Episódios de GE Internacional

GE Inter #437 - Salto na tabela com brilho de Bernabei e Alerrandro

04 de maio de 202631min
0:00 / 31:24
Esther Fischborn, Tomás Hammes e Luka Pumes debatem a vitória sobre o Fluminense no Beira-Rio. No modo operário, time de Pezzolano mostra sinais de consolidação de uma ideia de jogo e dá esperança para a torcida de uma temporada melhor do que o previsto. Ouça!
Participantes neste episódio2
E

Esther Fischborn

Host
T

Tomás Hammes

Co-host
Assuntos8
  • Vitória do Inter contra o FluminenseAnálise tática da vitória com menos posse de bola · Desempenho de Bernabéi e Alerrandro · Comparação com o time de Papito
  • Desempenho de Bruno HenriqueInconstância de Thiago Maia · Segurança e liderança de Bruno Henrique · Potencial de negociação de Thiago Maia
  • O papel de Vidiagra no meio-campo do InterRetrospecto do Inter com Vidiagra em campo · Dependência do time em relação ao jogador · Melhor contratação do Inter em 2026
  • Análise do trabalho de Eduardo Coudet (Papito)Comparação com o trabalho de Odair Hellmann · Ausência de um camisa 10 e meio-campo de criação · Final da Copa do Brasil de 2019
  • Expectativas para JogosJogo contra o Brasil de Pelotas pela Recopa · Jogo contra o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro · Importância de manter a campanha em casa
  • Análise de Jogadores· EsportesCláusula de gols de Alejandro · Desempenho de Borré
  • Mercado de Transferências do FluminenseContratações inteligentes · Possibilidade de implementar a ideia de jogo de Pesolano
  • Comparação entre o trabalho de Pesolano e outros técnicosAdaptação de Pesolano à realidade do time · Críticas a técnicos que não ganharam títulos pelo Inter
Transcrição84 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Alô, torcedor colorado, sejam todos muito bem-vindos. Vocês escutam isso? O Inter venceu, o som da vitória. Estamos chegando com o nosso Podinter, edição de número 437. Eu sou a Esther Fichborn e estou com o Tomás Rames, com o Luca Pumes. Este senhor do meu lado é o Luca Pumes, ele está diferente, senhoras e senhores que estão conosco no vídeo. Mas é o mesmo nosso amigo de sempre.

feliz com a vitória do Colorado, amigo. Parecia que não ia acontecer, mas finalmente, tudo bem? Tudo bem. Olha, tô contente, né? O Inter, mais uma vez, contra um time que dá espaço, conseguiu mostrar que...

Aproveitando os contra-ataques, que é o que sabe fazer, que é trocando futebol, tem possibilidades de vencer. O Fluminense, até então, faz uma campanha boa no Campeonato Brasileiro, ainda que na Libertadores esteja ali periclitante.

Mas a gente sabe que é um time de muita tradição e é uma vitória que dá moral. É uma vitória que dá moral porque vencer um time desse pelotão de cima faz com que o Inter comece a flertar um pouco mais com outras possibilidades de vitória. E aí eu acho que o Tomás começa a enxergar outras possibilidades do Inter chegar nos pontos que ele falou que ele não via chance de o Inter conseguir.

Eu queria dizer que o jogo contra o Fluminense me nocentou, né? Eu falei que o trabalho do Pesolano era ok e o Tomás brigou comigo aqui nesse mesmo podcast. E aí, amigo, tudo bem? Tudo bem. O trabalho... Fala agora, amigo. Agora, pelo menos, o Inter está numa posição mais... entre as, por exemplo, não existe, é ingolível, né? Porque décimo sexto ou décimo sétimo é inqualificável a posição, né? Não tem defesa, né?

Mas, então, já que tocaram o nome do prof, Pesolano, surpreenda. Escalha o mesmo time, Sábado. É, isso que é difícil, né? Não escala o mesmo time nunca. E aí eu digo pra vocês, eu pergunto pra vocês. O Inter venceu de novo, com menos posse de bola, de novo, a gente vem falando disso há um tempo. E aí eu pergunto, o Inter encontrou a sua forma de jogar, o time do Inter, pra vencer o 2026, é um time mais operário, tem que ser um time mais operário?

O Inter papitou para deixar o Luca Pumis mais... Mais o quê? On fire. Está tudo bem. Saudades do Papito. É um grande treinador. Cada vez mais aí mostrando que é capaz.

Mas na época em que ele pegou o Colorado para jogar, para treinar, na verdade, olha, era complicado o que ele tinha de peça ali também, né? Então, o time do Papito, com todo respeito ao Odair Hellman, que eu espero que ainda encontre o Inter e eu vou ficar muito feliz quando acontecer. Mas muitas vezes o time do Odair Hellman foi covarde.

Ontem eu estava justamente conversando E acho super interessante o Tomás trazer isso Porque é a última vez que o Inter jogou De nada, trazer um assunto interessante para você Dissertar, meu querido Muito obrigado, Tomás Acho que é meio de prática o teu isso Mas se a gente vai pegar Uma campanha boa que o Inter teve Há um tempo atrás Sem um time sem A presença de um camisa 10 A gente vai encontrar o time do Papito formando

com um tripé de meio de campo que tinha às vezes o Lindoso, às vezes o Dourado, tinha Patrick Edenilson mais pra frente ali, tu vai ter William Potker, Guilherme Paredes, mais pra frente o Paulo Guerreiro, que resolvia vez que outra.

Tem semelhança, tem métrica. É um time que, se botar um cara um pouco mais cadenciador, talvez perca justamente aquilo que mais pode lhe ajudar, que é a capacidade de sair rápido, que é a corrida por contra-ataque, a ligação direta. E acho que o Inter, de alguma forma, se assemelha. O Tomás tem razão. O Inter dá umas papitadas. Eu sempre tenho razão. Mas qual foi o time que tu montou? Eu estava montando o time da Copa do Brasil.

Tu tirou o Nico? Tem o Nico Lopes também. O Nico é titularíssimo naquele time. E só pra lembrar, o D'Alessandro é titular, o D'Alessandro só não joga na final aqui no Beira-Rio porque ele tá machucado, mas ele é titular daquele time. E o D'Alessandro não é titular. Um período no Brasileiro de 18, porque ele se lesiona e aí o Papito acha uma forma de jogar, mas...

Durante o Brasileiro mesmo, ele recupera a posição. Sim, mas é o que eu te disse, na formação do time do Papito. Então, o Inter jogou bastante tempo. E eu lembro porque era uma bronca que o meu pai tinha, e aí assinalando mais um monte do seu Josué, que é...

Não tem camisaderas nesse time! Não tem um meio campo de criação! O time sem meio campo não existe! E ele ficava extremamente indignado. E a gente chega na final da Copa do Brasil. O D'Alesson não joga, mas enfim. A gente chega na final da Copa do Brasil precisando de gols e com o time todo no campo de defesa. O que é indefensável.

Isso em 2019. Então são coisas que ainda ficam um pouco na memória do torcedor colorado como uma coisa ruim. O Inter, na hora que ele precisou do seu golpe...

De ousadia ele não teve, mas eu acho que o Pesolano aos poucos vai montando uma ideia de futebol parecido, ainda que em outro esquema, mas que é um pouco mais ousado, até porque eu acho que as peças em alguns pontos são um pouco mais qualificadas.

Não são todas, mas eu acho que tem mais a explorar agora. E acho que é natural, porque o Inter em 2019, naquela época da Erhelman, realmente passava por maus bocados. Não que hoje não passe, mas ainda voltando, se reestruturando, tentando alguma coisa depois dos seus anos de mais dificuldade na vida. Tem outra semelhança.

O Papito, o Adair, no caso, ele faz os últimos jogos da Série B ali, depois que o Guto é demitido. Mas ele vira mesmo o treinador do Inter em 18. E ele também começa com... Muito se fala do Papito retranqueiro e tal, que ele até falou na coletiva de sábado, né? Mas o Papito também, ele começa com o Inter bem abertinho.

E aí ele apanha? Sim. Ele toma três do Grêmio, inclusive, e ele no brasileiro, no início do brasileiro, ele sofre, e aí sim que ele entende que ele precisa fazer um time mais seguro naquele Grenal, que é 0x0.

Na arena que o Renato até fala que jogou contra um time de segunda divisão. E aí sim, com o Inter mais resguardado, o Inter se encaixa e aí faz uma boa campanha no Brasil e termina em terceiro. E essa semelhança que tu salienta, Tomás, ela vai muito...

ao encontro daquilo que o Paulo Pesolano falou sobre colocar as necessidades do time à frente das suas convicções. Porque eu acho que nenhum treinador gostaria, tem o seu primeiro ideal de montar um time retrancado, um time para trás. Obviamente, a gente conhece na história do futebol vários treinadores que se especializaram em ter times que jogam no contra-ataque, que fecham a casinha e depois vão.

Mas se tu tem a possibilidade de atacar, se tu tem a possibilidade de pressionar lá em cima, se tu tem um time que é capaz de fazer isso, eu acho que o teu primeiro ímpeto é formar um time que é sempre capaz de resolver as partidas do que ficar esperando, né? É, mas eu acho que daí o Pesolano acertou em fazer essa avaliação do time e perceber que ele não ia conseguir fazer isso agora nesse primeiro momento, né? Total.

E aí vai ter parada da Copa do Mundo, vai ter janela de transferências, e aí se o Inter conseguir contratar de forma inteligente, aí sim, de repente, no segundo semestre, ele consiga fazer essa ideia de time, que foi quando ele chegou aqui e ele queria isso, né? A gente só ouvia de como o Pesolano gostava de times de alta intensidade e tudo mais. Então, acho que é isso que... Acho que o Pesolano acertou muito nisso, em fazer essa leitura, porque, vamos ser sinceros, o primeiro passo é a gente aceitar o que a gente tem, né?

Sim, e a alta intensidade pode aparecer até numa maneira dessa. Mas não da maneira que ele sonhou em fazer, embora os times dele, pelo menos ele treinou o Cruzeiro, o time dele...

abusava bastante de um jogo bem vertical, menos cadenciado, mas ainda assim eu acho que com um pouco mais de pressão no primeiro movimento da saída de bola, por exemplo, quando tem o tiro de meta do adversário e tudo mais, e aí talvez esse time do Inter não consiga dar isso tudo para ele. Mas eu vejo, como a gente já falou há dois podcasts atrás, um time do Inter que consegue ser intenso fisicamente, porque suporta, mas... Obrigado.

Aí, entrando nessa que tu traz, amiga, de o que pode ser do Inter pós janela do meio do ano, bom, é, talvez ele... Vai depender muito, né? De muitos fatores. Como tu falou, né? Se conseguir contratar com qualidade. E, tipo assim, mesmo o Inter contratando com qualidade, eu não sei se ele consegue chegar no ideal dele, né? Porque o ideal dele, com certeza, é maior do que aquilo que o Inter pode entregar agora. Mas acho que alguma coisa pode se assemelhar, né?

Pode perder peças ainda, né? E o Inter, pro Inter contratar, vai ter que sair antes, né? Então eu... Então eu...

Não vai contratar se não tiver com sair, porque não tem de onde tirar, né? É, exatamente. E o Rafael Borré, Thomas Ames? Ainda mais depois que o Alejandro faz a partida que faz no dia de domingo. É que o Alejandro, ele só pode, ele tem uma cláusula de 15 gols, né, Thomas? 15 gols e... 60% do gols. É, não é 15 ou, né? 15 e. É. Então ele precisa... Fazer mais gols. Ele tem uma caminhada grande ainda para fazer, né? E faltam 12 gols.

É bastante... Não, não, não. O número eu acho bem fácil de atingir, né? Pra um atacante, porque pelo amor de Deus, 15 gols em 12 meses... É que ele também não tem tanta sequência assim, né? De repente, se ele começar a ganhar sequência... 15 gols em 12 meses é o mínimo, né? Tá bem fácil, mas... Quando foi a última vez que o Borré fez 12, 15 gols em um ano inteiro?

É isso que eu digo pra vocês Faz tempo, né? É incompetência do Borré, não é porque isso é difícil É outro problema, né? Eu concordo contigo Ela não disse nada diferente disso Só que o In... Só que aí...

caso ele continue dando assistência ou fazendo gols, ele vai ter a sequência e aí vai ficar mais fácil dele atingir esses 60% de pelo menos um tempo em campo. Eu concordo com vocês. Outro que a gente fala dos 60% e que daí eu acho que é um ponto de virada desse internacional é o Vijagra. Eu tenho um dado aqui que nossos amigos aqui da TV, da RBS TV, levantaram.

Eu fui conferir desde que o Vigiagra começou a ter essa sequência de jogos. Foram 15 jogos, 10 vitórias, 3 empates e somente 2 derrotas. O Inter tem um retrospecto absurdo com ele em campo. Claro, um jogador só não faz milagre, né? Foi um conjunto de fatores, mas eu acho que é um dos diferenciais desse time que faz conseguir os resultados.

Olha, é incontestável a qualidade dele, né? E acho que até se torna um pouco perigoso a nova dependência, porque o Inter, nesse setor aí do meio de campo, se perde ele, bom, daí já... Fernando 2.0. É, já relembra. Não comparando jogadores, né? Sim. Só a situação.

Já relembro o que aconteceu na temporada anterior, que é a ausência do cara que abre o meio ferrar o resto da estrutura como um todo, que é o que dá equilíbrio, né? O Caminho é assim que dá equilíbrio no time, não adianta. É ele que vai transitar entre aquela linha que está atrás e o time todo que, teoricamente, vai ser capaz de resolver a partida lá na frente.

E, enfim, acho que o Inter acerta muito nessa contratação. Foi a melhor contratação que o Inter fez em 2026, com certeza. Demorou para aparecer, irritou o Tomás. Irritou bastante. Irritou o Tomás. Não aparece o Vidiagra e tal. É verdade. Enfim, quando faz. E mais uma vez?

Não. Completa a frase, por favor. Todo mundo... Não, assim, não abusa também. Não abusa também. Luca, não seja injusto. Luca, por favor, complete a frase. Não abusa também. E mais uma vez... Não abusa, Tomás. É. Eu estava assim, Arthur. Ele não consegue dizer, mas eu digo. Mas é que todo mundo queria que ele jogasse, irmão. A grande questão é que eu ficava questionando. Mas por quê? Isso, isso e aquilo. O pessoal não está errando, está errando.

Mas a gente não sabe. A gente não está no dia a dia. A grande questão é que o Tomás é chato, né? Pronto.

Geralmente quem tem a razão é chato, né? Ah, pronto. O maneirão sempre é legal porque fala qualquer coisa que não é o que importa, né? Não é a verdade. Ele fala o que é o que não vem. Mantenha o microfone próximo da tua boca pra gente ouvir da tua sabedoria. Só aprendam.

Só aprendo. Deixa ele. Não, deixa ele. Deixa ele. Mas é um ponto de razão, né? Que, na verdade, não só o Tomás, mas o torcedor todo cobrava essa utilização do Vigiagra e a prova é que estava todo mundo certo. Todo mundo tinha um ponto de razão nisso. Não, o Tomás estava correto. Não, o Tomás estava correto. Apenas ele, ele... Esse podcast se chama Tomás e seus amigos. É. Tá bom.

Tomar as control restas. Ah, tomar as control restas. A gente está compagando contigo em tudo aqui, amigo. Em colégio, a gente jogava... Todos com tarrapa. Exatamente, era isso. É, muito bem. Brilhante, Luca. Muito bem. Ao contrário do meu querido amigo, eu reconheço quando ele está certo. Cara, esse cara não existe, tá ligado?

Eu acho que nesse ponto que a gente tem, principalmente esse jogo contra o Fluminense, ele mostra muitas coisas para o torcedor colorado. E aí a gente fala mais uma vez sobre a utilização do Bernabé. O Bernabé tem o mesmo número de gols que o Borré.

A gente fala de novo de como o Inter não depende tanto mais do ataque. O que tu tá olhando aí, das meias, amigo? Desculpa, eu me perdi completamente. É o Shrek e o burro do Shrek. Eu vi que também tu tá com meias que são... Eu tô de Harry Potter. E são diferentes, né? São. Uma é o Rony Weasley e a outra é o Harry. Eu jurei que... Quando eu vi pela primeira vez, eu achei que era a Puca e o Garu. Não. Mas aí... Não, não. É o Harry Potter. É, ok. Sabe muito de Harry Potter, Luca Pumas, tá vendo? Tá.

Não, mas aí pelo menos tu reconhece, né? Não é que nem certas pessoas que não conhecem o Stitch. Esse final de semana eu fui no shopping, eu via uma meia do Stitch toda peruçada, assim, eu ia tirar foto e mandar pro Tomás. Aqui, amigo. Tu tinha que comprar a próxima vez, a gente divide. Não, é fim do mês, né, amigo? É complicado. É complicado. Se fosse início do mês eu teria feito essa loucura. Vamos lá, vamos fazer isso qualquer hora dessas.

Fechou. O aniversário dele vai chegar. No final do ano. É. É. Até lá a gente não vai deixar ele esquecer isso. Não vamos. Não vamos, é isso aí.

Adiante com o podcast? Adiante com o podcast. A gente já se perdeu três vezes aqui, né? Fomos para o Dair Helman, fomos para o Tomás. É que aí que está o papito. Eu acho que ele faz muita relação com esse podcast, né? Eu acho que falar a traseira o papito não é uma perda. Pelo contrário, há muita ligação ali. E aí, diferentemente, fala das meias. É isso. As meias não tem um de dar nenhum. É bom. Tomás, o que você pensa sobre isso que a gente acabou de falar?

Olha, sério. Sobre as meias? Não. É, sobre as meias, amigo. Sobre as meias.

Tu não estava prestando atenção? Não estava, só que as meias me tiraram, né? Eu me perdi na discussão das meias. Aí me quebrou, é por isso. Estávamos falando sobre o Bernabé ter seis gols, a mesma quantidade de gols do Borré. E sobre a não necessidade do Inter. O Bernabé, demérito do Borré. Quer dizer, demérito de todos os atacantes, né? É. E do Borré em especial, porque até então, até pouco tempo, no caso, ele era o nove. O nove sempre entre aço, né? Ele é o dezenove, mas o centroavante... Então...

O Bernabéi é o melhor atacante do Inter, o jogador mais perigoso do time. Ele, no momento, tem sido o melhor jogador. E quando ele tem liberdade, ele causa estrago. O problema era lá atrás, que todo mundo já discutiu. Se ele jogar como lateral, ele tem que ter um sistema para proteger. Se ele jogar mais à frente como meia ou como atacante, fica mais fácil.

Senhoras, pensando na semana, o Inter tem um compromisso ali meio fora do tradicional, que é o Brasil de Pelotas pela Recopa. Vamos ver jogadores que não costumam ter oportunidades. Imagino que Cleiton Sampaio, Juninho, esses outros caras que a gente não vê muito no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil. E no final de semana, a partida contra o Coritiba.

E aí eu pergunto a vocês o que a gente espera do Inter, desses próximos... Espera ver jogadores da base, espera ver outras que a gente possa tirar desse time mais alternativo contra o Brasil de Pelotas e final de semana contra o Curitiba.

É, o foco tá na partida contra Curitiba, né? Vamos ser sinceros. Uma tacinha é sempre boa, não dá pra perder. Não. Não dá pra perder. Não. Porque lá do outro lado, quando estão fazendo as contas dos títulos que o ídolo lá deles ganhou, eu sempre coloco essas tacinhas aí também. Aí no montante parece que foi mais, mas não foi tanta coisa assim também. Taça é sempre importante, né? É, então assim...

Espero que não se faça nenhuma insanidade de colocar algum jogador que possa se prejudicar fisicamente no meio da semana. Nem acho que vai ser o caso. O Abel já meio que antecipou que as principais peças o Inter vai segurar. E que a gente consiga observar alguns meninos, que daqui a pouco podem estar reforçando o grupo. Eu gostaria de ver uma rodagem um pouquinho maior. O que você está achando dessa última utilização do Alex?

Olha, eu sou muito sincero, eu gosto do futebol dele. Sim, cobrou bastante aqui, inclusive. É, eu gosto da ideia de a gente ficar dando oportunidade para um jogador que daqui a pouco pode estar tanto nos ajudando dentro de campo, quanto nos ajudando financeiramente, porque a gente sabe o que a gente precisa, então não tem como tu colocar os ativos do clube.

pra de fato serem valorizados se tu não coloca eles em campo. Mas eu acho que ainda tá faltando um pouco mais de... Precisa soltar um pouco mais. Mas também tem aquela questão, né? O Inter joga num molde muito personalizado. Então, até onde ele tem liberdade pra ousar pra ele poder fazer o jogo dele. Enfim, enquanto ele puder estar ajudando coletivamente e não comprometendo, sendo uma peça que não compromete, pra mim tá ótimo.

É, eu acho a oportunidade, é sempre importante dar a oportunidade para esses garotos. E mesmo que a gente não pode exigir tanto assim de um garotão jovem que está ganhando suas primeiras oportunidades nessa temporada. Então, é aquilo que o Pesolano já falava antes, né? A gente vai soltando com calma. Só o que me chama a atenção é que ele deixou de ser usado, utilizado em vários jogos e aí daqui a pouco começou a ser usado como titular, né? Me surpreende só essa...

É, no caso, eu também não imaginava que essa transição ia ser feita dessa forma. Até porque quando a gente cobrava bastante, a gente pensava, pô, daqui a pouco coloca ele um joguinho ou outro ali e começa a ganhar um espaço. De repente, não é utilizado, não é utilizado, daí ganha um espaço. Mas eu acho que diz muito também sobre a ausência do Alan Patrick, né? Do time. Não, não.

Sinto muito por ele, mas hoje ele vai escutar um pouquinho o banco, né? Porque, teoricamente, a gente sabe que o Tabata é um jogador que pediu muito para jogar ali onde a Lampada Tic jogava. Mas o que é o Tabata em 2026? Então, eu acho que o Pesolano faz muito bem ao escolher o menino. Concordo. Para dar essa... Porque, tipo assim...

Foi o que melhor demonstrou o futebol no começo do ano, desde o Galchão. Daqui a pouco está valorizando, está se soltando, pode estar jogando melhor. Então a gente precisa ver o potencial de futuro dele se tornando realidade. Concordo contigo. E o torcedor também tende a ter um pouco mais de paciência com esses garotos da base do que com o Tabata, por exemplo, que é um cara já desgastado.

O termômetro da arquibancada me diz sobre três jogadores, que a galera não tem muita paciência ali no meio de campo, porque esses tempos, eu não sei que jogo foi, foi os três aquecer junto e aí alguém só me dizia assim, lá vai eles, é logo eles, que era o Bruno Henrique, o Thiago Maia e o Tabata. E o Bruno Henrique vem jogando cada vez melhor.

Então, isso foi um pouco antes, mas são três jogadores que a torcida meio que pegava no pé, assim, não tinham muita paciência. Mas o Bruno Henrique, ele cada vez mais demonstra que... Ele tem segurança com ele, né? Capitão do Inter. E ele tem segurança do lado dele também, né? Total.

Isso faz diferença. E o Thiago Maia é aquela questão, né? Às vezes bem, às vezes mal. É inconstante pra caramba. E com certeza... O Luca, ele tem algumas restrições ao Thiago Maia, né? Cara, ele consegue me incomodar de uma maneira que poucos jogadores conseguem me incomodar porque ele tem bola no pé. É isso que me irrita às vezes, entende? É.

Às vezes ele se comporta em campo de uma maneira que eu olho e falo, não tem como ser alguma coisa diferente de displicência do que ele está fazendo ali, porque ele sabe fazer. Ou ele está muito desconcentrado, que também é uma espécie de displicência.

Tem um lance que ele quase fez... Ele sempre tem um lance, né? Tu já viu isso? Todo jogo ele tem um lance que ele pega do Thiago Maia e ele guarda no coração. O Luca é que ele mira no Thiago Maia. Não, é mirar, cara. Não, mas não é... É que todo torcedor tem um cara que ele defende mais e tem um cara que ele bate mais. Se ele não me der motivo, eu não vejo.

Sim, mas ele te dá todos os motivos, todos os jogos. É, enfim, ele é um jogador meio coringa ali, porque a gente estava falando antes do Vidyagra, pega, por exemplo, a possibilidade daqui a pouco de tal, o Vidyagra, Deus do Livre, machucar, ficar aí umas semanas fora, ou por causa de uma suspensão, terceiro amarelo, uma expulsão, sei lá. A gente sabe que o primeiro homem de meio ali é uma função que o Thiago Maia sabe fazer também.

Não da mesma forma, com o mesmo brilho que o videógrafo pode dar, mas ele é um jogador que pode aparecer ali. E ele pode aparecer também na segunda função, que é onde preferencialmente ele vem jogando quando ele entra, ou até numa terceira função ali do meio de campo.

Ele pode permear ali, ele é importante. Não é um jogador que eu olho e falo assim, ah, esse cara manda embora logo. Mas se viesse uma proposta no meio do ano, é um dos jogadores que eu adoraria ver ganhando um novo rumo.

Dá uma liberada na folha, é um jogador que tem um valor de mercado que pode ser interessante. Então, hoje, se a gente pode evoluir essa pauta e falar um pouco de janela também, Thiago Maia, Borré, são jogadores que se o Inter decidisse negociar, torcedor nenhum ia olhar e dizer que o Inter errou. Porque eles estão aí há um tempo, são jogadores caros, são jogadores que têm uma história no futebol, são jogadores de currículo, mas...

E aí, no Internacional fizeram o quê até então? Óbvio, várias partidas boas ao longo do tempo, mas muito aquém do que a gente espera para um jogador desse nível. E aí, esse tipo de jogador é o jogador que abre espaço, como o Tomás falou antes, que o Inter precisa abrir espaço para poder chegar a gente nova. Tomás, o que você espera do jogo contra o Curitiba, principalmente no final de semana? E o que você espera ver no jogo contra o Brasil de Pelotas?

Ah, o Brasil de pelotas é com todo respeito, né? Eu não quero nem falar. Não, mas assim, eu espero ver alguns jogadores que eu não vejo há algum tempo, se algum deles podem ser utilizados no Brasileirão, por exemplo. Beleza, mas eu acho que o Inter vai passar por cima, entendeu? Não tem...

É difícil mensurar se o cara pode porque a régua é baixa. É como... Imagina, no gauchão, o Inter já passou por cima de todo mundo e foi o que foi, não, né? Está sendo no brasileiro, porque aí a régua sobe muito. Imagina no gauchão. O Brasil nem disputa o gauchão, o Brasil está na Série B.

Então não dá para levar muito em consideração. Para mim é isso. O que importa mesmo é o coxa. E o Inter precisa ganhar para respirar daí sim. Porque o Inter vai abrir um espaço lá do Z4. Está todo mundo muito próximo. E se o Inter conseguir vencer, o grupo também ganha confiança. A torcida começa a acreditar.

Tinha 15 mil pessoas no Beira Rio. Óbvio, era domingo, de noite. Estava frio, mas se tivesse tudo isso e o time estivesse jogando bem, ia um D30. O time está mal, é óbvio, a torcida não vai. Então, se o Inter conseguir responder e trazer um bom resultado, ganhar, aí começa a mudar mesmo. Aí talvez dê para pensar em outros objetivos.

O Tomás disse isso na semana passada sobre o jogo contra o Fluminense. Se o Inter ganhar, aí sim dá para pensar em outros objetivos. Aí sim dá para ver. Mas é que o Fluminense, com certeza, porque o Fluminense, eu já disse e repito, o Fluminense é o líder dos outros, dos normais.

Mas ele não jogou com a força máxima, jogou com os reservas. Igual, é uma vitória importantíssima, porque o Inter precisava ganhar. Primeiro que não dá para ter uma vitória em casa, agora não dá para ter duas. A campanha do Inter é horrível em casa, mas ganhou e é fundamental. E agora o Inter precisa confirmar. Isso é importante. Porque não adianta ele ganhar essa, daí perder uma, duas, ou empatar mais duas, porque daí o Inter vai ficar sempre lá embaixo.

O Inter agora precisa se estabilizar para aí começar a tirar a cabeça da água e o resto do corpo. Dito isso.

Dito isso, o Internacional vai vencer. Por? O Curitiba. O Internacional vence o Curitiba pelo placar... 6 a 5, lá vem ele, né? Ele não vai se aguentar. De 2 a 1. 2 a 1. Está bem? Tomás? Curitiba 0, Inter 1.

Tá. Eu ia ir no 2 a 1 também. Eu vou no 2 a 1, amigo, contigo. Não, não pode? Eu acho que não pode. Próxima vez dá o poupete antes. Não, eu sou educada aqui. Eu deixo as pessoas, meus convidados. Eu vou usar, então. Não, não, não. Eu posso ficar com o 3 a 1? Não, fica com o 2 a 1. O Inter vai fazer 3. Eu fico com o 3 a 1. Está tudo certo.

A Kemi roubou o palpite de novo, então, mano. Vocês entendem, né? Eu fui no 1x0 ali. 2x0. 2x0, hein? 2x0, hein? Vocês que acham que futebol é basquete, né? Eu sigo no 0x0, 1x0, você e ali. 2x0. É. Quando é que tu falou que ia ser internacional fluminense? Acho que 1x0 fluminense. Eu tô sempre nesse palpite. Tá sempre dando palpite. Meu palpite...

Pra chegar a três gols é muito caro. 1x0 pro Fluminense. 1x0. É louco. É? Bem feito. Errou. Errou, vai chegar a final do ano, só com esses. A cara dele.

Senhoras e senhores. Bem feito, é muito bom. Cara, ele é meu herói. Eu sinto que eu tenho dois filhos mal criados que brigam entre si. É bem mal criado. Mas tu consegue botar o olho aqui de uma maneira... Não teve um brilho entre o Lucas e eu? O Lucas. O Lucas, calma aí. Como é que é? Não, não teve nenhuma discussão do Lucas e eu hoje. É o Lucas e o Thomas. Ele concordou?

Tá, tudo bem. É isso aí. Ele comprou, embora ele não tenha reconhecido. Fora que ele me chamou de mau caráter. É verdade. E só o começo das coisas. Vamos terminar isso na redação fora das câmeras. Vamos embora. Senhores, muito obrigada. Obrigada, meu amigo Lucas Pumes. Lucas Pumes. Vamos, Lucas Pume.

Vamos para cima com o torcedor colorado, acredita. A gente pode ir cada vez mais adiante. Essa zona que a gente se encontra aí, que é meio intermediária, que é tanto perto de um quanto perto de outro, às vezes uma vitória tanto perto da zona de abaixamento quanto perto da zona que classifica para a Libertadores.

Uma vitória ou uma derrota pode mascarar uma realidade ou, enfim, nos trazer outra sensação. Acho que a gente pode pensar, jogo a jogo, acreditar nesse time do Tio Pepe. Tio Pepe. Obrigada, galera. Fala, Tomás.

É papa, na verdade, né? É. É que o Checha, nosso querido Fernando Becker, ele, quando estava saindo da lanchonete ali, inclusive não tinha uma água na lanchonete para comprar, apenas energético. É, porque isso diz muito sobre a nossa redação da RBS. Acho que todo mundo já compraram todas as águas. Mas, enfim, eu estava saindo lá e eles disseram o seguinte, o Checha me disse o seguinte, o que você está achando do Tchupepê?

Eu gostei, fiquei com a cabeça com o tio Pepe. Obrigada, tio Pepe. Saiba que aqui você tem alguém que acredita em você. Aqui. Aqui não. É isso aí. Eu não tenho o que acreditar ou desacreditar, só tenho que falar o que eu vejo.

Obrigada pela companhia, senhoras. Sabe aquele bagulho do o Nego Doce? A gente tá vendo aqui o branco amargo. Se eu sou o Nego Doce, o Tomás é o branco amargo. Um chocolatinho doce com 90% de cacau. É uma inovação do mercado. É muito amargor pra uma pessoa só, irmão. Muito amargor. Eu não tenho por que acreditar. Eu não sou pago para acreditar. Ou desacreditar.

falar o que eu vejo. Então, o que eu disse? Como elogio, né? Quando eu disse que o Pesolano papitou, né? Foi porque ele entendeu o que tinha na mão e precisava mudar, né? Não adiantava ele ficar abraçado na ideia, que é o que eu sempre te disse. Eu tô tentando encerrar esse podcast há 300 anos. Inclusive, com outros técnicos que você abraçava. Tá vendo? Tu foi elogiar que a gente não tinha brigado aí nesse final. Olha, então papitar significa uma coisa boa.

Não há dúvida. Não há dúvida. Tem um treinador que não ganhou nada pelo Sport Club Internacional. Ai, meu Deus. Então é ótimo para pintar, então. Não, é que não era bem isso, mas segue o baile. Tudo bem. Senhores, obrigada pela companhia aqui. Obrigada e desculpa. E até a próxima semana.