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GE Inter 438 - Tinga detalha projeto para ajudar o Inter

08 de maio de 20261h13min
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A apresentadora Esther Fischborn e o setorista Tomás Hammes recebem o ídolo colorado Tinga, que mobilizou um projeto junto com grandes nomes colorados e torcedores para modernizar o Centro de Treinamentos do Parque Gigante, o CT colorado, e deixar um legado para o futuro do clube. Ouça o bate-papo completo cheio de novidades e informações importantes.
Participantes neste episódio3
E

Esther Fischborn

Host
T

Tomás Hammes

Co-host
T

Tinga

ConvidadoÍdolo colorado
Assuntos6
  • Projeto CT do InterModernização do Centro de Treinamentos · Legado para o futuro do clube · Centro de performance · Mini hotelaria para jogadores · Aproximação da base · Importância da estrutura para o desempenho dos jogadores · Transparência e auditoria do projeto · Mobilização de torcedores e ex-jogadores · Visão macro de negócios e rede de pessoas · Projeto 'Eu Tava Lá' de memórias do torcedor
  • Campeonato Brasileiro de FutebolInstabilidade de resultados e desempenho · Comparação com o futebol do centro do país · Pressão da torcida e mídia · Importância da estrutura e do sono para os jogadores · Mudanças na dinâmica do futebol moderno · Papel do treinador e da diretoria na estabilidade · O 'futebol paralelo' das redes sociais · A importância de um time 'sofrido' e aguerrido
  • História e Legado do InternacionalPrimeira Libertadores e o título de 'Internacional' · Importância da união e paixão do torcedor · Comparação com a construção do Beira-Rio · Legado para futuras gerações
  • Papel dos Executivos e Legado no ClubeDiferença entre contratar jogadores e construir legado · A importância da transparência e comunicação · O papel do executivo em deixar história e um jeito de fazer as coisas · A importância de envolver a torcida e os sócios
  • Apoio a Abel Braga e FabinhoAbel Braga como inspiração para o projeto · Fabinho como profissional focado em estrutura e legado · Sintonia entre diretoria e comissão técnica
  • Oportunidades de Negócio e Marketing no CTPotencial do CT como ponto turístico e de comunicação · Parcerias com empresas esportivas · Ideias para pórticos e eventos
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Alô, torcedores colorados, sejam todos muito bem-vindos. Mais uma edição do nosso GE Inter em GE.globo. Eu sou a Esther Pichborn e estou com o Tomás Rames. E hoje é uma edição mais que especial. Estamos recebendo um convidado ilustre. Ele dispensa apresentações. Tinga, tudo bem? Seja muito bem-vindo. Muito obrigada por ter tirado um tempinho aqui para a gente.

Prazer é meu, voltando um pouquinho aqui, durante 20 anos de futebol, em vários momentos estive aqui na TV, uma hora para falar até de Inter, uma hora para falar de Grêmio, uma hora para falar até de outros clubes. Então, me sinto sempre à vontade voltando aqui.

E agora, mais ainda, poder falar dos projetos atuais, da vida diária. Pois é, Tinga. Você não estava satisfeito em dar duas Libertadores para o Inter e agora quer dar um CT? Na verdade, eu sou parte disso. A ideia, partiu a ideia junto com alguns amigos.

Mas isso não é um projeto meu, é um projeto nosso, projeto de todos os torcedores, projeto de todos os amigos. Lógico que fica uma figura como se fosse, mas deixar bem claro que, primeiro, ninguém consegue fazer nada sozinho. Na verdade, eu só estou despertando a nossa história, a história do Inter, a história colorada, ela é de tijolo em tijolo. Assim foi feito o estádio mais bonito do Brasil.

E acredito que uma das maneiras de fazer alguma reforma, acordar...

o torcedor, o gigante que está adormecido é de fora para dentro. Tem horas que quem carrega o torcedor é o clube, é o time, começa a jogar bem, começa a ganhar, o torcedor começa a se aproximar e tem hora que o time precisa, o clube precisa também de uma força externa. E eu acho que é nesse momento que o Inter se encontra.

Por que não, depois de 10 anos já aposentado, fazendo um monte de coisa, acredito que agora, um pouco mais com visão macro de outros negócios, com mais rede de pessoas, por que não pensar em fazer algo? E isso botamos em prática e logo alguma coisa já vai acontecer.

É justamente para quem está pegando agora o assunto, eu queria que você explicasse como é que chegou nessa ideia, quem você colocou junto no projeto, porque tem outros ídolos do clube também que abraçaram esse projeto.

Bom, falar nomes vai ser muito difícil. Se falar um, o outro fica com ciúmes. Não, não é nem isso. É que é muita gente. Muita gente, claro. O Inter é muito grande, muito, muito grande. Eu vim agora do interior, fiz ontem Santa Rosa, Santo Andes, Juiz e Santa Maria em dois dias. E todo lugar, cada lugar que eu paro, a gente reboca mais um parceiro. Mas vamos lá. Primeiro.

Quando o Abel, naquele momento difícil, tomou a decisão de assumir o clube, o cara saiu da paz dele, da casa dele, e vem um momento que ninguém mais acreditava, ele acreditou no clube e manteve nós na primeira divisão.

logo eu já tinha alguns projetos na cabeça, mas me estimulou mais ainda. Falei, pô, se o cara está na casa dele, tranquilo, eu que moro a 10 minutos do Beira-Rio, passo todo dia ali no CT, por que não fazer alguma coisa? Com isso eu já tinha um projeto que era Eu Tava Lá, que é um projeto de memórias do torcedor, porque durante esses 20 anos de internacional...

realmente internacional, porque há 20 anos atrás a gente ganhava o primeiro título internacional, que era Libertadores. De lá para cá eu sempre escuto alguma história do torcedor. Ah, eu estava nesse dia, eu estava em tal lugar, eu estava no hospital, meu filho estava nascendo, eu estava no aeroporto, eu estava no campo, eu estava no estado, todo mundo lembra onde estava. Eu tenho certeza que estou do Colorado.

que está me escutando, me vendo agora, lembra onde é que estava há 20 anos atrás, no dia 16 de agosto. Então eu desenhei um projeto que era eu estava lá, que é escutar histórias dos torcedores, e começa e chega e não para de chegar histórias.

E no meio do caminho, isso, eu conversando com dois amigos no final do ano, um foi o Pedro Bartelli e o outro o Rogério Ribeiro, dois empresários e amigos, mas a gente fala empresário para falar profissão, mas são pessoas, empresários, tem empresário bom, empresário ruim, empresário mais ou menos, tem gente boa, gente ruim, então é só a maneira de falar, não que seja elitizada a coisa. Mas dois amigos colorados me perguntaram, pô, e o clube e tal, tal, eu falei, cara...

se eu pudesse ajudar o clube eu não ajudaria nunca o clube com dinheiro pra pagar salário ou pra comprar jogador, eu ajudaria em algo que fosse legado, assim como é o Beira Rio

E aí comecei a contar para eles, cara, por que a gente não melhora lá o nosso CT, alguma coisa? Por mais que o clube fez muita coisa e perdeu na pandemia, não na enchente, a gente perdeu na enchente, o clube, o nosso CT é bem diferente do que o Inter precisa.

Mas dentro da força do clube, o clube conseguiu fazer, enfim, perdeu e fez com o seu próprio dinheiro. Não teve, acho que não teve ajuda, nada, né, pra refazer o CT, depois perdeu uma parte. Então eu comecei a levar pessoas ali.

E logo quando eu... Esse projeto estava na minha cabeça para o ano que vem, depois que eu fizesse, o Eu Estava Lá, até o dia 16 de agosto. Mas aí eu vim aqui, como é as questões de emoção, na emoção, conversando com o Diogo, num programa que tem à noite, com o Diogo Oliveira.

Eu deixei escapar isso. Eu tenho um projeto na minha cabeça com alguns amigos. Fala logo para a jornalista isso. Não tem como guardar mais. E era ao vivo. Não era como nós que poderíamos cortar. Mas esse projeto era para o ano que vem. Até porque eu tenho algumas coisas que estou fazendo na vida junto, paralelo. E aí eu falei isso. Quando eu saí do ar ali, o telefone...

já tava estourado de gente, mensagem, faz o Pix que a gente vai ajudar, faz o Pix que a gente vai ajudar, e aí eu comecei a entender a força, o poder que tem de gente querendo fazer alguma coisa pelo Inter, mas que falta às vezes a confiança, a credibilidade com quem vai fazer, né? E aí eu falei, opa, tem um... Acho que agora é hora, não dá pra ter que ser agora.

E aí comecei a desenhar o projeto e a gente já tem coisas para fazer. Nesse período, Tinga, você falou que foi engariando seus parceiros, foi juntando, você também chamou um parceiro seu.

que é seu vizinho, né? O de casa também, que entrou na jogada, né? E quando você via essa adesão, assim, do pessoal querendo estar junto com você no projeto, como que você sentia? Como que você via, ó, esse projeto pode mesmo sair do papel, porque tá todo mundo comigo?

Para te desenvolver isso, que isso é um movimento, né? Não é um movimento político, não é um movimento de trabalhar no clube, jamais, se todo mundo sabe que não é, não tem interesse, nem posso de tanta coisa que eu tenho para fazer na minha vida. Mas para isso a gente tem que fazer algumas coisas, trabalhar muito.

Então tu pensa o seguinte, eu liguei para todos os presidentes, liguei para o Zaka, liguei para o Luiz, liguei para o Medeiros, até para aqueles que querem ser presidente. Liguei para todos e falei, cara, esse projeto não é meu, é nosso. Liguei para jogadores que são identificados e que gostaria, tenho certeza que gostaria de ver o clube bem.

primeiro o Dunga liguei para o Alisson liguei para o Sobres liguei para o Dali liguei para o Falcão e Bolívar e vou ligar para outros tantos né mas para isso a gente não tem até para este time entrar em campo aí eu achei que ele tivesse montando ali uma escalação de todos os sonhos e vou ligar para outras tantas pessoas que repulhar lei né pessoas que são são lideranças lógicas né hoje o que

Fiz um jantar dentro do Beira Rio para alguns empresários que era importante estar, porque são pessoas que têm a condição direta de ajudar, mas também estavam distantes do clube por coisas deles. Eu acredito que muitos torcedores também estão distantes do clube.

E acredito que é até justo, porque o resultado não vem, naturalmente você vai esfriando, então não tem nada de negativo nisso. O resultado não vem, as pessoas vão abandonando, vão perdendo confiança, enfim.

E com isso começou a aparecer pessoas do Brasil inteiro. Então, falei com o Maggi lá no Mato Grosso. Tu começa a ver que tem pessoas que a gente nem imaginava quanto que iria estar próximo. Então, falei com o Maggi no Mato Grosso, falei com o Walter do Bistec de Santa Catarina, falei com o Winston, do Winston Ling, chinês.

também coloradinhos. Estão todos colorados aí do Brasil inteiro e outros que estão vindo, eles começam a recomendar outras pessoas. Estão aqui o Flávio Valau, o Goulart, a família Teita. Na segunda-feira tem um almoço com o Esquiavon.

Na outra, dia 18, eu tenho um almoço em Carlos Barbosa com o Clóvis Tramontina. Sempre conto com ele, até porque ele é um padrinho. Todos os projetos que eu faço, ele sempre é meu parceiro. Mas muito mais agora por ser colorado. Ontem, na Fena Soja, outros empresários do agro. Então, a gente vai envolvendo várias pessoas. Mas, com isso, eu devo ter hoje...

entre Instagram, Facebook, LinkedIn, esses monte de rede aí que não sou nem eu que administro, mas eu devo ter umas 10 mil mensagens de torcedores com a mesma frase, xinga, manda o Pix, que a gente vai estar junto. Então é até bom para poder explicar, e acho que é um bom canal para explicar isso.

O que eu estou fazendo? Eu criei uma associação para a gente fazer tudo por dentro da associação. Nós vamos ser auditados pelo Ernest Yang, acho que é o maior auditor do mundo, acho, que faz esse trabalho. Dentro do conselho tem o Flávio.

O Valau, da Nath Frangos, o Rogério Ribeiro, o Elton, do Grupo Felice. Então, pessoas que estão acostumadas a tratar com grandes negócios, grandes coisas, vão fazer parte do meu conselho auditando todas as tomadas de decisões.

A construtora que assumiu o projeto todo é a família Teitebol, Joao. E a gente está desenvolvendo todo o projeto. E como é que a gente vai startar isso? Como é que eu desenhei esse projeto? Eu desenhei como se fosse três gols que a gente precisasse fazer para ser campeão dentro do Beira-Rio.

Eu não faço o segundo gol se eu não fizer o primeiro e não faço o terceiro se eu não fizer o segundo. Só que eu não sei o tamanho do terceiro gol. Eu sei que se eu fizer o primeiro, o segundo, o terceiro vai ser muito maior do que eu imagino. Então, como é que eu desenho isso? O primeiro gol é a gente construir o centro de performance, que é onde é aquela piscina que foi alagada, destruída ali. Então, a parte de cobertura já é uma parte totalmente nova.

só que embaixo ela é abandonada. Então ali seria o centro de performance, vai ser, se Deus quiser. E a segunda fase, o segundo gol, é onde era a churrascaria que era de algum cantor, eu lembro. A Montana? A Montana, que também tem tudo já.

Ali a gente faria o mini hotelaria, os quartos, para que os jogadores tivessem essa condição de treinar dois turnos. Tem muita coisa que a gente não sabe, que a gente às vezes fala, mas os jogadores, cara, não é fácil. Pode falar que ganha bem, não tem nada a ver ganhar bem com cansaço, ganhar bem com...

com estrutura. O capa é ganhar dois milhões, mas o cara viajar lá, jogar meia-noite, chegar duas horas da manhã em Porto Alegre, cada um tem que ir para a sua casa, um vai lá para o Terra Ville, outro vai para não sei lugar, chega quatro da manhã e o filho está acordado, ele vai dormir cinco, tem que voltar oito, nove para treinar.

Ou o cara chega no aeroporto, pega o ônibus em 10 minutos, cai dentro do CT, cada um vai para o C4 e dorme, acorda 10 para treinar, é diferente. Vai treinar dois turnos, o cara treina de manhã, meio dia, ele almoça ali, dorme ali, acorda 4, é diferente do que ele ir para a casa dele e voltar. Então, são coisinhas básicas que penso eu, por olhar, quando fui ver, faz uma diferença muito grande.

Então a gente vai fazer isso, esses dois gols. E o terceiro gol, que é um sonho, que é trazer, aproximar a base. Mas quando eu falo de base, lógico que todo mundo pensa em 15, 16, 17, 18 anos, que também é base. Mas a base hoje, 15 para cima, ela já é uma base profissional. Todo mundo recebe, todo mundo... Eu acho que a diferença do Inter...

para os outros clubes, e principalmente nosso maior rival, não é nessa idade. É na idade de 7, 8, 9 anos. Por quê? Porque se tu pegar dentro de Porto Alegre, se tu for ali na frente do Barra agora, deve ter um monte de criança ali jogando na escolinha do Grêmio, porque está dentro de Porto Alegre.

acredito que a metade ali seja colorado, até os pais colorado. Mas se eu tenho um filho com 7, 8 anos, é muito melhor eu levar ele dentro de Porto Alegre, lago ele ali para treinar na escolinha. Se eu me atrasar no trabalho, ele só atravessa a rua, ele está no shopping, ele está seguro. Então tudo isso faz uma diferença no principal, que é na formação. Se esse menino não vira jogador do Inter...

com 15, 16 anos, 20, ele é vendido, o Inter continua sendo formador, assim como o Grêmio vai continuar sendo formador. E para isso, tem que trazer para cá. Então tem um terceiro gol, umas imaginações que eu tenho na cabeça, mas não é algo para falar agora, porque isso é muito discutível. Aí já entra a discussão. E o que eu enxergo aí nesses 10 anos que eu estou aposentado? E por mais que eu nunca trabalhei no Inter, a gente sabe tudo o que acontece aqui.

Vocês também sabem tudo o que acontece. Porto Alegre é muito pequeno, todo mundo se conhece.

Por muitos anos, o Conselho, o Inter, discute muita coisa que não aconteceu e nem vai acontecer. As pessoas não fazem o primeiro, o segundo gol. A maioria das vezes discute. Já discutiu o debêntere, já discutiu o fundo, já discutiu o SAF.

E a gente não faz nem o primeiro gol. Então, o que eu tenho falado muito? Às vezes me liga empresários, presidente, diretores, gente, tudo que eu tinha. Por que você não faz assim, assado, no outro lado da rua? Assim, eu falei, cara, no outro lado da rua eu tenho que ir processo, tenho que ir aprovação, aí não sai.

Então, o que nós precisamos agora? É o meu movimento que eu quero ter orgulho, isso eu liguei para o Falcão, falei para ele, cara, eu quero ter o mesmo orgulho que tu tem quando tu passa na frente do Beira Rio e tu olha o melhor estádio e saber que tua geração, os torcedores da tua época, cada um levou um tijolo.

É isso que eu quero e eu quero que todo mundo que participe tenha essa mesma sensação de um dia passar na frente do CT. Porque se tu for olhar o CT ali do profissional, é o CT mais bem localizado do Brasil. Porque como é que funciona? A maioria dos CTs de clubes são terras que eles ganharam. Quando alguém te dá uma terra, normalmente dá uma terra... Afastada? Longe, né? Nós temos um lugar que mais tem gente passando, caminhando, correndo, pedalando, sábado e domingo.

maior visibilidade de Porto Alegre, sábado e domingo, está ali. E durante a semana de carro, mas a pé, pessoas com tempo de passar e olhar aquele CT, que hoje, a gente passa ali, parece até uma porteira de fazenda. É meio escondidinho, né? Parece uma porteira de fazenda ali, né? O meu sonho é que seja uma coisa bonita ali, que todo mundo chegue em Porto Alegre e queira. É um ponto turístico, que as pessoas passem e olhem ali o CT do Inter, do lado do Beira Rio, eu entendo.

Tem tudo a ver com esporte, porque não botar ali um pórtico gigantesco, uma marca top que comunica com a galera de corrida. Até para o pessoal parar, tirar foto, né? Tem que ser obrigatório, seu couro, seu pedalo, seu caminho. Se eu faço qualquer esporte, cara, eu tenho que ir até lá, tenho que virar, arrancar, a saída da corrida tem que ser do pórtico ali, que pode ser o que for. Se eu fosse hoje uma empresa esportiva, eu quero saber, eu quero pórtico.

Se eu sou uma empresa esportiva, eu olho hoje esse projeto e falo, cara, e aquele pórtico ali, o que nós vamos fazer ali?

Eu quero botar minha bicicleta ali, eu quero botar meu sapato ali, minha meia ali, entendeu? Sei lá. Então tem muitas oportunidades ali que dá para ser feito ali. Então o que eu desenhei para a gente fazer o primeiro gol? Nesse almoço, nesse almoço não, nessa janta que eu fiz, na mesa que nós estávamos ali, 15 empresários, se eles quisessem ali, se eu pedisse ali, a gente resolvia o primeiro gol, ali naquela mesa.

tem condição para resolver ali. Eu conheço eles, sabem disso. Mas não é isso que eu quero. A nossa história não é meia dúzia de pessoas com dinheiro e resolver as coisas. Nossa história é um monte de gente com um pouquinho resolveu as coisas, resolveu o Beira-Rio, resolveu o estádio cheio.

Então, eu pensei que mais importante do que o dinheiro de uma, duas, três, meia, duas pessoas agora, a gente precisa despertar e ver que nós somos muito fortes, nós somos muito grandes, tem gente ligando do mundo inteiro. Então, o que eu desenhei? No final de semana que eu consegui, no dia 13 de junho, eu fechei o Beira Rio ali, então estou fazendo um almoço ali.

que é com esse propósito de juntar a primeira verba para a primeira fase. Então a gente está fazendo um almoço ali, que é uma feijoada, com alguns eventos que vão acontecer dentro. São 500 pessoas, né? 500 pessoas. E a partir dali a gente começa a estartar esse movimento.

acredito que antes, conforme foram as vendas, a gente já conseguia mais quebrar alguma coisa, fazer alguma coisa, porque o torcedor precisa ver as coisas acontecerem agora. Não é para nós entrar numa sala e ficar discutindo se vai ser feito na montanha, embaixo da terra. Cara, faz alguma coisa, que eu tenho certeza que o torcedor, quando ele vê que as coisas estão sendo feitas sério, então por que eu não fiz um Pix?

porque eu não consigo auditar, eu não consigo dar transparência, eu não consigo dar começo, meio e fim. Vai chegar essa hora. Vai chegar essa hora, a hora que eu tiver condição que não tenha nenhum golpe, não tenha nenhuma coisa no meio do caminho. Então, por que eu estou fazendo as coisas hoje dessa forma? Porque daqui a pouco as pessoas começam a pensar, ah, não, vai ser um time de elite. Não, não é. É porque a gente sabe o que está fazendo.

Eu quero fazer as coisas como eu faço na minha vida, com transparência, com clareza, auditado, mostrar, entrou assim, fizemos assim. Se Deus quiser fazer uma coisa com sobra, que nunca sobra no futebol, nunca vi ninguém apresentar sobra.

Quero fazer coisas assim para o torcedor falar, cara, dá para fazer as coisas certas, dá para fazer as coisas legais. Então, eu sei que o torcedor recebe muito essa cobrança boa, né? O torcedor, cara, eu quero ajudar, eu quero ajudar. É que o torcedor fica ansioso também, né? Querendo ajudar. Essas coisas, claro. Mas é bom poder esclarecer aqui para vocês que só não está sendo feito e se aparecer alguém com algum pix aí não é verdade.

Não caiu. Não é verdade, porque a gente está fazendo a coisa de uma maneira que o Inter merece. Claro.

Com transparência, então a gente vai ser auditado. Então, por isso que a gente vai fazer todos esses movimentos. Por exemplo, muita gente já sabe da feijoada, do almoço. Eu não consegui disparar para a venda ainda, porque a conta da associação está sendo feita hoje.

para entrar tudo por lá, para ser auditável por lá, todo mundo tinha que assinar. Então, é uma coisa bacana. Acho que o torcedor entende isso e fica mais feliz com isso, que a gente está preocupado em fazer uma coisa bacana. Então, não é essa hora ainda, mas vai chegar essa hora que todo mundo vai contribuir. Não sei se é no segundo ou no terceiro gol, mas é uma coisa que você consiga ver nessa feijoada.

é todo mundo que participar depois também se passar das 500 pessoas vão fazer mesa online os o sonho é botar o nome de todo mundo que participaram é legal das fases dentro do ct isso a gente vai botar e já dizendo no ct não vai ter o meu nome não é para ter o meu nome porque não é eu é nós então não se for alguma coisa vai ser nós sempre nós todo mundo quem jogou comigo sabe disso eu nunca fui capitão de nenhum time

Mas todos os times que eu passei, eu fiz coisas até maiores do que o capitão, outras menores. Às vezes tive mais influência ou menos influência, porque sempre pensei assim, sempre pensei em nós. Quem jogou comigo sabe disso, chegava em Porto Alegre.

A primeira pessoa que perguntava onde é que eu moro, o que eu faço, com quem eu ando, era comigo. Então eu nunca me preocupei com eu, não é sobre mim, esse negócio é nosso. Lógico que alguém puxa, mas liderança é isso, não é você aparecer. Até porque não tem nada, tem pessoas que vão botar muito mais do que eu. O que eu vou fazer?

eu vou comprar uma mesa. Uma mesa vai ser minha. Então, esse é o meu... É o chá de casa nova do... O meu primeiro investimento é esse. E o resto é gastar a minha rede. São coisas que eu poderia usar para mim. Eu estou ligando e falando, cara, vem comigo. O movimento é nosso. E é assim que está sendo. Com muita transparência, não tem... Às vezes as pessoas ligam, principalmente a imprensa. Pode falar. Cara, isso aqui não tem adversário. Isso aqui não tem sigilo. Isso aqui não tem...

esconde, cara, é assim, assim, assim, isso aqui tem só paixão, amor das pessoas, querer ajudar o clube, então, porque a gente se acostumou aqui no Sul, né, que tudo tem que ter um adversário, né, porque senão daqui a pouquinho a gente começa a discutir.

Vai ser Guaíba, vai ser Alvorada, vai ser Porto Alegre. Não, mas tem que ser lá. Não, não, não tem adversário nisso aqui. Isso aqui a gente só está fazendo movimento e despertando. É, Tinga, eu queria te perguntar. Tu citou antes que ligou para os presidentes, para quem quer ser presidente. Eu imagino que tem esse cuidado, principalmente num ano de eleição. Como é que foi essa tua conversa? Tu conversou com o presidente Barcelos.

Olha, isso aqui não é de uma gestão. Isso aqui é para deixar para os torcedores, para um legado mesmo. Como é que foi essa tua conversa?

Cara, sensacional. O primeiro, porque hoje ele é o responsável até o final do ano, foi o primeiro que eu falei, falei, cara, isso aqui é um projeto que eu tenho um sonho há um bom tempo, que eu já vinha conversando com pessoas, acho que agora é a hora, ia ser o ano que vem, mas acabamos antecipando aí. E não é o projeto meu, é o projeto nosso, não tenho, fui bem claro com ele, não tenho...

partido não participo de nada não vou estar do lado de ninguém

É fazer, entregar e ver o time melhor, que eu tenho certeza que isso vai fazer refletir no soldado, no Fabinho, que é muito importante. Depois que eu desliguei, eu já tinha, antes de eu falar com o presidente, o Fabinho tinha ido na minha casa e pela primeira vez, isso é muito bacana o torcedor saber, tá? De todos os executivos que trabalharam nos últimos anos, o primeiro cara que eu vi se preocupar com estrutura...

Outros já conversaram comigo, quem sabe dinheiro para pagar, para dar bicho, para não sei o que. Ou falavam com os empresários, o primeiro cara que eu vi me procurou, falou, Tiga, tu conhece todo mundo, cara, nós precisamos dar uma olhada no CT.

Vamos lá comigo, vamos olhar o CT. Cara, precisamos melhorar aquilo lá. Cara, o cara se preocupou com o legado. Ele fala muito isso. Ele fala. A gente, conversando com o Noval, ontem, a apresentação do novo diretor da base, o Fabinho usou muito essa palavra, legado. E dá pra ver como, finalmente, parece que estão na mesma sintonia. Acho que isso faz toda a diferença.

Porque tu imagina, normalmente no executivo, o que ele pensa? Cara, trazer o melhor jogador, fazer a melhor contratação, lotar o aeroporto, cara. E ele sai daqui e vai ganhar 300, 400 pau no Palmeiras, volta pro Flamengo, é disputado, né? Virou uma profissão que se disputa, né? Sim, total. Né? Pô, o cara chegou aqui, cara, lógico que ele falou, cara, eu tenho que me virar pra fazer time.

Tinga, não quero nada. Eu falei, soldado, se for pra negócio de jogador, de saco aqui, não, não, cara, isso é eu que tenho que me virar. Tinga, dá uma olhada na estrutura, cara. Aí eu fui lá, então...

Vindo de um cara desse, com um Abel junto, aí eu falo com o Barcelos, ele não tinha, bem entendido, pô, fiquei feliz, né, pô, realmente parece que tem esse momento que a gente parece que está sozinho e tal, só que na mesma ligação eu falei, presidente, vou desligar a ligação e vou ligar para todos os presidentes, até quem quer ser, quem tem token, eu falei, pô, liguei para aqui.

que nem está mais, ele foi, já não vai mais. Liguei para o Melo, liguei para todo mundo. E falei a mesma coisa, o CT não... Esse projeto do CT não é meu, é nosso. E olha que interessante, vários presidentes, vários, ou quase todos, na mesma hora, tu tem que ligar para o fulano, liga para o Beltrano, para empresários que eu nem sabia.

E hoje já estão juntos, ajudando, vão ajudar, comprando mesmo, vão ajudar com material, vão ajudar com alguma coisa. Porque esses postos presidentes se envolveram e todos entenderam muito bem que não tem, falar movimento político, não tem influência nenhuma. Então isso ficou muito legal, assim. Todos falaram Battinga, acho que para fazer isso só podia vir de fora, de ti, da maneira que tu faz as coisas.

liguei pro Alisson, imagina, o cara tá lá no Liverpool, pula pro Alisson, olha só, tô fazendo um movimento assim, assim, cara, começou ali, tua família, ele, pô, eu comecei ali, meu irmão começou ali, minha família tá toda resolvida hoje graças ao Inter, cara, o que eu preciso fazer, conta comigo e tal. Então, e também, a gente vai ligar pra um ou outro, que de repente não vai estar, e tá tudo certo, cada um sabe.

Não tem guerra aqui, não tem invalidar, não tem construir um legado. E quem puder participar disso, que a gente só escuta falar sobre o Beira-Rio, quem participou, quem puder participar disso, para não ter só escutar. Falar, cara, eu participei. Então a gente tem um monte de coisa que a gente quer fazer no dia.

Para ser emblemático, as pessoas lembrarem, nunca mais esquecer, levar algo para casa que nunca mais esqueça desse momento. E a partir de dali, a gente avançar. Então, você vê que a própria ideia não é sozinha, única. Ela tem um monte de gente envolvida, um monte de coisas, um monte de ideia de um que vem, um contato de um outro que vai passando.

o Winston eu nem sabia, não conhecia, conhecia ele, mas não sabia que era Colorado. Foi o Medeiros que me passou o telefone, eu falei, cara, fala com ele, pô, dois dias depois, dei a sorte que ele tinha voltado para o Brasil, agora já viajou de novo, volta só em maio, no dia 30 de maio, se não me engano, fui almoçar com ele no Instituto Linho, expliquei para ele, falei, não, pô, legal, conta comigo. Então, todo mundo está se envolvendo, entendeu? Todo mundo está se envolvendo. Então, está bacana, sabe?

Qual que é a maior dificuldade para mim? É tempo. Eu também tenho minhas coisas. Às vezes eu estou em casa, minha mulher, meu filho, e eu estou lá 11 horas da noite falando e tal, tal. E é para uma outra causa. Mas vale a pena, vale a pena. E de quebra, os jornalistas não te deixam em paz, né? É, também, também. Mas é uma causa bacana também. Olha que interessante. Ainda bem que tu lembrou.

dois empresários um quem me apresentou quem me ligou e me levou até o empresário foi vaguinha o outro foi o lelê

Então, tu vê que todo mundo que é colorado, dependente da função, tá se envolvendo. Então, assim, pra mim tá sendo muito legal ver pessoas aqui de dentro. Pô, semana passada quem me ligou foi Tornaim. Tinga, cara, tô contigo. O que é que precisa? Vamos se envolver. Cara, é um movimento que é bacana, é legal e acho que fica um grão pra cada um, se for todos colorados juntos.

Tinha nessa reunião quanto o Inter precisa para tocar a obra?

Cara, não tenho número exato e aí não quero falar de número assim, porque primeiro que é o seguinte também, né? Eu sou um cara hoje do mercado, eu sou um... Sei o custo do dinheiro, sei a dificuldade que nós estamos no Brasil, né? Então, por isso também penso que as coisas têm que ser de grão em grão, não é porque o cara é empresário, todo empresário também tem a sua conta para pagar. Então, eu sei que qualquer dinheiro é muito dinheiro para todo mundo.

Então, agora, nesse momento, eu não tenho... Temos bases, mas acho que não é o mais importante agora os números. Os números que a gente tem ali de estimativo. Segunda-feira eu vou ter uma reunião às 5h30 com o Jader, lá dentro da construtora, e aí eu vou ter um pouco mais de...

que além dos números eu quero eles fatiado com o que que é cada material que tá pouquinho cara não tem dinheiro e tem um o seu freme tem o ferro tem o ter a grama tem o quarto né teve essa semana um cara ainda me falou tinha parte toda ali de mobília ali do

do hotel, de recepção, é comigo. Então, acontece essas coisas. Então, eu quero ter tudo, o descritivo, falando mais correto, o descritivo de tudo, porque aí já não é só número. Se o cara recebe o negócio, diminui o número. Mas eu não tenho com exatidão, então vou me reservar a não falar do número agora, porque eu não tenho. Mas, com certeza, não é nada absurdo para o futebol.

A feijoada que você vai promover vai ser dia 13 de junho. Você tem mais ou menos uma data para que você pretenda começar a ver a obra iniciar? E mais ou menos quanto precisa para o centro de performance e para depois construir o hotel? É isso que eu vou ter de reunião segunda-feira para saber ao tempo, se começar, quanto tempo leva. Mas eu tenho na minha cabeça como eu faço a minha vida, tudo que eu me envolvo e me movo a fazer.

eu me envolvo sabendo que eu tenho pelo menos a condição de dar o primeiro passo. Por isso que eu penso sempre em coisas pequenas. Penso em fazer o primeiro gol, o segundo, não discuto coisas gigantes sem dar o primeiro passo. Eu tenho na minha cabeça que a feijoada é dia 13, num sábado. No dia 15 a gente tem que estar ali dentro, fazendo alguma coisa.

tem que estar no dia 15 de junho mas imagina, se pudesse quebrar com alguma coisa antes, melhor ainda mas isso vai ter como o clube volta a estar em atividade, acredito que deve ter uns 10 15 dias de parada, o ideal é que eu pudesse entrar no dia 1º

de maio. Isso vai depender também. Se eu consigo vender tudo aí semana que vem, daqui a pouco eu posso entrar ali em maio, aproveitar os 10, 15 dias parados. Também não sei como é que vai ser a reunião segunda-feira com o Jader. Posso chegar pra ele e falar Jader, dá pros caras fazerem na frente aí, depois a gente...

Dá para meter aquela pedalada, dá para meter o Gustavo Lima, depois a gente quer saber, não querendo saber quanto é, quantas parcelas faz. Quantas vezes parcela. Então, nessa reunião de segunda-feira, eu vou ter um pouco mais de exatidão em tudo, mas...

Mais tarde, 15 de junho, tem que estar quebrando alguma parede. Nem que eu vá ali, eu sozinho com uma marreta ali, mais meia dúzia de amigos, a gente quebra alguma coisa ali, mas tem que estar fazendo. A gente precisa despertar. Perfeito. Fazer. Deixa eu te perguntar, tu citou antes as coisas que o clube perdeu na enchente, né?

Isso é uma preocupação para você? Poder ter alguma cheia? Não uma enchente como foi em 2024, mas alguma cheia, alguma coisa que possa ou de repente complicar uma obra ou danificar algo que seja construído? Isso é uma coisa que passa pela sua cabeça?

Normalmente passa, mas eu fui atrás de empresas com know-how para fazer da melhor forma. Mas ao mesmo tempo, todo mundo que mora na beira do rio continua com isso mesmo. Eu moro na beira do rio.

o meu condomínio quebrou tudo na enchente. E eu continuo morando lá. Então, se a gente for deixar de fazer tudo, quem mora perto, não podemos nem fazer mais nada. Mas, lógico, que acho que tem que fazer com as precauções que tem que ser feitas. Por isso que tem que ter pessoas pensando sobre isso.

Mas volto a dizer, se nós entrar em debates de procurar lugares, cara, nós temos urgência para despertar. Eu penso que nós estamos nas últimas horas para despertar. Já está cada vez mais difícil de competir, de concorrer com o centro do país.

A nossa força sempre foi a união, a força, jogar com... Era difícil jogar aqui, todo mundo tinha medo de vir jogar dentro do Beira Rio. Hoje as pessoas já pensam, cara, onde é melhor jogar? Ah, joga lá.

A torcida não vai, quando vai, vai tensa. Então, eu acho que assim, o ideal talvez era poder fazer 20 metros de altura, tudo. Mas eu acho que tem momentos que o mais importante é fazer algo. O Inter é tão grande, se o Inter quiser, ele faz ali e em dois anos faz em outro lugar.

E faz um prédio e faz um monte de coisa. Mas tem que fazer. Se discute muita coisa, eu vou falar para vocês assim. Eu estou com meu telefone desligado. Eu tenho certeza que quando eu ligar o telefone...

Não porque está sendo transmitido, mas eu sei que quando eu ligar o telefone, tenho mais meia dúzia de números novos, pessoas novas querendo se envolver. O Inter é muito grande, tem pessoas espalhadas no mundo inteiro, olhando esse projeto como algo, cara...

gostei disso tem bastante pessoas quando eu falo das pessoas que estão participando por isso que quando eu falo com alguns empresários que tem até condição de sozinho fazer isso e alguns até já me perguntaram quanto custa mais ou menos isso eu sempre digo para eles cara, não é isso que eu estou pedindo para te resolver para mim o mais importante agora é eu poder falar com você estar junto nesse projeto

Porque cada pessoa que eu vou me envolvendo, o outro se envolve e vai trazendo mais gente. O importante é eu poder comunicar que você está junto e você trazer alguém junto. Eu estou para... O Marge ficou junto com o primo dele de organizar, de eu pegar um voo, ele mandar. Enfim, eu ir para o Mato Grosso, reunir lá uns empresários e a gente apresentar o projeto que a gente já tem os dois em 3D.

Então, também estou para organizar esse Santa Catarina, ali em Camboriú. Então, vai sair e a gente vai ver que vai... Poderia fazer três, quatro deles. Pode fazer no lado do Rio, que tem o perigo, e pode fazer aqui no Morro Santa Tereza também, se tiver que fazer. Com a grandeza que tem o clube. E ainda quando chegar a parte de envolver a massa, aí segura, meu. Aí depois que o gigante acordar, meu, esquece.

O Blyro, o Blyro. O Blyro, o Blyro. Exatamente. Quem ajudou o clube, aquela coisa, foi o Elosmar. Eu falei com o Blyro. Tinga, você tem citado... Mas também espero falar com o Elosmar também, uma hora. Na família dele, né? Tá lá.

Tinga, para o torcedor que está acabando se envolvendo com tudo que você tem promovido e proposto, como é que vai ser esse centro de performance que tem um projeto de você e o hotel? Como vai ser para o torcedor saber um pouquinho também como é que é essa parte que você está levantando?

Se vocês pedirem para o Inter, o Inter até pode mandar para vocês, porque esse projeto não é meu, esse projeto é do Inter. Então é muito bacana, porque é o seguinte, não é nós aqui de fora que não estamos dentro do futebol, eu que estou desatualizado, estou 10 anos fora do futebol, o empresário que cada um toca o seu negócio, que estamos chegando dentro de um clube.

profissional um clube grande estamos fazendo coisas esses dois projetos eles já estavam dentro do interfeito inclusive quando semana passada quando eu falei com o Dalio da luta não chega a gente desenhou esse projeto tudo exatamente como

como o clube precisa, os jogadores precisam, que é o de alto nível. Então, é legal que a gente só está tocando uma coisa que foi feita por outras mãos que já estavam ali dentro. Então, até já existem essas imagens ali em 3D bem bonitas. Eu apresentei agora ali na nossa janta, tenho apresentado para alguns.

É um centro de performance, porque hoje todo centro de performance é um 360 que todo mundo consegue se ver. Hoje, como é ali, da maneira que o clube conseguiu fazer com as suas dificuldades, eles são várias salinhas e um sinal muito bonito, mas não é como é qualquer clube. Tanto que eu mandei para o Alisson, o Alisson olhou e falou, que é parecido com o que nós temos aqui.

Então é isso, é nesse nível Nível Inter Mas foi feito pelo próprio Inter Por pessoas que já trabalharam Que sabem o que precisa a cada canto O que precisa ali, o que precisa no hotel O que precisa no centro de performance Na piscina, na banheira Na fisioterapia Então o projeto é deles Eu só peguei o projeto E vamos arrumar o mais difícil Que é as estalecas Para pagar isso aí

Boa, boa Só para o torcedor que está escutando a gente Basicamente o que é um centro de performance? O que envolve um centro de performance? Você imagina uma academia grande Perfeito Uma academia grande, mas que tenha

uma grama sintética que tem uma piscina que tem um recuo aqui tem equipamento de alta qualidade qualidade que a fisioterapia tu consiga enxergar o cara que tá treinando lá que tiver uma sala de psicologia consegue fechar mas quiser abrir consegue ver é

É o que todos os grupos têm. Não sei se vocês já viram, se vocês quiserem abrir ali, se vai pegar o do Red Bull, é assim, se pegar o do Cruzeiro, é assim, se pegar o do Flamengo, é assim, do Palmeiras, é assim. É um ginásio, uns mais altos, outros mais baixos, que tudo está integrado. Não tem salinhas.

que tu sai dali. Não, todo mundo... Tu pode, se quiser ficar privado, tu fica, mas se o treinador quiser abrir, o diretor olhar aqui, por exemplo, quando eu vou visitar os clubes, o último clube que eu visitei foi o Flamengo, quando o Flamengo...

tentou me contratar eu fui na casa do Landin vice-presidente era o BAP que hoje é um grande amigo inclusive muita coisa que eu tô fazendo aqui e 10 e tal eu converso conversei com ele conversa com ele semana passada com você com ele sempre que ele vem aqui a gente sai para jantar ou tomar um café alguma coisa desde que ele era vice

Liguei para ele, ele não vai vir no jogo do Grêmio porque é dia das mães, ele não vai vir. Eu falei, vou passar em casa, até queria conversar algumas coisas com ele. Todos os clubes são assim, dessa forma. Até hoje, o jeito que o Inter está ali...

Tenta um pouco ser assim, mas é a menor, entendeu? Até o clube fez do jeito que podia. A ideia é essa que eles têm ali hoje. Mas atrás de uma parede tem todo esse ginásio, que é a antiga piscina que está abandonada ali, que foi prejudicada na enchente.

Perfeito. Tu chegou a comentar, uma curiosidade minha que surgiu agora, chegou a comentar com o Abel que ele, voltando para o Inter, foi o que deu o start nessa tua ideia? Sim, no almoço, no jantar, com todos os empresários ali, eu, o Abel e o Fabinho recebemos todos os empresários, então foi legal também, muitos queriam dar um abraço no Abel e agradecer pelo feito, não tinham conseguido estar na frente dele, e eu falei.

pro Abel, né? Já tinha falado pro Abel pessoalmente e ali contando o porquê daquilo, né? E eu tenho certeza que muita gente se moveu com aquele movimento do Abel de acreditar de achar tá difícil, tá? Mas o Abel tá ali tipo assim, ah, não vai dar não, mas o Abel tá ali, né? Então acho que é isso, uma coisa vai inspirando a outra, eu acho que tem esse movimento que eu tô fazendo como eu te digo, o terceiro gol talvez nem eu nem vou participar tá?

Mas, de alguma forma, a gente acabou iniciando. Como pessoas que fizeram o Beira-Rio, passado esses anos todos, está movimentando nós aqui, pensando em poder também ter uma história de legado. E, para mim, está sendo bacana, porque...

É um ano histórico, 20 anos da primeira Libertadores, que eu tive a possibilidade de fazer gol, de viver momentos de tensões depois da expulsão, mas no final consegui pela primeira vez. Imagina, o clube em 97 anos carregava e carrega até hoje o nome de internacional e a grande zoeira era que não tinha nenhum título internacional.

E de repente, nossa geração estava ali, tornando realmente internacional. E depois virou realmente internacional, porque ganhou o mundo. E ganhou uma porrada de título de novo, ganhou a América de novo.

Então, passado 20 anos, estou eu aqui de novo, de alguma forma, junto com um monte de gente. E eu sei que quando a gente se move, eu lembro que quando eu falei isso, eu comecei a movimentar. E a primeira vez que saiu isso, eu fiquei a noite inteira sem dormir. Agora, três semanas atrás, quando começou a sair isso, fiquei sem dormir, assim, sabendo do tamanho do...

do trabalho que vem pela frente, né? E aí logo comecei a pensar na vida, né? Eu sei que vai ser trabalho isso, né? Eu botei meu nome aí, né? Se não sair, eu sou o cara que falou e não fez.

e se nós fizermos, vai ser todo mundo, e vai ser. Mas eu fiquei na madrugada ali, sem dormir, aquelas coisas de madrugada que cada um tem isso, todo mundo tem isso de ficar consigo mesmo, às vezes a gente fica nisso pensando nas contas, outras vezes pensando na família, mas todo mundo... Acontece muito. É, mas acontece, todo mundo fica no mínimo um dia por mês, a gente fica com a gente mesmo, e não tem nenhum problema, isso é normal, tá?

liga um Netflix ali e tenta buscar o sono, mas às vezes não adianta, tu tá olhando o filme, mas tu tá pensando no boleto, nos problemas. E foi um dia desses, assim, logo que eu lancei o projeto, sabendo do tamanho que viria de coisas, eu comecei a pensar na minha vida, eu falei, cara...

Deus já me deu coisas, efeitos maiores. Aí eu comecei a pensar, sair da rexinga, virar atleta, era dúvida. Não, esse neguinho não vai. Aí eu lembro que eu fiz o primeiro gol, driblei todo mundo. Não, mas não vai. Não é isso. E aí depois vai. Ah, mas ganhou, mas não é isso. Mas vai para a seleção. Não, mas não, para a Europa não vai dar.

Não, mas agora vai voltar e vai ganhar Libertadores de novo. Não, não vai. Ah, mas com 35 anos chega no Cruzeiro, imprensa, tu tá louco contratar um cara com 35 anos? Não vai dar em nada, dois brasileiros. E depois se aposenta, quinta série, só saber jogar futebol, medo.

Cara, não vou trabalhar no futebol, vou fazer algumas coisas na minha vida. Mas não vai dar, tu tá louco. E a gente tá assim, então... Eu sei que tem muita gente que deve estar olhando. Cara...

Será? Não vai. Eu confio, confio em Deus, eu confio nas pessoas que estão junto, eu confio principalmente na grandeza do Inter. Deus me deu várias coisas sem ter 8 milhões de pessoas junto, apaixonadas. Imagina isso, para mim, de tudo que a gente tem feito nos últimos anos de vida, para mim é a coisa que está sendo mais fácil de fazer.

É esse movimento, porque é tanta gente apaixonada. Você não tem noção, em dois dias que eu viajei no interior, a galera que se tivesse uma maquininha...

pegava dinheiro ali na hora. Mas como a gente tem um jeito de fazer as coisas, que é o jeito que o Inter precisa, claro, envolvendo todo mundo, mostrando que não é um, dois, três, é muitas pessoas, independente de partido, de clube, de partido, de movimento, é um clube só que é o Inter. Então, vai sair. Pode alguns achar que não.

Eu tenho certeza com quem a gente crê, com pessoas que a gente está. E principalmente na força e na paixão do torcedor colorado. Mas não é fácil, tem que trabalhar pra caramba. Mas se fosse fácil, todo mundo fazia. Então, caiu pra mim isso. É um sonho e nós vamos...

ajudar a fazer isso e de alguma forma poder passar os filhos, os netos, passar e falar, o pai participou daquilo, o vô participou daquilo. E eu acho que todos os torcedores que estiveram escutando podem também ter esse mesmo orgulho, botar o seu nome dentro do CT e os filhos, os netos, poder ali procurar. Na minha cabeça, o que eu gostaria de fato mesmo era ter uma coisa moderna, além de ter placa e tal, mas ter uma coisa moderna.

que não ficasse somente no CT, que ficasse talvez dentro do museu, que tu fosse e digitasse... Um tortenzinho, de repente. É, gostaria que fosse assim, sabe? Que eu nem sei quem faz isso, mas quem fizer, quiser dar isso pra nós. Alô, galera da tecnologia. É, criar alguma coisa, botar, pra que em qualquer lugar a pessoa pudesse olhar ali. E, cara, deixa eu ver o nome do meu pai aí, deixa eu ver o nome do meu avô, deixa eu ver o meu nome aí.

Eu acho que é isso, o Inter tem muito potencial para fazer coisas assim, espero que quem entre no final do ano continue a sua jornada com os torcedores, tudo tem que ser feito e pensado nos torcedores.

Você vem por causa do seu esforço, da sua competência e da sua credibilidade. E você falou agora que você acredita que vai sair. Quando você vê em pé e funcionando, você já vê o orgulho que vai ter da obra pronta para os próximos times do Inter, para a sequência da vida do Inter e da torcida que você tanto ama?

Cara, é difícil dominar a emoção de algo que tu não viu ainda, não sei como é que vai ser. Mas uma coisa é clara, eu sei que tudo isso vai fazer um bem muito grande para o clube. Todas as pessoas que puderem estar com a gente, vocês vão estar fazendo um bem muito grande para o clube. Vocês não têm noção de como é que é. Às vezes a gente fica discutindo, tem que trazer jogador, tem que trazer jogador. E isso está ligado a trazer jogador.

Os jogadores se conversam, os jogadores se falam. Eu, todos os lugares que eu fui, eu liguei para alguém antes. E como é que é aí? Cara, aqui é... Estrutura. Então, isso facilita também para os jogadores. Não sei se vocês lembram, no início dos anos 2000...

O São Paulo era o time que mais trazia jogadores de fora. Por causa do refis. Por causa do refis. Vinha para cá, férias, machucava. Vinha ali, recuperava, olhava. Pô, cara, coisa legal. Aí o clube lá olhava e falava, cara, não, pode ficar aí. Tu vai demorar um pouquinho. Fica aí na janela de inverno. Fica aí de junho a dezembro, você volta.

Então, só citando um exemplo, mas tem vários exemplos. Então, quanto mais eu acredito que esse movimento nosso, do torcedor, fazendo algo para os jogadores, o que a gente está fazendo é para os jogadores. Olha que inversão, né? No momento que a gente perde um pouco a confiança no time...

Como eu falei, o movimento é sempre de dentro para fora. O time ganha, começa a ganhar, a gente se apaixona, compra, vai, volta a paixão, retoma. No momento mais difícil do clube, tanto político, resultado, a gente pega, nós, torcedores, nos reunimos e, cara, nós vamos dar uma sala melhor para ti, nós vamos dar um...

Uma cama melhor para ti, nós vamos dar um CT, um conforto melhor para ti, uma graminha melhor para ti. Como assim, cara? Nós era... Eu ouvi falar que aqui, quando está mal, apanha. Os caras estão melhorando a nossa vida. Cara, não tem como não ter uma devolução.

Seja dos que estão aí, dos que estão... Então, até isso também tem jogadores de dentro que estão extremamente ligados nisso. Falei com o Bruno Henrique, falei com o Mercado, falei com o Borré. Os caras assim, tipo, pô, Tinga, isso aí vai ser muito bacana, conta com a gente, vai ser muito bacana. Então, naturalmente, vai dar retorno dentro daquilo que a gente espera. Querendo ou não, o futebol a gente quer saber do jogo, do campo, quanto foi.

Ninguém pergunta quando não vê o jogo Ninguém pergunta como foi o jogo

Todo mundo pergunta quanto foi. Quando eu não olho um jogo e eu pergunto quanto foi, não é como foi. Ninguém quer saber se jogou 3, 5, 2, 4, 4, 2, se fez overlap, se fez. Bloco baixo, bloco alto. Eu quero saber, cara, quanto foi o jogo. A gente sabe que o nosso interesse final é saber quanto foi o jogo. Ganhamos, ganhamos mais uma. Mas para chegar a esse quanto foi o jogo, tem um monte de coisa que acontece por trás. E eu acho que esse movimento a gente vai poder ajudar nesse que passa por trás.

É, Tinga, deixa eu sair um pouquinho do assunto, ao mesmo tempo não saindo do assunto, mas tu fala agora sobre essa fase que o Inter está, né? Sobre os resultados. Não vem mais a gente estar se reunindo para dar essa confiança ao time, né? Tu citou aí alguns jogadores que estão no clube nesse momento.

Como é que tu vê tudo isso que está acontecendo agora com o Inter? Não consegue se estabilizar, ganha uma, perde outra. O Berahil perdeu muito da força, agora voltou a vencer, mas mesmo assim... Como é que tu vê tudo isso, sendo que tu participou do time mais campeão da história?

Eu penso que isso é uma transformação global do futebol. O futebol, coisas que a gente antes não dava valor ou não enxergava valor, que é um pouco delas do que nós estamos falando, de uma estrutura, de um sono, de uma comida.

Porque hoje, se tu pegar quarto e domingo jogando em tudo que é lugar, comer, dormir, às vezes é mais importante que treinar. Depende da sequência, né? Então, antigamente, só que talvez quem está escutando falaram, mas na tua época vocês não tinham essas coisas. Só que eu não tinha, o adversário também não tinha, e o outro adversário também não tinha.

Hoje não, eu não tenho, mas os meus adversários lá em São Paulo e Rio têm. Então faz uma diferença. Então eu vejo que muita coisa que está acontecendo dessa pequena distância é muito por estrutura. Estrutura geral, estrutura de clube, instabilidade do clube. Às vezes o jogador chega no clube extremamente animado. Pô, tô indo pro Inter, campeão de tudo. Pô, todo mundo fala do Inter. Aí o cara chega aqui.

Três jogos, mal, vaia. Ah, mas não ganho nada. Só que o cara tá três meses aqui, tá um ano. E nós estamos falando porque nós não estamos ganhando há dez anos. Só que o cara não tem nada a ver com os dez anos. O cara chegou ano passado. Então isso eu vejo que é um... Não sei se é erro não, mas é um ambiente, né?

Hoje ele carrega que vários jogadores bons chegam aqui, às vezes não conseguem se desenvolver aqui, porque ele chega aqui e passa três jogos, se ele não for bem, ele já entra nesse pacote de, ah, não ganho nada, só que os caras estão há um ano aí, dois anos aqui. A geração minha, que todo mundo fala, que ganhou, vários jogadores, quando eu cheguei aqui, não podiam tocar na bola, porque a torcida vaiava.

Mas tinha uma convicção da diretoria daqueles jogadores, tinha uma convicção principalmente do treinador. No ano que eu cheguei era o Muricy, vários jogadores tomavam vaia e ele mantinha o jogador. E com o tempo o jogador foi vendo e o torcedor foi entendendo também. Cara, não adianta que os caras saibam o que estão fazendo. A gente como jogador cobria esse jogador que estava tomando mais vaia. Quando nós íamos bem, nós falávamos, nós fomos bem por causa dele, ele correu mais.

Então, essa estabilidade sempre teve, só que depois que ganha, é muito fácil falar, cara, a geração vencedora eram vários jogadores que eu joguei e a primeira vez que ganharam alguma coisa foi ali no Inter. Tinha pessoas que a primeira vez estavam jogando Libertadores. Então, se faz uma geração vencedora, também passando por alguns momentos difíceis. Agora, nos últimos 10 anos, a cada ano a gente corta a cabeça de todo mundo.

E nem todo mundo não serve. Tem pessoas que, de repente, num outro ano vai servir. Então tu começa a ver que essa instabilidade, ela também faz com que muitos jogadores bons passem por aqui e não consigam jogar. E aí vira três meses, ele está em outro lugar e a gente fica aqui falando.

como é que mandaram o cara embora? Quando eu estava aqui, nós estávamos batendo no cara, entendeu? Então, acho que assim, essa estabilidade, a maneira que o futebol hoje é comercializado, então não dá para te pegar tudo como verdade, porque hoje tem um futebol paralelo ao jogo.

que é o das redes, que é o que nós estamos vivendo aqui. Isso aqui é um outro país de futebol. Então, como é que as pessoas vão falar depois do jogo? Como é que vão ver? É o podcast de um, é o canal do outro? Então, tem um outro jogo paralelo que, às vezes, estar em crise é mais importante do que estar ganhando. Porque quando está ganhando, às vezes não tem muito assunto para falar. Quando ganha, o...

O torcedor quer escutar o tradicional que está mostrando o gol, mostrando o cara falando, a alegria. Às vezes, quando perde, ele acaba mobilizando e oportunizando mais gente. Então, tem que ter equilíbrio. Ao mesmo tempo, essa distância, se for olhar nos últimos sete anos...

o Rio Grande do Sul poderia ser quatro vezes campeão nacional e uma vez campeão da Libertadores. Nós, como Inter, dois brasileiros, uma Copa do Brasil nos últimos, acho que, dez anos, e uma Libertadores. E o brasileiro também, né? Dois brasileiros. Ele citou. Dois brasileiros, uma Copa do Brasil.

Há Libertadores, que praticamente... Pelo menos na final nós era Patai com um dos piores bocas dos últimos anos. E jogamos melhor com o Fluminense o tempo todo. Nem o Fluminense acreditava que ia ganhar da gente. E aí tu pega o Grêmio e o Soares com o joelho por um ponto e não foram campeões. Então, ao mesmo tempo que a gente fala que está muito distante, mas tu pega nos 10 anos, o Rio Grande do Sul poderia... Por causa de um ponto, por causa de um roubo, de um pênalti.

deu o pênalti depois depois o Denilson com um centésimo sei lá, um pé, uma unha alma pra frente do corpo o Negão tava com dois corpos aquele dia mas então assim se fizer as coisas bem feitinhas a gente não tem gordura pra fazer as coisas meia boca se fizer bem certinho, torcedor junto os processos juntos o time entendendo o que ele é por exemplo, eu tô gostando Ricardo

um pouco do Inter, porque o treinador entendeu o que nós somos. Cara, nós temos que fazer time esse ano, fazer time pra correr, se matar correndo. O torcedor, né, acho que só tá faltando...

uma comunicação com o torcedor que talvez tem gente lá dentro com esse poder, força e moral para chegar. Cara, olha só esse ano. Vocês estão vendo aí. Esse ano nós vamos ser um time sofrido, pau. Nós vamos bater nele. Nós vamos correr para caramba. Nós vamos fazer um azerinho. E vocês vão sofrer com a gente. Vem, cara. Vem. Não vem esperando nós sair lá de trás jogando aquele risco lá. Não vai ter isso. Mas vem. A gente precisa de vocês aqui.

segurando no estômago quando os caras vão lá no nosso gol e da pouquinho nós vamos lá e vão dar um tiro. Eu acho que isso nós temos, o treinador meio que entrega isso, entende isso, trabalha para isso. Eu acho que às vezes é jogar claro e mostrar, torcedor, consegue esse ano a gente fazer isso e não precisar chegar a uma rodada desesperado, cada um fazendo a sua figa, a sua reza. Eu acho que faz isso, falta essa clareza.

Fora isso, eu penso que tem uma distância, mas ela não é tanto se tu te organizar. Porque se a gente vê, todo ano tem um time que não é o Palmeiras e Flamengo e dá trabalho, como foi o Mirasol ano passado.

Isso é muito tese aqui nossa, do nosso Gê Inter, nosso podcast, sobre como o Inter está entendendo o que precisa fazer para sobreviver ao 2026. A gente fala muito disso aqui, viu, Tinga? Ah, que legal, que legal. Concordamos contigo 100%. Não, eu estou concordando com você, porque é a primeira vez que eu falo, você já falou antes, então eu estou concordando. Não, a gente só está ali...

sincronizado de ideias. Perfeito. Acho que essa figura, e agora tu traz mais esses bastidores do Abel e do Fabinho, como é importante a figura deles estarem ali, não só no extracampo, mas reflete dentro de campo também. É diferente quando tem pessoas que passaram pelo clube. E veja bem, passaram pelo clube, mas também ser profissional da área. Perfeito. O Fabinho começou no Flamengo.

Depois assumiu uma bomba lá no Corinthians e ainda conseguiu ser campeão da Copa do Brasil. Em cima do Flamengo, que era o monstro, para te ver essa distância toda. E é legal isso também, porque eu acho que o Fabinho, o cara que é campeão na Copa do Brasil, tinha condição de ficar lá também. Acredito que tinha uma proposta para ficar no Corinthians, como tinha outros clubes. Escolheu estar aqui também.

escolheu também estar no Inter, mas aí tu vê, né, eu tô ali em casa analisando, a gente foi colega, a gente se dá bem, mas eu, quando chega alguém no clube, eu não ligo pra ninguém, entendeu? Se o cara não me ligar, eu não ligo, até porque quando o cara tá nessa posição, já tive, já trabalhei nisso, todo mundo liga, então eu...

E aí ele me ligou, pô, aquele gente dele, ô soldado, aquele pequenininho com voz gigante, né, ô soldado. Aí pô, falou, não, vem aqui em casa, pô, ele foi lá tomar um café comigo, falou sobre, pô cara, estrutura, pô, de onde eu venho, cara, falta alguma coisa, a gente quer cobrar, mas tem que entregar um pouco melhor pros caras e tal, e eu saiu de casa, tava com meu filho junto, eu falei, tu vê, cara.

Todo mundo quer fazer time, porque quando tu faz time, todo mundo quer tirar foto com a contratação. O grande gol do executivo é a foto com o contratado. Às vezes isso é melhor para o cara, para o clube nem sempre. O contratado vem no aeroporto, mas não entrega no campo. Mas para o executivo é do caramba.

contratou, fulano. Eu já penso que um bom executivo tem que deixar legado no clube. Tem que deixar legado, tem que deixar história, tem que deixar um jeito de fazer as coisas. Todos os clubes que eu passeio vai lá dentro e tem história minha.

Tem história, vai lá, aqui hoje os jogadores dão cesta básica para os funcionários, porque eu cheguei lá e, cara, quantos funcionários? Vou dar cesta básica para os caras, as coisas continuam. Aqui no Inter era a mesma coisa. Então o legado é isso, você pode fazer de um jeito e que vai.

Agora, contratar é o que precisa. Mas acho que fazendo toda essa estrutura, facilita até para eles contratar. O jogador que está para voltar para o Brasil, ele entender que, opa, a torcida está com o time. A torcida fez um CT para os jogadores. Ah, mas quando eles foram campeão, não, não. É no ano que estava ruim.

Então também para mim, fazer nesse ano mostra, porque eu imagino que em 2007, se precisasse fazer um CT, ficou mais fácil. Ganhou o Libertador, ganhou o Mundial, qualquer cara que falasse, vamos fazer um CT para os jogadores, o cara fazia três CTs. Todo mundo ia querer fazer alguma coisa para a nossa geração. Mas ao mesmo tempo a gente entende que a gente não está fazendo para os jogadores, está fazendo para o clube. Mas é importante fazer em uma época para mostrar a nossa paixão.

Ela não é contigo. É com a camisa que tu veste. E assim foi comigo também, com a camisa que eu vestia. Hoje o torcedor lota pra ir no Beira Rio, pra ver o jogador. Não é pra ver. Se eu for lá no Beira Rio, ninguém vai ir no jogo. Ninguém vai olhar. Eu só tô aqui sozinho. Médio, né, Tinga? É, eu ia dizer, né? Médio, né, Tinga? Quando eles te encontrarem ali, tu sabe que o pessoal é um pouco do campo ali. Vai parar um pouco de olhar. Não, se a gente fizer um encontro contigo, a galera vai ir também.

É, mas não lotam o estádio. Então, assim, os jogadores, quando estão com a camisa do Inter, ficam grandes, entendeu? E eles sabem disso, cara. Eles sabem disso. Eu acho que esse movimento vai ser um movimento que eu acredito que vai trazer outras coisas muito bacanas para o clube, que talvez a gente nem vai ligar a esse movimento, mas ele vai estar interligado totalmente.

no futuro, né? O pessoal aqui hoje, todo um colorado já viu aquela fotinho do Falcão carregando o carrinho de tijolo ali. Acho que vai ter no celular de muita gente um vídeo e uma foto do Tinga, né? Quebrando umas paredes e botando uns tijolos ali no CT, né? Ah, tem que ter uma galera. Se tiver, acredito que vai ter. Porque tem uma porrada de jogadores aí que tá fazendo parte disso direto e indiretamente. Eu ligo pra explicar, né?

Para eles, está acontecendo isso, isso, isso. Eu tenho certeza que todo jogador tem sua rede, às vezes o torcedor encontra. Eu liguei para o presidente muito por isso também. Eu falei, presidente, todos, quem é presidente do Inter uma vez é eterno. Sempre vão te chamar de presidente. E eu digo, cara, eu tenho certeza que quando as pessoas viram no jornal isso, amigos teus, te ligaram. Ou vão te ligar.

E perguntar o que é isso que o Tinga está falando ou fazendo ali. E tu tem que saber o que é até para o Tivide falar e falar, cara, não, nós estamos juntos.

Não é legal. É a mesma coisa que o meu porteiro lá do condomínio fala, ó, fulano tá entrando aí, pode entrar? Entra. Ele passa, vai lá na churrasqueira da minha casa, fala um churrasco, e eu não sei que vai ter churrasco lá. Eu vejo dessa forma. Eu não posso chegar ali no Inter, por mais que eu sou colorado e que eu fiz parte da história, não posso chegar no Inter e fazer coisas sem comunicar as pessoas que têm história ali dentro também.

Então, uma coisa básica que, para mim, faço em qualquer lugar, chego na casa das pessoas, quero cumprimento todo mundo, estou chegando, é a mesma coisa. Então, isso mostra que o projeto não tem lado, não tem envolvimento, não tem pretensões de nada, de nada. Se aparecer um dia fazendo alguma coisa, seria injusto isso, porque tu faz um movimento para depois...

querer se jogar em alguma coisa, tu tá se beneficiando de algo, né? Então, não tem interesse nenhum, a não ser, talvez, ter um dia uma fotinho carregando um tijolo ali, só que hoje, talvez, não é naquele carrinho lá, tão pesado, né, que o Falcão, hoje, já tem um carrinho que dá até pra digital, dá pra levar até no controle, né? E não vai ser um, não vai ser só foto, né? Vai ter um vídeo, vai ter tudo lá, né? É, hoje, os caras já botam o cara até entrando dentro.

marretendo, saindo, carregando. Mas é isso aí, galera. Espero que todos tenham entendido. Falei de muita coisa, variáveis, de tudo. Mas, basicamente, é um movimento nosso.

que é tão importante quanto fazer, quanto buscar financeiro para isso, é envolver todo mundo. E todo mundo vai poder estar envolvido. Eu só estou fazendo as coisas da maneira mais transparente, mais legal, para que a gente não venha ter problemas, não conseguir auditar. Então, se não apareceu nada ainda para fazer nada...

é porque é porque a gente não consegue fazer então por isso que eu tô fazendo dessa forma né para o torcedor não pensar que e a vai chegar vai tirar as pessoas outra coisa né para fechar tem um parque gigante ali né que tem sócios ali né

Então já chegou algumas coisas, né? Pô, vai tirar nós dali, vai... Cara, eu sempre... Quando chega isso pra mim, eu respondo, né? Porque eu respondo na hora, eu falo, cara, tu consegue imaginar eu. Tu me conhece? Conheço. Então, tu consegue imaginar eu chegando...

aí no parque gigante pisando e vocês tirando tu consegue ver isso em mim? aí o cara fala, não, então cara acho que eu vou chegar aí o que eu tô pra mexer já é do clube o clube já trabalha dentro já está abandonado

E pelo contrário, o que eu mais quero é ter condição de chegar ali e de alguma forma, se está faltando alguma coisa e eu tenho essa coisa dentro da minha obra, eu quero mais é poder deixar, meu sonho é poder deixar alguma coisa de legado no parque gigante ali, onde tem as piscinas, churrasqueiras.

Não tem nenhum... Nem passa a ideia de tirar, botar. Não, fazer uma coisa ali onde já está. Então não tem nada. Pelo contrário, se nós conseguir melhorar o pórtico, já é uma melhoria até para...

para tu que chega no parque gigante. Então, com certeza, o meu sonho é poder ter condição de ajudar de alguma forma as pessoas que são sócios, porque são sócios desde o tempo que ninguém era, eles estavam ali pagando, estavam ali, time ganha, perde, eles estavam ali. Talvez para nós, às vezes, a gente olha, alguns olham, mas os caras só vão ali, só tem uma piscina, um churrasco, cara, mas...

Os caras, para eles é importante aquilo. Então, tomara que eu consiga ainda de alguma forma. Não é uma promessa, não é nada, mas a única promessa é que não tem nada de tirar ninguém, nada de usar espaço de ninguém. Onde a gente vai usar já é do futebol.

Tinha, te agradeço muito pela tua presença aqui. A gente te prometeu tirar uns minutinhos do teu dia. No fim, tiramos mais de uma hora. Peço desculpas. O papo é bom, ele vai indo. Te agradeço muito ter vindo aqui, conversado com a gente, ter mostrado, contado para a gente os detalhes desse projeto. A gente está muito ansioso para ver ele sair do papel, ver acontecendo.

Conta aqui conosco para o que precisar e as próximas etapas para trazer aqui para a nossa audiência do GE, também, os torcedores colorados, trazer essa tua ideia que é muito legal, muito legal mesmo. E é importante essa união no momento que o time está mal. Eu concordo 100% contigo. Quando o time mais precisa do seu torcedor, do seu povo, é quando o time está mal. Agradeço o Tomás, meu parceiro aí também.

Oi, né, Esther? Principalmente torcedor do Inter, né? Vocês já gostavam desse rapaz aqui. Muitos de vocês têm a camisa 7, a 16 do homem aqui. Desconfio que vocês vão ter agora mais foto dele também, até de roupa social, né? Porque o homem não para e vai dar ainda mais alegria pra vocês todos.

De obra, né? Fazer uma de obra vermelha. Fazer uma de obra vermelha, né? Fazer um uniforme de mestre de obras do Inter. Muito obrigada, Tinga. Muito obrigada mesmo. Muito obrigada meu amigo Tomás, meu parceiro aqui de Jainter e pra galera que ficou conosco também. Muito obrigada pela audiência e a gente se vê na próxima. Até mais. Tamo junto.

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