A virtude da mansidão como domínio da ira. Distingue ira boa (guiada pela razão) de ira má (perda de controle), e propõe dois passos: dominar a primeira reação (esperar, não repreender na hora) e depois buscar ajudar com compreensão. Aponta a soberba e o egoísmo como raízes da irritação, e a humildade e o autodomínio (silêncio, mortificação, envolver Deus) como remédio, tendo Cristo e Nossa Senhora como modelos de mansidão.