Como ENCONTRAR o LUCRO ESCONDIDO do meu NEGÓCIO? | Pedro Quintanilha #134
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Você está deixando dinheiro na mesa sem perceber!
Pedro Quintanilha revela como encontrar o lucro escondido no seu negócio e por que margem, recorrência e escala são os pilares para crescer de forma sustentável.
Você vai entender como transformar conhecimento em dinheiro e evitar os erros que travam a maioria dos empreendedores.
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- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO🟪
- Lucro escondido no negócioMargem · Recorrência · Escala · Autoavaliação de negócios · Modelo de negócio
- Erros que levam à falênciaComeçar pelo mais barato · Confundir autoridade com seguidores · Misturar hobby e negócio
- Acesso a Conhecimento e MentoriaCoração ensinável · Ação e Execução
- Educação empresarial como modelo de negócioKnow-how prático · Educação empresarial
- Desenvolvimento de LiderancaFormação de líderes comerciais
Senhoras e senhores, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do Como Você Fez Isso, aquele podcast que traz um como para contribuir nos seus projetos, nos seus objetivos. Hoje eu entrevisto ele que tem estratégias, quando principalmente eu estava conversando com ele.
É um cara que entende muito sobre margem, escala, recorrência. Ele é empresário, mentor, especialista em vendas, reconhecido por sua capacidade de transformar ideias em modelos de negócios lucrativos. Ele guia um monte de empreendedores a alcançarem resultado de verdade, a alcançarem os seus objetivos através de processos já validados. O convidado de hoje é Pedro Quintanilha. Palmas para o Pedro Quintanilha, senhoras e senhores.
Feliz de bater papo com você, viu, meu amigo? Tá? Pedro, principalmente o como de hoje é que vai ser muito importante. Porque é como encontrar o lucro escondido no meu negócio. Como encontrar o dinheiro que eu não enxergo. E por que eu acho importante? Porque não dói aquilo que a gente não vê. Sim. Mas depois que vê...
Não consegue desver. Não consegue desver. Então, o papo vai ser esse o clima. Como encontrar o lucro escondido, o dinheiro que não se vê, as oportunidades que eu nem sei que perdi, por isso não sofro. E se não sofro, não mudo.
Perfeito. Por onde que a gente começa esse papo? Cara, a gente começa a partir de um lugar de entendimento de que um negócio que cresce e se sustenta ao longo do tempo tem três pilares. Margem, recorrência e escala. Você falou no início sobre isso. Isso foi um aprendizado que eu tive há vários anos atrás, de um amigo em comum nosso, um grande mentor, o Flávio Augusto.
E por que eu falo que a gente tem que partir desse princípio? Porque a primeira vez que eu ouvi esse ensinamento, eu fiz uma autoanálise, uma reflexão. Naquele momento da minha história, eu estava trabalhando com consultoria, vendendo serviço, e tinha começado um blog onde eu escrevia artigos e vendia produtos de afiliado. Recebia comissão em vendas de produtos que eu escrevia artigos. Vendi a mídia. Vendi a mídia.
Não mídia, infoprodutos a partir de criação de artigos no blog. Aproveitava dessa audiência. Aproveitava dessa audiência para isso. Então, quando eu recebi esse ensinamento, eu fiz essa reflexão que eu quero propor de quem está assistindo a gente poder ver e a gente conseguir avaliar para começar a enxergar os lucros escondidos. Eu olhei e falei, bom, beleza, se um negócio que cresce e se sustenta ao longo do tempo tem margem recorrência escala, eu vendendo serviços tenho margem.
Por que eu tenho margem quando eu vendo serviço? Quando eu vendo serviço, eu estou limitado ao meu tempo, à minha hora e à minha confiança. Se eu tenho mais confiança, eu consigo cobrar mais. Logo, a margem está na minha mão, na perspectiva do nível da minha confiança.
Se eu vendo produtos online, cursos online, infoprodutos de um modo geral, ebooks, cursos, eu acabo tendo escala. Qual que é o custo de um Ctrl-C, Ctrl-V, de um link que eu vendo na internet? Tem escala. Naquele momento eu não tinha recorrência. E aí naquele momento eu percebi o seguinte, o meu lucro escondido estava onde? Estava em algo que faltava dentro do meu jogo, que era recompra. Eu vendia projetos.
eu vendia infoprodutos, mas eu não tinha clientes que me pagavam de novo, de novo e de novo. Não tinha recompra. Então, naquele momento, o lucro escondido estava nisso. Quando a gente passa essa avaliação e analisa a nossa vida, o nosso negócio, a partir desse prisma, a gente começa a conseguir enxergar alguma coisa que está oculta ou escondida. Por exemplo,
Se eu tenho recompra, talvez a pessoa que escuta a gente já tem recorrência. Então ela já consegue, de alguma forma, ter clientes que pagam ela de novo. Só que talvez ela não tenha alguma coisa que lhe proporcione escala. Por exemplo, se a gente entregar mil clientes a mais para ela hoje, talvez ela não consiga atender. Então ela não tem escala. Sim. Se ela não conhece o valor real daquilo que ela entrega...
no conhecimento dela, por exemplo, talvez ela esteja fragilizada na margem, se ela não conhece os diferenciais competitivos dela, se ela não tem clareza do posicionamento dela no mercado, talvez ela esteja deficiente na margem. A partir do momento em que ela passa a ter consciência disso, ela, opa, aumenta a margem. Por quê? Aumentou a confiança, aumentou a percepção a respeito de algo que ela já tinha, mas que ela não sabia. Então, eu acredito que...
o lugar para que a gente possa encontrar o lucro escondido está na autoavaliação de quem nós somos e o que nós representamos e uma crítica objetiva a respeito do nosso modelo de negócio. Será que o meu modelo de negócio me entrega aquilo que eu sonho para a minha vida?
Porque normalmente no mundo dos negócios, Caio, as pessoas elas querem mais clientes, mais vendas, né? Existe... E não necessariamente essa é a resposta certa pra tudo. E o que que você gosta? Por exemplo, você auxilia diversos empresários.
Geralmente, quando alguém traz um desafio pra você, o que você gosta de olhar primeiro? Pra onde o Pedro olha pra encontrar algum problema? Cara, a primeira coisa que eu pergunto pra todo mundo que eu vou fazer um planejamento, que eu vou... Direcionar. Direcionar, orientar. É assim, é o que você quer. E, cara, é uma coisa tão simples, mas... tão... é...
absolutamente louca, porque muita gente trava nessa pergunta, cara. O cara não sabe responder? Ele não sabe responder. Ah, como assim? O que eu quero? Ah, eu quero vender mais. Eu quero mais cliente. Eu quero escalar. São as respostas que eu ouço, né? E aí, eu começo a ir um pouco mais fundo. Mas, realmente, você quer mais? Você quer mais clientes? Ah, quero. Tá bom. Te dei mil clientes. E agora? Você consegue entregar?
Aí, normalmente, a resposta que eu recebo, né, dos profissionais que eu atendo, que são profissionais liberais, profissionais na sua área, de serviço, né, que vendem serviço, o cara fala, cara, não. Eu falo, olha, então você não quer mais clientes? O que que você quer? E aí, quando a gente consegue ir fundo nesse lugar, cara, a gente começa a enxergar possibilidades. Às vezes, o que a pessoa quer é mais tempo livre. Só que não é mais tempo livre, pô.
Ah, tá bom, então beleza, você vai ficar agora aí um mês de boreste aí na sua casa. Ah não, eu não aguento. A resposta normalmente é assim. Mas por quê? Então você não quer mais tempo livre? Talvez você queira um negócio que faça mais sentido pra você. Talvez você queira um tipo, um modelo de negócio que se adeque melhor à sua rotina.
Entende? Então, essa investigação sobre realmente qual é o verdadeiro desejo que a pessoa tem pro que ela quer conquistar pra vida, pra mim é a principal chave, cara. Não tem como a gente falar de negócio sem falar de projeto de vida.
Muito bom, fale mais. Eu, cara, muitos anos atrás eu li um livro, que eu não lembro o nome do livro agora, era um cara chamado Luiz Barjaras ou Barajas, alguma coisa assim. Não era um livro famoso, não. Mas ele tinha um gráfico que ele mostrava assim, era um círculo e no centro dele estava vida e em volta negócio. E no outro lado era o contrário, no centro negócios e vida. E ele fazia uma provocação.
A sua vida gira em torno do seu negócio ou o seu negócio gira em torno da sua vida? Muito bom, cara. Sabe? Muito bom. E aquele livro ali, ele me levou a olhar para aquela realidade e falar assim, poxa, eu quero ter um negócio que gira em torno da minha vida. E não o contrário.
eu quero projetar a minha vida e fazer com que esse negócio possa cooperar com o que eu quero conquistar para a minha casa, para os meus ao meu redor, para o estilo de vida que eu desejo. E é interessante porque é uma tensão entre...
Você ter um negócio que coopere com o seu estilo de vida e caminhar de forma medíocre. Sabe? Aquela coisa da preguiça, né? E principalmente eu que venho do mundo digital, né, cara? Existia aquele apelo, né, na minha época do digital. Eu falo na minha época, eu sou um véio, né? Mas, tipo, no início do mercado digital, eu venho do início do mercado digital, as páginas de captura eram aquelas páginas com um coqueiro nas barramas.
Tipo Tim Ferriss, trabalha quatro horas por semana. Tipo, sentadinho com computador na praia, né? Então, é tênue essa... É uma tensão isso, né? É uma linha tênue entre realmente você construir um negócio que você vai fazer o que tem que ser feito pra construir ele e ter paz nesse processo, né? Eu acredito que o mundo precisa de mais líderes felizes e em paz.
cara muito bom esse do não tem como falar de negócio em falar de plano de vida projeto de vida e o que você percebe indo a fundo que você vê que é erro clássico assim para o negócio vencedor você vê erro de esteira de produto você vê de processo geralmente qualquer aqueles as armadilhas e incrível
O tipo de profissional que você atende e fala assim, Caion, essa pedrinha a maioria tropeça. Tá, tem alguns. O primeiro deles é começar pelo mais barato. Então é uma máxima, até dentro do próprio ambiente do mercado digital, que você tem que começar com o low ticket, depois você vende um negocinho mais caro, depois você vende mais um, para depois você vender realmente o que você quer. Que seria o...
A famosa esteira de produto. A mentoria ou, sei lá, o mastermind, ou o produto que você deseja realmente vender. Para mim, esse é um erro clássico. Tanto que eu questionei esse padrão lá no início e vendi já de cara um produto que era o que eu queria. Que era o que eu queria de fato. E depois eu fui construindo outras coisas. Então, essa é uma perspectiva. Outra coisa que eu vejo como erro é que...
você precisa ser famoso pra vencer na internet. Isso é muito comum. O cara acha que ele precisa gastar milhares de reais construindo uma audiência pra só depois vender alguma coisa pra ela. Eu fiz o inverso disso, na verdade. A maioria das pessoas que compram de mel não me conhecem de cara por causa das minhas redes sociais.
Hoje eu tenho ganhado visibilidade maior. Estar aqui no Como Você Fez Isso é uma parte desse processo. E a gente está caminhando nessa direção. Mas eu tenho um negócio bem relevante, né? Você conhece, sabe, dos bastidores. E que eu não precisava de milhões de seguidores. Até hoje não tenho milhões de seguidores por hora, né?
para conquistar e construir isso. E esse, para mim, é um erro muito comum, porque as pessoas acham que a autoridade é puramente construída com conteúdo. E isso não é verdade. A autoridade é know-how, a autoridade é vida no que faz. Uma pessoa de autoridade de verdade pode ter zero seguidores, mas ela tem autoridade, ela sabe fazer, ela tem conhecimento.
Então essa relação de ter seguidores é ser autoridade não necessariamente é uma verdade. A gente tem muita gente que tem muitos seguidores e só fica falando besteira na internet. A gente vê isso muito, né? Vê bastante disso, né? Quando você entra pra trocar, você falou uma verdade incrível, né? Você percebe quando você vai mexer em esteira de produto...
Qual foi as coisas que você já viu acontecer em esteira de produto, que deu resultado grande para o cara e para ele era contra-intuitivo? Boa. Tem um caso muito legal de um rapaz chamado Alexandre Nogueira. Ele era empresário, atuava ajudando outros no e-commerce para a venda no mercado livre.
E o desafio dele era que ele tinha 20 produtos. E ele queria escalar. Tinha 20 produtos, cara. 20 treinamentos. Era produtos educacionais, tá? E aí eu fiz uma dinâmica simples com ele. Que resolveu a vida dele. Fez o negócio dele explodir de crescer. Eu falei assim, ó. Imagina que tem uma arma na sua cabeça.
numa reunião, assim, numa call de planejamento, cara. Cheguei pra ele e falei assim, ó, cara, imagina que tem uma arma na sua cabeça. E você só pode escolher um produto. Qual produto você escolhe? Aí ele escolheu dois. Aí eu falei, bum, morreu.
Mas ele escolheu dois. Ele escolheu dois. Ele escolheu dois. Não conseguiu, cara. Escolheu um. Ele não conseguiu. Escolheu. Aí eu falei assim. Bum, morreu, né? Aí depois ele... Aí eu falei, não, tô brincando. Vamos lá. Peguei. Quem eram esses dois? Aí fui identificar. Olhei pra esses dois produtos.
E conseguimos, desses dois produtos, criar um pacote, que seria único. Que na época era algo em torno de 12 mil reais, 10, 12 mil reais. Você montou um Big Mac com esses dois. É isso. Pegamos os dois, empacotamos ele, e aí ele criou um produto de 12 mil reais. Esse produto, em três meses, ele fez quase 300 mil.
E ele acabou com todos os outros. E acabou com todos os outros. E aí foi, hoje ele tem um negócio de 25 milhões, fundamentado nesse produto que a gente construiu junto, que era uma mentoria de quatro meses, era uma coisa específica. O que você percebeu que estava acontecendo? Ele estava confundindo os clientes dele? Cara, ele estava principalmente dispersando energia.
Não sei se você já viu aquele livro Essencialismo. Sim. Tem um gráfico que é uma bolinha com várias flechazinhas pequenininhas e uma outra que é uma bolinha com uma flecha grandona. Uma para cada direção e todas a mesma. Exatamente, cara. Aquele gráfico ali é um gráfico que reflete a realidade das pessoas que escolhem focar numa direção. E esse também é um erro que eu vejo de muitas pessoas no mercado digital. O que acontece?
Quando o cara vem pro mercado digital, ele começa a ver métodos, mentores, ele começa a ver muitas coisas, ele entra numa bolha. E aí ele começa a receber informações, anúncios, possibilidades. Se identifica com um, aí depois se identifica com outro. E aí, poxa, alguns falam coisas parecidas, mas que divergem em algum elemento. Só que parece que todos funcionam. É. E o problema é que, cara, a maioria funciona mesmo.
Não é todo mundo que é falcatrua, né? Tem várias pessoas sérias no mercado que têm metodologias, que têm processos. Poxa, a gente está numa liga com centenas de mentorias sérias, de pessoas sérias que fazem um bom trabalho. Só que o que acontece? Quando a pessoa entra nesse ambiente e ela começa a olhar, ela fala assim...
cara, e agora? Aí ela começa, pega uma coisinha de um, aí pega outra de outro, pega outra de outro, pega outra de outro, aí começa e para uma coisa, começa e para outra, começa e para outra, e não avança.
Então, qual que é a minha leitura? Cara, é válido a pessoa pegar, e não tem problema você ter múltiplos conselheiros, eu acredito que na multidão dos conselheiros está a sabedoria, mas você ter a capacidade de, cara, me identifiquei com essa pessoa aqui, cara, eu vou seguir o que é orientado aqui dentro desse processo, até eu ter resultados consistentes.
E não que outros não possam agregar, de forma alguma, mas é que o fato das pessoas quererem, às vezes, as coisas muito rápidas, da noite para o dia, e aí ela começa alguma coisa e não alcança aquela expectativa, ela já quer pular para outra, e quer pular para outra, e acaba nunca aprofundando em nada, cara. Esse é um problema. Você acha que a maioria das pessoas, principalmente em serviço, se ficam mal? Sim. Por quê? Porque o que...
A não compreensão de que o nosso óbvio é o milagre de alguém. Calma aí. Fala de novo. A não compreensão de que o seu óbvio é o milagre de alguém faz você precificar mal. Muito bom. Por quê? Porque, cara, eu olho o modelo de negócio e eu consigo ver os problemas.
Eu converso cinco minutos com uma pessoa e eu consigo enxergar a esteira de produto dela. Eu bato um papo com uma pessoa, com um médico que está lá querendo entrar no mundo da educação. Eu falo, cara, você podia criar isso, isso, aquilo, aquilo. Isso que você faz aí já é a mentoria, mas você está fazendo de graça. Para mim é óbvio. Se eu não valorizasse o meu trabalho, eu ia estar fazendo ele a troco de banana.
Porque pra mim é óbvio. Olhar um projeto e falar, cara, aqui tá furo, isso aqui não vai escalar, essa meta tá desenhada errada, é o meu óbvio. Pô, estudei pra isso.
Se fosse difícil pra mim, que seria estranho. Entende? Se fosse difícil pra você... Pô, você é especialista em vendas. Se você olha, bate o olho num dashboard, você sabe onde tá o problema. Se fosse difícil pra você, seria estranho. Você tá 20, 15 anos fazendo isso, né? Ou quantos anos aí você faz? 20... 20... 20. 20 anos, pô.
20 anos fazendo uma coisa. Se você não bater o olho e olhar, o problema tá em você, né? Então, aquilo que a gente faz muito e com maestria, fica fácil pra nós. Só que pro outro não, pô. Porque ele não tem as mesmas cargas de 20 anos nas costas, repetindo. Pô, tô 14 anos no digital, cara. Se eu olhar pra um projeto digital e não conseguir achar um buraco, um desafio, aí realmente é um problema.
Tá sacando? Muito. E as pessoas têm dificuldade, como é óbvio pra ela, ela menos... Aí ela menospreza, exatamente. Aí ela fala, ah, isso não tem valor. Porque é fácil pra mim. Eu sei. Muito bom. Sacou? Muito bom. E...
E o lance que você falou do milagre, achei muito bom, né? Porque é um contraponto. Óbvio e milagre são coisas opostas, né? Sim. Tipo, é muito óbvio e o outro, cara, não tem a menor ideia. Perfeito. Esse contraponto do é muito óbvio, não tem a menor ideia. Mas saindo de esteira de produto, indo pra escala, eu acredito que você, assim como eu, eu recebo muito dessa pergunta. Ah, eu quero escalar. Uhum.
muitas pessoas querem calar é o que eu mais ouço e talvez o cara nem saiba realmente o que isso significa mas ele quer
Porque escalar é crescer muito, né? Ganhar muito dinheiro. Como que você lida com isso? Quando alguém te pergunta sobre como você direciona alguém. Cara, primeiro eu acolho. Boa. Eu acolho. Cara, você quer escalar? Vem cá que eu vou te ajudar a escalar. É assim. Inclusive, o meu principal mecanismo de atração de marketing nas minhas estratégias
É um plano de escala. Eu desenho um plano de escala pra pessoa. Então, essa pessoa tem realmente um desejo de escalar, só que ela precisa, antes de escalar, tracionar, antes de tracionar, validar, e antes de validar, idealizar. E é isso que fundamenta, inclusive, as etapas da minha metodologia.
Tá, então começa de novo. Primeiro passo é? Ideação. Ideação? É. Você precisa... Esses questionamentos, né? O que que eu quero? Será que o meu modelo de negócio vai entregar o que eu busco? Qual é a meta? Tem um princípio do comece com final em mente.
Então, poxa, se eu estou construindo um negócio de um milhão, eu tenho uma... é uma dor. É um tipo de equipe, é um tipo de investimento, é um tipo de ação que eu vou precisar fazer. Se eu estou construindo um negócio de 10 milhões, é outro. Se eu estou construindo um negócio de 100 milhões, é outro. Então, dimensionar...
esse planejamento é a etapa da ideação. Você planejar o que você vai fazer, quais são os passos, quais são os custos, o recurso que eu vou usar, o que eu dou conta de fazer sozinho, o que eu preciso trazer a alguém. Então, esse processo, qual é o formato melhor para eu entregar, qual é o formato em termos ticket médio.
vou trabalhar com o Ticket em qual magnitude, diante desse mercado, quais são os meus diferenciais, todo esse processo, quem é meu cliente ideal. Isso está tudo na ideação. Tudo na ideação. Então, eu defino o cliente ideal, defino solução, defino o MVP, que é o mínimo produto viável. Então, a partir desse mínimo viável, aí eu tenho o que eu chamo de um monte de achismos. O nome bonito é hipótese, né? Mas é achismo. Você percebe que tem muita gente que já começa o negócio pulando a ideação?
Muito. Porque a maioria das pessoas empreende por necessidade, né? Elas não empreendem por uma oportunidade que elas viram. É assim, ó. Minha mãe tinha loja. Meu caminho natural seria ir pro comércio. Mas, cara, a loja da minha mãe não era lucrativa. Inclusive, meu primeiro diagnóstico de consultoria foi da loja da minha mãe, que a loja ia quebrar, mas ficou brava comigo, cara.
Como é que foi essa conversa? Como é que foi? Foi totalmente sem sabedoria.
totalmente sem sabedoria, cara. Conta, como é que foi? Eu tinha uma loja, eu tava fazendo administração, animado com consultoria e tudo mais. Fiz um diagnóstico, empresa júnior, né? Me achando o administrador, né? Posso, dominando os números e tal. Aí fui lá, fiz um relatório. Aí no relatório eu dizia que a loja da minha mãe era um grande armário pra ela. Você escreveu no relatório isso? Isso significa.
Era um hobby e não um negócio. E que o diagnóstico é que ela iria quebrar. Cara, minha mãe rachou comigo. Rachou, tipo assim, ficou muito brava mesmo. Você tava desmerecendo o trabalho dela. A loja que te pagou teus estudos, sabe? Tipo, nesse nível, assim, foi. Você tem que dar, graças a Deus, pela loja, levantar as mãos pros céus, não sei o quê. Eu falei, não, eu não sou ingrato com a loja. Eu só tô trazendo um diagnóstico técnico de que você vai quebrar.
O que aconteceu? E quebrou. Desculpa, também. Pode rir, já tá tudo bem. Já tá resolvido. Minha mãe tá maravilhosa. Cuida dela. Minha mãe é incrível.
Mas é resolvido. É isso aí. Então, assim, é um desafio, né, cara? Você lidar com as dores do empresário que começa um negócio muito cheio de romantismo. Eu quero ainda ficar nisso da sua mãe. Tá bom. Porque eu acho que tem... Como chama sua mãe? Ávila. Eu acho que tem muitas donas ávilas ouvindo esse podcast. Tem gente que não para pra perceber a rota que tá indo, cara. É verdade.
E tem gente que tá indo na rota de colisão. Sim. É, porque, cara... Ó, eu vejo isso muito acontecer com o médico, cara.
Muito. Como médico? Médico, cara. Exatamente um cara que estuda. Sim, cara. Eu trabalho muito com médicos, né? O nosso projeto, ele tem uma conexão forte. Eu acho que por conta do meu perfil um pouco mais técnico, de alguma forma, apesar da gente não ser tagueado pra ajudar médicos, mas médicos e profissionais, assim, com pós-graduação, caras, sabe, que estudam muito. Acho que, de alguma forma, ele acaba se identificando comigo. Sou meio cabissudo, assim, nessas coisas, né?
E aí isso de alguma forma gera essa conexão. Mas eu vejo isso muito acontecer. Por quê? Porque a pessoa termina uma faculdade e ela já tem meio que uma trilha pré-definida para ela. E ela não questiona.
Ah, aí vai, sai, vai dar plantão, aí do plantão ele vai, tem que fazer o consultório dele, aí no consultório para começar ele tem que começar com o convênio, porque ele não tem nome, aí depois do convênio ele tem que crescer para poder... Então ele vai num flow que ele nem pensa. Ele não pensa, ele já é meio que pré-formatado, entendeu? Ou ele vai seguir uma trilha de hospital, né? Nesse caso, falando do médico que vai para o caminho mais alinhado ao empreendedorismo.
acontece isso. N profissionais, cara, arquiteto, que tem, ah, não, tem que criar o escritório, aí começa o seu escritório. O cara não é gestor, pô, ele é arquiteto. O escritório é empresário. Ele é um empresário da arquitetura. Advogado, a mesma coisa. As profissões, de um modo geral, né? Nas nossas profissões, a gente é formado para ser funcionário.
A gente não é formado pra empreender. É verdade. Então, o cara sai de uma faculdade com uma possibilidade... Técnica. Técnica de informações dentro do mercado de trabalho pra ele ocupar alguma posição ali. Quando ele se abre pra empreender, ele precisa aprender outras coisas. Normalmente, nas nossas profissões, a gente aprende a não errar. Empreender é inerente errar. Você vai errar. Vai tomar mais não do que sim. O que é o processo comercial?
1% de conversão numa campanha é 99% de não. Pra 1% de sim. Sim. 15% de conversão, cara, é a maioria não. Então, não saber lidar com o não, a fragilidade, né? Ai, não, tá dizendo não pra mim, pra minha carreira, pra quem eu sou. Não, cara, é não pra sua oferta, pra sua proposta comercial.
Você vê que muita gente tem dificuldade, entre aspas, de buscar ajuda. Por exemplo, que momento que um profissional te encontra? Ele te encontra já no momento onde ele tá machucado, ou ele tá, cara, sem saber o que fazer, ou ele tá no momento que ele tá bem, mas travou. Cara, o principal momento que alguém me encontra é quando ele tá se sentindo gargalo. Entendi.
Tipo assim, ele não consegue crescer mais. Tá num platô. Ele tá num platô, ele é um bom profissional, alcançou um determinado estágio ali, né? Um certo know-how na área dele.
E agora ele quer crescer mais, mas ele não tem tempo, ele já tem grana, mas ele tá com falta de tempo, ele tá escasso no tempo ali. E aquilo tá apertando ele, ele queria tirar mais férias, mas não consegue. Aí ele começa a ver que o que ele tá fazendo não vai entregar o que ele quer. O lance do plano de vida. Ele volta no que ele quer. Ele fala, pô, cara, daqui a 10 anos eu não vou aguentar fazer as coisas no ritmo que eu faço hoje.
Eu preciso de uma alternativa. Se eu continuar fazendo essas mesmas coisas que eu tô fazendo hoje, eu não vou aguentar. Eu vou ter que mudar a rota. E é nesse lugar que ele me encontra. Ele fala, cara, eu preciso mudar a rota. Eu já alcancei um determinado estágio dentro do mercado, entre colegas. Ele normalmente é um cara que tem a perder.
Por isso que ele é resistente a algumas questões no digital. Porque a gente vê abordagens do digital meio... Ganha dinheiro fácil, né? Em algum nível. Então, cara, ele olha praquilo ali e fala, não, cara, isso não é comigo. Foto em cima de capô de carro, sabe? E por que acha que é tão difícil o pessoal buscar enquanto tá crescendo, antes do platô? Eu acho que porque a dor não é tão forte. Não é tão latente.
A dor passa a ser latente quando ele começa a parar para pensar na vida dele. Enquanto você está crescendo, você está aprendendo alguma coisa nova, você vai posicionando, né? Por exemplo, você é um profissional que está começando. Não, estou me ralando aqui, mas estou aprendendo tal coisa. Estou me ralando aqui, estou batendo cabeça aqui, mas estou avançando. Só que chega uma dada hora que ele fala assim, rapaz, alcancei aqui um estágio.
eu não quero mais ser só um potencial. Ele começa a questionar isso, entendeu? Por isso que a maioria dos meus caras são 35 mais. O cara já tá olhando pra família, ou já valoriza ali a família dele, ele quer ter um ritmo de vida que ele consiga abraçar a família dele, entendeu? Então, acaba pegando essa galera. Ou um jovem que sonha com isso.
Aí esse cara sim, esse cara tá num bom lugar. Por quê? Porque aí ele já viu o que ele não quer. Né? Cara, eu não quero isso. Eu quando era jovem na academia, lá na faculdade, né? Fiz. Eu falava assim, ó, eu não sei o que eu quero. Fiz administração, né, cara? Então... É um curso, né? Eu fiz administração também. Eu tava dizendo que administração... Ah, você faz o curso de quem não sabe o que quer fazer, né? É mais ou menos isso. É verdade, era assim.
Eu não sabia o que eu queria, mas eu sabia o que eu não queria. Isso é um ponto. Desde o início, eu sabia o que eu não queria. Eu me identifiquei muito com consultoria, porque eu poderia abraçar projetos. Isso era uma coisa que me atraía.
Entende? Depois a liberdade. Por que o digital me pegou tão forte? Porque existia um aspecto da liberdade, de trabalhar de qualquer lugar do mundo. Essa liberdade, essa mobilidade, isso me atraiu. Eu falei, opa, eu não sei direito pra onde eu vou, mas isso aqui eu quero.
E eu tinha uma questão minha interna, né? De rebelde, assim? Não, nem rebelde, não. Eu tinha uma questão missional mesmo. Eu tinha um desejo de ter um negócio livre pra que eu pudesse cumprir aspectos relacionados à minha fé e tudo mais. Então...
Aquilo ali me movia, entendeu? Internamente. E eu buscava angular o que eu tava fazendo de modo que eu pudesse cumprir aquele propósito ali interno meu, sabe? E aí eu fui buscando as alternativas. E encontrando. Aí encontrei no mercado digital esse caminho. Encontrei referências nessa jornada. O Flávio foi uma das principais, a principal referência pra mim de mentalidade, empresário, né? Um cara que...
Tem valores, que tem a família ali como uma base sólida e que move a rotina dele pra ir bem com a família, mas não abre mão da alta produtividade no negócio, sabe? Então, isso encaixou muito bem.
pra mim, se tornou minha principal referência. Tive a graça de poder caminhar com algumas pessoas próximas dele, dentre eles o Davidson, né? Que é um cara que, poxa, eu tenho muito carinho e que me ensinou muito dessa mentalidade de vendas, comercial e tudo mais. E isso é uma pessoa que eu tenho muita estima e que segue esses mesmos princípios na vida, né? E fui angulando a minha vida.
a esses princípios, a essa mentalidade e avançando. E quando você pega os teus clientes, o que você vê a característica em comum daqueles que estão despontando, cara? Cara, eu tava conversando sobre isso no carro, tava vindo com um dos meus clientes, que tá aqui na plateia inclusive, eu tava conversando exatamente sobre isso cara, no carro, que ele me perguntou ele é um case de sucesso, né? Aí ele falou assim o que você vê em mim, né? Eu falei, cara, você é um cara que ouve e aplica.
Então, o coração ensinável e a disposição de executar assumindo a responsabilidade que é sua pelo seu negócio, para mim é crucial de alguém que é um bom mentorado.
Vou te dar um exemplo prático. Eu creio, inclusive, que um bom mentor, ele precisa ser um bom mentorado. É isso aí. Tal qual um líder, um bom líder precisa ser um bom liderado. E para mim isso é essencial. Vou te dar um exemplo. Numa conversa que eu tive com o Flávio esse ano, no início desse ano, ele falou, cara, desliga um projeto que para mim era muito forte.
E eu falei, cara, você tá vendo algo que eu não tô vendo, tá? Ele, tô. Eu falei, não, beleza, então, desliguei. Mesmo sem ver? Cara. Você não tava vendo o que ele tava vendo? O número desse projeto era um número, cara, ele, posso abrir aqui, sem problemas. Era um projeto que tinha feito 3 milhões e me deu 50% de lucro. Ele mandou você jogar fora? Falou pra eu desligar.
E eu falei, cara, tá bom. Peguei, aí peguei aquela energia, o lance da simplificação que a gente tava falando, né? Aí peguei a energia daquele projeto, direcionei pro meu projeto principal, pro Makers. E, cara, a gente fez 3 milhões num mês, cara. Ou seja, você jogou fora do ano e você recuperou num mês. Um mês.
Então, assim, isso é o quê? É ouvir e aplicar. E assumir a responsabilidade, né? Porque, por exemplo, se tivesse dado errado, eu não ia chegar e falar assim... Ele ferrou, hein, Flávio? Não ia, cara. Não ia. Eu ia falar, cara, eu tomei a decisão. Foi o meu negócio. Eu assumi. Então, eu vou... Aí eu ia achar onde eu errei. Se não tivesse dado certo, eu ia procurar onde eu errei e ia buscar fazer o correto.
porque não existe essa, ó, às vezes eu ouço uma pessoa assim, ah, não, tô fazendo tudo certo, tá dando errado. Cara, não, cara, tá fazendo alguma coisa errada, pô. Se eu tivesse fazendo tudo certo, tinha dado certo. É tão óbvio, né? Mas, cara, não, você tá fazendo alguma coisa errada, tem alguma coisa aí. Ou é uma habilidade pessoal que não foi desenvolvida, é alguma coisa que você tá flexibilizando no processo.
é algum ponto cego que talvez você precise realmente de alguém externo para olhar e dizer para você, ó, vai por aqui. Então, essa para mim é a chave. Coração ensinável, ouvir, praticar e assumir a responsabilidade. Quando a gente começa a falar de margem...
Além da precificação, que você falou, tem muita gente que a margem tá destruída porque o cara precifica de um jeito horroroso. Aí não tem economia que ele faça pra buscar essa diferença, né? O que você vê que são outros atributos pro cara começar a recuperar a margem dele, que é uma margem legal, sabe? O negócio dele dar uma receita na qual ele fica feliz. Tem muita gente que fala assim, cara, eu tô cansado. Mas na verdade ele não tá cansado, ele tá ganhando pouco.
Sim. Porque ganhar pouco cansa. É verdade. Trabalhar muito, ganhar pouco estressa.
O que você acredita que fatura que recupera uma margem? Cara, um principal fator é fazer uma análise de aspectos que podem ser simplificados no negócio. Fale mais, gostei. Cara, tem às vezes corte de custo.
Olhando para corte de custo, é falar assim, cara, tem ferramentas que você usa que são duplas. Vou te dar um exemplo prático, vou dar exemplos práticos. A gente tinha lá um monte de conta de Zoom no nosso escritório, só que a gente pagava o Google Business, que dava acesso a contas irrestritas de Google Meet.
Então, é uma coisa... O Google Meet faz a mesma coisa que aquela ferramenta. É um vazamento invisível. Então, cara, cancelamos aquelas contas de Zoom. O que acontece com a margem? Diminui o custo, aumenta. Projetos que drenam a nossa energia, por exemplo. Então, às vezes tem uma coisa que você acha muito legal. Ah, é muito legal aqui. Só que ele só te drena a energia.
Cara, você vai fazer um projeto que é legal, bota ele na caixinha do hobby. Não como negócio. Trata negócio como negócio. Então, aprender a tratar o que é negócio como negócio é legal. O lance das três caixinhas, né? Hobby, negócio e caridade. O hobby, você gasta dinheiro para o seu prazer.
O negócio, você faz dinheiro com ele. E ele precisa ter margem, ele precisa ser lucrativo. E a caridade você doa. Você quer doar sem esperar nada em troca. Você quer o bem das pessoas. Estabelecer isso na nossa vida e olhar para o que a gente está fazendo. Poxa, o que eu estou fazendo é um hobby? Então eu não vou esperar lucro. Não posso esperar lucro de um hobby. Ao contrário, né? Ter necessidade de despesas. Eu não estou nem aí. Eu quero mesmo é gastar e ter o prazer de ter aquilo ali.
Agora, se é negócio, cara, ele precisa ser lucrativo. Então, se não tá sendo lucrativo, ah, mas preenche meu aspecto emocional. Cara, não é negócio. Tá preenchendo, é hobby. Então, coloque na caixinha de hobby. Não tem problema você ter, não, mas eu faço isso aqui, e a minha missão de vida, isso eu ouço muito, né? Cara, beleza, é sua missão de vida, mas não tá te dando dinheiro, não tá te entregando o que você quer e não tá levando você pra onde você quer ir.
Então isso não é um negócio. Tem gente que mistura as três? Muito. Muito. Eu vejo muito isso. Ah, não, porque eu faço isso pra ajudar. Então é caridade. Você fala pra ajudar? Só ajudar? É caridade. Então, não espero nada em troca. Não espere lucro, pô. Ah, mas eu faço pra... Eu cobro 50 reais pra ajudar, pô.
Não, cara. Dá. Você quer ajudar? Dá. Entrega de graça. Vai lá. Toma aí. Voluntário. Tem um dia voluntário aqui que eu vou atender todo mundo que não pode me pagar. Agora, você vai me pagar? Me paga o quanto é devido. Sacou? Eu vou gerar valor. Eu vou me empenhar aqui. Eu vou trabalhar, mas você vai me pagar.
Um dinheiro bom dentro daquilo que está compatível com o que eu almejo de trabalho com o potencial de ROI que eu sou capaz de te gerar. É assim que eu enxergo. Essas três caixinhas, quando o cara tenta criar um modelo de negócio que tem que satisfazer essas três esferas dele, vira um Frankenstein absurdo, né?
É, e gera confusão, conflito. Ele nunca tá feliz com o negócio. Ele nunca tá feliz, porque ele tá fazendo pra ajudar, mas querendo ganhar dinheiro. Fazendo pra ajudar no sentido, fazendo como caridade, mas querendo ganhar dinheiro. O cara tá errado, você não tem que querer ganhar dinheiro com a caridade, entendeu? É aí que tá o erro.
Faz a caridade, não tem problema. Vai lá, meu filho, doa. Pega um dia sua da sua agenda lá, fecha aquela agenda sua e atende de graça as pessoas. Você vai ficar feliz, vai ser legal, você vai ver as pessoas te agradecendo. Só que, cara, o preço que eu cobro pela minha hora é tanto. Acabou. Aí eu consigo ter um resultado diferente. Você acha que...
Muita gente, quando tem auxílio... Por exemplo, tem gente que se identificou agora com o que você falou. E às vezes, até o que você falou agora, ela fala assim, putz, eu sei. Mas eu precisava ouvir de alguém. Tem gente que às vezes só te busca só pra confirmar o que você já sabia? Tem, cara. Mas o cara já sabia.
Tem, mas ele precisa pagar. Ó, eu falo que muitos maridos, muitos maridos, me pagam pra ouvir o que as esposas dizem. É, eu falo... Ó, calma se que essa foi muito brome.
Ouça essa mulher. É isso, cara. E aí, muitas vezes, tem o marido e a esposa na mentoria, né? Eu gosto muito de casar junto, cara. Eu acho que é assim... Eu empreendo com a minha esposa. Animal. Eu sou dessa... Você também, eu sei. Cara, um casal alinhado, no mesmo propósito, ninguém segura, cara.
nem segura. Um casal alinhado, fechado, com a mesma visão, caminhando, sabe? Você tem muito menos atrito, conflito, vocês se entendem mais rápido, se alinha, avança, você tem velocidade naquilo que faz. Mais resistente à porrada, né? Mais, porque estão juntos no mesmo barco ali, né? Então, assim, tem que fazer dar certo, ninguém tem plano B.
meu plano B é fazer o plano A dar certo, então se a gente não der certo, já era, então você também vai com mais força, então eu gosto muito disso, e tem bastante casais nos nossos programas, de mentoria e tudo mais, e aí o que é muito legal, que toda quarta-feira a gente se encontra no Zoom, e aí a gente bota verde e se encontra, é um ritual nosso, e aí cara, quando chega na trilha, bota verde mesmo, bota verde, é roupa verde,
Nosso clube é verde, né? A gente quer tornar o mundo verde e bom. Que legal, né? Somos sementes pra que a gente possa florescer como árvores frondosas, né? Que muitos repousam sob sua sombra. Essa é a nossa visão, assim, de mundo filosófico que a gente busca trazer pra galera, né? Que os nossos negócios, eles são mais do que pra nós mesmos, né?
Muito legal isso. E aí... E aí é muito legal porque eu... Às vezes eu, sei lá, dou um aperto, né? Alguém faz uma pergunta e eu dou um aperto. Aí eu vejo a esposa do lado falando assim, ó. Te falei? Te falei, sabe? Ou então assim, ó. Cutucão assim, sabe? Olha lá, ó.
Então, cara, é isso que acontece. Tem muita gente mesmo que muitas vezes vem e que precisa, cara, ele precisa ouvir de alguém externo. É difícil a gente ler o rótulo da garrafa do lado de dentro. A gente precisa de alguém externo para nos abrir os olhos. Eu vivo isso, você vive isso com seus mentores ou com meus mentores.
A gente vive, pô. Tem que ter alguém externo falando... O ponto cego, às vezes, ele é óbvio. Inclusive pra quem tá dirigindo. Vamos imaginar o cara dirigindo. Tem um motociclista no ponto cego do carro ali. No retrovisor, ele olha e não dá pra ver. Porque tá no ponto cego. O carona, vê. E ele fala, ó, tem um motociclista ali. O cara, ó, obrigado.
Era simples, era uma coisa boba, mas fica fechado. A gente precisa de alguém externo, olhando, falando. A gente não nasceu... Aquela história do self-made man. Cara, isso não existe, cara. Não existe self-made man. Todo mundo precisa de alguém pra vir pro mundo. A gente precisou de alguém, pô. Não existe self-made man, sacou?
Cara, muito bom essa frase. Às vezes eu falo o que a mulher dele já disse pra ele. E quando a gente começa, principalmente com esse conceito, escala, margem, recorrência, padrão dos negócios que crescem. Você vê, primeiro, é um ótimo modelo, mas isso nasce de um coração ensinável. Sim.
O que você acredita que é um ladrão de oportunidade de crescimento é por exemplo se deu o exemplo dos médicos e tem muita gente que é resistente a pedir ajuda por
Mas o que você vê que é um empecilho assim? Por que eu gosto de trazer também os tropeços? É que nem você falou no começo. Cara, eu não sabia o que eu queria, eu sabia o que eu não queria. Perfeito. Então, às vezes, você não tem que saber o que você tem que fazer. Você tem que saber só o que não fazer já é muito bom. Sim. E o que você acha que é? Tem alguns, cara. Tem dois tropeços grandes. Um deles é a soberba.
É o cara achar que ele dá conta de tudo sozinho. Eu sei, eu não preciso aprender, isso aí eu já faço, isso eu aconteço. Ou seja, essa postura altiva de, cara, não preciso, entendeu? Até quando, sei lá, o cara se abre pra mentorar, mas tem esse coração.
Você orienta ele, aí ele vai falar, não, mas isso aí, na verdade, eu já tinha tido de ideia. Você já deve ter passado por isso, né? Você, cara, você abriu os olhos do cara pra alguma coisa, ele, não, mas na verdade eu já tinha tido essa ideia, eu só não tinha feito, né? Sim, sim, arrogância. É arrogância, então isso rouba a pessoa de ir mais fundo, de aprender mais, de se desenvolver mais, até de questionar os próprios padrões.
Porque eu não tô falando de ser uma massa de manobra, né? Ah, qualquer coisa, eu lancei, senhor e tal. Não, cara, eu tô falando de você questionar, mas entender que você não tem todas as respostas. E é por isso que você precisa de ajuda. Então, esse é um elemento. E o outro elemento, cara, é o vitimismo. É achar aquela postura assim, ó vinda, ó céus, ó azar, tudo acontece na minha vida. Eu tenho uma premissa, cara, eu não gosto de andar com azarado.
Sabe? Não gosto, cara, de andar com azarado, sabe? Por quê, cara? A gente sabe que azar não existe. Só que, cara, aquela pessoa que tudo dá errado na vida dela e só na vida dela que as coisas dão errado, é ela que tá errada. É a postura dela diante da vida que tá errada. É verdade. Entende? Então, o azarado é quem? É essa pessoa que se acha a vítima de tudo. Tudo de mal acontece pra ela e com ela. Estranho, né?
Então, entender que a responsabilidade de mudar a sua realidade é sua, para mim é uma chave. Porque só dá para mudar se eu tiver coragem de assumir a responsabilidade. Senão não tem como mudar.
Senão é só assim, eu só vou funcionar se todas as condições estiverem favoráveis a mim. Senão não funciona. Aí você fica refém do destino. Aí é melhor o cara acreditar nisso aí. Ah, destino, que tiver que ser, será. Essa conversa. Que na verdade leva a pessoa para um lugar onde ela não é protagonista da história dela. Eu creio na possibilidade de alguém com as suas escolhas modificar o destino dela.
Eu não vim de uma família rica, também não era pobre, não tenho aquela história do drogado para contar, nada disso. Se fosse a história do filho pródigo, eu sou o filho que ficou, sabe? Então, eu não vim nem de uma família paupérrima, mas minha família tinha bastante desafios financeiros e nunca poderia proporcionar a realidade de vida que eu vivo hoje. A realidade de vida que eu vivo hoje foi construída a partir de escolhas.
de decisões, de renúncias, de sacrifícios, de caminhos que eu fui adotando, buscando ouvir conselhos e andar sobre esses conselhos. E hoje eu consigo usufruir disso e proporcionar para os meus filhos um ambiente infinitamente melhor do que eu fiz lá atrás. Então eu creio que é possível a gente mover a barra social. Sei que para algumas pessoas é muito mais difícil.
Mas eu creio que existe essa possibilidade. Então, eu não creio que as pessoas são fruto do meio. Eu creio que o meio tem influência, mas não determina a realidade de vida dela, entendeu?
E aí dando um cavalinho de pau, principalmente que a sua visão é importante, hoje você é dono dos maiores clubes da Metric Society, uma empresa na qual a gente sempre volta e meia mostra por aqui, foi fundada dois anos atrás e cruzou o primeiro bilhão de receita combinada. Então você é um dos maiores acionistas. Como que você enxerga...
o futuro da educação né eu acredito que no final das contas todo mundo tem uma empresa educação sim né o médico ele tem a educação de saúde sim
o advogado, sobre as regras do jogo. Todo mundo é uma empresa de educação. Você primeiro é uma empresa de educação, depois você é o seu subproduto. Você é uma empresa de educação que vende tijolo. Você é uma empresa de educação que vende serviços. Por exemplo, a gente está no Vente. A gente é uma empresa de educação que vende soluções educacionais para equipes... Então a gente sempre é uma empresa de educação.
Como que você enxerga hoje o mercado educacional e as oportunidades que tem nele? Cara, eu vejo como um grande poder de pessoas que têm know-how conseguirem construir principalmente um motor 2 nos seus negócios através da educação. Eu vejo um potencial de aumento de margem direta.
E eu vejo uma possibilidade prática, principalmente de quem faz. Porque o mercado da educação, ele nasce de um espectro teórico. Onde teóricos te ensinam. Na faculdade eu tive um professor, isso é real, não é um metafórico, tive um professor de empreendedorismo que não tinha empresa. Como pode?
Você ter um professor de empreendedorismo que não tem empresa.
Pode, existe uma teoria sobre empreendedorismo e tal, e você até pode aprender alguma coisa. Só que o que é mais poderoso? Você aprender com um professor de empreendedorismo sobre empresa, sendo que ele nunca passou por essa experiência, ou você aprender com um empresário que construiu, que ralou, que pagou o preço, que vai poder te orientar para construir empresa. Então, eu creio que o futuro da educação, principalmente nesse âmbito da educação empresarial,
Ela tá...
É muito grande, por quê? Porque existe valor no know-how prático. Existe valor na capacidade de geração de resultado da vida. E isso sendo transportado para uma realidade educacional com metodologia, com estrutura, com estratégia, a gente consegue fazer algo tão poderoso quanto o que a gente está vendo no fenômeno que é a nossa liga. Se tem algum empreendedor?
algum autônomo porque eu fico pensando sempre com a cabeça de quem tá ouvindo assim sabe toda vez que eu tô entrevistando e o cara não sei também eu fosse um pouco só de ajuda se você topa tá mas tem que tá né
só para colocar um número de WhatsApp da tua empresa pelo menos você ouvir o que isso do cara Qual que é o problema que o cara tem não sei se enfim você vai conseguir atender se tá mas para entender o momento que o cara tá
A gente deixa um telefone de WhatsApp. Topo. Topa? Topo. Pelo menos, nem que você fale assim, cara, o diagnóstico é esse, você tem que fazer isso aqui, ó. Vai fazer outra coisa. Não, é esse, cara. Vai pra lá. Leia esse livro aqui que já vai te ajudar muito. Perfeito. Entendeu? Legal. Nem que você só aponta o cara pra direção. Sim. Tá? Ótimo. Mas topa? Topo.
Topa. Trazer uma direção objetiva. Então, turma, tô colocando aqui na descrição, aqui ó, tá aparecendo aqui o WhatsApp direto desse cara, tá? Eu acho que ele colocou algum WhatsApp aí, ele vai dar um número aqui, tá? Criou isso aqui agora. Então, manda mensagem, você profissional, cara, eu tô nesse platô.
Eu não tô enxergando o meu próximo patamar. Eu cheguei num ponto, sou grato por esse ponto que cheguei, mas eu sei que eu posso muito mais além. Então manda uma mensagem pro Pedro. Fala que você vê como você fez isso, que ele vai te ajudar. Nem que ele te aponte um caminho pra te dar uma luz. Tá? Beleza? Beleza. Então combinado. Primeiro palmas pro Pedrão que topou a minha loucura.
E nesse bloco aqui, no bloco final, eu quero ir para as perguntas da plateia. Ah, boa. Tá? Tá bom. Então, primeira pergunta de quem, produção? Quem tem a primeira pergunta e quem quer fazer? Jean, pergunta sua, Jean. Ó, só vir na faixa branca e manda pro Pedrão. Vamos lá. Pedro, como é que você faria pra achar e desenvolver o seu primeiro líder comercial?
Achar e desenvolver o primeiro líder. Cara, assim, eu botaria ele do meu lado, vou falar como eu fiz. Pode ser? Vou responder como eu fiz. Meu primeiro líder comercial era meu designer. Ele sentava na minha frente e ele ouvia as minhas reuniões de vendas. Até que um dia ele falou, cara, eu quero isso aí. Quero ganhar mais dinheiro. Vou abrir mão aqui do designer. Posso ser vendedor?
Foi assim que começou. E isso me deu a pista pra todo o processo de formação que a gente faz dentro da nossa empresa. Como é que a gente faz o processo de formação na nossa empresa? A gente pega um comercial...
coloca ele para assistir reuniões, e aí dentro de um período específico, uma semana de treinamento, onde ele assiste reuniões ao vivo e assiste reuniões gravadas, e conhece a respeito do produto. Então a gente mescla esses três elementos, reuniões gravadas, reuniões ao vivo e o produto. Depois a gente dá um desafio para ele.
Aí ele faz um role play, ele faz um teste ali, ele faz uma simulação de vendas com o líder dele, recebe feedbacks e aprovado nisso, ele é liberado para fazer a primeira venda dele. Ele é desafiado a fazer a primeira venda dele, que pode ser com contatos do nosso RM ou contatos que ele quiser.
Se ele conhece alguém, por exemplo. E a gente estimula, inclusive, que sejam pessoas que ele conheça. Para ele poder se sentir um pouco mais confortável. E a partir desse lugar, ele vai se desenvolvendo dentro do nosso processo, do nosso plano de carreira. Então, um líder dentro da mentalidade empreendedora, ele não é um líder que chega. Ele é sempre um líder que é formado ao ponto de merecer essa liderança. Muito bom, hein? Parabéns. Palmas. Playbook certinho.
Próxima pergunta? Wesley. Fala, Pedrão. Cara, queria saber como é que constrói um negócio que entrega margem, escala e recorrência, se muitas vezes para conseguir a escala, você tem que abrir mão de um pouquinho de margem. Como é que você fez isso?
Perfeito, muito boa pergunta. Eu estava falando aqui sobre o processo, ideação, validação, tração e escala. Para mim, para construir um negócio que possa entregar os três elementos, a gente precisa, no estágio de ideação, ter ele mapeado.
O que é a margem ideal do meu negócio? Qual é a recorrência que eu espero? Eu espero uma taxa de renovação de quanto? E qual é a escala que eu consigo dar conta com a realidade que eu tenho? Por quê? Porque dentro do processo, principalmente de venda de serviços, mentorias, coisas desse tipo, consultorias, treinamentos,
A gente vai ter uma escala que vai estar limitada ou na quantidade de pessoas que você atende, então você vai ter que ter menos aspectos individuais para trabalhar, você vai buscar um trabalho onde você tenha mais um para muitos, trabalhos mais em grupo, e formação de equipe para dar suporte, dependendo do nível de especificidade que você precisa ter ali.
Então, na minha visão, pra você construir um bom modelo de negócio com margem, recorrência e escala, você tem que ter um bom planejamento antes de tudo. Muito bom. Tá bom? Muito bom. Palavras para o Pedrão. Quem é produção para o final? Ana. Ana, só charar em produção. Aninha, essa ideia é sua. Vai.
Pedro, como e quando que você percebeu que o seu método estava pronto para ser validado e para ser principalmente reproduzido aí também pelos seus mentorados, não só por você? Olha, boa pergunta, hein? Muito boa. Eu percebi... Ah, senhor. Eu vou responder engraçado. Eu gosto dessa história do Pedro. É muito boa. A sua mulher falou que estava pronta.
Foi, foi. Cara, assim, se você não tiver vergonha da sua primeira versão, você demorou muito pra lançar. Então, no fim, a gente nunca vai estar 100% pronto. Na último encontro agora do mês, um mentorado levantou a mão e falou assim, cara, tem uma aula sobre tal assunto? Aí a gente falou, vamos criar.
Ou seja, até hoje a gente segue criando e melhorando, tá? Mas eu não vou fugir da tua pergunta não, tá? Mas isso é um ponto-chave nesse processo, por quê? Porque muita gente trava porque acha que nunca tá pronto. E nunca vai tá 100% pronto. Só que você precisa ter um corpo mínimo de pessoas pra validar. Eu gosto de validar um projeto com 12 pessoas. Por que 12? Porque com 12 a gente consegue descobrir o Judas.
quem a gente não quer no nosso negócio. Então, tão importante quanto a gente descobrir quem a gente quer e quem a gente pode ajudar bem, é a gente também descobrir quem a gente não quer. Então, na minha visão, os 12 primeiros clientes, eles dão para nós um retrato de...
esse aqui eu quero mais, esse aqui o meu projeto, ele tem uma aderência maior, esse aqui eu consigo ter um... Cara, eu faço isso aqui, ele estoura, esse aqui já tem um pouco mais de dificuldade, então eu preciso evoluir ali. Meu método funciona mais com esse tipo de profissional. Funciona mais aqui, menos ali, e a gente consegue mapear, balancear e ter uma leitura um pouco mais clara desse processo. Tá bom? Muito bom, muito bom, muito bom. Gente, palmas, que foi clássico, foi aula, hein?
Foi aula o podcast. Foi aula. Porque você trouxe conceitos, você trouxe fundamento, você trouxe oportunidades, mas trouxe ameaça, trouxe muito como, mas você também trouxe o porquê. Boa. Então você mexeu não só no botão do como, que é a espinha dorsal desse podcast, mas você também trouxe o porquê. Legal. Pedrão, a mensagem final é sua desse podcast, cara.
Cara, minha mensagem final é não roube do mundo a sua mensagem. Todo mundo que tá ouvindo a gente aqui tem algo poderoso dentro de si. Você é o único.
Você é uma pessoa especial, você foi planejada, sonhada, pensada. Você não veio ao acaso, você não é fruto do meio, você é importante. Então, aquilo que você tem dentro de você, só você tem, só você carrega. O seu principal diferencial é quem você é.
Então, não deixa a sua mensagem parar por causa do que as pessoas vão pensar, por causa de um tipo de marca pessoal ou preciosismo que você tenha a respeito de alguma coisa na sua vida. Seja você, seja firme, vá em frente e não roube do mundo a sua mensagem, porque toda vez que você cala, o mundo fica mais pobre, porque falta a sua mensagem em outras pessoas. Pra cima.
Animal, animal, animal. Senhoras e senhores, eu vou ter em todas as redes sociais do Pedro Quintanilha. Siga ele, fala que você vai como você fez isso. Vai adorar. O cara é sangue bom, gente boa, do bem, sabe muito, tem know-how. Eu tenho certeza que você vai aprender muito com ele também. Estou deixando também na descrição aquele WhatsApp maroto. Mande se você vê que você bateu num platô, você quer o próximo nível de crescimento dentro da sua carreira, dentro da sua profissão, dentro do seu negócio.
E, obviamente, se você está assistindo a gente por qualquer que seja a plataforma,
Siga os canais agora Faz isso rapidinho Faz dois segundos Então assim que você desligar Vai lá e dá a sua curtida Siga os nossos canais E compartilha esse episódio No seu grupo de WhatsApp De família, de trabalho Que eu tenho certeza Que você vai contribuir com alguém De novo, Pedro Novamente parabéns Fala brilhante
brilhante trajetória que você tem, tá? Um cara walk the talk, tá? Um cara que vem fazendo um trabalho excepcional e contribuindo com muita gente. E a você, obrigado pela tua confiança, pela tua companhia e plateia maravilhosa. Palmas pra vocês, plateia maravilhosa. Vocês já mandaram muito bem. Fica com Deus. Até semana que vem. Beijo e tchau.
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