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99Vidas 714 - Grand Theft Auto V (GTA 5): 13 anos depois, o que achamos?

03 de abril de 20262h6min
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Essa semana, Jurandir Filho, Felipe MesquitaEvandro de FreitasBruno Carvalho batem um papo sobre um dos maiores fenômenos da história dos games: Grand Theft Auto V. Treze anos após o seu lançamento original, como o jogo da Rockstar ainda consegue ser tão relevante e presente nos rankings de vendas? Relembramos o impacto técnico absurdo no fim da geração PS3 e Xbox 360, a transição para os consoles seguintes e o sucesso avassalador do GTA Online, que transformou o título no produto de entretenimento mais lucrativo da história.

Analisamos o enredo cruzado de Michael, Franklin e Trevor e como a sátira social de Los Santos continua atual mais de uma década depois. Por que GTA V se tornou esse monstro imparável e o que o seu sucesso dita para o futuro da franquia?

Esse é mais um episódio da nossa série Remakes!

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Participantes neste episódio3
E

Evandro de Freitas

HostPodcaster
F

Felipe Mesquita

HostPodcaster
J

Jurandir Filho

HostPodcaster
Assuntos6
  • Grand Theft Auto Vfenômeno cultural · vendas e lucro · GTA Online
  • Indústria de Jogosdesenvolvimento global · tecnologia e gráficos · mundo aberto e imersão
  • Expectativas GTA 6novas mecânicas · integração com RP
  • Paquetá armação de jogotroca de personagens · missões e side quests · sistema de heists
  • Narrativa e Perspectivas ConflitantesMichael, Franklin e Trevor · conflitos pessoais
  • Comparação com videogamesconcorrência no mercado · influência em outros jogos
Transcrição332 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Vai, Braza! Essa nova camiseta do Brasil, da seleção brasileira. Chegou. Chegaram nas lojas, né? As camisetas. É camiseta ou é camisa? Camiseta. Camiseta, não? Camisa de botão, né? É. Qual a diferença do estilo? Camisa no resto. A camiseta é uma peça casual de malha. Sem botão, com gola redonda ou verde. E a camisa é estruturada. Possui gola, punhos, botões. Caraca. Isso. Que informalidade da porra.

Pega a camisa aí. Poxa, pega a camisa de time, não é... É uma camiseta. Isso não vai ser necessariamente enforçado no seu dia a dia, aplicado em tudo que você quer fazer no seu dia a dia, não. Você pode falar do jeito que você quiser, as pessoas vão entender, geralmente.

Não, mas tecnicamente é isso. Camisa de botão, estruturada, como ele falou aí. E camiseta, a camisa lisa, de malha. Camisa social. Diferentes malhas. Não existe camiseta social, né? É camisa social. Isso. Mas nem toda camisa é social.

Mas é a camiseta de futebol ou a camisa de futebol? No site da Nike está como camisa. Então eles acham que a camisa de futebol é estruturada. Camisa Brasil Nike 1. Porque tem cola. Mas de Brasil a gente já viu que eles não entendem muito. Então...

Não vai entender de português também. E no inglês, Bruno, você que é o nosso professor, tem essa divisão? T-shirt? É, shirt e t-shirt. Existe, é shirt e t-shirt. Isso existe. T-shirt é o quê? É a camiseta. T-shirt é a camiseta e shirt é a camisa.

olha aí, por que que é t-shirt? por que que é t-shirt? então, é o contrário do que imagina, não é porque então, não é porque, o pessoal fala assim ah, porque tem o formato de um T, se você pensar a camisa também tem não, porque os braços do T vão ser maior do que a base ah, é porque a camiseta aberta é, ela é retinha, né? as mangas assim, elas fazem o formato de um T não gente, mas não é isso não é isso que eu tô falando é isso que eu tô falando

Porque esse T é igual do... Sabe o cheeseburger que você tem? O X é um curto pro X. Aí fica cheeseburger. Esse mesmo, o T, a gente usa um Tzinho pra ser um curto, mas ele vem de T. É o T-E-E. Entendeu? Não.

Tá, vamos lá. Quando você escreve em inglês T-shirt, hoje em dia você bota um T-tacinho, shirt, certo? Isso, T-shirt. Antes era T-E-I. Esse T vem de um T-E-E. Vem um T, é um T. Ah, tá, entendi. E aí esse nome, ele veio da origem de um termo que eles usam pra solteiro. E aí por quê? Porque antigamente o que que acontecia? Essa roupa não era formal. Não é tipo...

A shirt era uma roupa mais... E lembra, a gente tá falando assim, início dos anos 1900 e tal, como é que era o vestimento formal do homem? Era o chapéu, camisa de botão pra sair na rua, camisa de botão, o casaco por cima, tudo isso. E a roupa, quando você não tinha essa coisa formal, era mais caso do cara largado, do cara solteiro. O cara tá largado na vida.

E aí tinha essa expressão do T. De novo, o T-E-E. E aí isso virou essa coisa mais despojada. Por isso que até hoje camiseta é uma coisa mais despojada e a camisa é algo mais formal. Entendeu? Bem ruim, hein? Bem ruim essa significada aí. Sabe, a gente presta pra nada, né? Isso é verdade.

Agora, a nossa camiseta aqui, Brasil, Brasa, vai Brasa, gerou polêmica, né? Porque colocaram lá uma designer para simplesmente... É designer? Ela é o quê? É designer, é designer. Designer, né? Para explicar as escolhas, as motivações e tudo mais. E, cara, você sabe, a turma do design, a turma da publicidade, usam termos em inglês em diversas situações.

Quando ela foi falar da cor, ela falou assim, essa cor que a gente escolheu é a Canary, né? E aí o pessoal... Aí eu vi vários VXs e assim, nossa, Canary, que cor é? Cara, é a cor do negócio, mano. Canary, pode não parecer, mas a tradução é Canary. Sim, e quando você vai na Pantone, tem a Canary Yellow, a cor. Existe essa cor. É uma cor da própria linha da Nike, se eu for pegar...

Mas a Pantone é universal, Felipe. Ela é global. Padrão de cor, universal. Não, mas é da Nike. O Felipe falou. Marcas globais tem o... Geralmente é um livro, sem exagero. Gigantesco de uso de marca. E aí tem lá o nosso verde. Olha lá a legenda dos videozinhos que a gente está postando no Instagram. É o mesmo verde que está na home do Nome Travidas.

Então existe um verde do 99 Beats, a gente não tem um guia demais. Vez de 99. É, mas tem um verde que é o do 99 Beats, que tem o códigozinho dele lá e tal. Se o Kevin for criar qualquer parada com aquele verde, é aquele verde. Que é o 9F, eu tô quase decorando o código já. E aí, imagina Nike, tipo assim, o amarelo tem que ser o amarelo da Nike, o Felipe que tava falando aí.

É, porque a Pantone não é uma organização governamental também, não, Jordi? É uma empresa também igual a qualquer outra, se você não sabe. Ela vende o uso dessas cores. Mas ela define o padrão global, né? De cor, né? Se você quiser usar, você pode não usar. Assim como várias outras, tem outros padrões aí também. Mas o que mata é que antes dela falar o amarelo que a gente escolheu é o Canary, ela manda a seguinte frase.

O que é o Brasil na sua mais pura versão? O Brasil com S, não o Brasil com Z. E aí ela manda um Canary, mano, na sequência. É muita contradição, cara. A gente tava conversando em off aqui e eu falei, parece do começo ao fim um personagem do Porta dos Fundos. Essa garota explicando todo o conceito. Mas é tipo assim, é a polêmica das pequenas causas, né? Sim, é o que tem. Enquanto não tem jogo, vamos falar da camiseta.

Vamos falar da canária, vamos falar do Vibrasa. É, diz assim, não, ninguém usa Vibrasa. Como assim ninguém usa, caralho? Não, não, não. Aí é um ponto que eu acho que isso é fato. Eu acho que teve até um short do Tiago Leifert falando disso.

A menina não tem culpa. A menina em si não tem culpa. A menina não tem culpa. Só que a pegada é, esse negócio do Vai Brasa não foi da reação do jogador de verdade. Eu entendi o que ele falou, porque ele falou assim, cara, ninguém fala Vai Brasa. Mano, quando você já foi num jogo do Brasil e o pessoal falou Vai... E de novo, Bruno, no vídeo ela fala assim, não, o Vai Brasa a gente escolheu, porque é um negócio que todo mundo fala Vai Brasa. Se você tá no estádio, você escuta as pessoas falando. E não escuta, mano.

e não escuta. Pô, manda brasa, manda brasa é um clássico. Beleza, mas o slogan que eles estão querendo vender é vai brasa. Referindo-se à seleção, ninguém tá falando que a palavra brasa não existe, tá ligado? Exato. É uma abreviação pra tirar duas letras, né? Tipo, vai brasil, caralho, né? Não, é tipo assim, ó. Vai ter, ó, a gente tá gravando, rapidão, Bruno, a gente tá gravando aqui na quarta.

E aí o Brasil vai jogar amanhã contra a França. Aí a semana que vem a gente vai gravar de novo. Provavelmente em algum momento da nossa conversa de off, o Jurandir vai virar e falar assim, e o Brasa, hein? E a gente vai começar a falar sobre a seleção brasileira. Beleza, mas aí... Às vezes não é nem só sobre a seleção, é sobre o Brasil no geral. É, exato. Tipo assim, vai ter a eleição e o Brasa. Funciona. Dá para se referir ao país como Brasa.

Mas o que ela tá vendendo na explicação é que como se fosse uma coisa cultural, tá ligado? Todo torcedor tem essa do Vibrada. Ela fala essa frase, mano. Todo mundo fala, é. Fala aí, Bruno. Foi mal. E aí, esse ponto que eu falei que faz sentido no negócio do Thiago é justamente que ele explica isso. Ele tá falando, cara, isso aí não é. Provavelmente o pessoal fez uma pesquisa e aí apareceu muito por quê? Porque durante os períodos de Olimpíada ou eventos esportivos, tem uma galera tinha tinha tinha

uma galera que fica postando social media de vai Brasa, ele falou. E aí você vai ver, realmente é, mano, porque assim, essa não é a voz do jogador. Então provavelmente o que aconteceu, eles fizeram uma pesquisa online qual que é o termo que aparece associado a Brasa em evento esportivo, e foi isso. E aí é a mesma linguagem, é a mesma linguagem de chamar cor. Na última Olimpíada, o Comitê Olímpico Brasileiro usou uma campanha que chamava Manda Brasa Brasil. Isso, isso. E eles postavam várias coisas. É o Brasa.

Mas até isso eu passar isso pra seleção brasileira e pra um ambiente de futebol, porra, rapaz. É que o Brasa lembra churrasco, rapaz. Então, sabe o que eu acho que é? Isso aí é resquício da camiseta vermelha. Sim. Que ia existir, eles iam usar esse negócio de vai Brasa relacionando a Brasa, fogo, pau brasileiro. Sim, a madeira, né? Tipo, churrasco. Isso.

E aí já tava pronto, sei lá, 700 milhões de meião escrito Brasa. Já tinha o petzinho pra camiseta escrito Vai Brasa. E eles aproveitaram, tá ligado? Não vai jogar fora. E eu acho que é só uma marca, tipo aquele joga bonito que ninguém usa também. Esse aí ninguém usa. Não, mas isso aí não usa porque é uma campanha de 15 anos atrás. Mas é uma campanha de 15 anos atrás também. Eu sei, mas ficou por muito tempo. Ou vai Brasa aí, se a gente for campeão, a gente vai... É só o Brasa, cumpade. É o Brasa.

Acho que não tem nada a ver, não? Tudo a ver. Até porque o jogo é bonito nem é da época que o Brasil ganhou, é da época que o Brasil perdeu duas. É. Foi 2006 até 2010. Só pra complementar essa questão do que ele falou, foi. E eu acho que isso é também. Essa coisa de usar a cor, ah, é a cor Canary, é pra conversar com essa galera, entendeu? Eu acho que é menos sobre o que é o jogador, e mais sobre conectar com essa nova geração, entendeu?

Eu acho que a menina só foi na guideline da marca que ela trabalha. Ela não tem culpa. Mandaram um briefing pra ela. E ela não trabalhou, mano. Eu mandei um tênis aí, ó. Que a colorway é a Canary. Inclusive, se você pega aqui na descrição da caixa dos tênis, eles veem todas as cores que estão presentes. Aí nesse tênis aqui, ó, você vê que ela tá presente aqui.

Canary, Racer Blue, Light Silver e Gun Medium Brown, que é a cor da sola, né? Que é esse marrom. Então é uma colorway da marca, sacou? E a menina tá só. E no manual de marca, que ela trabalha, sacou? É só isso.

Mandaram pra ela o código. O amarelo é esse aqui, o azul é esse aqui. E agora o erro, e aí que tá, o erro é a marca tá falando de um produto que é pro Brasil e não ter um guideline com as cores que falam com o público, irmão. Porque aí tudo bem, eu acho que isso tem um sentido de, cara, você tá falando do Brasil, aí você vai me lançar um produto que a cor é Racing Blue?

É, sim, aí a parada é outro problema mesmo, que aí é uma desconexão da marca. Isso é da marca, totalmente. É da marca, exato. E isso eu falo porque eu tive presente numa gravação de um comercial da Nike recentemente. Olha aí. Pro infame Atlético Mineiro, inclusive.

Aí, seu time do coração. Verdadeiro time do coração do Felipe. É o galo, Felipe. É o galo. É o galo mais lindo do mundo. É patrocinado o Cruzeiro, Felipe. É patrocinado o Cruzeiro da Adidas, né? Que, inclusive, fez um trabalho muito melhor nas camisas de futebol das seleções. Como é que tá o Cruzeiro brasileiro? Futebol é pai demais. Vamos falar sobre outra coisa aqui. Fala que tá melhor que o Fortaleza, Felipe. É, isso com certeza. Não tá difícil também, né? Até o América aqui tá melhor que o Fortaleza.

E eu tive presente na gravação do comercial, que era o comercial pra essa nova fase aí do Atlético assinando com a Nike, né? A nova fornecedora de matéria esportiva deles. E eu fiquei extremamente chocado que na gravação não tinha nenhum membro ligado ao Atlético na gravação. Não tinha nenhuma pessoa que era ligada ao clube.

Você tinha uma produtora de vídeo que tinha sido contratada daqui, junto com os diretores, de fato, do comercial, os principais, né, que vieram de São Paulo, e uma equipe da Nike que veio de São Paulo também. E eu fiquei de cara que durante a gravação eles tinham, claro, desconhecimento absurdo sobre o Atlético. E não tinha nenhum funcionário ligado ao Atlético nessa...

Nessa equipe, pelo menos na hora da gravação ali. Eles montaram um espaço separado para a galera da Nike, de São Paulo, para ficar assistindo um retorno da gravação. Enquanto a equipe tinha os diretores de fotografia, diretor da campanha e tudo mais, de São Paulo também, com uma equipe de produtora e, de fato, equipamentos e toda a galera para fazer produção no sentido de montar câmera, montar iluminação, tudo, né? Toda aquela equipe é daqui de BH mesmo.

E eu fiquei de cara, cara, não tinha, tipo assim, era um claro desconhecimento geral, assim, de boa parte da equipe que tava trabalhando ali sobre o produto principal que era o clube, né, que eles estavam tratando ali. Então, essa parada não...

Desse ponto de vista dessa desconexão da marca, não me assusta tanto, principalmente porque até nesse comercial, você vê que a equipe principal que estava dirigindo, que estava dando tom, não era nem de Belo Horizonte, era de São Paulo, né? Que não vai ter o mesmo tato para lidar com o clube de BH como alguém daqui de BH, no caso, né? Então, acho que essa desconexão é uma parada real mesmo.

Rapaz, mas o seguinte, é que pra Nike, rendeu, né? Todo mundo comentando a camiseta, não sei o quê. A camisa, né? Camiseta não. A camisa da seleção brasileira. E aí, essa loucura toda. Só que aí você vai no site da Nike...

R$ 750,00. Ah, mas os tailandeses vão nos salvar. Os tailandeses vão nos salvar. Isso não é que é problema. Eu já vi vídeos, inclusive, comparando, porque já tem, né? Já tem a camiseta tailandesa. Mas ela não tem os detalhes, não tem o bagulho, o brilho do negócio, né? Então paga lá R$ 800,00. Eu não vou comprar nenhuma das duas, inclusive. Eu vou usar a camisa do Fortaleza durante o jogo da seleção, cara. Quer uma dica? Compre em julho que vai estar baratíssimo.

em julho que vai estar barato. Compra perto da Copa, da próxima Copa, vai estar barato também. Compra a camisa da Copa Antiga. Não vai servir pra torcer do mesmo jeito? Compra a camisa do 7x1. Essa deve estar barata mesmo.

Patrocinar pela Umbro. Essa é doida. E o nosso GTA de graça tá cada vez mais rápido. Não é próximo, hein, Jandir? Eu tô doido. Eu não vou nem comentar. Eu não vou nem comentar. Cadê, Bruno? Por quê? Ué? Vocês poderiam ter ligado. Seu amigo youtuber tá lá, ó, fazendo vídeo. Jogando pôr. E o vagabundo tá lá. É. Jogando pôr, quer.

15 horas por dia no poker, tô orando. O poker está tarde. Mas o vagabundo tá lá. Penalutizou na Kings League, viriu. E o vídeo? E o vídeo do vagabundo tá lá, que tem em todos os idiomas. É, o Mineirês é o meu favorito, mano. Não, tem um que é dentro da Estrela da Morte, cara. Colocaram eles dentro da Estrela da Morte falando...

E o vagabundo tá lá. Melhor meme do ano, tá maluco? Eu vi um vídeo deles falando sobre a repercussão. O maluco falou, mano, a minha mãe fica o dia inteiro me mandando versão dessa merda. Não aguento mais. Já viu isso aqui? Já viu isso aqui? Já vi todos! Ô, Edu, Edu, coloca a frase aí, vai. Coloca a frase aí dele, Edu. O vagabundo tá lá. O vídeo inteiro.

Mais uma hora vai cair. Santista, eu sou corintiano, tá? Tá tudo certo, tá? Meu time tá fodido dele. O cara ganha 20 milhões de bens e passa o dia no departamento. Escala 364 por 1. E vagabundo tá lá. Será que Carlo Antielotti vai convocar o Neymar? E o Neymar não consegue andar em linha reta. Porra! Impossível, velho. Dá, cara. Simplesmente não dá.

Será que deveria convocar ele já nessa primeira convocação? E o Neymar andando igual o Tô Doido, do Zorra Total, porra. Contra strike, contra strike, direto. Porra, headshot. Porra, tá brincando. Não consigo, daí ele é... Cara, essa coisa foi fora do tempo. Porra, pode ser que ele seja convocado um dia, gente. Mas não agora, caralho. Agora não dá, porra. Pelo amor de Deus.

Mas se liga, ó. Vou trazer uma informação que talvez vocês não saibam. Esse vídeo é de 10 meses atrás. Sim, sim. Doideira, mano. Bom demais, mano. Não é recente. Não é recente. E 10 meses depois, como é que tá? Vagabundo ainda tá lá. Vagabundo ainda tá lá, mano. É, e o Carlos Gelote. Será que o Carlos Gelote vai convocar o Neymar?

Não tem Disney sem Mickey. Pelo amor de Deus. Esse vídeo foi na época que o... Foi na época da última convocação ali, até da Copa do Mundo de Clubes, eu acho. Que o Neymar não conseguiu engrenar os jogos no final da preparação e o último ele foi suspenso ainda, não teve um negócio assim. Ou foi o último do ano, eu acho que ele foi suspenso. Mas que ele não conseguiu engrenar jogos, aí os caras fizeram esse vídeo pra essa convocação que ia ter na época, antes ainda da Copa do Mundo, ano passado, de clubes. Se não me engano, foi isso nessa época.

Ai, gente. Mas tá aí, vamos ver a convocação final que vai editar, mano. É, só machucar mais uns 10 caras. É, se machucar uns 10 caras não vai ter ninguém pra chamar ele, vai. Porque também tá uma época foda. Machucar o Ancelotti às vezes ele vai de técnico, não sei. Às vezes tem diferente. Tem que ter alguém pra carregar o Vitorade, né? Não, mas contra o Vasco ele jogou pra caralho. Porra, só tem que ver. O Vasco tem que ir grupo da Copa.

E ele joga e passa três jogos sem jogar, cada que joga, mano, cara. Carregaço especial inteiro, pô. Eu queria tanto ter um controle de carga no meu trabalho. Porra, é? Semana que vem eu não vou gravar, não, hein, João Giave? É, controle de carga. Controle de carga da voz aí. O vacilo dele foi... O Tielo Tateu pro jogo lá do Mirasol, o cara não ter ido, isso aí. E o Tielo Tateu não foi, mano. Mano, esse aí foi o demais. O Tielo Tateu é muito bom nessa entrevista, mano. Meu Deus do céu. O cara teve que assistir um Santos e Mirasol, irmão. Esse daí mostrou.

Quais são as prioridades do negócio. E ele sabe que ele precisa de jogador que ele pode contar. E ele sabe que o Neymar não pode contar. Então, não adianta. Infelizmente, Bruno, vai assistir que nem nós. A seleção é... Vai estar comentando. Vai comentar na casa.

Mas vocês têm que entender que em Brasil é ousadia e alegria. Pior que se ele arrumar um bico de comentarista nisso aí, velho. Ele nunca mais joga bola, porque ele vai ver que é muito mais fácil. O Neymar não jogou uma partida, não jogou uma partida, e estava no evento da Pokestars. E aí a galera falando assim, como assim, que absurdo, não sei o quê. Aí ele falou assim, caralho, se eu ficasse em casa jogando online, dava no mesmo? Ué, por que quando eu posso viver a minha vida, eu já não vou jogar? Ele mandou a seguinte frase, é muito difícil ser eu. Bom pra caralho.

fala assim de de Urkut mano fala assim me criticar é fácil difícil é ser eu tipo vamos nessa eu sou o Júlio de Filho é eu sou o Felipe Pesquita eu sou o Evandro de Freitas e o vagabundo tá lá e esse é o 99 vidas Lady Go Lady

Polô, polô, polô, polô, polô. Não é só dano. Atira na cabeça. Atira, atira, atira. Atira. Atira. Atira. Atira. Atira. Atira. Atira. Atira. Comidinha. Zigue-se. Ah, já ziguei. Mentira o corpo. Uh, eu tô com o gônimo. Ah, vai morrer. Vai morrer, vai morrer. Oh. Ah, morreu. Relaxa. A gente tem 99 vidas.

O seu filho, James, ele é um bom filho? Ele é um bom filho? Um bom filho? Por quê? Ele ajuda os pobres? Não. Ele se senta no seu ass todo dia, morre doce e louca enquanto ele joga aquele jogo. Se esse é nosso padrão para o bom, não é que este país é loucura. E o que é você? O que é eu? Ei.

Eu não tenho as advantages que esse filho tem. Às vezes eu era o seu age, eu já tinha sido em prisão duas vezes. Eu roubou bancos. Eu rania de porra, eu smugou doce. E você considera eles um alimento? Essas eram as oportunidades que eu tive. At least eu levou. E onde essas oportunidades você conseguiu? Eles me deixaram aqui. Aqui. O fim do caminho.

Com uma casa grande e um filho de um filho de um filho E eu estou ficando falando com você porque ninguém não dá uma coisa Oh, eu estou vivendo um sonho, baby! E esse sonho está mal, é mal, é mal, mal!

Meninos, estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição do 99 vidas. E dessa vez estamos de volta com mais uma edição da nossa série Remake. Vamos revisitar um podcast que fizemos já aqui no 99 vidas. Nesse caso, vamos continuar a nossa sequência de remakes.

De podcasts da franquia GTA. Porque a gente está fazendo aqui um apuradão. Edição 428. Revisitamos GTA 3. Edição 485. Revisitamos GTA Vice City. Edição 537. Revisitamos GTA San Andreas. Edição 634. Revisitamos GTA 4. E agora? Depois de quantos anos?

13 anos após o nosso podcast 96, vamos falar novamente sobre GTA V. Cara, isso é loucura, que não parece muito tempo, mas tiveram 618 episódios no 99. Puta que pariu, né? 618 semanas, mano.

99, 96. A gente tava perto do fatídico podcast 99. 99, caramba, mano. Fizemos um podcast lá. Eu dei 99 vidas. Izzy deu 99 vidas. Evan deu 99 vidas e o Bruno deu 95 vidas na época. Caramba, mano. Estávamos emocionadíssimos. O único sensato, claramente. Tinha um mês de lançamento, eu acho, se não me engano. A gente tava ali empolgadaço, nervoso. Olha o...

O título aqui, os números não mentem. Com um orçamento de 265 milhões e um faturamento de 800 milhões em apenas 24 horas, GTA V mostrou que não estava chegando para a indústria dos games como apenas o jogo, mas como o maior blockbuster do entretenimento. Caramba, já tinha IA em 2013? Não sabia. Não, isso... Mas é jornalista, cara. Alguém abriu o bloco de notas e escreveu isso aí.

Jornalístico isso aqui, rapaz. Jornalista. Jornalista. Antes da gente começar a falar de GTA V aqui, a gente tá fazendo essa apanhada e é realmente um fechamento desses podcasts remakes de GTA, né? Até porque... Exatamente.

inclusive eu sei que não foi planejado, mas eu acho que vai ser na semana, acho que seria muita sorte do 99 Vidas porque pra quem não sabe, geralmente a gente grava episódios bem antes, com o tempo aí de antecedência, eu não sei se vai ser não sei se vai ser o caso, mas acho que tá perto da gente inclusive ver mais do GTA 6 aí, porque o novo telezinho

Ele foi adiado de maio para novembro, que teoricamente vai ser a sua data de fato de lançamento. E esse slot aí, abril, maio, é um que a própria Rockstar costuma usar para vários dos seus últimos jogos, inclusive usou para o próprio Resident Evil Redemption 2 em 2018.

Mano, GTA 6 é tão grande, Felipe, é tão grande, que a gente fez uma edição 99 vidas, 596, o hype gigante de GTA 6. E foi quando saiu o trailer, né? O primeiro trailer que parou a internet, né? 24. E aí, fizemos o 99 vidas, 668, GTA 6, adiamento, hype e trailer 2 sensacional, absurdo do caralho.

simplesmente a gente fez dois podcasts de hype do GTA 6. Porque choras flow games. Não, mas isso é um testamento do tamanho do que é GTA. Se cuida, David Jones. Fica esperto, estamos chegando, David Jones.

Vamos amar nessa vaca aí também. Porque assim... Solta uma tetinha da vaca GTA pra nós. Até a gente falar do próprio GTA V, porque GTA é um fenômeno cultural como um todo, né? Principalmente a era 3D dele lá, que começou com GTA 3, que foi que quando ganhou mais...

Mais atenção ainda. Mas o GTA V é algo que mesmo pro fenômeno que GTA já era, é algo que tá muito... É muito fora da curva. É muito fora da curva, cara. Porque assim, o GTA era um jogo que chamava atenção, tudo. Mas o V, a gente precisa lembrar que no lançamento, e de novo, a gente falou de um jogo, tá falando de um jogo que lançou em 2013, a gente tá em 2026, 13 anos depois.

E esse jogo a galera continua jogando. Não só jogando, como comprando. Continua comprando, exato. O Felipe acompanha aí. Cara, é incrível que todo mês... Vai, agora um pouquinho menos, mas durante anos ele aparecia no topo da lista do NPD, cara. Tipo, era o jogo mais vendido do mês. Durante anos ele tinha uma média de um milhão de cópias vendidas por mês. Imagina isso, um jogo... Gente, 13 anos atrás.

sabe? Não é uma máquina, né? O lançamento foi um evento, a gente precisa lembrar que ele se tornou, na época, o produto de entretenimento mais vendido na janela de 24 horas de entretenimento. Não tô falando só de videogame. Ele foi o produto mais rentável, considerando todas as mídias.

É um negócio que é muito fora do normal, cara. E como o produto é curioso, porque assim, ele lançou a versão base, o GT Online se tornou algo muito maior do que o próprio jogo. Hoje em dia, ele deu origem aos RPs da vida que a galera joga até hoje. O próprio GT Online é um modo que...

existe uma baralhada de usuário online o tempo todo o pessoal volta pra jogar tem conteúdo novo do online é um produto ele explodiu a bolha, ele tá fora da bolha a galera fala de GTA mesmo sem ter jogado tá ligado? Sim, e é muito louco porque a gente pega essa timeline das vendas

Quando a gente pega ele em novembro de 2016, você tinha 3 anos do jogo no mercado, ele tinha vendido 70 milhões de unidades, que já era uma coisa absurda. E aí você pula 9 anos depois, que é onde a gente tá aqui, e os últimos números que a gente tem que são de agosto.

de 2025, são 215 milhões de cópias. Então é um jogo que vendeu quase 150 milhões de cópias depois de ter atingido já 70 milhões, três anos depois do seu lançamento. E a gente falou dessa figura de um milhão de cópias por mês, mas durante muito tempo...

A Take-Two, que era a dona da Rockstar, né? E a Rockstar, eles faziam carregamentos todo semestre de 5 milhões de cópias. Porque eles sabiam que basicamente de 6 em 6 meses eles iam vender 5 milhões de cópias ainda. E isso continuou durante mais de 10 anos, cara. Esse ritmo seguiu assim.

É muito porque é a qualidade do próprio jogo, mas como disse o Bruno, ele era o cartão de entrada pro GTA Online também, né? Então, se você às vezes nem queria jogar o GTA V com a campanha e tudo mais, se você queria jogar o GTA Online, era um cartão de entrada meio que pra você entrar nesse modo que inclusive foi evoluindo ao longo do tempo assim também, né? Inclusive extrapolou os próprios canais oficiais da Rockstar com os servidores de RP e tudo mais, né? Que tem vários mods.

E é um jogo, cara, que até durante a sua construção, o seu desenvolvimento, ele também mudou a própria Rockstar. Mesmo antes do sucesso absurdo com esse lançamento, ele já era um produto que começou a ser desenvolvido logo depois do GTA IV. Saiu em 2009.

E a ideia já era, desde o começo da Rockstar, da liderança no caso, de voltar para o condado que eles chamam de San Andreas, que é o equivalente à Califórnia no mundo real, que é o que eles se baseiam para criar esse condado, e especificamente Los Santos e as regiões dele em volta ali, que seria Los Angeles, no sul da Califórnia. E inicialmente um projeto começou dentro da Rockstar North, que é a developer principal dos GTAs, que é o...

é o estúdio mais tradicional vamos dizer assim, da Rockstar na Escócia a sucessora da própria DMA Design e tudo mais só que o estúdio que já era grande na época quando começou a ser feito esse jogo em 2009 tinham quase 400 funcionários

Pra época, antes dos anos 2010, já era um número absurdo, você não tinha muitos developers desse tamanho. E apesar deles terem conseguido fazer basicamente o Grey Box da cidade nos primeiros anos de desenvolvimento sozinhos, basicamente, aos poucos ficou óbvio que eles precisavam de muito mais gente pra desenvolver esses jogos, pra desenvolver esse jogo, por conta do escopo mesmo, quantidade de conteúdo que tinha que ser produzido e revisionado e tudo mais.

que foi daí que começou essa ideia da Rockstar meio que ter desenvolvimento global em volta dos seus jogos. Porque a Rockstar, hoje, ela tem 12 estúdios ao redor do mundo, em diferentes áreas, muitos deles ali na região do Reino Unido, que é onde começou tudo. Então você tem alguns...

outros na Escócia, você tem na Inglaterra, mas você tem estúdios nos Estados Unidos, como é a própria Rockstar San Diego, que é quem desenvolveu inclusive a Engine, que a gente conhece aí dos jogos GTA e dos jogos da Rockstar no geral, que é a RAID, né, que é uma Engine que substituiu a Engine que a Rockstar usava na época, que era uma Engine da Criterion, quando a Criterion foi vendida pra EA, e...

você tem estúdios no Canadá, estúdios na Índia, mais recentemente na Austrália também, eles estabeleceram um estúdio lá, compraram um estúdio que eles já tinham trabalhado no passado. Então, o GTA 5 foi o primeiro produto que teve, de fato, essa escala global.

de desenvolvimento, e você tinha às vezes coisas específicas que eram passadas pra alguns estúdios e que meio que viraram estúdios feitos apenas pra isso. Você tinha Rockstar Lincoln, que é na Inglaterra também, e era um estúdio de co-desenvolvimento, de suporte, de fazer portas pra outras plataformas, e hoje em dia eles fazem só o QA.

que é o Quality Assurance, aquela parada de bugs e tudo mais, revisar as builds e apontar erros e tudo mais, e também localização para todos os idiomas que os jogos da Rockstar saem. A própria Rockstar San Diego tem uma divisão lá que é só para mexer com as partes da Engine, por exatamente ser o estúdio que criou a própria Engine, que tem um grupo técnico lá só para isso.

E o GTA V foi o primeiro jogo da Rockstar. E mais de mil pessoas, do que eles chamam de Rockstar Studios, né? Que são pessoas que trabalham nesses estudos no mundo inteiro. Contribuíram pra esse projeto, né? Então você teve uma força global de mais de mil developers da Rockstar dentro desse projeto. Além de várias outras pessoas que acabam trabalhando nesses jogos também.

por fora, seja terceirização ou toda outra parte legal partes aí relacionadas a publicação e a produção e tudo mais, né? Desde aquela época quando você pega 2009, cara quando começa esse projeto em 2013, que é quando ele sai esse produto já era algo assim num ponto de escopo muito absurdo, né? A gente nunca teve números oficiais em questão de E...

vamos dizer assim, os custos de fato, o orçamento do jogo, mas só pela essa escala toda, é com certeza o jogo mais caro que já tinha sido feito até aquele ponto, e principalmente jogos que não passaram o Development Health, ficaram 10, 12, 15 anos sendo desenvolvidos, porque no fim das contas foi um jogo que foi feito em 5 anos, cara, que eu acho que é o mais impressionante também, né.

É um negócio que ele sai ali no finalzinho da geração do Playstation 3 e Xbox 360, né? Olha a loucura, né? Olha o GTA V, pega o PS3, pega o PS4 inteiro e o PS5 inteiro. Que isso, gente?

Pegou três videogames diferentes. Máquina de imprimir dinheiro, tá maluco. Recebendo versões pra todos esses consoles. Inclusive, a parceria da Sony com a Rockstar no PlayStation 4 pra esse lançamento. No caso de marketing, bundle, né, com cópia do jogo.

Foi muito importante pro começo do PlayStation 4, que a gente até falou recentemente aqui, que no começo, assim, os próprios jogos da Sony não estavam sendo aquela parada absurda de atrair olhares, até porque não tinham muitos, né? Então ela teve que fazer parcerias boas com o Third Party, mesmo jogos que eram multiplataforma, como era o caso do GTA V, ele saiu também pra Xbox One no mesmo período.

Mas essa ideia de ter um bundle, de ter presença forte no marketing, foi uma das razões que o Play 4 também conseguiu já de cara ter uma boa tração assim. E meio que virar meio que a plataforma primária do GTA V, inclusive porque a versão de PC só saiu em 2015, inclusive.

Agora, uma coisa curiosa, é que, como tu falou ali, quando saiu o GTA V pro PlayStation 4, o fato de ter aquela versão em primeira pessoa, né? Com um grande chamariz, né? Pro GTA, além de melhorias gráficas, né? Pro PS4. Mas quando a gente jogou ali, foi no PS3 e 360. E eu te digo, cara, pega o contexto daquela época ali, né? A gente estava em 2013, o YouTube era grande, mas não era gigante, né? O que?

Nem tinha TikTok, não tinha nada disso, de essas redes de vídeos verticais, assim, não tinha nada disso. O vídeo curto era muito curto, era o Vine. Era o Vine. Era sete segundos. Não, o streaming, o streaming estava engatinhando, não tinha nada, assim, não tinha nada de streaming, né? E aí chega o GTA...

5, que vira um grande fenômeno cultural, assim, saindo matéria em jornais, saindo... Galera que nem trabalha num mercado de videogames falando de GTA V, porque foi o jogo em que muita gente decidiu comprar videogame. GTA é meio que... Sempre foi assim, sempre foi um vendedor de videogame, né? A galera compra pra jogar GTA e tudo.

E aí, chega GTA V. Eu lembro, na época, que a gente ficou muito empolgado. A gente falava o dia inteiro nos grupos, né, Evandro? De ficar lá, caraca... A própria época do marketing dele, que eu acho que tem uma virada interessante... Os trailers, né? Era um baita de um trailer de anúncio também. Vamos combinar aqui.

Então, mas eles são mestres em fazer isso, cara. É o que o Júlio só vê os seis, pô. A gente tá vivendo de novo no seis o que a gente viveu na época dos cinco. Só que eu acho que na época dos cinco a gente era mais deslumbrado ainda. Sim. É, pode ser. Até porque para os cinco, cara, eles meio que lançaram um trailer. Foi aquele de anúncio. Começa com a narração do Michael e tal. Que é muito, mano, esse trailer.

Depois eles fizeram isso em 2011, né? E aí só em 2013, que é o ano que o jogo saiu, de fato que eles voltaram a mexer com o material de marketing, soltaram primeiro um vídeo que era meio que um trailer pra cada personagem dos três ali, né? Que tinha até uma versão que era condensada dos três. É.

Porque já se tinha essa informação, né? De que teriam esses três protagonistas, né? Que era a grande novidade. E era o que mais estava discutindo. Como é que vai funcionar isso, não sei o quê. E quando você vê funcionando no jogo... É muito irada a ideia. Sim, e aí eles lançam um trailer de gameplay de fato. Inclusive mostrando essas mudanças dos personagens já ali no meio do ano. Próximo ao lançamento. Alguns meses antes do lançamento. Sim. Aí eu lembro muito também de uma...

Que a IGN teve uma, inclusive, uma época primeiro comentando e depois mostrando um trecho de gameplay que era exatamente essa troca entre os personagens de uma missão assim e tal. Uma parada mais cinemática, cinematográfica, vamos dizer, dessa troca e tal.

É, porque eles estavam fazendo aquele assalto, né, no prédio, né, e aí tava o Franklin com um sniper. Isso, exatamente, do prédio no helicóptero, aí você trocava pra alguém dentro do prédio, que causou muito burburinho na época, só que isso era alguns meses, poucos meses antes do lançamento, dois, três meses antes do lançamento, então nesse jogo ela meio que guardou muito, e aí pros seguintes a gente foi vendo algo parecido, Red Dead 2 foi muito parecido o marketing, até que ele teve mais trailers.

Mas também era meio que um por ano, assim. E até no GTA VI agora, a gente teve um trailer em 2024. A esperança era que o jogo saísse em 2025, né? Mas aí em 2025 a gente tem outro trailer anunciando o jogo pra maio. E no finalzinho de 2025 a gente já tem a notícia que ele foi adiado, na verdade, pra novembro, né?

Mas são poucos materiais, cara, porque eles entendem que esse mundo é muito grande, então nem adianta muito criar milhões de trailers. É meio que gerar hype e jogar o jogo na mão da galera quando ele estiver pronto. A própria internet faz o seu marketing. Exato, Felipe, imagina hoje em dia, 2026.

A quantidade de conteúdo que não vai ser gerado em cima de até seis, caralho. Stories e TikTok. O cara vai ver um cachorro que fez cocô e lembeu o próprio Pinto. Pronto, toma stories de dez minutos explicando qual é que era aquele cachorro.

O algoritmo, né? Agora, por exemplo, se você está embarcado no hype de GTA 6, para você só vai aparecer coisa de GTA 6, tudo, né? Descubra como fazer isso daqui. Ah, é o carro com a cor diferente. Ah, como passar da fase X. Dicas de como melhorar a sua grana. Cara, isso vai ser infinito nessa era de vídeo vertical.

O Bruno comentou recentemente de um cara do... O segredo do Red Dead lá, Bruno. O cara do YouTube. Isso. Que os caras estão até hoje... Parece 70 vezes pra mim, cara. Os Seven Games lá. É que o Red Dead 2... O Red Dead 2, ele é um exemplo muito louco, assim, de um jogo que vão saindo jogos novos e a turma sempre volta assim. Saiu agora o Crimson Desert. Não, eu tô jogando o Crimson.

E aí, fui ver vídeo na internet e tudo mais de o que é que a turma tá achando também, né? Pra ver se batia com a minha ou se tinha uma coisa diferente e tal. E aí, alguém comentou sobre o cavalo do Prison Desert. Aí, obviamente, né? Mostrou o cavalo. Vamos lá comparar com o Red Dead aí. Vamos...

Red Dead, aí fala assim, olha a musculatura do cavalo no Red Dead e olha no Crimson Desert, ai meu Deus, Red Dead oito anos atrás já fazia melhor, e tipo assim, é sempre essa parada, porque é um jogo muito à frente do tempo, Red Dead, entendo isso.

Agora, GTA, ele tem uma pegada de redefinir rumos dentro da própria indústria de videogames. Um jogo estilo GTA... A gente comenta isso em todas as edições que a gente fala de GTA. Um jogo estilo GTA, ele se tornou o padrão...

da indústria, porque é esse jogo mundo aberto, com muitas possibilidades, você pega um Crizen Desert, aí fala assim, ah, já existia jogos assim, não foi a Rockstar que inventou, só que quando você define o padrão do mundo vivo

que é a parada grande do GTA V, quando chegou ali, a gente ficava impressionado. Caraca, a galera tava vivendo suas vidas ali. Já tinha isso nos anteriores. Só que o GTA V, que lá, teve um... É um outro nível. Um nível absurdo, né? Que você fica embasbacado, né? Eu não sei se eu falei isso pra vocês. Nos outros GTAs...

Você tem um monte de NPC e tá pela cidade, beleza. Tem alguns, algumas microações e tal. No GTA V, eu fiz de propósito. Eu, num determinado jogo, no momento do jogo, acho que até contei essa história, cara. Eu tô fazendo uma missão. Aí, do nada, a menina passa e faz um comentário do... Acho que o namorado abandonou ela no autor, alguma coisa assim. E ela lança esse comentário. Aí eu falei, não, não, não, não, não, não.

Aí eu fui seguindo a menina pra ouvir a história toda. E ela vai continuar falando e não sei o que, não sei o que. Aí chega uma hora que ela vira pra você e fala assim, por que você tá me seguindo? Eu passei por... Cara, é muito doido. Tipo, os NPCs do GTA V não são... E aí isso eles evoluíram. Claro, tem lá no Red Dead a mesma coisa, só que mais...

mais trabalhado, mais elaborado. Mas lembra, a gente tá falando de jogo de 2013, em que o NPC não só ficava andando, ele tinha rotinas de coisas muito mais interessantes e reagia muito melhor a você. Eu acho que nem só essa parada dos NPCs é detalhes de simulação, assim. Por exemplo, você tá no trânsito e aí, se você entra, por exemplo, eu tava jogando pra gente gravar de novo, comecei um save do zero lá e fui jogando e tal.

E aí teve uma hora que eu fui atravessar um sinal vermelho, obviamente, passar pela lateral da galera. E tinha um caminhão na contramão que eu meio que entrei. E na hora que eu entrei na contramão, o caminhão, antes de buzinar pra mim, ele pisco o farol. Tipo assim, cara, você tá me vendo aqui na frente? Aí quando eu cheguei mais perto, ele vai e buzina, sacou? Isso é claramente um trigger de...

de sistema, de proximidade, de tudo mais, é entendível como é que é feito, mas a parada não é nem ter sido feito e ter pensado nesse detalhe, sabe, de dar essa esse tempero a mais pra essa simulação, de você conseguir, inclusive, perceber assim no jogo que, pô, até o caminhão que eu tô indo na frente tá percebendo que eu tô indo na frente dele, pode ser que eu vá bater nesse caminhão, então é melhor eu desviar, né, e tudo mais.

Esses tipos de detalhes que tem em várias coisas dessa simulação que foi feita, que eu acho que é o incrível, assim. Não só pelo fato de terem sido feitos, mas pelo fato de terem sido pensados, né? Pra adicionar essa ideia de imersão numa simulação também. É tanto que cinco anos depois saiu o Red Dead Redemption 2...

que é a clara evolução do GTA V, né? Tipo assim, o que é que a gente pode aprimorar? Eu não tô falando nem em termos de... Porque são jogos bem diferentes, né? É um universo diferente, assim. De o quão mais extremo a gente pode ir de, sim, esse é o mundo vivo. Vamos colocar o nosso jogador numa sensação de que ele tá vivendo dentro de um mundo real. Que pode ser real, sabe? Em alguma realidade.

Eu acho que é um pouquinho... Eu contesto isso, Júlio, sabe por quê? Tem uma razão pela qual o GTA vende o que vende e o Red Dead vende bem, mas não vende tanto quanto o GTA. Eles são jogos para públicos diferentes. Eu acho que a imersão do GTA é diferente da imersão do Red Dead.

Eu acho que o Red Dead, ele tem esse mundo que é vivo, mas ele tem um escopo mais limitado, porque a galera que joga Red Dead gosta mais desse clima. Eu acho que isso não vai ser transposto para o GTA, porque a galera que joga GTA quer experimentar esse mundo.

A imersão do GTA é diferente no sentido que eu quero viver esse mundo, eu quero que o mundo seja vivo pra mim. Mas eu não preciso, pelo menos no mundo do GTA, eu não vejo assim, eu preciso abrir essa gaveta pra poder pegar o bagulho, sabe, assim. Ou, ah, eu preciso que o cavalo seja uma simulação perfeita. Ele não é tão granular assim. Exato. Qual a porcentagem de jogadores que já andou de cavalo? Sabe, já fez coisas que se faz no mundo do Resident. No GTA você anda na rua a pé.

Tipo, 99% das pessoas já andaram na rua a pé, tá ligado? Ou andaram de carro. Aí tem moto, tem bicicleta, tem carro, tem tudo, né? E é um mundo que é assim, porra, eu tava vendo um vídeo de um maluco que ficava seguindo o NPC. E aí ele mostra lá que até humanamente impossível que os NPCs tenham vida, façam um ciclo todo bonitinho e tal. Mas ele se preocupa em colocar. O carro que tá com mala de viagem em cima do bagageiro, ele tá andando perto do aeroporto.

E você já viu um carro com um malo em cima, perto de um aeroporto ou de uma rodoviária. O lugar que parece que tem um monte de empresa, tem um pessoal mais arrumadinho, vestido de social, porque parece que eles estão indo trabalhar. Então você se identifica muito facilmente em fazer um paralelo do que está acontecendo naquele jogo com a vida real.

Com o advento de que eu posso subir num carro e atirar em alguém com uma bazuca. E na vida real eu não posso fazer isso, tá ligado? Eu acho que essa faceta que o GTA pegou nos últimos anos, ela sempre teve essa ideia de ser um jogo satírico em relação a alguma época, né? Uma versão extremamente exagerada, ficcionalizada de uma certa época. E isso ficou mais claro ali no San Andreas e no Vice City no San Andreas, né? Uhum.

E mais ainda no 4, que era um jogo contemporâneo. E no 5, que também era um jogo contemporâneo, eles foram assim... Primeiro que o mundo talvez já tava indo pra lados meio malucos demais, assim, distópicos demais.

E é engraçado que eles meio que exageram várias coisas como... E principalmente coisas ligadas à Califórnia ali, que você tem uma sociedade muito ligada às redes sociais e como elas impactam a vida de todo mundo, o show business dali. Los Angeles, né? A referência a Los Angeles. Você tem a parte dos cultos, das celebridades, que é um negócio que é super discutido lá e tal. E você joga pra um... Você extrapola de uma forma...�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������

satirizada extrema, né? E eu acho que isso cativou muita gente na época porque era muito similar às coisas do mundo feitas de uma forma crítica, né? E eu acho que isso captura muito mais as pessoas também porque é uma representação dos acontecimentos atuais, assim, né? E é muito mais fácil você pescar essas coisas quando elas estão acontecendo no mundo ao mesmo momento, assim, né?

O lado urbano é muito forte, mas se você pegar ali... A gente passa muito tempo dirigindo, né? Sim. Em GTA. E, cara, hoje em dia, 13 anos depois, é gostosíssimo dirigir dentro do universo de GTA. Sim.

Não é legal controlar o boneco dentro do universo de GTA. Mas dirigir é um acerto inacreditável e você tem a dimensão do tamanho desse mapa, né? Porque todo jogo da Rockstar é assim. Vai sair um jogo novo, aí se compara com os jogos anteriores. Ah, esse jogo novo é três vezes o mapa de, sei lá, Red Dead Redemption.

que era o maior mapa já feito do não sei o quê. Aí depois, ah, o GTA IV. Aí, sabe, chegou o 5 e ele virou a grande referência de um mundo enorme. Cara, não é um jogo normal, né? Não é um jogo normal. Eu mandei no grupo aí, Júlio, um framezinho do trailer. E provavelmente eu falei isso da outra vez, sem tirar o World's Casts de GTA lá.

todas as vezes eu fico abismado com o seguinte. Eu posso subir com meu boneco naquele prédio lá no horizonte, mano. Tá ligado? Tipo assim, o negócio de... É um mundo de possibilidades, o rolê do conceito de sandbox. Na minha cabeça eu sempre fico, caralho, vai tomar no cu esse jogo.

Se eu quiser subir naquela montanha lá do final, lá na direita, eu posso pegar um avião, um helicóptero ou uma bicicleta e tentar ir até lá, tá ligado? É muita loucura isso. Você não consegue entrar em todas as portas, que é uma coisa, por exemplo, que o jogo recente que saiu, o Crizen Desert, tem essa proposta de você pode invadir qualquer casa. Qualquer lugar que tem uma porta ou uma janela. Mas qual a quantidade de casas que tem no Crizen Desert?

Sim, sim, porque não é urbano, né? Quando a gente fala desses jogos de sandbox, tem um castelo, um vilarejo e tudo, e é diferente da cidade. Você até mencionou essa ideia desses jogos abertos e sandbox, que são esses jogos influenciados pelo GTA, mas o GTA, as influências dele são um negócio bem específico dessa ideia dessa simulação urbana. Sim, sim.

Por exemplo, jogos de fantasia, de RPG com mapas e nomes, a gente teve até antes do próprio GTA 3, você tinha o Dragon Ball. É, mas não era o mundo vivo, né? Não era o mundo vivo. Mas pra aquele parâmetro era o mundo bem vivo, sim, eu diria. A parada do GTA... Era vazio pra caramba, né, mano? Não é... Não se compara, mano.

Assim como GTA 3 era super vazio também. Era super vazio, mas você tinha uma certa noção de que tinham pessoas vivendo naquele mundo. Até porque é uma cidade, e esses outros jogos você tava, a maioria do mapa é natureza, vamos dizer assim, né? Não é... Você jogava tipo RPG de fantasia, você não tinha nem essa ideia. Aí você chegava numa cidade, aí entre uma cidade e outra só tinha bicho, não tinha ninguém. É, mas era a realidade do videogame na época, né?

Sim, sim, sim. Não, é o que eu tô falando. O GTA, ele puxa o videogame pra cima, sabe? De, olha, talvez as pessoas estejam interessadas em ver mundos mais completos. Em ver mundos que a pessoa se sinta dentro dali. É a questão da imersão, né? A imersão é isso, né?

E é meio que um subgênero, assim, que hoje em dia a galera chama até dos clones de GTA, de certa forma, que não tem muitos jogos, né? Principalmente hoje em dia, porque pra fazer esse tipo de produção é um absurdo, assim, de dinheiro e talento e tempo e paciência, né?

E não compensa, né? Porque pra GTA compensa. E pra poucos compensa, exato. Hoje em dia, cada vez mais é mais restritivo. A gente teve... Os próprios Watch Dogs da Ubisoft, eu acho que são boas tentativas, assim. Principalmente o 2, eu acho muito legal. O Legion. Mas nenhum deles tem esse nível de profundidade, esse nível de atenção de detalhes, às vezes, que a gente fala aqui. Acho que o Witcher 3 teve, né? Mas também não é o mesmo jogo. É isso que eu tô querendo dizer. Eu sei, eu sei, eu sei. Mas é um mundo...

Você entende que existem pessoas vivendo naquele mundo. De verdade. Mas isso vale para vários outros jogos. Inclusive, um desculpa muito menor. Inclusive, existe uma ideia que não adianta muitos jogos serem gigantes se eles não são profundos. Então, tem muito jogo sendo feito mais recente, você tem ambientes muito menores, mas que eles têm esse nível de profundidade.

O próprio disco Elysium da vida é um jogo que a gente falou recentemente quando teve o André aqui, e é um jogo que é meio que um quarteirão, né? Só que aí meio que todos os lugares são interativos e importantes e fazem parte dessa simulação daquele espaço, né?

A parada do GTA é esse bagulho do escopo, sabe? Aí você teve o próprio Cyberpunk que é uma ideia disso, mas também teve problemas, apesar de que é um dos jogos que chega mais perto, até nesse sentido, mas também é um escopo diferente, menor, é um jogo muito vertical, não tão extensivo, aquela parada.

É porque GTA só quem faz mesmo é a Rockstar, né? É, eles meio que estão numa categoria própria, assim, de jogo, sabe? Cada vez mais eles estão numa categoria única de jogo, assim. Principalmente com GTA, com essa simulação urbana, né? E é por isso que demora muito, né, pra fazer, né? Por isso que há a expectativa grande, porque ninguém faz que nem a Rockstar. Sim. E isso é um...

pistolão. Exato, e é por isso que eles se permitem, é por isso que eles se permitem demorar tanto, que outra empresa deixaria, passaria aqui tudo bem, teve o Red Dead no meio mas imagina, a gente tá... Mas é isso, exatamente, é porque eles fazem um produto tão bom, e assim independente do que a gente vai discutir aqui não dá pra negar que tem um apelo GTA V, independente da nota que a gente vai dar é um produto que tem um apelo, tem um público

E é um produto tão bom que, de novo, a gente continua jogando 13 anos depois do lançamento, aguardando o próximo. Não é que assim, ah, eu tô jogando e não vou jogar o 6. É gente jogando GTA V só esperando pra sair o 6, porque vai jogar também. É que o GTA V, ele é diferente de todos os GTAs que a Rockstar fez. Porque, por exemplo, ele sai 5 anos depois do GTA IV.

no GTA 5. Que é um tempo, se você pensar, é um tempo razoável para a continuação. Sim. Eu sinto que também teve a parada de que, como teve muita gente que não gostou do 4, a Rockstar meio que, né? Vamos seguir, vamos seguir o barco. Vamos fazer a continuação.

Não, é o contrário. É o contrário. O que aconteceu do GTA IV realmente. Teve um feedback negativo. Eles falaram, a gente precisa voltar pra onde a gente tava indo. Porque assim... Ok. O GTA IV tinha aquela coisa que era um GTA mais sóbrio. A história é muito boa. Mas ele perdeu. E aí é que tá a inteligência do 5. O GTA V, ele pegou tudo que funcionou dos GTAs anteriores e transformou num jogo só. É isso.

E aí é legal você ver dentro do GTA V que ele guardou um arquétipo pra cada tipo de jogador. Então ele pegou sim. A galera que gosta de história e aquele protagonista, entre aspas, mais sério, então você pegar o... O Michael. O Cláudio do 3, pegar o Tommy Versace, é o Michael.

É aquele protagonista mais sério Que tá com problemas, tal Pai de família Exato A galera que curtiu Cris da minha idade Que já vai bater um monte De jogador também Exato Aí a galera que curtiu A pegada do San Andreas Que é, pô, a minha galera Tal É o Frank, né Tipo, a galera Vamos lá Inclusive a introdução Escolada

Exato, e a galera do tipo tanto que se você perceber no próprio GTA V aquela mecânica de trocar roupa tudo que era muito usado no San Andreas eles introduzem com o próprio Frank, então é pra traçar esse pararol você que é a galera que curtiu o San Andreas tem aqui também fazer o cabelo né

Isso, e tem o Trevor, que é assim, você que joga GTA só pela galhofa, tem esse avatar que é você. Pra causar um caos inteiro, cabuloso. Exato. Então, o que eles fizeram foi, o GTA V consolidou o que funcionou dos outros GTAs, e botou de volta no eixo no sentido que assim, o que é o foco do GTA? Cara, é esse mundo e é a diversão que você tem aqui. Então, ele volta, se permitisse, um pouco mais leve do que foi o 4, você pode perceber que a história...

Tem uma história muito legal ali, mas ela é bem menos densa do que o próprio 4. Eles modificaram mecânicas que... Ah, não, a gente tentou... Primeira que vem à mente, que eu sempre critico, é a direção do GTA 4, cara. GTA não tem que dirigir difícil. Ele tem que ser um jogo gostoso de dirigir. Foi o que você falou do GTA 5.

O 4, a direção do 4, pra mim, é a pior da série, cara. Só que ela é a mais, entre aspas, realista. Só que ela não é pra ser assim, entendeu? Quando você tá perseguindo um cara, você não quer que o seu carro... Só porque ele bateu numa guia, ele perca a velocidade, sabe? Você tem que lembrar que é um videogame. Então o GTA V meio que fez, olha...

A gente percebeu os problemas do 4, vamos ajustar e vamos devolver pro GTA e fazer o GTA meio que representa, é um GTA que representa todos. E é o que o GTA V faz. Eu acho que esse negócio, a gente vive uma geração que se exige muito das histórias dos jogos, né? Que é uma grande história acontecendo, que... Na verdade, acho que a gente vive a geração menos importante, na verdade. Os maiores jogos têm história nenhuma.

Acho que a gente, como nosso público, na verdade, é... Isso, a nossa geração. A nossa faixa aqui. Ah, entendi, a nossa... A nossa geração aqui, né? É que eu, por exemplo, eu tô jogando o Crimson Desert e muita gente tá reclamando de, assim, caraca, mas cadê a grande história? Porque é um cara que ele teve o seu clã, meio o universo Game of Thrones, ele faz, parece os estaques, assim.

E aí eles são massacrados e esse cara é abandonado no Rio. E ele sobrevive e ele vai traçar a sua nova rota dentro desse mundo. E aí as pessoas estão assim, cadê a grande história? Cadê a grande coisa acontecendo? Porque parece que do Crimson ali, a ideia é de ser muito parecido com o GTA. Cara, você é meio que passageiro dessa história. Você entrou no mundo.

Essa história escala alfabética de que, se não resolver o mundo vai acabar e tudo, é legal também. É legal porque você sente o grande protagonista da história, meio Star Wars da vida, o Luke Skywalker que tem que salvar lá da Estrela da Morte e tudo. Mas essas histórias que você entra no meio e você vai meio que entendendo o que é que está acontecendo, porque quando a gente entra com esses três personagens, vocês falaram, o Michael, o Michael começa o jogo fazendo terapia. É muito doido, né, mano?

Eles acertaram muito em como eles são diferentes um do outro, cara. Depois do prólogo, né? Não, ele tem a introdução, né? Isso, que é muito bom, inclusive, o prólogo do GTA V é a melhor introdução de qualquer GTA, porque geralmente GTA começa... Tem um assalto, né? Exato, porque ele começa sempre como GTA, se você pegar o tanto da geração 3D, eles começavam assim, é uma cutscene, é um vídeo te mostrando o que tá acontecendo com a vida do cara, e aí você sempre começa o jogo num ritmo mais lento.

Geralmente ele tava saindo da cadeia. Oh, shit. Here we go again. Exatamente. Geralmente é isso. GTA 3. Começando a vida de novo. Todos eles, man. Vai dirigir o carro, né? Pra ver como é a cidade.

E aí ele vai pegar, mas é verdade, a primeira missão é pega um veículo e vai dirigir. No GTA V, não, você já começa na ação do assalto lá, porque ele já quer mostrar, isso aqui a pegada é diferente, já começa na ação, aí mostra lá a mecânica de você trocar quando você troca do Michael pro Trevor e tal, e ele quer te mostrar isso e ele começa na pegada muito mais filme de ação mesmo, assim, tipo, meio Heist Movie mesmo, sabe? Tipo, não, a gente tá aqui e tal, é meio... Reservoir Dogs lá, tá ligado?

É aqui, pá, patina, tirotei, vai, vai. Traição, bababá. O cara morreu, não morreu, tá vivo, bababá. Perseguição de carro. Exatamente. Aí mostra, mas só que esses caras que você tá vendo aqui são pessoas comuns. Aí vai pra ter a corta, pra terapia do Michael tendo problema em família, discutindo. Que pô, meu filho, não sei o que, tá, tá, tá.

Passaram alguns anos, né? Passa-se alguns anos porque foram presos, né? Alguns se distanciaram e tudo, né? Então, teve gente que morreu, então ficou um trauma, né? Esse assalto fracassado, né? E aí é muito louco porque você vê todos esses traumas voltando com o tempo e cada um querendo seguir sua vida, né? É, o Michael, na verdade, ele finge a própria morte, né? Pra fazer um acordo com o sistema de proteção. Selação premiada.

Só que até esse acordo é meio esquisito, depois você entende que tem... Como que o cara da proteção à testemunha tá morando numa puta... O que eles chamam nos Estados Unidos de Mac Mansion, né? É. No alto ali do que seria perto de Hollywood ali, né?

Em tese, ele deveria ter a vida perfeita, né? Porque ele tem grana, ele tem uma casona, ele casou, tem filho e tudo mais, só que o filho dele é um merda. Os filhos não curtem... É muito legal isso também. A mulher dele tá saindo com o personal trainer. É um jogo... Crisona dos 40 anos, né? Exato. É um jogo que ele é muito real nisso também, tá ligado? A gente fala... O GTA é um jogo adulto porque ele... Você pode sair na rua e atirar as pessoas ou pode ir lá na...

Isso não é ser adulto. Não é. O que o GTA faz de adulto é justamente trazer essas discussões de, cara, a vida é isso aí, e tem problema, e o cara tá fazendo terapia, e não sei o que. Tá ligado? Isso que aproxima ele. Os dilemas, né? Ele diz na terapia dele, Bruno, que ele diz assim, eu tenho uma violência dentro de mim que eu não sei o que é isso. Eu não consigo controlar.

E é porque o mundo dele tá todo uma merda, né? É isso. É aquele negócio de você dizer assim, ah, o cara tem grana infinita, ele é a pessoa mais feliz do mundo, né? Vai ficar deprimido como, caralho? Sendo que o Franklin, por exemplo, é o cara do corre, né? Ele tá querendo se estabelecer, né? Ele tá querendo... Numa análise rasa, o Franklin trocaria a vida dele pela do Michael no estalar de dedos, né? É.

Esse cara tá reclamando do quê? Onde ele mora? Só que não é? Tem muito mais coisa sempre. Uma parada legal desse prólogo é que logo no começo já tem um easter egg irado de você desviar o caminho lá e achar um alien congelado, mano. É. Tipo assim, o GTA é muito desses bagulho, tá ligado? Sim, muita coisa escondida, né? Aham.

Até hoje tem gente descobrindo coisas no GTA V, né? Que é uma coisa inacreditável, assim. E pro 6, prepara, tá? Porque, assim, vocês viram esse esquema do Red Dead? E não sei se vocês viram... Eu tenho um departamento de easter eggs lá, Bruno. Exato. Só me enfiando coisas. Outros jogos já começaram a inserir. O próprio Resident, não sei se vocês acompanharam também a... A pegada da boneca do Resident Wrecking. Vocês viram isso? Sim, sim. O puzzle final aí, né? O puzzle impossível de ser descoberto.

que agora pode começar a ver vários jogos vão começar a implementar essas coisas porque eles viram que realmente chama atenção e mantém a galera presa no jogo então é isso que a gente viu do Red Dead aí já também, pode esperar que o GTA 6 vai tá lotado disso lotado

Agora uma coisa que é impressionante, porque a ideia é que em algum momento esses personagens vão se cruzar, né? Porque logo no começo eles já se cruzam, né? O Michael tá puto, pós-terapia lá sentado, aí encontra o Franklin e ele dá uma dica de onde ele tá querendo ir. Ele pergunta onde é que fica uma casa ali. Tipo, ah, uma casa do fulano, aí ele aponta ali e fala, ó, tá ali. Aí eles vão se encontrar mais na frente, né? Agora o Trevor, ele tá do outro lado, mano.

Sim. A vida é redneck mesmo, assim, afastado. Sabe o que é foda? Um negócio que eu também não tinha percebido na época, jogando agora eu percebi, as rádios do GTA, um negócio sempre muito clássico, não só pelas músicas, mas pelos programas...

Tem alguns de entrevista, tem coisas malucas, mas também sobre essa ideia da simulação também existir dentro da linearidade ali das coisas que se fala na rádio, né? E aí, coisas que você faz em missões, você vai ouvir depois na rádio, por exemplo. Logo no começo tem aquela missão que você basicamente tem que sabotar ali uma apresentação do que seria uma mistura de Facebook com Apple ali, uma empresa que controla tudo. iFruit.

Aí Fruit que acaba, inclusive, matando o CEO da empresa no caminho. A força do celular, né? Porque em 2013 ali, né? Tipo, a galera tava... Todo mundo tava querendo ter um celular, né? E aí colocar esse negócio das redes sociais, da força, da super conexão, né? É muito maneiro isso. Como o GTA, ele é fruto da sua época, né?

Tem as redes sociais no celular, você pode fazer várias coisas pelo celular, mas aí você ouve na rádio sobre esse acontecimento, desse CEO que morreu, mas aí logo depois entrou uma notícia na rádio do jogo que era falando sobre como na...

na parte rural ali do Blaine County, né, que é o condado fictício ali do jogo, que tava começando a ter uma tomada da gangue de moto do The Lost, que é a gangue, inclusive, do GTA IV, né? Que, inclusive, tem o DLC. E, eventualmente, o Trevor entra na história exatamente com um dos conflitos sendo com essa gangue, né, de motociclista, inclusive, ele mata o...

O personagem do Lost Endembro é Jimmy, que ele chama, não lembro mais agora. Não. Logo na primeira cutscene dele, assim, né? Então, o próprio jogo, ele vai te dando essas conexões, assim, e ele vai construindo essa ideia da simulação, sabe? Enquanto você tá aqui só com esses dois personagens, tem um resto do mundo acontecendo, e ele vai te dando dicas. Depois de você ser apresentado isso de fato, ele já vai te informando.

de outras formas ali, que o mundo tá vivo e tá acontecendo outras coisas que vão ser importantes pra história. E é uma fala no rádio que a maioria das pessoas às vezes nem vai perceber, né? Eu acho que, na verdade, 13 anos depois do jogo, muita gente já deve saber disso e tal. Só que era uma parada que eu nunca tinha percebido. E já como já tinha jogado algumas vezes a campanha, você já liga na hora. Caramba, eles tão meio que fazendo um prefácio.

Inclusive de quando o Trevor vai ser introduzido no mundo através desse programa de rádio aqui, falando que tá tendo conflito por causa de droga lá. E esses detalhes que fazem o mundo ser vivo, mano. Exato, que é uma coisa que o GTA já tinha na geração 3D, que ela sempre referenciava alguma coisa. Por exemplo, lá no 3, ele fala, ó, fugiram, tal, tal, tal, teve um incidente na ponte pra justificar porque você não pode acessar novas áreas. E aí, se você faz alguma missão importante, alguém na rádio comenta.

Mano, vocês sabem, né? Vocês sabem que GTA 6, o que vai ter de podcast pra você ouvir dentro do carro com entrevistas exclusivas, assim, só... Você só vai poder ouvir no GTA. E é capaz até de ter gente famosa. Tipo assim, ah, no podcast de hoje a gente vai receber o Brad Peach. E você vai estar dirigindo o carro e ouvindo o Brad Peach na entrevista dentro do GTA, cara. Essa não é a pegada de GTA. Eles criam versões fictícias desses personagens. Ok, ok. Vai ter o Brad Beat.

Isso, vai ter o Fred Beat. Mas vai ter um monte de podcast. Vai ter mais podcast que música, que é a parada que tá pegando. Mas o que tem hoje, assim, os GTAs já tem lá a Public Radio deles, né? Eles têm NPR e tal. Isso já sempre teve programa de entrevista. Agora, se vai ter mais ou se vai ter formato de podcast, talvez, vamos ver. Pode ser.

Mudou, o mundo mudou, Bruno. De 2013 pra cá, o mundo mudou. Com certeza vai ter algum personagem que vai ser um podcaster. Com certeza. Meio parodiano Joe Rogan, tá ligado? É, então, acho que vai ser uma paródia do Joe Rogan. Vai ser alguma paródia do Joe Rogan. É, até porque a Flórida tá muito envolvida nessas discussões de vários desses podcasts também.

Isso, isso. As polêmicas todas estão surgindo através dos podcasts, né? Mas antigamente era um programa de TV. O programa de TV mal rendia polêmica porque é tudo brifado. O problema do podcast é que é o livre, né? É o tema livre. E aí se você colocar uma pessoa comum para um tema livre...

Em algum momento essa pessoa vai derrapar, vai falar uma coisa que vai sair torta, vai falar mal de alguém, ou vai colocar pra fora algum preconceito, porque enfim, são pessoas, né? Pessoas não conhecem tudo, né? E nem são desconstruídos o suficiente pra não falar alguma bobagem, né? Então eu acho que vai ter muito podcast aí. Eu lembro que saiu recentemente, se isso é recentemente, há alguns meses que eu vi.

Uma dessas locutoras de uma das rádios do GTA V, quando saiu o trailer de GTA VI, ele falava assim, gente, estamos nos aproximando do término da nossa rádio, né? Porque em breve isso aqui vai ser descontinuado.

Ela falou uma vibe dessa assim e você, caraca, que tristeza. Realmente, muita gente viveu dentro do universo de GTA V, né? De diversas formas possíveis. Seja jogando o modo história, seja só se divertindo, seja só passando tempo dentro desse universo, ou seja jogando as versões online, né? Porque a Rockstar não parou de lançar atualizações, né? Novas missões, possibilidades, corridas, assaltos grandiosos e tudo, né?

foi onde ela ganhou muito dinheiro também com o GTA V, né? Foi com essas missões extras e você comprando coisinhas dentro do GTA Online e tudo. Então, realmente é um jogo que é meio... é um capítulo muito gigante da história dos videogames, o GTA V e, cara, é um jogo incrível, né? É um jogo incrível. É um jogo. Um jogo incrível.

Eu tenho os meus problemas com a jogabilidade e eu já tinha na época. Porque lembra que foi uma das coisas que a gente mais comentou. Tipo assim, cara, é muito difícil de jogar aqui. O personagem é meio travado. Tem uma jogabilidade muito particular, né? Você corre com botões diferentes, diferente de outros jogos. Eles são muito particulares nos jogos da Rockstar, né? Realmente é muito engraçado ele não ser um jogo que você corre segurando o L3, né?

Eu fiquei tentando pensar em 2013, isso já era um padrão ou se é algo que veio depois. Mas me parece que é algo que veio antes. Não é uma coisa tão revolucionária, né? Você usar o mesmo botão que você já se move para correr também. Quanto tempo esses botões já são botões pressionáveis, né?

Realmente é curioso esse esquema. Mas é engraçado, eu acho que o jogo, por ele também, eu não achei ele extremamente punitivo, assim. No momento que você tá, troca de tiro e tudo mais. Até que tem um murinho, né? Tem a moretinha que você fica lá encostada. Mas que também não funcione 100% perfeito, assim, essa ideia da moretinha. Tem hora que gruda quando você não quer, aí a hora que você quer não gruda. Aquela animação meio travada entre os estados.

dele de encostado na mureta e levantado e outras aí de pular também tem uma coisa meio esquisitinha que não funciona perfeito, mas se você olha, ele essa ideia tá ali no, por exemplo o San Andreas, que é um dos mais favoritos aí da galera, ele era meio que isso também, né, era um boneco meio

Mas é porque ele era mais leve o boneco, sabe? Diferente daqui que parece que ele é mais pesado. Ele é mais pesado e aí ele trava a jogabilidade um pouco, né? Quando você coloca o personagem mais pesado, né? Uma coisa é você ver um boneco de armadura carregando uma espada gigante e ele ser mais pesado.

fazer as bonecas aqui de GTA, cara. É, eu acho que ele não é tão fluido, mas eu não sei se é algo tão... Acho que é frustrante em alguns momentos, mas acho que no geral ele não proíbe tanto a diversão dentro dessa história. Até como você falou, muito envolve veículos, né? E são algumas partes, assim, no fim das contas, mais legais e tem essa ideia da simulação também dos minigames. Eu acho que é uma coisa que muita gente gosta de fazer alguns específicos, apesar de que alguns...

essa movimentação mais pesada também atrapalha, né? Eu não sei se é tão legal, sei lá, os mig... Igual tem uma parada que também é sobre a ideia da imersão da simulação, que são esses... Essas missões que eles chamam de Strangers and Freaks, que são meio que missões que você começa, você tá andando pelo mapa e você encontra alguém e meio que começa toda uma linha nova de missões e exatamente como você tem o celular nesse jogo, você passa a receber o contato dessas pessoas, esses estranhos que passam a ser seus conhecidos na rua, né?

E aí tem uma que é de uma mulher lá que tá obcecada com exercício físico. E aí tem as corridas dela, corrida a pé, corrida com bicicleta, assim. Isso. Algumas são bem mais chatas do que outras, né? Mas... Tem alguns minigames, assim, que é... Exato, tem alguns minigames que funcionam até muito bem. Acho que o de tênis é muito, funciona muito bem. O de golfe funciona muito bem. Os de corrida, no geral, acho que funcionam bem pra caramba de veículo, assim.

Eu entendo que ele é pesado, mas até pro jeito que o jogo é construído, eu não vejo tanto problema. Acho que algumas missões mais pra frente, quando meio que você sai dessa ideia da... Principalmente no comecinho do jogo, são essas missões que ele tá introduzindo muitas mecânicas, né? E meio que fazendo um show-off ali um pouco. Aquela missão que é muito icônica, que é você resgatando o seu filho caindo do barco, bem no comecinho, né? Sim.

É uma parada bem filme de ação, né? Mas ela também tá muito ligada ao gameplay do carro e tal. Mais pra frente você tem algumas missões que é contra... Que você tem que invadir o próprio prédio do governo. Tem... Tem que fazer grandes assaltos, né? É, missões contra uns exércitos paramilitares malucos assim que vão sendo introduzidos na...

na história, mais pra frente e tal, que envolve muito tiroteio, imita correria e as armas mais pesadas, eu acho que nesses momentos até que o gameplay ele fica um pouco atrás, porque você quer fazer coisas que o jogo não tá acompanhando na velocidade ali, né? Às vezes você perde algumas missões por umas frustrações dessas.

E tem até umas frustrações que você perde por conta de bugs do jogo também. É muita missão que você depende do NPC. Às vezes ele fica travado num lugar, que não sai do lugar. Essas coisas até acontecem, né? Mas no geral eu acho que esse gameplay mais pesado, pra maioria das coisas que você tá fazendo, ele não tira tanto a diversão, sabe? Pra se aproveitar do jogo nesse sentido.

Ele não tira porque a gente tá vendo uma história acontecendo, né? Eu acho que o que pega pra mim... Eu joguei pouquíssimas a versão online do GTA, mais no começo pra ver como era e tudo, e não engajei muito. O que me pega de GTA é o modo história mesmo de você ir desbravando e vivendo o mundo com esses personagens e passando por esses perrengues todos aí. É muito bom, né?

pai querendo cuidar do filho que tá perdido, a mulher traindo ele, e ele tendo que se virar, e a crise toda da vida dele, e ele se relacionando com o Franklin, sabe? Cara, eu lembro muito do começo, lá em 2013, porque essa experiência dos primeiros dias no GTA é uma experiência que você, inclusive, você vai conhecer a cidade, né? Isso.

porque pré-lançamento você não vai ter ideia de como que é o layout dessas coisas e de alguns meses daqui pra frente você faz caminho sem usar o GPS, né? De tanto que você já acostumou com o layout desse lugar, assim. Mas esses primeiros dias é uma parada muito de curiosidade, porque você quer conhecer mais lugares do mapa, atividades que dá pra fazer em lugares diferentes, muitas dessas de personalização, sei lá, as lojas de roupa que a gente falou, coisas pra mexer no carro, partes com outros veículos sem ser...

partes de outros veículos sem ser carro que é o principal assim, mas moto, que tipo de veículo tem que tipo de avião, que tipo de helicóptero, que tipo de sei lá o que todo tipo de coisa que tem e as linhas das missões também né, porque o GTA tem esse negócio de você ter uma história que não é exatamente total linear, porque em vários momentos você tem diferentes�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������

Quests e side quests mesmo, né? Você tem, às vezes, uma linha principal, que é o Golden Path da história, mas ao longo do jogo você vai conhecendo outros personagens ou encontrando outras coisas que vão abrindo missões secundárias e linhas secundárias, assim, de foco, né? Pra cada personagem. E acho que isso que é a parada desses primeiros dias, as primeiras semanas do GTA, que você sai de não conhecer nada daquele mundo e toda hora você fica surpreso com a introdução de uma mecânica nova, de um tipo de...

ambiente novo, animais personagens, veículos tipos de missões e tudo mais, acho que isso que é o foda porque ele é muito completo e o GTA V tem muito isso, a cada momento você no começo ali, você vai sendo bombardeado

com coisas que constroem essa simulação grandona e que dão o tom, né? Junto com a história e com esses personagens, que eu acho que também é um trabalho muito bem feito, né? A forma com que o jogo é escrito, né? A forma com que é muito natural os diálogos, né? É muito perceptível, sabe? O trabalho pra deixar o roteiro meio que sem nenhum furo, sem nenhum erro de tom, sabe? Falar...

Uma coisa que é forçada demais ou uma coisa que é presente de menos. É um jogo que é muito no tom, assim, também.

É, eu tenho aquela missão que é maneira que ele vai com o filho dele na orla, assim, e ali é meio que simulando o quê? O Pierre, os Piers lá de... De Santa Mônica. De Santa Mônica, né? Sim. E aí ele vai de bicicleta, porque ele quer resgatar a filha dele que tá... Resgatar não, porque ela foi... Depois ele descobre que a filha dele tá num barco lá com os produtores de filme porno.

O cara simplesmente, ele tira a camiseta e ele pula no mar e você vai nadando lá. E você vê a infinidade que tem de coisas debaixo da água, mano. É muito bem feita essa parte, mano. É, o começo do jogo, ele é muito bom pra fazer exatamente isso. Ele impressiona, né? Ele impressiona pra caramba, né? Cada missão, ele impressiona você com um aspecto diferente que o jogo tem ali, né?

Essa parte toda da praia é incrível, porque tem muitas coisas assim, e coisas que estão ali no cantinho, que é tipo um policial chegando para tirar um mendigo que está no meio da calçada, assim. E ele fica afastando o mendigo, assim, para colocar ele mais no canto, porque o cara está bêbado ali, está talado no chão.

são coisas que a gente vê no mundo real, sabe? A gente vê isso no mundo real acontecendo. Sabe uma missão que eu lembro, que eu não lembro bem se é bem no começo ou seja mais pra frente, que eu fiquei, mano, na época eu fiquei, caralho, jogo foda. A da Yoga do Michael, mano. Muito bom, caramba. Porque ela é uma missão bem diferente do que você tinha, do que eu, pelo menos, esperava, do que teria no GTA, tá ligado? E eu achei difícil pra caralho, tal qual é fazer Yoga.

É o cara apertando os botões pra fazer yoga, cara. É, você tem que segurar o analógico um em cada posição e pressionar o L e o R ao mesmo tempo e tal. E aí você como jogador sente, tipo assim, porra, eu tô sofrendo pra fazer isso. Igual o personagem que tá sofrendo pra fazer aquilo ali, tá ligado? E fica esse professorzinho de yoga lá puta paz e amor, e o caralho. E o Michael claramente puto.

Eu lembro de ter achado, mano, que missão da hora. Tipo, isso é um GTA V, sabe? O negócio de você estar sempre sendo surpreendido por algo que você nem esperava. Uma coisa que... A gente sabe que, no fim, é jogo de videogame, né? É isso, é videogame, né?

Ele simula a realidade, ele tenta deixar o mais próximo de comportamentos da realidade e tudo, mas ainda é videogame. Quando chegou o Red Dead 2, eles tentaram falar assim, é videogame, mas pode parecer com o mundo real, mais ainda. E aí eu acho que GTA 6, tipo, quando você derrubar uma placa, um poste, em algum momento a gente vai ver uma equipe consertando esse poste, essa placa, sabe? Será que chega nesse ponto?

Porque às vezes ele destrói, simplesmente você dorme, acorda e tá lá. Dá um respawn, né? Eventualmente dá um respawn. Apesar que o 5, eu lembro que já ficava de cara, é o tempo que ele salvava um carro que você largou na rua, assim. Você tava dirigindo, e aí você larga um carro em um ponto, ele fica um tempasso, até que na verdade o jogo guinche o carro.

Porque ele não só desaparece com o carro, ele inclusive salva o carro lá no depósito do guincho, se você quiser buscar ele de volta, você vai lá, paga e sai com ele, ou seja, até isso meio que ele guarda, assim, eu lembro que isso me impressionava muito na época, porque era muito comum o jogo de mundo aberto.

Você tava com o carro, largava ele no quarteirão, dava duas voltas, às vezes ele sumia. Se você não estivesse no meio de uma missão, não fosse um carro específico, assim. Os próprios GTAs, né? Rolava isso depois de um tempo sumir. No 5 ele guarda a posição do carro e eventualmente a polícia pode inclusive guinchar ele. Pra você inclusive pegar ele em outro lugar. E aquela empresa lá, a Life Invader?

É uma coisa que se falava muito. A ideia era dar uma zoada no que estava bombando na época, que eram esses grandes jovens nomes da tecnologia que estavam dominando tudo.

E aí eu fico pensando, eu sempre penso o que é que vem depois, né? Qual vai ser a zoeira depois? E aí será que vai ser esse negócio dos bichos aí dos streamings, dos mega estúdios? Crito ou moeda, com certeza. Isso é uma coisa que os próprios produtores já comentaram que o desafio de fazer um GTA hoje em dia é que na verdade as coisas já estão tão malucas.

Que a realidade tá mais abstruda do que eles costumavam criticar, tá ligado? É, tipo o rolê lá do Epstein, por exemplo. É, no 6 a gente vê no trailer as coisas que estão ali, são várias, são baseadas em reports reais na Flórida. Exato. Você consegue fazer paralela com coisas que aconteceram. Florida Man lá, tipo...

É, exatamente. Várias são histórias do Florida Man, assim. Então, às vezes, vai ser só um repositório histórico de como que foi esse tempo de maluquice. Porque o GTA é uma sátira do americano, né? Eles fazem essa sátira, né? Real, assim. E às vezes é assim... Não, não é nem uma sátira, não. Eles estão só mostrando a vida real mesmo.

E a vida real parece uma grande sátira, né? E sempre foi curioso porque era um jogo feito por britânicos, né? É. Originalmente, né? E que satirizavam os Estados Unidos mesmo, assim. Era meio que uma crítica forte aos Estados Unidos. E hoje em dia não é nem muito levado pra esse lado, porque é meio que o mundo inteiro enxerga os Estados Unidos dessa forma, né? Acho que não só os britânicos, assim, que era uma nação que já tinha alguma rixa cultural com eles desde sempre.

Agora é muito louco o desenrolar da história do GTA V, porque quando você chega numa missão, e é isso aí, tem o quê? Quase três horas de jogo, sei lá. Você simplesmente chega num interior ali, né? Num deserto, né?

E aí quando chega no deserto, você dá de cara com o personagem o Trevor, o Trevor ele é talvez, eu sei que o Michael ele tem cara de ser o grande protagonista dessa história, mas o Trevor é o personagem perturbado maluco, que todo mundo fala assim mesmo, esse cara é maluco, esse cara é doido.

A cada frase dele, você vai se convencendo que ele é um cara perturbado, sabe? E cheio de problemas, assim, né? Do nada ele tem uma caganeira, do nada ele tá só de sunguinha. Me parece muito inspirado em coisas à la Brick Bad, né? Que era uma série que tava rodando na época, né? E era muito sucesso, né? Essa parte do deserto, né? Parece muito as coisas que acontecem lá em Brick Bad, né? As negociações com os traficantes e...

As situações que acontecem, né? A pessoa desse lado mais da droga, que é uma parada que o Trevor tá muito metido, né? Porque ele é o porra louca, né? Ele é o personagem porra louca do GTA. Não, loucaço. As transições dele, pô. Aquela lá, quando você joga pra ele e ele tá vomitando numa fonte na rua. Pô, mano, o que esse cara tava fazendo, tá ligado? Ou no lixo, vomitando no lixo, era muito louco. Sabe o que é doido também? Isso que o jogante falou, que há umas três horinhas ali de história, isso depende pra caramba, né?

Isso, é, se você seguir a história, né? Porque tem... É, se você ficar só fazendo aquelas missões, porque já aparecem outras missões, do nada aparece coisa, atividade aleatória pra você fazer. Às vezes você vai jogar esse jogo 10, 12, 15 horas, assim, fazendo o conteúdo dele, não só dando volta e matando todo mundo na rua, fazendo qualquer maluquice, assim, mas de fato, consumindo conteúdos que o jogo oferece, antes desse terceiro personagem aparecer, assim.

Eu acho muito foda porque o GTA é assim. O que eles estão mostrando, como a Evandro falou, se está mostrando algo, é porque é possível chegar ali. Então quando você vai lá com o Travel, e você está lá no meio das montanhas e tudo, e passa um aviãozinho, aquele aviãozinho menor, voando que vai pousar num aeroportozinho de areia.

Meu irmão, você pode pegar avião. Sim, é muito doido isso. O fato de você poder fazer as coisas é a grande parada do GTA. Porque você tem essa liberdade para fazer isso. GTA V, ele chegou no extremo, né? Ele é o extremo da franquia.

E aí vai chegar o 6 e vai ser o extremo. E aí vai chegar o 7 e vai ser o 8 do outro extremo. E vai ser isso, né? Eles sempre puxam pra cima, né? A régua, né? Do que você pode fazer. No próprio trailer de GTA 6, vocês lembram que eles mostram vários tipos de veículos. E você sabe, qualquer veículo que tá aparecendo ali, você vai poder utilizar. Essa liberdade, ela é incrível, sim. É curioso, porque a gente jogou tanto esse tipo de jogo de mundo aberto.

que chegou um ponto que deu uma saturada, né? Que hoje em dia a gente escolhe muito bem os jogos de mundo aberto que a gente quer jogar, porque você sabe que vai passar muito tempo ali dentro. Tem que valer a pena, né? Tem que sentir que vai valer a pena. GTA é um negócio que você sabe quase como a certeza que vai valer a pena. E são poucas franquias que conseguem fazer isso, né?

Quem consegue ser esse pistolão desse jeito aí? Sei lá, o próximo jogo da Naughty Dog. Você meio que bota fé ou você desconfia? Quase certeza que vai ser bom. Sim, eu acho que atualmente, inclusive, deve ser o único. Porque a gente tinha isso com Witcher 3, né? O mundo parou quando saiu o Cyberpunk. Só que aí saiu todo cagado. Eles arrumaram só bem depois pra ser um jogo... E transformou o jogo, né? ...tava esperando na época.

uma outra parada, e é um jogo que realmente eu gosto bastante do Cyberpunk, e olha que eu joguei na época, hoje em dia ele deve ser uma outra experiência de possibilidade, de missões de tudo, no fim das contas então eu fico com a sensação de que são poucas empresas que conseguem fazer isso, GTA V esses números absurdos de vendas, eles meio que são até estranhos pra própria franquia GTA, sabe assim, de você ficar muito�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������

Muito em evidência. Três anos depois. Porque quando sai o 6, aí sim vai frear o 5, talvez. As pessoas vão parar de comprar o 5 e vão migrar? Ou ainda vai continuar esse fandom em cima do 5? Ah, no 5 era melhor. Ah, era diferente. Ah, prefiro o 5. Vocês acham que vai ter uma corrente assim? Acho bem difícil, cara. A galera vai migrar com força. Isso é impossível de saber. Não sei. Muito difícil de saber.

A resposta pra isso, acho que vai vir justamente do quão integrado, e é importante a gente falar desses movimentos que a Rockstar fez, inclusive de fazer aquisição de estúdios de RP, né? Então, o quão integrado vai estar o online e essa... Explica aí o que é o RP, Bruno, porque ele surge aí no 5, né, esse RP. Isso, na verdade, os servidores de RP, eles não são uma exclusividade do GTA, mas são uma parte muito grande do GTA, da experiência do GTA online no PC.

Que é o seguinte, você tem um modo online dos jogos, né? E aí você consegue jogar nos servidores oficiais, você consegue jogar, por exemplo, no caso de GTA, eles criam missões, inclusive, exclusivas pra você jogar no online, você tem Heist no online, e é bem legal, ele tem um mundo que você tem, por exemplo, dinheiro... Cinematográfica, né?

Isso, você tem, por exemplo, dinheiro para usar lá, que é o Shark Money, que eles usam lá dentro do mundo online e tal, para você comprar coisa lá dentro. O que o pessoal faz é, existe uma comunidade que cria conteúdo, isso nos PCs, né? E eles criam servidores que trabalham com, como eles chamam de RP. O que é esse RP? É o roleplaying. É como se fosse o RPG que a gente tem, que é o roleplaying game. Eles criam servidores de roleplay. O que é esse roleplay? É você interpretar papel.

E aí nesses servidores Não é só você jogando Você passa a exercer um papel Então nesse servidor, a polícia Em vez de ser a polícia do GTA, você é a polícia Então você vai ter pessoas que são policiais

Você tem pessoas que são entregadores, você vai ter pessoas que são criminosas, e aí os criminosos podem ser parados pela polícia, e você começa a ter, digamos, uma experiência mais imersiva, porque você escolhe o seu papel e você passa a viver, entre aspas, dentro daquele mundo de GTA, de acordo com o seu papel. E aí você tem regras específicas. Sim.

Não, e é nível psicopatia, Bruno. Tipo, tem o LX dentro do jogo. Isso. E aí funciona igual no LX da vez real. A pessoa anuncia um produto lá, o carro, e as galera da lança e combina. Tem o WhatsApp dentro do jogo. Tem os paramédicos. Tem funções dentro do jogo que vai habilitar só para o cara que tem a profissão de médico dentro daquele jogo.

E você tem que se comportar. Se você sofre um acidente, a pessoa vai chegar e dizer assim, e aí, tá tudo bem? Não, me quebrei meu carro aqui. É, RP total, é. A pessoa entra naquele personagem. Você tem que encarnar, né? Tem que encarnar o personagem. Não pode sair, né? E existem regras específicas só pro mundo do RP. Então vamos supor, no jogo normal, quando você morre, você perde um pouco de dinheiro. Então vamos supor, no RP, pode ser que se você morrer, você perde todo o seu dinheiro e todos os seus equipamentos.

Ou, por exemplo, você estava no mundo do RP, você pode ser parado pela polícia e oferecer um suborno, por exemplo. Ou no GTA normal você vai preso. Nesse aqui você pode oferecer um suborno. É, o policial aceita se ele quiser, né? Exato. Existem regras dentro do RP.

que são só do próprio RP. E aí você começa a inserir essa camada de pessoas que entram no GTA só pra jogar modo RP. E aí, por isso que eu tô falando, o quanto de gente vai sair do GTA V, por exemplo, pra ir pro GTA VI, vai depender do quanto dessas mecânicas vão estar implementadas no GTA VI já no lançamento. O quanto disso vai estar lá dentro. Tem que sair pra PC primeiro, né? Não, então, mas é que tá... Não, não, não, aí é que tá o pulo do gato. Por que que eu acho, é só achismo, não foi especulação,

Por que eu acho que a Rockstar fez a aquisição desses estúdios? Para que as versões de console já estivessem em função RP. Entendeu? Entendeu? Para que você pudesse ter já integrado ao próprio... Em vez de ser uma coisa que a comunidade trouxe é... O próprio GTA com o produto vai ter o RP. Entendeu?

Mas o negócio é que, por mais que seja a forma de você tentar legalizar um modelo de jogo, que dá uma certa sustentabilidade para a própria empresa, de continuar desenvolvendo coisas e tudo, o negócio do RP é a liberdade da turma poder criar a vontade nos mods. Ah, eu quero que a cidade seja mais a cara do Brasil do que seja a cara de Los Angeles, por exemplo.

Então, mas aí você entende que isso é uma coisa que é muito... É bem impossível nos PCs, mas consoles, como são plataformas fechadas, não funcionam da mesma maneira. Então, por isso que eu acho que a própria Rockstar viu o potencial disso e querer trazer isso de uma maneira oficial pra dentro do jogo não é só uma decisão, olha que legal. É também uma decisão de negócio, porque você vai poder monetizar isso aí.

E assim, isso aí que o Bruno tá falando do RP, ah, brincadeirinha, meia dúzia de galera de mod que junta, mano, movimenta milhões, milhões de dinheiro todo mês isso daí. Galera vende item, tem economias próprias, pô. Exato. Galera cobra VIP, ah, tem um servidor que não sei quanto mil os jogadores, aí cada um paga 50 reais por mês pra ser VIP dentro daquele servidor, e aí o cara do VIP que tem direito a um veículo, sei lá o que, mano, é um mundo, um mundo, um mundo, um mundo.

Pra quem quer arranhar, eu recomendo o canal do Paulinho Louco. É o meu favorito de GTRP. Ele é muito bom, mano. Muito bom. Ele cria as historinhas lá. Tu mandou um vídeo aí de um cara que é tipo arquiteto de RP, né? Ele cria cidades, né? Sim. Esse vídeo eu já assisti também. É bem da hora. O cara explicando como que ele... É isso. Tipo assim, ele vende veículo dentro do jogo. Cria cidade. Cria não sei o que. Exclusivo pra aquele servidor. E aí a galera paga muita grana em reais fora do jogo, mano. Pra ele fazer as coisas dentro do GTRP, tá ligado?

Ele criou os mods, né? Tem uma cidade... É carro, modelo é carro. Ele criou a Rocinha, caralho. A Rocinha que tá criada aqui dentro do jogo e ele... Ele fez dois milhões de reais com GTA RP apenas criando cidades.

Mano, os caras pagam 2 mil reais no carro dentro do jogo. É um carro virtual, dentro do GTRP, os caras pagam por fora 2 contos pra ele pra botar o modelo do carro dentro do jogo lá. Aí a gente olha assim e acha um absurdo, né? Fala, meu Deus, como assim? Quem paga 2 mil reais pra um...

Só que a gente, como não faz parte dessa comunidade, pra gente é whatever, né? Mas pra turma que faz parte, inclusive você ter um carro, ele é um status dentro do próprio jogo, né? Um carro especial, um carro que tem uma assinatura de um arquiteto que é bem famoso.

Cara, é uma loucura, né? É uma loucura. Isso aí é um mundo distópico, né? Mas é só lembrar que a gente veio de Second Life, de várias coisas assim, de tentativas de fazer coisas que pareciam surreais, né? Por exemplo, ter um banco dentro de um jogo de videogame, como a gente tinha no Second Life. E os bancos tinham lá, mas tinha Banco do Brasil, tinha Bradesco, né? E você fazia transações dentro do jogo. Então, videogame faz parte da vida das pessoas, né? Quando a gente compra um skin num jogo,

Não é porque o seu personagem vai ficar mais poderoso, porque não fica, a skin não traz mais poder. Ela traz um negócio que também é, de certa forma, poder, né? Que é uma certa autoestima, né? Ele traz uma satisfação. É, dentro daquele mundo ali. Tipo assim, a gente sabe a dificuldade que é ter uma casa na vida real. De repente, o cara vai conseguir ter uma casa dentro de RP, mano.

E se ele joga 10, 15 horas por dia daquela porra todo dia, aquilo acaba virando o mundo dele. Tipo assim, há toda uma questão filosófica, uma discussão filosófica e talvez até de sociedade quanto a isso, mas pra uma galera, muita gente, não são poucos jogadores, faz sentido. O cara pagar um aluguel de uma casa dentro do GTA RP. Com o dinheiro do jogo, né? Às vezes é com o dinheiro do jogo ou com o dinheiro do próprio real, né?

É porque você dá o dinheiro real, você pode conseguir o dinheiro dentro do jogo, mas como é um mundo mais controlado, é difícil conseguir crano dentro do jogo, né? Ainda mais chegando lá aleatoriamente. Mas você pode burlar isso, né? Que é comprando o dinheirinho com o dinheiro real pra você ganhar o dinheiro do jogo, né? Nesse vídeo aí o cara fala, ele aluga a casa lá por 230 reais mensal. 230 reais, dinheiro real, moeda local fora da vida do jogo.

E as pessoas pagam pra ter uma casinha dentro do jogo. Eu não acho loucura, não, isso. É real assim. Se a pessoa tá lá, investida, ela joga pra caralho, e aquilo que ela... Eu acho ok, mano. É o entretenimento da pessoa. De comprar uma roupinha do LOL. Tudo bem que eu acho que às vezes você senta conta o caro pra caralho, mas enfim. O cara tem, vou fazer o quê?

espero eu que não seja alguém que sem dinheiro tá pagando aluguel dentro do GTRP antigamente tinha um site que você podia ver o quanto que você gastou no League of Legends no LoL e aí tiraram do ar esse site porque as pessoas ficaram chocadas e decidiram não gastar mais com a quantidade de dinheiro que tava gastando

Eu lembro que eu olhei, na época eu tinha gastado uns 6 mil reais no League of Legends. Olha isso, mano. Tá maluco. Mas aí, quantos anos jogando? É, tem essa também, né? Aí você pensa, ai meu Deus, é mais caro que um videogame. Sim, a quantidade de tempo que eu joguei e um jogo gratuito, né? Tem isso também, né? Eu não paguei pra jogar LOL. É, como ele é gratuito, você já investiu tanto tempo de jogo. Aparentemente você pagou 6 mil e alguma coisa que você falou aí.

Não, não, não, sim. Mas foi por uma opção minha. O jogo não te obriga a fazer isso. É isso que eles querem que você acredite mesmo. Mas o modelo de negócio é justamente esse. É, é. Aí você investiu 100 horas. Chega uma hora que você fala, 100 reais não dá nada, né? Já joguei 100 horas isso aqui. Aí daqui a pouco você tá dando mil reais, dois mil e assim vai.

Mas é que nem você ir pra um bar. Você fala assim, eu bebo. Seis mil no bar, alcoólatra tá como? Não, mas aí... Mas junta. Junta aí, rapaz. Né? Pega um ano inteiro indo pra um bar. Se você não fumasse, você ganha... Então... Você compra uma Ferrari. Cadê sua Ferrari? Ué, é que nem criticar o... O minha skin de LOL. Ai, se eu não tivesse comprado isso, eu teria comprado um videogame. Aí, ó. E se você tivesse videogame, você não teria os skins do LOL. E aí? Pra se aparecer pros seus amigos.

E o pior é que não é nem aparecer, porque realmente eu acho massa as skins dos personagens, assim. Você joga tanto, né? Eu jogo tanto com alguns personagens que eu quero ter possibilidade de usar vestimentas diferentes.

Malandro, a skin do Overwatch você nem vê, porque o jogo é em primeira pessoa, cara. E a galera compra bizarramente. É dos outros, né? Do LoL, por exemplo, ele determina o meu humor dentro do jogo. Tipo assim, esse aqui eu quero só me divertir, aí eu vou com a skin praiana. Da zoeira.

Entendi. E aí tem a skin de praia e aí você vai lá e tudo. E cada personagem tem uma parada diferente, um jeito diferente e tudo. E nem todas tem. Não são todos os personagens que tem praiano, por exemplo. Eu jogo com uma personagem chamada Miss Fortune que ela é uma pirata. Uma capitã, né? E aí simplesmente ela tem todas essas skins semelhantes de praia, mas tem coisas tecnológicas também. Então realmente é interessante.

Coisas pra gente falar ainda de GTA V. Mudança de clima, a gente vê bastante, né? Chovendo, noite, dia, madrugada. Tem um sistema todo dinâmico, né? E no GTA IV eram meio que presets dinâmicos. E aí no GTA V eles fizeram dinâmico mesmo.

Começa a chover e as pessoas se escondendo, Felipe. Pegando guarda-chuva, mano. Na rua. Começa a chover e a galera se escondendo. Entrando nos lugares que tá chovendo. É incrível, cara. Isso é incrível. Parece bizarro a gente estar falando disso de um jogo de 13 anos atrás. Mas ele foi um marco nesse sentido, né? Você conseguir esse grau de complexidade desses personagens.

Porque você vê lá, ó. Você tem três personagens. O Michael, como a gente falou, ele é uma vibe o quê? Lá do gangster soprano, assim? Do Tony Soprano? Ele inclusive é bem parecido, né? Só não é careca, mas ele tem um comportamento bem parecido com o do Soprano.

O Franklin, ele é vibes CJ lá do San Andreas, né? O Trevor é o psicopata, né? Psicopata carismático. Que você se diverte com as loucuras e aí você, meu Deus do céu, o que é isso, Trevor? É, inclusive a parte dele, depois que passa pra ele, é um tempinho jogando só com ele, né?

Exato. Porque você encontra com ele naquele momento que inclusive o GTA V pega talvez a parte mais celebrada do GTA IV, que são os heists, né? Os roubos, os assaltos. E usa eles como a mecânica principal no GTA V. Inclusive é muito legal também o jeito que eles botam a preparação pro assalto dentro da...

não só da história, mas do mundo, né? Às vezes você tem que pegar algum veículo específico, pegar algum equipamento, e alguns desses são feitos em umas missões mesmo. As plantas do lugar. Às vezes alguns são feitos de acordo com coisas dinâmicas no dia.

Você precisa roubar tal tipo de veículo. Nesse lugar tem muitos, ou a empresa que tem um veículo desse faz uma rota todo dia, tal hora do dia, tal rota, você tem que achar eles no mapa de forma dinâmica, né? Essa forma com que eles botam isso, a forma com que eles botam pra você escolher a sua equipe, né? Pra fazer os reiches. Você pode meio que, quase que um...

dificultador maior, assim, você pegar pessoas piores de serviço que vão cobrar menos, né, pra você pegar mais dinheiro ali. Só que também tem outras chances de você ganhar dinheiro, dá pra você investir na bolsa, inclusive que é manipulada pelos eventos da história, né. Então se você estiver prestando atenção, você consegue manipular a bolsa de valores assim como é de verdade. Pra você...

Ganhar dinheiro com investimento. Tem alguns negócios pra comprar. Tem coisas de... Alguns outros serviços também que você faz por fora. Então o jogo tem todo esse aspecto também do... Bem que tem a história acontecendo no mundo. E os fatores principais estão da história. Mas tem um mundinho pessoal seu também, assim, sabe? Você tá ganhando dinheiro e você comprar outros...

Imóveis, comprar veículos, comprar várias outras coisas e gastar dinheiro na cidade fazendo algumas experiências que tem e tudo mais, né? Tem meio que o mundinho da história e o seu mundinho privado que cada um vai ter, assim, o seu, né, de fato.

Vocês acham que... Qual é o número oficial? Tem o número oficial de GTA V de vendas? Atualizado? 220 milhões. Ele não é o jogo mais vendido de todos os tempos, né? O jogo eu não sei, mas tem aquela história que é o produto de entretenimento mais...

lucrativo da história. Não, mas ele é o jogo mais vendido. Se você pensar como jogo, ele é, porque você tem... Minecraft. Franquias vendidas, mas como jogo... Jogos, a unidade, né? A unidade dele. É 225 milhões. O Minecraft não lidera aí como o jogo mais vendido da história? Ele é uns 200 milhões também. Eu não sei há quanto tempo que não atualizo também. Vou tentar ver aqui. Até 300 milhões de cópias Minecraft. Ah, então passou mesmo.

Só que é um jogo mais barato do que GTA, né? Não, então aí faturamento nem se compara, porque o Minecraft é muito mais barato. E esse número é de 2023. É. Do Minecraft.

Então a gente consegue dizer claramente que o GTA V é o maior jogo da história dos videogames, né? Em todos os sentidos. A estimativa é que ele tem gerado mais de 10 bilhões de dólares. Isso é uma doideira, mano. Eu tava olhando aqui, Felipe. Só com o jogo, né? Todos os Tetris dá 500 milhões. Isso, mas aí são várias versões de Tetris, né? Todos os Tetris lançados até hoje dá meio bi. E os caras conseguiam 10. É um...

Por isso que estou dizendo que o GTA 6 foi um bilhão de investimento, né? Sobrou nove ainda se for essa conta aí mesmo. Um bilhão. Se gasta um bilhão para fazer um jogo. Está falando aqui também que a estimativa é que 27% dessa grana foi do online. Maluco. Para você ver como não é o montante, não. O montante é a galera comprando o jogo, né? Segundo lugar. Sabe o que é o segundo lugar, Jandir? Desde 2004. Hã.

O World of Warcraft, receita estimada 9.5. Mas aí você vê, é um negócio de assinatura mensal que está desde 2004 no ar. Mais de 20 anos, coletandinho. E ainda assim não pegou o GTA, mano. O número aí do World of Warcraft tem 9 milhões de jogadores ainda, viu? Hoje em dia, né? Então...

Loucura, né, mano? É um jogo muito mais velho, né? Porque tem... É um monte de jogador. É, 2004, exatamente. E é isso. Tipo assim, ninguém paga mensalidade pra jogar GTA. O WoW é uma parada que pata lá. Só no RP. Só no RP. Por isso que a Rockstar ficou pistola, né? Porque, tipo assim, a galera tá ganhando essa grana e eu não, rapaz. Que loucura é essa? Ela não ficou pistola porque ela não bloqueou o pessoal. Na verdade, ela viu uma oportunidade. Isso sim.

Ela chegou a bloquear uma época, não? Ela bloqueou alguns servidores e alguns developers específicos aí. É, não bloqueou RP como um todo, não? Ela teria essa validade pra meio que tirar todos do ar, mas ela não fez. Os caras estavam fazendo a ação do iFood, coisa gigantesca de marca dentro do GTRP. É, uma loucura, usando o produto de outras pessoas pra fazer publicidade. É meio doideira isso que rolou.

Mas assim, por alguma razão, Take-Two e Rockstar prefiram não mexer com isso. Acho que até porque... Deve ser pra ver, né? É, e é um experimento, de certa forma, e foi uma nova injeção de gás na comunidade no geral, né?

Sim. Então, assim, pela procura do jogo, de certa forma, no geral. Então acho que eles meio que deixaram pra ver até onde isso ia desenrolar e tal. Até pra no próximo, no caso do GTA 6 aí, eles meio que, provavelmente, integrarem isso. E aí, na verdade, talvez restringir. Vamos ver como é que vai ser pra esse próximo jogo, né? Mas aqui ela meio que deixou, virou a cara pra lá e deixou a galera fazer, apesar de, tipo, nos termos de serviço delas, é uma parada que vai total contra, assim, mas...

Mandei a matéria aí, ó. Felizmente ela não tirou ninguém do ar assim muito forte, né? Por causa disso. Cidade Alta, que é um dos maiores servidores de RP que tem no Brasil. Sim. O iFood tava lá dentro. Tipo assim, bonitinho o loginho do iFood oficial. O cara entregando lá a caixa. Pra pessoa trabalhar como entregador dentro do jogo, mano.

Acho que um desses tinha uma loja da... Não sei se era da Submarino na época. Submarino, foi Submarino. Os caras fizeram uma loja da Submagnon lá dentro. É uma máquina, tá doido. Que loucura. Gente, 13 anos depois, vamos para as notas aí, para GTA V. Porque por mais...

Como jogo, eu tenho essa dificuldade com a jogabilidade dos bonecos em si. Eu não consigo nem dizer a dimensão que é o GTA V. É um jogo que eu voltei a jogar recentemente e eu fiquei impressionado. Eu falei assim, 13 anos desse jogo, como é que ele consegue ainda ser tão incrível? Porque tem vários jogos. Tem jogos de 3, 4 anos atrás que não é mais tão bom.

Eu voltei a jogar também e aí nos últimos dias eu resolvi pegar o meu personagem do online, né? Resgatar a minha conta, que era desde o PS3, depois eu passei lá pro PS4, e agora no PS5. E tinha anos que eu não entrava, sei lá, devia ter uns sete anos ou mais. Vai bater uma nostalgia quando tu viu ali, tu quase chora.

Não foi nem isso, quando eu entrei no GTA Online, o meu celular não parava de tocar mensagem e e-mail pela quantidade de conteúdo absurda que tinha no jogo desde a última vez que eu tinha logado, assim. Você abre o mapa, a quantidade de negócios, de opção pra fazer missão e outras atividades que tem no jogo, o barulho tá infestado, assim. Tem muito conteúdo dentro do GTA Online. A gente sempre vê, acompanhando as notícias aí, sempre tem...

que tem uns drops de conteúdo, você vê os trailers sempre acabam hipocando assim, mas quando você entra no jogo, depois de tanto tempo você percebe a quantidade de conteúdo que foi adicionado desde então assim, e de opção que tem pra fazer dentro do jogo, até por isso que ele continua muito forte ainda, né?

Eu não consigo dar outra nota que não 99 vidas, tá? Pra mim é um jogo histórico. Se a gente for falar de qualquer época de videogame do PS3 pra frente, a gente vai ter que falar de GTA V. É um jogo que tá marcado e vai continuar ainda rendendo muitos frutos. E GTA VI, ele vem como substituto, mas é que nem quando a gente lembra com carinho do San Andreas, lembra? Que a gente fala assim, pô, San Andreas, lembra do CJ? CJ é meme até hoje, cara. Oh, shit. Here we go again.

Um dos maiores memes de todos os tempos.

Pô, é um clássico, né? É um clássico aí. É 99 vidas, obviamente. Felipe? Cara, é impressionante porque quando eu joguei em 2013 eu provavelmente darei 99 vidas. Quando eu joguei de novo, na época no Play 4, mais uns anos depois também. E voltando a jogar agora, cara, é impressionante como não tem experiências paralelas mesmo, assim. Por mais que eu falei, eu gosto dos Watch Dogs que a Ubisoft fez, principalmente o 2 e o Legion. Acho que foram bons projetos, interessantes que tiveram.

Até uma pegada um pouco diferente do GTA na ideia de fazer um ecossistema urbano, de mundo aberto e tal. Mas não tem experiência paralela mesmo nos videogames há muito tempo com o GTA, com essa ideia de construir esse sandbox.

muito reativo, muito presente, né? Ele não tá ali só de pano de fundo, ele é muito presente, tanto por si só, como reativo em relação às suas ações no mundo também, né? E pra mim também é um jogo 99 vidas, cara, porque é um jogo que eu peguei pra jogar de novo aqui e eu provavelmente vou continuar jogando um bocado, assim, porque realmente dá essa saudade dessa experiência aí, assim como você falou muito bem com o San Andreas.

Eu acho que o GTA V é o meu segundo favorito ali, talvez. Porque mesmo muito tempo depois, ele causou aquela mesma comoção que o San Andreas causou pra mim no Play 2 quando eu era um adolescente assim. E na época do lançamento do GTA V, já era um jovem adulto. Mas essa ideia desse... Aquilo que eu falei desse mundo, que você vai ser o seu foco durante um bom tempo. Porque você vai aprender todas as regras, todos os cantos, todos os personagens, explorar...

todas as opções que tiver, porque é um jogo constantemente surpreendendo com a profundidade, né? Esse mundo enorme, mas ele também é profundo, e eu acho que essa que é a dificuldade na maioria dos jogos desse tipo. Ou você consegue ser muito profundo, mas não nesse escopo, ou você faz esse escopo de uma forma muito rasa, né? Geralmente essas são as opções. E por isso que o GTA meio que fica como a única opção, o escopo é absurdo e a profundidade é igualmente absurda também, pro tipo de proposta, né?

Então pra mim também é 99 vidas, por mais que os controles podem ser melhores, eu espero que sejam melhores no 6, inclusive. Mais responsivos, mais rápidos, não tão simulados, talvez, assim. Mas ainda não atrapalha a diversão, cara. Eu acho que esse atestamento, assim, de múltiplas gerações depois, pegar a versão do jogo e sim, estar atualizada, mas que ainda é o mesmo conteúdo, ainda é a mesma ideia do jogo, né? É o mesmo jogo ainda de 2013.

E ainda assim, cara, não tem nada igual. E ainda assim, isso é uma experiência que imediatamente você quer continuar jogando, voltar a jogar. Então, pra mim, não teria outra nota nesse caso também que não fosse 99 vezes.

Qual é o teu personagem favorito? Cara, eu gosto muito da história do Michael, todo o arco dele. Eu acho que esse começo dele, principalmente com esses ataques de raiva, assim, ela abre muitas opções boas das missões, né? Eu acho que as melhores missões, principalmente no começo, estão com o Michael, assim. As do Franklin também tem muitas boas. Eu acho que o Trevor, que é aquela parada de ser mais caótico, poderia ser o personagem que tem as missões mais interessantes, mas é a que eu sempre tive mais preguiça, assim, sabia?

Essa parada mais simulada, eu acho que também mais real, vamos dizer assim, entre aspas, das missões que envolviam o Michael e o Franklin, acho que são as que eu mais gosto. Eu fico com o Michael também. Evandro? Cara, concordo com o que vocês falaram. É um jogo muito bom até hoje.

Tem essa parte de, ah, o controle é meio pesado, e realmente é. Eu ficava desesperado, principalmente em ambiente fechado. De assim, mano, eu quero... Tá me atrapalhando isso daqui, eu quero fazer as coisas e tô conseguindo. O boneco tá grudando na mureta quando eu não mando, e quando eu quero que ele grude, ele não gruda. Pô, você entrar na loja de roupa e você quer olhar o sapato, mas do lado tem um rack de blusa e ele fica trocando, é foda. Não, tem... É, mas assim, mas nem de longe isso atrapalha pra mim, cara. Foi o que eu falei. É.

Eu vendo o trailer e esse negócio de, caraca, eu posso ir ali, pra mim é um negócio, tipo assim, nenhum jogo, nem os outros grandes jogos que a gente fala, Zelda, Last of Us, qualquer jogo que seria o 99 vidas também, seria grandioso, o GTA me entrega um negócio que só o GTA entrega. Esse negócio de posso subir ali, posso explorar aquilo ali. Beleza, não vou conseguir entrar em todas as casinhas que tem, em todos os prédios. Mas a grandiosidade dessa cidade viva, o negócio que eu falo direto aqui, atenção aos detalhes.

Eu lembro de, na época, ver um vídeo do GTA e o cara mostrando que o chinelo desgruda do pé do personagem quando ele anda, tá ligado? É. Tipo assim, alguém modelou os sapatos e os chinelos e é separado. É um aparato separado do pé do boneco. Se fosse qualquer outro jogo, o chinelo ia estar grudado no pé enquanto o personagem anda. Então, assim, eles são reis, esse negócio de atenção ao detalhe, tá ligado? Variedade de veículo absurda. Todos são interessantes e dá vontade de andar.

Fazer a trilha lá de moto, essa parte de exploração do mar lá, a diversidade de bichos na água. Esse sistema de aplicar os heists lá, de você se preparar e contratar a galera. E você pode escolher, querendo ou não, se vai ser um pouquinho mais curtivo ou um pouco mais agressivo.

É um jogo muito foda, mano. Muito foda, sabe? Então, assim, não é à toa que vendeu o que vendeu. Dou também 99 vidas. Não acho que atrapalha tanto essa parte da jogabilidade ser um pouquinho mais fluida. Porque a gente também tá olhando com o olhar de hoje. Então, assim, óbvio que a gente vai ser mais exigente, tá ligado? E, porra, tô muito curioso pra ver se eles vão conseguir superar isso no 6. Porque não é fácil. O 5 já é um jogaço absurdamente absurdo.

E Evandro, e o teu personagem favorito? Gosto do Michael também. Cara, eu gosto da loucurada do Trevor. Porque eu ficava nessa de personagem de... Pô, o que será que esse cara vai inventar agora, sabe? Esse negócio meio do coringa, de não saber o que ele pode me entregar ou não. Às vezes eu ficava trocando pra ele só pra ver a animaçãozinha da troca, aquelas especiais. Inclusive essa mecânica também. O jeito que eles fizeram essa mecânica de dar os um alt do mapa inteiro pra download.

E depois dar o zoom win no personagem, porra, é um negócio... Tecnicamente é muito impressionante pra época, tá ligado? Se você pensar que tava rodando no PS3, um 360, e funciona muito. E não só isso, Evandro. Que o cara tá tocando a vida dele. Se você trocar de personagem, ele vai tá fazendo alguma coisa da vida dele em algum lugar, tá ligado? Ele não tá só parado na rua, né? Exatamente. Eu gosto dos dois. Eu gosto bem do Michael, mas eu gosto dessa parte de o que o louco do Trevor está fazendo neste momento, eu curto também. Bruno?

O Franklin, pra mim, rapidão, Júlio, o Franklin me pegava porque eu sempre ficava comparando com o CJ, mano. E o CJ é o CJ, tá ligado? Não tem como ninguém superar o CJ, então o Franklin deu o azar de antes dele existir o CJ. Bom, mas os personagens em volta dele são muito bons também. O Lamar. O Lamar, a tia maluca dele. A mãe dele. A tia, né? Só doido também, mano. Bruno. Bom, vamos lá, cara.

GTA V é um feito impressionante, inclusive o que o Felipe falou aqui é muito verdade, e eu sinto a mesma coisa, Felipe. GTA não tem hoje em dia um concorrente direto, não tem. Na verdade, o maior concorrente do GTA VI vai ser justamente o V. A responsabilidade do GTA VI...�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������

Não é ser melhor que a concorrência, ele vai ter que ser melhor que o 5 pra convencer as pessoas a migrarem, sabe? Então assim, é um negócio impressionante. Porque GTA, ele é o tipo de jogo que outras empresas têm. Então a gente viu a tentativa da própria Volition lá de...

de tentar trazer o Central de volta, não deu certo. Você deu os exemplos lá do próprio Out Dog, que eu gosto bastante, inclusive do primeiro também, os outros são melhores, mas eu gosto mesmo do primeiro. Mas você vê que não chega. A gente teve aquela época lá do Sleeping Dogs também, que foi um baita de um jogo bom, mas você vê que quem resiste é o GTA, e o GTA é o GTA. Não tem jeito, o GTA é o GTA.

Cada iteração, na verdade, ele faz com que seja mais impossível. Exato. E coisas parecidas também, assim. Exato. Difícil mesmo. E é um negócio que é incrível porque, assim, nem eu imaginava que eu gostava tanto de GTA 5. Na época que a gente gravou o primeiro programa, a gente é jogado, beleza.

Só que aqui a gente tá falando dele 13 anos depois. E o GTA, é o jogo... Eu acho que o GTA comentei com vocês, cara. Eu tenho GTA em todas as versões. Tipo, eu tenho PC, tenho Playstation 3, o 4 e o 5. Só que até hoje, tipo, no meu quarto fica o Playstation 3. O jogo que eu jogo um pouquinho antes de dormir é o GTA 5, cara.

Porque ele tem um negócio que é incrível que é, ele tem a linha principal da história, ele tem as sidequests, mas ele tem aquelas outras missões aleatórias que acontecem, então mesmo que eu já tenha terminado o jogo, toda vez que eu boto tem alguma coisa acontecendo no mundo, tá ligado? Que é um testamento desse mundo vivo, que eles queriam sempre ter alguma coisa pra fazer. E nesse caso é curioso.

Eu gosto mais do GTA V hoje do que eu gostava dele quando ele lançou. E tem um outro ponto importante também. Eu acho que, não só tecnicamente, mas eu acho que como jogo, talvez ele seja o meu GTA favorito mesmo. Seja essa mecânica das trocas, seja... Vocês falaram do gameplay, é verdade.

Tem problemas de gameplay, de movimentação? Tem. Mas, no outro lado, pra mim ele é o melhor GTA na mecânica de direção e o melhor GTA na mecânica de tiro. Ele melhorou muito o gameplay de arma, na minha opinião. Dá uma certa facilitada também, né?

Não, mas isso é configurável, isso é legal. Você pode configurar, inclusive, pra habilitar. E isso é bem legal. Lock-on, né? Você tem habilitar o lock-on, você tem como habilitar assistente de mira. Você pode colocar um assistente de mira moderado e um assistente de mira totalmente desligado. Isso é legal. Ele é bem customizável nesse sentido. Sem falar que pra quem não teve experiência e tiver a oportunidade de acessar as outras versões...

Quem só jogou o GTA no Play 3 ou no 360 não vai ver o GTA em primeira pessoa e é uma experiência que muda muito do jogo, cara. Você jogar o jogo em primeira pessoa realmente muda muito do jogo. É muito interessante. E você pensar que um jogo foi pensado por uma perspectiva de terceira pessoa quando você muda para a perspectiva de primeira pessoa ele funciona tanto quanto. É impressionante isso.

E pra mim o GTA V ele prova o porquê que ele tá há tanto tempo no interesse popular e porquê que é esse fenômeno que ele é. E tal qual um bom vinho, ele envelheceu muito bem. Então minha nota hoje pro GTA vai ser maior do que a nota que eu dei no programa original, cara. E eu acho que como ele é um produto que não tem nada igual, de fato o GTA V é um jogo 99 vídeos.

Caraca, muito bom! Melhorou a nota, depois que passou o tempo, olha aí, Bruno. Pois é. Dourado! E tem a versão remaster, né? A versão mais atualizadinha e tal. Tem, tem que ver com melhorias, mas mesmo a versão original, hoje em dia ainda é impressionante, cara. Você vê o que eles conseguiram fazer, sabe? É um negócio impressionante.

muito bom, incrível incrível, a gente não conseguiu 99 vídeos na época, de todos dos 4, e nem tinha o Felipe também e a gente conseguiu aí, loucura né, GTA V simplesmente um jogo histórico, dá pra dizer que a gente tá pronto pra GTA 6 né, depois dessa jornada que a gente teve aqui, cobrimos GTA 3, Vice City Sandria, GTA 4 e GTA 5 5 podcasts�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������

Estamos prontos. Cara, eu tava assistindo os trailers aqui o tempo inteiro. Os dois trailers que tem do GTA 6, eu fiquei vendo aqui várias vezes enquanto a gente tava gravando. Ai, ai, hype. Cara, GTA fez carreira de muita gente, né? Muita gente que trabalha com internet aí, o David Jones aí. Inclusive, o 5 tem uma parada que a gente não comentou, que foi adicionada com o tempo, que é o editor lá da Rockstar, e os caras passaram a... Cara, música.

Não, pra editar vídeo, cara. Você consegue fazer vídeos digitais, basicamente, assim. Aí. Com os assets do GTA. Então você consegue usar os personagens, você consegue usar diferentes ângulos de câmera, você meio que tem um...

um replay, né, nas ações de gameplay, então você consegue voltar o replay, mudar a câmera, usar prop, então tem toda uma ferramenta pra você editar vídeos usando o GTA meio como a engine, né, vídeos digitais usando o GTA como uma engine e editor de vídeo ao mesmo tempo, né, que é uma coisa que veio depois aí também, muito foda. É um jogo revolucionário, né, não tem jeito, né.

Não tem jeito, bicho. Eu tava lembrando das missões, das missões clássicas e tudo, porque tem aquela missão final de você escolher, né? Quem que você vai matar, né? O fã que escolhe. E, obviamente, todo mundo mata o Trevo, né? É isso aí. Na verdade, dá pra você não matar ninguém, né? Não matar ninguém, né? Tem como. Dá pra não matar. É. E acho que na maioria é que o que todo mundo tenta fazer, na verdade. Acho que a maioria das pessoas que você escolhe é essa, é. Não, tem gente que mata, né?

Não, tem gente, mas eu acho que a maioria foi nessa de não matar ninguém. Sim. Eu quero acreditar, né? Será? Sim. Ué. Inclusive, eu sei que o senhor não me perguntou, mas... Ah, é? Meu personagem favorito, sem dúvida, é o Michael. E eu vou dizer o seguinte. Eu acho que pela profundidade que eles deram nos conflitos do Michael, ele é o meu protagonista favorito da série, cara. Porque nenhum outro tem a profundidade que ele tem. Porque, tá, você vê o cara fazendo terapia, você vê o cara lidando com o dia a dia, você vê o cara...

saindo da vida do crime mas vivendo uma vida com dinheiro mas uma vida que é uma droga e o cara tentando resolver o cara que assume um papel até certo ponto de tutor, entre aspas, do próprio Frank, né, tenta ajudar o Frank, então assim, é interessante o arco do Michael é bem interessante no jogo, cara vamos ver no GTA 6 como é que vai ser, né a história da... como é que chama lá? protagonista

Lucia, da Lucia 20 anos Será que a gente vai ter a escolha de Sofia no final aí? Entre esses dois personagens? Eu acho que tá com cheiro de que vai ter um Um momento assim de escolha Tem um cheirinho de... Muito bem gente, muito bem, fechamos Mais um 99 vidas, o hype está nas alturas Estamos aguardando GTA 6 e obviamente Teremos 99 vidas

que a gente deve segurar para o Melhores do Ano, né? Provavelmente. Veremos. Depende, né? Não é verdade? Será que vai estar desesperado na primeira semana, gente? Porque vamos gravar. Primeiras impressões. Primeiras impressões, com certeza, a gente vai gravar, né? No bônus, né?

Vai ser um mês de bônus só de GTA, tá ligado? Primeiras impressões, segundas impressões, terceiras impressões. Assina aí, 99.com.br barra bônus. Nosso podcast é exclusivo para assinantes aí. Você não perde por esperar o que vem por aí no bônus também. É isso, nós encontramos no próximo, mano. Tchau!

Pra gente fazer uma abertura que nem a gente fazia antigamente, ao invés de falar os nossos nomes, a gente falar alguma coisa, vamos falar grito de guerra de torcida, é... do Brasil, tá? Do Brasil. Então pensa aí, é uma... Seleção também não entendi muito bem, não. Da seleção brasileira? Não. A gente vai falar... Eu sou brasileiro com muito orgulho e com muito amor? É, tipo, ai, ai, ai, ai, se me baixe, puxa e vai, essas coisas assim. Vai ficar curtinho. Pra ficar curtinho, curtinho. Não fala que é curto. É o contrário, casal.

Não! Não, pra falar um... Mas tem vários aí. Tem vários. Eu não consigo falar um. Isso aí que você falou foi louco. Eu nunca vi isso na minha vida. Leleou o Brasil, caralho. Vai Brasa Filins.

É porque é meio quinta série, né? Eu sou brasileiro. Ficou muito ruim. Só tem esses dois. Vai ficar legalzão. Vai ficar legalzão. Só tem isso.

Tenho minha camisa amarela. Isso é Brasília amarela, seu louco, mano. Toda torcida adapta, mano. Isso é coisa de movimento verde e amarelo. Não me mistura, apesar de ter me misturado muito com eles lá na Rússia. O Leleô, que é... Não, esse aí que você cantou ainda. E o casar, casar, casar, casar.

Isso também é coisa tudo de movimento verde e amarelo, hein? Não me envolvo com o Toma Sabó, é lânico ou contra. Apesar de eu ter ido em todos os jogos, você se caga na Rússia, não me envolvo mais. Eu vou dizer. Ele imita bem pra caralho, acho da hora. Ouvintes, eu tentei. Esse movimento não dá. Eu tentei. Tal qual o Chico Moedas tentou.

Leleleu Leleu Leleu Leleu Brasa Borre Brasa Brasa