É uma meditação sobre a simplicidade como virtude espiritual — ilustrada pela carta de uma criança a Deus e por passagens do Evangelho (Bartimeu, as crianças com Jesus). Mostra como a soberba nos leva a aparentar o que não somos, complicando a convivência e a direção espiritual, e propõe conhecimento próprio, docilidade e devoção mariana como caminhos para viver com a autenticidade dos "filhos pequenos de Deus".