99Vidas 717 - 2-Pak: Skyblazer e Drill Dozer
Essa semana Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho resgatam uma das séries mais amadas do 99Vidas: o 2-Pak. O formato retorna com uma novidade: agora o foco será sempre em duplas de jogos disponíveis no console portátil R36S. Jurandir e Felipe abrem as escolhas desta rodada com duas joias escondidas: Skyblazer e Drill Dozer.
Skyblazer (SNES): Um jogo de ação e plataforma obrigatório. Na pele do jovem Sky, você utiliza magias e artes marciais em cenários lindíssimos, enfrentando chefes criativos com a pura "vibe" dos 16-bits. Drill Dozer (GBA): Traz o traço inconfundível da Game Freak, mas troca os monstrinhos pela destruição mecânica. Um título cheio de personalidade que apresenta um dos usos mais engenhosos dos botões de ombro do Game Boy Advance!
Esse é mais um podcast da nossa série 2-Pak!
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- SkyblazerDesenvolvedora Ukiyotei · Mitologia hindu · Jogabilidade e mecânicas
- Drill DozerDesenvolvedora Game Freak · Mecânica da furadeira · Estilo de jogo e design
- Experiências de direção na chuvaDificuldades de visibilidade · Problemas com ar-condicionado · Preferência por dirigir de dia
- Comparação com videogamesSkyblazer e Drill Dozer · Referências a outros jogos
Jovens, estava voltando de viagem, de carro, tem uma serra aqui perto de Fortaleza, que chama Guaramiranga, que eu gosto muito de ir, tem as cachoeirinhas e tudo, natureza total. Simplesmente decidi voltar pra casa.
Numa segunda-feira, que a segunda-feira era feriada aqui em Fortaleza. E aí eu vou voltar para casa. Voltando, eu peguei uma chuva. Uma chuva que eu não via dirigindo há muito tempo. Se liga quando você está assistindo Fórmula 1 e está uma chuva descomunal. E você está vendo o carro que está em segundo lugar. E esse segundo lugar está colado com o carro que está em primeiro. E ele fica recebendo toda a água na cara. E você fica se perguntando. Olha acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo
Meu irmão, não dá pra ver nada. O que tá acontecendo aí? Como é que esse cara seguia? Eu tava exatamente desse jeito, voltando, e aí eu tive que parar no posto, porque eu não tava conseguindo mais enxergar nada. Caralho. Vocês já se depararam com essa situação aí de uma chuva tão intensa que vocês não conseguiam ver mais nada? Eu tive isso essas semanas atrás, cara. Porque meu carro, eu tive um problema no ar condicionado. Ih!
Mais um problema, isso. Aí, para ligar o ar-condicionado... Qual é o seu carro, Felipe? Não é nem esse carro. É outro carro. É outro carro. Eu não uso esse. Nesse caso. A minha RAV4 está encostada aqui um tempo. Não precisamos fazer umas reformas, né?
E aí pra reparar o ar-condicionado, eu tive que desligar o ar-quente. É uma coisa comum aí, pra você reparar o ar-condicionado de forma mais fácil, assim. Você tira o ar-quente e repara o ar-condicionado. E aí, só que o ar-quente tem uma função boa, que é desembaçar o vidro, né? Sim. Quando tá chovendo. E aí eu peguei uma chuva absurda, tipo assim, muito, muito forte. E o meu vidro embaçou muito rápido, eu não enxergava nada, assim. Eu desci a avenida, tipo, lotado de carro, lotado de...
água sem ver nada. Aí uma hora eu parei no estacionamento de uma farmácia e esperei um tempo também. Falei, ah, não, vou esperar um pouquinho aqui. Fiquei dirigindo assim, não. Passando sufoco.
E aí teve um dia que tava a mesma coisa, eu simplesmente abri a janela e foda-se. E aí foi uma coisa que eu percebi, eu não gosto de dirigir à noite, tá? E botava a cabeça pra fora pra ver direito o trânsito, assim. Não tava enxergando direito. Eu sei que tem gente que gosta de dirigir à noite, de viajar à noite. Eu sou o completo oposto disso. Eu só gosto de dirigir de dia e chega à noite e já tem um problema pra mim. Só que...
É, indo pro interior daqui do Ceará. Tem algumas estradas que nem tem aqueles... Lembra daquelas pedrinhas, aqueles que fazem uma sequencazinha na pista, que quando você joga a luz ela fica mais iluminadizinha? Olho de gato. Olho de gato, será que é olho de gato o nome? É, não é não.
É, olho de gato. Olho de gato ou... Você bate o farol e ele brilha de volta. Optrix, não é? Catadio... O que é isso? Estava falando o nome de doença? Poxa, é o nome do negócio aí, mano. Remédio antialérgico. Olha aqui o nome, ó. O olho de gato... Se você quiser comprar no mercado lã, é taxão reflexivo que você tem que buscar. Taxão reflexivo também é possível. Chamar de taxas também aqui.
taxas viárias. Olho de gato. E esse negócio, ele ajuda de um jeito, à noite assim, e na chuva, porque ele te guia. É basicamente quando você liga aquele negócio de avião que a gente vê aquela pista assim, tudo escuro e o avião tá chegando e aí ele vê aquela sinalização. Exatamente isso, meu irmão. Você... Quando você ilumina ali, você consegue ver o caminho pra onde ir. E quando a pista não tem isso? E tá tudo escuro e não tem nenhuma luz. Porque luz...
Luz tem na cidade, né? Esses postes tem na cidade ou nas proximidades. Entre uma cidade e outra, assim, do interior, não tem luz. Tanto que se você desligar o farol, não tem nada. Tá tudo escuro.
Quando eu fui para Maceió, Júlio, não lembro qual cidade que era, mas eu fui para uma cidade que era uma hora e meia de Maceió para fazer mergulho. E aí eu voltei à noite. Era isso aí, cara. O breu que se você desligasse a luz do carro, você não via um pau na sua frente. Agora você imagina isso na chuva. Tá maluco.
Então, foi essa chuva que eu peguei, assim, uma chuva torrencial. E aí eu tive que parar, porque eu tava andando a 20 km por hora. E eu falei assim, cara, não tô enxergando nada, assim, não tem o que eu possa fazer aqui. Aí vi de longe um posto ali, eu vou parar. Aí fiquei três horas no posto esperando. E a chuva não parava, mano. Foi uma chuva... A chuva daquela de encher açude, hein? Pro interior do Ceará foi maravilhoso, porque encheu muitos açudes aí. Mas pra quem tava dirigindo ali, tenso demais.
E aí me surpreende, eu lá dirigindo, e os carros passando. Caraca, o que é isso? Nem é isso a vida, né? O que está acontecendo? Qual a diferença do carro? Tipo assim, da visão que ele está tendo do meu para o dele, assim. Ou talvez ele conheça muito a estrada e ache isso uma bobagem, ou ele seja o Senna encarnado, que gosta de pilotar à noite.
O que eu vou dizer, mano? Eu não entendo. Eu não entendo. É que nem esses... Eu tive um momento dirigindo desses caminhões, que são mini caminhões, mas que tem uma carga alta. E os caras, ultrapassando os carros, ele ultrapassava e voltava de uma vez que o caminhão dava aquela balançada pro lado. E você... Meu irmão, ele vai capotar, mano. Vai virar a caçamba dele. Tá maluco, mano?
É maluco, é cada coisa que a gente vê no trânsito aí, de viagem, que você fica surpreso. E olha que eu adoro, adoro dirigir. Viajar aqui para as praias do Ceará, dirigindo assim, eu tenho muito prazer. É muito gostoso, me sinto feliz.
Quando eu dirijo aqui pelo interior para ir para as praias, para a serra. Mas nessas condições assim não dá. Tanto que às vezes eu deixo de viajar na sexta-feira porque eu termino o trabalho um pouco perto da noite. Eu falei, pô, não vou dirigir à noite. Vou preferir sábado pela manhã e aí eu vou sábado pela manhã mesmo do que ir à noite. Muito complicado dirigir à noite.
Eu acho bem ruim, porque como eu já falei aqui, o meu carro tem aquele bom ISO Filme. Dependendo da iluminação do lugar. Tem uns lugares que tem umas luzes amarelas, que é puta que pariu, não dá pra ver nada, mano. Por mais que o carro tenha luz de LED, o caramba, tem lugar que é duro de dirigir mesmo. E olha que eu botei o ISO Filme aqui. Eu normalmente coloco 100%, né? E aí o carro, ele já tinha 70%. Aí eu coloquei 90% em cima dos 70%. Batei uma salva de palmas aqui pro profissional.
Nossa. Imagina o brilho, cara. Eu até parei na blitz na volta. Tinha uma blitz lá antes de começar a chuva. Só que era uma blitz só informativa. Era só para dizer, olha, cuidado na volta. Manter a distância entre os carros. Não esqueça de todo mundo usar o cinto de segurança. Achei bem legal. Achei bem interessante. Você ser parado numa blitz não para pegar a sua carteira motorista ou ver documento do carro.
Só pra ver o... Só pra dar instruções. Acho que é por isso que tá melhorando os números aqui do Ceará nesses feriados, assim. Os números de acidentes estão diminuindo bastante, assim. Porque estão tendo instruções, né? Que é bem maneiro isso. Mais algum assunto aí? Relacionado ou não? A viagem? A dirigir? Faça a sua avaliação com o seu carro. Olhe antes pra não ser surpreendido depois. Pô, passar perrengue é foda, né? Em viagem. Tipo o stepzinho. Tudo que der, mano.
Tudo que der, tudo que for possível. Mano, nós já passei todo tipo de perrengue. O que é que normalmente dá problema em estrada? Tipo, superaquecimento? Bateria? Acabar a bateria? Pô, na época do Corsinha, o bom Corsinha, uma vez o motor superaqueceu, voltando da praia, puta que pariu, que dia, lazarento, mano. É, eu já tive, quando criança, dois carros com o motor pegou fogo. Meu Deus.
Carro subindo e fumaçando, cara. Num Logos e num Volkswagen 1600. O famoso Zé do Cachão. É o Fusca de quatro portas. Meu pai teve esses dois carros e duas vezes, uma vez, a gente voltando da cidade da minha avó na estrada. O Logos, o motor, pegou fogo. E uma vez eu indo pra aula desse outro carro e pegou fogo. Mas hoje em dia é muito mais difícil essas coisas acontecendo. Mas o carro é mais novo, né?
Bateria também é mais difícil, porque se você está rodando muito, ela está carregando, né? A não ser que ela já tenha esgotado, mas isso, sei lá. E bateria dá sinais, né, Felipe? É, não vai dar no meio do nada, sacou? É difícil, ela vai te indicar antes. Algumas semanas antes, ela já começa a dar um sinalzinho, que é muito simples de entender. Quando você vai girar lá na ignição, girou a chave, quando der aquela engasgada, aquela... acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo acontecendo
Você já sabe que tem algum problema. É, e a bateria é muito comum, tipo assim, às vezes você vai viajar, se ela for da pau, ela já vai estar dando já. Você vai ligar de manhã, ela já não vai ligar. A gente vai ter que pedir outra antes de sair, sacou. A não ser que você vá dormir com o carro todo ligado, né? E aí, no dia seguinte, você vai ver ela descarregada, né? Sei lá, uma coisa assim.
Mas pode já dar de tudo por uma vez. Eu e meu pai também, voltando da cidade da minha avó. É, o carro deu um problema. Só tinha a quarta marcha. Era um vecta. Puta merda. Só de quarta. Na estrada foi até ok, assim. Só que chegou na cidade, pra gente chegar em casa, bicho. Nossa. Tinha que ficar reduzindo toda hora, né, cara? Não tinha como, é. Não tinha que arrancar de quarta. Tá ligado?
Eu fiquei pensando nos caminhos pra não pegar morro. Aí chegando em casa, na casa da minha avó ainda na época, ela depois de uma subida, assim, a gente, pô, tem que ir direto. Foi direto, direto, direto, direto. Na hora que tá chegando pra entrar na subida, vem um carro, assim, meio que dá uma hesitada, não sabe o que faz, vai, não vai, freia no meio da rua e a gente tem que parar o carro, fodeu.
do lado de casa, numa subida horrível. Puto. Que não dava pra arrancar mais. Deu esse problema. Aí ele conseguiu arrancar, dar a volta, descer tudo pro outro lado e subir de novo, contando que não ia vir ninguém pra subir direto, embalado, assim. Já veio sem freio lá da Serra do Cipó, no Gogel Carajás. O cara ficou sem freio no meio da... E aí?
Mano, freio motor e, no último caso, freio de mão, maluco. Foda-se. Caraca, maluco. Vivendo perigosamente. Eu lembro que antigamente eu ia direto pra... Eu joquei sem freio aqui também. Quando eu trabalhava com marmita também. E eu fiz duas entregas ainda de marmita antes de levar o carro na oficina. Meu Deus. Chegava na porta do lugar e só puxava o freio de mão, assim, na hora que eu tinha que parar, bem devagarzinho, reduzindo. Na hora que chegava no lugar, puxava o freio de mão e parava.
E aí lá era uma decidona muito, muito íngreme, cara, pra chegar lá embaixo onde tem as praias. O caminho inteiro era cheio de placa, de guincho, não sei o quê, nananã. Aí eu já pensei, caralho, isso aqui pra voltar deve dar uma merda foda nos carros, né? Você tá cheio de propaganda assim, né? Mano, quando eu voltei, era papo de mais de 20 carros fodidos lá, pô. Doideiro. Porque os carros não aguentavam subir, tá ligado? De tão íngreme que era.
O negócio de trocar pneu, como é que funciona assim? Você simplesmente decide, vou comprar os quatro pneus novos, é isso? Ou você tem que... Eu sei que o mecânico falou assim, recomendo daqui a alguns meses você comprar dois pneus para colocar na traseira do seu carro, e aí você pega os dois pneus da traseira e coloca na dianteira, ou era o contrário? Não sei se era o contrário.
Porque o desgaste é diferente, né? Da dianteira e da traseira, né? E aí você troca os pneus. Acho que é o contrário mesmo. São os da frente que você coloca atrás. Eu não lembro qual que é a ordem, mas tem uma galera que faz isso mesmo. Rodizo de pneus, né? É. Porque o desgaste, ele é mais diferente, assim. E aí, simplesmente... E é caro, né? Os pneus, né? O pneu novo é muito caro. Tá muito complicado isso.
Mas a gente que gosta de dirigir assim e viajar, tem que ter mais cuidado com o pneu, né? E o step hoje em dia, ele não é do tamanho do pneu normal. Ele é um pneu diferente, né? É um pneu mais fino, né? Sabia não. Pois é, quando você troca o pneu, ele é mais encurtado porque é só para quebrar galho. Ele não é feito para você simplesmente trocar o pneu e ficar vivendo a sua vida com o step. Ele é feito para você quebrar galho. É doideira isso, mano.
Muito curioso esse negócio do pneu. Caraca, bô. Achei a estrada que eu tô falando aqui no Google Maps. Mandei no grupo, ó. O Pirilampo Guincho era um deles. É. E aí tinha vários assim, guincho 24 horas, não sei o quê, cara. É uma estrada que, porra, a galera... Os carros mais antigos sofrem pra subir. Já se lasca ali, né? E aí já coloca o aviso, né? Tipo assim, liga pra mim que eu tiro o teu carro do prego aí.
Imagina quando esses caras não ganham e... A quantidade de gente que eles não têm que salvar lá. Ai, gente, vambora. Eu sou o Júlio de Filho. Eu sou o Felipe Mesquita. Eu sou o Evandro de Freitas. E eu sou o Bruno Carvalho. E esse é o 99 Vidas.
Tira, tira, tira! A gente vai morrer! Com fome! Com fome! A gente vai morrer! A gente vai morrer! A gente vai morrer! A gente vai morrer! A gente vai morrer! Ah, morreu! Relaxa, a gente tem 99 vidas!
Meninos, estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição do 99 vidas. E dessa vez estamos de volta com a nossa gloriosa série. Ela voltou, o Tio Peck está de volta. Sobe o som do Tio Peck.
Quem diria, hein? Olha o Tio Peck de volta, rapaz. Estamos em vento passado. É, estamos aí à volta dos que não foram aí. Ah, turma, eu tô fazendo maratona do 99 Vidas, né? Tô ouvindo lá os podcasts clássicos do 99. Bom, o Tio Peck, tinha uma época que ele colocava grandes clássicos aí pra gente poder jogar e tudo e comentar. Tivemos edições aqui gloriosas.
O negócio é que alguns assuntos foram meio que miando, né? Foram acabando e tudo. E a gente ficou sem trazer muito. E a gente tava se importando muito com visualizações, né? E o 2Pac passou a não dar mais tanta visualização, assim, muito play, como a gente queria.
Como o 99 Vidas não está mais nesse negócio de Aya, temos que fazer pautas que vão gerar milhões de views, não vai ser o caso, né? Que a gente quer mais falar das coisas. E aí decidimos fazer a nossa série do 2Pack usando o R36S, que é o nosso videogamezinho. É o videogamezinho do 99 Vidas, que em toda postagem do nosso podcast, se você não está vendo um banner do R36S, é porque o seu adblock está ativado.
mas tem link na postagem também aí, pra você comprar o seu videogamezinho cara, você é fã de nostalgia, você, ai meu Deus tem muito tempo que eu não jogo videogame ai, eu queria tanto poder jogar jogos do Super Nintendo, do Mega Drive pronto, você tem o R36S é um videogamezinho
de duzentos e poucos reais, às vezes você encontra de cento e noventa e pouco, dependendo da época, da promoção e tudo, vai pelo nosso link, vai direto e compra, garante, chegue alguns dias na sua casa, já tive um R36S que eu usei tanto que queimou a bateria, comprei um novo, estou com o R36S Plus, que é uma telinha um pouquinho maior e deve ter uma tecnologia melhor, eu acredito, porque isso é um versão melhorada.
Você espera que seja ali. Isso é inclusive uma questão da comunidade do R36, você sabia? É? Porque tem o software que ele usa de emulação lá, ele tem compatibilidades diferentes com as telas diferentes do que eles foram mudando as telas. Sim.
Só que hoje em dia o software já é um software para todos os tipos de tela. E meio que você faz um comandinho, dependendo assim. Inclusive, se você tiver que dar um reboot nele, instalar do zero, na primeira vez você dá um comando para ele identificar qual tipo de tela que é. É uma parada que realmente eles foram mudando. A minha telinha aqui onde você seleciona os videogames, ele fica tocando sempre uma música de algum jogo específico.
Acho que deve ter uma playlist, né, que o cara colocou ali pra ficar rolando, de várias MP3 e tudo. E aí nesse momento que tá rolando aqui, eu tô na tela. Tá dando pra ver? Não. Que tristeza. O Discord deve cortar tudo. É, mas tá tocando Top Gearzinha. Os casinhos do Top Gear.
Mas, dessa vez a gente decidiu o que? Vamos fazer especiais do R36S? Sendo que o 2Pack, a nossa série clássica, normalmente é assim. Uma pessoa escolhe dois jogos. Pra apresentar, pra homenagear, pra trazer aqui pra gente bater papo e tudo mais. Era assim desde as suas origens.
Com o R36S, a gente decidiu fazer um negócio compartilhado. Duas pessoas vão ser responsáveis pelos jogos de cada 2-pack. Então, dessa vez, eu e o Felipe ficamos responsáveis de trazer, cada um, um jogo do R36S. Isso. Que isso, tá ficando velho começando a acreditar em signo.
E uma coisa importante, são jogos que tem no R36S e são jogos mais obscuros, assim, menos comentados, mais, né, mais, são tesourinhos escondidos, eu diria, né? Acho que é uma boa forma de falar.
E aí eu escolhi o meu jogo, Felipe escolheu o meu jogo. Quem vai primeiro, Felipe? Para. Vai. Para o ímpar virtual. Não, eu quero ímpar, mentira. Quer ímpar? Ímpar. Como é que a gente vai fazer essa imitação em áudio? A gente vai falar o número? É o lixo. No 3, 2, 1? Aham. Tá certo. Manda no chat, caralho. Não, mas vamos aqui. Tu pediu ímpar, Felipe? Ímpar, oi? Ímpar. Então vamos lá. No 3, 2, 1 a gente fala, tá? Aham. Vamos lá. 3, 2, 1, 3. 1. Puta, perda. Tem 4, né? 4.
Caraca, muito bom, Paulo Impa. É, sonoro. Achei que você ia botar dois. É. Então começa comigo aí. O jogo que eu escolhi foi Skyblazer.
Primeira pergunta que eu faço para os senhores, você já conhecia o Skyblazer? Cara, eu conhecia, eu já tinha visto a Fulsa, mas eu nunca tinha jogado... Exatamente, porque é um jogo que eu já tinha visto fotos, já tinha visto vídeos, mas por conta de pesquisa, porque ele é um jogo que é publicado pela Sony, né? A gente inclusive falou de toda essa...
Essa era da Sony num programa recente, no programa da origem do Playstation, da época, que era a Sony Music, que publicava jogos. Nesse caso, era exatamente isso, a Sony Image Soft, que era um selo pra mexer com videogames, que era dentro da Sony Music, nem existia Playstation. 713, em que a gente comentou a história da Sony e Playstation.
E é inclusive um jogo da mesma desenvolvedora do Spawn do SNES também, né? Olha. Que é a Ukiotei, desenvolvedora lá do Japão. Mais importante que isso, na verdade. Ela é a mesma desenvolvedora de um jogo que compartilha muitos assets com esse aí. É? O Hulk?
O Hulk. A volta do Capitão Gancho, que já ganhou um two-pack meu lá atrás no longínquo ano de 2012. É a edição número 54. Hulk e Aladdin. Eu trouxe esses dois jogos aí para um two-pack e aí é feito por ela, né, Bruno? O Kiyotei. Mas eu também nunca tinha jogado o jogo, de fato. Eu via, ah, beleza, é um jogo desses vários jogos de ação, meio fantasia que tiveram no Super Nintendo. Era meio essa vibe, né?
Foda, né? E ele é um dos casos do famoso carinha de Super Nintendo da época, né, mano? Total, é. Tipo, o estilinho de visual, a paleta de cores e tal, a própria jogabilidade. É muito curioso, porque é um jogo que não é muito longo, Evandro. Com menos de duas horinhas de jogo, você consegue zerar ele.
Ele não é muito difícil, mas ele precisa que você entenda os comandos, porque você ganha determinados poderes, você ganha um dashzinho, você ganha um Alec Fu que você lança de longe e tudo, né? Ele é um jogo de pace muito rápido, né, cara? É. Isso eu fiquei até meio impressionado. A jogabilidade é boa, né? Positivo. É bom, é fluido. É bom, é bom até hoje.
Aquelas armas... Tem a arma que é tipo uma espada mesmo que você dá o hit mais de perto. O hitbox é meio esquisito, né? Muito de perto. Pra um jogo que você anda muito rápido. Mas, por exemplo, as outras armas, aquela que você meio que atira um... Tipo um raio de longe, assim, né? Ela, por exemplo, combina muito com esse pace rápido, né? Você tem...
Você tem muitos inimigos e tem... Eles tem um padrão meio agressivo até, né? De combate. Sequência de plataforma com muito timing. Parece até um parkour, né? A ideia de você pular de uma parede pra outra. A parada é meio shinobi, meio ninja gaiden ali. Você ir segurando na ponta das paredes. Sabe o que é que lembra? O Bruno conhece bastante aí. Lembra muito o Strider. Lembra, Bruno, do Strider?
Lembra muito mesmo da capa. Ele lembra mais que o Strider. Na verdade, ele lembra um outro jogo dos desenvolvedores do Strider, que é o Osman. Procura aí. Osman. Você vai ver. Osman. Que é um Strider sem a espada. É justamente ele ter um combo que, inclusive, termina no chute. Dá uma olhada. Vendo aqui, ó. Osman. Arcadezão. Vamos ver aqui. Esse jogo chamava Osman ou Cannon Dancer. É muito parecido também com o Strider, né? É muito parecido com o Strider.
É que esse Osman é dos criadores do Strider. É estranho esse monte de sombra que ele tem aí. Mas é parecido sim. Com certeza é parecido. Só que ele tem alguns elementos diferentes. Tem um mapinha que você é basicamente o guia pra saber qual fase você tá. São 16 estágios que você joga. Tem fases que você tá voando, por exemplo. Tem umas asinhas.
E aí você tá subindo e você fica atirando os poderzinhos, uns hadukzinhos. Sim. Ele tem, inclusive, também umas fases usando o Mode 7, né? Sim. Bem diferente. Uma perspectiva de trás do... Quando você tá subindo da torre e tá girando, né? E também tem uns momentos do jogo que você faz, tipo, uma jornada. Ele tá voando também, tem... É. Uma parada meio Star Fox de leve, assim. Sim. Pegando as gemas, assim, que é como se ele estivesse fazendo aquela travessia na viagem, né? Na jornada dele. Isso. É.
E tem o negócio dos chefões, né? Tem vários chefões. Você pode usar de estratégia, porque se você pegar o seu Halek Fu, né? Aquela sua magia que você atira lá. E você fizer uma sequência de golpe, aí solta o Halek Fu, você simplesmente faz um combo que você reseta o momento ali do chefe, porque às vezes você dá o combo.
E aí o chefe se transforma. Tem um chefe específico que é isso. É tipo uma lâmpada de Aladdin. E aí quando você solta o Halec Fu, você pode simplesmente recomeçar o combo. Então você mata o chefe em 5 segundos. O jogo todo ele tem essa parada. As fases até são curtas também, né? É. É uma parada meio... A vibe meio Mario, só que para jogos de ação assim, fases bem curtas.
Algumas acabam muito rápido. Não, depende. Por exemplo, a da torre mesmo é um pouquinho mais elaborada. Tem fases curtas, mas tem algumas... Aquela do Templo da Água também, que é um labirinto. Tem algumas que são mais elaboradas. Sim, que é a própria vibe meio Mario também. Você tem algumas principais, mas entre elas as fases são bem curtas.
Mas tem muitas fases, né? Pra este tipo de jogo 16, igual o João de Falou, é muita fase também. E pra você utilizar, Felipe, pra você utilizar o... Se você souber utilizar, por exemplo, aquele dash lá de magia que você tem, que você fica voando na tela.
Aí você passa a fase em segundos, né? Passa literalmente voado. É. E tem umas fases que tem uns atalhos também, pra você sair mais rápido e tal. Isso, isso. Só que é... E é curioso que esse jogo tem uma coisa que se perde total nessa versão americana, por conta dos nomes, mas nos designs ainda tá presente, né? O jogo é todo sobre... Ele é baseado na mitologia hindu, né?
todos os personagens são questões são referências ainda menciona algumas coisas ainda tem Ashura lá ele é meio que o único que mantém o nome histórico da divindade hindu porque todos os outros personagens também são inclusive o personagem que a gente controla que é o Sky, na verdade ele é Garuda, que é o deus meio que do vento mesmo da mitologia hindu né, tá
E isso não é engraçado que meio que na versão inglesa isso se perde um bocado com essa mudança dos nomes, né? Mas visualmente o jogo é muito bonito também, porque ele ainda mantém essa referência visual. O hinduísmo é uma religião, né? Uma religião, exato. Ele se mantém principalmente nessa parada dos chefes que você falou. Visualmente é um negócio marcante até para essa geração, né? Ele não é tão... Sim.
Ele não é nem kid-friendly, ele também é meio adulto de uma forma que até outros jogos também eram, assim, pra essa época. Ele é um parada um pouco mais gore, mas com essa parada da divindade no meio, personagens gigantes, né, os chefes principalmente. Os inimigos de fase mesmo, né, eles são bem elaborados, assim, né, eles têm... Você pensa que é só uma repetição, e tem alguns inimigos que se repetem, assim, principalmente aquelas engrenagens que ficam girando.
É, sempre acaba tendo, né? Esses jogos. Mas eu acho que ele é bem inventivo, Evandro, em alguns inimigos. Ele repete inimigo, ele repete, por exemplo, muitos assets e até coisas de mecânicas entre as fases. Mas eu acho que é meio ok, assim, por essa... A sensação é que é meio que um jogo que foi feito pra você aprender os padrões e ir jogando cada vez mais rápido, assim, sabe? É. Nas fases.
Jogo pra decorar, né? Decorar como você avança por aqueles cenários. Isso, não só tipo... Questões dos inimigos, quais que você precisa matar, ou às vezes só passar, mas tem momentos que a fase tem às vezes plataformas que são baseadas muito no timing do seu pulo, e janelas curtas de decisão, às vezes o próprio cenário tá se mexendo, paredes, teto, assim, te dando uns... meio que umas bolhas de tempo que você pode se mover ou não se mover.
Tem aquele negócio lá dos... A gente falou, tipo, terra e tudo, aí tem água e tudo, e tem o dos ventos, que é a sua movimentação. Não é que você tá só voando, porque tem fase que ele tá voando, que ele tá voando horizontalmente e às vezes em 3D, né, pra frente, tipo uns tapos da vida. É, o bônus, né, o bônus ele vai pra frente pra pegar os diamantezinhos lá.
Mas tem uns que eles fazem tipo um efeito de vento, que você vai saltando de uma área para outra, assim, para você aproveitar as correntes, né? As correntes de vento que eu estou falando, né?
E aí é bem interessante. E, cara, não tem como desconectar da jogabilidade do Hulk, do... o jogo do Peter Pan lá, que eu acho incrível e tem a jogabilidade muito parecida mesmo, assim. É algo muito maneiro, assim, porque me dá uma nostalgia grande e é um jogo que eu gosto bastante. Por isso Skyblazer foi um jogo que eu queria trazer aqui. É um jogo que...
Tem uma certa dificuldade principalmente um pouco mais à frente que você tem que aprender a usar as habilidades. Mas ele também recompensa muito porque se você pegar lá aqueles diamantes, 100 diamantes, você ganha uma vida. Então você vai aumentando as suas vidas. Tem bastante, né? Tem bastante e tem muitas fases bônus. Então é muito fácil com uma fase bônus você pegar 5 vidas. É muito louco. Eles fazem isso sabendo da dificuldade do jogo. É isso.
E a gente joga no R36S, a gente aperta o Select, o R1 ali, a gente tá salvando, né? Ladrão! Porra, eu confesso que eu terminei desse jeito, começou ao fim. Ao fim de sofrer, não. É. Mas é muito gostosinho, cara, porque toda fase tem uma coisinha nova. Tem uma coisinha nova e tem uma habilidade nova, por exemplo. Tem uma que ajuda muito quando tem muitos inimigos na tela, que é um raio. Você solta um raio pra cima e ele mata todos os inimigos que estão na tela, assim, sabe? Eu acho muito legal, é um...
É um jogo que ele é bem inventivo, ele é pouco conhecido, não é um jogo comentado. Eu acho a trilha sonora bem legal. Harumi Fujita. Ela também é bem acelerada, né? Também com... Acho que passa muito essa sensação de urgência, de se pê e se acelerar, tem a ver com a música também.
O que eu acho maravilhoso é a primeira fase. O boneco destrói um foguinho no soco, cara. Isso é muito foda, porra. A gente tá hoje em dia, a galera, preocupado com fidelidade gráfica e o jogo beirar a realidade lá que a gente falou do DLSS 5.
Filho, antigamente matava o fogo no soco. E é isso aí. Mas ele é a Fênix, né, vejo? Sim. Harumi Fujita fez a trilha sonora de Mega Man 3 junto com o irmão Yasuke Fujita. E fez algumas músicas do primeiro Final Fight. Fez a trilha sonora de Tomba. Um jogo que a gente já mencionou aqui na era Playstation ali.
E fez trilha sonora de duas fases, no Street Fighter 4. Foi aquela versão que saiu lá em 2020. Muito maneiro. A trilha sonora é bem interessante, assim. Combina bem com o estilo do jogo, que é bem curiosa. Então, você falou aí, vocês levaram quanto tempo pra terminar?
Eu vou dizer que eu joguei por alguns dias, porque eu não joguei seguido o jogo. Mas se eu for considerar ali, acho que umas duas horas, Evan, duas horas e pouca, assim. Eu joguei três vezes, devo ter levado, sei lá, uma hora e meia. Isso em vários momentos, não é roubado do Save State. Porque ele tem umas partes de plataforma que se você não conhecer, você vai morrer, mano. Não tem como. Você vai morrer, é. É.
Tem um negócio lá do... Tem a clássica fase de elevador, né? Que você vai subindo, né? Tipo parafusão. É uma das mais chatas, é. Mas ele é bem... Tipo, é o que eu falei. Mas ele não é desleal, né? Eu acho que ele não é desleal. Porra, a fase das árvores, mano. Você vai subindo em cima das copinhas das árvores e aí... É. Ele dá tipo uma voadinha como se estivesse pisando na... Inclusive, essa mecânica é foda. Ele usa ela muito até, mas é bem interessante, assim.
É, porque as primeiras vezes é só você e a árvore. Aí depois tem os inimigos muqueados no meio da árvore. É, é. Então eles vão, tipo assim, meio que reciclando algumas ideias, mas adicionando coisas novas. É um jogo que se mantém interessante do começo ao fim, eu achei. Ele tem algumas fases dessas que a tela se mexe, né? Que a tela vai pra cima e você tem que ir escalando e tudo. Tem fases na horizontal também.
Aquela do tronco da água, achei bem da hora a ideia de, tipo... Sim. Você vai sempre caindo pra baixo porque tá no tronco em cima da água, né? Então é como se estivesse rolando. Bom joguinho, mano. Super Nintendo daquela época, né? Não tem jeito. Bom jogo, bom jogo. E você consegue ir mudando os especiais que você tem. Porque cada grande chefe que você mata, você ganha os especiais, né? Então tem lá o Halleck Fu, tem lá o Dash. Meio Mega Man, né?
É, tem um raio. Até o jeito que se fecha a arena nos chefes é muito Mega Man, mano. Sim, sim, sim. Fica parado aquele quadradinho ali. E quando mostra é quando você ganha a magia também, né? Porque ele mostra lá e mostra como usar e como é que fica visualmente também, né? E aí é bem de boinha.
Uma coisa que a gente não falou que ele tem é password, né? Não tem save. Não tem save. Ele não era save de bateria igual o Donkey Kong. Ele era password. É um password bem feio, né? Bem coisado, assim. Bem estranho, né? Porque você tem que fazer os desenhinhos, né? Tem os desenhinhos que você tem que fazer pra poder...
Não é fazer, né? Mas você tem que selecionar. É tipo o Mega Man, que é gigante assim, né? Sim. Porque tem password que é tipo três números, né? Quatro números. Não é o caso aqui, né? Ele aparece uns desenhinhos assim. Aí você tem que pegar seu caderno, desenhar esse password, que é o tiozinho que mostra, né? Muito bem, muito bem. Vamos lá? Ô, Felipe, por favor, diga aí o jogo que você trouxe para nós.
O meu jogo do nosso Tio Peck colaborativo é o Drill Dozer.
Olha aí! Esse eu não conhecia, era o... Do Game Boy Advance, também não conhecia nada dele. Exatamente, joguete do Game Boy Advance, lançado em 2005 no Japão, 2006 no resto do mundo, já no finalzinho do Game Boy Advance, assim como o Sky Blazer, é um jogo finalzinho do Super Nintendo, né? É, nos últimos anos ali, no caso, o Duel Duel ainda é mais últimos anos ainda.
Mais ou menos, né? Porque o Skyblades era 94, 94 tava saindo do Kei Kong 1, né? Ainda, né? Mas é considerado meio que essa janela final, até porque a gente já começa a ter outras gerações de videogame e tudo mais. Sim, já tem o negócio, né? No caso do Game Boy Advance já é as últimas mesmo ali, né? Porque o DS chega em 2006. Sim. E é um jogo desenvolvido por ninguém menos que a Game Freak.
que é a desenvolvedora até hoje, criadora do Pokémon, né? E não só esse jogo, ele é o último jogo dirigido pelo Ken Sugimori, que é o criador, vamos dizer assim, dos 151 Pokémons originais. Ele é um dos jogadores da Game Freak.
E ele é o cara do design final, principalmente aquele design que a gente conheceu, não dos sprites dos jogos, mas aqueles designs clássicos dos desenhos dos 151 pokémons originais, né? Ele é quem fazia a finalização de todas aquelas artes.
apesar de as artes dos sprites terem sido feitas pelo grupo todo de arte da época ele era o designer principal e é o cara que fez a finalização das artes originais de todos os últimos pokémons e desde então continuou fazendo muita parte de trabalho artístico na direção de arte dos jogos supervisão de arte dos pokémons
E esse jogo aqui, o Drew Dozer, ele é a última criação original dele e o último jogo que ele dirigiu e trabalhou como game designer, né? E o último tinha sido, o Bruno aí também vai lembrar, do Pulseman, do Mega Drive, que é um jogo inclusive anterior ao Pokémon.
Pô, tá explicado. Ele tem muito vibezinho de Pokémon mesmo, mano. O mundo tem, que é um jogo que você joga com uma personagem que é a Jill, que é uma garota que faz parte de uma gangue de ladrões, que são os Red Dozers. E depois que eles são atacados por uma gangue rival também de ladrões, eles têm o que eles consideram o seu tesouro mais precioso, que é um diamante vermelho.
gigante assim, roubado. E o pai dessa personagem, ele é o líder dessa gangue de ladrões. Ele foi hospitalizado depois do ataque dos seus rivais. E fica então a cargo da garota e de dois ajudantes aí, membros da gangue também, a recuperar esse diamante vermelho. E ela usa um meca, que é basicamente uma furadeira gigante, né? É, a furadeira zona.
E o gameplay meio que envolve você usar essa furadeira do meca. Bem gostosinha a jogabilidade, né? Pô, essa mecânica eu achei muito foda, mano. Da broca, né? Isso. Como a broca interage com o cenário. Pois é, ela... E você usa não só como meio que o meio de ataque, mas também é o meio de locomoção, né? Até do ponto de vista de plataforma.
Porque o Mecha tem um botão de pulo e basicamente botões que fazem você girar e atacar com a sua furadeira. E ele tem uma sequência do botão de esquiva também que você usa para outras partes, principalmente de plataforma e travessia também. E meio que todas as mecânicas que ele vai criando usam esses três comandos, principalmente a própria furadeira. Porque ela tem alguns sistemas envolvidos nela também no gameplay.
É curioso porque esse jogo me é familiar de alguma forma. Não sei se alguém em alguma época do 99 Vidas trouxe esse drill 12 para comentar em uma lista grande de coisas, de jogos. E aí eu devo ter visto na época algum desses vídeos.
Mas jogar a primeira vez foi agora no R36S. E aí dá pra entender porque é um jogo bem legal assim, né? Não era o Mr. Driller não, né? Não. O Mr. Driller é outro famoso, porque ele é bem de puzzle, né? Não é muito essa... É tipo um menino com uma folhadeirinha na mão. Nem a folhadeirinha, aquela batistaca na mão. Só que é um jogo de puzzle, né? É.
Mas qual que é a diferencial desses sistemas, assim, na mecânica dessa furadeira, desse mecha furadeira? Acho que a mais importante, sua ideia é meio que das marchas, né? Ela tem meio que... Você começa toda a fase e a sua furadeira, ela tá meio que numa marcha 1, numa marcha lenta, né? Você só tem o nível 1 de ataque e de interação com ela no geral. O que te dá um certo limite, tanto de força...
E principalmente de tempo que a furadeira consegue ficar girando, né? Ao longo da fase você vai achando umas engrenagens, que é como se você fosse alocando na furadeira e ela vai ganhando mais torque mesmo, igual uma furadeira mesmo. Você tem a furadora de casa aí, você pode aumentar o torque dela, que ela aguenta furar superfícies mais duras e por mais tempo, né? Sem que ela, principalmente, inclusive quebre a ponta da furadeira também.
E tem uma mecânica que é atrelada, que é pra meio que você passar de marcha, basicamente, como se você estivesse engatando a próxima marcha na furadeira, que você tem que dar um timing, né? Quando você começa a furar, preenche na tela um overlay grandão, assim, até. Ela aparece na tela, né, o negócio. E ela mostra meio que o progresso da... meio que de potenciômetro, sei lá, da furadeira, e aí tem um momento que ela atinge uma parada tipo aquela...
Sabe aquela mecânica do carregamento que é do Gears of War? Aquele carregamento meio que... Sim, tem que apertar na hora exata, né? É, só que aqui ele não varia, né? Ele é meio que no final de um nível, assim. E aí nesse momento você tem que soltar o botão da foradeira e apertar rapidamente de novo pra meio que simbolizar essa ideia do engate, de uma marcha mais forte.
e o jogo vai até meio que a terceira marcha na fase, e nessa terceira marcha você chega no momento que você consegue furar, se você conseguir fazer essa mecânica do timing certa, a sua furadeira vai funcionar 100% da força dela, enquanto você estiver segurando o botão da furadeira também.
É meio que ela funciona infinito, né? Exato. Se tiver coisa pra furar, ela, entre aspas, voa furando reto. É, exato. E se tiver inimigos, ela vai pegando todos no caminho. É engraçado que o jogo até muda a música na hora que você pega essa terceira engrenagem. É quase que fosse a música da estrela do Mario, assim, né? É. Só que às vezes é engraçado, porque às vezes isso acontece rapidão.
Eu joguei até um pouquinho pra frente disso aí, hein, Felipe? Esse jogo é muito grande? Eu achei que ia terminar em uma, duas horinhas também. Eu falei, caralho, pelo jeito vai longe isso aqui ainda. Não, ele é grande, ele tem... Eu não lembro exatamente quantas fases ele tem. Eu tô vendo aqui o long play dele, ele tem 8 horas e 34 minutos. Caralho. Não, e essa parte aí da terceira engrenagem, eu levei mais de uma hora pra pegar.
Isso na primeira fase? Não foi no comecinho, não. Não, a terceira engrenagem. Não, mas todas as fases tem isso. É filmão meio escondidas? Então, deve ter... Tá meio metroidvania. Toda fase você começa com a engrenagem 1 e ela acaba com cena 3. Só que o que acontece? Toda fase, no final, a sua engrenagem... Ah, quando tiver quebrado, né?
O seu meca é como se tivesse quebrado a ponta da sua furadeira, sacou? Se tivesse desgastado as engrenagens, e aí você começa do zero de novo. E cada fase você vai achando essa terceira... Então, mas ele tem vários caminhos também, né? Essa segunda e a terceira engrenagem. É que mais ou menos as fases são construídas de uma forma não totalmente linear, porque às vezes você começa num caminho e você encontra um caminho que você não consegue passar porque você não tem essas marchas, né? Sim, foi isso que rolou.
você tem que dar uma volta, aí você encontra essas marchas e eventualmente o próprio level design te leva de volta pra aquela parte que você não conseguia passar e aí você consegue usar as novas marchas e passar. Só que também nesses meios, você pode ir meio que voltando no mapa pra achar alguns segredos sejam pra ser pra achar mais da moedinha do jogo lá, que você usa pro continue e pra comprar uns upgrades pro seu mecha também como acontecendo
também uns segredos aí que envolvem o endgame porque por exemplo esse vídeo que o Jandir falou do longplay tem 8 horas é porque ele tem um quando você zera a primeira vez ele abre várias fases novas em todos os mundos ele tem uma estrutura meio sônica você tem meio que as fases e cada fase tem subfases né, tipo ato 1 e ato 2 assim uma parada meio nesse tipo com os chefes subchefes e um chefe maior no final do ato 2 também, e aí essas fases ganham atos novos acontecendo acontecendo
Então você tem novas fases, basicamente. E você tem também segredos nas fases que já tinham lá, que você só consegue pegar depois de fazer um upgrade, que você só consegue depois de zerar, que é uma broca ainda mais forte e tudo mais. E aí se você faz, joga todas essas fases novas e pega esses tesouros que são esses colecionáveis escondidos em áreas extras nas outras fases.
você tem um outro final, né? Então esse longplay provavelmente é tipo meio que jogando o jogo duas vezes, assim. Não exatamente inteiro duas vezes, mas as fases novas e algumas... E as fases indo atrás dos segredos, assim. É, e tem coisa escondida que... É um jogo grandinho, cara. É um jogo grandinho. Tem coisa escondida que é meio óbvio, assim, né? Você tá andando e tem uma rachadura no chão, né? Sim, sim. Aí você sabe que você tem que dar a brocada ali pra rachar o chão, né?
Nem tão escondido, porque essa parada de você sair destruindo as coisas, isso vale pra, inclusive, coisas que você não precisa destruir às vezes, né? Porque os cenários, as fases, elas não são bem as fases... Ah, a fase do gelo, a fase do sei lá o quê. Apesar que ainda tem esses tropes todos dentro das próprias fases. Mas, por exemplo, a primeira fase é você na...
Tipo, no quartel general da gangue rival lá da sua gangue, né? E aí tem lugares, o hora que você passa, são lugares até parecendo um escritório, aí você sai destruindo tudo com a furadeira, mesa, cadeira, armário, qualquer coisa que tiver na frente você pode sair destruindo, apesar de você não precisar, você pode simplesmente pular por cima, que são meio que elementos de plataforma.
que estão pregados no chão, você pode simplesmente sair destruindo tudo e quando você está com a terceira marcha da furadeira, você sai levando tudo rapidão, uma parada bem catártica, sabe? Vai mudando o ritmo do jogo dentro da própria fase. Eu demorei pra caralho pra ir pegar esse nível 2 aí de acertar na hora, que é meio rítmica até. Nossa, eu demorei muito pra pegar o esquema, mano. Mas depois realmente é o que o Felipe falou, é bom pra caralho.
Esse negócio de você pegar... De usar a broca pra tudo. Porque a broca não serve só pra quebrar as coisas, né? Ela serve como pra você avançar em termos de plataforma, né? Porque tem tipo umas coisas... Um candelabro se mexendo. Aí você joga a broca e você consegue ir lá pro outro lado. Ou quando você tem lá um bloco meio de borracha, assim. Aí você joga a broca lá pra você ir... Pegar um impulso pra ir pra mais longe, né?
Sim, o que é interessante nos botões? A broca pode ser utilizada tanto com o R quanto com o L, os botões do ombro ali de esquerda e direita. Só que quando você usa com o R, ela gira para a direita, quando você usa com o L, ela gira para a esquerda. Isso muda em algumas formas do gameplay. Por exemplo, isso que o Jorandir está falando, tem um cubo meio gelatinoso, assim, que você fica furando e ele não fura, né? Ele meio que vai se recompondo, só que você fica ali girando infinitamente nele.
Se você do nada, enquanto você tá girando ali, você aperta pro outro lado, como se estivesse travando a máquina do nada, ela te dá um impulso e te joga pra trás. Então é meio que um pulo contra-intuitivo que você tem que dar pra trás, né? Isso rola inclusive nos inimigos também, quando você quiser dar um dash pra trás, pra saída da área que você tá ali. Se você também dá essa travada, puxando a furadeira pro outro lado, ele também meio que dá um dashzinho pra trás.
E isso interfere dependendo da força que você estiver girando com a furadeira também. Se você tiver nível 1, ela vai dar um pulinho. Se você tiver nível 3, no máximo, ela vai dar um pulo grande. A gente vai levar mais para trás, né? Aí mais para frente, por exemplo, tem túneis que você consegue entrar com a furadeira, que eles são ou azuis ou vermelhos. Se eles são vermelhos, você tem que girar com a furadeira.
Pra direita, se ele for azul você tem que furar com ela pra esquerda E isso interfere porque as vezes você tá fugindo de inimigos Inclusive tem meio que micro momentos Dentro do gameplay assim Que são um pouco mais elaborados Que as vezes por exemplo fazem referência a outros jogos Tem um momento lá Que você tá meio que nesses vários túneis Que você tem que usar ou a furadeira pra direita Ou pra esquerda E começa a aparecer meio que uns fantasmas te perseguindo Nesses túneis
E é como se fosse um jogo de Pac-Man, assim, durante 40 segundos dentro de uma fase desse jogo, sabe? Um negócio super limitado, mas é uma ideia bem criativa de como usar essa mecânica pra fazer até uma referência a outro jogo. Por exemplo, logo, acho que a segunda fase, que é a fase do museu, ela tem meio que uma cutscenezinha antes de começar, porque entre as fases, você tem dois personagens lá, que é um velho maluco e um...
O molequinho que é um mecânico, que eles te ajudam, seja falando sobre o que você tem que fazer, ou, por exemplo, o mecânico, ele repara o seu meca, né, da furadeira e tal. E aí você sempre tá começando as fases saindo de uma van, né? Uma van que tem uma oficina dentro dela, um bagulho bem da hora, assim. E aí nessa fase eles meio que te arremessam.
Pra cima no teto do museu, que você tá entrando meio que de noite, meio que pra roubar uma dessas... O que você acha que é exatamente esse diamante vermelho seu. E aí tem uma cutzinezinha ali, feita em pixel art. Na hora que começa a fase, você tá no teto do museu. E aí tem alguns inimigos e meio que não tem quase nada, porque na verdade você tem que quebrar o...
teto de vidro do museu pra entrar lá dentro e é tudo bem contextualizado fica com essa ideia de que você estivesse fazendo o heist mesmo, entrando por cima do negócio quebrando o teto e aí tem a cenazinha de você descendo e tal é um jogo que tem pequenos momentos assim de ou varianças ou usos únicos do gameplay pra ou dar uma variada ou até servir pra história, que é uma história meio boba assim, mas é até muito bem contextualizada dentro do gameplay também assim, sabe acontecendo
Tem uns momentos pra você avançar nas fases, que você tem que se abaixar e apertar o ar, né, pra você... É tipo um dashzinho. É, um dashzinho. Vira tipo Metroid, né, aqueles momentos Metroid, né, que você tem que virar bolinha também no Super Metroid, principalmente, que tinha isso, né.
E aí você atravessar em alguns momentos. Acho bem interessante. E é um negócio que o Evandro... Uma coisa que o Evandro falou, que o jogo lembra o Pokémon, e é umas coisas, às vezes, meio fora do gameplay, né? E é mais de estética, de forma de se comunicar. É muito, assim, né? A música eu acho que é muito também. Inclusive, o compositor é um cara que compôs muito pra Pokémon também. Sabe o que me lembrou a música, a vibe, Felipe? O Pizza Tower, que é meio... Vai, vai, vai, vai, rápido aí, vamos, vamos, vamos, vamos.
Sim, que é um jogo inspirado principalmente pelo Wario Land, né? Wario, é. Jogaço também, Wario Land 4, principalmente, cara, um dos melhores jogos que a Nintendo já fez, assim, de plataforma e é bem desvalorizado. O candidato aí é entrar num próximo 2-pack meu, com certeza. E é um...
É uma trilha, sim, é mais animada, né? Ela é mais essa parte animada do Pokémon também, assim. E é, inclusive, eu não lembro o nome do compositor agora, mas é um cara que também compôs para vários jogos Pokémon. Inclusive, na época, ele tinha sido o compositor, se não me engano, do Diamond and Pearl logo depois desse jogo aqui. Mas tem a parada de Tom, né? Por exemplo, nessas fases do museu também, tem uma parte que você tem umas estantes, assim, cheias de livros, e você pode interagir com a estante.
E aí você lê pequenos trechos desses livros, né? Que eles ajudam, inclusive, a te meio que explicar um pouco da exposição do mundo. Quem são esses... Qual o lugar que é esse? Quem são essas pessoas que estão envolvidas nessa história e tal? E é muito parecido com esses pequenos trechos que tem nos jogos do Pokémon. Desde o Red Blue lá, você vai... Às vezes tem um livrinho pixelizado em cima da mesa e você interage com ele. Você lê um trechozinho de três frases, assim.
sobre algum lore pequeno do mundo. E no Pokémon, às vezes eles também dão as dicas pros puzzles que você tem que fazer, e aqui no jogo também tem isso, porque também tem vários puzzles que você tem que resolver durante as fases, né? E é muito parecido, assim, essa ideia de... a forma como é comunicado e o tom, assim, do que são nos jogos do Pokémon também, sabe?
Muito bom, hein, gente? Eu tava vendo aqui, o Felipe, o Goitinose, que fez a trilha sonora do Dildoze, e aí eu fui ver o histórico dele, só Pokémon. Só Pokémon que come, né? A Game Freak tem esse histórico de fazer projetos entre os Pokémons aí, até porque é uma developer que existia antes, né, de Pokémon, mas eles foram ficando com o tempo mais raros, e a maioria deles não é com a Nintendo, né? Muitos deles nos últimos anos, principalmente, não tem sido com a Nintendo.
Apesar que esse aqui é um jogo publicado pela Nintendo. Essa é uma IP da Nintendo, o Drew Dozer, que inclusive tá no Smash Bros também, né? A parte do... acho que do Brawl. A personagem da Jill virou um assist lá no jogo. E, cara, é um jogo que a gente não falou dos chefes, mas os chefes são outros pontos. São bem elaborados, né? Tem uns tanquezão de guerra, né? E que o uso dessas mecânicas da furadeira também geralmente são mais interessantes ali. E misturam essas mecânicas de forma...
Legais. Logo na segunda fase tem um chefe que é um... é meio que um chefe de meio de fase, né? Que logo no tutorial você enfrenta um tanque e a ideia é que o tanque atira as bombas e as bombas a sua furadeira não consegue repelir, então você tem que desviar. Só que...
A parte do canhão onde sai a bomba é bem do tamanho da foradeira, né? Curiosamente, é. Você tem que exatamente fazer dano ele girando a foradeira nesse lugar. E aí depois tem uma área que tem dois tanques e fica um de frente pro outro e você tá no meio. Você pensa, pô, agora fudeu. Só que na verdade ela é ainda mais fácil que se você dominar essa mecânica que a gente falou de ficar pulando de costas.
Você pula no inimigo, fica dando dano nele ali com a furadeira. Na hora que acaba esse dano, você usa o botão de pulo, vai pra trás, já encaixa no outro inimigo e você meio que fica pulando de um lado pro outro, assim. E o jogo claramente sabe disso, sabe que você não vai tomar dano, que vai ser fácil, mas você tem que manter o... É, o design foi feito meio que pra te ensinar ainda mais essa mecânica, né?
Isso, só que você não pode errar o ritmo. Você não pode errar o ritmo dessa troca, porque senão você vai ficar no meio das bombas e vai morrer rápido. Ô, Felipe, tem um lá que é muito bom, que o cara tá montado no Mecha, no robozão. Full Mega Man, né? Eu tô vendo isso aqui também. E aí ele tem umas bombas na mão, ele vai atacando, e aí quando ele erra o soco, o soco poderoso da mão, onde ele tá em cima, dá uma girada e meio que aparece um parafuso.
Isso. E aí é quando você coloca a broca pra girar esse parafuso. Isso, é... Antes na fase, uma hora você encontra só um meca desse todo quebrado. Aí ele tá só com o parafuso pra fora. Aí você só pula e arranca. Quando você arranca o parafuso, ele explode. Aí logo depois você vai enfrentar o chefe que é isso, e aí você tem que fazer isso. Você tem que esquivar, que aí quando ele erra o soco, ele meio que dá uma rodadona, assim, e o parafuso fica exposto. E aí você consegue ir lá e ir tirando aos poucos, assim. Tem um depois que é tipo uma... Você tá numas ruínas meio malucas lá, que tem uns elementos meio...
Mágicos, inclusive esses diamantes Que depois você vai buscando no jogo Depois você descobre que eles tem Efeitos mágicos E ele tem tipo uma entidade É tipo uma ruína Que tem tipo uma entidade E ela tem um braço que é Meio orgânico Que fica alternando Meio que uma bola cheia de espinho e uma bola lisa Quando ele bate no chão e a bola está lisa Você prega a furadeira nele E aí
Aí ele fica desesperado, começa a ficar te jogando pra cima, tipo, balançando, tentando te tirar de dentro desse braço. E aí você tem que usar esse negócio pra lá no alto, você sair num momento certo e cair em cima de onde tá essa entidade, pra você cair com a furadeira pra baixo e vir furando pra baixo.
Tem vários elementos desse, assim, usando essa mesma ideia, mas de formas diferentes pra ficar trocando meio que esse padrão que você tá usando a furadeira e tal. Pô, tem muita coisa, cara. Eu tô vendo um vídeo aqui de todos os chefes. Pô, o vídeo tem 50 minutos apenas. É, o jogo é grande, cara. Só de chef, é. E é um jogo de portátil, muito foda isso. E tem um shopzinho também, né, que você pode fazer upgrade, né, do seu equipamento, né. Você pode aumentar os tanques de energia. Os tanques de vida, é. Também.
E aí ele tem a fase da água, não é muito legal. Tem a fase que você tá meio que... Bem parecida com a do Sky Blazer, que você tá voando. Você tá usando tipo uma hélice na ponta da foradeira pra ela ficar voando. Não é tão chato igual o da água, é mais interessante. Inclusive o chefe é bem complicado, assim, porque ele fica... Toda vez que você atinge ele, ele vai mudando o layout da fase. Então meio que você tem que começar do zero, assim, fugindo dos obstáculos.
Mas também não é tão legal igual as outras fases, você tá, tipo, dirigindo o mecha da forma com que você mais usa ele aí no jogo e tal. Mas ele tem, ele é, ele tem, ele é um jogo bem completinho, assim, cara, pra esse tipo de experiência. É um jogo de ação, de plataforma.
Mas que tem uma quantidade legal de conteúdo. É um jogo um pouco mais elaborado nessa ideia de criar um universo. E de estabelecer relação forte de mecânicas de gameplay com o universo. É um projetinho bem legal, cara. É um joguinho que eu gosto. É um dos meus favoritos, assim, do GBA também. Que é um portátil que tem muita coisa boa. E muita coisa, às vezes, não tão conhecida também.
E por ser um jogo de GBA, é um jogo com essa carinha de algo que poderia ter sido feito no Super Nintendo, mas já com 15 anos de experiência a mais, de tecnologia aprimorada também.
As notas aí, notas para Skyblaze e Drill12, eu vou dar a mesma nota para os dois, 90 vidas. Eu ia falar que eu estava pensando em fazer isso, com a mesma nota, inclusive. É, 90 vidas? Sim. Caraca, posso falar a verdade?
Pronto. Apareceu, Bruno? Unanimidade, Bruno. Eu ia dar a mesma nota pros dois jogos e ia falar um comentário que assim, esse foi um dos two packs com os dois jogos mais legais, assim, mais interessantes. Olha! Nota-se pelo tanto que você falou no programa. É, o Bruno deu aquela subida bonita. Tão interessantes os jogos que eu apareci agora. O namorador Bruno tá complicado. Não.
Caraca, o cara foi namorar no meio da gravação. É, no meio da gravação. Não, cara, mas é verdade, porque assim, eu acho que essa ideia nova do 2Pac vai ser muito interessante pra gente trazer essas joias meio... Apesar dos dois jogos eu ter jogado antes, inclusive, eu tive a oportunidade de jogar o Drill Dozer original e era muito legal o esquema dele do...
Ele tremia o cartuchinho, cara. O cartucho tem o cartucho do GBL, ele vinha com o Rumble Pack. Que isso? Então quando você adicionava o bagulhinho lá, viu? A broca, o videogame tremia porque o cartucho tinha um sensor, cara. Jogando, Bruno, eu pensei, pô, se isso aqui fosse no controle do Play 5, a bateria ia acabar em meia hora. Então, eu joguei no emulador, no computador, esse jogo, tanto ele quanto os Calabres, na verdade, porque eu também tive que comprar um R36OS novo e o meu ainda não chegou.
Aí eu botei o controle do Xbox no emulador e ele vibra, cara. E ele vibrou? Pô, legal. Ele vibra. Ele vibra no emulador. Eu não sei se é a versão da ROM que eu peguei, às vezes é uma parada já mexida, mas eu lembro sempre de ler isso sobre esse jogo, só que eu nunca joguei esse jogo no cartucho original. Jogava nos R4 da vida ou até em emulador mesmo. Quando eu tinha o meu Game Boy Advance falecido, infelizmente. Mas eu não tinha o cartucho com o Rumble, né? Eu jogava, era ROMs, de qualquer forma. No videogame ou no... O cartuchinho original tinha um Rumble, o cara era muito...
E ele é um cartucho diferente, meio marronzinho, assim. Ele tem uma cor meio que da furadeira, meio uma parada assim. Só que no emulador ele faz o Rumble, cara. Isso foi muito legal, assim. Porque é uma parada que eu nunca tinha experienciado até dessa vez no jogo pra jogar. É, mas tem um negócio. É que o Felipe falou que o R3D6S dele deu um problema. Cara, é um videogame muito barato, o R3D6S. Mas ele depende muito do seu uso, né? Tem um amigo meu... Eu tenho o mesmo vacilo que você.
que comprou, tem um amigo meu que comprou um R36S, e ele falou assim, caraca, me manda um link aí de novo aí pra eu comprar outro. Aí eu falei, tu vai dar de presente? Não, o meu deu problema. Aí eu, caraca, mano, não é possível, aí ele, é, eu perguntei, qual foi o problema? Aí eu deixei cair na piscina. E aí é foda, mano. Caraca, que problema, né, mano?
O cara tava jogando na piscina, mal, com o videogame, mano. E aí, realmente, não tem como, né? Aí a gente comentando no bônus que os jovens só ficam no celular hoje em dia. Que eles têm que jogar bola na rua aí, ó. Não, e o podcast passado que a gente falou da obsolescência programada, né? Que, ai, porra, esses videogamezinhos... Sim, as coisas quebram.
quanto mais você usa, mais eles vão quebrar é isso aí, é uma bosta eu queria que durasse a vida toda? queria, mas nada dura aprenda, nada dura nada para sempre depende e ainda mais sendo barato porque era barato o AirD6S pra quem compra aí parcelado dá pra comprar de boinha aí
Ô Felipe, quais são as tuas notas aí? A minha do Evandro e do Bruno foram as mesmas notas aí, 90 vidas? Cara, originalmente eu tinha notas ligeiramente diferentes, mas é muito parecido com isso. Eu acho muito justo a mesma nota pros dois jogos, porque o Dure Doze é um jogo que eu amo, assim, desde moleque eu acho que é um jogo muito foda. Cai nele do nada por conta da obsessão com Pokémon, quando era mais novo. Cai no marrom dele uma vez e falei, caramba, que joguinho charmoso, principalmente, cara, um jogo cheio de charme.
Tem aquela identidade bem japonesa também, assim. Felipe, sabe o que me lembra? A gente comentou aqui do Wario Land, mas a vibe do jogo é muito Wario Ware, cara. Sabe aquela coisa da maluquice? O visual até lembra bem mais o Wario Ware. Manja? Ele tem um pouco disso também. Aquele visual maluco, tal.
Eu acho que o Warland tem até mais essa vibe. O Warland até o jogo... Eu não vou falar muito não porque eu vou trazer esse jogo com certeza no próximo Warland 4 aí porque é um jogaço também. Mas eu entendo o que você está falando. Ele tem uma sensibilidade parecida também na hora do final de fase, na hora dos menus. É um jogo muito estiloso já com isso também, que é uma coisa que a gente vem falando nos últimos anos.
Eu acho o Dure Dozer, depois de ter jogado um jogo melhor. Mas é um jogo que veio 12 anos depois também, né? Então ele tinha... E é um jogo de um hardware parecidíssimo. Mas ele tem muito benefício aí. Acho que é inclusive para ter sido algo diferente. Então eu vou dar também 90 vidas para ambos aí. Olha aí, que bacana, hein?
Eu ia dar 89, 90, mas eu acho 90 e 90, acho da hora. Frase da capa, 90 e 90. 90 e 90. Ô Bruno, você jogou no Game Boy na época? Sim, sim. Essa mecânica de você ficar quase o tempo todo apertando o L e o R, não incomodava não pela ergonomia do console? Não, porque eu joguei ele no GBA, ainda não era o SP, era o GBA o normal, que é o mais gostoso de você jogar apertando o L e o R.
O GBA SP, que é o dobrável, que é ruimzinho. O dedo fica meio curvado de gancho, assim. O do GBA tradicional é lindíssimo. Inclusive, já que essa é brincadeira, eu gostaria de deixar destacado aqui que a minha digníssima, minha namorada, me deu o GBA novo, do modelo original. Eu ganhei de presente. Tá namorando?
Escutem o bônus. Ouçam o bônus aí. Um bônus de 50 minutos. A quantidade de vezes que essa frase foi dita no bônus. Eu nem percebi que esse bônus foi faz uma hora. Caramba. Bônus de 50 minutos com o tema Jogando com os Filhos, Fim da Caixa Misteriosa e Novas Namoradas.
Agora, deixa eu só fazer um comentário da questão do Sky Blaze. A gente comentou isso, que ele é muito do Hulk, que ele é muito de outros jogos lá da própria Yoku-T, mas eu queria destacar
A trilha desse jogo e a trilha do Hulk, mesmo pra trilhas dentro do Super Nintendo, cara, são impressionantes, tá? A qualidade da trilha e o que o Felipe mencionou da questão dos problemas, eu acho que eles foram muito bons trabalhando o potencial do Super Nintendo na época. Tanto a parte de áudio, a parte dos visuais são bonitos, são. A parte de usar o Mode 7 e os modos do Super Nintendo são legais pra caramba. Mas tem uma coisa que me chateia do gameplay.
Porque você tem as fases aéreas, aquela do Mode 7 e tem a fase aérea normal lá. Que você tem que ficar apertando o botão pra subir e na água você põe pra cima. Eles inverteram o bagulho, tá ligado? Voando é que você tem que colocar pra cima e apertar o botão é pra nadar. Os caras invertendo o comando, cara. Japonês, né, caralho?
Fica aí a crítica, mas realmente os dois jogos, olha, parabéns aí, juras, parabéns, Felipe. É, rapaz. Foi um two-pack de qualidade, com certeza. A nova fase do two-pack, respeita aí, rapaz. Responsabilidade de vocês aí, né, agora. Evandro e Bruno, daqui cinco edições. Só pérolas escondidas, como diz o termo aí. Exatamente.
E aí no outro two-pack, como é que a gente vai fazer? A gente vai inverter ou vai continuar sempre nessa ordem? Eu, Felipe, Evandro e Bruno. E em algum momento ser eu e Bruno... Pode seguir a ordem. Não, o próximo pode ser eu e você e o Felipe e o Bruno. Pode ser, pode ser. Isso, eu acho que é legal. Mas eu e o Bruno próximo e depois alterna.
Boa, boa, boa. Aí depois você e o Bruno na outra rodada, e assim vai. Dá bom, dá bom. Mas são dois jogos, mano. Se eu jogasse naquela época, com certeza ia ficar tardes e tardes, felizão jogando, tá ligado? É uma forma da gente apresentar também alguns jogos pra turma que não conhece, né? Pra gente também conhecer, né? Porque o Drio 12, por exemplo. Ou pra rejogar, cara. Foi super gostoso rejogar os dois, tá ligado? Foi muito bom. É, eu não terminei o Drio 12 porque, enfim, né? O que ele falou aí que é bem maior. O outro Jorangiro eu terminei tranquilaço e amarradão, mano.
Eu gosto desses joguinhos mantigos que são de boinha pra zerar, assim, tipo, duas horinhas de jogo e você consegue. Agora o negócio do Drill12, tem um vídeo aí na postagem, caraca, tem os chefes que eu vi ali, mas tem um que é incrível, que é uma bola dentro de um castelo e aí você fica dando...
É essa que eu falei, que eu descrevi a batalha aí. Mãe, incrível esse negócio aqui, caralho. Ela tem que ficar meio que esse tentáculo aí, você tem que grudar no tentáculo, esperar ele ir lá pra cima, e na hora que você estiver lá em cima, você se soltar. Inventividade da peste, mano. Cair em cima. Cara, esse jogo é muito... Muito inventivo. As fases, assim, são... Elas não são tão lineares, apesar do jogo... É meio que você dando voltas, assim. Não. Mas é muito inventivo a forma com que essas coisas estão conectadas. É um jogo de...
Tanto o level design quanto o game design em volta dessa mecânica que é uma furadeira, basicamente, um negócio totalmente mundano, né? É muito criativo, cara. É um jogo muito bem feito. Eu vou dar 92 vidas, tá, então, pro Drew 12. Vou mudar minha nota. Não, você tá estragando a Goi, mas tá todo mundo bonito do 90.
Tá, então, quanticamente eu vou dar 92 vidas pra ficar em homenagem ao saudoso Global Gladiators, que ganhou 92 vidas. Não tem nada a ver com esse jogo, pelo amor de Deus. Não tem nada a ver, mas não traga essas duas palavras, essas quatro palavras juntas. A gente deveria fazer um remake do Global Gladiators, da gente poder trazer ele de novo e rejogar com o olhar de hoje.
Pra vocês verem como é um jogo que... Menor nota da história. Ele é... Cada ano que passa é mais arriscado jogar um jogo antigo. Ele tem que estar muito bom. Pior que é verdade. Tipo esses dois aqui. Mas esses são bons exemplos. Esses são bons exemplos. É, mas por exemplo, a fase da água aqui não é boa não, né, Felipe? Lento pra caralho. Mas é o que se espera também. É chato, mas você não jogou também, que eu sei. É, eu tô vendo aqui. Mas é chato.
Ué, aqui é BRK Sedu, caralho. Às vezes você acha legal, eu acho bem chato. Depois reclama do Rogério terminando no Légio 2 no YouTube. Não, mas é o Drill 12. É um ato de uma das fases. É uma horinha de jogo e é isso aí. Eu já fui o suficiente pra ver. Mas não é. A parada aqui não é. A parada aqui não é bem... Não!
Eu também joguei só um molhinho, tá? Pra entender o jogo, sabe? Agora, se eu soubesse que dava pra zerar em duas horinhas, eu teria jogado até o final. Mas sabendo que eu fui ver assim, vamos ver o tamanho desse jogo. 8 horas e 30 minutos de long play que o cara não erra nada. Exato a lista que é duro, né, mano? O psicopata que tá jogando...
Mas é o cara que meio que joga o jogo duas vezes, assim. Se você quiser só zerar e não jogar as fases extras, dá umas quatro horas de gol. Sabe o que pega, Felipe? Tem 15 mil jogos no meu R86, pô. Não, sim, sim, eu sei. Tá ligado? Eu sei. É. Mas vale a pena. Quem gostar e for jogando, eu tenho certeza que vai seguir. E, cara, tem uma coisa que a gente não falou. Hã?
Por exemplo, nesse... Pega alguma dessas... Desses vídeos aí que vocês estão vendo do chefe e pega os últimos segundos da batalha, quando o chefe vai explodir. Sim. Cara, tem uma pixel art de explosão que é um negócio inacreditável, assim, a forma como é feita. Parece tipo de anime, assim, só que é feito tudo na pixel artzinha. E o jogo é muito, muito bem trabalhado. Parabéns. Muito obrigado. Parabéns aí pela escolha. Muito bem.
Daqui 5 edições voltamos com Evandro e Bruno trazendo os jogos, os Jujogos pra gente...
Jogar, né? Jogar e relembrar aqui. O bom de ter o R36S é isso, né? Comentem aí se vocês têm algum jogo pra indicar também que a gente pode trazer. É uma boa. Fugindo um pouco das obviedades, né? Assim, do negócio mais óbvio, né? Que a gente já trouxe a maioria desses. Sim, a gente já falou, é. A gente já trouxe a maioria de jogos conhecidos e tudo e tal. Mas jogos interessantes, que sejam bons, interessantes, pode recomendar aí nos comentários. Daí eles vão mandar um Animal Crossing, né?
da Animal Crossing 1. É, Animal Crossing 1. Muito bem. Muito bem, fechamos mais um 99vidas. Não esquece de assinar 99vidas.com.br para escutar, por exemplo, o bônus que lançamos essa semana de mais de 50 minutos, comentando sobre diversos assuntos, muitos papos.
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