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ESPÍRITOS QUE ATINGIRAM UMA FAMÍLIA INTEIRA | LendaCast Solo #90

02 de junho de 20261h47min
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Neste episódio do LendaCast, li relatos sobrenaturais que atingiram uma família inteira, causando pânico e medo em seus membros.

Assuntos8
  • Influência familiar nas crenças e lendasTia Lu nunca foi embora · Reencarnação e marcas de nascença · O Fantasma do Velho Casarão · Enforcamento em casarão antigo · Trabalho espiritual e obsessores · O homem que vomitou a própria morte · Cirurgia espiritual de cura · Fenômenos em casa com figuras religiosas · Rituais satânicos de vizinha · O espírito posturado no sofá · O vizinho lobisomem · O cofre sinistro e marcas roxas · Sombras e vozes em casa assombrada · Mistério na morte do pai · Amarração amorosa e feitiço
  • Convenção das Bruxas e Magos em ParanapiacabaSuperlotação e reclamações sobre organização · Fechamento temporário da ponte devido ao excesso de público · Declaração da prefeitura sobre segurança e apoio ao evento · Reconhecimento do evento como sucesso de público
  • Shows e AgendaLives de segunda, terça e quinta · Vídeos novos às sextas-feiras · Gravação em Campinas com Thiago do Kit Assombra · Entrevista com Bruna Miranda (ex-freira) · Especial de contos juninos com Rogério Oliveira · Relatos da família do apresentador
  • Piadas de Religião e FéPolêmica com desenho associado a Zé Pilintra · Discussão sobre a laicidade de estabelecimentos comerciais · Identificação da imagem como 'Malandro Rio'
  • Relações de Daniel Vorcaro com políticosInterrupção de diácono em meio a gritos de políticos · Declaração sobre a igreja não ser lugar de politicagem
  • Frio e HipotermiaPreferências pessoais sobre o clima · Impacto do frio na saúde mental · Memórias de infância relacionadas ao frio
  • Viagem para a ItáliaRoteiro de viagem em novembro · Inclusão de passagens, hotéis e refeições · Parceria com a agência Inclusive Travel
  • Estratégias para lidar com BurnoutCausas do burnout além do trabalho · Importância do descanso e feriados
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Turururum, turururum, tum, tururum, turum. O LendaCast Solo já vai começar. O LendaCast Solo veio pra te assustar. Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey! Pamparam, param.

O LendaCast solo acabou de começar Hey!

O LendaCast solo acabou de começar. Hey! Olá, trevosos e trevosas, seres das trevas. Aqui é Daniel Pires em mais um episódio do LendaCast solo, seu podcast de terror e horror para ouvir antes de dormir. E hoje é segunda-feira. Pula a fogueira, ia, ia.

Pula a fogueira, ioiô. Começou junho. O mês das festas juninas. Quem gosta de festas juninas? O mês do frio. Quem gosta de frio? Quem gosta de frio vai embora daqui desse canal. Brincadeira. Não sei como tem gente que gosta de frio. Confesso para vocês que embora eu estou aqui cantando, pula a fogueira, que a gente está no ar-condicionado aqui.

Mas eu sofro muito com o frio. Eu não gosto de frio. O mês de junho é o mês que eu mais sofro. Hoje estou sofrendo, porque está frio. Está frio. E a gente pode até tentar, se vocês quiserem...

entender o porquê que tem gente que não gosta do frio. Eu cheguei a algumas conclusões recentemente do porquê que eu não gosto do frio. Se eu falar, eu vou chorar, porque eu chorei na terapia falando disso. Mas se vocês quiserem saber, depois no final da live, eu conto. Sara Luar, você gosta de frio? Boa noite. Boa noite. Gosta de frio? Odeio frio. Então tamo junto. Já levei pra terapia também. Já levou pra terapia também?

Foi a primeira coisa que eu fiz. É uma das... Como que se diz? É uma coisa que parece bobeira, né? Mas não é. Me trava, me deixa... Não sei lá. Fico depressiva, de verdade. Eu também fico mal. Eu não consigo gostar de frio. Eu não sei se tem gente que gosta de frio. Mas eu, na verdade, já...

Tô começando a entender, talvez, o porquê que eu não gosto de frio. Mas esse não é o tema da live de hoje. A gente pode fazer, eu acho que o ano passado a gente fez um relato de frio, né?

Não lembro. A gente fez um... Não, relatos de frio, não. Relatos para ler no frio, para ouvir no frio. Eu lembro que a gente fez alguma coisa assim. Foi algo assim, é... Mas o relato, o tema dos relatos do LendaCast Solo dessa segunda-feira, 1º de junho, é relatos em família. Relatos sobrenaturais em família. E, gente, eu não sabia que vocês tinham relatos...

Muitos relatos, inclusive, com esse tema. Porque, olha, a gente recebeu mais de 100 relatos, né, Sara? Foi. Em um dia só foram mais de 100 relatos. Quem escolheu foi a Sara. Se vocês não gostarem dos relatos, você briga com ela. Foi até difícil. Oi? Foi até difícil. Com tanto isso de relato, foi...

Teve bastante, né? Foi difícil escolher os melhores. E teve bom, assim? Teve bastante bom. Tem bastante bom. Os melhores estão aqui. Estão aí. E lembrando que nós temos um quadro novo, tá? Onde eu leio os relatos sobrenaturais que não entraram nessa live.

de segunda-feira. Então, pra você que não sabe da minha agenda, já se programa. Toda segunda, terça e quinta tem live aqui no canal às 18 horas. Então, segunda, terça e quinta, 18 horas, ao vivo, aqui no canal a gente tem live.

Certo? E agora eu estreiei um quadro novo toda sexta-feira às 18 horas, que não é uma live, é um vídeo, um vídeo menor ali de uns 30, 40 minutos, porque ele tem edição, tudo mais. Mas nesse vídeo, como por exemplo, a gente recebeu 100 relatos de ontem para hoje, de ontem domingo para hoje, segunda-feira. Foram 100 relatos, mais de 100 relatos.

Então, aqui nessa live só entram 10 desses 100 relatos. Sobra 90 relatos, né? Então, quer dizer, outros relatos entram na sexta-feira. Beleza? Tem um monte de gente falando para mim, ah, tenta fazer um vídeo maior na sexta-feira, vou tentar. Eu estou ouvindo o que vocês estão me pedindo. As suas preces serão atendidas.

Então hoje entram 10 relatos e na próxima sexta-feira vai entrar mais 10 relatos. Só que é o seguinte, nessa sexta-feira agora é feriado, né? O feriado é na quinta, dia 4, que é Corpus Christi, mas na sexta-feira é emenda de feriado, digamos assim. Então vai entrar um...

um vídeo, travei, um vídeo que eu gravei aqui nesse cenário mesmo, não gravei naquele novo cenário, com relatos da minha família que eu escrevi. Aí semana que vem vai entrar os outros que não entraram nessa live de hoje, entendeu? Ah, é muita coisa pra minha cabeça, Daniel, não tô entendendo nada. Então você só acompanhar o canal, que todos os... Só quarta-feira agora, tá? Então marca aqui agora só quarta-feira, que não tem quadro, não tem nada aqui. Ainda, né, Sara? Já estamos discutindo quadros novos aqui, né? Babado.

quadros babadeira. Inclusive, eu vou estar no feriado, eu vou estar lá em Campinas gravando com o Thiago do Kit Assombra, com a Sara. Também a gente vai gravar em Campinas alguns pontos assombrados de Campinas. Quinta-feira, dia 4.

Beleza? Vamos começar os relatos da noite então, pra vocês que estão aí. Boa noite pra... Deixa eu mandar uns boa noites aqui antes da gente começar rapidinho. Boa noite pra Micaele Cristina, Barbis de Santo, Justiana Mendes, membras, Juliana Clímaco, Ligia Fote, que tá sempre aqui com a gente, obrigado, um beijo pra você. E que são as nossas membras. Quando você se torna membro ou membra, eu leio o seu comentário. A Valdineia Souza Barros.

Ela falou aqui, eu acho que eu odeio frio, porque na minha época de infância no colegial, já fico triste, não tinha blusa de frio para ir no colégio. E eu fingia que não sentia frio, eu me emociono, porque eu também tenho esses relatos com frio. Graças a Deus as coisas mudaram, mas continuo odiando.

Eu me emociono porque eu fui atrás profundamente do porquê que eu não gosto de frio. E eu descobri, é triste? É triste. Não é relato, tipo, pra vocês olharem pra mim e falarem, coitadinho do Daniel. Não. Mas eu já passei bons perrengues com o frio. Por isso que eu me emociono. E um desses é esse que ela falou. Eu, na minha época...

na minha época, né, de criança e adolescente, a gente não tinha tanto dinheiro, minha mãe comprava um moletom pra gente. Eu lembro de um que ela comprou pra mim, que era verde, que era só um, que era pra gente usar o inverno inteiro. E às vezes tava sujo, não tinha como levar, eu ia sujo mesmo. Hoje eu compro milhões de roupas de frio. Esses dias eu fui na loja e comprei. Começo lendo a cast chorando já. Vamos pros relatos da noite, então? Eu nem vou falar de frio hoje aqui, porque não pesa o clima.

Porque vocês podem estar pensando assim, nossa, tá chorando por causa de frio. Mas tudo na nossa vida tem um motivo do porquê a gente não gosta, do porquê a gente não... E eu tô começando a descobrir o porquê que eu não gosto de frio. Depois eu conto pra vocês.

Vamos começar os relatos da noite. Para você que está chegando agora, seja bem-vindo ou bem-vinda. Estamos começando a live de LendaCast solo com relatos de família. Gente, olha a minha xícara nova. Olha, dá para ver que é um fantasma? Aqui deu, ó. Ó. Ai, que lindo. E está com água. Está com vodka. Não, não é vodka. É água. Ó. Um.

Gostou, Sarah? Não é a cara do LendaCast? É bem bonitinho. Olha, não dá nem pra ver que tem uma xícara aqui, ó. É um fantasminha. Tá vendo, ó? Linda, né? Comprei esse final de semana. Deixa aí seu like e se você quiser, está convidado ou convidada pra se tornar membro ou membra. Vamos pro primeiro relato da noite. É o momento em que as luzes se apagam.

As luzes se apagam. Nós vamos começar os relatos da noite. Hoje, relatos... Eu tô muito curioso pros relatos de hoje, hein? Porque são casos sobrenaturais em família. São casos sobrenaturais que não é só uma pessoa que viu. E sim uma família inteira que passou junto. Vamos entrar com a trilha? Já entrou. A trilha já entrou. Já entrou que eu nem senti.

Já entrou que eu nem senti. Então, relatos da noite começando. O primeiro relato é da Lia. Eu leio, tu lê. Ela é Lia. E o nome do relato é Tia Lu nunca foi embora, gente.

Já começa assim. Quem que é a Tia Lu, hein? Olá, Dan e Trevosos. Meu nome é Lia. E eu acompanho o canal há muitos anos. Sou muito fã do seu trabalho. Obrigado, Lia. E mando também um beijo pra Sara e pros gatinhos. Um beijo, Sara. Um beijo, Lia. Um beijo, Lia. Beijo, Gaspar. Vem aqui mandar um beijo. O Gaspar tá lá na porta. Ele tá olhando aqui tudo, tá investigando.

Quero compartilhar uma história muito especial da minha família, que até hoje nos emociona e nos faz refletir sobre os mistérios da vida. Minha família materna é grande, minha mãe tem 13 irmãos, mas na prática a nossa convivência sempre girou em torno da minha mãe e da minha tia mais querida, que eu vou chamar de Tia Lu.

Tia Lu saiu do interior ainda jovem, construiu uma carreira brilhante na enfermagem e trabalhou por mais de 40 anos em um grande hospital e sempre teve um coração enorme. Apesar de toda essa energia, ela sofria de asma severa. Curiosamente, eu também nasci com asma crônica. O mais curioso ainda é que eu nasci exatamente no mesmo dia e horário em que ela havia nascido anos antes.

Por isso, desde pequena, tivemos uma ligação muito especial, sendo ela inclusive a minha madrinha. Em 2014, a saúde dela piorou drasticamente. Dependia de oxigênio diariamente e já tinha passado por diversas internações. Quando foi internada pela última vez, fui visitá-la antes de sua entrada na UTI e tentei animá-la dizendo que logo estaria em casa novamente.

Ela me olhou e respondeu, filha, ela chamava ela de filha, embora fosse tia, fia, dessa vez eu não vou voltar para casa. Durante os dias em que ela permaneceu internada, algo estranho começou a acontecer. Todas as noites ouvíamos fortes barulhos no telhado da casa.

Estalos, corridas, pancadas. Meu pai chegou a subir no telhado para verificar se tinha algum animal ou algum problema estrutural por lá, mas não encontrou absolutamente nada. Certa noite, minha mãe voltou do hospital muito animada, porque a tia Lu havia aberto os olhos e tentado se comunicar.

Dormimos esperançosos, porém, por volta das duas e meia da manhã, fomos acordados por um estrondo enorme sobre o quarto da minha mãe, como se parte do teto tivesse desabado. Corremos para verificar e não havia nada fora do lugar. Minutos depois, o telefone tocou. Era o hospital, chamando a família. A tia Lu havia partido.

Sua morte deixou um vazio enorme, principalmente na minha mãe. Dois anos depois, algo inesperado aconteceu. A minha irmã mais velha, que havia sido diagnosticada como estéreo, descobriu que estava grávida. A notícia trouxe uma felicidade imensa para todos nós. Quando meu sobrinho nasceu, a minha mãe me ligou e disse que eu precisava vê-lo, porque algo que ela não conseguia...

Havia algo que ela não conseguia explicar. Ao pegá-lo no colo, ela me pediu para observar a mão esquerda. Eu gelei. Durante a última internação da tia Lu, ela desenvolveu uma marca circular, um círculo, na mão por causa de um catéter utilizado pelos médicos. Catéter acho que é aquela agulha por onde entra o medicamento, né?

Era uma mancha muito característica que todos nós conhecíamos muito bem. O meu sobrinho havia nascido com uma marca praticamente idêntica. Mesmo formato, mesma cor e mesmo lugar. Anos depois, quando ele tinha cerca de dois anos, aconteceu algo que nos marcou ainda mais. Minha mãe passava pela copa da nossa casa carregando-o no colo quando ele apontou para um quadro com o retrato da tia Lu.

Passou a mão sobre o vidro e ficou olhando fixamente para a imagem. Minha mãe perguntou o que ele estava vendo ali. Então ele respondeu, sou eu vovó. Minha mãe ficou tão impactada que precisou me entregar ao menino. Tentamos perguntar novamente o que ele queria dizer, mas ele apenas sorriu e não falou mais nada.

Até hoje a gente não sabe explicar tudo isso. Não afirmamos que seja realmente uma reencarnação, nem temos respostas definitivas, mas acreditamos que a chegada do meu sobrinho foi, de alguma forma, um sinal de que a Tia Lu continua presente em nossas vidas.

E existe mais uma coincidência que sempre toca meu coração. Assim como eu tive uma ligação muito especial com a Tia Lu, o meu sobrinho sempre teve uma ligação muito especial comigo. Talvez seja apenas o amor atravessando gerações. Talvez seja algo maior. Mas no fundo sentimos que alguns laços realmente nunca se desfazem.

Ah, que bonito esse relato, Sarah. Esse foi bonito, né? Bonito. Já imaginei a música no final. Muitas coisas acontecendo, né? A menina nascer no mesmo dia, na mesma hora que a tia. Só que em outro ano.

Eu acho que quem nasceu na mesma hora foi a que tá contando o relato. Isso, ela mesma que eu tô falando. E aí a criança depois nascendo com a marca na mão e falando que... Olhando pra foto e falando, sou eu, vovó. It's me. Oh my God. Eu não sei como eu lidaria com isso, assim. Por exemplo, o meu sobrinho nascesse, o Teozinho, né? Que já nasceu, tá com dois aninhos. Coisa mais fofa do mundo. Tenho dois sobrinhos, o Teozinho e o Romeu.

O Teozinho tá com dois anos, o Romeu tá com um. Os irmãos resolveram fazer filho tudo junto, né? Pros primo brincar. E aí, eu não sei se eu... O que eu faria se eu visse um dos meus sobrinhos pegando uma foto do meu avô, por exemplo, e falando... Sou eu, Titio. Eu acho que ia falar...

Moleque! Vai dormir. Vai dormir. Olha aí, ó. Olha quem tá falando aqui, ó. Que é o vô. Deus o livre. Vou ficar aqueles tios bem assim. Deus o livre. Amado. Sabe aquele tio, né? Vamos pro próximo relato da noite. Pra você que tá chegando agora, estou lendo relatos sobrenaturais que envolveram uma família inteira, né? O primeiro aí é um caso de reencarnação que acho que todo mundo da família ficou abismado. O segundo relato da noite é da Andrea.

E o nome do relato é O Fantasma do Velho Casarão. Amei. Eu amo esses relatos quando é assim. O Fantasma do Velho Casarão. A mansão antiga. É nome de livro esse daí. Né? O Fantasma do Velho Casarão, né? Nome de livro. Eu amei. Aqui, ó. O Fantasminha aqui, ó. Fantasma do Velho Casarão. Tomar minha água. Você gosta de livros assim, Sara? Você já leu algum?

Nossa, eu gosto bastante. Tem uma editora que é de livro de terror que eu quero todos. A Darkside? A Darkside. Darkside, incrível a Darkside. Inclusive falando em livro de terror, eu vou estar lançando meu livro esse ano, hein?

esse ano em setembro tá tudo marcado pra ser na Bienal do Livro, então você já junta dinheiro. Aliás, falar em Bienal do Livro, a gente tem dois compromissos esse ano. A gente tem a Bienal do Livro, que eu vou lançar meu livro em setembro, depois a gente tem Halloween, e o segundo compromisso é em novembro. Vamos viajar juntos? Daqui a pouco eu falo pra vocês mais. Vamos soltar o QR Code aqui, pra você conhecer mais sobre a viagem que a gente vai fazer em novembro.

para a Itália. Tá bom? Daqui a pouco eu falo mais, mas eu já coloquei o QR Code aqui para quem é ansioso ou ansiosa, ansioser, já direciona aí a câmera do seu celular para esse QR Code para conhecer as condições para a gente viajar junto para a Itália em novembro.

Próximo relato da noite, o fantasma do velho casarão, como eu disse. Salve Dan, Sara, Trévor, Gaspar e Belinha. Gosto muito do seu canal, estou sempre acompanhando a sua programação. Resolvi encaminhar essa história que aconteceu com minha amiga. E o nome da história é o fantasma do velho casarão. Essa história aconteceu em um antigo casarão alugado no bairro Jacaré Canga, em Fortaleza.

onde moravam uma amiga minha, a mãe dela, o padrasto e o irmão. A casa tinha um pé direito alto. Eu amo casa com pé direito alto, que é aquele teto alto, sabe? É um frio! Mas é lindo. Ah, esse frio eu suportaria. A casa tinha pé direito alto, assoalho de madeira e um longo corredor que ficava especialmente sombrio durante a madrugada.

Certa noite, a minha amiga acordou para ir ao banheiro. Ao sair, viu um homem parado no corredor. Esse homem vestia roupas antigas e tinha uma corda em volta do pescoço. O homem permaneceu imóvel, apenas observando-a. Apavorada, ela gritou. A família inteira acordou, mas não encontrou ninguém. Ninguém acreditou na história dela, coitada.

Dias depois, a sua mãe teve a mesma experiência. Ai, nem acreditou na filha. Enquanto tomava chá na cozinha, viu o mesmo homem atravessar a sala em direção ao corredor. Dessa vez, ela acreditou imediatamente no relato da filha. Convencida de que algo estranho acontecia na casa, a mãe de minha amiga convidou uma amiga que dizia ser médio. Peraí, então a mãe da amiga dela convidou uma amiga que devia ser médio.

Ao chegar na casa, a mulher percorreu todos os cômodos e afirmou sentir uma presença muito forte no local, mas não viu ninguém. Intrigada, a mãe da minha amiga começou a conversar com moradores antigos da rua. Uma senhora idosa revelou que muitos anos antes, um homem havia sido encontrado.

enforcado naquela mesma casa. A descrição dele era exatamente a mesma da figura vista pela mãe e pela filha. Após essa descoberta, a sensação de estranheza na casa só aumentou. Passos eram ouvidos durante a madrugada e o corredor parecia sempre mais escuro do que o restante da residência. Pouco tempo depois, a família decidiu se mudar.

Até hoje, mãe e filha sustentam a mesma versão da história. Ambas viram o mesmo homem com roupas antigas e uma corda no pescoço caminhando silenciosamente pelos corredores daquele velho casarão de jacarecanga. Acabou assim? Acabou assim. Ah, eu já ia investigar, chamar os caçadores de fantasma. Viram o mesmo homem lá?

Com a corda. Sarah, eu nunca vi nenhum. Você já viu? Nunca vi nada também. Hum. Nunca tinha. Eu sempre digo que nunca vi. Mas eu sempre conto uma história que aconteceu aqui em casa. Quando eu...

que uma vez eu acordei, acho que eu já contei essa história aqui, né? Teve alguém que eu ouvi tossir no meu banheiro, que foi uma vez, mas eu nunca vi nada, mas teve uma outra vez quando a minha cama ainda estava aqui, que eu acordei, e aí a minha cama ficava aqui, e aí ali onde está a Anabelle, ali, ó, se você olhar, olhando lá pra cozinha, eu tô olhando pra cozinha agora, olhando lá pra cozinha, você consegue ver a porta de vidro que tem lá, é uma porta transparente fumê, que você consegue enxergar lá fora.

E aí eu acordei e sentei aqui na cama. Quando eu olhei pra lá, eu vi uma pessoa torta, assim, como se fosse uma criança, uma menina torta, assim, ó. Atrás dessa porta fumê. Tava, tipo, torta, assim. Aí eu pensei, ó, meu pai. Porque meu pai, às vezes, ele traz umas coisas pra mim e não me fala nada. Eu falei, acho que ele achou essa boneca. Uma vez ele me trouxe uma moldura linda de um quadro. E aí ele falou, ó, meu pai, trouxe a boneca, quer me assustar. Pôs atrás da porta.

E aí eu fui ali na cozinha, na copinha, acendi a luz da copinha e tava lá, atrás ainda. Torta assim, ó. Atrás da porta. A torta atrás da porta. Aí na hora que eu acendi a luz lá de fora, sumiu. Ih. Ih. Sumiu. Até hoje eu não sei o que. Então acho que esse foi o meu máximo de algo que eu vi.

Mas eu acho que eu devo ser um sensitivo de ouvir, porque eu já ouvi no Hotel Yara, eu já ouvi no... Onde mais eu ouvi? Ouvi no Hotel Yara, ouvi quando foi o Raimundinho, eu ouvi os passos dele.

Vamos para o próximo relato da noite? O próximo relato da noite é de uma pessoa anônima que não quer que fale o seu nome. Boa noite, Dan e Sara. Adoro vocês. Prefiro não me identificar por conta do teor dessa história. Há muitos anos eu trabalhei em um centro de umbanda, que eu não vou citar o nome. Em uma determinada ocasião...

Realizamos um trabalho espiritual voltado ao auxílio de nossos antepassados que já desencarnaram, aos antepassados desencarnados, para que eles encontrassem o caminho da luz e seguissem a sua jornada espiritual. O trabalho consistia em mentalizar o nome e a imagem de um ente querido já falecido, enviando energias de auxílio para ajudá-lo a encontrar o seu caminho.

Minha mãe escolheu mentalizar o seu avô e uma tia dela. Meu irmão queria fazer o mesmo com algum parente do lado paterno dele, da família. Naquele momento eu disse, não faça isso. Ajuda a mãe. Eu cuido dessa parte.

Mas tem um detalhe, eu sou médium e consigo transportar a alma até onde eles precisam de ajuda. E nesse caso não foi diferente e assim eu fui até o local. E aconteceu desse jeito. Primeiro eu pensei em uma tia do meu pai, uma mulher que muitos familiares chamavam ela de bruxa e de doida. O que eu não considerei naquele momento era que eu possuía mediunidade de transporte.

Ao invés de apenas mentalizá-la, acabei sendo levada espiritualmente até onde ela se encontrava. Imagina? O lugar era extremamente escuro. Havia um forte cheiro de queimado no ar. Ao lado dela estava um espírito de luz.

mas ela parecia incapaz de enxergá-lo. Seu rosto estava coberto de uma espécie de lama espessa e escura. Olhei para o espírito que apenas assentiu positivamente com a cabeça. Então me aproximei, levantei aquela senhora e limpei seu rosto.

Assim que seus olhos ficaram livres, ela finalmente conseguiu ver a entidade luminosa que a aguardava. Sem dizer uma palavra, seguiu ao lado dele. Eu sabia que não poderia acompanhá-los. Voltei imediatamente e despertei, sentindo um enorme peso sobre as minhas costas.

Mas ainda faltava uma pessoa, meu avô paterno. Fechei os olhos e comecei a mentalizar o seu nome. Pensei na forma como era conhecido em nossa família e na cidade onde viveu, um capataz que passava os dias montado em seu cavalo. Sua história era profundamente triste. Meu pai ainda era criança quando tudo aconteceu.

Meu avô se apaixonou por uma mulher mais jovem e acreditando que poderia construir uma nova vida ao lado dela, assassinou minha avó. A história triste não é do avô. É da avó. É da avó. O véio pegou uma novinha... Olha eu fazendo juízo de valor sobre os relatos dos outros. E matou a esposa. Tu vê?

Eu vou continuar lendo por causa de você, anônima. Porque o seu avô...

Viúvo, imaginava que finalmente poderia se casar com aquela moça. Olha, eu quero que essa novinha dê trabalho pra esse velho. Porém, quando ela descobriu que ele tinha vários filhos, abandonou imediatamente. Consumido pelo arrependimento, pela rejeição e pelas consequências de seus atos, ele acabou tirando a própria vida. Eu não vou falar nada.

Quando iniciei a mentalização, aqui eles começam a ficar bravos, começam a incorporar um espírito de... Ficando revolução. Quando iniciei a mentalização, fui novamente transportada espiritualmente. Mas desta vez, a experiência foi completamente diferente. Assim que cheguei ao local, ele surgiu diante de mim e me atacou. Ai que velho. Tá vendo?

Tá ficando com raiva, né? Eu tô ficando com raiva. Se eu acreditasse... Se eu fosse espírita agora, eu incorporava esse véio. E eu bati em mim mesmo. Tava vergonha, véio. Suas mãos apertaram meu pescoço com violência enquanto ele gritava. O que você está fazendo aqui? Com dificuldade pra respirar, eu respondi. Eu tô realizando um trabalho espiritual pra te ajudar, seu obsessor.

Eu vim libertar sua alma e encaminhá-lo para a luz. Mas ele apertou ainda mais forte e respondeu. Eu gosto desse lugar. Não venha atrás de mim. Seu olhar era assustador. Eu gosto do que eu faço aqui. Não tente me convencer. E não volte a me procurar.

Caso contrário, eu vou atrás dos homens da família, dos meus filhos, para atormentá-los. Em seguida, me lançou ao chão. O ambiente era horrível, escuro, sufocante, tomado por um cheiro de carne podre misturado ao odor constante de queimada.

A última imagem que vi foi a dele montado em um grande cavalo preto. Usava um chapéu escuro e se afastava lentamente na escuridão. Ainda cavalgava. Ainda era o espírito do mal cavalgando.

Enquanto ele desaparecia naquela escuridão, a sua figura foi ficando mais nítida. O rosto, que antes eu via de forma turva, revelou-se por completo. Era uma visão assustadora, aterradora. Seu corpo apresentava sinais avançados de decomposição, como se carregasse externamente toda a destruição que havia causado em vida. Nesse instante, fui trazida de volta.

Acordei desesperada procurando o ar. Não conseguia falar. Meu peito parecia comprimido e levei alguns minutos para conseguir me recompor. Até hoje, entre todas as experiências espirituais que eu vivi, essa continua sendo uma das mais marcantes e perturbadoras. Olha que relato, hein?

Meu Deus. Eu tava achando esse relato meio fantasioso demais. Mas depois ela me convenceu de que ela foi lá no umbral desse velho maldito. Bater um papo com ele. Quebrar o pau com ele lá. Sarah, ele matou a esposa pra ficar com a novinha. Nada fora do normal, né?

Infelizmente. Nada de diferente, né? Nada de zero surpresas. Que esses homens loucos. Insanos. Meu Deus, gente. Eu fiquei até... Tá até nervoso. Tá até nervoso. Eu lembrei quando eu fazia teatro que a gente fazia leitura dramática. Nossa. Eu fiz uma leitura dramática desse texto. Vamos pro próximo.

Vamos para o próximo relato? O próximo relato é da Jéssica. O nome dela é Jéssica. Para você que está chegando agora, estou lendo relatos sobrenaturais em família. Olha esse, foi em família mesmo, hein?

Coisas sobrenaturais que não atingiram só uma pessoa, atingiram mais pessoas da família. E o próximo relato da noite é da Jéssica. Boa noite, Dan. Adoro o podcast. Parabéns pelo seu trabalho. O nome do meu relato é... Olha, esse aqui é forte também, hein? O homem que vomitou a própria morte. Meu relato aconteceu em fevereiro de 2001. Eu tinha sete anos de idade e minha irmã tinha sete meses.

Acordamos durante a noite com meu pai aos berros de tanta dor. Ele suava, gritava, chorava, estava todo encolhido de dor. Detalhe, meu pai não era um cara de se abalar por qualquer dor. Meu pai não era de chorar, tanto que eu só via ele chorar nesse episódio e quando a mãe dele morreu. No desespero, corremos para a casa do meu tio, irmão do meu pai, que mora na rua atrás da nossa.

Com muito esforço, meu pai conseguiu dirigir até lá, porque nós éramos crianças e a minha mãe não dirigia. O meu tio prontamente assumiu a direção e foi para o melhor hospital da região. Chegando lá, após a avaliação de diversos médicos e vários exames, a conclusão era que os médicos não sabiam o que era. A conclusão é que o médico estava mais perdido, né? Eles viam algo...

inexplicável nas imagens dos exames. Na mesma noite, uma tia de consideração muito amiga da nossa família levou a minha mãe no centro espírita que ela frequentava e os médiuns prontamente a atenderam. Fizeram a sessão de trabalho deles, trabalho, ela colocou entre aspas, com muitas ervas, velas, cachaças, símbolos desenhados no chão e disseram para minha mãe o país.

Vai para casa e descansa. Nessa madrugada, faremos uma cirurgia espiritual e ele será curado. Nessa mesma madrugada, a equipe médica relatou que o meu pai passou muito mal. Teve uma crise de vômito preto. Se recompôs e voltou a dormir. No dia seguinte, refizeram os exames e, pasmem, não tinha mais nada.

Aquelas coisas inexplicáveis que estavam na imagem não existiam mais. Ele estava curado e com todos os exames normais e foi liberado 24 horas depois. Nunca mais esse problema se repetiu e ele viveu por muitos anos. Só foi morrer em 2021 de Covid.

Mas essa foi uma situação que mexeu muito com a nossa família, pois ele era muito querido e todos ficamos com medo de perdê-lo. E num momento ele estava à beira da morte e no outro estava são e salvo. Achei legal, mas assim, podia ter um clímax igual ao do velho. Mas ele vomita algo e se cura, é isso? Aparentemente é.

Aparentemente é, né? Se curou e... Nossa, gente. Tirei um negócio. Olha o que eu tirei aqui. Um pelo. Pelo de gato, claro. Pelo do Gaspar. Eu encontro pelo do Gaspar em todos os lugares, gente. Eu viajo pra Itália e tem pelo do Gaspar. Na minha roupa. Próximo relato da noite é da Soraya. Oi, Daniel. Eu sou de Portugal. E este relato envolve até um pedido de ajuda pro Vaticano. É babado. Babado.

Há uns anos atrás, em 2014, eu e minha irmã estávamos nos preparando pra dormir de madrugada. E fechamos a luz. Mas apagamos a luz, né? E apagamos a luz. Porque eu acho que fechamos. Em Portugal ela fala fechamos a luz? Deve ser. Fecha a luz. É uma piada ótima de português. Depois eu não posso contar porque talvez soe meio... Não posso contar. Igual aquelas piadas de papagaio, né?

Elas estavam se preparando para dormir de madrugada. Apagaram a luz. Porém, vimos um homem alto avançar bem devagar em direção às nossas camas. E a minha irmã disse...

Estás vendo mesmo que eu? Eu estou lendo com um sotaque meio português. Tentei acender a luz o mais rápido possível e quando a luz acendeu, tudo que era figuras religiosas estavam viradas para a parede. Nessa noite fomos dormir com os nossos pais. A partir desse dia não havia um dia de descanso. A minha irmã, que é a mais nova, levava açoites na cara, deve ser tapas na cara, na frente de todo mundo e ficava marcada.

O cabelo dela entrou na parede e minha mãe acordou de noite porque sentiu umas mãos na garganta apertando. Comida apodrecia em questão de horas e os nossos animais ficavam apavorados. Uma faca chegou a ser arremessada sozinha na cozinha. Somos de corrida até os nossos quartos. Começamos a ter figuras, visões, não. Começamos a ter visões de figuras assustadoras nos cantos da casa.

Um dia acordei e estava em frente ao espelho do banheiro e vi algo sorrindo no espelho.

Andamos mais, ficamos mais de um ano a defumar a casa, fizemos grupos de oração, pastores em casa, pedimos ajuda a benzedeiras e nada resolvia. E sendo tudo menos rica, não podíamos ir para outra casa. Um dia eu estava ouvindo música e pedi o controle... Peraí, peraí, peraí. É que está em português de Portugal. É. Eu estou traduzindo.

Estava ouvindo música e perdi o controle do meu corpo e comecei a me contorcer toda o dorso e gritei por ajuda. E a minha irmã ordenou em nome de Deus que aquilo parasse e de fato parou.

Fomos à igreja católica pedir socorro e o padre, meio que incrédulo, decidiu ir para nossa casa. Ele começou benzendo a casa, mas começou a se queixar de calafrios, mal-estar e abandonou a casa e disse que não voltava mais lá. E pediu ajuda a um padre italiano para o nosso caso.

Entretanto, no nosso edifício, mais vizinhos apresentavam coisas parecidas. Inclusive, no prédio ao lado, um senhor ficou possuído e passava madrugadas inteiras a gritar coisas com voz horripilante e a correr pela casa. Era impossível descansar. Chegamos a enviar cartas para o Vaticano e pedir por ajuda.

eventualmente descobrimos que uma vizinha nossa fazia rituais satânicos no edifício para adoecer a todos. Meu Deus! Que louca! Ela era conhecida até na polícia por querer o mal de todos e ser muito ruim na vizinhança. Eu mesma já escutei... Peraí, eu mesma já escutei...

E apanhei ela de madrugada, apanhei ela de madrugada, acho que eu peguei ela de madrugada, chamando e agradecendo ao diabo.

Após ela se mudar, tudo acalmou, mas a vizinhança nunca mais foi a mesma. Vale salientar que o nosso bairro fica em cima de um campo de batalha e há sempre auto-extermínios aqui na zona. Aqui na zona é o bairro, né? E provavelmente isso é o que de fato provocou tudo isso, por alguma razão. Mas tem dias em que ainda levamos um susto ou outro.

Obrigada por ler os meus relatos. Tenho mais relatos envolvendo Sete Além e histórias de família. Que loucura. Parece coisa de filme. Uma vizinha completamente... Gente, o que é uma vizinha? Louca. O que é uma vizinha? Mas deve ser gente, ó... Biruleibe. Bicho. Bicho. Biruleibe. Maluquíssima. Porque assim, a pessoa fica com raiva dos vizinhos. Do nada. E começa a fazer trabalho de ritual.

Pensou se todo vizinho faz assim? Lascou. Imagina os vizinhos aqui, meu, descobrem esse viadinho aí e faz live de terror, hein? Fazer um ritual aqui. Vou fazer um ritual pra ele virar hétero. Pelo amor de Deus. Que horror. Que horror. Muito bem, pra você que tá chegando agora na live, quantos likes aí, hein, Sara?

Ah, palhaçada, né? Olha aí, duas mil pessoas assistindo e nem mil likes. Tá uma palhaçada, né? Eu não vou falar mais nada. Vou tomar água na minha canequinha aqui. Sara, você tem problema com seus vizinhos, não? Não. Nunca, nunca falou nada. Eu também não, meus vizinhos são ótimos. De boa. Por enquanto, né? Eu nunca tive problemas com eles.

Bom, muito bem, deixa seu like aí, já deixa sua curtida pra gente ir pro próximo relato da noite. Mas antes de irmos pro próximo relato da noite, tem a agenda da semana. Ah não, essa música é daqui a pouco no Lenda News. Seguinte, galera, amanhã, dia 2 de junho, terça-feira, eu recebo aqui no LendaCast, ao vivo, às 18 horas, como sempre, a Bruna Miranda. A Bruna já veio ao LendaCast, ela veio junto com o Brendo.

que o Brendo escreveu o livro A Vida Secreta dos Padres Gays. E a Bruna, ela é uma ex-freira. Ela foi freira, entrou pro convento, e ela contou várias barbaridades, de coisas que aconteceram no convento. Então amanhã ela vem sozinha. E por que eu tô entrevistando ela de novo? Porque eu entrevistei o Brendo sozinho.

Quando a primeira vez que os dois vieram, vieram juntos, porque eu sabia que eram histórias parecidas, porque o Brendo foi seminarista, estava estudando para ser padre, e denunciou alguns abusos que ele sofreu dentro do seminário. E a Bruna foi ser freira, chegou a ser freira, pelo que eu lembro, ela fez os votos perpétuos.

E também denuncia alguns abusos que aconteceram nos conventos em que ela participou. E amanhã ela vem sozinha pra gente conversar sobre esses abusos e pra ela contar algumas coisas que ela não contou da outra vez que ela veio aqui. Então amanhã já se prepara pra um LendaCast.

Babado, né, Sara? Babado. Polêmico também, né? Babadeiro. Eu percebo que muita gente não gosta que fale muito das coisas sombrias da igreja católica. Aliás, toda religião tem o seu lado sombrio, os seus escândalos, né? Toda religião tem, toda. E eu vou trazer a Bruna aqui exatamente pra falar.

o que ela passou dentro do convento e continua passando, porque tem muita gente que ataca ela, né? Ao invés de se solidarizar com ela, né? Olha, Bruna, sinto muito pelo que você passou e tal. Não, as pessoas ficam bravas com ela. Eu não entendo isso. A gente vai falar sobre... Pessoas que se dizem de Deus, né?

Não, é, mas é. É porque tem gente que não gosta de ouvir o lado podre da igreja. É, fica nervoso. E tem muita gente que fala pra mim também o seguinte. Nossa, Daniel, mas você só fala mal do cristianismo. Não, eu não só falo mal do cristianismo. Eu trago padres aqui.

pra gente falar, eu fui católico, eu passei momentos maravilhosos na igreja, o que a gente não pode fazer é fechar os olhos para o lado sombrio da igreja. E deixei a igreja porque tem coisas que eu sei que não vão mudar, então os incomodados que se mudem, fui eu que mudei. Só que a gente tem muito lado bom da igreja, sim. Então quando eu trago os padres aqui pra falar da igreja...

falar a favor da igreja, vamos ouvir, vamos conversar, mas eu também trago o outro lado. Então amanhã a Bruna vem para falar desse outro lado da igreja católica, porque ela é uma ex-freira, ex-freira católica e vai contar os babados dos bastidores do convento. Beleza?

Aí na quinta-feira, dia 4, que é feriado, quem vem é o LendaCast. O Rogério, é, o Rogério, sem tempo, eu falo Rogério sem tempo, mas é o Rogério Oliveira. E nós vamos falar sobre o quê? Quadros.

quadros, ó. Contos juninos de terror. A gente não vai falar só sobre isso, esse é o tema principal, mas como começou junho, né, o Rogério vem aqui porque ele é experto, ele é folclorista e ele é experto em relatos específicos desse mês, de junho, de festa junina, de criaturas mágicas, então...

Quinta-feira, feriado de Corpus Christi, eu estarei aqui com o Rogério Oliveira pra gente falar sobre contos juninos de terror às 18 horas ao vivo. E aí, na sexta-feira, vai entrar às 18 horas mais um episódio, acho que esse é o terceiro episódio do meu quadro novo, com relatos da minha família, beleza? Então, são relatos que eu escrevi da minha família. Entra na sexta-feira, às 18 horas. Tá travando aí, Sara?

É, o pessoal tá falando que tá travando. Hã? O pessoal tá falando que tá travando, mas... Voltou? Aqui não tá normal. Tudo de boa. Aí eu pedi pra eles fecharem a live e abri de novo pra ver se... Porque tem gente que tá travando e tem gente que não tá. Tá travando, tá voltando, voltou, funcionou? Ó, tem gente falando que tá normal, tá travando. Travou uma vez, voltou. Olha lá, tem gente que falou que deu F5. E parou de travar.

Boa, boa, boa, boa. O Ojorum falou aqui, Dan, já pensou no especial edição 100 do canal? Então, tem duas questões. Qual é o número desse LendaCast? 90, né? O LendaCast solo é o LendaCast 90. Só que eu tô chegando no episódio 100 do LendaCast solo e tô chegando no episódio 300 com os convidados. E tô chegando a 2 milhões de seguidores aqui.

Aliás, eu acho que todo mundo que tá aqui já me segue, né? Acho que sim, né, Sara? Por favor, né? Por favor. Por favor. Acho que sim, todo mundo que tá aí me segue. Me segue não, já tá inscrito no canal? Acho que sim, né? Por favor. Eu espero que sim. Será que tem gente? Então já se inscreve no canal aí pra você não perder a live. E se você tá ouvindo de outro lugar, pra você não perder os avisos, clica... Tem sininho ainda? Antigamente a gente falava do sininho. Tem, tem sininho.

Porque eu não entendo o negócio do sininho, sabe? A pessoa que se inscreve no canal, ela já está mostrando para a plataforma que ela quer receber. Aí tem que inscrever no canal e clicar no sininho. E mesmo assim não entrega às vezes. Ah, eu fico triste. Ô, YouTube, me ajuda aí. Essa semana, inclusive, acho que eu vou ter reunião com a minha gerente aqui do YouTube. Vamos para o próximo relato da noite, para você que está chegando agora.

Estou lendo relatos sobrenaturais em família. E o próximo relato é da Samila, o vizinho lobisomem. Olha lá. Imagina, tem um vizinho lobisomem. Boa noite, Dan. Boa noite, Sarah. Meu nome é Samila. E essa história foi contada a minha vida toda pelo meu avô. E meu pai confirma essa história. Bem, eles moravam no distrito aqui da minha cidade, numa fazenda. Os meus avós e os filhos moravam todos juntos.

Todos os dias, o meu avô ia de carroça para o centro da cidade vender coisas e comprar algumas coisas também. Todos os dias, ele dava carona para um cara que morava na fazenda vizinha. Em uma noite, quando todos estavam terminando de jantar, eles começaram a ouvir uma confusão no quintal.

Os bichos gritavam muito, ficaram muito agitados. Meu avô, pensando ser algum animal perigoso, que estava lá devorando as galinhas, pegou um cabo de enxada, que é mais resistente, claro, do que vassoura, e estava atrás da porta e disse para minha avó, pega as crianças, se tranca no quarto e só abre a porta quando eu disser que pode abrir. Meu avô correu com os filhos, entre eles, bebês.

E meu avô saiu pela varanda. Não, quer dizer, a minha avó, desculpa, minha avó correu com os filhos pra dentro do quarto. Entre eles, né, entre os filhos tinha alguns bebês. E o meu avô saiu pela varanda. Dan, quando ele olhou pro quintal escuro, iluminado só pela luz da lua, ele viu um bicho preto enorme, parecendo um cachorro em pé, com olhos vermelhos.

E ele não pensou duas vezes. Partiu pra cima do bicho com o pau na mão. Quer dizer, com a enxada na mão. Desceu a paulada no bicho. Meu avô também era alto e forte. Trabalhava com o serviço braçal da roça. O bicho saiu gritando, correndo. Arrebentou no peito uma cerca de arame farpado. Aquelas cercas que furam, sabe? Sei que furam. E fugiu.

Meu avô voltou para casa, contou para minha avó e eles rezaram e nem dormiram direito naquela noite. No outro dia, vida que segue, meu avô pegou a carroça e foi para a cidade. Passou pela fazenda vizinha e o colega de viagem não estava lá. Isso durou uma semana inteira, até que um dia um dos ajudantes da fazenda estava na frente da propriedade e meu avô resolveu perguntar onde estava o rapaz.

Aquele rapaz que ele dava carona, sabe? O que tinha acontecido com esse rapaz? E o ajudante disse que há uma semana ele estava se recuperando de uma queda de cavalo.

que foi uma queda bem feia. E ele tava todo arrebentado. Dias se passaram e todas as vezes que esse rapaz via o meu avô ia embora. Dan, meu avô, meses antes de falecer, já tava meio demente, sabe? Não reconhecia a gente.

Mas quando pedíamos pra ele contar a história, essa história, ele não mudava uma vírgula. Isso me faz ter certeza que o que ele enfrentou foi real. E sim, ele bateu em um lobisomem. Amei. Eita, saiu no soco com o lobisomem. Saiu. Tem que ser assim mesmo. Lobisomem na minha casa.

Não, não, não, não. Ela falou aqui, ó, manda um beijo pra minha filha Lavinia. Ela faz a maior propaganda do canal. Pras amigas da escola. Beijo, Lavinia! Obrigado por divulgar o meu canal. Ontem eu tava no shopping. Fui no shopping São Caetano trocar... Fui numa... num quiosque trocar a película do meu celular.

que eu queria colocar uma de ouro 15 quilates, brincadeira. Eu fui trocar uma película, aí a menininha ficou me olhando assim, a vendedora, menininha, pensa que é criança, né? Mas é uma vendedora maior de idade, estava me olhando, ela, você é o Daniel, eu adoro o seu canal. Falei, obrigado, tiramos uma foto, adoro encontrar vocês na rua. Podem me parar, porque a gente tira a foto, ainda mais se for um boy bonito. Próximo relato da noite é da Amanda, e o nome do relato é O Cofre.

Boa noite, Dan. Me chamou Amanda e venho contar um caso de família que aconteceu conosco. Somos de Fortaleza, no Ceará, e quando eu era pequena, os meus pais alugaram uma casa no centro da cidade. Tudo nela apresentava, parecia ser bom, tinha muito espaço, dois andares, ótima localização. Tudo andava bem, até que meu pai achou um cofre trancado na casa. Não sei por que eu acho cofre sinistro, sabia?

Ah, eu queria achar um cofre antigo, fechado e abrir. Encontrar vários papel velho lá. Papel? Eu não queria encontrar dinheiro. Ah, mas às vezes você vai encontrar o quê? Um cruzeiro? Já não vale mais. Ah, cruzeiro de moeda, né? É, um navio. É, é uma passagem para um cruzeiro, né? Ah, eu tô querendo fazer um cruzeiro este ano, no fim do ano.

Ah, eu acho legal. Nunca fiz, mas queria fazer. Quero fazer um cruzeiro gay. Eu vi um na internet, mas eu mandei mensagem lá e falaram que já tava lotado. Então se vocês souberem de um cruzeiro gay babado pra nós aí, nós vamos. Bom, vamos lá então. Ela tava na casa, tinha mudado pra casa, né? E achou um cofre trancado. Minha mãe insistiu pra ele não mexer de nada. Ah, tá bom, que eu não vou mexer no cofre.

Eu vou ficar a noite inteira tentando abrir o cofre do tio Patinhas. De nada adiantou. Ele começou a mexer no cofre e encontrou algumas coisas nesse cofre, mas nada tão importante. Se tornou importante a partir do momento em que o cofre foi aberto. Daí coisas estranhas começaram a acontecer naquela casa. Muitos barulhos de passos fortes começaram a rondar a casa.

Houveram brigas entre meus pais e começaram a aparecer em mim, que era criança, marcas roxas no corpo, como se alguém tivesse me batido ou apertado com força, sem explicação, pois ninguém havia feito nada comigo.

Até que chegou um dia que meus pais saíram comigo de casa e ao sair eu comecei a dar um aceno de despedida do lado de fora da casa para o andar de cima. Meus pais não entenderam nada e quando olharam para onde eu estava cenando, lá para cima da casa, para onde eu estava dando tchau,

Viram uma pessoa toda de branco acenando de volta para mim, lá do andar de cima da casa. A partir desse momento, meus pais decidiram se mudar daquela casa por conta dos acontecimentos. O dono da casa tentou vender a casa por um preço bem baixo, mas com certeza meus pais não aceitaram nenhuma oferta depois dos acontecimentos. Hoje essa casa não existe mais, agora é uma empresa bem grande no centro da cidade.

E até hoje, eu não sei se lá, continua assombrado. Você sabe que esses dias, esse relato me lembrou uma coisa, eu trabalhei numa mini produtora antes de eu conseguir meu emprego no Estadão, que foi o meu primeiro grande emprego, meu primeiro emprego na verdade, depois da faculdade eu me formo em...

em dezembro de 2009, e aí eu entro no Estadão, se eu não me engano, em abril ou maio de 2010. Então eu fiquei ainda uns meses trabalhando numa produtora que tinha aqui em Santo André, ali no bairro Jardim. Aí eu passei nessa casa...

domingo, Sarah, que eu fui treinar, na volta eu falei, ah, eu vou passar lá na frente da casa. Já aconteceu isso com você? Ah, eu vou passar ali na frente do lugar que eu trabalhei pra ver como é que tá. E aí não era mais uma casa, era uma casa linda quando eu trabalhava lá. Hoje é uma clínica médica. É engraçado como as coisas mudam, né? Muda do nada, né?

Você, pá, vou passar naquela casa. Hoje não é mais uma casa, é uma clínica. É um bordel. Que louco. Próximo relato da noite é da Patrícia. O espírito posturado. Olha. Oi, Daniel. Meu nome é Patrícia. Na minha casa dormíamos eu e os meus irmãos, todos juntos em um quarto que dava de frente para a sala dos meus avós.

As duas casas dos meus pais e avós eram casas separadas apenas por uma porta. A minha cama ficava de frente para a sala, então quando a porta estava aberta, a visão dava para o sofá da sala dos meus avós. Em muitas noites, quando eu deitava e olhava naquela direção, eu via um homem de chapéu e pernas cruzadas sentado naquele sofá, sempre no mesmo canto.

Durante o dia, o meu avô, que também sempre está de chapéu, só sentava ali na mesma posição. Mas para não dizer que era a imaginação minha, por sempre ver o meu avô ali, naquele mesmo jeito, naquele mesmo lugar. Os meus irmãos, meus pais, todos já viram esse homem, que não era o avô dela. Conseguíamos ver apenas a silhueta dele sempre à noite.

Uma vez, meus primos vieram nos visitar e a gente quis dormir num colchão na sala dos meus avós. Estávamos fazendo aquela bagunça, primos, irmãos, e minha avó pedindo pra gente parar, pois já era tarde. E, de repente, o meu primo fica pálido, assustado, se deita rapidinho e falou que tinha um homem olhando bravo pra ele, de um jeito que deixou ele com medo. Eu já sabia quem era o tal homem.

Mas era a primeira vez que o meu primo tinha visto esse homem. E pelo visto, a única vez que alguém relatou ter visto o rosto dele. Meu primo nunca mais o viu, mas até hoje não toca mais nesse assunto. Ele é muito medroso. Após tantas visões desse homem, já não sentíamos mais medo. Tirando o fato de ser um espírito, não era mais assustador. Como não, Sarah? Não, de boa.

Não de bom, um homem de chapéu sentado no sofá. Tranquilo. Sentado, de pernas cruzadas, bem posturado e cabeça meio baixa, como quem não quer deixar o rosto à mostra. Além de elegante, o espírito era bem discreto e misterioso. Era sigiloso. Vamos no sigilo.

O fato estranho era ele sempre estar na mesma posição e no mesmo lugar que meu avô costumava ficar. E também o fato da gente sempre ver apenas a parte, na parte da casa dos meus avós. Então ela sempre via somente nessa parte da casa dos avós. Os meus avós nunca comentaram muito, mas só há pouco tempo, com todos os netos e adultos,

soubemos que esse espírito, ou seja, lá o que for, é visto por gerações. Não é de agora, todo mundo da família vê. Meu avô conta que quando era criança, ainda na Espanha, ele é imigrante, ele e os irmãos viam esse homem e que a avó dele contava que já vinha lá de trás tudo isso. Mas que esse homem nunca fez mal para ninguém.

Deveria ser algum protetor. Já ouvi muitos relatos de pessoas que veem esse espírito, ou pelo menos com essas características. O espírito é popular, pelo visto. Uns dizem que pode ser um Exu, outros que pode ser apenas um outro tipo de espírito protetor. Enfim, não sei. Só sei que eu virei adulta faz tempo e que não o vi mais.

E agora é esperar se essa geração mais nova da família vai continuar o legado de enxergar o espírito do homem de chapéu. O espírito posturado. O espírito fica bem na dele ali, né?

Bem tranquilinho. E assim, ó. Como é que é que ele fica? De perna cruzada. De perninha cruzada aqui. Meu pai cruza a perna assim, ó. Igual de... Eu ia falar igual de mulher, mas aí ia ser... Antigamente falava que homem cruza a perna assim. É. Não é? Não tinha isso? Tinha. Não é da minha cabeça. E a mulher... Não precisa cruzar a perna assim, porque eu tenho um negócio chamado testículos. E aí, cruzada aqui. Chapeuzinho aqui assim. Tranquilo. Achei ele tranquilo. Achei ele tranquilo.

Não me incomodando. Brigando com o primo que tava lá enchendo o saco. Pode ficar sentadinho aí. Né? É um espírito posturado. Próximo relato da noite é da Larissa. Deixa eu tomar uma aguinha aqui, Larissa. Como que tá os likes, Sara? Ah, palhaçada, né? Deixa eu ver aqui se aumentou. Vamos ver. Vixe, meu tá travado. Ih, travou? Tá travado em 300 likes. O quê? Tá 1.400.

Ah, voltou. Muito bem. Então, ó, deixa a sua curtida aí. Pra você que tá chegando agora, estamos... Estou lendo relatos sobrenaturais que envolvem a família inteira. Ou seja, esse de agora era um espírito que ficava sentadinho no sofá, a família inteira via o posturado. Pleno. Bia Costa, não atrasando a nossa vida, pode ficar... Ah, gente, mas eu posso falar?

Se tem espírito parado em casa, a vida não está andando. Não vai. Não vai. Imagina que eu ia deixar aqui os meus gatos com espírito.

Se bem que depende, pode ser uma entidade protetora. Se for uma gata... Brinca com os gatos e tudo. Brinca com os gatos e tudo. Ah, nem falei, Sarah. Não quero não. Próximo relato é da Larissa. Oi, Dan. Eu nem acredito que esse tema chegou. Me chamo Larissa. Estava ansiosa para dividir esse relato com vocês. O meu relato não é sobre mim, mas sobre a família do meu marido. Durante o começo dos anos 90, o meu marido Carlos Eduardo, na época ele era criança,

Nossa, eu era criança nos anos 90 também. Com frequência, ele ia com a mãe e as duas irmãs visitar uma tia e suas três primas. Eles aproveitavam e passavam sempre o final de semana lá. Então o marido dela era criança, ia com as duas irmãs e com a mãe visitar uma tia deles lá. Meu marido hoje conta que naquela época ele dormia na sala com a mãe e quando era de madrugada sempre ficava assustado, pois ouvia barulhos no corredor.

E como todos da casa tinham medo, a luz do corredor sempre ficava acesa. O que acabava tornando tudo mais assustador, pois ele sempre via sombras se movendo ali. Eu sempre falei isso. O problema não é o escuro. O problema é o claro. Por que o claro? Porque, por exemplo, eu gosto de dormir tudo no escuro. É, eu também. Já deixei uma vez esse abajur aqui, já deixei ele aceso ali na cozinha.

Sarah, o gato passa, ou alguma coisa passa, é a sombra que cruza o quarto. Entendeu? Faz sombra, você vê. Então, quer dizer, é melhor só ouvir do que ver, né?

Então ele falou que deixava a luz acesa do corredor e ele ficava mais com medo ainda, porque ele via sombras se movendo nesse corredor. As irmãs que dormiam no mesmo quarto que as primas afirmam que ouviam voz de um homem no quarto e chegaram até ver um homem andando pela casa. Após um tempo, a tia do meu marido ficou sabendo que a casa...

foi construída onde antes era um local onde as pessoas se encontravam para fazer trabalhos e feitiços. A tia dele foi instruída a se mudar dali e, ao sair, deveria fechar a porta e ir embora sem olhar para trás. Assim ela o fez e se mudou daquele lugar, daquela casa. Um tempo depois, uma das primas acabou ficando doente e faleceu.

As irmãs do meu marido contam que a falecida ficou muito estranha antes de morrer. Falava uma língua diferente e parecia atormentada.

Até hoje, quando nos encontramos para os almoços de família, e eles contam essa história, eu sinto muitos arrepios. E sempre ficamos com a dúvida. Será que a tia do meu marido olhou para trás quando saiu da casa assombrada e levou consigo uma maldição que possuiu uma das filhas? Fica a dúvida. Gente... Babado. Pegou na menina e a menina morreu.

Quando é relato assim que tem morte, negócio de nossa senhora. Pesado. Não, obrigado por ler o meu relato, amo o seu canal, obrigado, passei por um processo de burnout e foi o que salvou muitos dos meus dias. Beijo grande, muita luz. Burnout, pega, menina. Você já teve burnout, Sara? Graças a Deus, não. Não terás. Amém. Nesse trabalho aqui, não terás. Amém. Nem o outro, nem o outro. Não tem como a gente ter burnout num trabalho gostoso desse, né?

É tranquilo, tranquilinho. Não, eu tava falando ontem, eu falei ah, meu trabalho não é cansativo.

É porque, é assim, é que, cara, eu já trabalhei com coisas que eu gosto, por exemplo, que eu falei, nossa, vai ser muito legal. Mas quando é muito trabalho...

dar uns burnouts na gente. Mas eu acho que o burnout ele não vem só do trabalho. Ele vem de excessos. Sim. Ele vem de... Porque eu sei que as pessoas precisam descansar. Por exemplo, feriado. Semana tem feriado. Nós vamos trabalhar no feriado? Vamos. Mas a gente vai descansar outro dia, né, Sara? Isso. Porque depende... A gente vai gravar no feriado, né? Estaremos trabalhando. Mas todos fogaremos na sexta, que é melhor, né?

Sexta, sábado e domingo. Porque, né, vamos trabalhar no feriado e aí volta na sexta? Ah, vamos emendar. Não, a gente não vai emendar, então a gente trabalha no feriado e não trabalha na sexta. Ó a justiça do trabalho me notificando aí. Você vai colocar suas funcionárias pra trabalhar no feriado, é? Querido. Mas a gente combinou antes, né, Sara? Sim, tudo combinado. Nós vamos estar gravando onde? Cemitério. Campinas, isso. Pois é.

Vamos para o próximo relato da noite, que é um relato anônimo. Olá, Dan. Olá, Sara. Gostaria de não ser identificado. Meu nome é Jorge. Brincadeira. Moro aqui no interior do Acre, mas o relato que eu vou contar aconteceu em Maceió, Alagoas, onde eu morava na época com os meus pais. Meu pai faleceu em 2002, quando eu tinha apenas 10 anos de idade. E sua morte sempre foi cercada de mistérios.

Uns dizem que ele caiu e bateu a cabeça e outros que ele apanhou de alguns homens no local onde estava. Mas o meu pai acabou falecendo na porta de um bar e no dia do seu aniversário. Mas a história começa algumas semanas antes. A minha mãe era frequentadora de uma igreja e duas semanas antes do meu pai falecer, num domingo, quando eu estava na igreja com a minha mãe, o pastor teve uma revelação com ela.

em que ele falava que uma mulher no qual meu pai tinha se relacionado tinha feito um feitiço, uma amarração amorosa, para ficar com meu pai. Amarração essa que não deu muito certo. E ela, com raiva, fez um outro trabalho para o meu pai morrer exatamente na forma como ele morreu, na porta de um bar. Pesado. Minha mãe contou. Eu só vi a vozinha da Sarah. Pesado.

Minha mãe contou para o meu pai, pedindo para ele ir à igreja para conversar com o pastor, mas ele não acreditou nisso, dizendo que era balela, que nada disso existiu, que era invenção do pastor para ele ir à igreja. Os dias foram se passando e meu pai já vinha deprimido há um bom tempo, pois estava desempregado e claramente entregue ao alcoolismo. Muito triste.

No dia de sua morte, ele saiu de casa pela manhã falando que iria entregar alguns currículos, mas foi direto para um bar onde passou o dia bebendo. Ao final da tarde, um rapaz chegou lá em casa avisando que meu pai havia passado mal e foi levado às pressas ao hospital. Minha mãe, muito abalada, chamou o pastor para ir lá em casa orar por ele.

Lembro que quando o pastor saiu lá de casa, eu fui até a porta e ouvi ele falando para a esposa dele. Infelizmente, o marido da irmã não vai sobreviver. Ele falando, o pastor saiu e falou para a esposa dele mesmo, do pastor, né? Infelizmente, o marido dela aí não vai sobreviver.

E na madrugada, minha mãe estava na sala esperando notícias do meu pai, quando todos os relógios dele começaram a tocar o alarme, todos ao mesmo tempo. Minutos depois, a minha mãe recebeu uma ligação da minha tia, avisando da sua morte. Eu não entendi muito bem, eu pensei que ela ia explicar a morte, caiu, morreu.

É, eu acho que ela... Que foi o trabalho, né? O trabalho... De uma raça amorosa. Não entendeu também da Sara. Não, eu tava tentando lembrar o nome do trabalho. De uma raça amorosa que matou o pai dela. Não, mas ela falou no começo assim, ah, eu não sei se... Até hoje é um mistério, porque não sei se ele caiu e bateu a cabeça, ou se alguém foi lá e bateu nele. Lembra que ela fala isso? Sim. Aí eu pensei que ela ia explicar, ó. Cheguei lá, tinha marga... Não, não.

Mas dá para entender, sim, que é por conta do trabalho. No relato em si parece que é isso, por conta do trabalho.

Muito que bem. Vamos pro próximo relato? Não, agora... Vamos pras notícias do dia. Pode tirar a trilha sonora. Mandar fazer uma vinheta. LendaCastNews. Dá pra pôr a vinheta agora aqui? Tipo assim, só pra falar que acabou o relato? Põe a vinheta. Só do LendaCast. Vinheta. Atenção.

Olha! Que bem louco, né? A coisa mais fácil do mundo. Vou pedir uma vinheta do Lenda News. Boa, pede. Lenda Cash News. Pede. Na hora que eu falar assim, vamos agora para as notícias, aí você põe a vinheta. Vamos testar de novo? Vai. Vai, tá bom. Vamos agora para as notícias do dia!

Aí eu fico travado aqui. Aí na hora que eu volto, eu já volto de terno. Assim, ó. Ó, muito que bem. Seguinte, galera. Nathalie Delgorukov. Ninguém merece propaganda em live. YouTube é... Ai, Nathalie, mas eu vou te falar uma coisa. Eu preciso monetizar minhas lives. Aí não sou eu que escolho as propagandas. Mas tem que monetizar minhas lives, senão eu não ganho dinheiro.

Olha, vamos para o próximo relato? Não, vamos para as notícias da noite. Vamos para as notícias da noite. Muito que bem. Eu não sei se vocês viram, né? Tem um vídeo que está viralizando de uma sacola de um supermercado que causou polêmica na rede social. E os internautas estão associando esse desenho ao desenho...

do Zé Pilintra, que é uma entidade de religião de matriz africana. Vamos lá. Um homem vestido ali, parece que uma farda policial, escrito policy, não estava escrito polícia em português, estava escrito policy em inglês. Esse homem gravou um vídeo mostrando o desenho numa sacola. Então ele foi no mercado, pegou uma sacola. Sabe aquelas sacolas coloridas? Não sacolinha de mercado, aquela...

aquele material de sacolinha de mercado, aquela sacola mais resistente, que eu acho que eles chamam de eco bag, que é mais resistente e tal, que eles vendem no mercado, que geralmente vêm coloridas. Então, esse homem vestido com essa farda pegou essa sacola, né? Então ele tá lá com essa farda, digamos, policial.

E aí ele está mostrando essa sacola. Então, é uma sacola retornável. Então, ele pega essa sacola e fala, olha, gente, ele tampa ali o nome do supermercado, que está do lado da sacola. E ele mostra assim, olha, gente, minha esposa foi no mercado e tal, voltou com essa sacola.

E tem essa imagem aqui, que é uma imagem... Aí tem um homem, né? Desvenhado. A sacola é bem colorida. Temos a foto, né, Sarah? Eu não recebi ainda. Você não recebeu a foto? Não. Atenção, Mari. Manda a foto. Vou encaminhar pra você no grupo. Deixa eu só ver se também não tá com o nome do supermercado. Não, não tá. Vou te mandar aí a imagem. Mandei lá no grupo, tá? Mandei lá no grupo, tá?

E aí ele mostra essa eco bag, essa sacola retornável, e fala, ó, minha esposa foi, vou guardar o nome aqui, vou tampar o nome do supermercado, mas tem essa figura, que é uma figura de um homem dançando com uma roupa listrada, que me remeteu a alguém sambando, ao sambista.

Só que pra ele, ele diz no vídeo, né? Pra ele, não é um sambista, e sim o... Zepp Lintra. E aí ele fala, olha, eu sei que a gente tem que respeitar as religiões e tal, mas a gente tem que... Dessa nota tem vídeo, não? Essa não. Dessa não, né? Mas tem um vídeo na rede social, depois eu vou fazer um corte desse.

Depois eu vou fazer um corte desse trecho. Travou a live? É, eles estão falando que tá travando. Mas tá aquilo, tem gente que não tá travando e tem gente que tá. Porque pra mim não... Travou pra você? Não travou, não. Então, aqui também não. Mas é isso, gente. Aperta um F5 aí que fica normal. Travou tudo? Agora voltou aqui pra mim. Boa.

E aí o que acontece? Esse homem, ele vestido com a roupa ali de policial, ele reclama falando assim, olha, eu não sou nada contra, não tenho nada contra as outras religiões, mas a gente não pode, né, tipo, digamos, aceitar isso aqui e tal, né? Na verdade, eu preciso ver o vídeo, porque esse vídeo, a gente... Deixa eu ver, Fia.

Deixa eu ver aqui se eu acho esse vídeo. E aí eu vou assistir ele aqui e não vou passar o vídeo, porque enfim, né? Depois a gente faz um corte. Mas ele mostra ali. E aí, vamos ver aqui. Vamos ver aqui o que ele fala no vídeo. Essa sacola que ela comprou no mercado aqui em Maringá, que eu tô tampando o nome aqui, né? Obviamente eu não vou divulgar. Eu bati o olho, reconheci a personagem, que é de uma religião. Olha lá.

Tá dando pra ouvir em casa, né? Agora tá saindo nada, não. Não, não, mas deu pra ouvir. Sim. Eu pausei aqui, deu pra ouvir aí, né? Deu, acho que deu. Então eu acho que eu vou colocar o vídeo de novo pra vocês ouvirem. Deixa eu voltar aqui. A esposa chegou do mercado com essa sacola que ela comprou. Um mercado aqui em Maringá, que eu tô tampando o nome aqui. Lá em Maringá. Obviamente eu não vou divulgar.

Eu bati o olho, reconheci a personagem, que é de uma religião, né? Que a gente respeita a escolha de cada um, não tenho nada contra. Ok. Eu só fiquei encabulado do mercado misturar religião no meio dos seus produtos, né? Por exemplo, fazia sentido uma imagem de Jesus Cristo aqui? Mas, ó, sabe o que é engraçado? Lá no fundo, ele faz assim, ó, faz sentido, ele pergunta no vídeo, faz sentido ter uma imagem de Jesus Cristo? Mas, gente, vamos pôr imagem?

Vamos botar a imagem. É que aí não dá pra ver. Deixa eu... Vou dar um print pra você aqui, Sarah, nesse. Tá. Peraí, deixa eu dar um print aqui no... O mês de maio tem aniversário do treco. Mas lá no fundo, Brasil... Vou mandar aqui pra você essa nova imagem. Ao vivo é assim, gente. Vou mandar agora aqui. Lá no fundo, ele falou... Ó a pergunta que ele faz aqui, enquanto a Sarah pega ali, ó.

Ok. Pessoal, eu fiquei encabulado no mercado misturar religião no meio dos seus produtos, né? Por exemplo, fazia sentido uma imagem de Jesus Cristo aqui? Ó, aí ele fala, faz sentido uma imagem de Jesus Cristo? Tá com a imagem aí já? Ó lá no fundo. Quem que é aquele lá no fundo? Não é Jesus? O uai. Ué, senhor, mas Jesus já tá lá.

Jesus está lá no fundo, mesmo que esteja, porque é uma imagem lá no fundo, mesmo que esteja em menor escala, mas também está lá. Vamos continuar. Uma sacola do mercado fazia sentido? Na minha opinião, não. Na dele, não. Para mim também não faz sentido. E você sabe quem é que está aqui? Quem? Uma figura, para mim é uma figura, pode ser que eu estou enganado. Mas eu pesquisei, está batendo com uma personagem, vamos dizer assim, de uma religião.

Quem? Não falou quem. Talvez o Zé Pilintra, né? Talvez. Só que eu acho que essa imagem que tá aí possa remeter também ao Zé Pilintra, mas pra mim representa mais o sambista, né? O sambista? Sim. Podemos tirar a imagem aí já. O que você acha, Sarah?

Pra mim não parece o Zé Pilintra, hein? É um sambista normal. Na verdade, enfim, parece o Zé Pilintra. Né? Mas lá no fundo tem Jesus. Mas pra mim é muito mais a representação da boemia, do samba. Isso. Até porque eu já entrei em várias lojas que tem cruz no meio da loja. Já entrei em loja que tem bíblia aberta. Loja que não tem nada a ver. Então, mas aí o que eu percebo? É que eu acho que... O que eu percebo? Eu acho que a...

Esse homem, ele dá a opinião dele ali, ele ainda foi muito respeitoso, né? Sim. Não sei se ele é policial, deve ser, porque tá com a farda. Mas a representação, pelo que eu vejo, dessa imagem é do sambista no rio. Tanto que o corcovado é colocado lá no fundo com Jesus, com a imagem do Cristo Redentor no fundo, pra demonstrar onde que esse homem está. Então, pra mim, a imagem dessa...

dessa sacola, é do sambista no Rio. Talvez a imagem de Zé Pilintra se associe por causa do terno branco. Sim. Por causa da roupa de sambista. E também essa entidade, pelo que eu sei, do Zé Pilintra, é uma entidade que também trabalha com... Que também era um personagem do Rio.

Mas é que tá misturado também, né? Porque na imagem que você me mandou primeiro, parece São Paulo. E aí tem o Cristo atrás? É, a que tá no vídeo é a imagem de Jesus Cristo.

É a imagem que tá o Cristo Redentor lá no fundo. A imagem do vídeo é essa que eu te mandei por último. A outra não é? Não, a imagem que você me mandou, a primeira imagem, ele tá, parece que na Paulista, parece que é uma ASP. Deixa eu ver aqui, peraí. É a primeira que eu te mandei.

Ah, é verdade. Ah, e olha, então é como se ele estivesse andando... Pelo Brasil. Pelo Brasil, né? É verdade. Bota a primeira imagem, então, pra gente ver. Ó, essa é a primeira imagem. Ó o MASP lá no fundo, a estalhada. Ó o chão aí de São Paulo. Sim. Ah, e vamos ver a segunda imagem. A segunda imagem...

É a mesma imagem, Sara. Ah, então tá misturado. Porque é a mesma imagem que ela tá cortada. Rio e São Paulo. É, Rio e São Paulo. Então é o samba. O mês de maio tem aniversário. Pelo Rio e pelo São Paulo. O que é isso que entrou aí? Apertei a vinheta. Apertou? Entrou a vinheta? Entrou. Ih, Sara. O que é isso? Entrou um negócio aí. Boa. E aí, você em casa, o que você acha? Que é uma... E também, gente, assim...

Ele faz uma pergunta no vídeo, né? Eu acho que ele faz... O que entrou ali? Não entrou vinheta, entrou outra coisa. Entrou a outra... Do Pet Love. Ai, o Sara, Sara. Ixi, me perdi agora aqui. Ele fez uma pergunta. Ele perguntou o seguinte. O que tem a ver... O que o mercado tem a ver com religião?

Eu, Daniel Pires, não veria problema se fosse o Zé Pilintra ali. Mas também eu acho que se a gente não pode exibir nenhuma religião, o que eu sou a favor de nada que não seja da religião, então, por exemplo, o mercado, vamos supor que seja Zé Pilintra.

E eu tô falando isso com todo respeito, ele tem a opinião dele, eu tenho a minha, cada um tem a sua. Já que ele gravou um vídeo, a gente tem o direito de responder. Mas eu falo o seguinte, eu também sou contra qualquer expressão religiosa em lugares que deveriam ser laicos. Então, um mercado, um supermercado é laico. Por que um supermercado é laico? Porque vão pessoas de todas as religiões nesse supermercado. Eu acho que não tem que ter nenhuma manifestação religiosa, inclusive cristã.

Então, por exemplo, quando for Natal, não vai colocar Jesus na manjedoura. Porque é descrição, faz parte de uma religião cristã. Se não pode ter Zé Pilintra, também não pode ter o Cristo Redentor. Porque o Cristo Redentor, ele é... Tudo bem que ele é um monumento, enfim. Pode ser um monumento ali ecumênico e tal. Mas ele representa Jesus Cristo, uma entidade cristã. Por exemplo, crucifixo. O crucifixo é muito de cristão.

também não pode estar nos lugares. Então vamos tirar das escolas, vamos tirar dos lugares. Eu também sou a favor de a gente manter o Estado laico. Não tragam religião nenhuma aqui. Mas eu acho que nesse caso, aí é uma opinião minha, é de um sambista no Rio e São Paulo.

Claramente, ele tá até com o pandeirinho na mão. Com o pandeirinho. Porque eu acho que Zé Pilintra não anda com a imagem do pandeiro na mão. Nunca vi. A imagem de Zé Pilintra, pelo que eu sei, é roupa branca e camiseta vermelha. Esse sambista... Vamos botar de novo ali, só pra eu relembrar, que eu vou esquecer. Minha imagem fotográfica tá indo embora. Olha lá. É uma roupa branca com uma blusa listrada.

E com o pandeiro na mão. E tá sambando. Eu não sei se Zé Pilintra... A entidade Zé Pilintra é representada dessa maneira. O que eu vi, a entidade Zé Pilintra, ela sempre tá representada, às vezes, encostada num poste. Sim. Que é o que eles falam, né? A entidade salve a malandragem e tal. Nunca vi Zé Pilintra representado com pandeiro na mão.

Então, eu acho que nesse caso, para você, o homem que gravou o vídeo, respondendo a sua pergunta, é um sambista do Rio de Janeiro. E aí está representando São Paulo e Rio, que tem uma grande... Tem pessoal que gosta de samba e tal.

Um lado boêmio muito grande. Então eu acho que isso. Mas eu também, se for pra gente concordar, eu concordo que os estabelecimentos onde vão pessoas de diversas religiões não deve ter nenhum apelo religioso. Nenhum. Nem o cristão. Beleza? Natal vai colocar o que? Papai Noel? Eu sempre ouvi isso na minha vida. Mas Natal é o que? Jesus? Não. Natal é Jesus pra quem é cristão.

Pra quem não é, Natal é Papai Noel. É o Velhinhas, é o Rudolf. Muito bem? Muito que bem. A Sara Souza falou aqui, representa a cultura das religiões. É, nesse caso da, não é passando pano pra nenhuma religião não, mas nesse caso da sacola eu acho que é isso. Beleza? Agora sim, vamos soltar a vinheta. Vamos para a próxima notícia?

Peguei a Sara de... Por isso que eu falo pra ela fazer as coisas rápidas, ela põe até publi de outra coisa. Vamos pro próxima notícia. A presença de políticos causou a indignação de um diácono da Diocese do Crato, lá no Ceará, durante uma missa realizada na Igreja Matriz de Barbalha no último domingo, 21 de maio.

Tudo começou quando fiéis gritaram, começaram a gritar os nomes de políticos ali que estavam dentro da igreja e acompanhavam a missa de Santo Antônio, evento tradicional no Ceará, principalmente agora nas festas de São João, São Pedro e Santo Antônio. O diácono Rafael Hernandes interrompeu a confusão.

e disse, igreja não é lugar para politicagem, é a casa de Deus, é uma casa de respeito. Ele ainda disse, começou a gritar lá, e disse que não temia pela vida dele e porque ele também não temia ser crucificado. Tem um momento que ele fala assim, se Jesus foi crucificado, imagina eu, imagina um simples padre. Então o que estava acontecendo? Tinha um grupo de pessoas que estavam assistindo à missa e tinham alguns candidatos.

da região, pelo que eu entendi, à política. Então tinha alguns candidatos que vão entrar agora como candidatos à presidência, cargos políticos.

E aí a galera começou a gritar o nome desses candidatos da dentro. Fulano! Dentro da igreja! Dentro da igreja! Fulano! Uma galera dentro da igreja. E aí o padre, muito sensato, acho que é o diácono o padre, muito sensato, pegou o microfone, esse padre pega o microfone e fala, atenção! Pode parar!

Aqui é a Casa de Deus. Tem um vídeo? Tem um vídeo. Vamos passar o vídeo? Eu não vou falar nada agora. Pode mutar meu microfone. Eu vou ficar só assistindo. Vamos ver um trechinho do vídeo. O vídeo é um pouco grande. Não sei se a gente vai assistir inteiro, mas vamos ver. Vocês estão na Casa de Deus. Casa de Deus é a Casa de Deus. Igreja não é lugar para politicagem.

Casa de Deus é a casa de Deus. Peço em nome da igreja. Cesse, por favor. Não tenha medo de ser malhado. Não tenha medo de ser crucificado. Se Jesus foi, por que um simples ser humano não pode ser? Casa de Deus é casa de respeito. Repito.

Repito, não tenho medo. Se sair daqui e me acontecer alguma coisa, não tenho medo. Casa de Deus é a casa de Deus. Pode parar. A igreja não é lugar de puniticagem. Tem meu respeito esse padre, hein?

Olha, igreja não é ou não deveria ser lugar para fazer propaganda política para nenhum. Eu ainda acho o seguinte, eu ainda acho, a gente não é bobo, a gente sabe que a igreja está do lado, não estou falando do caso dessa igreja, mas a igreja como instituição, ela está, sim, muito perto do poder. Só que ela não pode, não pode fazer divulgação para nenhum candidato.

Eu, na minha cabeça, eu acho que a igreja deveria sim fazer propaganda pra candidato político. Mas, atenção, pra todos, pra todos, mostrar todos, ó, tem o fulano, cicrano, breucano, fulana, cicrano, breucano, mostrar todos e todas os candidatos. Não mostrar um. E esse padre fez certíssimo. O que vocês acham?

Vocês acham que o padre fez certo em dar um fecho ali na galera? Ou você acha que ele deveria deixar a galera fazer propaganda política dentro da igreja onde ele é pároco? Eu acho que ele fez certíssimo. O que você acha, Sarah?

Acho que ele tá correto também. Corretíssimo. Faria a mesma coisa. Eu acho que a igreja, como ela... A gente sabe que a igreja... A gente não é bobo, como eu disse. A gente sabe que a igreja tá bem do ladinho ali da política. Sabe que tem igrejas católicas, evangélicas, que apoiam o candidato, sim, o que não deveria acontecer, né?

Mas eu sempre ouvia aquela máxima da política. Tem lugares no Brasil... Não sei se isso... Eu nunca vi isso acontecer. Mas eu já ouvi gente falando assim. Tem lugar no Brasil onde o político vai lá e te promete um par de sapato. Antes, ele dá um par. Ele dá um pé. Se ele ganhar, ele deve ir dar outro. Já ouviu isso?

Oxi, tem aqui em Santo André. O quê? Cuidado, Sara, com o que você fala. Depois eu te falo. Não conta aqui, não. Não, jamais. Mas tem em todo lugar. Tem em todo lugar.

cuidado com o que é. Não falamos de nenhum político, mas... Não, a pessoa nem está na mídia, mas tem em todo lugar, infelizmente. Não, a gente sabe que tem em todo lugar. A gente sabe que tem boca diurna em todo lugar, o que não pode ter. Isso é boca diurna que você falou. É boca diurna, né? Sim. Dá um sapatinho... Sim, boca diurna. E depois aí, se você votar em mim, eu te dou outro. Boca diurna. Não pode.

Eu já, ó, gente, eu já, assim, embora eu não fale de política aqui, mas eu sou muito politizado, eu me acho, né? Mas eu olho muito bem quem votar, já denunciei algumas coisas que eu não achei certo, e vocês também têm que denunciar. Boa! Vamos para o próximo relato. Relato não, vamos para a próxima notícia da noite. Vinheta!

No último final de semana, aconteceu aqui em Santo André, a Convenção das Bruxas e Magos, lá em Paranapiacaba, que reuniu centenas de pessoas. Esse ano aconteceu a 21ª edição do evento, que contou com uma programação com muitas atividades durante três dias de duração.

No entanto, nas redes sociais, houve reclamações sobre a organização do evento e também teve muita reclamação de gente que não conseguiu participar desse evento porque parece que a Vila superlotou no domingo, no terceiro dia. Para vocês terem uma ideia, a Vila estava com um número muito grande de carros e a ponte que ligava uma...

um trecho, uma parte da vila com outra parte da vila, estava lotada de gente e ninguém passava de um lado para o outro. Há relatos até de duas horas de espera para acessar o evento no domingo, ontem, dia 31.

de maio. A gente entrou em contato com a Prefeitura de Santo André e, por meio de nota, eles nos responderam, responderam a LendaCast. Então, em nota, a Prefeitura de Santo André e a Associação Brasileira de Bruxaria, que é responsável pelo evento, disse que a convenção reuniu 75 mil pessoas nos três dias de evento e que a capacidade de público foi atingida no último domingo, dia 31. Por isso...

que a ponte que liga a parte alta com a parte baixa da vila de Paranapiacaba foi fechada temporariamente e não houve riscos aos usuários.

Segundo a Tânia Gore, que é bruxa e já veio a Lenda Cash, ela é a organizadora do evento, a Associação Brasileira de Bruxaria lamenta pelas pessoas que não conseguiram acessar a convenção e diz que a organização já estuda novas possibilidades para as futuras e próximas edições da Convenção de Bruxas e Magos de Paranapiacaba para oferecer uma melhor experiência para o público.

A Tânia também agradeceu a todos que participaram do evento. Então, quer dizer, tem muita gente reclamando nas redes sociais que teve um engarrafamento de pessoas, teve até comentaram aqui, engarrafamento de vassoura. Quem comentou isso aqui, gente? Achei maravilhoso. A Brena, a Brena Kessler.

Brena Kessler comentou, engarrafamento de vassouras. Foi muita gente. Ontem lotou de gente. Eu vi muita gente reclamando nas redes sociais. Como é que está isso aqui?

alguns vídeos até falaram, a quantidade de pessoas na ponte preocupou, mas a prefeitura, por meio de nota, igual vocês viram, disse o seguinte, que na verdade eles interditaram para que as pessoas conseguissem sair com segurança, só que não teve nenhum problema com infraestrutura, não teve nenhuma reclamação no sentido de a ponte vai cair, ou a ponte está... Não, foi tudo muito seguro.

E por isso que a prefeitura deu essa segurada na galera, porque tinha muita gente. Beleza? Bia Costa falou aqui, eu acho que a prefeitura não é muito a favor. Mas, Bia, eu não vejo motivo para a prefeitura... Isso aí eu estou falando por mim, tá? Uma opinião nossa, num comentário que você fez. Eu não vejo motivo da prefeitura não dar apoio para um evento que vai muita gente.

Mas a própria... Como que é o nome da mulher? A Tânia. A própria Tânia falou que ela tem aval da prefeitura. Ela tem o aval. Ela veio aqui o ano passado. O ano passado eu participei da convenção. Foi incrível. Lotou de gente lá na palestra que eu dei. E lotou de gente também.

E a Tânia veio aqui, tem entrevista com a Tânia Gori aqui, e ela falou que a prefeitura, sim, está junto, tanto que tem aval como ajuda no evento. E eu não vejo muito sentido da prefeitura de Santo André não dar apoio para um evento que traz dinheiro para a cidade, traz turismo. Olha isso, gente, lotou a vila. E outra, se eles não fossem a favor, nem ia ter o evento também, porque não pode fazer um evento do nada, né?

Exatamente. É claro, se a prefeitura falar não vai fazer, você acha que a Tânia ia lá colocar... Não, não tem como. Mas eu acho que tem apoio sim, viu, gente? Eu acho que tem apoio sim. Então é isso. Nós fomos atrás da prefeitura porque... porque...

muitos vídeos, vocês devem ter visto, muitos vídeos de gente falando a estrutura da ponte está isso, está aquilo, mas a prefeitura disse que não. Vou até ler de novo a nota da prefeitura, porque foi uma nota oficial que a prefeitura mandou para a gente do LendaCast. Nós entramos em contato, de novo, nós entramos em contato com a prefeitura e eu vou ler o que eles disseram. Em nota, a prefeitura de Santo André e a Associação Brasileira de Bruxaria o Evangelho

que tem a Tânia como responsável, disse que a convenção reuniu 75 mil... É muita gente. Muito. 75 mil pessoas nos três dias de evento, não foi só no domingo. E que a capacidade de público foi atingida, aí sim, no domingo, dia 31 de maio. Por isso, a ponte que liga a parte alta...

com a parte baixa de Paranapiacaba, foi fechada temporariamente e não houve riscos aos usuários.

Segundo a Tânia Gori, organizadora do evento, a Associação Brasileira de Bruxaria lamenta pelas pessoas que não conseguiram acessar a convenção e diz que a organização já estuda novas possibilidades para as próximas edições para oferecer uma melhor experiência possível ao público. E ela ainda agradeceu a todos que participaram do evento. Eu vejo que tem dois lados aí, né, Sara? Eu queria muito que o evento meu bombasse assim, né?

É maravilhoso. A gente faz um evento pra ele bombar, não pra flopar. Eu fui nos primeiros eventos desse e tinha 15 pessoas no início. Então, olha agora, 75 mil. Não dá pra entrar na cidade. Cara, é um estádio. Sim. É um show da Demi Lovato, quer dizer. É um show de muita gente falar em Demi Lovato, acho que ela vai vir fazer show no Brasil. Nem me fale. Por quê? Porque eu queria ir, mas esgotou.

Esgotou rápido? Esgotou 20 segundos. Quer que eu converse com a Demi? Eu tenho o WhatsApp dela. Por favor, manda uma mensagem. Hello Demi, Stone Cold. Então, a Sarah está tendo quase um heart attack aqui. Então a gente quer que o evento... Quando você faz um evento, você quer que o evento bombe. E o evento está bombando. Só que bombou demais. E ainda bem que não teve nenhum incidente grave. O incidente foi. Não consegui entrar no evento.

né? Então, sucesso ao evento. E Prefeitura de Santo André, eu sei que vocês apoiam, mas começa a olhar com carinho melhor pra esse evento aí, porque tem muita gente. E o povo tá gostando, né? Tá gostando, né? E é o melhor lugar pra acontecer. É muito legal. Paranapiacaba é mágico.

beijo Tânia agora e parabéns pelo evento foi incrível e vamos que vamos tomara que o ano que vem seja maior e mais organizado não que não foi organizado, que as vezes as coisas extrapolam, beleza?

Muito que bem, senhoras e senhores. Vambora, Sarinha. Não vai fazer o convite? Ah, verdade. Eu sempre esqueço. Tenho um convite pra fazer pra vocês. Ó, é o seguinte, pra você que ainda não decidiu se vai ou não comigo pra Itália. A hora é agora. Já tem alguns ingressos vendidos. Já tem alguns pacotes de viagens vendidos. A gente tá quase fechando um ônibus. Então, bora. Porque, assim, fechou o ônibus, aí acabou, hein?

Não sei quando eu vou fazer outra viagem pra fora. E quando você vai ter a oportunidade de viajar comigo pra Itália? Em novembro desse ano de 2026. 2026. Eu fechei uma parceria com a agência Inclusive Travel pra gente viajar juntos pra Itália em novembro desse ano de 2026. Prepara o casaco, porque lá vai estar já começando o friozinho. Mas vai ser uma viagem incrível. Onde nós vamos pra onde?

Pra Roma, pra Assis, pra conhecer o santuário onde tá a Carloacutes. Nós vamos também pra Palermo, pra... Pra... Como é o nome? Agora me fugiu o nome da cabeça, ó. Pra as catacumbas dos capuchinhos de Palermo, aonde tá...

Rosália Lombardo. Vamos também visitar o Santuário de Padre Pio. Já pensou que incrível? Tudo isso, você vai junto comigo em novembro de 2026. Então, já aproveita e clica aqui, tá vendo aqui do ladinho? Aqui tem o QR Code.

Acabou a live, abre a câmera do seu celular, direciona para o QR Code e aí você vai estar em contato direto com a agência Inclusive Travel que já faz esse tipo de passeio com os influenciadores. E aí o que está incluso nesse passeio? As passagens de avião de ida e volta.

O translado, porque lá dentro, o que é translado? O ônibus que vai nos levar de um lugar para o outro dentro da Itália. Você não vai se preocupar com nada. Você vai apenas se preocupar em fazer foto, fazer vídeo com a gente, tá bom? Então, o translado está incluso nesse pacote. O café da manhã e o jantar. O almoço não está incluso? Algumas pessoas me perguntaram, por que o almoço não está incluso? Porque o almoço a gente vai estar na rua, vai estar andando pelos lugares. E aí cada um almoça onde quiser lá, tá?

Então, está incluso café da manhã, jantar, também os hotéis, são todos hotéis quatro estrelas, hotéis muito bons para a gente ficar muito aconchegantes, todos juntos no mesmo quarto, claro que não, né? Mas se você for um boy bonito e quiser ficar comigo no quarto, brincadeira, cada um vai ter seu quarto.

Tá bom? Então tá tudo incluído. Coloca aí já na agenda, na sua agenda, que em novembro nós vamos para a Itália juntos. Vamos passar duas semanas lá, na Europa. Beleza, Sarah? Beleza. Tá preparada pra viajar, Sarah? Tô de mala pronta. Tô de mala...

Pronto, tá muito que bem Amanhã terça-feira, dia 2 A Bruna Miranda Vem ao LendaCast Ela é ex-freira, estará aqui ao vivo Às 18 horas, pela segunda vez Ela veio cobrendo uma vez Que é o ex-seminarista, mas agora ela vem sozinha Pra contar outras coisas que ela não contou Isso prepare que é uma live, claro, polêmica

Na quinta-feira, dia 4 dessa semana, que é o feriado de Corpus Christi, eu recebo aqui o Rogério Oliveira, do Canal Sem Tempo, para a gente fazer um especial de contos assombrados, contos juninos de terror. E na sexta-feira entra o quadro de relatos, é o novo quadro, às 18 horas também, onde eu vou contar relatos da minha família. Beleza? Os relatos que não entraram nessa live de hoje, que você mandou e não entraram, vão entrar na semana que vem. Vai demorar um pouquinho, mas vão entrar.

Beleza? Vambora, Sara. Vambora. O LendaCast Solo já vai terminar. O LendaCast Solo acabou de acabar.

Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey! Pam, param, param. Uh, pam, param, param. O Lenda Cast Solo acabou de acabar. Hey! Pam, param, param. Param, pam, pam, pam, pam. O Lenda Cast Solo acabou de acabar.

Hey, qual que é a palavra do dia? Vixe. Qual que é a palavra do dia? Espírito posturado. Espírito posturado? Você gostou do posturado? Achei diferente o espírito posturado. Qual que você acha boa? Posturado. Posturado? Não, espírito posturado é uma boa. Ou posturado só, né? Mais curtinho, né? É, porque ele tá posturado. Você gostou desse relato?

Eu gostei de imaginar um espírito posturado. Um espírito todo assim, né? Então, é. Acho que vale a pena a gente colocar um espírito posturado. Só posturado, né? Posturado. Porque o legal é ter um mistério na palavra. Posturado. Então, você comenta aí.

posturado. Ah, engarrafamento de vassoura foi ótimo. Melhor. Melhor, né? Melhor, melhor. Tinha esquecido. Engarrafamento de vassoura foi ótimo. Muito bom. Eu amei. É verdade. O engarrafamento de vassoura foi ótimo. Então, comenta aí. Engarrafamento de vassoura. Eu acho que foi ótimo. Melhor, melhor. Porque é engraçado, imagina. É engraçado. Quanto tempo de live, Sarah?

1h57. Oi? 1h57. Quase duas horas de live. Eu sempre falo que eu tento fazer menos de live e não dá. Quase duas horas. Então comenta aí. Engarrafamento de vassouras. E lá vamos nós!

Lembra desse desenho? Pica-pau. Então você comenta aí, engarrafamento de vassouras, para que a gente possa lembrar do desenho. E lá vamos nós, lá vamos nós. A Anne Izuku trouxe uma informação aqui. Dan, esse desenho da sacola é um desenho da artista Mônica Ferschuber. A obra é intitulada Malandro Rio. A ilustração faz parte de um vasto acervo autoral

em que a artista interpreta visualmente. Olha lá, então é Malandro Rio aí, tá vendo? É uma arte. Então eu vou até colocar isso aqui no final, tá vendo? Então essa, segundo o que uma seguidora disse, é uma obra intitulada Malandro Rio, da artista Mônica Fushuber. Fushuber, é Fushuber. Da artista Mônica Fushuber. Beleza? Então não tem nada a ver com o Zé Pilintra.

Ok? Mas mesmo que tivesse, é o que eu estou te falando. Se a gente for tirar as manifestações religiosas, a gente tira... Tudo. Tudo. Todas. Inclusive as cristãs. Exatamente. Se for para fazer manifestação, faça de todas. Certo?

Então comenta aí, engarrafamento de vassouras. Eu achei incrível. Até o próximo LendaCast, o seu podcast de terror e horror e engarrafamento de vassouras. Para ouvir antes de dormir, a gente volta amanhã, 18 horas, com a Bruna Miranda, que é ex-freira, e vai contar os bastidores polêmicos de um convento católico.

Comenta aí engarrafamento de vassouras. Vou postar uma artizinha bem bonita no meu Insta pra você comentar lá também. Me segue lá. Dan Pires Lenda. E lá vamos nós! Tchau, Trevão.

ESPÍRITOS QUE ATINGIRAM UMA FAMÍLIA INTEIRA | LendaCast Solo #90 | Castnews Index — Castnews Index