ASSUMA O CONTROLE DA SUA VIDA | Protagonismo #1 - Entra Pra Rachar
Ninguém vem te resgatar. Este é o episódio 1 da nova Série Protagonismo aqui no Entra Pra Rachar. Uma jornada de 4 episódios sobre como assumir o papel principal na história que você tá construindo. E neste primeiro vídeo, o fundamento que sustenta toda a série: autorresponsabilidade.
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- Autorresponsabilidade· SociedadeCulpa como responsabilidade · Ser parte da solução · Diferença entre acontecimentos diretos e indiretos · Não terceirizar decisões e consequências
- Proposito e Planejamento de VidaSer protagonista da própria história · Ninguém virá te resgatar · Responsabilidade pelas próprias ações · Saída da passividade para atividade
- Saídas para a intolerância e retomada do diálogoAversão ao discurso do coitado · Não ruminar o negativo · Dividir problemas para reduzir o peso · O personagem 'Ó vida, ó céus, ó azar'
Bem-vindo a uma série nova aqui no Entra Pra Rachar. Sejam todos bem-vindos a mais uma super série de 4 episódios aqui no Entra Pra Rachar. Antes de eu começar a nova série, já te digo qual é o tema. Eu quero que você se inscreva nesse canal e não perca um só conteúdo. Já deixa o like nesse vídeo porque eu tenho certeza que você vai espalhar essa mensagem para mais gente, porque o assunto da nova série dessa temporada de 4 episódios é protagonismo, essa atitude do protagonista.
Você que tá assistindo esse vídeo, tenho certeza você tem um objetivo, um sonho, um plano, uma meta, um projeto, senão faria talvez nem sentido você estar consumindo conteúdo de empreendedorismo, de negócios, de progresso, de qualquer cunho de desenvolvimento. E o primeiro tema dessa série de 4 episódios é como assumir o controle da sua própria vida. Eu acho que quando a gente fala de protagonismo, quando a gente fala de ser protagonista, é de ter o papel principal na história que você tá construindo, que é a tua vida, bicho, né?
Você tem planos pessoais, tem planos profissionais. Então, como? Vamos começar por esse papo. Acho que esse número 1 desse vídeo vai ser trazer esse fundamento. Na minha opinião, é você assumindo a autorresponsabilidade. Para mim, não tem como ser protagonista no papel de vítima. E geralmente, perceba, a vítima nunca é o protagonista, ela é aquela pessoa, às vezes um coadjuvante. O protagonista, ele tem aquela, o que eu chamo do superpoder da autorresponsabilidade.
Eu quero falar um pouco sobre o que que é autorresponsabilidade. Autorresponsabilidade é você ter a convicção que tudo que acontece na sua vida, a culpa é sua. E eu tô querendo dizer a palavra culpa não no sentido de um martírio, mas você tem que entender que tudo que acontece é responsabilidade sua. E quando você começa a assumir o controle da sua vida, é no momento exato que você fala que, cara, você puxa essa responsabilidade para si, você puxa a responsabilidade de sair onde você tá.
Você já se ligou que não vai vir nenhum cavalo branco para te levar para onde você quer, ninguém tá vindo te resgatar, ninguém te deve nada, não é culpa do terceiro, não é a gravidade, na economia, não é a política, não é ninguém. É você que é o protagonista da própria história, porque a autorresponsabilidade, tudo que acontece na minha vida, a culpa é minha. A responsabilidade é minha. Então logo eu tenho que ter uma atitude de capitão, não de coadjuvante.
Então só quando você já começa a ter essa autorresponsabilidade, você bater no peito aqui, ó, você começa a bater no peito, fala: pô, tudo que acontece na minha vida, responsabilidade é minha. Você já tem uma atitude diferente, você sai de um campo da passividade, entra no campo da atividade, você começa a sair do campo da espera e entra no campo da busca. Você começa a sair do campo do aguarda e você começa a entrar no campo do vai lá e pega.
Você sai do campo do tô esperando para o campo que começa a fazer acontecer. Autorresponsabilidade, ela tem esse ponto. Quando a pessoa cai em qualquer tipo de discurso vitimista, é o oposto da autorresponsabilidade. Então, para você começar primeiro a assumir o controle da sua vida, a gente tá falando de protagonismo, uma pessoa que alcança os seus objetivos. Não tem, geralmente nunca vi alguém numa atitude de vítima conquistar um grande objetivo, porque não é congruente, não tem congruência.
É aquela coisa, nunca vi um prédio alto sem uma fundação, sem coluna de sustentação. Não existe prédio sem coluna. É a mesma coisa, não existe progresso, não existe conquista sendo vítima. E creio eu que você deve conhecer quem tem o poder da autorresponsabilidade, tem até, eu digo mais, uma aversão ao discurso do vitimista. Você tem uma aversão quando uma pessoa começa a se fazer de coitado. Não significa que pessoas não estão numa situação adversa, não significa que a vida é justa, todo mundo sai do mesmo lugar.
Não, cada um vai ser, vai ser você mais a circunstância. Até tem um filósofo espanhol, esqueci o nome do cara, Espinoza, se não me engano, não lembro agora. Ele fala que você é igual a você mais a tua circunstância. Renegou tua circunstância, renegou você. Você tem a sua circunstância, bicho. Você tem as suas buchas, vocês têm os seus problemas, vocês têm os desafios, você tem as circunstâncias adversas no qual você cresceu, você foi instalado, te permeiam.
Tem gente que a circunstância é mais ligada a algo pessoal, tem gente que é circunstância de saúde, seja que é circunstância financeira, todo mundo vem com algum desafio. Mas quando você tem essa alta responsabilidade, você até começa a combater o discurso vitimista, porque você sabe que não é o lance do problema. É, mas se eu ruminar apenas ele, eu me perco junto dele também. Uma coisa para você controlar essa autorresponsabilidade é você parar de ruminar o negativo.
É muito prazeroso, gente, a gente dividir as nossas buchas e o quanto as circunstâncias que a gente tá, tá difícil. Parece que você começa a tirar responsabilidade de você, você coloca a culpa em outra pessoa. Você começa a tirar responsabilidade, pô, eu tô tentando, mas Então, primeiro passo aqui para todo mundo: poder da autorresponsabilidade. Tudo que acontece na sua vida, a culpa ela é sua. E quando eu falo a culpa ela é sua, porque a responsabilidade também.
Ó, eu, tudo que aconteceu na minha vida, cara, eu sou parte do problema. Se eu sou parte do problema, eu sou parte da solução também. Acreditar que quando aparece alguma coisa que eu sou o culpado Pô, Caio, então você tá falando que tudo que aconteceu na minha vida eu fui aquela pessoa culpada diretamente? Não, tem coisa na sua vida que você não quis que acontecesse, mas se aconteceu na sua vida, assume o protagonismo disso. Porque já que aconteceu, quando você assume o protagonismo, você fala assim: cara, já que esse problema já aconteceu, então deixa eu assumir, porque a partir desse momento eu posso ser a solução também.
Quando você puxa a responsabilidade sobre um acontecimento, por mais que foi direto ou indireto, eu brinco que tem dois tipos de acontecimentos na vida. Os diretos e indiretos. Que que são diretos? Aquele que é fruto de uma cagada que você fez, cara. Fez besteira, pagou o preço. Causa-consequência. Toda ação tem uma reação. Tentou, não conseguiu, fez errado, pagou o preço. Agora tem aquelas coisas indiretas, que às vezes você paga o preço sobre algo que um terceiro fez com você.
Por isso que eu falo para todo mundo: não terceirize as decisões importantes da sua vida para um terceiro. Porque você pode até terceirizar a decisão, mas você nunca vai conseguir terceirizar a consequência. Decisão que era a tua vida, tome você suas decisões, porque se for pra errar, que seja pelas suas próprias convicções. Eu não tô falando que não é pra você se aconselhar, não ouvir opinião de terceiros qualificados, ou de você pegar inputs, insights, ideias, dividir com alguém que você confia, que você gosta.
Isso é sabedoria, mas na hora de decidir tem que ser você. Na hora de decidir, a boca que transmite a decisão tem que ser sua, porque não tem coisa pior na vida do que a gente pagar um preço de uma decisão que não foi a gente que tomou. Porque para mim é errado duas vezes, porque não tem como você terceirizar a consequência, ou seja, vai pagar o preço, e ainda terceirizou a escolha. Parece que a dor é um pouco maior. Então logo, protagonismo tem a ver com autorresponsabilidade.
Autorresponsabilidade Tá correlacionado com você assumir que tudo que acontece na sua vida você é o responsável direto ou indireto, porque aí você fica com poder de reagir. Eu acredito que a vítima, qual que é o grande problema da vítima? Ela tá numa zona que não tem reação, ela tá lá ruminando negativo, ruminando negativo, ruminando, só reclamando, pô, ó Dio, ó céus, o azar. Lembra aquele desenho? Produção, alguém lembra qual que é aquele desenho?
Que é, ó vida, Ó céus, ó azar, é antigo pra caramba, pesquisa aí pelo amor de Deus enquanto a gente grava esse vídeo. Nossa, tem um desenho que é assim desesperador, eu lembro a primeira vez que eu vi esse desenho, meu pai falou que era da época dele, então deve ser velho pra caramba, é tipo aquele que eu esqueci o nome também. Ó, quer ver? Edição, coloca a foto desse personagem, é este cara aqui que eu esqueci o nome, tá bom?
Pós-edição é tudo na vida, tá? Quem tem time tem tudo. Cara, é insuportável ver aquele desenho, ó vida, ó céus, Ô azar! Você vê que até o semblante da pessoa é incrivelmente que até o protagonista, o, o, né, falam que é body language assim, né, o corpo dele ele fala, cara. Geralmente a pessoa já, o semblante, do jeito que a pessoa fala já é diferente, ela já tá meio que, cara, entorpecida pelo discurso vitimista. E cara, quando eu falo esse discurso vitimista, eu não tô tendo falta de empatia não, tá, cara.
Eu acho que assim, eu sou da filosofia de uma frase: uma alegria dividida são duas alegrias, uma tristeza dividida meia tristeza. Cara, é muito importante a gente dividir os problemas da nossa vida com pessoas que a gente confia, com pessoas que a gente admira, que a gente gosta, que partiram daquela circunstância junto. Pô, primeiro que só da gente conseguir dividir um desafio, ele já começa a reduzir de tamanho, porque falar sobre um problema nosso é meio que terapêutico.
Cara. E você vai começando a raciocinar sobre uma possível saída. E obviamente, às vezes você pega uma dica ou outra e vai tendo aliados no meio do caminho. Então, primeiro passo para uma série de 4 episódios: não tem como falar de protagonista sem colocar ele na base fundamental, que é da autorresponsabilidade. Como é que eu vou falar de protagonismo, né, de você ser o ator principal de uma história que tá escrevendo, seja no seu negócio, seja na sua vida pessoal, tá?
Porque Ser protagonista, acredito que é um todo. Se você não assume as responsabilidades, você não tem esse poder da autorresponsabilidade. Até um critério de liderança, né, uma liderança com autorresponsabilidade, ele centraliza 100% da culpa e divide 100% da glória. Você vê um cara que tem um papel de liderança assim bala, na hora que ele vence, ele faz questão de dividir com todo mundo que tá ao lado dele. Vê no futebol, acabamos de sair da Copa do Mundo, às vezes o time ia lá bem para caramba, um jogador era responsável por dividir, geralmente era o melhor em campo.
E aí na hora que ele ia dividir, a opinião dele sobre o jogo é: eu quero dar mérito para todo time, nós vencemos. E aí por mais que ele tenha feito 1, 2, 3 gols, ele divide a glória com todo mundo. Isso é líder, pô. Aí você via também na Copa do Mundo, na hora que um técnico ia falar sobre um mau resultado, o time acabou de perder, ele centralizava a culpa. Porque ele é o capitão daquele time. Ele falou assim: falha toda minha, o jeito que a gente jogou hoje, o jeito que a gente escalou, a estratégia que a gente trouxe.
Assumo toda a responsabilidade. Pô, por que que ele tá assumindo a responsabilidade? Papel da liderança, papel do protagonista. Quando se assume a responsabilidade, dói, porque vem a culpa, mas também vem a capacidade da resolução. Se a culpa tá em mim, a solução também pode estar em mim também. Então, turma, Dê uma nota 0 a 10. Qual que é o teu nível de protagonista no sentido de autorresponsabilidade? Como é que você é quando um desafio aparece?
Você chama no peito quando uma bucha na tua vida acontece? Como que você lida? Como que você reage quando um problema na sua vida acontece? Algo que não está acontecendo, você não bateu uma meta, algo não tá do jeito que você quer, você começa a terceirizar, começa a colocar a responsabilidade para fora de você, ou você puxa isso para si? Você fala Deixa com o pai, eu resolvo. Esse é o primeiro fundamento de você reassumir seu controle e ter uma vida de protagonista.
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