Episódios de CorujaCast

A Ponte #001 - O Caminho dos Reis

03 de maio de 20261h16min
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Psiu! Não conta pra ninguém; esse é o novo quadro secreto do CorujaCast.

A gente anda falando de livros por aqui. De vários tipos... mas isso fica entre nós.

Então ouve baixinho o primeiro episódio, onde comentamos O Caminho dos Reis, da série Relatos da Guerra da Tempestade.

Depois conta pra gente o que achou... combinado?

Participantes neste episódio5
D

Du

Host
E

Edu

HostInfluencer
P

Pedro

HostJornalista
C

Claudio Gomes

ConvidadoProfessor
L

Leonardo Rancura

ConvidadoHomem das reformas
Assuntos3
  • Brandon Sanderson e hard magicIntrodução ao autor Brandon Sanderson · Comparação com outras obras de fantasia · Estrutura narrativa e construção de mundo · Personagens principais: Kaladin, Shalane e Dalinar · Sistema de magia e "luz das tempestades" · A Grande Tormenta e seu impacto no mundo · Cultura e política em Roshar · A sociedade Vorin e a divisão de gênero · A trama do assassinato do Rei Gavilar · A guerra nas Planícies Quebradas · A importância das esferas e sua economia · A fauna e flora de Roshar · O papel dos "espremos" · O vilão Taravangian · O arco de redenção de Adolin · A relação de Dalinar com a esposa falecida
  • Literatura de fantasiaComparação com Tolkien e George R.R. Martin · Obras de Neil Gaiman · Obras de Isaac Asimov · Obras de Gabriel García Márquez
  • Divisão dos Livros de Samuel e ReisCríticas sobre a lentidão inicial e excesso de personagens · Críticas sobre a falta de conexão entre as histórias · Críticas sobre a falta de desenvolvimento de personagens · Comparação com "O Silmarillion"
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A Lost Tolkien e o CorujaCast apresentam A Ponte, o seu podcast literário secreto. Seja muito bem-vindos, meus luminobres e luminosas. Nosso primeiro episódio aqui, né, do A Ponte, onde vamos falar de um livro do Brandon Sanderson, da série Os Relatos da Guerra da Tempestade. Vamos começar, obviamente, pelo livro...

O caminho dos reis. E eu trouxe aqui pra me ajudar nessa missão quase impossível. Ele, o nosso professor, mais do que especial nesse podcast, do Claudio Gomes. Bem, eu tô respirando profundamente, contando até 10, tentando estabelecer uma espada fractal pra gente poder abrir caminho em meio a esse monte de páginas que vamos lembrantar, que vêm os esmaciadores. Exatamente.

E pra complementar o nosso time, nós temos o nosso espleno de bricolagem e construção, o homem das reformas, Leonardo Rancura. Fala, galera. Bom dia, boa noite, boa tarde. Primeiro, eu queria dizer que é a minha primeira participação em podcast na vida. Eu preciso ouvir da minha mãe. E depois, vamos lá.

Vamos lá falar sobre esse livro aí que me pegou demais. Antes de começar a falar propriamente do livro, né? Acho que é importante a gente falar um pouquinho do Sanderson, que, pra mim, tá sendo um dos maiores, se não o maior autor da fantasia moderna da última década, né? Só tem lançado Pedrada, tem crescido em popularidade muito aqui no Brasil. Você vê muito perfis, né?

a livros, alguns canais também falando muito dos livros, acho sensacional, é algo impressionante uma revolução literária que tava faltando do meu parecer é um livro muito bom mesmo pra começar eu não tinha lido nada do Brandon antes do Caminho dos Reis, eu já tinha ouvido falar de Mistborn um tempo atrás, que já é uma saga famosa, mas nunca tive nenhum amigo que indicou e eu tava lendo muito sci-fi sci-fi, sci-fi, e eu perguntei pro Pedro, perguntei pro Pedro, perguntei

Pra Alice, vou citar ela aqui, porque foi o Pedro e a Alice que me indicaram começar o Caminho dos Reis e eu curti demais. E agora, inclusive, comecei Misty Boy. Muito bom. Eu, por minha vez, tive contato com a culpa do Léo, foi quem pegou o espaço, e depois a Alice também, falou muito do livro, e do Mário aqui de Belo Horizonte. Até importante, o Sanderson é um autor estadunidense, né? Nasseu em Linn.

lá em Nebraska. Ele é de 75, um pouco mais velho do que eu e um pouco mais novo do que o Dalinar. E uma questão também importante pra ele, que ele é um escritor que é baseado muito em estrutura de alta fantasia e ficção científica. Ele tem dois grandes livros, se a gente for pensar como base, que é o Mistborn e o Relato da Guerra da Tempestade, que fazem parte de um universo maior que a Cosmina. E é importante.........

Isso, e é importante a gente estruturar. Ele hoje é considerado um dos grandes autores de alta fantasia. Proceco, Proger, literatura de escrita, e até com financiamento em, por exemplo, para lançar a ITG, bater o recorde de venda.

É, tem um jogo de tabuleiro aí agora, né? Vai sair um jogo que eu não aderir, inclusive um jogo de cartas que tá na fita, viu? O homem falou que é bem divertido, eu tô querendo ler um instibora antes de comprar pra jogar pra não ter perigo que tá mais fole do jogo. Muito bom. Só lembrando aqui também que o Sanderson é um cara tão foda, mas tão foda, que ele foi escolhido, né, pelo Robert Jordan, que é o autor da saga Roda do Tempo, pra terminar a obra por ele, né?

E que não está mais entre nós. Você vê que é um cara que realmente, assim, não é pouca coisa, né? Não é qualquer um.

Aí só fazendo um pouquinho aqui De geração de onda Eu já li acho que 5 ou 6 Entre aspas, franquias Do Sanderson, né? Warbreaker, a série Skyward Elantris, Micheborn As Duas Eras Très e os relatos da Guerra da Tempestade Todos livros aí que se a galera tiver interesse Mais pra frente a gente pode trazer para o nosso Programinha

Perguntar pra... Perguntar não, né? Deixa eu deixar claro pra galera que tanto o primeiro livro, quanto os outros dessa saga são livros longuíssimos, densos vão te deixar um pouquinho perdido a não ser que você faça igual o Du e sai anotando tudo, né? Em vários cadernos.

Não dá pra ver por áudio, mas há de apaz. Eu não sei, tipo, eu acho que pra algumas pessoas, o tamanho desses livros da saga da Stormlight, talvez seja uma barreira. Porém, agora eu comecei a ler o primeiro livro do Mistborn, cara, é outro esquema de leitura, assim, bem mais leve, mais fluido. Talvez começar pelo Mistborn seja legal também, não sei.

Eu acho que desses livros de fantasia fantástica dele, Miche Borne ainda seria a porta de entrada principal, eu acho. A gente tá correndo com o carro na frente dos bois, cara. Na verdade, nós estamos correndo com os chules nas frentes dos bois. Vou dar um resumo geral, sem spoilers, primeiro pra galera que não conhece. Caminho dos Reis, assim como os relatos da Guerra da Tempestade.

se passam num mundo chamado rochar, que é constantemente devastado por tempestades gigantescas. Elas são violentas, saem destruindo todas essas tempestades.

E aí, nesse mundo, a gente acompanha vários personagens ao mesmo tempo, né? Os principais desse livro, acho que podemos citar o Caladim, que é um soldado que acaba virando escravo, a Shalã, uma jovem estudiosa com alguns segredos sombrios, e o Dalinar, que é um general de guerra lendário, tentando agir com honra num ambiente político bem corrupto. Enquanto isso, o mundo está à beira de algo grande que está acontecendo, tem guerra rolando, criaturas estranhas, poderes antigos começando a aparecer.

E o Tony Dick tem uma ameaça maior vindo aí que ninguém tá entendendo direito ainda, né? O pessoal acha que é muita lenda, é muita coisinha assim e tal. E o livro é basicamente sobre essas histórias se desenvolvendo em paralelo, com muita construção de mundo, personagens bem profundos, aquele climinha de ter algo muito maior por trás disso tudo. E no final, várias peças começam a chegar.

a se encaixar de um jeito bem impactante e é maravilhoso o que você vai ver nos capítulos finais, né? Como que tudo vai amarrando certinho, bonitinho e deixei algo de fora, senhores? Eu acho que vale citar, mesmo que seja nesse resumo, que tem uma construção de mundo bem legal aí já desde o começo do livro que tem a ver com a natureza do planeta, né? Que o planeta todo se move baseado numa grande tempestade que...

Essa tempestade tem a ver até com a moeda do universo e tal. A cultura local. A cultura, tudo. Eu acho isso interessante. Du, você se mutou, Du. Você se mutou, sem querer. Eu me mutei por querer.

Quando a gente pensa na fantasia, é engraçado porque o Fanderson Sanderson trabalha isso muito bem. Como o Léo falou, se você pegar a vegetação, a vegetação é adaptada à Gran Tormenta. Você pensa em estrutura de relevo adaptada à Gran Tormenta, as palícias quebradas, que vão ser um grande ponto.

do foco do primeiro livro, assim como as construções também. As cidades são moldadas para esse contexto. Controla até spoilers de outros livros, quando você vai para o terceiro livro, então aí você pira por entender o que acontece quando a grande tormenta modifica a frente. Então você tem toda uma construção de cenário, de ló e de espaço a partir de um acontecimento. O Sanderson consegue elaborar isso de forma muito brilhante.

Eu acho interessante porque a Gran Tormenta não age igual no mundo inteiro. Ela começa numa ponta e termina na outra. E isso interfere na geografia de outros lugares. Para o Du, que é formado em geografia, deve ser um deleite. Com certeza.

Bem, bem, bem legal. E é engraçado porque quando você começa a pegar, por exemplo, tendo cuidado para não dar spoiler e só pensando por algo, há momentos no livro em que você preenche o relevo com as personagens. Eles vão ter arcos e atros em partes específicas do relevo e aí você vivenciar isso, entendendo o que a Gran Tormenta faz.

é brilhante, brilhante, brilhante, brilhante. Muito bom. Agora a gente vai para a parte, aí então fica aviso de spoilers. Haverão spoilers do primeiro livro aqui, ok? Então, tome cuidado, siga por sua conta e risco. Quando saímos dessa parte, o editor vai falar a partir de qual minuto você pode pular se você não quiser escutar spoilers, ok? Então, esteja avisado, o editor se fala no finalzinho e quando é que termina essa parte com spoilers.

Ok? Vamos lá, senhores. O caminho dos reis começa de uma forma diferente, né? Ele já começa com uma festa, uma suposta assinatura de um tratado de paz que termina em um assassinato do monarca maior, de uma das maiores nações de Rochar, né? Que é a Aletcar. E aí nós temos o rei sendo assassinado pelo assassino de branco, né? E logo no início você já vê um pouco da cultura, como é que é diferente, né? A questão de alimentação...

de bebidas, tem toda uma separação mesmo. Inclusive, em enrochar, as pessoas são separadas pelas cores, principalmente a leca, né? As pessoas são separadas socialmente pela cor dos seus olhos. Olhos claros são nobres, olhos escuros são a baixa sociedade. Precide alguma coisa aí, Edu? A primeira coisa que você esqueceu de falar é que a gente vai te desafiar com o canal do podcast a ensinar pra gente como falar isso mesmo. Eu falo Zé. Obrigado.

Se eu for certo, eu sei que cada um dos filhos erra do seu jeito. E aí, se eu quiser ligar pro Sun, você tem que poder ensinar pra gente... Alerta de spoiler. Se não quiser ouvir a parte do spoiler, pole para uma hora e sete minutos do podcast.

Tem uma coisa que eu queria falar, que você já chegou na parte do começo do livro, mas antes dessa parte que já começa aí do Zé, esse acontecimento que é grande, que já é um pé na porta aí pro livro começar, tem uma parte, um prefácio do...

Kalak, que você... Não sei, você fica totalmente perdido com esse começo. Que mostra o Kalak chegando e ele tá na desolação lá. E ele encontra um outro personagem que é o... É Jezien? Jezien? Jezien.

não sei a pronúncia, e ele chega lá, eles estavam esperando outras pessoas nesse local, e ele dá de frente lá com sete espadas cravadas no chão, e o Gesine fala pro Calac, a gente tá desistindo, as sete espadas aí do pessoal que já desistiu, já foi embora, e a gente acredita que só um de nós, que é um desses, que a espada não tá aí, porque, e contar o Gesine.

E o cara lá que tem duas espadas, mais sete lá, nove. Dá a entender que eles eram em dez e eles largaram esse um sozinho pra tancar lá o problema que eles estão passando. Mas o Breno não deixa nada claro pra gente. A gente fica totalmente perdido. Você lê isso e fala, puta que pariu, eu não vou entender nada, velho. É só o meme do Gohan, eu sem entender porra nenhuma. Ou por exemplo, se puder ser dito que você só vai entender como falar o nome desse cara correto no terceiro livro, que aparece o nome dele completo. E é legal porque você consegue falar Elin.

Sim. O que é o primeiro nome, o que é o que tá sozinho é o Town, né? Inclusive, ele fala aí que ele fala o nome dele nesse prefácio, mas eu acho que isso aí já de cara dá uma assustada em quem tá lendo. Puta, eu não vou entender nada.

E é um negócio, por exemplo, você acaba esse prefácio, você é completamente perdido. E faça, acontece algo. E pra frente na história, que é algo que é uma característica da escrita do Sanderson, o Sanderson é um autor que sempre te promete muito pro final, ou da metade pra frente. E ele faz isso com a escalona de uma forma exponencial. Começa lento e vai exponencialmente crescendo, até você ser tomado esse rico que acontece.

É tanto que no final do primeiro livro você tem um vilão perfeito. Sem exceção, você tem um vilão perfeito construído. E você fala, puta que parou, isso cara é mó pra caralho. E o... O olhar é ruim com força. E aí o que que acontece? Esse início te deixa muito em aberto. Só no terceiro livro você começar a entender o que tá acontecendo. Deve ser dito que eu tô na página 600 do terceiro livro, então eu não sei o que vai acontecer aí, então você segura o spoiler.

Eu acho até um exercício... Quando eu vim dar uma redida em algumas coisas desse livro pra gente fazer um episódio aqui, é um exercício até legal ler esse prelúdio, porque aí você volta e entende, fala, caralho, agora eu sei quem é todo mundo e tal, é legal, bem legal.

E aí, esse livro, assim como outros vários do Sanderson, ele é separado uma estrutura quase que arcos de cada personagem. Aí tem os interludes que você fala, tá, o que isso quer dizer? Você vai entender livros depois ou fica sem entender também, que é bem comum. E aí, como eu falei, a gente tem três personagens principais ali. Temos o Kaladin, que é um ex-soldado.

que virou escravo, né? Temos também a Shalan, que era uma menina, a filha mais nova de uma família de certa nobreza de um outro país chamado Jaqueved, né? Que aí tá, pô, tentando arrumar alguma coisa, porque o pai dela faleceu. A gente também tem o Dalinar, né? Que é o irmão do falecido rei, né? Que morreu lá naquele jantar. E aí o Dalinar, ele tenta dar uma virada de chave na vida dele. E mais pra frente você vê que ele era um cara impiedoso, cruel, mas ele era um puta gen...

general foda e por isso a galera sempre tem um um coisa como é que fala um respeito e um medo por ele assim tão foda que ele era ele tudo ele abandonou luxos né ele quer viver com honra ele abandona vestimenta de luxo, tendas super equipadas ele quer viver com o pé no chão porque ele começou a ler o livro que seu irmão estava lendo né que é

o caminho dos reis. É legal falar por que ele começa a ler esse livro, né? Que tem a ver com o começo do livro que você falou que é o Zé indo matar o rei, né? É até importante começar falando o nome do rei, né? O rei é o Gavilar. Gavilar Colim. No começo do livro, você não tem imensidão, inclusive até importante no primeiro livro, você não vai ter imensidão da grandeza do que o Gavilar fez. E até pra ter cuidado com os spoilers, isso vai estar no terceiro livro.

Acaso você comece a ler o livro e fique muito ansioso pra saber quando isso vai ser respondido, lá na frente.

E no parto tem mais coisa ainda, viu? E o Gavilar faz mais ainda. Você vê mais ainda. O Gavilar é o cara que cordeia no reino. E ele tá recebendo na corte Pachermanos. Aliás, Pachedianos, né? Isso. Tá recebendo Pachedianos.

É uma coletiva que vem pra ele pra poder assinar alguma coisa. O livro não conta o que é. Mas o ápice desse primeiro capítulo, desse segundo capítulo, né? Depois do prelúdio desse primeiro capítulo, é quando você tem o assassinato dele efetivamente. Isso é um pouco spoiler. Porque o Zete, Stete...

Seja lá também que a gente for no sacino do frango. O cara faz algo fabuloso. Você sobe pela parede. Porque ele começa... Primeiro que já começa falando dele sugar a luz das tempestades das luminárias. Você já fala, puta que pariu, o que tá acontecendo? E aí o cara começa a se projetar pra todos os lugares. Você fica com aquela sensação de que ele tá fazendo a sala inteira virar de cabeça pra baixo enquanto ele usa o poder. Juntando por soldados, ele vai derrubando soldado por soldado de forma super bruta. E aí, inclusive...

tem um momento maravilhoso que ele derruba toda a estrutura em cima de um soldado. É maravilhoso. Aquilo se sobe pela parede. Quando ele vai confrontar um Gavilar, existe o que a gente tem que deixar claro, o que a gente chama de espada fractal e armadura fractal. E aí você tem que conquistar ambas. O que faz depois a profundidade mais a série. Mas o Gavilar deixa...

Uma outra pessoa usa a armadura fractal dele pra ele poder tentar simular que tá fugindo e ele tá disfarçado um tanto. O estete ganha dele com a armadura fractal e tudo. E no livro é importante. Vestir uma armadura fractal, você fica praticamente invencível. Você tem a força de mil homens.

Vale lembrar que a armadura fractal também é status, é assim... De poder, né? É coisa, é exatamente, de poderoso, de pessoa de parte da classe social, não chega perto de uma armadura fractal. E a espada fractal é a mesma coisa, é uma espada que consegue cortar qualquer coisa, né? E quando ela corta o ser humano, ela corta também meio que a alma, porque os olhos da pessoa derretem a...

É tanto que fala que se ela passa na perna, a pessoa não volta a andar mais, ela mexe com a estrutura mesmo. Pra falar a verdade, a espada traquital corta qualquer coisa em material, ou seja, ela corta pedra, corta metal, pode cortar árvores também, que não é em material, mas corta árvores.

Mas quando ela está com o ser vivo, ela corta a alma. Exatamente. Precisamente, ela faz aquele ponto que ela atingiu, perdeu o vínculo com a alma ou com o ponto de energia. Então, se você passar uma espada fractal no dedo, sua mão continua funcionando, mas o dedo morre. Para de funcionar. Isso aí.

Então quando você confronta um cara com espada fractal, não é só o perigo de tomar um porra. É saber que aonde a espada bater, caso ela não te mate, ela vai te deixar com aquela parte inutilizada. Aqui tem uma brincadeira no livro, que é, por exemplo, toda vez que o Stet, o Zete, está andando para poder enfrentar os caras, o assassino Bruno está andando para enfrentar os caras, você vai vendo a fumaça dos olhos dele queimando, porque ele vai matando a alma dos caras.

O Du falou mais cedo sobre os parchejanos. Uma coisa que a gente não falou é que em Rochar, além dos seres humanos, nós temos outros seres. Nós temos esses seres que a gente vê depois, que são os parche-hermanos, que são seres humanoides sem vontade nenhuma, que servem como escravos e carga. Inclusive, eles nem falam para as pessoas de Rochar, a grande maioria.

E aí temos os Parche, os Parche indianos, que são os Parche irmanos, porém com consciência. Então eles falam, eles têm costumes próprios e tudo mais, eles conversam, têm a forma deles de cultura e tudo mais. E aí após o assassinato do rei Gavilar, começa onde é o plot principal de...

dos dois livros, né? Os dois primeiros livros, que é Planícias Quebradas, né? Que é o local para onde os Parchi indianos fugiram após o assassinato do rei. Aí tem uma guerra lá. E aí, a letra, como a gente já falou, a gente tem o Grão-Rei, né? Que era o Gavilar, e tinha os Grão-Príncipes, que são...

São dez principados em Aledkar, e cada principado é um grão-príncipe que comanda, né? Exatamente. Eles juraram vingança, né? Juraram suas espadas ao rei herdeiro, que é o Heliokar, filho de Gavilar.

E eles estão lá fazendo várias investidas na Planícias Quebradas. Só que essa guerra já se estendeu muito. Então é como se basicamente tivessem transferido o cerne do reino de Aleta para as Planícias Quebradas. Aí rola todo um complôzinho de político e tal. Tem toda uma estrutura. Já virou basicamente uma outra cidade. Virou um acampamento de guerra grande.

Com o Glosinho você foi generoso, né? Com o Glosinho você foi bom. Ô Pedro, posso... Pode terminar aí, Edu. E aí você tem uma questão também que é importante, até passando por esse processo, que é se você ver os Pachê de ânus e os Pachê hermanos, você consegue visualmente diferenciar o dois. A leitura.

Porque os parche-ermanos são mais encurvados, mais baixos, têm uma estrutura diferente dos parche-edianos, que são imponentes, mais fortes, não utilizam armadura. Eles têm uma carapaça que protege o corpo, quase que como um exoesqueleto, faz eles terem uma estatura maior do que as pessoas, dos humanos que têm roxar. E até uma coisa que é importante, vale a gente colocar isso como bem para o Sanderson, roxar.

É um reino rural, sem exceção. Então eu não tenho um único tipo de povo, se eu indescrivo. Você tem dentro de Rochar vários povos com características étnicas diferentes e são separados exclusivamente pela questão da cor dos olhos. Tem tipos diferentes de humanos no mesmo reino, em casta de poder, inclusive, nessa separação. E aí nessa pegada, quando a gente vai para uma recebrada, começa a entender a estrutura do reino como ficou, como era antigamente.

É tanto que você tem personagens que a gente vai tratar, mas aprende que vão surgir, que são centrais para a história. Além do Dalinar, você tem outro líder fundamental que está no território, toda estrutura de família. Mas até é importante, porque antes da gente ir para a planície quebrada, a gente conhece outro personagem, né? Que é importante mexer no passar, não? Um personagem qualquer, quase ninguém gosta.

Eu imagino que é o gancho pra falar do Kaladin, mas antes de falar do Kaladin, queria só falar um negócio rapidinho que o Pedro comentou dessa guerra, porque o Gavilar é assassinado, mas tem um gancho aí nesse assassinato que é muito importante. O Gavilar tava, a gente não sabe porquê, mas ele tava querendo fazer um acordo com os Parchinianos, até aqui a gente tá perdido, sem entender nada. E quando o Zef chega pra matar ele de fato, ele achava que tinha um...

que eram outras pessoas que iam mandar matar ele, mas ele descobre, quando o Zef vai matar ele, que foram os poichindianos que mandaram, e ele fica surpreso. E quando o Zef cai com ele na morte lá, ele mostra essa surpresa e ele entrega uma esfera de...

luz escura para o Zef, pede para ele esconder essa esfera porque ele não pode chegar nesses inimigos que ele não fala quem é, e ele pede para deixar uma mensagem para o irmão dele, e o Zef escreve essa mensagem com sangue que é, encontre...

as palavras mais importantes. Ou seja, aí tem a guerra, que vai começar por isso, porque vão descobrir que foram os parxingianos mesmo. E essa encontre as palavras mais importantes é o que vai fazer o Dalinar ir ler o Caminho dos Reis, que vai gerar muita coisa que é isso dele querer unificar os povos dos principados, porque o Caminho dos Reis vai falar disso, que vai ter coisa ruim chegando e tal.

Só um parênteses, Gabriel, você corta aqui depois. A gente vai passar pra construção de mundo, pra depois já falar dos personagens, que estão indo ficar muito nessa parte aqui do resumo geral. Pode ser, porque eu fiz umas anotações bem legais assim, de como apresenta cada personagem, a gente pode falar disso também. É, porque já tá dando meia hora que nós estamos aqui. Aí, não sei se vocês têm compromisso depois, acho que o Du teve que fazer até aqui. Pode falar, mano.

Bom, agora vocês tiveram um panorama geral do livro, né? A gente tem que falar da parte principal, que é uma coisa que o Sanderson, assim, domina muito pra mim, que é a construção de mundo, né? O Sanderson é muito criativo na hora de criar os livros dele. E eu falo que Rochal é realmente, assim, algo incrível. E uma coisa que me deixou muito contente em relação ao caminho dos ex, como, por exemplo, a Misty Borne, por exemplo,

é que você tem em algumas partes do livro desenho das criaturas. Então você tem o que é um chule, o que é um cão machado, o que é não sei o que, isso é muito legal. Isso enriquece muito a construção do mundo que você está lendo ali pela primeira vez. Aí nós temos um sistema de magia que a gente vai ver mais pra frente, que é bem legal, além das espadas fractais. A gente tem a Gran Tormenta, que é o qual o Léo falou no início ali.

que gira a economia do local. Nós temos também a parte de cultura e política, né? Fauna e flora diferentes. E na parte da cultura, eu gostaria de destacar, a gente vai voltar aqui depois, que é a separação por gênero, até inclusive no que pode ou não fazer.

Vocês querem começar por onde? Eu acredito que vale primeiro fazer essa separação por gênero. A leitura é algo feito pelas mulheres. Eu acho isso brilhante. O saber é dominado pelas mulheres. A engenharia é dominada pelas mulheres. As construções e praticamente quase todos os avanços científicos são femininos no nível. Eu acho isso brilhante. Sim. Não tem nem o que discutir.

É, o fato de os homens não saberem ler e escrever, mesmo os nobres, é muito louco isso. Isso eu achei bem legal. E uma coisa que é incrível também, que eu achei estranho no início, mas depois essa separação por gênero é tão grande que até as comidas são diferentes. As comidas, as bebidas também.

As comidas mulheres são mais adocicadas, menos temperadas, os homens são mais fortes, mais apimentadas. As mulheres comem refeições leves, os homens são mais coisas pesadas. O vinho também das mulheres é mais doce, menos inebriante, o dos homens já é um vinho mais forte, pra deixar os caras ruins mesmo. É um negócio muito, muito, muito forte. E aí você tem também...

as pessoas que burlam esse sistema que são os fervorosos são pessoas da religião lá no caso de Alerta grande outra parte lá do Conte de Rochard é o vorinismo e aí eles abolem jogos de aposta abolem um monte de coisa mas

os fervorosos essas pessoas que abdicam do seu gênero, do seu status social eles podem ler mesmo os homens, então existem homens, cientistas e mulheres fervorosas também, porque as mulheres fervorosas podem participar ali naquela parte da guerra, que é o que mais interessa os homens ali, essa parte de batalha é um negócio assim, fantástico fantástico, eu falo não pode dar negócio não pode dar negócio

Uma coisa que, por exemplo, quem faz o relato do que está acontecendo, de tudo que está transcrito, a maior parte das vezes são as mulheres, porque elas controlam, inclusive, a comunicação para acontecer qualquer tipo de coisa. Existem o que a gente chama de teletenas no livro, é uma invenção das mulheres, importante, e aí essas teletenas descrevem o que acontece no mundo e elas são utilizadas por escribas femininas. Se não tiver uma mulher, você não consegue ter nenhum tipo de salvadoado do que aconteceu.

As telepenas são um exemplo bom de dispositivo que dependem da Gran Tormenta, que isso faz parte da criação do mundo e eu acho muito interessante, porque a telepena usa uma esfera carregada com luz das tempestades, que precisa de uma Gran Tormenta para carregar. A telepena, dá para falar que é um fax, né? É, é um fax. Você escreve de um lado, a pessoa ativa a telepena do lado, do outro lado e recebe a mensagem.

É tão importante que a gente não quebra a ordem. O Leo, aproveita e explica aí o que é a grande tormenta, o que são as esferas, se a grande tormenta faz, isso é importante. É importante porque meio que tudo quase gira em torno disso. Ela é uma tormenta, uma grande tempestade que acontece no planeta ali, em Rochar. E ela sempre começa de um ponto e termina no outro. Ela começa muito forte num ponto de Rochar e ela vai varrendo tudo. E é varrendo mesmo, quebra coisa pra caramba.

As construções são todas adaptadas, porém quando ela vai chegando nesse outro ponto ela é mais branda, né? Tanto que, também falando dessa parte da criação do mundo, nos lugares que tem a gran tormenta mais forte, os animais tem carapaças, eles são preparados para aguentar essas gran tormentas. Ah, ele narra, né? Um personagem vendo a grama recuar para dentro do chão.

As flores encolher e recuar para quando a grande tormenta passar elas conseguirem sobreviver. E já tem ponto que o Pedro citou os interlúdios que tem no meio do livro para dar essa apimentada na criação de mundo que cita um personagem que está num lugar...

que a grama não recua. E ela acha estranho. Pô, o que tá acontecendo aqui? Porque a Gran Tormenta chega fraca lá. A Gran Tormenta possui a famosa luz das tempestades, que carrega as esferas, né? As pessoas deixam lá no tempo as esferas para elas serem carregadas com luz das tempestades. E basicamente as esferas com luz da tempestade servem para usar dispositivo, por exemplo, a telepena. Elas são colocadas nas armaduras fractais.

porque elas dão uma força para a armadura fractal, que depois vai descarregando também. São usadas, se eu ver, como moeda. Ou seja, a economia, a cultura, a ciência depende da Gran Tormenta no livro. Porque as coisas básicas, como por exemplo, iluminar o ambiente é feito com muito perfeito. Exatamente, quase esperas.

E essas esferas contêm minerais mais raros. Pode ser um diamante, pode ser um rubi, pode ser não sei o quê. Cada uma delas se comporta de um jeito, né? Exatamente. E aí, dependendo do quão carregada ela esteja, ela tem um valor maior ou menor também, né? Porque se a esfera, vamos supor, você pode ter um diamante, mas se ele estiver descarregado ou fosco, ele não vale praticamente nada. Exatamente.

Isso era muito doido, porque você subverte a questão, de novo o lance da alta fantasia, né? Você subverte a importância do mineral em relação a ele ser raro ou não pela quantidade de luz da tempestade que ele consegue carregar. Então não importa se é muito raro, tipo diamante, é uma ação de exceção na natureza. Se ele não carregar direito, ali menos que um pedaço de brita.

E aí o Léo citou, né, dos animais com carapaça e tudo mais. Eu acho muito legal esse... Como os animais são bem diferentes também, né? Eu falei anteriormente dos chules, né? Os chules são basicamente caranguejos gigantescos, né? Que servem como gado mesmo, pra puxar carroças. É, é... Como é que eu falo? Transporte. Animal de carga, né? Exatamente, animal de carga. Tá tentando lembrar a expressão. Só que eles são extremamente lentos.

São pesados, são fortes, mas são lentos A gente tem também o cão machado Que é uma espécie de cachorro Misturado com barata Que tem uma carapaça também E aí eles são bem fortes E o demônio do abismo, né? Tem alguns outros animais Quando você lê a descrição

Você parece que tá vendo ali uma espécie de camarão diferente. É tipo isso. Uns artrópodes meio estranho. Aí do nada você vê e tal. Então os Larquinha. Aí tem também, claro, os demônios do abismo, né? Que são... Que são... Ah, parece um inseto gigante, né?

É, que são criaturas gigantescas, assim. Parece, sei lá, uma barata gigante, um grilo gigante, sei lá. Não, pra mim, o Demônio do Abismo parece um monstro de Final Fantasy. Aqueles crustáceos gigantes, que você não tem limite. Parece literalmente um acirassão, um monstro de Hunter e Final Fantasy.

Quem já jogou o X-Men Mutante Apocalipse de Super Nintendo? Opa, clássico. Tem um... Tem um chefão que é uma barata gigante, uma rainha lá. Ela vai cuspindo os insetos. Ela fica lá na floresta de Genox. É minhada, pelo amor de Deus. Eu esqueci o nome dela.

E aí, toda vez que falava o demônio do abismo, eu lembrava dela. Vale ressaltar que o demônio do abismo, ele é caçado pelos humanos e pelos paixindianos porque ele tem uma gema gigante dentro dele, né? Que é muito importante para a economia também. Ele tem a famosa gema coração dentro dele, que é uma pedra preciosa gigantesca, que é muito, muito valiosa.

E esse é um dos motivos da guerra ter se estendido tanto lá nas Polícias Quebradas, né? Girou uma competição pra ver quem pega mais gema no coração. Os caras pegam a gema, mandam pra elétrica, ou então vai fazendo a economia girar ali, entendeu? E aí, enquanto eles estão lutando com os demônios do abismo, eles também estão lutando com os parcheidianos. Então, assim, é uma guerra de várias frentes, mas que as frentes não se comunicam.

Virou mais uma disputa de ego mesmo e poder do que vingar o rei que foi morto. Tem uma questão que é importante, porque o livro, isso é um spoiler enorme, então, novamente, fica ressalva. Literalmente, de repente, a guerra deixa de ser sobre vingar o Gabilão.

que é o grande centro, que é o início do conflito, que passa a ser muito mais por construção de poder. Você começa a ter novos grupos de poder estabelecidos. Os pacheadianos, você começa a perceber que eles atacam tipo guerra de guerrilha, mas eles vão dentro desse clave, eles não vão ter o confronto de guerra. É muito claro, inclusive, que eles não querem lutar com os caras, eles têm objetivos totalmente diferentes.

E a grande coisa de quem está no reino é buscar os demônios do abismo, não estar lá nas planas quebradas. É buscar essas gemas coração, porque elas vão estabelecendo poder. E você começa a ter, inclusive, o que a gente pode chamar de um processo de desconstrução central do Anokar. O filho do Gavilar é o rei.

Porque você começa a ter tanta gente concentrando tanto poder, e o poder central começa a ruir. Ele existe quase que de forma simbólica, e até importante, porque isso vale descrição. Tem um trecho no livro, a gente está tendo cuidado de não citar muita coisa, né? E não aprofundar muito direto. Mas tem um dos capítulos mais legais, é quando o Elokar parte para caçar um desses demônios do abismo. E ali você tem o primeiro grande momento de você entender quem é o Adolio, o filho do...

O Dalinar, que é um guerreiro excelente, excelente, excelente. O Adolin, é... Vai lembrar personagem de Final Fantasy. É alto, loiro e foda pra poder brigar. E o Dalinar, o asalvo, imensurável pra salvar o Elocar. É que, inclusive, nessa parte, tem o problema que a célula do Elocar, ela rompe e ele quase morre, né? Na luta contra o demônio do abismo. E aí começa uma puta treta política, né? Quem já vai matar o rei?

que o Elocai ele tá meio paranoico, né, que mataram o pai dele, ah, estão tentando me sabotar alguém quer me matar, nessa aparece um dos personagens mais desgraçados desse livro, que é o, aí eu não sei mesmo pro seu nome, eu falo sádias mas eu acho que é sádias eu acho que é sádias esse cara é insuportável, é impossível gostar dele. Primeiro é importante ele é um grande general, ele é um braço, ele é um se o Dalinar é um braço, ele é um outro braço

Eu vou fazer o objetivo pensando pelo lado dele de Goçã que está da mesa. O Dalinar é o braço esquerdo. O Sádias, ou Sádias, seja lá como é que a gente pronuncia o nome dele, hoje a gente vê alguém que perdeu a gente pelos vamos errados, viu? Você pode ouvir e corrigir a gente, chamar a gente de burro depois. Mas qual que eu conto sei? O Sádias, se o Dalinar é o braço esquerdo, o Sádias é o braço direito. O Gavilar, ele é um puta líder militar, muito estratégico, muito forte. Ele tem um exército.

que faz frente ao exército da Linária e até uma sobreposição, que enquanto o exército da Linária é todo disciplinado, veste roupa direito, tem ordem pra poder se comportar, o acampamento tem que ficar limpo, tem regras em excesso. O dos Sandias é totalmente jogado. É como se fosse uma milícia literalmente. É de mercenário quase. É de mercenário. Inclusive, assim, enquanto o acampamento do Galilé, igual, fala bonitinho e tal, não sei o que.

Não sai desse mercado. Tem puto, tem jogatina, tem escravo, tal, um monte de coisa. É, é um negócio.

E é um negócio maluco porque se você pega o exército do Sandias, ele é muito organizado para a luta. Isso é indiscutível. Para a luta eles são excelentes, mas no dia a dia eles são calços. Enquanto o Dalinar tem outra perspectiva. É até importante que a gente aproveite esse gancho para poder falar. Enquanto o Dalinar se recusa a ter escravo dentro do acampamento,

A gente tem que ter muito cuidado, porque os Pachirmanos são escravos de todo o povo de Alekar. O Sandias é o oposto. O Sandias tá cheio de ser humano escravizado dentro do que. Inclusive, é aí que tá inclusive uma das grandes pontes pra gente poder, de novo, eu joguei a bola pra cima, agora vocês voltam, viu? Pra falar de uma das personagens mais legais construídas na literatura. Eu não vou falar não, vocês que falam.

Estou aqui no podcast. Você tá falando da Jasna, né? Você tá falando da Jasna. É, pra mim é ela também. Mas quem vai falar de escravo tem que começar pelo Calaírio. Isso aí. Então vamos pra parte. Já vamos pra parte, né? Vamos falar dos personagens principais desse livro, né? Eu separei três pontos principais que eu falei no início. A gente pode incluir aí algum outro que vocês acharem interessante.

Vocês querem cada um falar de um dos personagens? Dalinar, Kaladin e... Eu não quero falar da Shalane, não. Vocês que sabem, eu falo da Shalane, não tem problema. Então tá bom, então. Do começo aí com o Kaladin, o Léo vai com a Shalane e o de Dalinar. Peraí, já que insistiram pra poder falar do personagem, né? Que fique isso aí, fale você desse, você daquele, você do outro. Eu queria falar de outro personagem, queria falar disso. Olha aí, ó.

A melhor pessoa que faz o construído no livro é o riso. O riso define tudo. Mas é importante, porque o Caladinho é literalmente... Eu vou fugir dessa besteira de uma vez. De uma ornada zero. O Caladinho é a personagem que, no primeiro livro, é uma das personagens centrais. Porque você passa por todo o rito. Ele na cidade, onde ele residia. Ele abrindo mão de uma vivência. O pai dele era médio. Ele é de uma classe inferior. Porque quando você separa os olhos claros,

São todos os grupos que comandam a população. E aí você tem humanos de olhos escuros que são separados por nan ou classes. Então você tem do primeiro até o último nan. E aí o Kaladin é filho de um cara que é de um nan superior. Ele é médico, cuida de uma cidade, mas ele não cobra pelo serviço. E o Kaladin passa a vida vendo ele e o irmão, vendo o pai ser humilhado por não querer cobrar e daí pra frente.

E de repente chega um senhor novo pra poder reger o principal onde eles estavam. E esse senhor começa a perseguir o pai dele. E no meio do conflito, por conta desse contexto, o pai dele impede o Caladinho de virar guerreiro, porque o Caladinho vivia querendo treinar, querendo lutar. E o pai dele impede ele de virar guerreiro. E o pai dele impede ele de virar guerreiro.

E no meio desse acidente que ele está sofrendo, especificamente, o pai do Kaladim quer salvar a vida do menino e não consegue. O rei indignado, eu tenho até o nome dele escrito aqui. Reinal, é o senhor das terras. O senhor das terras, como é que ele chama? Depois procura aí o nome dele.

Caramba, Rochone Rochone, não sou mesmo Figa da puta, esqueci o nome E aí qual que é uma constância O Rochone manda o filho mais novo do pai do Kaladin pra guerra Pra poder se alistar O Kaladin enlouquecido pra proteger o irmão Decide se alistar junto Então o pai não perde um, ele perde os dois de uma vez Isso dói no coração E infelizmente

Na primeira batalha, porque aí mostra o Caladinho com o exército, você cria aquela expectativa. No meu bloco de notas, eu anotei o meu nome de todo mundo que tá aqui, e aí você toma a primeira lavada na cara, porque morre todo mundo. Só sobra o Caladinho. O Caladinho é apresentado meio que nessa batalha, tentando salvar um menininho, acho que é Sam o nome dele, e aí o moleque já morre, e o Caladinho já fica mal, você fala...

E lembrou muito o começo de O Resgate do Soldado Ryan. O Kaladin, esse começo é bom e não faz alusão a pouco que depois é exterminar os outros. E aí o que acontece? Nessa pegada, o Kaladin é como escravo. E aí, inclusive, posterior, você vai passar por todo o trecho do livro e entender...

o que está acontecendo com ele. O Caladinho faz servir no exército junto com o irmão dele para o grande guerreiro, para o cara que era uma lenda entre o guerreiro, que todo mundo gostava, que ficou empolgado por isso que é o Amara. É o grande líder militar. E o Amara é o filho da puta que pariu. O Amara é muito filho da puta. E aí, quando o Caladinho cai, ele cai como escravo, com o Amara marcando a testa dele.

escreve e tá lá escrito o escravo na testa e essa marca não sai a marca é perigoso é perigoso e aí a marca que faz referência a ele ser escravo e ele vai escravo praticamente quase por o livro o Caladinho é o cara que vai cair infelizmente na posse de

E das questões que estão atendadas para poder participar dos carregadores de ponte. São pessoas de subgênero, humanos que não têm olhos claros e que são de classes muito mais baixas, de mãos muito mais baixas, e são os caras que carregam pontes no grupo.

do Sandi, que a gente falou de falar, do Scrooge, até separar isso da Linar, Temxu, aqueles animais que a gente falou mais à frente, eles puxam a ponte. Demora mais tempo, mas ele vai com a ponte sendo puxada. Porque as planícias quebradas são literalmente cânions imensos que eles têm que pular.

Até lembra o Monte Rochmo lá nos Estados Unidos, aquelas coisas de Grand Canyon, aquele rosto. E aí os caras vão tendo que pular esses lugares. O que que o Sandias faz? Pra poder ir mais rápido, ele coloca o humano pra carregar a ponte. Você vai descobrir que o filho da escrota de Sandias, literalmente, por que que ele coloca esses caras pra carregar a ponte? Porque os pachermanos vão atirar, os pachadianos?

Vão atirando flecha em quem carrega a ponte enquanto eles correm. Para poder os soldados deles não tomarem flechadas, eles falam para eles, vão mandando flecha, vão matando os carregadores de ponte. E o caladinho, coitado, vai carregando ponte, correndo e tentando sobreviver. Eu vou falar com o carinho. No primeiro livro, você carrega cada ponte que ele leva junto com ele, viu? Você sente o peso da ponte, você sente a tensão da flecha passando.

É importante que o caladinho vai conquistando os caras e vai criar posterior um grupo mais forte junto com ele. Agora vamos falar dos personagens...

também legais, mas que no primeiro livro ainda estão em processo de desenvolvimento. Fala da Shala aí. Então, a Shala a gente começa com ela indo pra Carburant, né, que a Jasna, que é, até agora a gente não falou dela, que é uma baita personagem, diga-se de passagem aí, uma das minhas preferidas.

A Jasnah, ela é uma intelectual, cientista, ela é muito inteligente, irmã do Eleucar, filha do rei que morreu, certo? E a Shalan, ela tá com vários problemas familiares, a família dela, o pai dela tá morto, a mãe dela tá morta, tem só os irmãos.

Eles estão devendo grana, tem gente indo cobrar eles porque eles eram de uma classe alta e tal, porém agora estão quebrados. E a Shalan tem um transmutador, que é uma coisa usada também no livro, que vale a pena falar.

eles usam pra transformar, por exemplo, pedra, minério em grão pra virar comida. Então, economicamente, é muito forte. E o transmutador da família dela não tá funcionando e ela sabe que a Jasnah tem um. A Jasnah é famosa por isso, por transmutar coisa e tal.

E o plano inicial da Shalane é tentar ser uma aprendiz da Jasnah, que é uma grande intelectual, pra trocar o transnotador que funciona da Jasnah pelo dela que não funciona. Esse é o plano inicial, pra salvar a família dela. Aí a gente é apresentado, a Shalane é apresentada pra gente em Carburant, porque ela sabe que a Jasnah tá lá. No primeiro momento a Jasnah já esculacha ela.

Você não tá preparada pra ser minha aprendiz, você não tem todo o conhecimento que precisa. Porém, a Shalane não desiste, né? Ela insiste, insiste, quero falar com você de novo e fique em cima. Em algum momento, a Jasnah vê as artes da Shalane, né? Que a Shalane é uma desenhista absurda.

Inclusive, eu acho isso uma ideia brilhante do Sanderson, que é... A gente vê toda a construção do mundo em desenho, mas é desenho da Shalane. Porque ela fica desenhando, natureza, bicho que ela vê. Tipo, é uma ferramenta absurda. A maioria dos desenhos são desenhos da Shalane, que ela fica fazendo...

Como fala? Um esquete. É, um esquete. De animal. Ela captura as memórias dela. Ela vê uma coisa e já era. Ela tem uma memória fotográfica absurda. E ela desenha tudo perfeito. E o Sanderson usa isso pra ilustrar o mundo. Como uma personagem que desenha. Eu acho isso animal. Enfim. A Shalane... Ela é legal.

não segue na insistência ser aprendiz da jazz. E aí nesse meio tempo, eu não sei se, por exemplo, a história do Kaladin vai mais um pouco do que o Du citou. Não sei se vocês querem que eu continue ou essa previsão da Shalala. Mais à frente a gente conta, porque se a gente contar também a gente mata.

Beleza, então a gente é apresentado assim sobre a Shalan. Ela tentando resolver um problemão da família dela e tentando enganar a Jasnah e sendo aprendiz dela. E agora o Du vai falar do... Não, eu vou falar, eu vou falar do... Não, Pedro, desculpa.

Dalinar, como já falei anteriormente, o general lá, irmão do finado rei, né? É Dalinar que sempre foi um grande guerreiro, um tirano dos campos de batalha. Inclusive, ao passar dos livros, vai ver que no passado ele era ruim com força, ele era ruim com R maiúsculo, né?

O Espinho Negro. O Espinho Negro, o famoso Espinho Negro. E acaba que ele virou meio que chacota quando ele abandonou os luxos e dedicou esse caminho da honra. E aí o que acontece? Ele começa essa saga de vingar o irmão dele e tentar entender o que o irmão dele viu no livro O Caminho dos Eidos.

Só que aí com o passar do tempo, ele começa a ter umas visões que ele não entende muito bem, né? Ele começa a ter uns espasmos, fala sozinho, o pessoal, essa informação vaza. E começam a achar que ele está louco. Então ele tem um conflito interno ali, tipo assim, pô, será que eu estou ficando louco? Será que alguém queria falar comigo e tudo mais? Mais pra frente, você descobre com quem que ele estava conversando e você fala...

assim, caralho, puta que pariu. E honra pra eles não é só algo que as pessoas têm, é uma espécie de divindade também, né? Honra é um dos três deuses básicos de Rochá, né? E aí, assim, ao longo do livro ele vai passando um general que era um homem quebrado, né? Que por conta do passado, se tornando um verdadeiro rei de verdade, né? Ele cresce muito. Tem uma parte do livro que eu gosto pra caramba que é quando ele tá de armadura e com a espada fractal dele, ele olha

Ele diz assim, olha, sistema de esgoto aqui não funciona. Ele começa a cavar buraco pra fazer sistema de esgoto. E sair macetando tudo e quebrando tudo e tal. Ele tem umas visões muito fodas, ele é muito honrado. E ele é o cara que compra o boi do Caladinho mais pra frente. Ele é o cara que, pô, tá vendo que todo negócio tá errado ali? Ele dá uma segunda chance, né? Indusivo por dar uma segunda chance, acontece uma merda gigantesca no final do livro. Nós vamos, talvez, falar disso aí, não sei.

ainda, né? E assim, ele cresce muito ao longo dos quatro livros que já foram lançados no Brasil. Pra mim, assim, a Linara é disparado o meu personagem favorito, né? Inclusive, ele é um dos poucos personagens pra mim que só melhoraram ao longo do tempo. Isso é uma coisa até que eu falo com o Léo, talvez mais pra frente a gente pode trazer isso num outro episódio, dos personagens que deram uma caída, deram uma subida ao longo dos livros, né?

E aí ele tem que cuidar da segurança do sobrinho dele, tentar vingar o irmão dele, ficar de olho nas intrigas políticas.

tentar entender o que está acontecendo com ele. E para piorar a situação ainda, a cunhada dele, esposa do antigo rei, fica dando em cima dele. Então ele tem um outro morro, ele tem que ter na lente e tudo. A mãe da Jasnah. A mãe da Jasnah, a luminosa Navande, que para mim é uma das mulheres mais fodas da literatura, fantásticas. Ela é sensacional.

É que o Du não chegou ao quarto livro, cara Não, pois é, eu só tô falando A Jasna ainda é imensa, sou obrigado Não, você vai chegar ao quarto livro e você vai ser encarado A Navanha é muito foda, a Navanha é muito foda Ela, ela é, ela é, tipo assim Ela tá gerenciando o reino, né, em duas frentes Basicamente, ela tá patrocinando um monte de Inventor, ela tá estudando Ela é uma mulher muito foda, muito foda E ainda

É a primeira pessoa. Vou até fazer uma pausa na sua fala, porque encaixa. Você vai ter uma subdivisão de poder tão grande que até no reino, o Elocar, ele é um rei quase que de faz de conta. Porque quem é o braço forte militar é o Dalinar. Quem é o braço de cérebro do reino é a Navalny. Ele vive a Marvin, da irmã que é brilhante, que é a Jasna. O poder do tio, que é o Dalinar. E da cabeça pensante, que define tudo.

e manda nele com tranquilidade e o matriarcado está no avan e uma outra coisa que eu falava ela é a primeira pessoa que acredita que o Dalinar não está ficando louco, que está tendo visões de alguma coisa ela fala de anotar e ele começa a ter essas visões quando? quando acontecem as grandes tormentas aquelas tempestades gigantescas

E aí, cara, é muito legal, porque, tipo assim, ele tem vários conflitos internos E ao mesmo tempo ele tem que ficar ali com os bracinhos pra trás, assim, ó Tomando conta de tudo Dalinar pra mim é muito, muito, muito foda Assim, disparado Se a gente fosse colocar aqui agora, assim, né Desses três personagens pra vocês aí

Carrega a melhor narrativa. Pra mim é o Dalinaria, eu falei. No primeiro livro, pra mim é o Caladinho. Tem discussão no primeiro livro, é o Caladinho. Como a gente está falando do primeiro livro... É, se eu somar os outros aí eu nem vou falar quem, porque eu não quero spoiler mais. No primeiro livro, pra mim é o Caladinho. Cara, eu...

Galadinho. Eu tenho um problema muito grande com Galadinho, que ele é o rei da coitada Holanda. Me incomoda. Ah, até parece. Eu quero ver você passar em um livro de mil e cinco páginas, quase novecentas páginas como escravos se fuderam, se presos no forro da tempestade e achar que tá tudo bem. Não, calma aí. O Du nem avançou aí, mas, pô, agora pra bater seu argumento.

Ele é vendido como escravo, acha que vai batalhar. Ele vira só carregador de ponte. Aí nessa, a gente não falou disso, mas o Brandon Sanderson tem essa questão. Que fica muito clara a depressão que o Kaladim luta contra, velho. Muito, muito. A gente tem que ir pra Suíça.

O irmão dele era uma criança, velho, foi pra galera e ele viu o irmão dele morto, na guerra. Você vai falar que esse cara é um coitado do Anjo. Não, mas é só pra gerar engajamento, pra galera comentar a puta, entendeu? É um babaca, é um babaca, não. É pra galera comentar a puta. Vocês não deixaram... Um de nós três seria do exército do San Dias. Aí, ó...

E o Tainé descobriu, né? E também... Na ponte que o Dulce... Você é meu herói, Amara. Me dá um abraço aqui. Na ponte que o Dulce tá... E o Claudinho ganha a confiança dos caras, porque a gente sabe, ele tem conhecimento cirúrgico de...

e ele é o primeiro cara de todas as pontes, desde que estão sendo escravidas, que tenta salvar os outros. Porque eles morriam numa quantidade tão grande que era normalizado, vinha pra onde pra morrer. E o Kaladin começa a salvar a gente, coisa que ninguém nunca tinha feito.

inclusive os líderes começam a achar ruim que o Caladinho tá fazendo isso, né? Exatamente, ele tá dando esperança pras pessoas, né? Pô, esse é o melhor arco do Caladinho primeiro livro Não, mas foi só pra gerar engajamento a galera comentar Estou percebendo, essa só busca pelo engajamento vai criar ódio, a gente vai ser selado no primeiro programa não vai ter, gente, sinto muito por palavras de radiança, não vai ter programa não, porque a gente foi eliminado primeiro

A gente agora é um ponto importante que ficam paralelos com outras obras de fantasia, né? Eu separei aqui dois autores desse livro, né? Antes de você falar do paralelo, deixa eu não deixar de dizer. Ô, gente, desculpa, mas eu vou ter que falar isso. O Caladinho adquire poder no primeiro livro. É importante você falar isso. O Caladinho é um personagem. O Caladinho simplesmente começa a respirar a luz da tempestade.

Eu queria falar uma coisa muito importante, Edu. O livro cita uns seres que são muito estranhos e difíceis de entender quando a gente começa a ler o livro, que são os esprenos. Justamente. Verdade. E os esprenos são os seres que se manifestam por várias coisas, sejam coisas da natureza, tipo uma chuva, um vento, fogo, ou por emoções das pessoas. O livro, logo no começo, fala que tem um personagem com esprenos de medo ao redor dele no chão, e aí eu não lembro, desculpa, não.

anotei se os esplenos de medo são os que parecem bandeiras vermelhas ou mãos. Eles são uns seres que se manifestam que a gente não entende como e de onde no primeiro livro. E aí o Kaladin, nesse tempo que ele está de escravo, ele conhece.

Um espreno de vento que normalmente Vocês só veem umas fitas Passando, mas esse espreno É materializado como uma mulher Pequena, meio azul, translúcida E ela se apresenta pro Caladinho Ela fala o nome dela, ela conversa E ela ajuda muito o Caladinho E como o Du citou que o Caladinho Ganha poder, esse espreno aí Tem a ver com isso, que é a Sil Silfreno, né? Inclusive se formos falar de personagem Feminente destaque, a Sil é uma personagem Bruta Sim, a raciocínio

É pra falar rápido, que o Pedro acho que quer adiantar aí, né? Até porque a gente já tá aqui um tempo, tá certo? O Caladinho é colocado pra morrer numa tempestade, porque ele tá salvando os caras da ponte, batendo de frente com os líderes que eles estão cagando pra se tem escravo morrendo ou não.

E ele apanha e é colocado amarrado do lado de fora de um abrigo para morrer na tempestade. E durante essa tempestade ele começa a ser jogado para morrer, está amarrado e fica batendo numa pedra. Ele vê a Sil defendendo ele e ele vê o osso do país das tempestades que fala a coisa com ele.

E ele sobrevive, cara. E aí vem a treta que ele tá todo machucado. E o Theft coloca esferas na mão dele. E ele suga a luz das esferas e se cura. Essa é a... E aí começa a saga do Kaladin, né? Kaladin com poderes, que aí, puta que pariu. Nossa.

Dá vontade de chorar. Eu gritava. Agora no papo, sério, assim, o arco do Kaladín nesse livro é muito legal, que ele começa um nada e termina num ponto assim, caralho, eu consegui, finalmente eu consegui. Eu tive paz durante um segundo, inferno. É, ele cita muito no livro que ele tenta ajudar as pessoas ao redor dele e nunca consegue, ele fala o tempo todo isso. Ele fica falando do Tien, o irmão dele que morreu, ele ressente muito a perda do irmão, porque ele se culpa pelo irmão ter morto.

E ao mesmo tempo, uma questão que é importante, que é, ele usa aquilo que ele aprendeu como tática de guerra quando ele aprende a usar a luz e a tempestade. Tanto que se ele não conseguisse fazer isso, pra falar a verdade, o Dalinar teria morrido. E aí já vai até um spoiler pra gente poder chegar lá na frente. A gente não citou mais um grande vilão que é trabalhado no livro, que a gente não vê ele como vilão até o final, é o Taravajian.

E aí você filha da puta, de verdade. Puta que pariu. E pra quem for ler, tem creches do começo do livro que você vai passando. E aí sim, é um negócio que assim, pra que que essas porra estão aqui, velho? Nada a ver. Você tem uns relatos ver as pessoas falando, ah, porque quando eu respirei pela última vez, foi legal nesse momento. Ah, eles têm...

Eles vão ter visões antes de morrer. E eles vão ter visões antes de morrer. Quando você chega no final do livro, você descobre de onde vem essas porra dessas visões e pira. E o filho da puta tá matando os caras num lugar que ele tinha, numa cidade, que todo mundo pensava que era um ponto de tranquilidade. É, é...

Na verdade, ele fala que é um hospital, né? Que ele tá pegando as pessoas doentes pra cuidar e ele só espera elas morrem pra anotar o relato lá. E ele tá lá fazendo essa porra toda. Ele é um puto escroto, velho. Atrás de uma porrada de coisa, viu? Segura aí o spoiler do segundo, terceiro livro, que esse filho da puta é gigante. É, também só falar rapidinho que a Shalane também adquire poder, né? Que ela transmuta sem querer uma coisa. Dá uma... Passa por isso também na história da Shalane. É.

A gente tem o Caladinho e a Xalanta descobrindo que tem poderes, né? E sem contar que assim, né? O Du falou dele mais pra frente, falou pra trás, né? O Adolin. O Dariná, ele tem dois filhos, né? Ele tem o Adolin, né? Que é o mais velho, o primogênito, né? Que é o bonitão. Vive perdendo em cima das menininhas e tal. Que pra mim tem o maior arco de redenção da história dos playboys. Ele é insportável nesse livro, né? Ele também.

E tem o Renarim, que é o filho mais novo, que ele já é todo tímido, ele já é mais fraquinho, ele tem um problema de saúde, ele tem a saúde frágil e tudo mais. E aí é muito legal que, tipo assim, o Adolin, pro pai general, seria o filho ideal e tal. Já o Renarim seria meio que um incômodo, um incômodo. Talvez no passado poderia ser, mas com a redenção do Arinário começa a ver o filho com outro.

olhos, né? E aí tem uma coisa, e aí eu acho que já fala logo no primeiro livro que o Dalinar perdeu a esposa dele. E aí ele fez uma espécie de trato com uma criatura mágica, né? A mãe da noite, né? E pra apagar todas as memórias a respeito da esposa dele. E é legal que toda vez que falam o nome da esposa, ele não escuta, tem um barulho aleatório. Cara, isso é genial, isso é muito foda.

A Navani tá falando com ele e vai falar dela, ele não ouve o nome da esposa e tem hora que ele tenta lembrar e não consegue. A gente fica agoniado, porque a gente não contém nenhum tipo de referência nisso e só vai resolver lá na frente sem spoiler de onde isso vai acontecer. Eu acho que no primeiro livro não fala desse acordo que você comentou, mas fala que o Dalinar não consegue ouvir o nome da mulher dele e nem lembrar nada dela.

Ele tem a memória 100% apagada dela. Enfim, é muito foda. Eu precisava falar isso.

Agora sim, paralelos com outras obras. Separei aqui dois caras, Tolkien e George Martin. Autores que, assim como o Sanderson, são tanto quanto prolixos. São caras que estão ali na literatura fantástica, né? O Tolkien, que nós não podemos dizer que é o pai da porra toda. E o Martin é uma tentativa pífia de ser o Tolkien. Ele só tenta. E aí uma coisa que eu vejo muita gente reclamando, né? Que eu falo assim, pô, os livros são muito grandes. Aparecem muito personagens. Só que diferente...

os livros do George Martin, ele vai te dar um capítulo de 76 páginas. Quando o Sor Botequinho Sujo que vai morrer no final do capítulo, todos os personagens que aparecem no livro do Sanderson, tem algum propósito. Seja no livro presente ou daqui dois, três livros, eles têm algum propósito. Inclusive o Leo citou anteriormente, tem um vendedor, um comerciante, que ele vai pra um outro país de Rochar, chama Shinovark. E aí, as coisas de Shinovark são um pouco diferentes do restante de Rochar.

E aí aparece esse personagem e tal, esse comerciante, e depois mais pra frente ele aparece outras vezes com outro grau de importância. Não é igual o Martin que joga o nome aleatório ali, foda-se. Em contrapartida, eu acho a leitura do Sanderson, apesar de ser, digamos, mais volumes, ela é menos pesada que a do Tolkien. Porque o Tolkien, ele tá te falando que a brisa tá lá balançando as folhas, como a árvore se sentiu, como o Hobbit sentiu aquela brisa.

Como o anão sentiu o que o hobbit sentiu O Sanderson não, ele te dá um monte de texto É que texto ele é grande Mas ao mesmo tempo ele é conciso, ele faz sentido Aí eu queria saber de vocês aí O que vocês acham dessa comparação aí Se eu falei alguma besteira Pra ser específico eu vou ter primeiro respeito

A diferença, para mim, fundamental do Sanderson e do Martin, além do Martin trabalhar para poder terminar os livros, além do Sanderson trabalhar para terminar os livros, o Marcos sofreu com um problema que extrapola a nossa leitura.

que é, tirou série e a série dá muita magia que liga. Então, eu particularmente acredito que ele não tem mais o direito de terminar o livro dele do jeito que ele quer. Você pega, por exemplo, obras como aconteceu com a transfóbica da J. Carroli, que por favor isso não seja apagado esse podcast, mas que tudo do Harry Potter seja pirateado, viu gente?

É, mas antes dela ser transfóbica, a obra é ruim também. É ruim. É ruim. E aí, o que que acontece? O Neil Gaiman manda um abraço pro Livro de Magia. O Neil Gaiman não é uma boa pessoa também, não, mas ela copiou e pra caramba. E qual que é o problema? O cara do Game of Thrones do Mar, ele foi embuído com o tanto dinheiro que ele ganhou com a série, isso aí pra frente. Então, embuído...

fugiu do compromisso dele. Não é uma obra que pertence de forma aprofundada. O Sanderson, por sua vez, agora que está fechando o contrato para fazer produção. E praticamente os livros já estão concluídos. Os primeiros cinco livros fecham uma saga que a gente está lendo. E qual que é uma questão? Se eu for comparar o Sanderson com algum autor, primeiro eu gosto dessa sacada de comparar ele com o Tolkien, que é o referencial. O Sanderson parte por outra premissa, mas eu compararia ele com o realismo fantástico do Gabriel Garcia Marques, viu? Eu vou jogar essa pitadinha, porque o Gabriel Garcia Marques...

estabelece um monte de personagens e consegue trabalhar todo mundo bem. E o Garcia Marques... É o Semana de Solidão, né? É. E o Garcia Marques ainda tem uma vantagem, porque enquanto o Sanderson tem a Cosmir, o Gabriel Garcia Marques tem a Colômbia.

Todos os livros do Garcia Marques estão no mesmo lugar. Você pegar a funeral de Mamãe Grande, ninguém escreve o Coronel, Memórias de Minhas Frutas Tristes, os 100 anos de solidão, tá tudo acontecendo junto ao mesmo tempo. É aquele monte de personagens interligados. Sanderson é um cara que vale a comparação. O Garcia é brilhante pra gente, sabe a literatura latino-americana.

O Sanderson consegue trabalhar bem grandes personagens. E quem reclama que o livro começa lendo para depois crescer, quando você pega o jeito da leitura do Sanderson, com qualquer outra leitura, você vai embora sem reclamar de nada. Muito bem. Se eu for fazer uma comparação aí com o Tolkien, por exemplo,

O que fez eu achar muito legal na leitura da fantasia do Sanderson é que, apesar de ser alta fantasia, né? High fantasy, criação de mundo, magia e tal, o Sanderson trabalha uma coisa que eu não vejo muito no Tolkien. O Tolkien faz...

Eu diria que a história do Tolkien é como se fosse um folclore. Tudo bem, tem humano, mas todo mundo ali é meio perfeito. Ele não trabalha muito problemas pessoais, né? Apesar, por exemplo, do Kaladin ter magia no Sanderson, ele lida com uma depressão moda o tempo inteiro. A Shalan não falamos muito disso.

Aí bem spoiler do que vem pela frente. A Shalana tem uns problemas pesados também de personalidade. Ou seja, mesmo eles tendo poderes, sendo cavaleiros radiantes lá pra frente e tal, tem muito problema de pessoa comum. O Tolkien eu vejo algo como quase bíblico, assim, né? Eu sinto essa diferença. E sobre a escrita? Sobre a escrita?

O Tolkien descreve muito, né? Você consegue enxergar a coisa com ele. O Sanderson também descreve, mas eu acho que ele faz uma coisa que na escrita eu compararia com um autor que eu gosto muito, que é o Asimov. Ele conta muita coisa, a história é contada em diálogo, muito diálogo. Se você pegar o Caminho dos Reis, que é o livro específico que a gente tá falando, o tempo todo tem impressionado. E falam, comentam um pouco sobre a cena e aí tudo é meio que desenvolvido em diálogo.

Você pega as coisas em diálogo E eu vejo essa diferença, né? O Tolkien é mais... Aí sim, putz, vai falar de uma sala Ele vai falar do teto, da parede De como é a porta e tal E na escrita eu vejo essa diferença E eu gosto muito que o Sanderson Pô, a gente tá falando aqui de um livro de mais de 1200 páginas Ele divide tudo em capítulos muito pequenos Então fica leve de ler É como se a gente...

se estivesse vendo uma série, você lê um capítulo sobre o Caladinho de vinte e poucas páginas, aí muda pra Shalan, aí muda pro Dalinar, e acaba que fica mais leve de ler assim. Eu já, eu enxergo esse livro como uma série quase. Muito bom, muito bom. Agora eu vou passar pra uma parte importante aqui, que é a recepção do público. Eu lembro que quando esse livro foi lançado, algumas pessoas compraram o susto por conta do nome do...

Pra você que não sabe, o Sandro só teve uma fase super estourada aqui no Brasil com Mistborn. Inclusive, pra quem segue a página da Cosmé de Brasil, teve uma vez que ele fez uma thread falando, tipo assim, Mistborn tava tão procurado que tinha nego fazendo versão falsa de impressão pra poder vender em sites.

E algumas pessoas compraram, eu separei algumas avaliações negativas aqui. Começando com a primeira aqui, né? A pessoa fala que a leitura é sofrida e enfadonha. Quase 40% do livro lido. Não está funcionando pra mim. Tem muitas recomendações no YouTube, mas não consigo, é muito ruim. Vários personagens sem conexão alguma. Acontecimentos em espaços de tempo diferentes. Problemas que não se relacionam com nada. É como ler 15 histórias diferentes.

Sendo que a história já caiu em desuso há muito tempo Mas aí ele não terminou o livro claramente Tempos diferentes e personagens diferentes Não tô gostando Acredito que o autor deva convergir as histórias Que já caiu em desuso em breve Mas não consigo mais, vou abandonar Se ele leu 40% É mentira, porque Logo depois já acontece Muito a integração ali do Caladim com o Dalinar, a história da Chalã com a Jasnah E aí

É, o Caladinho com o Dalinar, quando o Dalinar vê o Caladinho ajudando o Geraldo da Ponte lá, ele já acena pro Caladinho, já começa a interação aí, já. A própria relação do Adolin com o Caladinho também lá na frente, porque o Adolin, você começa o livro achando que ele é um babaca, e pra falar a verdade, pega spoiler, não é. Ele é bem grudo também. Você vai perceber que o Adolin também começa a respeitar o Caladinho, muito por imposição do pai, mas depois por entender que o Caladinho...

era foda. É, o melhor bro mesmo de todos é Caladinha, Dolin, fácil. Sem discussão nenhuma. Eu acho que tem muita reclamação disso aí na Amazon, de a história é sem perna e cabeça, mas o Du falou disso aí, do Sanderson jogar tudo pro final, ele dá uma segurada mesmo, talvez tenha gente que possa achar isso cansativo, mas quando as coisas começam a acontecer, é muita coisa acontecendo vai encaixando toda uma vez.

Você começa a falar, caralho, esse personagem que eu vi lá no começo tá aqui, velho. Vira tudo uma coisa só. Pô, o cara fazer uma crítica dessa aí realmente não terminou o livro. Tem outro aqui que eu acho engraçado. Não consegui importar com nenhum personagem. Tudo parece distante e vazio. Alguns personagens até são interessantes.

mas não evoluem, não se desenvolvem nem evoluem. Aí os capítulos pulam entre histórias diferentes e quebram completamente o ritmo. Quando eu começava a me envolver com o personagem, o livro já mudava pra outro e ficava nessa o tempo todo. Mas uma pessoa que provavelmente nunca leu um livro de fantasia na vida. Agora tem um outro aqui que pra mim é uma das melhores avaliações. Não é só fazer brincadeira, você comparou com o Tom, é importante que o Spook é uma pessoa que escreve um negócio desse, nunca leu o Silmarinho, né?

Não, se o Silmarillion é loucura. Se essa pessoa leu o Silmarillion 2, capítulo joga o livro no lixo. Nenhum, Silmarillion. Só deve ter lido, sim. Deve ter visto o filme de João dos Anéis e falado que leu o livro. Que é do eu, com o guinito. Muito, muito. Nossa, muito, muito. Principalmente em Silmarillion. Cara, no Silmarillion, sem brincadeira. Chegou numa parte que eu não sabia mais que era fim do fim, fim do fim, fim do fim. Eu não sabia mais nada.

Aqui, ó, eu vou gravar uma voz do Alen, eu vou pegar uma opinião imparcial. Conta como é que foi sua experiência com o Simarimão Daí. Eu parei de ler, eu me senti muito burra, Alen. É muito nó, eu não consigo saber quem é quem, onde foi, quem vai fazer...

É que o Silmarillion é um captado, né, de coisa que o Tolkien escreveu separado da Terra-média. E aí juntaram e tentaram pôr numa ordem ali. Mas sabe os interlúdios que a gente falou do caminho dos reis? Que o Brandon tem coisa nesse interlúdio que a gente vai entender no terceiro livro. E é meio que era uma criação de mundo do Tolkien. Juntaram tudo e lançaram, né? Tipo, não dá pra culpar o Tolkien também nessa.

Não, mas deve ser dito que nada é melhor do que pegar, você pegar uns catados e escrever assim o Marilho, ou quem é filho da puta? Porque o Marilho é difícil, parece que você tá lendo a Bíblia. É, mas sem esse que é a narração do Cid Moreira. Vou ler essa última aqui, vou ler essa última aqui, ela é um pouquinho longa, tá bom? Mas aí vocês vão poder. Se me perguntassem sobre o que é o livro depois de ler 500 páginas, eu não saberia dizer. Sou totalmente leio com a da história.

E não pesquisei nada sobre. Simplesmente fudeu o livro. Li um pouco mais de 500 páginas das mil e tantas e ainda assim não sei sobre o que de fato é a história. Não sei se é mais... Vingança, ascensão de um herói ou de uma guerra. Não sei se é mais importante para o avanço. Não explica isso acontecendo nem para onde é que ele também...

Quem é fraco é em descrever batalhas e detalhes importantes com as armaduras e espadas. Temos elementos tão importantes da história. Os personagens não são interessantes, mesmo eles tentando diversas vezes criar empaticarismo diante das situações vividas. Várias vezes me peguei quase no mundo, localmente vagueando enquanto lia. As conveniências das audições de conversa também são absurdas e forçadas, rechando certas sequências de diálogos que doam o valorismo mais longo sem propósito. Os ganhos finais são...

parece acabar do nada, sem ter nenhuma luz sobre o que de fato está acontecendo nesse mundo. Isso torna a leitura vazia e nada recompensadora. Brandon é bom em criar fauna e flora também e sistemas de poderes. Criativo, mas falha em muitas outras coisas. Sinceramente, fiquei decepcionado, pois ouvi dizer que esse livro é extremamente bom.

melhor que as crônicas de gelo e fogo. Até agora não se provou verdade. Diferente das obras de Marte, que desde o início mostra para onde a história vai, nos contando sobre os problemas daquele mundo, o que está acontecendo, a expectativa das coisas que vão acontecer, o objetivo de cada personagem apresentado junto com seu desejo e anseio, aqui...

Nesse livro de Brandon Sanderson, é tudo vago ou inexistente. Depois de 500 páginas, fica com a sensação de perda de tempo que a história não vai pra lugar nenhum. Eu vou dizer pra esse cara, você tem certeza? Porque a cada livro, o Martin inventa uns bastardos diferentes e a história não vai pra lugar nenhum. Tanto que relato da guerra da tempestade tem final e Game of Thrones não, né? Querem comentar sobre? Não.

Não, não. O que é importante, né? Se a gente for pegar a escrita do Mar, cada vez que ele cria um povo que supera o povo anterior, ele tem que, no livro seguinte, netar o povo anterior pra garantir que a história dele possa ter continuidade. Porque isso é uma coisa mais inútil do que os dragões em Game of Thrones. Alguém tem que me explicar pra quem foi criado.

Porque, puta merda, dito isso, se você... É importante, até vale uma brincadeira, né? Daí é uma questão que eu não consigo não descolar. Leitura é pausa. Leitura demora, ler não é apto, e daí pra frente. Então, se você largar o celular, ler com calma e fazer todo esse processo, eu acredito que alguém vai xingar a gente por isso, você vai conseguir ler com calma, e aí você desembola a história, ela vai trampar.

Não tem problema não. Muito bom. Agora, deixando aqui para dar já, finalmente aqui, ó. Pontos fortes e pontos fracos do livro, pilotos. Eu vou deixar aqui dois pontos fortes aqui e dois pontos fracos aí, se vocês quiserem falar também. Para mim, o que eu gosto dos pontos fortes do caminho dos ex, né? São os personagens complexos, não são heróis perfeitos, são pessoas comuns, quebradas, ok? E o mundo extremamente...

detalhado. É muito bacana, a fauna, a flora, como é que as coisas funcionam. Ponto fraco, tem muito nome, muito termo no início, que é difícil de pegar, tá? E o ritmo no início é realmente um pouco lento, mas porque o mundo ali está sendo construído. Tem alguma coisa que vocês queriam trazer aí? Como ponto sem discussão, as primeiras 300 páginas...

as páginas são bem mais lentas no primeiro livro. Inclusive, todo mundo que for ler, eu sugiro, leia com atenção as primeiras 300 páginas e você vai embora depois. A história desembola e vai profundando. Isso, para mim, é um ponto fraco, mas é também, para mim, um ponto forte. Porque quando ganha pouco, e uma sugestão é, leia fazendo pequenas anotações. Para quem tem dificuldade, coloca mesmo o escrito. Não tenha vergonha de colocar seu bloco de notas do lado.

e colocando informações que você considera importante. Porque lá na frente você vai voltar para as anotações e falar, no rio do caralho, isso tem a ver com o que eu li. O Taravajian, por exemplo, é um plot de lixo que você volta, que você quer botar a página e ver tudo acontecendo. Caladinho, Sandeias, o Amário, e daí pra frente. Tudo daí é pouco. A própria Chala e a Jaza também ganham pouco no livro, é um ponto de ativo.

E pra mim um ponto fortíssimo, fortíssimo, fortíssimo é a forma como o Sanderson descreve esses personagens. É impossível você não ficar fã dos personagens do cara depois que ele acaba de escrever. É tanto que a gente fica brincando sobre qual personagem você gosta mais a partir de qual livro. Com qual personagem você se casaria, Du?

Com a Lille aqui? Com a Lille? Ali que o urso, meu garçom? O personagem não existe, não, põe falar. O personagem não existe? Ah, bicho, sem discussão, o Adolin é lindo, velho. Não ia estar muito casado com o Adolin, não. Aquelas madeixas. Aquelas madeixas. E ele é galanteador. E você, Pedro? É.

Derynard, Derynard, como você... Espinhos, que nego. Com qual personagem você se casaria, Léo, e seus pontos fortes? Ah, isso aí, todo mundo que eu converso, que eu li, todo mundo já sabe, a Jasnah, minha deusa, ou Jasnah, não sei, que personagem, velho. Ela deixa todo mundo... Ela... Ó, eu vou te falar que o Brandon nem coloca tanto ela, porque ia ofuscar todo mundo, velho.

É a verdade. Na sua cabeça. E ponto fraco e forte. Cara, eu vou falar ponto fraco, mas não pra mim. Mas eu acho que é uma barreira pra muita gente ler esse livro. Por exemplo, o que eu falei do prelúdio. Você começa a se entender nada, nome nenhum. Ele fala que já desvia de um petronante lá, que é um monstro e nada é explicado. Aí já pula pro Zé. Eu gosto disso. Mas, por exemplo, a minha esposa, a Bruna. Luminosa Bruna aqui, falando de acordo com o livro. Ela não curta.

Eu curti esse esquema de cada hora mudar pra um personagem, justamente o que o cara falou aí na reclamação, na avaliação da Amazon. É porque ela fala que ela se perde. Eu vou colocar como um ponto fraco, talvez, pra pessoa que tem dificuldade com isso. Mas pra mim não é assim. Eu acho que eu nem sei, velho, que ponto fraco eu colocaria de tanto que eu gosto, assim. De verdade.

Mas eu vou colocar esse porque é um livro grande, cansativo. Eu acho que muita pessoa pode não querer romper essa barreira. E ponto forte foi o que eu já tinha falado já, que é o que o Pedro falou aí. O personagem não ser perfeito, tem um monte de problema que a gente tem no nosso dia a dia. Eu acho que isso melhora muito a história.

Então, para fechar aqui, vocês vão responder. Vale a pena eu ler e anota desse livro de 1 a 10. Então, vale a pena ler? Nossa senhora, eu vou dizer, eu vou dizer, eu vou dizer, eu vou olhar. Meu irmão, eu li metade do primeiro livro, comprei o segundo livro, comprei o terceiro. Então, quando eu chegar na metade do terceiro, eu vou comprar o quarto e é bom. Não tem condições.

Não tem condições, tem selí. Eu vou descrever uma experiência pessoal. Eu chorei, eu subi pela parede, eu gritava como ninguém, como ninguém. Quando você chega no ápice desse negócio, você pira. Eu mandava áudio, a palavra correta é nu, nu.

Meu Deus do céu, ele fez isso. Quando o Kaladim começou a usar poder, meu amigo, e enfrentou o Stett, o Zett, o Assassino Branco. Jesus, só luta, Kaladim. Vai, faz isso que eu preciso que você faça. O Noro é maravilhoso. Tem que ler. E você deu essa nota? 10. 10. Go Long War. Muito bom.

Você, Léo Rancura, sua nota, vale a pena ler sua nota? Primeiro eu vou falar que vale muito a pena ler. Os motivos já foram falados aí de sobra, construção de mundo absurdo, o final te prende demais, que começa a acontecer tudo e você quer ler, quer ler, quer ler. Para mim vale muito a pena, indico. Para quem gosta de fantasia.

Pra quem não tem problema com essa barreira aí de muitas páginas, vale muito a pena ler. E anota aí, eu vou deixar um gancho aí. Eu dou nove porque dez eu dou pro segundo livro. O segundo livro é absurdo. Ó, eu vou falar que vale muito a pena ler. Eu vou dar oito. Oito. Menini, olha lá. Olha lá o soldado do sádio. Não, mas espera. É porque, o que acontece?

Eu dou 8 porque... Porque eu vou te abrigando pelos dissociadores, Pedro. Não, não, não. Presta atenção. Eu vou dar 8 porque o segundo livro é 10 de 10 fácil. Fácil. Aí, tô falando. E o terceiro livro pra mim é 10 de 10 também, entendeu? Eu já coloco...

o primeiro melhor que o terceiro. Mas isso aí fica pra uma outra oportunidade, né? Outro momento. Então nós estamos chegando aqui a nossa reta final. Gostei de agradecer aos senhores que disponibilizaram o seu tempo pra cá. E se você gostou desse novo formato aqui, né? Comenta aí se tiver algum livro aí que vocês queiram ou que a gente vá seguindo aí a ordem dos livros à medida que for. Vamos lendo, ok? Então muito obrigado, Dudu.

Muito obrigado, Léo. Agradecemos a audiência aqui. Obrigado e até a próxima. Tchau! Tchau!

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