COMO VENDER MAIS CARO? - com Everton Pieri e Bruna Pieri | Como Você Fez Isso? #127
Por que vender mais caro pode ser mais fácil do que vender barato? Neste episódio, você vai entender como precificação, valor percebido e psicologia de vendas influenciam diretamente a decisão do cliente. Se você presta serviços ou tem um negócio e sente que trabalha muito e ganha pouco, esta conversa mostra como cobrar mais caro, aumentar o ticket médio e atrair clientes melhores.
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- Razões emocionais para comprar (RECA)Decisão emocional vs lógica · Razões lógicas para comprar (RALÓCA) · Razões dominantes para evitar (RADO) · Necessejo como desejo forte · Expectativa emocional do produto
- Precificação e preço mais altoPor que vender caro é mais fácil · Compromisso do cliente · Valor percebido vs preço · Psicologia de preços · Distância de preço
- Valor e PrecificaçãoPercepção como realidade · Impacto da embalagem · Estudo do vinho e cérebro · Como as pessoas compram expectativas · Qualidade vs preço
- Educação e conhecimento técnicoProfissional técnico vs empresário · Erro de vender por lógica de produto · Comunicação com cliente final vs profissional · Foco na emocionalidade do cliente · Vendas focadas no cliente, não no produto
- Investimentos FinanceirosInvestimento em formação e conhecimento · Custo de oportunidade · Tempo longe de família · Merecimento do profissional · Realização de sonhos
- Habilidades empresariais necessáriasVendas · Marketing · Gestão e liderança · Visão empresarial · Diferença entre profissional e empresário
- Medo e Controle PsicológicoSíndrome do vira-lata profissional · Falta de confiança em cobrar mais · Medo de rejeição em vendas · Imposter syndrome · Desvalorização do próprio trabalho
- Criterios de SelecaoPreço determina qual cliente você atrai · Cliente barato vs cliente bem-remunerado · Expectativa do cliente por preço · Qualidade de atendimento por ticket · Troca de carteira de clientes
- Motivação e Bem-estar PessoalDefinição de desejo · O que faz pessoa comprar · Necessejo (desejo tão forte que vira necessidade) · Desejo universal · Diferença entre necessidade real e psicológica
- Clientes baratos vs clientes carosExigência do cliente barato · Paciência do cliente caro · Problema de margem · Tempo com cliente · Satisfação e resultados
- Impacto real do serviço na vida do clienteRessignificação de imagem · Cura de feridas emocionais · Melhora de autoestima · Mudança de relacionamento · Mudança de tipo de trabalho aceito
- Histórias Pessoais e de ViajantesImportância da primeira venda · Mudança de mentalidade · Prova de que funciona · Confiança para próximas vendas · Efeito multiplicador
- Comparação entre auto-percepção e concorrênciaErro de usar concorrente como referência · Benchmarking errado · Necessidade de olhar para si · Síndrome de estar abaixo · Desvalorização comparativa
- Retorno do investimento (ROI) vs RECAROI tangível · ROI emocional · Importância do ROI emocional · Promessa de retorno como RECA · Tangível vs intangível
- Técnica de oferecer (não falar do produto)Melhor técnica de vendas para vender caro · Poder de oferecer · Deixar cliente pedir · Dobrar preço ao oferecer · Fazer cliente falar o preço
Eu recebo hoje no Como Você Fez Isso, eles que são fundadores da Anjo Business e Eterno Club, criadores do movimento Estética Rica e Referência Nacional, esse casal é fera, em crescimento para clínicas de estética. Juntos já impactaram mais de 7 mil profissionais, o episódio tá maravilhoso, conduzindo negócios a novos patamares de posicionamento, lucro e mentalidade empresarial. Eles têm uma frase maravilhosa, que é muito provocadora. Vender caro é mais fácil.
Quer entender? Eu recebo Everton e Bruna Pierre. Fala, galera! Sejam todos muito bem-vindos a mais um Rico! Como você fez isso? Eu te explico isso porque hoje o como é como vender mais caro. É, nós vamos mexer ponteiro hoje. E vender mais caro significa você ter mais lucratividade naquilo que você vende. Obviamente, entregando valor para o teu cliente, fazendo a diferença das pessoas que estão conectadas com você.
Logo de cara, vocês viram no trailer, eu estou com um casal que eu gosto muito. Eu sou admirador do trabalho dos dois, porque eles sabem muito do que vão trazer aqui. Então, primeiro, eu tenho uma plateia maravilhosa. Eu queria... Palmas para o Everton e para a Bruna. Palmas para os dois. Muito obrigado. Que honra estar aqui. Casal, acho muito legal os dois estarem aqui, porque vocês fazem um ping-pong muito bacana. Eu já quero começar com isso. Vocês têm uma frase muito contra-intuitiva. Sim. Que é...
é mais fácil do que vender barato. Sim. Na cabeça de quem tá ouvindo agora, as pessoas devem estar pulando, assim, como assim, cara? Como é mais fácil? Como esse casal, todo bonitinho, tá falando que vender mais caro é melhor do que vender barato. É mais fácil do que vender barato. Só que antes de eu entrar nesse como, eu queria uma rápida introdução de como isso nasceu, tá? Como isso nasceu. Perfeito. Dentro da história de vocês. Tá.
A gente já vendeu barato. A gente já usou essa droga um dia, sabe? A gente já consumiu isso. Então, a gente agora está livre e a gente espalha a palavra de como é ser importante. Muito bom, muito bom. A gente vem... Eu venho, né? Eu já fui executivo comercial, já treinei times. E na minha carreira, na minha trajetória, eu sempre vendi coisas de baratos a médio, assim. Então, eu já vendi bolo de pote na rua, colchão, já vendi Herbalife, já vendi remédio. Então, eu já fui balconista de farmácia,
Então, os tickets médios eram sempre muito baixos, vamos dizer assim. Porque você pega um colchão, o colchão é 5, 6 mil. Para algumas pessoas isso já é muito caro, né? Mas pegava o bolo de pote, 5 reais. Então, eu já transitei nesses itens ali. E conforme a gente foi, a gente se conheceu, a gente se casou, eu trabalhava já dando ali algumas consultorias para clínicas de estética, eu vendia super barato. Eu tinha um serviço que era 350 reais por mês, né? Sim, por mês. E eu entregava muito, cara.
E eu percebia que não importasse o quanto eu entregava, elas continuavam querendo entrega mais. E eu achava aquilo esquisito. E de um lado eu tinha essas que queriam mais e tinham muito resultado e cresciam, mas sempre queriam mais. E do outro eu tinha algumas clientes que não aplicavam nada. Porque R$350,00 por mês não quebra você, quebra? Se não te quebra, então é tipo aquele livro que você compra e não lê. Agora, você pagaria, sei lá, R$50 mil em algo para não fazer?
Aí não, é o dinheiro do compromisso. Se você comprasse um livro de 50 mil, você deixaria de lê-lo linha por linha? Não, já é o dinheiro do compromisso. Exatamente. Então, eu vendi muito barato muito tempo e ao longo do tempo a gente foi entendendo que, um, o compromisso das pessoas muda à medida que o preço muda. Então, a primeira coisa que a gente fez quando a gente começou a subir preço foi defender a pessoa executar. Foi para o bem dela. Foi para o bem dela.
mas as pessoas não executavam, às vezes, aquilo que a gente entregava. Não valorizavam. E aí a gente começou a entender. Pô, o adulto se compromete com o tamanho do pix que ele faz. Muito bom. A gente começou a entender isso. Por quê? Eu sou casado, eu amo minha esposa, eu adoro estar com ela. Todo dia, de preferência, eu dou um chavecada nela, eu mantenho isso aceso. E toda vez que eu vou trabalhar, eu fico longe dela. E isso me dói, é ruim para mim ficar longe da minha esposa. Eu gosto de estar com ela. Você é casado com a Fabi?
Você adora também, você sabe como que é. Então, eu comecei a entender que toda vez que eu fico longe da minha esposa, eu também estou deixando de ganhar algo. Então, já que eu vou trabalhar e vou ficar longe dela, eu preciso também tirar uma boa recompensa disso. Então, eu falei, pô, não dá para eu ficar cobrando barato, porque toda vez que eu trabalho, eu fico longe da minha esposa, eu estou trocando tempo de vida com ela que não volta.
Então, pensa, toda vez que a gente perde alguém, a gente sente que deveria ter vivido mais com essa pessoa, né? Exato. Mas toda vez que a gente está vivendo,
mais com ela. E aumentar preço é isso, cara. É você ganhar tempo pra viver com quem você ama também. Bruno, você acredita que quem vende serviço, ele é mais... ele erra com mais frequência? Porque quando você vende serviço, você vende a si ou ao seu time. Você não vende nada físico, né? Tangível. E a maioria das pessoas tem dificuldade de vender a si, né? Tem a crença no demérito, que não são tão boas assim, né? Tem um pouco da síndrome do vira-lata. A maioria das pessoas tem um pouco de...
a valorização do outro e a depreciação de si. Você acredita que quem vende serviço, eles caem mais nessa armadilha de vender barato demais? Com certeza. Primeiro porque a precificação de quem vende serviço é baseada no concorrente e não no que ele faz e não no que ele entrega necessariamente. Então, a pessoa que vende serviço, ela vai buscar precificar o seu trabalho onde? Ela liga, ela vê o que o outro está cobrando e passa a cobrar igual.
Justamente o que esse cara faz errado também. Exato. Só que o mercado, no geral, a gente costuma dizer,
que a maioria faz é pra onde você não deve ir. Então, se a maioria tende a cobrar barato e precificar de uma forma, é como eu não devo fazer, justamente. Então, esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é que a maioria das pessoas não tem consciência real do que o serviço que ela presta faz na vida do outro. Exemplo. Uma dona de clínica de estética, que é um pouco do nosso mundo. O trabalho que uma profissional da estética faz, seja facial, corporal, tem o poder de ressignificar
uma autoimagem. Tem o poder de curar feridas emocionais, de bullying de infância, de coisas que aconteceram ao longo da vida, que fizeram com que aquela pessoa, na vida adulta, colhesse, por exemplo, baixa confiança, autoestima baixa, relacionamento abusivo. E ao fazer um tratamento estético, ao passar por um serviço com uma profissional que presta esse serviço, e se ela faz muito bem, ela ressignifica toda essa história. Ela muda completamente a forma como aquele ser humano
enxerga, e por mudar a forma como aquele ser humano se enxerga visualmente, principalmente internamente, muda o tipo de relacionamento que aquela pessoa tem com ela e com os outros, o tipo de trabalho que ela aceita, remuneração, se ela passa, inclusive, a cobrar mais caro também. Então, eu acredito que tomar consciência real do efeito que o seu trabalho tem na vida do outro, te faz valorizar o seu trabalho ainda mais e precificar corretamente. Que, no caso, seria cobrar mais
caro. Só que a maioria dos profissionais, os prestadores de serviço, no geral, eles tendem a precificar com base no curso que fizeram, na faculdade que fizeram, no que o outro tá fazendo. E ainda assim, essa conta não é exata e real. Por quê? Se a gente fosse, por exemplo, perguntar pra esses profissionais, o quanto você já investiu na tua carreira agora? Vamos lá, junta faculdade, pós-graduação, MBA, cursos livres e todas as coisas que você fez pra saber dar o resultado
que você dá com o teu serviço. Essa pessoa vai falar, investir 200, 300, 500, 1 milhão, 1 milhão e meio, e aí vai, né? Às vezes ela tem uma estrutura física, uma clínica, um consultório, um escritório, e aí entra um custo ainda maior, e ela fala, não, investiu pra caramba. Maravilha. Quanto você tem na conta agora? Essa pergunta, ela costuma quebrar. Causar uma leve depressão. Quebrar a maioria das pessoas, por quê? Elas topam investir muito pra aprender a fazer o que elas fazem, mas na hora de
o que vale ou de ter o retorno sobre esse investimento que fizeram ao longo da vida, que é ali através do serviço, elas não têm. E aí elas entram num looping, onde continuam investindo muito, mas isso nunca retorna na mesma medida ou além da medida, porque você não acredita nisso? Você investe num negócio pra ele te retornar o que você investiu, além do que ele investiu. Total. Você compra uma casa, sei lá, de 2 milhões pra ela valer 200 daqui 5 anos? Não, todo mundo.
de quando a gente traz vender mais caro, obviamente, tudo é preço e valor. Preço é o que o cliente paga, valor é o que ele recebe. Exato. Vender mais caro, todo mundo quer vender mais valor do que preço. E posso fazer uma leve observação? Pode. Valor é o que ele sente. É verdade. Porque, por exemplo... Às vezes ele recebe, mas não percebe. Ele recebe, mas não percebe. Exato. Então, às vezes... Muito bom. E isso é uma briga, cara.
Porque assim, as pessoas falam, pô, como que as pessoas vão perceber o meu serviço? Então, não é sozinha. E você tem que entender que é baseada
no que ela sente e não no que você entrega. E aí é onde eu explico vendas de um jeito simples para vender caro. Então, primeira coisa, toda decisão de venda é emocional. Você vai vender ali para o cliente, principalmente algo muito caro ou algo caro, entenda que essa pessoa não vai comprar lógica. Por exemplo, um relógio caro, igual a gente costuma usar. Você não paga para ver hora, que é a lógica de um relógio. Você paga por quê?
Você está marcando ali uma conquista, uma medalha, um troféu, tem um significado.
Exato. É uma joia. Exato. Existe uma justificativa não lógica para isso. Que é o que eu falo, que são os halocas. Haloca é uma razão lógica para comprar agora. E quando alguém vai vender, as pessoas tendem a vender, baseado na lógica do produto. O meu produto é bom por isso, isso, isso. Ele tem isso, isso, isso. Só que a cabeça do cliente não funciona assim para comprar. Ele não quer saber muito bem o que é. Por exemplo, a gente não tem a tendência de saber qual é o tecido,
no tecido da roupa que a gente comprou. É verdade. A gente não tem a tendência de saber qual é exatamente o mecanismo por trás das tecnologias que a gente compra. A gente compra por algum motivo, mas não é o porquê é lógico aquilo. Que aí é o que eu chamo de RECA, que são as razões emocionais para comprar agora. Muito bom. Fala de novo RECA. RECA. Tipo R-E-C-A. R-E-C-A. Razões emocionais para comprar agora. RALOCA, que são as razões lógicas para comprar agora. RALOCA.
E o radoveca. Razões dominantes para evitar a compra. Isso é muito bom. Porque as pessoas decoram. Eu sempre falo assim, canta a musiquinha, vai. Reca, raloca, radoveca. Reca, raloca e radoveca. Radoveca? Isso. Cara, eu nunca, 20 anos na rua, eu nunca tinha visto isso. Tá do outro lado da rua construindo. Muito bom. Radoveca. Que são as razões dominantes para evitar a compra. Razões dominantes para evitar a compra. O cara tem que saber o reca, o raloca e o radoveca.
demais. Boa. Tá? Ele vende mais caro fácil. Porque pensa assim, ó. Quando alguém vai vender e a gente se depara com essa objeção de vender caro, a primeira coisa que a pessoa me fala é, ah, mas não é mais fácil. E eu falo, olha, a decisão de comprar caro, ela é mais óbvia. Sempre faço exercício. Pensa comigo. Tenho duas coisas das minhas mãos. Uma custa 500 reais, a outra custa 5 mil. Eu vou te dar uma delas. Qual você escolhe?
Qual você escolhe? O que você acha? Uma chance. Você gosta de coisa boa, né? É, lógico. Então é de 5 mil. Sim. Precisei te convencer que é melhor?
Não. Precisei te dar algum elemento de característica de produto? Não. Precisei fazer brand? Precisei colocar tráfego pago em cima do produto? Não. Então, percebe que naturalmente a gente escolhe mais caro. Eu sou o cara que eu gosto de fazer bom negócio, mas a precificação me induz a falar assim, cara, esse é o melhor. Esse parece ser melhor. Por que esse custa mais caro? É, eu quero entender. Isso. Então, já está meio que implícito na nossa cabeça essa curiosidade que o mais caro é mais interessante.
E aí, uma das coisas que eu sempre falo é eu coloco as minhas clientes sempre como a mais cara da região, porque quando ela é mais cara,
já não precisa explicar que ela é melhor. Muito bom. Muito bom. Então, já é um lance assim. É uma consciência coletiva. E aí, às vezes, as pessoas falam, pô, mas o meu produto é 10 centavos mais barato, aí não faz esse efeito. Então, você precisa criar uma certa distância. Porque se não tiver essa grande diferença aqui, 5 para 500, vai gerar aquela coisa. Ah, é tudo meio parecido, eu vou pegar igual. Agora, quando é muito mais caro, fica óbvio a decisão.
É, por exemplo, você ir no cinema e comprar pipoca. Você não para lá e fala assim, ah,
Se eu comprar no mercado a pipoca, sai oito reais o saquinho e eu faço dez balde desse. Não, você olha a mais cara, normalmente, não é? E fala, compensa. A diferença é pouca, né? Aí você fala, putz, é pouca diferença. Então, o preço aqui, ele começa a ser um fator decisivo quando você vai vender mais caro, quando ele é muito mais caro. Ele fica mais fácil de vender quando ele é muito mais caro. Contratuitivo de novo, né? Exato. Então, por quê? Você descredibiliza o mais barato.
Você coloca ele em cheque, você coloca ele em dúvida. E aí isso é muito bom, porque você não precisa mais explicar um monte de coisa. Sabe aquela tonelada de energia que a gente gasta em marketing para mostrar que o nosso produto é muito bom? Quando eu sou muito mais caro, eu já não preciso gastar tanto isso. Porque já subentende-se, eu já me coloco numa prateleira legal. Capitou? E aí beleza. Aí as pessoas falam assim para mim, pô, mas aí as pessoas não têm dinheiro para pagar.
As pessoas não têm dinheiro. Eu falo, olha, você já foi num shopping assim, final de semana,
olhar a vida real, está meio lotado, não está? As pessoas não estão gastando muito? Estão. Então, mas pensa comigo aqui. As pessoas precisam de dinheiro para comprar, né? Você conhece gente que comprou casa e não tinha dinheiro? Você conhece gente que comprou carro e não tinha dinheiro? Pergunta. As pessoas precisam realmente de dinheiro para comprar? Não. Quantas vezes que eu já vi o cara colocando o pitbull atrás, os boletões para motivar ele e vamos embora.
Ele precisa do reca certo. Ou seja, se ele tiver a razão emocional certa para comprar, ele compra. E aí, óbvio,
não vou ficar vendendo para prejudicar as pessoas. Venda boa é aquela que você vende para o teu perfil de cliente ideal, que precisa do teu produto e você entrega com excelência. Mas, existe gente que vende produto ruim assim. Então, vender é possível, mas, cara, é muito mais fácil quando é caro. Quer ver outro ponto interessante? Eu sempre pergunto para as minhas clientes, né? Falo assim, viu, das 10 últimas compras que você fez, quantas delas foram as mais baratas? Muito boa pergunta, hein?
coloca a pessoa pra pensar que ela já está jogando esse jogo. Só tá inconsciente pra ela. Aí que tá. Na hora de comprar, ela não leva em consideração que ela compra mais caro, porque ela compra. Mas na hora de vender, ela acha que é o preço que impede ela de vender. Muito bom, Everton. Se pergunta realmente é... Captou? Muito bom. E aí ela fica assim, não, mas é mais difícil. E ela fica baixando o preço pra vender. Como é que é quando elas respondem o quê? Não, elas travam. Ah, não. Dá aquele sorrezinho.
Nossa, é verdade, né? É real, porque na maior parte das pessoas, preço não é o critério principal de decisão. Eu concordo que se você utilizar o preço do jeito certo, ele interfere muito na decisão. Mas ele não é o principal. Quer ver só? Tem coisas que você já olhou assim, sei lá, por R$100 deixou de comprar? Por exemplo, a coisa custava R$100. Você olhou e falou, acho que não vou comprar. Já. Era barato, comprou. Já. Eu já deixei comprar coisa de R$100.
100 reais. Era barato. Tinha dinheiro. Deixou de comprar por quê? Não sei se vale a pena. Acho que é irrelevante. Não tinha o RECA certo. Verdade. Agora, quer ver um RECA? Se sua esposa quisesse aquilo... Porra. Aí você usou mal o RECA. Entendeu? Então, eu tenho que entender. Quando eu vou vender caro, eu falo que vender bem é perguntar bem e que vender caro é perguntar melhor ainda, eu preciso saber qual é o RECA daquela pessoa. A maior parte das pessoas, quando elas vão
vender, elas não sabem qual é a razão emocional que faz o cliente comprar aquilo. E aí, por isso, ela tem dificuldade de vender. Aí ela acha que é preço o problema. Mas não é. Porque, principalmente, se você tem um serviço muito bom. Por exemplo, o empreendedor brasileiro, ele é... A característica do brasileiro é criar coisas muito boas e colocar muita energia em produto. Tanto que a maior parte das pessoas tentam resolver venda melhorando produto.
Não é assim? Você já viu isso? Totalmente. Então, eles têm produtos e serviços muito bons. Só que eles cobram barato demais.
muito bom e barato, não conversam. É verdade. Por exemplo, você compraria um Rolex de 50 reais? É verdade. Você nem acredita que é verdadeiro. É, você pega lá, você compraria um Audi, por exemplo, de 30 mil, gera desconfiança. Então, muitas vezes, subir o preço já resolve o problema de 90% do processo de venda da pessoa. E por que as pessoas não conseguem? Aí entra o que a gente chama em Harvard de IC, né? É o índice de confiança em Harvard. Na rua? É o índice de cagaço. Índice do cagaço.
tem medo. Por quê? Aí entra o que vocês estavam conversando ali, que você pontuou com a Bruna, que ela falou que é um pouco do que as pessoas têm medo, né? Então, elas não se veem, muitas vezes, merecedoras. Ela fala, ah, poxa, mas é como se eu estivesse lesando a pessoa. Ela esquece o quanto ela estudou, ela esquece o quanto ela investiu, ela esquece quantas noites longe da família dela ela ficou para saber o que ela sabe, ela esquece que ela está deixando alguém que ela ama para exercer aquela função e ela tira todo o valor pessoal para tentar fazer
aquilo de uma forma que caiba no bolso do outro. Só que eu sempre falo para as pessoas para de diminuir teu preço para caber no bolso de gente barata. Muito bom. Às vezes você está diminuindo todo o teu tamanho para caber no bolso de gente baratinha. E aí a pessoa, por exemplo, ah, eu não consigo pagar. Ótimo, vai ter alguém no mercado que atenda ela. Mas você tem que respeitar a tua história. Bruno, qual você acha que é o maior medo das pessoas em subir preço?
Qual que é o sequestro emocional? É aonde? Rejeição. As pessoas em vendas têm grande dificuldade em lidar com o não.
Porque não é desconfortável, você sabe, né? Frustra. Até porque o maior treinamento de um vendedor, aquele que vai ficar bom, ele é se tornar uma pessoa boa e resistente em receber não. Como ela lida, como ela gere aquilo emocionalmente, se ela é capaz de receber um não e sentir, vou lá, amor ao próximo, vou pra próxima venda, vou e tá tudo bem, não é pra ela agora, ou aquilo não me afeta a ponto de achar que o problema tá em mim, o problema tá no que eu ofereço, o problema tá que o outro,
é melhor que o concorrente, é melhor que a outra pessoa faz diferente. Então, na minha percepção, rejeição. E segunda coisa, as pessoas não aprenderam a vender. As pessoas normalmente falam assim, a faculdade não te ensinou a vender, né? E eu corrijo algumas vezes porque as pessoas tendem a culpar a faculdade como se ela tivesse que fazer isso. E na realidade, a faculdade não te ensinou a vender porque ela nem te prometeu isso.
Muito bom. O que a faculdade te prometeu foi um emprego. Eu vou te formar em uma profissão e essa profissão vai te ajudar a arrumar
um emprego. A partir dali, não é mais meu papel. Aí tem MBA, pós-graduação, outras formações acadêmicas que vão te formar um profissional melhor. Mas um profissional melhor não quer dizer um empresário melhor. Então, tem muita gente boa no mercado, prestando um bom serviço, gerando um bom resultado, mas não é um bom empresário, é apenas um bom profissional técnico. Porque não desenvolveu essas habilidades empresariais. Bruna, quais são essas habilidades que até hoje eu não aprendi?
Ele ir patinando vendas, marketing, gestão e liderança. Então, eu tenho um negócio, abrir um CNPJ. E outra coisa que eu costumo dizer, a maioria das pessoas que vêm dessa área mais técnica, né? Que prestam serviços, eles nem se enxergam como empresários. Só que eles não entendem que a partir do momento que abriram um CNPJ, eles têm uma empresa. E a partir do momento que você tem uma empresa, você se torna um empresário. Talvez você não se considere um, você não se enxergue como um, você não viva como um. Mas você é um.
Você tem uma empresa. Mesmo que você tenha apenas um funcionário ou nenhum. No caso, você mesmo, né? Então, você tem que enxergar aquele negócio dentro das suas quatro áreas. Que é vendas, marketing, operação e administrativo financeiro. Se eu tenho noção, primeiro, que é necessário desenvolver essas habilidades. Segundo, eu quero desenvolvê-las. Porque são duas coisas, né? Uma coisa é eu saber que precisa. Outra coisa é eu fazer. É verdade. Outra coisa é eu topar o processo. Outra coisa é eu querer.
mais caro, vem também de se desenvolver para isso. Então, se eu não sei vender, eu não aprendi a vender, eu nunca estudei sobre vendas, eu nunca me desenvolvi como empresário, eu vou ter que parar, estudar, aprender, ouvir sobre isso, praticar isso até que eu consiga. Então, pra mim é isso. Você acredita que quando você ensina alguém a vender pra um preço maior, é importante ela entender que o preço que ela cobra determina o cliente que ela tem?
Total. Que é o jeito de você escolher o seu cliente, o único jeito de você escolher o seu cliente
É. Uma das maneiras é a precificação. Perfeito. E a maior tragédia do mundo é quando o cliente te escolhe, não você escolhe o cliente. Porque quando o cliente te escolhe, ele quer os critérios dele, quer do jeito dele, quer teu serviço do jeito dele. Agora, quando você escolhe o cliente, você determina as regras do jeito que vai ser aquele processo. Mas sim, cara, a melhor forma de você selecionar um cliente é pelo preço. Primeira coisa que o preço faz dentro de um serviço, dentro de um produto, é colocar o quanto o cliente vai usar aquilo. Porque é aquilo.
a gente não vai pagar muito caro para deixar as coisas paradas, a não ser que forem itens colecionáveis, né? Geralmente brinde a gente joga fora. Exatamente. Então, se você pega coisa muito barata, as pessoas não usam, deixam de canto, não têm orgulho de falar para os amigos que usam. É verdade. Não é uma conquista, uma grande conquista. Então, assim, o ticket está relacionado até o quanto o seu cliente indica. É verdade. Porque se você é mais caro, você tem um certo status. Você vai mudando o status ali do processo. Falar que faz com você é bom.
Ninguém fala assim, a maior parte dos clientes bons nunca vão falar, eu faço lá no mais barato. Já reparou isso? Cara, eu amo lá, o meu lugarzinho que eu faço lá, o mais barato é o melhor. Até porque mais barato e melhor é difícil encontrar. Tanto que a gente dá uma floreada no barato, que é assim, custo-benefício. É verdade. A gente tenta deixar ele bonitinho, porque a gente sabe que ele não é tão bonitinho assim. Então, naturalmente, cara, assim, a Bruna estava falando disso do técnico, né?
que erram nas vendas caras, elas erram porque elas tentam vender pela lógica, que é o técnico. O técnico, ele sabe tudo de técnica. Então, ele sabe lá todo o processo, bonitinho, ele sabe as camadas. Vamos pegar uma menina que faz ROF lá, né? Uma médica aqui, uma dermato que faz ROF. Ah, ela sabe todas as camadas da pele, da derme, bonitinho. Só que eu nunca vi uma pessoa acordando feia, querendo ficar bonita, olhando no espelho e falando, nossa, a minha camada terceira da derme tá com problema. Desculpa a ignorância, o que é ROF? ROF é a harmonização facial. Ah, tá. É.
ela tá ali e ela acordou feia, por exemplo, ela tá mal, ela tá se sentindo mal com a aparência. Ela não acorda e fala, hum, tô com um problema na minha derme, queria tanto tomar umas agulhadas. É verdade. E aí, do outro lado, ela tá tentando vender. Meu produto é o melhor, toma aqui essa agulha e mostra a agulha. E não é pela lógica. Se fosse pela lógica, por exemplo, vamos pensar numa faculdade. Ó, você quer entrar na faculdade pra ter trocentas mil aulas, vários professores, fazer vários trabalhos, entregar TCC? Não, eu quero me formar, eu gosto da sensação,
Eu compro a sensação que eu vou sentir quando eu me formar. Esse é o meu reka, entendeu? Mas a maior parte das pessoas ficam vendendo haloka. E aí começa o problema. Qual que é o haloka mesmo? É o razões lógicas para comprar agora. E o que você acha que é a parte mais difícil da pessoa implementar? Tá bom, vai, eu vou. Um, dois, três e já. Cara, a melhor técnica de vendas para vender caro, quer saber qual é? Qual? Oferecer. 90% das vendas que você não fez, que são caras, é porque não ofereceu. A maior parte se surpreende quando começa a colocar um preço mais alto.
um monstro, assim. Ela tem tanto medo da rejeição que ela nem oferece. Ela nem oferece. Então, a melhor técnica é oferece. Deixa o cliente decidir. Olha, seu serviço é bom mesmo? Ah, é? Porque tu não faz. É. Deve ter gente ouvindo podcast assim. Sera. Testa. Na dúvida, eu quero que você prove que a gente tá errado. Faz. Assim, só bota o dobro e oferece. E vê o que dá. Deixa tua barriga falando que dá aquele negócio assim, né? Faz. Fez pra...
10 pessoas, ninguém comprou, ofereceu errado. Aí você só precisa colocar uma embalagem. Mas se oferecer para 10, do jeitinho que você oferece, dobro do preço, já vende. Aí tem o dobro, é porque geralmente as pessoas erram muito para baixo. Muito para baixo. Por isso que você fala com segurança o dobro. Não, tem vezes que eu falo, aumenta 5 vezes. E aí a gente, qual que é o segundo passo? Mexe na embalagem. Quer ver? Você consegue consumir o café antes de abri-lo? Não. Então, como é que as pessoas acham que o que vende é produto?
É verdade. As pessoas compram uma embalagem. Ou seja, a percepção que elas têm do que pode ser o produto ou não. Eu estou gostando dos seus exemplos. Você está gostando, né? Muito. É bom demais, né? É verdade. Eu gosto de tomar um café sem abrir ele. Então eu comprei primeiro a embalagem. Na lógica, você paga e depois você recebe. É verdade. Foi feito um estudo com enólogos, assim. Os caras que bebem vinho, sabe? Aquela galera que diz, ah, produz o vinho e tal.
E aí fizeram um teste cego lá. Colocaram duas garrafas de vinho, rótulo de um vinho caro, rótulo de um vinho barato. Dentro da garrafa, o mesmo vinho e um vinho barato.
caras bebê. O que você acha que aconteceu? O rótulo do caro, as pessoas falam, nossa, que incrível. Mais gostoso, preferiram mais. E era a mesma coisa. Exato, era o mesmo vinho. Só que o mais legal desse estudo foi que mediram a atividade cerebral dos caras enquanto eles degustavam o vinho. E o cérebro reagia com maior intensidade nas regiões de prazer no vinho com o rótulo mais caro. O mesmo vinho. Isso eu acho muito legal. E aí eu sempre falo pras pessoas, as pessoas não compram o produto, elas compram a expectativa emocional do produto. Por exemplo,
viajar com a tua esposa. Beleza? Beleza. Não tem viagem que já foi tão legal sonhar, mas não foi tão legal viajar? A expectativa, você pagou por ela. Você paga pela expectativa da viagem e não pela viagem. Pode ser que essa viagem te surpreenda, se você queira voltar, seja incrível. Mas você compra o quê? Você compra as experiências, as emoções. Você compra o que você acha que vai sentir quando você faz. Tem como você visitar o Museu do Louvre antes de pagar? Então, como que você vende o Louvre dentro?
se você não entrou. É, você está pagando para ver qual vai ser. Cara, deixa eu olhar a Mona Lisa para ver o que eu acho. É isso aí. Esse é o lance. É o que eu acho que é. Então, a venda, ela precisa ser muito mais sobre o que acha que é do que vender o que é. É isso que as pessoas compram. Só que na hora de vender, o que o vendedor vende? O contrário. Meu produto é o melhor, meu produto tem qualidade, meu produto tem os melhores materiais. E o cliente, assim, com um problema, vamos, sei lá, ele quer comprar um...
peso. Ele quer comprar um emagrecimento. Ele não quer muito saber o que você usa. Ele só quer olhar no espelho e falar, cara, tô magro, tô bem. Ele só quer, às vezes, vestir uma roupa e cair bem. Ele só quer, às vezes, se sentir bem. Não tem nada a ver com o processo. Eu falo que estética é um dos melhores produtos do mundo pra se vender, quando eu falo pras clientes, né? Eu sempre pergunto pra elas assim, ô, quantas pessoas você conhece que quer acordar mais feio amanhã?
Ninguém. Uns até conseguem, mas querendo ou não. Tem uns que se superam, né? Mas concorda comigo que é o melhor produto do
para se vender, porque todo mundo quer. Mas se todo mundo quer, porque nem todo mundo está comprando. Então, é por necessidade que as pessoas compram? É quem mais precisa emagrecer que mais emagrece? Não. É quem mais precisa enriquecer que enriquece? Também não é necessidade. Olha que interessante. É a pessoa com desejo de experimentar o próximo nível. Desejo, essa é a palavra. Essa é a palavra, desejo. E a maior parte das pessoas não sabe o que é desejo. Então, o patrão, quando ele faz lá o banquete,
traz Sócrates para dizer mais ou menos o que era amor na visão dele, ele explica amor é desejo, que é eros. E o que é desejo? Desejo é aquilo que te falta. Desejo é aquilo que faz falta. Ou seja, você nunca vai desejar o que você tem até as tampas. Então, quando a gente fala desejo, é sempre pensar em algo que a pessoa ainda não tem ou não vive, certo? O que faz a pessoa comprar, assim, na hora, sem dar objeção? É o que a gente chama de necejo.
que na cabeça daquela pessoa virou uma necessidade. Por exemplo, quando a Fabi vira para você e fala assim, eu preciso daquela bolsa, amor. Ela precisa mesmo? Ela vai morrer se não tiver? Não. Mas ela deseja tanto que aquilo na cabeça dela vira uma necessidade. E ela fica feliz com a ideia de ter e ela fica triste com a possibilidade de não ter. E aí, isso faz com que, por exemplo, quando você vai na loja comprar, o vendedor venda fácil. Exato.
Pronto. Eu derrubo a barreira de preço. Como você chama? Necejo. Bruno, explica a necejo dele. Explica. É o que eu sinto por ela todos os dias. Necejo. É um desejo tão forte que virou uma necessidade. Tipo quando ele quer trocar de carro, entendeu? Ele fala, eu preciso trocar de carro. Já deu tempo, seis meses. Ou quando ela precisa comprar uma bolsa nova. Ele fala, eu tô com necejo. Ele fala, eu tô com necejo. O bom é que a gente entende como isso acontece.
Isso também da venda, que ela não acontece como ela deveria, mas da forma como eles aprenderam, os profissionais técnicos, uma coisa muito simples, cara. Profissional técnico, normalmente ele compra de quem? De outro profissional técnico. Então, ele vai, sei lá, uma dona de clínica, de estética, ela vai fazer um curso com o professor da estética. E o professor que vende técnica, que vende pra ela, na hora de vender pra ela, ele fala como técnico. Porque ela é técnica, os dois são técnicos,
comunicação acontece muito bem. O que ela não entende? Que na hora que ela vai vender, ela não vende para um outro profissional técnico. Ela está vendendo para um cliente final. Então, ela não pode se comunicar com o cliente final da mesma forma que ela se comunica com o profissional técnico. Então, comumente, o que eles fazem? Numa consulta, na rede social, na hora que vai falar com o paciente ou atrair um paciente, eles querem dar aulas.
Você já conversou com um contador? Sei lá, um contador vai falar com você? Às vezes eu não entendo o contador
fala. O jurídico, né? O advogado, ele fala juridiquês. O profissional que ele é técnico, ele costuma se comunicar da forma como ele consome. Quando ele deveria se comunicar com o cliente, não. Muito bom. Ele vende aquilo que ele comprou. Exato. Mas não necessariamente é isso que vai fazer a pessoa comprar. Exato. É, os clientes compram pelos motivos deles, não pelos nossos, né? Bruna, e depois Everton completem. Já chegou algum cliente?
Principalmente no programa de vocês, vocês ajudam. Os empreendedores, você faz esse diagnóstico,
que você ajuda o cara a fazer do jeito certo. Mas vocês estão dando muito conceito legal aqui. Há uma mágica na hora de você fazer um exercício. Para você ter um resultado... Sim. Exato. Mas só esses conceitos aqui, se o outro já pega, já mexe ponteiro. Total. É raro aparecer alguém e você falar assim, não, seu preço já está ótimo, não precisa mexer. Ou a maioria erra mesmo, assim. A maioria erra e sempre tem margem para subir preço. Porque tem sempre um próximo nível de clientes que poderia ser o seu cliente,
ainda não alcança. Então, às vezes, não é nem no produto A, é naquele próximo produto que você ainda nem tem. Ou no próximo produto ou no próximo cliente, porque às vezes eu quero vender mais caro para o cliente antigo. E uma das coisas que a precificação faz, a precificação correta, ela te alinha com o cliente correto para aquela precificação. Então, as pessoas falam, eu vou subir preço e eu vou perder os meus clientes? Provavelmente.
Aqueles, sim. Talvez aqueles que você cobrava barato, eles vão deixar de ser seus clientes.
Porém, os que vão pagar mais caro vão chegar. Então, há sempre uma troca de base e a maioria das pessoas tem medo dessa troca de base. E aí, a gente, obviamente, recomenda numa transição, tem toda uma estratégia para isso. Mas a maioria das pessoas, ela se apega muito ao cliente barato a ponto de eu prefiro ter ele e, às vezes, não ter lucro do que topar essa mudança toda que é de público, que é de posicionamento. Mas a gente faz uma pergunta.
Você prefere 10 clientes que te pagam 10 ou 10 clientes que te pagam 5? Ninguém vai querer a segunda opção.
trabalho, eu quero aquele que recompensa mais o meu esforço. Exato. E por que as pessoas têm desafio na transição? Se todo mundo, se você optar, ó, vamos fazer o trabalho. Se logicamente faz mais sentido você ter menos clientes e cobrar mais caro. A maioria das pessoas tem apego. O Ever tem uma frase que ele diz, repete aquela frase, não é porque você levou tempo demais para cometer aquele erro, que você tem que continuar apegado a ele.
Às vezes você só se apegou a um erro porque você demorou tempo demais para construí-lo. Calma aí.
Muito boa. Falar de novo. Às vezes você se apega a um erro só porque você demorou tempo demais pra construí-lo. Ai, ai. Você fica, entre aspas, ali algemado ao preço ruim porque demorou pra você ter sucesso nele. Exato. E a pior coisa é você ter sucesso na coisa errada. Muito bom. Muito bom. Ai, eu demorei três anos pra ter essa carteira. Três anos pra construir essa carteira. Esses clientes que eu tanto quis. Porque, pensa bem, essa pessoa desejou isso um dia. Isso. Foi o sonho dela um dia. O nível que ela tá. Só que o sonho...
ela não atualiza o sonho, se ela atualizou o sonho, mas não atualizou como ela consegue o sonho, é natural. Isso acontece muito, a pessoa chega num ápice de clientes, ah, eu tenho uma carteira incrível que não remunera como ela gostaria. Um exemplo prático disso, vamos lá, vou pegar de novo um exemplo da harmonização facial, né, que é uma, tá dentro da nossa realidade. Primeiro, ela deseja ser uma harmonizadora, uma injetora, ou seja, ela tem agenda vazia e ela quer vender, atrair pacientes pra vender pra encher agenda. A gente fala, eu não gosto de agenda cheia, eu gosto de agenda
rica. O que é agenda rica? Não necessariamente uma agenda cheia, mas uma agenda que te remunera bem. Então ela trabalhou, ela saiu da faculdade, se formou, fez curso pra encher a agenda. Ela achava que o máximo de potencial que ela conseguiria chegar era esse. Só que ela alcança isso. E ela, desse momento que ela alcançou, que ela tá com a agenda cheia, não tem tempo pra nada, não fica com filho, não fica com marido, nem ganha dinheiro direito, ela fala nossa, acho que isso não é mais tão legal.
O famoso neném, nem quebra nem cresce. Aí ela entra no que a gente chama de neném.
Nem quebra, nem cresce. Aí ela fala, nossa, mas eu achei que fosse ser mais legal essa fase aqui. Nem, nem. Porque o neném não é do nem estuda, nem trabalha, né? Da população não ativamente econômica. Eu tentei no rio, desculpa, que eu tentei você. Que é o nem cresce, nem quebra. Nem quebra, nem cresce. Cara, porque frustra muito esse lugar, né? É um dos piores lugares pra você estar. Porque pensa, você quebra, você fica um tempo mal, mas você volta, você quer dar a volta por cima. E se você cresce, você tá aproveitando.
O neném te mantém por anos ali. Tem gente que fica 20 anos no neném. A maior parte das pessoas fica no neném. Às vezes ela fala, eu tenho 20 anos de carreira. Tá, mas você ganha a mesma coisa? Você ganha uns 10 anos atrás? Deixa eu te falar, você tá ficando mais pobre, inflação, tá tudo ficando pior. Aí, nossa, não sabia disso. Teve uma frase que eu falei no podcast, recentemente, até aqui, da Érica. Muito esforço, sem o resultado alcançado, é igual a competência.
Então, se você fazer força e não ter o resultado desejado, é igual a incompetência. Fim, não tem conversa. Exato. Vale você descobrir a origem da incompetência. Se é falta de conhecimento, se é falta de habilidade. A gente está lotada, mas não está feliz com os resultados financeiros que tem. É isso aí. Exato. Já fica nítido quem trabalha muito, tem resultado baixo, porque você precisa ficar errado. Mas eu sempre falo, o brasileiro em si, a maior parte deles,
A maior parte... Esforçada. Trabalha muito. Exato. Principalmente no nosso nicho, né? Que a gente tem médicos, tem dentistas, tem fisioterapeutas, esteticistas, biomédicas. A galera sempre trabalha e estuda muito. O problema é a direção. Elas estão acelerando no caminho errado. E é outra tragédia você acelerar no caminho errado. Exato. Por isso que a gente valoriza tanto mentoria, né? Então, a gente está sempre com vocês. Inclusive, sempre lá na frente.
Então, a gente sempre senta na frente, anota, pega. Porque a gente sabe que um erro economizado,
vale muito, às vezes, que três acertos. Muito mais que três acertos. Então, a gente sempre está errando para não errar, né? Está fazendo para não errar. Está fazendo para não errar. Que isso evolui muito. É conceito matemático de investimento. Se você perde 50%, você tem que... Para recuperar, 100% você tem que fazer. Então, evitar errar é muito bom. É muito positivo. É, em negócios, não errar vale mais do que acertar. Porque acertar te faz avançar uma casa. Não errar te faz voltar três, quatro, cinco.
o direcionamento da mentoria, nós consumimos mentoria pra não errar. Porque a gente sabe o caminho, mas eu quero saber quais são os erros que eu devo evitar de cometer, porque se eu cometer, isso vai me custar. Custar o quê? Tempo, dinheiro e frustração. Eu falo que são três coisas, né, que nesse processo te ajuda, o processo de ser mentorado te ajuda a economizar. Tempo, dinheiro e frustração. Tempo porque não volta, dinheiro porque você pode errar muito e pagar caro por isso.
E se frustrar no caminho, você não precisaria passar por aquilo. Essa profissional,
trabalhou 10 anos, 5 anos, 3 anos pra lotar agenda, ela vai lotar agenda, ela vai chegar num ponto que ela vai dizer, essa não é a vida que me faz feliz. Eu tô passando 10, 12, 8, 14 horas na clínica e eu não vejo meus filhos, eu não fico com meu marido, eu não viajo, não tô tirando uma boa recompensa. E aí ela, neste momento, ou ela se incomoda o suficiente pra topar um próximo processo, ou ela fica como ela tá. Eu lembro que eu, ontem eu conto essa história, eu tava num shopping, e aí um nutricionista.
Me parou. Uma, nas eleições, me parou. Ai, Caio, adoro. Te acompanho, dá seus conteúdos e tal, isso e aquilo. E aí, mas... Pô, eu me sinto até seu amigo, te ouço todo dia. Por isso, pode dar um desabafo? Eu falei, nossa. Deu um abraço também. E aí, eu falei assim, fala, eu tô cansada. Mas eu consegui sentir um cansado do jeito que ela falou. Do tom de volta. Eu tô cansada. Aí, por exemplo, o que aconteceu? Caio, eu atendo de tal hora a tal hora.
tal, tal. Mas, cara, eu tô no meu limite. Eu fiz uma pergunta. E, geralmente, as pessoas ficam... Eu vejo que tem gente que não fica tão confortável. Eu perguntei, quanto custa a tua consulta? E aí, muita gente já fica com a boca mole. Eu vejo que o erro de precificar é na confiança de quanto cobra. De passar o preço. De passar o preço. Eu acho a parte mais maravilhosa. É onde vale tudo a pena, entendeu? Você ficou lá uma hora na reunião, você teve o trabalho de gravar conteúdo, prospectar o lead. É, aquele é o teu momento, entendeu?
200 mil, como você prefere. E assim, o melhor é sempre a cara do cliente. Eu falo que o preço certo faz o cliente fazer assim. Mulho e seco. E no caso dela, ela falou um preço e eu sou aquele cara que utiliza esse tipo de serviço. Eu sempre fui um nutricionista. Já achou baratíssimo. Cara, assim, ela rapidamente falou dela, falou onde é que ela atende, onde é que é o consultório dela. E aí, ela mostrou rapidamente um Instagram pra ela. Então, rapidamente, eu vi alguns atributos de autoridade. Rapidamente.
atributos de autoridade, tudo mais, papapá. E na hora que ela falou o preço, eu tava incondizente com a... Inconsistente. É, inconsistente. Pelo menos com a impressão de autoridade que ela tinha. E aí eu fiz uma suposição. Cara, se você... E aí foi 3x na hora. Eu aumentei três vezes o valor dela. Uau, muito bom. Se a sua consulta fosse... Então, nossa, aí eu atenderia o dia inteiro. Então você não tá cansado, você tá cobrando pouco.
Cobrando pouco. Aí ela... Então... Mas sabe o que eu acho muito duro? A maioria dos empreendedores nem sabe que existe alguém que ajuda a precificar melhor.
pra isso ficar certo. A maioria da galera que tá aqui é que nem a gente vê na raça. É isso aí. A gente construiu em voo, eu aprendi a criar processo comercial queimando um monte de contato. O empreendedor é raça, ele é herói. É isso aí. Ele vai assim, né? Eu concordo. Ele vai porque a maioria dos empreendedores brasileiros são empreendedores por necessidade, ele não tinha outro caminho. É isso aí. E outros, o cara não tem outro caminho dele chegar no objetivo dele. Cara, se eu não tiver todo o meu próprio negócio,
consigo chegar onde eu quero. A maioria dos empreendedores estão dentro dessas duas cestas, ou pela necessidade, ou porque o cara é extremamente ambicioso. Pela ambição dele. Pela ambição dele, né? Mas a maioria, assim, é na raça. É na raça e na raça. E se você pergunta a arte de precificar, cara, como que você chegou a esse preço? Normalmente você vai ouvir algumas respostas similares. Você pergunta, tipo, ô Juliana, tá, antes de conversar, como é que tu chegou nesse preço? Qual que é o
Máscara ou Pitágoras que você fez. Você chega a perguntar isso para as pessoas? Sim, sim. Qual que é a ciência? É sempre assim. Ah, é a média de mercado. Na minha cidade, o preço médio é esse. Às vezes fez um cliente oculto e outro, sabe? E aí eu sempre falo, olha, primeiro, quando você compara com a média, você se torna parte dela. Então você tem que entender que jogar na média é duro. A pessoa precificou comparado a alguém que ela não quer ser. Isso, exato. Nossa. É muito doido, cara, é isso.
Eu sempre falo assim, a maioria das pessoas, elas estão ricas ou pobres? Ah, estão pobres. Elas estão bem no shape ou mal? Ah, mal. Elas estão felizes ou tristes? Ah, meio tristes. Então, por que você olha para elas como referência? Mas preço aumenta a expectativa do cliente? Você vai ter uma contrapartida do outro lado de entregar mais, entregar melhor? Pelo contrário. Quem mais cobra é quem mais paga barato. Então, aí de novo.
O cliente que mais te cobra é o cliente que mais te paga barato. O que mais te cobra é o trabalho. Ou seja, cobrar pouco,
São dois erros. Você vai ganhar pouco e ainda vai ter encheção de sapo. Vai ter cliente ruim. Exato, cara. Por exemplo, eu já trabalhei no cartório eleitoral. Aí é libertador pra quem tá ouvindo, né? Eu já trabalhei no cartório eleitoral. Ou seja, é um serviço público. É o pior tipo de cliente do mundo. Ele chega lá sem horário agendado, sem nada e ele quer tudo. Ele acha que ele tem direito de tudo. Ele nem pagou nada. Percebe?
Ele quer tudo. E a tendência é... Cara, você nunca vai... É muito difícil você ver um barraco dentro de uma chanel. Você já viu o barraco no Hermes? Cara, eu sou...
Eu só tô fascinado de ter a cabeça do Everton funciona. É que você não viu ele dando aula com exemplo de pipoca. De como faz bolo. Tô pensando que é a verdade. Nunca vi um barraquinho, hein, cara. Não tem, cara. Nunca vi um barraquinho. É muito difícil. Por quê? O tipo de cliente, cara. A pessoa que paga mais caro não é a que tem mais dinheiro. Porque tem um monte de gente que tem dinheiro, mas não paga nem a pau. Tem essas pessoas. E tem gente que não tem muito dinheiro, mas, cara, se esforce e compra.
que é a base ali consumidora. Inclusive, eu chamo de classe média alta devedora. Eles gastam até o último centavo, assim, é impressionante. Então, quando você vai para o perfil de público, essas pessoas, elas são mais tranquilas, elas têm menos tempo para arrumar problema para você, porque elas estão trabalhando para pagar dinheiro. Já o público que tem menos dinheiro, ele tem mais tempo desocupado, então ele te ocupa mais. E como ele tem menos dinheiro, cara, ele fala, cara, eu preciso, isso aqui é meu único tiro, eu preciso disso aqui, você precisa me entregar, você precisa fazer e tal.
Então, ele tem uma expectativa maior quando ele paga menos. Então, fazer o cliente feliz, assim, na experiência do cliente, se torna até mais difícil. Não, você não tem recurso para fazer. Ah, e é verdade. E a tendência é por isso. Você cobra barato. Por isso que a nossa percepção, ela vai automaticamente para o mais caro ser melhor. Porque o mais caro te dá recurso para você atender melhor. Inclusive margem. Entendeu? Por exemplo, se você atende...
Não tem como você gerar uma grande experiência cobrando muito barato. Se você atende menos clientes e ganha mais dinheiro,
a margem maior, você consegue proporcionar uma experiência de atendimento e de resultado muito maior para o seu cliente. Você consegue dar mais tempo para ele. Exemplo, médicos em consulta. Consultas de convênio, plano de saúde, enfim, costumam durar de 5 a 12 minutos. Uma consulta que lá custa 1.200, 1.500, até 3.000 reais. O médico gasta tempo com o paciente. Ele está lá para ouvir, para entender. O do convênio, coitado, ele nem consegue, não é porque ele não quer. É culpa dele. É porque o sistema é para ser barato, né?
pouco e o paciente também paga menos. Agora, a consulta particular, que ela é um pouco mais cara, o médico gasta tempo com você. Olha teus exames, pergunta do teu filho, conta história, fala que viajou, isso e aquilo. A gente já teve nos dois mundos, né? A gente consome assim e também a gente vive assim no sentido da venda e da compra. Então você, ao aumentar o teu preço, você ganha em margem e recurso pra atender melhor o teu cliente. E a maior parte das pessoas, assim,
clássico. É tentar empurrar produto, cara. As pessoas tentam vender falando de produto. Tentam... Quer vender pra você a todo custo. Ou é bom, vem. É bom, vem. Não, não é assim. Eu lembro que eu comecei vendendo bolo de pote na rua, né? Assim, vender na rua não é uma coisa das coisas mais agradáveis do mundo. Tem sol, tem cansaço, tem um monte de coisa. E eu lembro o primeiro dia que eu fui, cara, morrendo de vergonha. Era novinho de tudo.
Novinho de tudo. Tinha 18 anos e tal. Morrendo de vergonha. Peguei lá a sacolinha de bolo e fui. Entrei na primeira loja, cara. Na primeira.
A menina virou pra... Eu nem entrei. Sabe quando você pisa assim? A menina já... Eu não quero nada não. Obrigado. Aí eu... Opa. Tá bom. E já fiquei... Sabe aquela primeira experiência já traumática? Aí só que eu não desisto das coisas fáceis. Eu fui de novo. Aí fui no outro e tal. Primeiro dia foi uma tragédia. Eu não vendi nada. E aí era o mesmo roteiro. Porque era cidade pequena. Então eu passava sempre nas mesmas lojas. Era o mesmo roteiro diário que eu fazia.
Eu coloquei lá uma logística e eu vou fazer ela. No segundo dia, ela... Cara, eu fui pisar assim.
E a menina, não quero nada. Aí eu, caramba, né? Beleza, no segundo dia eu vendi nada. No terceiro dia eu estava bravo. Pê da vida. Aí na hora que ela... Na hora que eu pisei nessa loja, ela me falou, eu não quero nada. Eu não vim te vender nada. Só vim te dar bom dia, bom dia. Aí ela molhou me assustada e eu saí. Aí no outro dia, passei de novo. Bom dia. E aí ela já, bom dia. No terceiro dia, ela virou para mim e falou assim, o que você tem aí? Aí eu virei para ela, para você nada, tchau. Devolvendo a mesma moeda.
dia que eu voltei e ela, oi, o que você tem aí? Deixa eu ver. Ela falou, depende, você vai começar a me dar bom dia? Aí ela, vou. Ótimo, então beleza, agora sim. E aí comecei e virou minha cliente. Eu só vendi pra ela quando ela pediu. Então eu entendi uma coisa sobre vender. Eu não tenho o que falar do produto. Eu tenho que fazer o cliente pedir. É verdade. Pessoas não gostam que vendas alguma coisa, mas eu vou comprar, né? Exatamente, cara.
E aí quando eu fui entendendo isso, eu fui aprimorando isso. Então, ó, eu nunca ofereço nada antes da pessoa pedir. Tem reunião
das que a gente fica lá duas horas, o cliente não pediu, eu não falo de produto. Até o momento que o cliente fala, tá, gostei, entendi. Então, como funciona? Agora sim. Obrigado por perguntar. Agora sim. Chegamos no meu momento. Caso contrário, esquece. E onde vocês percebem que é, Caio, isso aqui é o ponto de virado. Quando a pessoa faz isso, aí a cabeça dela reprogramou a cabeça dela. Porque quando você ensina, deve ter uma resistência.
Ai, não sei, isso, aquilo, tal. Aquilo bungee jumping, né? Você amarrou o elástico no pé, vai, vai ser melhor.
Tem muita gente ali na plataforma. Não sei. Onde você viu que mudou? Onde que muda mesmo? Será que a gente vai falar a mesma coisa? Eu acredito que na primeira venda. Ou seja, depois que vê... Depois que vê, não dá pra dizer. Então, existe um... Pra algumas pessoas, né? Não pra todas. Existe um... Entre ela saber que tem que fazer e ela fazer, né? Existe uma distância. Pra algumas pessoas, um pouco menos. Quem é mais executor, fala, entendi, vai lá, passa na esquina e já tá fazendo, né? Mas...
que a primeira venda é quando a pessoa fala, funciona, dá certo. Entendi o jogo. Agora eu vou fazer mais. E você? É, eu acredito que é a primeira venda. Eu ia falar exatamente isso. Primeira venda. Porque depois que, cara, é tipo assim, depois que eu beijei a Bruna a primeira vez, eu falei, não quero outra boca. A cantada veio ao vivo. No podcast. Nunca mais eu quero outra boca, cara. Olha essa. Pelo amor de Deus. Muito bom. Foi a primeira venda, né?
Tem um lance na primeira venda, né, cara? Tem. E eu acho que é mais poderoso do que o primeiro cliente. Porque o primeiro cliente tem uma coisa muito... Todo mundo que tá empreendendo lembra do primeiro cliente que teve. Às vezes foi um amigo, foi um familiar, foi um desconhecido. A primeira venda que fez ele sentir o cara, agora eu sou imparável. Só fazer mais mil dessa. Só que quando você faz uma venda nesse cenário que o cara vai lá,
tá incomodado aí, na hora que você faz uma venda no preço certo, com uma margem muito maior, é assim, meu, descobrir, não como ter um negócio, descobrir como ter um negócio muito bem sucedido, cara. É isso. Porque quanto empreendedor que no meio do caminho fala assim, cara, eu achava que empreender, cara, ia me libertar, eu achava que empreender ia rezar meus objetivos. Às vezes um amigo comentou com ele, falou assim, cara, fui enganado, minha vida piorou.
Tem até piadinha, né? Queria voltar a ser CLT. Porque ele está usando a ferramenta errada. Então, eu concordo também. Eu acho que tem muito... Exato. Você falou uma coisa do preço certo, né? Eu acho que o preço certo só chega no dia que você para de melhorar. Calma aí, fala de novo. O preço certo só chega no dia que você para de melhorar. Caso contrário, sempre tem margem para subir. É verdade. Olha que interessante. Quantas vezes você melhora o teu produto no ano? Quantas vezes você melhora no ano? Não tem preço certo.
vezes você sobe o teu produto no ano? Exatamente. Quantas vezes você sobe o seu serviço no ano? É assim, cara. Eu vou cair nas minhas fichas aos poucos, né? E aí, beleza. Eu faço lá uma venda, sei lá, 100 mil. Que é uma venda barata que eu faço hoje. Faz 100 mil, a pessoa não deu nem muita objeção. Eu falo, hum, tá barato. É que sua cabeça já tá programada. É. Eu já tô buscando todas as brechas possíveis pra eu fechar pra cobrar mais caro.
Porque cada real que eu subo no meu preço é de lucro mais no meu bolso. Entendeu? E aí isso te faz melhorar
produto, isso vai melhorar a experiência. Buscar o cliente ideal. Eu consigo melhorar tudo, cara. Porque talvez num papo quando... Sei lá, vamos ver se alguém tivesse entrado agora. Esquece tudo que a gente falou. Mas eles só ficam pensando na carteira deles. Quando você pensa em melhorar produto e você tem a mentalidade certa, você sabe que preço é como se fosse um... Rodar todas as engrenagens. Empresa boa, aquela empresa com lucratividade alta, cara.
Os equipamentos são melhorados, a experiência é melhorada, você tem uma recepção mais bonita, você tem um produto de melhor qualidade, você tem um atendimento com mais tempo. Então, parece que essa lucratividade que vem do preço certo é um adubo que melhora tudo, né, cara? Com certeza. É, e eu comecei falando, cara, cobrar caro é pensar no cliente. Ali como é o contrato antigo isso. É pensar no cliente. Por quê? Alguém acorda falando assim, hum, tô doido pra comprar um negócio de má qualidade hoje. Você pensa isso? Não.
recurso. Aquilo que você paga não paga o recurso que você espera. Ou alguém acorda pensando, tô louco pra ferrar alguém. Exato. Só um cara do mal, pô. Mas a maioria das pessoas são boas. Por isso que eu falo abertamente sobre subir preço, porque a maioria das pessoas são boas e só tem medo de cobrar. Boa. Ela só tem medo, cara. Ela só tem medo, porque ela é boa, ela entrega resultado, ela é séria. E a maior parte das pessoas, quanto mais séria ela é, mais medo ela tem. Sim. Mais resistente ela fica. Então a gente tá aqui
sempre encorajando essas pessoas. Eu não tô falando pra pessoa que vai entregar a groselha. Até porque esse já tá cobrando, cara, às vezes. Sem vergonha nenhuma, né? Então, a gente fala pras pessoas sérias. A gente fala pras pessoas que realmente vão entregar algo bom, mas às vezes falta o incentivo. E aí, da mesma forma que normalmente elas estão cuidando das pessoas, a gente cuida delas. Cara, aula desse podcast, tá? É. Aula. Plateia. Palmas que tá. Aula. Aula. Essa parte final... Ah...
Primeiro, antes de ir para a parte final, eu queria propor uma palavra. Time, vamos colocar na descrição, primeiro, as redes sociais. Beleza. Pode, claro. As redes sociais da Bruna e do Everton. E, principalmente, se você acredita que você, cara, você está de alguma vez nesse papo de incomodância. Putz, cara, eu acho que o meu preço está errado, cara. Eu acho que em algum momento você identificou. Chama os dois. Faz um diagnóstico com a galera do podcast. Sim, pode ser. Faz um diagnóstico.
com o Aguilar Podcast. A gente sempre faz, cara, assim, porque uma das preocupações de vender caro é vender pro cliente certo. Então eu sou a primeira pessoa a dizer, olha, não é pra você. Boa. Não faz sentido ainda. Então a gente é muito sincero. Faz o diagnóstico com o Aguilar Podcast e vê se faz sentido o serviço de vocês, porque vocês ajudam a galera a cobrar o preço certo e eu sei que isso é sobrevida pro empreendedor e não é sobrevida, é o sonho do cara, pô.
E da família, principalmente. Senão o cara não vai chegar no sonho dele, pô. A Bruna tem uma frase muito boa. Entendeu? Ela fala assim... E força ele já tá fazendo. Demais. Ela fala assim, ó, o negócio não é o mais
importante. Ele serve ao que é mais importante. Olha que interessante isso. Turma, você vai mandar mensagem pros dois, fala que você veio do podcast e ele vai colocar lá o time dele pra fazer um diagnóstico pra ver se você enquadra. Hum, a gente consegue mexer no teu automóvel. É isso aí. Pra ele andar mais rápido. Dá pra colocar um turbo. E como eles são do bem, e se não for o cara, você ainda não tá no momento ideal. Tá? Combinado?
Combinado. Tá. Temos três perguntas agora da nossa plateia. Quem é a primeira produção? Marcelo.
Vamos lá. Bom, primeiro, estou super feliz em estar aqui pelo convite de vocês. Estou de novo aqui, Caio. Que legal. Uma boa filha que essa torna. Que legal. Pergunta sua. Vamos lá. Eu quero falar sobre a questão de culpa com relação a vender. Eu sinto uma culpa ou sinto que eu estou explorando alguém. Acho que isso é muito comum. É uma questão cultural que a gente tem. E mexe muito com a mentalidade das pessoas.
fazendo alguma coisa errada. E que eu acho que conversa também com o tanto que a gente tem preconceito sobre ter muito dinheiro e, às vezes, como é que eu me apresento diante das pessoas com as quais eu convivo. Falei um monte de coisa junto. Muito boa essa pergunta. Vamos partir do princípio de que você entrega algo muito bom. Vamos partir do princípio de que você ajuda pessoas com o que você faz, correto? Se você ajuda muito as pessoas com o que você entrega, não seria o contrário?
Seria um desperdício? Com certeza. Porque se eu tenho consciência que eu entrego o ouro, eu vou sentir muito pra aquela pessoa que rejeitar. Eu não quero que você pare de sentir culpa. Eu quero que você sinta culpa por cada pessoa que você não ajude deixando de vender. Uau. Porque você, quando não vende, você abre a premissa, você é uma pessoa séria, não é? Quando você não vende o seu serviço sério, vai ter alguém não sério vendendo pro teu cliente.
Eu tô curada disso, eu não tenho esse problema mais. Aí você ferrou o cara quando você não vende. Exato.
É uma coisa que eu falo muito. Os bons são tímidos e os maus são muito ousados. Os bons, às vezes, estão lá sentindo culpa de vender, às vezes, algo que vai transformar a vida da pessoa. E os maus estão lá. Sem escrúpulo. Vendendo coisa ruim. Vendendo coisa ruim. E, às vezes, tem pessoas que talvez não estejam preparadas. Seja um sinal ou não dela, ela não está preparada para usufruir do que eu tenho para entregar. Até por conta de uma questão de evolução, de mentalidade, do ambiente onde ela está. É isso. É entender assim.
por isso que existe o funil de vendas, né? O funil de vendas já prevê, você não venderá para todo mundo. Escolha os teus especiais que vão estar lá embaixo no fundinho, entendeu? Essa é a visão, assim. Mas sinta a culpa toda vez que não vende, porque aí você vai começar a levar com mais afim. Cara, eu preciso vender melhor. E vender melhor não é enfiar mais produto igual abaixo da pessoa. É perguntar mais, é perguntar melhor, é identificar qual é o reca dela e aí fazer uma oferta que, de fato, faça sentido para a cabeça dessa pessoa e para a realidade dela.
o dinheiro dela. Até porque, se você fizer algo bem feito, melhorando a vida dessa pessoa, ela pode ganhar mais, ela pode mudar a vida dela, ela pode fazer e ter muitos mais benefícios. E talvez, acho que entender que é romper uma grande barreira, né? Fazer esse primeiro movimento. O primeiro, ele vira ali um... Venci isso. Isso, exatamente. Mas precisa insistir, né? Obrigada, queridos. Tamo junto. Palmas para o projeto maravilhoso. Produção, segunda pergunta. Meu chará, Caio. E aí, chará do Caio.
Pergunta sua, Caio. Bom, vamos lá. Queria construir um pouco da minha pergunta, né? Vai no como, vai no como. Quando e como vocês tiveram o start, que o Flávio Augusto fala que é o ponto de inflexão, onde você fala, agora eu vou cobrar mais caro. E concluindo, eu entendo que para eu precificar um serviço e não me basear no meu colega, não me basear no meu concorrente, talvez eu tenha que olhar para o ROE. O RECA, eu entendo, pelo menos eu entendo que o RECA mora dentro do ROE. Queria a resposta de vocês. Boa, boa. Boa observação.
Boa observação, muito boa. Primeira coisa, o Flávio foi um dos grandes motivos da gente cobrar mais caro. Então, a gente convive com essa trinca maravilhosa, né? O Flávio, o Caio e o Joel. E o Flávio, ele provoca muito sobre isso, né? Pô, cobra mais caro, eu não quero perder tempo e tudo mais. Mas, quando a gente pensa ali no ROI, que é o retorno... Para quem não sabe o que é ROI, explica para cá. O ROI é o retorno do investimento que você fez, de alguma forma, né?
É um termo financeiro. Mas o ROI serve para tudo. Por exemplo, tem gente que tem ROI no casamento.
tem gente que não tem. Por isso que para de investir, né? Enquanto você está tendo ROE, você está investindo. Enquanto você está tendo ROE, você está investindo. O ROE e o RECA são coisas um pouco diferentes. O RECA é o motivo pelo qual a pessoa compra e nem sempre a pessoa compra por um retorno. Quer ver, ó? Já teve coisas que você comprou que não te trouxe retorno nenhum? Deixou de comprar por ter retorno? Por não ter retorno?
Não, até porque você só sabe depois. Então, a promessa do ROE, ela tem que ser um RECA e precisa ser instantânea se você quer usá-la para vender. Então, por exemplo,
Sei lá, igual eu falei pro Caio, né? Você vai comprar bolsa pra Fabi. A Fabi vai ficar feliz naquele dia. Vocês vão sair pra jantar. Ela vai ficar feliz. Sua mulher feliz não é vida feliz? É ROI pra mim. É ROI pra ele, tá vendo? Então, deu ROI... Mas não é tangível, né? Não é tangível. A maior parte do ROI, ele nunca é tangível. Porque... E se você associar isso, por exemplo, um ROI emocional, é o que as pessoas mais ficam felizes.
É plenamente possível, por exemplo, você ter um retorno financeiro de algo e ficar infeliz com aquilo.
Entende? Então, é sempre assim, na venda, cara, na venda mais cara, sempre foca na emoção. O que aquele cliente quer sentir quando ele diz para você as dores dele? A gente fala do vendedor que vende dor, né? A palavrinha vendedor. Aí as pessoas falam, você vende uma dor ou um sonho? É a mesma coisa, é tudo dor. Porque um sonho não realizado é um prazer? Não. É uma dor também. Um desejo não cansado é algo bom? Não, também é uma dor. Ou seja, o que ela quer sentir com o teu produto?
quando ela diz que ela tem aquele problema, porque ela não quer ter mais. E aí a gente parte para os desejos universais, que é o que todo mundo quer. Tem alguém nessa sala que quer ficar mais pobre amanhã? Tem alguém? Não. Então todo mundo quer ficar mais rico? Sim. É um desejo universal ser rico. Alguém aqui quer mais problema, por exemplo? Quer deixar de sentir paz? Não, paz também é um desejo universal. Se eu encontrar qual é o desejo universal que aquela pessoa tem, golaço.
Isso vai ser muito mais ROI do que qualquer outra coisa tangível dentro da venda. E é por isso que no meu ato da venda,
posso, de certa forma, focar no cliente, mas ter o foco do cliente, então. E o que você acredita, às vezes, que é o ROI do cliente, por exemplo, exemplo de dinheiro, retorno, um ROI, vai aumentar 50 mil no seu faturamento. Às vezes, aquele ROI vale menos do que ela atingir um ROI intangível e emocional que ela tem de ficar mais tempo com os filhos. Então, às vezes, você vai tentar vender para ela em cima de um retorno que você acredita que ela quer muito, mas, na realidade,
retorno que ela mais quer, não é esse. E aí não tem a conexão da venda. Pra não ter erro, sempre entrega o ROI tangível, tem que ser assim. As pessoas falam, pô, meu trabalho é bom. O ROI tangível é o mínimo. É obrigação. O que encanta é o reca. O que encanta é a razão emocional dela sendo atingida. É assim que a gente se sente encantado ou desencantado com as coisas. Essa forma fica batata. Porque quanta gente desiste de algo que tá tendo retorno.
Sim. Se você pega pessoas desistindo, por exemplo, o cara desistiu da academia e tava emagrecendo
ainda não faz sentido. É. É porque ele teve o ROI tangível, mas o intangível que vai segurar ele, ele ainda não percebeu. Então, quando você entrega os dois, essa dupla é bombástica. Animal. E até o início de venda, talvez, começando pelo RECA já, né? Exato. Se você souber... Não pelo produto e serviço, mas sim pelo RECA. É, a venda, quanto mais você evitar falar do produto, mais você vende. Show? Muito bom. Palma, produção. Ah, que episódio, hein?
Amém. Animal, animal, animal, animal. Você sabe que o nosso primeiro episódio do podcast nosso foi com você.
Eu lembro, eu lembro. Sabe o que eu gostei desse podcast? Que foi aula. Aula no sentido, assim, cara, esse podcast é pra galera que ouviu na academia, ouviu no trânsito, ouviu indo pro trabalho. Você tem que ouvir de novo com papel e caneta. Exato. Volta o podcast, bota no um e meio, dois. Pode ser até legal ver o Everton falando as frases dele no vezes dois. E pegar papel e caneta, mandar pra alguém do time, pra sócio. A galera tá usando os podcasts que a gente faz, às vezes, como aula pro time comercial.
Exato. E o mais legal é que qualquer pessoa que colocar em prática vai ter ROI, vai ter retorno. Mensagem final de vocês dois, para quem chegou nesse episódio com a gente até o final. Posso começar? Vamos lá, Bruno. Falamos muito de negócios, de vendas, foi uma aula de fato, mas eu gostaria de terminar com a frase que o Ever testou, que para nós e para mim especialmente, o negócio não é o mais importante, ele serve ao que é o mais importante.
Então, se você vai sair de casa para trabalhar todos os dias, se você está empenhado no seu negócio,
no seu empreendimento e você tá colocando energia nisso, que seja pra tirar uma boa recompensa disso. E uma boa recompensa não é aquilo, talvez, que você tá se contentando. Uma boa recompensa são os sonhos realizados, é o tempo que você passa com quem você ama, é o que você faz a partir daquilo. Porque negócios não foram feitos pra dar errado. Aliás, ninguém começa um negócio pra dar errado. Só que, às vezes, no meio do caminho, você não tá atingindo o objetivo que você tinha, que você queria.
E que, principalmente, não vale todo esse esforço se for para perder as coisas mais importantes da sua vida. Que é o seu casamento, são os seus filhos, as pessoas que você ama, os sonhos que você tem, as pessoas que você contribui e ajuda. Então, para mim, de nada valeria esta aula e tudo isso se não fosse, se você não entender que isso não vem primeiro. O que vem primeiro é o que é mais importante. E tudo isso vai se tornar parte de algo maior. Que é a sua vida, a sua família, o seu relacionamento com Deus,
o seu propósito, inclusive. Dá pra ser muito feliz tendo um negócio, dá pra realizar muito sonho, dá pra viver muita coisa boa tendo um negócio. Não precisa ser tão difícil quanto está sendo se está sendo pra você. Mas não inverta essa lógica. E segunda coisa é que ninguém pode tirar de você aquilo que Deus planejou pra sua vida. Se Deus quer algo pra você, pra sua vida, pro seu caminho, não se desespere, não se anseie, não se angustie, não fique mal, não acredite que o problema tá em você e principalmente confie que vai chegar
Porque de tudo que a gente fez pra estar aqui hoje, Caio, nesse podcast gravando com você e realizando tantas coisas incríveis na nossa vida, de todo o esforço, todo o aprendizado, de todo o empenho que a gente colocou, ainda assim eu acredito que a maior parte veio em graça. Nós não estamos onde estamos, eu não estou onde estou porque simplesmente por mérito, apesar dele existir e saber que existe. Ou sorte até um pouco. É principalmente porque de alguma forma Deus quis. E se Ele quis, ninguém pode tirar.
da minha vida ou da sua, o que ele quer pra você também. Amém, amém, amém. Espetáculo, né? Fala depois disso. Entendeu porque eu casei? Entendeu? Porque eu sou apaixonado. Entendi. Fala depois dessa. Não, ela sorri e meu coração terras batido aqui, rapaz. Impressionante. Isso que a Bruna falou é muito importante, cara. Porque assim, se a gente parar pra pensar, nós não somos os mais inteligentes, nós não somos os mais esforçados, nós não somos os mais dedicados do mundo. Mas a gente consegue. E não é pela gente.
Tem gente mais dedicada, tem gente mais esforçada, tem gente, às vezes, trabalhando até mais. Mas a gente acredita que Deus é o grande precursor de tudo isso. E uma das coisas que teve na nossa história é a questão do ser anjo, né? Então, anjos pra nós é a pessoa que aparece no dia certo, na hora certa, falando a coisa certa. Que é o nome da empresa de vocês. Exato. Tem até uma cliente que me refinou isso. Ela virou um dia pra mim e falou assim, Everton, obrigado por emprestar as asas de vocês. É a razão social ou é o nome de fantasia? Os dois. Os dois. Que legal.
emprestar as asas de vocês pra eu voar mais alto. Eu falei, uau, que lindo. Anjo é a pessoa, então, que empresta asa pro outro voar mais alto. A Bruna é o meu maior anjo, né? Então, eu falo que 99% do meu sucesso é entre Deus e Bruna. Só deu certo depois dela, só deu certo depois que a gente começou juntos. Então, eu sou muito grato a Bruna, eu sou muito grato a Deus por tê-la colocado na minha vida. E eu nunca mais duvidei de Deus depois que eu casei, cara. Porque só Deus pra fazer um treino bonito desse. Não é possível, né?
Vocês são muito fofinhos. Quero colocar vocês dois num pote. Deixar aqui do lado da cama, colocar neve, acordar de manhã, chacoalhar o pote, assim. E que Deus abençoe muito o casamento de vocês. Amém. Eu conheço vocês, vocês são assim. Vocês são leves, vocês são felizes, vocês são cúmplices. Eu acho também que vocês não só ajudam as pessoas a precificar do jeito certo, a terem mais o rói alegre do empreendedor,
quer conquistar, avançar, progredir. Mas vocês também são exemplos daquele casal que empreende junto, que é possível matrimônio e negócios serem bem-sucedidos. Porque tem gente que acha que é o contrário, né? Meu casamento, meu negócio é bem-sucedido, eu tenho que ver pouco com minha mulher. Não, é o contrário. É o contrário. É o contrário. Vocês já são sócios de vida, então muito legal isso. Eu tenho certeza que a história de vocês está só começando.
A gente também. A gente fala pra isso um pro outro. A gente está só começando, está novo ainda, está aquecendo. Ó, adorei, tá?
Obrigada, foi um prazer. O Zen, acompanha esse podcast. Primeiro, todos os contatos desse casal maravilhoso estão aqui embaixo. Se você acredita que está nesse momento, cara, eu acho que o preço fica errado, eu poderia estar cobrando mais, eu preciso de instrução, chama depois eles, eles vão receber muito bem. Só fala que você vê do como você fez isso e o time junto com eles vão fazer um diagnóstico para saber se você está nesse momento de melhorar o teu preço, tá bom?
Eu acredito que está, porque a maioria das pessoas no mundo precificam errado. E, obviamente, se você chegou no final também, acompanhe todos os canais do Como Você Fez Isso.
no podcast, nos canais oficiais, pra você não perder nenhum só episódio e recomendo fortemente você fazer uma coisa agora. Pega o link desse episódio, manda esse episódio no grupo dos seus amigos. Quem tem negócio, se você ama essa pessoa, pode ser que uma coisa que ela ouça aqui, e a pessoa começa a ter uma virada, e você vai ser o grande cúmplice, vai ser o anjo da guarda na vida dessa pessoa, emprestando uma asa pra ela voar, tá bom?
Recomendo que você faça isso. Pega agora rapidinho, você pega esse link e manda no WhatsApp. Pra essa pessoa, grupo de família,
de família de amigos e galera que tem negócio vai contribuir demais tá bom então mais te vejo na semana que vem obrigado pela tua companhia pela tua confiança até o próximo episódio fica com Deus e tchau Valeu plateia também