COMO PARAR DE REPETIR OS MESMOS PADRÕES? | Fabi Sawaya #141
Você sente que está repetindo os mesmos padrões, travando diante do medo ou vivendo no automático? Neste episódio, Caio recebe Fabi Sawaya para uma conversa profunda sobre inteligência emocional, identidade, crenças limitantes, hábitos, autossabotagem e transformação pessoal.
☕ *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*
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- Crise de identidade e propósito pessoalRepetição de padrões · Crenças limitantes · Autossabotagem · Transformação pessoal · Identidade
- Culto em ComunidadeComunidade de 12 meses · Imersão presencial · Identidade e Ponto Cego · Neurociência · Relacionamentos · Emoções primárias · Dopamina
- Inteligência EmocionalControle das emoções · Reação às emoções · Gerar emoção para sustentar comportamento · Amígdala vs. Córtex
- O Poder dos HábitosHábitos bons e ruins · Juros compostos dos hábitos · Qualidade de vida e hábitos
- Autofala e autotratamentoFuga do desconhecido · Ansiedade diante do futuro · Presos no passado ou futuro
- Perspectivas para o CâmbioO cachorro deitado no prego · Dor emocional · Circunstância insustentável
- Vergonha e AceitaçãoMedo de começar algo novo · Paralisia pela emoção · Vergonha
- Reprogramação cerebralCérebro programado para sobreviver · Proteção contra traumas · Dor de mudar identidade
- Perfis comportamentaisTemperamento colérico · Big Five · Enneagrama · Caixinhas abertas vs. fechadas
- Perspectiva TemporalPrazer no presente · Acelerar áudios e vídeos · Perder-se no tempo
Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a mais, e não só mais um, mas um belíssimo episódio do Como Você Fez Isso, porque eu recebo quem está ao meu lado...
literalmente, quem está ao meu lado na minha vida está ao meu lado nesse podcast, a gente vai ter um papo incrível, riquíssimo cheio de boas ideias e bons insights com a convidada que eu mais amo no planeta Terra, senhoras e senhores, minha esposa minha mulher a pessoa que divide a vida comigo
que até o final dos meus dias estarei ao lado dela. Mãe dos meus filhos, a pessoa que eu mais admiro. Senhoras e senhores, uma plateia maravilhosa. Me ajuda a receber a minha esposa. Fabi Carneiro.
Eu adorei que hoje teve plateia porque eu não bati palma pra mim sozinha. É isso aí. Somos uma turma super legal aqui, a gente vai falar, amor, sobre como parar de repetir os mesmos padrões e começar a buscar uma jornada de melhoria contínua, de transformação. Eu acho que o ser humano, a percepção de progresso é muito motivador e a percepção de estagnação também corrói a gente.
E vamos começar logo quente. Para melhorar, a gente precisa se desafiar. Eu acredito que não tem uma maneira da gente melhorar sem a gente buscar evoluir, crescer, dar trabalho. Por que você acha que as pessoas, de uma certa maneira, evitam o desconforto?
justamente porque dá trabalho. Então, a gente tem que pensar. Primeiro, eu quero falar pra vocês que eu fiquei muito feliz de saber que o nosso último episódio, olha eu fazendo propaganda, quem não assistiu, tem o link aqui embaixo, foi muito bom, né, meu amor? Foi um dos... Olha que bacana. Foi um dos nossos episódios no Spotify mais assistidos do ano.
mais assistido do ano. O tema é muito bom, né? Foi sobre inteligência emocional? Inteligência emocional. Mas a gente abriu várias caixinhas, né? E isso é uma coisa tão importante, porque a inteligência emocional em si, ela é um ponto cego na nossa vida. A gente tem sempre um lugar que a gente não enxerga, que ele é o que faz com que a gente não rompa lugares que a gente gostaria de romper na nossa vida.
E que sozinho a gente não consegue. Porque é uma coisa, eu não lembro se eu falei isso no último episódio ou não, mas a própria natureza não tem como matar a própria natureza. Então o meu próprio ego, ele não mata meu próprio ego. Então isso é uma das primeiras coisas do porquê que é tão difícil o fato da mudança.
A gente tem que pensar que o nosso cérebro, isso é clássico, ele é feito pra sobreviver, ele não é feito pra prosperar. Então, o que ele é feito? Ele é feito pra repetir padrão. E aí, onde mora o problema? O problema é que a gente tem 30, 40 anos. Quem tem mais de 30, 40, mais de 50? Alguém aqui? Não?
Pensa assim, 50 anos, 40 anos, 30 anos, repetindo padrões que foram aprendidos quando a gente tinha 5, 6, 7 anos de idade. Quando a gente criança, a gente chama a baita de uma esponja. A gente tá absorvendo tudo ao nosso redor. A gente tá formando o nosso caráter. A gente tá formando a nossa identidade. A gente tá formando os nossos valores. A gente tá formando o nosso padrão de segurança. É óbvio que tem um temperinho que é o nosso...
nosso temperamento que já vem de fábrica, mas a forma como a gente vai enxergar o mundo, a lente como a gente vai enxergar o mundo, ela está sendo formada nessa fase. E o ponto é que quando a gente cresce, primeiro a gente passa a adolescência, que a gente quer romper a fase de poder ser amigo das pessoas, aí depois eu preciso descobrir para que eu sirvo na vida, eu preciso arrumar um emprego, depois eu preciso arrumar um casamento, depois eu preciso ter filho.
Aí quando você já passou por todas essas fases, que você começa a sossegar um pouco.
E aí por isso que o pessoal fala que tem a crise de identidade da meia-idade, mas é porque eu já venci tantos mini padrões que era esperado da sociedade que eu começo a me dar conta, então agora eu vou poder, eu não tenho mais concorrência de mundo, de necessidade do mundo do que eu preciso vencer.
E agora vai sobrar tempo suficiente, espaço na minha cabeça pra eu precisar lidar com quem sou eu. Que é a pergunta mais dura de poder responder. Quem sou eu? Então, por que que dói muito romper hábito? Por que que dói muito romper padrão? Porque o hábito e o padrão nada mais é do que a sua identidade. Então, não é que eu tô rompendo um comportamento. Não é que eu vou parar de fazer A e vou fazer B. Eu tô mudando completamente como eu sou como Fabiana.
E aí o meu corpo, a nossa mente, ela não entende. Até engraçado que eu gravei um Reels esses dias falando sobre isso, do meu tornozelo, porque eu rompi o tornozelo. E faz um ano e meio que eu rompi o ligamento do tornozelo, eu não consigo chutar com a outra perna. Minha perna desencaixou, é como se eu tivesse desaprendido isso. Mas não é que eu desaprendi, é que meu cérebro criou uma proteção.
Ele falou assim, eu não quero que você se machuque de novo. Então, ele criou uma proteção. Então, o nosso cérebro tem tantas proteções, ele tem tantas travas para a gente não voltar a se machucar, que o que ele faz? Quando eu sofro um trauma, quando eu sofro um problema, quando eu sofro alguma coisa nesse sentido que vai me afetar, ele me protege, ele me bloqueia. E a dor que eu sinto de lidar com a minha identidade é a mesma dor como se fosse um trauma físico.
O meu cérebro meio que não separa as duas coisas, ele vai meio que trabalhar da mesma forma, tanto com um trauma físico, como um trauma de lidar com a identidade. Então, todas as vezes que eu vou confrontar a sua identidade, o seu cérebro recebe como se ele estivesse tomando uma porrada física.
Quem que quer tomar porrada física? Ninguém. Ninguém. Aí eu prefiro não olhar pra isso. Deixa do jeito que tá. Já tô há 40, 50, 30 anos desse jeito, pra que que eu vou mexer nisso? Dói mexer. Só que o que as pessoas não se dão conta é que dói muito mais passar a vida inteira nesse lugar, entendeu? Qual você acha que é o primeiro passo da mudança? É você identificar... Na verdade, eu não vou nem falar identificar, mas eu acho que vem...
vem do querer, da vontade de querer sair desse lugar, né? Da gente dar o basta, porque se não dar o basta, não tem nem como eu chegar na fase de querer identificar onde tá o problema. A gente tem aquela... Como é que fala? A historinha do cachorro que tá deitado em cima do prego. Muito boa essa. E aí todo mundo passa, ai, o cachorro tá chorando.
E o pessoal fala, ah, por que ele tá chorando? Ele tá deitado ali num posto de gasolina? Ah, porque ele tá deitado em cima do prego. Ah, mas por que ele não levanta? É porque não tá doendo o suficiente. Então, quantas pessoas hoje vivem numa vida com dor emocional, de hábito, de crença, de padrão mental, de necessidade de romper comportamento, mas ela se acostumou tanto com aquela dor...
que ela não quer precisar lidar com a dor de romper aquilo. Então, eu já estou acostumada com essa dor. Essa dor eu sei lidar, então eu vou aceitar ela. E ela não entende que existe uma vida de abundância que pode ser vivida além dessas travas, além desses bloqueios, além dessa dor que a gente vive todos os dias, né? Você falou uma coisa fundamental, né? A gente só muda quando começa a doer. Mas não...
Deixa eu melhorar. A gente muda quando a circunstância que está se torna insustentável. Por isso que é o basta, né? Acho que muita gente na vida agora que está ouvindo a gente aqui, seja numa esfera mais profissional, seja uma esfera pessoal, o cara toma a decisão chegar quando a circunstância está insustentável. Obviamente, não é um modelo mais inteligente deixar, mas a gente sabe que essa se torna muito eficiente.
Eu acredito que uma inteligência, alguém que... Uma vez eu vi a definição, o Tito uma vez mandou num podcast, o Tito tem umas frases que eu falei, de onde o Tito tira isso? Ele falou assim, como é que é? O inteligente sabe que tomate...
É fruta, mas o sábio sabe que não é na salada de fruta que se coloca um tomate. Enfim, alguma coisinha que ele falou. Mas o que ele quis dizer é que a grande diferença de uma pessoa inteligente para uma pessoa sábia é, às vezes, não se colocar no lugar. Por exemplo, tem gente que fala assim, cara, como é que faz para sair dessa circunstância? Aí, o outro é, qual foi a tua estratégia para não entrar nesse lugar?
Mas agora, dando um cavalinho de pau sobre inteligência emocional, pra você, quando se fala sobre inteligência emocional, parece um campo cinzento pra muitas pessoas, não dá pra gente controlar aquilo que a gente sente. Senão a gente começa a filosofar demais.
Você concorda? Discorda? Pra você, uma pessoa inteligente, com inteligência emocional, aquela pessoa que domina aquilo que sente ou a pessoa que toma a melhor decisão sabendo que tá sentindo alguma coisa? Vamos por essa salada de fruta, já que eu não soube reproduzir a frase do Tito aqui. Eu sempre acreditei que a gente consegue, que a gente não conseguia controlar o que a gente sente, tá? As emoções, na verdade, não necessariamente as emoções, mas a reação às nossas emoções.
Até que eu li um tempo atrás um exemplo de uma mãe que ela tá descontrolada brigando com seu filho. Tá. E o telefone toca e ela muda completamente o tom de voz como se nada estivesse acontecendo. E ela desliga o telefone e ela volta a descascar no filho completamente doida, descontrolada, com voz alterada, brigando e tudo mais. E eu acho que eu já até falei desse livro no último podcast, se eu não me engano, que é A Coragem de Não Agradar.
E esse foi meus dois minutos desse livro, que ele fala que a gente gera a emoção, olha como é profundo isso, eu gero a emoção pra sustentar o tipo de comportamento que eu quero ter. Calma aí, fala de novo. Eu gero a emoção pra sustentar o comportamento que eu quero ter. Muito bom. Ou seja, eu manipulo tanto a emoção, eu controlo tanto a minha emoção,
que eu vou gerar essa emoção no meu corpo pra poder sustentar aquele tipo de comportamento que eu quero ter. E eu percebi isso. E eu vou dar um exemplo. Eu já percebi que o único lugar que me deixa doida são as crianças. Quem mãe é pai, entende, não julga, né? Mas quando a gente tem três, não julga... Ai que não julga mesmo. Mas explica melhor. Mas eu comecei a refletir...
que todas as vezes que eu perco a paciência, eu estou no meu canto, no meu escritório, trabalhando, querendo ter meus cinco minutos. E eu falei assim, cara, mas não faz sentido, porque se o meu marido entra aqui e quer conversar comigo, eu vou conversar com a maior paciência do mundo. E eu percebi que eu estava reagindo como se fosse uma criança mimada, falando, esse aqui é o meu espaço, dá o meu espaço, não vem aqui, não fala comigo. Então, por que para aquela situação...
eu estava reagindo de uma forma e se fosse qualquer outra pessoa, eu não ia reagir de outra forma. Então, o fato das crianças entrarem daquele jeito afetava diretamente minha identidade, minha crença, afetou crenças limitantes minhas. Então, eu gerava a emoção da raiva, da falta de paciência para gerar o comportamento que eu desejava, que era o quê? Falar alto. Então, a partir do momento que eu vou entender por que eu tenho a necessidade e eu vou entender por que eu tenho a necessidade de fazer o que eu tenho a necessidade.
de falar com eles dessa forma, nessas circunstâncias. Aí eu vou entender lá no meu passado, é uma lambança, né? Eu vou entender lá no meu passado o que isso foi gerado, por que isso ocasiona essa reação que com 36 anos de idade eu faço, mas que aconteceu quando eu tinha 5 anos de idade. E isso virou um padrão da forma como eu enxergo o mundo e eu acho que o mundo tem que ser dessa forma. É impressionante como existem algumas armadilhas da mente. A mente tem algumas armadilhas.
Qual é uma que você percebe, claro, que muita gente cai? Eu acho que a maior armadilha que todo mundo cai, a gente começa... A gente vai falar muito sobre identidade, né? Eu venho pegando muito no pé nesse lugar. Porque todas as vezes que eu aprofundo nesse lugar de inteligência emocional, não tem como. Você afunila e você volta para o lugar de identidade. É a gente começar a transformar circunstâncias em identidade. Então, vou dar um exemplo. Uma pessoa que ela foi traída.
e o cérebro dela criou aquele mecanismo igual ao do meu pé de proteção. Ela acha que ela não está vivendo mais na dor, mas ela vive na dor porque o cérebro está bloqueando ela de ter outras relações. O que ela começa a falar para ela mesma?
Ah, porque eu sofria. Ah, porque eu não confio em ninguém. Eu sou uma pessoa desconfiada. Então, ela começou a transformar uma circunstância que aconteceu na vida dela em identidade. Muito bom. Ela começa a enxergar o mundo. Ela começa a se enxergar. E ela passa a enxergar o mundo inteiro a partir deste lugar. Então, ao invés dela separar o sentimento que ela teve da situação...
Ela juntou tudo e aquilo virou quem ela é. Então, hoje, a maior dor das pessoas que a gente tem que fazer é reconstruir e falar assim, cara, mas quem é você de verdade? A gente conta um monte de mentira pra gente o tempo inteiro, da nossa que a gente não é capaz, que eu não consigo, não é pra mim, que não vai dar certo, que só dá certo pro outro. Se a gente pegar uma lista, a gente é muito melhor de falar coisas ruins sobre a gente, ruins sobre os outros.
E poucas coisas boas sobre nós. É muito mais fácil a gente sempre ir pro lado mais pessimista, a gente ir pra esse lado mais negativo. Só que o problema é que a gente acha que são só pensamentos.
Mas o pensamento, ele não vem do nada. O pensamento vem de crença, ele vem da identidade, ele vem do quem eu sou. Então, a partir do momento que eu já estou pensando, eu estou falando, significa que ele já está um passo atrás, ele já está muito enraizado. Só que quando está só no pensamento é uma coisa, o problema é quando eu começo a agir, tomar decisões e ter comportamento baseado no meu pensamento. O que você acredita que é bom esse papo de identidade? Porque, mais que uma coisa mais profunda, é uma coisa que...
As pessoas conversam um pouco, né? Ah, ninguém conversa. É difícil você sair com outro casal de amigo e falar assim, e aí, você já questionou a sua identidade? É uma coisa muito difícil de ser perguntado, né? Parece que é uma coisa meio que, cara, isso aqui é uma coisa que você se vira com você mesmo, se quiser vai buscar ajuda, vai fazer a terapia, se encontra. Parece assim, cada um com seus problemas. Cada um com a sua identidade.
E não me meta nas suas confusões. E, obviamente, como você fez isso, é pra falar como, né?
Então, eu acho que um dos bons ganchos desse episódio é como não definir a identidade. Porque eu não acredito em alguém que não tenha uma identidade. Às vezes ela é consciente ou inconsciente.
você tem uma identidade que você, cara, trabalhou em cima dela, ou foi aquela coisa, foi situações na sua vida, contextos que você passou, coisas que, cara, emocionalmente ali fizeram uma cola e você não tinha tanta maturidade para dar bons significados ou entender o que realmente aconteceu. O que você acha que é um bom primeiro passo para as pessoas começarem a pensar sobre a sua própria identidade? Porque o jeito que você acredita que você é é o jeito que vai determinar como você responde as coisas que acontecem. É assim.
O que você acha que é o primeiro passo pra gente começar a falar de identidade? Isso é muito legal falar, porque as vezes as pessoas acham que isso é algo muito distante, né? Eu nunca vou acessar, eu nunca vou chegar, eu nunca estarei nesse... Eu não vou encontrar essa pessoa. E a verdade é que encontrar a nossa verdadeira identidade não é jogar fora aquilo que a gente é e tentar encontrar uma pessoa completamente diferente, uma pessoa completamente nova. A verdade é que a nossa verdadeira identidade, ela já tá dentro da gente.
Só que ela tá suja. Ela tá suja com o que os outros falaram, ela tá suja com as vivências do mundo. Então, o primeiro trabalho é fazer um trabalho mental, assim, de limpeza. Eu falo que é separação, é separar o joio do trigo. É começar a separar de um lado o que eu ouvi, o que eu vi, o que aconteceu que veio dos outros. E o que eu realmente acredito que é meu. Então, a primeira coisa que eu fui fazer é assim, cara, o que era da minha mãe e do meu pai?
E o que realmente que era da Fabi? Por exemplo, a primeira coisa que eu descobri é que o meu sonho, a carreira profissional que eu vivia era um sonho dos meus pais, não era um sonho da Fabi. Outra coisa que eu descobri ao longo prazo, eu sempre escutava os outros falando do temperamento colérico e eu começava a querer me anular nesse lugar, porque eu achava que não prestava, que eu não queria ser amada, que não ia ter espaço nesse lugar.
O que só piorava, eu só ficava mais irritada, eu só tinha mais raiva, eu só explodia mais ainda. Até eu entender que não era sobre isso, mas era sobre utilizar isso da melhor forma. Você estudou sobre os temperamentos, isso é uma novidade pra mim.
Você falou assim, poxa, eu sou colérica, é ruim ser colérica, parece que é o explosivo. Você achou de uma certa maneira que aquela definição é a gente colocar dentro de uma caixa? Quando a gente começou a trabalhar com venda, eu gosto muito de observar padrão, minha cabeça funcionava dessa forma. E eu comecei a observar que as pessoas não... Chegava um padrão que depois de 7, 10 dias que as pessoas começaram a empreender, elas desistiam.
E eu começava a entender que não tinha razão do porquê elas existiam. Então eu comecei a encontrar um padrão que não era falta de técnica, porque elas tinham treinamento, tinha tudo. Eu comecei a ver que era autossabotagem da própria cabeça.
E aí eu comecei a entender que pra poder crescer as equipes de vendas que a gente tinha, não era tanto mais sobre treinamento de vendas. Eu tinha que ensinar essas pessoas a vencerem a cabeça delas. Porque eu venci através da minha cabeça. Eu fui vencendo a minha cabeça. A gestão das emoções é muito forte. Então eu entrei nessa vertente de pessoas...
Eu fui para um lado comportamental das vendas. Então, eu fui ajudar as pessoas a crescerem, não necessariamente pela técnica. A técnica fazia parte, mas eu ia muito pela parte do comportamento. E aí, nisso, eu acabei estudando todos os tipos de ferramentas possíveis que tem de teste comportamental, Big Five, Enneagrama, tudo. E aí...
Só que uma conclusão final que eu cheguei é que, por um lado, que isso é muito bom, por um lado, isso é muito ruim. Porque te coloca numa caixa e você começa a acreditar que você é aquilo. Não, você está aquilo. Aquilo é um padrão natural de fábrica seu. Mas se isso te atrapalha e se isso não é benéfico, você precisa desenvolver novas habilidades.
Então, por exemplo, você é uma pessoa que pensa, a gente fez até um vídeo brincando disso, não sei se vocês viram, que eu falei assim, a gente senta pra almoçar, eu falo, amor, a gente tem que definir isso hoje, tipo, a gente tem que ir num hotel. Ele, na hora do jantar, a gente resolve. Eu falei, por que que eu vou resolver no jantar? O que que eu posso resolver no almoço?
E ele é, por que eu vou resolver no almoço o que eu posso resolver no jantar? Então, ele gosta das caixinhas abertas e eu gosto das caixinhas fechadas. Eu gosto de fechar o mais rápido possível todas as caixinhas na minha cabeça. E o Caio, ele se dá bem com todas as caixinhas abertas na cabeça, maravilhoso. E isso me endói, dá de um jeito que eu fico louca. E por que eu tava falando isso mesmo? Abre a caixinha e mata também?
Não, mas isso, lembrei, é porque isso foi muito importante. A gente encontrou o meio termo. A gente se encontrou no café da tarde, entendeu? Mas conviver com uma pessoa há duas décadas que é completamente diferente de mim, me ensinou a agir, pensar, a ter comportamentos diferentes do meu padrão de fábrica.
Então, eu não só sou explosivo o tempo inteiro, eu não só sou a líder o tempo inteiro, eu não só sou a pessoa que toma decisão o tempo inteiro, mas aprender a ponderar, aprender a ter mais cautela, porque a pessoa que é colérica, ela tem zero cautela, ela fala assim, deixa explodir, depois eu resolvo. Eu não tô nem aí se vai explodir, depois eu vou dar conta.
E o fleumático, ele não, ele é ponderado, ele pensa, ele reflete. Então, isso é uma coisa que me desenvolveu muito. E eu parei de olhar só pra esses lugares de testes e achando que, cara, isso é o meu padrão. Eu sou assim, não. Isso é um padrão de fábrica que ele vai falar que eu vou reagir dessa forma. Mas se eu não desenvolver a minha cabeça, se eu não desenvolver a minha mente, se eu não renovar a minha mente, vai ser assim. Mas eu não quero ser reconhecida por um teste.
de internet, ou por um teste social ou psicológico. Quem sou eu? Será que eu sou a massa? Eu sou igual a todo mundo? Posso ter um padrão. Mas eu devo ter algo singular da Fabi. E eu precisei encontrar o que é esse algo singular. E a verdade é que esse algo singular, olha que coisa interessante, a gente estava no encontro semana passada, toda quinta-feira eu faço leitura de um livro. E esse livro ele estava falando que uma das maiores armadilhas da sociedade hoje sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow
É a falta de hobby. É a falta de prazer genuíno. Então, as pessoas hoje, elas estão cheias do prazer falso. É a falsa dopamina. Qual que é a falsa dopamina? É pornografia, é compras na internet, é fast food, comida tranqueira, é rolar a tela do celular o tempo inteiro. Então, isso já era dopamina barata no meu cérebro, me deixa um caos. E que a maior parte da população não tem um hobby verdadeiro.
As pessoas não têm hobby, as pessoas não têm algo que dá prazer genuíno pra elas. Ou seja, elas nem sabem aquilo que elas gostam de fazer. E a gente tava assistindo um filme, eu falei pro Caio, faz tanto tempo que a gente não assiste um filme. Falei, vamos assistir um filme bem bestinha, romântico? Em casa, antes a gente assistia três filmes numa noite, agora são três noites pra ver um filme. Não terminei de ver o filme, eu preciso voltar nesse filme, mas ele é bestinha, tá na Netflix, é uma gracinha.
O fundamento da história é legal do filme, né? Posso dar spoiler? Vou dar spoiler. Então deixa eu... Antes de dar spoiler... É que é pra completar o raciocínio. Mas você já vai contar o final do filme? Não, vou contar o começo. Tá bom.
É só a menina que a mãe morre e a mãe era dona da empresa e ela trabalhava na empresa e a mãe demite ela. E ela ficou chocada porque ela foi demitida da empresa da mãe. E ela cuidava da empresa da mãe. E a mãe, antes de morrer, ela encontrou uma lista de coisas de quando ela era adolescente. E ela falou assim, enquanto você não fizer essa lista inteira, você não vai voltar a trabalhar aqui. E o que mais me marcou dessa frase, do que ela falou...
Só um parênteses, que eu achei a parte mais legal do filme. Que pra cada tarefa que ela fazia...
e obviamente pra ela cessar o oh meu Deus quando alguém morre o pai deixa o testamento ela tinha que fazer aquela lista que a mãe deixou você quer cessar o testamento então você tem que fazer o sonho dela de criança que era por exemplo ah, não sei, não vou lembrar aprender a trocar piano tal, tal, tal, tal, tal, você quer saber o testamento corra atrás dos seus sonhos, é meio que tipo isso e a cada sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow sow
a cada lista que ela dava um check, liberava um vídeo da mãe dela. E a mãe dela ia ficando alegre pra cada vez. Se você chegou nesse vídeo, significa que você fez a lista, porque tava na mão dos advogados os vídeos. Então ela tinha que provar pro advogado que ela tocava piano, desbloqueava um vídeo da mãe dela.
Então foi muito legal. Será que me inspirou, hein? Eu acho que vou fazer esse comércio com o Theo também, hein? Olha que legal. Mas o que mais me chamou... Deixei 20 podcasts aqui gravados, né? Tem que assistir todos até o final. Vai lá. Mas o que mais me chamou a atenção é que a mãe fala assim, o maior problema dessa lista é que você cresceu e você não substitui essa lista por nada. Então ela tá vivendo uma vida completamente vazia. Dentro dos seus estudos de como que a nossa cabeça funciona...
O que foi uma coisa que você, cara, uau? Eu acho que... Uma frase que eu falei recentemente... Uma das coisas que eu gosto muito de falar é sobre hábito, né? A gente tem hábitos de forma repetitiva e a gente não se dá conta disso.
A gente quer ver a nossa qualidade de vida, a gente precisa ver a qualidade dos nossos hábitos. E a gente não se dá conta da qualidade dos nossos hábitos. Pensa num juros compostos. Acho que até o podcast que eu gravei esses dias, o Café com o Jói, de hoje, foi ao ar falando exatamente sobre isso. Tanto os hábitos ruins, quanto os hábitos bons, eles serão colhidos a juros compostos. E a gente, o ser humano, é muito engraçado.
Se eu fumo um cigarro hoje, eu penso assim, ah, é só um cigarro hoje, mas eu não penso qual é o juros compostos que eu vou colher desse cigarro todo dia. Sim. É a mesma coisa da bebida. E eu até falei no podcast que...
Um hábito ruim, ele abre uma porção de outros hábitos ruins juntos. Então, normalmente, a pessoa que fuma, ela vai querer beber. A pessoa que bebe, ela vai gostar mais da noite, normalmente. A noite, pra quem tá com relacionamento, não é muito bom. Às vezes, pode...
A do Tério. Assim, então vai abrindo tanta caixinha, tanta caixinha, que chega uma hora que você fala assim, meu Deus, não sei nem como que eu começo a fechar essas caixinhas que eu abri. E da mesma coisa, os hábitos positivos, eles também acumulam a juros compostos. Quando eu vou colher, eu vou colher eles de uma forma que é um espetáculo. E hábitos bons, eles também vão abrir caixinhas de hábitos melhores ainda. E aí eu contei no podcast com um abençoado. Me mandou uma mensagem.
Eu falei, se fosse uma mulher, a gente até espera uma mensagem assim de uma mulher, mas de um homem, é muita falta do que fazer, né? Falando que eu não tinha que querer ser tão boa todos os dias.
do jeito que eu quero. Aí a gente ora, né, pra não perder o réu primário no céu. Aí eu fiquei refletindo, mas por que, raios? Eu não ia querer ser tão boa todos os dias? É assim, ah, eu vou acordar hoje. Não, porque hoje, gente, é um ótimo dia pra eu ser uma péssima pessoa. Porque hoje, eu decidi que hoje eu vou acordar. Hoje eu vou ser melhor do que ontem. Por quê, né? Pra que que hoje eu vou ser uma pessoa melhor? Não, perfeito.
Hoje, nossa, hoje é um dia incrível pra ser pior do que ontem. Eu nunca vi uma pessoa fazer, quer saber, hoje eu vou piorar.
Que comentário, que comentário. Hoje eu vou piorar. Então, é muito louco isso do cérebro humano, porque a pessoa não se dá conta do que vai colher dos próprios hábitos, mas, da mesma forma, ela não acorda com essa mentalidade de hoje eu vou ser melhor que ontem. Então, se eu não acordo com essa mentalidade, significa que eu estou aceitando ser pior que ontem.
Quantas pessoas vivem a mensagem do meu hater e não se deram conta? A gente dá risada, mas a maioria das pessoas vivem com a mentalidade do cara. Ah, mas não é um hater. Não, é. É hater ou fã? Há dúvida. Não, é. É só uma pessoa que está com estratégia de errado e ele queria piorar. Amor. Ótimo dia para ser melhor hoje. Eu vou fazer um pouco disso. Dentro desse paralelo... E aí?
eu queria que você entregasse aqui, porque eu sei o quanto valioso é, obviamente não dá pra ir nessa profundidade, mas eu acho que pode ter muito valor pra nossa audiência, você tem um evento muito bem surgido chamado Lapidação. E lá você tem uma lógica de um conteúdo muito legal apresentado.
Eu queria que você só rapidamente desse plano de fundo, mas eu queria que você desse, sabe, talvez bons insights sobre o conteúdo que você passa lá com muita profundidade. Então, você vai fundo aqui, não daria para fazer, você fica o quê? Dois dias? Dois dias inteiros. Dois dias inteiros. Então, não dá, tá? Mas, talvez, só de você passar sobre, falar sobre isso, atenção nisso, você já coloca as pessoas numa, você tira a cegueira por desatenção.
que tem muitos assuntos na nossa vida que a gente não melhora, porque a gente nem foca neles. Eu acredito numa parada que tudo que a gente foca expande. Então, primeiro, conta um pouco o que é o Lapidação e onde que é a espinha dorsal desse programa.
O Lapidação, ele começou cinco anos atrás, ele começou justamente de eu observar que eu tinha muito conhecimento sobre o assunto e eu precisava transformar ele em conteúdo, porque eu vivi na prática isso. Não sei se você vai lembrar, eu com 18, 19 anos de idade, eu tinha úlcera, fui parar no hospital de tanta...
crise de ansiedade, de medo que eu tinha. Então, eu sou a prova viva de que eu saí de um lugar de medo, de ansiedade, de um padrão completamente que não tinha saúde emocional pra uma coisa que hoje eu falo assim, cara, como eu sou feliz hoje, né? E...
E o Lapidação, ele cresceu muito, só que hoje ele transformou ele numa comunidade. Porque eu sei que ali é um portal que eu vou abrir dois dias na cabeça da pessoa de muita coisa, só que daqui uma semana ela volta pro ambiente dela, todo mundo massacrando na cabeça dela. Então, são 12 meses que a gente fica junto, são encontros online, uma vez por mês. Um bate-papo, uma troca leve, muito gostoso. Todo mês eu trago um tópico pra gente trocar figurinhas.
E aí tem a imersão presencial, que é dia 19 e 20 de junho agora. Vai ser ali na casa de Justinion Favilli. E aí eu vou abrir todos esses tópicos na profundidade. É mais focado para quem, assim? Qual que é o público? Ele é... É muito difícil falar disso, porque... Quem é o público? Todo mundo. Todo mundo tem um ponto cego.
Então quem é? É aquela pessoa que ela quer romper em alguma área da vida dela. Só que toda área que a gente quer romper, seja ela relacionamento, seja na minha saúde, seja no meu financeiro, seja no meu trabalho, eu sempre vou ter um fator comportamental que não me deixa acessar esse lugar. Porque eu tenho algum padrão mental na minha cabeça que eu não visualizei ainda, que eu preciso enxergar esse lugar.
Eu preciso romper. E esse é o ponto. Onde que eu descubro ponto cego? Não é comigo. É difícil eu descobrir ponto cego comigo mesmo. Então, eu preciso estar em ambiente. Eu preciso estar em um movimento, vendo outras coisas, que não seja só a minha lente dos meus olhos, pra que eu consiga entender esses pontos cegos. Então, eu trago esses pontos cegos desde a parte de identidade, formação de hábito. Eu entro com a parte de neurociência aqui.
Isso eu aprofundei bastante. Então, eu adoro explicar como o cérebro funciona, porque a maioria das pessoas, elas acham que assim, ah, isso só acontece comigo.
Mas não, acontece com... A forma como o cérebro funciona acontece com 8 bilhões de pessoas. Então, só de você sair de lá e entender um pouco melhor como o seu cérebro funciona, você já tira uns 50 quilos das costas, sabe? Então, a gente trabalha com relacionamento. Eu tenho um convidado muito especial que vai lá aprofundar em relacionamento. Não vou contar quem é o convidado especial.
A gente trabalha sobre emoções, então eu trago essas emoções primárias, como medo, ansiedade, procrastinação. A gente fala sobre dopamina bastante, inclusive. Então, eu abro todas essas caixinhas de uma forma profunda, estruturada, só que também de uma forma muito prática. Quando eu fui lá dar uma aula, eu percebi que o seu evento junta muita gente que quer realizar algum objetivo. É alguém que quer crescer, ela quer ir para o próximo nível, né?
A pessoa quer realizar algum objetivo e ela entende que o conjunto de ações e comportamentos vai ser decisivo para levar a pessoa para este lugar. Sair do ponto A para o ponto B. Mas no final das contas também é assim, né? Se alguém vai a algum evento e não tem nenhum objetivo, a pessoa já vai a par. Na verdade eu acho que nem vai. Sim, já nem vai. Então, e o que você aborda e por que eu falo? Porque as pessoas precisam se atentar.
O que você vê que é ponto alto de assunto que geralmente as pessoas... Hábito. Isso aqui é uma coisa que você fala muito. Porque as pessoas não... Geralmente as pessoas menosprezam as pequenas atividades que a gente faz constantemente. Entender o jogo do hábito. Como que se instala, como é que tira. Por onde mais que você passa.
Primeiro a gente começa com identidade, porque não tem como eu trabalhar com hábito, com comportamento, com mentalidade, com pensamento, se eu não sei nem quem eu sou. Então a primeira coisa que eu vou trabalhar é a identidade. Então. Primeira resposta que a pessoa já sai, ela já vai sair com o pago.
Porque a gente trabalha na primeira coisa, ela vai sair com a resposta do quem eu sou. Aí depois disso eu vou conseguir começar a construir toda a parte de neurociência. Então eu vou explicar como que as sinapses funcionam, como que, por que você pensa da forma como você pensa, como que os hábitos são formados, como que os traumas são formados e como que eu faço pra criar novos pensamentos. Como que eu faço pra formar novas crenças.
Como que eu faço pra ter novos comportamentos a partir do que eu penso. Porque é uma coisa muito interessante, as pessoas pensam assim.
Eu tenho certeza, vocês já ouviram. Mulher, principalmente com marido, ou marido com mulher, adora reclamar do comportamento um do outro. Porque ele não muda esse comportamento, mas não tem como mudar o comportamento se não muda o pensamento. O comportamento, ele é reflexo do pensamento. Então, eu tenho que mudar a cabeça, não tem como, né? Então, a gente investe muito nessa mudança de cabeça.
Então, depois eu vou trabalhar todas as emoções. Então, como que eu racionalizo diante de cada emoção? Então, quando eu sinto medo, quando eu sinto ansiedade, quando eu estou procrastinando, então eu vou puxar a raiz da rejeição. Então, tem muita gente que fala assim, ah, eu nunca fui rejeitado na vida. Aí a hora que senta lá, vai ver cada raiz de rejeição. Por exemplo, o perfeccionismo é uma raiz de rejeição. É verdade. Eu quero tanto ser perfeito, porque eu não quero ser rejeitado.
As pessoas, por exemplo, muitos empreendedores, eles buscam muito o sucesso, o alto nível. Por quê? Porque quando eu tenho muito sucesso, quem vai me rejeitar? Então, a gente começa a encontrar um pouco mais essas raízes. Então, eu entro nas raízes dessas emoções. Eu trago as estratégias práticas pro dia de como que a gente lida. Então, assim, pô, no dia que eu sentir isso, como que eu lido com isso, como que eu penso? A gente, minha cabeça pira. Adoro esse assunto. Olha que coisa louca.
Você já parou pra pensar que tem muita coisa na sua vida que você não sabe como você deveria pensar sobre aquele assunto? Calma aí, fala de novo. Dá uma tela azul aqui. Olha só. Você já parou... Esse é um exemplo. Você já parou pra pensar que existem várias caixinhas na sua vida que você nunca parou como você deveria pensar sobre aquele assunto? É verdade. E o que acontece? Se você não parar pra pensar como você deveria pensar...
significa que existe um espaço em aberto. Quem preenche esse espaço aberto? Alguma emoção não desejada.
A sociedade, o mundo, as pessoas, a internet, as pessoas ao meu redor. Então, o que acontece? Eu começo a ter tanta manipulação, não manipulação, mas eu começo a ser tão cheio da forma de pensar dos outros que eu já nem sei mais como que eu deveria pensar. O que que condiz com a minha identidade, com o que eu gosto, do que eu sou capaz, da minha capacidade, ou de como Deus gostaria que eu pensasse.
Então, eu me refleti, eu não lembro qual foi o assunto esses dias, era um assunto novo, assim, eu falei assim, eu preciso de um tempo, porque eu não sei como eu deveria pensar sobre esse assunto, qual que deveria ser a lente que eu vou enxergar esse assunto. Então, isso é uma coisa complexa que a gente aborda também.
Eu sei que tá muito legal isso como você fez isso, mas eu vou te pedir pra pausar só um pouquinho, porque eu quero explicar sobre a lapidação que tá chegando. Dia 19 e 20 de junho, uma imersão maravilhosa. Fora isso, nós temos 12 meses juntos. Eu sei que nós sempre temos algo que estamos insatisfeitos. A gente reclama dos nossos resultados. A gente quer mudar o resultado. Mas mudar o resultado, eu preciso mudar a forma como eu penso. Eu preciso mudar sobre a minha identidade. Eu preciso mudar os meus hábitos.
pra eu mudar meu comportamento e aí eu vou mudar meu resultado. E aí, talvez você fale assim, Fabi, eu não sei nem como, por onde começar, eu não sei nem onde tá esse gargalo, esse meu ponto cego, eu não sei de nada do que você tá falando. Então, é exatamente por isso que você precisa estar lá comigo no dia 19 e 20 de junho e também passar essa imersão, que eu tenho certeza que vai ser transformadora na sua vida. A gente deixa o link aqui embaixo, fala com o meu time, vai ser um prazer poder te receber nesse evento. E agora, bora lá voltar por como você fez isso.
Principalmente que você tem uma amostragem grande nas suas redes sociais, você constantemente abre muita caixinha. O que você repara que é um tropeço muito comum, uma dor muito comum das pessoas hoje, atualmente? Medo.
Medo e vergonha são as emoções mais clássicas da sociedade. Inclusive até pra quem, por exemplo, gosta de ler Bíblia do jeito que eu gosto, se a gente for ler as primeiras emoções do mundo, a primeira é vergonha, a primeira emoção que teve, né? Então ela continua aí até os dias de hoje, onde as pessoas, elas vivem através da lente da vergonha e do medo. Então, por exemplo, quando a gente pega, eu pego muitos casos de pessoas que me mandam uma caixinha assim, ah, eu morro de medo de começar algo novo e não dá certo.
Só que ela, olha só, como a gente tem que pensar. Ela não se deu conta que ela já vive o maior medo dela. Aí você fala, Fabi, como? Porque o negócio dela já não dá certo. Já não tá dando certo. Então o medo de não dar certo, ela já vive porque não dá certo.
Então, quando eu começo a ver como esse medo é traiçoeiro e ele não é real, as pessoas criam um monstro. Às vezes, 3%, 4%, 1% daquilo que ela está pensando, de fato, faz sentido, que tem algum ponto de atenção, mas a maioria das pessoas são paralisadas pela primeira emoção. Aquilo que eu falo, não consegue separar a situação do sentimento.
A hora que eu misturo tudo, eu vou sempre deixar com que o que eu sinto fale mais forte do que o que eu penso. Porque a amígdala, que é onde eu processo as minhas emoções, ela sempre reage mais rápido do que o meu pensamento, do que o meu córtex. Então, se eu não paro um minutinho pra dar tempo do meu córtex funcionar, eu vou sempre reagir através do que eu sinto. E não necessariamente o que eu sinto, ele é real. Ou não necessariamente o que eu sinto, ele me ajuda. Porque é tão louco, gente, que até o sentimento...
ele vem, a forma como eu sinto, a forma como eu interpreto, ele vem das minhas crenças. Diante da mesma situação, você pode se sentir de uma forma, eu posso me sentir de outra forma. Como você define crença? Crença é o seu padrão de pensamento. Boa.
Você soma tudo que você pensa, isso forma a sua crença. E aí vão ter crenças positivas que te fazem ser uma pessoa melhor. Hoje você vai acordar e fala, hoje eu vou ser um dia melhor. Ou você fala, não, hoje eu vou acordar e hoje eu vou ser pior, porque eu acordei pra ser pior hoje, entendeu? Inconscientemente, porque conscientemente a gente não pensa nisso. Isso que é o pior. Quando isso acontece de forma inconsciente. Ou seja, eu só tô repetindo esse padrão sem me dar conta que é uma decisão que eu escolhi todos os dias. Quando a gente fala de autossabotagem.
A autossabotagem nada mais é do que você tomar decisões... A gente pensa sempre numa fuga, né? Mas qual que é o ponto principal dessa fuga da autossabotagem? Eu nem sei do que que eu tô fugindo. Você acha que a maioria das pessoas fogem e não sabe nem do que? Não. Por que que você acha isso? Porque... A maioria das pessoas, elas gostam de ter o controle. De certa forma.
A partir do momento que eu vou tomar uma decisão de algo que é desconhecido, eu não tenho controle. É verdade. O desconhecido me gera muita dor.
O fato de eu não saber me gera muita dor. Pensa em qualquer atividade ou brincadeira que você vai fazer que é surpresa. Sei lá, vai brincar de cabra cega, ou qualquer coisa que você vai fazer que você... Sabe quando a gente é criança, a gente já brincou dessas coisas, que tem uma expectativa, você não sabe o que vai viver? Foi longe no cabra cega, hein? É, sei lá, veio na minha cabeça a imagem. Tipo, gera uma ansiedade, gera palpitação, a gente fica um pouco nervoso.
E a gente carrega isso como adulto. Então, toda vez que eu me deparo com um desconhecido...
O que o desconhecido é no nosso cérebro? Ele é uma tela em branco, né? Então, a tela em branco é tipo, meu Deus, o que está acontecendo? Eu não sei o que está acontecendo. O meu cérebro buga, porque ele não tem referência do que está acontecendo. Até com nossos filhos, eles adoram perguntar, mãe, como que vai ser lá? Tipo, sei lá, a gente vai num lugar que a gente nunca foi. Eles adoram perguntar, mãe, mas o que vai acontecer lá? O que a gente vai fazer? E eu falo, vamos descobrir?
Eu sempre falo essa frase, eu percebi que usar essa frase começou a tornar eles um pouco mais curiosos, num sentido saudável, para diminuir a ansiedade, diminuir a expectativa, e estar mais disposto a conhecer o desconhecido, sabe, de uma forma mais cautelosa, de uma forma mais consciente. Só que o ponto é, eu acho que na nossa vida, nossos pais não tinham essa consciência para poder ajudar a gente nesse lugar. Então, nós adultos nessa fase, a gente trava.
Só que se eu também não desbloqueio isso, eu ensino meus filhos através do mesmo padrão. Então, eu só vou conseguir também ensinar pros meus filhos aquele padrão que eu já rompi. E esse desconhecido é o que mata as pessoas. Meu Deus, o que vai ser amanhã? Como vai ser amanhã? E por isso que as pessoas hoje, a gente tem o Brasil, se eu não me engano, como o primeiro país de ansiedade no mundo, o terceiro maior país em depressão, quando eu vi esse estudo ainda era.
Porque as pessoas estão presas no futuro. Ou estão presas no futuro, ou estão presas no passado. As doenças do tempo.
Sendo que, olha que coisa louca. Vocês sabem qual que é o único lugar que dá pra ter prazer de verdade? É no presente. Porque o passado não existe mais, não tem. É lembrança. O futuro nunca aconteceu. E a maioria das pessoas abre mão do presente. Fissuradas no futuro que estão construindo.
E não sentem prazer nenhum, porque o prazer está no presente. Elas estão sempre doidas, com medo, com ansiedade, correndo com loucura do futuro. Ou presas no passado. Talvez a maior doença do nosso tempo é o tempo. Do nosso tempo de hoje é o tempo. O próprio tempo. A forma como as pessoas lidam com o tempo. Mas se você parar pra pensar, nós somos a geração que acelera os áudios. Ai, é. Que pula a introdução no vídeo. Torce pras coisas acabarem. Não assiste podcast até o final.
Então já está passando o começo. A gente vive esperando as coisas terminarem. Ou acelerando para que as coisas acabem. Onde o final da vida a gente sabe como é que é. Tem um filósofo argentino que... Eu esqueci agora o nome dele. Ele falou uma frase brilhante. Ele falou assim, todos os caminhos levam à morte. Por isso, perca-se. Ou seja, se mantém... Com juízo, né, gente? Pelo amor de Deus.
O perca-se dele é perca-se numa atividade ao ponto de ficar ali. Porque tem gente já... O cara ouve um áudio do WhatsApp já querendo chegar no fim. Então você não se perdeu ouvindo aquele áudio. Então tem esse perca-se... Sabe aquela coisa? Nossa, me perdi no tempo. Nossa, não vi a hora passar. Que legal, você se perdeu no tempo. Você viveu aquele tempo de maneira tão intensa que passou.
A gente tava conversando esses dias, né? Eu falo que o meu ano passado, o meu maior processo foi em relação ao tempo, porque eu era uma pessoa que eu só buscava, a minha identidade era baseada na performance, a gente falou bastante sobre identidade, né? Então, eu acreditava que pra eu ser amada, eu só tinha lugar se eu performasse. Então, se eu batesse todos os recordes, se eu batesse minhas metas de venda, se eu fizesse 500 esportes, se eu fosse a melhor em tudo que eu fazia.
E eu lembro que o Joel precisa me chamar pra gravar um podcast novo. Porque as pessoas ainda chegam de dois anos atrás. Ah, eu vim pelo podcast do Joel. Sempre tem. Aí eu falo, ai gente, eu já tô tão distante daquela pessoa que gravou o podcast. A gente tem que dar uma atualizada. E lá eu contava, meu amor, com alegria do quanto a minha agenda era lotada. Você sabe. Que eu tinha cinco minutos de distância de um compromisso pro outro que se desse errado.
Você falava assim, como que você faz isso? Lembra que você brigava comigo? Por que que você marca um compromisso atrás do outro? Se um der errado, vai dar tudo errado, mas...
Era naquele lugar que eu senti que eu tinha validade, que eu tinha valor nesse lugar. E quando a minha amiga me perguntou, a Gabina, ela falou assim, se eu tirar sua performance, o que sobra? Quem sobra? Eu falei, caraca. E foi quando eu comecei a entender que, será que as pessoas me amam se eu não performar tanto?
Eu lembro que quando eu tive a Bela, eu perguntei pra você se eu podia parar de trabalhar. E você falou assim, claro que pode. Você não precisa nunca mais trabalhar. Eu falei, vou ficar o dia inteiro sentada no sofá, vendo TV? Você vai me amar desse jeito? Você falou, óbvio. Aí eu pensei, eu não vou me amar. Porque eu só sabia valorizar a Fabi que performava. Então, desde o meu último ano, eu vim redescobrindo um novo tempo na minha vida. Um tempo sem pressa. Um tempo com mais pausa.
Você concorda que o problema não é da performance? Não, mas era a minha identidade da forma como eu achava que eu precisava ter esse lugar. Mas parece que a culpa era da performance. Sim, a culpa era total minha. É que eu enxerguei que isso era o que me dava valor. Eu não sabia qual era o meu valor. Não sabia qual era o meu valor. E o mais doido que eu descobri é que eu continuo tendo resultado, que as coisas continuam dando certo. Que as coisas continuam fluindo. E eu tô com mais tempo.
E eu tô com mais calma. Eu tô aproveitando mais. É muito doido isso. Por que até enquanto você tava falando, eu falei assim, parece que é culpa da performance. Quando a gente mistura, quando a gente faz uma salada de fruta com duas coisas, é performance com se sentir amado. Na verdade, todo ser humano tem a necessidade visceral de se sentir amado por alguém. Sim. E de outro lado, todo ser humano gosta de progredir.
tem um estudo que fala que não existe nada mais motivador não é do que o resultado, é que a percepção do resultado. Se você tem resultado e não percebe, é como se você não tivesse. Então você precisa perceber. Só que quando a gente mistura dois assuntos que é pra eu me sentir amado, eu preciso performar, você pegou dois elementos que separadamente são fundamentais pra um ser humano, que é melhorar.
O ser humano quer melhorar, não é aquela coisa. Hoje eu quero piorar. O que você trouxe é muito interessante. E se sentir amado. São duas coisas incríveis, cara. Acho que todo mundo do ser humano quer. Sentir especial para alguém. Ter um sentimento respondido. Seja um carinho, seja um respeito, seja uma admiração. E do outro lado tem performance. Agora, quando você junta isso aqui...
Sabe qual é o ponto? Eu não deixei de performar. Hoje eu continuo performando. É isso que eu falei. Mas qual é o ponto? Você desassociou as duas coisas. Eu jogava na performance a questão do amor. Isso é ruim. Só que como eu não me sentia amada, eu continuava fazendo, eu não me sentia amada, o que a gente tem que pensar? Que não tem fim. Onde ia ter fim minha performance? Em nenhum lugar. Porque cada vez eu fazia mais.
Pra achar que isso ia preencher esse vazio, ia preencher esse buraco e que não preenchia. É verdade, tem um fim. Então eu achava que eu tinha que fazer mais, que eu tinha que fazer mais, que eu tinha que fazer mais. Mas tem um fim. Não tinha fim. É a hora que eu ia dar um burnout, um esgotamento. Tem esse fim.
Ainda bem que eu não precisei chegar nesse fim, consegui enxergar um pouco antes. E isso serve não só pra performance, mas pras coisas que a gente faz na nossa vida, que a gente quer preencher um buraco, que nunca preenche, e aí esse lugar não tem fim até que chega esse fim, e esse fim não é o que a gente quer. Vai ser muito mais custoso do que simplesmente parar pra pensar na vida um pouquinho. É, a pior maneira de descobrir um limite é cruzando ele. Exatamente.
Essa é a pior maneira de descobrir qualquer limite é você cruzando ele. Seja do físico, no físico é a famosa lesão. Aí ó, viu? Cruzou o limite, rompeu o ligamento. Então, na saúde a cabeça fica dodói também. Se você começa por esse conteúdo lapidação, dia 2 é o quê?
Dia dois é a gente entra relacionamento. Então você entra falando bastante sobre comunicação, sobre conflito, sobre técnicas para melhorar a parte de relacionamento. E não só relacionamento marido-mulher, porque relacionamento a gente se relaciona com Deus e o mundo. Inclusive eu quero mais um horário seu, que eu quero que você fale no primeiro dia também. Vocês acham que ele tinha que falar no primeiro dia também? O que vocês acham que ele poderia falar no primeiro dia?
Um assunto que o Caio poderia falar. Vocês escrevam aqui que eu vou dar um conteúdo para o Caio falar no primeiro dia também.
Amor, porque eu te amo, eu quero você comigo o tempo inteiro. Não, eu senti que foi uma intimação, não foi nenhuma. Você tá ótimo. Irei lá com o maior prazer do mundo. Eu vou, amor. Eu sei que é um projeto que você faz com muito carinho. E depois eu entro no tema mais acalorado da face da Terra, o segundo tema mais acalorado, que é propósito. Boa. Então, fazer essa galera sair de lá com direção prática. Por que acalorado, dona Fabiana, propósito acalorado? Porque é uma dúvida da maioria das pessoas. Eu nasci pra quê?
Primeiro quem eu sou, depois eu nasci pra quê? Então primeiro eu descubro quem eu sou e o que eu vou fazer com o que eu sou, entendeu? São perguntas, geralmente as pessoas têm essa dificuldade de responder, né? O que você quer? Por exemplo, uma pergunta que eu faço pra muita gente, simples, uma pergunta até meio que lúdica, mas real, que é, qual teu sonho?
Eu vejo que tanta gente como fica envergonhada de parece que... Não, calma aí, meu sonho. Calma assim, meu sonho. Qual é o teu sonho? Eu vejo que as pessoas têm um desafio tão grande de responder. Então, o que você falou, né? Quem eu sou? É uma pergunta básica. A gente tem desafio. Pra que eu sirvo? O que eu quero?
Eu adoro fazer pergunta. Eu adoro. Vocês sabem quando eu trabalhava na GE, né, gente? Na minha época de CLT. E eu lembro que a minha chefe foi dar um feedback pra minha diretora da minha contratação. E ela falou assim, gostei muito dela. Ela faz perguntas muito inteligentes. E é engraçado, porque isso faz parte da minha identidade. Aí, dentro da Empux, a Joana falou assim, que não me suportava, a Jojo, minha mentorada. Ela falou assim, você sempre só faz muita pergunta.
Por que você pergunta tanto? Antes de eu começar a falar as coisas, eu começo a perguntar.
Eu sou muito questionadora. Eu amo fazer esse questionamento mental comigo mesma, sabe? Eu gosto de olhar o mundo, eu gosto de olhar... Eu gosto de me olhar por esse lugar, assim, porque eu acredito que é desse lugar que a gente começa a encontrar respostas. Porque se eu não tenho perguntas, como que eu vou ter resposta?
Foi engraçado que eu tava no salão esses dias fazendo a unha, eu tava lendo um livro complexo, um livro denso. E a mulher do meu lado, ela falou assim, ai, que livro é esse? Me indica. Eu falei...
Não sei se eu devo indicar, eu pensei, né? Aí eu falei, o que você está buscando? Ela não, ela queria alguma coisa com Deus. Aí eu falei, mas o que você está buscando? Pensou, pensou, mas o que você quer com Deus? Pensou, pensou, pensou. Ela não sabia responder. Aí eu falei, você quer o quê? Mais intimidade? Quer conhecer mais? Ela, aham. Aí eu falei, ah, lê esse livro aqui que você vai gostar. Então, assim, nem a gente sabe aquilo que a gente quer das coisas que a gente vive.
Então, por exemplo, eu tô com Deus, o que eu quero? Que tipo de intimidade? Qual que é o meu próximo nível? O que eu quero construir desse lugar? Eu tô com meu marido. Então, assim, o que eu quero desse lugar, sabe? O que eu preciso desse lugar? O que eu vou fazer nesse lugar? Eu como mãe, eu como empresária, eu como sociedade, eu como filha.
E a gente já se fala assim, nossa, mas é muita coisa. Bem, a vida madura. A vida madura é exatamente isso. Nós somos esse ser humano. A gente não é só uma coisa. Tem gente que só pensa em trabalho, mas a gente não vive só do trabalho. Então, eu preciso pensar nas minhas facetas, na Fabi mãe, na Fabi esposa, na Fabi mentora, na Fabi empresária, na Fabi filha de Deus. E me fazer perguntas desse lugar. Porque é aquilo que a gente tá brincando aqui no podcast, mas que é muito sério, que amanhã eu quero acordar uma pessoa melhor do que eu dormi hoje, né?
Quem quer piorar? Agora, principalmente... Gente, palmas para a Fabi. Palmas para a Fabi. Fabi, pergunta final. Então, vou fazer o seguinte. Se alguém quiser saber mais sobre lapidação, como é que faz? A gente te deixou um link aqui na descrição. Descrição?
A inscrição é pelo WhatsApp, não é link de compra rápida, porque é bonitinho, a gente quer te conhecer. Não tenha medo. Ai, gente, já cancela. Então você vai deixar um telefone de WhatsApp pra falar com você e com o seu time. A gente deixa o link. Aí já cai direto no WhatsApp, já fala com o time, você se inscreve. Muito legal entender isso, que são 12 meses que a gente passa junto, então não é só a imersão, mas a imersão é muito poderosa e eu recomendo muito que vá, porque ela é uma benção, assim, tudo que a gente vive lá, vai ser maravilhoso.
Ó, então, na descrição, link do WhatsApp pra você falar com a Fabi, com o time da Fabi, com a Fabi, pra avaliar se esse evento faz sentido pra você, se encaixa. E é muito legal que a gente tem um combo pra ir com o casal. Eu recomendo fortemente. Pra ir com o casal tem qualquer coisa, tá? Isso aqui é uma regra. Isso aqui, independentemente, eu e a Fabi já tiverem um combinado. Qualquer coisa que tenha um objetivo de desenvolvimento, a gente gosta de fazer juntos. Senão tem descompasso.
Tem descompasso. Se a Fabi faz algo que ela tá buscando um desenvolvimento pra ela, seja desenvolvimento profissional, pessoal espiritual, a gente é um só corpo. A gente é uma unidade. Senão é que nem um tripé. Não sei quem teve a experiência de um tripé. Se um pé maior os outros dois, tomba. Então, a gente sempre tem esse combinado. Então, ela vai fazer alguma coisa. Por isso que ela adora quando ela tá lendo algum livro, ela divide comigo.
O que eu tô lendo, eu divido com ela. Pra eu ficar sempre nessa harmonia. Então, eu recomendo muito. Isso é uma parada. E levem isso como estilo de vida, tá?
Leve esse discurso. Eu já vi muito casal descompensar sobre algum assunto específico. Aquela coisa, às vezes eu vejo o cara e reclama. Pô, minha mulher não tem jeito. Você tá buscando, você tá afiando o teu machado. Ela não. E o inverso também. Então busquem sempre quando vocês vão buscar a evolução em alguma esfera da sua vida. Busque por esse alinhamento.
tá? Então, às vezes, quando eu vou, sei lá, no treinamento específico, e eu vi que, cara, aquilo, eu vou lá e divido com ela, amor, teve isso, isso, isso, eu passo pra ela, pego a opinião dela. Então, a gente já faz isso há muitos anos, e a gente sempre garantiu uma sinergia, um alinhamento, pra não ter nenhum descompasso. É muito ruim quando você tem um assunto incrível, mas você olha pro teu marido, e fala, mas a coisa eu não consigo falar, né? É ruim isso.
você percebe que existe um desalinhamento e ainda mais numa esfera que é vital dentro da vida de um casal, adulto, maduro, então levei isso como estilo de vida, então link do WhatsApp aqui, clica, você vai falar com todo o time da Fabi sobre o evento lapidação e se você está em casal, vá, porque vai ser maravilhoso. Amor, primeiro palmo de novo para a Fabi, gente, arrasou nesse podcast.
Mensagem final pra toda audiência do Como Você Fez Isso, que adora te receber sempre que você vem aqui. Você brilha. Eu gostei muito de vir aqui em cima. Hoje a gente fez um lugar diferente, né? Gostei muito. Obrigado, irmão. Quero agradecer o convite. Sempre uma delícia estar aqui com vocês. Pode me convidar mais. Tudo que eu puder contribuir, conte comigo também. Vão lá no Café com Joia, toda terça e quinta-feira. São papos rápidos, 10, 15 minutinhos, mas também que eu acredito que possa te ajudar.
E a mensagem final que eu quero deixar pra você é não normalize o que você tá sentindo, a sua dor, o seu medo, a sua ansiedade. Às vezes a gente fica muito bom em se acomodar na dor, mas existe uma vida de abundância, existe uma vida de prosperidade emocional, mental.
que você pode acessar. E tudo começa com uma decisão, seja através de mim, seja através do Caio, seja através de qualquer pessoa, mas que você busque esse lugar, porque a gente não veio aqui pra ficar nesse lugar preso. Existe uma gaiola, essa gaiola já está aberta, mas você precisa tomar a decisão de bater asas e sair desse lugar.
Palmas de novo para a Fabi que brilhou nesse episódio. E eu espero que você tenha uma semana brilhante também, porque eu sei que você não quer piorar, tá? Você quer melhorar essa semana. Então, recado dado, manda mensagem no WhatsApp para o time da Fabi. Ela vai ficar super feliz. Ela e todo o time receberem você bem para fazer um diagnóstico que faz sentido nesse momento. E, obviamente, se você está vendo ou ouvindo esse episódio, eu recomendo você dividir esse link desse episódio. Não sei se está vendo.
pro nosso canal, se está inscreva-se, se está por alguma plataforma de streaming acompanhe todos os canais já seguindo e acompanhando nosso conteúdo que a gente tem um grande objetivo com como você fez isso, contribuir pra que você alcance os seus resultados e obviamente na descrição também você que está ouvindo nosso podcast você sabe a força que tem podcasts como instrumento de auxílio aí nos seus objetivos coloquei na descrição também o link do podcast da Fabi chamado Café com Joia
podcast brilhante, também está em um dos maiores podcasts do Brasil, então fazendo um trabalho lindíssimo, parabéns e vou te falar, eu já falei pra ela todo final de ano, pelo menos no Spotify, a gente recebe o review eu fiquei impressionado com o tamanho da audiência do Café com Joga, tá? Eu já falei na tua frente, falo aqui Então, a Fabi com uma audiência maravilhosa, então tenho certeza que vai contribuir muito com a sua jornada também A todos uma ótima semana, fica com Deus e até semana que vem, tchau, valeu
E aí
Caffeine Army