08 de Julho de 2026 - “Quando a Saudade Mudou o Roteiro: Toshy, Amor e a Quarta do Amor”
🎙️ NOVO EPISÓDIO NO AR
Há episódios que são planejados. Outros, simplesmente acontecem.
O episódio de hoje começou falando da rotina: a natação, a academia, a dieta, a saúde, o trabalho na Drops Jurídico, a Comunidade Cristã Voz & Fé e os desafios de um dia comum.
Mas, em determinado momento, a memória resolveu mudar completamente o roteiro.
Ao recordar antigas experiências, refleti sobre o que aprendi ao longo da vida: que academia é lugar de cuidar da saúde, que maturidade é saber onde vale a pena investir o coração e que o amor verdadeiro continua sendo infinitamente maior do que qualquer atração passageira.
Sem esperar, a lembrança de Toshy tomou conta do episódio.
Foi inevitável recordar um amor que marcou profundamente minha história, um relacionamento construído sobre fidelidade, respeito, projetos em comum e sonhos que a vida acabou interrompendo cedo demais.
Também compartilho o significado do anel preto com a linha dourada que uso há tantos anos: um símbolo das perdas que a vida inevitavelmente traz, mas também da certeza de que Deus permanece presente em cada capítulo da nossa história e de que o amor verdadeiro nunca é desperdiçado.
Este talvez seja um dos episódios mais pessoais que já gravei.
É uma conversa sobre amadurecimento, fé, saudade, esperança, perdas, recomeços e sobre a coragem de continuar acreditando que ainda vale a pena amar.
Porque, no final das contas, continuo acreditando na mesma frase que encerra o episódio:
“Nesta vida, mais vale ter amado e perdido do que nunca ter amado.”
🎧 Ouça este episódio e acompanhe todos os meus projetos em:
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Fabio Tadeu
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Muito boa noite! Sempre de noite eu venho gravar, hein? Agora já viciei. Não, não é que eu viciei, é que realmente é o tempo que me sobra. E tem que sobrar, até porque esse tempo é necessário. Bom, quarta-feira, 8 de julho de 2026. Cara, são 9:26 da noite lá fora, 13 graus aqui no quarto, 21, mas a sensação tá fria e eu tô chegando. Muito boa noite, quarta-feira, mais conhecida como a quarta do amor. Cheguei! E amanhã é feriado aqui em São Paulo, hein?
Feriado em São Paulo, é Revolução, Dia da Revolução Constitucionalista de 1932, se bem me lembro. Mas tudo bem, vamos lá. Cheguei, muito boa noite. Aliás, cada vez mais cansado, vai ver, eu tô com burno. Não, acho que ainda não, mas tudo bem. Cheguei e vamos começar. Hoje é quarta-feira. E sendo quarta-feira, já bem conhecido como Quarta do Amor, aí você vai dizer, mas onde que é isso? Que que é isso? É lá do programa de rádio que eu faço já 22 anos e que eu tô trazendo também aqui no podcast para falar um pouco mais.
Um dia vai, para falar mais de amor e de amizade, se é que eu posso começar assim. Vamos nós! Hoje o que fizemos? Hoje, como de costume, aliás, hoje eu acordei um pouquinho mais tarde, acordei era 6:05 da manhã. 6:05 da manhã estava eu acordando, meu cachorro estava precisando fazer um pipezinho. Então normalmente ele vem aqui no meu quarto bater na porta. É legal que ele bate na porta, ele me acorda. E aí descemos, fomos fazer o xixi do meu cachorro, e logo em seguida eu já fui me arrumar, fui, enfim.
Aliás, primeiro arrumei as coisas para o café da manhã de minha mãe, e depois sim fui arrumar minhas coisas. Aliás, eu não tomo café, só para deixar claro. Antes que venha sempre a tradicional pergunta: você toma café? Não, não tomo café, não gosto de café. Então o que é que você toma de manhã? Quando não tomo leite com achocolatado, eu tomo água mesmo. E uma vez por semana, quando é normalmente de domingo, domingo quando chega mais tarde por conta da igreja, Aí eu vou e tomo um copo de refrigerante só.
Isso quando tomo, mas tudo bem. Bom, tomei minha água bonitinha, comi um pãozinho, aliás, um pãozinho chiabatta comprado inclusive lá no Carrefour do shopping. Muito legal. Sou suspeito porque Carrefour do shopping, além de ter o Gabriel que é muito fofo, tem também essa ciabatta, que aliás eu só vi no Carrefour, tá? Não vi nenhum outro lugar, nem lembro a marca de cabeça, mas eu lembro que eu marquei num papel e até fui com minha mãe no outro mercado outra vez, um outro dia desses aí, e pude ver que lá não tem, que lá nesse mercado não tem.
E aí percebi que só tem no Carrefour. Tudo bem, isso acontece. Que mais aí? Bom, tomamos o café— tomamos não, tomei o café da manhã, minha água com pão e manteiga. Aliás, eu como um pouco porque eu tô fazendo dieta restritiva tal, e tô, graças a Deus, tô emagrecendo. Eu tava no começo desse ano com quase 150 kg, eu tava com 149. 148, 800, mais ou menos 149, vai. E depois, com o tempo, fui emagrecendo, graças a Deus. Agora, a última vez que me pesei, me peso de sexta-feira.
Na última sexta-feira eu tava com 126, 125, 126, e eu tenho 1,98m de altura, graças a Deus. Então isso ajuda bastante. E aí tô emagrecendo, e vai que a vida é assim. Mas enfim, tomei meu café da manhã, que é água com chiabatta, e minha mãe hoje tinha consulta com ortopedista. Mas antes, mas antes, hoje fui para academia número 1 fazer minha aula de natação bem mais cedo. Bem mais cedo. E era o quê, 10 horas? Nem isso, era 10:10, é 10 e pouquinho que eu comecei.
Peguei aula das 10 e fiquei até às 11, mesmo porque minha mãe tinha horário no ortopedista, 15 para 1 da tarde. Então eu fui bem mais cedo porque, como eu não tinha aula para ministrar, pude fazer essa extravagância aí mais medo. Aliás, deixa eu responder uma pergunta que normalmente vem. Quando não vem no email, tem email podcast, tá? Quando não vem no email, o email demora mais para ver. Mas é que essa pergunta eu lembro que eu vi muito email e algumas poucas mensagens que vieram do WhatsApp do podcast.
A pessoa perguntava na ocasião, aliás, a pessoa não, as pessoas perguntavam se eu era alto e peludo. Sim, eu sou o King Kong, muito bem. Não, mas assim, eu sou peludo, sim, sou peludo. Não sei qual é a graça disso, mas enfim, estou respondendo, estou colocando as respostas. É que eu lembrei mesmo, lembrei sem querer. Como falei de natação agora, me veio na cabeça isso. Nunca falei disso, mas estou falando. Sim, eu sou peludo, eu não sou pelado, eu sou peludo e não tenho o mínimo problema.
Aliás, eu nunca tive, não é agora nessa reta final de vida, aos 99 anos, que eu vou me preocupar com pelos. Aliás, nem comigo, nem com namorados, namoradas, nunca me preocupei. Isso é tão idiota, mas enfim, tem quem goste. Então vamos lá, tá respondido. Bom, fui para academia, número 1, fiz aula de natação. O chato que tava ainda meio friozinho, nem era 10 horas quando cheguei lá. Acho que era, não era assim, era 10 horas que até eu entrei já tava o Pedro, já tava.
Pedro é o professor de natação. Ele já estava começando a dar as primeiras orientações. Tudo bem, repito, já sei nadar, mas eu gosto de fazer aula de natação, vale a pena. Que mais aí? Enfim, fui, fiz minha aula de natação, voltei aí pouco tempo depois, era 11:30, subi aqui para o quarto, mexi em algumas coisas aqui que eu tinha que mexer, escrevi. Aliás, escrevi dois sermões, ou duas homilias, vamos chamar assim, dois sermões legais para a comunidade cristã Voz e Fé.
Muito legal, muito legal mesmo, uma comunidade inclusiva, tá? Mas isso eu falo numa outra hora. E aí aproveitei e fui escrevendo algumas coisas, já que hoje eu não tinha aula para ministrar e também não tinha, não tinha nada assim a fazer de material de apoio. Então eu preparei essas duas, esses dois textos, essas duas redações, eu ia dizer, esses dois textos para falar sobre, para falar sobre Jesus, sobre os evangelhos lá na Voz e Fé.
Que mais? Aí, ah, bom, aí fui levar minha mãe ao médico ortopedista para ver que minha mãe tem gonartrose. Que que isso é? Artrose no joelho e tem dor e tal, então precisa tratar. Aliás, ela trata já há bastante tempo. E bom, saímos de lá, era o quê, 1:30, 1:30, não, era 20 para as 2 mais ou menos, é. E aí voltamos para casa e aí eu tive que fazer o almoço para deixar minha mãe descansar. E aí fiz, eu sei cozinhar algumas coisas, cozinhei, não interessa o quê, não tô aqui para fazer o papel do MasterChef, estou aqui apenas para gravar o meu podcast, fazer valer o podcast.
E enfim, e aí almoçamos, eu lavei toda a louça Hoje fui eu que lavei, né? Vez ou outra também tem que fazer alguma coisa. Tem a máquina de lavar, mas hoje fui eu que lavei. Era pouca coisa e fui correndo, voando para Drops. Que que é Drops? Drops Jurídico é a rádio que eu montei, ou webrádio por enquanto, enfim, que eu montei para quem estuda direito, para quem faz direito, para quem gosta de aprender coisas de direito. E para quem também curte, para quem gosta, curte, enfim, música, entretenimento e tal.
Tanto é verdade que este podcast também vai ficar parte integrante da programação da madrugada, é óbvio, mas vai ficar. Isso que é legal. E como eu sou CEO, sou o dono disso tudo, eu tenho que tomar conta de um monte de burocracia dias, muito legais, por sinal, muito legais. E aí depois fui para academia número 2. Lá na academia número 2 hoje era dia de esteira e de cardio, de cardio, enfim, e de aeróbicos. E aí fui para lá e fiz os meus exercícios.
Sim, cheguei lá tudo tranquilo, tudo em paz, Soraia, minha querida amiga, foi personal trainer de minha mãe por o quê, por algum ano, quase um ano e pouquinho, quando que ela fez academia agora, uns 2 anos atrás. Muito boa gente, Soraia é fantástica, Soraia é gente da gente, tanto que assim, ela é tranquila, assim, eu diria espalhafatosa no bom sentido, porque assim, no dia do meu aniversário, eu estava na academia. E aí ela me grita do nada: Fabião, Fabião, vem cá, tal!
Eu tava na esteira, era o dia da esteira, era uma quarta-feira, dia 1º de julho. E bom, enfim, eu estava na esteira feliz e contente. Eu uso fone de ouvido, então eu não fico olhando, ouvindo e olhando nada. Não fico olhando nada porque nada me interessa em academia, nada. Nada, quase me interessei pelo lixo, mas aí aprendi a minha lição e mudei, mudei o foco e vi que os meus valores valem mais, graças a Deus. Mas enfim, eu uso quando eu tô na esteira, eu uso o fone e fico assistindo alguns vídeos, alguns, algumas músicas até.
E enfim, aí ela tanto fez sinal que eu não fico olhando nada, tanto fez sinal que me chamou atenção. E aí eu parei, parei, modo de dizer, eu parei a música, tirei o fone, e ela me vira: olha, depois quando você terminar aí, você vem aqui falar comigo que eu quero te dar parabéns. E eu não sou de festa, eu não sou de bagunça, eu não sou de ficarem: ah, parabéns, tal. Eu sou Assim, eu sou bem na minha, eu sou bem na minha. Não parece, é verdade.
Eu chego aqui, falo tudo, faço tudo tal, e enfim, dou minhas opiniões. Mas eu sou realmente, eu sou muito na minha. Eu não tô, não tô na academia para ficar fazendo festa. Mas enfim, é isso aí, né? Naquela quarta-feira eu saí, eu tava falando isso para ela hoje. Saí pela tangente, saí tranquilo como se nada fosse e disse para ela, ela sabe disso, é que ela é boa gente, ela é legal, é muito boa gente. Soraia foi uma das primeiras professoras quando entrei nessa academia lá em 2009, que me acolheu muito bem, por sinal.
E enfim, ela é muito gente, minha amiga. Amiga mesmo. Tanto é amiga que eu tenho os contatos dela, tenho, enfim, tenho as redes. Soraya, um beijo para você. E conversávamos, falávamos algumas coisas, algumas circunstâncias, e enfim. Aí fui fazer minhas coisas na academia, mas não fico olhando para ninguém. Ela me chamou tanta atenção naquele dia que eu tirei o fone para ver isso. Que coisa! Não, assim, não gosto de ficar chamando atenção nem nada, então eu fico na minha.
Mas que nem uma vez uma pessoa que me acompanha por aqui que me dizia, não é, sabe o que é, você com 1,98m, quando eu tenho tênis eu fico com 2,01m. Então assim, você altão assim, você vai chamar atenção naturalmente, não tem como não chamar. E foi bem por aí, isso aconteceu, fazer o quê? Vai, Toninho, aí, tô nem aí. Antigamente assim, eu, eu era mais besta, agora eu sou menos besta, sou mais anta, menos besta e mais anta, mas tudo bem.
Aí, que nem, tanto é que hoje eu vi, eu passei, cumprimentei o Davi, muito boa gente e tal. Não me interessa ele, não me interessa ninguém de academia. Vou deixar isso, vai muito bem registrado. Até porque, repito, agora esse podcast tá sendo ouvido mais graças ao, ao, ao índex do Cast News. Então eu não sei, juro mesmo, eu não sei, não sei, não tenho a mínima noção de quem ouve. Eu gostaria muito de saber quem é que me ouve, mas eu nunca vou saber.
Isso é uma coisa triste para mim, é uma coisa triste, mas tudo bem, isso acontece. Então agora tem que, aliás, agora eu tenho que deixar tudo muito bem registradinho porque às vezes tem gente que me ouve que não deveria ouvir. E antigamente lá na academia eu ainda olhava dava umas olhadas naquela época, isso já faz uns 5 anos, 5, 6 anos, na época um pouquinho antes da pandemia, que depois o lixo me ensinou. E aí eu aprendi a minha lição e percebi que não tem que olhar nada nem ninguém, tem que fazer meus exercícios.
Até porque em academia o que temos é corpo, e quem gosta de corpo, você já sabe, é o médico legista. É o coveiro, e vocês me ensinaram que o tanatopraxista também gosta. Isso foi show, eu nunca tinha pensado nisso, foi muito legal. E é isso, então assim, academia é legal tal para saúde só, não para ficar olhando, desejando ninguém, porque de corpo, o corpo passa, o corpo vai embora, o corpo amanhã ou depois não existe mais. É isso, eu posso falar porque eu sou velhinho, e como sou velhinho eu posso dizer, quando eu era novinho eu chamava muitíssimo mais atenção.
Tanto é que eu tive a minha época de puto, como eu falo sempre. Foram 2 ou 3 anos mais ou menos entre namoros, quando eu, como eu costumo dizer, é um tempo entre namoros, que eu acabava, vamos dizer assim, acabava realmente transando por transar, como a gente fala sempre. Aliás, eu falo sempre isso de quarta-feira, mas é uma verdade, isso é realmente uma verdade. E aí que eu vi que o vazio, aliás, o vazio que ficava, putz, o vazio era horrível.
Não desejo esse sentimento para ninguém hoje em dia. Hoje em dia o povo faz vídeo pornô nessas plataformas de vídeo tal, vídeo para maiores, ganha rios de dinheiro. O que mais assim, vamos combinar, vamos combinar, vamos combinar, o que é mais idiota, a parte mais idiota, parte mais besta, mais idiota, o que que é? É saber que tem gente que paga um dinheirão para ver vídeo pornô de uma pessoa. Que coisa, que coisa! Na época que eu namorei, na época que eu namorei o Diógenes, isso em 2003, a gente fez um vídeo, a gente fez um vídeo literalmente, a gente tava na posição de cachorrinho, eu estava por trás do Diógenes A gente gravou essa cena e eu lembro que eu postei essa cena na época no Instinto X Vídeos.
No Instinto não, nem sei se tem ainda. Eu falo Instinto, modo de dizer, porque nunca mais entrei nisso. Entrava nisso também às vezes. Nossa, assim, é idiota, gente, como é idiota! E eu punha de graça. E hoje em dia é assim, Deixava os vídeos lá de graça, tipo eu comendo Diógenes. O povo assistia, o povo me seguia no podcast, naquele primeiro podcast que na época vinha lá no SoundCloud. E eu tinha mais de 5 mil seguidores ouvindo isso aí todo dia, todo dia eu falando alguma merda.
Até a hora que a gente cresce, amadurece, entende Percebe e muda. É bem por aí. Nossa Senhora, como eu era idiota! Eu era idiota. Hoje eu sou só um pouco anta. Eu era muito besta, agora eu sou anta. Sou anta, é a vida. Mas a gente cresce, a gente amadurece, a gente entende, a gente compreende, a gente muda e a gente entende. Hoje eu tô realmente de hoje, modo de dizer, já faz 10 anos mais ou menos que eu tô de boa. Boa de boa de boaça.
E assim como eu falo sempre, o fisiológico é óbvio que vai, vai pedir, vai mandar. Tipo, o fisiológico às vezes pede. Todo mundo tem a fisiologia humana, e na fisiologia humana você vai, você vai receber a aquela vontade louca. Nossa, que vontade, putz! É que nem eu tenho as minhas vontades, óbvio que eu tenho. Como é que eu falar que assim, tipo, não, não tenho vontade de comer ninguém? Não, mentira, tem. Mas tudo posso, mas nem tudo me é lícito.
Tudo posso, mas não vou deixar me dominar por coisa alguma. Então assim, mais de 10 anos que eu tô nessa, nessa ideia. Se eu quero sexo por sexo, eu sei exatamente onde ir. Eu não preciso ficar aqui na internet falando e procurando nada. Isso é idiota. Mas enfim, não tô indo porque eu não acho certo. É uma coisa que para mim não faz sentido, pela, pela sensação de vazio que fica depois. Deus me guarde, Deus me guarde. Prefiro ficar eu comigo mesmo, eu sozinho, sei saudar, do verbo de S-A-L-D-A-R, saudar a minha fisiologia humana.
Porque sei lá, assim, ir por ir não dá, velho. Ir por ir não dá. Eu sou mais do que 23 centímetros de carne. Muito mais, muito mais, muito mais. Ai, ai, ai, gente, que absurdo. Bom, enfim, eu mudei total, né? Bom, tava dizendo lá da academia, academia número 2. Então assim, de academia não quero saber de ninguém, de ninguém. A hora que eu cruzo a porta, de cruzar a porta para lá para dentro, não me interessa ninguém. Pode ser o homem mais lindo do mundo, Pode ser a mulher mais linda do mundo, não me interessa.
E se for de academia, desculpa, não vira, não vira. Aliás, tem um canal também no YouTube, não me lembro o nome de cabeça, tem um canal no YouTube que fala exatamente isso. As mulheres hoje em dia estão sentindo saudade dos homens. Eu não entendi isso, mas tudo bem. Também não vou ficar aqui falando porque aí vão falar, você está sendo maldoso. Não, eu tô sendo realista mesmo, que assim, as mulheres hoje em dia, para as mulheres, para chegar nas mulheres hoje em dia, tudo é assédio, tudo é misoginia.
Então desculpa, não dá, não dá, não dá mesmo. Hoje em dia é melhor que nem eu vou para academia hoje mesmo, eu vou para casa, fui para academia Fiz a esteira bonitinho, com o fone de ouvido, olhando para os meus vídeos. Não olho para ninguém, não me interessa. Ah, mas você é pastor, você é teólogo, você é professor, é advogado. Tá bom, mas eu sou gente, eu sou ser humano, e como ser humano eu também tenho que pensar em mim e nas minhas, nas consequências dos meus atos.
Nas consequências das minhas ações. Então não fico olhando para ninguém, não me interessa. Ah, mas tem lá o Yuri que você falava que era bonito, e continuo dizendo, para mim ele é bonito, ponto, acabou. Como eu acho o Davi bonito também, ponto, acabou. Lá da Academia 2, tá? Na Academia 1 nem tem Yuri, nem tem Davi. Enfim, mas só também, só não tô lá para flertar ninguém, com ninguém. Não tô lá para namorar com ninguém, não tô lá para nada, para nada.
Eu tô lá para cuidar de mim, tô lá para eu cuidar de mim, para o Fábio cuidar do Fábio. É bem por aí. Infelizmente, assim, o ser humano mudou muito E às vezes mudou porque infelizmente fizeram mudar, né? É triste, mas hoje eu agradeço ao lixo. O lixo me fez acordar, realmente me fez acordar, me fez perceber que assim, academia não é lugar de amar, academia não é lugar de buscar amor, academia não é lugar de buscar nada a não ser a saúde, ponto final.
Nada além da saúde e só a saúde. E é isso. E aí, enfim, saí da academia, voltei para casa, jantei feliz e contente um pedacinho de torta de catupiry. Não, catupiry não, era palmito com requeijão, palmito com requeijão. E subi aqui para o quarto, não, Levei meu cachorro fazer um cocôzinho, xixizinho, subir aqui para o quarto. Aliás, fazendo um parêntese antes de fechar a primeira parte, eu lá, para quem ouve no YouTube, o canal principal do YouTube já tá de volta, tudo certinho, é o @podcastdofabio, youtube.com/podcastdofabio, tá lá à disposição.
Faz muito tempo, mas eu me lembro, você implicava comigo, mas hoje eu vejo que tanto tempo me me deixou muito mais calmo. O meu comportamento egoísta, seu temperamento difícil. Você me achava meio esquisito e eu te achava tão chata. É, mas tudo que acontece na vida tem um momento e um destino. Se deu uma Amar-te é um ofício, só que precisa cuidado pra perceber que olhar só pra dentro é o maior desperdício. O teu amor pode estar do seu lado, que o amor É o calor que aquece a alma.
O amor tem sabor pra quem bebe a sua água.
É, e hoje mesmo quase não lembro que já estive sozinho, que um dia seria seu marido, seu príncipe encantado, ter filhos, nosso apartamento, fim de semana no sítio. Ir ao cinema todo domingo só com você do meu lado.
Mas tudo que acontece na vida tem um momento e um dia, e tem mesmo, o tempo é assim.
Viver é uma arte, é um ofício, só que precisa cuidado pra perceber que olhar só pra dentro é o maior desperdício.
O teu amor pode estar do seu lado.
Quem me dera, quem me dera.
Tem sabor pra quem bebe a sua água.
que aquece a alma. Muito bem, esse é o amor. Viva o amor! Já diria, já diria não, já cantaria o Chaves isso. Isso, isso, isso, isso é o amor. Aliás, então agora vamos lá, eu preciso falar para você que me acompanha pelo YouTube, que para quem tá no YouTube agora tem 3 canais distintos. Tem no canal do podcast normal, o youtube.com/podcastdofabio, tem o segundo canal que é o, o podcast do Fábio. Então assim, www.youtube.com/podcastdofabio é o canal principal.
Depois tem o www.youtube.com/opodcastdofabio, que é o canal secundário. E tem um outro canal, aí é que tá, tem tem outro canal que eu fiz para jogar todo, toda a questão do YouTube, né, do YouTube, do podcast no YouTube, que para ter certeza que ia chegar lá, que ia estar lá tudo certinho, tudo certinho. Mas eu não me lembro o nome, tô tentando achar aqui, eu não me lembro o nome. Se eu pus, eu eu fiz de alegre, eu fiz realmente de alegre para ter certeza que ia ter lá para eu jogar lá no site principal.
Aliás, faz assim, faz assim, você que me acompanha, coloca aí no seu navegador o www, perdão, www não, é direto, é TAT de tatu, então assim, https:// T de tatuagem, GGO ponto ON de navio e barra podcast do Fábio. Por que que eu disse isso? Porque lá dentro você vai ter sempre todas as atualizações, tudo certinho. E aí dá para seguir, caso você queira. Por favor, me siga, será muito bem-vindo, muito bem-vinda. Beleza, então vamos lá.
Falando de sentimento, o que que eu posso dizer nessa quarta? Nessa quarta eu posso dizer o seguinte: A gente cresce, a gente amadurece, a gente entende, a gente compreende e a gente vive. E quando a gente vive, a gente acorda, acorda para cuspir. Por quê? Porque aí a gente cospe para fora toda a merda, toda besteira que tá na vida. Por exemplo, eu tinha um péssimo hábito, se posso falar assim, de buscar amor onde não é lugar.
Exemplo: já busquei amor na academia. Basta vocês ouvirem aqui o podcast, entra no podcast aí que vocês vão ter aí à disposição quando eu comecei esse podcast lá em 2020, se não me falha a memória. Eu cheguei, ainda falei do lixo, do lixo. Eu tava naquele tempo achando alguma coisa do lixo. Mas por que que eu achava isso? Porque me parecia que era recíproco a coisa. Não dá para explicar porque não sei como explicar essa reciprocidade que a gente sentia na época.
E a Patrícia, minha querida amiga Patrícia, Patrícia, um beijo para você. Ela já é avó. Ela já é avó, ela tem 41, 42 anos e já tá, já está avó. Ela teve o filho cedo, ela fazia direito comigo, faculdade de direito, faculdade de direito. E enfim, ela saiu, ela parou, ela saiu, e aí ela foi para outro caminho e eu segui no direito. E aí o que aconteceu que nem eu. Ela teve um filho e o filho já teve filho. Vamos combinar que foi rapidinho, foi rapidinho, mas tudo bem.
E aí ela já é vovó. Muito legal, muito show de bola. Beijo para você, Paty. Mas foi você, Patrícia, que me fez enxergar merda, me fez enxergar merda. Ela me empurrava, literalmente ela me empurrava Para cima, para cima do lixo. Nossa, ela me mandava, ela assim vivia me mandando foto do lixo. Ela tava na academia ou não, eu tava em algum outro lugar, ela me mandava foto: olha quem tá aqui, olha como ele tá bonito, olha isso, imagina você com ele, olha, vocês dão certo na coisa, eu vou, vocês dão certo no amor e tal.
Eu vou falar com ele, etc. E o burro aqui, o idiota, o palhaço imbecil, este que vos fala, caí. Eu caí naquela época, eu caí. Puts, eu caí e caí de alegre. Canceriano é uma merda. Canceriano é uma merda. Eu posso falar porque eu sou canceriano. E para todos os cancerianos, eu posso falar uma merda, é uma bosta, e é mesmo. Enfim, o que, o que que eu vou dizer? Vou dizer apenas que eu aprendi, aprendi muito, e foi quando eu cresci mais, vamos chamar assim, porque eu fiquei tempos, eu fiquei um tempão, um tempão sem nem olhar para ninguém e tal.
Eu tava decidido a seguir os meus valores até achar o cara certo, a mulher certa. Mas a Patrícia, no, no, no, no, no lero dela, na conversinha fiada dela, ela ia me levando, ela foi me, me direcionando por caminhos que eu não queria levar, que eu não queria ir. Mas tudo bem. E aí, aí, enfim, eu hoje, hoje em dia eu sei que ele, meu crush, é o Gabriel do Carrefour. Ele realmente é meu crush. Não precisa ficar comigo. Assim, a parte boa, vamos dizer assim, aspas, aspas, boa de um canceriano que já tomou no cu literalmente várias vezes, né, por conta da vida.
A vida me fez tomar no cu algumas vezes, infelizmente. E a gente aprende de tanto que me encheu, de tanto que que fortaleceu, não, de tanto que me fraquejou, né? Eu aprendi, aprendi, estudei em colégio alemão. Então assim, eu sou muito centrado, muito focado. Eu tenho, sei lá, eu tenho um péssimo hábito de saber que sou eu por mim mesmo, comigo mesmo. Por que que eu falo isso? Porque lá no colégio alemão a gente aprendeu uma coisa que a vida depois ensina o quê?
A gente nasceu sozinho no mundo, a gente vai morrer sozinho no mundo. Então assim, eu vim sozinho para terra e vou voltar sozinho para a pátria celestial. Então durante esse meio tempo, se alguém quiser dividir a vida comigo, vai ser legal. Se não quiser, beleza. E aí, e aí, aliás, isso a gente estuda no direito também. E no direito a gente aprende, no direito civil, que a gente nasce sozinho, morre sozinho. Mesmo que, ainda que tenha um acidente, sei lá, um avião cai, mata 200, e aí você morreu sozinho.
Você pode ter morrido com 200, mas morreu só você, morreu você na sua situação. E é isso que é a situação. Então assim, é a comoriência, o fato da comoriência. Que que é comoriência? Morreram vários num acidente, mas você morreu sozinho. E na vida eu já tive esta comoriência. Como assim? Eu morri sozinho para o meu sentimento, para não ficar pensando merda, para não querer merda nenhuma em lugar errado, tá? Eu não vou ficar procurando, procurando sarna para me coçar.
Por exemplo, alguém de academia, eu não procuro. Aliás, nunca procurei. Já falei 28 milhões de vezes, eu tive a desgraceira, a desgraceira de pegar O César, que foi um professor de academia, isso não, não é, aliás, vou deixar isso bem claro, não é o César da Academia número 2, tá? Antes que falem merda, é o César que era da academia que já fechou lá, aqui da Zona Norte de São Paulo, isso em 2000, 1997, 98. Mais ou menos por aí.
Então peguei em modo de dizer também, porque a gente só transou uma vez dentro do vestiário da academia. Ele tava de olho no meu pedaço de carne e eu acabei, lógico, ficando de olho naquele bumbum que ele tinha. Então a gente acabou fazendo o que tinha que fazer lá no vestiário da academia, isso em 1997, 98, mais ou menos. Então assim, foi a única vez que, por desgraceira, eu procurei— procurei não, caí na desgraceira de ter alguém de academia comigo.
Por quê? Porque de academia não vira, não vira. Nada contra, mas não, não. Não é para mim, é algo que, sei lá, sempre, sempre fica aquela desconfiança. Ah, mas o cara vai, se o cara gostar de você, o cara vai ser fiel a você. É assim, tudo bem, mas não, não, não, respeito, mas não. Academia não cola para o que eu procuro na minha vida, porque aí tem muito corpo. E quem gosta de corpo realmente é médico legista, é o coveiro, e como vocês me ensinaram, é o tanatopraxista.
Ospite in casa mia, con sillabe d'amore tutte al pavimento come la polvere. Ma arrivi tu che parli piano e chiedi scusa se ci assomigliamo. Arrivi tu da che pianeta? O que seria minha anima complicada, anima complicada? Eu, tão semelhante a você, transformar o som da raiva. Eu, tão semelhante a você, um beijo na frente e outro nas lábios. La meraviglia di essere simili, la tenerezza di essere simili, la protezione tra esseri simili.
Non mi domando più se ci sarà qualcuno a tendere la rete, pronto a soccorrere. Correre. Me lo ricordi tu, chi vola impara a smuottere le sue cadute come a difenderle. E così fai tu e nascondi piano la tosse e il cuore nella stessa mano. Arrivi tu. Che sai chi sono. Io così simile a te a trasformare il suono della rabbia. Io così simile a te un bacio in fronte dopo sulle labbra. La meraviglia di essere simili, la tenerezza di De ser semelhante.
Arrive tu que faz passar a paura de precipitar. Io così simile a te, liberi e prigionieri della stessa gabbia. Io così simile a te, un bacio in fronte, dopo sulle labbra. La meraviglia di essere simili, la tenerezza di essere simili.
Quem me dera achar alguém símile. Símile seria muito legal, né? Fazer o quê? Aliás, isso me fez lembrar um amor que eu tive há muito tempo. A gente até realmente, esse a gente ia casar, casar. A gente ia se juntar e com as bênçãos de Deus a gente ia seguir juntos. Ah, mas não acredito em bênção de Deus. Não para essa coisa, então assim, para essa situação, se você não acredita, é direito que lhe assiste. Mas vamos combinar, nós somos frutos do amor.
Se nós somos frutos do amor, nós somos amor. E o que que compensa? O que que é mais bonito, né, dessa história toda? A parte mais bonita dessa história toda é a gente pensar o seguinte. Vamos pensar assim: o amor entre iguais é algo bonito quando é amor, não quando é putaria. Não quando é putaria. Por que que eu falo isso? Porque infelizmente, assim, infelizmente as pessoas querem, vamos dizer assim, relacionamento aberto, querem putaria, querem putaria, não tem outro termo, é putaria.
E não é assim, para mim não é assim. Aliás, não só para mim, teologicamente falando E sendo muito honesto e muito franco, teologicamente falando, é isso mesmo que é. A gente não é, a gente não é descartável. E tem gente que acaba tratando a gente como se a gente fosse descartável. E enfim, e aí assim, tem pessoas que gostam e se sentem bem, então tá bom, parabéns, mas Para mim não cola, para mim não cola. Tanto não cola que assim, eu volto a dizer, eu tava, nossa, eu tava pronto para largar a mão na época que meus pais ainda não tinham ideia que eu gostava de homem, de mulher.
Naquela ocasião eu tava pronto para largar a mão de tudo e ficar com Toshi. Toshi era o meu japonês muito amado. A gente tava dentro de um contexto, né? A gente tava dentro de uma situação juntos. A gente tava montando a vida a dois, realmente a dois. Amor, realmente amor fiel. Amor a ponto de um ficar com outro, outro ficar com um, e não ter essa putaria. De relacionamento aberto nem nada do gênero. Aí ele morreu, ele foi para o outro lado da vida e me fez lembrar ele agora.
Eu não sei por quê, mas me fez lembrar ele essa música do Simili, que a gente tava, a gente tinha essa ligação, a gente tinha esse momento, né, essa situação, a gente tava pronto para se unir. E infelizmente a vida não quis assim. E aí, o que fazer, né? O que fazer? A gente, aliás, não tem o que fazer. Você tem o que entender, você tem apenas que compreender e deixar a vida levar. Mas infelizmente são, sei lá, são amores que ficam.
Agora, agora me fez lembrar o Toshi. Que coisa! E o Tosh realmente mexeu comigo. A gente ia casar e enfim, ia ficar junto. Talvez hoje a gente já estivesse junto há mais de 10 anos, mas a vida não quis assim. Estranho, estranho.
A volte mi domando se vivrei lo stesso senza te, se ti saprei dimenticare. Ma passa un attimo e tu sei, sei tutto quello che vorrei incancellare. Oramai sembrava un'altra storia che il tempo porta via con sé. Tu non lasciarmi mai, tu non lasciarmi. E più mi manchi, più tu stai al centro dei pensieri miei. Tu non Non lasciarmi mai, perché oramai sarai incancellabile. Con la tua voce, l'allegria che dentro me non va più via, come un tatuaggio sulla pelle.
Ti vedo dentro gli occhi suoi. Ti cerco quando non ci sei, sulle mie labbra sento la voglia che ho di te. Così profondamente mio, non ho mai avuto niente io. Tu non lasciarmi mai, tu non lasciarmi. Se guardo più lo sai, di te io mi innamorerei. Tu non lasciarmi mai, tu non lasciarmi, non farlo mai. Perché se guardo il cielo io sento che sarai incancellabile oramai. Tu não vai deixar-me ir. Sei quanto amo e tenho medo, sou eu e eu e eu.
Não vai deixar-me ir. Tu não vai deixar-me ir. Não vai deixar-me ir. Não vai deixar-me ir. Sei quanto amo e tenho medo, sou eu e eu e eu. Tu não vai deixar-me ir, tu não vai deixar-me ir, não vou deixar ir, tá só na essência teu.
Ora e per sempre restarei dentro dos meus olhos, que são iguais aos teus. Ei, meu japonês, vai em paz, vai em paz. Bem, vida que segue, né? Aí a gente tem que seguir, a vida tem que seguir. Mas eu lembrei dele, não sei por quê, mudei toda a história do dia de hoje. Até isso justifica inclusive um anel que eu uso, que tem aí assim, aliás, acho que eu já postei, postei, se não me falha a memória, a foto desse anel lá no Instagram do podcast, que também é podcast do Fábio.
Basta vocês pegarem o link, pega o link aqui na descrição do episódio E acessa lá que tem todas as redes, dá para vocês verem. Tem um anel que eu uso que é dessa época, é dessa época quando o Toshi morreu, Toshiaki, ele morreu. E enfim, e aí eu passei a usar esse anel que é assim pretinho, todinho pretinho, uma aliança pretinha com uma linha dourada no meio. E significa o quê? Significa que a vida, o pretinho da vida, ou melhor, pretinho da aliança significa a vida tem algumas perdas, a gente vai perder, a gente vai perder, não tem jeito, a gente vai acabar perdendo.
E tem no meio uma linhazinha dourada dizendo que o amor existiu, o amor existe, o amor existiu, enfim. E a linha preta mostrou que ou assim, que a vida me fez perder. Existe o dia a dia da vida, mas Deus tá no meio, Deus tá no controle, Deus sabe exatamente o que faz, Deus sabe exatamente como faz, Deus sabe exatamente o caminho que tem que ser traçado. Mas ficou, ficou essa, esta, esse restinho, né? Aí você pode dizer, tá bom, mas Você tá aí usando essa aliança tal, mas e se você amanhã ou depois namorar um cara ou namorar uma mulher tal?
E sei lá, vocês estão namorando, o que que você faz? Aí eu tiro este anel, porque aí é lógico, eu sem me entregar a um amor— aliás, já dizia lá a música, eu não sei, mas nesse caso eu sem me entregar a um amor somente. E eu me entrego a um amor somente. E assim, dos namores que eu tive, o que me, o que assim, o que chegou mais longe, se é que eu posso falar assim, foi o Toshi. Por isso que me marcou mais, que com o Toshi a gente realmente ia ficar junto e tal.
E não deu certo, enfim, porque a vida bloqueou, a vida brecou o caminho. E enfim, a vida fez a gente traçar outro, outro, a gente digo eu, eu fui obrigado a traçar um outro rumo da vida porque o Toshi foi embora. Tudo bem, isso acontece. E aí foi aí que depois eu conheci o Ivan. É, o Ivan foi aí, enfim, foi entre o Diógenes e o Ivan que apareceu o Toshi. Não, na verdade eu conheci o Toshi antes do Ivan, ou melhor, antes do Diógenes.
Nossa, foi que até a gente não deu certo a primeira vez. E assim, algo me dizia que eu tinha que ficar com esse japonês, algo me dizia que esse japonês ia ser meu e eu ia ser dele, e a gente ia ficar junto. E enfim, conversei na época com o padre amigo meu e o padre me disse, vai, vai dar o pontapé, que esse cara realmente é para você. E aí a gente voltou, aí a gente voltou, mas ele teve que mudar na época, ele foi, enfim, foi embora para outro país, não é Japão, mas foi embora para um outro país e ele teve que ficar 2 anos fora.
Nesse meio tempo aí sim eu conheci o Diógenes. E aí a gente, até porque, que nem ele falou, nós não vamos continuar nessa circunstância. E enfim, e aí não continuamos. Mas quando ele voltou, eu já tinha terminado com Diógenes. E aí a gente ia realmente, a gente ia casar, a gente casar, não na igreja, porque a igreja naquela época, naquele tempo, não aceitava casamento entre iguais. Hoje em dia tem várias igrejas que aceitam esse tipo de união quando é amor, porque nós somos frutos do amor, nós somos pedacinhos de Deus, nós somos feitos à imagem e semelhança de Deus, portanto somos amor, somos amados por Deus e temos amor.
E Deus não deixaria de abençoar alguém que foi ele mesmo que fez. Então vamos combinar, o amor é o amor. Você pode não acreditar, você pode não gostar, é um direito seu, mas é um dever nosso respeitar monos mutuamente. Muito bem, e é isso, e é isso. Enfim, mudei todinha a pauta do que eu tinha pensado falar. Eu tinha pensado falar outra coisa, nossa, aí me veio, juro, me veio tocha na cabeça. Eu ia falar do do Agnaldo do Pet Shop, enfim, mas que foi meu eterno crush e é meu eterno crush.
E o meu atual crush, o Gabriel do Carrefour, ele é muito fofo. Agora, Davi e o Uri, povo de academia, tudo bem, são boa gente e tal, são bonitinhos e tal, ponto, acabou aí, ponto. Não tem aquela coisa, vai ficar com o cara, não vai ficar com o cara, não, sabe? Isso daí é uma coisa tão, tão simples, tão mesquinha, tão idiota que assim, eu sei o que eu quero viver na minha vida. Eu não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas eu posso sim procurar alguém que queira viver o mesmo que eu.
Isso simples. E é isso, e é isso. Enfim, mudei tudo, gente, mudei tudo. Me veio o Toshi na cabeça, não sei por quê. Onde quer que o Toshi esteja, que ele esteja bem, que Deus abençoe o Toshiaki. E um dia, se aqui embaixo eu não encontrar ninguém, a gente talvez viva esse amor de novo lá no outro plano. E se você encontrar alguém aqui nesse plano, Fábio? Se eu encontrar alguém aqui nesse plano, o Toshi sempre vai ser alguém que marcou a minha vida.
Mas eu sei, como eu disse, eu sou canceriano, e o canceriano sabe realmente, e eu sei realmente, me entregar a um amor. Eu sei ser fiel a esse amor até até debaixo d'água se eu precisar. E é isso. E eu realmente, realmente, realmente, realmente, eu sei ser fiel e sei amar a quem tá comigo, e sei me dedicar de corpo e alma para pessoa que tiver comigo. Mas é que o Toshi marcou, Toshi realmente marcou a minha estada. Toshiaki. Ai, ai, nossa, mudei, mudei, mudou, mudei, sei lá.
Isso foi uma coisa que assim, sei lá, não era o esperado. Desculpem, desculpem, eu não ia falar do Toshiaki, não tinha nem pensado nele e ele me veio na cabeça.
a língua dos homens e falar-se a língua dos anjos. Sem amor eu nada sinto. É só o amor, é só o amor. Que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal, não sente inveja, se envaidece. O amor é o fogo que arde sem se ver. É ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que te atina sem doer. Ainda que eu Falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É o não querer mais que bem querer.
É solitário andar por entre a gente, é um não contentar-se de contente, é cuidar que se ganhe em se perder, é um estar-se preso por vontade, é servir a quem vem Se o vencedor é um ter com quem nos mata, lealdade tão contrária a si é o mesmo amor. Estou acordado e todos dormem, todos dormem, todos dormem. Agora vê Beijo em parte, mas então veremos face a face. É só o amor, é só o amor que conhece o que é verdade. Ainda que falasse a língua dos homens, E falasse a língua dos anjos sem amor, eu nada seria.
Essa é a vida, é exatamente isso. Gente, desculpa do fundo do coração, desculpa mesmo de verdade. Eu mudei todo, nossa, mudei todo o esquema. Eu ia falar de outra coisa, me veio tosse na cabeça, gente. Uma coisa que é difícil acontecer, mas não é, que canceriano é uma merda. Canceriano é uma merda. Eu sou canceriano, eu posso falar. A gente vive de sentimento, a gente vive o sentimento, a gente é sentimentalista ou sentimental.
E na força mais simples da expressão, o sentimento aflora. Sei lá, nossa, mudou tudo, mudou toda a história dessa quarta do amor que eu ia falar hoje e tal. Ia falar do Gabriel, meu crush bonitinho, meu fofo, o eterno crush, o Agnaldo. Nossa. Mudei tudo, mudei tudo, mudei tudo. Fazer o quê? Isso acontece, isso acontece. Desculpem mesmo.
Está na hora de dizer tchau, foi muito bom estar aqui.
Eita, que que é isso? Era para deixar a tiazinha. Não, deixa a Mônica. Nossa, tudo bagunçado hoje. Deixa a Mônica, vamos deixar a Mônica. Deixa a Mônica. Mônica, pode cantar, vai. Vamos lá. Está na hora de dizer tchau.
Está na hora de dizer tchau. Foi legal, foi muito bom, foi um prazer. Foi legal, foi muito bom, foi um prazer. Foi legal, foi legal! Atenção, foi legal brincar com vocês, não faz mal. Se o show acabou, põe sua carinha sorrindo pra nós, pois aqui a gente vai se ver outra vez!
Eita, hoje realmente, nossa, agora eu fiquei sentimental. Sei lá, sabe quando bate aquela saudade, aquela nostalgia? Uma nostalgia, nossa. De lembrar da época do Toshi, que assim, eu amei, realmente amei, fui amado. Isso que foi legal, eu fui realmente amado, realmente, no sentido mais puro da palavra, fui amado, amei e fui amado. Bom, beijo para o Gabriel, meu crush, meu novo crush, e um beijo para o Agnaldo, meu eterno crush.
E um beijo para você que me acompanha até aqui. E eu vou terminar porque tem que terminar, senão vou ficar aqui falando até segunda-feira. E hoje é quarta, amanhã é feriado aqui no Brasil, mas eu tenho trabalho a fazer. E vou terminar diferente hoje porque eu tô me sentindo estranho, uma maneira sentimental estranha. É assim, o tosse invadiu o meu pensamento. Com aspecto estranho, fazer o quê? É assim, ó, nessa vida mais vale ter amado e perdido do que nunca ter amado. Boa noite.