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Como a BUSCA PELA PERFEIÇÃO pode DESTRUIR SUA SAÚDE MENTAL? | Dra. Kátia Haranaka #137

22 de abril de 20261h2min
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A busca pela perfeição pode estar destruindo sua saúde mental — mas o problema vai muito além disso. Entenda como alimentação, hormônios e estilo de vida estão afetando sua mente e seu corpo. ☕ *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO🟪 Quer participar da plateia? Preencha esse formulário e boa sorte!

Participantes neste episódio2
C

Caio Carneiro

HostJornalista
D

Dra. Kátia Haranaka

ConvidadoMédica
Assuntos4
  • Perfeccionismo e saúde mentalImpacto da alimentação na saúde mental · Hormônios e saúde mental · Estilo de vida e longevidade · Eixo intestino-cérebro · Suplementação hormonal
  • Efeitos à Saúde de AlimentosDieta sem glúten · Efeitos do açúcar no corpo · Importância da nutrição
  • Harmonização facial e estéticaRiscos da harmonização facial · Beleza harmônica versus vaidade
  • Cortisol e saúdeEfeitos do cortisol no corpo · Importância do equilíbrio hormonal
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Galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um super episódio do Como Você Fez Isso e eu que recebo ela que é médica, cirurgia plástica, palestrante e uma das maiores referências em saúde integrativa e longevidade no Brasil. Eu adoro esse assunto, vocês sabem disso. Reconhecida por sua visão sistêmica que une estética, nutrição, equilíbrio metabólico.

Ela transforma a jornada do envelhecimento em um processo de consciência, saúde e vitalidade real. Tava batendo um papo aqui e se eu não me segurasse já começaria o podcast ali. A convidada de hoje é a doutora Kátia Haranaka. Isso mesmo. Palmas pra ela.

Muito obrigada. Obrigada, Caio. Tô feliz pelo papo. Eu também. Tô animado pelo assunto. Eu tava falando pra você, né, o quanto entusiasta eu sou, sabe, do assunto de saúde, longevidade, sabe, eu tento manter o estilo de vida sempre ativo, gosto de fazer exercício físico, me importo com não só envelhecer, porque pra mim envelhecer é uma dádiva, né, um presente, mas envelhecer bem é uma atitude. Sim, olha. Então, né.

Essa é a frase, viu? Pode ser que eu não esteja aqui com 80, 90, se Deus permitir, mas se eu estiver, eu quero chegar bem. Sim. Você sabe que o nosso DNA foi feito pra durar 128 anos. A gente fala 120 anos, mas pra isso a gente tem que ter esse conceito de vida. Assim, eu tenho um...

mecanismo feito pra sobreviver muito bem e viver muito bem, mas quando a gente acha que a vida é simplesmente ter 20, 25 anos e eu posso fazer balada, eu posso fazer o que quiser, comer como eu quiser, sem consciência

isso vai ter um custo, um preço, um débito grande que vão ser chamadas de doenças. Então, a gente simplesmente saber, como finanças, saber sobre saúde é um sistema onde eu tento fazer isso com as pessoas que chegam até mim hoje, pela internet também, e é por isso que é a grata satisfação de estar aqui com você, porque eu sei que você é um menino...

que tem uma visão empreendedora grandíssima, imensa. Obrigado. E é um podcast diferente. Então, a gente costuma ir para os podcasts de saúde, mas estar relacionado com finanças, para mim, eu acho que faz parte, porque a gente sempre diz, envelhecer é você ter uma poupança para fazer um investimento em você. É como eu estava falando. Se eu, Kátia, não tenho mais os meus ovários funcionando, porque...

Foi o tempo da fertilidade, então entrou a menopausa. Eu tenho que saber, eu tenho que ter um valor em dinheiro para eu poder suplementar. Para eu poder repor esses hormônios que eu não posso mais produzir. Então, isso é envelhecer 120 anos com qualidade de vida. Envelhecer jovem, na verdade.

Isso é tão legal, né? Eu acredito. Nossa audiência, majoritariamente, são empreendedores PME na sua grande maioria. E todo mundo quer crescer, quer progredir. E, de uma certa maneira, tem alguns momentos que você tem que abrir mão. Eu abri mão um pouco. Da sua saúde? Da minha saúde. Mas, e quando eu digo abrir mão, assim, sabe aqueles momentos que eu tive que me dedicar mais, dormir um pouco menos?

Mas eu acho que a gente não sabia também. Exatamente. O envelhecer tem isso. E acho a internet, os podcasts, ele tem essa abrangência de vamos levar o que eu sei pra você que está aí assistindo. Porque a gente não tinha esse saber. Eu, como médica cirurgiã, a gente fica 12 horas numa cirurgia, cirurgia geral, e você não come, não bebe, você não come, e você sai dali, depois de 12 horas numa cirurgia geral, você...

come qualquer coisa que aparecia na sua frente. Então, eu não sabia. Então, mesmo sendo médica, não é o fato de ser médica, a gente não tem nutrição na nossa faculdade, a gente não tem o saber de como investir o seu dinheiro numa comida boa, a consciência. Então, tudo isso eu acho que é uma curva de aprendizagem, que nós podemos ajudar as outras pessoas. Eu acho que assim, esse é o objetivo, é o meu objetivo na internet, talvez seja o seu objetivo também, mas falar daquilo que a gente sabe, né, que a gente praticou.

E tudo bem que eu não tenha feito o meu melhor. Tenho duas filhas. Mas se eu não suplementei quando eu estava grávida, eu não sabia. E ninguém me falou também. Mas agora eu suplemento as minhas gravidinhas, eu oriento tudo que eu possa fazer. Mas está tudo bem.

Como foi? E o que? A gente começa novamente. Então, os ciclos celulares dos nossos órgãos, eles têm essa capacidade. Então, tudo se refaz, tudo se regenera. Basta que você modifique a sua dinâmica. Então, assim, eu posso comer todo final de semana igual, posso comer todo dia a mesma coisa? Não.

Então, eu foco muito nessa orientação. Eu não preciso de dieta, eu preciso de um estilo de vida. E ter esse estilo de vida como o meu dia a dia, essa consciência, é aí que a gente entrou no zerar o leite, o glúten, o álcool. Essa é a minha fala. 100 dias, 100%, zero leite, glúten, álcool.

você refaz toda a sua mucosa intestinal. Você fez esse desafio com a tua audiência, as pessoas que te acompanham? Como é que foi esse desafio? Os 100 dias? Foram 100 dias sem álcool, sem lactose? Leite, não, sem leite. Porque usar um leite que eles colocam uma enzima chamada lactase é um veneninho a mais químico. O leite continua sendo um veneno e você coloca mais uma química. Então, é sem leite. Manteiga, ok, que é uma gordura pode, mas sem leite de vaca. Então, a gente usa os leites vegetais.

E sem álcool, sem leite e sem a farinha de trigo, que é o glúten. Então, se você faz isso pro seu intestino, 100 dias. Fiz 50, errei. Em 51, começa tudo de novo. Uau. Os 100 dias. Porque o seu intestino, um nanograma de, a gente sempre diz isso, né? Que de glúten ativa toda a cascata inflamatória intestinal. Então, você precisa ter esses 100 dias. Aí você vai experimentar, respirar melhor, pensar melhor.

Ter esse segundo cérebro como intestino comandando realmente a sua mente. Glúten faz mal pra todo mundo ou só pro celíaco? Pra todo mundo. Eu não sou celíaca, mas eu tô sem glúten faz cinco anos. E esses cinco anos, se eu coloco alguma coisa na minha boca com glúten...

Eu tenho uma dor de cabeça momentânea, na hora, dor no corpo, febre, eu caio de cama por um dia e meio, aí eu saio bem. Então, hoje, assim, não é uma questão de eu não quero comer porque eu tenho um conceito. Não, porque é um veneno. Se eu ficar uma vida, 10 anos, sem comer uma banana e comer novamente, eu não vou passar mal. Mas tudo que for uma toxina para o seu cérebro, para o seu sistema nervoso, a gente tem um sistema nervoso no cérebro, no intestino e no coração. São neurônios.

vai atrapalhar o funcionamento sináptico, a energia elétrica que percorre todo esse sistema. Então, o glúten é ruim para mim, é ruim para você, é ruim para essa plateia toda aqui. Mas ele é gostoso, ele é barato, ele tem para todo mundo. Então, infelizmente, as pessoas estão adoecendo, tendo dores, porque elas acham que comida saudável é você botar uma verdura, um legumes ali e continuar com a farinha de trigo, né? De um jeito fácil.

Pô, Tess, talvez seja muito básica essa pergunta. Quando que eu sei que um alimento tem glúten quando não tem? Derivados de... Da farinha de trigo. Então, sempre vai vir derivados da farinha de trigo. Farinha de mandioca não tem glúten, né? Farinha de fubá, aveia, sem glúten também, né? De preferência. Sim, a farinha de trigo, se você pensar nela. A cevada da cerveja tem glúten.

E o centeio do uísque. São esses três itens que formam glúten. Mas o que é a grande massa? São os nossos ultraprocessados. Todos os ultraprocessados, pão, bolo, biscoito, macarrão, as pizzas todas, todas eles são feitos desse material que limita o seu pensar, o seu sentir e o seu pensar.

Então, nós estamos trabalhando num limite tão ruim da nossa capacidade que ser um empreendedor é, primeiro, olhar para o seu prato. Eu tenho pacientes que eu posso falar que são donos de muitas franquias de pizzas, de massas em fast food do Gatemi.

E eles não comem. Eles vendem, mas eles não comem. Então, alguma coisa está errada. São os meus pacientes. Quando a gente entende isso, então, eu acho que vale a pena, você como um grande atleta que sabe disso, olhar para essa alimentação. Se você for ver as grandes modelos, elas não comem glúten. De jeito nenhum. Eu venho ensaiando sobre glúten já há um tempo. Eu sou um cara que eu evito. Por exemplo, se eu estou em qualquer lugar, eu sempre vou no sem glúten.

Mas eu acho que é ligar o seu radar de uma maneira sistêmica. Experimenta 100 dias. Aí você vai sentir o seu corpo diferente. Porque assim, eu falo sempre que é você sair da merda, né? Desculpa falar isso. A pessoa tá na merda e acha que a merda é boa, é quente, é fofa, é úmida. Aí ela vai para a luz. Sem o glúteo, 100 dias. Você pode voltar para a merda, mas você experimentou o que é a luz. Agora, se você nunca experimentar o que é a luz...

você vai ficar assim, ah, eu evito. Mas eu não sei ainda o que é. Esse é o chamado. Cara, a provocação já começou quente, assim, né? Hoje, doutora, se fala muito sobre saúde mental também, né? Longevidade com também, cara, corpo e mente é uma coisa que tá interligada. Sim. No mundo empreendedor, todo mundo fica muito atento pra não bater pino.

Pra não bater pina é pra enlouquecer, né? É, pra não enlouquecer, né? No sentido de cara, eu tenho que tá bem. Emocionalmente eu tenho que tá bem. E eu acredito que o nosso corpo tem muita influência na nossa cabeça, no nosso pensar. Muito, muito, muito, muito. Por exemplo, exercício físico pra mim é muito mais do que só, sabe, o prazer da atividade física me regula. Sim, tipo. Eu sinto que ele me coloca num eixo ali.

pra mim, toda reunião importante que eu faço tem que ser depois de uma atividade física. Parece que o jeito que eu entro, né? Então, por isso que eu gosto de treinar pelas manhãs. Mas eu queria falar um pouquinho como essa ligação do corpo e da mente também, sabe? O quanto que o nosso corpo... Porque quando a gente fala em envelhecer bem, não é só da nossa aparência, a gente aparentar bem. Mas eu falo que a cabeça controla muito, né? A cabeça controla muito, mas quem controla a cabeça é o intestino.

Então, de novo, nós temos o eixo intestino-cérebro, isso é recente, é 98, 1998, demonstrando que nosso intestino tem um sistema nervoso entérico próprio, um sistema nervoso que tem mais neurônio do que a sua medula espinhal.

ele tem uma população de bactérias, que você, aquela coisa, ou eu alimento a bactéria boa, ou eu alimento a bactéria ruim. Ou eu alimento meu cachorro bom, ou meu cachorro ruim. Sim. Então, o glúten está alimentando as suas bactérias ruins. A gente tem um sistema nervoso autonômico no intestino, que diz pra você assim, quem fala pro seu cérebro que está tudo bem, calma, e entra na reunião tranquilo?

É o seu intestino. Esse sistema nervoso autonômico é aquela coisa do pelo eriçá, do suor acontecer, que você não controla. Mas o que eu coloco no meu intestino vai ativar. Alerta ou não, tá tudo bem, relaxa, digere.

Então, é todo o tempo essa informação via um nervo chamado nervo vago, que é o intestino falando com o cérebro. 90% dessa comunicação vem do intestino. Então, por que a gente gosta de fazer cirurgia de manhã? Ou a gente gosta de fazer as piores reuniões de manhã? Ou você gosta de fazer academia de manhã?

Você faz um exercício físico muito forte, hard, pesado, porque você conecta novamente esse centro cardíaco. Senão você fica na mente. A gente tem hoje, em 2020, a Universidade Thomas Jefferson demonstra que o coração é um mini cérebro. Nós temos 40 mil neurônios no coração. Uau!

E esse pequeno cérebro no coração, ele é só de sistema nervoso autonômico. E ele diz, ou você está agora aqui me entrevistando aqui agora, ou você está pensando na sua próxima entrevista, ou o que você deixou de fazer antes. Quer dizer, as pessoas estão ou no futuro ou no passado e não estão no presente.

Então, o coração, o seu respirar, o seu bater cardíaco, ele faz você ficar aqui no presente. Quando você tá no exercício físico pesado, você fica no agora, porque se você titubear, você cai, quebra isso. É verdade. É por isso que é tão bom. Porque o exercício físico, aí a gente chama de vigorexia.

Qual o vício no vigor, no exercício, é pra te trazer pro agora. Nossa, muito bom isso. É, isso é uma realidade. Então, toda vez que um paciente diz, eu preciso malhar, ele também tá doente, nesse sentido. Os extremos estão, aquele que não faz nada, aquele que tem que fazer muito, eles estão pedindo um equilíbrio. E esse equilíbrio, a melhor forma de conseguir é pelo intestino. Aí, de novo, 100 dias, 100%, zero leite, glúten, álcool.

Você vai sentir isso pelo seu nervo vago, pela sua microbiota, pelo seu sistema nervoso autonômico, que tudo está aqui no intestino falando com o seu cérebro.

Ele é tão importante, mas tão importante que se você pedir o cardápio do mês, do ano, dessas pessoas importantes, eles vão... Você não vai ver glúten ali. Você não vai ver queijo. Não, queijo e glúten, infelizmente, é pra manada. É pra todo mundo. E isso é chocante. Mas é isso que as pessoas acham que é comida. E não é. Entendeu? Então, a gente pode hoje mudar.

Hoje eu tenho vários queijos veganos, a base de castanha de caju, várias farinhas de trigo, mix de farinha sem glúten. E tudo fica bom. Ou seja, não é nunca mais comer, é só você começar a fazer a substituição, né? Não, é nunca mais comer. Eita! Você pode!

Fazer esses 100 dias. Como eu te disse, você pode sair da merda e ir para a luz. Depois da luz, você pode decidir voltar. Pelo menos você já tem um referencial. Mas se você quer ficar nessa luz, sem dor, é ficar sem o glúten. O glúten é o pior dos vilões. Sim.

se você for pensar bem, para o nosso organismo. Ele é um inibidor energético de todas as nossas células. É, mas eu vejo, por exemplo, gôndola de mercado, antes de produtos, vamos falar assim, você não tinha opção. Sim. Hoje as gôndolas são maiores, né? As opções, por exemplo, de sem glúten estão aumentando, as opções de sem lactose estão aumentando. É o saber. O saber faz com que as pessoas procurem. Eu sou uma pessoa que viaja o mundo inteiro, e eu vou perguntar cadê o pão sem glúten.

Ah, não tem? Tá. Me viram com a batata, com a carne. Mas eu perguntei. Eu fiz aquela pergunta. E o dono da empresa vai dizer perdemos uma cliente ou não, né? A cliente vai ficar mais feliz ao mesmo. Alguém perguntou. E hoje o número de pessoas que me seguem, se a gente contar todas as redes, a gente chega a quase 4 milhões de pessoas. E é muito intenso. E elas dizem, doutora, eu melhorei. Eu não preciso de consulta comigo. Só precisa fazer esses 100 dias. E aí você respira e fala não.

Eu não tenho minha rinite, meu intestino funciona, meus gases. Ultraprocessados à base de leite, de farinha de trigo e queijo, é comida para a candida, para um fungo que está assim. As mulheres estão todas, mulheres e homens, só que a gente acha que só mulher tem candidíase, vaginal. Não, não é. A candida está no intestino, está no coração, está no cérebro, está na sua gatilhoide. Então, nós estamos contaminados porque a gente dá comida de baixo valor energético. Isso é.

É uma realidade. Pelo menos eu vou sair daqui convertendo um... Um comedor de glúten. Pelo menos pra experimentar, né? Os 100 dicas. Cara, e assim, eu gostei desse desafio porque eu vou deixar a parte de ser aquele cara que sempre que eu não tenho, eu coloco.

Mas quando você coloca, tipo, tolerância zero pra alguma coisa, é onde você vê a diferença realmente, né? Exato. Eu tô aquela pessoa, se tem sempre a opção, eu sempre vou na opção boa. Sim. Sempre. Mas é que você deve visitar vários lugares e muita gente não coloca a opção sem glúten. Mas quando eles souberem, ah, o Caio Carneiro não come glúten, eles vão fazer um cardápiozinho sem glúten, entendeu? Não é. É sério, bom. Eu acho que quando você leva com prioridade mesmo, isso... Sim, experimenta os 100 dias.

E quando a gente fala na busca, hoje você vê muito as pessoas buscando procedimentos para estarem melhor. Não sei se ainda está em voga, mas nos últimos anos a harmonização facial cresceu muito.

Como que você enxerga do lado da saúde? É legal? As pessoas estão querendo se cuidar, né? Ou qual que é os riscos, as ameaças, até onde você falou, os extremos... É, são perigosos. Tem uma frase, né? A grande sabedoria da vida é você encontrar o meio termo entre dois extremos. Sim. Na extremidade sempre há um problema, independentemente dela qual há. Mas como que você enxerga esse jeito que a gente está indo? Na verdade, a minha formação em beleza, em cirurgia plástica, é sempre pensar na beleza harmônica.

E vaidade é uma coisa, vaidade é você seguir a moda. Tá todo mundo colocando glúteo, eu vou colocar glúteo. Tá todo mundo fazendo isso, eu vou fazer. Isso é vaidade. A beleza harmônica, não. É você equilibrar as partes da melhor forma possível. Então, se a nossa face é a que mais envelhece, porque ela tem uma exposição, ela é judiada muito mais do que...

Uma pele que é coberta, tudo bem. Fazer uma tecnologia, um laser, fazer um botox, fazer um preenchimento, bacana. O que a gente precisa ver? Nome sobre nome do produto e nome sobre nome de quem tá fazendo. Eu acho assim, é claro que eu sempre vou puxar a sardinha pro meu lado, porque eu sou cirurgiã plástica há 30 anos. Então, faz 30 anos que eu sei o que é um preenchimento. É algo muito, assim, tenso, ao mesmo tempo uma adrenalina boa. Mas que eu...

Eu opero muito, já operei muito, hoje não opero nem tão mais assim, só faço pálpebra, é a única cirurgia que eu acabo fazendo, mas eu faço preenchedor. E eu falo, gente, tem que saber muito anatomia, saber fazer, porque senão vai dar caca. E aí, vários conselhos de bioquímica, de dentista, de...

nada conta, mas nada a favor você faz um curso de final de semana e está fazendo isso então harmonização foi um título dado para pessoas não médicas para fazer empreendimento médico faz preenchimento e não médicos fazem harmonização

Então, tá tudo bem. Eu acho que todo mundo tem o seu grupo, mas as pessoas precisam só saber que existem os riscos. Pra que serve um médico? Pra que serve um parteiro? Na hora do problema, resolver o problema. Então, assim, fazer todo mundo. Pode fazer, parece simples. Mas e arcar com as consequências? Aí a gente precisa entender o que a gente tá mexendo. Então, às vezes você tem que entrar com o bisturi e parar aquele sangramento, ou tirar aquele negócio. Então, é algo arriscado? É. Só veja, acho que pode fazer.

mas você precisa saber onde você está colocando principalmente o seu corpo, a sua face nesse procedimento.

Então, eu sou uma cirurgião plástica que não gosto muito de plástica, porque eu já operei muito e hoje eu sei. Contratitivo essa fala sua, isso, né? É verdade. Porque quando você sabe o que envelhece, o que engorda, o que dá câncer, você fala, puxa, vou me ensinar as pessoas a não terem isso. Então, uma pessoa que ama lipoaspiração comigo, eu oriento ela em um ano, ela está maravilhosa, ela não precisa da lipoaspiração.

Bem, dessa forma eu acho que eu vou pro céu e muito mais rápido do que só simplesmente falando o orçamento da minha cirurgia plástica. Sim. Então, essa foi a minha opção. Sem dúvida. Por isso que até não sou muito querida pelos cirurgiões plásticos, porque ela não fala que a cirurgia é boa. Eu sei o que é. Então, é sempre interessante você deixar como última opção um bisturi. E tentar o que for possível. Mas sempre com muita consciência.

E a alimentação, o dia a dia, está envolvido na sua deformação corporal. A deformação corporal começa por uma decisão sua, de não olhar para aquilo que você come ou ter consciência daquilo que você vai colocar. Então, toda vez que eu vou colocar alguma coisa na minha boca, eu paro, eu penso, tá, vai demorar quanto tempo para metabolizar isso? Vai valer a pena? Não vai valer? Então, eu estou no comando. Não é sem comer de qualquer jeito. Eu acho que é algo muito mais sagrado do que as pessoas.

colocam como real, como sagrado. Nossa, uma coisa que você falou foi muito forte. Para mim, o bisturi é sempre a última opção. Você conhece para muita gente que é a primeira? Sim, porque é o imediatismo. Toda vez que o imediatismo é a frase da vez, você vai usar uma injeção para emagrecer, você vai usar um bisturi para esticar, para ter um abdômen lindo. E não é assim.

o corpo, como eu disse, 100 dias, 100% zero leite, glúten e álcool, eu preciso de 100 dias para refazer toda a minha espessura de mucosa intestinal. Eu preciso de 4 meses para refazer todo o meu sangue. Então, eu preciso de 7 anos para refazer o meu osso. Então, eu consigo refazer.

Mas é algo construído. O imediatista vai ter as consequências. E vão ser ruins. Sempre vão ser ruins. E aquele que constrói, não. Ele sabe o valor daquilo. Isso é empreendedor. Assim, ser empreendedor é o que você dar de valor na sua comida, na sua bebida, naquilo que você faz todo santo dia. Há 58 anos, no meu caso, 39 anos seu.

Então, quando a gente acorda, essa é a minha missão, despertar as pessoas para que elas entendam que, mesmo eu sendo cirurgia plástica, eu ainda vou orientar a boa alimentação, a boa meditação, a respiração, aquilo que ativa um sistema nervoso chamado parasimpático. Relaxa, digere. As pessoas estão simpáticas, porque alerta, luta ou fuga, alerta e não vai digerir. E a gente precisa ativar esse...

relaxa que tá tudo bem. Respiração. Meditação. Meditação. São práticas boas. Olhar pro sol, ter esse contato, né? Tirar a roupa, 80% da roupa, ter esse contato. 15 minutos com a luz do sol. Coisa simples, né? Ou botar pezinho no chão. Mas a respiração é algo mais simples. Porque o cérebro, ele tá muito acostumado a você...

É inspirar, puxar o ar pelo nariz e respirar, soltar rápido. Quando você inspira e segura, e segura, e demora pra soltar, ele fala, o que é isso? Ela tá muito relaxada. Aí ele ativa o parasimpático. Entendi. Por isso que a respiração é longa, né? A soltar longamente, ele é muito bom.

E é uma coisa tão simples, né? Que a gente menospreza tanto a respiração. Por isso que eu falo, pelo menos 17 vezes ao dia, faça a respiração com 7. 17. Você fala, posso fazer 90? Por que 17? É porque foi uma meta que eu fiz em mim, deu certo, eu falei, não, vamos fazer todo mundo 17, tá ótimo. É igual mastigar, né? Como que é uma respiração correta? A essência é parar, corpo ereto? Não é questão de correto ou não correto. É assim.

Como eu disse pra você, o sistema nervoso autonômico tem o simpático, que é, me põe de pé, e quando você quer ativar o parasimpático, deitar e ativar o parasimpático. Sim. Alerta, relaxa. Segura, não vai fazer xixi. Tô vindo de Campinas até aqui, ativei o simpático. Dirigindo, vim, cheguei. Aonde é o banheiro? Parasimpático. Ela chegou, tá no horário, tá legal. Parasimpático. Vamos fazer xixi?

Então, a respiração consciente, o objetivo é ativar o parasimpático. Como é que a gente pode fazer de uma maneira simples? 17 vezes ao dia, 5 de manhã, 5 e sei lá, o restante à noite, ou mais vezes, é. Puxa o ar pelo nariz.

contando 4 segundos. 1.001, 1.002, 1.003, 1.004. A barriga distende. É algo não legal pra quem faz pilates. Distende. Segura esses 4 segundos com a barriga distendida e o ar preso. E solta pelo nariz com o umbigo encostando na coluna, contando os 4 segundos. Então, 4 pra entrar e 8. 4 fica e 4 sai. 8 pra sair. Isso você... O seu cérebro fala... Parasimpático.

Entendeu? E as pessoas que estão ansiosas, elas respiram curtinho. A inspiração é curtinha. E aí, o cérebro diz, ah, ela tá fugindo do leão. Esse é o fator. Então, se você tá numa situação ruim, respira. E ninguém precisa ver. Tá ali quietinho. Tá numa situação ruim, respira. E qual que é o seu olhar sobre e...

redes sociais, internet...

Como que esse bolo entra na contribuição da longevidade? Você acha que está contribuindo mais, está atrapalhando mais? Como que você enxerga as redes sociais nessa busca de envelhecer bem, longevidade, saúde, física e mental? Até nossa estética, que tem muita gente ali que também usa padrões. Deve conhecer gente que faz, faz, faz coisa e nunca está bem, nunca está feliz. Aí, de maior parte, você fala assim, miga, calma. Então, como que você enxerga tudo isso?

Eu acho que tudo tem um lado positivo. E eu vejo o lado positivo na internet, porque nós entramos na internet em 2015, com o YouTube. Aí em 2000, na pandemia...

Eu já fazia palestra na minha clínica, a gente tem um espaço grande de 1.500 metros e aí um oficiato para 70 pessoas desde 2009, onde para passar em consulta comigo, precisava ficar uma hora e meia assistindo uma palestra, intestino, nosso segundo cérebro, cirurgia plástica, quando eu mereço, pele se trata entendendo. Então, esse tema...

Depois que assistia, três meses... Não podia ir direto? Não podia, nem pagando. E elas ganhavam a consulta de graça, esse era o maior problema. 2009 até a pandemia, 2020. Veio a pandemia, fecha o anfiteatro, não tem mais isso. Aí, vamos para o online.

E de 10 mil seguidores, a gente chegou a esse número de quase 4 milhões. E foi muito bom, porque eu já vinha treinando orientar as pessoas. Eu olho com um olhar bom para a internet. É claro que tem um lado ruim, mas se você seguir o seu instinto, você sabe quando aquilo é bom, é legal. E você sabe quando aquilo não é bom. É verdade. Então, assim, qual é o radar? O radar é o meu sentir.

Não é, ah, eu penso que... Não, sinta. Por isso que eu falo tanto do intestino. Quem sente é o intestino. O intestino manda pro coração que o coração manda pro cérebro. É o eixo. Intestino, coração, cérebro. E a gente só acha que isso aqui, ó, é só o cérebro. Tá errado. Essa é a grande virada mesmo. Hoje, assim, a...

A medicina na parte neurológica, ela cresceu nos últimos 20 anos, o que não tinha crescido na nossa vida. Então, hoje nós sabemos de tudo o que nós podemos ser e desejamos ser. Mas para isso, você precisa ter consciência naquilo que você está comendo. Começa por aí, naquilo que você está assistindo. Eu assisto a notícia? Não. Eu assisto filme horroroso? Não.

Esportes radicais? Também não. Mas entendo quem faça e precise fazer. Por isso que eu perguntei do seu cortisol. Eu falei, quem precisa de muito exercício físico, hard, tem um cortisol que está assim, né? Ele não está da maneira que devia ser.

Eu falei, eu acho que eu tinha cortisol alto, meu cortisol sem batom 20, assim. O cortisol, dá pra falar que é o hormônio da vontade, seria assim, como se fosse do ânimo? Ele que te dá, que te tira da cama, ele que te coloca, como que explica o cortisol? O cortisol, ele faz você ficar de pé. Então, pra você ficar de pé, você precisa do cortisol. Ele faz você ter uma...

Uma energia de vida mesmo. Ele é um hormônio incrível. Mas ele, em excesso, ele acaba com a sua musculatura, ele acaba com seus neurônios, ele é neurotóxico. Tudo que é neurotóxico é toxina, destrói neurônios. Tipo uma graxa, assim, excesso vai sujar tudo. É pior, vai destruir mesmo. É um curto-circuito. Então, o cortisol, ele é maravilhoso. É por isso que a gente tem que ter um estilo de vida.

acordar bem, comer direitinho, sair. Então, ter aquele estilo de vida mesmo, né? Que a gente pode ficar horas aqui falando como seria. Mas ele, num exercício físico, numa atividade física pesada, você vai gastar, o que era pra você gastar em 60 anos, você vai gastar naquele período de 6 anos, de repente. Então, esse é o problema. Ele pode faltar se você produzir demais ele, estimular demais.

Ele é bom, mas ele tem que ser numa dosagem ótima. Quando você me disse, o meu cortisol era 20, eu falei, nossa, maravilhoso. Qual que é o nosso top master de manhã?

18 a 20. Só que a maioria de nós ou tá lá nos 35, 40, de cortisol A e alto, ou tá muito baixo. Tá abaixo de 15. Abaixo de 15 não é bom. A gente se arrasta um pouco. Você até acorda. É aquela coisa, ele não, entre ações, não intoxica, mas também vai faltar bateria.

Isso. Você começa a fugir um pouco das coisas. Você não quer mais enfrentar novos negócios. Você fala, quer saber? Vamos ficar aqui, que eu já estou em segurança. O cortisol faz você sair da caverna e enfrentar os bichos novos. Ah, eu quero ver quem que está lá fora. Aí não tem o cortisol. Vamos ficar só nesse negócio aqui, que está bom. Imagina que eu vou sair daqui.

Então, a gente precisa dele. E dá para comprar, dá para manipular. Isso é uma hidrocortisona bioidêntica, base, diferente de corticoide. Então, tudo tem nome e sobrenome para entender que isso existe. Hoje, a indústria nos ajuda a poder fazer hormônios sintéticos, mas idênticos.

Existem os patenteados que ele só pode ter patente quando ele é diferente da sua molécula. Então, ele tem um nome parecido, mas ele é diferente. Então, por isso que ele não cabe. Quando ele não cabe, ele tem uma bula, que se chama efeitos colaterais.

Agora, quando ele é bioidêntico, você manda manipular, porque ninguém tem interesse em patentear, porque não tem patente. Então, você manda manipular, tem um pouco mais de impostos, mas você usa e não tem os efeitos colaterais na sua dosagem. Então, ele é muito bom. É isso que eu tento fazer aulas, ensinar as pessoas que existe esse outro lado. Você é a favor da suplementação? Sempre. Isso é prêmio Nobel de Medicina. Então, a gente sabe que se você suplementar, ter um sangue saudável com todos os seus nutrientes, vitaminas, minerais, aminoácidos, você vai ter esse tecido.

jovem, quantos anos você quiser. É uma realidade. Tem gente que tem... Não é medo, é preconceito. Ai, não, vai tomar nada. É, ignorância, né? É assim, né?

É falta de estudo. Hoje em dia não é crença, não é eu acredito. Não, é estudar. Vamos estudar, vamos ler. Que isso tem embasamento sim. E é real. E as pessoas, elas começam, elas falam, doutora, eu estava no fundo do poço.

Tô excelente. Então, assim, é, contra fatos não tem argumento, isso é ciência. Agora, a falácia é sempre a mesma. Ai, acho que isso não é bom. Tá, então vamos estudar. Por isso que eu faço palestra pra ensinar as pessoas a entenderem por que elas precisam daquilo. Aí, depois de uma palestra, elas podem passar comigo, porque eu não preciso mais explicar. Achei muito legal esse fluxo. Achei muito legal esse fluxo. Funcionou bem, viu? E eu acho que te traz um paciente muito mais aculturado com o que vai acontecer. Isso, exatamente.

Porque tem aquele outro paciente que fala, não, eu quero comprar. Então, vai lá no médico da frente. Mas não, quer a doutora? Vai fazer do meu jeito. O paciente, ele precisa de alguém que ele confie. O médico é aquela figura, ou era aquela figura que tem que ser...

confiança. Eu confio, doutora, eu fecho os olhos, a senhora pode fazer o que a senhora quiser em mim. Me dá o que a senhora quiser. Então, é esse laço de confiança que talvez a gente comece por um nome na internet, mas que a longo prazo a pessoa vai ver que realmente ela é confiável.

ou não. Ou ela fala um negócio ou ela faz outro. Então, todo mundo, eu vi uma frase sua, né? Quando a gente vem assistir, fazer um podcast, a gente estuda a pessoa. Aí eu falei, você disse, tem sempre alguém te olhando, não é? E eu tô me olhando, eu sei se eu tô olhando uma joia falsa ou verdadeira. Eu sei. Mas tem sempre alguém me olhando também. E esse alguém, tá. Então, a gente tem que ser real e verdadeiro. Nasce perfeito? Não. A gente vai se melhorando.

Então, é zero leite, zero glúteo, zero álcool. Hoje eu dou zero açúcar, desde 30 de agosto de 2025. E tentei voltar por três vezes, não consegui voltar. Também por mal estar orgânico, né? Por ter diarreia, dor de cabeça. Então, tá. O açúcar eu já sabia, e a ciência demonstra que ele é 20 vezes mais.

Tóxico e poderoso pro cérebro do que uma cocaína. Cara, que loucura isso, né? É horrível. É muita loucura. Eu sabia disso e falei, ah, não, eu tomo pouco, não como quase nada. Mas aí, não, 30 de agosto eu falei, não, eu vou cimentar esse negócio aí. E fiquei até hoje. Aí tentei voltar as três vezes, não consegui. Você acha que o de vez em nunca e o nada é a mesma coisa?

Não, o poder do tolerância zero é aí que vai ter a transformação. É, sem dúvida. Como eu te disse, um nanograma, a gente não sabe nem o que é um nanograma. É mil vezes dividido a grama. Pega um grama, divide em mil.

Isso ativa toda a sua inflamação corpórea. Isso ativa o melasma, isso ativa uma dor que você tenha no joelho direito. Por que as pessoas não têm dores no joelho direito e esquerdo? Sempre um é mais do que o outro. Aí também tem o sistema nervoso autonômico funcionando. Você falou aqui, já até começou. Olha lá, coitado dói. O seu direito dói mais que o esquerdo? O meu...

Qual o seu lado mais podre, mais doente? O meu esquerdo. É que eu sou canhoto. Você tá apontando direito, mas é o esquerdo. É, o meu esquerdo, ele faz... Eu acho que a perna é o que eu mais gastei. Como ser canhoto. Não é. A gente tem. Na verdade, lembra do equilíbrio? Nós nascemos pra equilibrar nosso lado direito e esquerdo.

O nosso lado esquerdo é o nosso lado espiritual, é o nosso lado, o que eu faço pra mim? O que eu recebo? Tá. Talvez você esteja recebendo pouco. E o lado direito é o que você doa, o que você faz pelos outros. Então, às vezes é muito mais fácil cuidar dos outros do que olhar pra gente, cuidar da gente, né? Se responsabilizar. É, tô recebendo pouco, viu, gente?

tá? Vocês tratam e me dividem mais. E não é dinheiro, hein? É afeto, é carinho, é ele com ele, é você com você. Entendi, entendi. Porque doar, eu sei que só de ter esse podcast, você já... É muita doação, é muito lado direito. Sim. E aí, o lado que tá em falta pede por socorro. Por isso que a gente sempre dá como exemplo o câncer de mama mamário, ele sempre foi preponderantemente mais incidente no lado quadrante superior esquerdo da mama esquerda.

E o direito, raro. Mas assim, se fosse do sangue, dá umas duas mamas. Não tem preferência. É. É, mas nossos lados falam. Se você for tirar uma sobrancelha, você... Não, né? Mas tirar um pelinho do lado direito, não dói. Do lado esquerdo, dói pra caramba. Você fala, putz... Que loucura. É, porque o lado direito, ele entende que tirar um pelinho é pra ficar mais bonito. O lado esquerdo fala, cara, que isso? O que a gente tá fazendo? É. Então, nós temos esses hemisférios também se comunicando.

E esses lados é que a gente tem que olhar para o nosso corpo, tá? Por que que eu estou tendo um câncer? Por que que eu estou adoecendo? O que que eu tenho que fazer? Porque a gente, eu entendo que a gente tá na mídia, né? Mas parece que a gente tem que tá sorrindo e falando o tempo todo. Por isso que a gente quer sair de férias, você quer o quê? Você quer ir pra um lugar que ninguém te conheça, né? Porque você fica normal.

Mas dá pra fazer isso no dia a dia também. É impressionante como o corpo dá sinais. Sim. Aquele que interpretar seja uma dificuldade das pessoas como um carro. Um carro não quebra do nada. Mas você pegou um carro e quebrou. Não. Ele apita, ele mostra ali, parar, trocar o óleo. Pneu murcho. Se você rodar com o pneu, vai quebrar a roda. Aí o disco vai junto.

uma pessoa que não era da saúde, ela começa ter essa capacidade de leitura dos sinais. Mas isso é tudo estudar, estudar, estudar. O paciente vem na sua frente, ele te espera um ano, sei lá, pra essa consulta, ele paga caro pela consulta, e ele quer ver a doutora Cátia, e ele quer um resultado.

Então, quando você tem uma autorresponsabilidade, você entende que tem que estudar todo dia. Uma coisa, você tem que aprender. Então, eu tenho que resolver o problema do meu paciente. Pra isso, eu tive que aprender que não é só o que a medicina disse.

E o que os chineses diziam na medicina ancestral, né? Da acupuntura, o que a numerologia diz? Tudo, tudo. O corpo, ele realmente fala. Então, se a gente pensar no joelho, o joelho sempre é o hoje. A coxa e o quadril é o passado. A perna e o pé é o futuro. E o joelho é o hoje, tá? O que eu preciso fazer hoje?

E depende desse passado e desse futuro. Mas é com você, é seu lado esquerdo. E já ser canhoto é uma coisa muito maravilhosa, né? É assim, você nasceu pra ser artista, espiritual mesmo, pra você usar esse lado intuitivo. Não só o que eu sei, o que o seu tem PhD, o que eu tô mestrado, doutorado. Não. Quem gosta disso é o ego. O seu coração gosta que você goste de você. É verdade.

E é isso que nós estamos deixando de ser. Aí vem a aparência. Por que todo mundo procura a aparência perfeita? Por quê? Porque ela não se acha, né? Ela não se vê, ela não tem essa conexão espiritual com ela. Então, tá, eu posso ir para as igrejas? Eu posso. Mas se você não tiver uma verdadeira conexão com o seu ser, e esse ser é o nosso ser...

sentir cardíaco, você começa a procurar belezas fora, ou uma casa bonita, um carro maravilhoso. Isso tudo é bom, pode demonstrar, mas precisa primeiro ter essa conexão com você, tá? Por isso que eu olho para a minha comida, para a minha bebida, eu olho onde eu estou, eu tenho essa consciência, porque eu estou conectada comigo.

Mas é um treino que você começa pela comida, pelo beber água. 3 litros de água até as 7 horas da noite. Um copo de 300 ml de hora em hora até as 19 horas.

Beba água. Contou? Quantas vezes? Ótimo. Coma três frutos. Até 19 para não atrapalhar o sono, é isso? Sim, até 19 porque o seu corpo está em funcionamento igual uma empresa. Quando chegar às 18 horas aqui, você começa a fechar. Vai fechando, vai todo mundo embora. O corpo é a mesma coisa. Só que a maioria fica o dia inteiro sem beber água. Aí chega em casa, aí o corpo dá sede, né? Bebe água igual um louco.

A água que eu bebi agora demora duas horas e meia pra sair. Aí você vai fazer o quê? Ficar acordando picadinho também à noite. Então, o cortisol, a falta de cortisol, faz com que a gente acorde mais vezes. Mas a falta de disciplina em beber água também faz com que você acorde mais vezes pra fazer xixi.

O cortisol faz a gente acordar mais vezes? Sim. Ele que controla o hormônio antidiurético. O hormônio que faz com que você fique aqui comigo e não fique com urgência pra fazer xixi, é o cortisol quem controla. Quando você tá com ele muito alto, muito baixo, ele descontrola. Aí a pessoa acorda de hora em hora e vai fazer xixi e não entende por quê. Ou ela tem aquela urgência miccional, que ela precisa sair correndo pra fazer um xixi.

Então, assim, entender os hormônios é entender que a vida, ela pode ser melhor pra gente. E aí, a falta, o excesso, o que eu tenho que fazer? Hoje eu vejo que as pessoas, elas são muito mais com esse objetivo, né? De se olhar mesmo, de entender. Ela não quer mais que o médico explique pra ela, porque o médico, a maioria, né? Não vocês duas aqui, mas a maioria não estudam. Então, como elas não estudam o que aprendeu...

Ela só fica naquilo, só fica naquele congresso, naquela coisa. Se eu ficar só nisso, eu não vou entender mesmo o que meu paciente ou meu corpo está dizendo. Então, o médico não é mais responsável pela sua saúde ou pelo seu saber. O paciente sabe, aí ele fica procurando qual médico sabe como ele sabe. É muito louco. Você acha que tem um momento certo pra se falar em reposição hormonal?

Para homem, aos 30. Para mulher, se tomar anticoncepcional, a partir do momento que tomou anticoncepcional. Se foi aos 15, aos 15. Se foi aos 20, aos 20. Os homens começam a declinar os seus hormônios a partir dos 30 anos. E aí, a gente só vai perceber aos 60. E é aquilo que eu te disse. Você tem um carro superpotente, mas você não usa. Então, a gente está sempre nesse limite. Do, ah, tá bom.

Qual é o novo empreendimento que você vai fazer agora? Depende do cortisol. E o ânimo? Depende do T3. Ânimo, alma, alegria, T3. Hormônio tireoideano produzido. A tireoide produz T4, mas fígado, baço, intestinos produzem T3. E o nosso fígado está ocupado com álcool, com glúten, com os laticínios, degradando aquilo e medicamentos. Não vai fazer T3. Então, o desânimo é falta de T3.

E o último a cair são os homônios sexuais. Hoje nós temos muito essa interferência eletromagnética de Wi-Fi, de internet. E isso está acabando com um hormônio que a hipófise produz chamado prolactina. Hoje, se vocês que estão nos assistindo quiser dosar, saber que nível de estresse você se encontra, o seu cérebro se encontra, dose a sua prolactina.

Porque prolactina é o hormônio que a hipófise libera para a glândula mamária da mulher produzir leite. Só que hoje ela não serve só para isso. Ela serve como medidor de como a pessoa está mental. Ela só pensa, pensa, ela está muito mental. Ela está cheia de... O corpo interpreta que ela está, ou ele, está cuidando de um filhote. É como se você fosse um leão que teve um filhote que acabou de nascer.

E aí você tem que ficar cuidando daquela cria. A Leolê tá cuidando.

Enquanto ela está cuidando da cria, os hormônios sexuais dela declinam, diminuem. Por quê? Porque ela tem um filhote para cuidar. Ela não pode ter os hormônios novamente para ela copular e engravidar novamente. Então, os hormônios sexuais hoje do ser humano, da mulher e do homem, estão baixos, até com uma menopausa precoce para a mulher, ou os hormônios baixos para o homem, testo baixo, porque a prolactina está alta. A prolactina é um grande inibidor dos hormônios sexuais e ele é o grande inibidor da dopamina.

Lembra? Nós queremos dopamina para a Z. Mas se eu tenho uma prolactina alta, ela dá feedback negativo. Ela fala, nada de dopamina. Não vai ter dopamina. Aí você quer no doce, você quer no chocolate, você quer em alguma coisa ter a dopamina. Mas não consegue. Por quê? Porque seu corpo diz, você fique quietinho aí que você está cuidando de uma criança.

do seu bebê. Então, assim, como a gente diminui a prolactina? Não dormindo com o celular no quarto, deixa no banheiro. Eu não gosto desses celulares, eu sei que você acabou de me falar olha que top massa esse celular, com laserzinho. Ah, tá, os gateways de que mede sono. Esse laser que vai na radial do nosso, ele tem uma baixa frequência. Ele entra no seu sistema cardíaco cerebral e ativa o sistema nervoso autonômico simpático. Alerta.

Pô, ninguém precisa saber que eu tô aqui. Tá meu celular? Tá lá guardado. Por que eu tenho que toda hora saber? Quem entende muito de laser são os alemães. E os alemães criaram, né, um método chamado ELIB, que é você colocar a frequência de uma cúrcuma, de uma dipirona, colocar a frequência dele, o comprimento de onda nesse laser aplicado na radial de qualquer lado.

Em 15 minutos você tem ela circulando no seu organismo. E quando você coloca esse smartwatch, você tem uma frequência que te deixa simpático ou tônico. Seu cortisol vai para o lixo, querido.

Eita. Eita, é. Tudo bem. Quase uma consulta. Só faltou um exame de sangue. É comum, por exemplo, na consulta, o paciente às vezes não sabe nem o que perguntar? Não, o meu sabe. O meu sabe porque ele passou em palestra, ele entende. Isso é muito bom. O senhor falou que você achou legal. Eu não deixo entrar. Ah, quero porque quero, porque tenho dinheiro. Não, não vai entrar. Primeiro você vai assistir a palestra, vai entender o que é, depois você entra numa fila. Por isso que demora um ano pra consulta, né? Pelo menos.

pra ele entender. Quer mesmo? Tem certeza que quer? Vai, vai. Paga 50% da consulta. Se não quiser, não tem problema, te devolvam. Fica aí. Ficou só. Quando a gente... Tá pensando. Não, é... Acho que esse papo traz uma reflexão do lance que... Sabe aquela coisa da mudança versus...

remediar aquela coisa de ir na causa e no efeito. Como que você tá vendo esse movimento? Porque, assim, o wellness nunca esteve tão... Sim. Em alta, né? A indústria em si, cara, do do bem-estar. Sim. Nunca esteve tão em alta. Qual que é o teu olhar nisso? Realmente é uma estar? Cara, esse excesso é por causa que as pessoas também nunca estiveram tão ansiosas. Sim, também. Então, você vê, caramba, o bem-estar nunca esteve tão alto, mas as pessoas nunca estiveram tão ansiosas.

Como que você enxerga essas duas coisas? Você acha que essa busca pelo bem-estar é por conta da extrema falta? Ou é legal, é um despertar mesmo da sociedade? Hoje se fala de coisas que não se falam mais. Por que você acha que... A dualidade sempre existiu. O bem e o mal. Essa parte ansiosa e a parte que quer acalmar. Mas com a internet, o conhecimento...

Ele é pra todos. Então, eu acho que hoje só não entende e não quer melhorar quem não quer. Porque eu não quero. Tem pacientes, pessoas que falam eu não quero, eu não estou pronta pra doutora Gatcha. Não tá mesmo.

E é legal. Mas sempre existiu e agora está cada vez mais. Porque pessoas como eu, como você, a gente está envelhecendo. A gente já, esse envelhecer é o conhecimento. Eu já tenho o que eu queria ter. Nesse sentido material. E o que eu vou querer mais? Então a gente está sempre vendo pessoas ilustres morrendo.

de câncer de pâncreas, de doenças demais. E você fala, é normal envelhecer, adoecer, ficar caquético e morrer? Não, não pode ser. Então, quando a gente sabe que isso não é o normal, que a epigenética fala acima da genética, quer dizer, você pega o seu DNA ou você enrola ele no carretel, chama estona, e não vai... Toda a sua família tem doença de Alzheimer. Você pode pegar esse DNA.

apertar e falar, olha, ninguém vai ler esse DNA aqui, então não tem Alzheimer, ou você pode deixar ele bem soltinho e falar, não, você pode ler, essa é a epigenética. E quem define a epigenética? A sua respiração, a sua alimentação, o que você assiste, o que você dá pelos seus cinco sentidos, visão, olfato, paladar, audição.

E percepção tato. Pezinho, onde você enfia o seu pé. Por que a gente não anda mais descalço? Porque as pessoas não podem saber onde elas estão localizadas, como elas estão perante o planeta. Quem você é? Você só vai saber isso quando você colocar o seu dedão, o seu hálux no chão. Aí você vai sentir. Cara, eu sou quem? Sou o Caio?

Ou o que mais eu sou. Então, a gente precisa voltar para isso. E quando você adoece, sabe o que você quer? Quando você adoece, você fala, cara, se eu soubesse, eu não teria feito. Então, muita gente está falando, está falando, está falando, porque eles querem que a gente acorde.

E é bom. A doença, ela é o melhor método de acordar as pessoas. A doença ou a falência. Mas normalmente vem doença primeiro e depois a falência. Ou as duas juntos. Agora, preciso disso pra acordar? Não. Vamos usar o nosso livre-arbítrio, nossa inteligência, nossa consciência. Agora, como jogar o jogo, vou chamar assim o jogo da guerra, que é o jogo do progresso. De batalhar para construir alguma coisa.

E o jogo do cuidado ao mesmo tempo. São dois jogos, né? Aquela coisa progredir e me cuidar. Você acha? Eu não acho. Eu não acho que tem que ser uma coisa ou outra. Eu também concordo. Você tá aqui, Caio. Você é a pessoa protagonista daqui. Você pode orientar as meninas a ter a sua alimentação correta, a sua água, o seu café. Eu acho que ter poder ou ter dinheiro serve pra gente colocar o nicho ao nosso favor.

Então, eu acho que as duas coisas andam juntos. Sim. E isso dá pra ser. Mas isso é o conhecimento, né? É isso que a gente vai querer cada vez mais. Você quer médicos assim? Você quer empreendedores assim? Você quer chefes desse jeito? A gente não aguenta mais chefes que falam, né? Só briga, briga, briga. Não. Ele tá enfesado. Mulher, principalmente, né? É, porque isso tem razão, né? Quando eu falo assim, jogar esses dois jogos, muita gente não sabe jogar por desconhecer e não sabe jogar por desconhecer.

Mas é um desconhecimento que agora não dá mais. Não dá mais pra falar, ah, eu não sabia. Não, a mulher dele sabe. É o cara empreendedor, lindo, maravilhoso, rico, poderoso, barrigudo, com pressão alta, com diabetes, e que acha que o único prazer dele é comer na churrascaria. É, a grande verdade, você falou certa. A maioria das pessoas sabe exatamente o que tem que fazer pra ter uma vida saudável. Aí precisa da dor. Precisa da dor. Não é pela dor ou pelo amor? Eu prefiro ensinar pelo amor.

Mas existe a dor, sim. E aí, seja bem-vindo, não tem problema. Sair da dor é pior. Tirar o paciente do câncer, do Alzheimer. Ai, dá um trabalho. Agora, ajudar ele antes que ele caia no buraco. Nossa, isso é tudo de bom. É isso que eu falo sempre. Acorda, acorda antes, pelo amor de Deus. Então, ele vai acordar na UTI. E acordar na UTI. Aí, você tá lá na UTI olhando aquele teto. E você vai fazer promessas. Eu vou fazer isso, eu vou fazer aquilo, eu vou fazer isso.

Dura quatro anos depois, se ele sair da UTI. Depois ele volta a pecar novamente, a errar. Mas é assim. Tá tudo bem. O ser humano, ele tem uma característica, mas ele pode mudar e pode ser melhor. Eu sei. Acho que principalmente vocês, a classe médica, ela tem que aprender

aquela linha que eu posso fazer tudo por você, menos a sua parte. Porque você consegue até por indicadores, comportamentos, analisar que a pessoa está em direção ao muro. Sim, em colisão, né? Está numa rota de colisão. Não é e se, é quando. Sim.

E ao mesmo tempo, não sei se talvez no começo da sua carreira, às vezes você ficava meio querendo puxar os cabelos de alguém. E você tem que saber, cara, até aqui eu vou, porque senão você fica louca. Exato. Mas isso dá pra fazer. A gente faz a minha, eu faço a minha função. Eu oriento muito, muito. E eu tenho uma retórica muito boa pra convencer. Então, qualquer profissão que seja, então tá, vamos entrar na sua profissão. Mas tudo bem, ele tem o tempo dele.

É uma realidade. Está em rota de colisão, os exames estão dizendo, o seu corpo está dizendo e a sua mente está visando. Mas eu acho que as pessoas estão acordando um pouco mais rápido agora. Eu também acho. A pandemia foi uma bênção. O medo de morrer fez com que as pessoas acordassem. E é por isso que a gente começa a ter muito mais informação. A luz entrou muito mais. Então, a luz está entrando e você começa a ter se despertar.

O médico precisa ter esse olhar. Por que que médico deixa beber um pouquinho, comer um pouquinho? Porque ele faz um pouquinho, um pouquinho, um pouquinho. Então, o médico, ele precisa começar por ele. Qual que é a raça mais difícil de mudar? O médico. Porque ele, ah, médico não se cuida, não acha que precisa, não compra o horário. É dele. Os piores bandidos estão aonde?

Dentro dos hospitais, dentro dos presídios, dentro das igrejas, sei lá. Eles estão ali como chefes. Mas a gente sabe. Daqueles que mais sabem, mais será cobrado. E esse é um fator. Está tudo bem? Uma...

como você tem essa exposição nas redes sociais, deve chegar bastante, quando você abre uma caixinha no Instagram, por exemplo, de pergunta. É bem bacana. O que você vê que é um... Caio, essa é clássica. Volta e meia, todo mundo me pergunta. Quais são as dúvidas frequentes, as dores frequentes das pessoas? Por que eu falo isso? Porque eu acredito que nenhum desafio é único. Sim.

Então, quando a gente passa a conhecer que mais pessoas têm esse desafio, a gente fica até, poxa, tem solução, não sou só eu. O que você vê que é um desafio muito constante que chega para você de dúvida, de problema, que você fala assim, cara, isso aí dá para resolver. A gente abre uma caixinha e a Maureen, que é a minha diretora, ela fala, nossa, eu nunca vi tanta resposta a uma caixinha em segundos. Mas o grande...

Item que sempre se pergunta é sobre a tireoide. Então, o hipotireoidismo, a falta de metabolismo de uma tireoide funcionando como deveria ser, que o T3 é o primeiro hormônio a nascer num feto. O feto se forma porque tem um T3. A gente faz o teste do pezinho quando nasce pra ver se tem hipotireoidismo. E a gente engorda e perde o formato e tem todo um envelhecimento por causa da falta do T3.

então se a gente só seguisse o T3 do nascimento até o envelhecimento e equilibrasse ele ótimo, então assim, essa é a grande dúvida, porque eu coloquei isso na internet T3 bateria da vida, T3 bateria da vida, aí o povo, não quero esse T3 aí, mas pra gente tomar e suplementar, eu preciso saber onde a pessoa se encontra, então ela tem que dosar um T3

Tá, vamos ver o que você precisa, de quantos microgramas você precisa. Isso é legal, que elas saibam, elas começam a perguntar para o endócrino, para o médico, e os médicos não sabem, porque não foi ensinado na nossa faculdade. Mas não foi ensinado porque não dá para ensinar tudo na faculdade também. E a gente tem que aprender fora. E também não é uma molécula patenteada. Tem isso também.

T3 também é medido para o valor de referência? Sim, limite superior. Então, o valor é de 2.5 a 4.9. Eu quero 4.9. Porque o valor de referência já te dá de acordo com a sua idade. E o valor de referência ideal para um T3 seria de uma criança de 7 anos, que seria 6.2. Mas não, tá. E para o adulto, 4.9? Eu queria 4.9. Pergunta se a gente encontra isso hoje. Não. Então, a maioria está com 2 pontos alguma coisa.

E aí a gente fica desanimado, tenso, o pescoço fica mais empastado, aquela coisa da pele pegajosa, a pessoa fica lenta, lesa, e ela tem tendência a engordar.

Aí ela não corrige o T3 e vai tomar um monjaro. É tipo assim, nesse nível. Tá errado, vamos tratar a calça. E não querer emagrecer. Por quê? Por que você engordou? Porque você comeu mais? Ou porque seu metabolismo tá lento como uma tartaruga? Nosso metabolismo é pra ser como um coelho. Mas tá uma tartaruga porque a fígada, o baço, os intestinos vão perdendo a função. Quanto mais velho a gente vai ficando, mais é água mole, em pedra dura, tanto baixa até que fura. A gente envelhecer é mudar.

Ser velho é não querer mudar. O jovem quer criatividade. O que eu vou fazer de novo? Comer diferente.

Mas não, aquela coisa sempre de final de semana, aquela saída mesmo com os amigos, não funciona. A criatividade, ela é isso aqui, ó. Ela é pré-frontal, né? Por isso que a gente tem mais cabelo branco nessa região, tem mais calvície. Por quê? Porque ela é uma área que precisa funcionar. E quando você para o açúcar e você volta com o açúcar ou com o glúten, eu tive essa experiência comigo, sobe um negócio aqui, ó, que fala, meu Deus, dá um enjoo, uma coisa nebulosa.

E dor de cabeça. Eu falo, eu sei, atingiu o meu pré-frontal, que é a nossa área do cérebro mais jovem. A gente é ser humano porque a gente desenvolveu essa área do pré-frontal. Os outros animais não têm essa área bem desenvolvida. E aqui é criatividade, é, tá, ah, legal, vou fazer isso, vou fazer aquilo. Mas pra isso eu não posso ter interferência elétrica, que aí entra o glúten e o leite.

Primeiro, plateia. Palmas para a fala de Deus. Muito bom, muito bom. Muito bom ter plateia. Primeiro podcast com plateia. Isso é incrível. Sempre contribuindo muito. Eu gosto porque esse podcast, além de ser um podcast de instrução, é um podcast de as pessoas...

Uma autoanálise. Sim. Eu acho que toda mudança na vida acontece a partir do reconhecimento. Sim. É isso mesmo. Você não muda nada que você não reconhece. O cara precisa mudar.

Então eu gostei muito que o nosso papo, além de direcionar, vem fazendo as pessoas se perguntarem a verdade. Eu tô assim. Então é um podcast de reconhecimento dessa autoanálise. Sim. Muito bom. Uma pergunta final pra nossa audiência. E só, turma, você que tá assistindo a gente até o finalzinho, eu vou colocar na descrição aqui todas as mídias sociais da doutora Cátia.

todas as mídias sociais, pra você ir lá pra dar a sua pergunta na caixinha dela e a gente responde a gente faz uma live todo mês só pra responder o povo vai lá, acompanha e depois fala que você vê do nosso podcast isso mesmo mas qual seria a tua mensagem final?

pra quem tá nos assistindo pode ser que a pessoa tá tendo um ano maravilhoso pode ser que ela tá tendo um ano mais difícil mas uma pessoa que quer sabe, quer tá bem quer tá com uma autoestima legal, quer tá se sentindo bem, e pra isso é o que você falou, né, é corpo é mente, tá tudo ligado, qual que é a tua recomendação, porque você deve encontrar as pessoas no dia a dia? Sim

E às vezes as pessoas sempre devem pedir alguma dica, alguma coisa. O que você falaria para uma pessoa no final desse nosso podcast? Para, sabe, uma orientação para que ela siga um caminho bom na vida. Caio, olha, eu parto sempre do princípio que as pessoas, elas não são preguiçosas porque elas são preguiçosas, que elas são boas porque elas acham que são boas. Não, elas estão num desequilíbrio hormonal. Então, o primeiro passo é, peça ajuda.

Faça 37, 40 exames, que é o que normalmente a gente pede, para entender aonde você se encontra. Um T3, um cortisol matinal, os hormônios sexuais. Veja aonde você se encontra em hormônios. Hormônios significa humor. Não dá para ter bom humor na vida se você não tem hormônios. Então, eu aprendi que não é julgamento, mas as pessoas estão submoduladas, estão abaixo dos seus níveis de hormônios.

Então, se a gente, médico, poder ajudar cada vez mais pessoas a se equilibrarem, elas vão sair do buraco de uma forma muito melhor. Porque não adianta você bater, bater, bater na pessoa. Ela não tem nutrientes, nem hormônio para aquilo acontecer, para ela fazer os insights dela. Não vai, não anda.

Então, antes disso, eu preciso dar nutrientes e hormônios para que ela possa fazer as conexões dela. Então, é, tudo tem, tudo se regenera. Basta que você comece a procurar. E é você que vai aprender sobre a sua saúde, sobre os seus hormônios, sobre a sua vida. Não é mais ninguém.

Uau. Se você está acompanhando, vendo, assistindo por qualquer uma das nossas plataformas, não deixa de acompanhar e seguir o Como Você Fez Isso em todas as plataformas. Seja no nosso canal, no YouTube oficial, ou em alguma plataforma de streaming, no Spotify. Ficamos muito felizes pela tua audiência, pela tua companhia, o Como Você Fez Isso. Um dos maiores podcasts do Brasil gasta você. E está aqui frequentemente, todas as semanas com a gente.

Eu adorei o papo, viu? Eu também. Adorei o papo. Deu insight, serviu pra mim. E eu tô sempre buscando, né? Isso, isso é bom. Como é que eu posso ser um pouquinho melhor, cara? Eu sou uma pessoa que tô sempre em busca de aprender um pouco mais. Parabéns também pelo programa. Acho que esse despertar é muito legal e você faz um trabalho brilhante nesse sentido, tá?

A você que nos acompanhou, eu espero e encorajo que você pegue esse link de WhatsApp, manda no grupo de família, dos amigos, do trabalho, porque eu tenho certeza que você vai contribuir com bons insights e a chacoalhada que a doutora deixou aqui, tá? Como é que está a sua T3? A sua bateria? Vamos ter bateria lá em cima, tá? Esse é o clima no podcast. Até semana que vem com a bateria cheia, ligada. Uma semana maravilhosa. Fica com Deus e até o próximo papo.

Tchau.

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