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CRESCER É SE DESPEDIR DAS SUAS VERSÕES ANTIGAS

10 de abril de 20265min
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.O que precisa morrer em você neste fim de semana para que o novo possa nascer? Neste episódio direto ao ponto do Entra Pra Rachar, Caio Carneiro traz uma reflexão poderosa sobre a necessidade de encerrar ciclos.

Crescer exige a coragem de se despedir, em silêncio, de hábitos, desculpas e versões suas que não cabem mais na vida que você deseja construir. Descubra o perigo do excesso de pensamento que mata a sua motivação, entenda a diferença crucial entre ser paciente e ser apenas "lerdo", e aprenda por que o verdadeiro progresso só acontece quando você tem a capacidade de se autoavaliar sem depender de aplausos externos.

Dê o play para fazer essa faxina mental, abra espaço para o seu próximo nível e não esqueça de seguir o podcast para começar toda semana com a mentalidade certa!

Participantes neste episódio1
C

Caio Carneiro

HostJornalista
Assuntos1
  • Crescimento PessoalDespedida de versões antigas · Autoanálise · Motivação e pensamento · Mudança de hábitos
Transcrição14 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Crescer é quando você começa a se despedir em silêncio das versões que não cabem mais em você. A semana tá terminando e é muito legal você pensar nas coisas que você veio se despedindo, de versões que não cabem mais em você. Pra uma das coisas mais legais do desenvolvimento, seja ele técnico ou desenvolvimento pessoal, é quando você começa a perceber uma melhora em você mesmo. É que nem sabe, já aconteceu com você, quando alguém fala assim, nossa, você emagreceu, alguém, nossa, jura? Não.

Nossa, emagreceu, nossa, emagreceu E às vezes você perdeu um, dois, três quilinhos Mas você não viu uma diferença em você

Agora, quando você, às vezes, você acorda, olha no espelho e fala assim, nossa, cara, como eu emagreci. É porque essa mudança foi significativa. Quando a gente percebe uma melhora na gente mesmo, é que o distanciamento, ele tá muito grande. Porque a gente convive com a gente todo dia. Você se vê todo dia. Você tá com você toda hora. Parece um papo de louco aqui, mas é verdade, cara. O convívio. Se alguém não vê teu filho, e ele é criança, por exemplo, há seis meses, vai olhar pro teu filho e não faz, nossa, como o Théo cresceu, Caio do céu. E, às vezes, faz dois meses que essa pessoa não viu o Théo.

E às vezes eu olhando pra ele, eu vou assim, cara, cresceu um pouquinho. Agora, quando eu percebo o tamanho do meu filho, aquela espichada foi significativa, porque eu tô com ele todo dia. E olha que eles crescem, em paz a gente percebe a todo momento. Mas o que você tá se despedindo?

Ó, essa sexta-feira você vai se despedir do quê? Ou o que que tá ficando cada vez mais lúcido pra você de uma versão que não cabe mais em você? Eu acho muito legal pensar isso no final da semana. Porque a gente despede de tanta coisa no final da semana, né? A gente despede de pessoas, de coisas, de rotinas e tal. A gente tem, às vezes, uma ruptura, né? A gente se despede de alguma coisa. De qual versão de você? Você já se despediu? Tá se despedindo? Ou precisa se despedir? É aqui que eu quero chegar.

Tem que deixar pra trás, cara, aquilo que não tá te levando pra frente. Tem que deixar. Eu penso a todo momento, cara, que parada dentro de mim que eu preciso tirar, cara, sacar fora. Eu sou aquele cara que eu curto muito progredir, né? Eu gosto do progresso. Então, essa autoanálise eu acho muito importante. Porque às vezes a gente liga um piloto automático, a gente nem pensa nessas coisas. Mas eu tenho meio que o Caio, né? Eu tenho o meu diabinho, meu anjinho aqui dentro da minha cabeça, né, cara?

Aquele cara que fica falando assim, pô cara, isso aqui não dá mais. E tem aquele cara que fala, não, dá sim, dá sim, continua assim, continua assim. Por exemplo, qual versão de você te atrapalha? O que você faz que você sabe que te prejudica? O que você faz? Eu acho que essa autoanálise, cara, ela é fundamental. E às vezes num final de uma semana, é muito legal a gente poder olhar.

pra trás e conseguir perceber pela gente mesmo que a gente precisa mudar. Porque a gente é muito bom em corrigir algo quando a gente recebe um feedback externo. A gente é muito bom. Geralmente, quando a gente dá aquele feedback, cara, você já pensou em fazer isso aqui nessa hora comercial? Pô, cara, bela dica. Só que, às vezes, a gente perceber o que a gente precisa fazer no nosso cotidiano sozinho é uma capacidade de auto-percepção enorme. Porque é aquela coisa, enquanto você tá fazendo, muita gente não tá pensando.

Se você pudesse fazer e pensar ao mesmo tempo, nós teríamos uma capacidade de percepção muito maior. É o binômio da motivação versus pensamento. Quando a gente tá muito motivado, a gente pensa pouco. Agora, quando a gente tá pensando muito, a nossa motivação cai. Quem nunca fez uma cagada por estar altamente motivado? Nossa, o cara tava muito motivado aqui. Nem pensei nisso, fiz besteira. E quem nunca demorou demais pra fazer alguma coisa, ficou pensando demais. Vós, eles falam, filho, pare de pensar, vai fazer.

Então existe um ponto ótimo, tá? Não estou defendendo nenhum ponto nem outro. Tem gente que fala assim, não, cara, eu sou o cara mais paciente. Não, você é lerdo, é diferente. Tem gente que é lerdo, cara. E tem gente que fala assim, não, aqui é proatividade na veia. Não, bicho, tu é inconsequente. Você nem... Não, você só faz e nem pensa. Então existe um ponto ótimo pras coisas. Só que a gente aprender a fazer essa revisão é maravilhoso. Você precisa deixar pra trás.

O que, por exemplo, tem que... Você tem que jogar fora ao longo do final de semana. Às vezes, um tipo de comportamento, uma ação, uma atitude, uma estratégia. Às vezes, a gente é muito apegado nas coisas, né, cara? A gente é muito apegado a um caminho, um produto, um serviço que não presta mais.

algo que tá encalhado, mas você ainda não tá aceitando a derrota, e você já podia, cara, bola pra frente, vai, vai, vai, próxima iniciativa. O que você tem que deixar esse final de semana? O que tem que morrer esse final de semana? Por quê? Tem coisas que precisam morrer pra coisas novas nascerem no lugar. Eu não lembro onde eu li.

Mas tinha uma frase no livro que eu achei muito maravilhosa. Quando a gente não deixa o velho ir embora, a gente não dá espaço pro novo se manifestar. Então, qual que é o novo que precisa se manifestar na sua vida? Seja uma ação, seja um comportamento, seja uma estratégia, uma atitude, uma decisão. Alguma coisa, cara. Alguma coisa você tem que pegar e fazer. Cara, isso daqui. Pensa nisso ao longo do final de semana.

Que eu tenho certeza que algo velho precisa ficar nesse seu final de semana pra que o novo possa se manifestar na semana que vem. Tá bom? Até com Deus. Bom final de semana pra todo mundo. Tchau.

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