Episódios de Igreja Kyrios

A fome que nada consegue substituir - Mateus 5:6

05 de maio de 202645min
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 @igrejakyrios  | Igreja Evangélica Kyrios - Série: O Caminho para Verdadeira felicidade - IVCulto do dia 03.05.2026 - por ⁠  @Klauspiragine Você já sentiu que, por mais que conquiste coisas, algo ainda falta? Jesus chama isso de "fome e sede de justiça". Não se trata de religião, mas de uma necessidade profunda de reconciliação e perdão.Neste palavra, descubra os dois caminhos diante do vazio interior: o cinismo de quem se conformou ou a indignação de quem busca mudança real. Uma palavra poderosa para quem cansou de tentar resolver tudo sozinho e deseja ser saciado de verdade.Que esta Palavra continue falando ao seu coração e fortalecendo sua fé ao longo da semana. Se desejar, venha nos visitar e participar de um de nossos cultos — será uma alegria receber você e sua família.Que Deus abençoe sua vida. Tenha uma semana cheia da graça e da paz do Senhor!Conheça nossas músicas autorais:Meu Lugar – https://youtu.be/htZ9wZZryaMMinha Adoração – https://youtu.be/6kQtwF0m67kConecte-se conosco:Fale conosco: https://portal.igrejakyrios.com.br/fale-conosco/Site: http://www.igrejakyrios.com.brInstagram: https://www.instagram.com/igrejakyrios/

Participantes neste episódio1
P

Pastor Daniel

Host
Assuntos5
  • Justica e VerdadeNecessidade de perdão e reconciliação · Transformação interior e retidão · Justiça relacional e amor ao próximo · Justiça com relação ao mundo e solidariedade · Perigo do cinismo e anestesiamento social · A importância da presença de Jesus
  • Função Social da ReligiãoLevar o pão físico e espiritual · Ser um legado para as próximas gerações · A transformação de vidas como propósito
  • Metodologia de Eventos de Alta ConversãoReconhecimento da necessidade de um salvador · Arrependimento e choro · Obediência e coração manso · Transformação do ser
  • Distração e foco no propósitoNão se anestesiar com distrações mundanas · Rejeitar a teologia da ostentação · Encontrar satisfação em Deus
  • Vida de santidade como escolha conscienteEvitar o pecado e a vida dupla · Ser uma fonte de água limpa · A graça de Deus como força transformadora
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Levanta a minha outra, sabe, diga aí. Essa é minha Bíblia. Eu sou o que ela diz que eu sou. Eu tenho o que ela diz que eu tenho. E eu posso o que ela diz que eu posso. Abrirei meu coração. Deixarei a palavra de Deus entrar.

Amém. Glória a Deus. Glória a Deus. Vamos orar? Senhor, fala conosco nessa manhã. Senhor, abençoa as nossas vidas. Traz, Senhor, a Tua Palavra ao nosso coração. Nós precisamos ouvir Tua voz, Senhor.

Precisamos sentir, Senhor, a tua presença, Pai. Em nome de Jesus. Amém. Mateus 5, 6 diz assim, Bem-aventurados que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados, fartos. Alguns anos atrás, logo no começo do meu ministério, uma jovem de 27, 28 anos me procurou.

Ela não era convertida, ela estava num processo de conversão, mas você percebia pelo jeito, pela forma dela falar, que a vida dela tinha parado. Sabe quando uma pessoa parece que está andando, mas já morreu por dentro? Nada que você fala toca o coração, uma tristeza profunda.

Ela vinha perdendo peso, ela vinha ficando muito, muito triste, não parava em emprego, não tinha sonhos. Então, ela era amiga de uma irmã da nossa igreja e estava se convertendo e marcaram o horário para eu conversar com ela. E no meio da conversa, o Espírito Santo foi fã no meu coração de uma das essências da nossa alma, de uma das necessidades da nossa alma, que é o perdão.

E eu disse, eu não sei o que aconteceu na sua vida, mas eu sinto que a sua vida parou desde que você não conseguiu se perdoar. E então ela me contou uma história triste que na adolescência, final da adolescência, na juventude, no início da juventude, ela engravidou. E forçada pela família e forçada pelo namorado da época.

fizeram e a convenceram que a melhor atitude seria interromper a gravidez. E ela começou a chorar copiosamente. E disse, minha filha hoje poderia ter, ou filho, nove anos de idade. E ela podia estar brincando e podia estar comigo. Que situação. E o que falar nessa hora? O que dizer pra essa pessoa nessa hora?

A única coisa que eu podia dizer é que Deus tem perdão para dar. Que às vezes a gente não entende algumas coisas que acontecem, a gente se arrepende dos nossos erros, mas a graça de Deus inunda o nosso coração e nós precisamos aceitar o perdão de Deus. Essa é a fome do nosso coração.

Quando a gente lê esse texto, a gente vai entender que Jesus vem falando dessa transformação na vida do homem.

Primeiro a pessoa antes de se converter precisa reconhecer que precisa de um salvador. Senão ela não pode se converter. E só vai reconhecer quem é pobre de espírito. Quem entende que não consegue fazer as coisas se salvar sozinho. Depois essa mesma pessoa vai se arrepender, vai chorar. Vai trazer o choro do arrependimento no seu coração. E assim é o processo da nossa conversão. A gente reconhece os nossos pecados. A gente lamenta os nossos pecados.

E aí a gente vai entendendo que nós não conseguimos fazer essa mudança sozinho e o nosso coração se torna manso para obedecer a vontade de Deus e para se colocar debaixo. Foi assim que você se converteu. Recebe o processo? Foi esse processo. Você falou, eu não entendo nada, mas eu vou obedecer. Nem tudo eu concordo, mas eu vou ter um coração manso para entender o que Deus quer falar comigo agora. Eu vou me abrir para a palavra de Deus. Não foi assim?

E aí você chega num momento onde você começa a viver uma transformação. Que era isso que essa jovem estava passando. Será que eu tenho esperança ainda? Essa fome que Jesus falou e essa fome e essa sede, ele está falando dessa secura da alma, desse sentimento vazio do nosso coração, onde a gente vai buscar diante de Deus uma transformação, uma mudança.

Não adianta só você se arrepender e continuar fazendo a mesma coisa. O que Jesus está dizendo para nós é que essa fome, essa sede, não é um ato religioso, não é uma busca de dogmas, não é um pensamento filosófico, uma boa ideia, uma cultura nova que a gente entra, mas é uma transformação do nosso ser.

É a mudança da nossa vida. É quando a fome e a sede por justiça entra na nossa vida que a gente encontra quatro dimensões dessa fome e sede por justiça. E essas quatro dimensões é o que é o processo da nossa conversão. É disso que nós estamos nos convertendo. A primeira é a fome da justiça de Deus, da reconciliação com Deus. Era isso que essa moça procurou.

Apesar das situações que ela fez e ela se arrependeu, induzida ou não, forçada ou não, havia uma necessidade de se reconciliar com Deus. E essa é a primeira fome da alma da gente, a gente sente essa desconexão. A gente sente que está tudo certo, nós estamos fazendo um monte de coisa, mas está faltando alguma coisa, já sentiu isso?

Essa semana atendi uma amiga querida que mora em outro estado. E ela falou, preciso falar com você, pastor. E ela também está passando por um processo de transformação. E ela disse, eu preciso, com lágrimas nos olhos, me reconciliar, me reencontrar com Deus. Eu me perdi em algum momento.

Essa é a fome da justiça de Deus, de querer estar ligado com Ele, de querer receber a graça dEle, de querer ver a bondade dEle, o perdão dos teus pecados. Oh, como é bom você poder chegar diante de um Deus maravilhoso e falar, Senhor, eu me arrependo dos meus pecados e Ele é fiel e justo para perdoar os teus pecados e dos teus pecados não se lembrar mais. Diz a palavra de Deus.

A segunda dimensão dessa forma de justiça é interna, é o coração. A gente traduziria melhor a palavra por retidão. A gente não usa mais esse termo no nosso meio coloquial, mas era muito antigo na teologia, a gente usava a palavra como retidão, ou seja, é a transformação do homem interior.

É a sede de não ser mais o mesmo. Eu não sou mais essa pessoa. Eu quero me libertar desse mal que eu faço, que eu não quero mais fazer. E eu preciso de transformação. Eu tenho fome e sede de santidade.

Esse é o processo de generação, de transformação, de justiça de Deus. Não existe, irmão, põe na tua cabeça isso. Salvação sem busca de transformação, sem busca de retidão.

Essa graça barata que a gente escuta por aí. Jesus te salvou, te perdoou, faz o que você quiser. Essa não é a transformação. Há uma fome e sede de você viver melhor, de você ser melhor, de você abandonar os seus erros. É o grito que Paulo disse, o bem que eu quero, esse eu não faço. O mal que eu quero, esse eu faço.

miserável. Esse grito do miserável é a fome e sede por justiça. É quando você fala Deus, eu quero ser transformado. Tem gente aqui que quer ser transformada hoje, meu irmão. Tem gente que tem essa fome ainda na sua vida, meu irmão. Se você tem fome, dá um glória a Deus aí.

E Jesus falou, felizes são esses que têm a fome. Eu já vou explicar. Mas deixa eu continuar. A terceira dimensão da fome é a fome relacional. É quando você fala, eu quero abençoar o próximo. Sabe, eu tive uma experiência dessa maravilhosa quando eu peguei um menininho na África. Edson, né? Ed? Ed? Peguei o Edzinho na África, assim. Um menininho, uma coisa fofa, irmão.

Ah, meu Deus do céu. Eu tenho uma foto com ele, eu vou ver se eu posto. Faz uma foto. E ele vem, ele coloca a cabeça no meu peito assim na hora do culto e... E tira um cochilo gostoso, sabe? E eu não sei se você vai entender, mas tanta caristia, tanta pobreza, tanta necessidade, comendo peixe seco, quando tem peixe podre, quando tem é seco de podre, sabe?

E você tem uma sede de fazer alguma coisa. Deus me ajuda a fazer alguma coisa. Me ajuda, Senhor, a amar o meu próximo. Me ajuda a levar a justiça. Me ajuda a levar a igualdade. Me ajuda a levar a solidariedade. Me ajuda a levar amor para essas pessoas. E aí a quarta dimensão dessa fome e sede com justiça é com relação ao mundo.

Quem aqui não gostaria que o nosso mundo fosse transformado? Que esse povo parasse de guerrear por causa de bobagem? Que a gente parasse de ver gente morrendo? Graças a Deus isso não acontece no nosso país ainda. Mas imagina um pai mandando seus filhos para a guerra.

Imagina que tristeza você ver essa dificuldade social, onde um povo tem tanto. Eu me lembro a primeira vez que eu fui aos Estados Unidos, tinha 30 anos de idade, e ligaram os sprinters, assim, com aquela grama maravilhosa, tudo verdinho, quem já foi já viu isso, e aí começa a jogar água.

E você fala, é muita água. Aí você imagina que do outro lado do mundo o pessoal não tem o que beber água. Aí você fala, meu Deus, não estou falando só de dinheiro, não estou falando de água, de coisa essencial. E essa fome por justiça.

Ela entra na nossa vida, essa fome por necessidade da glória de Deus, da graça, do amor, seja espalhada. Então, essas são as quatro dimensões que Jesus está falando. Uma pequena frase, felizes são os que têm fome e sede. Quer dizer, sente a secura, sente a angústia, sente o desejo de transformação, necessita de perdão, ama o próximo, leva a palavra de Deus, tira o casaco para dar para quem está com frio.

Entende que o mundo podia ser diferente se a graça de Deus alcançasse todas as pessoas. Se o verdadeiro amor de Deus chegasse na vida das pessoas. Se Cristo reinasse, a gente teria uma vida diferente. Verdadeiramente. Não essa ideia religiosa que muitas vezes é usada para dominar. Então Jesus vem e fala, é isso que é a felicidade. Você vai encontrar felicidade. São felizes a você que sente essa necessidade. Por quê? Porque a gente vive num mundo anestesiado.

A gente vive num mundo onde as pessoas perderam a razão. Elas não têm mais humanidade. Elas olham pra pessoa e pegam o binê e jogam no lixo. É. Vocês estão chocados comigo, mas é verdade. Elas não conseguem enxergar o próximo. Elas não conseguem enxergar os seus próprios erros.

E o mundo vai nos anestesiando, vai matando. Minha mãe tinha uma frase, eu não sei se é verdade, mas minha mãe falava isso quando eu era criança, eu achava muito engraçado. Nunca pesquisei para saber, ela falou assim, come, porque se você não comer, seu estômago vai grudar.

Sua mãe falava isso pra você também? Quem que ouviu essa história aí? Eu acho que é mentira, mas tudo bem. Mentira não, engano. É uma falácia, né? É um engano da minha mãe. Mas eu acho que espiritualmente isso funciona. Quando a gente vai sendo anestesiado e vai comendo uma série de coisas que não tem valor na nossa vida, eu acho que a gente perde a fome.

E o que a gente é anestesiado? A gente é anestesiado às vezes com poder, a gente é anestesiado às vezes com glória, às vezes é anestesiado com entretenimentos. E como eu disse pra você, todas as coisas nas suas devidas proporções têm o seu lugar, mas a gente vai sendo anestesiado com essas coisas. Mas isso não sacia a nossa fome.

Não sacie a nossa fome. Não adianta você chegar e ganhar o mundo inteiro. E chegar lá no topo do mundo. E perceber que você perdeu a sua alma. Que você ficou seco e árido. É isso que a gente faz. É como se nós estivéssemos olhando. E Deus estivéssemos olhando para nós. Imagina você ter um bebê na sua casa. Que precisa de papinha. E você compra um saco de bala. E fala, come isso aí. Que isso aí vai te fazer bem.

E ele come aquilo, mas ele fica mal. E a gente está mal. Está mal por quê? Porque a gente começou a ser enganado. A ser levado a entender que essas coisas vão substituir a essência da nossa alma. E a essência da nossa alma é que nós precisamos de Deus. Precisamos nos reconciliar com Deus.

Precisamos ser perdoados por Deus. Precisamos levar o perdão de Deus. Essa é a essência da nossa alma. E você tem fome e sede disso. Mas a gente não percebe. Então as pessoas vão dizendo pra nós, seja feliz e o buraco do teu coração vai ser tapado. Ou seja, conquiste tudo que você puder e você vai se sentir o cara.

E quando você faz tudo isso, você percebe que estavam tentando matar a tua fome e tua sede. Com coisas que são anabolizantes, distrações. E aí você vai pra um lado que a gente chama de cinismo. A fome começa a ser tanta que você já não percebe mais a fome. Você já não percebe que você tem...

necessidade de Deus. Que você precisa da presença de Deus. E aí você começa a ser cínico. Que você começa a ser cínico. E o cinismo é mais ou menos o cinismo de Moisés, sabe? Moisés, quando Deus pergunta pra ele, Moisés, vai lá. Ele fala, quem é você? Se eu for lá, o que eu falo? Quem é o seu nome? Eu não sei falar. É como se a gente dissesse assim, aí ó, esse é o Ed. Essa é a melhor experiência.

que eu já pude ter conhecido. Na verdade, ele me adotou, não fui eu que adotei ele, né? Ele me adotou. Ele chegou lá e falou, você é seu amigo, e tudo bem que você é meio esquisito, usa óculos, é branco, mas eu te perdoo. Ele me adotou. E aí a gente chega num ponto da nossa vida que a gente começa a ficar cínico. Começa a dizer, sabe de uma coisa? Não adianta nada. Ninguém muda.

As pessoas falam que estão mudando, mas não estão mudando nada. Não adianta nada ajudar alguém. Ajuda, a gente ajuda, ajuda, ajuda, ajuda e não resolve. E esse cinismo vai anestesiando a nossa fome, a nossa sede por justiça de Deus. E a gente começa a entrar num ponto que a gente fala assim, ah, vou viver minha vida do jeito que dá.

Eu não vou ter mais essa ânsia de viver uma transformação, de viver presença de Deus, de ajudar, de ver o mundo sendo mudado, de mudar o mundo de alguém. Já que eu não posso mudar o mundo inteiro, eu posso mudar o mundo de alguém. E eu vou perdendo a fome, eu vou ficando preocupado com as minhas próprias necessidades. E aí Jesus vai dizer uma coisa interessante, ele fala assim, feliz é o que tem fome ainda. Feliz é quem tem fome.

Porque tem gente que já perdeu a fome. Foi distraído por esse mundo que silencia a nossa fome.

Mas dentro da gente, queria ter um desejo enorme de ver a glória de Deus sendo manifesta, de ver o poder de Deus transformando a vida das pessoas, de ver a glória de Deus enchendo a casa. E quando você entra na casa de alguém, a presença de Deus entra, você vê transformação na vida daquela pessoa. Quando você começa a falar do amor de Deus, você encontra algo que é poderoso para mudar a sorte, a história da vida das pessoas.

E Deus nos levantou para buscar. E quando você busca a presença de Deus, e mesmo com as suas dificuldades, e mesmo com os seus defeitos, você começa a perceber que coisas que você não podia deixar, coisas que você não podia abandonar antes pela sua própria força, agora você pode abandonar, porque a graça de Deus invade o seu coração. Ele te põe de pé, Ele te põe de pé, Ele te levanta. Mas cuidado, porque eles estão tentando matar a tua fome.

E o mundo ao invés de dizer que o que você precisa é se reconciliar com Deus, o mundo vai dizer que o que você precisa é buscar mais coisas. Se você consumir mais, talvez você vai ser feliz. Se você tiver mais coisas, você vai ser contente. Se você possuir mais posses, talvez você vai conseguir ser feliz. E o mundo está dizendo, esse é o caminho para saciar a fome. Mas Jesus falou, não, não, o que você tem fome é de justiça. De justiça de Deus.

nessa dimensão. E é interessante que quando você é levado por Deus a esse encontro de justiça, o vazio, a tristeza vai embora. Quando você encontra essa necessidade e você é alvo de resposta de Deus para essas pessoas, você sente a preenchimento da presença de Deus na sua vida.

Mas o pior é que, vou um pouco mais fundo aqui nessa história, é que a fome que a gente vai perdendo vai gerando uma sociedade sem fome. E quando a sociedade não tem mais fome por justiça, me dê mais 30 segundos aqui, a gente entra em colapso.

Porque quando uma sociedade não tem mais fome por justiça, não tem mais fome por retidão, partindo de nós, começou com a gente, a gente perdeu a fome, e a nossa sociedade começa a perder a fome, a gente começa a mirar abaixo demais.

Ou seja, ao invés da gente mirar em coisas boas, agradáveis, que vão ser abençoadoras, um legado histórico, que vai deixar gerações serem abençoadas, a gente começa a mirar baixo demais. A gente começa a mirar no nosso prazer, na nossa necessidade, no que eu quero fazer. E é por isso que a nossa sociedade não faz sentido. Ela perdeu a fome de justiça. Então uma pessoa vai guardar trilhões de dinheiro guardado lá, ele só tem uma vida, vai viver que nem eu e você, 80, 100 anos no máximo.

Ele passou de 100 anos e vai para o céu. Ou não vai para o céu, vai para o inferno. Não sei onde ele vai. Mas ele vai para algum lugar. Deixa Deus saber para onde ele vai. Mas ele não consegue. E a sociedade entra em colapso. Porque ela não consegue entender, enxergar o outro. Porque ela perdeu a fome e sede por justiça.

Ela não consegue enxergar nos olhos do outro a necessidade que o outro tem. Então ela começa a mirar baixo demais. Ao invés dela mirar alto e dizer assim, vou deixar algo para a próxima geração, vou fazer algo próspero, vou fazer algo abençoador, eu vou mirar em vidas, ele começa a mirar em si mesmo.

E aí a gente, nessa sociedade que perdeu a fome e sede por justiça, ela começa a ser egoísta. E o egoísmo dela não consegue ser renunciado. Porque ela não consegue enxergar a fome e a sede por justiça. Está entendendo o que eu estou pregando aqui ou não? E o egoísmo dela vai gerando colapso. Porque não existe neutralidade. Ou você tem fome e sede por justiça, ou você vai causar um estrago na vida de alguém. Pronto, falei.

Não tem neutralidade. A gente vai falar assim, não, eu vou ser neutro. Eu não vou ter nem fome e sede. Ou você tem fome e sede por justiça e busca a presença de Deus, busca o perdão, busca a transformação, busca ajudar o próximo e busca, e essa é a justiça de Deus, e busca mudar o mundo, ou você vai procurar a sua própria satisfação. E se você só buscar a sua própria satisfação, você se torna um perigo. Um perigo para a sociedade. Um perigo para o próximo.

Não importa a dimensão da sua autoridade. Pode ser que seja pequena, mas você vai se tornar um perigo para a sua família. Você vai se tornar um perigo para o seu trabalho. Vai se tornar um perigo para a sua comunidade. Fez sentido o que eu estou pregando para você? Então, quando a sociedade perdeu esse sentido de fome e sede de justiça, ela cria um caos. Ela vira uma confusão.

Porque ao invés de eu estar preocupado se as crianças vão aprender na escola, eu estou preocupado qual é o lucro que eu vou tirar dessas crianças na escola. Ao invés de eu estar preocupado se as pessoas vão ser tratadas no hospital, a minha preocupação é como eu vou me beneficiar em você ir para o hospital. Se você for tratado, não é um problema meu. Percebe? Olha quão profundo é o que Jesus está falando. Feliz.

É você, que ainda tem momento de lucidez, que ainda consegue enxergar os seus pecados e pedir perdão, que ainda consegue tirar seu casaco e dar pra outra pessoa, que ainda consegue olhar pro mundo e falar, gente, vamos construir um negócio legal, vamos fazer um negócio que vai abençoar alguém. Eu não posso mudar o mundo inteiro, mas eu posso mudar aquele menininho lá. Vamos mudar esse menininho, porque Deus quer usar a nossa vida.

Então hoje eu estou levantando aqui um povo, em nome de Jesus, que tem fome e sede por justiça. Que entendeu, querido, que a gente foi chamado por Deus para fazer a diferença. Não deixe a fome morrer. Não deixe você ficar anestesiado por uma mentira que acha que se você fizer mais e mais e conquistar mais será feliz. Deus tem um propósito para você.

Ah, essa fome precisa... Sabe, a gente canta o canto assim, eu ainda tenho fome, eu ainda tenho... Podia ter sede, né? Aí ficava igual o versículo. A gente precisa disso. A gente precisa de gente que vai lá dar aula para as crianças. E aquele menino monstrinho que os pais não educam. Eita glória!

Cadê os professores aqui da nossa classe? Da nossa escola hoje. Levanta a mão, professor. Quem concorda com o que eu disse aí? Me ajuda, professor. Mas você vai lá. Porque você tem fome e sede de justiça. E você fala, eu vou ver. Não deixa a fome apagar. Não deixa a fome apagar.

Ô, glória a Deus pelos enfermeiros. Cadê os enfermeiros aqui da nossa igreja? Tem vários. Tem enfermeiro hoje de manhã aqui? Olha lá, tem ali enfermeiro, enfermeiro, enfermeira. Graças a Deus que vocês não quiseram ser influencer na internet. Louvado seja Deus. Porque hoje todo mundo quer ser influencer na internet. Coisa linda. Quero saber quem vai tratar da gente quando a gente ficar doente. Não é? Fez sentido o que eu falei ou não? Todo mundo quer ser uma celebridade. Olha aqui. Estou aqui.

Tudo bem, é legal. Tem muitos enfermeiros que podem ser celebridades, né? Mas não é isso que eu quero dizer. Eu quero dizer que vocês abriram mão, porque vocês olharam o próximo. Sabe, existem algumas experiências que a gente vive na igreja, mas a gente só vai viver isso quando a igreja tiver fome e sede de justiça. A gente só vive isso. Eu me lembro de uma jovem que veio aqui na nossa igreja. 24, 25 anos de idade.

Eu tenho que dar um... Eu falei isso hoje, essa semana, no nosso treinamento lá. Eu tenho que dar uma lembrança. Um cabelo comprido, até a cintura, assim, a jovem. E ela chegou aqui no final do culto, parou aqui na frente, ficou esperando os irmãos falarem comigo. Quando eu saí, passei por ela, ela falou, Pastor, só lembra de mim!

Eu falei, não. Ela balançou o cabelo. Entendi. Eu falei, lembra, pastor, que a Kirius, há uns 10, 12 anos atrás, tinha um trabalho, a gente era na outra igreja, a gente tinha um abrigo ali da prefeitura. Eu falei, lembra? Lembra que tinha uma menina de 12 aninhos assim, mais ou menos? Eu falei, lembro. Que usava um cabelão assim. Eu falei, lembro. E que era cheia de piolho. Lembro. Lembro. Na hora que ela falou piolho, eu lembrei, porque eu disse, você via, deixa por quieto. Olha ela.

Andando assim. Lembra disso ou não? Quem é dessa época aqui naqueles? E ela virou pra mim e falou assim, eu vim te agradecer. Eu disse agradecer por quê? Porque quando eu morava no abrigo, o senhor deu comida pra gente, a igreja tirou meus piolhos, cortou meu cabelo.

E hoje, eu comprei essa semana um apartamento para minha mãe. Eu me formei em advocacia. Eu vim aqui só te agradecer. Eu moro muito longe. Moro na zona sul, do outro lado. Mas eu não podia deixar de vir aqui agradecer. É por isso, meu irmão. Quando a gente não perde a fome e a sede por justiça, a gente vê transformação.

Eu tenho um grande amigo aqui na nossa igreja, não vou falar o nome dele, mas vocês conhecem ele, ele já contou o testemunho aqui, que ele diz que ele participava de festas, onde as pessoas iam com drogas nas bandejas e serviam ele na alta sociedade. Que a sua esposa ia buscá-lo na boca, desesperada, porque ele sumia. Mas um dia, ele conheceu Jesus, o Salvador da vida dele.

Um dia a graça de Deus alcançou e o poder de Deus reconciliou esse homem com Jesus.

E aquilo que era impossível ele ser liberto, o Senhor o libertou. Eu tenho fome de ver gente sendo transformada por Deus. Eu tenho fome de ver gente sendo perdoada por Deus. Eu tenho fome de ver gente mudada por Deus.

E eu sei, eu sei, eu sei. Talvez você olhe para nós e fale assim, mas como uma igreja tão pequenininha, na Lapa, pode mudar o mundo. Eu não sou tão megalomaníaco assim de achar que eu sozinho vou mudar o mundo. O que eu penso é o seguinte, é que quando a gente muda a vida de uma pessoa, a gente muda gerações. Gerações. A gente quebra gerações de maldições.

E Deus está falando para mim, como é que está a tua fome? Você já ficou anestesiado com o poder, com glória, com essa teologia de ostentação que está por aí? Ou você ainda tem fome dentro de você? Na minha presença, na minha transformação, de enxergar o próximo, de ver a glória de Deus na vida das pessoas.

Como é que está a tua fome? E aí a gente fica se perguntando, mas será que vale a pena? E aí a gente vai vivendo experiências com Deus, que vai falando, vale a pena? Como essa? Esse menino que você viu aí, põe a foto dele aí pra mim. Esse menino que você viu, deitado assim, dormindo no meu colo, um dia antes, ele estava com uma mosca.

É o outro menino? O Eliseu. Mas o Eliseu era igualzinho a ele. O Eliseu estava com uma mosquinha dentro da perna, assim. Sabe quando a mosca faz e começa a comer a perna? Como é que fala? Berna. E os irmãos que estavam lá.

Um deles era enfermeiro, foi lá, pegou uma pinça, tirou, tratou. A perna já infeccionando já. E a gente pode fazer a diferença, meu irmão. Que nada venha apagar a nossa fome. Que nada venha retirar a nossa fome.

Que a gente não venha ficar perdido nesse mundo de luzes e ilusões, onde a gente esquece o verdadeiro propósito da nossa alma. Mas tem uma coisa que é importante. Jesus falou assim, felizes são os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos ou serão saciados. E aqui para mim está a chave do texto para nós.

A gente pode pensar que não está valendo a pena, ou que a gente está fazendo muita coisa e não está resolvendo, mas é porque a gente está entendendo de forma errada. O que Jesus está dizendo aqui é que a gente não vai ser saciado de obra, ou seja, um dia a obra vai acabar só na glória, só na glória. Enquanto não chegar na glória, o ser humano precisa dessas quatro dimensões de justiça. Mas o que ele está dizendo é que a gente vai ser farto.

porque vai ser entregue a nós a própria pessoa de Jesus. E é ela quem enche o nosso coração. Seremos fartos da sua presença.

É quando eu olho para o outro e vejo no outro a maior expressão de Deus. É farto da presença de Deus. É quando a gente entende, querido, isso é muito sério hoje, que a igreja se perde. Por que eu falei das quatro justiças? Porque eu vejo igrejas hoje pregando só uma ou duas justiças. Mudar o mundo e mudar o próximo. Mas dizendo que a gente não pode se mudar e não preocupado em reconciliar ninguém com Deus. Deixa eu explicar para você o que eu penso sobre isso.

Para mim, algumas pessoas estão falando isso porque eles são experientes no gabinete. São muito bons de gabinete. Muito bons de livro.

Então eles criaram uma ideia na mente dele, que no meio da teoria deles, se levássemos comida, e nós temos que levar, amém? Diga aí, nós temos que levar. Levássemos saúde, nós temos que levar, levamos agora. Isso seria o suficiente para o mundo ser mudado. Isso é teoria de gabinete. Porque a única coisa que transforma a vida do homem é Jesus Cristo.

Eu posso entregar a cesta e devo entregar. Eu posso entregar, querido, a saúde e devo entregar. Mas o homem precisa ser reconciliado com Deus. É só quando ele é farto da presença de Deus. Por meio de Cristo Jesus que a vida dele é transformada.

Sem a presença de Jesus. Eu me lembro quando eu entrei, por isso que eu falei de gabinete, falei de teoria. Uma vez eu estava com um professor na faculdade, agora há poucos anos, alguns anos atrás, fazendo a convalidação na faculdade de teologia e um professor começou a falar sobre justiça social e tal, aquela parada toda que vocês já ouviram por aí. Já ouviram, não ouviram?

E aí eu fiquei ouvindo. Cheguei uma hora, eu fui um pouco indelicado, levantei a mão, falei, o senhor já foi em alguma comunidade de risco? Me perdoe de perguntar. Não. O senhor já subiu o morro no Rio de Janeiro, nas comunidades? Não. O senhor já veio aqui em São Paulo, em alguma comunidade? Não. O senhor já foi pra África? Não. Já foi pra Índia? Não. Falei, então deixa eu falar uma coisa pra o senhor muito legal que o senhor disse, irmão. Mas deixa eu dizer uma coisa. Sem Jesus.

Não adianta ter um evangelho social. É Jesus quem transforma a vida das pessoas.

Deus disse que Ele vai saciar você da presença de Jesus. E é essa presença que muda a nossa vida. Felizes os que têm fome, porque serão saciados da graça, da presença, da bondade. Não porque os seus problemas vão embora. Não porque as situações do mundo vão ser corrigidas de uma hora pra outra. Mas porque Deus vai invadindo a sua vida com a presença dEle. E você vai sentindo a graça de Deus transformando você. E o que nós precisamos é da presença de Jesus.

Querido, se você já ficou anestesiado por essa sociedade, hoje Deus tem um chamado pra você. Tua salvação tem propósito. Tua salvação foi por um propósito. Deus nos chamou pra deixar um legado. Você recebe essa palavra na sua vida, meu irmão? E a gente não pode ficar anestesiado. Porque às vezes a gente não percebe e entrou num conformismo.

O conformismo de viver uma liderança, às vezes dentro da igreja, em pecado. O conformismo de não buscar uma retidão pra nossa vida. O conformismo de fazer tantas coisas pra nós mesmos, preocupados conosco, sem nos preocupar com aquilo que Deus realmente está preocupado.

Eu achei esse sermão uma benção para a minha vida e para a sua vida, porque Deus está falando comigo, filho, para de se preocupar com coisas e volta a ter fome e comer a comida que realmente alimenta. E tem muitas vezes que a gente não percebe, que a gente ficou anestesiado, e a gente está sendo anestesiado. Pelas redes sociais, pelos projetos que as pessoas falam, pelos sonhos que elas nos vendem, como se fosse o momento mais feliz da vida delas.

Até um ponto que a gente chega no momento que a gente para para pensar e fala, Senhor, eu não quero ficar num conformismo na minha vida. Eu quero uma fé cheia da tua graça.

Primeiro, eu quero sentir o teu perdão na minha vida. Segundo, eu quero viver a justiça de Deus que transforma a minha vida. Terceiro, eu quero levar a justiça de Deus para aquele que precisa, porque eu sei que o Senhor é poder de transformação na vida dessas pessoas. Tem gente que vai ser transformada, porque você vai ser a única Bíblia que ele vai ler antes de se converter. Não sei se você entendeu o que eu disse aqui.

A única Bíblia que ele vai ler antes de se converter vai ser a sua atitude, o seu ato, a sua transformação, a sua casa, a sua família, o seu casamento. Essa vai ser a Bíblia que ele vai ler antes de se converter. E assim eles fazem com a gente, já percebeu? Eles ficam observando, falam, eu quero ver se isso é real. E quando eles veem que é real, eles falam, eu quero esse Deus. Eu já quero encerrar assim. Tem gente que tem fome aqui, querido? Tem gente que tem sede?

Ah, meu irmão, quantas vezes a gente vai viver momentos da nossa vida que vão dizer pra nós que não vai adiantar, que não vale a pena, que não adianta ajudar, que as pessoas não mudam.

Mas quantos testemunhos a gente tem do poder de Deus? É só eu pedir pra levantar a mão aqui. Quem era ex alguma coisa aqui? Levanta a mão. Ex mentiroso, ex ladrão, ex viciado, ex sei lá o quê. Levanta a mão os ex aí, levanta a mão aí e fala. Deus é poderoso pra transformar. Se você tem fome e sede de justiça, fica de pé no teu lugar. Quero orar com você. Quando a gente entende isso.

A gente entende que Jesus está falando também de santificação. A gente entende, querido. Eu estava ouvindo um pastor agora, esses dias, ele contar uma experiência muito forte. Que eu fiquei bolado, sabe? Fiquei preso. Ele falou que quando ele chegou na igreja dele, ele começou a falar sobre retidão.

E ele foi descobrir que líderes da igreja dele tinham vida dupla. Estavam na igreja, mas estavam ainda no prostíbulo. E ele falou essa palavra. Não fui eu, foi ele que falou. Estavam na igreja, mas estavam vivendo presos em jogos de azar, viciados.

E ele começou a chorar, começou a pedir para Deus falar com aquela igreja. Eu louvo a Deus pela nossa liderança, mas eu quero desafiar você a buscar retidão e santidade na presença do Senhor. Porque às vezes, querido, é mais fácil não entrar no buraco do que sair dele. Porque às vezes a gente quer entrar no buraco para sair, aí fica mais difícil. É melhor não entrar.

É melhor dizer isso não pertence a mim. Isso não faz parte. Hoje Deus está chamando você para ter fome de santificação. Hoje Deus está chamando você para ter fome de transformação na tua vida. De retidão. Uma fonte que jorra uma água limpa.

ela é agradável. Mas uma fonte que joga uma água suja e misturada, ela não é agradável. Deus te chamou para ser uma fonte de água limpa. E a melhor notícia que eu posso te dar é que não é você que vai fazer isso. Você só vai permitir que a justiça de Deus te alcance. Que Ele transforme a sua vida. Nada disso.

Vai ser feito pela tua força. Graças a Deus. Porque se fosse a gente não ia vencer nunca. Mas é a justiça de Deus que nos alcança. Então aquela moça. Lembra que eu comecei a contar para vocês no começo? Ela chorou muito. Claro, se a gente tivesse uma máquina para voltar lá e desfazer o erro dela. A gente ia lá e tentava desfazer. Mas a gente não tem. Então eu disse para ela. Você crê que Jesus te perdoa?

E ela disse, creio. Você recebe o perdão de Deus. Ela falou, eu recei. Não conseguia terminar de falar, começou a chorar. E nós ficamos um tempo ali orando. Orando mesmo, pedindo para Deus consolar, transformar o coração dela. Mas quando ela recebeu o perdão de Deus, algum tempo depois ela me ligou.

Alguns anos depois. Porque ela mora no Nordeste. E disse assim, ó. Tô te ligando pra dizer pra você que eu tô muito bem. Jesus me salvou. É por isso que fazemos o que fazemos. Oh, meu irmão. Sabe qual é a minha oração? Hoje o meu apelo pra você é que nunca falte a fome e a sede nessa igreja. Que a gente nunca seja anestesiado.

Que a gente seja extremamente útil no social, mas nunca pare de acreditar no poder de Deus para a transformação. Que a gente leve o pão físico, mas leve também o pão espiritual. O pão da vida que desceu do céu, que sacia a fome que só ele pode saciar. Feche seus olhos aqui. Quero orar com você.

Eu não sei aqui se você hoje precisa de retidão na sua vida. Precisa ter uma transformação. Sabe, talvez você ficou anestesiado com algumas coisas e começou a banalizar pecados, julgos, cadeias e prisões. Mas a palavra de Deus fala, feliz é aquele que tem fome e sede, porque será saciado.

E eu creio que a poder de Deus aqui hoje para saciar essa fome. Feche os seus olhos e se hoje você precisa desse perdão de Deus. Começar uma fase nova na sua vida. Diz aí para você mesmo, Senhor Jesus. Eu preciso ser transformado.

Pelo teu poder. E eu creio no poder de Deus. Porque eu tenho fome e sede. E o Senhor disse. Quem tem fome será saciado. Agora eu quero orar com você, querido.

Feche os seus olhos. Talvez você tenha se afastado dos caminhos do Senhor. Tenha andado longe da presença. Mas muito longe. E hoje Deus está te dando um momento de volta. Ele está te chamando de volta para casa. Está falando, volta filho. Esse é o seu tempo. Você tentou preencher o buraco com tanta coisa. Sucesso, poder, dinheiro, conquista. Mas nada fez você se sentir saciado.

Hoje eu quero derramar a minha presença na tua vida. Eu quero saciar você com a minha presença. Se Deus está chamando você de volta hoje, levanta a mão aqui. Quero orar só com aqueles que estão voltando hoje. Ponha bem alto a sua mão. Deus abençoe sua vida. Deus abençoe sua vida. Deus te abençoe em nome de Jesus. Deus te abençoe. Deus te abençoe em nome de Jesus. Oh Deus.

Deus te abençoe, meu irmão, em nome de Jesus. Em nome de Jesus. Alguém aqui hoje quer entregar sua vida pela primeira vez ao Senhor. Você nunca confessou Jesus como seu Salvador. E hoje você entendeu que o vazio que você sente é a fome de Deus. É a fome de reconciliar-se com o Senhor. Se você quer entregar sua vida pra Jesus pela primeira vez, levanta tua mão. Quero orar com você. Tem alguém aqui entregando a vida pra Jesus hoje pela primeira vez na sua vida.

Você nunca fez isso, mas você sentiu o toque do Espírito Santo. Essa palavra fez sentido para você. Se Deus está falando com você, levante bem alto sua mão. Nós vamos orar. Você que levantou sua mão voltando para Jesus, no final vem aqui à frente. O pastor Daniel vai estar aqui. Vamos acender as lampadinhas ali. Uma daquelas lâmpadas ali é para ter o teu nome. Está vendo? Ela vai acender. Está apagada porque estava te esperando.

Vamos orar? Senhor, obrigado para esses irmãos que estão voltando para os teus caminhos. Obrigado para esses irmãos que estão entregando a vida ao Senhor. Te agradeço por isso, Senhor. Te agradeço porque a tua palavra é viva e verdadeira. Dá-nos retidão, dá-nos santificação, Senhor. Santifica a nossa vida, Pai. Em nome de Jesus. Amém.

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