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COMO EQUILIBRAR TRADIÇÃO COM MODERNIZAÇÃO? - Cheirin Bão | Como Você Fez Isso? #130

19 de março de 20261h11min
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Eles estavam travados em 100 lojas e passando pela maior crise do negócio... até tomarem uma única decisão: colocar Deus como "sócio majoritário" da empresa. O resultado? Mais de 1.000 franquias abertas. Conheça a estratégia e a fé por trás da maior rede de cafeterias do Brasil.

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Assuntos15
  • O Papel da Fé e EspiritualidadeColocação de Deus como sócio majoritário · Reuniões de propósito semanais · Princípios bíblicos na empresa · Transformação espiritual de 2020 · Impacto na tomada de decisões
  • Expansão de FranquiasCrescimento de 100 para 1000+ lojas · Distribuição em 27 estados e 300 cidades · Modelo de franquia multi-unidade · Estratégia de expansão geográfica
  • Escola de SambaMetodologia de franchising · Ensino de modelo de negócio · Formação de novos franqueadores · Compartilhamento de conhecimento · Consultoria para franqueadores
  • Erros em franquiasInfraestrutura pesada demais no início · Foco errado em produto vs canal · Venda agressiva inadequada · Terceirização da venda · Perda do controle operacional
  • Inadimplência e EndividamentoImportância da entrevista pessoal · Preparação psicológica · Disposição para trabalho · Aceitação do modelo pronto · Dois ciclos de decisão (22 dias vs 6 meses)
  • Histórias Pessoais e de ViajantesParada cardíaca em 2023 · Cirurgia no peito · Experiência na UTI · Visão espiritual durante crise · Promessa a Deus feita no leito
  • Crise InstitucionalCuidado psicológico com empreendedores · Apoio em dificuldades · Acompanhamento diário · Papel de mentor e psicólogo · Suporte durante crises
  • Visão estratégicaMotivação financeira vs propósito · Responsabilidade com colaboradores · Geração de empregos · Reinvestimento de lucros · Taxa de franquia vs roya
  • Sucesso Estatístico Franquias NegóciosTaxa de fechamento de negócios próprios · Percentual de franquias que quebram · Importância da estrutura · Replicabilidade reduz risco · Comparação estatística Brasil
  • Características franquiaNegócio de longo prazo · Margem financeira viável · Poder de logística · Tendência de mercado duradoura · Replicabilidade do modelo
  • Historia da PerfumariaFundação em 2014 · Inspiração mineira · Modelo de quiosque inicial · Evolução da marca · Identidade regional
  • Posicionamento e Reputação do FranqueadorImportância da presença do líder · Admiração dos franqueados · Conexão emocional com marca · Histórico da franquia na Igreja · Impacto da terceirização de vendas
  • Operação comercial e logísticaTorra de café artesanal · Processo manual de produção · Entregas em caminhonete · Verticalização da cadeia · Momento certo para terceirização
  • Design e MoveisTiming de entrada para franqueado · Desenvolvimento junto à franqueadora · Processos já estabelecidos · Liderança de pessoas · Experiência prévia valiosa
  • Metodologia de pesquisa e coleta de dadosScript de vendas · Ciclo de 22 dias · Ciclo de 6 meses · Múltiplos contatos · Acompanhamento pós-venda
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No episódio de hoje eu recebo eles que são fundadores da Cheirinho Bão, direto de Minas Gerais, uma das maiores redes de cafeteria e franquias de café especiais do Brasil. Tem mais de mil unidades, turma. Esperado pelos 27 estados e mais de 300 cidades brasileiras. Lidera uma forte expansão pelo país com um posicionamento marcante em identidade mineira. Você vê que nesse episódio vai ser contagiante. Os convidados de hoje são Eduardo e Wilton Mizerra.

Olá galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um super e duplo episódio do Como Você Fez Isso. Primeiro eu recebo duas pessoas, como vocês viram aqui, pessoas que eu admiro, pessoas que eu gosto, amigos queridos, que têm uma história, um conteúdo de muito valor, que vai te ajudar muito, que a gente vai flutuar hoje no episódio, como vieram em duas coisas muito importantes, propósito e sucesso. Será que dá para ter sucesso sem ter propósito?

gente, você que é empreendedor, empresário, você quer crescer, mas, pô, você não quer perder a sua alma ao longo do caminho, você quer entrar num modelo vitorioso, você quer jogar um jogo vitorioso, mas, pô, você quer ser feliz ao longo do caminho, então a gente vai falar muito sobre isso, porque eles têm um case, são duas pessoas extremamente cedidas, como vocês viram na apresentação, são duas pessoas que eu tenho uma admiração enorme, fundaram, me corrigem, tá?

Porque cada hora os números da Cherinho Bom, eu falo número, não, não, não, cara, já aumentou mais X franquias a mais,

Dá pra falar que Cheirinho Bom é a maior rede de cafeterias do Brasil? Sim, tranquilo. É a maior rede de cafeterias do Brasil. A maior, bem à frente. Já começou. Esse é o clima, né? É, esse é o clima. Quando alguém te apresenta, tanto pra você, Wittgo, ou você, Edu, quando você vai apresentar o case do Cheirinho Bom, eu gosto muito que você vê com o case, pra galera que vê que, gente, assim, foi subindo o tamanho dessa montanha, a montanha de vocês é alta,

E vocês são dois caras felizes, cara. Sim. Realizados, cara. Então, um modelo de negócio vitorioso. Que hoje até abriu um segundo negócio que tá bombando também. Que começou a passar o know-how que vocês sabem dentro do setor de franquia pra outras pessoas. Sim, sim. E sabe que isso não é muito comum, né? Tem gente que quando masteriza o jogo, gosta de esconder a parada. Principalmente no setor de franquias. Principalmente no setor de franquias.

Segredo, todo mundo quer esconder. Tem isso em franquias, não tem? Uma das coisas que faz uma franquia seu sucesso é o segredo.

dela. E aí muita gente quer guardar, mas a xerimbão tem mais coisas que a gente aprendeu e pode duplicar. Então vamos começar com história de xerimbão. Bora. Vamos lá, xerimbão, cara. Como chegamos aqui, né? Como fez isso? Pô, 2014... Na verdade eu e ele, a gente se conhece em 2011 no franchising. Fomos pro sul de Minas pra prestar um serviço. Eu, advogado, ele nessa época expandia. Já era empresário.

Do ramo de franquias, né? É, e aí fomos pra lá, e lá nós conhecemos esse mundo do café especial, cara. Esse mundo. E Cheirinho Bom era uma marca, foi um negócio que nasceu, assim, realmente de conversar, de falar, nossa, que cheirinho, é um café de verdade. Eu, particularmente, nem gostava de café antes, porque eu não conhecia o café de verdade. Ah, o Cheirinho Bom, o nome, veio por causa que o café era cheiroso. É, o café especial, diferente, o cheiro... Então, veio nisso, e nós fomos, cara, isso não pode ser uma franquia?

Mas no início era café, dois leites, pão de queijo. Cara, você tem uma ideia? Cheirimbão, o modelo inicial era menor que essa mesa aqui. Era um quiosque, um café, pão de queijo e uma torre de esquentar água. E ali a gente coava o nosso café e foi assim que começou. Primeiro passo, né? Sabe aquele melzinho? Sabe o doce de leite que vem no... E o doce de leite era daquele jeito. Era naquele doce de leite. E aí começou aquilo, cara.

E as pessoas começaram a gostar. Mas nós vimos que as pessoas não queriam só aquilo. Elas queriam mais de Minas Gerais.

Tanto que durante muito tempo, né? A gente levou o nome a um pedacinho de Minas Gerais espalhado por todo o Brasil. E aí nós vimos que dava pra levar mais de Minas Gerais. E aí nós começamos a colocar as pimentas, outros doces. Aí na época teve uma época de queijo, né? A galera queria muito... De jeitinho mineiro, né? É. E aí esse jeito de atender, essa essência de atender. Então eu falo que Cheirimbom, ela veio muito mais de uma essência, de um jeito nosso de ser ali mineiro, do que só do produto do café e do pão de queijo.

jeito nosso de ser, dessa experiência. Até no propósito da marca, a gente queria fazer com que o nosso cliente se sentisse em casa, tivesse memórias afetivas, lembrassem da casa da avó, daquela viagem pro interior, essa história toda transformada em produto. Fala que a gente pegou um estilo de vida do interior, de uma região do país, um jeito de ser, o amor que as pessoas têm pela comida, pela interação familiar e transformamos em produto. E hoje, em 2026, qual o tamanho de cheirinho bom?

contratos 1.200 e lá vai cacetada para achar 1.300 contratos de franquias. Contrato de franquia, porque os franqueados têm mais de uma unidade. Quantos maiores do país? Nós estamos entre as 40 maiores. 40 maiores do país. E implantada cerca de 600 lojas funcionando. Muito franqueado com 2, 3, 4 contratos a implantar. É uma ação que a gente tem feito forte do franqueado ter mais de uma unidade.

num momento, nós falamos, não, a gente quer que cresça dentro de casa. É mais fácil até pra você operar o próprio franqueado. Inclusive, fizemos uma condição muito especial pra quem já era franqueado, pros caras crescerem. Deu certo, tem muitos franqueados grandes hoje. Vocês são muito apaixonados. A gente fica até quando começa a falar. De onde veio essa paixão pelo business? Como vocês fazem a manutenção dessa paixão no business?

De não, sabe, de não... Cara, tá se manter sempre apaixonado com o primeiro amor, assim. Toda vez que eu vejo vocês dois,

Vocês têm um cheirinho da paixão também, não é? Cara, eu... Como se manter isso apaixonado? Porque tem gente que é apaixonada lá no começo. Tem gente que depois vem, já é grande, meio que vai no... Agora meio que no voo de cruzeiro. Vocês estão sempre, cara, com a testosterona lá em cima. Eu acho que é porque, assim, eu acho que eu vou falar da minha parte aqui. Eu acho que ele concorda também. Ele vai nessa mesma linha. A gente é apaixonado por gente, por pessoas.

Então, cara, todo dia é um empreendedor novo querendo mudar de vida, é um empreendedor novo querendo evoluir. Às vezes é um empreendedor

tá ali, mas tá passando dificuldade e você tem que ajudar. Eu falo que hoje eu atendo o franqueado, que o YouTube cuida muito mais do operacional e eu fico mais na expansão ali. Então, às vezes, o cara tá ali em algum momento. Eu sou muito mais, às vezes, um psicólogo do cara, porque o empreendedor, ele não é o negócio que começa a ficar ruim. É a mente dele, é ele que não tá ali alinhado. E esse cara, às vezes, manda um áudio, eu devolvo um áudio pra ele e falo, não, cara, muda isso, pensa assim. Às vezes, eu solto um vídeo na internet com a palavra de Deus e esse

O cara fala, você mudou. Na sexta-feira, tem cinco anos e meio, que toda sexta-feira, dez horas da manhã, a gente para tudo, a empresa inteira e os franqueados, a gente entra na reunião de propósito. Você tem uma reunião de propósito. A gente fala de vida, né? A gente não fala de negócio. A gente fala como que a gente pode ser melhor pro outro, como que a gente pode se comportar melhor na sociedade, como que a gente pode ajudar o outro a evoluir. Fala de espiritualidade, a gente lê, muitas vezes, passagens bíblicas,

certa sobre isso. Sou sempre eu e o Du. E a gente fala sobre coisas que a gente viveu naquela semana. Transformações que ocorreram por conta do propósito. Não é um treinamento criado. É a vida. A gente fala de vida. De passos que a gente deu ali. Então, é sempre bastante transformador, cara. É incrível. Eu acho que é isso que nos movimenta. É isso, né? E eu vou te falar de números. Até 2020, a gente tinha 80 lojas. 80, 100 lojas a gente tinha. E aí é 2020 que a gente começa, pandemia, a gente começa essa

reunião de propósito, tem uma mudança societária, fica só nós dois. E a gente começa a colocar realmente propósito. A gente pega na mão do outro, faz uma aliança. Entre nós primeiro. Primeiro nós. Primeiro nós, eu, ele e Deus. A trinca. A trinca, exatamente. Foi nossa trinca. Cara, só vamos ser esse o objetivo. E aí, cara, assim, não tem como explicar. 80 lojas, 100 lojas até ali em 2020. Dali pra frente, mais de mil lojas vem. E aí, cara... Onde vocês acertaram?

Então, esse dia, posso falar? Caio, veio aqui agora. Um dia a gente saiu de um evento emocionado. Foi o dia que a gente conheceu Deus. E aí a gente sai do evento. Ali a gente acertou e mudou tudo. A gente decide voltar para os escritórios. O Eduardo ficava em um escritório, eu ficava em outro. E o nosso combinado é amanhã, 8 horas da manhã, cada um vai para o seu escritório, vai reunir o time e vai dizer que a partir daquele momento a empresa é de Deus.

Deus está no centro da empresa. E a partir dali vai ser tudo feito conforme a vontade dele. 2020. Na pandemia, no momento mais difícil da história da empresa e das nossas vidas, a gente toma essa decisão. Então, eu acho que é ali que muda tudo. E o que essa decisão impactou no dia a dia? Como é que foi essa decisão traduzida no dia a dia? Porque às vezes alguém ouve, cara, lindo, mas o que mudou no dia a dia? Isso é o que eu mais recebo de pergunta. Cara, mas como que é isso? Como que é? Cara, são decisões o tempo inteiro.

tomar uma decisão. E a pergunta é, cara, será que isso tá alinhado nos princípios de Deus? Será que era a decisão que ele tomaria? Será que isso que eu vou falar aqui com essa pessoa era a vontade dele? Será que isso não vai... Isso é certo ou errado? Acho que nasce daí primeiro. É o jeitinho. O empresário tem a mania do jeitinho. Acabou o jeitinho, né? Não tem jeitinho na empresa. Então foi isso, cara. Vamos fazer... Eu lembro quando eu gravei com a Fabi, eu perguntei. Ela conversou sobre isso com a gente.

E eu falei com ela, pô, que negócio de sexta-feira, bebedeira. Não, não tem. Na empresa de Deus teria isso? Não tem, cara. Não teve mais cerveja no Happy Hour. Não teve mais cerveja no Happy Hour. E ela olhou assim e falou, é nesse nível? Eu falei, é nesse nível. Então, assim, nós somos até um tanto quanto radicais, mas radicais aos princípios, cara. A gente falou, a gente não quer mais se desviar, a gente não quer mais errar.

Porque nós notamos que tudo que nós tínhamos errado pra trás foi porque nós desviamos de princípios. De princípios de valores. E sem tornar algo religioso, né?

sabe que tem pessoas de todas as religiões na empresa, tudo isso, a gente respeita, né? E o respeito é um dos princípios importantes, né? A individualidade. Você pega aqueles princípios que são universais, né? Exato, exato. Poxa, você tratar alguém como você gostaria de ser tratado. Tem mais uma coisa que eu acredito que a gente ganha, né, com isso, que é confiança e fé, que é um elemento que a gente não usava no nosso dia a dia, na hora de tomar a decisão também, de pensar assim, poxa, vai dar certo, dá pra dar esse passo. Não tá tão claro, mas a gente confia que vai dar certo, e a gente

colocou esse elemento também no nosso dia a dia. A gente fez muitas coisas também pela fé. Muitas pela fé. Olhava a condição de hoje e não era pra fazer. Só que a gente fez porque a gente tinha fé. E as coisas aconteceram por essa fé. Se movimentaram por essa fé também. E qual que é o momento que na cabeça do empreendedor passa pela cabeça dele se tornar uma franquia? Que momento que ele pensa? Cara, será que dá pra eu ser franquia?

É depois que o negócio dele já venceu, já deu certo? Ou ele já nasce já pensando nisso?

que vocês, ou vocês já nasceram já pensando, você falou que já veio do setor, então você já cria cheirinho bom, já com a intenção de ser uma franquia, eu sei que muitas franquias não nasceram pensando em ser franquias. Não. Foram negócios vitoriosos que alguém, às vezes, queria comprar uma unidade, ou traz pra minha cidade, adora o seu negócio. Normalmente, normalmente. Normalmente, assim. Como é que foi pra vocês? Cara, porque o Eduardo já era advogado de franquias também, né? Do setor de franquias, né?

Então, vocês já eram conhecedores do modelo? Já. Quando a gente criou a marca, a gente já pensava em franquia. Mas não é a realidade do... Não, mas na minha primeira empresa que se tornou franquia, a gente começou exatamente assim. Era um negócio legal. As pessoas iam lá e falaram, pô, que legal. Como é que eu faço pra montar em outra cidade? Então, normalmente é isso. O cliente, o público, começa a querer esse negócio em outros lugares.

E aí desperta no empreendedor. Normalmente já deu certo o negócio. E a gente fala sobre isso, né, Du? Franquia é um modelo de negócio pra amplificar sucesso.

Então o negócio atual já tem que ser um sucesso pra ele partir pra franquia, né? E aí a gente tem as características necessárias, obviamente, pra que isso ocorra, mas ele já tem que ser um sucesso. Normalmente é isso que acontece. Edu, você acredita que vocês fundaram recentemente um negócio que eu acho incrível, que é a escola de franchise. Onde você ensina os empreendedores a entrar de uma maneira correta dentro do modelo de franquia.

todo tipo de cliente. Tem. O cara que já tem o negócio dele, ele quer saber se franquia pra ele. Sim. O cara que quer franquia, mas quer saber como é que joga. E o cara que já tem franquia, mas o cara quer jogar bem esse jogo. Cara, vamos lá. Hoje, essa escola de franquia, ela surgiu justamente dessa necessidade, dessa dor, né? Os franqueadores, eles viram a gente crescendo, porque nós crescemos e foi engraçado que a gente acabou fazendo um barulho na internet, no mercado,

Pô, as pessoas, o que que é isso? Toda hora, xerimbão, xerimbão, xerimbão. Até o próprio Joel, quando a gente grava com ele a primeira vez, você, você esteve lá em 2021 com a gente, você lembra? Aquilo ali fez um barulho. Você sabe que aquela convenção, em 2021 que você estava ali, foi um início, assim, a gente já tinha vendido alguns. Uma grande virada. Foi o comecinho da subida. Foi. A gente já tinha vendido algumas boas franquias ali, mas ali você lembra que tinha bastante gente, estava encorpando o negócio, e ali a gente fez um barulho.

fez esse barulho, as pessoas começaram a olhar pra gente. Aí você entra na lista das 50+, você entra na lista das 50+, você aparece mais. Daí a pouco, em 2022, 2023, a gente ganha prêmios de franqueador, com bons franqueadores e tal. E aí a gente ganha. Aí, nesse momento, o mercado começa a olhar, o mercado passando determinada dificuldade, porque no meio do franchising tinha um problema. Vou falar que tinha, porque hoje a gente vem mudando isso, né?

Tinha um problema que um franqueador não queria falar pra outro o que ele fazia de certo.

infelizmente, ele deixava o colega às vezes se ferrar ali no que tava fazendo, pra ele ganhar mercado. Era cada um jogando o jogo sozinho. Era cada um por si. E aí, nós não. Nós abrimos as portas de casa. Nós abrimos literalmente, cara. A gente sempre foi assim, né? Esse é um ponto. Abrimos as portas de casa, cara, vem cá pra ver. E aí o telefone toca. Um amigo perguntando, cara, como é que vocês venderam isso aí? Eu preciso vender franquia. Ele já tinha uma franquia. Ele tinha uma franqueadora. Não conseguia rampar.

ele não rampasse, porque a franquia que não cresce acaba morrendo, tá? Acaba morrendo. Não fica no mercado. Você tem que crescer. Porque você não consegue negociar ações, tudo isso. E esse cara liga e a gente fala, tá bom. Sentamos um dia, pô, vamos. Então vamos fazer a experiência? Vamos. E nós começamos a ver que aquilo que a gente tinha era uma metodologia. E que se aplicasse de novo, dava certo. Aí aplique em um, dá muito certo.

Aí aplique em outro, dá muito certo. Pra que tipo de negócio é a franquia? Será que tem alguém nos ouvindo e falando assim, ah, eu acho que eu sou muito pequeno.

Tem um tamanho certo pra se pensar em franquia? Tamanho de negócio? Se a pessoa acha que, sei lá, a barraca de açaí dela, que ela tem... Existe alguma característica? Quais são as características de um negócio? Eu vou deixar o Hilton falar dessa, porque ele tem uma listinha que ele coloca, que é muito legal. Ele tem uma listinha. Ele tem uma listinha. Porque essa pergunta deve ser recorrente. Alguém deve mostrar o meu negócio.

O Hilton, não anora o meu negócio. Você acha que o negócio tem condição de... Eu falo que primeiro, o legal pra franquia, franquia é um negócio que você tem que pensar no longo prazo.

não é um negócio de modismo, é um negócio que está alinhado a uma tendência, que tende a durar 10, 20, 30 anos, se eu consigo pivotar ele ao longo dos anos também, porque eu vou ter compromisso com muitos franqueados. Contrato de franquia no mínimo 5 anos. E a gente já olha para o passado e vê que vários negócios de modismo, eles não duraram no mercado. Então esse é um ponto, se ele está alinhado a uma tendência de mercado. Outra, se ele tem, se ele não exige grandes mudanças culturais. Porque para você escalar num país como o Brasil,

um país que tem várias culturas e a gente sabe disso, mas também tem uma linha ali que você consegue atingir todo o público. Então, isso também é importante, porque você vai construir um setor, vai construir uma marca e você é responsável por fazer essa marca chegar na ponta. Para o seu franqueado, para ele desbravar o mercado, é muito difícil. Você precisa desbravar com ele. Outra coisa é o potencial de logística, né? Quando você tem produto, principalmente, se você consegue produzir, se você tem poder de produzir também.

muito importante, eu tenho uma empresa de açaí, legal, você abre 10 lojas, você consegue fornecer para eles? Consigo. Você consegue entregar para eles? Consigo. Se tem também uma visão, como eu digo sempre, essa visão financeira do negócio, falei de econômica, de tendência, olha, daqui 10 anos dura, legal, e financeiro, tem margem suficiente para um franqueado? Porque a partir do momento que você coloca um franqueado, esse franqueado vai ter taxas que você não tem, ele vai ter que pagar royalties, ele vai ter que pagar fundo de publicidade, então a margem que o negócio dá hoje,

hoje, colocando essas taxas pro franqueado pagar, ainda vai sobrar uma boa margem pra ele? Vai sobrar. E aí são básico pra começar essa construção. É a base, né? O sucesso do franqueado é o que você falou, gente, né? É fazer pessoas vencerem se uma franquia vence. E aí, esse vencendo, a gente criou, trouxe isso aí, o franchising 3.0 dentro da escola. Que a gente coloca isso, é o franchise humano. Se eu conseguir, cara, fazer meu

franqueado vencer mentalmente mesmo, ele vai vencer no negócio. Porque o modelo de negócio, nós temos uma certeza absoluta que funciona. Agora, o que pode matar o negócio e aí a grande maioria, se você for estudar, a grande maioria dos negócios que ao longo da vida eram muito bons e caíram, não é sempre o modelo em si, o produto que você vende. Foi realmente uma fraqueza mental ali do empreendedor que se perdeu em algum momento e é a coisa mais fácil de acontecer. É o cara se perder, porque os

mas te afastam realmente de se conseguir manter firme, cara. Toda hora muda alguma coisa no país, toda hora tem um problema no país, toda hora paralisa alguma coisa. Eu lembro em 2018, quando a gente estava começando a montar nossa logística própria, vem greve de caminhoneiro. Quase que acaba com a gente aquilo ali. Foi loucura. Foi loucura. Aí quando a gente se recupera um pouquinho, pandemia. Aí você está mais um pouquinho, você chega em 2024, 2025, que não foi brincadeira para o varejo.

E se ele não estiver preparado psicologicamente, com realmente um propósito forte, um objetivo forte, ele quebra no caminho. Então, a gente busca não entregar pra ele somente uma técnica ou uma linha de planilha. Porque, velho, linha de planilha sozinha, ela não funciona não. Quais são os erros clássicos da galera no mercado de franquia? Você fala assim, caiu, isso aqui é as pedrinhas que a maioria da galera comete. Como franqueadores, né? Cara, primeiro, a parte de...

infraestrutura pesada demais pro começo do negócio. Boa. Muito, cara. O cara já quer investir numa indústria pesada e sobe o custo do negócio e aí ele precisa criar canal. Então, franquia é um negócio de canal. É um canal de venda. Quanto mais franqueados eu tenho, mais eu consigo criar estrutura. É um movimento contrário. Não é criar estrutura pra criar o canal. Eu tenho um bom negócio, então eu preciso focar em ampliar esse canal, porque eu consigo boas negociações com o fornecedor, eu consigo boa precificação dos produtos. Aí eu consigo investir numa indústria,

e eu vou crescendo junto com a necessidade do canal. Muita gente inverte isso no início da operação. Fica muito preso no produto e esquece de criar o canal. E a gente fala que no final das contas o canal é mais importante que o produto, porque o produto você faz com o canal bem construído. E depois que você tem um canal bem construído, todo mundo quer vender para você. As indústrias, os fornecedores, porque todo mundo vai olhar o tamanho da fatia que você tem, é como o Cheirimbão hoje.

A gente está em 300 cidades. Então as pessoas olham, todo mundo quer colocar o produto,

pra gente, porque a gente tem o canal. Então, eu acredito que, né, Edu? No início da expansão das franqueadoras elas ficam muito presas nessa estrutura e esquecem de focar na expansão. Pra mim é o erro clássico, assim. O cara quer focar em tudo, menos em expandir. Menos em expandir o negócio. E tem que crescer. Franquia foi feita pra crescer. Se não crescer, é ruim pros franqueados, Caio. Por quê? Franquia é bom pro franqueado quando?

Ela tem poder de escala. Porque eu vou comprar mais barato e vou vender pro meu franqueado mais barato. A escola de franchise atua no franqueado

franqueado também. Eu passo 2026. Na verdade, obviamente, a gente atua através do franqueador. Quando você... Aquela coisa, né? Quando você alinha o pai, você corrige o filho. Exato. Tem aquela dinâmica. Quando você alinha o pai, você corrige o filho. Tá, você falou uma coisa muito legal, né? A maioria das pessoas... O sucesso é contra-intuitivo, geralmente, né? Pessoas... Realmente, aquela estrutura pesada, aí vai pensar em vendas.

Ao contrário, tem um canal forte, que aí você vai ter estrutura pra desenvolver uma boa operação.

do que vim pra você quando você tem um canal forte de venda. Tem um corte seu aqui dentro de alguma palestra. Eu não sei qual é a palestra, cara. Eu investiria 95% do meu tempo vendendo. E é exatamente isso. Então, na escola, o que a gente pega? Quando a gente pega o cara... Lógico, eu tenho de todos os tamanhos, como você perguntou. Mas, às vezes, eu pego alguns que já estão ali grandes, relativamente grandes. 200, 300 franquias já são grandes.

Mas, normalmente, eles deram uma travada ali, 200, 300. Por quê? Porque começaram, às vezes, colocar o foco

demais lá na indústria, na distribuição, e esqueceram que isso aqui também, isso aqui é o canal principal que mantém ele ativo. Então é um jogo que você precisa primeiro aqui no canal de expansão, depois você tem que começar esse, nós temos esse fortíssimo. Nosso ecossistema é maravilhoso, você conhece assim, desde o agro lá, desde o pé do café até a xícara, né? A gente tem tudo, mas foi construído aos poucos, né? O café que você tem, tudo ali é nosso, tudo tá naquela caixa ali, nós produzimos. Então assim,

Só que agora a gente produz. Porque eu tenho saída daquilo. Então, aí depois ele começa a construir, mas ele nunca pode perder a veia do crescimento. No começo vocês não faziam nada? Tudo terceirizado. Tudo terceirizado. Du tinha uma caminhonete, a gente comprava café verde, ia lá, torrava numa torrefação de um amigo, colava o adesivo no pacote de café e a gente ia levar. Esse era o jogo. A gente junto, e o Du passando mal na estrada.

Era isso, você acredita? Era isso. A gente levava nesse movimento. E os caras chegavam... Carrinho de feira, né? Du empurrando as caixas.

um monte de carreta pra carregar e o cara, cadê seu caminhão? Aquela S10. Entrava na fila pra pesar, porque pesa, porque você não pesa a saca, você pesa o carro, né? Aí entrava, o carro quase caía, né? Porque era pra carreta, a balança, o cara falava, não dá peso o suficiente. É muito história. Depois pesava ela vazia, depois pesava ela cheia, levava pra uma torrefação de um amigo, ele torrava, aí colocava no saquinho,

Resivava os cafés, um a um, à mão. Carregava de novo a caminhonete e ia pro Rio de Janeiro, onde eram as primeiras lojas, entregar o café na loja e tinha que chegar na madrugada, porque senão não descarregava nos lugares. Como foi a venda da sua primeira loja de vocês? A primeira? A primeira? A primeira, porque ninguém esquece a primeira. Não dá nem pra contar a primeira. Quem comprou foi minha avó. Cara, a primeira sim, nós tivemos que pagar ela de volta, tá? Pra falar a verdade, a primeira foi.

o Wilton veio aqui montar essa loja, Pátio Paulista. Foi. Primeirona, primeirona, foi aqui, Pátio Paulista, o Wilton veio aqui montar essa loja. O negócio era muito ruim, cara. Era ruim. Mas na época a gente achava que era bom. A gente olhava e falava, pô, é bom. É bom o que a gente fez, né? Tem que falar, porque o cara acha que começou tudo bem, não, pô. E aí o Wilton veio, cara, e depois a gente viu que... Eu saí de lá uma hora da manhã na caminhonete, tudo carregado, pão de queijo dentro do isopor. Cara,

E a mim, cara, não deu muito bom. Tivemos que indenizar. Indenizamos a franqueada. Mas indenizamos, cara. Foi legal. Foi outra história legal. Até hoje já fala bem da gente. Os oito primeiros franqueados, nós os indenizamos todos de volta. Porque vocês viram que tinha coisa pra... Pra mudar. É o que vocês ensinam na escola. A escola é baseada nos erros, pô. Nas coisas que a gente... Errou e aceitou depois, né? Erramos aqui, ó.

Aqui não vai. Então, quando o cara chega... Você lembra um dos erros? Porque aquela coisa que...

Clássico. Cara, vamos lá. A gente fez... Nosso plano de negócio inicial, pra bater o ponto de grito, tinha que vender 300 cafés por dia. Mas a máquina, nem a máquina suportava fazer 300 cafés por dia. Então, assim, o número não batia com a estrutura do negócio. Então era um relógio que não tava suíço. Não, não funcionava. E depois, Caio, eu te falo assim, em vendas, tá? Em expansão. Tem que ter muito cuidado. A gente que é agressivo em vendas,

Não é todo mundo que tá preparado pra comprar. Exato. Não é todo mundo que tá preparado. Pra ser um franqueado. Pra ser um franqueado. Pra ser um franqueado, perdão. Então, hoje, eu coloco isso, eu falo assim, cara, tudo bem, a pessoa é um adulto, o dinheiro é dela, tá tudo certo, mas, cara, a cabeça dele, às vezes, não tá preparado pra empreender, ele não tá preparado pra enfrentar os desafios. Quando ele chegava e via aquele negócio na mão dele ali, ele falava, vou fazer o que com isso agora?

Porque ele tava acostumado, todo dia útil, o dinheiro cai na conta dele, e ele viveu.

agora que em dia útil o dinheiro sai da conta dele. E ele tem que produzir até o que em dia útil o dinheiro sai da conta. E aí ele fala, e agora? E aí, assim, numa expansão como nós crescemos muito lá atrás, era que o time de vendas o tempo inteiro vendendo, às vezes o perfil não estava. E aí esse cara, infelizmente, ele não ia pra frente. E você falava assim, você colocava um outro no mesmo lugar, na mesma loja, e esse cara dois meses depois estava bombando e voando na loja e aquele cara não estava.

Entendeu? Então, assim, hoje eu faço um filtro do franqueado muito maior. Tanto que hoje eu entrevisto todos que entram. Eu falo com todos que entram. Eu falo, olha, eu tô aqui pra falar com você, assim, eu tenho um ritualzinho, ó, franqueia isso e isso. É o cara que é você, mas você tem que crer ele. É. Eu falo, você tá preparado? Você tá preparado? Assim, um papo aberto, jogo aberto, ó, você tem que trabalhar, tem que ir atrás, tem que fazer isso, tem que se dedicar, tem que cumprir regra, tem que cumprir regra, é um jogo de regra pronta, não dá pra você mudar regra. Esse é outro grande desafio, porque os caras,

Muita gente quer entrar na franquia pra mudar o modelo. Quer inventar? O sucesso da franquia é o modelo, pô. Que já existe, que já é replicável. E esse é outro perfil que acaba a gente também não permitindo que entre na rede. O cara quer entrar pra mudar o negócio. Não faz sentido. O cara que tá comprando, eu já pego logo, tá comprando pro filho que nunca trabalhou e que ele quer dar um... Que não quer trabalhar também. Que não quer trabalhar.

Aí eu falo, deixa eu falar com o moleque. Deixa eu falar. Aí o cara... É, escapa. Eu lembro de um médico, cara. Ele colocou os três filhos, nove horas da noite. Eu vou lá, nove horas da noite,

a reunião com o cara. Aí eu fiquei falando e pá, os caras ali no dia seguinte, tipo, de 18 a 23. Cara, os meninos assim na reunião, eles olhando assim e eu dando aquela palestra, né? Que coisa de dizer na cabeça dos moleques, meu pai tá querendo que eu tenho um negócio que você não quer. Tô na vida boa. Cara, chato. Aí eu lembro, cara, o médico, o dia seguinte, eu falei, me dá o telefone dele. Aí eu mandei e falei, ó, vai ter que alinhar com os meninos, porque senão não vai dar certo não. Aí o médico mandou pra mim, cara, eu te agradeço,

é melhor não mesmo. Obrigado e tal. Eu falei, é melhor não mesmo. Pô, a gente que é vendedor perder uma venda, você sabe, né? Que dói. Mas esse é um erro que eu busco não acontecer mais. Mas ao mesmo tempo a gente precisa expandir. Então, olha como é que é uma linha tendo. Eu preciso vender porque é algo fundamental do processo de franquia. Franquia que não vende, morre. Mas você tem que falar não pra muita gente que quer comprar.

Exatamente. Pra gente que quer comprar. Pra gente que quer comprar. Pra gente que às vezes acha que o dinheiro resolve o problema. Então,

Tivemos que entrar nesse equilíbrio. E é isso que a gente ensina muito na escola. E vai criando metodologia, né? Por exemplo, hoje a gente tem uma metodologia de treinamento onde a gente forma o gerente para a loja do franqueado. E mesmo que o franqueado não tenha aptidão ou não queira atuar, o gerente toca. Da necessidade da expansão. Você precisa ajudar aqui porque só aparece agora esse perfil. Você precisa criar alguma coisa na operação.

A gente vai lá e cria um modelo de treinamento para líderes que não são franqueados. E agora ele já pode pegar muitos desses... O cara quer ser um investidor, né?

É uma inovação dentro da nossa rede. A gente pega isso, empacota e vai lá ensinar na escola de franchise para os outros franqueadores. Tudo, cara. A gente não guarda nada. Os caras já estão aplicando já. Não há nada. Não tem nada que a gente faça na Xerimbão, nem de certo, nem de errado, que a gente esconda na escola. É tudo. Absolutamente tudo que a gente fez desde 2023, quando a gente fez o M&A. E como foi o M&A que vocês fizeram?

Foi assim, assim, assim. Construção de ecossistema. A gente mostra muito para eles. Vocês verticalizaram. Exato. Detalhe da verticalização. Qual o momento certo da verticalização.

Exato. Porque tem um momento, não pode ser. Por exemplo, eu lembro em 2024 a gente queria montar uma fábrica de cappuccino, chocolate, a gente brincava que era a fábrica do pó, né? Era tudo em pó. Porque a gente tem do grão. Hoje o grão, o café em grão, a gente torra, a indústria é nossa. E aí nós fomos fazer conta. Beleza, fomos, olhamos. Ah, peraí, cara. A quantidade que eu preciso ainda, a quantidade que eu consumo desse produto ainda não é economicamente viável para eu ter uma fábrica.

Foi montar estrutura só pra gente. Aí o que acontece? Ah, mas tá bom, vamos vender pro mercado. Cara, mas aí, peraí, eu vou ter que criar uma nova estrutura de venda pra vender esse produto pra outro mercado. Aí já perdeu o sentido, porque eu vou perder energia. Eu não vou colocar energia onde eu tenho que colocar. Nós falamos, não, então nós não vamos na fábrica de pó agora. A gente ensina isso pros caras. A gente ensina. Teve um mesmo, eu lembro dos meninos lá atrás, quando a gente fez a primeira imersãozinha, que eles tinham uma indústria, e os meninos, se não tem aquela reunião, eles iam quebrar.

Eles já estavam, na verdade, quebrados. E aí o Wilton falou, eles tinham 25 lojas. O Wilton falou a primeira coisa, fecha a indústria. Fecha a indústria. Vamos terceirizar. Estava dando prejuízo à indústria. Eles saíram de um prejuízo para ter lucro sem a indústria. Sem a indústria. Eles passaram a ter 45 mil reais. Eu lembro do valor. Eles fechavam a fábrica, 80 mil no prejuízo todos os meses. 80 mil prejuízo. Eles passaram a ter 45 mil de lucro...

Sem a indústria. Sem a indústria. Só na distribuição. Porque ele ganha na intermediação entre o fornecedor e o...

o cliente dele, ele ganha nessa intermediação e salvou a rede dos caras. Estão aí com a gente, já renovado, segundo ano, larga a gente de jeito nenhum, fala, cara, aquilo ali, vocês salvaram a vida nossa. Nós criamos um modelo de negócio novo pra eles também. Eles tinham um modelo de shopping, a gente desenhou um novo modelo que eles estão expandindo bem, crescendo bem também. Existe franquia melhor, franquia pior, tem isso ou cada caso é um caso?

Tem perfil, né, cara? Eu acho que tem gente que tem perfil pra cada coisa, não acho que é melhor nem pior, né? Tipo, é melhor franquia pequenininha,

que te baixa, a melhor franquia grande. É isso que... Tem muito de perfil mesmo. Perfil do cara. Tem um cara que é empresáriozão, que ele... A grande, normalmente, ele vai pôr gestor, ele vai pôr gerente, ela tem mais faturamento em si pra distribuir e pagar a conta. A menor é pra aquele cara empreendedor ali menor, de interior, que ele quer... Aquilo ali é o emprego dele. Agora, o momento da franqueadora tem, cara, que é interessante isso. O cara que já é mais experimentado nos negócios, vale a pena ele entrar...

investir numa franqueadora que tá começando. Tem poucas lojas ainda. Porque ele entra com a experiência dele, ele consegue surfar no crescimento daquela franqueadora. O menos experimentado é melhor entrar numa franqueadora mais madura. Por quê? Porque ela já tem todos os processos bem estabelecidos. Então, essa diferença eu acho importante. Tem chance dele fazer coisa errada. Entendeu? Não precisa muito dele mais. O processo toca, ele vai liderar pessoas.

O foco dele vai ser liderar. Esse aqui que entrou numa franqueadora menor, que tá começando, ele vai precisar

desenvolver muita coisa junto com a franqueadora. Esses momentos são importantes. Nós vivemos isso, nós vivemos lá atrás, crescendo, você vem crescendo, o empreendedor, ele de primeira viagem, ele vem, a gente via que esse cara, a gente desenvolvendo e esse cara se desenvolvendo era mais difícil. Quando vinha um cara mais experimentado, eu lembro do Álvaro, ele já era um cara mais experimentado, tinha não sei quantas lojas de roupa, de franquia, ele pegou nosso negócio, ajudou muito a gente a crescer. Ajudou demais, ele fofoou com a gente ali,

é franqueado até hoje, fez sete anos agora, né? Oito anos. Oito anos. Fez oito anos de operação, entendeu? Então, ele tem muito disso. Na escola, qual aula você gosta de lidar? Que você fala, putz, aqui todo mundo gosta, cara. Essa aula, essa aula, dessa parte, eu gosto. O que você gosta de lidar? Cara, eu vou na aula de vendas mesmo. Eu gosto da aula, cara, de dar aula explicando o processo da hora que o lead se cadastra e o telefone toca.

Daquela que o vendedor tem que fazer cem ligações no dia, pra dez atenderem, pra um ser convertido ali,

eu gosto daquela aula. Então, eu tenho uma metodologia daquela primeirinha aula até a hora que ele fecha a venda ali. Então, tem o script prontinho de como ele cria o rapó com ele ali primeiro. Depois, no segundo contato, eu coloco ele com um franqueado para falar e o franqueado explica. Terceiro contato, eu venho nas objeções dele ali, eu deixo ele explicar. Não, terceiro contato, eu venho no contrato e na cofre, explico para ele, porque eu venho com um cara que acabou de falar com quem assinou. Ele não tem problema de assinar o meu aqui.

Aí eu falo com o contrato, depois eu quarta, eu vendo as objeções dele ali, e na quinta, o cara vem comigo. Qual que é o ciclo médio de venda de uma franquia? Do cara que entrou no site, quero ser um franqueado, quero comprar uma lojinha de cheirinho bom, até o cara, pá! Esse número é engraçado, porque assim, a gente foi pegando. Porque tem o cara que ele vem para conhecer, e tem o cara que vem para comprar. Ele já está até com dinheiro.

Exato. Esse cara que já veio para comprar, que ele já passou pelo mercado de franquia,

Ele já tá vendo duas, três? Ele é 22 dias. E se você não tiver cuidado, ele vai comprar de outro. Porque ele tá em você e mais sete. Ele quer abrir um negócio. Você pode ser de pera, de maçã ou banana. Ele vai abrir. É você e mais sete. O cara tá em você e mais sete cadastrado. Então é um ciclo de 22. Agora o cara que veio pra conhecer, seis meses. Seis meses. A gente fica trabalhando a base. Seis meses. Seis meses. O cara que vem a primeira vez, se cadastra, seis meses.

E é aí que muita franqueadora se perde. O que eu brinco, o que eu mais ganho o cliente ali é nisso. Ele fala,

Ah, não, mas eu tenho. Eu falei, não, tá bom, nós vamos vender em cima dessa base. E você pega aquela base dele ali, retrabalha aquela base, ele tira três, quatro franquias. Esse fim de semana mesmo, o cara falou, velho, você lembra aquele cara que a gente conversou lá de outubro, comprou ontem? Eu falei, beleza, eu sabia já que ele... Tem um franqueado melhor? Qual que é o melhor? O de 22 ou de seis meses? Tem isso? Ó, geralmente os caras que...

Bom, não tem. Tem uma característica assim? Não, cara. O cara é assim... O cara de 22, ele normalmente é um cara

tá decidido com o que ele quer da vida ali, sabe? Como ele tá decidido, eu acho que na hora que a operação cai lá, a operação consegue lidar mais fácil com ele. A operação flui com ele, né? O cara inaugura mais rápido, o cara... O cara de seis meses, é o cara trabalhado, trabalhado, trabalhado, e assim como ele demorou na decisão, normalmente... O cara que toma a decisão mais rápida, normalmente vai ser o franqueado que vai... As coisas vão correr, o cronograma vai funcionar melhor.

do cara de seis meses, é um cara que vem com papel em branco, não vem com vício, vem aqui com seu primeiro amor, mas por outro lado, o cara, ele vai, provavelmente a atitude dele no dia a dia da operação vai ser muito parecida. Ele não tá tão com sangue no olho do cara que... Aí é ele que sofre lá. É, na realidade sofre não, é um papel de acolher, né? De acolher, de entender cada um, né? Na operação. Que é justamente aí nas minhas aulas, é, o Du vai na expansão e eu vou no modelo de negócio. Falo muito sobre modelo, muito sobre modelo. Normalmente de

franqueadoras que chegam lá, 98 precisa mexer em alguma coisa no modelo. Detalhes do modelo. A gente muda nome. Damos nome. Damos nome de marca. Damos nome de marca, que é a coisa mais... Nome, produto, mix de produtos. A gente acaba mexendo nisso. Você falou do caso do franqueador grande. A gente tem casos de franqueadores que nem franqueadores eram, né? A gente tem um caso recente dos mercados lá do Nordeste. Elas chegaram, elas tinham uma loja e aí a gente formatou o modelo delas e em seis meses elas têm 16 lojas já. Nem franqueadoras elas eram ainda.

Nós pegamos, é um caso legal esse aí, foi um caso, elas procuraram o Joel. Aí o Joel, aquele jeito dele, né? CDN. Fala com esse cara. Aí, pá, falamos numa sexta-feira. Só pra galera do como você fez isso, que às vezes falou, CDN, o que é isso? Um apelido interno do call do nada. Você pega o telefone e faz uma chamada de vídeo sem avisar. É, exato. E aí, pô, aquilo ali, quatro meses formatado, entrega, tudo pronto, que a gente faz isso também.

A gente prepara você que é empreendedor, que tem um negócio e que quer virar franquia, avalia modelo de negócio, constrói a máquina de venda, porque o cara também não adianta construir modelo de negócio e não ter máquina de venda que não sai do lugar. Quer dar junto. Anda junto, quatro meses construído isso, ela começou a vender a primeira. Eu lembro da felicidade dela mandando no grupo, cara. Ela mandou... Ela vendeu em dinheiro, os caras compraram em dinheiro, a taxa da franquia.

Ela mandou no grupo. Eu achei que era uma figurinha, mas não era não, era nota mesmo. No Nordeste, né?

Cada estado, Brasil, é loucura. E aí, cara, 16 lojas hoje, as meninas voando. Estão super bem o resultado das lojas também. Aí já vieram, já contrataram a gente como conselheiro delas, que é um outro trabalho que a gente faz também, é ser conselheiro hoje de grandes franqueadoras, nós somos conselheiros. O Brasil é um bom mercado para franquia? É maravilhoso. O melhor. Por quê? Muita possibilidade, muito mercado. É grande, público endereçável, e você ainda é muito amador do setor. Então você tem muita oportunidade, né? No mercado onde...

não é tão profissional o setor, você que se destaca, que faz as coisas bem feitas, tem muita possibilidade de crescimento. Um dos maiores sonhos do brasileiro é você dando o próprio negócio. E a franquia é o caminho mais seguro para empreender isso aí, sem demagogia, é fato. Por quê? Porque o percentual de lojas, franquias, de negócios franqueados que quebram é muito menor do que negócios que começam do zero. Isso aí está estatístico, a comparação estatística. Então, o franqueado que põe o dinheiro dele com a estrutura

por trás, tem muito mais chance de sucesso do que começar do zero sozinho. Esse é o ponto principal, né? E é o processo pronto, né? Porque o cara na franquia tá tudo pronto, cara. O cara fala, cara, vende assim, atende assim. Igual a gente fala, chega com o café, olha. Quando o cliente pedir, oferece vezes na xícara, coloca na taça e o micro lote. Vai custar seis reais mais caro, você vai gerar mais valor pro cliente, você vai gerar um ticket maior e você vai ter mais lucro. Se você pegar, cara,

Ele ia demorar seis meses para pensar nisso, ou talvez nunca pensaria. A gente pensa cardápio, pensa marketing, pensa comunicação, toda a parte tributária. A gente pensa toda a parte de legislação, de licença, tudo que um negócio precisa para operar. Eu vi um número assustador, cara. Foi ontem. Isso é um dado que no ano passado fechou mais de 5 mil negócios CPJs por dia. É um número no país. É surreal o número. E aí é óbvio que esse número também impactou as franquias.

Só que impactou num número muito menor. O franchise, ele tem um número ali entre 10% e 15%, enquanto os negócios do zero, 80%. Ao longo de 5 anos. 80%. Entendeu? Então, assim, lógico que impactou. É bem diferente. É, é muito diferente. E é por conta dessa estrutura, né? A gente já errou pra eles não errarem, né? É um negócio normal de cada 10, 8 quebram numa franquia de cada 10, 15 quebram. 15 quebram. De cada 100, 15 quebram.

Entendeu? É bem diferente. É por isso que o modelo de franquia cresce tanto e o Brasil, nós estamos engatinhando nisso.

E aí é por isso que a escola de franchising era em um ano. Eu falo que não é nem um ano, né? São seis meses, porque eu brinquei os seis primeiros meses, nós só amolamos o machado. E você acha que é tentador também? Agora, uma outra pergunta. Eu falei, é bom no ponto de vista do mercado de franquias. Mas você acredita que também, sabe, muitos empreendedores que estão com o negócio vitorioso, o cara está tendo lucro, ele está começando a ganhar o dinheirinho dele.

Em que momento começa a passar na cabeça dele? Cara, será que eu posso franquear meu negócio?

Também tem esse desejo do empreendedor? Tem. Tem esse desejo, tem esse... Parece que se o negócio dele vira uma franquinha, o negócio dele foi pra um outro, ele tá jogando uma outra divisão. Exato. Tem um glamour na cabeça do cara. Tem a possibilidade de crescer mais rápido, a possibilidade de escalar, né? Porque a gente sabe que a gente escalar com lojas próprias leva muito tempo, o cara precisa de muito investimento, muita grana, né?

Pra escalar com lojas próprias. Ele olha, ele pensa, pô, em 10 anos eu vou abrir 20 lojas. Eu posso abrir 20 em 6 meses.

molhado de franquia, porque ele olha uma franqueadora, por exemplo, com 4 mil lojas, com 3 mil lojas no Brasil, uma xerimbão, por exemplo. Aí o cara pensa, sozinho é muito difícil franquear. E a franquia também, ela tem aquela coisa da... Ele cobra pelo conhecimento, né? Então você tem taxa de franquia, você tem royalties, que eu escalando meu negócio, não necessariamente eu tenho. Então isso também é muito atraente. E que muitas vezes atrai pessoas com uma visão enganada do que é ser franqueador. Porque ser franqueador

é ter responsabilidade com colaboradores, com os franqueados, a geração de emprego. Por exemplo, a gente dentro do nosso ecossistema são 5 mil empregos. Então, são 5 mil pessoas que dependem do que a gente faz no dia a dia. Então, você não só ganha dinheiro com taxa de franquia ou com royalties, você tem uma responsabilidade de entrega e de investimento em infra também. Eu estava falando sobre isso. Às vezes, o cara vem muito tentado. Tem dois pontos. O cara vem muito tentado com a taxa de franquia

a taxa de franquia é para ele colocar o dinheiro no bolso e ele sair fora, tem que ter esse cuidado que a taxa de franquia te faz reinvestir dentro do negócio para você criar essa estrutura e aguentar. E outros vêm com a ilusão, tá, deixa eu tirar a venda, deixa eu pôr na mão de um acelerador e ele também fica sem o dinheiro para investir. Então, assim, esse é um erro que muita gente quer vir para a franquia e coloca isso aí, tem que ter muito cuidado.

O dinheiro e a taxa de franquia é bom, faz dinheiro, dá para ganhar dinheiro, dá para viver bem. Não vamos mentir aqui e falar que não,

Lógico que dá. O EBITDA lá é bonito no final, na hora que você olha. Mas você precisa investir. Porque você viu o outro falando? São 5 mil pessoas, cara. A gente tava falando, vindo pra cá hoje, cortes de vídeo e tal. A gente falou, cara, tem coisas que não pode sair da nossa boca como empresário. Ah, mas por quê? Porque eu falo que tem 5 mil pessoas me assistindo que dependem dessas decisões que eu tomo, dependem do que eu falo, do meu posicionamento. Não posso, cara. Eu tenho muita responsabilidade.

franqueador tem que tomar esses cuidados. Nem o dinheiro ser 100% achar que é bolso dele, vou curtir a vida, fiquei rico e não crio estrutura pra atender meu franqueado e muito menos entregar a venda na mão de um acelerador de franquia, entregar a venda na mão de outra pessoa e ficar sem essa taxa. Porque esse é um erro muito comum que tem acontecido no Brasil. A taxa é necessária pra reinvestir no negócio. É um erro muito comum que tem acontecido no Brasil o franqueador querer sair

fora da venda, entregar a venda pra um terceiro, porque ele sabe que é necessário, ele entrega pro terceiro, e aí que ele estraga mesmo o negócio dele. Quando a gente terceiriza, aí no comercial, por exemplo, o cara tem um negócio, o negócio é bem sucedido, ele desenvolve um modelo pra franquear o negócio dele, e obviamente você tem que encontrar parceiros, mas ele não quer fazer isso, ele dá pra alguém fazer isso? Dá pra alguém fazer isso.

Esse tem sido um grande problema do nosso setor. E você acredita que também perde aquele lance da conexão? Ninguém conta a sua história melhor que você.

Como é que vai, cara? E o perfil desse ranqueado? Aí, beleza, o cara comprou um qualquer lá e entra. Tá bom, tem o Caio lá recebendo. Quem é Caio? Como é que eu vou? O Caio? Como? Quem é Caio? Não, cara, você começa na venda. Os caras hoje, eles... A franquia, eu falo que você sabe um ponto muito importante que tem entre franqueado e franqueador, que eu falo que são dois empresários, tá? Mas tem uma relação de admiração. Os franqueados, quando ele tem essa relação de admiração,

pelo franqueador dele, por quem está liderando, ele com certeza vai chegar também no ponto muito mais fácil. Se foi um outro vendendo, se é esse outro que está aparecendo, a quem ele vai admirar? A quem ele vai seguir? Entendeu? Então, é muito disso, né? Porque a história das franquias, ela vem da igreja, né? Ela vem da igreja. Então, era a igreja lá, na igreja católica. Então, tinha lá no Vaticano, que era o franqueador. E dali ele ia... Então, não há admiração.

todos lá pelo Vaticano, pelo que ele faz. Então, é assim. Foi um conceito utilizado. E aí foi para aquelas máquinas de costura, quando os Estados Unidos fazem... É uma máquina de costura que sai. Foi uma das primeiras franquias conhecidas. Então, tem esse conceito. E hoje, com a internet, mais ainda. O Wilton tem uma aula, inclusive, como é que é? A aula de posicionamento, não. A aula de reputação.

Ele dá uma aula de reputação. O franqueador tem que ter reputação. Ele tem que ter um posicionamento adequado, né? Porque ele representa uma cadeia, né? Ele representa uma cadeia. Exato. Ele representa. Cliente, colaborador de loja, franqueado, colaborador de franqueador. Então, todo mundo está olhando para o franqueador ali. O que ele está fazendo? Se ele terceiriza e deixa o cara fazer por ele, primeiro, ele está sem o dinheiro. Sem o dinheiro, ele não investe em nada. Segundo, ele não teve contato.

com esse cara que comprou dele. Às vezes o cara comprou, quando ele tá comprando no meio de um acelerador, ele não sabe nem o que ele tá comprando. Às vezes ele tá indo só pelo dinheiro, ele tá indo pelo valor da taxa. Pelo valor do investimento. Vou na mais barata. Vou pegar um portfólio de franquias e vou escolher por um portfólio aqui. Vou na mais barata. Não tem conexão emocional. É muito difícil. A chance de um franqueado desse performar é baixíssima.

Ligou na posição de vocês porque vocês alinham o sonho de muita gente, né? Porque cada franqueado que vem, ele vem com um sonho individual. Sim. Na verdade,

Seu objetivo aí que dá muito com o começo do nosso podcast, que é propósito, sucesso, né? Sim, exato. Esse alinhamento, porque no final das contas é um negócio de gente. Total. Total. É só gente. Só gente. É só gente. Pra você ter ideia, o café, ele fica especial porque ele é colhido por gente e não por máquina. Ah, café especial? É colhido, é manual, entendeu? Não é máquina que entra. É especial porque é colhido por gente. É isso, entendeu? Então começa da hora que foi feito lá.

Um dia você tiver a oportunidade de ir lá pra você ver a torra como é feita. É um trabalho basicamente artesanal mesmo. O cara fica olhando pra máquina, a temperatura subindo, a curva. Ele fica olhando pro computador. Mas o computador não fala tudo. Aí ele abre. Aqui tem uma coisinha de prova, de teste. Ele tira um pouquinho do café. Cheira. Coloca de volta. Cheira. Até chegar no ponto certo. E aí cor? Com cada torra. Porque é diferente um café, né? O tamanho e tudo isso. De um pro outro.

Torra, torra. É muito cuidado. Por isso que eu falo que a gente empacota amor, né? Cada cafezinho que chega ali tem uma história. Eu brinco, eu tô preparando um vídeo que vai sair, que é um grão de café. Desde a hora que ele foi colhido, é a história. Ele vai vir contando a história. O grãozinho de café? O grãozinho de café. Ele vai vir contando a história da hora que ele saiu do pé, que depois alguém lavou ele, alguém descascou ele.

Alguém lavou ele direitinho, alguém deixou ele secado. O secador, ele foi lá pro torrador do torrador. Ele saiu.

ele foi pra um pacote, desse pacote ele vai cair numa loja e ele vai cair na xícara de alguém e ele vai tá ali na xícara de alguém no final, entendeu? Então assim, porque é isso, cara, foi uma pessoa. E a gente olha pro negócio desse jeito. Por isso que o pessoal fala, pô, a gente vê amor no que vocês fazem, né? Mas é porque a gente olha assim, cara. E os frequeadores estão lá na escola, a gente tenta trazer isso pra eles, sabe?

Tirar um pouco daquela visão só número, só planilha e trazer mais desse conceito pra dentro do negócio deles, assim, né?

muitos são executivos, vieram já de uma história, vieram com essa cabeça do número, mas nós não, nós fizemos o caminho contrário, nós fomos lá de pegar o pacote de café, de carregar na caminhonete, de viver a coisa. A gente tenta trazer, equilibrar essa relação, porque as pessoas se conectam com a história do negócio, conectam com o que tem por trás, com as pessoas de fato que estão por trás do negócio. Eu já fui contratado para fazer diversas convenções de vendas para grandes franqueadoras, e as mais bem-sucedidas,

que eu vi como a de vocês, eu vi uma coisa em comum. A paixão da galera pela marca, como que o cara sente um dos fundadores, como tipo, é meu. Não é só aquela loja, a unidade do Anália Franco é minha. Não, a marca dele. Se o cara tá passando em algum lugar que ele vê uma outra loja, ele fala, olha que legal, ele sente orgulho quando uma outra unidade...

pela marca, assim. Aquele dia que você foi, foi engraçado que você foi lá, né? Salvar a gente aquele dia, tudo que aconteceu. E aí você tinha que voltar rápido. Eu lembro que eu te recebi e eu consegui te tirar também pra você ir embora rápido. Mas eu não sei se você lembra, tava o Tiago Fonseca lá aquele dia, tinha outras pessoas. E esses caras ficaram depois e eles falaram assim, até minha esposa também, todo mundo fala assim, cara, o que é isso?

Aqui parece que são popstar. Porque a galera, eles vêm assim, mas não é somente pela figura do Eduardo. Pelo que você se representa.

Os franqueados, eles têm isso com a gente. A gente ouve muito isso, sobre a transformação na vida deles, né? Eles não vêm falar com a gente sobre o resultado da minha loja. Não é esse tipo de conversa que a gente tem com os franqueados. Eu e o Eduardo. Não é uma coisa comum de criar um mercado de franqueia, é isso, né? Sim. Assim, não é comum, mas deveria ser. Deveria ser. E é o que a gente vem fazer na escola. Esse é o objetivo.

Exato. Mas não é todo mundo que consegue. Pra você ter ideia, na escola tem vindo, no início, obviamente vieram umas franqueadoras pequenas pra médias e outras pra formatar.

E depois de um momento começaram a vir as grandes, franqueadoras grandes mesmo, pessoas grandes, falando, cara, eu quero participar disso aí pra eu entender, ó, não preciso de expansão, eu sei vender. Tem muitos que sabem vender também, mas eu quero viver isso. Entender o que vocês estão fazendo, o que tem por trás. Os caras vieram, assim, pessoas grandes mesmo, e aí por isso que o negócio foi tomando proporções. A gente foi crescendo também em estrutura ali pra mostrar pros caras, eles querem viver isso. Tanto que o nosso próximo,

encontro vai ser dentro da nossa convenção. Da Xerimbão. Vamos levar os franqueadores lá. Você vai levar os alunos da escola pra ver os mestres em ação. Exato. E a Xerimbão é a Xerimbão 10 anos. Então vai ser onde nós nascemos, né? A fazenda. Eu acredito que um grande sucesso da maior franquia é quando o franqueador coloca o coração dele ali. Você sente quando o cara tá num business, quando o cara não tá num business. Acho que todo mundo aqui, se você tem um sócio, você sente quando o teu sócio tá com o coração ali e quando a cabeça do cara tá fora. Exato.

Quando tem um sócio interessado e um sócio desinteressado. Exato. Você sente isso. É uma relação de sociedade franqueador e franqueado. Sim. É um casamento. Sim. E como que você ensina isso? Como você ensina a colocar o coração, cara? Primeiro, já deu pra ver uma das metodologias. É, eu te ensino como colocar o coração e mostrando o meu. Sim. É. Dá pra ver que uma da lógica de vocês é isso, né? Eu, assim... A gente deixa eles verem como é a relação com os nossos times e nossos franqueados. De fato.

Participam da nossa vida no dia a dia. Eles conseguem enxergar. Não é uma coisa que a gente fala. Essa parte mais... Esse intangível está muito relacionado ao que eles veem no dia a dia. E você lembra que a gente falou lá atrás que a gente colocou Deus como dono do negócio? Eles chegam, a gente mostra primeiro dia, segundo dia, início ali, negócio, business. Aqui, assim que vende, mostra minha metodologia, primeiro atendimento, meu outro lado, bravão.

de seis meses e o outro. Meu outro lado, bravão, que eu cobro sem ligações do vendedor, que eu quebro o pau, o cara vê isso e tal. O Wilton vê o jeitão dele de modelo de negócio, o Wilton coloca o cara lá na frente, tem hora que uns passam vergonha. Desenho ao vivo, né, o modelo de negócio dele. Os caras passam vergonha danada. Mas sai alinhado, né? Sai. O Wilton, o jeitão, pá, é assim, coloca. Aí, às cinco horas da tarde, a gente fala, cara, ó, zerou, beleza?

Entregamos. Encerrado. Encerrado. E aí, agora, deixa eu te falar o que, até aqui, eu te contei o que é minha mão.

que ela alcançou. A partir daqui eu vou te contar o que minha mão não alcançou. Ingrediente secreto. Todo lugar que a gente tá, né? E aí vem, cara, e os caras brincam com a gente e falam, bicho, você só vem pra cá pra evangelizar os caras, é só uma isca. E aí cai, assim, entra o cara. E aí eu falei, eu tenho a minha história, tudo que eu passei. Você sabe, né? Eu tive um problema com o coração. Conta essa história pra mim? Cara, 2023, no meio ali. Um dia depois.

Da meia maratona da esteira. Da esteira, lembra? Nós dois. Nós estávamos num evento. Eu corri meia maratona na esteira, dia seguinte eu chego em casa, uma dor forte aqui no estômago, achei que alguma coisa que eu tinha comido. No final do dia, eu falo com minha esposa, acho que eu vou passar mal. Quando eu chego, eu sinto a dor mais forte, vem pro peito, braço adormece, as pernas, ali eu caio. E aí eu grito, ela chega, e aí meu coração parando.

Eu tava com o coração parando ali, e aí eu me recordo, assim, claramente eu ter falado com ela, assim, eu recordo duas coisas.

Pedindo ela pra ligar pro Hilton, eu queria falar com ele uma última coisa. Eu me recordo disso claramente. Só pra pedir pra ele, cuida deles. Eu sabia que eu ia. E falo com ela, tá tudo bem. Ainda bem que eu conheci Deus no caminho. E aí, ali eu apago e quando eu volto, tá Samu, aquela coisa toda em cima de mim ali. E aí eu escuto uma voz forte no meu ouvido. Falando, meu filho, fica em paz. Eu tô tirando tudo de ruim da sua vida, porque a partir de hoje a sua boca só sai a minha palavra. E ali eu escuto, cara. E aí aquela voz, eu olho pros lados e falo assim...

A gente falou aí, eu vou pro hospital. Você ouviu? Auditivo. Auditivo. Silêncio absoluto. Aí no outro dia, Luana levanta, a Lu tem uma tatuagem assim, vai passar. E ela fala, cara, eu tatuei pra gente ter certeza que tudo vai passar sempre. Foi na época da pandemia que a gente passava muito, tava passando dificuldade, ela tatuou, né? Vai passar. E ela vai passar, vai passar. Aí ela falou, levanta, cara, você precisa tomar um banho, você precisa reagir.

E aí eu levantei pra eu tomar um banho e a voz veio de novo. Aí dali, cara, diagnóstico, coração,

eu vou pro hospital e tenho que fazer a cirurgia, né? Abrir o peito, a cirurgia é delicada e ir ali na UTI. Aí ali é um momento da minha vida que tudo muda, assim. Eu tinha muitos amigos, muita gente próxima que gostava, eu era um cara muito de balada, de festa, gostava de receber gente em casa. E naquele dia tudo sumiu, cara. Só sobrou ele, minha esposa e minha mãe, cara. E eu perguntei pra Deus, por quê, Deus? Por quê? Por quê?

Por quê? E naquele dia Deus falou comigo, assim, porque você só precisa de mim. E eu tô tirando aqui. E aí ele vai lá e fala comigo de novo.

você me colocar, mais alto eu te coloco. E aí, desde aquele dia, cara, eu sei lá quantas centenas ou milhares de pessoas a gente tem ganhado pra Cristo aí rodando o Brasil nas palestras, nos eventos. E aí, logo depois eu subo num palco, 1.200 pessoas, eu não sabia o que falar, e eu levo uma palavra. E aquelas pessoas vêm ali aceitando Jesus, e aí vem palestra, palestra. No ano passado foram 90 palestras, entre palestras e igrejas. Esse ano eu já perdi as contas. Tirando as nossas.

Tirando as nossas esse ano. E aí nosso evento é isso, cara. Nosso evento é nossa prioridade fazer esse momento espiritual no final. Então você dá toda aula técnica, operacional. Quando acaba o evento... Gente, acabou a aula. É, acabou a aula. Agora quem quiser fica aqui com a gente que a gente tem um presente especial pra vocês. Agora é a hora do recreio. Aí o Wilton sempre faz uma coisa especial com família pra eles. O Wilton é um cara que sempre...

Ele abriu mão muito da vida, assim, pra dedicar, né? A família sempre foi... Ele traz uma mensagem da família.

trago essa mensagem minha que Deus me deu essa missão, eu trago ali um louvor, venho uma pessoa mesmo cantar um louvor, e normalmente há um apelo no final. Há um apelo no final. Normalmente, às vezes nem precisa do apelo. Mas às vezes precisa do último mesmo, quando ele assustou, tava todo mundo na frente, já de joelho. Não tinha nem ralado o apelo. Cara, porque a gente entende isso, cara, naquele dia mais difícil que você não enxerga a saída, que todo mundo passa por isso, chega nesse dia, né? E às vezes, algumas vezes ao longo da vida, né? Se você tiver uma,

uma fé, se tiver algo que realmente você acredita que vai além do que o palpável, cara. Você consegue, sabe? Você consegue, cara. Porque, assim, a gente passou por momentos que era impossível de ter feito o que a gente fez, cara. Hoje, aquela coisa, eu falo, colocamos óculos espiritual que a gente não usava, né? Então, aí a gente olha pra trás, a gente entende que mesmo naqueles momentos difíceis, já existia a mão de Deus ali.

E aí, com o óculos, a gente olha pra frente e fala, agora eu sei daqui pra frente o que eu tenho que fazer.

Porque eu tenho esse ingrediente, né? É um ingrediente que qualquer pessoa fala. Se você não acredita, tudo bem. Mas se você acredita, você tem isso a seu favor pra você usar a qualquer momento, né, cara? É fabuloso, né? Eu entendo e me identifico muito com vocês. Porque na escola do franchise, ou seja, na franquia, na relação de você... Porque o teu papel é ensinar o caminho da vitória pra outra pessoa. Exato. E quando você tá ensinando, é que nem quando eu tô aqui no vento, né? No aula de vendas. Você ensina, cara, pra você vencer em vendas ou na franquia,

que fazer A, B, C, D, E. Mas dentro de mim queima que fala assim, cara, tem mais alguma coisa. O que me fez vencer é ser sustentado por Deus ao longo desse caminho todo, fazendo isso. Exato. Então, não tem como guardar, né, cara? Você vai ensinar a metade, né, Caio? Pô, você não vai contar isso? Entendeu? É isso, cara. E hoje o pessoal me chama para os eventos, aí assim, o pessoal já sabe mais, né? Mas eu lembro de um evento

um conhecido em comum nosso, me chamou para o evento e tal. Eu cheguei lá naquela correria para fazer a palestra. Aí eu falei, você sabe do que eu falo? Aí ele, cara, não, só me falaram que é muito bom, que a galera adora e tal. Tá bom. Sim, eu te conheço. Você é um cara muito inteligente técnico, mas você conta tudo que te sustenta. Exato. Não só o script, não saber ainda. Porque essa é a minha missão para Deus. É a minha promessa, cara. Que eu, por onde eu for, falando para uma, para dezenas, para centenas,

pra milhares de pessoas, eu sempre vou honrar o nome dele. Eu fiz essa promessa pra ele na UTI, cara. Naqueles dias de UTI, entubada, aquela coisa toda, eu perguntava, Deus, o que é isso? E aí ele me fez a promessa, quanto mais alto você me colocar, mais alto eu te coloco. E eu devolvi a promessa. Então, se eu estiver falando pra um, pra dezenas, pra milhares, quantas for, eu sempre honro o seu nome. E aí o cara chega e eu vou na palestra até um tempo, aí 20 minutos finais, eu...

É quase uma pregação mesmo, né? É numa pregação, mas o que o Caio falou é totalmente...

porque não dá pra ensinar a metade, né? E a gente sabe que essa parte é fundamental. Ela que sustenta todo o resto, né? Não tinha como terminar o podcast de outro jeito. Não tinha, cara. Se você não me deixar terminar... Ia aparecer que tava faltando alguma coisa, né? Eu ia falar, Caio, peraí, deu um problema aqui. Eu tenho que falar um negócio que você não me perguntou, mas eu vou ter que falar. Eu iria. Não. Teve uma palestra dessa até hoje, de um cara em Brasília, que o cara interrompeu, cara.

Ele não queria aquilo. Ele não queria aquilo. Ele sabia que tinha. E ele não interrompeu o cara. Aquilo me chutou uma guarda.

Você deu toda a parte técnica, na hora de você falar do seu amor pra Deus, ele falou assim, não, para quem tá aqui, era só a técnica que eu queria. Ele me interrompeu, cara. Ele me interrompeu. Aqui me magoou de um jeito, cara. Mas você acredita que eu ganhei ele pra crise depois? É, ele se arrependeu. Ele se arrependeu, ganhei, fui em outros, me colocou. Foi, pô. Hoje ele fica querendo me contratar pra todos. Aquilo foi a única, né?

Você lembra do tempo que eu saí em Brasília? Nós passamos juntos, inclusive. Pô, eu saí magoado demais, cara. Eu saí muito magoado. Aí eu fui pra uma palestra, eu ia pra uma outra,

a gente ia falar do Diego do Vale. Diego do Vale. Mesmo dia. Aí no Diego a gente dobrou. Começou assim, né? Não teve parte técnica. Fiz dobrada aqui pra pagar o outro. O Diego, o resto do evento dele só falaram de Jesus e até hoje a galera... Ele falou que nunca viu aquilo, né? Que transformou a mentoria dele, a galera lá. E esse cara que eu fui também que não sabia, ele era um cara que não acreditava. Ele era um cara que... E ele transformou a vida dele. Não acreditava. Hoje ele acredita. É um amigo conhecido em comum nosso.

ele também foi transformado, ele fala que até hoje a melhor das entregas que ele já teve, que até hoje o grupo fala pra chamar. Então, assim, as pessoas estão precisando, cara. As pessoas estão precisando ouvir mais de Deus, né? Muito. Estão precisando em qualquer lugar, em qualquer momento. Tudo tem Deus a mim, cara. De esperança, né, velho? Deus é a esperança. Entendeu? Então eu tô nessa missão, cara. Eu tô de igreja em igreja aí, agora você sabe que eu tô na missão das igrejas, né?

Tô rodando o Brasil. É Aracaju, é Belém, é Recife, é Belo Horizonte, é São Paulo, é Rio de Janeiro.

Como você alinhar o sucesso com o propósito. Pronto. Acabou. Eu acredito principalmente, né, em os evangelhos, é impressionante que de todos os mandamentos, os dois mais importantes são amar a Deus acima de todas as coisas e você amar o próximo como a si mesmo. Se você não errar nesse, você não errou em nada. Acabou. É tudo que você conhece o resto. O resto, cara, errou. Acertou nesses dois? Acertei tudo. É o pareto dos mandamentos. Exato. É, exatamente.

não matar, não roubarás, esse cara não precisa. Exato. Se você esquecer tudo, eu lembro dessas duas coisas, que é o que você, principalmente dentro da escola, né? Pô, eu tô contribuindo com a galera, ajudando, e você tá sempre honrando, que a gente sempre se sustentou. Eu tive um depoimento, cara, só pra finalizar de um cara que me marcou muito. Agora, dia 7, teve um encontro. E, coincidentemente, esse cara, ele entrou na escola no dia 7 de fevereiro do ano passado, ele entrou.

Ele tem um evento de entrada e depois tem uns eventos de entrega. E foi o evento, ele já era

cara grande, 200 e poucas lojas, e cresceu mais de 100 agora, né? O Brunão cresceu mais de 100 lojas nesse ano com a gente. Pô, é super grato por ter crescido, mas, cara, ele mandou uma mensagem pra gente e depois ele falou ali, emocionado, e falou, cara, minha maior transformação é que eu reencontrei Jesus com vocês e minha vida não transformou, não foram só 100 lojas, minha vida transformou em todos os segmentos, em todas as áreas. Esse cara, um ano depois, esse cara fala, cara, o que vocês

caminhando. Eu tô junto. Eu não quero saber que a gente lançou lá, depois o clube. Ah, vamos na Porsche, vamos não sei aonde. Não quero saber. Manda aí, passa no cartão quando dá parcela. Tô dentro. Ele não tem erro, ele tá com gente. E não é porque, ah, eu tô usando Deus. Não, cara, Deus é tudo. E aí no final, né, Caribe, sobre isso, eu acho que responde o que faz a gente ter esse entusiasmo pra continuar, né, cara? Porque a gente vê esse tipo de transformação o tempo todo no final.

Doutora, galera.

porque o que importa, de fato, é o que você vai começar a construir hoje, sabe? Você não volte a cometer aquele erro, não volte ao seu passado, o lugar dele é lá. Cuidado pra não voltar, porque muitas vezes ele aparece vestido de uma forma diferente na sua frente, mas caminhe, sabe? De fato, eu gosto sempre de repetir isso, o caminho se faz caminhando e de onde a gente veio não é o que mais importa. O que importa é pra onde a gente tá indo, né, cara? Eu penso isso, eu vivo isso, né, cara?

Nós estamos em São Paulo aqui, eu posso falar sobre isso, né? Eu nasci aqui no bairro dos Pimentas, em Guarulhos, fui criado na periferia, vendia cocada, não tinha uma visão de como seria a minha vida. Se eu ficasse preso de onde eu vinha, eu não teria construído o que eu construí, sabe? E aí eu tenho plena convicção que além da minha vontade de fazer, além de não ficar preso, Deus abriu as portas e abençoou e levou eu a lugares, tem me levado a lugares que jamais pude imaginar, mas jamais.

muito além do que eu pude imaginar, né? A gente vai além, né? A gente pode além, é só não ficar preso, né? Muito bom, muito bom. Du? É isso. Cara, eu digo que eu tenho minha palavra final ainda de 2023, quando Deus me trouxe a outra, eu mudo, mas lá em 2023, naquele leito de UTI... Ela já tá bom, de coração já tá bom, né? Já tô bom, já tô bom. Não, pode ser de outra maneira, ele me mandar essa mensagem. Mas quando eu tava lá naquele leito, e ele disse pra mim, né?

você me colocar, mais alto eu te coloco. Eu devolvi a promessa pra ele. Eu disse que não importa, se eu estivesse falando pra uma, pra dezenas, pra centenas, eu sempre deixaria claro que tudo que eu tenho, tudo que eu fiz, tudo que eu ainda vou fazer é pra honra e glória dele. E eu repito todos os dias, eu peço pra Deus todos os dias que por mais 24 horas eu permaneça no caminho de Deus. Que eu não me desvie nem pra esquerda, nem pra direita, nem pra cima, nem pra baixo.

Porque Deus, ele nunca escreveu por linhas tortas. Esse foi o grande erro. A gente quis justificar falando que Deus escreve certo por linhas tortas, mas ele nunca teve

a torta. Sempre foi retinha. Sempre reta. Nós resolvemos caminhar fora, mas ele está sempre no final da linha reta, caminhando. Então, é minha mensagem que eu deixo para as pessoas. Deus está lá no final te esperando sempre. Bração aberto, na linha reta dele, para não se desviar dentro dos princípios, dentro dos valores, amando ele e amando o outro, como você mesmo disse. Então, é a mensagem que eu tenho carregado e que eu tenho levado aí por onde eu tenho passado e Deus tem cada dia mais aberto portas, portas, portas,

que eu não sei explicar. E se eu não sei explicar, foi Deus. Exato. Produção, palmas aqui. Valeu, galera. Estou colocando aqui na descrição, primeiro, a rede social dos dois, primeiro acompanhe eles, eles sempre dividindo muito conteúdo legal, de uma maneira muito bacana e muito genuína, então você vai aprender com muita sacada que eles dividem ao longo do dia a dia, vai ver um pouquinho do Baixo 2. Se você quer conhecer a Escola de Franchise também, vou colocar ali, posso colocar o link?

Estou colocando o link agora da Escola de Franchise. Você que é empreendedor, você que tem um negócio.

Ah, mas será que eu tenho um momento, meu negócio serve? É pra isso que a escola serve. Então só manda mensagem, alguém da Escola do Franchise vai entrar em contato com você, vai tirar todas as suas dúvidas e pode ser que você esteja numa das escolas que mais crescem no Brasil, que é a Escola do Franchise. Parabéns pelo lindo trabalho que vocês estão fazendo. Obrigado, Caio. Animal, né? Uma honra estar aqui com você, mais uma vez.

Animal, animal, animal. E a você que está em casa, obrigado pela tua confiança, pela tua audiência. Siga o Como Você Fez Isso em todas as redes sociais.

Muito feliz de estar com o figurante dos maiores podcasts do Brasil. Graças a sua audiência. Então seguimos juntos. Até o próximo papo. Fica com Deus. E tchau.