99Vidas 718 - Do Pixel ao Polígono: RPG do 2D para o 3D
Neste episódio, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho conversam sobre a evolução dos RPGs: da era pixelada ao salto para os mundos tridimensionais. Um dos momentos mais marcantes da história dos videogames, transformando a estética do gênero e a profundidade da nossa exploração. Quais jogos melhor executaram essa transição? A nostalgia do pixel ainda supera o "realismo" do polígono?
Essa é mais uma edição da série Do Pixel ao Polígono!
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E aí E aí E aí
Acabou o Big Brother, hein? Oh, thank God. 2026. Caramba, esse ano. Ana Paula. Ana Paula Renaud venceu. Os mineiros. Eu fui omisso esse ano com o Big Brother. Foi? Não vi nada de nada. Cara, foi uma das edições, né? Marcantes aí. Edição de colecionador, como fala, né? Que isso. Não é, não fala. Não fala. Ué, estão falando aí, mano. Isso é um jargão do dicionário. A Belchimid falou. Do dicionário popular. Está forçando. Forçado da Globo.
Inclusive, as últimas duas semanas do Big Brother foram bem difíceis, porque o Oscar Schmidt faleceu, né? E aí o Tadeu Schmidt, apresentador, é... É um momento triste, né? Do esporte, né? É o irmão dele, né? Do Oscar, incrível, né? Um grande atleta. Uma lenda. Uma lenda do nosso esporte aí, né?
um dos maiores heróis do esporte brasileiro, né? Faleceu. E aí, cara, dois dias antes da final, o pai da Ana Paula Renan morreu, né? Pô, o vídeo dele contando pra ela é muito emocionante, cara. Mano. Porque ele cita isso, né, do Oscar e fala do pai dela. Sabe o que eu senti assistindo, Evandro? Pareceu que eu tava assistindo o show de Truma.
Siga aquele momento que o Ed Harris, ele tá lá na sala de comando e ele fala bota a música, bota a música, nesse momento aí. E o Truman tá olhando pro céu, assim. Parece que foi construído ali na hora, sabe? Porque quando eles encerram aquele programa e aí tem aquele momentinho, aqueles dois minutinhos até aparecer a logo da Globo, né? Fica tudo em silêncio. E aí simplesmente a Ana Paula, ela só tinha comentado com o Juliano e aí ela olha pro... Porque o Tadeu não ia falar.
Dá pra ver que ele saiu do script total, mano. Eu não assisti, não acompanhei, mas eu vi esse vídeo no Instagram e, porra, não tem como não se emocionar. Até a Ana Paula falar pra todo mundo, né? E aí, quando ele simplesmente diz que ela olha pra tia Milena, que era outra participante lá...
e diz assim, meu pai morreu. E aí fica todo mundo em choque, e aí a música aumenta, e aí, sabe, tem todo um negócio, assim, é quando a realidade mistura com a ficção, e é show de truma, sabe? Eu me senti assistindo o show de truma, assim, bizarro, os roteiristas desse momento aí, foram surpreendidos demais, assim, sabe?
Agora o que eu percebo é que esse Big Brother foi um dos Big Brothers que mais teve expulsão, né? O Edson Capetinha foi expulso. Também o que esperar do capeta, né? Caralho, eu tô muito off. O que ele fez? Eu não faço ideia. Eu sabia que ele foi expulso porque o Neto ficou zoando, mas eu não sei o que. Ele deu um tabef num cara, mano. Que isso, mano?
bateu numa pessoa, que isso ele deu uma cabeçada depois ele pegou a mão assim fez assim no cara, aí foi expulso ele sempre foi provocador
Mas ele, tipo, não foi... Aquele bater sem querer bater, sabe? Só que não adianta. Porradinha ou porradão é expulso do mesmo jeito, né? Tiveram muitos participantes, mano. Tipo, o Henrique Castelli, mano. Ele tava no elenco e acho que um, dois dias depois ele saiu porque ele passou mal durante a prova do líder, na primeira prova do líder, e teve uma convulsão, cara. Ele convulsionou, isso aí eu tinha lido. Mais de uma vez, né? Isso eu lembro. É. Convulsionou mais de uma vez.
Não teve aquele cara lá que tava enlouquecendo, ele assediou, a menina foi expulsa também. Um que, que era o... Ficou lutando boxe na frente de todo mundo, cara. Fazendo os movimentos de boxe. Tava enlouquecendo, cara. Aconteceu muita coisa nesse Big Brother, né? Mas a Ana Paula venceu, né? Ela tinha sido expulsa 10 anos atrás, na edição de 2016, por causa de um tabef desse aí também. Bateu num cara lá. E aí ela foi expulsa. E ela era a franca favorita pra vencer aquele Big Brother.
participou depois da Fazenda e perdeu. E aí ela ficou falando assim pro Mion. Mion, isso é sério? Vocês estão mostrando tudo de verdade no programa? Porque não é possível que eu saia pra essa menina aqui. E aí agora ela chegou e ela dominou do começo ao fim esse Big Brother. Uma personagem curiosa, no mínimo.
Quem mais que tinha, além dos famosos, quem era? De famoso, tinha a Aline Riscado, lembra? A Verão da Cerveja, lembra? Propaganda da Cerveja. Tinha a parada dos veteranos do Big Brother, né? Que era, no caso, a Ana Paula, né? Que já tinha participado. A Soul, que era aquela que cantava... Lembra do Big Brother bem antigo? Antiga. Sim, sim. Tinha o Jonas, que era aquele... De um outro Big Brother também.
É, que tinha um cara que é forte, né? Trabalha com o Evidencia. O cowboy. O cara que é forte. O cowboy, o... Um dos primeiros cowboys, né? Daquele... O que ganhou. Daquele Big Brother do alemão. Você liga? Que ele era o vilão do... Ah, ele era o vilão do... Do alemão.
Do alemão, sabe por quê? Não, não, não, peraí, calma. O cowboy que ganhou o Big Brother não é o do alemão. Não, não, é outro cowboy. Ah, tá. Tinha um cowboy lá, o Alberto Cowboy, lá do Big Brother do alemão, que eles, por causa do cowboy, eles tiveram que criar o paredão triplo, porque o cowboy conseguiu fazer um movimento na casa pra colocar o alemão e a Siri, que era... Era o casal da edição, né? Assistente da Apple.
Não era Siri, como era o nome dela? Era Siri. Era Siri, né? Siri, né? Era um programa visionário, filho. Caracação Namorana e Inteligência Artificial, em 2006. É muito foda, porque esse Bigger Brother tem aquela música da Fergie. I want to know, I want... É, Big Boys Don't Cry.
Isso, era a música tema deles, né? Do Alemão e da Siri. E o Cowboy conseguiu fazer a separação do casal no paredão. Ele conseguiu articular. E aí o Big Brother, a partir dali, começou a criar o paredão triplo. Pra existir a possibilidade de ficarem os casais e tudo. A mais cancelada da edição foi a Solange. Solange Couto. Lembra a Dona Jura? Jura, Jura. Aquele da novela. Saiu com 94% de rejeição.
O Babu, né? O Babu voltou. Babu Santana. Saiu destruído, né? Porque ano passado ele saiu vacinado, agora ele saiu odiado.
Pois é, ele começou como um dos favoritos, né, mano? E depois... Sabe o que é, mano? Eu vejo o Big Brother, por mais que sejam pessoas ali, eu sempre vejo como personagens. Porque o jogo, mano, o jogo, ele acontece pra você odiar o outro, sabe? O jogo, ele tem mecânicas ali, eles colocam funções durante a parada pra você brigar, mano. É tipo assim, o estímulo da briga tá acontecendo a todo momento.
Aí não tem como, não tem como. Você quando briga, você sai de você, sabe assim. Você coloca pra fora coisa ali que você normalmente não faria, sabe. Porque ninguém passa 24 horas brigando. O Big Brother é feito pra a galera brigar 24 horas.
E aí não tem como. E construir historinhas, construir uma novelinha ali dentro, né? Tem que ser interessante pro público que tá assistindo. Agora, o prêmio, 5.7 milhões. Nossa, até isso tudo. É, é porque eu... Era menos, né? Era metade disso. Só que o patrocinador era o Mercado Livre, e o Mercado Livre ia estar com a parada do mercado em dobro. E aí eles dobraram o prêmio da vencedora. 5.7 milhões, caralho. Sabe o que é mais doido de tudo isso? Ah.
taxade vai taxar a metade. Não, não. Você parar pra pensar é muito dinheiro. Aí você parar pra pensar que o Davi já gastou todo o dinheiro dele. Nossa, ele já tá... Mas ele ganhou 3 milhões, eu acho. Foi 2,5, 2,7, alguma coisa assim. O Davi... Mas cara, são 2,7 milhões, velho. O protegido do Bruno, hein? Protegido do Bruno. É, adoro ele. Adoro o Davi.
Tu não falava toda hora dele. Tem vários outros falando dele aí. Era o contrário, mano. Eu odeio esse cara, velho. É? Ah, é, velho. A edição dele foi a... Nossa, a coisa mais absurda. Davi ou a Jota Quest do Bruno. Porque tentaram... Tentaram transformar o cara na Juliette. Ele não é a Juliette, mano. Não é. É um baita de um cara maluco.
Mano, a quantidade de coisa que ele já fez. Mano, tem um cara que ele coleciona ele coleciona os prints das bios do Davi. E aí ele já foi assim, lutador de boxe. Acho que atualmente ele é lutador de boxe, né? Que ele tá treinando aí e tudo. É... daqui, ó. É esse daqui, ó. Manda aí pra vocês aí, ó.
Eu achei aqui, eu sabia que eu tinha sido impactado por uma coisa interessante desse BBB. Teve um cara antigo que processou a Globo, que sei lá o quê, e aí por conta disso vazou o contrato do BBB. Não, o cara antigo não, é o cara que foi expulso por assédio. Desse BBB? É. Ele só não foi expulso porque ele apertou o botão, né? Quando você aperta o botão pra desistir. Ele saiu sozinho. Ele saiu sozinho, mas ele tinha acabado de assediar um...
uma menina do... Ele eventualmente ia ser... Ah, então é por isso que o contrato é desse, né? Eu tinha entendido que era um participante antigo. Então, mas aí lá tem coisas muito interessantes, mano. Tipo assim, a Globo tem direito à imagem dos caras pra usar a inteligência artificial pra sempre.
Nossa senhora. Imagem, voz, tipo assim, se daqui 10 anos a Globo Crick quiser criar um avatar da Ana Paula... E fazer um BBB dos campeões, por exemplo, só que com IA. Pode. Ela não vai ganhar nada. Caralho. Direito universal de imagem irrevogável. O famoso... Black Mirror, filho. Vendeu a alma. Porra.
No caso, vendeu a imagem, né? Só não vendeu a alma, o resto tá vendido. Sim. A junta de custo fixa de 10.500 reais por participação, que foi paga em uma única parcela em fevereiro. Aí, a cada semana que a pessoa ficava, ele ganhava 500 reais. Então, assim, quem ganha o prêmio ganha muito dinheiro, mas o resto também, filho. Não dá muita coisa não, tá? Pela exposição que tem. Trabalhar lá no meu bar, três dias, tá valendo mais a pena, galera.
Aí fala que a Globo não se responsabiliza pela entrega de prêmios fornecidos pelos patrocinadores. Então a pessoa ganhou, sei lá, uma parada do Mercado Livre. Ela vai ter que se desenrolar lá com o Mercado Livre. Com o Mercado Livre. Ganhou um carro da Fiat, tipo, vai ter. É, a Globo fala, tenho nada a ver com isso.
O cara vai sair e falar, porra, Globo, não recebi meu carro até agora. Tá aqui o número da Fiat. É. Um dos patrocinadores era a Jelly, né? Que é a concorrente da BID, né? Uhum. De carro elétrico. E aí, das últimas provas do Big Brother, era você ficar dentro do carro e ir fazendo a prova. Só que eles não esperavam que a prova ia durar mais de 24 horas e simplesmente descarregou o carro.
Nossa, que belo. Tá zoando, mano, cara. Puta merda, isso eu não tinha visto, não. Parabéns. O cara que pensou a prova também é um gênio, né? Ele pensou assim, não, vai ser uma prova, vai durar 10 horas ali. É ok. Aí rola. A bateria aguenta. Ah.
Outra coisa aqui, ó. É proibido ter viés político partitário ou de natureza religiosa dentro da casa. É, por isso que eles evitam falar, eles comentam alguns assuntos, mas tipo de forma subliminar quase assim, né? Outro também curioso. Pra ver se passa na censura.
Sim. A emissora determina sigilo perpétuo, ou seja, é proibido revelar qualquer detalhe da produção ou participação antes e depois da participação oficial. O cara não pode estar no pod-par aqui 10 anos contando os bastidores. E falar dos bastidores. É. E essa aqui é uma mordida boa também, ó. Proibido fechar contrato com marcas que não sejam patrocinadores do programa durante a vigência do contrato. Do valor arrecadado de publicidade, 40% vai para a agência da emissora. Nossa.
40% a mordida. Mano. Mas tu sabe que eles tiveram que mudar esse negócio por causa da Juliette, né? Porque a Juliette não quis fazer nada com eles. Então, é um jeito que eles sabem, né? Essa galera, a partir do momento que a pessoa tá no BBB, ela virou uma persona desejada pelo mundo da publicidade. Sim.
E aí a Globo não... Tipo assim, o cara vai chegar e falar, ó, Felipe, eu quero te pagar 100 mil reais. Na verdade, o Felipe vai receber 60. E simplesmente o Davi Brito, que toda hora mudava a bio dele, Bruno. E ele foi apresentador de reality show, depois ele se tornou streamer, depois era NFT collector, depois virou coach de bet. É, tipster. Ele foi tipster. Tipster, né? Tipster. Ele falhou em duas semanas.
de gerenciamento de carreira horriquilante, né, mano? E agora ele tem uma fazenda e vende ovo. E a mãe dele lava os ovos. O que não pode fazer.
Parando da crise. Caralho, lavar ovo. Lavar ovo só o seu próprio. É o dia... É o dia... Todo dia é uma... É a possibilidade de você se lascar, né? Se arrebentar na vida do Davi, cara. Que loucura é essa? Lembrando que ele foi boxeador nesse meio aí também, não tá nessas contas aí. Boxeador, né? Ele tá lutando contra o Bambam, né? E até os treinamentos do Davi é bem bizarro.
Agora é curioso porque tem gente que não gosta desse assunto aí do Big Brother e tudo mais. Sim! Pô, o Big Brother é o nosso MCU aí, né, mano? E o Tad de Brinquedo e Timmy, cara? Ele é o... a gente tem um... E também já foi, né? MCU já foi. Já foi, já foi. Eu não sei o que quer ser pior hoje em dia, ser o Big Brother ou ser o seu MCU.
Mas as coisas fazem parte do cotidiano da conversa da turma, sabe? Surge o assunto, as conversas aí. Eu fiquei de fora dessa fofoca, realmente acontecia. Isso eu não acompanhei nada. Eu tava lendo livros, né, Felipe? Não, não tava fazendo nada de diferente. Tava lendo alguns livros e... No termo de uso do meu tempo, mas não tava acompanhando. Só tava trabalhando no horário que passava. Felipe só sabe, mano, de futebol, de videogame, porque, enfim, é... Né, tamo aqui. E o quê? Música.
Nem música, nem escondirei mais. Eu sei de tudo, na verdade. É, pronto. Mas eu sou ruim de fofoca. Eu sei de tudo, é bom pra caralho. Eu sei de tudo, caralho. Fala comigo, é.
Já temos a capa aí. Eu sei de tudo. Eu sei de tudo. É uma frase muito foda. Põe aí, Júlio. Põe aí. Joga no peito do pai aí. Quantos trabalhos que eu já tive que não tem nada a ver uma coisa com a outra? É, tu não falou que sabe bem de tudo, né? É, exatamente. Eu não falei que eu sou especialista. Não tô...
Não estou comprometido com a qualidade do meu conhecimento, mas eu sei que estou. Não, exato. É, exatamente. Especialista. O cara virou Raul Sexto, cara. Eu sou a luz das estrelas, eu sou a luz do luar. I am the I am, né? É. Eu sou... Tem um print muito bom de Facebook, que o cara fala assim. Sou especialista em pássaros. Bande seu pássaro, porque eu irei dizer se ele é um pássaro ou não. Aí o cara manda a foto de um pássaro e um lá. Aí ele responde. Definitivamente é um pássaro. É um pássaro, é um pássaro. É isso aí, tá ligado?
É o Gita, do Raul Seixas. Eu sou a Lua e da Estreza, eu sou a Coisa do Luar, eu sou as coisas da vida, eu sou o medo de amar. Não, é o Felipe, né? Eu sei de tudo que eu não sei, eu invento. É, Felipe, tá amando? Tô muito apegado.
E o Bruno? O Bruno tem um bônus especial só por esse assunto. É verdade. É verdade. Muito bem, gente, vambora. Eu sou o Júlio de Filho. Eu sou o Felipe Mesquita. Eu sou o Evandro de Freitas. E eu sou o Bruno Carvalho. E essa é a 90 da Vidas. Baby, go!
Polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, polô, pol
E aí
Meninos, estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição do 99 vidas. E dessa vez estamos de volta com a série do Pixel ao Polígono. Nossa série aí que já tem algumas edições, edição 680, que é em que a gente faz a comparação dos jogos de Beat'n'Up 2D para o 3D.
O que mudou nessa transição, nessa evolução? Do pixel ao polígono é isso, né? A brincadeira, é uma piada interna do pixel ao polígono. Se transformou numa série aqui no 99 vidas. Fizemos na edição 690 para os jogos de luta. 2D para o 3D. O período da transição ali, se liga, quando saiu daquele 2D, do cartoon e foi pro 3D, dos polígonos e tal, né? Vamos falar agora dos RPGs. Lembrando que já falamos de RPGs.
Algumas vezes aqui no 99 Idos, inclusive em edições especiais para alguns jogos. Mais recentemente fizemos na edição 692 RPGs japoneses versus RPGs ocidentais. Quem são os melhores? Gerou uma boa discussão lá. Tem o nosso queridíssimo Pimenta nesse podcast. Evandriso não estava, estava viajando, se não me engano. Deve ter sido. Não lembro porque não estava, não. Ali em outubro do ano passado, 2025.
E temos o Hall da Fama dos Gêneros para RPG, que a gente dá uma passeada em todos os jogos de RPG. RPGs já feitos aí, né? Edição 337. Todos eu não sei. É, todos os que a gente conhece, né? Exato, exato. É o que importa, né, rapaz? O que a gente conhece. Não é o 99 vidas? Não, o manac da... A enciclopédia. Afinal, também a gente já deixou claro que a gente sabe de tudo.
Não, você falou isso. Acho que foi todo mundo. Eu sei de algumas coisas. Eu sei de poucas coisas, mas desconfio de muitas. É a boa... Essa frase é muito boa. É a boa colocação. É a boa colocação. É a boa colocação. É a boa colocação. É a boa colocação. E aqui a gente chegou pra falar de RPG. Vamos voltar no tempo aí? Os RPGs, quando você lembra assim... RPG antigamente, Doridezão. O que é que vem da cabeça?
Na minha cabeça é a época do Super Nintendo. Super Nintendo? Começou, o RPG foi fundado no Super Nintendo? Não começou, não começou, porque a gente já sabe que a própria Final Fantasy tem no Nintendinho. Pra você. Pra mim é, eu não tenho costume nem de ter voltado pra jogar muitos RPGs das gerações de trás disso, não. Tipo, por exemplo, os primeiros Final Fantasy, o próprio Phantasy Star, né, Dragon Quest, isso tudo começou antes dessa geração Super Nintendo.
Mas eu não tenho tanta experiência e nunca tive muita vontade, assim. Eu vi com uma evolução tão grande, assim, dos 16 pros 8-bits. E eu sempre, na minha cabeça, os RPGs antigos são esses, não os mais antigos ainda. É, tem os, como tu falou, tem os primeiros Final Fantasy ali, que saíram ali pro Nintendinho, né? 1 ao 3. Década de 80 ali.
Eu vou dizer que o meu contato com RPG começou mais na geração de 16-bits mesmo. Mega Drive e Super Nintendo. Super Nintendo principalmente. Eu tenho os meus RPGs favoritos ali. Pego Final Fantasy 3 ali, que é o Final Fantasy 6, barra 3. E unificou já, Bruno? Unificou, virou 6, né? Já, já, já. Já, já. Agora virou oficialmente Final Fantasy 6, tanto no Oriente quanto no Ocidente.
Mas isso também, Júlio, porque a gente tá falando de RPGs, no caso, os RPGs japoneses, principalmente, que a gente jogava nessa época, os jogos dessa época que a gente jogava, mas a ideia de jogos de role-playing tá desde o começo dos jogos, né? Tipo, RPGs de texto, RPGs super simples nos computadores antigas, anos 70, anos 80, né?
Esse é um caso, Felipe, até pra comentar, que a gente tá indo antes do 2D ainda. Como você falou, os text adventures da vida, que você fazia os seus comandos, era texto em tela e você falava assim, andar para o norte. Aí o jogo era descritivo, né? Então você tinha as aventuras de RPG que eram mais parecidas com os RPGs de mesa mesmo, né?
Aquela coisa de alguém explicando pra você e você digitava qual que era a sua ação. Então antes mesmo de existir uma visualização, antes de ter o gráfico te apresentando em 2D e 3D, já tinha o RPG, né? Agora se você pegar ali, por exemplo, eu penso em RPG 2D, na minha cabeça assim, sabe? Eu vou pra Final Fantasy VI, que é um jogo que eu sou muito apaixonado por ele, é um clássico...
em storytelling, em temáticas inclusive eu tava fazendo eu tô fazendo maratona do 99 vidas e a gente fez a edição 67 lá em 2012 sobre Final Fantasy 6 e tá incrível esse podcast, atriz sonora e tudo é um marco, né? a gente tem a participação do Rafael Dracon escritor, Rafael Dracon
E ele fala sobre as temáticas que são abordadas no Final Fantasy VI, são coisas que você não esperava ver num videogame, né? Tem temáticas pesadíssimas no Final Fantasy VI. Mas eu vou nele. Musiquezinha da Terra, ela andando com aquele meca, e a musiquezinha...
Essa música é uma das mais fodas da história. É icônico, icônico, falando francês. E na minha cabeça vem, obviamente, o Chrono Trigger. Porque eu lembro que ali nos anos 90, cometei isso aqui algumas vezes no 99, tava muita febre dos animes, né?
A TV Manchete Passando Cavaleiro Zodíaco Depois de O Hakusho e tudo Mas o Cavaleiro Zodíaco estava muito forte Cavaleiro Zodíaco foi um momento Que ele dominou A cultura pop nerd Brasileira em vários sentidos Não só no anime Que está passando, mas é o brinquedo que era vendido
álbum de figurinha que era vendido, as revistas, aquela revista Herói, ela surgiu basicamente pra falar de Cavaleiros Zodíacos. Ela tinha outros assuntos, né? Tinha TV, tinha videogame e tudo, mas a capa era sempre Cavaleiros Zodíacos. Era muito hype os Cavaleiros. Se fosse na época dos Vingadores, seria só capa de Marvel, provavelmente, né? Sim, sim. Era muito hype da cultura pop no Brasil, Cavaleiros Zodíacos. O que aconteceu? Eu fui numa Feira dos Pássaros, vi a capinha semana.
Do Chrono Trigger, na verdade, a label da fita, né? Porque não tinha as capas da Mostra, né? Tinha as fitinhas lá que a gente ficava... Passando assim. E aí eu vi a capinha assim. Caraca, mas parece Cavaleiros isso daqui. Na verdade, ele não parecia Cavaleiros, né? Ele parecia Dragon Ball, né? Dragon Ball, por causa do traço do Toriyama, né? É.
Só que como era o 10 japonês, né? Eu fiquei com isso na cabeça, né? Tanto que naquela época mesmo começou a passar o Goku pequeno, né? O primeiro Dragon Ball no SBT, né? Que era bem... Era muito legal também. Passava todo sábado de manhã Dragon Ball do Goku pequeno.
E aí eu vi, eu falei, caraca, é o jogo do Cavaleiro do Zodíaco. O Chrono Trigger, não tem nada a ver o nome e tal. Mas eu acho que deve ter alguma coisa de anime. E aí foi quando eu joguei. E aí, pouco tempo depois, as revistas falando e comentando. E aí tinha lá, né? E os desenvolvedores. E isso depois de velho, de muitos anos depois, é que eu vim ter a real noção que o Chrono Trigger era o projeto.
Feito pela equipe dos sonhos, né? Era o Dream Team. Tinha um cara lá do Final Fantasy, o Inoburu Sakaguchi. Tinha o Yuji Hori lá do Dragon Quest. Tinha o Akira Toriyama lá do Dragon Ball. E tinha o Nobu Ematsu também, né? Que é fazer a trilha sonora do Final Fantasy, né?
Nessa capa, tem um negócio que eu vi bem depois, Júlio. Acho que é de fórum, caralho. Os caras falando que tem um erro conceitual lá. E a Marley tá soltando magia de fogo. Só que, na verdade, no jogo, ela solta só magia de gelo. Então aquela cena na capa não pode acontecer. Não condiz. É. Caraca, eu nunca tinha me tocado disso, hein? É que, na verdade, a capa tá recriando aqueles ataques combinados deles. E aí esse ataque não existe no jogo, entendeu? Então é uma crítica essa. Quem tem o elemento do fogo é a Luca, não é a Marley.
é a imagensinha que tá na capa não condiz com a lore do jogo mas aí é nerdolice de fã psicopata né ela usa poder de cura né a Mali, poder de cura tem um negócio que aumenta a velocidade dela e usa ataque de gelo né
Ela não usa nada de fogo, né? Mas, né, é uma parada que só quem realmente estava ali reparando na capinha. Eu nunca tinha visto uma capinha completa, aquela caixa do jogo. Eu via na label que era minúsculo, né? A artes é minúscula e mal dava pra ver ali, né?
Mas aí vem na minha cabeça, vem o Chrono Trigger e, meu Deus do céu, né? Uma obra de arte, assim. E tava jogando recentemente aí, depois que eu comprei meu R36S Plus. Inclusive fica a dica, tá? Algumas pessoas perguntaram, ah, onde é que tem pra vender? Tem um link aqui na postagem desse podcast. Primeiro link aqui que você vai ver é o link do R36S Plus, que é uma nova versão do R36S, com a telinha um pouquinho maior. O preço é muito parecido com o do R36S mesmo.
E tem as mesmas coisas, né? O mesmo sistema e tudo. Obviamente com um sistema um pouco... Um equipamento um pouco melhorado, né? Porque é o Plus, né? Mas é a mesma vibe do R36S. Vale a pena. Algumas pessoas já compraram. Que a gente tem o trackzinho, né? Do AliExpress. E pra mim chegou em 15 dias, tá? Eu moro em Fortaleza. Então, pra mostrar aqui, chega rápido, né? Até. Chega muito rápido. Aqui em casa já teve coisa que eu comprei e ia chegar em 5 dias úteis. Então. Coisa da AliExpress. É bizarro.
É um linkzinho que vale muito a pena aí você adquirir pra dar de presente, pra comprar pra você mesmo. Mano, duzentos e pouco. Aquela mordidinha, né? Do esquema ali. Do nosso amigo, Faça Ueli. Das blusinhas? Tá chato? Tá chato? Tá chato? Tá chato se for capaz?
Harry Potter é a taxa de fogo? É. Mas vale muito a pena, caraca, meu Deus do céu. É muito maneiro. Eu tava jogando o Chrono Trigger esses dias, a trilha sonora é inacreditável. Tem os jogos todos em português, né? Os jogos do Spidey Tendo lá. Jogo tudo em português, caramba, meu Deus. Mano, tem uma montagem dele de tocha humana, ele tá escrito taxa humana. E a cara dele pegando fogo, caralho.
Mano, é inacreditável. Mas vem na minha cabeça o Chrono Trigger, tá? O Chrono Trigger e Final Fantasy VI são dois jogos. Eu penso em RPG 2D, é o que vem logo de cara. Obviamente que existem muito mais, né? Muito mais jogos, mas é o... Porra, eu lembro muito do Fantasy Star, mano, do... É, tu tava falando, né, do Fantasy Star aí. Eu até fui abrir assim... Pô, deixa eu lembrar como era o Fantasy Star. Mas aquele do Master System, que é um... Tinha um amigo meu. É, o grande... O que me chamava a atenção desse Fantasy Star é que ele era em português.
E naquela época era praticamente impossível você ter um jogo oficialmente em português. Só que não me pegava, porque eu sempre olhava e falava assim, multitexto. Preguiça. Até o crono eu demorei pra engajar, porque RPG eu sempre olhava e falava, ah, não, eu quero jogar, quero pular na cabeça de tartaruga. Mas RPG é isso, né, mano? Então, mas aí depois, né, depois do advento do crono, do Final Fantasy, aí eu peguei gosto. Mas essa camerazinha do Phantasy Star, eu ficava, caralho, só fala, cadê? Cadê a ação? Tem uma coisa, eu tava conversando com um amigo sobre e...
Como os videogames, eles mudaram com o passar do tempo, e eu não tenho tanto o hábito de ler livros assim, sabe? Eu tenho alguns livros que eu leio muito específico, mas eu não tenho o hábito de, ai, por mês eu tenho que ler dois livros, sabe? Eu não tenho esse hábito assim. Mas o videogame, esses com muitas histórias, e esses RPGs principalmente,
Eles têm uma parada, uma riqueza, como se você estivesse lendo um livro, né? A diferença é que além de você estar lendo o texto e acompanhando aquela história, você está jogando também, né? Então é muito mais interativo isso tudo, né?
É, e querendo ou não, tem mais tempo pra desenvolver personagens e tudo mais. Você tem uma participação na história diferente da do livro, que é 100% passiva, né? É, porque, por exemplo, tem gente que vai ler, por exemplo, os livros do Tolkien lá do Senhor dos Anéis, e fica meio, meu Deus do céu, por que ele tá descrevendo essa árvore de um jeito tão detalhado e tudo? Porque naquela época, quando ele escrevia, a galera nem tinha noção, ele tinha realmente que explicar o que é que ele tá querendo... E, por exemplo, o...
falar, né? A importância desse detalhe, dessas... É, principalmente que é um mundo de fantasia que ele tava criando, né? E não tinha audiovisual, né? Daquilo, né? Ela só no texto. E aí nos... Hoje em dia, nos livros, você consegue falar, ah, é porque ele era um orc e não sei o quê. E em seguir. Outros têm que falar assim, o orc é um ser e tudo mais. E falar detalhe.
você tem que construir mais detalhes, né? Acho que o passar do tempo e a evolução da própria cultura pop fez com que algumas coisas fossem muito mais dinâmicas, né? Eu sempre cito esse exemplo do filme do Ben-Hur, que ele fala assim, ah, ele tá saindo de casa, ah, estou indo ao mercado. E aí ele tem que mostrar ele abrindo a porta, ele andando na rua.
E o tempo passando, e ele caminhando, caminhando, ele chegando no mercado. Tem que mostrar, porque se você cortasse, ele diz assim, estou indo ao mercado. E se a gente cortasse para o mercado, as pessoas iam se perguntar, ué, como é que ele chegou lá? Teletransportou? É, tá errado isso não? O entendimento era diferente, sabe? O corte era diferente. Quando as coisas foram ficando mais modernas, você meio que deduz. Tipo assim, ah, ele tá indo ao mercado, beleza, é normal ele aparecer no mercado.
Você não precisa ver ele indo. Você não tira a veracidade da história cortando de um momento pro outro, né? Antigamente era mais fechado nesse sentido, né? Então o dinamismo foi mudando com o passar dos anos, né?
Quando vocês pensam em RPG 2D, clássicos? Zelda não é RPG, né? Então, eu não penso. Vamos à velha discussão. A velha é, então. Porque naquela época eu lembro que tinha essa discussão mais pesada ainda. Naquela época, no próprio 99 anos, né? Porque a gente sempre falava assim, antigamente tinha discussão se o Zelda era RPG. E aí no 99 anos a gente discute muito sobre isso.
E aí a gente chega aqui, 16 anos depois, a gente continua discutindo sobre isso. Então, me dá uma certa coisa em mim de imaginar que daqui a alguns anos a gente vai continuar discutindo se Zé o der RPG ou não, meu Deus, né? É ação-aventura. Aquela piada que a gente fazia do véio. Zé o der RPG. Sabe aquele negócio? Parece que vai acontecer mesmo, tá? Tem espada, tem espada.
Cara, uma coisa que a gente até já conversou num cast, só falando que pra mim se a gente considera Western RPG RPG, o Zelda é um precursor dessa ideia pra mim. Opa! O Zelda não é o precursor do que a gente conhece como Western RPG? Eternamente. A discussão essa vai ficar pra sempre. Mas não quer dizer que ele é um Western RPG.
Não, eu não tô falando que ele é. Se a gente considera o SNRPG RPG, o Zelda pra mim ele é um precursor disso. Eu não falei que ele é um SNRPG, ele é o precursor disso. É um action adventure. E as dungeons. Exatamente. Eu não penso, por exemplo, o João Andy perguntou, quando eu falo RPG clássico, eu penso nisso que ele falou. Eu falo em 36, Cronutrigue, Secret of Mana.
Breath of Fire. Dragon Warrior. Os do Play 1, Lunar. Até os do Play 1 são em 2D ainda. Wild Arms. Que é meio 2D, meio 3D. Earthbound ainda no Super Nintendo. Legend of Mana. Secret of Mana.
O Legend of Mana também é do Play 1. Inclusive no Play 1, cara, já é um momento que tem RPGs em 3D e RPGs em 2D. Pra mim, os mais bonitos, os que eu mais gosto, são os que me mantêm em 2D. É, o visual 2Dzinho, bonitinho.
É que olhando hoje em dia, os primeiros 3D eram feiões, mano. Se a gente olhar com a olhada de hoje. Os Dragon Quest. Por que o Dragon Quest não faz tanto sucesso no Brasil, hein? O Dragon Quest é tão popular no Japão. No Japão, mas não é só no Brasil. É o jogo mais popular do Japão, Dragon Quest? Mais do que Pokémon? Ah, não sei se é isso ainda. Acho que não.
Cara, não sei, mas eu vou dizer uma coisa pra vocês. Quando eu tava no Japão andando de metrô, na estação do metrô tinha quadro do Dragon Quest, cara. E o Mario? O Mario tava lá no aeroporto. E o Pikachu? De Pokémon não tinha. Nenhum? Não. Aí não, pô.
João Dias se diverte, Boião. Bobagem ainda acreditável. É uma piada que o Bruno faria, caralho. Nada, né? Ô, Bruno, falando nisso, eu queria te perguntar um negócio. Não é estandado. Falando de peixes, você gosta de um linguado? O que foi? O que foi? O que é que...
Pronto, aí já vai. Linguado. Aquele fala que não é stand-up, depois fala essa. Linguado, pô. É que a gente tava no... Não, só isso. Peixe linguado, você não gosta? É, vai. A gente tava no grupo ontem conversando sobre isso, eu pensei em te perguntar. Não, não tem, vai nada não, é só isso mesmo, é uma pergunta.
Não, não é possível. É, pô, caralho, tem vários peixes. Tem esses gossos linguados. Não, não é inocente essa pergunta. Não tem como. Um linguado te agrada? Agora, esse negócio do Zelda tem que ver com a Zelda, né? Tipo, a Link to the Past. Link to the Past.
Ele é um RPG. Não, não é, não, pô. Ele é claramente um RPG. Cara, a diferença do primeiro The Legend of Zelda pro Link to the Past, não tem diferença. É, não. Mano. Se um é, o outro é também. Nem os dois são RPG. Como assim, mano? Vai ficar nisso, mano. É isso, mano. É o véi, né, mano? O véi discutindo. É pra sempre a mesma discussão aí.
Não é possível que o Zelda Link to the Past não seja um RPG, mano. Tá revoltado com isso? É, mano. Pela... Ô, Felipe. Mas, pô, não é, galera. O cara tem conversinha. Tem lá, mãe acordando. Os parâmetros. Conversinha. Mãe acordando não, né? Tem alguém acordando. Espadinha. Espadinha. Dungeon. Puzzle, né? Parabéns, RPGs não tem nada? Não tem isso? Que RPGs não tem isso? Como assim? Nem todo RPG tem dungeon. Claro que tem, mano. Tem espadinha.
Se não tiver dungeon no RPG, mano. Não. Não, mas é que a gente tá falando de dungeon no conceito de uma dungeon fisicamente. O dungeon, o conceito abstrato de dungeon. O que é o conceito abstrato de dungeon? Caverna do Dragão. Dungeons & Dragons.
Todo RPG tem uma aventura e toda aventura você vai ter um... Um dungeon. Se o boneco acordou, começou o jogo com o boneco acordando, é RPG, então. Pra quem não sabe, pra quem tá acompanhando aí, não sabe o que é dungeon. O que é um dungeon. Qual? Conceito físico ou conceito abstrato? Não, conceito do jogo, no jogo, assim. É um local, né? Aqui o Google, ó. Aí, ah. Local... Dungeon é um local fechado, labiríntico. Como castelos, cavernas ou ruínas.
como um RPG de mesa ou videogames, onde personagens exploram, enfrentam inimigos e encontram tesouros. Então um shopping é um dungeon. Por isso que eu perguntei, quem é dungeon? Shopping. Um shopping é um dungeon. Você enfrenta inimigos no shopping e precisa matar alguém? Os vendedores da Casa Bahia, caralho. Os vendedores da Casa Bahia, que você passa em frente. Você tem que ficar toda hora falando, só tô dando uma olhadinha. É? A galera que tá na fila.
Sim. Cheio de inimigos. Sabe o que eu acho maravilhoso, Bruno? Sei lá, tem um stand da BID no shopping. E o cara quer que você pare para olhar um carro, mano. Vamos dar uma olhadinha hoje? Caralho, o que vai estar andando para comprar um sorvete? Vai comprar um carro, doidão.
Dá uma olhadinha, cara. Aqueles estandes de lançamento imobiliário. Mas, porra, Jundi, você foi no cinema assistir... Com aquela maquete no meio, Ivan, aquela maquete no meio. Filme do Mário. Você foi assistir o filme do Mário, aí o cara acha que vai comprar um apartamento de um milhão. Tá nem ligado que eu estacionei na rua pra não pagar estacionamento, caralho. Só olha esses quiosques aí, quem realmente tem muito interesse, né? Quem tá muito interessado em comprar e tudo. O transeunte, a chance é zero.
No máximo, ele vai entrar pra tirar uma foto e dizer assim, olha aí, tava dentro de um BID. Eles abordam. Mas é uma dungeon. Com certeza o shopping é uma dungeon. Um estádio de futebol é uma dungeon. Nossa senhora, aí tá aí também. O inimigo é a outra equipe? Mas não é, Fifi. Fifi RPG, pô. Fifi RPG agora. Não, pega aí. Mano, você que vai pro estádio. Com frequência. É uma dungeon, mano. Tem inimigos.
Tem uma loucura, mas é labiríntico. Eu tô pegando um negócio aqui, um local fechado, labiríntico. Não, estádio não é RPG, estádio é RTS. Não, não é RPG, eu tô falando de dungeon. É uma dungeon, liga? Uma masmorra. O que mais? A feira é uma dungeon? É uma dungeon. Mas é uma dungeon linear na maioria das vezes, não? É, não é labiríntico o negócio, não é... Depende da feira.
É. Evento de games é uma dungeon? Com certeza. Muito. Uma CCXP é uma dungeon. Uma BGS é uma dungeon. Cheio de inimigos?
O que é inimigo? Quem cala consegue. Depende, é. Demorou muito. O que é ser inimigo? Hoje já foi em CCC XP que os caras de Homem Energy estavam lá. Fez a lista completa na cabeça e depois perguntou o que são inimigos. Ué. É, mas muito bem. Então é o Zé da RPG. Hostilizando as pessoas em eventos. Depois desse papo do maluco, concluímos que o Zé da é um RPG. É, é um RPG, né?
Mas tudo bem, vambora Tá tudo bem Não precisa às vezes Mas enfim Boa, vamos resolver isso de uma vez por todas Por todas Pra finalizar essa história Não, Kevin, enquete no programa Pelo amor de Deus, é bela solução
E aí o pessoal vota pra definir de uma vez por todas e vai ser a regra que a gente vai aderir daqui pra frente se Zelda é considerado ou não RPG. Pronto. Vox Populi, Vox Dio. A gente vai colocar a enquete também no Spotify? Coloca a enquete no Spotify também, que tá acompanhando aí? Tem a possibilidade da enquete lá. Pode ser, pode colocar. Isso aí. Pronto.
Inclusive as pessoas podiam assinar a gente, seguir a gente lá no Spotify, né? Segue a gente aí, você escuta nesse aplicativo. Já que vai votar se o Zelda ou não é um RPG, esquece o site, né? É muito trabalhoso fazer isso no site. Caraca, é muito trabalhoso? É, porque antigamente era um plugin, né? E os plugins estão todos cheios de vidros. Mas o Kevin faz isso em dois minutos, mano. Pronto.
confia caraca Kevin não que ele não saiba fazer mas porra Bruno vamos ajuda aí né cara inserir enquete ele acha que no post tem lá Jandir inserir enquete caraca é essa imagem essa imagem do IA é mano que eu não tinha visto a IA tá aí ó chegou pra ficar o Bruno pareceu no Mike Finoda tá igualzinho caraca mano
Estou parecendo os caras do TikTok da Índia. Pode crer. Eu sempre sou um genérico, né? O Jogandinho está meio Mike Shinoda também. Todo mundo... A referência foi o Shinoda? Não, foi a foto lá do casamento. O Evan está parecendo o Liu Vinicin, cara.
É Lil... Lil... Lil... Lil... Lil... Lil... Lil... Lil... Pode colocar na postagem ou o pessoal fica ofendido se colocar uma foto de IA? Poxa, por mim seria a capa, maluquice. A IA já venceu. Do nada, né, bóbulo? RPG não sei o que, a capa com o 2x4 genérico. É... O Zelda é um RPG, sim ou não? A enquete vai até quando? Até o final do ano aí?
É junho. Não, tem que ter um... Referendo. Uma semana tá bom. Tem que dar tempo. Uma semana? O cara tá querendo fazer propaganda na TV. Vamos botar 15 dias, pelo menos. 15 dias, pelo menos. A gente vem com o resultado. A gente vem aqui e fala assim... A gente nunca vai lembrar desse resultado, né? Mas beleza. Provavelmente a gente não vai, mas... Vai ser definido. Um mês, pelo menos. Um mês pra voltar. Tá lá.
Um mês aí, você volta, e aí a gente define de vez, sim. O 99 vezes escolheu que, sim, é um RPG. Aqui, no quarteto, é um RPG? Eu, sim. Evandro, é RPG ou não, Zé? Muito, muito. Bruno? Depende, vai ser um RPG. É, é, é, é. Depende, na convenção de Genebra. O Felipe, acho que não, né? Não. Não é RPG. E Bruno?
Não, Bruno... Ok, Roger. Fantástico. E aí, Bruna? Hum? Zelda é um RPG ou não? Sim ou não? Tem meias palavras. Eu acho que não importa. Ah, vá a merda, porra!
Aí acabou o mundo. Nada importa, então. Vamos todos morrer. Certeza desse programa que não importa. Ele tá igual a estrelinha do Mario lá, azul. Nas prioridades universais, nada disso tá sendo conversado é que importa. Exato. Esse foi o problema. Importa sim, irmã. Não desmereça seus hobbies, Felipe. Eu acho que o coração... Não é sobre eles, é sobre a gente falando deles.
Eu acho que o coração de cada um deveria definir onde que ele coloca a Zelda. Ninguém coloca lugar nenhum, mano. É fluido. Mas eu vou responder. Mas eu vou responder. Se eu fosse colocar numa caixinha, eu tenho que colocar numa caixinha, eu colocaria ele numa caixinha de RPG, porque eu falei. Se você considera Western RPG RPG, muitos elementos de Western RPG estão no Zelda. Toma, Felipe. Vai lá vender checkmate, vai. É, isso aí. Toma na sua cara. Do nada, né? Foda-se. Um abraço aí pra galera da checkmate.
então a gente definiu por nós aqui a gente definiu que é um RPG e aí o público vota aí e aí a gente soma os dois aí sim ou com certeza sim ou com certeza
Mas, voltando aqui, então a gente tem lá o Chrono Trigon, Final Fantasy VI, um Zelda, A Link to the Past, por exemplo, ou do Nintendinho. Ô, Bruno, o Mega Drive não tinha RPGs nesse calibre? Não parece, né? Tinha, pô. Tinha. E, aliás, isso é uma grande falhaça. Claro que os clássicos da Square, por exemplo... Falhaça com falhaça. Falácia!
falácia. É claro que os RPGs da Capcom, os RPGs da Enix, da Square, estavam no Super Nintendo. Mas o Mega Drive tinha, sim, claro que em menor quantidade, mas RPGs muito bons. O próprio Phantasy Star que a gente falou lá do Master System, ele teve três jogos no Mega Drive. O 2, o 3 e o 4? Isso, o 2, o 3 e o 4. Caraca, maluco.
O Beyond Oasis, hein, Bruno? Beyond Oasis. Mega Drive, hein, Evandro? Vai, fala mal aí. Não falei mal, só que pra mim os mais marcantes eram o Super Nintendo. Claro, claro, mas de novo, em termos até de quantidade, o Super Nintendo tinha mais e os parceiros eram nomes renomados de RPG, né? Ô, Bruno, o Beyond Oasis, ele é igual o Zelda, mano. Ele é aventura, ação, eu pego as coisas.
Então ele é RPG, como é que ele pode ser RPG e o Zelda não? Hein, Felipe? Não, mas se a gente acabou de estabelecer, a gente já acabou de falar que Zelda é... Caralho, tá ressentido? Cadê o check? Pisei no seu pé? Check mate. É isso aí, Felipe. Ô, Bruno, aquele Crusader of Santee.
Crusader of Santee. É um jogo bacaníssimo também de RPG do Mega Drive. É outro igual o Zelda. O Land Stalker, que é o Zeldinha. Se você pegar o Land Stalker, o Land Stalker é basicamente o Zeldinha do Mega Drive, cara. É. Que é o precursor, inclusive, do Alundra lá do Play 1, tá? O Land Stalker é o precursor do Alundra. Alundra tinha uma galera que amava, mano. Porra, mas é um jogaço.
A Londra e Valkyrie Profile eram os mais... A Londra é um jogo extremamente depressivo as histórias. Você entra no mundo dos sonhos das pessoas, só que são várias pessoas lidando com vários traumas diferentes. É um jogo super... E o Shining Force? A frente do seu tempo. Shining Force é um RPG também muito bom. Shining the Darkness é outro jogo de RPG do Mega Drive. Shining the Darkness parece o nome de música da Lady Gaga. Fica aí, ó. Não, dá. Shining the Darkness. O nome da Rihanna. Shining the Darkness. Exatamente. Shining the Darkness.
Shire Shire in the Dark Knight. Inclusive, o Mega Drive teve um sucesso, um RPG entre aspas de sucesso, chama muita atenção na história recente. Sucesso como? O Pier Solar, que saiu nos anos 2000, depois. 2015, sei lá. 16?
Pô, ele é bonitaço esse jogo aí, mano. O Pior Solar é lindíssimo, cara. É lindíssimo, é. Lindíssimo. É belo, é belo. E ele roda no RPG mesmo? No Mega Drive? Roda, roda. Roda no Mega Drive. Sim, sim. Ele foi vendido em cartucho, depois fizeram a versão pra Dreamcast, que eu tenho a versão do Dreamcast, inclusive, e aí a versão dos consoles modernos, cara.
Não tem cara de jogo de Mega Drive, não. Mas ele é um jogo que literalmente está rodando no Mega Drive. Como não tem cara de Mega Drive? Ele foi portado pro Mega Drive, não? Não, ele foi criado pro Mega Drive nos anos 2010. Essa é a parada. Mas ele foi criado. Ele tem o cartucho dele, de fato. Funciona no Mega Drive, qualquer Mega Drive. Fizeram do Dreamcast também dele, né?
Caraca, eu acabei de falar que inclusive eu tenho o jogo Dreamcast? O Jandir tava ocupado desmerecendo a primeira parte da sua história ainda É Enquanto tu falava eu tava desmerecendo aqui Ele não ouviu a segunda parte dela Mas é bonito mesmo o jogo
Mas eu acho que isso é o jogo velho, né? É o RPG... É porque o RPG... E é importante falar isso, né? O gênero RPG 2D, ele passou... Aliás, os jogos em 2D Passou a ser um recurso muito forte no cenário indie, né? A galera fazendo muitos jogos de plataforma, de ação E muitos RPGs saíram, né? Com o passar do tempo Não quer dizer que só no mercado indie Porque, por exemplo, aquele Octopath Traveler Ele é um jogo...
Nossa, teve uma época do Switch que o Bruno só jogava isso, mano. É o HD 2D isso. Não é incrível, não. Essa nova leva de RPGs 2D que usam essa tecnologia do HD 2D são jogos lindíssimos e incríveis, cara. É.
Qual foi aquele jogo de RPG que eu joguei? Aquele recente, Sea of alguma coisa? Sea of Stars? Sea of Stars, isso. Joguei recentemente, bem bonitinho o jogo, hein? Muito bom. Puts, 2D também. Nova versão, né? É que é assim, é 2D, mas ele tem uns elementinhos ali que... Tem aquele cross-code, esse você conhece? Esse também fez muito sucesso na época. É.
2018, já tem um tempo. Inclusive, acho que os developers anunciaram um novo aí. Um jogo novo. Então, esses jogos de RPGs assim... Você também fez visualzinho RPG Maker. Tu acha que eles são mais simpáticos pra jogar, é isso? São mais... Eles conseguem até ser mais bonitos, assim, se você pensar. Porque o jogo 3D, ele é mais complicado. É porque eles podem ser feitos num escopo muito menor, né? Sim.
E, inclusive, a gente tem uma outra onda desses RPGs aí, hoje em dia, que são os anti-RPGs, né? Que é uma coisa que, na verdade, começou naquela época. Como, por exemplo, o Moon, que é um jogo do Play 1, que era o... Chamava Moon Remix RPG Adventure, né? Era um jogo de uma empresa que chamava Love the Lick, que era uma...
empresa do Japão, que tinha uns designers meio malucões lá, que era o Kenishi Nishi e Tarokudo, cuidado. Isso. E eles lançaram esse RPG que ele era um anti-RPG, na verdade, a ideia de você resolver todos os conflitos sem violência, sabe?
Só que ele era apresentado naquele mesmo modo do RPG. E a gente tem os exemplos hoje em dia. Undertale, por exemplo. Baita sucesso, gigante. É um jogo totalmente inspirado nesse tipo de jogo aqui, desses anti-RPGs. E Undertale é uma experiência fantástica. Quem não jogou, deveria jogar muito Undertale. Tria sonora foda. Eu tô pensando aqui nesses RPGs 2D clássicos, assim.
Eu quero saber por que o senhor chamou na chincha o Zelda, mas não falou do caso de Pokémon. E aí, é RPG ou não é? Pokémon é RPG, né? Pô, Pokémon eu acho que não tem nem discussão. Não dá. Pokémon é RPG não. Por que Pokémon não seria RPG, Bruno? Estou perguntando, estou falando que não é.
Pokémon é o quê? Bagulho de colecionar? Jogo de colecionar. É Monster Taming. É, tem as variações também, né? São RPGs tipo táticos, né? Tipo, Final Fantasy táticos. É, mas aí é um RPG tático mesmo. É um subgênero, né? É, não entra aqui, então? Não entra no...
Até porque, por exemplo, se a gente for falar de Final Fantasy Tactics, ele é pré-renderizado, ele tem um ambiente em 3D, na verdade. O grid tá em 3D. O grid tá em 3D, ele não é um jogo do... Mas aí a gente pode falar a mesma coisa dos jogos com visões isométricas. Teoricamente eles são 3D, a construção de alguns deles aí, no caso. É, você tem profundidade, né? Isso.
É que falar de 3D também Pra RPG é complicado Porque muito RPG você tem mudança de De plano, de altura e tal Mas aí a gente tá falando da tecnologia mesmo Aí eu acho que cabe muito mais discutir Sprite e polígono mesmo Porque a gente vai ter casos inclusive Que mesclam Que é o caso do Wild Arms Que durante a batalha ele é 3D E você navegando pelo mundo ele é 2D Ô Bruno, o Hollow Knight é RPG? RPG?
Pra mim chega. Acabou.
O Metroidvania. O Metroidvania, né, mano? Uma pergunta só, mano. Tô querendo ver as possibilidades aqui, entendeu? Minha pergunta é uma pergunta só. E tem mais. Eu entendo a sua pergunta, sabe por quê? Porque o próprio Symphony of the Night, quando saiu, ele trouxe elementos de RPG. Mas ele não é, na minha visão, ele não é um RPG. O Simpon? O Simpon não é RPG? Isso. Symphony of the Night, não. É o que, então? É pra ti, é pro mundo. Ele é o Vânia.
Esqueceu? É o gênero Vânia. Ele é o Vânia do Metroidvânia. Qual o gênero dele? Vânia. E qual o gênero do Metroid? Metroid. Aí depois que criou o Metroidvânia. Dali pra frente... Se for pensar nas listas, sempre vão pros mesmos nomes, né?
Para Fantasy, Chrono Trigger... Tipo assim, a escolha de classe é um negócio essencial pra ter uma RPG? Porque se for assim, os Star Wars Antigos tinham, né? Já. Tinha, mas as modernas não tem mais, né? Então, e aí? Deixou desse RPG? Não. Não. O RPG se transformou, né?
atributo, tem que ter atributo HP, não sei o que experiência. Eu acho que é uma parte importante tá, acho que atributos é uma parte evolução, evolução, evolução né acho que a melhor forma é comparar o caso do próprio Final Fantasy, porque a gente tem um caso muito claro assim
Do que que era fazer um RPG naquela época, no caso dos anos 90, que já era... No meio dos anos 90, ali pro final, que já era algo mais moderno, inclusive, versus o que é hoje, assim. No caso do Final Fantasy, ele ainda é de ação, né? Mas ainda tem jogos grandes sendo feitos em turno, Persona. O caso do Curb Square é uma...
ressurgência mais nova ainda, que já é influenciada por essa nova fase, né, então assim mas é muito diferente a experiência do que você tem que criar pra um e pra outro, acho que por isso inclusive que pros indies o RPG no 2D ele é muito mais acessível, o que a gente tá falando muito mais fácil de você produzir com times menores um jogo grande, com todo o contexto que você precisa pra dar espaço pra criar personagens universo, relações e tudo mais né
O Júlio se perguntou aí o que era o... Pensou em RPG 2D, o que vocês pensam? E a gente falou Final Fantasy e Crono. O 3D, pra mim, é o Final Fantasy VII, mano. O primeiro, sabe, que vem na cabeça? É, se você pensar assim... Só que é um negócio... Meu Deus do céu. Porque é transição. É exatamente a transição, né? Super Nintendo e Playstation, né? É nesse miolo, hein, Bruno? Não, pra mim é, Bruno. Eu não tinha a Saturno... Nem a Metal Witch não.
Mas eu já penso no Play 2, assim, na verdade. Exato. Eu acho que o Felipe tá indo na linha que eu tô indo. Sabe por quê? Final Fantasy X, deram um Quest 8, que eu acho que era do ponto de vista visual. Falei, caramba, esse é o jogo RPG 3D que é bonitão e tal. Não só isso, eles usaram 3D de verdade. Porque o que que era Final Fantasy 7, ou mesmo o 8, não é só isso. Era um jogo construído em 3D, mas a mentalidade do RPG ainda tava no 2D.
Tipo o Xenogears ali, o Vagrande Story. Não, o Xenogears era 2D, pô. É... É, pô. Pô, ele é todo poligonalzinho, caralho. Que é o quê? Ronaldinho? Bom documentário, inclusive, hein? Fica a dica. Muito bom documentário do Ronaldinho. Bruxo. Que tem o Neymar e esse jogador? Tem o Neymar e esse jogador. É que os cenários ali do Xenogears eles são meio poligonais ali, né? Eles tem um... Então, mas o que eu tô dizendo é assim, Július. Pensa o seguinte.
Você construir um jogo em 3D não faz dele automaticamente um jogo 3D. O que eu estou querendo dizer é justamente isso. Nessa transição do Play 1, que quando começaram a surgir os RPGs poligonais para o grande público, você via que eles montavam o jogo, mas ainda pensavam muito em 2D. O gameplay era pensado muito em 2D ainda.
Eu concordo com o Felipe da transição do Play 2, mas talvez não pelos mesmos motivos. É porque no Play 2 eles começaram a explorar mais o que era você ter um mundo 3D. O personagem navegar livremente, você ter câmeras melhores, câmeras mais cinematográficas dentro do gameplay, não só em cutscene. O Parasitive, ele é assim, já pensa assim, câmera cinematográfica, né? É um negócio meio resenha-identível, né?
É porque o Power Sight Eve, ele até brinca com isso que ele fala que é o Cinematic RPG. É aquela coisa do... ele foi feito pra parecer um filme. O Power Sight Eve basicamente é um RPG pensando num... juntou o Duro de Matar lá do Bruce Willis.
Porque a temática de Natal tem um monte de coisa lá. O Chrysler Building, que é o Nakatomi Plaza. Um monte de coisa ali que traça. Então eles falam assim, se a gente pegasse um filme de ação e transformasse num RPG, isso é o Power of the Sight TV. E funciona muito, tá? E ele tem tudo que tem que ter, né? Level up, status, não sei o quê. É muito, cara. Power of the Sight TV pra mim é um RPG fantástico. Fantástico. Merece um remake com pimenta, inclusive, hein? Olha aí. Merece, hein? Fica aí a dica. Fica a dica. Fica a dica.
Pimenta e seus vídeos de Parasitiva esticados, Jandinho, no YouTube. Então, a telinha amassadinha. Parece ser que eu tô vendo o canal vivo, cara. O Pimenta é tão global que ele reproduz o canal vivo no canal dele. A pegada do Parasitiva é que ele é cinematográfico, sim, mas ele ainda usa muito de câmera fixa. É uma coisa mais residente mesmo, aquela coisa...
Que visão legal, tá, câmera fixa aqui. Na geração Play 2, a gente passou até RPGs que exploravam muito mais a riqueza de ter essa terceira dimensão, não só pro jogo. E aí eu vou falar uma outra evolução que teve, que tornou os RPGs mais acessíveis. Até então, que foi uma coisa que vocês comentaram lá no começo, eu aguentei pra gente falar agora. Até então, RPG era muito você tem que ler. Então você ia passar e tinha que ficar lendo tudo. Os RPGs modernos, a partir lá do Play 2, começou assim. Ah!
Os personagens estão falando Então eu posso seguir fazendo a minha ação E o diálogo está rolando Eu não preciso parar E ficar apertando o botão para ler E aí hoje Em grande parte dos RPGs Isso é algo que não precisa Você não precisa mais interromper O input do jogador o tempo todo Para a história estar sendo contada Você pode controlar enquanto o protagonista está falando
E isso ajuda muito também pra diminuir Essa sensação de que Putz, eu tô lendo, lendo, tô lendo, tô lendo E fica apertando o botão, sabe? Mas sei lá, é engraçado Essa era dos RPGs 3D As minhas duas referências principais São Final Fantasy X e o Dragon Quest VIII Mas foi meio que nessa época Que eu perdi um pouco a vontade de jogar esses jogos Porque achavam que eles eram muito Acho que era a parada da grande Muito prolixo
É muito grande, muito longo e a parada da grandeza do cenário 3D parecia que ele era maior até do que ele era. Parece que quando você viu o mapa ali em 2D daquela forma, às vezes se fosse de cima, total de cima, ou se fosse algo tipo um...
Sei lá, um Legend of Mana, às vezes até um do Play 1 ali, que é meio que na diagonal também. Grande. Parecia que era um negócio mais contido, assim. Nessa época parecia... Menos intimidador. Menos intimidador, sabe? Quando você pensa, putz, vou começar um RPG no Play 2, vai ser uma falação danada e cenas e cenas.
E vou andar no cenário gigantesco, vou ficar perdido. Eu ficava meio que preguiça e eu meio que afastei desse gênero por muito tempo. E a parada do turno que se manteve, mas agora também os jogos estão bem mais responsivos no 3D. Porque acho que muitas... Às vezes no Play 1 ainda jogos de ação em 3D não eram tão responsivos. Então às vezes a ideia de jogar um jogo que era em turno era mais amigável também. A gente estava já evoluindo para jogos com controles muito fluidos e tudo mais em 3D também.
E foi meio que nessa época que eu perdi do RPG. Se você pensar que muitas vezes a gente pensa que essa inovação, esse ganho de escopo da forma que você pode representar o mundo seria uma coisa boa, mas foi meio que me fez me afastar desse subgênero, principalmente dos RPGs do Japão, dessa época, cara.
Pô, tinha um, Felipe, que eu queria gostar do jogo, mas eu, puta, só de imaginar, que era aquele Dark Cloud. O 2, especificamente, que era em Cell Shading. Ele era massa, esse jogo é massa. Ele era bonitaço, mano, mas eu ficava, puta, fala pra caralho, meu Deus do céu. E ele tem um aspecto de City Builder também, que você construiu essa cidade lá.
aliás essa época do cell shading também no play 2 teve o rogue galaxy muito bom, muito bom mas também é outro que tipo assim, putz esse jogo é da hora o universo é foda os personagens, caramba, mas não acaba e me perdi, aí eu parava de jogar e tal é um dos poucos jogos que eu tinha inclusive o original que o meu primitivo trouxe do Canadá
Se você pegar ali, por exemplo, você tem o Chrono Trigger 2D e aí a continuação espiritual lá, o Chrono Cross. O Chrono Cross, primeiro ele é bem mais desinteressante, por exemplo. Mas aí nessa época da transição do Play 1 era mais difícil ainda. Eu acho que nessa época do Play 2 aqui, cara, você pega os visuais desses jogos que nós estamos falando aqui, Rogue Galaxy, Dragon Quest VIII, pra mim sempre foi bizarro. Ele abraçou esse negócio do Cell Shade super bem com os tratos do Toriyama também. Eram jogos muito bonitos, assim, na época, chamavam muita atenção.
comparado com às vezes um um Cronoprosa, assim, que era meio duvidoso, acho que até mesmo na época era meio duvidoso, às vezes.
O Final Fantasy, a turma começou a falar só a partir do... Do 10. Dos jogos no PS2 ali? Do 10. Isso. Que era o grande, tipo, o grande burburim cara que é a abertura lá quando é o Tyrus falando. É o tipo o jogo mais bonito do videogame, assim. Tava lembrando das cutscenes do Final Fantasy 7 e lembrando assim, caraca, ninguém fala, né, mano? É só ceninha, assim, é só ceninha. E tome texto. E tome texto, tome texto, tome texto.
É, o negócio dessa transição, né? Do 2D pro 3D, acho que os jogos começaram a ter falas, eles foram grandes diferenciais. Mas a gente tá falando muito dessa, do período específico quando muda, né? O Zelda, sai o Zelda do Super Nintendo, que é a Link to the Past, que é 2D, e vai pro Ocarina no 64. Então aí já é um salto, né?
Absurdo, né? De diferença de um pro outro. Considerando que Zelda seja um RPG, né? Eu acho que esse sim, pra mim, é uma transição, uma das maiores transições aí de... do gênero em si, né?
Eu acho que o caso do Ocarina é muito bom, porque você de fato usa bem aquilo que eu tava falando agora. Muitos RPGs pensaram em migrar pra polígono, mas ainda tava com a mentalidade do 2D. O Zelda, o Ocarina, ele foi mergulhar, é 3D, é 3D e acabou. E você sente isso no jogo, né? Você sente a diferença do que foi o anterior, que era o Link to the Past, pra essa nova dimensão entrando no Ocarina, né?
É, se você pegar ali, acho que tem... A gente sempre quando vai fazer do pixel polígono, a gente pega a geração 16-bit normalmente, e até a geração 16-bit pra ser o referencial do 2D, né? Não que as próximas gerações não tivessem jogos 2D, mas a gente pega porque era o limitador gráfico, ele não deixava fazer esses jogos 3D.
E aí a gente pega jogos da geração 32 e 64 pra ser o referencial dos primeiros jogos em 3D. A gente fez isso com luta, a gente fez isso... O que mais que a gente falou ali? Luta e beaten up, né?
Se você pegar ali Playstation 1, quais são os RPGs de Playstation 1? Vários. Final Fantasy 7, 8, 9. Chrono Cross. Teve o remaster, entre aspas, do Chrono Trigger. Lunar 1 e 2.
está a Oxa Wild Arms 1 e 2 também foi ali Legend of Le Gaia Breath of Fire Breath of Fire 3 e 4 3 e 4 inclusive o 3 2D e o 4 3D meio que misturando o 3D com aquele esquema meio Final Fantasy também
Ou aquele do... Pra ser o Zelda da Square, que a gente já falou, do Brave Fencer Musashi. O Brave Fencer Musashi. Esse aí eu acho que é menos RPG, mano. Ele é mais ação, né? Ele é bem mais puxado pra ação, né? Ele é bem mais puxado pra ação. Tipo Zelda mesmo. O que mais aí, ó?
Eu acho que é isso, né? Não, tem bem mais. Sei que tem mais, mas esses são os grandes. Parasite, Parasite, Parasite, Valkyrie, Parasite, isso. Vai ter vários outros aí que nós não estamos lembrando. O Mana, Legend of Mana.
Legend of the Gaia Saga Frontier, da Square também Saga Frontier Tem muita coisa E é legal que tem esse contraste Dos dois modos E pra mim os 2D São sempre mais bonitos No Play 1, sem dúvida
O Play 2 também tinha RPG pra caralho, filho. Tinha. A gente esqueceu de citar o próprio Kingdom Hearts, pô. É, que já é um RPG de ação, né? Pode incluir. É o modelo, inclusive, que a Square foi o seguir aí pros próprios Final Fantasy depois. Exato. Ele virou base pro... Puxando cada vez mais cara do Kingdom Hearts. Se a gente pega... Comparar objetivamente.
RPG 2D e RPG 3D, independente da época, sem ser na transição, o que é que mexe mais? Tipo, um Zelda Link to the Past ou um Zelda Breath of the Wild? Eu não enxergo o Breath of the Wild do mesmo jeito, é foda. O que é que mexe? Mexe mais em que sentido?
Não, que é o que te pega mais, assim. Eu acho que diferente do que a gente abordou nos outros, pra mim, tá? Nos outros gêneros, onde você fala assim, cara, por exemplo, o 3D não é uma evolução do 2D. Não é. No jogo de luta, o 3D não é uma evolução, é uma vertente diferente. Sim.
Eu acho que pro RPG Eu acho que a transição pro 3D Fez bem Pelo menos pro lado de contar a história Sabe? Eu acho Eu amo RPGs tradicionais Eu amo RPG 2D Um dos meus Dois dos meus favoritos Então calma, deixa eu explicar Dois dos meus favoritos da vida O primeiro é 3D Não, não, não, não O primeiro não é 3D não Os dois primeiros não Não são modelos 3D não?
Não, você tá confundindo, cara. Ou são pré-renderizados também. É, ele usa pré-renderização. Ah, tá. E os spreads são 2D. O Persona virou 3D, de fato, a partir do 3 mesmo. Do 3, né? É. Assim, dois RPGs favoritos da vida, pra mim, é o Wild Arms e o Golden Sun, são jogos 2D, né? Apesar que o Wild Arms tem batalha 3D. Só que, meu RPG favorito da vida é um RPG 3D, porque faz diferença. Faz diferença. Na hora de você contar a história. É o que eu falei, essa evolução de ter diálogo. O Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning Lightning
ter alguém falando e você poder continuar fazendo ação, e uma coisa que o Felipe mencionou, o sistema de combate de turno hoje em dia é maravilhoso, porque eles conseguiram entender que batalha precisa de ritmo e isso era um grande problema dos jogos 2D da época, que tinha esse sistema de turno, que cara aí vai, seleciona o bagulho, o jeito que Persona faz e depois que o próprio Expedition usa também, é essa coisa de um botão por comando e vai, e é agilidade vamos lá, ativo né E aí
É, tipo, entendeu? Contextual, né? É muito, cara, muito mais legal. Então eu acho que, no caso do RPG, essa transição pro 3D trouxe muitas coisas que enriqueceram a experiência, entendeu? Minha opinião. Eu acho também, Bruno. Eu acho que, se eu for comparar, inclusive, o próprio Final Fantasy VII do Playstation 1 e vou comparar com o remake, Final Fantasy VII ganha muito com...
Não só graficamente, sabe? Mas na profundidade, a forma de você contar a história, ela ganha um peso muito maior no remake do que propriamente no jogo original. A narrativa é afetada quando o jogo é RPG 2D. Eu sei que existem os adoradores, a turma que...
Ama o jogo RPG 2D, que deveria ser daquele jeito mesmo e tudo, mas eu acho que os RPGs ganharam muito com a evolução gráfica e técnica, sabe? Sim, mas eu acho que eu penso ao mesmo tempo que, tipo...
O RPG é um gênero que dá pra se fazer muito mais com muito menos em 2D. Sim, sim, sim. Então ele é um dos gêneros que eu acho que... E ainda mantém um charme muito único, né, cara? Pois é, eu acho que é um gênero que eu não sei se o 3D é, sabe, uma parada tão... Tão diferencial assim? Tão claramente superior nesse ponto. Eu acho que é um gênero que você pode fazer muito com pouco teoricamente.
E a gente tem visto aplicações muito, muito boas. Cara, tem um jogo que é 100% brasileiro que tá sendo feito, que é o Neverway. Deixa eu ver se eu mando um trailer aqui pra vocês. Ele é um RPG todo em pixel art, só que ele é nesse esquema de live-seam RPG, tipo o próprio Stardew Valley e tudo mais, só que ele tem uma pegada de terror também.
Ah, eu tinha visto falar isso daí. É daquela leva de jogos com inspiração de Creepypasta, tá ligado? É a mesma galera do Pixel Art do Celeste. Isso. Isso, é o Pedro e... Programação e design é da... Putz, esqueci da... Isadora. Isadora, exatamente. Parece ser muito interessante, cara. Tem esses elementos de fazendinha, né?
E olha a forma com que eles constroem, até essa ideia da cutscene ou de momentos de transição, que são essas cenas em 2D mesmo, no pixel art, só que... E a Hyde, que foi a produtora do Celeste também, também brasileira, é a produtora desse jogo também, a produtora do estúdio.
E a forma com que eles, por exemplo, apresentam essa ideia das cutscenes, dos momentos chaves, todos ainda feitos em pixel art, de um jeito lindíssimo, assim, bem único. Sabe, é um jogo que tá sendo feito meio que com duas pessoas, com mais contribuições de algumas outras, música por outras. É algo muito interessante, muito, assim, profundo que você consegue fazer. Um pouco, sabe? E é um gênero, eu acho, que se beneficia tanto disso que eu não sei se eu daria essa vitória tão clara pra...
RPG 3D. É, eu acho que a gente falou de jogo de luta já e tal, acho que o impacto não é tão grande. Dá pra você ter grandes jogos muito bons em 2D também. É que o jogo 3D, normalmente ele tem uma longevidade e um impacto maior, né? Porque você pega como a gente falou lá dos Westers RPGs, pega um Witcher 3, né?
E aí até a confusão que a gente tem até jogos estilo GTA eles estão se tornando muito RPGs, né? Pegam um Red Dead Redemption da vida e tudo. O tal do GTA RP é de roleplay, inclusive. Exato. O fenômeno aí da galera é transformar ele meio que num RPG mesmo.
Eu tava jogando recentemente um joguinho que tava disponível na Plus, que é o Cat Quest 3. Sim. A galera que são os piratas, né? Os piratas ali no mundo ali. Eu achei bem legal e é um jogo com a carinha de 2D, mas ele é todo em 3D, né? Ele tem um cenário todo 3D, os personagens são 3D. É o Cat Quest que é jogo daquela leva de arcade da época, né?
Ô Evandro, mas pega aí o Stadio Valley Stadio Valley é um RPG não? O Stadio Valley é fazendinha não Eles chamam de Life Sim Só que aí tem meio que esse balanço Porque as origens são do Harvest Moon Que eram RPG, eles consideravam RPG Inclusive esse feriado eu joguei de novo Puta merda, eu falei eu vou jogar só um pouquinho pra ver Joguei 8 horas Só que é meio que um subgênero, eles chamam de Life Sim RPG Né
Pior que ele tem tudo. Ele tem experiência, ele tem... Tem tudo que tem classe. Dá pra você escolher lá qual classe vai aumentar primeiro. O esquema lá do Baldur's Gate, por exemplo. Baldur's Gate, ele é um... Ele é RPG pra caramba, Baldur's Gate. É. É o RPG bem basado no RPG. É o RPG Extreme, até. É demais.
O Warcraft, no começo ali, ele era 2Dzinho, né? MMORPG, né? Ele era Warcraft 1 e 2. Aí do 3 virou 3D, né? Warcraft 2 é RTS, né? Sim, sim, sim. Warcraft RTS. É. O World of Warcraft que virou MMORPG, né? Isso, ele virou... Quando ele virou WoW, aí sim virou MMORPG, né? Sim. O Diablo. Diablo... Diablo é Dungeon Crawler.
É um subgênero de RPG também. É um subgênero de RPG. Mas ele tem um foco maior nessa coisa de looting, né? O Fallout, por exemplo. Ele começou, inclusive, com CRPD. Os originais são CRPD, que é com o pior RPG. Depois virou o que a gente viu no 3, né? RPG em primeira pessoa. Em New Vegas.
Que vem também dos próprios Dungeon Crawlers europeus, assim, que eram em primeira pessoa também. Uhum. O próprio From lá com o King's Field lá no Play 1. É, isso. Isso era os RPGs. Indon Hats, né? Indon Hats aí. Indon Hats, um clássico. RPG de ação. RPG de ação. Roguelike é um derivado de RPG também? Ou é mais um derivado? É, né? Porque tem roguelike de outros gêneros que não são Metroidvania.
É, o Roguelack é mais de mecânicas, né? Assim, sistemas. Os sistemas da morte, de como que progride, ou randomização, ou repetição das fases, meio que a ideia das runs, né? É mais mecânicas, não é muito RPG, assim. Mas vai ter elementos, né? Tipo, sei lá, de melhorar o personagem. Sim. E o Mass Effect? Classes. Mass Effect é um clássico aí, hein? O Western RPG, pessoal da BioWare, né?
O próprio Skyrim, né? Todos esses que a gente já comentou, né? Sobre esse gênero, né? Witch e tudo mais. Mas são... A gente tá falando especificamente das transições ali. Do que era 2D e do que foi pro 3D. O que é que deu bom? Ainda o 2D venceu ainda? Ainda vence nessa transição?
Não acho que venceu Eu acho que Assim como Acho que a gente escolheu os gêneros bem curiosos Talvez não por acaso São gêneros que se a gente parar pra perceber O 2D e o 3D Ainda coexistem até hoje O beat'em up por exemplo Você tem os entre aspas Beat'em ups modernos Só que você tem os beat'em ups clássicos E aí
Os jogos de luta, você tem os jogos modernos 3D Tekken, mas você ainda tem os jogos de luta 2D de fato, de gameplay 2D. E os RPGs, a maioria dos jogos, digamos, maiores são 3D, mas a gente tem uma cena muito forte, independente, e também dos jogos Double A, vamos colocar aí, que são 2D. E o novo 2D que a gente citou, que é o HD 2D, ou estilos mais voltados para o pixel art ainda, mas que são pixel art moderno.
ou o caso excelente da Vanilla Wear que é um traço lindíssimo
Mas a gente tem RPGs 2D que estouraram nos últimos anos, assim, que são... Nossa, esse aqui é um fenômeno, disputou o melhor jogo do ano. Cara, a gente teve uma renascença boa nessa linha do Octopath Traveler aí, né? O Sea of Stars fez um barulhinho também. Sim, sim, sim, sim. É que eu penso isso, mas pontualmente, né? São jogos bem pontuais, assim, não é um estouro. Eles convivem, mas o SRPG, eles acabam dominando tudo, né?
É porque os nomes maiores hoje em dia Mesmo no GRPD São franquias 3D Pois é, por isso que eu acho que O Sérgio Star ganhou o melhor indie em 2023
Por isso que eu penso que o RPG 3D ele virou o padrão do gênero. E aí eles aparecem, tipo assim, ainda existem, mas não é um... Não é como um jogo de beat'n'up, porque tu fala assim o beat'n'up, eu só consigo ver jogo de briga de rua saindo que seja 2D. São raros os que não são, mas existem. Então...
É bem desproporcional, é isso que eu tô falando, é bem desproporcional. A gente viu que Tartaruga Ninja, Street of Rage, não sei o que, tudo doido aí. O Double Dragon tem então 3D aí que não deveria tentar, né? Então, mas tem muito mais jogos 2D de briga de rua, saindo. Jogo de luta. Foi ali onde a gente teve a discussão, entre o 3D e o 2D, o que é que funciona melhor, o que é que dá mais certo. E aqui eu penso...
que o 3D basicamente substituiu o 2D, mas o apego que as pessoas têm pelo 2D faz com que muita gente prefira o RPG 2D, principalmente com os clássicos. Eu não acho que é só o apego. Eu acho que é sobre o tipo que eu falei ali, do que você consegue fazer, assim.
Uma parada como Undertale Ele vem de uma De um projeto muito pequeno E que tocou ele a um sucesso absurdo De milhões assim Ele virou uma IP Com licenciamento e tudo mais Que vem de um projeto muito pequeno Acho que ele substituiu de forma total Mas no padrão Principalmente se a gente for olhar as mesmas empresas Que faziam RPG 2D No passado e que ainda fazem Hoje em dia todos fazem a maioria dos jogos em 3D
isso é um caso, por exemplo o que a gente mencionou aqui, The Argo Quest, Final Fantasy a maioria desses produtos, assim, dessas empresas são em 3D Música
Vamos bater o martelo, então? Quem vence? É RPG 2D ou 3D? No pixel ao polígono? Do pixel ao polígono? Do pixel. Do pixel ao polígono. Cara, eu vou manter o que eu citei. Eu acho que, diferente do que aconteceu dos outros tipos de gênero que a gente abordou, no caso do RPG, apesar de a gente ter ambos...
convivendo bem 2D e 3D eu sinto que o 3D ajudou a colocar coisas novas que melhoraram a experiência de RPG principalmente a parte de contar história e enriquecer a imersão naquele mundo, eu acho que o 3D enriquece muito a imersão naqueles mundos, então nesse caso eu vou ficar com o 3D eu também
E sem desmerecer o RPG 2D. Exato, eu amo o RPG 2D, mas é que eu consigo enxergar, por exemplo, nos jogos de luta e nos jogos de beat'em up, o meu voto foi nitidamente assim, tipo, eles não enriqueceram a experiência do 2D. Luta e beat'em up, pra mim, eles foram coisas diferentes. Aqui eu acho que o 3D trouxe elementos que enriqueceram a imersão, a experiência do RPG. Então, nesse caso em específico, eu vou no 3D.
Muito bem. Eu tava querendo olhar aqui o ranking. Ranking de melhores jogos de todos os tempos. Por exemplo, no meu. No meu tem Chrono Trigger na segunda posição. Tem Final Fantasy VII, aí eu coloco o Remake na terceira posição. Final Fantasy VI na quarta posição. Tem Breath of the Wild na quinta posição. Aí tem ali... Ok, são esses os RPGs. Tem quatro RPGs no meu top 10 de todos os tempos.
Dois 2Ds, dois 3Ds. Então, eu sou apaixonado por esses jogos, mas eu concordo com o Bruno, que o 3D, ele trouxe mais complexidade e mais profundidade. Acho que profundidade, talvez, de entendimento, porque o 2D, ele tem o recurso apenas do texto ali, né? Tem uma pasta visual, mas...
O 3D, ele traz uma profundidade de entendimento de universo que eu acho, talvez por limitação técnica, o 2D ele não conseguiria, sabe? E aí eu consigo ficar muito mais imerso dentro daquele mundo.
Com o 3D, então a minha preferência ele fica do pixel polígono, eu fico com o polígono, fico com o 3D. Nessa transição é só pegar o A Link to the Past e o Zelda Ocarina of Time, porque pra mim é a transição do 2D pro 3D e é tipo um esculacho Ocarina of Time, um dos maiores jogos de todos os tempos. E não que o A Link to the Past não seja também, mas é uma grande evolução, um grande salto, e pro meu tipo de jogo eu prefiro o 3D. Felipe aí.
Cara, eu vou ficar com 2D ainda, acredito. Porque até quando eu penso, os meus RPGs favoritos, a maioria deles não é em 3D, são em 2D ainda. Acho que talvez se eu fosse pegar dos favoritos, os favoritos mesmo assim em 3D, seria... E eu não penso do Zelda da mesma forma, mas assim, mesmo botando o Zelda Breath of the Wild, seria talvez ele e o Persona 5 e só, assim. E no 2D, eu acho que tem coisas mais interessantes e...
aplicadas de diferentes formas, assim, que eu gosto mais, assim, tipo, Final Fantasy VI, Chrono Trigger, Earthbound, Golden Sun, que o Bruno falou, assim. Até alguns modernos, os jogos do South Park, os RPGs são muito bons e são jogos em 2D, né?
verdade, bem lembrado. São muito bem construídos assim, que eu acho que foi uma baita, foi uma coisa muito de época, mas que deu muito certo, assim. Então pra mim, eu acho que o 2D ainda é um... e é uma forma mais experimental até hoje em dia, assim. Os RPGs foram evoluindo ao longo do tempo pra esses grandes jogos, assim, do 3D que a gente tem hoje, mas no 2D a gente tem muita coisa experimental que me chama mais atenção do que me chamam os outros jogos aí que são construídos em 3D no geral. Então eu vou ficar com o 2D ainda também.
Levando isso. Cara, eu achei, assim, esses argumentaram sobre, ah, faz o mundo ficar mais rico e dá pra aprofundar mais na história. Aí eu fiz o que o Juras fez aí, fui ver o meu top. E simplesmente tem um jogo aqui chamado To The Moon, no meu top. Que ele é o... é muito isso que o Felipe falou, de um cara sozinho consegue fazer um jogo muito foda, porque ele tem ferramentas acessíveis hoje em dia.
E pra mim é uma das melhores histórias de videogame que eu já joguei na minha vida. E ele tá no meu top 10 por isso, sabe? É um joguinho 2D simplesinho ali, mas com uma trilha animal, com uma história animal. Por outro lado, eu concordo que o 3D ele facilita, né? Você criar um mundo mais rico, até desenvolver melhor aqueles personagens e tal, mas eu vou ficar com 2D também. Eu acho que os meus, os RPGs que eu joguei...
principalmente se for considerar que está de um vale com elementos de RPGs aí também, puta merda eu prefiro, tipo assim da minha história de jogar joguinhos de RPG eu prefiro os 2D do que os 3D apesar de ter Zelda, apesar de ter Claro Obscuro e Final Fantasy o remake também, eu acho animal também tá no meu top, mas no conjunto da obra eu acho que, como foi falado no cast aí, é o tipo de jogo que menos tanto faz, ter 2D ou ser 3D, dá pra ter jogos bons pra caramba
Muito bem. Então tivemos aqui dois pro lado do 2D e dois pro lado do 3D. Quem vai decidir? Você nos comentários aí. O espaço está aberto, 99vidas.com.br no nosso site. Se você estiver acompanhando no Spotify, você pode deixar seu comentário também no YouTube também, né?
Todos os espaços abertos aí. Pois não. Posso só fazer um comentário curioso? Enquanto a gente tava conversando, eu falei assim, pô, qual seria um jogo que me deu essa coisa de imersão? Do porquê o 3D faz diferença? Sabe um jogo que eu acho que isso ajuda muito e fica muito nítido? Mas não por causa do jogo, por causa de outras mídias?
o Kingdom Hearts porque a gente tá acostumado a ver aqueles mundos que a gente explora no Kingdom Hearts de uma maneira 2D por causa do desenho animado então quando você vai pra Agra quando você vai dentro da baleia do Pinóquio, quando você vai lá no mundo da Alice e você fala assim, cara eu tô andando pelo mundinho que eu vi só na tela do desenho e acho que esse é o tipo de jogo que te dá essa caraca mano, olha o que tá acontecendo aqui sabe, isso é muito forte isso, gente
No 2 do Rei Leão, da Pride Land, você vê, ele realmente dá uma sensação diferente mesmo. Deixa aí o seu comentário, tá? Inclusive, quais são esses jogos aí? A gente comentou diversos jogos que são expoentes no 2D e no 3D e dos nossos gostos também. Participa aí da nossa conversa, que é muito importante. Lembrando que você pode assinar o 99vidas, 99vidas.com.br barra bônus. Chegamos na edição 399, hein?
Uau! Nosso podcast bônus exclusivo para assinantes. Cara, 400 edições exclusivas aí. Se você assinar agora, você vai receber um mundo de podcasts aí para você maratonar desde as épocas mais longínquas. Onde é que a gente imaginava que o bônus ia chegar tão longe assim? E a gente conseguiu, né? A gente estamos aí nessa batalha, nessa sequência. Deixa eu ver aqui quantos...
Quando é que saiu o primeiro? Será que tem a data do primeiro bônus? Foi no... Cadê? Dia 26 de junho de 2018. Estamos perto de completar oito anos de bônus. Quase oito anos de bônus, 400 edições. Toda semana, uma edição nova. Muito obrigado a todos os nossos assinantes. Continuem com a gente fortalecendo o nosso projeto. E o bônus traz muitas discussões bacanas. E...
Na semana que vem já é edição número 400, né? Então, tamo junto aí. Valeu demais todo mundo que fortalece o projeto do 99 Vidas. É isso! Se inscreva no canal na próxima semana. Tchau!