom Hearts. Legend of Le Gaia. Porra, um dos sistemas de batalha mais legais, mano. RPGs clássicos, né? Legend of Le Gaia, Grande Alundra, Breath of Fire. Cadê eles? Cadê? Ninguém gosta mais de RPG, né, Bruno?
Não, ninguém. Ninguém, pouquíssimo. O jogo do ano passado era corrida, né? É. Luta. Foi FIFA o jogo do ano, pô? É, Cláudio Scurta. É, o negócio é que essas franquias, elas... Ah, o Breathfire é de quem? Capcom, né? Breathfire? Isso.
É o Capcom, mano. O Capcom só faz o Resident Evil. É isso aí, mano. Não bota mais esforço em nada, mano. Mas sabe o que é foda também? Monster Hunter, Street Fighter e Resident Evil. É isso aí. De novo, você cai no que é o potencial comercial e o que você tem que investir. É o capitalismo. Inclusive, a gente teve uma entrevista que recentemente viralizou, mas é de 2019. Entre o Harada e o Harada.
que era da Nanko, né? Agora saiu, inclusive. E o Tetsuya Takahashi, que é dos Xenoblade, os Zinos aí, desde o Xenogear, Xenosaga e Xenoblade, hoje com a Nintendo, né? E a discussão deles era o seguinte, e é uma coisa que principalmente o próprio Takahashi falou e é uma pessoa que trabalha com RPGs até hoje, né?
Que pra ele, o que ele enxerga nesse mercado aí há mais de 20 anos fazendo RPGs, principalmente hoje, tem um teto que RPGs no geral vão vender e poucos vão passar disso. E segundo ele, é entre 1 e 3 milhões de cópias. E a gente tem pouquíssimos jogos que passam disso, que são os outliers aí, Final Fantasy, Persona, aconteceu nos últimos anos.
e que por mais que eles tenham tentado estratégias diferentes dos últimos anos eles não conseguiam quebrar essa barreira então se você vai fazer um Breath of Fire a Capcom vai fazer, vai fazer um jogo parecido com aquele do Play 1, é uma parada diferente é outro tipo de expectativa mas você vai tentar modernizar e trazer por exemplo um Legend of Legai que é um jogo da Sony inclusive muito mais difícil porque é a última vez que eles fizeram um RPG, um JRPG Pois é, Sony não sei não
Qual que é o teto que esses jogos vão bater perto do que eles vão ser necessários de recursos pra ser feito. É mais barato você fazer um remake, né? E tem chance de pegar o apelo nostálgico e vender, né? Ou gastar 50% a mais ou o dobro a mais desse dinheiro que você gastaria num jogo desse. E fazer um Resident Evil que, em um mês e meio, quase 7 milhões de cópias. Entendeu? Então, acho que essa é sempre a lógica.
das empresas, das publishers, não mexerem em muitas dessas IPs, principalmente no campo de JRPG, né? É, porque a gente fala aqui com amor, né? Com amor, saudade, nostalgia e tudo, mas eles não pensam desse jeito, né? Tipo aquele, o Cooker Bad Food do personagem carismático, divertido e tudo. Cadê? Não tem.
É um remake. É isso aí. É, da Microsoft tem alguns plataformas aí que estão muito abandonadas, né? Conk, o próprio Banjo... Banjo seria foda. Você lembra do Blinks? Blinks, The Time Sweeper. Que era do Xbox original também.
Mas aí que tal? O mercado atual de videogames, ele suporta tanto jogos de plataforma assim? Imagina que saísse, sei lá, uns 10 por ano. Se todos decidissem voltar. Tudo que a gente falou agora, todos decidissem voltar ao mesmo tempo. Porque a gente tem o que? Mario, teve o Astrobot, tá ligado? Tipo assim, que realmente teve uma... Foi significativo em relação a vendas e crítica.
E até tem isso, ele é um jogo foda, jogo do ano, várias premiações, inclusive a nossa, né? Uhum. É um jogo que, pelo menos até ano passado, as estimativas é que ele não tinha chegado em 3 milhões também. Aí, ó. Mas, por exemplo, ele é um jogo muito bem melhor posicionado pra chegar nesse teto de 3, 4 milhões, às vezes, na vida aí.
Porque é um jogo feito de uma forma muito mais inteligente também. Um jogo feito por um time muito menor do que você tem hoje em dia em relação a AAA. Feito mais rápido, 3 anos e meio de desenvolvimento, bem mais rápido que vários outros. Então nesse espectro é possível. Mas até um jogo da Sony que tem uma cacetada de referências e tá falando muito com o seu público. Pra ele ser bem sucedido nesse mercado, ele teve que ser feito num ambiente mais rápido, com menos pessoas.
Exato, e que não precisasse vender tanto também. Então, por exemplo, você perguntou se o mercado aguentaria jogos como talvez esse do Bubsy, e talvez ele aguente tranquilo, porque são jogos com orçamentos muito menores do que se fosse você esperar um jogo de, por exemplo, eu falei aqui, um Jack and Dexter novo, um outro jogo de plataforma 3D e ação aí. A expectativa que a Sony gastaria num jogo desse é muito maior do que vai ser gasto num Bubsy 4D. Então, por isso que a gente tem visto alguns desses...
Renascimentos, o Bubz, o próprio Cal que você falou, é um Maipi que não tem força nenhuma, assim, né? Como marca, né? Sozinha. Isso, só que o jogo em si, hoje em dia, ele pode criar uma ressonância com outras pessoas, porque é um gênero que não é tão explorado.
E também vai ser um jogo que vai ser feito de uma forma muito mais barata em relação aos jogos de hoje. Mas por isso também ele não vai sá no nível do próprio Astrobot ou do Mario. Tem esses cortes que você vai ter que fazer de expectativa e muitas vezes de qualidade. Às vezes de quantidade de conteúdo também. Pra esses gêneros continuarem, sabe? Sabe o muito bom que também tem a ver com mascote esquecido e tal? Aquele Yooka Lely, que tem dois jogos. Muito bom. Cara, o segundo é bom. É muito bom aquele jogo. O Impossible Lair.
Eu joguei o primeiro e não gostei. Então, mas o segundo muda completamente, Júlio. O segundo é muito mais puxado pro Donkey Kong. É, o primeiro... E é um jogo de ex-funcionários da Rare, né? Inclusive, né? A Playtonic, né? Inclusive, tem trinta do David Wise, o Impossible All Air. Acho que o primeiro também tem.
Não lembro, o primeiro não lembro. Mas o segundo eu lembro de ter jogado muito ele. Cara, é um jogo sensacional, tá ligado? O primeiro ele é meio que fosse um Banjo Kazooie, né? Muito nesse esquema. E aí o segundo, como o Evandro falou, ele é esquema do Okkong Country, só que ele tem um twist muito legal. E ele tem a última fase, que é o The Impossible Lair.
Se você quiser, você pode ir nela de cara. Você pode tentar vencer essa fase em qualquer momento do jogo. A parada é que se você vai passando as outras fases, essa fase final vai ficando mais fácil, porque você vai pegando uns checkpoints dela. Mas se você quiser, ligou o jogo, instalou, abriu pela primeira vez, e ir direto para a última fase, tentar passar ela, você pode. Só que vai ser muito mais difícil. É possível, tem gente que já passou, com certeza. É possível, sempre tem um psicopata, né? É, sempre tem.
Mas ele é muito carinho de Donkey Kong, cara. Muito gostoso de jogar, as mecânicas e tal. E é isso aí, o mascotinho lá. Aquilo é o quê? É uma lagarta também? Que bicho é aquele? Ele é um... Tipo um camaleão, né? O camaleão é um morcego. É, um morceguinho. Cara, esse jogo é muito bom. É o cara junta o Jax, o Aero Acrobat, Donkey Kong e faz um personagem, cara. Olha aí, eu te mandei o vídeo do longplay. Olha a carinha dele pra você ver.
Pô, muito bom, mano. Cara, esse jogo aí podia ter sequência tranquilamente.
Mas ele não é esquecido porque ele teve um jogo novo. Na verdade, ele nasceu nesse vácuo dos esquecidos. Isso, isso. Como que eu tinha, né? Mas é assim, querido ou não, já tem uns 5 aninhos, né? É o vácuo do próprio Donkey Kong, né? Se você pensar. Na verdade, ele nasce com o vácuo do Banjo-Kazooie, né? Primeiro. Banjo-Kazooie, é. Ele nasce com esse e depois eles fazem o segundo jogo nesse estilo aí do Donkey Kong.
Mas na época que foi um produto de Kickstarter, inclusive, o primeiro, né? Sim. Caramba, esqueci o nome dele, eu joguei esse jogo pra caramba, inclusive. Eu não lembro se eu cheguei a platinar o primeiro Yooka-Laylee. Que recebeu, inclusive, um remake visual recentemente, nós mudaram de engine e refizeram o jogo também. Yooka-Laylee. Interessante essa continuação, eu não sabia da continuação não.
Inclusive, é bom ter trazido o papo do Yooka-Laylee, porque ele interessa... O Donkey Kong não, porque voltou, mas o próprio Banjo-Kazoo-Iki foi muito presente, não só no 64. Mas no próprio 360, depois da aquisição lá pela Microsoft, não teve um sucesso muito grande, né? Mas é uma franquia dormente também, né? Total, velho. Essas aquisições da Microsoft, mano, eu vou dizer, viu, mano? Os caras compram as paradas para matar os estúdios, é isso mesmo?
Eu não vejo você reclamar da Globo. Eu? Da Globo? Do nada? Do nadão, a Globosta... Ué, a Globo é campeã em fazer isso, Jurandir Filho. Ela pegava... Ela fez o quê? Ela comprou o escudo de videogame e matou, Bruno. Fala para nós. Não.
Tirar talento das outras emissoras e enterrar, botar na geladeira só para outra emissora não ter. Ué. Fez isso com quem? Com toda a MTV, MTV inteirinha. Isso acabou também, né? Hoje, esse dia, nem rola isso, mais. MTV inteira. O Marcos Mion simplesmente tem um programa todo sábado. Mas ele saiu... Ele falou antes.
O Marcos Mion já tinha ficado na Globo antes, tomou rasteira e aí ele voltou, depois de ter ido para recorte a volta do Mion agora. Não, ele era todo santo de junho, o Marcos Mion. O Kazé te saiu da MTV na época. O Kazé do Torpedo MTV saiu da MTV. Era da TNT, você está confundindo as coisas, amigão. Não, o Kazé...
O Cazé era... Na cara, na cara, na cara. Pode pegar. Antes da Globo começar a dar chance pro Adnet, ele tirou o elenco inteirinho do Comédia MTV lá da MTV, cara. O negócio da Globo é em cima disso. É tiro de você pra você não ter. Mas o negócio do Adnet é que ele teve o programa próprio, né? E ele escreveu muitos roteiros, né? Muito tempo depois. Ele é muito bom roteirista, né? Muito tempo depois.
Tem aquele negócio dele criar sambirredo, né? O Adnet. Ele é especialista em criar sambirredo. O cara fala assim, cria aí caneta, chão e céu azul. Aí o cara, o Adnet, cria um sambirredo em cima desse... Ele é bizarro. Ele é muito... Pensa muito rápido esse cara. Aí depois ficou fazendo aquelas comédias ruins, né? Imitando lá o Galvão. Na época da Copa, né? Sempre tem um negócio do Adnet. No Fantástico, né? Quadrinho sem graça no Fantástico.
Pois é, é isso. Mas eles estão aí, mano. Não estão na geladeira. Estão fazendo coisa ruim. Mas depois, a própria Tata só foi quem é o programa dela depois que a MTV fechou. Aí os caras, ah, não tem problema mais. Caraca, mas a Tata Weneck tem aí, ela é atriz de novela, o programa dela já tem umas mais de dez temporadas. Tu quer o quê, Bruno? Tudo bem, mas... Quem é que a pessoa esteja no Nacional, é isso?
Não dá. Vai falar do Sérgio Groisman, por exemplo. Sérgio Groisman tem o programa dele, o Altas Horas, tem 20 anos. Caraca, é assim, enterrado no meio da madrugada. Mas é o líder de audiência do horário e todo mundo ama o Altas Horas, mano. Caraca, mas também de madrugada, mano. Quem tá assistindo televisão de madrugada? Bruno, quem tem vida inteligente. Ah, pronto. Na madrugada. Vida inteligente na madrugada.
É o programa... Cara, o programa do Sergio Grosman é o programa que as pessoas mais gostam. É mais fácil de gostar da TV aberta. Porque ele é muito dinâmico. Sergio Grosman é um dos melhores apresentadores da TV brasileira. Eu não tô questionando o talento dele. Aí o Mionzinho veio falar mal dele. Quanto tempo depois... Mionzinho fala, já começa daí.
Mas tem uma coisa também, todo mundo adora, mas está todo mundo dormindo na hora que passa, pô. Exato. Felipe, quem é que está dormindo 11 horas da noite, Felipe? No sábado à noite. E que programa dele que passa 11 horas da noite? Não vou estar nem em casa, provavelmente. Vou estar trabalhando. Não, o Felipe Dondo de Baia deve estar dormindo bem, sim. Se bem que segunda-feira eu dormi 9 horas da noite. O Alto às Horas não passa 11 horas de jeito nenhum, Jurandir. 11 horas da noite passa aqui, qual o programa dele?
Que horas passa o Altas Horas? Vamos ver aqui, ó. Hoje. Hoje. Hoje não passa. Hoje é quarta-feira. Não, tá no hoje em dia, né? No Google. Qual é a resposta que o Google dá? Tá rapidão aqui. Gudecler. É 10h30, até mais cedo. Ó aí, Bruno. Vixi, toma essa, Bruno. Refrutado pela IA.
22 horas e 25 minutos começam a... Deixa eu te fazer uma pergunta. Que horas que ele termina, então? Refutado pela IA. Que horas que ele termina, então? Que horas que ele termina? Acho que acaba meia-noite, meia-noite e meia. Não. Acho que são duas horas de programa.
Não. Não. Você sabe por que fizeram essa mudança? Acaba meia-noite. O Bruno é assim. O Bruno reclamou. Por causa do horário do Supercine. Parece uma criança birrenta, caralho. Por causa do horário do Supercine. E foi comprovado para ele que as 22 horas começam o Altas Horas, ele não, não começa. Mentira. Está que nem a menina lendária, mas é mentira, Júlio. Aí está lá na Globo, 22 horas e 25 começam o Altas Horas. Isso aí, bota aí a pergunta. Quando foi que mudou o preço horário? Que horas acaba? Eu falo 12 e meia. Não.
Não queima. É a programação, caralho. Meia-noite e 15. Estou com o site aberto aqui. Programação Globo. Pergunta quando mudou. Pergunta para quem? Para o Serginho Goresman? Quanto tempo dura o Altas Horas? Quando mudou o horário. Se você quiser, a gente arruma IPTV com Altas Horas 24 horas, Bruno. E aí? Você pode assistir o que você quiser. Desde os antigos. É. Cupom de desconto.
E aí, gente, pra gente fechar aqui Uma rapidinha, rapidinha de personagens esquecidos Sparkster Lembra do Sparkster, o jogo lá de plataforma? Lembro É o que, Konami, é? Sparkster, acho que é Konami, né? O Sparkster, inclusive teve um relançamento Recente, não, recente assim Coisa de uns 5 anos atrás, talvez O que, o remake, como sempre Do Sparkster, é
É bem ruim. Mas eu tô falando, mano. Não, é mais tempo, eu acho, hein, Bruno? Esse aí eu lembro que eu comprei no Steam. Eu acho que é mais tempo. É exatamente isso que a gente tá falando, que a parada é... Eles não querem fazer jogos novos. Eles pegam um jogo velho, aí vão fazer remake, que nem o Star Fox, mano. Star Fox aí, Star Fox novo, é o quarto remake do mesmo jogo. É bizarro. Não, calma, calma. Isso aí, quem quiser saber, assista a live do 99.
Mas é. Eu sei, mas eu tô falando. A Konami demorou 10 anos pra voltar a fazer jogo. Você já achou ele fazer jogo do Sparks? Tem um tanto de coisa na fila na frente aí. Não tem como. Eu acho que as pessoas são muito injustas. As pessoas, no geral. Tipo, a franquia Legacy of King. O Soul Reaver, ele pegou a dianteira dessa franquia, né? Sim. Porque era Legacy of King e várias coisas. Tem aquele Blood... O primeiro, né? Blood... Blood Woman? Blood Woman? É? É, Blood Woman. Blood Woman.
E aí depois teve o Sir River. Aí o Sir River ficou tão popular, né? O carinha, que ele ganhou vários jogos. O carinha, o Raziel, pô, carinha. O carinha lá. Ele ganhou, né? Teve um e o dois, né? Aí depois lançaram a versão remasterizada dele em 2024. Mas cadê? Não vem, não vem mais.
O Legacy of King é outra IP que está naquele caso que eu falei lá. A Square vendeu o Eidos e Crystal Dynamics, né? Então o Luigi é da Embracer também. É. Aquele jogo que... Cara, como era o nome daquele jogo que era bem bonito, Bruno, lá no PlayStation 1, que parecia de verdade as coisas? Era um pivetinho. Heart of Darkness. Ah, Heart of Darkness. Esse jogo é bom. Heart...
É um jogo do... É que xahri, né? E aí? E aí, bichão? Esse aí nem o cara que fazia esse jogo, que quer fazer jogo mais direito. Mano, era bem feito, hein, mano? Puts, que jogo bonito, hein, mano? Não, ele era muito bonito. House of Darks, é que nem aqueles Cool Monkeys.
Que é outro que eu acho maravilhoso. Cadê? Esco Monkeys. Esses jogos não saem nem desse primeiro, pô. Mas a videogame acabou, mano. A videogame acabou, mano. Não gosta mais de nada. Inclusive, depois do Heart of Darkness, o criador do Heart of Darkness ficou mais de 10 anos sem fazer um jogo. Ficou triste, mano. Porque não vendeu nada do jogo. Passou a vida inteira dedicando pra fazer esse jogaço aí. Ninguém jogou. Não, mas pera. Pera que assim ele passou a vida inteira. 5 reais. Ele trabalhava lá na Delfino. Então, um cara que tinha muita coisa boa. Inclusive, ele é o...
Criador do Out of This World, que é o Another World. Do Flashback. Na verdade, já deu fim do Flashback, mas ele não trabalhou. Ele não trabalhou no Flashback. Ele não é um jogo de hype de venda, né? É um jogo cult, né? Mas nenhum desses jogos. Todos esses. E o Heart of Darkness, mais ainda do que o Out of This World. Mas não é paia, não, mano? O que é paia, mano? O Heart of Darkness é uma obra de arte, e os caras simplesmente não fazem, mano. Preferem fazer outras coisas, mano. Vai fazer pra quem, Jogandinho? Não tem público essas paradas, não, mano.
É muito triste, mano. Não tinha nem naquela época. É isso que eu tô te falando. Nem naquela época tinha. Eu tô falando com o consumidor. Eu não tô falando com uma pessoa que entende o mercado e sabe que... Não é assim. Não é apertar o botão e estar feito o jogo. Vai fuder. Vai passar 24 horas chorando aí. Pegando coisa de novo. Eu sei, mano. É muito triste, mano. É muito triste, mano.
Não, tá doido? Esses caras só fazem o que eles querem, mano. Eu não fico tão triste, não. Tem muito mais coisa interessante sendo feita hoje, inclusive naquela época. Bem-vindo ao capitalismo, Jirundir. É isso aí que você ganha por participar. Puda, agora é o capitalismo. O Bruno virou... É. Calma aí, camarada. Antigamente não era o capitalismo, não. O culpado, não.
É só hoje em dia que é o capitalismo. É que você fica velho e você vê o peso do dinheiro, né, mano? Quando você é jovem, você não vê esse peso todo, não. Não, estou jovem aqui, rapaz, eu vou trabalhar. Não, mas quando você é jovem, o dinheiro não é seu também, né? Porque quando você é jovem, às vezes... Muito mais fácil fazer com seus pais, né? É, o Bruno está falando como desenvolvedor, né? O cara fala assim, juros, não dá, né? É legal, né, ter esse sonho aí e tudo mais. Quando você passa a trabalhar com videogame, você sabe que não é só querer. Não basta querer.
Esse Ratchet of Dark que eu estou vendo aqui, que cara... O PS1, mano. São poucos jogos do PS1 que sobreviveram. É que nem o PS2. Eu estava vendo os jogos do PS2, mas é cada jogo feio. Acho que é a franquia com os jogos mais feios. Aliás, o videogame dos jogos mais feios é o PS2. Não é não, caraca. Os do PS2 são mais feios? Aquelas interfaces enormes, mano. Está vendo o Musashi 2 aí para o PS2, mano?
Mas ele é muito mais bonito que o Musashi 1, por exemplo. Vamos mandar você olhar aí. Xenoblade Chronicles 3 UI. Xenoblade Chronicles UI. O texto é doído mesmo, mano. UI? UI. UI mesmo. Ah, UI, tá. Agora me fala dessa interface aí. Qual que tá melhor? Do jogo do Play 2 ou essa? Vamos ver aqui. Xenoblade.
Tem uma foto aqui, vou mandar uma foto aí. Manda uma foto aí. Eu tô ouvindo o jogo que tá bonito. Você tá de brincadeira. Essa é a sua experiência... Sua experiência mediana aí na interface.
Tá fácil. Isso é uma foto, porque todas essas coisas que estão aí... Estão se movendo. Estão se movendo. Estão se movendo. Estão mexendo, exatamente. Ah, mas tu nunca jogou o LOL, não, né, Felipe? Não, ligado a Deus. Você não sabe o que é a loucura, caralho. Olha isso aqui, mano. Olha isso. Olha essa. Isso é a idade, mano. Isso é a idade. Olha isso. Isso é a idade. Você não consegue mais. Essa interface de jogo de celular do caralho, né, com coisa pra caramba na tela. O que está acontecendo nessa foto, irmão? Não dá pra saber. Não dá.
Tem que acordar 6 horas da manhã Fazer telecurso pra jogar esse jogo
Então, mas a gente já falou disso. Tem coisa que é só admitir a derrota, mano. É o 6 e 7? Eu já ia falar 6 e 9. 6 e 7. É o 6 e 7. É isso aí, filho. Tem coisa que você olha e fala, é, tá bom, Ciro Santos. Meme do Ciro Santos. Exato. Mogado. O Betinho foi mogado. É isso aí. Você se liga que hoje em dia inventaram o 42 agora? Tem o 10 com 10 com 10 com 10 mais 2. 42. Aí você faz a dancinha do 42.
Calma aí. Você tá inventando isso agora, Tino. 42 danças, mano. Tô falando. E não adianta fazer a pergunta clássica, mas qual a lógica? Porque normalmente não tem lógica. Não tem lógica. Como eu já falei, quem somos nós para julgar pessoas que riam do Antônio Nunes e do Ronaldo? Ó, olha aí, ó. Olha aí o vídeo aí, ó. A gente podia padronizar um local só pra mandar vir. Levanta a ponta do dedo que agora a moda é for two.
Ela passou o 6x7 já. Mano, tô falando, mano. Eu sou moderno, mano. Eu tô por dentro do gingado. Mas por que só aparece gringo? Isso é música brasileira? É, mano. Não, e é só o passinho do Jamal, porra. Tem nada de Fortuva? Tô fazendo o Jamal aí com os dedos diferentes, só isso. Ué, é passinho do Fortuva, caralho. 42.
Não, não. Chega. É isso aí. Uns juntando inimigo, outros juntando dinheiro. Exato. E a criançada no parcinho do forte. Sempre tem um pra testar sua fé, já dizemos o real.
Olha, coloca aí nos comentários personagens clássicos esquecidos pelo tempo. Vamos chorar nos comentários aí, dizendo quais personagens que a gente gostaria de ver. Novos jogos. Por que é que não tem mais? Por que é que só fazem remake e remaster dos mesmos jogos de sempre? Por que é que não tem o Shadow of the Colossus 2? Hein, Bruno?
Porque o Fumito Eda não quer. Então tá errado, mano. Capitalismo deveria. Não vendeu pra caralho. Por que só tem Mario até hoje? Capitalismo, Jorandir. Mas tem vários jogos diferentes. Mas sabe o que é? Uma coisa que também pode ser uma discussão um dia. Isso vai até pra nossa live. A ideia de que todo jogo que tem que virar uma franquia atrapalha muito o próprio jogo, porque a quantidade de jogos tem que ser em final. Aí quando você joga um jogo que tem um final, tipo Shadow of the Clothes, você tem um final.
The Last Guardian, ele tem um final, tá ligado? Ele não tá fazendo um Wile E Upe aqui, a bandeja pro próximo. É uma experiência única, redondinha ali. Acabou ali. E a gente tem isso muito nos indies e tudo mais, principalmente experiências que são mais, às vezes, narrativas e tal. Mas nesse âmbito aí do AAA, a gente tem poucos. Esses jogos que tem um final, às vezes, cara, você leva o seu próprio produto a uma outra coisa, assim. É o caso do... Falei lá no começo que eu tô jogando o Saros, o próprio Returnal, Jandir, que você jogou também.
o jogo tem um final definitivo do que acontece com esses personagens, com aquele mundo tudo bem que ele é bem subjetivo e tal mas a carga emocional ao fim ali é porque ele tem um encerramento aquela história acabou mesmo tanto que o próximo jogo é algo totalmente diferente eu acho que tem um valor disso que as vezes a gente não dá muito valor aí fica a reflexão
Encerramos aqui mais um 99. Deixe seu comentário aí. Onde é que você está? Está no Spotify? Segue a gente. Caiu de paraquedas aqui? Vê se está seguindo a gente no Spotify. Está no YouTube? Se inscreve no nosso canal aí. Acompanhe as nossas lives toda quarta-feira. Sexta-feira é dia de podcast. Quarta-feira é dia de live. Fica ligado aí para você não perder absolutamente nada. É isso. Nos encontramos na próxima semana. Tchau.
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