03 de Julho de 2026 - Sexta de Cansaço, Fé e Amor à Moda Antiga.
🎙️ Novo episódio no ar — Fabio Audioblog’s Life
Sexta-feira, 3 de julho de 2026. Frio em São Paulo, cansaço acumulado, aula, natação, esteira, rádio, estudos bíblicos e aquela sensação de que a semana passou por cima de mim como um caminhão.
Neste episódio, eu falo sobre a rotina puxada de professor, teólogo, pastor da Voz & Fé e CEO da Web Rádio Drops Jurídico. Também reflito sobre o que é, de fato, este espaço: não apenas um podcast, mas um audioblog — um lugar onde eu registro o dia, desabafo, penso em voz alta e não deixo a alma abafada.
Falo ainda sobre academia, percepções, convivências, vínculos, cansaço, amor à moda antiga e essa estranha modernidade em que tanta gente troca profundidade por descartabilidade.
Eu sigo acreditando no amor construído, no vínculo real, na fé que sustenta e na coragem de continuar buscando alguém que queira viver os mesmos valores.
Porque eu sei bem o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso sim buscar alguém que queira viver o mesmo. E teimosamente eu sigo buscando.
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Fabio
- Ajuda de professora para estudos· EducacaoRotina de professor, teólogo e pastor · Cansaço acumulado da semana · Aulas para concursos públicos · Estudos bíblicos · Academia e natação
- Amor e relação como fundamentoAmor à moda antiga · Busca por um parceiro com valores similares · Crítica à superficialidade nas relações modernas · Perda de vínculos e profundidade nas relações · Casamentos e amizades de conveniência
- Investigações e gravações de áudioRegistro do dia e desabafo · Pensar em voz alta · Diferença entre podcast e audioblog · Conteúdo sensível e blog escrito
- Experiências na academiaCerteza de que alguém da academia ouve o podcast · Experiências na academia · Sentimento de antipatia por Vitor
- Memória e MúsicaMúsica 'Locomia' de Locomia · Música original de 'Love Generation' · Associação com campanha política de Celso Pitta · Memórias da juventude e época de Jô Soares
- Drops Jurídico· EducacaoAgradecimento aos ouvintes e alunos do aplicativo · Propósito da rádio para alunos de direito e concurseiros · Necessidade de férias
Muito bem, 8 horas e 6 minutos quando começo a gravar. Muito boa noite, boa noite, sexta-feira, 3 3 de julho de 2026. Muito boa noite, como é que vocês estão? Tudo bem? Eu espero que sim. Bem, estamos chegando numa noite já fria. Não estava fria, aliás, não estava frio, mas agora o frio chegou. 17 graus lá fora aqui em São Paulo, 22 graus aqui dentro do meu quarto. E começamos! Tô chegando, cê estou, como dizem os jovens de hoje.
Muito bem, chegamos na sexta-feira e hoje é um dia bonito. Por que que é um dia bonito? Justamente porque é um dia que para muitos vem aí o fim de semana, e no fim de semana muita gente descansa. Por que que eu falo muita gente descansa? Porque eu não vou ter essa mesma sorte. Vamos combinar. Aí você pergunta: por que não? E eu respondo: porque como eu dou aula para concursos públicos, eu tenho aula a ser ministrada amanhã. Então amanhã eu vou dar aula, graças a Deus, louvado seja Deus por isso, que muitos querem trabalhar e não conseguem, e eu graças a Deus tenho um trabalho.
Então louvado seja Deus. Mas amanhã é Amanhã é sábado e sendo, aliás, amanhã sábado 4 de julho, o dia da independência dos Estados Unidos. Show de bola! Mas bom, enfim, como hoje é sexta-feira, vamos lá, assim, hoje, ou melhor, eu tava dizendo de amanhã, amanhã é um dia mais puxado para mim porque eu vou ministrar aula, mas isso a gente vai falar Amanhã. Hoje sexta-feira, e hoje sexta-feira é dia de trabalhar também. Ah, mas você trabalha de sexta?
Opa, opa! Então o que fizemos hoje, primeira parte do podcast, sempre essa situação do resumo do dia. Resumo do dia, posso falar assim? Posso, posso sim. Vamos lá, hoje o dia, como de costume para mim, começa cedo. Eu vou dormir tarde e vou acordar cedo, porque normalmente à noite eu faço os meus estudos bíblicos. Para quem não sabe, eu sou teólogo também e sou pastor da comunidade cristã Voz e Fé. Comunidade esta que eu criei para ter aí o amor inclusivo de Jesus para todos.
Porque, porque nós somos criaturas de Deus, nós somos feitos através do amor de Deus. Enfim, mas tudo bem. E aí à noite normalmente eu faço agora os meus estudos bíblicos quando não dou aula, e Ontem foi um dia que eu fui dormir, era quase 1 da manhã, fazendo alguns estudos bíblicos. É gostoso, gosto de estudar a Bíblia. E assim, eu sou da linha de pensamento do Pastor Caio Fábio. Eu acho que o Pastor Caio Fábio, ele tem uma ideia muito legal, ele sabe fazer Enfim, e aí eu sou da mesma linha, mas tudo bem.
Vamos falar de hoje. Fui dormir, bom, já era hoje, eu fui dormir era uma e pouquinho da manhã e quando era 6:15 eu já estava, aliás eu já acordei um pouquinho mais tarde, 6:10, não, 6:15 eu já tava acordado e fui levar meu cachorro fazer xixi um pouquinho mais tarde E a hora que eu desci, eu moro em Sobrado, já falei isso 80 quadrilhões de vezes, e enfim, e aí fui levar ele fazer xixi lá no quintal de fora, voltei e aí tive que me arrumar e tal, ligar o computador, ligar câmera e ajustar tudo, porque hoje tinha aula também.
Aliás, hoje acabei não escrevendo no blog, então ainda não fiz. Aliás, nem sei se vou fazer hoje o blog realmente escrito, que é uma versão legal que eu estou realmente escrevendo à mão, à mão. Que mais? Bom, aliás, até foi bom falar isso porque porque recebi já algumas mensagens interessantes dizendo que ficou legal, foi uma boa ideia fazer o blog realmente escrito. E eu agradeço a você por ter seguido a mim, obrigado, e por ter, enfim, gostado da minha ideia, né.
Bom, e aí fizemos a aula, aula de de Turma de Tribunais. Então, sendo Turma de Tribunais, tivemos aí aula das 7:45 da manhã até 11:15, 11:15 na verdade. Terminei e fui para Academia Número 1, como também de costume, fazer as minhas aulitas de natação, né? Tem que fazer, tem que exercitar. Assim, eu já sei nadar, mas eu gosto de fazer a aula, até porque é gostoso exercício na água, é uma coisa interessante. Não é hidroginástica, mas é um exercício legal e bem válido.
Muito bem, e aí fui levar minha mãe, depois assim voltei bonitinho, tal, Fui levar minha mãe cortar o cabelo lá no cabeleireiro dela, voltei pra casa, almocei. Aliás, almocei, já era quase hora de buscá-la, e que foi mais ou menos meio-dia e meio quando ela foi pra lá, que ela tinha horário. Aí ela já tinha almoçado aqui em casa, muito bem. Eu almocei enquanto ela estava lá. E terminei de almoçar, já tive que voltar lá para o estúdio onde ela faz o cabelo e fui buscá-la.
E aí voltei, quando voltei deixei ela em casa e fui para Drops Jurídico, minha querida web rádio bonitinha, bonitinha, e fiquei lá até umas 4 horas mais ou menos. Quando fui para academia número 2 fazer minhas aulas, minhas aulas, fazer os meus exercícios aeróbicos e meus exercícios de cardio. Muito bem. E depois, legal que eu descobri, aliás, eu descobri, não, eu tinha certeza, eu tenho certeza, tenho, não é tinha, eu tenho, tenho certeza que alguém da academia número 2 está ouvindo a este podcast.
E aí você pode me perguntar: mas Fábio, como é que você sabe? Como você tem noção? Como você tem certeza que os cara de lá estão te ouvindo? Respondo, respondo. É assim, hoje quando eu estava entrando na Academia número 2, ok, beleza, tava mocinha lá, legal, tudo bem, boa gente e tal, na recepção. Então, na saída, na saída, na saída, estava o Vitor na recepção. Eu não vi, eu não vi mesmo, até porque eu tava com fone na minha orelha ouvindo algumas músicas e vendo alguns clipes também enquanto eu fico na esteira.
Mas na saída eu tava ouvindo as músicas ainda. E o mais legal, mais divertido, mais interessante, eu saindo A hora que eu, assim, eu tenho costume por educação de levantar a mão e falar tchau, ou então de falar até mais. Muito bem, levantei a mão para sair e estava o Vitor lá na recepção e ele me, assim, ele levanta o olho tal para mim e só faz uma cara tipo, como é que eu vou dizer, tipo cara do Agora me fugiu o nome daquele um que fazia do Chaplin, deu assim aquela careta de alegria e fez assim tipo um sorriso bem sorriso falso, um sorriso bem estranho.
E só isso, eu não tinha reparado que era o Vitor. Se eu tivesse reparado, talvez eu nem tivesse olhado para lá porque o Vitor não Não sei, não me desce, não me desce. Aí você pode falar: mas de graça? É assim, eu só posso dizer que assim, o que que eu vou dizer? Não tem o que dizer, não dá, não vou, não vou ser hipócrita, não, assim, não desce, é uma coisa que não desce. Já até assim na primeira vez lá Lá atrás no tempo, a primeira vez que eu vi o Vitor, ele até me deu tesão.
Vamos combinar que ficou, foi uma coisa legal de ver. Mas depois não, depois não, depois eu desisti. Por que que eu desisti? Desisti porque eu vi assim, eu percebi, eu entendi, eu consegui ver, eu analisei E vi que não colava, não colava mesmo. Nossa Senhora! Bem, e aí vim para casa, tô aqui cansado, cansado, porque esteira cansou. Natação, esteira, cansam, velho, cansam. Tô velho também, tô ficando velho, bem velho. Então já não tem mais o pique que eu tinha quando eu tinha 18 anos.
Agora eu tenho 99. Então não dá mais para ser aquele menininho que um dia fui, né? Mas tudo bem. Bom, que mais? E aí vim para casa, cá estou, e fui jantar com minha mãe, mas para a gente jantar pediu uma pizza e enfim, e comemos pizza. Aliás, comi um pedaço de pizza, né? Antigamente eu tinha mais vontade de comer, agora não tem mais não. Agora eu tô, sei lá, acho que é efeito, não sei, não sei, efeito de, sei lá, efeito de emagrecer, vamos dizer assim, né.
Bem, e é isso, e aí eu tô para cá cansado, aliás, assim, estou estressado, mas a cabeça de cima antes que pense em merda, que eu tô me cansando, me cansei, sei lá, de ficar pensando, de ficar fazendo tudo, querer abraçar o mundo. É complicado, gente, é complicado. Chega sexta-feira, eu tô um bagaço. E isso porque amanhã eu tenho aula para ministrar de manhã, professor de curso para concurso público. Não para. Eu só peço sempre para o meu chefe não me dar turma de domingo, porque domingo eu vou na igreja, então aí não tem lógica ficar fazendo, ficar dando aula num domingo.
E também, dentro de um contexto, a gente trabalhar no domingo não é legal. Trabalhar no sábado, enfim, fazer um dia da semana, descansar um dia da semana, é assim, é uma coisa mais, sei lá, mais tradicional, se é que eu posso falar assim. Sei lá, tô cansado, gente, hoje eu tô cansado mesmo. Já vou soltar a primeira música já. Para tomar uma aguinha só rapidinho e eu já volto rapidão.
Rumbut. Rumbut. Rumbut. Rumbut. Oh! Oh-ah! Oh-ah! Oh! Oh-ah! Oh-ah! Rumba, rum, rum, bat, rumba, rum, rum, bat.
Muito bem, Locomia, Locomia, numa versão que eu não tinha escutado ainda. Esse eu ainda não tinha escutado, mas ficou legal. Gente, assim, chega sexta-feira, Jesus meu! O, assim, a canseira que me dá, caramba. É bom também, eu já tô velho, então aí a gente realmente muda, muda de figura. Aí a gente começa a sentir o peso da semana. E ser um, ser um CEO, um dono, um CEO, como vocês quiserem chamar, de uma rádio, uma web rádio, tudo bem que é uma web rádio, Demais!
Pega! E tem uma galera que já tem o aplicativo da Drops Jurídico. Agradeço de coração a vocês e aos meus alunos também que já baixaram, tanto os alunos, os alunos do presencial quanto os alunos do telepresencial e os alunos do online. É tudo uma misturada, mas enfim, a vocês que já pegaram, que já que já baixaram o aplicativo, tanto no Android quanto no iOS. Agradeço de coração. Drops Jurídico é uma rádio que veio para ajudar os meus queridos alunos de direito, é óbvio, mas também você que gosta de direito, enfim, que está se preparando para concursos públicos, ou ainda Você que faz aí algum tipo de aula para OAB ou que gosta mesmo de direito e gosta de música, de entretenimento também, obrigado porque você abraçou comigo essa ideia.
Estamos aí começando essa empreitada com mais ênfase. E é isso. E aí hoje o dia foi basicamente esse. Agora eu já tô em casa. Hoje eu me dei o direito de não voltar na Drops Jurídico. Tô aqui normal, tranquilo, feliz. E bom, e aí estamos aqui, né? Mas, Câncer, era para eu ter voltado lá na Drops para ver uns documentos, ver alguns papéis lá, e ver também a questão da programação da rádio para para começar a semana, mas tudo bem, estamos aí, enfim.
Olha, tô precisando de férias, isso sim, mas agora não tem como, ainda mais fazendo o sistema aí da rádio tudo direitinho. Agora mesmo que não dá para tirar férias, não dá nem para pensar em férias, mas tudo bem. E é isso. E aí essa semana foi assim, foi assim. Aí amanhã tenho aula para ministrar logo de manhã e tem que acordar cedo. Agora, todo dia, 5 e pouquinho, eu acordo por conta do meu cachorro, 6 horas que seja, mas faço com alegria, faço com alegria e com muito prazer, tadinho dele.
E é isso, meu povo. E aí, hoje, sexta-feira, é o Dia Internacional da Balada, ou já foi, né? Eu diria que já foi. Por que que eu diria que já foi, não é mais? Porque hoje em dia, se a gente for pensar, os caras, as mulheres, enfim, estão ficando mais em casa, estão ficando mais cada um na sua, né? Ou então chama a galera para ir para casa, sai mais barato. E é isso, né? E é isso. E por que que eu tô falando isso? Tô falando isso Porque na minha época, quando eu tinha uns 18, 20 anos, a gente saía de sábado, de sexta-noite.
Nossa, sexta-noite ia, eu pegava o carro, a época era eu que pegava o carro, e íamos eu, a Naira, a Nathalie, o Guido, meu primo, quem mais, o Ricardo, quebra-quebra, chamado de quebra-quebra. A Simone, minha eterna filhada, Deus a tenha num bom lugar. A gente saía, ia para o shopping, ia para o cinema, e a gente fazia antes de pensar em namoro. Aí cada um foi começando a namorar, tal. Aí foi mais ou menos, aliás, não vou dar ideia para vocês não terem noção da minha idade.
Eu não, ninguém precisa saber minha idade, eu tenho 99 anos e pronto. E acabou. Ah, mas por que é que você não fala? Eu não falo porque tem um bando de besta que fica mandando mensagem. Mas essa voz tem uma voz de uma pessoa de 25, ou outros dizem uma voz de 60, é uma voz de 80. Então assim, eu tenho 99, 99, e peço já desculpa Porque hoje realmente eu tô cansado, tô realmente cansado. Parece que um caminhão me atropelou. Por quê?
Porque eu tive que fazer aí um monte de coisa, né, e tive que pensar na vida também, pensar em sentimento, pensar no sermão, na humilha, enfim, que eu vou fazer lá na Voz de Fé. No canal da Voz de Fé também no domingo. Tem que arrumar tudo certinho e vida que segue, e vida que segue. E agora tô por aqui, tô por aqui, enfim, agradecendo sempre a você que me ouve. O que vamos falar além hoje? O que temos mais além para falar? Aliás, eu vou soltar agora uma música e vou aproveitar e vou colocar essa música de um clipe que eu estava assistindo hoje lá na academia enquanto fazia esteira.
Essas três moças cantam e cantam muito bem, cantam legal e cantam demais. E vocês vão entender a música. A música veio delas para o Brasil, veio delas para o Brasil, e aqui no Brasil a extinta banda Rouge que gravou. Quer ver? Vamos ouvir a música original, vamos ver.
Y los demás nos da un alma y se mete a darse caña poseído por el ritmo ragga tanga. El DJ que lo conoce toca y no de lado se para. Diego, la canción más deseada. Y la baila, y la goza, y la canta.
¡Ay, hacer ejem! ¡Ah, ejem! ¡Ejem, ejem! ¡Ejem, ejem! ¡Ejem, ejem! ¡Ejem, ejem! ¡Ejem, ejem! ¡Ejem, ejem! ¡Ejem, ejem! ¡Ejem, ejem!
Por donde voy caminando. Diego tiene chulería y es el punto de alegría, rasca faria, profita, ¿no? Y los demás logran un alma allí se mete a darse caña poseído por el ritmo de la tanga. El DJ que lo conoce toca el himno de la José para Diego, la canción más deseada.
Y la baila, y la goza, y la canta.
¡Eje, eje, eje, eje!
Eita, aí nessa hora que a gente pensa, né? Aí eu lembro que nessa hora eu tô velho. Aí você vai falar, mas por quê? Primeiro porque eu fiz, eu fiz aniversário agora dia 1º, anteontem, e percebo que estou ficando mais velho, fato. Mas eu lembro dessa música numa campanha do do então Paulo Maluf querendo eleger o Celso Pitta como prefeito de São Paulo. Deus o tenha, o Celso Pitta. E o Maluf usou essa música assim, quando o Pitta perdeu, vem a música.
Aliás, não foi nem o Maluf, lembrei, foi o Jô Soares, na época, também Deus o tenha. Naquela época ele fez num programa que ele fazia de comédia, ele cantava: "A sere rê rá, perdi, perdi, porque pedi pra que seu Pitta não fosse um bom prefeito, nunca mais você votasse em mim." E aí tinha mais, eu lembro só do refrão. E assim, aí é que a gente vê que a gente tá velho, mas tudo bem, essa é a vida e que bom que a gente tá aqui. É sinal que Deus tem um plano para cada um de nós.
Enfim, eu tava dizendo lá atrás da Academia número 2 que eu tenho— agora hoje eu tenho certeza, tenho certeza que tem alguém da Academia número 2, aquela que fica no shopping, que tá aí ouvindo. Sim, vocês estão ouvindo, tem alguém ouvindo, e eu sei disso, e eu tenho certeza disso. Por quê? Porque o Vitor hoje, a maneira como ele, aspas, me saudou quando eu disse até mais, que estava saindo, aquela risadinha, tipo, olhou para mim, riu, e enfim, continuou que tava fazendo.
Foi, é que foi uma risada que não dá. Eu vou ver se eu acho um vídeo que demonstre isso, aí eu coloco lá no YouTube. Lá no YouTube do podcast, tá? Tanto faz. Aliás, agora quando eu falo YouTube, tanto faz. Aí você vai ver aqui no link da descrição o YouTube normal, que é o canal normal, youtube.com/podcastdofabio, como também pode ser o YouTube, o YouTube do canal também, o segundo segundo link, youtube.com/podcastdofabio. Deixa eu dar uma olhada aqui, mas enfim, eu vou postar se eu encontrar alguém que faça essa mesma careta, que comprove exatamente o que eu vi.
Eu vi isso hoje, que isso atestou, atestou, seguramente atestou, seguramente que o povo da Academia número 2 escuta isso aqui. E eu sei, tenho certeza, porque o Vitor, a maneira como ele olhou, como ele fez aquela risadinha de saída, alguém, ou ele não, tudo bem, pode ser que ele não ouça, mas ele não ouvindo Pode ser que alguém esteja ouvindo e passe para ele. Não sei explicar, eu sei que eu vi, eu vi e eu atesto, eu atesto. Isso foi a prova cabal que alguém tá me escutando dentro dessa Academia número 2.
Mas também o podcast tá aí e o podcast existe justamente para, enfim, para acontecer, né. Enfim, para que as pessoas ouçam. Tá aí em quase 30 plataformas no Index lá, o índice de podcasts do mundo. O meu tá lá também dentro do Index, do índice. Enfim, então eu posso falar. Tem aí, é para ouvir. Tem alguém ouvindo? É que me instiga, vem uma coisa dentro de mim que me instiga, e me instiga muito em saber. Eu gostaria muito de saber, juro, quem é que tá ouvindo isso aqui.
Putz, nossa senhora, eu ia gostar, mas eu não vou poder saber, o que é pior. Mas tudo bem, não há problema, o jeito é seguir. Bom, que mais hoje? Acho que eu não tenho nem muito o que falar. Não tenho muito o que falar, tenho só o sono que faz parte de mim. O sono está comigo, o sono está dentro de mim, e nossa, o sono me completa. Que hoje realmente, nossa, bom, mas tudo bem. Aliás, eu vou pegar agora um Uma musiquinha, vai. Hoje eu vou mais de musiquinha, depois eu falo alguma coisa interessante.
Uma musiquinha simples, que aí a gente gasta um pouco de tempo. Aliás, para quem tá ouvindo pela primeira vez, este podcast agora vai virar programa de rádio também, então por isso que tem algumas músicas no episódio. Tá, só para vocês saberem. Que mais? Então é isso, vou de música. Deixa eu ver quanto tempo eu tô aqui já para depois falar alguma coisa que preste. 33 minutos já de podcast, que bom, que bom. Vamos lá, já volto rapidão.
Que seja mais esse dia todo de amor e alegria! Que seja mais este dia todo de amor— De amor? —de amor e alegria! Que seja mais este dia todo de amor e alegria! Que seja mais esse dia todo de amor... De amor e alegria! Que seja mais esse dia todo de amor e alegria! Que seja mais este dia todo de amor— De amor, de amor e alegria! Todo jamais, jamais, jamais se esqueça desse dia que nós vivemos juntos!
Shalom! Ah, que besta, achei que era legal. Essa versão não ficou legal não, tudo bem. Bom, vamos falar alguma coisa que preste, sei lá, nem sei se hoje tem coisa que preste para falar. Hoje acho que não tem nem muito o que dizer, até porque não vou ficar aqui esse ano, não vou ficar aqui falando de sentimentos e coisa e tal. Falo isso porque Li duas mensagens hoje no WhatsApp do podcast que as pessoas diziam: você não tá falando de você, do sentimento.
É que eu tô cansado. Eu não tinha até o ano passado, ano passado, modo de dizer, até o começo desse ano. Eu falo ano passado porque eu fiz aniversário dia 1º e para mim o ano virou agora dia 1º de julho. E aí, aí o ano passado eu ouvi, eu não tinha a rádio, então era um pouco mais tranquilo. Então aí sim dava para falar um monte de coisa, e eu também ficava falando porque também eu era idiota, vamos combinar, eu era idiota, muito idiota.
E por que que eu falo isso? Falo isso justamente porque eu ficava até correndo atrás de sentimentos. E não é bom? É, uai, ter sentimentos, viver o sentimento é legal. Eu sou aquele amante à moda antiga, do tipo que ainda manda flores. Não, é assim, eu sou aquele amante à moda antiga no sentido de que eu acho que ainda vale a pena a gente se entregar de verdade para o amor. Hoje em dia eu tô vendo que o amor tá ficando de lado.
Eu vejo pelas pessoas, eu Eu vejo pelo andar da carruagem, não tô dizendo de academia, tá? Só para o povo da Academia Número 2, que eu sei que escuta. Agora eu sei que escuta, não me venham com churumelas, porque sim, eu sei que vocês ouvem. E aí, e aí, assim, o povo hoje em dia não tá muito se preocupando mais em, sei lá, em criar vínculos. O povo tem o celular na mão e com o celular na mão o povo passa rapidinho aquelas coisas assim, passa aqui, passa acolá, num instantinho já, enfim, não deu certo, passa para o próximo.
Tinha um programa inclusive na TV, na TV a cabo, que se chamava Next, e esse Next era exatamente isso, assim, a conversando com a pessoa, mas ia conversando com a pessoa ao vivo lá no programa. Aí não gostou, next, próximo. Não gostou, next. Então assim, ninguém tinha, aliás, ninguém tinha não, ninguém já se criava aí a ideia de não ter nenhum tipo de vínculo. Estranho isso. Eu fui educado para ter vínculo. Acho que eu sou realmente o mais velho dos velhos, mas tudo bem.
É meio estranho, é meio difícil. Às vezes eu penso: tô realmente fora do mundo. Porque fora do mundo? Porque eu vejo que, que nem casamentos não estão durando mais das pessoas. Eu sou solteiro Não posso falar nada de mim, posso falar só que casamentos não estão durando. Relações de amizade, muitas pessoas têm amigos por conveniência, então não é legal, fica uma coisa chata, uma coisa meio estranha, sei lá, assim, os vínculos estão se perdendo.
E aí eu tava vendo um vídeo, aliás, eu tava vendo um vídeo Agora, um pouquinho antes de começar a gravar, eu tava vendo um vídeo que dizia exatamente isso, que infelizmente hoje em dia ninguém mais tem a chance do erro. Como assim a chance do erro? Quando eu era bem novo, bem novo, quando eu tinha uns 15, 20 anos, naquela época a gente tinha que sair, tinha que olhar a pessoa, a gente conhecia a pessoa continua com a convivência.
Era real, era o momento de convivência, era o momento de estar junto, era o momento de conversar, de ver, de entender, de, sei lá, de participar. Hoje em dia não. Hoje em dia, assim, eu tenho celular, com o celular eu passo próximo, próximo, próximo, pronto, acabou. Não tenho tempo a perder, eu tenho tempo a me desfazer. É errado isso, eu acho. Eu acho, sou, sei lá, sou besta, sou besta, admito a minha besteira. E mas assim, eu sou um besta do bem, se é que eu posso falar assim.
Por quê? Porque eu ainda acredito no amor. Eu não entendo nem, às vezes eu não entendo nem eu a mim mesmo, como é que eu ainda acredito no sentimento. Bom, que nem eu tenho primos que são casados há tempos, que nem meu primo Guido, meu primo Ayrton, meu primo Ayrton. Aí o microfone se vai, mas tudo bem, eu estou aqui. Pera aí, deixa eu ajustar. Aí eu tô aqui, eu vou ajustar. Aliás, desculpem, a bateria do microfone sem fio acabou, mas eu tô aqui, tô aqui, tô com o microfone normal agora, o microfone do gravador mesmo, então tá tudo bem.
Eu dizia assim, eu tenho primos que são casados há bastante tempo e tão bem. Aliás, vocês ouvirem algum sinal, alguma ouvir uma voz atrás, é a televisão, tá? Minha televisão tá ligada baixa, mas tá, para eu não dormir, que se eu desligar a televisão eu durmo. É meio, meio errado, mas tudo bem. E é isso. E aí eu dizia, aliás, desculpem também o microfone agora, que o microfone é o embutido, tá? Eu sou do tempo que o amor era, o amor era construído a dois.
E não a 10. E era um amor que se construía no sentido de ficar junto, de estar junto, de: "Poxa, você tá mal, então vamos ver o que que você tem." Sei lá, construir real, construir real uma história em que o amor não é um produto, o amor é resultado. Por isso talvez que eu acredite, e acredito mesmo, que a gente pode, que o ser humano pode, e que existam, devem existir ainda, espero eu, devem existir pessoas que ainda acreditam no amor.
Eu acho, ao menos eu acho, né, fazer o quê? Mas eu sou do Love Generation, sou da geração do amor. Era um momento muito diferente do momento de hoje, mas tudo bem, fazer o quê?
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This is Love Generation. Muito bem, muito bem. Bom, minha gente, a situação é que hoje eu esqueci de carregar o microfone, uma coisa absurda. Só para vocês saberem, para quem não sabe, todo microfone sem fio, todo, todo, todo, tem que carregar a bateria. Tem que trocar a pilha e tal. É que os nossos lá da Drops Jurídico, eles têm já a bateria embutida, tudo certinho, tudo legal. E enfim, aí tá lá para carregar. O meu aqui tá aqui para carregar.
Eu esqueci, eu esqueci, eu tinha pensado, eu tinha pensado, tinha planejado, mas me esqueci. Se me esqueci. Acho que agora vai, acho que agora vai, deixa eu ver. E aí aconteceu, como é, agora sim, como é programa, programa, não vai não, o cabo já se foi, a pilha já se foi. Deixa eu ajustar, pera aí, vou ajustar aqui, isso é porque Isso porque é ao vivo. Isso porque ao vivo, modo de dizer, gravado se chama gravação ao vivo. E tudo bem, tudo bem, então deixa assim.
Agora vai, agora foi, agora foi, agora vai. É estranho, é estranho porque assim, eu ainda não tenho esse costume costume de mexer e de atualizar as coisas e põe aqui e liga lá e carrega aqui, carrega acolá. Mas isso é, isso acaba sendo uma prova, isso é uma prova dos 9 para mostrar que hoje não era dia nem de gravar esse episódio. É, hoje realmente o cansaço me domina, uma coisa absurda. Mas tudo bem, agora vai, agora não vai falhar mais microfone esses últimos minutos que nos restam aqui.
Eu sei que hoje foi legal, foi um dia legal, e eu posso dizer que às vezes você, quando menos espera, você descobre as coisas. Eu falo por mim. Eu não esperava e descobri. Hoje eu tenho certeza absolutíssima que alguém da Academia número 2 me escuta, até porque eu falei aqui já outro dia que o Vitor, eu acho ele detestável, e acho mesmo, acho ele um tanto, como é que eu vou dizer, um tanto não ele mesmo. Não vou dizer hipócrita porque eu não o conheço, não conheço, não tenho convivência, nem voltei querer, nem quero.
Só que assim, é, sei lá, sabe quando o santo não bate? Quando o santo não bate, vai, vamos falar assim, porque aí fica melhor, pelo menos assim fica melhor, fica mais tranquilo, fica mais legal. Não sei, por acaso você que me ouve agora, me veio essa dúvida, você que me ouve, você já pensou Já teve isso na cabeça? Já pensou? Já teve alguém que você olha, não conhece a pessoa, e ao mesmo tempo você fala: não vou com a cara dela, não vou, não vou, é algo que não tá me fazendo bem, não sei, não é exatamente aquilo que eu esperava da pessoa, ou sei lá, o santo não bateu.
Que isso foi o que me aconteceu tecnicamente com o Vitor. Não sei por quê, talvez, talvez porque um dia eu tenho achado ele interessante só, mais nada. Pode até ser, eu não sei, eu não posso também levantar nenhum tipo de pensamento, é preconceito, eu não vou conceituar nada, mas não sei, algo ali não me desce, não me desce assim. Tudo bem, é direito que lhe assiste de ser ele como ele é, como eu também sou como eu sou, mas não vai, não vai.
Então, e hoje, depois eu juro que eu vou buscar o vídeo, eu juro que eu vou buscar um vídeo de algum Eu acho que eu sei onde eu vou achar. De um cara que tá rindo do mesmo jeito dele, que faz aquela risadinha, tipo risadinha de besta, uma risadinha idiota. Bom, só podia ser idiota mesmo. Então eu posso afirmar, como também posso afirmar assim nesse momento, portanto, que o O podcast está sendo ouvido e muito ouvido, e ouvido até por pessoas que não gostaria que ouvissem.
Ah, mas você não gostaria que o Vitor ouvisse? Não, assim, eu acho que, sei lá, pessoas que não me agregam, pessoas que não somam comigo, não tem por que tá junto, não tem por quê tá no mesmo caminho. Isso é um tanto estranho, é um tanto que é um tanto esquisito, se é que eu posso falar assim. Mas é isso, para hoje é isso. É que hoje o fato mais marcante, o fato que mais chamou minha atenção foi exatamente isso, foi o Vitor, a maneira como ele fez a sua despedida Quando eu saí da Academia número 2, isso que mais me chamou atenção, sendo muito franco, sendo muito bem honesto com todo mundo.
Respeito o Vitor, respeito como respeito qualquer pessoa. Até o lixo eu respeitei, até o lixo quando ele tava lá na Academia número 2 eu respeitei. Não sei se volta, Deus ajude que não volte mais, mas se voltar, continua respeitando o lixo. Só acho que assim, quem tenta destruir alguém acaba sendo destruído sozinho. Isso que é mais triste ou mais interessante da vida, se é que eu posso falar assim, né? Fazer o quê?
Está na hora de dizer tchau. Foi muito bom estar aqui com vocês. Está na hora de dizer tchau. Foi legal, foi muito bom, foi um prazer. Sorrindo pra nós! Pois aqui que vamos se ver outra vez—
la-la-lá lá...
La-la-la lá... Lá-la-lá-lá... lâlã? Waaaahhh!!!
Sabe uma coisa que eu também pensei agora enquanto tocava aí o Tchau? Isso é um podcast, muito bem, eu chamo de audioblog, para mim isso é um audioblog, e se é um audioblog é algo que tem a ver comigo, tem a ver com esta pessoa que vos fala. Por que que eu tô dizendo isso? Me veio na cabeça agora sem querer. Não vou terminar sem antes falar isso. Por quê? Porque assim, se eu tô aqui é para falar da maneira como eu escreveria, é para eu falar de fatos que me marcaram o dia, que realmente marcaram o meu dia, que marcaram o momento, que marcaram alguma situação.
E é isso. Então vamos combinar, vamos combinar, eu estou aqui e eu falei que nem eu falei do Vitor, né? E depois pensei, ah, não tinha que falar. Não, tem que falar assim, tem que falar assim, porque se é um blog, você escreve o que você pensa. E eu não tô dando nome, aliás, não tô falando nada de ruim, eu só tô falando que meu santo não bateu com o dele. Pode até ter um dia desses lá atrás, um tempo, pode ser, pode até ser que, enfim, que venha os nossos santos venham a se dar bem, sei lá.
Não tenho nada contra o Vitor, tá, só para vocês terem essa noção, mas é que entre todas as circunstâncias, hoje eu tive essa certeza daquilo que eu tô falando há tempos. Tem gente que tá me ouvindo da Academia número 2, E não falam, o que é pior, o que é pior, só ouvem. Mas tudo bem, não tem erro, não tem erro. É só mesmo assim uma coisa que me veio na cabeça agora, porque afinal de contas a gente tem que externar algum sentimento, enfim, a gente precisa externar, a gente precisa desabafar.
Porque se a gente não desabafar, a gente vai acabar abafado. A gente vai abafar tudo e isso faz mal para gente. Então eu tô falando uma coisa normal aqui no podcast, no meu audioblog. Eu só mudei para podcast por conta da tecnologia e do dia a dia, do dia a dia assim do futuro, a questão futurística. Futurística. Por que futurística? Porque hoje em dia podcast é aquela coisa, o cara fala, fala, fala, fala, fala, fala, e as pessoas ouvem e pronto, acabou.
Ou é uma entrevista e pronto, acabou. Então assim, isso aqui não é, isso aqui não é um podcast. Eu não tô aqui entrevistando ninguém, eu estou apenas desabafando. Tô num espaço, num momento, num cantinho meu, que ao invés de eu escrever, eu estou falando. Ao invés de eu me manifestar escrevendo, agora estou me manifestando falando. Como também muitas vezes eu me manifesto escrevendo. Tanto é verdade que vocês podem olhar aí no podcast, no link oficial do podcast, e vocês vão encontrar aí exatamente eu falando e escrevendo também.
A parte escrita tá aí no podcast. Tanto que assim, até para eu encerrar hoje, só vou dizer assim: se você entrar no link do podcast e no site, você vai precisar— tem um aviso lá de conteúdo sensível, você vai precisar apertar lá "estou Quero continuar. E você vai colocar seu e-mail e senha do seu e-mail, enfim, que você tem para acessar o Google, lá a parte do Blogger, porque é um blog. Esse blog tá com alerta de conteúdo sensível para menor de 18 anos.
Não pode! Menor de 18 anos não pode, porque lá se eu tiver que falar um palavrão bem dito, lá eu falo. Sem problema nenhum. Basicamente é isso. Então assim, isso aqui é justamente para eu falar assim: por que não? E falando, enfim, falando é que eu desabafo, eu tiro o abafamento, eu tiro todo o peso que eu levo nas costas desta circunstância pesada que, sei lá, que é o meu blog. Que ao invés de ser um blog escrito é um audioblog, nada mais do que isso.
Terminamos. Boa noite, obrigado, obrigado a você que me acompanha, obrigado a você que me segue. Se você puder, siga-me nas redes sociais, isso faz uma grande diferença também. E que Deus abençoe a vida de cada um. Beijo carinhoso a você, fiquem com Deus. Uma noite abençoada, um sábado maravilhoso a todos, um domingo. Não sei o dia que você vai ouvir, mas hoje é sexta-feira, dia 3. Então, sábado abençoado a todos, fiquem na paz.
Um abraço por trás para quem curte, um abraço normal para quem curte também. E eu sei bem o que eu quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso sim buscar alguém queira viver o mesmo. E teimosamente eu acho que eu ainda posso. Fazer o quê? Até a próxima!