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COMO AUMENTAR A NOSSA CONFIANÇA? - com Natalia Beauty | Como Você Fez Isso? #129

18 de março de 20261h7min
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Você tem um serviço incrível, mas a insegurança te impede de cobrar o que ele realmente vale?. Neste episódio do "Como Você Fez Isso?", Caio Carneiro entrevista Natalia Beauty, que revela o passo a passo de como transformou o medo do julgamento em uma autoconfiança que construiu um império da beleza.☕ Caffeine Army e Como Você Fez Isso?- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO- https://www.caffeinearmy.com.br/comovocefezisso🟪 Quer participar da plateia? Preencha esse formulário e boa sorte! https://form.typeform.com/to/kybwh05n🎥 *Sobre o episódio:*Muitos acreditam que a autoconfiança é um dom natural, mas Natália prova que é um "músculo" treinado diariamente com leitura, autorresponsabilidade e disciplina. Ela abre o jogo sobre os bastidores da estética, liderança humanizada e como ditar as regras do seu próprio mercado.💡 *O que você vai aprender:*✔️ Venda e Valor: A atmosfera criada para cobrar R$ 12.000 em um procedimento.✔️ Saúde Mental nos Negócios: Como se blindar e parar de ser refém das opiniões alheias.✔️ Gestão de Crise: O momento de engolir o ego e fechar operações que não dão lucro (O caso dos shoppings).✔️ Estratégia Digital: O plano exato de 90 dias se ela começasse no Instagram hoje.🔔Siga o podcast para não perder nenhum episódio!

Assuntos15
  • AutoconhecimentoLeitura e estudos como ferramenta · Disciplina diária · Reconhecimento de força interna · Transformação pessoal · Mentalidade vencedora
  • Precificação de ServiçosCobrar premium por serviço de qualidade · Análise de mercado · Criação de diferencial técnico · Atmosfera de valor · Aumento de preço estratégico
  • Liderança HumanizadaDesenvolvimento de confiança em colaboradores · Treinamento comportamental · Autoconhecimento dos times · Cultura de acolhimento · Clima organizacional
  • Gestão do EgoDose correta de autoconfiança · Prevenção de arrogância · Humildade e aprendizado contínuo · Autoquestionamento · Meta-cognição
  • Comunicação ExecutivaContato visual direto · Tom de voz firme e confiante · Transparência no discurso · Linguagem corporal · Gestos delicados
  • Impacto do julgamento na autoconfiançaParar de julgar os outros · Redução da preocupação com julgamentos externos · Autonomia pessoal · Liberação de poder mental
  • Proteção e Nutrição dos SonhosSigilo sobre objetivos íntimos · Foco sem distrações · Não contar sonhos para desacreditadores · Batalhas estratégicas · Ego como distração
  • Crise política no São PauloFechamento de operações não lucrativas · Caso shopping centers · Perdas financeiras · Superação de ego na tomada de decisão · Aprendizado com erros
  • Núcleo Duro e Proteção PessoalFamília como base · Fé e religião · Suporte emocional · Resistência à crítica externa · Alinhamento de valores
  • Beleza Natural e Padrões EstéticosMovimento de beleza natural em sobrancelhas · Libertação de padrões rígidos · Longevidade e autoestima · Empoderamento feminino
  • Comunicacao Nao-ViolentaSeparação de emoção em negociações · Foco em fatos · Remoção de carga emocional · Resolução colaborativa · Eliminar inimizades
  • Cuidado Pessoal e Bem-estarCuidado corporal · Disciplina física · Alimentação saudável · Ganho de longevidade · Autoimagem positiva
  • Impacto das Redes SociaisNome de fácil memorização · Biografia clara · Storytelling pessoal · Testes de formatos · Seguimento de concorrentes
  • Sensação de Autonomia no ConsumoPsicologia do consumidor · Pessoa odeia ser vendida · Ilusão de liberdade de escolha · Controle percebido · Leitura de Dostoiévski
  • Técnicas de Atendimento e AcolhimentoEscuta ativa · Leitura de energia do cliente · Gestos gentis · Sorriso genuíno · Compreensão de necessidades
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Seja muito bem-vindo a mais um episódio do Como Você Fez Isso. Eu que recebo ela, empreendedora, mentora, referência em nanopigmentação. É fundadora de um império que redefine o conceito de beleza natural. Reconhecida por sua visão disruptiva, empoderamento e gestão humanizada, ela transforma procedimentos em experiências que devolvem a confiança. Vamos falar muito sobre isso. E aproxima as pessoas de sua própria essência. A convidada de hoje é a Natália Biuri. Vamos pra Nath.

Obrigada pela participação, viu, Nath? Eu que agradeço, é um prazer imenso estar aqui. E eu aproveito pra matar a saudade, né? Verdade, verdade. Eu adoro sempre te ver, sempre bons papos, sempre boas ideias. Sempre. E, Nath, no episódio de hoje, eu quero falar sobre como aumentar a nossa autoconfiança, nossa autoestima. Pô, quem tá empreendendo precisa ser confiante, quem tá vendendo precisa estar confiante, quem quer mudar de vida tem que ser confiante, quem quer sair do ponto A pro ponto B tem que estar confiante.

E vai ser um tema importante falar pra você, porque as duas pontas. Tanto você é uma empreendedora, tanto o seu mercado, você tá vendendo ali num procedimento pra pessoa se sentir melhor, pô. Com certeza. Então você tá vendendo autoestima. Com certeza. Não dá pra ignorar isso. E eu quero falar sobre isso, cara. Nossa, que tema top, gente. Não, uma salva de cara. Você gostou? Porque eu vejo ótimos negócios, pessoas incríveis, só que não tem confiança, não tem autoconfiança. O negócio é ótimo,

produto, serviço, e ela não acredita. Não sei se é ela ou se ela não se cuida, porque tem muita coisa ligada aí, né? A pessoa não se cuida, ela não se ama. Aí, por que não se ama? O que que ela entende? Que existe uma incoerência. E isso, aí eu vejo vários negócios que não dão certo, que não vai, mas é porque a pessoa não tá confiante nela e no que ela tá fazendo ali. Então, eu quero começar por uma base. Como você construiu a sua autoconfiança e como você recomenda que alguém construa uma confiança, assim, pra poder vencer, triunfar,

sair do ponto A pro ponto B. De onde você acha que vem a sua confiança? Que você acredita que é um bom caminho pra uma pessoa rever a dela ou aumentar? Você sabe que eu era uma pessoa extremamente insegura. Minha infância, juventude, até os 27 anos, 28, eu era muito insegura. Num nível, assim, absurdo. Tremia, eu tinha muita dor de barriga antes de ir pra escola, fazer qualquer coisa. Hoje eu ainda tenho muito pouco, um resquício. Mas eu era demais. E aí, quando eu me vi ali obrigada,

a agir na minha vida, assumir a autorresponsabilidade, quando eu fui lá pro fundo do poço, com a minha filha e tive que recomeçar, aquilo ali me fez confiar. A única coisa que eu tinha, porque eu não tinha dinheiro, não tinha nada, tinha dívida, eu tinha que acreditar, eu tinha que confiar, eu tinha que mudar quem eu era primeiro, pra eu me sentir daquela forma. Então eu comecei a ler livros, eu comecei a estudar, comecei a fazer, agir, porque eu acho que a confiança vem da prática também, de você fazer, de você ir pra frente, assumir compromisso, aí vem disciplinar,

disciplina, o fato de treinar todos os dias também, se comprometer com isso, traz essa força do tipo, se eu me venço todo dia de manhã, como é que alguém vai me vencer? Ou o que eu não posso vencer, entende? Então, eu adquiri uma mentalidade muito vencedora quando eu tava lá no chão. Porque eu não tinha outro, eu não tinha ajuda, sabe? Então, foi a mente mesmo, foi acreditar, foi eu resgatar uma força, uma Natália, que sempre esteve aqui. E todas as mulheres, eu falo mais com mulheres, né?

qualquer pessoa. Tem uma força aqui dentro que é muito forte e que às vezes a gente reconhece essa força na dor, no problema, mas nem sempre precisa ser assim. Você mencionou algumas coisas que eu achei interessante. Primeiro, estudar. Estudar de uma certa maneira sempre tocou na sua confiança? Poder ler um livro, uma biografia. Com certeza. Foi uma ferramenta... Mudou a minha vida quando eu peguei o hábito de estudar, de ler, de ouvir, de ler todos os

dias, todos os dias eu tenho que aprender alguma coisa nova. Se eu não estudo algum dia, eu me sinto mal. Porque virou um hábito muito forte. Então, por exemplo, não dá pra ler um livro. Beleza, às vezes eu tô num lugar esperando numa fila, nem um tempo é tempo perdido pra mim. Se eu tô numa fila esperando alguma coisa, eu entro lá, às vezes, no meu GPT e falo, ah, quero estudar sobre isso. Monta um plano de estudos pra mim de 10 minutos por dia.

Então, às vezes eu tô numa fila, eu entro ali pra ver qual que é o estudo que ele vai me mandar daquele dia.

tudo, filosofia, sobrevida, religião, negócios, liderança, criatividade, consumo, tudo. Eu gosto de ver um pouco sobre tudo, que aí a nossa criatividade e a gente consegue criar caminhos diferentes dos que a gente está vivendo hoje. Então, depois que eu comecei a ler, a minha mente expandiu demais. Porque a gente tem um campo de visão muito limitado quando a gente só vive o nosso mundo, vê o que a gente vive todos os dias. A gente tem que olhar novas pessoas, novas perspectivas, ouvir novas conversas, participar

de mesas diferentes, assistir um podcast à tarde, assim, numa quinta-feira. Olha que incrível. Tudo isso é diferente, alimenta. A gente tem campos de visões mais amplos. Ou seja, a gente cria mais ideias, pensa mais. Mas a gente tá falando de confiança, já tô em outro assunto. Eu gosto muito desse sentido porque todo mundo sabe que confiança é vital. Só que tem muita gente que às vezes pensa, cara, como que eu posso lapidar a minha, né?

Porque é um campo mais abstrato a confiança. Diferentemente se fosse uma habilidade mais técnica,

Onde eu posso aprender a vender? Pô, é um conjunto de técnica. Como que eu posso melhorar minha autoconfiança? Então, leitura, você trouxe um ponto que é decisivo. Eu acredito que coragem, confiança é uma das poucas virtudes que não dá pra ser fingida. Não. Você sente a confiança quando tá no outro. E principalmente dentro do teu mercado, você trabalha com serviço. Como você acredita que você conseguiu transferir a tua confiança pra aquilo que você faz? É na hora, por exemplo,

só de precificar você já mostra quando você tá seguro ou não, tem gente que por exemplo não tá seguro e acaba cobrando um pouquinho acaba com medo de precificar ou é poder você oferecer o que você tem, como que você viu que, em que momento e como que você recomenda que a gente consegue de maneira prática colocar a confiança pra fora em que aspecto você bate muito na tecla do se valoriza constantemente você gosta em podcast dá aquela cutucada falando o quanto você cobra

quando você vai atender um serviço. E você tá chamando, tipo, se valoreza, cara. Acredita no que você faz. Exatamente. Como eu te conheço, eu sei que é esse recado que você quer dar. Sim. Dando aquela provocada. Também. Né? Sim. Mas é um jeito que fica claro, ó. Ela é muito segura no que ela faz. Exato. Como que a gente consegue colocar em ações concretas a nossa segurança? Cara, primeira coisa pra eu me sentir muito segura a ponto de cobrar mais caro, mais alto o valor, foi eu acreditar muito no que eu tava fazendo.

Então, eu compro o que eu faço. E como é que eu fiz para saber que eu estava boa? Eu olhei o mercado. Então, eu olhei outras profissionais que faziam, outras grandes empresas, outras pessoas renomadas. E a gente tem que ter um bom senso. No meu caso, eu olhei para o meu trabalho e para o delas. E falei, eu estou muito acima da média. Eu estou muito boa. Eu vou criar uma técnica. E aí, eu pensei, criei uma técnica. E isso já diferenciou do resto do mercado. E aí, eu fui trazendo valor para a narrativa também.

daquele trabalho mais antigo de micropigmentação e trouxe uma coisa mais leve, que dura até um ano, então ela sai antes. E aí eu comecei a trazer essa onda de beleza natural pra sobrancelha. Então o fato de ter liderado esse movimento, que a gente criou esse movimento de marca lá atrás, fez com que a gente pudesse meio que ditar os valores do mercado. Tanto que quando eu comecei a aumentar o valor mais ainda, que ficou... Hoje eu falo, é um absurdo a pessoa pagar 12 mil por um trabalho que vai ficar um ano.

no rosto dela. As pessoas dão risada, mas não é. Como é que tem pessoas que fazem por 500 mil reais tão boas quanto e não aumentam o valor? Como é que a gente criou essa atmosfera de valor na marca? E aí, quando eu comecei a contratar artistas, que eu vi que eu era muito boa, no meu caso foi muito estratégico. Eu falei, eu já tenho artistas muito boas que fazem o que eu faço. Então, eu comecei a sair da operação e deixar pessoas muito boas ali no meu lugar.

Fui para a educação. A minha hora começou a ficar mais caro. Então, o valor da minha sobrancelha,

tempo, ele automaticamente ele subiu mais. E quando eu aumentei pra 12, foi pra não atender mais. Porque não fazia tanto sentido eu ficar lá, né? Era um tempo não é perdido, mas entendi. Você balizou oferta e demanda, você regula. Tinha que fazer outras coisas, sim. E ali, é... E aí eu aumentei, veio essa demanda toda. E aí até fechei a agenda pra nanopigmentação e deixei só de transplante aberta, que aí o ticket já é mais alto ainda. E ontem, por exemplo, tava com uma cliente lá fazendo. Então,

tem público que paga. E aí vai muito da confiança que você tem, da atmosfera que você vive também. Não adianta ser um solitário confiante. Hoje eu sou confiante porque eu tenho uma equipe muito boa, eu tenho liderança muito boa, eu tenho o CEO que é meu marido, né, por sorte, meu sócio marido, que ele é muito bom. Ele hoje se tornou um empreendedor assim, que eu admiro demais. Então eu sou mais confiante porque eu tenho uma equipe confiante que entrega resultado. Muito bom. Sabe, quando eu mergulho nos setores hoje, por exemplo,

atendi, fiz um transplante. Eu vejo o quanto a cultura está alinhada, todo mundo padronizado, a cor de unha, faixinha no cabelo, mesmo sapato. E eu olho aquilo, eu não estou lá todos os dias mais, mas aquilo me dá uma sensação do tipo, cara, que lindo. Isso me dá o quê? Confiança. Então, quanto mais resultado eu entrego, mais confiança eu sinto. E a cliente, ela sente se você está insegura. Eu era insegura, eu falava baixo, eu falava para dentro o preço, eu tinha vergonha. Então, eu comecei a entender, eu tenho que olhar nos olhos dela.

Pessoas nem conseguem olhar no olho da pessoa, da sua frente. Eu tenho que olhar nos olhos, eu tenho que falar com verdade, eu tenho que falar com transparência e eu entrego o que eu vendo, pronto. E aí fala com segurança, a entonação de voz é muito importante. Então se você fala, sabe, pra dentro, a entonação de voz pra mim, ela tem que ser forte, ela tem que ser firme. Olha como a gente consegue navegar nos sentimentos das pessoas com a nossa voz.

Não sei explicar isso tecnicamente, mas eu vivo isso. E aí, como a equipe é muito confiante,

uma base muito boa, claro, com ajustes, eu hoje me sinto muito confiante pra atuar, pra falar, pra compartilhar. Porque eu acho que ensinar é forte. A gente compartilha. Eu compartilho muito da minha trajetória, da minha experiência empreendendo como líder mulher. E isso traz segurança. Quanto mais faz também, mais segura você vai ficando. Você, pra onde você levou o papo, são ações práticas que você faz que você coloca a tua confiança pra fora. Sim. Você cai o olho no olho. É, olha lá.

Olho no olho, transfira a minha confiança. Sim. Me preocupo com o meu tom de voz. Eu quero que o outro sinta no meu timbre a confiança que eu tenho. O que mais você faz que você coloca a tua confiança pra fora? Eu gosto desse jogo invisível, assim. Sim, eu também. Ele... Eu acho que eu moldo muito também a pessoa, o jeito que ela tá. Então, se ela chega um pouco mais acelerada, a cliente, eu tento acalmar, entender ela primeiro, acolher. Eu acho que ouvir mais a escuta é importante. Muito bom.

Primeiro, o que a pessoa quer. Antes de eu querer qualquer coisa, eu acho que em todas as minhas relações, eu entendo o que a pessoa quer, o que ela espera de mim. E aí, eu me coloco, não por baixo, mas eu quero acolher ela. Entende? E aí, eu vou sentindo muito a cliente, como é que ela tá. E dá um ótimo atendimento, Caio. Às vezes, não é técnica só. Um sorriso, sabe? Uma delicadeza, um gesto delicado. Outra coisa também que eu não faço. Tem gente que é rude nos gestos.

Então, a pessoa faz isso aqui. Eu vejo, às vezes, o profissional atendendo e a cliente tá deitada aqui, ouvindo. Mulheres que estão assistindo vão entender. A cabeça dela tá aqui. A bancada tá aqui. A menina pega a pinça e joga. E aí, continua atendendo. A pessoa fica tomando susto o tempo todo. É que... Entende que... Sim. Então, leveza, gentileza, coloca aqui. No detalhinho mesmo. No detalhinho. São sentidos. A pessoa, ela tem que olhar pra você e sentir confiança. Você não precisa mentir pra ela. Porque a gente... A pessoa, ela quer...

Quer comprar, mas ela odeia sentir que você tá vendendo pra ela. Se ela perceber que você quer vender, ou seja, se o seu discurso já vai pra um lugar que você quer muito vender, ela não vai comprar. Por mais que ela queira. Não é muito doido isso? Por que acontece isso? É porque quando a gente tem a sensação que o outro quer nos levar pra algum lugar, a gente não gosta de ser conduzido. Entendi. Geralmente, as pessoas odeiam que alguém venda alguma coisa, mas ela ama comprar. Qual que é a diferença?

ela sente que ela tá sendo conduzida. O outro, ela sente que eu fui lá porque eu quero. Entendi. Ela quer ter a sensação de autonomia. É. Olha que doido. Inclusive, no meu estudo, rápido, eu tô estudando um livro que chama Memórias do Subsolo, do Dostoiévski. É muito bom. Porque ele fala justamente isso. O quanto a gente, mesmo sabendo que tem que ser feito, não é só disciplina. É o ser humano, ele quer mostrar que ele manda. Ou seja, às vezes ele faz coisas que não é boa pra ele,

Que é mostrar que ele manda. Ele tem autonomia. Que ele tá no controle. Exato. Que ele tá no controle. Quanto mais ele sabe, mais consciência o personagem tem, mais paralisado ele fica. Ou seja, quanto mais a gente pensa, menos a gente faz. Quanto mais camadas a gente aprofunda do impacto das nossas ações de hoje, menos a gente vai agir. Então, é isso. Confiança é isso. É você saber que o tempo não vai voltar. Não tem replay. Imagina a fita no final.

A gente não vai rebobinar a nossa vida. O dia de ontem não vai voltar. Você hoje não vai voltar.

Então, eu tenho urgência de vida. Eu não quero lá na frente olhar pra trás e falar, poxa, poderia ter sido mais segura do que eu sou hoje. Eu poderia, naquela fase, aos 37 anos, ter sido uma pessoa que sabia dos meus valores, as bandeiras que eu levanto, e ter levado isso pra fora. E não depois chegar na minha velhice e falar, poxa, não fiz isso, não fiz aquilo, não quero ser essa pessoa. Entende? Muito. Principalmente a autoconfiança e a autoestima estão muito correlacionadas. Muito bom ponto. Autoconfiança é o quanto a gente acredita na gente.

Autoestima é como a gente acredita que os outros nos enxergam. Como que você vê que é uma maneira... Porque quando você tá fazendo o seu serviço, você tá, de uma certa maneira, aprimorando a autoestima da pessoa. Com certeza. Com certeza. Beleza deixou de ser algo fútil e virou longevidade hoje. Eu conversei com um médico, inclusive. Eu fui palestrar em Orlando e ele falou o seguinte pra mim. Ele estuda muito longevidade lá em Miami. Ele falou o seguinte, Nath, as pessoas começam a morrer a partir do momento

começam a se achar feias. Eu falei, cara, é isso. Caramba. E beleza tá muito ligado em longevidade hoje, porque não é mais um detalhezinho. A mulher, quando ela se sente bonita, quando ela vai no salão, às vezes ela nem tá maquiada, mas ela faz o cabelo, ela se vê, ela sai com uma energia diferente, ela sai. Eu vejo as mulheres quando fazem sobrancelha, eu gosto de captar a fração do detalhe das reações. Então, quando ela se olha no espelho, o jeito que o olho dela faz é um olho do tipo, caraca,

Essa sou eu? Então, isso é muito bom. Ela sai diferente, Caio. E qualquer coisa que a pessoa faça, que ela se sinta bem, e eu não tô falando de padrão, porque o padrão, às vezes, ele também não é tão bom ficar falando desse padrão. Ah, as pessoas querem seguir um padrão. Às vezes, a moça tem uma boca pequena, quer pôr um lábio porque ela gosta, não é que ela quer ter o padrão, ela vai se sentir melhor daquele jeito. Então, eu acho que a estética e a beleza tem que ter essa liberdade.

Claro que a gente sempre tem que falar dos limites, mas se a pessoa tá bem, tá feliz do jeito dela,

quem somos nós pra ficar julgando também, entende? Se ela se sente bonita, e eu acho que as pessoas perdem muito tempo, principalmente na rede social, atacando a afeição do outro, a aparência do outro. Tempo todo, Caio, tempo todo. E a gente julga isso, porque a gente sabe também que é julgado, a gente julga e é julgado por isso. E eu que trabalho com beleza, eu ainda sou mais refém ainda. Eu me olho no espelho, às vezes eu tenho autoconfiança, tenho, mas eu me olho, eu procuro defeitos. Eu falo, poxa, não gosto disso,

eu gosto daquilo, às vezes eu perco a mão, aí eu volto. Mas a gente que grava, principalmente, é um pouco refém disso. Eu me sinto. Mas eu trabalho isso todos os dias. Vendo as imperfeições, o quanto as mulheres são bonitas, imperfeitas. Entende? Por atender muita mulher, ver muita mulher. Isso é um movimento. Eu faço parte da narrativa do movimento da minha empresa. É muito legal isso. Como você protege a tua confiança? Como eu protejo? Eu tenho meu núcleo duro, Caio. Minha família. Meu marido, minhas filhas.

Se o meu marido tá lá, vai lá, amor. Eu falo, amor, falaram isso. Imagina. Você acha que você é isso? Você não é, né? Então pronto, segue. Se o meu núcleo duro tá comigo, eu venço qualquer coisa. Muito bom. O mundo todo pode estar contra mim. Então, meu mundo, minha família, minha religião, oração, Deus. Eu tô muito conectada com Deus agora. E eu acho que é um processo. Não é assim, ah, agora tá todo mundo falando de Deus. Não, gente, cada um tem o seu processo. Algumas pessoas nem são conectadas e falam que são.

só porque todo mundo fala. Então, hoje eu me sinto muito mais. Então, isso também traz proteção. Você ter um canal de importância, de opinião mais focado na sua família, que são os seus ali, e na religião, na fé. E aí, a gente transcende para um segundo nível da conversa, né? Uma coisa é sobre nós. Outra coisa é como que a gente consegue que o que está sobre nós impacte ao outro. Como você faz para transferir a tua confiança para o teu time, por exemplo? As pessoas estão ao seu lado.

Pensa na seleção brasileira, né? O técnico tá confiante, mas ele sabe. Cara, se as pessoas não estão à minha volta, né? Que jeito que você faz pra deixar o que você falou? Todo mundo lá tá animado, começou cedo, tá... Como que você faz pra passar tua confiança pro teu time? É, o time é um espelho, né? Primeiro. Então não adianta você querer passar confiança pra um time se você não tem confiança em você. Mas ok, a pessoa a gente já resolveu.

Como é que ela passa? Primeiro a postura. Eu chego lá sempre feliz e alegre, cara. Sempre. Boa.

quando eu tô muito puta da vida. Sim. Eu chego lá, eu falo, e aí, Vitor, o Manobrista, ou o Iter, chego, oi, Dédio. E assim, feliz, eu vou levando. E eu sinto, sabe? A galera, assim, espera isso de mim também. Mas isso também me ajuda. Às vezes eu tô mal e entro lá desse jeito, sabe? Eu fico assim. É muito bom. Mas aí eu sempre falo com o time sobre isso. Então, hoje eu tenho lideranças muito boas que são seguras. Delas também.

muito bom. Mas a gente dá treinamento de perfil, a pessoa tem que se conhecer pra ser segura. Então, a gente quer desenvolver confiança nas pessoas, mas primeiro a gente tem que entender, tem que ajudar elas com autoconhecimento, e a maioria das pessoas não tem. Então, a gente faz treinamento pra elas, entende o perfil comportamental, pra elas se conhecer também. Porque se ela não se conhece, se o nosso time não se conhece, ele não consegue ter confiança.

Então, não adianta vir alguém de fora e falar, ó, pra você ter confiança, é postura, é lá, lá, lá, lá, lá. O técnico, beleza, mas ela tem que

sentir por dentro? Como é que ela se conhece primeiro? Então, a gente olha muito pra dentro do colaborador e traz as técnicas. Ó, postura, jeito de falar, entonação de voz, português, ortografia também conta muito, o time falando com as pessoas. Então, eu lembro que uma época eu vi que as pessoas tinham uns erros de português. Eu paguei professor de português, assim, um tempão. Era das sete às sete e meia, uma vez por semana, antes do trabalho, e a galera ia pra aprender.

Então, como é que a gente treina o time? Sabe, também, pra ter essa autoconferência.

Confiança estrutural deles, primeiro, pra depois com o trabalho. É, no final das contas, é o que você falou, né? Um bom time treinado é um time mais seguro. Exato. Um bom time treinado é um time mais confiante. Treinado, alinhado, que ele sabe com quem ele tem uma liderança forte. Então, ele tem que ver que o líder, ele é a pessoa responsável por ele e que ele pode contar com esse líder. Porque hoje a gente vê muito líder que não é líder. Eu já elegi líderes na minha empresa que não eram líderes.

isso, eu vi o reflexo na equipe, com medo, a coada, tinha medo de falar as coisas, de trazer os pontos errados, a gente sente um pouco ali o clima da equipe, você sente também, eu não sei explicar, mas a gente chega num ambiente, a gente sabe se tá legal o clima ali ou não, sabe? E aí a gente vai ver a liderança, ela fala, ela passa uma ação pra equipe, mas ela justifica falando que, ah, veio da diretoria, veio de cima, eu só tô fazendo o que me pedem, só tô fazendo porque tão mandando,

Então, ela transfere isso para a equipe. Ela transfere insegurança para a equipe. Ela conta a bastidora, ela conta detalhe, ela leva insegurança, às vezes, estrutural, de base para a ponta. Então, aí a gente identifica. Eu já elegi vários líderes. Por exemplo, um erro comum que muita gente faz é eleger o melhor vendedor a líder comercial. Eu, numa época, perdi a minha melhor vendedora e a líder, porque não deu certo no líder e ela saiu.

Entende? Não tinha um perfil de liderança. Então, hoje eu vejo que o líder tem que ser seguro,

conhecer a empresa, tem que conhecer a cultura, tem que ser um defensor de treinamento e que tem que ter uma equipe alegre, feliz, animada, contente vivendo o trabalho. Esse clima é uma coisa difícil até de ensinar, né? Tem que viver aquilo. Alguém medir o clima da empresa. Até porque... É, como é que faz? Uma planilha pega o clima, né? Como é que faz? Né? Pra pegar o clima, pra entender, assim, e ter uma planilha. Não tem. Você faz como esse check-up de clima? Você conversa com as pessoas? Conversa com as pessoas.

na ponta. Então, eu chego na clínica, eu não vou conversar com a líder do atendimento, da recepção. Eu vou na copeira. Porque ela observa tudo. Ela tá ali, ela serve, ela ouve a cliente se ela reclama ou não. E aí, ela me conta. Mas eu não chego perguntando como é que tá o clima. Me conta a sofoca, não é isso? Exato, né? Eu chego, me serve um café ali, o seu é o melhor do mundo. Ele não, é a Dri. Dri, me serve um café, o seu é o melhor do mundo.

Aí, ela vem, já senta. Eu falei, como é que estão as coisas? Mas eu quero saber real, com verdade. Eu acho que nós temos que

ser intencionais, mas uma vez eu ouvi uma palavra muito legal, que é nós temos que ser coracionais também. Coracionais? É, coracionalidade. De coração? De coração, porque a gente é muito intencional em tudo, mas tem coisas que nós somos intencionais, mas que são coracionais, são verdade também. Cara, gostei, eu nunca tinha ouvido falar do coracional. Coracional. É você com intencionalidade querer reconhecer como tá o coração do outro. É, também, também, e ser verdadeiro ali, transparente. Então, eu pergunto pra

pra ela como tá, porque eu realmente quero saber. Ah, como é que tá? E tá vindo isso. Ó, eu vi que não tinha o sachê com a logo. O que aconteceu? E a aguinha tem? Ah, e eu peço tudo que tem no cardápio. Porque se não tiver, compras falhou. Pedido falhou. Entende? A gente vai nas camadas do problema. E aí eu vou e converso com o manobrista. Aí eu faço minha sobrancelha. Falando do meu caso, mas eu acho que todo empreendedor consegue fazer isso.

Eu sento pra fazer e pergunto pra profissional como tá, o que ela mudaria, se ela tem uma ideia. Então, hoje eu faço um papel,

muito de clima mesmo, assim, de conhecer as pessoas, de conversar, de entender, de resolver detalhes, ajusto coisas o tempo todo. É, no final das contas, é o que eu falo, né? Colaborador agente, cliente agente, sócio agente, gerente agente, líder agente, liderada agente, quem não entende de gente, não entende de negócio. E quem não entende de gente, não entende de si. Primeiro, você tem que se conhecer pra você conhecer o outro.

Suas fraquezas, a sua humildade, os seus erros, que aí você consegue conversar com as pessoas, entender os delas,

E não combater. Entende? Entendo. Então, pra você, um dos melhores check-up de clima é vai lá e vai conversar com as pessoas. Vai conversar com as pessoas. Vai sondar. E quando você percebe que alguém com confiança tá baixa, como que é a sua intervenção? Então, eu pergunto se tá tudo bem. Tá tudo bem? Na sua casa? Como é que estão seus filhos? Como é que tá? E aí eu entendo. Porque às vezes é alguma coisa na família dela também. Sabe? Como é que tá a vida dela.

E aí eu levo e falo com o líder dela, geralmente, porque antes eu atravessava a ponta, mas antes eu falava com a pessoa. Então, olha, como é que você tá? Eu senti que você tá meio pra baixo, tá tudo bem mesmo. E a pessoa começa a falar. Olha, eu tô gostando disso, tá legal assim, não tá legal. E aí a gente entende. Mas hoje eu levo pra liderança dela. Falo, olha, eu senti ponto de atenção ali com fulana de tal. Eu senti ela meio pra baixo hoje.

Entende se ela tá, se tem alguma confusão interna, se é na família dela, se é como a gente pode ajudar.

Por quê? Ah, não leva pra família do colaborador? Leva. Porque se o colaborador não tá bem em casa, ele não vai performar no trabalho. Então, por que a gente não pode, pelo menos, não é que a gente vai ajudar, mas pelo menos colocar à disposição, sabe? Pra ajudar. A pessoa já se sente mais segura. Poxa, se der muito ruim, eu tenho aqui, né? Um braço. Então, a pessoa já volta na segurança. Ou é alguma coisa de clima e tem que resolver.

É, porque de edifício, todo mundo vai ter e serão vários. No mundo terá as aflições.

O que você acredita que é, pelo menos como você faz, qual que é a melhor estratégia que você tem quando você sabe que você vai ter um dia ruim? Um dia ruim. Posso falar o que eu faço? Eu coloco uma música muito alta no meu carro. Mentira, Nath. Hoje, vindo pra cá, eu falei, cara, eu vou chegar atrasada. Eu não acredito, não quero atrasar, porque eu tô num compromisso comigo de não atrasar. Tá. Eu ia atrasar 15 minutos, eu tava muito brava.

E aí eu coloquei Maná muito alto, porque eu amo Maná, no último volume, e vim no carro muito gritando. E cheguei aqui feliz demais. Super bem.

o astral. Eu dançava, assim, solta. Porque eu acho que você tem que fluir quando você não tá bem. Eu respeito os meus momentos de dias ruins, porque isso também é importante. Mas eu não me permito viver aquilo demais, sabe? Viver o ruim e me entregar demais. Mas ouvir música, dançar no carro muito alto, muda o seu dia. Duvido alguém fazer isso e não falar, cara, eu fiquei diferente. E aí, eu oro também. Eu tô imaginando a Nath no carro, vindo pra cá. Cantando maná. Cantando maná. E eu posso falar o que eu fiz?

Eu gravei um vídeo pra mim, não é pra postar, pra eu lembrar desse dia. Mentira, você gravou um vídeo hoje? Gravei. Tô lá cantando El Muele de San Blas, que eu... Gente, eu amo uma lá. E é bem antigo, né? Sim. E eu fui no show, era fã, então eu coloco e coloco a criança pra fora também, né? Um pouco. É bom. Às vezes a gente esquece, a gente fica muito duro. Nós, empreendedores, tal, é sempre uma postura, tudo muito performático algumas vezes.

Então, é legal às vezes extravasar. Você consegue perceber quando a sua confiança tá exagerada? Consigo. Consegue?

Consigo. Como você faz? Quando a confiança tá exagerada, eu percebo de acordo com os comentários, assim, que as pessoas fazem. Ou... Eu não sei. Sabe aquela coisa? É, sabe aquela coisa quando... Aquelas, mas será que eu tô exagerada hoje? Será que foi uma indireta? Sabe quando você tá segura numa parada e você fala assim, cara, será que eu tô sendo confiante demais? Será que eu vou errar no ponto? Porque todo superpodere em excesso vira uma criptonita. Sim, verdade.

a dose, né? Exato. Do veneno, a diferença é a dose, né? Nossa, muito bom. Quando tá confiante demais, às vezes eu gosto de me questionar as... Eu mesmo. Né? Falar assim, cara, será que essa minha... Esse meu entusiasmo por esse caminho tá me deixando cego em alguma coisa que eu não tô vendo? Eu sou um cara que o meu jeito, por exemplo, de validar a minha confiança é eu tentar criar motivos, não criar motivos pra diminui-la, mas... Se questionar, um pouco.

Eu sou aquele cara que eu gosto de me questionar. Tem aquela metacognição, né? De você sempre se questionar todas as suas ações e palavras e tudo. Eu tenho isso também. Mas é um problema. Porque às vezes eu sempre... Às vezes, quando eu penso demais sobre as minhas ações, eu sempre busco motivos pra invalidar o que eu fiz. Então eu vou muito sentindo. E aí, por ser consciente que existe isso, às vezes eu quero seguir ou não. É muito dessa coisa da autonomia humana que a gente tava falando.

Eu acho um negócio tão legal, cara, porque a etimologia da palavra confiança com é um adjetivo de intensidade do latim. Porque a palavra vem de confidere. Com no latim é um adjetivo de intensidade. Fidere do latim vem de fidesc, é fé. Ou seja, alguém confiante, alguém que vai com muita fé. Olha que legal, não sabia. É, vem exatamente dessa etimologia. Confiança, confidere, confé. Que demais! E é verdade, né? Quando você tá muito confiante, você vai com fé que vai dar certo. E teve alguma vez que a confiança,

Você tem certeza que foi essa confiança que fez dar certo? Ah, você sabe que aquela energia de tirar dali, que vai, obviamente, como se fosse um platô, ele vai influenciar onde tira do lugar, que são em ações. A ação, ela tira do lugar, mas ela nasce lá na confiança. Mas, sabe quando você tinha certeza que uma coisa não ia dar certo e não deu um plano, um projeto, um caminho? Como é que é essa conversa? O que você acredita que é essa conversa de uma parada que não deu certo? Cara, e você tava animada pra caramba, você de uma lote.

atriz nova e não vingou o ponto. Aí tem que fechar o ponto. Como é que é? Eu falo que é no dia dos extremos, né? Onde você vai do céu ao inferno, assim, ó, rápido. Não, a gente teve um desse, assim, muito grande. Quando a gente foi expandir pra franquia, a gente falou, não, vamos abrir próprias, unidades próprias. Beleza. Vamos pra shopping. Putz, que erro, gente. A gente abriu três lojas em shopping. Shopping é muito ruim pra estética. Muito. Não deu certo. A gente perdeu muito dinheiro.

E qual que era o problema? Só curiosidade. Por que que é ruim pra estética? Então, eu fiquei pensando várias coisas. Eu cheguei a algumas conclusões. Primeiro, são muitos estágios pra cliente chegar até a loja. Então, ela tem que parar o carro, descer. Isso já cansa. Eu já fico com preguiça de ir em shopping por isso. São muitos atritos. Aí, ela entra no shopping. Imagina que quando ela vai fazer um procedimento, a gente tira...

Ela tem que ir sem maquiagem. A gente tira a maquiagem dela. E muita gente se incomoda de andar sem maquiagem. Porque as meninas iam atender. Elas falavam, mas tem que tirar mesmo?

maquiagem. Ah, mas depois eu quero dar uma volta. Ah, mas eu vou encontrar alguma coisa. Então, o shopping não é algo que a pessoa entende? Entendi. Pelo menos pro que a gente fazia no rosto. Entendi. A pessoa tem que chegar meio que sem maquiagem, às vezes vai embora toda marcada. Exato, exato. E aí também tem a questão de... Verdade. É, e também tem a questão de cargo horário profissional, né? A profissional hoje, ela era muito difícil por conta de sábado e domingo e do horário até muito tarde. Então, não combina. Não combina.

Não combina. E não deu certo. E aí a gente chegou num momento que a gente tinha que tomar uma decisão. Ou a gente resolve logo, estanca logo e passa pelo ego, porque é o ego, né? O que vão falar se eu fechar essas três lojas? É verdade. Tudo é o ego. O que vão pensar? Tudo é o ego. Que posto, né? Desculpa a palavra. Mas assim, poxa, aí eu... Puxa, vão fechar, mas o que vão falar? Caramba, a gente tá nesse lado aqui, construindo isso.

Eu acho que eu vi uma loja sua. É? Num shopping. Eu acho que no Vila Olimpia. Era linda.

Era bonita. Bonita demais, demais, demais. Era bonita. Linda, linda, linda. NPS altíssimo. Um monte de flor na frente. É, um balanço. Eu chorei com dor no coração. Fora tudo que tem que pagar. A gente perdeu muito dinheiro aí. Só que, posso te falar? No primeiro momento, quando a gente foi pra decisão de abrir, eu não seguia a minha intuição. Você sabia que não ia dar certo? Eu sabia que não ia dar certo em shopping. O que te fez tomar uma decisão?

mesmo sabendo que não... O entorno. Entendi. Entendeu? O entorno. Às vezes, as pessoas, elas se prendem muito nos dados óbvios. Shopping, tem tantas pessoas que passam por dia, tantas mulheres nessa faixa etária. Ilude qualquer pessoa. Você entende? Sim. Só que tem outras camadas que a gente tem que pensar. Será que é o público da mulher que quer fazer alguma coisa? Será que é tal, tal? Então, eu acho que a gente precisou errar pra entender também. E não ficar muito tempo lambendo a ferida. Sabe? E também não chegar...

e falar, ó, eu avisei. Eu não fico falando isso. Ah, eu falei que não era pra fazer. Imagina. Carremoendo esse passado. Já era, passou. Acabou. Nath, como que você é quando você tem que ter uma conversa difícil? Eu falo porque tem muita gente que tem dificuldade de ter conversas difíceis. Por exemplo, quando você avisou às vezes sua liderança, às vezes alguém que, cara, vamos encerrar. É uma conversa difícil de ter. O que você acredita que é a melhor maneira?

Como você faz pra ter uma conversa difícil? Não leva emoção. Então, se eu quero ter uma conversa difícil com alguém, eu levo os fatos do que tá acontecendo.

trago a entonação de ser algo bom ou não trago, tipo, algo ruim reclamando. Eu trago o fato. Olha, é isso, isso, isso. A gente vai fazer isso, isso, isso. O que você acha? Então eu não levo emoção pra uma conversa difícil. Sim, você tira a pimenta da conversa que é a carga emocional. E também a minha opinião demais. Pra não enviesar o outro também. Então eu gosto de ouvir, entender e resolver. Porque tudo dá pra resolver. E tirando o ego, meu, todo mundo se resolve. Concorda? Na verdade.

mundo se... Meu, por que a gente vai ficar levando inimigos pra frente? Se a vida já vai trazer inimigos pra gente naturalmente? Por que a gente vai ficar fazendo os outros aqui? Deixa quieto, bora pra frente, gente. E eu sou muito essa pessoa, Caio. Então eu tô com um problema aqui, eu não vou ficar sofrendo esse problema há muito tempo. Já foi, deu, vou pro próximo. Cadê o próximo? Vamos resolver mais coisas, vamos crescer. Remoer, né?

Remoer. Lamber ferida. Líder que lambe ferida não cicatriza. Não, como é que eu gostei dessa? Calma aí, calma aí. Eu adoro umas frases boas, sim. Eu sou muito frases.

Líder que lambe ferida, não cicatriza. Exato. É a pessoa que fica toda hora lembrando, remoendo. Tipo, a loja fechou, bora, vou pra próxima. O cachorrinho, se ele ficar lambeando a feridinha dele, vai cicatrizar? O cachorro? Não. Fica, né? Fica sempre machucadinho. Tem que cicatrizar. Para de sofrer. Para de gostar daquela ferida. Porque tem gente também que gosta de sofrer, né? Tem uma identidade toda construída no sofrer, no vitimismo.

E aí sofre muito. Com algo que dá errado. Líder que lambe ferida, não cicatriza. Você tem alguma...

Eu vou até fazer essa pergunta, produção. Tá pronto meu cafezinho? Tá? Eu vou... Porque a gente comentei antes, a gente tem a Super Coffee como a nossa patrocinadora Caffeinarme, né? Eu tô super animada pra tomar. E nesse momento, eu pedi um Super Coffee pra mim e pra você. Um brinde. Um brinde. A nossa confiança. Isso mesmo. E que todo mundo possa ter essa autoconfiança. É. Do seu jeito. Autoconfiança. E eu quero fazer uma pergunta. Lembrando que, primeiro, eu sou apaixonada pelo Super Coffee. Né, produção?

uma paixão antes até dessa parceria, eu sou um cara que tá no meu hábito acredito que é uns, cara, no mínimo uns 5 anos da minha vida uns 4, 5 anos da minha vida, quando eu comecei a fazer triatlon o Super Coffee entrou na minha vida e pra você que busca mais foco, mais performance mais, eu acho que disposição você toma todo dia? todo dia, cara, todo dia pela manhã todo dia pela manhã todo dia pela manhã esse é o sabor que eu mais gosto, que é o tradicional tem o lajotinho, também língua de gato

Eu adoro. Eu gosto. Esse é o tradicional, de caputino. Esse é o tradicional. É o original. Eu chamo de tradicional. Muito bom. Porque foi o primeiro, né? E eu quero aproveitar que a gente tá tomando um super coffee aqui pra te fazer duas perguntas. Porque eu sei que, por exemplo, nos seus negócios, você adora servir. Lembra que você serve aquela coisa quando... Você me contou no podcast. Qual? Quando chega uma cliente, você adora servir. Às vezes você serve um chá. Não sei se é um chá. Caputino com Nutella. Exato.

também de servir. Servir, sim. Agora a pergunta que eu faço é o seguinte, se você tivesse a oportunidade de tomar um Super Coffee com qualquer pessoa, quem seria e o que você gostaria de aprender com ela? Eu gostaria de conversar com qualquer pessoa. É, pode estar vivo ou não. É. Cara, eu ia querer conversar com o Walt Disney. Que legal. Juro, juro. Nossa senhora, ia tomar um Super Coffee com ele maravilhoso. E você ia perguntar o quê? Cara, de onde você tira essas ideias? Cara, é exato. Vamos lá.

Como é que é? Não, eu só quero te ouvir. Eu quero te ver. Eu ia falar, meu Deus. Você ia perguntar a ti como o seu processo de criação. Da onde veio o Mickey? Conta a verdade. Muito bom, né? Chamar a audição e perguntar, bicho, da onde veio o Mickey? Conta a verdade. Você gosta, assim, dessas ideias, né? Eu gosto. Imagina você poder conversar com ele. O Van Gogh também, eu ia adorar conversar com ele. Não, mas da onde veio o Mickey me pegou.

Então, você também não ia querer saber. Essa me pegou muito, da onde veio o Mickey. Demais. Por quê? Da onde?

Depois pega a história do Walt Disney. Eu acho que foi um cara que era muito confiante mesmo. Porque eu acho que ninguém acreditou nele no começo. Achava que era um cara sonhador demais. O quanto que você relaciona e como que você diferencia persistência de teimosia? Porque às vezes a nossa confiança não se prega uma peça. A gente tá tão confiante aí que a gente não larga o osso de uma coisa que tinha que largar. Eu falo porque no mundo empreendedor tem uma palavra que, cara, eu acho que é uma armadilha que ela não desista. Tem hora que, bicho, desiste.

Exato! Então, como você sabe quando desistir e quando não desistir? Eu não aguento mais essa frase, não pode ter o plano B. Às vezes, a pessoa tá insistindo tanto no A, mas não é mais o A, coitada. E ela fica tão pressionada, tipo, eu não vou desistir, imagina? Vou continuar. Então, que exercício que você faz pra saber que a sua confiança não tá te levando pra uma armadilha? Eu ouço. Eu ouço as pessoas que estão perto de mim e que eu não gosto de ouvir.

Por exemplo, pessoas que são muito diferentes de mim. O meu marido é muito diferente de mim. Ele é completamente analítico, assim.

muito. E eu ouço. Por mais que eu fique muito brava às vezes e pense, caramba, ele só quer me diminuir o sonho. Não quer. Ele quer trazer a realidade às vezes. E às vezes eu penso sobre isso e penso, não. É verdade. Às vezes não é esse momento. Agora não é esse momento. É isso o nosso foco. Então a gente tem que ouvir as pessoas que geralmente não concordam com a gente. Porque também, Caio, chegam putz, isso é muito ruim. Às vezes todo mundo concorda com você o tempo todo.

Então você busca pessoas do seu entorno que você sabe que pensam muito diferente e vão estressar a sua ideia. Sim.

Não é aquela pessoa que você sabe, puxa, essa pessoa... Vai concordar. Não. Muito bom. É meio que você cria um cinto de segurança pra você, né? É, exato. Boa essa estratégia. Porque geralmente a gente tem a necessidade de querer colocar nossa em volta as pessoas que concordam com a gente. Exato, não. Senão você vira um rei de um exército de 50 fazedores. Entende? Se só você dita regras, se só você fala pra onde tem que ir, só você traz coisas.

Não, você tem que ouvir os outros também. E pessoas diferentes, né? Porque é bom.

Agora, se a pessoa traz e ela me convence no argumento dela de que aquilo que eu tô querendo fazer não é certo, eu sou a primeira a falar, não, tem razão, é verdade, vamos fazer isso. Eu não tenho apego ao ego e eu já tive esse apego, viu? Tipo, não, eu vou me diminuir, vou ser menos empreendedora, vou ser menos... Não vou ser tão boa, as pessoas vão parar de confiar em mim, eu tô errando. Não, antes eu ficava presa nisso. Hoje eu falo, eu penso na empresa.

Eu parei de ter o meu egocentrismo, entendeu? Você tem que pensar na empresa. Então, pra mim é que é mais legal eu manter

ter a minha ideia pra eu parecer que sou a tal? É. Mas e pra empresa? A longo prazo. Vai ser bom? Não. Então vamos pensar na empresa. Uma das coisas que mais influencia ou negativamente a nossa confiança é o julgamento alheio. Qual você acha que é a melhor maneira de lidar com crítica? Com crítica? Eu parei muito de ligar pro julgamento alheio ou me preocupar tanto quando eu parei de ser julgadora. Excessiva. Todo mundo julga o tempo todo. Como você julga o tempo todo,

o mundo tá te julgando o tempo todo. Nossa, muito bom. Então eu parei de julgar. Se a pessoa quer andar com o cabelo rosa, seja feliz. Sabe? Meio que, para de julgar, meu. A gente não sabe o motivo da pessoa estar fazendo aquilo. Várias vezes eu saio na rua de pijama, as pessoas acham que eu sou preguiçosa e eu só tô dando um curso. E aí? Vou ligar pro julgamento que ela tá me achando preguiçosa? Se ela não sabe que eu tô dando um curso?

Então eu parei de julgar também. E aí eu parei de me preocupar se os outros tão me julgando demais. Nunca tinha ouvido nessa ótica

achei muito inteligente, assim. Você falou que o jeito que você desliga o poder no outro é tirando esse poder de mim. Nossa! O corte do episódio. Achei muito bom, porque geralmente quando eu faço essa pergunta, alguém me fala assim, cara, reconheça-se a crítica de campo, de que bancada. Você fala assim, cara, eu desliguei o julgamento em mim. Naturalmente, o julgamento do outro perdeu força. Exato. Ele não se reconhece em você.

Você não reconhece mais o julgamento porque não existe em você. Cara, achei muito bom. E a vida é o quê? Um espelho?

Sabe por que eu achei bom esse seu toque? Porque meio que deu o autocontrole da solução. Porque eu não tenho o controle do outro. Agora, não julgar tá no meu controle. Então, beleza. A Nath deu uma dica que, pô, eu só não faço se eu não quero. Porque eu não tenho controle se o outro vai encher o meu saco ou não. Se ele vai depositar uma toxina ali numa rede social. Se ele me pegou pra Cristo e teve um dia difícil e falou assim, é nele que eu vou tacar todas as minhas infelicidades. Você não tem esse controle. Agora, decidir não julgar alguém...

É difícil, né? É difícil. Você tem que focar na sua vida. A gente perde tempo demais com os outros. E principalmente dentro do mercado de beleza, que meio que de estética, alguém tá falando assim, o que não tá legal em mim? É. E você é treinada pra olhar, não vou falar defeito, mas você, talvez pontos de... Então meio que você... Isso me pega. Te pega isso? Me pega. Porque às vezes ela é linda daquele jeito. E pra mim, eu acho que ela tá linda também.

que em mim não tá legal, eu quero fazer isso. Eu falo, tenho certeza, vai tirar às vezes o seu charme, o diferente da sobrancelha, é bonitinho, você combina, porque quando você fala, você levanta uma e a outra não. Ah, não, mas eu quero ficar assim, tá bom. Ela é assim, ela tava bonito daquele jeito, mas ela quer. Fala a verdade agora pra gente, alguém já tava conversando com você de um negócio nada a ver, você só ficou reprando a sobrancelha dela?

Só, várias, ou eu tenho que fazer um exercício diário, todo mundo que eu olho, o olho pra mim é a sobrancelha, eu quero ficar contando quantos fios tem de cada lado, qual o formato é,

Qual é o ponto alto? Onde termina a calda? Onde inicia? Opa. Não, mas tá muito boa a sua. Não, para. É natural, não é a sua? Lógico. Ah, porque é lógico. Olha só. Homem faz sobrancelha? Muitos. Não, fala a verdade. É verdade. Homens tanto homossexuais quanto héteros. Verdade. Mas a sua... O que eu digo fazer a sobrancelha é fazer o... Não, às vezes o cara dá uma... Não, não é fazer a micro. Mas tem uns que fazem. Mas é tirar. Às vezes tem homem que tem muito, sabe? Tipo, aqui, assim. Sim. Eu gosto do natural.

também, dessa coisa mais flow, sobrancelha. O que você acredita que é um bom... No começo do programa você deu já esse spoiler, falou assim, cara, eu gosto de estudar, eu gosto de ouvir, eu gosto de ler, eu gosto de ouvir um podcast, eu gosto de ouvir uma história inspiradora, eu gosto de usar recursos externos, que são ferramentas, tem gente que quer ir na raça, né? Sim. Ferramentas. E o que você acredita que são bons hábitos de confiança, assim?

se cuidar. Eu acredito muito que a confiança nasce de você olhar no espelho e se cuidar, dedicar um tempo pra você, fazer atividade física, gostar do que você vê, sabe? Poxa, eu me olho no espelho, eu não gosto do que eu tô vendo, mas eu estou em processo, eu estou treinando, estou me cuidando, estou me alimentando melhor. Agora, imagina passar uma vida inteira se olhando no espelho e não gostando do que vê? E não fazendo nada pra isso? Imagina no final da vida o que essa pessoa vai sentir? Não.

Então, o que você pode fazer agora? Então, tá. Então, cuidar de você, ter disciplina com o seu corpo, com você, com o que você come. Isso não é papo do tipo, ah, não, tem que ser fitness. Não, é viver mais, entende? A gente tá falando de tempo. Você ganha tempo de vida. Você ganha anos de vida com isso. E se sente melhor no espelho. Então, a pessoa que é confiante, ela tem que se cuidar. Ela tem que gostar do que vê no espelho.

Ela tem que treinar a comunicação dela. Vai pra frente do espelho. Ou se você não pode, numa mentoria, num treinamento,

enfim, num curso, treina no espelho, pede pra alguém, sei lá, ler em voz alta, em cena. Às vezes eu pegava cenas de filme que eu gostava, eu ficava tentando encenar, fazer o que a atriz fazia, pra ver se eu conseguia. Sabe? Treinar a comunicação, tom de voz. Então, alto, baixo, muito baixo, sussurro. Vai, vai. Meu, é... Eu acho que falta mesmo a autoconfiança, ela vem da pessoa. Ela tem que querer aquilo também, Caio. Sabe? Não é alguém que vai colocar nela. Ela tem que querer,

tem que incorporar isso. Tem que ler, tem que se apegar em algo, uma religião que seja alguma coisa. Porque tem gente que vive o mundo assim, né? E aí não vai ter confiança. E ter um trabalho é um serviço muito bom. Porque também não adianta a pessoa ser super autoconfiante e não entregar um trabalho. A confiança, ela vem muito de uma vontade, né? É. Tipo, com fé, acreditar. Acreditar. Isso tudo nasce de um sonho. É. Você sempre foi muito sonhadora no sentido de como que você faz pra, um, proteger o teu sonho. Dois, como você faz pra constantemente

regar ele, né? Porque são duas coisas. Quem não sonha pra mim não tem... Eu não conheço uma pessoa confiante que não tem um sonho. Exato. Porque se o cara não tem um sonho, ele fica apático, né? Então... O sonho alimenta, né? A nossa... Primeiro, como que você dá essa regada no sonho e dois, como que você protege ele? Porque tem gente que tá assistindo a gente, pô, só toma... Divide o sonho, é só porrada. O ambiente é... Cara, como que você faz? Nossa, caraca, como que eu faço pra proteger o meu sonho

Sonho? É. Ai, não sei, Caio. Sabe sim, ué. Calma. Te protege. Ó, eu vou começar com uma, então, enquanto você pensa. Tá bom, vai. Tá. Eu não conto ele pra quem não vai viver junto comigo. Boa. Eu aprendi que o silêncio é a língua do sábio. Por exemplo, meus sonhos mais íntimos, eu só conto pra quem vai viver comigo ou vai remar junto comigo. Boa, nossa. Então, senão, eu fico quieto, porque o que o outro não sabe, ele não pode se tragar.

Exato. Então, o jeito de eu proteger é nem deixar o outro saber. Tá? Como que você defende? Então, eu não defendo, porque eu não conto.

né? Esse jogo. É, porque eu aprendi essa estratégia e o jiu-jitsu, eu tô muito animado com o jiu-jitsu. Ah, é verdade. Tô muito animado. Eles estão muito animados com o jiu-jitsu e no jiu-jitsu tem uma filosofia incrível. Tem hora que, eu lembro quando eu perguntei pro meu mestre, eu entrei numa posição, cara, muito ruim e eu fui finalizado. Eu perguntei, cara, como que... E foi por ele, né? Cara, como que era pra ter defendido isso daqui?

A melhor defesa era você não ter entrado. Então tem golpes que a melhor defesa é você

não entrar ali. Então eu acredito que o sonho também, que a melhor defesa às vezes é ficar quieto. É não ter distrações também, né? O tempo todo. Não jogar as batalhas erradas, pequenas, de distração do meio do caminho. Qual é a sua batalha principal? Qual é o seu sonho? Porque vai aparecer um monte de distração, né? O tempo todo. E aí você escolhe se você entra ou não em todas. Qual é o foco? Então eu gostei muito disso. Não contar, também não conta os mais íntimos, assim. Eu acho que tem que ser só quando dá

pra falar checkmate, que não tem mais saída, que já tá certo o sonho, sabe? Mas eu gostaria desse do distração. Distração é meio que uma infiltrações no sonho, né? E o que que é? O ego. O ego quer provar que ele tá certo, quer vencer uma batalha, quer... Sabe? Às vezes, não sei, eu observo, assim, às vezes as pessoas querendo vencer batalhas, e eu também, que são só distrações no meio do caminho. E é o ego, alimentar de novo o ego, o ego o tempo todo. Ou seja, o ego atrapalha também a autoconfiança. Tem um livro, né?

o maior inimigo. Do rei. É um capa azul. É, eu sei. Aqui tem uma peça no meio. É, eu acho que tem uma linha mais estoica. Estoica, sim. Eu acho que é do Holiday, se não me engano. Isso, exatamente. E no final das contas vai ser ego mesmo, né? No final das contas, sim. No final das contas tudo é ego, ego. E eu acho que por último, antes de eu pedir uma mensagem final pra você, essa manutenção

do ego? Porque eu acredito que é o que você falou, né? Poxa, ego na baixa dosagem, pô, o cara não tem confiança pra nada. Na super dosagem também te leva pro campo da arrogância. Como que você balize? Qual que você acha que é a melhor estratégia pra gente deixar o nosso ego no lugar? Eu falo pra todo mundo, pô, protege seu ego, bicho. Senão, você vai se achar o patinho feio de tudo. É verdade. Mas também cuidado pra também não acelerar demais pro outro lado, porque senão vai achar que é o bonzão aí é o fim dos seus dias de glória. Caraca.

bem... Porque existem essas duas pontas, né? Esse equilíbrio aí, ele é um desafio. Mas eu procuro manter o ego, é isso, sem distração, sem ficar querendo brigar o tempo todo, sem querer ficar aparecendo, mostrar que eu sou alguma coisa, que eu tenho alguma coisa. Eu não sei, eu tento não alimentar tanto esse super ego artificial, sabe? Eu não sei te explicar, não sei se eu consigo traduzir. Sim, o que eu percebi na sua resposta é qual Natália o alimento,

Você sempre faz questão de trazer a sua história, o seu começo, de onde você veio, de onde você saiu. Toda vez que eu te entrevisto, você não tem nenhum problema de mostrar os seus tropeços. É porque parece que trazer essa Natália, lembrar dela, te faz bem. É, é muito bom. Por exemplo, eu gosto muito de falar do Caio, quando eu comecei em vendas.

sonhador. Eu acho esse cara muito importante. E é muito legal contar a história das pessoas o tempo todo. E eu canso da minha história às vezes, sabia? Mas eu tenho que contar o tempo todo. Sempre vem alguém falando, cara, eu não conhecia a sua história, me motivou a fazer tal coisa. Sabia? Eu gosto de ouvir a sua história, mas eu ouço pouco. Eu sou um cara que eu tenho que contar mais. Eu acho que eu gostei tanto da estratégia de ficar quieto.

Ah, mas eu acho que a sua história, ela conecta aí uma galera que talvez se sinta até um pouco distante. Total. Acho que as histórias não se conectam. Sabe que muda a crença.

A forma de mudar a crença é só com história. Eu vi recentemente... A Bíblia tem história. Eu recentemente ouvi uma frase que eu achei um espetáculo. Histórias ajudam as crianças a dormirem e os adultos a acordarem. Né? Então, olha que legal essa frase. Nossa! História ajuda a criança a dormir e adulto a acordar. Tipo, tem a hora que você vê uma história e você fala, puta, cara. Vambora, vambora. Tô fazendo errado, vambora. Nossa, que ótimo.

Nossa, a frase tinha que ser estampada na parede. Essa frase é muito bom. Então, muito bom. Que frase boa. É. De quem foi?

sei, cara. Queria poder dar o crédito. Não sei onde eu vi essa frase. Não sei se foi num livro. Não sei se foi lendo alguma coisa. Ou pulou alguma coisa na rede social. É, às vezes a gente passa uma frase e... Não consegui. Eu queria poder dar o crédito. Alguém falou isso pra você. Eu queria poder dar o crédito. Eu sei que eu li ela em algum lugar. É. Que histórias foram feitas para crianças dormirem e adultos acordarem. E a história que você conta da sua vida, que você veio lá de baixo, começou o desforçado.

Um monte de gente fala, poxa, que legal. Eu acho que é isso que a gente tem que deixar. Esse legado nas pessoas e não pra

pessoas. Não é o material. Então, a minha pergunta final, ela vai desmembrar em duas avenidas. Tá. Primeiro, pra quem vem num momento ruim, cara, confiança ali tá na minha, a balada. Qual o teu recado pra essa pessoa? Primeira coisa, seja realista com você. Para de olhar e tampar o sol com a peneira. Olha no espelho e fala, por que eu não tô autoconfiante? Vamos lá. Eu tô assim, eu tô fazendo isso, eu não tô fazendo isso. Traz a realidade.

Tenha consciência das suas ações nesse momento. Depois, busca se cuidar. Você tem que olhar no

e se gostar do que você tá vendo. Depois, trabalhar com algo que você sente muito prazer em fazer aquilo. Não é se vai dar certo ou não agora. Você gosta, você se sente feliz. E acreditar naquilo que você tá vendendo, fazendo na sua vida, com qualquer coisa. E acredita em você, pô. Vai passar uma vida toda aí se sentindo mal, sabe? Inferior. Meu, acorda pra vida. Você tá aí. Ânimo. Bora. É isso que eu falaria pra essa pessoa. Animal.

Se eu pudesse ter 60 segundos com ela, entende? Animal. E aí, às vezes, alguém que tá numa outra avenida,

A pessoa vem num momento bom, tá vencendo. Só histórico de vitória, vitória, vitória. A pessoa tá num momento bom. O que você tem pra falar pra ela? Continua brilhando. E mostrando pros outros também. Pra gente que é possível. Tamo junto. Eu consegui ver a Natália nas duas pontas, assim. É? É, consegui ver a chacoalhada que você dá. E consegui também, quando alguém tá brilhando, aquela coisa. Cara, não perde o foco. Exato, vamos junto.

Não se distrai, né? Bora aí, continua daí que eu tô daqui também. Vamos crescer e continua fazendo. Não se distrai. É, por mais que eu fiz duas avenidas de perguntas diferentes,

porque as duas meio que se convergem. Crítica e elogio, ela tem o mesmo objetivo, te paralisar, né? Tá recebendo crítica, tem gente que tá recebendo muito elogio, a pessoa se distrai, para de fazer o que levou ela até onde ela tá. Exatamente. Poxa, muito. Então... Então a nota é sempre 9.8. Pra mim, eu nunca dou 10, pra nada. Eu tenho essa filosofia de vida. 9.8. Pode estar perfeito. 9.8. Porque se eu dou 10, a pessoa para de crescer e começa a cair. Uau. Pra qualquer coisa na vida. Uau. 9.8. Gostei dessa.

Você é em casa, deu 10. Estamos aqui para baixar a tua nota. 9.8 é a nota pra você passar de ano, que eu tenho certeza que você vai aprimorar. Sempre dá pra fazer um pouquinho melhor. Então, primeiro, plateia, palmas pra Natália, que deu um show aqui. Cara, passou muito rápido uma hora contigo. Muito. Passou muito rápido. Ó, tô colocando aqui na descrição todas as redes sociais da Nath. Vai lá, segue ela, manda mensagem. Assim que sai o episódio, você fala assim, cara, eu vi esse episódio de como você fez isso. Marca a gente, que vai ser um prazer enorme. Nath, primeiro, obrigado.

Obrigada a você. É sempre um prazer estar aqui com você. Eu adorei o papo. Leve, gostoso, produtivo e muito prático. Porque o objetivo do como você fez isso é contribuir. Contribuir com o teu objetivo, com o teu sonho e com a tua meta. Temos agora, a produção está me lembrando aqui, do presente da nossa patrocinadora, da Cafeinarme, pra Natália. Então, traga aqui, produção. Estou feliz demais. Isso. Maravilhoso.

Obrigada. Eba. Tá? E hoje temos perguntas? Então vou pro bloco final, tá? Tá bom. Bloco final, a gente tem algumas perguntinhas da nossa plateia pra você. Perfeito. Tá? Primeira pergunta. Olá, boa tarde. A pergunta é sua. Eu vou fazer assim a pergunta. Não vou olhar pra mim. Eu atuo com um grupo de mulheres empreendedoras em São José dos Campos. E aí minha pergunta é, eu vejo que muitas ainda se escondem atrás dos seus negócios e não querem aparecer como líder da sua marca.

Você acha que esse posicionamento é imprescindível? E que conselho você daria para elas assumirem esse protagonismo? Não é imprescindível, porque eu vejo muitas empresas que, mesmo não tendo uma pessoa à frente dela, funcionam. Mas é muito importante ela ser a cara da marca, ou ela aparecer, ela assumir esse papel dela. Porque é um reflexo. As pessoas querem comprar da nossa marca. Claro que a gente vai vender mais se a gente aparece.

A pessoa quer saber de onde veio a marca, quem é a pessoa por trás, quem é a pessoa como cidadã, quem é a mulher, quem é a mãe,

quem é a esposa, que valores ela tem. Porque a marca reflete muito o fundador, se ele tá ativo ali. Então, uma mulher que ela conta, ela vai pras redes sociais como líder da empresa, é muito legal. E, além disso, ela inspira outras mulheres. Ela está sendo egoísta com o mundo, não compartilhando a liderança que ela tem na empresa dela pro mundo todo. Muito bom, hein? Obrigada. Segunda pergunta de quem é? Xará! Bom, Natália, se você fosse começar do zero hoje,

com celular e Instagram, o que você faria nos primeiros 90 dias e como você iniciaria um ecossistema no teu nicho? No meu nicho? Que pergunta boa. Até antes de responder, fala pra turma, quantos seguidores você tem só no Instagram? 11 milhões, ponto um, quase chegando em dois hoje. Tá chegando, tá chegando. 11,2. E vibrando, que é muito legal. Furacão. Ou seja, perguntou pra pessoa certa. Então vai lá, Nath. Se fosse começar hoje o Instagram, 90 dias.

Cara, se fosse começar hoje, vamos lá. Primeiro eu ia escolher um nome fácil da pessoa lembrar.

Não dá o seu, não vai por ponto, asterisco, arroba, um, dois, três, sete. Ninguém vai lembrar. Então, um nome muito fácil. Depois, uma biografia muito limpa e direta, sem tanto emoji. Uma foto muito clara de perfil que você quer passar ali no perfil. E começaria contando a minha história. Trazendo um pouco do contexto do trabalho. O que é sobrancelha? Da onde vem? Qual é a importância da sobrancelha? Mas primeiro, você tem que se apresentar.

Então, primeiro, quem sou eu? Alguns vídeos de história do porquê eu estou fazendo sobrancelha.

sobre técnica, o que a sobrancelha representa no rosto, e trago a história, a minha história, a minha narrativa, e vou trazendo a sobrancelha, isso também junto comigo. E posta antes, eu ia postar antes e depois. Cara, é constância. Não tem tipo, faça um post assim que vai dar muito certo. Eu acho que rede social do zero é você fazer todo dia, testar vários formatos, mas trazer a sua história, trazer a sua verdade, trazer o seu movimento no que você acredita. E vários formatos. E todo dia, uma hora,

vai dar certo. Você vai reconhecer aqui o formato que dá mais certo. Vai repetir ele. Vai testar. Eu sempre repito 70% de formato que dá certo. E a gente testa 30% o tempo todo. Pra ver quais a gente pode continuar repetindo. E pronto. 90 dias você já tem uma baita amostra. Se fizer todo dia. Não pode fazer um por semana só. Sabe? Eu acho que... O que você faria? Maravilhoso. Eu faria o que você disse pra fazer. E ia seguir também outros perfis. Eu ia nos meus concorrentes. Eu fazia muito isso, inclusive, tá? Sim.

eu ia no perfil de todos os concorrentes e seguia todo mundo que seguia eles. Então, os seguidores deles também têm interesse no meu. Não tô nem aí se alguém ia falar pra ela, ai, olha, você viu que a sua concorrente me seguiu, você acredita? Não tô nem aí, porque a gente pensa nisso. Nossa, mas ela vai falar pra ela que eu segui ela, vou ficar com vergonha. Tô nem aí, fui seguindo todo mundo. As pessoas me seguiam de volta, depois eu ia deixando de seguir, seguia todo mundo de novo.

Cara, é fazer. Não tem um plano perfeito. Tem que ter um plano que você executa, entendeu? Consistência. Muito bom, muito bom. Boa pergunta.

Valeu, valeu. Nossa, pergunta ótima. Última pergunta. Fabinho. Fabinho. E aí, meu irmão. Tudo bem? Pergunta sua, pra fechar. Pra fechar. Natália, essa trajetória que você teve de crescimento, nem tudo foram flores. Mas qual foi a decisão mais difícil que você tomou e que foi realmente determinante pra que você tivesse o sucesso que você tem hoje? Foi dividir o sucesso da empresa. Trazer o meu marido como meu sócio foi a mais difícil e foi a que mais impactou no meu negócio.

No começo foi muito difícil. Você era centralizadora assim? Eu era e eu tinha ciúme da narrativa, Caio. Porque hoje as pessoas olham, eu comecei sozinha, ele veio em 2021, fundei em 2017. Mas as pessoas olham hoje e falam, só conseguiu porque tem o marido do lado. Ah, entendi. Ao ego aí. Pra mim foi muito difícil. Deixar essa Natália Guerreira, que fazia tudo sozinha, pra dividir o sucesso com ele. E hoje vocês são uma dupla incrível, né?

Inseparáveis, assim. A gente fala que quanto mais unido a gente tá, mais invencível a gente fica.

Uau. Sim. Então ele me complementa muito. E no começo a gente tinha muito choque. Ele é muito diferente de mim. Aí eu aprendi que as pessoas diferentes são muito importantes na nossa vida. E tem a questão empresarial e a vida pessoal, né? É. E na empresarial, exato, tem os dois. E uma decisão muito difícil também que eu tomei foi mudar a marca Natalia Beauty. Acabar com a Natalia Beauty Clinic. Porque ela vai deixar de existir.

Vai ser só na Beauty. Que são as franquias. Então eu tô encerrando uma marca que pra mim foi muito importante.

vai ter mais o meu nome e nem a Beauty University tem. Então, tirar o nome também. Essas decisões são as mais difíceis. A decisão financeira, ela sempre vai ter, que vai mudar muito, sabe? Sempre vai ter. Às vezes é uma decisão pequenininha que você gastou muito pouco, mas que mudou muito. Mas a emoção e você mudar de cadeira conforme a sua empresa cresce é muito difícil, é desafiador. Ou seja, o ego, o autoconhecimento, ouvir as pessoas, nunca achar que sabe demais, a ponto de não poder aprender nada novo todo dia, sabe? Esse coração é ensinável.

que faz a gente crescer muito rápido e com segurança. Não precisa ser um personagem. E aí eu acho que vem disso. A autoconfiança vem de você saber que você não é um personagem. Uau, muito bom. Obrigado. Palmas, palmas, senhoras e senhores. Fechou forte, hein? Nossa. Fechou forte. Senti, eu falei, vou falar. Fechou forte e eu tenho certeza que você em casa, assim como eu, pegou um insight, notou uma frase, pegou uma reflexão, tocou em alguma coisa. Então eu te recomendo duas coisas. Uma vai ser muito rápido.

e tá assistindo o nosso episódio hoje, qual plataforma de streaming, mas siga a página do Como Você Fez Isso. A gente é muito feliz por estarmos entre os maiores podcasts do Brasil, graças à sua confiança, à sua audiência. E também divide esse episódio, pega o link, coloca no grupo de WhatsApp da família, do trabalho, dos amigos, que eu tenho certeza. Sabe aquela pessoa que você deseja cada vez mais, seja mais confiante? Se é, é pra ela essa pessoa. Se não é, é pra ela esse episódio também.

Eu tenho certeza que você vai ser um agente de transformação junto com a gente. Nath, obrigado. Obrigada a você. Tá? Obrigado pela sua participação. Foi um episódio muito confiante. Foi muito legal. Foi muito legal. E você vejo na semana que vem em mais um episódio. Fica com Deus e até a próxima. E obrigado, plateia maravilhosa. Valeu, palma pra todos vocês. Tchau, gente. Valeu.