99Vidas 716 - Happy Hour: Coisas Estragando, Julgando Pessoas, Álbum da Copa e a Volta ao Magic
Esta semana, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho conversam sobre a sensação de se sentir "otário" ao comprar quatro vezes o mesmo produto. A "qualidade Apple" justifica o preço ou é só marketing? Enquanto um integrante mergulha de volta na jogatina de Magic, outro admite ter gasto dinheiro (de novo) com álbum da Copa. Também julgamos os "pais de peixe" e outras peculiaridades que achamos duvidosas, terminando com uma divagação sobre o curioso comportamento do povo brasileiro.
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- Religião e Fé no BrasilA relação entre fé e ciência · Impacto da religião na sociedade
- Obsolescência programadaQualidade dos produtos Apple · Experiência com fones de ouvido
- Preconceito e aceitaçãoCotas raciais · Relações interraciais
- Cultura de consumoÁlbum da Copa · Preços de produtos
- Cultura de jogos de cartasMagic: The Gathering · Colecionismo de cartas
- Preconceito e Julgamento SocialComportamento do povo brasileiro · Preconceitos e estigmas
Obsolescência programada. Meus amigos, eu estou... Foda viva. O assunto hoje. Fego de perna cruzada. Jornalistas ao redor. Abriu a matéria do Fantástico. Isso. Vou dizer o seguinte, tem duas coisas que me atazanaram nesses últimos tempos aí. Uma é que eu caí, eu fui besta novamente. Ixi, caiu no golpe. Especialista em cair em golpes.
Eu sempre sou o race, né? Que é o bicho. Já pode vender um curso, tá ligado? Exato. É como caer em golpes. Especialista em ser um otário que sai de casa. Isso, eu sou exatamente. Tem um otário e tem o esperto, né? Que sai de casa. Pode sair, galera. Pode sair, galera. Já saí. Já tô na rua.
Sempre sendo otário. Essa é uma boa tagzinha pra cá, do negócio aí. Sempre sendo otário. O que é que aconteceu? Você liga o fonezinho de ouvido da Apple, esse AirPod, né? Sim. Eu tenho um iPhone há muitos anos, então eu sempre utilizei e tudo mais. E aí, antigamente, eu tenho inclusive dois fones com fio, que eu acho incríveis.
Não sei, o Evandro já tem oportunidade de usar, né? O fone com fio da Apple. Estou usando neste momento, inclusive. Ele é incrível, não é? Não é qualidade? Ele veio em algum iPhone que eu tinha. E ele dura uma eternidade. Até quebrar o cabo, obviamente. Porque como a Apple fica rica é assim, né? Com cabos, né? Isso.
E saiu o fone sem fio. É muito mais cômodo? Óbvio que é, né? Porque, enfim, é uma parada do sem fio. Eu comprei, nessa última semana, o meu quarto AirPod. Que é isso? Da Apple mesmo? Da Apple? O que você faz? Você está comendo ele? O Bruno, isso que eu ia falar. Quando você precisa comprar o mesmo produto quatro vezes, talvez ele não seja tão bom assim. É, o Bruno tinha três Xbox 360, né? Então, três Red Light.
Esse é sempre o pior exemplo. Não, eu tô falando que trouxas todos somos. Eu tive dois. Sim, é. Mas é isso. Talvez esse produto não seja tão bom, né? Você só tem que comprar vários deles. Sim. O maior problema desses fones sem fio aí, da Apple especificamente, é que a bateria ela vai ficando viciada, né? E aí antes durava um tempão, aí depois passa a durar um tempinho, depois dura 15 minutos. Você usa ele porque você usa, tipo, gravando aqui?
Não, não, só pra ouvir música mesmo, tio. Eu vou te falar que eu uso sem fio, pô. Eu uso pra vida. Ele usa com fio. Qual que é o seu uso desses AirPods, então? Então, eu uso... Quando eu vou revisar podcast, normalmente eu tô no celular e ouvindo. Fazendo outra coisa em casa. E fazendo outra coisa. Escuto muita música, né? Vou pra academia, vou correr, eu tô usando o fone de ouvido, então... E você teve que comprar... Então não é um bagulho que você usa o dia inteiro. Não uso o dia inteiro, não uso o dia inteiro. E você teve que comprar quatro nesse período?
É, nesse período o quê? Por causa da bateria? Eu tenho uns produtos da China que não faz isso. Cara, eu tenho um AirPod chinês aqui que eu paguei 240 reais e eu comprei ele há quatro anos atrás, mano. Ele continuou funcionando de boas? Normal. Inclusive, quando ele vai conectar, ele aparece igualzinho como se fosse um AirPod lá, da mesma coisa. Então, eu tentei... Eu tenho uma coleçãozinha de fones de ouvido aqui variados assim, eu comprei recentemente o da JBL, por exemplo. É um som bacana.
mas não se compara com a qualidade de um AirPod. Tipo assim, eu não... Eu sou uma pessoa que escuta muito o fone de ouvido, assim. De qual que você comprou, Jundir? Da JBL. E você tá falando que da JBL não se compara com... É o que o Budo tem, provavelmente. Olha lá. Ele se sentiu ofendido. Não, depende do modelo. Não, não, não. Não é que eu tenho, não. Mas depende do modelo que você tem. Tipo, o JBL é muito superior ao AirPod. É muito bom. Muito. Não, não é superior ao AirPod. Não é.
Qualitativamente não é. O JBL, depende do modelo que você comprou. Qual modelo que você comprou? Eu dei aqui, ó, JBL. Porque a especialidade da JBL é equipamento de som, o tipo Beats também é bom. Sim, mas os fones de ouvido da Apple sempre são reconhecidos como de extrema qualidade. Eles não são muito altos. Reconhecidos por quem? É, pelo mundo. Quem é o mundo, Jurandir?
Eles, sempre eles. Eles e eles. Aí é, né? Eles sempre estão por aí. Eu tava vendo outro dia um vídeo, eu tô tentando achar ele no YouTube aqui. Me mostra esse review aí que tá falando que os fones da Apple são melhores que os da Bose, da Beats, da JBL. Cadê? Mas eu tava vendo um vídeo de um desses canais que é sobre...
áudio e sobre análise de produtos de áudio e que era meio que um vídeo um ensaio assim do cara comentando como que as marcas da China hoje em dia conseguem fazer fones e caixas de som iguais ou melhores que as marcas que cobram 4, 5 vezes a mais
depois de tantos anos realmente fazendo montando esses sons pra essa galera e achando meios mais baratos e tipo, percebendo que na verdade se pagava muito caro por algo que poderia ser feito de forma muito mais barata achei Bruno e que hoje em dia meio que não tem muito se você achar pegar as marcas chinesas que são as melhores do mercado deles eles não vão dever em nada pra nenhuma marca de fora porque? porque todos eles são feitos na China a tecnologia tá lá mano a tecnologia tá lá mano
O JBL é o TuneFlex 2. Foi esse que eu comprei. Exatamente depois que o meu terceiro AirPod, ele funcionava por 30 minutos. E eu falei, cara, não vou dar um fone de ouvido que 30 minutos. E aí, chegou no ponto de eu botar pra carregar. Acontecia, Bruno, eu ia pra academia. Você tinha que deixar mais tempo carregando do que usava. E aí, o fone de ouvido, eu comecei lá a fazer os exercícios, e aí, blub, blub, blub. E aí, puta que pariu, não acredito. E quando acaba o bateria só de um lado?
Aí você vai jogar no lixo, pô. E aí começa a acabar só de um lado do que do outro. E aí eu fico assim, revezando. Boto um fone pra carregar e um fone pra ficar ouvindo. E eu ficava revezando assim. É um negócio que não faz muito sentido, sabe? É muito escroto. Eu comprei o primeiro AirPod quando saiu lá em 2016.
E aí nesse período de 10 anos, esse é o meu quarto AirPod. E provavelmente vai ser o último, tá? Um a cada dois anos. Chega, chega. Cara, cada um faz o que quer. Depois de muito ser feito de trouxa, chega. Agora chega, como diria o Dragon Ball. Eu já falei para vocês e eu não vou falar porque parece birra minha com a marca. Mas se eu falasse... Porque eu conheço gente que trabalha na Apple.
Pronto. E se eu falasse pra vocês... Mandão, tem até amigos que são. Não, não. Se eu falasse pra vocês como as coisas são feitas lá dentro, você ia falar que não é possível, cara. Ué, como são feitas em todas as empresas, vamos expandir um pouco aí o negócio? Não. Não, não é. Eu vou dar um exemplo pra vocês. Você tá defendendo bilionário, Bruno?
Não, tudo é veneno bilionário. Eu só tô dizendo, por exemplo, Google Maps. Você vê o carro do Google Maps aí, não vê, nas ruas? Às vezes? Não, não vejo que eu não fico na rua olhando. Eu já vi, eu já vi. Tem eu no Google Maps, já falei isso aqui. Você já viu da Apple? Como assim? Carro da Apple? É, porque a Apple tem o sistema de mapa dele. O equivalente ao Google Maps, que fala. Isso, é. Não, nunca vi. Não. Sabe por quê? Por quê? Diga lá, Bruno.
Sabe como é que é feito o bagulho da Apple? Ele pega do Google Maps? Ele não é feito em A. É um grupo de estagiários, meu irmão. Eles contratam centenas de estagiários. Aí eles pegam os mapas de outras fontes. Eu não vou citar aqui. De outras fontes. Fonte Helial 14.
Eles desenham por cima. Eles nem se dão trabalho de ter uma tecnologia, por exemplo, o caminho que você faz, eles vão lá e desenham. Copia, mas não faz igual? É isso o negócio do... Não. É o chat GPT? Escreva esse texto com outras palavras.
Mas o Bruno recebeu isso aí no zap também, né? Vamos com isso. A FUT, a Ariel 12, cara. No grupo Android Lovers. Calma aí. Não, senhor. Eu posso falar pra vocês a realidade? Eu não posso falar quem e não posso falar como. Eu vi isso acontecendo. Eu vi. Eu presenciei esse trabalho acontecendo.
O cara com a cartolina lá e... O cara no Paint desenhando por cima do mapa do Google Maps. Não é o Paint, mas é um aplicativo que é exatamente isso. É isso. Tipo, desenha a rua. Faz de bater a bolinha do Google lá, igual o Silvio Santos falando pro... O Bruno com seu Motorola...
Eu achei o vídeo que eu tava falando aí, eu mandei, ó. A ciência venceu a grife como a China consertou o áudio. Olha aí, ó, pronto. Mas todos eles são feitos na China, inclusive da Apple, mano. Isso. Sim, mas é por isso que eu tô falando, a tecnologia tá lá, mano. Né? A gente paga por marca aqui. Mas qualitativamente... Bruno, Bruno.
Eu sou uma pessoa que gosta de... Eu trabalho com áudio há muitos anos. Você gosta de gastar dinheiro. A pessoa gosta de gastar dinheiro. Não, e é o que eu estou falando, especificamente, de fones de ouvido de consumo comum, né? Não estou falando desses que são especialistas, né? Que DJs utilizam. Que a galera que trabalha no cinema utiliza, né? Eu estou falando de fones de ouvido de cotidiano, né? Não é um fone absurdo. É tanto que, por exemplo, eu estou gravando aqui. Eu não estou usando o Confio da Apple.
Porque nem tem a entrada P2 aqui. Eu estou usando um Philips. Basicão. Aquele basicão clássico da Philips. Aquele que você comprou 5, talvez você falou, né? Exatamente. Eu uso esse para o meu dia a dia aqui. Porque eu não quero também desgastar o outro fone. Porque eu sei que fones, quanto mais você usa, mais você desgasta ele, né?
Principalmente esses aí que, né? Esses da bateria, eu fico impressionado, é porque eu não consigo, eu levo pra consertar, e o cara fala assim, ah, dá pra trocar a bateria, mas é o preço, é tipo 60%, 70% do preço de um novo. E aí, quando eu falei a obsolescência programada, é essa parada, sabe assim, de você
se acostumar a ser feito de trouxa nesse sentido. Mas não tem que se acostumar a ser feito de trouxa. Mas na sua casa, com certeza na tua também, na do Evandro e na do Felipe, tem coisas que simplesmente param de funcionar. Eu sou o pior exemplo para você. Eu sou o pior exemplo para você.
porque você almoça todo dia fora e não cozinha em casa. Então, não usa nada. Que caralho? Tu ataque do nada, tá ligado? Que que tem a ver isso, velho? Tem nada a ver. Também você almoça todo dia fora. Boa pra caralho. Foda-se. É assim, sua TV não estraga porque você almoça fora todo dia. Que que tem a ver? Que que você não usa, caralho?
Que não usa, meu irmão. Mano, mesa de bar fora. Tipo assim, Lula ou Flávio Bolsonaro. Você almoça todo dia fora, doideus. O que você quer falar?
Cara, eu tenho duas... Não uma. Eu tenho duas TVs de tubo no meu quarto, irmão. TV de tubo, irmão. E o Omelette? As TVs antigas duram a eternidade, caralho. Sua TV não bichou, João Dias, falando nisso? Você não postou esse dia? Então, a minha outra coisa era isso. A TV dele já foi pro caralho. Aí, ó. Minha outra coisa era isso. Que marca que é a sua TV? Que marca é a sua TV? TV da Apple. Que marca? Samsung. Não é Apple. Não é Samsung. Sabe por que não é Samsung?
Caraca, a minha mãe não é Samsung. Agora pronto, agora pronto. O cara questionou a marca da TV do outro. É o upnator, pô. Não é Samsung, é foda, caralho. Que loucura é essa, mano? Porque eu tenho três TVs da Samsung, uma delas, inclusive... Um fala que não almoça em casa, o outro questiona a marca da TV, caralho. Inclusive, uma delas foi a que eu comprei na época do Play 3.
Ou seja, eu tenho uma TV da Samsung. É a prova que você não joga mais videogame, Bruno. Ah, pronto. Essa é, inclusive, a que eu mais jogo. Tem 20 anos essa TV aqui, filho. A minha TV Samsung do meu lado aqui tá queimada, inclusive, também.
Aí vocês estão comprando errado. Não cheguei nem da parede. Mas o argumento do Bruno é bom pra caralho. Tipo assim, ele tem uma TV que não quebra, aí por isso a do Júlio Andir não é... E nenhuma quebra. Mas o que isso quer dizer? Pensa bem o que isso quer dizer. Onde está o problema, então? Está na TV ou está no Júlio Andir? Pensa nisso.
Eu só aperto o botão pra ligar, meu filho. Eu não fico... Eu não abro a placa da Samsung pra saber o negócio. O que aconteceu foi isso. Recentemente, eu tenho uma TV de 65 polegadas na sala, né? E aí apareceu uma mancha embaixo. Primeiro, né? Isso foi... Se eu não me engano, foi no começo de 2026 ou foi em 2025? Eu não lembro muito bem. Apareceu essa mancha. Até falei aqui em alguma abertura do 99. E apareceu uma mancha embaixo. Puta que pariu. Eu levei pro...
pra eletrônica, e, irmão, essas TVs maiores assim, elas são uma bosta pra levar, porque ela não cabe no carro, é tudo, você tem que baixar o banco, é um negócio... É, a minha TV tá queimada aqui, tem uns quatro meses eu não cheguei nem da parede. É desproporcional o negócio, dá uma preguiça inacreditável de... Sem você falar que eu tô sozinho aí pra carregar, mas é horrível. E aí, levei...
O cara consertou. O cara mandou assim, cara, era só um LEDzinho, troquei lá, aí deu 400 conto lá. Aí eu, ufa, pelo menos não tive que comprar uma TV nova, né? O seu era LED, aquele de iluminação, é isso? Era, era uma faixa, uma faixa de LED, eu acho. Aquela que ilumina a TV. Isso. É isso, o meu também é isso. Ficou tipo uma mancha escura assim, sabe? Dá pra ver. É, porque ele apaga aquela faixa. Fica apagado, né? Fica a imagem, só que parece que ela tá apagada. Pouco brilho, brilho mínimo. Isso, isso. O meu é isso também.
Fica meio uma sombra assim, sabe? Mais quando você bota a sombra no Photoshop assim. E aí, quando foi alguns dias atrás, apareceu uma lista. Antes o problema era horizontal e apareceu uma lista vertical do lado esquerdo da TV. Uma lista assim, a mesma sombra. E é o Caracama.
Não é possível. Foi a faixa na outra lateral. E aí quando eu via alguns filmes que a tela é um pouco mais escura, não dava nem pra ver. Mas você vai assistir o futebol que a tela é verde, né? Tava lá a mancha, a sombra, né? Aí eu falei, não, eu vou ficar com essa porra aí. Deixa aí. Eu tenho que me abstrair aqui. Tem muita gente, com certeza tem gente que tá ouvindo esse podcast que tem uma TV que tá com uma listra com alguma coisa e não mandou consertar porque fala assim, já me acostumei com essa porra dessa lista.
Pô, antigamente essas de tubo, a que tinha mancha no canto da tela, era de lei, foda-se. Isso, fica lá e vai levando. Uma hora você acostuma, isso sim. Aí tinha um dia que você ficava puto, você pegava um alto-falante de carro com aquele ímã poderoso, tentava arrancar a mancha. Já fizeram isso? Você tenta expurgar como se estivesse fazendo um exorcismo na TV. Eu já ouvi falar, mas nunca fiz, não.
Jogando a mancha pra fora. Eu sempre posto quando acontecem essas merdas assim. E aí chega um cara que trabalha nessa área e fala assim, Júlio Zé, é fácil de resolver. Abre aí tua TV. Isso, cara, moleque. E aí procura na posição exata o cabo flat e não sei o que. Vê se tira, depois coloca um durex em cima. É, cara... E aí
Né? Faz sim, pô. Eu não sou dessas pessoas que tem essa habilidade de simplesmente abrir coisas e concernar, sabe? Eu não sou. Não sou. Já tentei fazer isso algumas vezes e instalei. Tipo, montei meu computador, fiz essas coisas assim.
Mas eu prefiro não mexer nessas coisas, porque como eu não conheço... Eu montei meu computador. Jundir colocou o cabo de energia, o cabo HDMI, ligou no monitor, montei meu computador. Eu já comprei as peças separadas e tudo. Porque não é difícil, é basicamente plugar, né? É diferente você abrir uma TV, sabe? E tipo assim, às vezes é melhor não fazer, porque às vezes, por exemplo, eu tenho um amigo que ele abriu um controle de Dreamcast uma vez, simplesmente por abrir... Não conseguiu fechar. Não conseguiu montar de volta, filho.
Perdeu. O bagulho ficava numa caixa todo desmontado. Tem gente que tem mais habilidade de fazer tipo, coisas de casa. Ah, trocar lâmpada. Suave. Trocar uma torneira. Suave. Você tentar consertar um sanitário ali ou da descarga.
Dá para fazer, porque você encontra assim... Troquei esses dias, mas é um trabalhinho, tá? Mas agora, você trocar uma tomada, todo o negócio da tomada, eu já evito fazer isso, porque eu não gosto de mexer com energia. Caraca, esse é mais fácil que o da caixa copada. É muito mais fácil, mano. Muito mais fácil. Tomada é o mais fácil. Justo, justo.
Prefiro não mexer. É só você não tomar choque. É porque eu já levei um choque... Tem que desligar a energia, no caso. Eu já levei um choque descomunal quando eu era criança. Eu quase fico pregado lá na parede. E aí isso me deu um trauma absurdo. Eu não mexo. Tanto que quando eu falei o negócio do chuveiro elétrico, eu preferi cortar, mandar cortar os fios do que mandar consertar o negócio. Que loucura, mano.
Cara, o Bruno se diverte. É porque eu já vi o cara no trabalho. O cara tomou um choque de 13 mil volts, mano. Meu Deus!
Quero perder o braço, não? Porque, vou dizer, mano. Não, porque quando a tensão é muito alta, se você ficar preso, você morre. Mas o arco voltaico te joga pra longe. Tipo, o cara só tomou choque e levou uns 10 metros. Eu vi um vídeo recente aí de uma galera que levou um choque e o outro foi ajudar e o outro ficou pregado no outro, e o outro ficou pregado no outro. É, então isso que não pode. Você não pode fechar o circuito, entendeu?
E aí, essa mancha vertical que apareceu, simplesmente virou linha. Ela sumiu, a mancha, e virou linha. Sabe que o cara pegou um pilô e riscou assim, de cima a baixo? Ficou uma linha preta assim. Sim. E aí, caraca, mano.
E agora? Pelo menos sumiu a mancha, mas ficou essa linha aí. Dá pra aguentar essa linha, né? E aí a linha virou duas. E depois virou três. Mas pertinho uma da outra tá afastada, tipo... Paralelas, paralelas, assim. Tipo, os dois dedos, assim, de diferença de uma pra outra. Putz, aí começa a ficar ruim. Porque quando tá juntinho, assim, ainda beleza. É uma linha só, tecnicamente, mas quando tá afastada assim é pouco.
E aí o que é que aconteceu? Eu simplesmente tava lá... Vou jogar o Crizen Desert. Tava jogando. Fui ligar a TV. Liguei lá. Abri o jogo. E a TV reiniciou. É o quê, baby? Caralho, aí já tá indo pro buraco mesmo. Aí eu... Caralho, o que foi que aconteceu aqui? E aí ela ficou reiniciando. Apareceu o nome lá. Ficou presa em looping, assim. Reiniciando, reiniciando.
Até que não aparecia mais a logo da Samsung. E ficava só a tela... Meu, que você sabia que estava clareando e ela escurecia. Eu estava fazendo isso. E aí eu pesquisei. E é sempre as piores coisas. Você pesquisa e diz, tenta fazer isso, tenta fazer aquilo. Não deu certo. E ela passou a não ligar mais. É isso. A TV simplesmente morreu. No momento da gravação desse podcast... Você está sem TV?
Estou sem TV na sala, né? Eu tenho a TV do quarto, que é Samsung também, de 55, mas a da sala aqui é de 65, ela tá queimada. E aí eu vi um serviço aqui de Fortaleza que o cara vem buscar a TV. E isso me tirou um peso inacreditável, eu falei assim, é isso. Nem que seja pra ele levar e dizer que o orçamento é a metade de uma nova e que ela fique lá, sabe? Porque eu não vou consertar mesmo, aí fica a TV lá. E aí eu tô aguardando vir buscar.
E aí eu só tô triste, porque eu sei que eu vou ter que comprar uma TV nova. Na véspera da Copa do Mundo, eu vou ter que comprar uma TV nova. Tem loja aí que tá dando garantia. Você não precisa pagar a sua TV se o Brasil ganhar a Copa. Vocês viram isso aí? Casas Bahia, né? Tão botando tanta fé... É. Que não vai ganhar. Tão botando fé. É, tipo assim, basta ser o carnê de 48 vezes. Se o Brasil ganhar a Copa, você não precisa pagar. Porque também essa porra não vai ganhar de jeito nenhum. É. O cara tem que fazer um cálculo aí, né, Vando? Porque imagina se ganha.
Não, isso aí é... Não, mas não ganha, mano. Isso aí que é difícil, mas... Estatisticamente, tá muito osso. Mas aí é bom pra quem já ia comprar a TV, tá ligado? Optar pela Casa Bahia. Porque o cara, tanto faz. Se ganhar, beleza. Se não ganhar também, ele sabe que ele vai ter que pagar. Não, mas e os juros bonitão do carnê? Fazer carnê é juros do caramba, mano.
Essa minha TV, ela tem 5 anos. Vai completar agora, no final do ano, 5 anos. Tá? Já durou mais que teus fones aí. Então. Já saiu o quê? Dois fones foram embora juntos. Não é foda isso? Porque às vezes as garantias... Eu recebi diversas garantias de alguns produtos. As garantias duram exatamente... Ah, é, garantia de dois anos. Passou da garantia de dois anos, já dá problema as coisas.
Eu não sei o que está acontecendo, mano. Ventilador dando problema. É, eletrodoméstico dá problema. Eu tenho aquele forno cooktop, assim. Dá problema toda hora, assim. Eu não sei qual é o rolê. Foi só eu que ouvi isso. Qual é o forno? Cooktop? Cooktop. Ah, tá. A gente está falando no cooktop.
Não, não, o cup top é outra coisa, né? Two cup, pôs... O que isso? Mas, eu não sei o que que tá rolando, mas os produtos, eles não tão durando mais como durava antigamente. Se bem que é pior isso aí, hein, mano? Fala de novo, Júlio Nandir. Cook top? O Bruno se diverte, meu Deus. É isso. Vai ficando velho e começa a rir sozinho. Pensa nisso, pensa nisso. Pensa no cook top.
O que é que eu falo? Cook? Cook top? Não, mas pensa nisso, só pensa. Pensa nisso. Cook top? É isso? Pensar na piada de quinta série? É isso? Eu fico triste porque as coisas estão cada vez piores. A gente vai no supermercado, aí tem lá os produtos. Eu lembro da Cream Cracker, né? Uma bolacha clássica aí, né? De Atomacom.
E simplesmente... A famosa bolacha aguissal. E aí, eu lembro que o pacote era grandão e agora o pacote é menor. Ele é menor e não tem... O pacote diminuiu e o preço não diminuiu, né?
Tá impossível, mano. O Evandro mandou exatamente a compreensão da Brasília. O fogão de cooking top. O anúncio da LX, é. Quatro bocas, inclusive. Cooking top. Eu falei aí, pô. Eu acho que eu ouvi.
colocar aí na capa desse podcast o Cooking Top. Mas as coisas diminuíram. Eu lembro que isso aconteceu muito durante a pandemia no supermercado, né? Que a gente ia comprar um quilo de frango, sei lá. Um quilo de frango congelado. E aí, o mesmo frango passou a ter 700 gramas e o mesmo preço do frango de um quilo, né? Então, as coisas diminuem e a qualidade também diminui, né? Dos produtos, né?
Tanto que hoje não tem mais... O leite condensado, né? É outra coisa, né? Calma, não é que não tem mais. Tem o leite condensado e aí você tem a mistura láctea, que aí é mais acessível, né? Tu fala do sabor. Tem creme de leite. Sabor leite condensado. As manteigas misturadas com margarina. Ou creme de leite.
O Toguro que inventou esse negócio do sabor energético, do produto que ele lançou lá da mansão Maromba, ele estava aqui em Fortaleza, porque ele fez uma ação com o time do Fortaleza. E aí ele faz os videozinhos dele visitando. Ele está fazendo marketing de muitos lugares. Está gigante o Toguro. Sim.
E aí, simplesmente, ele foi na loja do Fortaleza, e aí o cara da assessoria estava apresentando para ele, ah, isso aqui é a loja, isso aqui são as nossas camisetas e tudo. E aí ele perguntou assim, por que a camiseta está custando 400 reais? Aí ele falou, não, é porque o material, não sei o quê.
Ele é, mas não é meio triste a gente andar na rua e ver que as pessoas estão usando a versão pirata da camiseta ao invés de comprar essa daqui? Porque ela tá 400 reais e é inviável pras pessoas comprarem. E o cara ficando com cara de cu inacreditável assim, sabe? É foda, né? E o cara, coitado, nem tem culpa.
o vendedor da loja só tá vendendo só quer vender tipo assim, o Toguro também tem um ponto forte, saca? só que o vendedor não tem culpa, mas bicho, é duro demais principalmente com o advento das tailandesas exato porra, 500 conto o cara compra 4 ou 5 camisetas dependendo, muito parecida com a original
Esse mesmo preço que está a camiseta do Fortaleza hoje é na época que ele estava na Série A e na Libertadores. Então, não parece que faz muito sentido. Ah, não, porque você compra a camiseta e ajuda o time. Mas por que esse valor aí? O Fortaleza, o material esportivo é próprio, né? Ou não é mais? Não é mais, é da Volt. É Volt. Ah, tá. Antes era próprio, né?
E aí antes, quando era próprio, tinham algumas versões mais populares das camisetas, né? Mas era popular, assim, R$200. Ainda assim, é um valor muito alto, né? E aí o Toguro fala, por que vocês não fazem uma versão popular mesmo assim? Que seja, sei lá, R$100? R$80? Até menos, é.
que seja compatível com o que a galera compra por aí. O cara que vai no jogo quer ajudar o time, né? Tem um produto licenciado e tal. E aí eu vi o comentário de, assim, você não baixa o valor para não desvalorizar a marca do time. Porque as outras não vão baixar também. Aí, tipo, o Fortaleza vai vender a camiseta de R$80,00 e vê a do Ceará de R$300,00. Aí fala assim, então a do Ceará deve ser melhor, né? Sabe essa comparação de que o preço é melhor do que isso aqui?
E aí, você olha, a camiseta nova que o Corinthians lançou é quase R$ 700, cara. A camiseta do Brasil, cara, a seleção brasileira, caríssima também. Então, é um valor meio desproporcional, né? Virou o quê? Um artigo de luxo? E eu sei que sempre foi muito caro, mas dessa vez tá tudo muito...
mais caro ainda, né? É que se convencionou, é isso, tipo assim, qual o valor médio de uma camiseta de um time da Série A? Ah, R$350,00, então, não é porque eu sou o Mirasol que eu vou vender por 100, porra, eu quero vender o mesmo valor da camisa do Flamengo, sabe? Sim. E aí os caras ficam nessa, tipo, eu acho que deveria ter uma linha mais acessível, ou até a própria oficial mesmo ser mais barata, cara, porque dá, dá. E eu sei que tem, né?
Eu sei que tem alguns alguns times fazem essas edições mais acessíveis do tudo, mas não me parece ser muito acessível mesmo, sabe? Porque a galera prefere comprar pirata também, porque as piratas hoje em dia tem muita qualidade, né? E o cara vem assim, pô, é isso, eu vou comprar uma que é muito parecida com a oficial e é 60 conto, 50 conto.
O cara compra essa, né? Tanto que houve um movimento muito grande de tirar do ar nessas propagandas das camisetas falsificadas do Brasil, né? Ah, mas os caras dão um jeito. Esses dias eu tô num grupo de futebol lá que os caras mandaram os anúncios da tailandesa. Aí os caras botam como se fosse capinha de celular, mano.
Mas é a camiseta do... É a camiseta bem pequenininha, dentro da capinha, na imagem. E aí tinha lá. Muito foda. O que saiu já, senão mandava no grupo aí. Os caras sempre dão o jeito, mano. Tá londezinha na Shopee. É muito louco. Mas esse negócio do Togura é muito foda, porque ele tá fazendo propaganda de tudo, né? Ele ficou muito grande, né? Ele meio que furou a bolha, né? Esse negócio do sabor.
Em 2023 ele já tinha estourado um meme nacional que era em pleno... 2022, na verdade, nem foi em 2023. E aí agora, cara, é porque ele ficou gigantesco. Como youtuber, principalmente da Maromba, ele é de longe o maior. Em pleno 2022, o ano da Copa do Mundo, né? O ano da tecnologia, é. E aí ele passou o Cariani em números no mundo da Maromba.
É que o Cariene ficou naquele negócio dos memes com aquele outro fortão lá. O Júlio. O Júlio, né? Eles fazendo juntos e tudo, e levando a galera. Inclusive, eu tô muito fixado nos vídeos do Speed com luva de pedreira, mano. Meu Deus, mano. Dois Pokémon. Eu tô... Dois Pokémon conversando, bicho. Caraca, eu tô...
É o Pokémon Pocopia mesmo, né? Tipo assim, o Pikachu conversando com o Charmander. O Pikachu falando. Pikachu, Pikachu, Pikachu. E é o outro Charmander, Charmander, Charmander. Cara, é uma loucura inacreditável o Luva de Pedreiro falando em português e o Speed tentando falar, tentando entender as coisas em inglês, caralho. Mandei o vídeo que o Jura tinha mandado no grupo da Fofoca, inclusive. O Luva perguntando onde vai xixi. Onde o cara mija.
Vê isso aí, Filipe. Ô, Bruno, aí eu lhe pergunto. O quão distante isso aí tá do Brinorote que a gente viu lá no bônus? Da novela do Abacatudo. É. Mas é o Speed. O Speed é muito famoso, né? É um desses... Ele é gigantesco. É o iShowSpeed, né? Ele é muito famoso. Eu viajo o mundo inteiro fazendo live quase aí já.
E o Luv de Pedreira é o maior influenciador da história do Brasil, né? É isso aí. Que é bizarro. Calma aí também, cara. Não, pô, o cara é foda. Luv de Pedreira, ele tem um carisma. Ele tem um carisma que ele é surreal, assim. E ele já... E todo mundo gosta dele, mano. Porque ele fala em português com o Ibrahimovic, mano. E o Ibrahimovic não vai entender. E ele tá nem aí pra isso, cara. Ele não faz o mínimo esforço em se fazer compreendido pela galera, mano.
É a comunicação no seu sentido mais cru. Teve um dia que eu fiquei vendo três vídeos seguidos assim, que eu chorava de rir. Eu falei, não é possível, cara. E tem cara que não é combinado. Não tem como você combinar isso. Um roteiro desse aí nem a mais noia faria. Ele demora 30 segundos pra lembrar de falar a palavra banheiro.
Sim. É, ele faz a pergunta, onde é que o cara mija aqui? Onde é que o cara mija aqui? Ei, onde é o cara mija aqui? O que? Onde é que o cara mija? O que? Mija. Beats? Shhh, onde é? Beats? Barrel. Barrel. Meu barrel é aqui! O que é? Onde é? Isso é meu barrel.
Onde é que o cara mija aqui? Que eu tô mijando. O que? Onde é o bairro, o bairro. O que é o bairro? O que? O que é o bairro? Mija! Mija! Onde é que o cara? Banheiro, banheiro. Oh, banheiro! Banheiro, banheiro! Banheiro! Banheiro! Banheiro! Banheiro! Banheiro! Banheiro!
Mas o Jundir falou aí que ele é, ó... Queria trazer um debate pra mesa. O Jundir falou que ele é o maior influenciador brasileiro. Quem vocês acham que são as pessoas mais famosas no Brasil hoje em dia? Que são brasileiros? Pessoas únicas? É, pra pessoas brasileiras, é. Viva, viva, viva. Não sem Pelé e coisa e tal. A Virginia? Não. Não, mano. Será? Tipo, a Gisele Bitt é muito mais, porra.
Ah, peraí, tá ligado? O famoso, o meu exemplo sempre é o famoso vai em qualquer capital do Brasil e mostra a foto da pessoa. Entendi, entendi. Paleatórios na rua. Ah, porque aí eu tô incluindo o mundo também. Sim, isso que eu tô falando, tipo, se eu pegar 100 pessoas no centro de Fortaleza e eu mostrar a foto da Virgínia, quantas vão saber que ela é Virgínia?
Não, eu acho que o Neymar. O Neymar é muito famoso. Mas é o mais famoso? Essa é uma boa pergunta. Você acha que é mais do que o Lula e o Bolsonaro? Eu acho que é capaz de você ir, sei lá, nos Estados Unidos e ninguém saber quem é Lula e Bolsonaro. Não, porra, mas no Brasil. Ah, no Brasil, no Brasil. É, no mapa do Brasil. Dentro do país Brasil. Quem é o ser humano mais famoso que existe? Eu acho que a iconografia do Lula é muito famosa, né? Então é difícil a pessoa não saber quem é o Lula, né? Mas o Neymar é muito famoso, mano. É muito. Nível mundo.
Será que seria... Então, mas é que tá, eu acho que o Lula e o Bolsonaro, nesse quesito, estariam empatados, mano. O Bolsonaro também é brabo como figura, tá ligado? Não, é tipo o William Bonner. Tu acha que não era muito conhecido, não, no Brasil inteiro? Talvez também pegaria top ali. É, Ana Maria Braga. Porque é muito tempo... Não, não. Faustão, Faustão. Faustão é conhecido, mano. TV é muito... O TV é um colosso, né, mano? TV é o que eu tô falando. A pessoa tá assim na TV. É mais do que um Lula e um Bolsonaro, hoje em dia?
É que política está na vida de geral, né, mano? Há alguns anos já. Mas nas crianças, será que as crianças... Está na vida das crianças? As crianças conhecem o Faustão, pô. A criança sabe quem é o Neymar, mas sabe quem é o Neymar. Neymar. Então concluímos aqui com o Neymar do brasileiro mais famoso atualmente.
Nessa rápida conversa de dois minutos. Não, quem sabe quem é, cara? Não dá pra saber. Cadê? Eu quero a opinião do Bruno. Quem você acha que é, Bruno? Quem é o brasileiro mais famoso atualmente? O brasileiro mais famoso atualmente? Famoso é assim. Em qualquer... Famoso. Povão. Povão. Você mostrar a figura do Raimundão. Dentro do Brasil. Dentro do Brasil? Dentro do Brasil. É o Lula. É o Lula, pô. Não, não precisa.
Você acha que ele é mais que o Bolsonaro? Ou teria um empate técnico? Para as crianças, Bruno. As crianças, assim, chega lá, tipo assim, a criança lá na alfabetização e mostra a foto do Lula, a galera vai saber quem é o Lula? É o Neymar, não? Não é o Neymar, não? Neymar? Não, eu estou fazendo uma pergunta. Mas a gente pode criticar o que foi o Neymar, mas ele famoso, ele é, mano. Tá, tá entendendo. Pra caralho, tá maluco. Entendi seu ponto. Entendeu? É, talvez no universo infantil, o Lula e o Bolsonaro não sejam personagens tão... Tão presentes aí.
Vocês me pegaram agora. E o POD e o PAH, vocês acham que tem representante de Vidade Nacional? Nenhuma. POD e PAH? É, se mostrar uma foto do POD e do PAH juntos. Não. Não, acho que não. Nenhuma.
Nenhum deles, nem Felipe Neto, nem o Whindersson, assim. Eu acho que o Neymar... Eu vou colocar esse triângulo aí. O Neymar e o Bolsonaro. Que grupinha, hein? Que galera. Essa turminha aí do barulho. Que galera boa pra se ter no WhatsApp.
Cara, é famoso. Eu acho que iria por aí também. Futebol é muito forte. E se for mundo, tipo assim? Mundo, é. O brasileiro vai ficar falando do mundo. É o Neymar ainda? Eu acho que a galera que não curte futebol tá, tipo... Eu acho que esse pai é uma pessoa tipo a Gisele Bittgen, que eu falei.
Mas Gisele Bich está fora há um tempo, né? Então não sei nem se as pessoas... Porque ela é muito conhecida nos Estados Unidos, que é um pedaço muito grande do mundo também. É o Wagner Moura. No momento é o Wagner Moura, o famoso mundo. Mas aí, tipo, qual é o brasileiro mais famoso na China e na Índia? Aí pronto, aí você já... Aí já ganha, né? É o Neymar, mano. Então é o Neymar.
É, China e Índia, porra. Tá ligado? Se o cara ganhar esse demográfico aí, filho. A gente tá falando de popularidade, tá? Não é de, ah, é porque é a melhor pessoa. É, não é seguidor no Instagram. Sim, é o que eu falei, a pesquisa seria. Mostra a foto dessa pessoa aqui, a galera conhece? Era o que antigamente era o Ronaldinho Gaúcho, né? O Ronaldinho Gaúcho, ele era essa personificação de onde ele passava. A pessoa sabia.
A pergunta, precisa estar vivo? A ideia era ser vivo. Se não é o Pelé, não tem jeito. Se não era o Pelé, eu ia falar. Mas criança sabe quem é o Pelé? Não, mas se a gente olhar o mundo é forte. Se for nas crianças, cara. Qual a porcentagem de criança no mundo? Pelé. O mundo está acabando. Pelé que... O pai do Neymar comprou a marca Pelé, hein, Bruno? Que tristeza. Pois é, né? Como é o nome do Snoop Dogg, Evandra? First name, last name, last. Esse vídeo é muito foda.
O Snoop Dogg fica incrédulo Que o nome do cara é só Pelé E aonde ele chega as pessoas sabem que ele é ele Pay Motherfucking Lay É Esse vídeo é bom pra caralho É o Snoop Dogg e o Tyson, né? Acho que é isso mesmo Os Snoop Dogg e o Tyson Pay Motherfucking Lay São duas pessoas extremamente questionáveis também, né?
Que loucura. O Mike Tyson é uma das pessoas com as histórias de vida mais maluca da história. É, primeiro que foi preso, né? Tem muita merda, né? Exato, ele saía da cadeia, já lutava, cada vez que ele saía da cadeia ele voltava mais cabuloso ainda. E se a gente abrir Brasil e, assim, qualquer pessoa no mundo, quem vocês acham que é o mais famoso? Vivo. A pessoa mais famosa do mundo? É. Porra, aí é assim isso, hein? É o Donald, Pato Donald Trump?
Não, não. Não. Não, vocês acham que não? Acho que não. Vivo, personalidade viva de novo. Vivo, é. Eu penso em todas as faixas etárias, tá? Eu penso em todas as faixas etárias, assim, de... Pra adulto, né? Não sei se é o dono de... Mas não é o Cristiano Ronaldo, não? Cristiano Ronaldo talvez seja. No mundo? Cristiano Ronaldo é foda, hein, mano? Porra, porra. Quem que é mais famoso que ele, mano? Pensa bem. Se for usar a métrica de seguidores no Instagram, é ele, porque ele é a pessoa com mais seguidor. Ele é a pessoa com mais seguidor no Instagram? Porra, é um ponto. Sim. Pera, ele tem mais que as Kardashian?
Bruno, sabe qual é o arroba que ganha do Cristiano Ronaldo? Arroba Instagram, a única. Que é seguindo quando você... Que em um momento, exatamente, quando você criava a conta, você seguia automaticamente. E ainda assim não é muito longe não, se liga, acabei de olhar. O Cristiano tem 673 milhões, o arroba Instagram tem 700 milhões. Caraca, está muito perto, mano. Tem chance de passar. Então, mas você vê, tipo assim, a loucura que é o maluco. Eu acho que é o Cristiano Ronaldo então, né? Ó, deixa eu ver aqui em Kardashian.
Mano, vocês estão... Em Kardashian tem 352 milhões. É metade. É isso que eu tô falando. Tipo, quantas pessoas lá do... Neymar tem 200. Quantas pessoas lá na China, na Índia, no Paquistão... Vamos ficar falando daqui em Kardashian, em vez de falar do que chama. Não, nem tem como. Não, o CS7, ele é um... Perto do futebol, essas minas aí, é igual a Virginia pro Brasil, pô. É a mesma coisa que falaram. O Messi, o Messi tem 512 milhões de seguidores. O Messi é bravo. Inclusive, bela a campanha da Lego, vocês viram? O Messi deve estar entre os mais, hein? O Messi.
Aí eu vi e comprovou que ninguém estava junto, né? Sim, tudo foi pó. Todo mundo separado, né? E o Neymar triste, né? Porque não está lá, porque quem está é o Vinícius Júnior. Era para ser ele, claramente era para ser ele ali, mano. Botaram o Vinícius Júnior ali, né? Vinícius Júnior, fim de uma era. Tem que botar alguém que vai para a Copa, né? Mas também é outro ruim, não dá. Diferentemente do McDonald's que botou o sanduíche da Itália. Ah, mas aí sempre tem e vai vender para caramba.
Caraca, é mesmo, né, mano? A Itália não vai para a Copa de novo. As últimas vezes também tiveram. Terceira Copa seguida que a Itália não vai para a Copa, hein, mano? Jesus amado. Imagina aí, mano. Um chororô danado aí, né? Italianos, caralho. Nós italianos. Italianos era a cara da Copa do Mundo, né, mano? É, mas... Zambrota, canavaro, lembra? É. Pô, tá na moda esses vídeos, né? Chegou a hora da seleção. Vini Júnior. Vini Júnior. Neymar.
Lembra do... Chegou pra você? Chegou, né? Óbvio. Não sei, não. O grito feito IA das seleções? Ah, não, é. Da música da França e fizeram no Brasil, né? Dembélé, Dembélé. Maneiro, maneiro. Da França é boa. Do Brasil eu achei meio qualquer coisa. Mas é porque a seleção da França é absurda, né? O negócio... Chegou a ver isso, Felipe? Eu não vi isso, não. É uma musiquinha do... Vai falar o nome dos caras. Tipo a da França tinha em 2018.
Mas essa foi feita na ideia Só que é uma música de verdade, né? Você é louco, mas se os caras tocam isso aí na Copa Dá medo, mano, não tem jeito Porque o time é bizarro
Na pauta Copa, a Panini anunciou o álbum também. Caríssimo. Vai fazer esse ano, vai vendo de novo? A gente sempre faz, né? Talvez eu tenha comprado o equivalente de figurinha que dá pra preencher três álbuns já. Já comprou? Sim, pré-venda, né? Tem que garantir.
Talvez eu tenha virado Magalu ouro de tanta figurinha que eu comprei na Magalu que tava mais barata. Tá, porra. Tá, eu tô vendo aqui. Envelopes, kit com 12 envelopes, 84 reais. Que isso, gente? Que negócio caro é esse, mano? 3 mil figurinhas eu tenho, supostamente, na pré-venda. Porque eu sou rica!
Quero preencher um e vender o outro pra pagar o que eu preenchi. Esse é o plano. Que isso, maluco. Mas eles tiveram que mudar, né? Porque vão tirar a Itália. Tem um monte de jogador que foi cortado aí. Só teve pré-venda no momento. Não mostrou por nenhum. Eu achei o meme engraçado. Já dava pra você comprar a ingressa sem saber quais eram os jogos, né?
Eu vi o meme engraçadíssimo da galera meio que numa sala de reunião desesperada e aí falou assim, esses são os donos da Panini com a eliminação da Itália da Copa do Mundo. Tem uma edição numerada que é exclusiva da Leitura, que é uma livraria que tem alguns estados do Brasil muito forte na Nordeste. Mas é daqui, né? R$ 1.129,00.
A leitura é a livraria resistente do Brasil, né? Sim. É daqui de Belo Horizonte. Todas fecharam, né? Foi a que assumiu todas essas outras grandes que fecharam. Essa leitura meio que assumiu a posição delas, é.
E é enorme, né? Todas as... Começou com uma livraria de bairro aqui em Belo Horizonte. Kit exclusivo, álbum, Copa do Mundo, ouro numerado, com 150 envelopes, ou seja, 1.050 figurinhas. E um brinde voucher de 50 figurinhas. 1.129 reais. Mano, Jesus. Foi isso aí, mano? Comprou? Mandei no chat aí.
Logo o país da Panina. Caraca, quando é muito sem noção, está maluco? Mas que isso? Só se viu uma vez, caralho. É a única coisa que eu conheci na vida. Eu só se vi uma vez, é isso aí, rapaz. Cara, esse é o que vem no estádio, né, mano?
Felipe, a única coisa que me interessa pro colecionismo é essa porra desse álbum. Inclusive, talvez o Detona vai ser um ponto de troca de figurinha em Belo Horizonte. Tamo vendo isso aí. Olha aí, fico à vista. Faça, faça que bomba. Eu fiz uma planilha, pô, pra ver quantas figurinhas eu já tinha comprado e quantos álbuns eu conseguia completar. E, inclusive, talvez... Meu Deus, Zé. O Detona faça seu próprio álbum de figurinha. Ó! Aí é maneiro. Caralho, aí sim. Estamos no processo.
De vocês fazerem, vai colocar o Olivet e Subasa, essas coisas? Não, eu não vou infringir nenhum direito autoral, muito obrigado. Ô, mas você viu que o pessoal levantou, o pessoal fez um levantamento que se fosse para você completar o álbum comprando mesmo, você poderia gastar até... Não, mas é o levantamento do louco, eu vi isso aí. Sete mil reais para poder... Ah, idiota! O mínimo é quatrocentos, um negócio assim, eu lembro que a conta é tipo essa.
Não, mas a ideia dos caras é o cara comprar e achar a figurinha. Ficar comprando booster e ter que achar de um em um, entendeu? Aí é loucura. O cara vai criticar meu fone de ouvido aí, caralho. Mas é uma bica. O valor pra completar o álbum é R$980, porque são 980 figurinhas e cada figurinha é R$1. Ah, caramba. Não tem inflacionado isso.
É, mas a ideia justamente é fazer troca. É que esse é o maior, né, Felipe? Está o mesmo valor da última Copa. Era R$1,00 a figurinha também. Ah, porque tem mais figurinha, né? Você que acha R$7.000,00, dá para comprar sete fones de ouvido que eu comprei, carai. Está maluco, R$7.000,00 de... Mano, você compra o Vini Júnior. Compra o Neymar, bicho. Eu não vou criticar.
Porque eu retomei hábitos aí. Agora, se fosse eu, tu tava criticando, né? Não, não, calma. Eu nem falei porque é a história. Eu nem vou criticar a galera da figurinha porque eu voltei. Ixi. Esse ano eu recriei hábitos aí que eu não deveria ter retomado e é um hábito caro, mano. Café. Não?
Café não, café é normal. Eu voltei tomando café e tá normal. Mas... OnlyFans. Voltei a jogar Magic. Cara, pô, tá aí se fodeu. E Magic é um bagulho, irmão, que se você abraçar, você tá lascado. Porque é um passatempo muito caro, irmão. Muito caro se você for levar a cena. É que tá muito na moda, voltou fortíssimo esse negócio do colecionismo de cartas, né? A gente falou até um dia desse do Pokémon.
E aí a Disney lançou o dela, não é? Não teve um dela que ela lançou, que tá bem famoso também? Tem um da Disney, tem vários agora também. Tem um nome específico, é o... Lorcana, né, o nome. Lorcana. Isso. É bem bonito. Tem o Final Fantasy, por exemplo, ele tem um card game próprio e tem o Final Fantasy dentro do Magic, cara. Meu Deus.
Mas Bruno, eu nunca joguei Magic. Você compra, vem aleatório as cartas ou você consegue comprar a carta que você precisa? Não, é assim, no mercado eu vou comprar tipo em loja. Em loja você tem os pacotes que são os boosters, os pacotinhos de booster. Você tem como comprar o que a gente chama de deck pronto, pré-construído.
Porque assim, ah, eu queria começar a jogar, aí você vai lá e compra um deck de 60 cartas, por exemplo, ou um deck que chama de Commander, que são 100 cartas. Então você pode comprar um deck pronto, e aí ele vai vir as mesmas cartas sempre. Vamos supor, se eu comprar um deck pré-construído, vai ser o mesmo que o teu se a gente comprar o mesmo.
Eu vou dar um exemplo. Eu tenho um deck de Cloud e um de Sephiroth. Eu tenho mesmo. Isso aí você compra. É um pacote que vem. Ele vai vir exatamente igual pra todo mundo. Aí como é que você faz pra diferenciar? Você compra os boosters. E aí os boosters você tem de cada... Aleatório. Aí é aleatório. E aí vem carta rara e tal. Só que a pegada do booster é cada... Você tem... Como é que eu vou dizer? Você tem universos dentro do Magic. O Magic ele existe como base desde 93. Então você tem as cartas Magic e aí...
Esse ano, por exemplo, vai ter um Magic especial de Vingadores, pra ter uma ideia. Vai ter um da Marvel. Tem da Sartarugas Ninja, tem de Avatar. Teve os do Playstation. Teve. Tem o do Senhor dos Anéis. Então, tipo, tudo tem temático. Fallout teve. E aí você pode comprar os Boosters temáticos.
Entendeu? E assim, pra você começar a jogar, não é caro, de verdade. Você começar a jogar, fala assim, eu quero jogar só pra brincar. Bruno, eu tô com um site aqui e tá falando que o deck do Cloud é 18 mil reais. Não, não é um commander do Cloud? Não é 18 mil reais. Eu não sei. Tem 100 cartas.
É que, por exemplo, se você quiser comprar uma carta que você quer específica, aí você vai ter que ir nesse mercado de segunda mão, né? Porque aí você tem as lojas, você tem esses mercados que o preço da carta sobe e desce, tem um preço médio que a galera paga, que ela valoriza, desvaloriza. Dá pra comprar 20 algo da Copa, Bruno. Então, mas não foi isso que eu paguei, cara. Você quer saber quanto eu paguei nesse deck que é um do Sephiroth e um do Cloud? Eu paguei 20 dólares.
Ah, você tá comprando em dólar, tem essa também. Nesse do Final Fantasy tem uma carta do Chocobo aí que é super rara. Isso. Que vem nos boosters. Um conhecido aqui dos amigos meus que jogam em BH tirou ela e vendeu por 14 mil reais a carta. Eita porra! Uma carta? E tirou pra jogar no dia que tava jogando um draft, Bruno. Os caras compraram vários boosters. O cara comprou vários boosters pra galera jogar um draft em casa. Na hora que a galera tava abrindo, saiu essa carta.
Isso que o Felipe tá falando. A gente já conversou sobre draft aqui, não conversou? Filipe, eu lembro da gente ter trocado essa ideia. Isso foi aqui, isso foi no bônus, né? Mas alguma coisa disso a gente falou. Mas pra galera que não joga, o draft é o bagulho mais doido de todos, porque o draft como é que funciona? Você vai chegar um dia, vamos jogar Magic? Vamos jogar Magic. Você não vai trazer o teu baralho.
Vocês vão comprar boosters na hora, ou pode comprar antes, mas vai vir booster fechado e a galera que for jogar vai ter que construir o baralho em cima dos boosters. Entendeu? Você tá entendendo, Evandro? Imagina assim. Deve ser divertido pra caralho a ideia. É, então, mas é como se fosse convidar alguém pra jogar videogame na sua casa, só que vocês não vão jogar o jogo que você tem. Você tem que comprar o jogo de videogame pra jogar aquele dia. Entendeu? Tipo...
e é doida essa ideia, porque assim, é legal, é muito divertido só que você tá gastando dinheiro toda vez que você vai jogar, cara tipo, você não pode usar a carta que você tem, entendeu o que você pode usar é, por exemplo, terreno beleza, mas as cartas de jogo mesmo os encantamentos, os feitiços, essas coisas criatura, tem que ser de dentro do booster que você comprou na hora, ou você comprou pra aquela ocasião, você abre um booster e distribui as cartas que estão ali entre os jogadores entendeu, é um bagulho muito doido eu vou explicar o meu eu vou explicar o meu eu vou explicar o meu eu vou explicar
E pra colecionar Magic, eu não tô nesse nível, eu não sou desse nível. Eu vou ter que jogar mais por jogar mesmo. Mas cara, carta de 14 mil reais é lugar comum que o Felipe falou. Tem carta de milhão, filho. Tem carta de milhão. Mas assim, tem o famoso meta, né? Que nem o Marvel Snap ou o Hearthstone. Um deck do meta atual. Se o cara quiser ser competitivo, jogar tipo assim. Tem o meta ali pra ele competir legal. Quanto custa?
Cara, hoje dentro do meta você tem baralhos pré-construídos que podem... você pode pegar um baralho pré-construído, fazer pouca modificação e entrar num torneio, por exemplo. Então vamos colocar... Dá pra você participar... não ganhar, mas dá pra você participar de um torneio com uns... vai, colocar uns 500 reais?
É, não é tanto. Pra participar de um... Não é tanto, não. É um hobby carinho, mas, porra... Pro mundo que é, né? Que você falou que tem carta de milha é um. Mas quer saber o que eu acho da hora? Eles têm uns packs hoje em dia que chamam Starter Kits. Tem um que é do Foundations, que é muito legal. E tem um do Avatar, inclusive. Pra quem gosta da lenda de Young lá, o Avatar. Que eu estou falando do Avatar. Que eu estou falando do Avatar.
Não do James Cameron, da Lenda de Ang. Você compra uma caixinha fechada, uma caixinha fechada. Dentro dele, ele vem 200 cartas. E essas 200 cartas são divididas em 10 packs de 200. Desculpa, 10 packs de 20. E aí você pode misturar esses decks pra fazer deck novo. Então eu vou falar assim, pra quem quer só jogar pra brincar, eu acho que isso é super legal, porque você vai pagar, vamos supor, uns...
150, 200 reais. Isso não é um baralho competitivo. Mas fala assim, eu queria jogar deck com os meus amigos. Essa caixa é perfeitinha. 150, 200 reais lá fora, porque aqui no Brasil é um pouquinho mais caro. Você consegue 200 cartas e aí dá pra você jogar. Porque o Magic você tem várias maneiras de jogar. O Commander, por exemplo, que é um que tá bem famosinho hoje em dia, é um que você usa 100 cartas. E aí uma dessas cartas é uma criatura lendária que vai ser o seu Commander.
Dá pra você jogar, por exemplo, duas pessoas com um commander nesse que eu falei. Você pode jogar o standard que eles chamam, que é 60 cartas. Ou você pode jogar partidas menores, partidas curtas de, por exemplo, com baralho de 20 ou de 40, que aí você joga com menos pontos de vida e você joga rapidinho, são partidas de 30 minutinhos e tal, que é super divertido. Então, é legal pra quem quiser conhecer.
Só que é muito perigoso você se perder. Porque aí você vai começar a entrar nesse mundo de se eu quero montar um baralho competitivo, aí eu vou atrás das cartas que combinam. Porque aí você entra no meta do jogo. Isso que é foda, mano. Eu falo que eu jogava Hearthstone, Marvel Snap. Às vezes falta uma ou duas cartas pra você fazer o deck perfeito do meta atual.
Aí você fica, porra, cara, e aí? Se eu botar circuitinha contra aqui, eu já pego a carta. Aí você vai ver, o dinheiro tá indo embora. Pois é, exatamente. Bruno, mas tu tá colecionando ou tu tá jogando com alguém? Existe um negócio desse? Vai jogar? Não, eu comprei pra voltar. Não, não, eu comprei pra voltar a jogar de fato. Porque assim, eu jogava médicos. Tem pessoas, tu conhece gente que joga médicos? Sim, sim, sim. Vocês se encontram, vamos jogar médicos, gente, os quarentão assim? Sim.
Não só isso. Eu já falei pra vocês que eu sou o cara que eu vou... Eu fui num churrasco de família agora de Páscoa esse domingo e eu levei o médico pra gente jogar. Então o médico é o teu novo PSP. Porque lembra que tu levava dois, três PSP pra o pessoal jogar? É que eu já falei pra vocês que eu tô na fase de que eu já não levo mais videogame pros lugares, eu levo jogo analógico.
Então esse domingo eu levei lá um jogo de tabuleiro Inclusive Que é bem bacaninha pra galera que gosta de jogar Cooperativo, né Que é o Forbidden Island Que a Ilha Proibida, que tem uma série até Tem o Forbidden Island, tem o Forbidden Forest É bem bacana E aí eu levei o Magic também pra galera jogar E justamente o que eu fiz? Eu peguei decks menores Pra ensinar a galera a jogar Então a minha ideia não é Eu não tô colecionando porque é loucura E eu lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe lhe l
Assim, é loucura você entrar nessa pilha. Mas eu não vou mentir que eu fui atrás de certas cartas pra montar um baralho um pouquinho mais competitivo. De acordo com... Caralho, quer entrar nos campeonatos, é isso? Não, não, não. Porque aí eu tenho alguns amigos... Vai no Anime Friends competir? Não, eu tenho alguns amigos que jogam mais sério. Olha! Aí esses amigos que jogam mais sério tem uns baralhos um pouquinho mais, né?
É a turma que, ao invés de jogar ah, vamos jogar uma biriba, um buraco. Não, vamos jogar poker. Aí tem as fichinhas de poker e não sei o que. É isso. É um nível um pouco maior. Tu é desses, Bruno, que chega num churrasco e não troca duas palavras? Vamos jogar um baralho? Tem um joguinho aí. Um bom truco. Porque conversar a turma não quer não, né? Você tá rolando? Não, não. Você tá rolando, por exemplo, um truco, eu vou jogar. Qual a diferença disso pra Bet?
Caraca, total. Eu não jogo truco valendo dinheiro em festa de família, né? Não faz sentido nenhum. Mesmo quando a gente joga poker, a gente não joga poker valendo dinheiro em família, a gente joga lá pela graça de... Não. Uma fichinha feijão. Bota o feijãozinho. Não, a gente até tem o kit de poker com fichinha tudo, mas é isso. Baixa a luz, né? Bota a luz em 10% assim e vamos jogar, né?
Você perder já era, é isso. Você perdeu as fichas pra jogar. É bom jogar poker aí, é melhor jogar esses baralhos do Brasil aí. Do Brasil. Cara, esse baralho do Brasil. Truco, mal mal, cacheta. Não, é que poker tem seu valor. Eu gosto de truco e tal, mas poker tem seu valor. Só valendo dinheiro. Isso não tem graça nenhuma aí. Não, pô, tem. Você quer ficar na mesa, pô.
Ficar na mesa pra que eu possa mentir à vontade ali, não tem risco nenhum. Bruno, se você quiser ter todas as cartas do Magic segundo a IA, você vai gastar aproximadamente 3 milhões de dólares. Tá fácil aí. Pois é. Tem 35 mil cartas únicas já lançadas. Tem que botar uns jogos pra vender aí. Sabe o que é pior, Evandro? É.
Todo ano sai atualização. Então, por exemplo, todo esse ano já tem previsto, se eu não me engano, é o Strixhaven, esse da Marvel que eu falei, e tem mais uns dois ou quatro universos entrando. Esses universos chegam com a quantidade de carta nova.
Então, nunca termina, tá ligado? Esse é o problema. Todo ano você vai ter um universo novo entrando. E aqui tá falando que a mais cara até hoje foi a do Senhor dos Anéis, a Um Anel. É, o Anel. Que só tem um de um. Foda a ideia. E foi vendida por dois milhões. Aí tem um pessoal que faz...
É pra galera que aí tá jogando fora da cena competitiva mesmo. Quando o pessoal joga... Porque o médico tem a galera competitiva e tal, e tem o que a gente chama do kitchen table. Kitchen table é aquele modo... Modo VARSA, vamos dizer. Porque você joga só pras regras, não precisa obedecer não. E aí o pessoal tem o que eles chamam de... Como é que chama, Felipe? Quando você faz o print da tua própria carta... Eu esqueci como é que eles chamam, pô. Imprinting. Não, não é imprinting. Imprinting é outra coisa. Selfprinting. Não faço ideia.
Não é self-printing, mano. Tudo que eu sei de médica é tangencial. Scanner. Eye printing. Não, pô. Shadows. Herbersherbers. É... Mano, como é que chama? Print screen. Cara, se vocês querem falar, não vai ajudar. Mas o que é? A galera tira cópia? Dá pra ir pra carta, é isso? Porque aí quando você joga nesse modo de kitchen table, você pode simplesmente usar a cópia da carta. Você não precisa ter a carta de verdade, entendeu?
Ah, Copa Tanticada. Mas é pra durar mais a carta, é isso? Não, é pra você jogar com carta que você não teria. Por isso aí vai aparecer um jogo que todo mundo vai ter o anel, por exemplo. Ah, é NFT. É o NFT do negócio. Tem NFT, cara. Tem um nome, caramba. Carta pirata, caralho. Proxy. Isso, pô, Proxy. Isso o quê, mano? Pra coisar um quem com a é? Isso é bom pra garalho. Com o Shad GPT? Com a própria cabeça dele, mano, né? Shad GPT. São eles dando a resposta.
Você usa a carta proxy, ou seja você pega pra, vamos supor, você quer montar um jogo dentro do meta, mas você não tem a carta de verdade. Aí quando você tá jogando em campeonato isso não vale, mas em kitchen table, você pode pegar imprimir lá no papelzinho e bota dentro do... geralmente o pessoal bota os sleeves, né, que é aquele plastiquinho e tal aí você pode jogar normal, entendeu?
Cara, é muito legal, de verdade. Magic, assim, eu sempre fui um cara que eu já falei aqui, eu gostava muito mais de Spellfire na época do que Magic. E eu sempre guardei um ressentimentozinho da Wizards of the Coast, porque eles compraram a propriedade do Spellfire só pra poder acabar com o jogo. Eles mataram o jogo, pra não ter concorrência na época.
Só que Magic é muito gostoso de jogar, cara. É muito legalzinho. Vale muito a pena. Quem tiver oportunidade, experimente essas caixinhas que eu falei, que é muito divertido pra jogar. E, se possível, evita entrar na onda do meta. Porque custa dinheiro, cara. Custa dinheiro, assim. Entrar no meta.
Aí eu sou o otário pra comprar um fone de ouvido. Aí você é... O cara gastou 3 milhões em carta. Você tá chamando todo mundo que joga... Você tá chamando todo mundo que joga Magic de otário? 3 milhões em carta? Pra gastar 3 milhões em carta, Bruno? Eu não. Se bem que cada um faz o que quer com o seu dinheiro, né? Exato, é o dinheiro do cara, mano. Pô, deixa de dar pitaco no meu fone de ouvido, rapaz.
O meu problema contigo não é um fone de ouvido, é você ficar abraçando a marca e defendendo a marca. Eu tô abraçando a marca, eu uso o Apple, vou usar o... Tô tentando te ajudar, Jogandinho. Qualquer coisa. Ah, economizar dinheiro. É importante, né? No momento a gente precisa economizar mesmo. Tem um menininho que fala a boca foi feita pra comer, o dinheiro foi feito pra gastar.
Inclusive, dá uma dica aqui para os nossos ouvintes. Assinar o 99vidas.com.br barra bônus. Porque, meus amigos, vocês sabem, né? A gente estava um tempo aí com um patrocinador há muitos anos. Não existe mais esse patrocinador. Então, o 2099vidas, ele é, hoje...
100% dos nossos patrocínios, né? Então, assina aí pra fortalecer nosso trabalho, pra fazer com que esse podcast continue existindo, afinal temos alguns custos aqui, né? Do nosso trampo, né? Tem muita gente aqui que trabalha dentro do 99 Vidas, além do Quarteto, tem o próprio Edu, que é o nosso editor, tem o Kevin, que tá trabalhando lá na parte de webmaster e das postagens, das capas, as capas estão sendo feitas pelo Kevin agora, algumas edições no caso, né?
Você pode ver que nos últimos anos o 99 vezes deu uma mudada forte, assim, né? Sim. A estrutura do site e tudo mais. Trazer o bônus pra dentro do nosso site. Organizar o site como um lugar que o assinante vai poder passar bastante tempo.
se imergindo. Mas o nosso ouvinte, Jurandir Filho, ele tem vários benefícios aí exatamente por conta desse apoio que a gente tem dos nossos queridos, porque a gente pôde de fato mudar bastante coisa no 909 Vidas, trazer a galera mais pra perto.
melhorar a forma com que as pessoas consomem 99 vidas dentro do nosso próprio site, né? Isso foi graças a esses anos aí de apoio. Perfeito. Então a gente espera que continue, pra gente continuar entregando um trampo, que a galera gosta de passar o tempo dela aqui junto com a gente, né? Inclusive, Felipe, eu vou até jogar LOL, né?
Todos os dias. Olha aí. Tô jogando LOL. Duas, três horas por dia, tá? Acabou. Acabou o videogame, acabou essas coisas, é só LOL. Tô igual o Evandro com o Overwatch. E aí, eu decidi fazer uma maratona do 99 Vidas, do podcast 99 Vidas aqui no nosso site.
Tô fazendo isso no nosso site porque eu quero ficar com a janelinha do finalizado. Porque quando você escuta o podcast no site e você escuta ele inteiro, ele aparece finalizado ali embaixo. Aí eu decidi fazer a maratona, tô chegando no podcast 50 já. Tô indo desde o primeiro, né? E tô deixando comentários, tá?
14 anos depois, ele mandou o print esse dia maravilhoso, mano. Tem alguém perguntando assim, tá faltando um link de não sei o quê. Eu respondi, 14 anos depois, tá consertado. Tá aqui. É, bom demais, mano. Galera, ele não entendendo nada. Imagina o cara recebendo notificação, sei lá, que o comentário dele foi respondido.
Não, e aquele lá, o... Hoje, não... Esse podcast foi o 99 vidas. Ele comentou todos, né? Tem comentários em outras edições. E aliás, os podcasts antigos tem 400 comentários, 300 comentários. É um negócio bizarro, né? Era outra época de internet. E aí tem comentários dele que ele comenta não só o podcast, mas ele comenta também a abertura e dá nota pras aberturas.
E aí tem a abertura que são dois minutos. Caraca. Dois minutos. Ele falou assim, muito curta. Eu vou comentar dele. Hoje em dia tem a abertura de 40 minutos, mano. Então, eu estou fazendo essa maratona no nosso site. Está muito massa fazer essa maratona. É revisitar a história do próprio 99 Vidas.
E da criação de coisas. E eu tô fazendo essa maratona porque eu quero também pegar algumas ideias pra futuros podcasts, né? De coisas que merecem remakes e assuntos que valem a pena a gente voltar, né? A gente comentar e... E tudo mais. Então, ouvindo os podcasts fica mais claro isso na cabeça, né? Tem podcast que a gente fez assim, ah, vamos fazer um podcast sobre o Super Mario World. A gente já fez o remake dele, né? Mas eu fui ouvir o podcast Super Mario World, mano. O podcast, ele tem... O original, edição 16. Ele tem 36 minutos.
É, antigamente que era bom. Até o podcast 50, a gente tem muitos podcasts com menos de uma hora, né? E aí tem muitas discussões boas, bacanas, tem muitos memes, muitas coisas engraçadas. Muitas coisas datadas também, né? Porque algumas conversas ficaram no espaço e tempo, né? Tipo, de comentários que não seriam feitos hoje em dia, por exemplo.
Mas são frutos da sua época também, né? Então lá os registros. E também eu tô tentando voltar alguns podcasts que estavam fora do ar no Spotify e no YouTube por direitos autorais, tá? Então escutar é importante pra saber qual música que tem que ser retirada, né? E aí...
Não se surpreenda se ficarem aparecendo alguns podcasts antigos, novamente no Spotify, tipo a notificação, porque muitos podcasts saíram do ar, né? Quase 100 podcasts saíram do ar do Spotify, por causa de direitos autorais. Então, fica aí o aviso, tá? Mas acessa aí 99vidos.com.br barbonos para você assinar e fazer parte da família 99vidos e fortalecer nosso trampo aí, porque ajuda demais o projeto continuar vivo e forte!
Eu queria puxar uma vota nova, amigos ouvintes e amigos da mesa. O que vocês julgam do dia a dia de vocês? Tipo, eu anotei no meu bloco de notas aqui, ó. Falaram no Happy Hour. Coisas que você julga. Eu julgo pessoas que têm a própria foto do celular. Ih? Ah, que tipo do... Ah, de... Que tem a própria foto no celular? Não, de papel de parede, é. Papel de parede, entendi. Screen, screen, screen lock. Ah, tá. O fundo, seu fundo, seu fundo é tipo a sua foto. Exato. Não dá.
Pra mim, a minha nesse momento é a foto da Terra, né? Tirada pela Artemis lá, que eu achei incrível essa foto aí. Supostamente redonda, né? Você julga se for só a pessoa isolada ou a pessoa participa da foto? Tipo, uma foto de família. Não, só a foto de família é maneirinho, pô. Ou foto de casal, sei lá, eu acho ok. Agora é o momento de cagação de regra. Isso, a entidade pessoa única, a pessoa... É só a foto sua, Bruno. A sua foto 3x4. Não, só eu achei idiotice. Desculpa, idiotice não, mas...
Eu acho bizarro, né? Foto da própria pessoa ficar olhando. É, eu nunca usei não, mas eu nunca parei pra pensar pra julgar dessa forma. Mas agora talvez, vou passar. Pô, é estranho, mano. Aqui, ó. Você caça Bruno Carvalho, 99 vídeos no Google, sempre é essa foto que aparece, ó. Imagina que é essa foto na tela de... Caraca. Você tá bloqueado do Bruno. Meu Deus do céu, é a foto do André Marcos.
É, eu acho esquisito. Eu acho uma autoestima... Sei lá, foi o que eu falei, eu julgo. O Felipe tem a foto de casal aí, hein, Felipe? O Felipe tá apaixonado, né, Felipe? O Felipe tá vivendo o amor. Na minha... Pior que não tem no meu telefone, não. Foto de casal, beleza, mano. Agora a foto da própria pessoa sozinha, avulsa, olhando pra frente? É. Eu acho meio bizarro você ficar olhando pra si mesmo, né? Tipo, acho meio estranho. É o narcisismo, né? A gente não tem um narcisismo aí? Tem, todo mundo tem um pouquinho. Né? Augusto tem mais, né?
E anotei outra aqui. Essa aqui talvez pegue alguns ouvintes, mais ouvintes. Ah. Pessoa que cria peixe. Não dá. Cara, que é a que você fica o peixe. É. Mano, é assim. Você cria peixe, Felipe? Aquário. Não, tipo de estimação, assim? É, aquário. Ah, não, não, não. E dá o nome, o peixe peta. O puta aquário gigante no meio da sala. Não, exato. Não dá nem pra brincar com o animal. O negócio do animal é brincar, mano. Só fazer o disclaimer aqui, gente.
São cagações de regras, tá, gente? Então não leve a sério aí. Momento de cagação de regra, pô. Eu concordo muito com o Evandro. Eu nunca tive peixe, mas eu cresci na casa dos meus pais e meus pais tinham aquários com peixes. Eu também tinha quando criança. Meu pai sempre gostou muito de peixe. Mas, mano, aquário... Desculpa, gente.
Mas é o bagulho mais inútil do universo, velho. Só dá trabalho, mano. De dar benefício. Exato. Não tem benefício. Só tem trabalho. Mas tem que ter utilidade as coisas? Cara, mas não... Não sei. Velho, é o que o Evandro falou. Você quer ter um bichinho pra você brincar. Pra você interagir, tá ligado? Peixe você não pode interagir.
O bagulho fede pra caramba, mano. Isso que eu ia falar. O puta pedô. Bagulho fede. Aí você vai limpar. Quando você vai limpar, e principalmente aquário grande, aí você tem que tirar toda a água. Aí limpa aí. Mano, é muito trabalho. Puta limo, Bruno. A associação dos aquarianos tá puta aí, viu? Não, talvez tenha sido o fator decorativo, mas eu acho que todo o restante não compensa. Mano, é melhor você botar um papel de parede de aquário na TV, velho. Resolve já. Caralho.
Estou criticando o hobby das pessoas aí, cara. Aquário não dá, mano. Aquário não dá, velho. Não, foi o que eu falei, nada contra. Mas é que nem alguém olhar para o Bruno assim... Se eu adentrar em uma residência e tiver um aquário, sabe que na minha cabeça automaticamente vai falar. Mas é que nem olhar para o Bruno aí, de 45 anos aí e falar assim, o Bruno colecionando um Magic, cartinha, Bruno, diabês, que coisa mais inútil. Está no direito, se a pessoa pensa isso, ela está no direito. Eu consigo brincar com as minhas cartas, vai lá brincar com o seu peixe aí. Brincar?
Pode crer. Brinca com o peixe, mano. Brinca aí com o peixe. Vai lá. Pega teu peixe e leva pra casa dos seus amigos, hein? Vai fazer crueldade. Procurando o Nemo. Muito boa, boa animação. Não pra ter na minha sala, ocupando um espaço. Exato, é muito bom. A sala fedida. Nem criança eu tinha essa vontade de ter um peixe beta, igual o Evandro falou, que muita gente tinha.
Não, aqui em Fortaleza tinha uma prática nos anos 90 que era bem paia, que era colocar os peixes para brigar. Isso era paia mesmo. Não era galinha, caralho? Não, mas era o peixe beta. Rinha de peixe agora? Não sobrou nada para o Betinho. Era bizarro, mano. É bizarro. Não, outra. Eu vou falar, você quer que eu fale a real? Por que o peixe beta só é útil?
Caralho, a saúde da turma tá em dia. É quando os pais querem dar uma lição na criança de que a morte é isso aí, irmão. Entendeu? É isso. Porque morrem rápido. É que é mais rápido, né? Quem existe pra ensinar sobre a morte são os avós, mano, não é piche. Eu fui criticado pelo meu irmão esses dias aí. Eu falei assim, eu tava em casa, né? Tinha algumas horas que eu tava fora de casa.
E aí eu abri a câmera que tem na sala, que é pra vigiar os gatos, né? Pra ver como é que tá os gatos. E eu tava olhando, e ele, o que que tá olhando aí? Se não, eu tô vendo como é que estão os gatos lá. Que eu tinha saído pela manhã, e aí tinha passado a tarde fora, e era o começo da noite, assim. Aí eu queria ver como é que tava lá. Aí ele, que, tu fica olhando os gatos? E não sei o quê. E me julgando. Diz assim, vai ter um menino, mano.
Caraca, mas que isso, mano? Que isso, velho? Caramba. Ele virou avô agora? Salto lógico do caralho, né? Olha o gato, tem que ser pai. Os dois filhos dele tiveram... Que são meus sobrinhos, né? Tiveram filhos agora também. Obviamente, separadamente, né? Com suas respectivas aí. E aí, nasceram no espaço de quatro meses. De um e de outro.
E aí, simplesmente, agora ele tá nessa vibe, né? De criança, aí virei avô, aí não sei o quê, como é bom a criança dos outros, não sei o quê. Pulou na piscina gelada e tá chamando, falando que a água tá gostosa.
É, e aí criticando os gatos, caralho. Se você falasse, caralho, que isso, mano. O pobre do Gareth da Renesma, caralho. Não, isso aí é bizarro. A galera do... Não tem que ter bicho, tem que ter filho. É. Cara, mano, esse bagulho é bizarro. Deixa a pessoa ter o que quer, mano. Eu fui falar pra ele que existe pai de planta, ele ficou indignado. Pai de planta? Mas você também força amizade, né, Junior? Tô tentando te ajudar no argumento. Não, eu tô dizendo que existe. Eu tô dizendo que eu sou, não. Eu não sou pai de planta, porque eu nem tenho planta em casa. Os gatos comem.
É, mas ele disse o quê? Pai de planta? Não, não, não é pra você. Ele ficou indignado e é isso. Mas o Evan tá falando de julgamentos, né? Julgamentos é isso aí. É exatamente isso, né? É, são níveis, né? O que te incomoda, tá ligado? Por exemplo, eu sou alguém que normalmente eu falo alto. Então eu me controlo quando eu tô em locais públicos pra eu tentar falar um pouco mais baixo. Mas tem uma galera que não tá nem aí pra vida, mano. Você tá no meio do mercado, a pessoa tá lá Oi, Creuza! Tudo bom?
Eu julgo a pessoa que tá... E aí é meio bom senso, né? Que é a pessoa do cinema que tá no WhatsApp, né? A pessoa tá abrindo ali o WhatsApp. E aquela tela no brilho máximo, o Lazareno. E o barulhinho. Eu fui assistir Mário sabendo, inclusive, fica a dica aí, tá? Podcast que saiu aqui do bônus é sobre Super Mario Galaxy, tá? O filme. Então, se você quiser saber a nossa opinião, assina o bônus aí.
Fui assistir o filme e simplesmente a pessoa que estava atrás de mim estava numa ligação. Caraca, é louco. Grande filme. Eu criei, eu sabendo que era um filme do Mario e é um filme infantil, eu abstraí o barulho ao redor, porque tinha criança correndo, tinha criança gritando e... Você sabendo que vai assistir um filme infantil, você vai saber que vai acontecer esse tipo de coisa. E não adianta eu querer impor que todas as crianças parem de fazer o que eu estou fazendo porque eu quero ver o filme, sabe?
Porque eu sei que filme infantil é isso. Vai rolar esse tipo de coisa. Mas tinha cinco crianças correndo embaixo da tela, mano. Correndo pro lado e pro outro. Que nem Naruto. Se liga? A coisa do Naruto. E aí eu tipo assim, abstraí. Aí a pessoa falando lá atrás aqui, falando, não, eu não posso sair agora porque eu tô no cinema. Aí eu comentei assim do lado, né? É, tá no cinema. Cinema.
E eu, se fosse em qualquer outro filme, tipo um filme do Marcos Corsese, ou um filme que não é pro público infantil, eu teria pedido, tinha chamado a atenção. Mas é um filme do Mario, aí eu... Ah, é... O próprio namorado da menina falou assim, tá bom, o celular aí e tudo. É, tem uma galera sem noção. Mas eu julgo, eu julgo isso. Essa parte aí, eu... Eu sei...
Eu sei que pode ter uma distração, assim, tipo, ah, eu nem percebi, nem baixei o brilho. Também não sou, né? A regra, não sei o quê. Mas, poxa, né? Você pode simplesmente baixar, né? Pegou o celular, o brilho alto... Opa, peraí, deixa eu baixar aqui o brilho. Baixa, pelo menos, né? Mas eu presenciei um bagulho que foi, assim, é o cúmulo de você saber essa pessoa é brasileira.
São dois eventos, vocês vão perceber onde estão conectados esses eventos. Pra galera que não sabe, eu passei um período nos Estados Unidos lá agora, né? Eu tenho viajado bastante por causa de evento e tal, por causa de muita coisa de trabalho da Q-Bide também e tal. E... Que foi, Girondi. Que foi, Girondi. Fala aí, cara. Tá namorando uma americana, cara.
Aí, num voo, presta atenção nessa informação, num voo, o piloto chegou e falou assim, ó. Mas eu vou explicar o porquê que ele falou. Esse voo estava saindo do Brasil. Aliás, minto, era um voo saindo da Colômbia para os Estados Unidos, tá? E você sabe que as pessoas conhecem, o latino, ele tem um perfil muito específico.
E a galera que mora no Brasil vai entender Por causa dessas coisas que o Evandro e o Girandir falaram Principalmente em São Paulo Tem gente que não se toca E aí ele usa o celular como se fosse um walkie talk Tá ligado? Bota no VivaVoz Pra todo mundo ouvir a conversa Ou a pessoa que usa o celular Como se fosse caixinha de som Bota no Spotify, só que bota pra todo mundo ouvir E aí o piloto desse voo
Nesse voo aí Colômbia e Estados Unidos, ele pegou e falou, ó, você... Ele não deixou claro, mas ele falou assim, ó, você que gosta de usar o seu celular... E aí, mano, foi a primeira vez que eu ouvi um piloto falar assim, ele falou assim, ó, ninguém quer ouvir o que você tem, guarda pra você. Justo. Não bota o seu telefone no modo viva-voz.
Tipo, ele chegou e falou assim, a gente quer ter uma viagem tranquila, cada um curte o seu barulhinho, bota o seu fonezinho de ouvido, porque ninguém tá interessado no que tá acontecendo no teu celular. Isso o piloto falando, irmão. Então você vê como ele já tinha ideia do que tava rolando. Aí você fala, pô, que exagero, o piloto não deveria ter falado isso. Aí corta no voo, de volta dos Estados Unidos. Tem uma pessoa sentada, e uma pessoa sentada. E uma pessoa sentada num voo e tal, beleza. Aí começa.
No meio de um voo. Voo, voo, avião. Voo, voo, avião. A pessoa pega, me saca o celular. E começa a assistir Rio do Instagram. Rio é do Instagram mesmo, né? Só pra confirmar.
com o bagulho no VivaVoz, mano. Aí é loucura, mano. Eu bati o olho e falei assim, certeza esse maluco é brasileiro. Certeza. É o convite a todo mundo pra assistir junto, né? Que você não queria. Não, mas não deu outra. Todo mundo começou a olhar pro cara, aí a aeromoça foi falar com o cara, e o cara era brasileiro. Certeza absoluta. E ele ficou com raiva, né? Obviamente, né? Obviamente.
Porque a pessoa não tem o mínimo de bom senso. Não pode interferir. É um povo que, no geral, não tá nem aí pra nada, mano. Mano. Mas tem uma linha de comunicação que é a comunicação não violenta, né? É. E aí tem uma galera que fala da comunicação muito violenta. Eu sou a favor da comunicação muito violenta.
Quando eu voltei do... Que é o que o Bruno falou aí, do piloto. Tipo assim, um pouco de hostilidade, pra ver se a galera entende, tá ligado? É. Quando eu voltei do... Quando eu fui pro Peru lá com o meu primo, e voltei de Lima, mano, a mulher tava desse jeito. Grupo 1! Pode fazer a fila! Aí levantou mó galera. Aí ela... Eu acho que vocês não entenderam! Eu falei grupo 1!
Porque ela sabia que não era... Tipo, toda aquela galera que levantou era do grupo 1, tá ligado? E todas as orientações que ela dava era nesse nível, filho. Berrando, parecendo que tava falando com criança na escola. E aí eu falei, agora sim, vamos ver se a turma aprende. Mas o que não, o negócio do avião. Tipo, o avião pousou e fala assim, por favor, permaneçam sentados até a aeronave parar. E todo mundo se levanta, cara.
O bagulho do ataque, isso é desesperador mesmo. Ah, mas as pessoas não ouviram o que foi falado assim? É... O que que tá acontecendo aqui, né? Como se fosse fazer a diferença. Eu fico sentado, eu espero todo mundo sair logo. Eu sou total... Eu também sou total a favor de ficar sentado até... Não é?
Até alguém te mandar embora. Pode ser. A mulher falando, pode ser. Já tá aberta a porta ali. Eu, como sou um dos últimos a sair, normalmente eu vejo o pessoal da limpeza entrando no avião. Eu sempre vejo a galera entrando assim pra poder limpar as coisas e tudo, porque tem que ser rápido, né?
E aí eu saio devagar, de boas, assim, sem correria. Eu sei que tem gente que tá atrasado, que tem conexão, não sei o quê, mas não vai fazer diferença se você levantar... E não é todo mundo também, né? Com o avião taxiando, mano. Não é, mano, a galera é muito desesperada, pô. Se tem pessoas que estão nessa situação, eu espero que só as pessoas que estão nessa situação levantem, porque elas precisam sair mais rápido mesmo. Eu que tô de boa, eu não vou levantar e criar mais...
É que nem um negócio do... Tempo de espera pra todo mundo. Tipo assim, a fila pra entrar no avião? Gente, pra que essa fila, mano? O seu lugar é marcado? O grupo é o... É, então. Tipo assim, é o que eu falei. Vai até, sei lá, o grupo 5. O cara tá no grupo 4 e ele tá lá de pé na hora do grupo 5. Ah, não, porque eu quero garantir o espaço pra colocar minha mala. Mas, gente... Realmente, eu não entendo. Tipo assim...
Mas aqui, já que a gente está falando desse povo maravilhoso que são os brasileiros, e nós também somos brasileiros, eu até mandei no grupo da fofoca lá no final de semana, Júras. Eu estou terminando de ler um livro que é um dos melhores que eu já li, que é um que chama Brasil no Espelho, que é de um cara chamado Felipe Nunes, que ele é do Quest lá, do esquema de pesquisas, e ele compilou uma pesquisa recente sobre o brasileiro.
E, cara, tem umas coisas muito curiosas e muito maravilhosas em relação a como o Brasil se entende como sociedade e vê o mundo. E, viu, eu vou mandar alguns grafos aí pro Bruno e pro Felipe ficar ciente também. Mas, por exemplo, tem um lá que ele pergunta... Fala sobre religião, primeiro capítulo. Como que o Brasil vê? Tipo, 86% acredita mais na fé do que na ciência. Se tivesse que escolher entre um ou outro. Cara, é loucura, sim.
E aí tem, sobre preconceito. 3% se declararam ter algum preconceito, mas 95% conhecem alguém preconceituoso. Aí quando você vai bater, você fala caralho, tem alguma coisa errada. Tem algum negócio errado. Tem algum negócio errado aí, né? E cara, é muito foda o livro. Tipo, eu tô me segurando pra ler só um capítulo por dia, porque eu quero absorver e pesquisar sobre as outras coisas também. Aqui, achei, ó. Era Deus está no comando. 96%. Acredita que Deus está no comando.
E aí o negócio era, a fé vale mais que a ciência? 86% concorda. É, a gente sabe que a indústria da fé, ela tá cada vez mais forte, né? Então, mas é muito doido, porque, tipo assim, beleza, mas é tudo isso aí? A galera, é tão forte a religião do país ainda? É muito louco. Eu leio isso de uma maneira diferente, sabia? Porque, assim, toda vez que você faz tipo de pergunta, é uma pergunta muito pessoal.
É a hora que o avião tá caindo, Bruno? Não, não, mas não é só isso. Pensa o seguinte. Fato é, ninguém sabe de verdade o que acontece depois disso aqui. Ninguém sabe. Ninguém tem certeza de nada. E pra certas pessoas a maneira de lidar com isso tá atrelada à fé. Então quando você pergunta assim...
no teu íntimo, pra você. E aí, eu acho que o erro dessas pesquisas é colocar sempre a ciência como o exato oposto da fé, porque elas são coisas diferentes, entendeu? Isso, é tipo comparar uma pipoca com um videogame, assim, sabe? É, tipo, uma não precisa deixar de existir pra outra existir. É possível a pessoa acreditar na ciência.
E é possível a pessoa exercer a fé em algum nível, entendeu? Então por isso que eu acho que esse tipo de experimento que coloca é Deus ou é a ciência? Tipo, não funciona direito porque nós somos seres complexos. Mas deixa eu só terminar, Júlio Díaz. Porque assim, quando você fala no íntimo, pra pessoa, digamos assim, em termos de esperança, a ciência em si, ela tá aqui, ela já é presente. E a ciência não vai ditar o futuro da pessoa, entendeu?
A fé vai. A fé vai ditar a esperança da pessoa num futuro. Mas fala muito disso no livro, Bruno, que o brasileiro ele tem a fé que vai melhorar. Isso, é esse o ponto. Essa fé não é só acreditar ou não acreditar em Deus, tá ligado? Ela tem alguma coisa pra se apegar.
que são contrárias à ciência, né? A gente viu isso muito durante a pandemia, quando surgiram as vacinas, que muitas religiões falaram assim, não, não pode tomar. Não pode tomar vacina, sabe? Então, é o negócio de ser contrário. Tem que ver também se isso é de fato religião ou se é pessoas tomando posse de uma mensagem. Pode ser, pode ser.
Existem sim, por exemplo Existem de fato Testemunhas de Jeová, por exemplo, são contra Procedimentos de transfusão de sangue Doação de órgãos E que é ruim, mas isso realmente está Fundamentado na fé deles Esse negócio de vacina, por exemplo Que eu saiba até onde eu sei Não tem lugar nenhum de fato Então isso são pessoas que tomam Alguém que bolou, né E eu
Exato, posse de uma mensagem e usa a fé em nome dessa mensagem que ele tem isso sim é muito perigoso, e existem muitas pessoas assim, porque a gente precisa tomar cuidado, e é por isso que eu falo que é muito ruim quando você fica colocando as coisas nessa dicotomia, isso é não é simples assim, nós somos seres complexos existem diversas religiões também, né, que são que vão pra linhas diferentes eu sou da máxima, Bruno eu sou da máxima eu sou da máxima
De que se as pessoas estão encontrando o que elas estão buscando e a mensagem não é negativa, sabe, assim, do ponto de vista. É, não tá fazendo mal pra ninguém, né? Não tá fazendo mal pra ninguém e ela tá buscando uma solução. Mano, a vida é muito difícil, mano. A vida é difícil pra caralho.
Às vezes você só encontra na religião algumas saídas. E aí você pode dizer assim, ah, eu não acredito, x, y, z. Não estou falando sobre isso. Eu estou falando sobre você, é acolhimento, se liga? De você ouvir uma palavra e tudo. Eu não consigo ser contra o ato de você buscar sua fé. Eu sou contra...
certos comportamentos que invadem e querem excluir outras pessoas. Como a gente vê, por exemplo, a comunidade LGBT sendo excluída das religiões, sabe? E aí? Elas não têm direito a ter sua fé, sua crença, sua religião, frequentar algum lugar?
Claro que tem. Então, mas tem, ó. Eu mandei várias fotos que eu fiz, tirando foto do livro aí pra conversar com uma galera. Tem um gráfico lá que fala, o preconceito envergonhado. Aí ele fala isso daí, ó. Um homem pode ser gay, mas não precisa ser afeminado. 66% concorda.
Aí a outra, incomoda ver gays e leves que estão se beijando. 43% concorda. Por outro lado, tem muita gente que fala que aceita tudo bem, só que não na minha família aqui, tá ligado? E aí você fica assim, cara, gente, como assim? E é publicado num livro, né? É uma pesquisa, né? É uma pesquisa real. Sim, sim, que ele foi feito no Brasil todo. Em todos os estados. Cara, é muito interessante. Tem a mais pra cima ali uns negócios que você fica assim, caraca, como é que as pessoas concordam disso? O que fala sobre conservadorismo.
Tem uma galera que apoia que se a mulher trair, é justificável que o homem bata nela. É loucura, cara. Isso é loucura. Tipo assim, como isso, mano? E não é pouca gente, tá? 20%, 24%, dependendo do grupo. Tem algumas religiões que falam que a mulher tem que ser submissa ao homem, sabe? É umas loucuras assim. E eles tentam justificar fazendo o maior malabarismo possível, né, hoje em dia, pra tentar justificar certas coisas que não fazem o mínimo sentido. Então, eu, quando chega nesses assuntos...
Eu acho assim, por exemplo, eu vejo meu irmão. Meu irmão, ele era um viciado, um alcoólatra, muito problema com droga e tudo mais. E ele encontrou numa religião a solução da vida dele. Hoje ele é uma outra pessoa. Um caminho, né? Um caminho. E hoje ele é uma pessoa que não usa nada há mais de 20 anos. Tá vivo pra ver os filhos tendo filhos. Foda. Coisa que não aconteceria se ele tivesse continuado naquele caminho que ele tava antes. Entendeu?
E aí eu vou dizer que a religião foi ruim pra ele? Não foi, cara. Não foi. Sabe? Então... Eu consigo ver isso. E eu não tô falando sobre acreditar ou não em Deus. Entendeu? Eu tô falando sobre outra coisa. Que é o acolhimento. Que é o poder da religião de agregar. Tem uma série que eu sempre cito essa série. Que ela... Na primeira temporada tem o Master of None.
É uma série da Netflix de 2000. É, dos Isanzares. Exatamente. E eu tô falando especificamente da primeira temporada, que foi a que eu assisti dessa série. E aí tem um episódio que é sobre os pais dele. Porque ele fala que os pais toda hora chamam. Por que você não foi lá na religião específica? Não sei se era igreja ou algum outro lugar assim.
Mas por que você não foi lá? A gente tá sempre chamando e aí ele, não, porque eu não acredito. Ah, porque eu não quero. Ah, é porque... Ah, saca, religião e não sei o quê. E aí tem um episódio focado nisso. Nessa ideia do que é a religião pós-paz dele. Uhum.
E aí, quando você vê, é muito interessante, porque você percebe, ele tá meio vendo de longe os pais, assim, sabe? Ele tá olhando de longe, assim, o que é os pais, a vivência dos pais na religião. E aí você vê que eles encontrando os amigos, abraçando, comendo uma pipoca.
E passando mais tempo fora do templo do que dentro do templo. Socializando e tudo. E essa rotina do domingo para eles é isso, sabe? E é você se encontrar, né? A parte da comunhão, né? De você estar socializando, de você estar...
junto com outras pessoas. E não é nem necessariamente sobre a religião, mas é o fato de ter aquele compromisso, né? Porque eu lembrei disso porque eu coloquei na minha agenda que toda segunda-feira, meio-dia, eu vou almoçar com meu pai e com minha mãe. Mesmo que eu já tenha encontrado com eles no fim de semana e tudo, mas toda segunda-feira, que é um dia que eu tenho livre e que eu não tenho gravação nesse horário, eu coloquei, vou almoçar com meu pai e com minha mãe. E aí, teve um dia que eu adoeci.
E aí, minha mãe falou pro meu pai, ele adoeceu e tudo mais, não vai poder vir e tal. Na semana seguinte, cheguei lá e disse assim, e aí, rapaz, tudo bem, não sei o quê? Porque tem 15 dias que a gente não almoça juntos. Tipo assim, né? Pra eles, é um compromisso. Pro idoso, vira um compromisso. Porque o idoso, ele vai deixando de ter um negócio de... A mobilidade é diferente, né? Ele já não consegue sair com tanta frequência.
Então quando você marca um compromisso com o idoso, eles levam muito ao pé da letra, né? De, olha, você tem que ir, você marcou e tudo mais. E se você não vai, eles ficam muito chateados, porque eles não têm muito o que fazer. Meu pai, então, que a mobilidade dele está cada vez mais reduzida, ele já não consegue sair com tanta frequência, ele vai no máximo no supermercado, mas ele vai a pé, meu pai não dirige há muitos anos, ele não sabe usar celular, não tem nada disso. Então para ele...
tá cada vez mais difícil, sabe, esse tipo de situação, então quando você marca um compromisso com meu pai, ele quer que você vá, sabe e ele lembra, ele lembra tem 12 dias que você não vem aqui, o que aconteceu, sabe esse tipo de coisa, porque eles levam em consideração, né, quando eu tô falando isso do compromisso, da socialização é algo que faz muito parte da vida de muita gente né, então tem gente que frequenta a religião às vezes porque quer socializar eu vou guardar
quer encontrar os amigos. É o senso de comunidade, né? Exatamente, né? Então, eu não consigo criticar nesse ponto, mas quando eu vejo essas pesquisas que o Evandro traz aí, eu fico assustado, assim. Pô, tem muita coisa muito interessante. Eu fico assustado, mas não fico surpreso, sabe? Assim, não é uma surpresa pra mim, porque a gente sabe que há uma onda. São os conhecimentos que a gente é até meio velado, assim, né? A gente comenta, mas no fundo a gente sabe, né? Exato. Tem uma pergunta lá, Felipe.
É que é foda, é que a gente, tipo assim, se coloca como progressista, desconstruidão, nananã. Isso. Tem lá, todo homem tem que saber dirigir? Eu responderia, mano, depende, foda-se, tá ligado? O que que isso me afeta? O cara ser homem e... Só que aí você vai ver que quase metade da galera acha que todo homem deveria saber dirigir. E você fica, cara, que sociedade é essa, saca?
E aí vai coisas que eu, sei lá, eu entendi como bobo, como essa, como fala sobre aborto. Uma mulher que faz aborto deve ser presa. Aí você vê que 54% das mulheres concordam que uma mulher que faz aborto deve ser presa. É loucura, cara. Então, mas aí tá, tipo assim, é uma loucura, mas tá aí, né? É uma loucura pra gente, que tem o acesso que a gente tem e o conhecimento, sei lá, a visão de vida que a gente tem. Mas como olha como um povo, tem um monte de coisa que explodiu minha mente quando eu vi, mano.
Não, aquela lá de que existe a mesma pergunta, né, Edu? O homem deve ser o provedor da casa? Aí tem o que as mulheres brancas, pardas, pretas e outras cores dizem. E os homens brancos, pardos, pretos dizem, né? E aí, por exemplo, o homem branco, por exemplo, 64% diz que sim, ele tem que ser o provedor da casa, e 35% não. As mulheres brancas, 58% dizem que o homem tem que ser o provedor da casa, e 42% não.
E aí isso vai oscilando, né, entre pardos, pretos e outras cores, né? Mas você vê, tipo, nessa mesma página aí, Júlia, você tem a pergunta do... Uma mulher deve ter filhos para se sentir realizada? E aí tem... Homem concorda mais com isso do que com mulher. Tipo assim... Sim. O que o homem tem que opinar na realização de uma mulher, cara? Exatamente. Mas é aquele assunto lá do julgamento, né, que tu tava falando, né? Ah, não?
Realmente quando você olha um gráfico desse, você fica meio... O que está acontecendo? E aí você às vezes nem consegue se enxergar nesses negócios, mas é aquela parada, você está perguntando assuntos que são problemáticos.
O próprio livro, o cara conclui muito que é assim, é um povo que meio que não sabe o que quer. Que tá se encontrando em um monte de coisas ainda, saca? Tem a parte da galera que é contra ajuda social. Ele quer, tipo assim, ele quer ter uma vida boa, mas ele não quer que o governo ajude ninguém. Nem ele, se for preciso. Nem o cara que precisa não quer ajuda do governo. Porque a turma compra aquela ideia de que se tiver qualquer ajuda social, as pessoas vão trabalhar menos. Então isso não é bom pra sociedade.
Teve um amigo que estava assistindo o jogo junto com a galera, né? E aí acabou o jogo e tudo, o time foi campeão. E aí o cara falou assim, primeiro é agradecer a Deus e tudo. Aí ele falou assim, engraçado, né? Esse Deus estava só do lado dele. E o outro cara dele também não tem fé em Deus, não? Mas aí é tipo de comentário babaca, sabe? Eu sei que é, eu sei que é. É igual o cara que você vai Feliz Natal. Feliz Natal por quê? Eu não acredito. É comentário besta, tá ligado?
O cara quer agradecer a Deus, deixa ele agradecer. E aí você... Isso é um bagulho que eu acho chato. Existem justificativas de quem tem mais fé do que outro, né? Ele tava falando isso. Não existe isso, mano. Isso é tipo... Rinha de bênção. Rinha de bênção, é. Não, mas isso eu acho babaca, mano. Tipo, se o cara quer agradecer a mãe dele, Deus, que dane-se, mano. É a gratidão do cara. Não, é porque ele tava criticando esse negócio da religião, da fé, entendeu? E...
E aí ele falou assim, e aí o outro também, ele não tem fé não? Ele não rezou também não? Ele não pediu também não pra ser campeão? Pode ter, mano, mas de novo, isso é babaquice, tá ligado? É babaquice, na minha opinião. Sim, sim. Tipo, se o cara agradece quem ele quiser. Ah, mas quer dizer que se ele ganhou, Deus tava jogando pra ele? Não, não quer dizer nada, só quer dizer que o cara é grato, mano.
Tá ligado? É o tipo de bagulho que eu acho babaca. É, vai ter o Romário Goiávio e falava eu sou foda. Exato, e aí? Vai ter o Cristiano Ronaldo, tá ligado? Será que tem uma entrevista com o Cristiano Ronaldo agradecendo a Deus? Ou ele fala que ele treinou mais que o outro? Mas tu sabe que é muito padrão isso, né? A gente vê muitos jogadores de futebol e ele sempre faz esse agradecimento a Deus, né?
Mas tudo bem, mano, tá ligado? Quer dizer que Deus tá jogando em favor dele? Não quer dizer nada. Não teve lá um negócio que a seleção de 2006 foi um problema isso daí? Não teve essa parada que teve uma separação... O que? A gente tá em Deus? Não, que teve uma separação lá no vestiário porque alguns eram católicos e alguns eram evangélicos e tinha as mesinhas separadas da reza, da religião e tudo e eles não faziam coisa juntos?
Não sei, eu acho que eu ouvi algo Na verdade que os caras que eram religiosos Não queriam participar da chucharia Isso eu cheguei a ouvir E aí eu não vou julgar o cara, mano Tipo, o cara tem um compromisso dele lá, eu não acredito em algo É a mesma coisa, você fala assim, ah, o cara que não acredita Ele é obrigado a rezar? Não é também, tá ligado?
Eu acho que o mais importante mesmo é a turma aprender a respeitar a fé dos outros. Respeitar, exato, a diferença, mano. E, tipo assim, se você não acredita, tudo bem, sabe? E é isso. Mas não precisa querer que a fé dos outros acabe por causa disso. Mas é por isso que eu estou falando que é babaca. Dos dois lados é babaca. É babaca quem não respeita, por exemplo, a pessoa ateia ou agnóstica.
Beleza, é o direito do cara. É a crença que ele quer exercer. Entendeu? Tipo, eu não acredito em nada. Beleza. Justo. É um direito seu. É individual esse direito. É, eu não gosto quando a pessoa tem um preconceito religioso e quando o religioso ele quer te convencer a toa de... Forçar!
Exato, reforçar você Ah, mas vocês, você quer... Não, não importa Assim, ah, por que você é ateu? Não interessa É uma opção da pessoa E por que você acredita? Também não interessa É algo individual, sabe? É porque os dois lados tem gente chata Tem gente chata que quer convencer você Que ele tá certo de ser Religioso e tem um chato que acredita Que ele é o único cara espertão do mundo também Ah, vocês são trouxas, vocês acreditam Eu sou ateu ou sou mais inteligente que todo mundo? Porra E eu vou explicar
Sabe? Tipo, não. É um bagulho individual, irmão. Você não é mais inteligente do que ninguém. Nem porque você acredita e nem porque você não acredita. Você é uma pessoa normal. Tá ligado? Os dois lados tem gente chata. E isso que eu falo. Quando eu falo de fé... E nota, eu não tô falando de religião. Eu tô falando de fé no geral mesmo. É um bagulho muito seu. É muito individual. Sabe? Por isso que eu acho babaca esses comentários. Ah, o cara agradeceu a Deus.
E daí, mano? O cara é o Toninho do Diabo agradecendo a Satã. E daí? Tá ligado? É o que o cara acredita, irmão. É dele. Não, mas é isso que eu falei, Bruno. Eu lendo esse livro, eu fiquei... Muitas questões estudadas, levantadas, eu ficava... Como é o nome do livro? Brasil no Espelho. Felipe Nunes. Brasil no Espelho, tá.
Eu vou pôr o link aí quando a gente fazia a postagem, mas ele tava no top mais vendidos. Cara, muita coisa eu ficava assim, mano, o que que isso me afeta? Na maioria das vezes era nada, se eu fosse olhar o indivíduo CPF, tá ligado? Mas tinha as coisas que eu ficava, cara, que loucura, né? O do preconceito lá sobre racismo. Você vê que pessoas negras não concordam que tem que ter cota racial. Na maioria, 80% mais não concordam que tem que ter cota pra negros nas universidades.
Mas aí ele tem uma questão de ele dar um follow-up, por exemplo. Por quê? Ele tem isso no livro também ou não? Porque aí eu... A pergunta era essa. É justo que um aluno negro tenha vaga reservada nas universidades por ser negro? Pretos, 87% discorda. Então, aí seria legal entender o porquê, sabe? Tipo, por quê?
Porque é muito forte o negócio da meritocracia no Brasil, cara. Então, mas eu acho que é importante entender, sabe? Mas aí vai de você relacionar. Se o primeiro capítulo fala que as pessoas acreditam em Deus, que a família tá no primeiro lugar, que você pode conseguir as coisas pelo seu esforço, talvez isso direcione esse pensamento de ser contra ajuda social ou contra qualquer tipo de cota.
A pesquisa, ela coloca lá e você interpreta da sua forma o negócio. O cara não pergunta por que você respondeu isso. O porquê, eu acho que ajuda a entender, por exemplo, isso é uma opinião tua ou você recebeu no zap, tá ligado? Porque o cara falou assim, ah, porque o sistema de cotas prejudica, blá blá blá. Bruno, aqui, ó, a pergunta é essa, ó. É justo que o aluno negro tenha a vaga reservada nas universidades por ser negro? Você pode responder, concorda, discorda, não concorda, não discorda. Sim, eu não entendi.
A gente provavelmente ia responder que concorda, não é? Eu sim. Eu concordo. Não só isso, como eu já falei aqui, que eu acho que não só tem que ter cota, como que eu acho que mesmo que em faculdade pública, se a pessoa tem condição de pagar, ela tem que pagar. Tem que ser igual a faculdade grande nos Estados Unidos. Então, mas olha lá. Vai olhar... 80% mais discorda. Isso que eu tô te falando. Tem que olhar o imposto de renda do cara. Você quer estudar aqui, irmão? Manda pra gente o imposto de renda aí da tua família aqui, ó.
Ah, vocês conseguem pagar? Legal, aqui é público, só que você tá tirando vaga de alguém que precisa, né? Então você vai pagar, entendeu? Ó, outra aqui, ó. Você não é preconceituoso, mas não gostaria que seu filho casasse com pessoas de outra cor. 50% mais. Isso é loucura, mano. Então, mas você entende? Loucura. Pra gente é loucura, mas tá aí, cara. Tá aí, tipo...
Tá lá, e é assim, pessoas pretas 44% das pessoas pretas Concordaram com essa informação 44% das mulheres, 48% dos homens Na nossa cabeça é uma loucura Tipo assim, mano, nunca vou olhar A cor de alguém pra ver se eu me relaciono Com aquela pessoa ou não, sabe? A pesquisa é um estudo social Né, mano?
Exato, por isso que eu tô achando esse livro foda pra caralho Não é um bagulho de Ah, a raça é humana, não é isso não A gente, tipo, não deveria ser um problema Existem, e isso é importante falar Existem diferenças raciais, elas existem São fatos Só que isso não é motivo Pra uma pessoa não casar com outra Porque tem a galera que vai no oposto Ah, eu não vejo cor
Não, porque pessoas sofrem por causa da cor. As pessoas sofrem. Então não adianta a gente falar que todo mundo é igual. Não, não é todo mundo igual. Infelizmente, o mundo seria lindo e maravilhoso se todo mundo fosse igual. Se todo mundo tivesse as mesmas oportunidades. Mas a gente sabe que não é, cara. Eu vi, Bruno, eu vi uma entrevista do Tony Tornado com o Lázaro Ramos. Ficou bem famosa nessa entrevista que eles estavam no carro e tudo. Acho que é um documentário.
E aí ele fala assim, cara, a gente sabe que é diferente. A gente chora diferente, nossos dilemas são diferentes. A nossa construção social é diferente. A gente só quer poder fazer as coisas, é isso. Exato. É muito foda a fala do Tony Tornado.
E até é importante o pessoal falar, o Júnior até brinca quando eu falo assim, o Júnior fala assim, sabe que você não é branco? Eu sei que eu não sou branco, em teoria e na prática eu sou pardo. Só que eu não sei, por exemplo, o que é o preconceito na pele de verdade da galera, da tintura negra mesmo, tá ligado? Quando a pessoa, porque não adianta falar, ah Bruno, você não é branco. Realmente eu não sou. Só que minha pele é clara a ponto de que eu não passo por certos preconceitos que eu tenho certeza que as pessoas de tintura mais escura passam.
é o que falam da da Thais Araújo que ela é comentário que ela faz mesmo assim que existem os preconceitos e tudo e aí quem é que fica apontando dizendo que você é negro demais ou é branco demais sabe assim é muito triste isso
Na verdade, esse assunto é tão complexo. E essa pesquisa que o Evandro coloca, que tem link na postagem aí, faz a gente repensar muitas coisas, porque a ideia de que o brasileiro entende as coisas e que nosso país é mais progressista e não sei o quê...
Na verdade, o reflexo dos últimos anos... O Brasil é progressista de jeito nenhum. Inclusive no livro, o cara traz isso, que está voltando, tá ligado? Coisas que se pensavam em 97, foi, foi, foi, foi, foi, foi, foi. E agora está voltando de novo a ser mais conservador. É aquela coisa do ciclo que a gente falou. Aham.
E ele explica também, Bruno, que assim, se o país é bom, a pessoa tem tempo de pensar em coisas progressistas e pensar na sociedade e tal. Quanto pior tiver o país, economia, situação, mais as pessoas tendem a olhar só pro dela. Pensar primeiro na família dela. Na Noruega, o cara tá preocupado com gênero neutro, sei lá, elo, delo. No Brasil, o cara não tem fossa pra fazer cocô, ele vai ficar discutindo bem-vindes.
É esse o rolê. Exato. Tem um negócio também de que quanto mais problemas sociais tem no país, mais a religião cresce também, né? Porque vira a saída, né? Tipo assim, eu vou... Vira um mecanismo de compensação, né? Eu tenho que virar... Eu tenho que achar uma solução em algum lugar, tipo assim, pra me aliviar que seja, sabe?
E por isso que eu não culpo, mano. Tipo, a vida já é uma merda, tá ligado? Aí você vai falar pra pessoa, não, aceita que dói menos. Não, mano. Sim. A pessoa precisa de esperança, de alguma esperança de algum lugar, tá ligado? É que se não tiver esperança, acabou tudo, né? Exato, é. Tem uma nuvem de palavras aqui, eu tô vendo alguns outros que eu anotei que eu achei interessante. Tem lá. Pensou no Brasil, pensou em... Aí 56% pensou em coisas negativas, 44% pensou em coisas positivas. Aí nas negativas tem corrupção gigantesco no meio, Desemprego, desordem...
Tenho vergonha. E na positiva tem orgulho, esperança, otimismo e tudo mais. Mano, é um livro muito foda, na moral. Se você tem o mínimo interesse em entender o país que você vive... É você sair da sua bolha, né? Porque você fala assim, você olha essas coisas e aí eu penso assim, peraí, na minha bolha não se enquadra com quase nada do que eu tô vendo aí. Mas é o Brasil... A gente já conversou aqui da questão da internet, cara. A internet criou grupos...
E aí você convive nesse grupo e fala assim, nossa, aqui é todo mundo tão bem instruído, aqui na minha bolha não tem. E aí você esquece que é uma bolha. E aí fora dessa bolha tem muito mais gente do que dentro dela, entendeu? Ó, gênero musical favorito, qual vocês acham que é o top 3? Setanejo, gospel. Caralho, o Jornal de Cravo, os dois primeiros. Funk e funk.
Não, Piseiro, Arrocha e Forró. Caraca, que legal. Boa, mano, gostei, pô. Aí depois vem Samba e Pagode e MPB, ó. Esses são os cinco. Peraí, o funk não tá no top 5? Funk tá lá, acho que dá em 10 aqui, dá 3%. Não, é bem nichado, Bruno. Agora o gospel é aquele negócio. Você vai, pega o Uber e a galera tá escutando gospel. O ônibus tá tocando gospel. Você vai num supermercado, tem gospel tocando. Então, mas aí vocês veem que é justamente o rolê do... Qual a última vez que algum de nós quatro aqui ouviu com a música gospel, mano?
Eu escuto pelos outros, né? Exatamente. Mas não do Brasil, exatamente. Mandei a tabela aí no nosso tempo. Os coral maluco. Cara, é muito sério. Fazia tempo que eu não ficava na nóia com o livro igual eu fiquei com esse. Doideira mesmo. Muito bom, muito bom.
Que loucura, hein, mano. Gospel, né? Gospel religiosa cristã e tudo, né? Sim, é. Ele dá uma juntada. É, música religiosa. Ao que você associa o povo brasileiro? Guerreiro, primeiro lugar, 22%. Aí o segundo lugar, preguiçoso e acomodado. Caraca. Exatamente o contrário. Exatamente. Muito foda, né?
11%. Mas essa pergunta aqui, 61% foi coisas positivas e 32% negativas. Os caras estão pegando os extremos. Esse segundo lugar aí foi só... Perguntaram a gente lá na Faria Lima, né? Por os Faria Limas que respondeu esse segundo colocado. Não querem trabalhar, só querem Bolsa Família. É fazendo filho e ganhando Bolsa Família. Exato. Festa popular favorita, São João e Arraial. Caraca, a primeira foi São João? Que legal. Natal em segundo.
Carnaval é um terceiro, olha aí, ó. É, então, acho que me surpreendeu. Achei que o pessoal voltaria mais. Não, esse livro é... Bruno, cada capítulo é uma surpresa, cara. Tudo que você fala... Não, isso aqui... Certeza que é o carnaval, pô. Brasil é o país do carnaval. Aí você vai ver também o terceiro. Bom livro, na moral, mano. Leiam, leiam. Tá, dica aí do livro na postagem do podcast. Fechamos mais um Happy Hour, hein, gente? Eu sou Júlio de Filho. Eu sou Felipe Mesquita. Eu sou Evandro de Freitas. E eu sou Bruno Carvalho. E esse é o 99 Vidas.
Se ele... Go! Polô, polô, polô, polô, polô! Não, não, não! Atira na cabeça, cara! Atira, atira, atira! Uh, cante! Atira, atira! Foi na... Ih! Tô com fome! Zigue-se! Ah, já ziguei esse aí, hein? Mentira um pouco, rapaz! Tô com o gol, animal! Vou morrer, vou morrer, vou morrer!
Morreu, né? Relaxa. A gente tem 99 vidas.