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A PREMISSA ERRADA QUE QUASE ME CUSTOU TUDO | DECISÃO #2 - ENTRA PRA RACHAR

26 de junho de 202611min
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Você está tomando decisões importantes baseado em uma premissa errada?

Este é o segundo episódio da Série Decisão do Entra Pra Rachar. Caio Carneiro conta a história pessoal de como uma premissa errada quase fez ele perder a coisa mais importante da vida: a Fabi, sua esposa.

O que você vai descobrir neste episódio:

  • Por que premissa errada destrói qualquer decisão por mais que você acerte depois
  • Como a infância cria premissas inconscientes que comandam decisões de adulto
  • Por que esperar "ter dinheiro pra casar" pode te custar a pessoa certa
  • A sacada que mudou tudo: ir junto te leva mais longe do que ir sozinho
  • Como questionar suas próprias premissas antes que elas decidam por você

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#SérieDecisão #Premissa #Decisão #Caiocarneiro #Entraprarachar #Podcast

Participantes neste episódio1
C

Caio Carneiro

HostJornalista
Assuntos4
  • Propósito do CasamentoNecessidade de dinheiro para casar · Fabi · Infância e premissas inconscientes · Conquista conjunta do mundo
  • Direção e Propósito PessoalPremissas inconscientes da infância · Alinhamento vs. condição financeira · Fabi como maior ativo
  • Decisoes ImportantesFundação do prédio · Decisões baseadas em premissas erradas
  • Vínculo e Relacionamento SaudávelApoio e construção conjunta · Flávio · Luciana
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CCCaio Carneiro

Eu achava que precisava ter dinheiro para casar, cara, e isso quase me custou uma das coisas mais importantes da minha vida. Na verdade, é literalmente a coisa mais importante da minha família, da minha vida, que a minha família. Quero falar um pouco sobre isso nesse vídeo, que a gente tá falando uma série especial sobre decisão. E pra mim a decisão mais importante que você vai tomar na vida é com quem você vai casar. Cara, essa decisão é a decisão mais importante.

Decisão não é com quem você vai trabalhar, quem será teu sócio. São decisões relevantes, cara. Mas a pessoa que você irá se casar, pra mim é a decisão mais importante que a gente vai tomar na vida. E eu acredito que quando a gente erra na premissa, qualquer outro acerto depois de uma premissa errada é um erro. É aquela coisa, se você erra na fundação do prédio, não importa se você acertou no primeiro andar, no segundo andar, no terceiro andar, esse prédio vai estar condenado.

E eu era um cara que eu acreditava, ainda quando moleque, porque eu conheci a Fabi, era muito jovem, a Fabi tinha 17 anos, eu tinha 20, eu achava que eu precisava de dinheiro para casar. Eu venho de uma família de representantes comerciais, pessoas que trabalham na rua vendendo peças automotivas, então a vida do vendedor é aquela coisa, altos e baixos. E eu vi muito a minha família brigando por causa de dinheiro. Graças a Deus, eu nasci num lar onde sempre me senti muito amado, sempre olhava pra minha mãe e meu pai como um casal que eu sempre me espelhei.

Só que eu sempre vi assim, sabe, minha família trabalhava meio que junta assim, pai com avô, com tio, com primo. Eu via muita discussão entre famílias por conta de dinheiro. Creio que muita gente que tá me assistindo agora também passou por esse mesmo cenário. Quantas famílias brigam por conta de dinheiro, principalmente quando estão vivendo na escassez dele? E eu associei algo dentro de mim que, cara, eu não quero brigar com quem eu amo.

Então, para eu casar, eu preciso de dinheiro. Olha como é muito perigoso quando a gente precisa realmente dar bons significados para as coisas que acontecem. Eu conheci a Fabi muito cedo, e desde muito cedo a gente sempre pensou em casar. A Fabi, quando ela me conheceu, ela queria casar logo no primeiro ano. E eu falei assim: "Cara, não, tem que ganhar dinheiro, eu preciso de dinheiro pra poder ter uma família, pra poder dar conta de vida legal." E obviamente o homem tem um sentimento muito forte de prover pra sua família, só que era uma premissa errada.

Eu lembro que quando eu conheci o Flávio, eu tava dividindo esse meu pensamento, porque depois eu mudei de opinião quando eu casei. Quando eu casei eu vi qual que era a diferença de ter alguém do teu lado, cara, te apoiando, construindo junto com você, que alguém tá do teu lado na alegria, na tristeza, na saúde, na doença, alguém que confia em você. Fabinho me conheceu, cara, eu era um cara com uma vontade, um sonho, uma raça para fazer acontecer.

Era o que eu tinha. Eu brinco, né, ela comprou na planta. E depois eu tava conversando com Flávio, ele foi o cara que logo de cara já casou com a Luciana. E ele falou assim: "Caio, eu vi ao contrário. Eu vi se eu tivesse alguém do meu lado, alguém junto. Alguém junto nos fortalece, nos incentiva." É aquela coisa, né? Quando você vai pra batalha muito bem acompanhado, você se sente muito mais confiante, muito mais corajoso. Então, por que eu tô falando isso?

Primeiro, é muito importante, porque tem algumas premissas que a gente erra que impedem a gente de uma decisão muito importante. Olha que loucura! Eu quase arrisquei, porque quantas vezes no começo do relacionamento eu troquei ficar com a Fabi para fazer uma reunião. Era mais importante fazer uma reunião do que estar com a Fabi no começo do relacionamento. Por quê? Porque na minha cabeça fazer uma reunião era buscar dinheiro para conseguir ter condição de casar com a Fabi.

Então na minha cabeça, se eu amasse ela de verdade, eu tinha que ir lá e conquistar o mundo, porque senão eu não ia conseguir casar com ela. Ó, que loucura, cara! E meu relacionamento teve um desgaste no começo por conta disso, porque a minha prioridade Não era minha mulher. A minha prioridade número 1 era trabalho, 2 era trabalho, 3 era trabalho. Ao ponto, Caio, como é que você mudou? Aí, sou muito graças a Deus, deu graças a Deus que um belo dia teve estalo.

E dou graças à minha mulher de não ter desistido de mim, de ter insistido e ter principalmente passado essa visão que, cara, a gente conquista o mundo junto. E eu falei, pô, é verdade, cara, a gente conquista o mundo junto, né? "Conquisto o mundo junto, o que eu posso temer se eu tenho essa mulher do meu lado? O que eu posso temer em perder se eu tenho alguém que eu amo, alguém que eu quero passar minha vida junto, sabe? Alguém que é a tampa na minha panela, tá comigo?" E nós nos casamos, e depois que eu vi de dentro eu falei assim: "Caramba, que risco que eu corri, cara." tendo errado na premissa.

Que na minha cabeça, premissa: eu preciso ter dinheiro pra casar. Então consequentemente eu impedi uma decisão. A minha provocação é: será que você tá errando em alguma premissa também, que você precisa questionar a tua premissa? Porque é muito duro, quando nós temos algumas convicções, outras decisões elas são impossíveis de nascer. Como eu tinha uma convicção por uma observação de criança Vendo pessoas que eu amo brigar por dinheiro, eu falo assim: "Eu não quero brigar com quem eu amo." Logo entendi que eu preciso então de dinheiro, porque a razão da briga era dinheiro.

E não é verdade. Tem pessoas ricas brigando, tem pessoas que não têm dinheiro brigando. É muito mais o alinhamento do que a condição financeira apenas. E obviamente, no mundo que a gente vive, dinheiro É um grande facilitador. Mas eu acreditei na premissa errada. E hoje eu tenho total convicção, um dos maiores ativos, na verdade vou falar, vou repetir o que eu disse, o maior ativo que eu tenho na minha vida é minha mulher. "Caio, mas ativo não é algo que te gera renda?

Um ativo que não tem, é um investimento que você fez, que gera algum tipo de dividendos, é uma companhia, é um patrimônio, é investimento em ações." Você tem noção o quanto essa mulher do meu lado faz com que a minha produtividade, a minha capacidade produtiva aumenta? Com essa mulher do meu lado, cara, eu sou um profissional melhor, eu sou um pai melhor, eu sou um sócio melhor, eu sou empreendedor muito melhor, eu sou empresário muito melhor.

Então a Fabi é o maior ativo que eu tenho, ela é o elemento que faz a maior capacidade de geração de renda que eu tenho. Eu não economizo palavras não, se não fosse minha mulher, Provavelmente nada disso aqui tava acontecendo, nada. Eu não seria quem eu sou, eu não teria o resultado que eu tenho, eu não teria chegado tão alto. E sei que eu vou muito mais além ainda, mas eu sou o cara que eu honro as pessoas que me fazem bem. E a minha mulher é uma pessoa que sempre me fez muito bem.

Então quando a gente fala de decisão, no vídeo número 2, eu quero confrontar sua premissa. Talvez tem um monte de gente, talvez tem uma rapaziada que você, pô, também pensava que para casar precisa de dinheiro. Tem gente que tá pensando isso agora. Pô, eu ainda penso, pô. Confronta. Eu acho que cada um faz da vida o que quiser. Eu sou o cara que fica apontando regra, não. Eu não gosto de falar o que você tem que fazer, eu gosto de falar o que eu fiz e veja se faz sentido.

Se faz, pega para você. Se não fizer, descarta. Eu não sou o Rei da Verdade, estou longe disso aí. Eu sou aquele cara que desenvolveu uma habilidade, qual? Eu não encho o saco do outro. Mas se eu gosto de falar aquilo que fez bem pra mim. Então a decisão mais importante que você vai tomar é a pessoa com a qual você vai se casar. Mas o vídeo de hoje não é sobre casamento, é sobre cuidado pra você não errar na premissa, do pensamento base, é um jeito de pensar que vai orientar o jeito que você decide.

Questione as suas premissas pra você tomar boas decisões. E eu fui um cara que, confesso que foi uma capacidade inconsciente de questionar a minha premissa. Porque quando eu conheci com a Fabi, eu já acreditava com unhas e dentes nisso, eu já acreditava com todas as minhas forças. Você sabe, tua infância explica muito dos seus comportamentos, muito dos teus comportamentos são explicados lá na tua infância. Um monte de especialista, eu não sou, um monte de especialista fala isso, e eu tenho as minhas sombras também.

E eu fui lá e tive que voltar. Cara, por que eu acredito nisso? Por que que— será que essa premissa é real ou será que foi algo que eu criei com experiências que eu tive na minha vida? E aí eu fui confrontar, falei assim: caramba, eu peguei a cola. Eu ficava muito triste quando eu via pessoas que eu amo, pessoas da minha família brigando por causa de dinheiro. Naquele momento eu falei assim: cara, eu vou ganhar muito dinheiro porque eu não quero brigar com pessoas que eu amo.

Conheci a mulher da minha vida, mas falou: eu não posso ficar com você ainda enquanto eu não tenho dinheiro, porque senão nós iremos brigar. E olha que para mim isso é errado, é o contrário. Conhecer a pessoa da minha vida, nós dois juntos vamos lá e vamos conquistar o mundo. Porque você quer ir rápido, você vai sozinho, mas você quer ir muito longe, você vai com alguém. E eu decidi ir muito longe com a Fabi, mas quase eu coloquei tudo a perder porque eu errei na premissa.

Ainda bem que eu tive essa avaliação de questionar. Então eu quero que, por exemplo, esse vídeo seja esse momento de você questionar alguma premissa em relação a uma decisão financeira, a uma decisão às vezes de casamento mesmo, tá? Às vezes você recebeu: "Amor, dá uma olhada nesse vídeo aí." Se alguém te encaminhou esse vídeo, haverão sinais, tá? Se alguém encaminhou esse vídeo, haverão sinais. Porque, gente, será que você entrou nesse vídeo e chegou até o fim?

Volta para sua realidade. Eu sei que vai ser um pouco chovendo molhado. Entra para rachar, questiona tuas premissas, esteja aberto, questiona tudo. Seria questionador. Questionou, decide. Decidiu, honra a decisão. Mas, cara, Esteja disposto a confrontar suas próprias ideias, não seja escravo das suas próprias convicções, não acredite nas coisas que você às vezes tá apegado. Eu acredito que tem algumas crenças que são inabaláveis, as outras questione, cara, questione, porque às vezes uma premissa errada tá te levando pra um lugar longe do seu objetivo.

Beleza? Entra pra rachar nesse tema, entra pra rachar a questão das suas premissas, porque ela pode tá te orientando ou te afastando numa decisão importante. Dividi uma experiência pessoal para que você possa refletir sobre isso, tá bom? Te vejo no próximo vídeo, tchau!

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