Episódios de Cleber Alho

Maternando Pela Fé

09 de maio de 202643min
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09/05/2026 | II Reis 4: 8-37
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Assuntos5
  • A visão de Deus sobre a maternidade e famíliaA história da mulher de Sunem · O milagre da ressurreição · A figura de Eliseu · A analogia com Cristo Jesus · A dor da maternidade
  • Presença maternaEsconder a dor nas entranhas · Levar o filho ao homem de Deus · A luta para trazer o homem de Deus · A confissão de fé
  • Imitação de CristoEliseu como intercessor · Jesus como intercessor · Oração contínua de Jesus
  • Intimidade com DeusDesenvolver vida de intimidade · Acessibilidade ao homem de Deus · Compartilhar a experiência pessoal
  • Oração e intercessão por EugênioEugênio, 86 anos, internado · Pedido de oração pela saúde
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Muito bem-vindas, muito bem-vindos, boa noite, a graça e a paz do nosso Senhor Jesus Cristo. Nosso tema de hoje, como eu disse, em homenagem às mães, é evidente, eu não poderia deixar de fazer isso. Ele está baseado na história da mãe lá de Sunem, na terra de Sunem, como registrado no segundo livro dos reis, capítulo 4, que leremos os versículos 8 a 37. A história daquela mulher de Sunem, que teve um filho...

que recebeu por profecia, mas que passado alguns anos veio a morrer ainda criança, vitimado de uma forma muito intensa, por uma enfermidade aguda, e aí temos toda a história belíssima do glorioso milagre da ressurreição, que foi operado através do profeta Eliseu. E então nós queremos compartilhar com você uma meditação baseada nesse texto.

que estaremos lendo agora e logo em seguida estaremos, então, de imediato, orando ao Senhor e pedindo que na sua graça fale ao coração de todos nós. É evidente que esta é uma palavra, agradeço muito, um abraço para a Lília e as meninas que a Elisete está mandando.

é evidente que esta é uma palavra que está sendo em primeira mão ou primeiramente direcionada às mães, daí eu dizer que é uma homenagem, mas é evidente que os filhos, então homens, aí estão incluídos, não ficam de fora, hipótese alguma, porque é a palavra de Deus que vai trazer ao seu coração memórias, gratas memórias com toda certeza pelas quais você pode render gratidão e louvor e adoração ao bendito e eterno Deus.

Vamos ler então nosso texto em 2 de Reis capítulo 4, versículos 8 em diante até o versículo 37. Por favor, me acompanhem na leitura do texto. Certo dia, Eliseu foi a Sunem, onde uma mulher rica insistiu que ele fosse tomar uma refeição em sua casa. Depois disso, sempre que passava por ali, ele parava para uma refeição. Em vista disso, ela disse ao marido.

Sei que esse homem que sempre vem aqui é um santo homem de Deus. Vamos construir lá em cima um quartinho de tijolos e colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lamparina para ele. Assim sempre que nos visitar ele poderá ocupá-lo. Um dia quando Eliseu chegou subiu ao seu quarto e deitou-se. Ele mandou seu servo Geazi chamar a Tsunamita. Ele a chamou e quando ela veio...

Eliseu mandou Geazi dizer-lhe, você teve todo este trabalho por nossa causa. O que podemos fazer por você? Quer que eu interceda por você junto ao rei ou ao comandante do exército? Ela respondeu, estou bem entre a minha própria gente. Mais tarde, Eliseu perguntou a Geazi, o que se pode fazer por ela? Ele respondeu, bem, ela não tem filhos e seu marido é idoso.

Então Eliseu mandou chamá-la de novo. Geazê a chamou, ela veio até a porta e ele disse, por volta desta época, no ano que vem, você estará com o filho nos braços. Ela contestou, não, meu senhor, não iludas a tua serva, homem de Deus. Mas como Eliseu lhe dissera, a mulher engravidou, e no ano seguinte, por volta daquela mesma época, deu à luz um filho.

O menino cresceu e certo dia foi encontrar-se com seu pai que estava com os ceifeiros. De repente ele começou a chamar o pai gritando, Ai minha cabeça, ai minha cabeça. O pai disse a um servo, leve-o para a mãe dele. O servo o pegou e o levou à mãe. O menino ficou no colo dela até o meio dia e morreu. Ela subiu ao quarto do homem de Deus, deitou o menino na cama, saiu e fechou a porta.

Ela chamou o marido e disse, preciso de um servo e de uma jumenta para ir falar com o homem de Deus. Vou e volto logo. Ele perguntou, mas por que hoje? Não é lua nova nem sábado? Ela respondeu, não se preocupe. Ela mandou selar a jumenta e disse ao servo, vamos rápido, só pare quando eu mandar. Assim ela partiu para encontrar-se com o homem de Deus no Monte Carmelo. Quando ele a viu à distância, disse ao seu servo de Azir,

Olhe, é a Tsunamita. Corra ao seu encontro e pergunte a ela. Está tudo bem com você? Tudo bem com seu marido? E com seu filho? Ela respondeu a Geazi. Está tudo bem. Ao encontrar o homem de Deus no monte, ela se abraçou aos seus pés. Geazi veio para afastá-la, mas o homem de Deus lhe disse, deixe-a em paz. Ela está muito angustiada, mas o Senhor nada me revelou e escondeu de mim a razão de sua angústia.

E disse a mulher, acaso eu te pedi um filho, meu senhor? Não te disse para não me dar falsas esperanças? Então Eliseu disse a Geazi, ponha a capa por dentro do cinto, pegue o meu cajado e corra. Se você encontrar alguém, não o cumprimente. Se alguém o cumprimentar, não responda. Quando lá chegar, ponha o meu cajado sobre o rosto do menino. Mas a mãe do menino disse, juro pelo nome do senhor e por tua vida que se ficares, não irei.

Então ele foi com ela. Geazi chegou primeiro e pôs o cajado sobre o rosto do menino, mas ele não falou nem reagiu. Então Geazi voltou para encontrar-se com Eliseu e lhe disse, o menino não voltou a si. Quando Eliseu chegou à casa, lá estava o menino morto, estendido na cama. Ele entrou, fechou a porta e orou ao Senhor.

Depois deitou-se sobre o menino boca a boca, olhos com olhos, mãos com mãos. Enquanto se debruçava sobre ele, o corpo do menino ia se aquecendo. Eliseu levantou-se e começou a andar pelo quarto. Depois subiu na cama e debruçou-se mais uma vez sobre ele. O menino espirrou sete vezes e abriu os olhos. Eliseu chamou Geazi e o mandou chamar a Tsunamita e ele obedeceu. Quando ela chegou, Eliseu disse, pegue seu filho.

Ela entrou, trouxe seus pés, curvando-se até o chão. Então pegou o filho e saiu. Vamos falar com Deus? Glória seja o teu santo nome. Obrigado, Pai, de toda graça, por tua misericórdia. Obrigado, Pai, de toda graça, pela revelação da tua palavra.

Obrigado pelo que ela nos ensina, pelo que nos inspira, motiva e eu rogo que em nome do Senhor Jesus te sirvas dela esta noite, muito, muito especialmente para falar ao coração de mães, mulheres mães. Mulheres que geraram filhos e que ainda continuam evidentemente sendo mães desses filhos e ainda mantendo o mesmo zelo, a mesma maternagem, por mais...

que esses filhos tenham crescido e lhes tenham transformado em avó, a verdade é que elas vão materná-los enquanto viverem. Senhor, tu as fizeste participantes tuas no ato da criação, da criação do ser humano, da replicação do ser humano feita a tua imagem e semelhança. É uma dádiva, é uma honra, é um privilégio, é uma glória, é uma bênção que só o Senhor poderia criar e tornar possível.

Mas também é fato de que mães continuam sofrendo dores de parto a vida inteira. Mesmo aquelas que não sentiram dores no parto do filho, elas vão experimentar ou em algum momento experimentam dores de parturiente. Por várias, várias razões, todas elas única e exclusivamente com respeito à vida desse filho, dessa filha que gerou.

E eu rogo que tu te sirvas desta palavra para levar a estas mães como uma palavra profética, uma palavra de encorajamento, de aconselhamento, de agasalho, de ânimo, de força, de fé, de participação, uma palavra que traga renovação de esperança e de fé para o louvor de tua glória. Que elas possam aprender através desta palavra, e o Senhor se sirva desta palavra para ensiná-las a fazerem que...

Maternagem pela fé, como fez a mulher em Sunem. Senhor, eu rogo que tu nos fares e que a tua palavra ultrapasse, ó Deus, a objetividade que temos aqui, que é a mulher na sua missão nobre e gloriosa de maternar. Porque há muitos homens que na qualidade de pai, na condição de pai, fazem paternagem que se assemelha à maternagem.

Uma mulher pode experimentar. Então esta palavra de igual maneira serve para a paz. E eu rogo que na tua misericórdia o Senhor a aplique ao coração de cada um e de cada uma para o louvor de tua glória, em nome do Senhor Jesus. Amém. Na verdade, meus amados, minhas amadas, é por esta razão que nós estamos fazendo esta abordagem aqui em cima de 2 Reis 4, de 8 a 37.

queremos ir além do propósito de oferecer uma homenagem. Nós acreditamos que haverá mães que hoje, eu quis poupá-las de amanhã, mas hoje estão impedidas, talvez por causa do dia de amanhã, mas que poderão ter acesso a essa palavra em seguida, depois, em outros dias. E aí uma palavra que, desvinculada da ideia de dia das mães, ela serve em todo o tempo como palavra de Deus para orientar, para ensinar.

Há uma verdade que faz parte da existência, faz parte da realidade da maternidade, e você está percebendo aí que o nosso tema é maternando pela fé. E essa verdade trata-se do fato de que um filho não é apenas fruto de um ventre, mas ele é fruto em especial da alma. Por isso é que homens também estão incluídos aí. E nesse particular.

Há dores, dor de parto. E a dor do parto está sempre voltando como contrações extemporâneas. É isso o que marca as mulheres mães. Mas marca também pais. Com toda certeza posso afirmar isso com autoridade. Mas, outro tanto, a maternagem não fica relegada aos primeiros anos da criança, onde ela é naturalmente dependente e indefesa. Primeiro porque... E a dor do parto está sempre me relacionado com os primeiros anos da criança. E a dor do parto está sempre me relacionado com os primeiros anos da criança.

E a dor do parto está sempre me relacionado com os primeiros anos da criança. E a dor do parto está sempre me relacionado com os primeiros anos da criança. E a dor do parto está sempre me relacionado com os primeiros anos da criança. E a dor do parto está sempre me relacionado com os primeiros anos da criança.

Você viu aí quando eu agradeci a saudação feita por Elisete, que eu disse, agradeço a saudação mandada para Lília e as meninas. Elas me tornaram avô, mas vão continuar sendo meninas. A gente inevitavelmente solta isso, é contínuo. Aliás, não há um momento em que eu me refiro a qualquer delas, ou Lília, outro tanto, que não falemos entre nós a respeito delas como meninas. São nossas meninas, vão ser nossas meninas.

para sempre, é evidente, por conta da característica de ser filho, de ser filha, essa é verdade. E qualquer filho ou filha sabe, por sua vez, que recebe maternagem enquanto a sua mãe vive, longe ou perto. É uma simbiose biológica intrauterina que se prolonga como simbiose psicoespiritual. E isso é uma inevitabilidade, faz parte da experiência da vida. E...

Se existe uma coisa que você vai ser para sempre, uma vez que gerou um filho, é uma filha, é mãe, é pai, isso é fato. Mas quantas mães, e aí a gente sintetiza essa abordagem à mãe, quantas mães, à semelhança desta mãe de Sunem, em Sunem, são surpreendidas por dores maiores que as do parto?

que algumas situações ocorrem na vida do filho ou da filha que lhes rasgam ou lhes rasgam a alma. Isso dói mais do que lhe entranhas que se abrem para dar à luz. Algumas vezes a vida do filho ou da filha se perde ou incorre neste risco. Então, às vezes, não é propriamente uma vida que se perde ou uma perda.

de qualidade ou de valores, mas no risco dessa perda. E se existe uma coisa que, e estamos falando então de mães naturalmente normais, ou seja, pessoas saudáveis, psíquicas e espiritualmente sadias, estamos pondo de lado aqui,

Aquelas que estão fora dessa característica, geraram, mas não fazem maternagem, são irresponsáveis, isso está fora, não é o que se aplica aqui. Mas a verdade é que muito mais pelo risco, a mãe sofre do que pela própria situação. E ela se antecipa no sofrimento por conta do risco, porque o risco é uma antecipação do mal. E aí, o que mobiliza, não é? O que mobiliza? E como essa mãe...

por ser crente, deve proceder. Nós temos aqui uma mãe, a mulher em Sunem, diante do homem de Deus, santo homem de Deus nas palavras dela. Ora, para mim e para você, para as mães crentes, não existe outro santo homem de Deus que não seja Cristo Jesus, o santo, o Filho. Jesus é o nosso homem de Deus.

É o filho do homem, é o nosso homem de Deus, o filho de Deus. Então, a partir de agora, essa é a analogia que vamos fazer, pensando no fato de que, na mesma proporção em que, para aquela mulher, a grande representação da divindade e da sua esperança pela fé, de coisas milagrosas ou eternas e espirituais, estava naquele homem de Deus chamado Eliseu, para nós é Cristo Jesus, o Senhor.

Você percebe que Eliseu ocupava aqui, segundo o texto que acabamos de ler, um lugar proeminente de intercessor, de intermediário. Exatamente o que Jesus é para nós, ele é o intercessor, ele é a nossa ponte de acesso, a porta, o caminho, a via de acesso a Deus Pai. E Eliseu, outro tanto, se oferece assim para a mulher disso, nem dizendo, você quer que eu interceda por você junto ao rei? Você quer que eu interceda por você junto ao comandante do exército?

Esse papel de Eliseu ali diante da mulher de Sunem é exatamente o papel que o nosso homem de Deus faz por nós diante do Senhor. E outro tanto, quando Eliseu volta com essa mulher e adentra a sua casa, ao quarto que ela preparou para ele, você vê lá o texto dizendo que a primeira coisa que ele faz é orar ao Senhor.

E a Bíblia diz para mim e para você que isso é o que Jesus está fazendo continuamente por nós, desde o registro de João capítulo 17. Ele é o nosso homem de Deus. Ele é o nosso homem de Deus, sempre intercedendo por nós. Então, eu volto à questão. O que uma mulher crente diante do homem de Deus faz quando a vida de seu filho está sob risco?

está sob risco de diversas ordens. Não estamos falando apenas do risco biológico, que é evidente que é o primeiro que acende todos os sistemas de alerta no coração de uma mãe. Mas há outros, e bem mais complicados e comprometedores, ou de consequências eternas, do que os riscos biológicos. E a mãe os percebe. E a vida está aí para dita-os.

E colocar um filho no mundo e colocá-lo na mão do mundo porque ele tem de viver. É o maior de todos os desafios. E quantas mães veem esses filhos se perderem. A despeito de todo o seu investimento espiritual. E quando isso acontece, como deve ser o procedimento dessa mãe diante do homem de Deus?

É isso que nos ensina esta célebre mãe em Sunem. E vamos aprender com ela. Me acompanhe, por favor, nos passos desses movimentos que essa mulher fez com respeito ao homem de Deus, a favor do seu filho, que estava morto. Porque temos coisas nobres a aprender aqui. Isso nos ensina e, em nome de Jesus, eu espero que você receba profeticamente para a sua vida. A primeira coisa que o texto mostra para nós é isso.

você já ouviu a leitura e você conhece o texto, é que como mãe, ela escondeu a dor em suas entranhas. Temos um paralelo disso com Maria. Guardava todas estas coisas no seu coração. Mas a verdade, meus queridos, é que essa mulher, isso nem, essa mãe, a despeito do tamanho da desgraça que ela cometeu,

ela escondeu a dor nas suas entranhas, nem ao seu marido ela compartilhou a angústia que levava. Deve haver razões ali particulares a ela, mas de certa forma há alguma generalização no comportamento daquele homem, porque a maioria das vezes a mãe na sua condição de mãe,

está hipersensibilizada com respeito ao filho, então se apercebe de coisas, disserra-me, prevê, antecipa, que passa desapercebida ao pai, ao marido, e muito mais aos que estão no entorno, por uma questão de natureza, por uma questão dessa simbiose. Afinal, foi ela que carregou esse filho no ventre ao longo de toda a sua...

Formação existencial, primeira. E essa mulher, a primeira coisa que ela fez foi esconder a dor em suas entranhas. Você pode arranjar várias explicações lógicas aqui para o que ela fez. Não conta para o marido, apesar da tragédia. Não conta para quem está no entorno, com certeza. O texto diz que ela era uma mulher rica. Ela deveria ser assistida por mucamas, deveria ser assistida por ajudantes.

empregadas, criadas, servas, mas ela não compartilha com ninguém. É possível que essa mulher tivesse parentes. Ela não compartilha. O fato dela não dizer ao seu marido, nosso filho está morto, chama muita atenção. Mas estamos fazendo uma analogia, e o que eu gostaria que você então me acompanhasse, e percebesse, porque está fora da lógica, da realidade lógica, da atitude,

Ela esconder tamanha dor nas suas entranhas. É o fato de que ela traz para dentro de si, para ruminar consigo e em si mesma, aquilo que não podia dividir com ninguém. Era hora de preparar armas que fossem eficazes. Ela gastou horas cuidando desse filho.

O texto dá precisamente o momento em que a criança morre, meio-dia, a hora do almoço, a hora em que ela estaria servindo uma refeição para esse filho que passou a manhã inteira deitado no seu colo e gemendo e desfalecendo.

Você tente imaginar que depois de tamanha luta e o que mais deveria estar acontecendo com esta mulher ali, contemplando aquele filho daquela maneira, uma coisa ela sabia, eu não posso deixá-lo aqui, porque a primeira coisa que deve ter ocorrido a ela é vou correr atrás do homem de Deus. Mas como? Eu não posso deixá-lo aqui nesse estado. Até que ele morre. Uma vez morto, agora só resta mesmo o homem de Deus. Não há mais o que fazer aqui. Não há mais o que eu possa fazer como mãe.

Todos os meus recursos se esgotaram. Por mais excelente que seja o meu amor, por mais poderoso que seja o meu amor pelo meu filho, não foi suficiente para evitar o mal maior ou que a situação temida ao longo dessas horas viesse a acontecer. Aconteceu. Então agora está além de mim.

Agora está além da minha capacidade como mãe de fazer qualquer coisa, dos meus recursos, dos meios, das minhas técnicas, da minha experiência, da minha capacidade de aconselhar, de orientar, de repreender, de exortar, de advertir. Está além, está além. É hora de eu buscar recursos que estão acima de mim. Esta é a razão por que ela tem de guardar isso dentro de si.

porque ela fez todos os seus investimentos maternos. E a resposta não foi positiva, pelo contrário, foi altamente negativa. Então é hora de deixar isso ficar lá dentro das entranhas sendo ruminado para que possa explodir para o lado de fora de forma autêntica, poderosa e convincente, como de fato aconteceu. E às vezes se cedem coisas que não convém divulgar nem dividir com ninguém. A dor só pode ser administrada...

pela própria mãe, até porque podemos estar falando de perdas, de mortes, que se divulgadas, expõem, denigrem e batem em ouvidos que não têm sensibilidade materna e que não vão favorecer em coisa nenhuma. Então, o procedimento é esconder a dor nas entranhas.

Deixar que essa dor ali dentro vá crescendo de tal maneira que exploda. E ao explodir para o lado de fora, exploda no lugar certo, diante da pessoa certa, para obter a resposta que necessita. Que foi o que ela fez. Logo em seguida, a gente vê que como mãe, ela levou esse filho o mais próximo possível do homem de Deus. Como assim? Ela o levou ao espaço que ele ocupava em sua vida pessoal e familiar. Você lembra?

O texto deixou claro para nós que ele entrou naquela casa, o homem de Deus, pela primeira vez a convite dela e fez uma refeição. A partir daquela ocasião, sempre que ele passava por Sunem, ele ia lá e fazia a refeição. Eu imagino que ela tenha estabelecido isso como um acordo entre ela e o homem de Deus. Esta casa é sua, por favor, não passe por aqui sem se deter na minha casa. E então ele o fazia.

Até que ela chega para o seu marido e diz, vamos fazer um espaço que seja exclusivo para ele, onde ele fique à vontade, onde ele cria o seu próprio ambiente. E ela então manda construir aquele espaço e ali se torna uma ambiência a qual ela também tem acesso. Porque você vai ver que quando ele está lá com Geazi, ele manda chamá-la e ela entra até aquele lugar em que ele está.

Então o que estamos dizendo é que ela pega esse menino morto e o põe lá naquele espaço que ela dividia, ou onde havia a comunhão.

Ou era o acesso que o homem de Deus tinha à sua própria vida, o espaço que ele ocupava na sua vida pessoal e familiar. Então a ambiência que ela preparou para ele em sua casa. Qual é a analogia que nós podemos tirar disso aí? Olha, eu estou chamando isso de levar o filho ou a criança o mais próximo possível do homem de Deus. Qual é o lugar mais próximo possível de Cristo Jesus na minha vida, na sua vida, onde você possa levar alguém?

quanto e até onde você pode aproximar alguém do seu Senhor, do homem de Deus, em quem você crê e que vive em você. É até dentro da sua experiência. É compartilhando aquilo que é particularmente seu.

Aquilo que você exclusivamente e particularmente divide com ele. O seu ambiente, o ambiente que você criou, dá comunhão com ele. Foi isso que essa mulher fez. Ela leva esse filho para dentro deste ambiente que ela desenvolveu. Com isso aqui, o que estamos considerando mães...

É que se você não desenvolve uma vida de intimidade, de acessibilidade, do filho de Deus na sua vida, você não tem para onde encaminhar o seu filho que se extravia, que está aflito, ou em qualquer que seja o contexto em que você percebe que agora é hora de recorrer a alguém maior do que você, aquele que é maior do que você. Se você não criou esse ambiente, você não tem para onde levar o seu fim.

Ela criou, ela tinha esse ambiente de acessibilidade, ela tinha esse ambiente que ela dividia em lugar comum com o homem de Deus, ele morava, ele tinha um espaço para morar dentro da sua casa, na sua vida, no seu ambiente. É para onde qualquer mãe tem de levar seu filho, aliás, na experiência da nossa vida espiritual. E aí eu estou fazendo uma redundância que é um reforço. Não há como ir além.

para aproximar alguém do Senhor, além da experiência que você próprio tem. Você acaba se tornando o novo padrão, o novo modelo de espiritualidade de fé. Quanto mais íntimo do Senhor você estiver, mais espaço você abre para quem convive com você e acompanha, ou para onde você pode encaminhar aquele ou aquela que necessita.

você faça adentrar na mesma comunhão, vai ter o tamanho da comunhão que você tiver, o espaço que você ganhou. Mas é triste quando a gente pensa naqueles que não desenvolveram nenhum espaço de comunhão com o Senhor e aí tem que ficar terceirizando, não é? Recorrendo à experiência de terceiros, do pastor, da pastora, do profeta, do missionário, da missionária e por aí vai. Criando esses sacerdotalismos falsos, inócuos, que infelizmente que infelizmente

A igreja evangélica também veredou por aí. Mas a verdade, meus queridos, é que você só pode levar alguém à presença do Senhor até o lugar que você ocupou nessa presença. E observe. Eu acho que sui generis e significativo que ela pega essa criança, ela suba, porque o texto diz que o quarto estava num lugar acima.

Entra no quarto, então ela tinha acesso, aquele quarto ficava aberto. E ela o põe deitado sobre a cama que o homem de Deus ocupava, que ela mandou colocar lá para ele. Achei significativo o fato de que ela se deu tamanha liberdade na sua aflição, no seu desespero. O que ela entendeu é, eu posso levá-lo ao máximo a que eu possa chegar.

na minha comunhão com o homem de Deus. E ela o leva até aquele lugar. Depois foi ela mesma a presença dele a favor do filho. O filho vazio de vida. E com todas as implicações possíveis desse investimento, porque você vê que ela deixa a casa, ela deixa o marido, ela deixa o seu ambiente, ela faz uma viagem que não era curta nem pequena.

Ela tende a apelar para o marido para que ele esteja ajustando meios para que ela possa fazer essa jornada. Mas o que eu quero lhe mostrar é que ela o levou ao máximo da comunhão que ela podia ter com o homem de Deus. Levou o filho ao máximo dessa comunhão. A partir de agora ela tinha de fazer ou trilhar um outro caminho que só ela podia fazer.

Não dava para levar o filho nessa busca que era exclusivamente sua e que uma vez feita seria feita a favor do filho vazio de vida. E então ela tinha de fazê-lo sozinha. E aí está um grande investimento. E eu chamaria isso de processo de intercessão. É quando você abre mão de tudo, como Jacó, no Valde de Aborque fez. Abriu mão das próprias mulheres e filhos.

para estar ele só com Deus, e ali lutou com Deus. Essa mulher parte para a luta, ela vai além, ela ultrapassa o espaço que o filho, pelas próprias condições em que está, não pode ultrapassar, a favor desse filho. Então ela faz a sua própria busca, e nessa busca ela está sozinha. Agora nem mesmo está carregando consigo, consigo.

o motivo da busca, a não ser no seu coração. Mas vai. E aí, como um terceiro movimento dela para a nossa aprendizagem, é que como mãe, ela agora faz o processo inverso. Uma vez que ela chega até a presença do homem de Deus, ela chega com uma única intenção. E ela está decidida a não abrir mão dessa intenção. Eu vou levá-la até o meu filho. Se o meu filho não pode vir,

Ele virá o meu filho. E você sabe bem que Eliseu tentou se esquivar. Eliseu criou alguns processos aí de instrumentalidade espiritual. E ela descartou tudo e não abriu mão de nada daquilo. Não aceitou nada daquilo. Abriu mão de tudo, na verdade.

para não abrir mão do seu único propósito, levá-lo comigo. Daqui eu não saio se tu não fores comigo. Lindo. Volta a pensar em Jacó no Valdejabó. Então, como mãe, ela levou o homem de Deus até o ambiente do vazio de vida do seu filho. A beleza disso, nessa analogia, é extraordinária, porque não significa apenas uma intercessão. A intercessão foi esse movimento que ela fez. Ele deixou lá o filho.

no máximo de espaço de comunhão que ela pôde ter na sua experiência de convívio com o homem de Deus. Não pôde ultrapassar, ir além. Mas agora o processo é outro. Ela vai decidida nesta luta, a trazê-lo para a vida do seu filho. Agora ela vai fazer o processo inverso. Ora, nós sabemos bem como que as coisas sucedem na vida, na nossa luta diante de um filho em situação de risco ou que tenha sido esvaziada.

Nós sabemos bem que vamos e insistimos até determinado ponto e esse filho para ali, seja por morte espiritual, seja por outra circunstância qualquer, por rebeldia, seja lá o que for. Ele para ali. E eu não posso parar ali com ele. Eu tenho de ir em busca do homem de Deus e depois eu preciso convencê-lo.

da importância da vida e da necessidade do meu filho. Eu preciso envolvê-lo na minha dor. Eu preciso envolvê-lo na minha situação. Eu preciso conquistá-lo para o meu filho. Eu tenho que trazê-lo para dentro da vida do meu filho. Se eu não conseguir ir além, levando-o para o homem de Deus, eu preciso trazer o homem de Deus para dentro da vida do meu filho. Agora é uma luta dela exclusivamente com o homem de Deus.

Agora o trato é com o homem de Deus, já não é mais com o filho, para trazê-lo para esse ambiente. Porque embora seu espaço aberto a ele, isto não significava que o filho a acompanhasse nessa comunhão. Eu estou me referindo ao fato de que ela tinha acesso a ele quando ele estava lá pernoitando na sua casa.

Ela participava, ela levava as refeições para ele no seu quarto. A verdade é que esse filho provavelmente não acompanhava ou se acompanhasse. A realidade nossa muitas vezes é que o filho não acompanha a nossa espiritualidade e na mesma medida. E é isso no meio do caminho o que acontece é que ele ainda fica raquem por conta de circunstâncias. Resta partir para a luta e trazer o homem de Deus para dentro da situação desse filho.

Inverter o processo. É belo porque o seu gesto tocou. Isso me faz pensar na intercessão de Moisés pelo povo de Israel. O gesto intercessor de Moisés tocou em Deus. E Deus mudou o seu propósito, a sua proposta, que era criar um outro povo e abandonar aquele. Mas demovido por Moisés, Deus se abriu para perdoar o povo de Israel.

É por isso que, pensando em Elias, Tiago disse para nós que pode muito por sua eficácia súplica de um justo. É belo também quando você vê Eliseu olhar e dizer o seu coração está debaixo de angústia. Mas quando ela declara, tão certo como tu vives, eu não vou sair daqui se tu não fores comigo.

E aqui nós temos o supra-sumo de uma confissão extraordinária, que se assemelha à confissão de Marta diante do túmulo do seu irmão Lázaro junto a Jesus. Você lembra? Marta se queixa de que Jesus não estivesse lá e esta foi a razão porque o seu irmão morreu.

Ora, ela já estava mais do que habituada com o fato de que Jesus era fonte de milagres que iam de curas simples às mais extraordinárias. Jesus tanto curava uma febre, como aconteceu com a sogra de Pedro, quanto abria olhos aos cegos, fazia coxos andarem, expulsava demônios e ressuscitava mortos. Marta batida, triste, frustrada, chorosa, ela diz, se tu estivesses aqui.

Meu irmão não teria morrido. E agora, ali diante da sepultura, ela ouve Jesus perguntar para ela. Se tu creres, verás a glória de Deus. Teu irmão há de ressurgir. Tu crees nisso? Ora, ela sabia a quem ele estava se referindo de tal maneira que ela disse assim, eu creio que ele ressurgirá no último dia.

como é a promessa, como a nossa fé ultramilenar prega. Se creres, verás a glória de Deus. Tu crees nisso? Sim, Senhor, eu creio. Eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo. Estamos tratando ali de um luto, de um choro, de uma morte. Mas essa mulher faz uma confissão que ultrapassa a própria situação, a própria circunstância, os desejos frustrados.

Apesar de meu irmão estar morto, apesar de eu saber que tu poderias ter impedido e não impedir isto, tu és o meu Cristo, tu és o Filho de Deus, tu és aquele mesmo que eu esperava e que devia vir ao mundo, tu continuas sendo. A beleza da ação dessa mulher diante de Geazi se assemelha a esta gloriosa confissão de Marta, diante da qual eu creio que o céu inteiro parou. Porque ela chega para Eliseu e diz,

Se tu não fores comigo, eu não sairei daqui. Meu filho não está aqui. A dor do luto está. O corpo dele está lá. Mas entre me despedir dele e me despedir de ti, eu me despeço dele. Mas eu fico contigo. Aleluia. É de ti que eu preciso nessa hora. É contigo que eu vou ficar.

Eu não vou sair daqui se tu não sair daqui. Meu filho vai ficar morto lá. Mas agora que eu estou na tua presença, é aqui que eu vou ficar. Porque também é só aqui que eu vou encontrar consolo. Resposta. Alívio. Linimento para essa dor. Ela o tocou. Eliseu não teve outra alternativa a não ser dizer, vamos, eu tenho que ir, eu vou. E vai. E aí você já sabe o que acontece.

O glorioso milagre acontece. Há todo um processo de luta espiritual e a vitória corre. A vida volta àquele que estava morto. O filho voltou a viver. É bonito que você vê Eliseu sair e dizer, entra e pegue seu filho. Ele está pronto para você. Glória a Deus.

Meus amados e muito particularmente minhas amadas irmãs, crentes em Cristo Jesus, que são mães. Como mãe cristã, você sabe onde encontrar o homem de Deus a favor de sua criança, qualquer que seja a idade que essa criança tenha, menino ou menina, de qualquer idade ou época. Ele jamais deixará de receber você na sua presença.

Saiba que quando você o desejar mais do que ao seu próprio filho, que é o motivo de você ter ido à presença dele, você o ganhará para o seu filho. Que esta seja a palavra de orientação, de consolo para você, porque não se trata apenas de tragédia, o que não pode ser chamado de apenas, mas são as circunstâncias várias que colocam o coração crente em suspense diante de Deus.

Ninguém há que, tendo experiência de ter sido pai ou mãe, não acompanhe, crente em Jesus, a vida de seus filhos. Sete dias por semana, vigiando em oração, observando, jogando diante de Deus essa vida em prioridade absoluta.

Ainda quando esse próprio filho não se dá conta se tem problema, se tem risco ou se não tem risco. O coração da mãe e o coração do pai se antecipa sempre. Vê antes, vê além, vê com inquietação. Mas nessa inquietação há lugar para a fé e para a busca. O homem de Deus está disponível para nós.

O homem de Deus está disponível para a nossa casa quando a nossa casa está disponível para ele. Esta é a lição máxima que essa mulher ensina para nós e ensina para todas as mães de todas as épocas. Deus te abençoe, te guarde, te fortaleça. Receba mais uma vez o meu abraço, minha homenagem, meu carinho, minha honra por você ser mãe. Deus te abençoe e guarde.

O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê paz. Que você tenha amanhã um dia maravilhoso junto da sua família. E se não houver mais essa família junto de você, saiba que o Senhor está aí.

Compartilhe com Ele este dia, que é Dele e que é seu também. Estejamos juntos quinta-feira, estudando Romanos, parte 32, 8 horas da noite, e domingo que vem, 17h30, com a palavra do Senhor também para a nossa vida. O nosso tema é encontro. É o que teremos domingo que vem, querendo Deus, dia 17, não amanhã.

Quinta-feira, parte 32 de Romanos, capítulo 10 da carta. Muito obrigado por sua companhia, por sua participação, por sua atenção e pelo seu carinho. Deus te abençoe, te fortaleça e te guarde. Gostaria de pedir que você guardasse agora o nome Eugênio. É um irmão que está sempre aparecendo aqui nas nossas lives, está com 86 anos, mora em Aracaju.

Foi internado ontem, a situação de saúde dele é muito séria, precária, e eu peço que você coloque o nosso querido irmão Eugênio na presença do Senhor para que Deus intervenha ali naquele hospital e ele possa receber o tratamento de que necessita e dê a resposta positiva que todos esperam e que ele também espera receber, crendo em Cristo Jesus o Senhor. Eugênio é o nome dele. Deus te abençoe, te guarde.

E até quinta-feira, em nome de Jesus. Amém. Muito obrigado.