COMO O AMBIENTE CERTO PODE ACELERAR SEU ENRIQUECIMENTO | Francelino Neto #142
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O ambiente certo pode acelerar seus resultados, mudar suas referências e abrir novas oportunidades nos negócios. Neste episódio, Francelino Neto mostra como visão, relacionamento, coragem e execução podem transformar sua trajetória empreendedora.
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🎥 *Sobre o episódio:*Neste episódio do “Como Você Fez Isso?”, Caio conversa com Francelino Neto sobre como o ambiente certo pode mudar completamente a forma como você pensa, decide, se relaciona e constrói seus resultados.A conversa passa por temas como empreendedorismo, networking, relacionamentos genuínos, visão de futuro, mudança de ambiente, coragem para recomeçar, execução rápida e educação como motor de crescimento empresarial.Francelino compartilha sua trajetória desde uma origem simples até a construção de ecossistemas de negócios e educação, mostrando por que estar perto das pessoas certas pode expandir sua visão, aumentar suas referências e acelerar sua evolução pessoal e profissional.O episódio também traz reflexões importantes sobre como transformar problemas em oportunidades, como agir mesmo diante da incerteza, como buscar feedback com as pessoas certas e por que conhecimento sem execução pode virar apenas “obesidade mental”.Se você quer crescer nos negócios, melhorar seu ambiente, desenvolver relacionamentos estratégicos e entender como a educação pode se tornar uma alavanca de crescimento, este episódio é para você.
- Antecipação mental e intençãoO novo é assustador · Intencionalmente buscar viradas · Coragem como motor · Ação imediata · Não perder o timing · Execução rápida
- Relacionamento e Networking na IndústriaDiferença entre network e relacionamento · Intencionalidade nas relações · Relacionamento ganha-ganha · Presença e depósito no relacionamento · Fé: Foco e Energia
- Coragem para mudanças radicais na vidaGeografia muda · Medo da mudança · Mudança de país · Coragem para recomeçar · Francelino Neto · Fabi (esposa de Francelino)
- Perspectiva e visão de mundoA mente mente · A importância da visão · A realidade dos fatos · O poder da imaginação
- Sabedoria FemininaCriptonita e super-homem · A importância do filtro · O olhar da esposa como proteção · Ouvir a mulher · Ser bonzinho vs. ser bobo · Fabi (esposa de Francelino)
- História de superaçãoFamília humilde · Perda do pai · Problema psiquiátrico da mãe · Construção do zero · Francelino Neto
- Lucro escondido no negócioEu sou o problema ou o negócio? · Falta de inovação · Processo comercial · Desafios e riscos · Frequência e preparação
Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a um super e diferente episódio do Como Você Fez Isso, porque eu vou te falar que eu tô com uma turma super legal. Saca só o barulho dessa turma, olha só, olha só o barulho dessa turma.
Pra gravar um podcast muito especial do Como Você Fez Isso. E, obviamente, antes de começar e trazer o Como de hoje, que, assim, modéstia à parte, combinou super com o local que a gente está gravando esse podcast especial, eu quero apresentar o nosso convidado.
Ele que é empresário, é sócio, fundador da Education Society, estrategista de negócio, fundador da Unifest, faz um barulhaço. Braço de educação do grupo Eduz, também outro gigante educacional com mais de 33 anos empreendendo. Esse cara é raiz, cara. Esse cara é campo de batalha. Fran Celino é o nome dele, carinhosamente chamado por Fran. Ele está por trás de ecossistemas que já faturaram mais de 100 bilhões de reais. Ou seja...
É cara que faz acontecer mesmo, reconhecido por sua capacidade. E transformar conhecimento em unidade de ensinos lucrativos, ele defende que quem ensina lidera. Ele impulsiona empresários a construir movimentos que dominam o mercado. Então eu queria muito que a nossa plateia recebesse o meu convidado no Como Você Fez Isso, Francelino Neto. Palmas para o Fran! Domingo, obrigado, tá? Eu que agradeço.
E gravando esse episódio, e eu fiquei muito feliz de gravar esse episódio do Como Você Fez Isso, porque o como de hoje, Fran,
e a partir de como que a gente vai começar a bater o papo, tem tudo a ver com o que está acontecendo aqui. Como o ambiente pode acelerar o seu resultado? Como se colocar no ambiente certo? Só que eu não vou te dar moleza hoje não, tá? Opa! Eu não vou te dar moleza, vou fazer pergunta dura, vou fazer pergunta difícil, pergunta da realidade de quem está do outro lado da câmera, não está experimentando isso daqui, e eu tenho certeza que vai gerar uma boa provocação. Vamos lá?
Bora. Fran. Primeiro. Pega a realidade de alguém que tá começando do zero. E às vezes a gente fala pra essa pessoa, ou às vezes alguém na internet fala pra essa pessoa, se coloque em lugares de pessoas melhores do que você. Só que o cara olha pro lado, e ele fala, como?
Mas isso não é a realidade dele. Porque às vezes, assim, coloca em mesas melhores do que você, você olha pra mesa do lado e tem alguém incrível, fica meio óbvio como é que é. Mas quando você olha pro lado, você não tem referência. Como é que foi pra você sentar no lugar sério, se colocar em ambientes, porque, cara, eu sei que você veio de baixo, você é aquele cara que não é herdeiro, construiu tudo, mas principalmente pra quem tá começando, como?
A primeira grande conquista que nós temos que fazer, Caio, é na nossa mente. Boa. Porque a nossa mente, ela mente. Calma aí, a nossa mente... Ela mente. Gostei da provocação. Por que a nossa mente, ela mente? Porque tudo que acontece na nossa mente é fruto da nossa vista. Então, não é todo dia, nem toda hora, que você tem a oportunidade de se colocar...
em ambientes que vão mudar a sua vida. Então, nós passamos a maior parte do nosso tempo em ambientes que a nossa vista nos provoca uma sensação e uma ansiedade e uma emoção que não provém de Deus. Por que ela não provém de Deus? Porque o nosso Deus é tão maravilhoso que nos deu...
um órgão chamado visão, que é diferente de vista. Quando a gente tem a visão e quando a gente imagina aonde a gente quer chegar e intencionalmente trabalha essa visão em prol desse resultado, automaticamente você se dá a oportunidade de escolher os lugares que você quer frequentar. Só que a nossa vista, que é aquilo que aparentemente é a realidade dos fatos, não é a realidade dos fatos.
Ou seja, é uma mentira. É uma mentira porque, apesar de você estar olhando para aquilo, aquilo é apenas uma fotografia do momento atual. Mas nem de longe é a realidade dos fatos para onde você consegue ir. Então a primeira coisa, o primeiro grande desafio, ou a primeira grande orientação que eu podia dar é que você precisa trabalhar a sua visão. Como que você diferencia, eu adorei essa provocação, visão e vista.
Visão é aquilo que você enxerga, vista é aquilo que você imagina. Exatamente.
visto aquilo que você enxerga, ou seja, todos os dias o mundo, hoje existe uma confusão muito grande na nossa atenção. Então, todos os dias aparecendo, antigamente eram as notícias de novela, de jornal, hoje é o quê? Todos os recursos visuais, redes sociais, os acontecimentos, é guerra, é problema, é tudo aquilo que acontece no seu meio ambiente, de uma certa forma...
aquilo é provocado e aquilo ali leva você a tomar crenças, como você não está preparado para viver aquele momento ou até transformar aquilo em algo positivo, o que acontece? Aquela vista, aquilo que você está vendo, provoca sensações que fazem com que você se recue, fazem com que você se feche. Só que, do ponto de vista prático, aí é que vem a grande sacada.
Se você realmente se imagina, ou seja, se você trabalha a sua imaginação, se você trabalha a sua visão e se você busca dentro daquilo que você está visualizando, um próximo nível, um próximo passo.
e principalmente crescimento, automaticamente aquilo faz com que você substitua aquilo que você está vendo, literalmente, por coisas que você ainda não viu no material, mas você consegue imaginar e você consegue visualizar. E a bem da verdade é que o que a mente consegue imaginar, ela consegue realizar. Isso não fui eu que falei, tem alguns filósofos, se eu não me engano o próprio Walt Disney já falou isso.
Falei, volta lá no dia que você começou. Tá. Olhando pra tua roda, era roda de empresários bem-sucedidos, gente empreendedora, que estimulava? Como é que era a tua roda naquele momento? Tá. Eu venho de uma família muito humilde, né? Minha mãe, ela... Eu sou o filho mais novo de 14 filhos. 14? 14. Não tinha TV naquela época, viu? Não, eu vou aproveitar que eu estou com uma plateia maravilhosa. Salva de palmas pra mãe do Francelino. É.
14. Como chama sua mãe? Maria da Salete. Dona Maria, mas ela está de parabéns. E ficaram vivo oitos. Tá. E desses oito, eu sou o mais novo, né? Como a gente chama lá na minha terra, eu sou filho de rama. E é o último. E de lá pra cá, minha vida não foi fácil. Eu perdi meu pai com 3 anos de idade. Meu pai, ele era uma pessoa que não tinha...
Tinha muita amizade com a bebida e infelizmente ele não conseguiu sobreviver. Com cinquenta e poucos anos ele partiu desse mundo. Só que isso veio como um ato disruptivo na minha vida. Eu não uso isso como amuleto, eu não uso isso como algo que me prejudicou. Eu acho que isso me impulsionou, porque também a minha mãe, ela teve um problema psiquiátrico naquela época. E eu acredito que de lá pra cá...
muitas coisas que aconteceram me impulsionaram a ser a pessoa que eu sou hoje. Ou seja, apesar desses desafios, aquilo que eu estava vendo, aquele ambiente, né? Eu vivia muito na casa dos meus irmãos, na casa dos meus parentes. A nossa vida, ela era aposentada, ela trabalhou na educação por muitos anos, era professora e ela se aposentou muito cedo. Então, a gente não tinha muita condição. Ninguém, a gente não recebeu herança, não tinha nada.
Foi tudo construído do zero. A minha mãe criou esses oito filhos.
com muito esforço. E aí, de lá pra cá, no interior do Rio Grande do Norte, a gente teve que aproveitar as oportunidades que a vida nos deu. E uma dessas oportunidades que eu acredito foi nessa, vou até colocar assim, nessa uso da musculatura da vista versus visão. E assim, não existia um livro, uma técnica, não. Apenas eu aprendi a visualizar. Tudo aquilo que eu visualizava, Caio, e de forma até...
Eu aprendia através de algum lugar que eu li ou através de algum lugar que eu vi que você poderia produzir imaginação. A gente sempre sonhou. Acho que sonhar é algo do nosso DNA. E aqueles sonhos, eu acredito sempre que, sem entrar muito para esse lado filosófico, mas eu acredito muito que esses sonhos...
se eles são bem trabalhados e bem orquestrados e bem planejados, eles podem, de fato, se tornar realidade. Então, a gente teve muitos problemas nesse período. E aos 18 anos, eu tive praticamente, aos 12 anos, foi o meu primeiro empreendimento, eu tive vários empreendimentos. Aos 18, eu tive a oportunidade de vir para São Paulo e conhecer esse mundo através do meu irmão, que já morava aqui. E eu tive acesso.
Ou seja, eu tive a ambiência que me proporcionou aumentar a minha visão. E aí, nesse momento, a referência começou a ser dada de outra forma. Por quê? Porque aquilo que eu consegui visualizar, consequentemente, eu me senti capaz de executar. Então, eu saí do Nordeste para você, vim para o São Paulo, que é a capital financeira do país, é o grande motor econômico do Brasil.
Fez você aumentar suas referências. Exatamente. E era um cara sempre muito sonhador. Muito sonhador. Eu acho que esse sonho também é aquela coisa muito interna. Cara, se você não tem companheiro, seja o sonho seu melhor amigo. Perfeito. E no seu caso foi assim. Foi assim. E aí quando a gente chega e começa a frequentar ambientes, buscando pessoas que possam contribuir gente com a dica, a gente pode fazer alguma aliança estratégica.
pode gerar valor. Tem muita gente, eu falo porque também eu demorei pra entender esse jogo. Eu era uma dessas pessoas que confundia network com interesse. Sim. Eu sou aquele cara que no começo da minha vida eu achava que, ah, vamos fazer network. Eu achava que era lugar pra... Não ia ter uma troca franca. Era todo mundo querendo alguma coisa de outra pessoa. Perfeito. Mas no final a vida toda é uma troca, né? Sim. Você fazer bem pra alguém, você encontrar sinergias.
você acha que muita gente confunde networking com interesse e pra você, porque você é um cara querido pelas pessoas. Amei, né? Você é um cara super bem relacionado, um cara legal, um cara agradável. Então, modéstia a parte, você joga esse jogo muito bem. Porque é aquele jogo que você conhece muita gente, você é um cara super agradável, um cara super fácil de pegar uma amizade. Você é aquele cara que pode gerar valor na frente.
E aí você, a gente já era amigo antes, demorou anos pra gente fazer alguma coisa junto.
Então, eu estou falando com experiência de causa mesmo. E por que você acha que muita gente confunde network com interesse? Aquele interesse de chupinhar alguém. Por que você acha? A primeira coisa que eu acredito é que o verdadeiro valor das pessoas está na presença. Então, tem muita gente que tenta...
Retirar valor sem ser presente. Ou seja, não deposita na conta, primeiramente, do relacionamento. Porque network é diferente de relacionamento. A gente tinha network antigamente. No passado, você fazia parte do meu mundo de network, mas a gente não tinha muito relacionamento. E, consequentemente, com o passar do tempo, foi depositado nessa conta através do nosso acesso, através da nossa ambiência, através de uma, eu diria que...
Até tem uma sigla que eu uso chamada fé, que você tem que ter muita fé para ter aquilo que você deseja, que é o quê?
foco e energia, através de muito foco e energia numa determinada intencionalidade, que é o quê? Um relacionamento genuíno, que não busca um interesse em prol de coisas não só, vamos dizer assim, instantâneas, mas sim interesses que a vida pode nos levar, ou seja, eu não vou mentir que você não tem que ter interesse no relacionamento, você tem que ter interesse no relacionamento. Aliás,
Você tem que ser intencional, mas o interesse tem que ser genuíno. Eu acho que você marcou uma taxarada. A intencionalidade é o que marca uma relação produtiva. A intencionalidade de, cara, eu quero me divertir com essa pessoa, eu quero ter um papo bom com essa pessoa. Você só não tem relacionamentos meio que maré. Ah, deixa ver, deixa a vida me levar.
Então você sempre foi um cara muito intencional quando você faz uma relação. Perfeitamente. Por exemplo, eu já estou pertencendo ao ecossistema que você, o Joel e o Flávio criou, já fazem três anos dentro desse movimento. Eu já era do ecossistema do Joel antes de a gente entrar.
E uma das coisas que eu converso muito com minha esposa, né? Quando a gente está em ambientes, a gente sempre procura olhar para as pessoas de forma diferente. A gente não olha para aquela pessoa com aquela intencionalidade especificamente de negócio. Eu quero saber o que aquela pessoa faz, por que aquela pessoa está ali, porque...
Querendo ou não, a ambiência, ou seja, se Deus colocou você nesse lugar, tem algum propósito. Então a minha pergunta é, o que eu posso agregar na vida daquela pessoa? O que eu posso fazer pelaquela pessoa? E o que aquela pessoa, tecnicamente, também pode fazer por nós? Porque se a relação não tiver win-win, ganha-ganha, ela não é saudável. Até porque a gente quer servir, mas só que o serviço...
do outro lado tem que haver humildade na recepção. E nós precisamos, assim, também ser humildes em saber ser servido. Ou seja, eu tanto vou servir, mas como eu vou ser servido, pra quê? Pra que essa relação seja genuína. De fato, a gente precisa... Aquela velha parábola que fala, né? Precisa comer um quilo de sal junto pra poder saber exatamente o que Deus tem pra nós aí, né? E, ó, Caio, só uma coisa, tá? Todas as vezes que eu tive problema nos meus relacionamentos...
Todas as vezes nos meus anos, nos meus 30 anos que eu empreendo, que eu faço negócio, foi por falta de relacionamento. Ou seja, às vezes eu era relacionado com aquela pessoa, às vezes eu já tive um bom relacionamento com aquela pessoa, mas pela ausência, às vezes, de uma conversa, de uma ligação, de fato, de escutar, ter uma escuta ativa.
aquele distanciamento fez com que quebrasse aquele elo de relacionamento. É, no final das coisas, essa nutrição acaba sendo determinante, né? Sim. E aí a gente sai um pouco do... Eu gosto disso, a gente fala um pouco para quem está no zero, né? Para quem não tem ambiente, qual que é a melhor forma.
No seu caso, foi o deslocamento sair do seu lugar e ir para outro lugar. E aí eu quero fazer uma pergunta para a plateia aqui. Alguém aqui, a partir de uma mudança territorial, você aumentou sua referência? Levanta a mão. Ó, então existe uma lógica no caos.
Existe uma mudança territorial. Cara, eu saí de um lugar e eu fui pro outro. Geografia muda? Geografia muda. Então, eu saí do interior do Nordeste, veio pra São Paulo, foi uma baita de uma virada. Principalmente pra quem quer empreender. Foi pro motor. Aqui você tem acesso a referência diferente. Uma cidade que te projeta mais. Uma cidade com outras referências. Então, eu acho que acaba sendo um grande insight pra turma. Perfeito. E aí...
Mas olha só, deixa eu só colocar um ponto aqui que é bem importante. Eu tô casado com a Fabi, a Fabi é minha esposa, tô casado com ela faz 22 anos. E por incrível que pareça, em 22 anos nós nos mudamos 23 vezes de lugares. Ele gostou da brincadeira, gente. 23 vezes de lugares. Inclusive, nós mudamos de país.
Eu morei em Portugal de 2014 a 2021 e foi uma das maiores decisões. Mas qual era o seu racional? Por que você mudava tanto? Na verdade, nós estávamos sempre abertos à mudança. Nosso racional é assim, ó. Eu tô pronto. Só vamos. Bora. Vamos. Eu nunca me prendi a lugar nenhum. Aliás...
Eu sou muito, mas absurdamente aberto a novas oportunidades, a novos caminhos. Mas calmo. Mas o seu racional era, se eu mudar, a minha nova geografia favorece aquele novo momento? Ou aquela coisa, eu sei do poder que uma mudança fez na minha vida lá atrás?
E você decidiu ter esse jogo como estilo de vida? Não, na verdade, assim, depende do momento de vida que eu tava vivendo. Fala a verdade pra gente. Não, vou falar a verdade. Tá. Ó, depende do momento de vida, tá? Em 2013 pra 2014, a gente tava num outro momento de vida. Naquela época, a gente foi fazer uma viagem. Eu fugi da Copa, na verdade.
A Copa nos trouxe coisas boas e coisas ruins. A Copa do Mundo? A Copa do Mundo, 2014. Eu fui embora. Tipo assim, fugir da Copa assim, vou ficar um mês, peguei minha família, vou viajar à Europa. Ficamos viajando à Europa. Chegando em Portugal, uma cidade aconchengante, aliás, a gente tem... Lisboa, Lisboa. Lisboa. A gente tem algumas portuguesas. Tem alguma portuguesa aqui ou não? Tem umas portuguesas aqui.
Da terrinha. É. E aí, o que aconteceu? Eu cheguei para a minha esposa, a gente foi tão bem recebido em Portugal. Sabe aquele lugar que você diz assim, pô, quatro dias eu estou aqui, fui bem recebido. Só que assim, tem aquelas loucuras que você fala assim, né? Pô, a gente podia morar num lugar assim, né? Podia morar aqui. Sabe aquele negócio assim? Podia morar. Vamos morar aqui? Aí minha esposa falou, vamos. Aí eu falei, então tá bom. Então vamos.
Assim, do nada. Gente, rica é uma coisa louca, né, gente? Ó, eu não vou mentir pra você, não. Foi uma das decisões mais loucas que a gente tomou, mas foi uma das decisões mais assertivas. Por quê? Isso esticou demais a nossa mente. Por quê?
É muito interessante, Caio, porque quando você vai para lugares, principalmente, por exemplo, eu sei que quem já viajou para fora do país consegue ter essa visão, mas para quem mora fora do país ou para quem mora fora do seu lugar, você expande muito, porque você tem acesso a nova cultura, novas pessoas, novos ambientes, novos lugares, novas missões, nova geografia, muda tudo. Não, Frei, sabe o que eu acho animal dessa história?
Eu tô metendo fogo aqui, mas eu tô identificando um padrão absurdo. Existe uma lógica, o seguinte, o jeito que você faz uma coisa, o jeito que você faz qualquer outra coisa. Sim. Então você não tem medo de mudar. Nenhum, zero. Vocês conhecem gente que o cara já devia ter feito algum movimento geográfico, até assim, o próprio negócio dele tá pedindo, ele não consegue, com medo absurdo da mudança dele.
E aí, esse padrão da pessoa, dificilmente ela vai conseguir sair do mercado atual, ter o carro de emprego, começar a empreender, fazer uma grande virada na vida, porque pra ela o novo é assustador.
O novo assustador. E ficou claro aqui pra mim, porque eu tenho função investigativa no como você fez isso. Sim. Então dá pra você ver que você cava intencionalmente essas viradas. Sim. Onde muita gente, às vezes, se protege delas, você intencionalmente se coloca nelas. Abraço. Você, de uma maneira intencional, se coloca. Sim. Acho que isso é uma baita sacada, tá? Acho que isso é uma baita sacada.
Sabe por quê? Flávio Augusto, um grande amigo que você conhece também, ele faz isso também. Ele intencionalmente busca, ele busca movimento. Sim. Então, gosto muito dessa sacada. Uma das coisas que eu escutei esses dias é que a vida floresce mais para quem tem mais coragem. E eu não vou mentir para você não, viu, Carlos? Coragem não é minha, a coragem é da minha esposa de andar comigo e as minhas filhas.
Porque, eu vou te falar, a gente já passou por cada perrengue, irmão. Tipo assim, eu não vou mentir que é fácil não. Aliás, nunca é flores. Fabi sempre compra tuas loucuras? Mas muito. Ó, pra começo de história, né? E qual que é a estratégia pra tua mulher sempre comprar tuas loucuras? Não, eu acho que são duas coisas, né? Primeiro eu já falei...
Aqui no início, que é relacionamento, se você não tem relacionamento, se você não tem nada na vida, se você não tem relacionamento, e você não tem presença, intimidade, você não vai pra lugar nenhum. Aliás, sempre que eu quis lançar um pitch nela, ou seja, uma cópia bem feita, nunca funcionou. Nunca funcionou. Agora, quando eu falei, e aí, vai ou racha, sempre funcionou. Vai ou racha. Tanto que no dia que eu conheci ela, quando a gente começou a namorar,
Eu fui para um lançamento de uma loja de um amigo nosso. E ela estava naquela loja. E eu olhei para ela, né? Eu falei, cara, vou chamar ela para sair. Vou chamar. Naquela época, né? Eu, para tomar coragem, sabe? Mais de 20 anos atrás. E aí eu falei, cara, vou tomar uma dose de uísque. Eu não tomava uísque, mas eu disse, não, vai dar coragem para nós aqui. Aí eu tomei uma, né? Fiquei corajoso, mas não deu coragem ainda de ir lá.
Aí eu fui, vou tomar a segunda. Aí tomei a segunda, falei, agora vai. Agora vai.
Mas aí a coragem ainda não veio. Eu falei, vou à terceira. Quando foi na terceira, eu falei, se eu não chamar agora, eu não chego mais. Porque eu comecei a ficar, né? E aí eu fui, vou chegar perto dela. E aí eu falei, e aí? Vai ou racha? Mentira, você chegou assim. Foi desse jeito. Não, você não falou isso. Foi vai ou racha? E aí, qual que é o resultado? Ela veio. Ela tá aqui até hoje. Salve e palma pra família, gente. A família.
Você chegou pra ela e falou... Vai, vai ou racha? Que aí, gata, vai ou racha? Vai ou racha? Ah, ela devia estar bebendo esse whisky também, não é possível. Ó, gente, por favor, tá? Eu não estou aqui fazendo apologia à bebida alcoólica, aliás... Não, mas a gente entendeu. Mas assim, naquela época, né? Era o que tinha, era o pomástico. Foi fofinho, foi fofinho.
A gente tá num ambiente muito legal. Muito bom. A gente tá falando do poder do ambiente. Tem outra frase que roda na internet. Eu queria ver a sua visão. Aquela clássica. Se você é o pessoal mais inteligente na mesa, sai da mesa. Eu entendo o que essa frase quer dizer. Se você não tá do lado de gente que te provoca...
você não tá extraindo melhor das relações do seu redor. Perfeito. Gente que te provoca em todos os sentidos, não só financeiramente, cara. Alguém te estimula a ser um pai melhor, pô. Às vezes você olha como a pessoa cuida da saúde, você fala assim, cara, tem que cuidar melhor da minha saúde. E como que você faz a manutenção, às vezes não pra melhorar o ambiente, pra não deixar ele piorar. Como que você é nas suas relações? Entende o que eu digo? Sim. Por exemplo, gente que é tóxica na sua vida, qual que é a tua estratégia?
Você se liga logo, sai fora, você não faz. Como que o Fran faz para não melhorar o ambiente? Para não deixar ele piorar? Você tem alguma coisa que você faz constantemente? Eu não vou mentir para você, não. Eu acredito que, assim, o super-homem só é super-homem porque tem a criptonita. Ou seja, não é o tempo todo eu ganhei, eu ganhei, eu ganhei. A minha criptonita...
é que como eu sou uma pessoa muito aberta, ou seja, eu sou uma pessoa que eu me conecto muito com as pessoas e de forma muito simples, a gente já está ali envolvido ou conversando, ou numa amizade e tal, isso é um grande desafio que eu tenho, Caio. Ou seja, nem sempre eu consigo filtrar. E aí, assim, existe uma premissa na minha vida, né? Você já se frustrou muito com a gente? Não, mas muito, muito. Só que assim, papai do céu, ele é bom em tudo, né?
E aí, no caso, o meu filtro é a Fabi. A Fabi me protege muito. Por quê? Não é que eu não posso me proteger. Aliás, eu até quero me proteger. Só que no momento que você tem uma pessoa de fora e que consegue ver coisas que você não está vendo naquele momento, e não que ela veja sempre, porque muitas das vezes a gente conversa e chega a conclusões, só que assim, de forma natural...
É óbvio que se você coloca-se em muitas, à frente de muitas oportunidades, à frente, é óbvio que existe funil. Pra tudo tem um funil. E como ela te protege? Ela te dá um... Ela fala na tua orelha, francelina, abre o teu olho. O que ela faz? Ela te dá um toque? Ela não precisa nem falar, não. Ela só olha. Ela só olha.
É uma conexão que... Eu faço essa pergunta. Não, eu tô falando sério. Não, eu acredito em você. Sim. Porque eu sou casado com um moleque que chama Fabi também. Então pronto. Tá? Aliás, a gente tem muita coisa em comum, né? E a minha mulher é impressionante. Sim. As mulheres que estão aqui, eu falo com a boca cheia pra todos os homens que estão aqui. Ouçam a sua mulher. Perfeito. Ouça a sua mulher, tá?
A minha mulher, cara... Eu não lembro, Caio. Uma vez que ela chegou e falou alguma coisa... A Fabinho errou uma! Isso! Em 20 anos! Olha a margem de acerto. Em 20 anos, que eu estou com essa mulher, de todas as vezes que ela falou assim, amor...
Cuidado com aquela pessoa. Falei, o que foi? Não sei, mas não fui. Tipo isso. Às vezes ela não sabe. E assim, eu já desencanei de pedir explicação. É. Então tá bom. Tá feito. No começo eu falo assim, mas amor, o que essa pessoa fez? Ela fala assim, amor... Acabou. Pra mim, isso aqui, quando ela fala assim... É. Pra mim, nossa, eu já...
É inacreditável. Eu diria que é como se fossem os óculos, né? Colocou os óculos, é quase isso. É como se a nossa esposa fosse um pouco dos nossos óculos. Porque, bem ou mal, tem coisa que a gente não está enxergando mesmo. E aí tem coisa que você precisa enxergar. E é bem por aí. Então, na proteção... Não, mas é muito legal. A tua proteção é o outro. Sim. No caso é a Fabi, não é você. Sim.
Boa essa. Palmas pro fã, porque essa daqui é maturidade, saber reconhecer. E sabia que, Fran, eu sou muito similar a você. O meu grande filtro de proteção é a minha mulher. Porque o meu superpoder é minha kriptonita. Eu sou aquele cara que eu sou um acreditador de gente. Perfeito. Eu sempre com aquele cara, pô, desde a época que eu sou vendedor. Eu recrutava alguém, eu acreditava que eu podia treinar aquele. Eu acreditava que eu podia mudar alguém. Na verdade, a gente acredita em todo mundo, né?
Só que aí é aquele lance, muito do lance do cara que quer desenvolver alguém. Pô, eu acredito que esse cara pode aprender, ele pode vencer e pode. E aí eu aprendi que na vida a gente consegue ensinar tudo pra alguém, menos o cara tá afim. Sim. Como é que eu vou ensinar alguém a tá afim? Mas a Fabi sempre foi o meu óculos nesse sentido do filtro, do alarme, do meu cinto de segurança. Perfeito. Porque eu aprendi que ser bonzinho é diferente de ser bobo.
E é uma linha muito tênue de você ser aquele cara do bonzinho, que fala assim, cara, acredita em todo mundo, ou ao passo de nunca desmerecer a capacidade de alguém. Então, a Fabi é sempre meu filtro de segurança, de que qualquer relação é um crédito, sabe? A cada momento a pessoa vai comprando mais da sua confiança, porque senão realmente vira uma zona de frustração. Perfeito.
E aí quando a gente começa a sair um pouco de ambiente, a gente entra um pouco de fazer o negócio dar certo. Porque a gente busca estar em bons ambientes pra contribuir com o nosso plano de vida. A gente nunca entra num ambiente pra prejudicar o nosso plano de vida. E os nossos negócios fazem parte dessa esfera do plano de vida. Como, Fran, você faz...
para perceber que quando o seu negócio não cresce, se você é o problema ou se alguma coisa fora de você é o problema, como que você faz para identificar? Eu sou o problema, eu sou o gargalo do meu negócio. Ou se é uma falta de inovação, cara, meu produto não está azeitado, o meu processo comercial não está bem estruturado. Você sempre faz esse tipo de questionamento, se eu sou o problema ou se há um problema?
Sim, eu acho que eu faço essa pergunta todo dia. Todos os dias eu faço essa pergunta. Por quê? Porque eu me coloco em ambientes e me coloco em situações de alto risco. Eu gosto disso. Parece que eu sou assim... A minha esposa fala, mas você gosta de viver assim, né? Mas você gosta, parece ser a natureza humana. Eu gosto. Isso me dá, não vou dizer...
É quase um libido, sabe? Quanto maior... Não é risco, assim, altura... Não, eu gosto de desafio. E aí o que acontece? Quando eu me coloco em desafio, e quando eu me coloco nesses lugares...
que eu começo a ver que eu passei do ponto porque aquelas pessoas não acompanham não é a minha frequência porque muitas das vezes a sua frequência vai estar mais alta do que aquelas pessoas e de fato você tem que elevar a frequência porque senão aquela coisa não anda mas não é só a frequência as vezes a gente está exagerando mesmo as vezes aquela pessoa não está preparada tipo assim ó, eu tenho um filho com 4 anos de idade, o Theo o Theo
Ele com 4 anos de idade, ele é diferente do que quando tinha um ano de idade, que é diferente do que quando tinha um mês. Não adianta você querer. A criança tem braço, mas não anda. Tem perna, mas não anda. Cara, tem tudo, mas não anda. E a gente quer que ande, mas não vai andar. E muitas das vezes, Caio, a gente não está conseguindo enxergar que não vai andar. A gente quer que ande. Porque a gente é tão motivado, a gente é tão visionário, a gente acredita tanto.
que a gente quer que o bebê ande, mas não vai andar. Não tem como andar. E para isso, eu tento, naquele momento, aí é aquela história, né? A sabedoria me mostra que as pessoas que estão há mais tempo vivendo aquilo que eu estou vivendo, elas têm a experiência que eu não tive. Então, o que eu faço de forma intencional? Eu acesso isso.
Eu busco acessar pessoas e lugares onde aquelas pessoas ou aqueles lugares já estão vivendo aquilo que eu não vivi pra saber se aquilo que eu tô tentando realizar é coisa da minha cabeça ou se realmente é realidade. Você pede muito feedback? Cara, eu não peço muito feedback, mas eu recebo muito feedback. E feedback não é uma coisa legal de ser...
consumida. Mas, por exemplo, quando você diz que uma das estratégias é dividir o teu plano com alguém, é porque você quer o olhar do terceiro, certo? Sim. Ou ele vem com validação, ou ele vem com correção. Mas, na verdade, eu não peço orientação sobre aquilo que eu estou vivendo. O que eu faço? Eu gosto muito de usar histórias.
Então, o que eu faço? Intencionalmente. Tipo você, assim. Aliás, você passou por uma situação dessa alguns meses atrás. A gente estava sentado aqui nesse lugar, não sei se você lembra, aqui dentro dessa sala, quando a gente participou daquele último evento do Clex. E eu cheguei pra você e falei assim, Caio, eu estou fazendo o reposicionamento da Unifest e a nossa intenção é fazer isso, isso e isso. E eu comecei a contar uma história pra você. Você não notou. Mas eu estava vendendo pra você a minha visão, a minha tese.
E eu comprei. Tipo isso. Entendeu? Agora, se fosse, desculpa o que eu vou falar, se fosse um cocô a minha tese, você ia dizer na lata, eu ia dizer, meu irmão, não acredito não, porque você é desses também. Então calma aí. O seu jeito, olha só, é a minha função com audiência aqui. Sim. Eu preciso traduzir.
quebrar na menor molécula possível. Perfeito. Então, peguei essa sacada sua. Você testa e, na verdade, você pede feedback, não perguntando o que você acha. Você chega e vende um projeto e espera a reação do terceiro. Claro. A reação do terceiro... Já é a minha resposta. É tipo isso.
Muito, muito. E aí, assim, também tem outra parada. Eu não me satisfaço com isso, tá? Porque muitas das vezes eu tô vendendo essa tese pra pessoa errada. Dependendo da resposta, eu busco outras pessoas na mesma jornada. Porque nem sempre aquela pessoa, ela tá preparada pra ouvir o que eu tenho pra entregar. Muito bom isso. Tem uma frase que mais importante do que aprender a fazer boas perguntas é saber pra quem perguntar. Muito.
Às vezes a pergunta errada pra pessoa certa, ela corrige a tua pergunta e devolve redondinha. E às vezes a pergunta certa pra pessoa errada, ela te leva pra um caminho que não tem nada a ver. Perfeitamente. É muito preferível, mas gostei que você levantou essa bola, Fran, que você selecionar pra quem deve ser a pergunta do que você provavelmente perguntar o que que exatamente eu tenho que perguntar. Perfeito. É aquela coisa, pro cara certo, você pode até tocar meio quadrado a bola. Ele vai dar um jeito de dominar e de entregar redondinha. Perfeito.
Então, eu gosto muito dessa filosofia porque eu já fiz uma pergunta certa pra pessoa errada. E eu já fiz uma pergunta errada pra pessoa certa. E... Porque quando é a pessoa certa, aquela pessoa que, cara, ela tem o know-how que você busca, ela vai dar um jeito até de corrigir tua própria pergunta. Perfeito. Não só te dar a resposta. Agora, curiosidade, tá?
É uma pergunta de curiosidade, mas também é uma pergunta de aviso. Tá bom. Qual o erro financeiro mais idiota que você já cometeu na vida? Qual o quê? Erro financeiramente falando mais idiota que você já cometeu na vida. Como empreendedor. Por que que eu falo isso? Eu acredito que não existe erros novos. Existem pessoas novas cometendo erros antigos e pessoas antigas cometendo erros antigos.
Eu acredito que não tem nenhum desafio único. Eu acho que você vai livrar muita gente de cair nessa pedrinha que não sei qual é, mas que você caiu. Qual foi um erro financeiro idiota que você falou, puta cara, isso aqui eu errei. Não abraçando o problema que você tem pra resolver. Várias vezes. Isso já aconteceu comigo. Aparecia um problema e você dava tempo pra ele. Eu dava tempo e eu dava corda pra ele. Tipo assim, pipa.
Sabe aquela história da pipa, que você dá linha pra saber onde vai? E isso, na verdade, aumentou o problema. E chegou uma hora que ficou insustentável. E às vezes baixava uma ligação, uma conversa, uma decisão, ou um ato de coragem. Porque o problema cresce também. E o que tá ruim pode piorar muito. Então, eu acho que...
não abraçar o problema e não resolver o problema. Eu acho que foi... E tiveram várias fases da minha vida que aconteceram. E que eu deixei que se resolvesse. De forma sozinho. Hoje, quando aparece uma bruxa pra você, qual que é o seu modo desoperante? Ah, pra mim é uma oportunidade. Qualquer problema que aparece hoje, Caio, eu faço de limão virar uma limonada. Tenho vários exemplos. Aliás, eu vivo nisso hoje.
Quer que eu diga um problema? Vou contar uma história que é o que a gente está vivendo aqui hoje. Tá bom? Tá. Nós inventamos de fazer, porque é assim, inventar de fazer um evento para mais de mil pessoas... Dá trabalho. Dá trabalho. Cara, os recursos, eles estão disponíveis, mas são limitados. É um evento caro. Não é? E aí a gente se prepara.
ainda mais agora com... Não é nem chat GPT, porque o bichinho é uma bicicleta agora, já tem cloud, já tem um monte de coisa aí, você vai, faz projeção tal, puxa, conversa com fulano, beltrano, vem aqui no... Cara, você monta tudo. Cara, primeira semana de divulgação, ninguém compra. Eu tô falando sério, gente. Primeira semana que eu divulguei esse evento, ninguém comprou.
Já aconteceu pra alguém, imagina, já aconteceu, Caio, você divulgar um produto, fazer uma oferta e ninguém comprar? Assim, uma semana, todo dia? Eu acredito, Fran, que a expectativa do empreendedor em qualquer nova jornada é muito mais alta do que a realidade. Perfeito. Aí que eu gosto da frase do Mike Tyson, todo mundo tem um plano até tomar um soco na cara. Perfeito.
Foi tipo isso. Aquela lojinha que ele abre e ele acha que a inauguração vai bombar, mas nem a família dele aparece. Tipo isso. Aí o que aconteceu? Segunda semana, vamos dobrar a verba, vamos mudar a oferta e vamos atrás de novos funis. Sabe o que aconteceu? Ninguém comprou. Eu falei, não é possível. Aí eu fui pro Joel, falei, Joel, ele não sabia que eu tava fazendo essa pergunta. Olha isso aqui.
Aí ele olhou, pô, que legal. Ó você contando a história. Contando a história. Entendi, entendi. Eu caí massa também. Aí ele falou assim, que massa. Que vídeo legal. Pô, cara, você vai fazer isso, cara. Que massa. Eu falei, então o problema não é a oferta. O problema não é a oferta. O problema é que eu estou talvez usando, naquele momento eu pensei, a ferramenta errada e estou falando com as pessoas erradas.
para que eu pudesse agir nessa situação. E aí, uma noite anterior, eu tinha passado, acordado, pensando, como eu vou fazer isso? Como que eu vou mudar essa história? E passada aquela noite, eu falei assim, cara, eu vou fazer a mesma coisa que eu fiz com o Joel, só que eu vou fazer isso com as pessoas que caminham comigo.
Ou seja, meus parceiros, meus mentorados, meus clientes. E aí eu comecei a fazer a mesma coisa. E todo mundo achou muito massa. Eu falei, cara, eu sou muito melhor do que o Google, do que a meta para vender. Eu estou vendendo. E aí eu comecei a convidar as pessoas, Caio, para vender comigo o projeto. E nessa história de criar uma comunidade de...
usar a comunidade para perguntar, na primeira semana eu tinha recebido pouco mais que 30 sims. Falei, bom, agora vai a hora do pitch. Eu comecei a vender, comecei a vender, e comecei a dar certo, e comecei a dar certo, e essas pessoas começaram a comprar ideia, e começou a passar para outras, e começou a passar para outras, para outras, para outras. Mas uma semana, aliás, duas semanas do evento, Caio, tinha 200 pessoas que tinham comprado.
a ideia. Em resumo, semana passada, eu fui para Ironberg, nas flexões lá do Joel, e eu dei um depoimento lá, eu falei, olha, falta uma semana para o evento, eu já estava agradecendo, que tinha mais ou menos 800 pessoas inscritas. E essa semana, a gente completou, passamos aí de milhares de pessoas inscritas, mais de 1.500 pessoas inscritas. Agora.
Qual que foi a diferença? Imagina se eu tivesse ficado só no Zuc. Imagina se eu tivesse fechado, tivesse ligado pra Casa do Destino, não vou mais fazer evento. Caiu! Esquece o podcast lá pro povão, vamos fazer no seu escritório. Cara, eu tinha todo mundo, a maioria das pessoas que estavam ao meu redor estavam olhando, estavam vendo que eu tava e eu tinha todo mundo.
vamos dizer assim, com um grande problema. Só que o que eu fiz? Eu transformei um problema em uma oportunidade. E aquilo me fez crescer. Me fez crescer como empresário, me fez crescer como pessoa, porque a minha autoconfiança cresceu. Não é que a gente vira super-homem, porque não fui eu que fiz. Aliás, foram muitos que fizeram aqui. Só que é o seguinte, as pessoas estão aqui porque, de fato, eu estava certo na minha tese. Só que eu estava conversando com as pessoas erradas. E, às vezes, muitas das vezes,
As pessoas têm um sonho, têm uma visão, têm uma tese e carrega isso por dezenas de anos, mas ela não abre a boca para falar com as pessoas corretas e morrem abraçadas com a sua visão. Então, eu não desisto, cara. Eu não desisto. E, aliás, é tipo quase masoquista, sabe? Quando está rindo, eu aumento o problema, aumento a situação.
deixo a situação ficar, vamos dizer assim, de forma desafiante, mais ancorada em desafios que possa me colocar em lugares que eu possa me potencializar. E não é porque eu sou bom, não. É porque é o seguinte, existe uma oportunidade na mesa. E o tamanho do problema é o tamanho da oportunidade. Eu não estaria conversando aqui com você...
Eu não teria essa oportunidade de estar conversando com você, eu não teria a oportunidade de ter mais de mil pessoas aqui nos assistindo se eu não tivesse esse problema. Então, papai do céu, obrigado pelos problemas da minha vida que me fazem eu estar aqui nesse ambiente e me fazem assim prosperar. Como a gente está em ambiente, também muito se fala.
para cuidar com a famosa obesidade mental. Você ficar indo em eventos, indo em treinamentos, e aquilo, cara, é só uma dopamina, mas você não coloca nada para fora. Como que você faz para fazer de uma experiência, de um evento, de um ambiente, algo realmente que é produtivo? Que recomendação você dá para alguém que está nos assistindo aí, que semana que vem ele vai para um lugar?
que ele tá pensando em ir pra um treinamento, ir pra uma palestra, ir pra um evento, cara, buscar uma mentoria com alguém, mas o que você recomenda pra alguém pra que não vire uma obesidade mental? Muito boa a sua pergunta, Caio. Você tem que ser 10% aluno, 10% só. Não precisa. Hoje, com a tonelada de conhecimento que você tem hoje disponível,
Você só precisa de 10% de conhecimento. 20%, você precisa de direção. Ou seja, você precisa falar com a pessoa certa, no momento certo e no time certo. Porque são duas coisas diferentes, o momento e time. Time, às vezes, você está no momento de conversar com aquela pessoa, mas, às vezes, aquilo não está no time da terceira ação que você tem que tomar, que é a execução. Então, 10% é conhecimento, 20% é direção do conhecimento e 70% é ação.
execução. Então, quando você se provoca e se coloca nesses lugares, você não perde tempo. Por quê? Porque como a energia, 70%, tá na execução, na validação daquilo que você acredita, daquilo que você recebeu, você não tem nem tempo. Você é um executor, eu te conheço. Eu sim. Sempre que a gente conversa, no dia seguinte você já vai lá e a família já fala, e o francês não já saiu fazendo. Perfeito.
Como que é o seu modo desoperante? Por exemplo, vai acabar esse evento. Vim, você tá sentado no lugar dessa galera ou a turma que tá em casa assistindo esse podcast. É um evento virtual. Desligou. A galera aqui deu tchau. O que que o Francelino faz? O que que você faz? Você chega em casa, revisa suas anotações. Você, qual que é o seu modo desoperante? Se eu estivesse aqui no lugar, eu já recebia a visão. Eu já recebia a direção.
Eu ia executar. Eu ia executar. Franceline, o medo, pra onde vai? Vai pra lua. Comigo, agarrado. Então você transforma essas anotações num plano de ação? Plano de ação, imediato. No mesmo dia, na mesma hora, se der na mesma noite.
Aliás, eu sou daqueles que ligam na mesma hora e saem falando com todo mundo. Porque é o seguinte, Caio, não existe hora perfeita pra você fazer negócio perfeito. Existe timing. Você não pode perder o timing. Quando você fala na mesma hora, literalmente, você tá no evento, você pega uma sacada, aí você tem que falar com o diretor comercial, você sai no banheiro e liga pra ele. Ligo pra ele, vou no banheiro, ou então eu saio, você tá onde? Eu vou aí, tô indo aí, pá! E vou conversar, e vou fazer. Eu não espero.
Aliás, tem alguns aqui que me conhecem. Eu tô mentindo. É verdade ou não é? É tipo assim, ó. Se você não for, só você não vai. Ó o meu prazerinho. Tipo assim, ó. Vai o racha. Sabe o vai o racha? Sabe o que eu falo? É porque o óbvio às vezes precisa ser dito. É isso. Às vezes o óbvio precisa ser dito. Quantas vezes a gente faz uma anotação? É o cara preciso falar com a Gisele saindo daqui.
E essa anotação tá no teu carro aí, você não falou com a Gisele, faz dois anos, aí não andou, aí você já desencanou, aí o timing já passou, aí você já tá numa outra coisa, e aquela ideia não saiu do papel. Caio, é muita concorrência na nossa atenção. Se eu perder um segundo naquilo que a mente projetou, a probabilidade de eu não fazer mais aquilo é muito grande. Vou repetir.
a concorrência na atenção é muito grande. Um segundo que eu pensei em fazer alguma coisa, eu olhei meu Instagram, ou eu caí nas profundezas do WhatsApp, sabe aquele negócio que você dá um tempinho numa conversa, você pega o WhatsApp aqui e olha, acabou. Ali você já pode mudar completamente a sua rota. Então não dá para perder tempo. Deixa eu falar um negócio para vocês. Eu prefiro sofrer a dor do erro
do que a dor do arrependimento de não ter aproveitado a oportunidade. Aliás, eu sou daqueles que... errando que se aprende. Não precisa errar muito também. Até porque, pô, são 33 anos errando pra caramba. Mas, é aquela história, né? Cada erro, cada dor, você vai pra um próximo início. Você pode errar, mas em coisas diferentes. Porém, não dá pra perder tempo. Fran.
Se você perdesse tudo hoje? Tudo. Só lhe sobra o teu conhecimento. Pra onde você recomeçaria? Cara, essa pergunta é maravilhosa. Sabe por quê, cara? Isso já aconteceu comigo algumas vezes. Ó, na pandemia. Cara, a única certeza que eu tinha, eu falava muito pra minha esposa. Eu falei, cara, será que nós vamos ficar vivos? Eu falei, cara...
Vai acabar. Não tinha mais valor de nada. Nada importava. Só viver. Então, pra mim, naquele momento, eu tinha perdido tudo. Porque, cara, não importa se eu recebo dinheiro do Brasil, não importa se eu tenho dinheiro pra comer. Cara, se eu morrer, acabou, velho. Só que é o seguinte, a gente tem uma certeza. Eu não sei aqui o público, se eles são cristãos. Na minha crença cristã, a gente vai pra um lugar melhor. Então é o seguinte, eu falei, cara, se for da vontade de Deus, bora embora. É a próxima mudança.
Só que é o seguinte, entenderam ou não? Só que é o seguinte. Só faltava se perguntar, e aí, Fabinho, vamos? Bora! É, eu já não ia dizer se você não for, né? Só que é o seguinte, ó. Presta atenção, cara. Isso aqui é muito sério, gente. Olha isso aqui, ó.
Aí, Caio, a gente volta de Portugal, uma situação assim extremamente, cara, complicada. Cara, um voo assim que o aeroporto fechou, ficou seis meses fechado, quando abriu a gente veio embora. E aí quando eu chego aqui, o que eu vou fazer? Vou pivotar meu negócio pro digital, era assim, era mais lógico.
porque o digital estava explodindo, e eu recebo uma direção divina. Não vou entrar aqui no contexto, não vou entrar aqui no detalhe, mas nós recebemos uma direção que nós tínhamos que mudar completamente a rota da nossa vida. Eu saio com a Fabi, com minhas duas filhas, o Théo não era vivo ainda, não tinha nascido, a gente vem...
eu estava em Natal, porque a gente tinha acabado de voltar de Portugal, a gente vem para cá, para São Paulo, e entra em lugares, em ambientes, cara, nós vamos comer com farinha tudo o que a gente puder comer para a gente buscar uma nova oportunidade. Porque a instrução que eu recebi era, a direção era, cara, você tem que caçar uma nova oportunidade, até que veio a oportunidade da Unifest. Só que é o seguinte, olha só, para mim não importava, cara, aquela era a oportunidade.
Podia ser, Caio, a oportunidade da calça, podia ser a oportunidade da aliança. Mas é a educação. E veio a educação. E aí eu me coloquei à disposição, primeiramente, de aprender, 10% conhecimento, 20% receber direção de quem já estava fazendo, e eu perguntava, e eu me coloquei em ação para executar. Errei pra caramba, eu erro ainda, aliás, é normal. Só que assim...
Cara, eu sou muito grato a Deus, mas muito grato a Deus por tudo que aconteceu. Por quê? Porque foi no momento de pressão que eu recebi a bênção divina de aprender uma habilidade nova. Uma habilidade que eu não conhecia, que eu ia gostar tanto em fazer. Eu costumo falar o seguinte, muitas pessoas têm seus projetos, seus negócios, as empresas como meio de vida.
Cara, e você ter um projeto como meio de vida é massa. Só que uma hora vai cansar. E muitos se frustram e param de fazer o que tem que ser feito porque eles querem viver sua missão de vida. Só que missão de vida nem sempre é meio de vida, cara. Mas, cara, quando você recebe a sua missão de vida e transforma ela no seu meio de vida, aí, meu irmão, você explode. E aí foi isso que aconteceu comigo. Então, assim, respondendo a sua pergunta...
Se eu parasse agora e começasse tudo do zero, meu irmão, você pode me dar o que você quiser. Do zero agora. Aliás, até do negativo. Eu não tenho dúvida que...
o resultado vai ser melhor do que aconteceu até hoje. Aliás, nos últimos três anos, eu e a Fabi, a gente prosperou muito mais do que nos últimos 30 anos. E no último ano, nós prosperamos não só financeiramente, mas principalmente estruturalmente, mentalmente, em termos de amadurecimento da vida mesmo, de decisões do que a gente quer para os próximos 10 anos, 20 anos, o que a gente quer fazer da vida. Então, eu já sou grato a Deus e eu já sou grato a Deus.
por esse desafio que ele me deu. Ou seja, eu me tornei uma pessoa muito melhor e eu não tenho dúvida que isso me colocou e me preparou para que, mesmo que esse lugar venha, ó, tem que começar tudo do zero. Amém? Porque eu tenho certeza que as oportunidades que vão aparecer, elas me levarão para lugares muito maiores do que eu estou vivendo hoje. Eu não tenho dúvida. Palmas para o Fulano Serino, eu adoro essa mentalidade, cara. Fran!
Hoje o seu negócio é todo orientado para principalmente ajudar empresários a encontrar a alavanca de crescimento. E principalmente você usa muito o setor de educação como o motor principal para isso. O grande motor. O motor principal é como através da educação empresários podem alavancar os seus negócios. E você é um cara que olha diversos setores e coloca o motor de educação da maneira mais estratégica possível para essa pessoa.
independentemente do setor que ela é, você tem o know-how de encaixar um braço educacional de maneira mais sinérgica possível para levar a pessoa para o ponto B. Perfeito. Para algumas pessoas, às vezes ele tem um modelo de negócio que é meio óbvio. Isso. Às vezes um cara tem um modelo de negócio que fala assim, cara, eu fabrico pneu para trator. Então, eu dei uma coisa, um exemplo aleatório. E eu já vi você falando que toda empresa comporta um motor educacional.
Você só precisa saber de que maneira estruturar. Perfeito. Principalmente pra turma que tá em casa. Cara, eu já volto e meia, tô ensaindo, mas eu não tenho a menor ideia como o meu negócio, às vezes o cara é um autônomo, como é que o braço é educacional. Mas eu não quero entrar nisso, eu quero dar uma provocação, porque como você gosta de trabalhar, eu quero te dar trabalho. Perfeito. Você topa.
eu colocar um link na descrição desse episódio e a turma chamar você pra um diagnóstico só pra você olhar se é possível um braço educacional, se faz sentido esse motor. Porque, primeiro, eu gosto do teu olhar, eu confio no teu olhar e você é um cara que é muito honesto com as pessoas. Quando você fala, é bom, é bom, eu já vi você falando pra um cara, seu negócio é ruim. Sim. É ruim mesmo. Muda isso, muda aquilo. Eu já vi. Eu já vi o francilheiro, só o parênteses. O cara foi perguntar pra ele.
Não sei se foi um evento nosso. Enfim, o cara perguntou o que você acha. E eu não sei se o nordestino é mais quente, assim, nas palavras. Mas o cara perguntou, e aí, Fran, o que você acha? Aí ele falou, a porcaria. Mas como é bom estar do lado de gente que discorda da gente. Sim ou sim, turma? Sim. Estar do lado de gente que discorda da gente, eu falo que é você ter aquele amigo intercessor.
Então, Fran, vou colocar aqui o link na descrição. Então, manda mensagem pro Fran Celino. E pra terminar o podcast, eu queria que você deixasse uma mensagem final pra turma que tá assistindo a gente. Muito bom. Todo mundo, todo mundo, 100% das pessoas, Caio, tem uma oportunidade de<|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|><|tl|>
de recomeçar. Todo mundo, 100%. Não importa onde ela está, não importa em que situação ela está, não importa em que momento de vida ela está. Porém, você só vai conseguir recomeçar se você tiver um desejo ardente de levar transformação.
para outro lugar. Ou seja, você precisa gostar de transformar vidas, de transformar pessoas, de transformar lugares, seja atividade que você tiver, empresarial, seja atividade curricular, seja carreira que você tiver. Se no seu DNA não tiver a vontade de transformar outra pessoa...
Você pode começar e recomeçar quantas vezes você quiser, mas nada vai acontecer. Então, o que eu quero dizer para vocês que querem começar ou recomeçar, cria o desejo ardente, procura o motivo, procura o porquê que você vai transformar aquela pessoa, aquele lugar, aquela empresa. Porque se isso for genuíno, Caio...
Vai acontecer, cara. Vai acontecer. Você vai repetir, você vai encontrar. E vai encontrar alguém, alguns loucos, que vão comprar aquilo que você realmente quer fazer e as coisas vão acontecer. Igual aconteceu aqui. Salve de palmas, profissionalistas, senhoras e senhores. Você que está em casa, obrigado pela tua audiência, obrigado pela tua participação. Plateia, palmas para vocês, vocês foram maravilhosos.
Agradeço também a participação de todo mundo. Minha recomendação de vida, esse link desse episódio, não sei por onde você está assistindo. Não tem o grupo de WhatsApp, de família, de trabalho, com os amigos, que eu tenho certeza de um jeito divertido, produtivo e inteligente vai gerar uma boa provocação. Não deixa de se inscrever nos nossos canais para você não perder um só episódio. Eu te vejo na semana que vem. Fica com Deus.
Obrigado, Fran. Obrigado, plateia. E é isso aí. Tchau. Valeu. Pausa para todos vocês. Valeu, valeu, valeu.