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⁠Como o TCAR saiu da favela para vender CARROS DE LUXO? - com Tiago TCAR | Como Você Fez Isso? #128

11 de março de 20261h9min
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Você está cansado de trabalhar muito e não mudar de vida?. Tiago Tcar conta a Caio Carneiro como saiu do zero absoluto para construir um império usando constância e mentalidade de riqueza. Descubra como sair do ponto A ao ponto B hoje mesmo!

*Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*

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Assuntos2
  • Esquerdomachismo EmpreendedorismoSaída da favela · Construção de império · Venda de carros de luxo · Transição do zero ao sucesso · Mentalidade de riqueza · Constância como diferencial
  • Mudança de Vida ProfissionalCansaço do trabalho repetitivo · Transformação pessoal · Ponto A ao ponto B · Ascensão social
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Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um super episódio do Como Você Fez Isso. Foi muito legal, porque antes de começar eu já dei um abraço nele, reencontrei ele depois de alguns anos, gravei um podcast, foi super legal, agora ele retoma que a gente tem que atualizar. Tem muita novidade, tem muita coisa boa. Eu vou dar spoiler pra vocês, tá? Ele que tem uma trajetória marcante, visão, trabalho duro, constância. Eu gosto muito que toda vez que eu vejo um conteúdo desse, dele eu sinto verdade no que ele fala.

Empresário, influenciador, fundador de uma das maiores concessionárias de carro de luxo,

Obrigado, obrigado. Feliz aço estar aqui.

que eu fui, né? Olhei quatro anos, cara. Quatro anos atrás, eu era outro cara. Eu acho que eu evoluí muito nesses quatro anos, a gente tem muito pra conversar aqui, mas foi muito legal o podcast lá, mas de quatro anos pra cá, eu sou um cara num nível muito mais alto, em todos os sentidos, cara. Bem legal, então tô feliz. Achei que você não te falou, acho que ele não gostou, nunca mais me chamou, demorou quatro anos. Você vai esperar mais quatro anos pra me chamar de novo, não, né?

Tem que voltar aqui, tem que bater carteira no como você fez isso agora. Bater aqui, ó. Irmão,

O podcast começa a partir de um como. E o teu como é direto e reto. Eu quero a tua ajuda pra gerar um conteúdo de valor pras milhares, milhões de pessoas que vão assistir esse podcast. É como mudar de vida. Como sair de um ponto A e ir pra um ponto B. Tem muita gente que te acompanha que vê em você, cara, mudança de vida. Cara, ele conseguiu sair dali. Por onde a gente começa esse papo? Cara, assim, primeiro que você tem que ter constância. Fazem 30 anos que eu acordo e vou pra uma loja de carros.

lavador, office boy. Então fazem 30 anos que eu acordo, tomo um banho, escovo os dentes e vou pra dentro de uma loja de carros. Então a primeira coisa que eu... A loja de carros na minha vida foi algo que surgiu uma oportunidade. Então não foi algo que eu escolhi. Não foi um sonho. Não foi um sonho. Então o que eu falo pra pessoa que tá começando zero? Primeiro eu escolhi um nicho que ela vai ter um futuro, cara. Pô, que isso aqui eu vou ter um futuro?

Tenho referência às pessoas que tiveram futuro, tá? Então esse aqui é o nicho que eu vou me aprimorar. E você ter constância, fazer todos os dias a mesma coisa. Todos os dias.

vai passando um dia, outro, você vai cada vez ficando melhor naquilo. Boa. Então, você imagina que fazem 30 anos que eu faço a mesma coisa. A mesma coisa. Então, você pega 30 anos atrás pra agora, hoje eu sou infinitamente melhor do que quando eu comecei. Mas é a mesma coisa. E aí, com o passar dos anos, eu fui entendendo o game, fui entendendo que eu podia fazer muito mais e fui abrangendo isso aí. Mas a dica que eu dou pra aquela galera que tá começando assim, é constância.

Porque o pessoal começa num negócio, desiste. Começa outro negócio, desiste. Porque quer achar o caminho mais rápido. Porque eu vou ficar mais rico,

nos tempos. Então, a galera desiste. Então, se a pessoa tiver constância todos os dias fazer a mesma coisa, ela vai ficar... Ninguém vai bater ela. Ela vai ficar imbatível. Então, por que eu sou um cara que eu sou referência no que eu faço? Porque fazem 30 anos que eu faço a mesma coisa. Quando eu comecei a fazer conteúdo na internet, eu comecei em 2017. Se você pegar meu primeiro vídeo na internet, eu era horrível. Então, desde 2017 até hoje, não tem um dia que eu passo sem fazer conteúdo na internet.

Nunca mais parei. Eu comecei em 2017. Não tem um dia. Fala, hoje é domingo, eu não vou fazer. Todos os dias eu produzo conteúdo.

Hoje, a produção é infinitamente maior, mas eu nunca parei. Então, desde 2017, eu abro meu celular, dou o play, dou o hack na câmera e faço um conteúdo. Então, não tem como eu não ficar bom nisso. Então, é constância. Constância no carro, constância nos conteúdos. Não tem como você não melhorar. Em que momento que você enxergou dentro do setor de carro, você falou assim, cara, aqui dá para mudar a minha vida? Porque você falou, cara, escolhe um mercado que você consiga crescer e realizar seus objetivos. Certo.

essa ficha caiu e você falou, pô, é aqui. É, na verdade, assim, quando eu entrei na loja de carros, eu tinha um cargo baixo, tinha um salário baixo, eu comecei como lavador, eu fiz esse bom, então eu ganhava um salário bem baixo, aí eu passei pra motorista. Tinha um salário baixo também, na época era 300 reais, o dinheiro de hoje devia ser, sei lá, uns mil e pouco. E aí eu comecei a observar os vendedores, tinha uns vendedores, eu comecei a observar e comecei a ver que, pô, o cara tem um carro bom, o cara tem uma vida boa, comecei a ver que a galera que trabalhava tinha uma condição. Pra mim, a realidade, naquele momento,

Eram pessoas ricas, os vendedores eram pessoas ricas para a minha realidade. Então eu comecei, eu falei, pô, isso aqui é um caminho. Como eu fui um funcionário exemplar, eu trabalhei alguns anos, nunca faltei, nunca fiz nada que desagradasse meu ex-patrão, eu sempre fui um funcionário exemplar. Quando surgiu uma vaga de vendas, eu já estava alguns anos nessa loja, o meu ex-patrão me deu a oportunidade de eu virar vendedor. Ele falou, você quer tentar?

A gente pode colocar você aqui. Quando eu tive aquela oportunidade de ganhar dinheiro fazendo algo que dependesse só de mim,

eu agarrei com as duas mãos e falei, isso aqui é a chance da minha vida. Você pediu pra ele essa oportunidade? Não, na verdade assim, como é que foi essa oportunidade? Tinha um gerente na loja que ele comandava tudo lá. O que ele pensou? Hoje eu analisando, hoje eu fiz análise. Se eu colocar um vendedor muito bom aqui, esse cara pode me engolir. É melhor eu pegar a prata da casa, coloco o Tiaguinho, quero o Tiaguinho, coloco o Tiaguinho aqui, que aqui o Tiaguinho eu consigo...

Já é fechado comigo. Fechado comigo e eu vou determinar o que faz, o que não faz. Tá na minha mão. Ele é meu funcionário e eu vou

conduzir. Até onde pode ir, até onde não pode. Ele não imaginava que eu tava colocando o Tecar pra ser vendedor. E aí eu tive a oportunidade de passar pras vendas. Quando eu passei pras vendas, como é que você passa pras vendas e você não... Pô, mas não tem experiência. Como é que você faz? Aí é o seguinte, é a energia que você vai colocar no negócio. Eu tive aquela oportunidade de ser vendedor. Falei, vou colocar energia nisso aqui, assim.

Mas como? Por exemplo, se entrasse um morador de rua, eu vou atender. Eu vou acreditar. Não importa quem é. Eu vou acreditar em todo mundo. Vou pôr energia, vou ligar. Com quanto mais pessoas você falar, mais

chance você tem de vender. Adoro isso. Então, tipo assim, pô, eu tenho que falar com muita gente, eu tenho que estar com muitos negócios em andamento pra sair um. Então foi esse entendimento que eu tive, eu tenho que falar com muitas pessoas, eu tenho que dar muitos tiros pra acertar um. E você tem que colocar energia. E essa energia que eu coloquei há vinte e poucos anos atrás, eu coloco até hoje. Então hoje eu sou um cara bem sucedido, sou um cara rico, e a mesma energia que eu coloco lá, eu coloco até hoje.

Eu não sou o cara que fala assim, ah, eu já tô bem de vida, eu não preciso mais. Não, eu preciso todos os dias. Porque isso aí tá dentro de mim, eu gosto.

Isso aí é igual uma adrenalina que tá dentro de mim. Eu gosto, eu tenho prazer em vender. Eu tenho prazer no sucesso. Sucesso das vendas. Não sucesso de internet. De você se propor, fazer algo e dar certo. E aí eu tive a oportunidade de ser vendedor. Agarrei com as duas mãos. E aí eu vi que eu comecei a engolir geral. Engolir geral. Por quê? Porque eu colocava energia no negócio. E foi muito legal o que você falou. Que você viu a vida do cara. Sim. Não tinha internet naquela época. Não era igual hoje.

Então eu tava palpando ali, ó. O vendedor tinha um carro tal. O outro vendedor ia fazer umas compras do mês. O carrinho cheio de coisa. Danone. Família. Isso aí enchei meus olhos. Ai, que legal, cara. Enchei meus olhos. Que foi um cara que eu passei fome. Então, hoje eu não sei nem quanto custa um quilo de arroz. Não tenho noção. Quem faz é minha esposa que faz as compras. Eu não tenho ideia quanto custa um arroz e feijão. Hoje, quando eu vou no restaurante, eu não olho o lado direito do cardápio. Quanto que é. Eu vou lá e como. Mas já foi um dia na minha realidade de olhar.

encontrar um vendedor no mercado e ver um carrinho cheio de Danone, cheio de coisa. Carrinho abarrotado, caramba, meu. Isso aí é legal, hein? Pô, pra chegar nesse nível. Então isso aí só me deu força de falar, cara, se eu for por esse caminho, eu vou conseguir ter uma vida boa. E aí comecei nas vendas, comecei a performar, comecei a performar na existência. E aí quando eu comecei a despontar, aí é onde começou o gerente, começou a querer me segurar, porque eu tava despontando muito.

Então eu vou dar um exemplo aqui, ó. Trazi um carro pra... O cliente pediu um carro.

Você foi o cara que um, dois, três meses já começou a quebrar tudo. Eu queria que você explicasse por que você teve sucesso rápido para ter certeza que a gente vai se inspirar. A maioria dos vendedores, eles pensam com o próprio bolso. Explique mais. Então assim, você vai comprar um carro aqui. Aí você vem ver um carro de 100 mil. Pô, vem ver um carro de 100 mil. Aí tem um carro de 500 que ele deu uma leve interessada. Aí você pensa assim, pô, o cara tem 100 mil e não vai ter 500.

Você não dá atenção. Porque você está pensando com o seu bolso. Ah, o cara que tem 100 mil não tem 500 para comprar um carro. Então eu não vou dar nem atenção nesse assunto.

aqui. Ele está pensando com o bolso dele. Se eu pedir um pouco mais, é caro. Ele vai achar caro. Porque ele está pensando com o bolso dele. Muito bom. Quando você para de pensar com o seu bolso, você acredita em tudo. Então, ele está aqui. Ele falou do carro de 500 mil. Eu vou dar atenção do carro de 500 mil porque ele vai comprar esse carro de 500. Você começa a dar atenção para tudo. Quando você dá atenção para tudo, você erra muito.

Mas você vai acertar mais do que aquela pessoa que não dá atenção para nada. Muito bom. Então, eu falo para os meus vendedores, não pensem com o bolso de vocês. Vocês, às vezes, não têm a condição que o cliente está tendo.

Então, esquece o bolso de vocês e acredita em tudo. Então, eu tive um sucesso muito rápido porque eu não tinha clientes, eu não tinha uma carteira de clientes. Então, eu tinha que fazer com o que eu tinha na mão. O que que é? Quem aparecia. Quando aparecia um cliente, eu colocava toda a minha energia para fazer aquela venda. Então, eu comecei a acertar muito mais que os outros. Então, eu já tive um sucesso ali já rápido, rápido. E eu comecei a entender o jogo. Passou alguns anos, eu falei, cara,

Eu peguei aqui o carro, vendi pro cliente, 30 mil de lucro, aí meu patrão me deu aqui uma porcentagem. O cliente me pediu um carro, fui atrás, deu 40 mil de lucro, ganhou uma porcentagem. Por que eu não faço isso pra mim? Aí eu comecei a falar, pô, cara, eu sou um cara muito capacitado, eu tô aqui perdendo tempo, eu posso fazer isso pra mim, mas como? Tá, beleza. Aí, eu quero fazer um parênteses. Tecar, começou como lavador, viu a vida do vendedor, falou assim, cara, eu quero isso pra mim. Isso.

teve uma oportunidade, abraçou. Isso. Colocou energia, teve resultado. Isso. E aí teve um segundo bang jump, que é aquele resultado com o vendedor, ele falou assim, cara, eu acho que eu posso empreender, eu acho que eu posso. E aí foi uma outra tomada de risco. Mas essa daí foi mais difícil. E eu quero explicar, então a primeira coisa que você viu foi oportunidade. Você viu que você queria transicionar de uma comissão pra você lucro líquido.

Isso, exatamente. Então você pensava com cabeça de comissão, agora foi assim, cara,

Aí você viu, geralmente, a capacidade de geração de caixa, de lucro líquido de uma companhia, se ela fosse sua. E como é que foi essa decisão? O que te deu coragem? E por que você tomou ela? Porque tem muita gente que fica nesse ponto, né? Tem muita gente que fala, e aí, vou, não vou, vou, não vou, vou, não vou. Eu costumo dizer assim, até quando eu dou palestra, um dos meus slides é um muro bem grande, muro bem alto, e uma criancinha. A gente tem medo, eu tenho medo, você tem medo. Todos nós temos medo.

É normal ter medo. Quando você... Algo novo é esse muro. E você vira uma criancinha. Pô, o que será que deve ser atrás desse muro? O que será que tem lá? E é o seguinte, vai ter aquela criancinha que vai escalar ele, vai pular e pode chegar no paraíso. Ou vai ter aquela criancinha que vai subir, vai pular, vai se machucar e vai ter que voltar. Ou vai ter aquela criancinha que vai ficar lá, pô, eu não vou vencer esse medo, eu vou ficar aqui.

Quando eu comecei a fazer negócios, comecei a comprar e vender para a empresa que eu trabalhava, eu comecei a dar muito lucro para o meu chefe.

Eu era um cara que eu tava, tipo assim, dando muito lucro pra ele. E aí eu falei, cara, por que que eu não posso fazer isso pra mim? Eu tenho capacidade. Mas como? Então eu pensei, como? Aí eu fiz um plano. Fiz um plano na minha cabeça. Eu preciso ter dinheiro. Eu preciso ter uma quantia de dinheiro pra eu conseguir ter um capital mínimo. Mais energia que eu vou ter aqui pra poder fazer ponte, pegar um carro aqui e vender ali.

Mas eu tenho que ter um capital. E eu estipulei na época 100 mil reais. Então eu falei, quando eu tiver 100 mil reais, eu vou tomar essa...

decisão. Eu demorei 11 anos pra juntar esses 100 mil reais. Só que assim, de quando eu tomei a decisão que eu ia fazer isso aí dos 100 mil reais, foi uns 5 anos. Então eu fiquei ali pelo menos uns 5 anos chegando nesse objetivo dos 100 mil reais. Pra poder alugar uma loja, um ponto... Pra poder trabalhar por conta. Então eu demorei total. De quando eu entrei na loja até chegar nesses 100 mil reais, 11 anos. E quando eu cheguei nesses 100 mil reais, que no dinheiro de hoje eram uns 350 mil. Eu já joguei no chat pra ter essa base. Quanto que era no dinheiro de hoje, né?

foi em 2007. Muito bom. Então eu joguei, deu uns 350 mil. O que que eu fiz? Quando eu cheguei nos 100 mil reais, eu tava numa empresa que eu ganhava ali meus 10 mil por mês, que era um dinheiro mais hoje. Seria uns 35 mil. Isso. E eu tava bem, eu era o principal vendedor. A minha mãe nessa loja de carros, quando eu trabalhei nessa loja de carros, pra esse período que eu trabalhei de lavador, motorista, ela era faxineira nessa loja.

Uau. Eu era lavador e minha mãe faxineira. Isso CLT, tá? Então você encontrava sua mãe todo dia na empresa. A gente trabalhava junto. Quando eu passei pras vendas que eu fui melhorando, eu tirei ela da

faxina, que eu já tava bem, e aí eu cheguei nos 100 mil reais quando eu tomei a decisão, a minha mãe falou assim, filho, pega esse dinheiro que você tem e compra uma BMW Zero. Eu compraria uma BMW 320 Zero. Então, pensa, eu ia sair de lavador a um cara bem sucedido com uma BMW Zero, quilômetro, eu já ia ser o cara da minha quebrada. Porra, lembra dele? Comprar uma BMW Zero tá bem pra caramba, eu já ia ser o cara. Ou eu pegar esse mesmo dinheiro e comprar quatro carros populares e empreender e continuar no anonimato. E eu tinha essa decisão pra tomar.

Eu fiquei com muito medo. Hoje eu falo é fácil, mas na época eu fiquei com muito medo. Cara, eu continuo na mesma aqui, mas eu tô bem. Minha mesma já é maravilhosa. Eu já consigo encher meu carrinho de compra de Danone, já consigo ter as coisas, consigo ter um carro zero e ter a segurança do meu trabalho. Ou eu vou empreender. Então eu fiquei alguns meses ali tomando coragem até o dia que eu decidi. Falei, não, eu vou tomar coragem e vou trabalhar por conta.

Por que você acha que a maioria das pessoas não tomam essa decisão? Pelo medo de não dar certo. Pô, eu saí do zero, cheguei aqui, eu tô bem.

me dar mal e voltar. Então, é o medo de... Eu não tinha nada, eu conquistei algo. Quando você conquista algo, você tem medo de perder. Quando você não tem, você não tem. Eu conquistei algo. E aí eu falei, pô, agora a decisão que eu vou tomar, eu posso perder o que eu conquistei e voltar pra trás. Então, já era aquele medo. Da situação que eu saí, eu era um cara muito pobre, meu pai foi embora, abandonou minha mãe, eu era muito pobre, assim, muito mesmo.

Então, você já vem aquela, pô, você pobre de novo, você passar fome. O medo de voltar. O medo de voltar.

quando a pessoa já tem grana de berço, eu acho que isso aí melhora um pouco, porque a pessoa nunca passou no pior. Ela sabe que, pô, se der tudo errado, eu tenho meu pai, tenho minha mãe, tenho uma situação financeira que vai me ajudar. O máximo que pode ter ali é questão de ego. Pô, eu não quero pedir ajuda pro meu pai, mas não passa fome, não passa apuro. No meu caso, não. Se eu errar, eu volto pra trás, eu volto e não tenho ninguém por mim.

Eu não tenho quem vai me ajudar. Falar, ó, vou te ajudar aqui. Não, eu vou ter que carpir um terreno. Eu não tenho escolha. Eu vou ter que fazer um trabalho inferior pra poder comer.

vantagem que eu tinha é que eu não tinha filho. E acho que o filho agrava mais essa decisão, você ter um filho. Você diz a vantagem é te deu mais coragem saber que ninguém que você ama dependia de você se você errasse, porque você pensava na volta, né? Isso, na volta. Tipo, se eu me ferrar, vou sozinho. Era eu, minha mãe e minha irmã. A gente tinha uma vida simples. Não vou levar ninguém pro buraco, né? O máximo que aconteceu é que eu vou arrumar um emprego de novo e vou pagar as contas e ninguém vai...

Porque assim, a vida é feita de decisões certas e erradas. Quando você toma uma decisão certa,

As pessoas que você ama se beneficiam. Ela vai ser beneficiada com isso aí. Então, acertei. Minha filha vai pra Disney, classe executiva, escola, colégio bom. Se você erra, as pessoas que você ama vai se prejudicar. Então, tá diretamente em você. Olha que louco. Olha o tamanho da nossa responsabilidade, cara. Quem é as pessoas que eu mais amo? Minha mãe, meu pai. No caso, eu não tenho pai, mas minha mãe é normal. Meu pai, meus filhos.

Se você acerta, essas pessoas vão ter uma vida boa. Uma vida confortável. Se você erra, essas pessoas vão passar dificuldade.

Então a minha responsabilidade, quando você tem filho, aumenta muito. E aí eu tomei a decisão, falei, cara, eu vou tentar. Eu vou tentar porque não tem como dar errado, cara. Eu sou bom no que eu faço. E eu tenho capital aqui. E aí eu pedi as contas desse trabalho, comprei quatro carros populares e comecei a negociar na rua. Primeiro mês eu coloquei 30 mil reais no bolso. Você vendeu os quatro? Vendi, vendi quatro, fiz mais alguns negócios.

Imagina, eu colocando energia no negócio meu. Tudo que eu ganhasse era meu, não é porcentagem. O que eu ganhasse aqui ia pro meu bolso.

cara, é igual eu jogar num campo terrão e eu ir pra um campo gramado. Ó, agora não vai errar um passo, hein? Cara, eu coludei todas as energias que eu tinha. Eu lembro que o primeiro mês eu coloquei 30 mil reais no bolso e eu não dormia à noite, cara. Fiquei ansioso. Falei, cara, achei o caminho. Vou ser rico. Lembro, né? Isso aí tá dentro de mim. Quando eu lembro, quando a primeira venda que eu fui fazer, que eu saí dessa empresa e eu tinha um palio, e eu fui numa loja levar esse palio pra vender, pra ganhar 2 mil de lucro.

E era muito lucro na época. Eu lembro que eu fui subir, eu vi a Doutora Icanduva, era um palio,

azul. Foi o primeiro carro que eu vendia, assim, na carreira solo. Eu ia subir o vento grande e tinha um trânsito. Eu lembro que eu ia apertar a embreagem e minha perna meio que tremia, assim, eu tava com medo, tremia. Aí eu apertava a embreagem e minha perna, tipo, cara, mas será que eu tô fazendo certo, meu? Mas, pô, se eu for lá, eu acabei de sair, se eu for lá, já vou ganhar 2 mil em horas. Nas primeiras horas, eu sozinho já vou ganhar 2 mil.

Eu ganhava 5 mil no mês inteiro. Não tem como dar errado. Então, no caminho, eu ia tremendo. Eu suava, frio, assim, pô, será que eu vou chegar lá e vai gostar do carro? Aí foi, aí cheguei lá, o logista falou, ó, gostei, o carro é

meu, segunda-feira eu te pago, deixa o carro aí. Eu não dormi, foi no final de semana. Falei, se eu tomar um golpe, esses caras não me pagarem. Foi o final de semana mais longo da minha vida. Fiquei preocupado. Aí chegou de manhã, segunda-feira, era TED na época, TED, caiu. Falei, cara, ganhei 2 mil em horas. Aí comecei a colocar energia, primeiro mês, 30 mil. Falei, achei o caminho, vou ser um cara rico. Porque eu acredito que ninguém segura alguém que quer mudar de vida.

Esse cara só precisa de um instrumento, ele só precisa de um veículo. Tem gente que tá achando aqui, cara, o cara tá na guerra e tal, mas ele ainda só não achou.

Mas quando você tá atento e buscando uma oportunidade, bicho, a sorte sorri pra você. Eu acredito que Deus não sacaneia ninguém. Tem como. Não tem como. Trabalho devolve. Trabalho devolve. Agora, obviamente, se você tá lá esperando cair do céu, né? Então, você achou esse caminho. E da onde veio, você acredito que é essa segurança de dar certo? Era da sua competência comercial? Tipo, cara, eu sei como faz pra nascer um cliente. Essa tua musculatura de vendas te deu essa certa, entre aspas,

confiança pra dar um all-in? Eu costumo dizer pra galera assim, você quer empreender, vai errar na empresa dos outros. Não erra na sua. Fale mais. É assim, tem gente que fala assim, pô, quero empreender, vou abrir uma empresa. Você vai errar, você vai perder dinheiro, você vai falir, etc e tal. Então, você quer aprender, vai trabalhar pros outros, que se você errar, o máximo que vai acontecer é que você vai tomar uma bronca ou vai tomar uma advertência.

Ou você manda ele embora. Dinheiro você não perde. Então, o que que eu fiz? Eu fui aprender, eu comecei, eu fiz uma faculdade nessa loja de causa. Eu comecei a aprender o que que dá dinheiro, o que não dá, o que que é certo, o que é errado.

Então, eu cheguei num momento ali da minha vida que eu comecei a ver que eu tava me destacando muito dos outros. Que eu não tinha como dar errado. Algumas coisas que eu vi ali, que eu falava, pô, eles tão me amarrando aqui, mas se eu fizesse aqui, eu ia ganhar mais dinheiro do que eu tô ganhando. Mas eles não tão deixando, não tão enxergando o que eu tô enxergando aqui. Então, isso aí foi me dando confiança de, cara, eu vou fazer.

Porque o que eu ganho na loja aqui trabalhando, se eu fizer 20% do esforço, eu ganho na rua. Então, é muito pouco esforço. E eu não vou fazer 20% do esforço.

o esforço que eu tenho aqui na loja. Então não tinha como dar errado. Tive medo, tive insegurança, mas a minha vontade de vencer era maior que o medo. Muito bom. E deu certo. Você já teve alguém na Tecar, um vendedor seu, que inspirou na sua história, saiu e montou a loja dele? Hoje eu tenho o Luciano, o Luciano trabalhou comigo 14 anos, trabalhou comigo, foi meu gerente, ele saiu uma vez, não deu certo, peguei ele de volta, e hoje ele tem uma loja no mesmo lugar onde foi minha primeira loja. Ele saiu de novo,

Foi tentar de novo. E eu, cara, vai. Vai, vai. Ainda oriento. O que você acha? Não faz assim, faz assado. Como você se sente quando o cara fala que quer sair pra montar? Cara, eu tô deixando o meu legado. Muito legal. Eu tô mudando vidas de pessoas, de famílias. Eu tô mudando famílias. Qual que é o seu legado? O meu legado, eu mudo vidas de famílias, de empresários. Eu torno meninos em homens. Desde vendedor meu. Vendedor meu, eu ganho 50 pau por mês.

E eu trato ele como uma empresa. Sim. Então, assim, o que eu sinto hoje, eu fico com orgulho.

eu fiz um método e eu passei pra frente esse método. Hoje, inclusive, eu tenho acompanhamento anual. Tipo assim, hoje a Tecara é um braço, meu. Eu tenho vários braços. Nós vamos falar daqui a pouco sobre isso. Mas hoje eu ensino lojistas. Você entra na área de educação, né? Educação. Porque esse setor não tem, né? O cara precisa ir na raça, né, cara? Cara, na verdade, assim, eu vi tanta coisa errada nesse ramo. Nosso ramo é tão mal visto, tão mal falado.

Ah, é vendedor de carro e picareta que eu falei, cara, eu preciso profissionalizar esse ramo. Preciso deixar ele melhor do que eu encontrei. Melhor do que eu encontrei.

Encontrei e eu tô fazendo isso. Então o que eu faço hoje? Eu faço acompanhamento anual com lojistas. Então você tem uma loja de carro, eu quero analisar o seu perfil, porque eu não pego qualquer um. Você tem que querer mudar, eu vou analisar o seu perfil e eu vou, eu e meu time, nós vamos acompanhar você durante um ano pra te ensinar o caminho. Esse aqui é o caminho. Isso aqui, porque, por exemplo, você fala assim pro lojista hoje, cara, você tem que tirar nota fiscal de tudo.

Ele fala, é impossível tirar nota fiscal de tudo. Não dá. Dá. Eu tiro nota fiscal de tudo. Então você vê hoje um monte de lojas envolvidas em lavar dinheiro, com problema. Eu sou o único cara do ramo de carro.

que chamou o Celso Russomano pra vir na minha loja. Eu liguei pro Celso Russomano e falei, eu gostaria que você viesse aqui na minha loja. Quero que você me avalie, me fiscalize e eu quero fazer um conteúdo com você. Eu sou o único cara no ramo de carro se tivesse a coragem. Você tá construindo um castelo de rocha, né? Exatamente. Então assim, hoje eu tô no educacional muito forte. Por que que eu quero? Eu quero ensinar o pessoal a ganhar dinheiro, porque a...

Como é que funciona hoje? Loja de carro. Todo mundo quando vai comprar um carro, você vai vender seu carro. Tem uma Evoque. Você vai oferecer pra 10 lojistas, 10 lojas de carro.

lojas vão pagar mais ou menos o que tem que pagar. É mais ou menos meio baseado ali o valor, você não vai conseguir destuar muito. Se você pegar um destuar muito, você tem que desconfiar. Pô, todo mundo pagou 100, esse aqui pagou 120, você tem que desconfiar, porque ele tá querendo fazer um negócio por algum motivo, ou tá te vendendo um carro com problema, algum motivo. Então, todo mundo lá vai pagar o mesmo valor. Quando você for vender esse carro, quando a loja vai colocar esse carro à venda, existem dois caminhos.

Tem aquele lojista que ele vai pensar só no bolso dele. Pô, paguei 100, vou vender por 110, vou colocar 10 mil no

se é isso aí. E vai ter o lojista sério, que é aquele que fala, ó, eu paguei 100, mas eu tenho que emitir nota, eu tenho que ganhar, eu tenho lucro, eu tenho que pagar minhas despesas e eu tenho que guardar um valor para uma pós-venda, porque eu tenho que segurar um eventual problema. Então, se uma loja já pagou 100 e vendeu por 110, ela não vai conseguir segurar os eventuais problemas que vão chegar. Peguei. Então, uma loja séria vai pagar os 100 e vai pedir os 125, dando um exemplo em qualquer número aqui.

Porque eu tenho que dar o pós-venda, eu tenho que emitir nota, eu tenho que pagar minhas despesas,

trabalho é sério. Quando eu venho no carro pra você, a responsabilidade é minha. Então, eu tenho que segurar o eventual problema que eu achar. E chega, tá? Suporte. Tudo. Então, chega. Então, eu ensino essas lojas que eles não têm que ficar correndo na esteira. Cara, adianta você ficar comprando 100, vendendo por 110 e você não conseguir segurar nada. Chegar um Celso Russoma na sua loja e você não consegue segurar. Porque a partir do momento que você vender o carro pro cliente, a responsabilidade é sua.

Então, se você ganhar troco, você não vai conseguir segurar. Então, você não pode se vender. Você não pode se prostituir. Você não pode se prostituir no ramo. Só que ela fala assim, pô, mas eu não consigo.

Porque o meu concorrente vai pedir 110. Ele... O Brasil é muito grande. Vai ter aquela clientela que quer pagar barato. Mas vai ter aqueles clientes que querem um bom serviço e uma segurança. Mas todos, tanto que quer pagar barato quanto que quer segurança e um bom serviço, todos vão querer a garantia. Então vai de você. Ganhar pouco e estar na mão desse pessoal, porque depois que você vendeu, já era. Não importa quanto você ganhou, você vai ter que dar garantia.

Ou você vai fazer o serviço de excelência. Cara, eu vendi, eu ganhei, eu vou arrumar. Porque carro quebra.

Gestor. Gestor. Que momento você virou essa chave, porque é muito comum dentro do seu ramo, e vários outros ramos, começar na área comercial, aí você entende como abrir uma loja, você abre uma loja, só que você está gerindo uma loja com cabeça de vendedor. Apenas. Sim. E existem outras competências. Sim. É a mesma coisa que um médico vai lá, abre uma clínica, ele só está gerindo a clínica com cabeça de médico só. Sim, sim. Que momento que você entendeu que você tinha que virar essa cabeça e não só pensar mais como vendas e sim como gestor?

a pergunta é muito boa, porque assim, quando eu falei que vou montar minha loja de carros, eu saí de vendedor pra empreendedor. Cara, aí eu descobri um mundo que eu não imaginava. Aí foi tiro, porrada e bomba, cara. Aí é... Aí é o administrador financeiro, contábil, jurídico. Ninguém me contou isso. É o que eu falo, eu ajudei a minha filha. Minha filha tem seis anos. Se minha filha quiser empreender amanhã, eu vou sentar com ela e falar, filha, senta aqui.

Quem é a sua contabilidade? Tem que ter uma contabilidade boa, tá aqui. Quem é seu jurídico? Tem que ter. Eu vou ensinar todo o caminho pra ela.

e você começa a montar um negócio, você só pensa em pagar os boletos, só sobreviver. Você só fala, cara, eu tenho que pagar o aluguel, eu tenho que pagar as coisas, eu tenho que sobreviver, cara. Você fica num estágio que se você errar, você quebra. Então, olha a pressão que você tem, cara. Você vai montar um negócio que você não tem experiência nenhuma de ter um negócio próprio. Eu era vendedor. E se eu errar naqueles primeiros anos, eu fecho.

E 80% das empresas quebram em 5 anos, né? Fecho. Todos os ramos. Então, tem aqui um dos segredos pra eu não fechar, porque eu errei. Eu errei.

pra eu não fechar minha empresa nos primeiros anos, eu ter uma vida simples. Porque a sua empresa tem que ser rica antes de você. Então, todo o dinheiro que eu tinha, eu ponho na empresa e eu vivia igual um lavador, igual um motorista. Muito bom ter, cara, essa visão que você traz. Isso é muito importante. Então, o que eu faço? Tem gente que assalta a empresa, né, cara? Não, cara, não adianta você querer andar de carro zero, porque sua empresa é ser uma badarosca.

Ser um kifo. Então, o que eu faço? Todo o dinheiro que eu ganhava, eu colocava na minha empresa, fortalecia a minha empresa e eu continuava pobre. Pobre, eu morei de aluguel, eu tinha loja de carro,

de aluguel. Por quê? O que era meu pensamento? Isso aqui é a minha fonte de renda. Eu tenho que fortalecer isso aqui. Então eu tenho que deixar isso aqui forte. É só a vaca leiteira. É isso. Cuidado a vaquinha. Eu? Eu já... Meu pensamento era esse. Eu já sempre fui fodido. Tipo assim, eu já sempre fui... Então eu não vou pensar em mim. Eu fico pra último. Pra último. Eu vou ficar em último estágio ali. Eu, Thiago. Primeiro é a empresa.

Então, por muitos anos, por muitos anos, por muitos anos, eu fortaleci minha empresa porque se eu errar, se eu não tivesse fortalecido,

quebrava. Então, quando eu comecei a empreender, eu comecei a ter dificuldades que eu não imaginava na vida. Por exemplo, eu não sabia que era um lucro real, lucro presumido, eu não sabia nada. Tudo isso aí eu fui aprendendo na raça. E aí, o que eu fiz? Comecei vendendo me prostituindo, porque eu queria pagar os boletes. Sim. E aí, pô, como eu vendi um carro pra você, ganhava lá um pouquinho, aí você vem reclamar, eu ia gastar no carro, e aí o que eu gastei no carro pra arrumar eu não ganhei.

E eu comecei a entender o que eu tenho que fazer. É o que eu falo, acompanhamento que eu

pra galera hoje das lojas de carros, eu falo, eu tenho 18 anos de CNPJ, minha empresa é maior de idade, 18 anos. Então, nesses 18 anos eu errei muito e eu fui achando o caminho. Então, eu ia pegar uma loja de carros hoje pra acompanhar, igual ir no Waze. Eu tenho que ir lá no Caio Carneiro, põe no Waze aí, eu vou chegar. Agora vai, não existe o Waze, como é que faz? Onde que fica? Deixa eu parar pra perguntar. Aí você fica parando pra perguntar, fica parando pra perguntar.

E outra coisa muito interessante no ramo de carro é o seguinte, isso aqui é, essa análise que eu fiz, cara, é algo, cara, muito peculiar, mas é muito

verdadeiro. Dono de loja de carros, eles vivem de migalha de informação. Como assim? Migalha de informação. Então assim, você tem uma loja pequeno porte. Aí você tem uma loja de carros, existem algumas lojas de carros pequeno porte que são seus vizinhos, são seus amigos. Então a gente fica lá, meu, ô, quantos carros você vendeu aí? Ah, cara, eu vendi 12 carros, 15 carros aqui. Ô, mas eu tô anunciando aqui no Mercado Livre e tá dando certo, cara.

Ah, é? Ah, vou fazer. Mercado Livre, é, tá, pô. Aí eu vou lá, consigo vender dois carros a mais. Aí daqui a pouco chegou, tô, cara, tô fazendo um negócio aqui, tá dando

certo. Ó, eu faço assim. Ah, é? Como é que é? Me fala. Você fica de migalha de informação. Migalha. Toda hora de estratégia. Migalinha, migalinha. Para de vender um carro. Aí você pega as lojas nível A, as lojas TK, daí pra cima, que existe lojas multimilhadas, ele não vai parar o tempo dele pra falar, cara, você tá fazendo errado. Vem aqui. Eu já tenho muita informação. Eu sou um cara que eu já vim de outro ramo. Eu era um cara do bom, bem sucedido no plástico, bem sucedido. Resolvi montar uma loja e já tá aqui meu jurídico, minha contabilidade,

marketing. Ele não vai parar, chegar numa lojinha pequena e vai ensinar. Essa lojinha pequena vai ficar com a régua ali embaixo com migalhas de informação. Migalhas. Ô, me dá uma migalha de informação. Ô, agora eu tô no WebMorso aqui. Deu certo. Se você colocar ali no plano tal, você consegue vender um pouquinho mais. Ô, legal. Vai lá e faz. É o mercado unido? Totalmente desunido. Totalmente desunido. Totalmente desunido. Exatamente.

E aí o que eu falei? Falei, cara, eu sou a única loja do nível da minha loja que chegou no mais de 100 milhões de faturamentos, nota fiscal, real.

parando pra ensinar, galera. Tô me propondo a ensinar, cara. Eu vou parar, eu vou montar um ecossistema aqui educacional pra ensinar essas lojas que vivem de migalha de informação. Porque você acha que se tem uma loja que trata a maior experiência do cliente, você se prejudica também, né? Exatamente. Você dá maré, né? Exatamente, exatamente. Então, aí eu comecei a ver um movimento na internet de alguns coaches que o cara não manja nada.

Falei, cara, tá errado. Eu sou referência no carro, eu vou profissionalizar esse ramo. E aí eu falo pra galera, gente, são 30 anos de experiência

que eu tenho e eu vou ensinar você. Só que eu quero ver seu perfil antes. Quero ver, se você for um cara cheio de estelionato, cheio de BO, você não me interessa, cara. Eu quero alguém que não tem informação e quer crescer. Eu não quero um picareta. Então, aí foi que eu montei esse braço educacional, que hoje até cara é um braço. Até cara, a loja de carros pra mim é mais um braço que eu tenho. Dou palestra, eu tenho esse sistema de acompanhamento, eu tenho algumas empresas que fecham publicidade comigo. E eu montei esse braço educacional pra ensinar a galera.

Porque quando você vai empreender, cara, é um desafio. Acho que vai dar muito certo, viu? Não, é, entendeu? Porque assim, ninguém te conta nada, cara. Eu, quando eu fui empreender, ninguém me contou que ia ser essa dificuldade toda. Porque é uma dor real, mercado interessável grande, você encurta. Porque hoje você pega esse empreendedor, cara, esse cara que fatura, às vezes, 500 mil no ano, aí ele quer faturar 5 milhões. O que ele vai fazer?

Uma pós-graduação? Esse cara nem tem esse tempo, pô. Não tem. Esse cara não tem dois anos. Ele acha que nem consegue.

Ele acha que nem consegue, ele nem se identifica. A linguagem nem se adapta pro mundo dele, cara. E por que que eu consegui, Caio? Por que que eu cheguei? Pô, como é que você conseguiu ter, cara? Porque eu comecei a andar com pessoas muito maiores do que eu. Pessoas nível muito maior que começou a falar, cara, e isso? E eu sou um cara que eu sou igual uma esponja, eu absorvo, né? Já comecei, desde quando eu comecei como lavador, eu, pô, tipo oportunidade, eu fui.

Então, quando eu comecei a andar com pessoas muito, muito maior do que eu, com um nível muito maior, e começou, cara, por que você não faz isso aqui? Como? Como?

Ah, sim, tá? Comecei a entender. A hora que você pega o caminho, que você entende o caminho, aí fica fácil. Qual foi o seu maior aprendizado nos últimos anos? Você falou assim, cara, isso aqui foi... Ah, um dos maiores aprendizados que eu tive é o seguinte, você... Essa é a questão do lucro. Você, quando você vende algo, você vai ficar refém da pessoa. Você vai ficar refém da pessoa. A pessoa não quer saber se você ganhou, quanto ganhou, deixou de ganhar.

Então, pra você vender, você tem que ganhar. Então, meu maior aprendizado é o seguinte, você quer comprar, mas eu vou ganhar. Sim.

Se der alguma coisa, eu vou ter que dar o responde. Então, eu vendo, mas eu vou ganhar. Ou seja, cultura de margem. Respeitar a tua margem. Respeitar a minha margem. Você tem que saber... Meu maior aprendizado... Vou responder. Meu maior aprendizado foi saber falar não pro lucro. Sim. Falar não pra venda ruim, né? Não pro lucro. Chegavam qualquer oferta, não vou vender. Não, vou falar não pro lucro. Aí chega o vendedor, mas, meu, você vai deixar de ganhar 15 mil reais?

Vou deixar de ganhar 15 mil reais. Vou deixar. Que é uma venda ruim. Uma venda ruim. Então, meu maior aprendizado nesses últimos anos é saber,

falar não pro lucro, que é difícil. É difícil, cara. É difícil, porque vai ter aquele pensamento. O que eu aprendi no ramo? Cara, lucro não... Já viu o que tá do lucro não quebra ninguém? Quebra, lucro quebra. Se é uma venda ruim, quebra, né? Quebra. Se você fizer várias vendas ruins, vai te quebrar. Você vai perder seu nome. Então, o meu maior aprendizado é que tem que saber falar não pro lucro. E isso é difícil, cara. É o mais difícil de eu colocar na cabeça da galera que faz o meu acompanhamento, que tá comigo lá querendo aprender.

Você tem que saber falar não pro lucro. Porque, assim, você falou não aqui, daqui a alguns dias,

vai chegar outra pessoa e vai falar assim, tem que valorizar o seu negócio. O Brasil é muito grande, cara. Você sabe que 10%, menos de 10% das minhas vendas, menos de 10% é do pessoal do meu bairro. É o pessoal do meu bairro. Por quê? Ah, vou ali na loja e eu compro um cheque predatado, eu não vendo predatado. Se você quer parcelado, a gente vai financiar. Eu não faço boleto pra 30, é à vista. Então, assim, colocar na cabeça

empreendedor, cara, é melhor você olhar pra sua mercadoria do que você ter papel na mão. E você tem que esperar chegar o comprador. Então você falar não pro lucro, acho que foi o que mais eu demorei pra entender. Ótimo aprendizado, cara. Ótimo, ótimo. E se eu for dar um cavalinho, vou pegar esse assunto, vou dar um cavalinho de pau. Quando a gente pensa numa loja, quanto mais visibilidade uma loja de rua tem, melhor. Certo. Esse movimento.

E pra mim, a internet é a maior avenida do mundo. Certo. Passa gente demais. E você,

Você de um tempo pra cá, você aumentou muito a sua visibilidade. Certo. Eu, por exemplo, o cara já te sigo há muito tempo, conheço você já há mais de quatro anos. Mais de um tempo pra cá, eu vi o cara pra tudo que é lado. Certo. O que você fez, Tiago? Boa, boa, boa. Tá? Bom, vamos lá. Primeiro essa questão que você falou de uma rua movimentada, você vai vender mais. A internet foi a coisa mais democrática que veio nos últimos tempos.

Todo mundo pode ter um ponto nessa avenida. Todo mundo. Então, como é que era antigamente? O cara rico?

uma loja. Onde que é? Bom, Avenida Paulista. Quanto que é o aluguel lá? 300 mil reais. O rico montava e ia virar um negócio dele. O pobre ia montar uma loja. Onde que é? Cara, conseguiu montar lá em Ferraz de Vasconcelos. Quanto que é? 5 mil aluguel. É lá. Não ia conseguir performar. Então, o pobre cada vez mais pobre e o rico cada vez mais rico. Era assim antigamente. Quando veio a internet, você com a sua vitrina e o celular.

O trabalho que você fazia aqui nivelou pra todo mundo. Nivelou pra todo mundo. Vai a sua performance. Então, acabou. Então, já tô... Isso aqui me ajudou muito, cara. Beleza. O que que eu fiz?

Quando eu vim aqui, uns anos atrás, eu era o cara que vendia carro para os famosos. Muito jogador de futebol. Jogador de futebol, MC, cantor, etc. Eu comecei com esse movimento na internet e eu cresci com esse movimento na internet. Eu cresci com o número de seguidores, fãs. Por quê? Você ia lá comprar um carro comigo e eu pegava um pouquinho da sua audiência e fazia um conteúdo. Que nada mais é que isso aqui está me dando um palco, isso aqui é um show, e você está me dando uma hora do seu palco para eu performar aqui.

Pô, gostei do TK, vou seguir ele. Então você tá dando... A internet é isso. Porque eu gosto de você, eu te amo. Obrigado. Obrigado. E aí o que acontece? A internet é um palco. E eu cheguei e comecei a vender carro pra famosos. E eu peguei um número de seguidores bom e peguei uma relevância boa. Peguei um número de seguidores muito bom. Fiquei meio que famoso como o cara que vende carro pros famosos. Esse movimento que eu fiz, começaram outras lojas, outros comércios fazendo esse movimento.

Sem graça. Pô, o jogador tal lá já comprou três vezes no TK, não tem mais novidade nisso. Ah, o fulano comprou já... Qual que é a novidade? Ah, o Thiago Nigo já foi lá, qual que é a novidade? E aí o que eu observei? Falei, cara, como é que eu vou me manter... Relevante. Relevante. Se o que eu já faço já não tem, mas já tô quatro, cinco anos, mas isso aí já acabou a graça. Aí eu ficava na esperança de vir mais algum outro famoso.

Agora o Léo Santana chamou. Não, legal, temos um conteúdo. Eu ficava na esperança. Aí eu falei, cara, como é que o Toguro faz? Como é que esses caras...

Marçal, eu lembro que as pessoas que eu pensei, Toguro, Pablo Marçal, como é que esse pessoal se mantém na internet e não vende nada pra famoso? Você fez essa pergunta? Juro, eu fiz essa pergunta. Esse foi o meu questionamento. Como é que essas pessoas se mantêm na internet e não dependem de ir famoso? Porque eu dependia de chegar um famoso pra eu fazer um conteúdo. O que que eles fazem? Conteúdo. Conteúdo de valor. Cada um no seu nicho.

Aí eu falei, é isso que eu tenho que fazer, conteúdo. E comecei, comecei pra internet fazer conteúdos. Aí que tipo, conteúdo, você dava dica de venda, dica de liderança?

Você vai achando o que encaixa. Então eu comecei com... Pô, bateu uma Ferrari lá em São José. Uma Ferrari amarela. Pô, vamos fazer. Isso aqui vai dar bom. É desgraça, a galera ama. Gente, você viu que bateu uma Ferrari aqui? Ah, visualização. Vamos fazer. Dicas de vendas. É bom, mas a visualização é pouco. Tudo que é educacional, a visualização é baixa. Que loucura, né? Tudo que é entretenimento, a visualização é alta. Você ensinando o cara a ganhar dinheiro, pouco viu. Pouco. Comentando que o cara fez uma barberagem com a Ferrari... Arrebenta.

E aí eu comecei a fazer conteúdos, conteúdos. E aí o que acontece, cara? Começou a crescer, começou a crescer, começou a crescer. E eu entendi que eu tava deixando de ser o cara que vendia carros famosos pra virar o TK. E hoje a minha maior inspiração que eu tenho, assim, o cara que eu acho mais foda que já teve foi o Silvio Santos. Porque o Silvio Santos é o seguinte, ele era o maior vendedor. E o que ele fazia pra vender? Entretenimento.

Então, cara, esse cara pra mim é, assim, é o cara que eu olho e falo, esse é o caminho.

Que o teu conteúdo, gerar conteúdo, seja entretenimento, seja alguma dica, seja um bastidor, seja uma história, se conectasse, desembocasse na tua loja. Porque você tinha que vender. Mas então, o primeiro passo que você tem que fazer de conteúdo para você vender é você não vender. Não, isso é claro. A partir do momento que você oferece uma mercadoria, você virou o cara chato. Sim. Então, o primeiro passo. Se você olhar meus conteúdos, você nunca vai falar assim, entrou esse carro aqui,

Você só contava histórias. O que eu faço? Aí eu descobri um dom da comunicação. Falei, cara, eu sou um cara que eu me comunico bem. E eu vou fortalecer nisso. Eu sou um cara que eu converso com todos os públicos. Então vamos falar de vários assuntos. Eu sou uma pessoa que eu não tenho vergonha em falar que eu não sei. Eu não sei. Me fala. Me conta. Eu não sei. Tipo, eu sou real. Eu não sei. Me fala isso que eu nunca vi falar. Me fala.

E esse meu jeito genuíno começou a chamar a atenção da galera. Pô, como é que um cara bem sucedido, dono da Tecaro,

foi lá com o Caio Carneiro e falou que não sabe sobre esse assunto aqui. Não sei. Eu não sei. Meu público não sabe. Me ensina aí. E eu comecei a performar na internet. E eu comecei a crescer muito. Aí no ano 2024, finalzinho de 2024, teve uma briga lá entre o Alexandre de Moraes e o cara do Instagram lá. Um zum zum zum. E aí ele falou, pô, se a pessoa tirar o Instagram, se o Instagram sair do ar. Aí eu falei, cara, se o Instagram sair do ar, o que eu faço? Tenho que me movimentar mais uma vez. A vida é feita de movimento.

vez que você gera um movimento, você ganha dinheiro. Cada vez que você movimentou, ganha dinheiro. Falei, preciso me movimentar, cara. Eu não posso depender do Instagram, vou pro YouTube. E aí foi a minha grande sacada, porque eu saí de uma plataforma que eu tinha um minuto pra falar, um minuto e meio, pras pessoas me ouvirem, com cortes polêmicos, Porsche é carro de pobre, etc e tal, pra ir pra uma plataforma que eu conseguia falar 40 minutos e mostrar o meu jeito de ser como eu sou.

Real. Não só falar que áudio é carro de pobre, Porsche é carro de pobre, o pessoal me

xingar. Não, eu vou mostrar quem eu sou. E aí quando eu fui pro YouTube, aí o negócio tomou uma proporção que nós estamos vendo aqui hoje. O negócio foi, eu comecei a chamar atenção de outras páginas grandes do YouTube, como Cariane, Tiago Nigga, etc e tal, João Adib, porque eu sou uma pessoa que eu performo muito bem, performo muito bem na internet. Até então você não tinha canal no YouTube? Não tinha, não tinha. Tanto é que eu comecei no YouTube em janeiro de 2025, comecei a fazer conteúdos, até o mês 6 eu apanhei, janeiro

mês seis, eu apanhei, apanhei, dava mil visualizações, duas mil visualizações, aí um dia chegou um influencer na minha loja, com um formato diferente, e eu peguei aquele vídeo dele e postei, bateu trezentas mil visualizações, aí eu falei, cara, esse é o formato, e é o que eu sei fazer, o que que é? Bater papo, que eu tentei fazer podcast, não deu certo, porque eu sou um cara que eu não gosto de ver a história dos outros, eu gosto de contar a minha, sou igual a Faustão, só eu falo, só eu falo, não quero saber dessa história, quer falar a minha, eu sou ansioso, você começa a falar a sua, tá bom, beleza, entendeu? Não quero saber,

Eu sou milhão, eu sou 200 por hora. Tanto é que eu fui no podcast e o Ninja, eu quase enfartei lá. O Ninja não parava de falar. Não, Deus feliz. Você ia ser infeliz. Nossa, eu fui no podcast com o Ninja, o Ninja não deixava falar, eu falei, cara, vou levantar, vou embora dessa porra aqui, mano. Cara, deixa eu falar, tô aqui, o negócio tá aqui, eu não consigo falar, eu gosto de falar, mano. Tanto é que você fala, cara, você parece Faustão, deixa ninguém falar.

Eu falo, que bom. Então me referência com o cara top. E aí eu fiquei até o mês 6 ali, porra, apanhando, apanhando. Aí veio esse novo formato, eu falei, cara, isso aqui,

que eu gosto. O que que é? Bater papo, falar sobre vários assuntos. Comecei do mês 6, meu canal começou a performar, eu tô com 973 mil inscritos, falta 20 e poucos mil pra bater um milhão de inscritos no YouTube. Muito respect no YouTube. O que que você viu que deu certo? Foi formato o quê? Vídeos mais longos? Por exemplo, vou dar um exemplo, o Verdun foi na minha loja, o lutador lá. E aí, pô, vamos gravar, vamos gravar. E ele foi gravar pro canal dele.

Aí ele chegou assim, aí uma hora tá dentro do carro e falou, cara, fica dentro do carro que eu vou, nós vamos gravar aqui.

Aí a equipe dele deu um textinho pra ele. Então tá. Ele, então eu tô aqui agora, aí eu vou falar, você sai do carro. E ele errou umas três vezes. E eu já tava, cara, já ansioso. Pô, eu tô aqui dentro do carro e ele erra. Aí eu falei assim, ô, Verdun, deixa eu falar pra você, irmão. Meu, como é que eu faço? Eu já, pô, já vim gravando já pra pegar a reação real. Eu, quando eu vou gravar, eu já quero que o meu videomaker já pegue você chegando real.

Real. Porque você chegou, cumprimentou. E aí, beleza. Aí, vamos gravar agora? Então vamos. Aí eu tenho que fingir que eu tô te vendo agora. Aí eu fui falar isso pra ele e falou assim, tá bom,

cara, mas você faz isso no seu canal. Falou pra mim, não no meu. Eu falei, beleza. Então, tipo assim, o que que eu faço? Cara, liga a câmera. Ah, o carro carneiro tá chegando? Ó, chegou, encosta o carro. Liga a câmera. Liga a câmera. A sua foi assim quando eu cheguei aqui. Você quer ver ou ficar louco? Eu vejo um vídeo, vejo um vídeo na internet que a pessoa vai gravar e a pessoa vai assim, ó. Então, sabe? Ô, cara, aquele segundinho que lá me dá um fonequito.

Cara, tira esse segundinho ali. Tipo assim, aquele segundinho de silêncio, gravando, gravando. Então, gente, vou aqui. Não, cara, já tem que já tá gravando do começo. Então, o que que eu fiz pra dar certo?

Eu mesmo. Da forma real. Lógico. Pô, falamos uma besteira aqui. Pô, vamos editar isso aqui? Vamos. Vai prejudicar. Não quero prejudicar ninguém. Mas o que que dá certo? Eu ser eu mesmo. Espontaneidade. Espontâneo, cara. Uma vez eu gravei um conteúdo com uma pessoa. Ele foi lá, gravou, gravou, gravamos. Aí ele falou, pô, cara, meu áudio ficou ruim. Eu tenho que fazer de novo. Eu falei, não faço. Não faço, porque se eu fizer tudo de novo, parece que foi combinado.

Eu não faço nada. Eu faço real. Tem que ser espontâneo. Então, a minha maior sacada é ser espontâneo. Que frequência você tá fazendo no YouTube? Dezembro.

Tem 31 dias. Eu tirei 15 dias de férias. Eu soltei 37 conteúdos em dezembro. Média de 40 minutos cada um. 37 vídeos? 37 dezembro. E eu tirei 15 dias de férias. Esse mês aqui, por exemplo. Nós estamos com um monte de vídeo que vão começar a soltar meio dias e às 18. Porque eu estou com muito vídeo encavalado. E começa a passar o time e já foi. Então assim, a minha média é um por dia. E onde que é o X da questão? Qual que é a parada? Por que que eu faço isso?

Ah, TK, você virou um youtuber? Não, cara. O que que eu faço? Entretenimento. Chama atenção de geral. Geral chama atenção. Cresce, cresce. Tô com o canhão virado pra mim. Quem que é o TK? Vende carro. Vende carro. Educacional. Educacional. Palestra. Dou palestra. Tenho contratos com a Growth, Love, Perfect. Fecho vários contratos de publicidades. Então, assim, eu viria um apresentador no qual eu tenho vários braços, no qual eu tenho um ecossistema que eu ganho dinheiro. Eu tive o Santos com o SBT, Tieta Lecena, Baú,

Exatamente. É exatamente isso. É nisso que eu me espelho, me inspiro. Hoje o carro é um braço. O palestra é um braço. O educacional ali é um braço. Os contratos que eu tenho com as empresas de publicidade é um braço. E você está querendo uma TV. O YouTube é um braço. Então assim, hoje eu fico metade do dia na loja. Eu vou lá e fico metade. Ah, é outra. Como é que eu consegui deixar fazer isso? Eu larguei a loja. Eu montei um...

ecossistema setorizado, minha loja já tem 28 pessoas, no qual fatura, minha loja fatura muitos milhões, e eu ando igual um reloginho, e eu consigo em meio dia, só tá lá, o dono tá aqui, e aí, como é que tá isso aqui, vamos mudar isso aqui, vou tomar algumas decisões, pô, agora tarde eu vou gravar com o Caio Carneiro, depois eu vou gravar com o Igor Fino. Chegou com um diretor geral lá no seu lugar? Tem um diretor geral, no qual a gente faz reuniões semanal, diária, toda hora, pra corrigir algumas coisas o tempo todo, eu tô com todo o ecossistema ali na minha mão,

acompanhando, vendas, relatórios, tudo. Todas as dúvidas eu tenho, fico meio dia na loja ali, focado ali no que eu tenho que fazer da loja, só olhar esses números, e a outra metade do meu dia é entretenimento, apresentador. Aí você chama do que você quiser, youtuber, apresentador, o que for. Então assim, e o negócio vem dando certo, cada vez crescendo mais, eu aluguei um galpão de mil metros, hoje eu tenho mais de cem carros na oficina, eu tenho uma oficina mecânica dentro da minha oficina, tem um sistema muito grande na minha oficina, na minha loja, assim, pra poder ser,

vender, vai passar na oficina mecânica, lavagem, funilaria, tem o tudo. Então o negócio é igual um reloginho. E eu só vou acompanhando. Cara, muda isso aqui, escuto muito meus profissionais. Cara, vamos fazer assim, vamos fazer, vamos testar do seu jeito. E o YouTube é o que que é? É meu canal de televisão no qual eu consigo chamar atenção de geral e o que que eu vou vender pra você? Ah, pra você eu vou vender um acompanhamento anual, vou mudar a sua vida.

Ah, você vai vender só um carro? Um carro, você quer fechar uma publicidade comigo? Igual a Growth? Vamos fechar uma publicidade. Ah, eu quero fechar uma palestra com você. Vamos fazer. Agora dia 19, 20,

21 de abril, eu tenho evento presencial em Alphaville. Eu vou fazer um evento presencial. Então vai, tipo, o Tiago Nigo já tá confirmando data, ver se o Karine vai. Então eu vou fazer um evento presencial onde vai ter lá, sei lá, mil lojistas, 500 lojistas, nós vamos ver o tamanho do evento, qual que vai ser. Mas vai ser dia 17, 18, 19 de abril, né? 17, 18, 19 de abril, eu vou fazer um evento presencial. Legal. Então, assim, o carro hoje é o meu principal porque eu comecei e é o meu storytelling.

Eu tenho que ter o carro. É o que te dá a chancela de credibilidade também. É o que me dá. Esse cara...

Tiago Negro, e a gente, nós fomos gravar, e ele falou assim, eu falei, pô cara, vou pegar uma... É o que a gente diferencia apenas de um cara técnico ou empreendedor de palco, né? Eu, eu, exatamente, eu tava com o Tiago Negro, e o Tiago Negro falou, pô, você vai pegar a G63, carro de dois milhões e meio? Eu falei, vou, ele falou, falei, cara, vou realizar um sonho, ele falou, meu, cuidado, você vai ficar realizando um sonho, quando esse cara tá realizando muito sonho, eu falei, tô realizando muito sonho, porque eu era muito duro, mas a pressa inimiga da perfeição, ele falou pra mim, eu falei, ô Tiago, deixa eu te falar, você, há dez anos atrás eu já era rico, e eu podia comprar esse carro há dez anos atrás, eu tô dez anos atrasado, e eu sou um dos poucos

Levantou uma portinha, montou um negócio físico, teve sucesso no seu negócio pra depois virar influência. Um dos poucos. Eu sou um dos poucos influência que tem algo físico. Porque a maioria vira influência, ganha dinheiro e vira sócio nos negócios. Eu não, eu fiz o caminho mais difícil. Quando você entrou no Instagram, você já tinha dado certo. É que, na verdade, o Instagram pra mim foi um... Aconteceu. Não foi algo planejado.

Aconteceu e eu vi aquela oportunidade e falei, cara, tô tendo voz aqui. Então, assim, eu sou um cara bem seguro de mim, assim, bem seguro mesmo.

Eu poderia ter que fazer muito mais do que eu faço. Porque sempre aquele... Cara, eu sou rico hoje, mas minha empresa tem que ser muito mais rica. Meu ecossistema tem que ser muito mais rico. Até hoje eu tenho esse pensamento. Trinta anos. Trinta anos. Qual foi o dia mais difícil? Cara, o dia mais difícil... Eu tive... Quando eu... O dia mais difícil foi esse aqui. Quando eu resolvi mudar de uma loja média para uma loja premium, eu tomei uma decisão muito grande ali, que eu fui assaltado na loja que eu tinha antes.

Eu tinha uma loja média, eu fui assaltado, entrou três meliantes lá, roubaram dois carros.

E eu me vi numa situação de mudar de vida, de mudar de ponto. Quando eu fui montar essa minha loja que eu tenho hoje, que eu já quadripliquei o tamanho dela de quando eu fui montar em 2017. Eu ia sair de uma loja média pra uma loja premium. Eu comecei a fazer a obra. E eu meio que me perdi ali, me empolguei. Eu tinha o pensamento que eu falo da Calvin Klein. Já falei isso da outra vez. Cara, por que uma Calvin Klein pra vender uma cueca de 100 reais, uma mega estrutura,

um palho de 10 mil reais é várzea. Porque você vai numa loja de carro popular, você vai comprar um carro popular, depende do lugar que você for, é um lugar, um terreno, coloca carro, aí choveu um dia antes, cheio de poça d'água, aí você vai no banheiro, você tem que, eu posso usar o banheiro? Aí você pula uns pneus, pula galão de gasolina, um banheiro sujo, pessoa mal arrumada, pessoa toma o café o dia inteiro, aquele bafo de café velho, te atender pra vender um palho de 10 mil reais. E você ir numa Calvin Klein, vai comprar uma cueca de 100 reais,

estrutura gigantesca. Aí você vai comprar cueca de 100 reais e coloca duas notas de 50. 100 reais, é minha. Você vai comprar um carro de 10 mil reais, coloca 10 mil reais em nota de 50 aqui, o tanto de dinheiro que é. Por que pra você ter uma loja de carros, pra você vender um produto de 10 mil reais tem que ser largado desse jeito? E por que pra vender uma cueca de 100 reais é uma mega estrutura? E eu entendi que a experiência vende.

E aí, respondendo a sua pergunta, qual que foi a sua decisão mais difícil? Quando eu montei essa experiência que eu idealizei na minha cabeça, eu me perdi nas finanças,

Quando eu fui passar a régua, eu tava com uma loja linda, pouquíssimo capital. Falei, cara, quebrei. Porque como é que eu montei essa loja? Eu não consigo pegar o dinheiro de volta. Ninguém compra ponto. Hoje eu venderia meu ponto, porque hoje eu consegui fazer o ponto. Mas o que eu vou fazer? E aí eu tinha acabado de casar, eu tive que vender o apartamento que eu morava pra injetar dinheiro na loja e voltar a morar de aluguel.

E eu ligar pra minha esposa pra dar aquela notícia. Ela na hora falou, tô com você, mas você se sente um pouco derrotado. Eu liguei pra ela e falei assim, ó, eu errei.

fui por um caminho que eu achava que era o caminho e a gente vai precisar morar de aluguel. Então, eu tomar essa decisão de eu ligar pra minha esposa, pô, você é o super homem em casa, você é o cara. Aí você fala, pô, a gente vai ter que morar de aluguel, é algo, acho que foi a coisa mais difícil da minha carreira que eu tive, de eu ter que ligar pra minha esposa e falar, cara, fracassei. Vamos ter que vender a casa. Ter que vender e voltar a morar de aluguel.

Aí minha esposa falou, minha esposa tá comigo desde quando eu comecei. Já tá comigo 18 anos. Eu não tinha loja ainda. Ela falou, o que você fizer, eu tô com você. Se amanhã você voltar a virar manobrista, eu tô com você.

com esse pobre. E aí eu vendi o apartamento, fui morar de aluguel. Como ela chama? Paloma. Paloma. Tamo 18 anos juntas. É meu porto seguro, cara. Manda um recado pra Paloma. Até me emocionei agora, cara. Vi, te amo. Você é tudo na minha vida. Você, minha filha Luísa, eu amo vocês. Eu faço tudo que eu faço por vocês. Por vocês. Não faço bem, faço por vocês. É isso, te amo. Você é mulher vale ouro, hein, cara? Cuida dela, você é mulher vale ouro. É, vale, vale.

É brava, é brava, viu? Eu falo que eu tenho uma brava também, mas tá comigo desde nada, assim, cara. Comigo ali, conheci minha... A família tinha 17 anos, eu tinha 20. É, minha esposa tinha 17. Eu tinha capaz de fazer 18. Era um cara só sonhador. Então, animal, vale. É que assim, a minha esposa, hoje eu sou o Tecar, maravilhoso, cara foda. Mas você tem os seus momentos, você fala, cara, vai dar errado, puta, eu sou um bosta, tá dando errado.

E é onde a sua esposa aí, tu fala, você é louco? Levanta a cabeça, você é o Tecar.

Você é um cara e a pessoa te põe pra cima quando você precisa. Então, é só essa pessoa que tá com você que sabe dos seus medos. A gente tem medo. Eu tenho medo até hoje das suas fraquezas e te coloca pra cima. Então, eu costumo falar que ela é minha cara à metade. Tipo assim, o que eu sou fraco, ela me põe forte. Irmão, nessa parte final, no último bloco aqui do podcast, a gente vai pra perguntas da galera que tá aqui na plateia acompanhando.

Bora! Produção, quem é primeiro? Ricardo, pergunta sua, meu irmão. Microfone seu, manda bala.

Parabéns pela trajetória aí, Tecar. Dividi um pouco sua mentalidade conosco aí. Minha pergunta é, pra ser um ótimo vendedor, no seu ponto de vista, qual que é a maior habilidade que ele precisa ter? Obrigado pelo... Como é que você chama? Ricardo. Obrigado, Ricardo. Pô, essa pergunta é boa, porque toda segunda-feira eu faço reunião com o meu time e eu bato muito nessa tecla. Pra você ser o ótimo vendedor, o melhor vendedor que tiver da sua equipe, você tem que falar com mais pessoas do que todo mundo. Jogo de números. Jogo de números.

Quantas pessoas falaram, os vendedores falaram? Falou no mês, falou com 500 pessoas, eu vou falar com mil. Então, pra você ser o melhor vendedor, você tem que se relacionar com mais pessoas. Então, não existe aquele tempo, vou parar pra tomar um café. Não, você vai falar com pessoas o tempo todo. Quanto mais pessoas você falar, mais pessoas você se relacionar, você vai vender mais. Então, pra você ser o melhor vendedor, falar com mais pessoas, falar com o dobro de pessoas que o seu concorrente nas vendas fala. Que nada mais é. Aquela coisa, fala com mais, próximo assunto.

É isso, é isso. Cara, quanto mais pessoas você falar, mais você vai vender. Animal, eu gosto de você que você é objetivo. Prático. Segunda pergunta, produção, quem é? Cauã, o microfone é teu. Obrigado, Thiago. Tudo bem, Caio? Thiago, construir uma empresa, construir um legado, uma história, é realmente conseguir fazer com que as pessoas que estejam com você comprem a tua ideia. Como vendedor de carro, entendo que você também está vendendo. Mas qual é o principal comportamento que você identificou em você,

sonho para as pessoas? Você conseguiu mover as pessoas numa direção específica junto com você? Eu acho que a maior habilidade de um vendedor para as pessoas quererem comprar dele é vender sem vender. Então você vai mostrar o produto e as vendas é um jogo. Se o cliente perceber que você precisa vender, ele não vai comprar ou ele vai querer te esfolar para comprar. Então a maior habilidade que você tem é o seguinte, vender se você não for comprar, quem está perdendo é você, não eu. Porque tem outra pessoa para comprar aqui e para você achar outro carro

nessa qualidade, outra mercadoria nessa qualidade, você vai ter dificuldade. Então, aqui, você vai ter o problema, não? Então, se você conseguir colocar isso na cabeça do cliente, que quem está perdendo é ele, a venda é feita. E o que é importante? Eu falo para os meus vendedores, você ter bagagem, vai viajar, vai fazer coisas para você conseguir conversar com o seu cliente de igual. Então, por exemplo, vou dar um exemplo aqui.

Você vai para Bariloche, que é barato, para Neve. Você começa a negociar com o seu cliente. O cliente começa a te olhar, você lê embaixo,

é um vendedor. Aí você fala assim, cara, você já foi pra neve? Você viajou pra neve? Não. Você nunca foi pra barilhote? Cara, pô, esquiala é animal. O cara já te vê lá em cima. Você já é visto como uma autoridade. Então, o que que eu falo pra vocês? Pra você vender, você tem que ter bagagem, tem que ter conteúdo. Tenha conteúdo. Vai em restaurante bom, vê como é que é a experiência. Você já foi no Latambui? Já foi no Fasano? Cria essa autoridade sobre o seu cliente.

Porque o cliente, quando vem comprar algo de você, ele te vê inferior. Quando você cria uma autoridade com bagagem, conteúdo, ele te vê acima. Aí a autoridade é sua.

Aí você vai levar o cliente pra onde você quiser. Eu vou abrir um parênteses nessa pergunta. Como você faz pra vender a visão dos caras querendo ir trabalhar na Tecar? Por que o cara tem que escolher? Sabe aquela coisa? Sim, sim. O cara tem que estar, o cara desejar estar lá. Eu costumo dizer que a Tecar é o Real Madrid. Eu falo, cara, você está no Real Madrid, você está no Champions League. Então, o primeiro passo, a pessoa pra trabalhar comigo não pode falar gíria. Porque os vendedores de carros, eles têm o mesmo linguajar.

diferente disso. Porque quando você fala... Existe um dialeto do... Existe, existe. Então, quando você liga numa loja, aquele vendedor fala uma linguagem que outras lojas falaram, a primeira coisa que a pessoa fala, pô, esse é mais um vendedor, mais um picareta. Quando você fala com outra forma de falar, com outros termos técnicos, você se iguala ao cliente. Então, isso é uma... Cara, isso eu demorei pra entender, viu? Demorei.

Demorei muito. E o que eu falo pra galera que vai trabalhar comigo? Cara, eu vou te pagar muito bem.

muito bem, eu vou te pagar acima do mercado, mas eu quero resultado. Você está no Real Madrid do negócio, Champions League. Então é oportunidade da sua vida. Ou seja, é uma concessão, é uma contrapartida. Eu vou te dar ferramenta, mas também vou exigir excelência. Tanto é que lá na loja, o que eu olho? Eu não olho quem está ganhando mais. Quem são os vendores que estão ganhando menos? Cara, você está me atrapalhando. A sua cadeira me custa X por mês.

Você está ganhando muito pouco. Se você não performar, eu vou tirar você. Então eu vou sempre olhar os dois piores salários. Quem são os dois piores salários?

Ó, foi fulano e o Beltão, eu quero falar com eles. Cara, você está me atrapalhando. Para você estar sentado nessa cadeira aí onde o Brasil, os vendedores do Brasil queriam estar, você tem que me dar tanto de lucro. E na cabeça do cara também é bom, porque, cara, eu quero que você ganhe mais. Tanto é que o pagamento das comissões, meu financeiro faz, eu nem vejo. Não é que o negócio... Tem que ser feito o que foi combinado em ponto.

Então, eu vou sempre olhar os que estão ganhando menos. Quem são os dois? Eu tenho lá sete vendedores, às vezes oito, às vezes seis, é que vai mudando, né? Quem são os dois que ganharam menos? Ah, fulano, eu quero falar com eles.

ó, cara, não quero, isso aqui você tá me atrapalhando, eu quero te pagar mais. Se você não melhorar, você tá fora. E é três meizinho, não melhorou, tá fora. Porque eu quero pagar mais, porque se eu tô pagando mais, eu tô ganhando mais. É cultura de seleção, de essa performance, né? Exatamente. Animal. Última pergunta, produção, é quem? Linda, tá? Sua pergunta. Olá, tudo bem? Primeiramente, foi incrível estar escutando você. São pessoas admiráveis.

Adorei conhecer a tua trajetória. Obrigado, obrigado. Em um momento da conversa, tu falou sobre o jogo ser muito diferente quando tu começou a empreender.

Eram muitas coisas ao mesmo tempo, muita coisa pra aprender, muitas coisas pra conseguir lidar. Que habilidade, além de vendas, tu acha que se lá no início, quando tu tava começando a empreender, tu tivesse priorizado em desenvolver, teria acelerado os teus resultados? Pô, ótima pergunta, cara. Me dá razão, hein, cara? Ó, o que que eu mudaria hoje? Eu, quantos domingos eu fui jogar bola? Acordava, ia lá no Lausanne Paulista, lá na Vargas, ia jogar bola. Tinha uma bola, ia falar, isso aqui é minha válvula de escape.

do Alfredo Soares, eu fui lá e eu olhei lá, tinha 4 mil pessoas lá aprendendo, cara. Falei, caramba, o pessoal para no domingo pra aprender. Pô, eu tive que aprender apanhando. Se eu tivesse alguém pra me ensinar, então assim, o que eu teria mudado? Eu teria investido em informação e educação. Quanto mais informação você tem, mais você vai ganhar dinheiro. Põe isso na cabeça de vocês. Quanto mais informação você tem, mais você ganha dinheiro.

Então, o que eu teria mudado era investir em informação. Ao invés de eu jogar bola, eu ia investir, não, eu quero

Vai fazer um curso de gestão. Curso de gestão. Quem que é o cara? Quem que é o cara dos caras? Eu vou lá. Eu vou investir em informação. Porque quando alguém te ensina, você não apanha com dinheiro, você não apanha com noites sem dormir, você não apanha com cabelo branco, porque alguém te ensinou. Não vai por esse caminho, vai por esse. Lógico, é sempre pegando referência às pessoas que realmente fazem, porque tem um monte de coach picareita.

Então, assim, o que eu mudaria, o que eu mudaria na minha vida, eu teria investido em informação. Alguém me ensinar. Porque como é que eu fiz? Eu sempre fui fazendo.

Fui fazendo, aprendendo. Errei aqui, errei aqui. E fui apanhando. E quando eu vi que existe esse mundo educacional imenso, que muita gente acha, pô, isso aí é besteira. Porque a cabeça de muitos, por falar do lojista, ah, o que ele tá falando, eu já sei. Isso aí não tem, o cara não sabe. Você não sabe. Você não sabe. Todo dia a gente aprende. Então, eu teria investido em informação, porque se eu tivesse mais informação, eu teria menos problema e ganhava mais dinheiro.

Muito bom. É isso aí. Gente, vamos fazer, cara. Irmão, mensagem final pra galera que é... Pô, foi animal, bicho. Foi animal, cara.

Obrigado, obrigado, obrigado. Foi aula. Obrigado. Além de ter umas paradas porrada, você foi em pontos e eu acho que você conecta muito, né? Sim. Você conecta com o cara que já tá indo bem, você conecta com o cara que tá sonhando, sabe? Sim. Se esse cara conseguiu, eu também consigo. Que tem gente que tem a síndrome do patinho feio, né, cara? É. Esse do patinho feio é legal, você fala assim, ah, pô, a pessoa me menosprezou, a pessoa...

Cara, vai conquistar, não chora. Ah, porque o carneiro não me chamou pra ir no podcast. Cara, conquista, não vai pedir pra ir. Ou me leva, não, conquista.

ser alguém, vai crescer, que você vai ser convidado. Isso no geral. O patinho feio é isso. A pessoa fica, ah, pô, cara, vai conquistar, vai atrás, vai ser alguém, vai performar, vai ser exemplo pra alguém, pra alguma pessoa. Interessante. Pra você ser convidado. Mensagem final só pra galera. Cara, mensagem final é... Hoje em dia, o mundo da internet, a gente vê muita coisa fácil, muita coisa rápida. E a gente tá vendo que tudo que é muito rápido, fácil, tá acabando. Então, assim, teve essa leva de, pô, galera ganhando dinheiro fácil,

rápido, o pessoal sumiu. Eu tô aqui, você tá aqui, os de verdade estão ficando, os de mentira somem. Então, assim, não acredita tudo que você vê na internet. Você vê um cara do nada falando de milhões. Cara, a internet tá pra você usar, mas não esquece a essência ali, que é o trabalho, todo dia constância. Se você estiver num negócio e se estiver muito fácil, desconfia. Você sabe que nada é fácil. Então, assim, usa a internet a seu favor, usa a audiência a seu favor, mas não existe facilidade.

O que tiver de facilidade pra você, sai fora. Porque vai ser um castelo de areia. Então é isso que eu falo pra galera. Sai fora da facilidade. Da rapidez. Aprece inimiga da perfeição. Joga o jogo da disciplina, né? Exatamente. É isso. Galera, pausa para o Tecara que deu uma brilhante aula aqui no podcast. E eu tô colocando as redes sociais do Tecara aqui. Tantas redes sociais dele. Ele tem um perfil mais pessoal. Ele tem outro perfil também.

Você tem dois porrada, né? Tem. Tecara e Tecara. Tem dois também. Vou colocar. Depois manda lá que você veio do nosso podcast. Vai ficar feliz demais.

Esse cara é esse cara sim, cara. Coração bom, gente boa, gente fina. E, obviamente, se você está assistindo ou vendo o nosso episódio em alguma plataforma, não deixa de se inscrever para você não perder um só episódio. A gente está feliz demais de estar se configurando entre os maiores podcasts do Brasil. Essa semana estamos no segundo maior lugar. Caramba! Segundo maior podcast do Brasil. Graças à sua confiança, graças à sua audiência.

Eu agradeço demais por isso. E compartilha esse episódio no grupo de WhatsApp, cara. O WhatsApp é poderoso, cara. Fala assim, cara, vem um episódio animal.

da galera da família, de trabalho, amigo seu empreendedor, gente que sabe que é batalhadora, que é guerreira, sabe que tá na raça ali, manda esse vídeo porque eu tenho certeza que vai ter bons insights. Então te vejo no próximo episódio. Tecaro, valeu pela presença. Obrigado, pô, feliz aço. Tamo junto e até semana que vem. Fica com Deus e tchau.

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