SÓ RELATOS ASSUSTADORES DE CEMITÉRIO | LendaCast Solo #89
O tema de hoje do LendaCast é “Relatos de Cemitério”, com histórias de seguidores que passaram por experiências sobrenaturais em um dos lugares mais assustadores que conheço.
- Cemitérios e históriasRelato de Monique · Cemitério Campo Grande · Relato de Jaqueline · Cemitério de Porto Ferreira · Relato de Giovana · Cemitério de Belo Horizonte · Relato de Elis · Cemitério Santa Lídia · Relato de João Rafael · Cemitério de Itaporanga · Relato de João Vitor · Cemitério Santa Isabel · Relato Anônimo (Alemanha) · Relato de Daniele · Cemitério do Irajá · Relato de Rebeca · Cemitério da Consolação · Relato de amigo do pai
- Próximos Episódios e ConvidadosEntrevista com coveiro Paulo Ocara · Entrevista com Felipe Heiderich · Quadro de relatos extras · Viagem para a Itália · Entrevista com Deia Freitas (Não Inviabilize) · Entrevista com Tiago do Que Te Assombra
- Fertilidade e GravidezNestlé Materna · Desafios da maternidade · Gravidez e sobrenatural · Parto
- Aniversário The NewsPastor tentando abrir o mar · Casamento tradicional indiano no Reino Unido · Debate sobre a abertura do Mar Vermelho por Moisés
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O LendaCast solo já vai começar. O LendaCast solo veio pra te assustar. Fantasmas, espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar.
O Lenda Cast Solo acabou de começar. Ei! O Lenda Cast Solo acabou de começar. Ei! Olá, trevosos e trevosas, seres das três!
Aqui é Daniel Pires, em mais um episódio do LendaCast Solo, seu podcast de terror e horror para ouvir antes de dormir. Aú! Onde eu estou? Na minha casa? Não, estou num cemitério. Tem duas sepulturas. Uma é minha, a outra é da Sara.
Qual sepultura você quer, Sarah Luar? Boa noite. Boa noite. Eu quero da caveira. Ah, eu queria da caveira também. Vamos brigar aqui. Vamos brigar, porque eu quero essa. Você quer essa? Eu quero essa. Então eu quero a do fundo lá, que está escrito RIP, wrist in peace, que é descanso em paz em inglês. Porque ela tem luzinha, não sei se dá para ver, mas as velhinhas dela acendem, uma bateriazinha que fica...
Vai e volta. Tá vendo? Não sei se dá pra ver aí. Dá pra ver? Ela vai acender, ó. É, dá pra ver mais ou menos. Dá pra ver um pouquinho, né? Que ela acende. Olha que bonitinho. Comprei na 25 de março isso daqui. Achei lindo, lindo, lindo. E ó, seguinte. Pra você que tá chegando no Lenda Cast Solo dessa segunda-feira. Hoje é 25 de maio. Última semana de maio. Última semana dos taurinos aí. Vai começar junho, um mês frio.
Que eu não gosto. Você gosta de frio, Sarah? Odeio. Eu odeio.
Não gosto de frio. Odeio frio. Mas tem gente que gosta, né? Ontem eu fui comprar uns petiscos pros meus gatos. Aí a moça do pet shop falou assim, ai, frio que é bom nada. Falei, não vou comprar mais aqui, não. Vou embora. Brincadeira. Perdeu um cliente. Falei, você gosta de frio? Ela falou, não, tô brincando também, não gosto, não. Mas a Gui da Viana, o pijama foi na 25 de março? Não. Esse pijama eu mandei fazer. Eu tava vendendo ele há um tempo. Porque acabou, esgotou muito rápido. Vocês querem que eu volte a vender?
Mas eu já acabou. Eu já vendi todos os pijamas. Preciso lançar uma segunda linha. Vou lançar. Eu acho que agora chegando a 2 milhões de seguidores, eu vou lançar um novo pijaminha, um pijama rosa de fantasminha. Muito que bem. Boa noite para você que está em casa. Vamos para a última semana.
De maio, o mês que vem, junho, dia 19, eu tô indo pra Europa. Ó que chique, Sara. Eu vou sair daqui do Brasil pra passar uma semana na Europa no verão de lá. Só pra ter um petisco. Vou passar pro Portugal.
E depois vou para Paris para levar minha filhada na Disney. Depois, mas só uma semaninha, tá? Mas já estamos providenciando os programas para não ficar sem programação aqui no canal. Muito que bem, ó. O tema de hoje, senhoras e senhores, é relatos de cemitério. Sim, eu adoro relatos de cemitério. Tenho vários para contar pessoais. Mas eu coloquei até uns túmulos aqui, ó. Então, da Sarah que ela escolheu é esse aqui.
que é o de caveira morri em 1947 que ela falava vou passar aqui o fantoche a faca a faca
Aqui a caveira da Sara. A Sara morreu quando? Em 1947? Foi. Foi. E o meu é aquele lá. O meu não tem data. Sem data. Tá nem aí, né? Então, ó. Hoje tá... Coloquei dois túmulos aqui. O meu e da Sara. Pra gente contar relatos de cemitério. E por que que eu vou contar relatos de cemitério hoje? Pra fazer um aquecimento pra amanhã.
Que amanhã, terça-feira, dia 26, vem pela primeira vez no LendaCast um coveiro. Sara, amanhã vai ter história, hein? Amanhã vai ser tudo, hein? E ele veio de lá de Minas, de Barbacena. É o Paulo Cara que faz... Ele é coveiro, ele é um sepultador, né? Eu até olhei no Instagram dele, estava sepultador ou coveiro. Porque tem gente que não gosta da palavra coveiro. Mas ele colocou lá, coveiro, né? Que eu acho que é a palavra que a gente mais conhece, né, Sara? Sim. Do que sepultador, né?
É, eu conheço mais como coveiro mesmo. Eu também, coveiro, né? Que é o que faz a cova, que cava mesmo, né? A cova. Mas amanhã ele vai estar aqui. Então hoje vai ser um aquecimento para relatos de...
cemitério. Vamos botar a trilha no ar? Bora. Vamos botar a trilha no ar. Ó, pra você não ficar reclamando, que eu demoro muito pra começar, vou falar logo da nossa viagem, rapidinho. Já entrou a trilha? Então, daqui a pouco a gente... Eu vou falar da viagem completa. Mas, ó, vou soltar só o QR Code agora.
Aqui do ladinho, vai entrar aqui, ó, que recordezinho bonitinho. Aí entrou, que bonitinho. Ó, já vai se programando, porque em novembro tem projeto novo vindo aí. Imagina você viajar em novembro junto comigo. Vamos junto pra Itália? Imagina que incrível. Vamos juntos pra Itália em novembro, novembro desse ano ainda, tá?
para a gente visitar lugares incríveis na Itália, como o santuário onde está Carlo Acutis, o santuário onde o Padre Pio lutava contra o demônio. Vamos também ver algumas coisas sobrenaturais nas catacumbas dos capuchinhos. A Rosália Lombardo, que é a múmia de uma menininha que abre os olhos. Daqui a pouco eu vou dar mais informações para vocês, mas para não enrolar muito para começar os relatos.
Depois, quando você puder, abre a câmera do seu celular e clica aqui, abre a câmera e direciona para esse QR Code aqui. E aí vai aparecer um link, você clica nesse link para ter todas as informações, se você quiser viajar comigo para a Itália em novembro de 2026. Bora viajar? Logo depois do Halloween. Bora viajar. Vamos começar com os relatos da noite, a trilha já entrou, agora a luz vai se apagar.
Apagou. Ixi, agora tem uma acendendo e a outra apagando. Você ficou... Adoro essa iluminação. Fica tudo, né? Fica tudo essa iluminação. Fica assim, bem aconchegante. Falar em aconchegante, deixa eu mostrar pra vocês a caneca que eu comprei. Olha que linda. Olha, Sarah, não é linda essa caneca? Diretamente da Bela e a Fera. Diretamente da Bela e a Fera. Não é linda? Eu comprei... Isso aqui, gente, é um jogo de...
Não é publi isso não, tá? É um jogo de... É um aparelho de jantar chamado Eclat Gold. Eclat Gold. E cara, eles têm umas peças lindas que eu como uma boa velha, uma boa gay idosa que estou, cheguei na fase Sugar Daddy.
agora eu estou comprando coisas que eu acho bonito como porcelanas. Então, não é bonita, Sarah? Ela é linda. Eu não ia ter nem coragem de usar. Ah, eu comprei. Então, ela fica guardada na minha cristaleira. Mas eu falei, gente, eu não vou usar. Aí coloquei aqui um café bem quentinho, um café com leite. Mentira, tem suco de laranja. Mas vamos fingir que é uma coisa bem quentinha pra esse inverno que tá vindo aí.
Porque pra mim é assim, começou a ficar frio, já é inverno. E aí eu tô comprando aos poucos, porque eu achei o aparelho de jantar um pouco caro, o completo, sabe? Tava caro. Dois mil reais. Vixe. Não, assim, não que seja caro, mas pra um aparelho de jantar, pra um prato, minha avó que falava, vou pagar caro pra comer no prato. Pelo amor de Deus, né? Mas aí eu tô comprando aos poucos. Então eu comprei agora essa xícara. É uma caneca, na verdade. Não é linda? Vou começar a usar ela.
Eu usei as xícaras desse aparelho de jantar quando a Lorelay e a vovozinha veio aqui. Aí a gente tomou na xicrinha. Bom, já que entrou a trilha, as luzes se apagaram. Vamos começar os relatos da noite. Para você que está chegando agora, a gente vai ler relatos de cemitério. Mas você não pode esquecer de uma coisa. O que não pode esquecer, Sara? Do like. Do like, da curtida.
Vamos deixar a sua curtida. Já deixou a sua curtida aí. Deixa a sua curtida. Desce o dedo em mim aí. Quanto mais você curtir. Não precisa curtir mais de uma vez, não. Só deixa a sua curtida. E é legal que quando curte... Deixa eu curtir aqui, ó. Ah, não. Hoje não apareceu. Tem dia que aparece um bichinho, né?
Faz tempo, na verdade, que não aparece. Esses dias estava aparecendo um bichinho. Acho que eles cansaram. Você clicava... É, cansaram. Você clicava e aparecia um bichinho assim fazendo... Né? Então, eu acho que eles cansaram. Vamos para o primeiro relato da noite. Para você que está chegando, então, estamos lendo... Vamos ler. Vou começar agora a ler relatos de cemitério. Tem até o túmulo meu e da Sara aqui, ó.
E esse túmulo de caveira é o da Sara, mas eu vou tomar dela. Meu fantasma vai brigar lá no além. Primeiro relato da noite com o tema cemitério é da Monique. Nossa, o título do relato já é uma ameaça.
Você é a Próxima. O título do relato é esse. Você é a Próxima. Oi, Daniel e Sara. Boa noite, tudo bem? Meu nome é Monique, tenho 32 anos e moro em Santo André. Minha vizinha. Nossa vizinha. Já enviei um relato sobrenatural com foto para vocês e hoje vim compartilhar um outro relato que aconteceu com a minha família.
Em 2003, a minha mãe foi ao cemitério Campo Grande, em São Paulo, para acompanhar a exumação do meu avô e de outros parentes. Durante a exumação, ela comentou alguma coisa e apontou para dentro do túmulo. Nesse momento, o anel que ela usava acabou caindo lá dentro. O coveiro pegou o anel e, enquanto devolvia para ela, disse uma frase que ninguém esqueceu.
Você é a próxima. Gente, o couveiro audacioso, né? Tá vendo? Disse pra ela, pegou o anel. Você é a próxima. Minha mãe limpou o anel, levou aquilo como uma brincadeira. Ah, minha Sofia da... Pra lá. A próxima. Levou aquilo como uma brincadeira e a vida seguiu normalmente. Mas, um ano depois... Meu Deus.
Um ano depois, ela acabou sendo realmente a próxima pessoa da família a falecer. Minha mãe morreu aos 41 anos por complicações da diabetes. Minha idade. Tá vendo? Até o... A Sarah... A Sarah me dá umas ameaças. Ela me ameaçou ao vivo agora. Vocês viram, né? Eu sofro com a Sarah. Eu falei, ela morreu com a minha idade. A Sarah tá vendo? Não cuida da sua saúde pra você ver. Até hoje...
Essa frase do coveiro arrepia toda a nossa família. Gente, acaba assim o relato? Acaba assim. Como ele sabia que ela ia ser a próxima? Pesado? Olha, é verdade. Esse coveiro tem que ser investigado. Ele sabe de alguma coisa, ele tá sabendo. Mas eu acho que ele deve ter... Sei lá. Isso deve ser uma prática entre os coveiros. Imaginar que se algo seu caiu no túmulo...
Você é o próximo, sei lá. Será? Pergunta amanhã pro Coveiro. Adorei esse relato. Adorei assim, né? O relato é triste. Monique, meus sentimentos pela sua mãe. Morreu muito, muito nova. 41 anos, minha idade. Mas é assustador. Bora pro próximo relato da noite pra você que tá chegando agora. Tô lendo relatos.
enviados por seguidores com o tema cemitério, coisas que aconteceram no cemitério. Inclusive, não posso esquecer de dizer que estreiei aqui no canal um quadro novo, vai ser toda sexta-feira, 18 horas, eu vou ler relatos que não entraram aqui no LendaCast. Por exemplo, hoje, de ontem para hoje, a gente recebeu mais de 100 relatos. Então a Sarah escolheu alguns para cá e tem alguns que não entraram, não vão entrar aqui na live. Obrigado.
E vão ser lidos na sexta-feira. Qual que é a diferença de hoje pra sexta? Hoje, eu converso com vocês, eu coloco minha opinião nos relatos, porque é uma live, né? A gente tá aqui ao vivo, ó. São 18 horas e 29 minutos. Mas, na sexta-feira, eu só leio o relato. É só relato na tua cara. Então, eu não fico fazendo comentários.
Então, pra quem não gosta dos meus comentários, eu vi um monte de gente comentando. Ai, que bom que você tá lendo relatos sem ficar comentando. Não tô aqui pra ver seus comentários. Ó, a pessoa falou isso. Meu Deus. Então, aí eu leio na sexta-feira. Estreou na semana passada um quadro novo. É onde eu vou ler relatos que não entraram no Lendacast solo. São relatos extras com o mesmo tema. Então, por exemplo, nessa sexta-feira agora, dessa semana, vai entrar relatos de cemitério, que é o tema de hoje.
mas que não entraram aqui nessa live. Beleza? Então quem não gosta dos meus comentários, assiste esse vídeo. Quem gosta, estamos juntos aqui. Tá bom? Então a ideia é entrar todas as sextas-feiras às 18 horas. Próximo relato da noite com o tema cemitério é da Jaqueline. Oi Dan, tudo bem? O meu relato aconteceu em um cemitério na cidade que eu moro em Porto Ferreira, interior de São Paulo. Eu fui ao cemitério dar uma olhada...
na época eu estava com o meu namorado, então eu fui com ele dar uma olhada pelos túmulos de lá, pois ele havia perdido um filho recém-nascido prematuro. Quando eu cheguei perto do túmulo do recém-nascido, que é o filho, possivelmente é o filho dele com outra moça, do ex-namorado dela com outra moça, quando ela chegou perto do túmulo me deu uma cólica muito forte.
Eu queria visitar o túmulo de uma amiga também, mas a dor era tão forte que eu não conseguia mais. Enquanto a gente foi saindo do cemitério, fomos saindo do cemitério, e conforme eu ia saindo, essa dor, essa cólica, ia passando também, ainda bem. Dali duas semanas, eu descobri que estava grávida.
Até hoje eu não sei o que realmente aconteceu. Só achei muito estranho eu sentir uma cólica dentro de um cemitério, perto do túmulo de um recém-nascido. E logo depois descobri que estava esperando um bebê. Nossa, Sarah. Relato curto, mas... Tenebroso, né? Tenebroso. Por que será que ela sentiu essa cólica? Será que é mediunidade?
Ah, eu não sei se mulher grávida sente cólica ali no início. Não faço ideia. Porque às vezes pode ser, né? Eu também não fiquei grávida. Também não. Cara, a gravidez, vamos falar, é muito bonito tudo, né? Bonito que eu digo assim, né? É uma vida sendo gerada. Mas você para pra pensar. O quão é... Posso ser cancelado por isso, mas o quão assustador, né?
É tudo. Ah, eu também acho. Sabe por quê? Claro, né, gente? É muito bonita a gravidez. É muito bonita. Está gerando uma vida. Uma criança muda ali o tom da família. Nossa, meus sobrinhos vieram. É a coisa mais linda do mundo. Mas você para para pensar que tem um ser sendo gerado dentro de você. Crescendo dentro de você. Crescendo. Uma criança.
E eu lembro que quando eu via grávidas da minha família, que tinha uma tia minha que falava assim, acho que era a minha cunhada que falava, ai, ele tá chutando, tô sentindo ele chutar lá a minha coluna. Meu Deus, eu entro em pânico já. E eu ficava, meu Deus. Aí você já sentiu criança na barriga? Chutando já. Chutando. Meu Deus, me dá uma agonia. Então. Olha aqui, tá aqui. Olha o pezinho dela ali. E eu assim, ó.
Nunca, nunca. E o parto? Piorou. Nunca. Gente, e o parto? Horror. O parto é uma coisa que você olha assim, você... Tem mulher que acaba se rasgando no parto. Como assim? Ali na vagina até o ânus. Ah, tem que ter já visto isso. Meu Deus do céu. Sério? Não vamos ficar falando disso porque se alguma grávida estiver assistindo a gente...
E alguém falasse pra pegar, olha o que esse influenciador falou do dom da vida. Não, gente. A gente tá falando de coisas que são um pouco... Eu, quando eu vejo pessoas grávidas, eu dou... Nossa, claro, eu fico muito feliz, dou parabéns e tudo. Mas eu fico sempre imaginando assim, mano, vai ir no parto, hein? Porque vai chegando a hora, você vai tendo dor. Gente, mulherada guerreira, viu? Porque eu duvido que esse homem ficasse grávido.
Eles não iam aguentar. Não iam aguentar. Não, então é uma gripe. Vai aguentar uma gravidez.
Eu sou homem, sabe? Eu sou homem, você se lembra que você tá falando de orquestra. Mas tem homens trans que ficam grávidos, né? Tem um na internet, tem vários, mas tem um na internet que eu acompanho, que ele mostra a gravidez dele. Mas eu falo homem cis se engravidasse. É.
Queria ver, menina. Ia ser. Imagina. Com aquele barrigão peludo. Meu pai do céu. Tem mães. A gente podia fazer um dia relatos de grávida, hein? Verdade. Tem bastante relatos. Porque falam que quando as mulheres ficam grávidas, elas ficam mais suscetíveis ao sobrenatural. Né? Tem bastante mesmo. A gente pode fazer também. De coisas que você viu. Vamos fazer um relato de grávidas.
Próximo relato da noite é da Giovana. Oi, Dan. Oi, Sara. Meu nome é Giovana. Eu sou de BH e sou a Giovana do Forninho. Brincadeira. Lembra do... Eita, Giovana! O forninho caiu. Vai derrubar o forninho. Meu nome é Giovana. Sou de Belo Horizonte. Vou contar um relato bem breve. Eu já mandei alguns que nunca foram lidos. Espero que esse seja eu. Tá vendo? Chegou só a hora. Eu sempre fui muito cagona. Ela escreve cagona mesmo. Eu sempre fui muito cagona e tinha...
E tenho muito medo de cemitérios, principalmente à noite, eu também tenho. Então sempre evitei ir ou passar em frente a um cemitério por medo. Até que, por ironia do destino...
Ai, que susto. É aquela coloquinha, ó. Passei a morar na rua de um cemitério. Só que não tem vírgula. Passei a morar na rua. Passei a morar na rua. Falei, meu Deus. Do nada. Ficou muito triste esse relato. Mas não. Por ironia do destino, passei a morar na rua de um cemitério. Até que um dia, voltando tarde da faculdade, tive que passar na frente do cemitério. Porque a outra parte que dava acesso à minha casa estava fechada. Pois bem.
Passei em frente ao cemitério e ele tem uns muros bem baixos, do tipo que você pode pular facilmente. Ou só de olhar para o lado dá para ver os túmulos. E nesse dia em específico, uma voz intrusiva, um pensamento intrusivo, que é aquele pensamento que manda você fazer coisas, me mandou olhar para dentro do cemitério. Quando eu olhei, eu vi uma mulher segurando um neném.
E era como se ela estivesse em cima de um túmulo, assustada. Meu Deus, essa pessoa nunca olha. Quando olha, vê uma mulher flutuando com o bebê em cima. Tranquilo. Então acabou a vida. Tranquilinho.
Assustada, segui caminho da minha casa sem olhar pra trás. Apertei o passo, quando a parte do cemitério da rua tava quase acabando, decidi olhar pra trás e a imagem ou o ser que eu vi não existia mais. Simplesmente desapareceu. Nunca mais a vi e nem procurei mais ver. O cagaço venceu.
É isso, espero que leiam e desconsiderem o meu medo por cemitério. Não, quem tem que desconsiderar é você. Meu Deus, Sarah.
Imagina. Você olha, você vê uma mulher flutuando em cima do túmulo. Com o neném no colo. Com o neném no colo. Pronto. Imagina. Tranquilinho. Cara, cemitério pra mim é uma coisa que tá nos meus pesadelos desde sempre, assim, o cemitério. Porque o cemitério, eu sempre digo isso, as pessoas perguntam, ah, tem algum lugar que você tem medo?
O cemitério é um deles. Eu acho que é o lugar que eu tenho mais medo. Por quê? Porque o cemitério, ele é onde os mortos estão. Por mais que você creia em espíritos ou não creia em espíritos, mas se você tiver um olhar de raio-x, eu vou fazer um filme de terror um dia assim, que você tem um olhar de raio-x que você consegue olhar o cemitério. Imagina, Sarah. Você conseguiu ver embaixo da terra assim, ó. A fé. Aqueles mortos todos deitados assim, ó. Deitadinhos.
Meu Deus. Eu já sonhei. Acho que eu vou levar pra terapia pra ver o que significa isso. O pessoal tá falando até agora de... De parto, né? De parto. Eu percebo que nas lives acontece uma live aqui e acontece outra live nos comentários, né?
Sim. Às vezes eles estão falando um negócio nada a ver com a live. Então, olha aí. Brigam, né? Mas eu tô de olho. O que eu ia falar do cemitério? Não, às vezes eu imagino isso. Esse olhar, assim, de raio-x. E imagino sempre eles todos deitados. Eu tenho muitos sonhos que eu tô correndo pelo cemitério. Que os túmulos são muito altos. E tem alguém correndo atrás de mim no cemitério. Então, eu tenho medo. Porque eu... E...
O que eu ouvia desde criança, minha avó falava muito isso, que o cemitério... Isso ela falava mais de maneira espiritual. Mas a minha avó dizia que o cemitério não é um lugar onde tem muitos espíritos. Porém, os espíritos que estão lá, eles podem se...
mostrar para os humanos. Eles podem aparecer tranquilamente para os humanos porque eles estão num lugar que é deles. E também porque se você olhar, você não vai pensar que é um espírito. Você vai pensar que é uma pessoa visitando o cemitério. Então o que ele faz dentro do cemitério espírito? Ele aparece para as pessoas andando, a cena...
E você fala, ah, uma pessoa, tudo bom? Mas pode ser que seja um espírito. Minha avó dizia também que a gente cruza com espíritos todos os dias. Mas às vezes a gente não sabe que eles são espíritos. Curioso, né? Já ouvi falar também isso. Já ouviu? Já. Eu fico até pensativa. Quantos oi já dei pra gente morta e não tô sabendo? Porque falam que os espíritos, pra eles aparecerem, eles precisam ter força pra isso. Precisam ter...
ectoplasma e tudo. E no cemitério eles têm essa força. Sim. Porque falam que o cemitério é a calunga pequena, né? Não é grande? A calunga grande é o mar. Mas o cemitério também não é uma calunga grande? É a calunga grande também? Eu acho que é. Eu já ouvi falar que o cemitério é a calunga pequena. E o mar é o grande. E o mar é a calunga grande. Quando eu ouvi aquele relato da Mayra Rocha contando que ela não fica no cemitério até depois das 18 horas. Vocês lembram desse relato dela? Não, na praia.
É na praia, né? Não é no cemitério. Na praia. Ela fala que não fica na praia até depois das 18 horas. É verdade. Porque ela vê os espíritos saindo do mar. O mar médio. Como será que é com a Mayra Rocha num cemitério? Tranquilo. Deve ser, né? Será que ela vê? Deve ver horrores. Quando eu fui com a Rosa Maria Jaques, ela via. Teve uma vez que eu tava... Teve dois momentos com a Rosa Maria Jaques que eu tenho gravado isso.
Inclusive tava aqui no canal Ah, o pessoal tá falando aqui, ó Cemitério Calunga Pequena É, e o mar é o grande O mar é o grande, né Uma vez eu tava com a Rosa no cemitério Rosa Maria Jacques do Caça Fantasma A gente tava gravando um episódio de São Paulo Assombrada
SP Assombrada. E aí ela passou num túmulo, assim, muito antigo. O túmulo tava com muita folhagem, enfim, lá no cemitério da Consolação. Aí ela passa, ela... Oi, querido! Querida! Tudo bem? Tá, não, eu vou... Eu vou ver se eu compro, é que eu não posso pegar... Tá, aí eu não tava entendendo o que ela tava falando. Tô nada, ela falando. Aí ela... Não, mas eu vou sim. Aí ela falou pra mim, anda, anda, anda. Não conversa com ela. E eu assim...
Conversou com quem? Com quem? Aí ela falou, não, ela queria uma flor. Ela falou que ninguém cuida mais do túmulo dela. E ela pediu uma flor. Eu vou lá comprar uma flor, que eu não podia pegar uma flor de outro túmulo e dar pra ela, né? E aí teve uma hora que a gente tava lá em cima. Ela falou, tem um homem aqui. Tá aqui na minha frente, tá todo desfigurado. Oi, oi, querido.
Oi, amado. Salve. E aí eu e o... Eu pego na mão do meu amigo, assim. Lá no cemitério da Consolação. Então imagina ir com o médium num cemitério. Será que a Mayra Rocha já fez essa experiência? Eu vou perguntar pra ela.
Um dia. Próximo relato da noite é da Ana. Oi, Dani. Oi, Sara. Me chamo Ana e vejo todos os vídeos enquanto eu trabalho. Meu relato é curto. Inclusive, quero mandar um beijo para a Isabelle. Isabelle, encontrei ela na padaria, lá na Bela Paulista.
Eu fui comer um risoto, eu amo o risoto que tem lá, um risoto de filé mignon. Ai, olha o que eu ia pensar. E aí eu saio da balada, vou lá comer. Aí eu fui sábado, aí eu fui pegar uma fila, porque lá sempre tem fila pra pegar mesa, né? Lá, sim. Aí eu fui pegar a fila pra pegar a mesa, aí eu falei, aqui é o final da fila. Aí ela olhou pra mim, eu vejo todos os seus podcasts.
E a gente começou a conversar sobre religião. A Isabelle. Beijo pra você, Isabelle. Meu relato é curto. Na verdade, isso daqui não é o relato da Isabelle, é o relato da Ana. E ela diz o seguinte. O meu relato é curto. Sou umbandista. E uma vez fui ao cemitério com meu marido e uma amiga para tomarmos um banho de limpeza. Que foi passado para tomarmos lá. Então ela deve ter feito um trabalho de...
de limpeza espiritual, e esse banho tem que ser tomado em um cemitério. Estávamos andando pelos corredores, procurando um local para fazer esse banho, essa limpeza, e ouvimos uma gargalhada bem distante, que já deixou a gente morrendo de medo. Imagina? Está no cemitério? De nada. Nossa, que risada é essa?
lá de longe. Imagina. Deixou a gente morrendo de medo e aparentemente o cemitério estava vazio. Quando entramos em uma rua e não tinha ninguém lá, os portões dos túmulos começaram a abrir sozinhos na nossa frente. Não tinha absolutamente ninguém ali, pelo menos não pessoas vivas. Apenas nós três, os três que iam fazer o banho.
Esses portõezinhos dos túmulos foram abrindo bem lentamente, o que deixou a gente bastante apavorado. E isso tudo foi de manhã, não estava com vento suficiente. Uma outra vez fomos à noite e ouvimos barulho de gente correndo do nosso lado. E pasmem, não tinha absolutamente ninguém. Ou seja, o cemitério também possui outros visitantes que não podemos ver.
Gente, os portõezinhos abrindo do túmulo. Então. Quero dizer que eu amo túmulo com portão. Eu acho chique. Acho chique. Acho incrível túmulo com portão. Eu gosto de mausoléu, né? Mausoléu é pra rico. Fala assim, ah, você não vai levar nada dessa vida. Vai lá no cemitério da Consolação pra você ver o túmulo dos ricos. Lá só são bonitos. Querida, olha, o mausoléu... Eu sempre vou falar do túmulo deles.
Eu gostaria muito, se algum Matarazzo estiver me assistindo, alguém da família Matarazzo estiver me assistindo, quiser me convidar para passar uma tarde dentro do Mausoléu. Porque o Mausoléu dos Matarazzo, na Consolação... Queria entrar também. Eu queria muito entrar. Mas eu quero entrar com todo respeito, obviamente. Quero gravar lá dentro para mostrar como é. Porque eu acho que é uma das poucas sepulturas no Brasil que tem cripta.
Que é o quê? Aquele cemitério subterrâneo que você desce embaixo do cemitério, Sara. Bizarro. Deve ser, né? Que é fechado. E sabe o que que tem? Lá no túmulo dos Matarazzo tem uma...
Capela dentro do túmulo. Uma capela? Uma capela, uma igrejinha dentro do túmulo. Mas lá no subsolo... Tem banquinho pra sentar, tem altar. Meu Deus. É enorme lá dentro. No subsolo a capela fica? Não, é que hoje... Logo quando entra. Agora eles colocaram uma porta de ferro lá. Sim, ainda não dá pra ver mais nada. Eu acho que pra evitar roubo, ou pra evitar... Não sei se é pra evitar só curiosos. Acho que deve ter gente olhando, pensar que tem coisa preciosa lá dentro. E entra pra roubar, vandaliza e tudo.
Mas até um tempo atrás, quando eu fui no cemitério da Consolação, o Mausoléu dos Matarazos não tinha essa porta de ferro na frente. E aí você consegue... Eu conseguia ver pela janelinha, aí você via que tinha aqueles bancos de igreja, sabe? Nossa! Aqueles bancos de igreja.
Tem altar. Tinha missa lá, pelo que eu sei. Tipo, do sétimo dia? É, tipo, missa. O que eu me lembro era missa todo domingo às dez da manhã. Meu Deus. Imagina se tinha uma missa dentro do mausoléu.
Nossa, eu queria muito participar desse evento. A Sarah é uma trevosa. Eu gostaria muito também. Como você reconhece um trevoso? Quando você gosta dessas coisas. Passeio no cemitério. Visitar o mausoléu.
Tem passeio mais legal que esse? Por que não, né? Num domingo à tarde. Ah, os Matarazzo abriu o mausoléu dele. Vamos lá? Com certeza. Vamos. Olha, pessoal do Matarazzo, vocês deviam abrir pra fazer visitas lá, viu? Porque o povo iria. E não só por curiosidade, mas conta a história de uma cidade. Tiago do Que Te Assombra fala isso, né? O cemitério conta a história de uma cidade.
Vamos para o próximo relato da noite? Vamos lá. Para você que está chegando agora, hoje eu estou lendo relatos de cemitério para fazer um aquecimento para a live de amanhã. Amanhã eu vou receber um coveiro aqui. Estou tão emocionado. Acho que vai ter bastante história, né, Sara? Acho que vai, hein? Amanhã. E ele sabe de onde ele é o convidado de amanhã? O Paulo? De onde? De Barbacena. Barbacena. A terra lá dos hospitais psiquiátricos.
onde falavam que era o... Falavam que era o... Como é o nome? Holocausto Brasileiro? Holocausto Brasileiro. Tem um livro que chama Holocausto Brasileiro, da Daniela Arbex. Eu queria trazer ela aqui, mas... Tem no comentário também. Tem, tem na Netflix um documentário. Sim. Sobre esses hospitais de Barbacena.
Próximo relato da noite com o tema cemitério é da Elis. Oi, Dan, Sara, gatinhos trevosos e trevosos. Cumprimentou todo mundo. A Elis é aquela que chega e dá um beijinho em cada um. Me chamo Elis. Morei por mais de 20 anos no bairro Parque das Américas, em Mauá. Aqui pertinho. No ABC Paulista. Me casei cedo, aos 19 anos. Fui mãe e continuei morando no mesmo bairro. Só mudei de casa.
Quando minha mãe estava com seis meses... Não, peraí, peraí. Minha mãe. Quando a minha bebê estava com seis meses, perdi um amigo de infância de um tiro acidental.
Detalhe importante, esse meu amigo, ele me viu grávida, mas não chegou a conhecer a bebê depois que nasceu. Ele era caminhoneiro e passava meses viajando. Faleceu dias após ter chegado de viagem. Nossa, que triste. Recebi a notícia da sua morte no sábado à tarde e o enterro foi no cemitério Santa Lídia às 10 da manhã de domingo. Minha mãe aconselhou não ir ao velório, pois eu amamentava.
E a forte emoção de ver meu amigo no caixão, né? Morto. Poderia fazer o leite secar. Fui junto com outra amiga. Ela foi. Ela foi. Ela foi. Fui junto com outra amiga e chegamos por volta das 9h40. Acho que ela não foi no velório. Ela foi pro enterro, acho. Fui junto com... A Sarah ficou quieta, porque tipo, não sei. Você que tá lendo aí, querida. Não tô vendo o relato aqui.
Chegamos por volta das 9h40, ela é amiga, e vimos a família descendo do cemitério. Chamei a funcionária de lá e questionei o que tinha acontecido, que a família já estava voltando ao invés de indo para o cortejo. Ah, entendi. Ela foi para o enterro mesmo. A moça explicou que a avó do moço havia passado muito mal e foi necessário adiantar o enterro.
Eu e minha amiga ficamos ao longe, fizemos uma prece e voltamos para casa, mas não chegamos a ver onde ele foi sepultado. Três anos se passaram, minha filha já falava de tudo e era muito esperta. E todas as vezes que passávamos em frente a esse cemitério para ir no centro, ela, a minha filha, perguntava, Mamãe, que lugar é aquele?
Como ela não entenderia o que seria a morte, eu respondia. É a casinha dos mortos. Tranquilo. O que? O que? É a casinha dos mortos, a mãe falava. E mudava de assunto. Vou falar de Peppa Pig, vou falar de outra coisa. Em um dia de muito calor, fui ao centro e na volta, minha filha me pede. Mamãe, vamos visitar a casinha dos mortos?
Ela pensou que é o quê? Uma casinha dos mortos. Uma casinha da galinha pitadinha. Ai, que legal. Uma casinha colorida. E é por isso que tem que tomar cuidado com o que fala pra criança. Mamãe, vamos visitar a casinha dos mortos? Não sei o que me deu. Eu fui. A criança pediu, né? Vamos lá. Na entrada, percebi que havia duas pessoas sendo veladas. E preferi pelo portão lateral. Pra que ela não ficasse assustada em ver os caixões e as pessoas chorando.
A entrada lateral é uma pequena ladeira que dá em frente à capela do cemitério. Peguei na mãozinha dela e fomos subindo. De repente, olhei para o topo da igreja e vi a cruz. Nesse momento, o sol deu aquele clarão, cegou meus olhos e eu gelei. Fui tomada por um mal-estar inexplicável, uma tontura fortíssima, mas não soltei a mão da minha filha.
Respirei fundo e senti o corpo rodar. E eu não tinha controle mais do meu corpo, do mesmo jeito que tudo começou, parou. E pasme, eu não estava mais na ladeira do cemitério. Eu estava no meio, para cima da igreja, em frente ao túmulo do meu amigo.
Meu amigo era caminhoneiro e quando me viu grávida, disse que iria voltar da viagem antes do bebê nascer, pois estava ansioso para conhecer a criança, mas infelizmente ele não teve a oportunidade. E tenho certeza de que ele me guiou até lá. Ah, porque ela não sabia onde era, né? Ela não sabia onde ele foi enterrado. Ela teve esse clarão... E parou lá.
E acordou pertinho. Apresentei a minha filha para ele. Fiz a minha... Ali para o túmulo, né? Fiz a minha prece e fomos embora. E nunca mais ela tocou no assunto da casinha dos mortos.
Espero que tenha gostado. Não é um relato tão assustador, mas é um relato real. E eu me emociono sempre quando eu lembro. Gente. E legal a visão do jeito que se deu, né? Ela olhou para uma cruz. Teve um clarão, assim. Acho que o sol ofuscou o olhar dela. Quando ela abre o olhar de novo... Tá lá.
E a criança nunca mais falou sobre visitar a casinha dos mortos. Então ela, a criança... Era o amigo dela falando, vai lá.
É que eu penso tudo como terror, entendeu? Então você fala que a criança fala isso, eu já imaginei ela. Mamãe, vamos visitar a casinha dos mortos. A Femar. Aí ela não ia levar a filha dela lá. Ia levar num padre, né? Uma coisa assim. Se a filha dela falasse desse jeito, ela não ia levar no cemitério, né? Ela ia levar num padre. A Paty, é verdade. Não, não vamos no cemitério não, vamos pro padre. Vamos num padre ali.
A Tati Viana falando aqui, grande coisa, mozoleu. O que é mozoleu? É mausoleu. Fede do mesmo jeito. Querida, Tati Viana, se a gente não passar um desodorante em vida, a gente fede. Exatamente. Se a gente não tomar banho dois dias, eu tomo banho só quarta e sexta. Mas se você toma banho um dia da sexta, você vai feder. Fede vivo, fede morto. E tem morto que nem fede, dependendo da... Tem morto, por exemplo, a...
Ixi, fiquei fio o nome dela agora. Rosália Lombardo, que tá lá nos capuchinhos, ela não fede. Tá embalsamada. Eu, com certeza, não vou feder também. Não vai? Claro que não. Eu também não. Sou leonina, não tem que... Leonino não fede. Então, não precisa ficar brava, viu? A gente vai feder, mas a gente vai feder...
No mozoléu, a gente vai feder. Chique, né? No mozoléu. Gostei de mozoléu. Essa é a palavra do dia. Mozoléu. Amei. Vamos para o próximo relato da noite. Para você que está chegando agora, estou lendo relatos de cemitério nessa segunda-feira, 25 de maio. Só lembrando que esse LendaCast de hoje é um aquecimento para o convidado de amanhã.
Amanhã, dia 26 de maio, terça-feira, eu recebo aqui no LendaCast o coveiro Paulo Ocara. Paulo Ocara. Ele vem lá de Barbacena, Minas Gerais, que é onde ele trabalha, a cidade dele. E amanhã ele vai estar ao vivo aqui no LendaCast pra gente falar sobre histórias de cemitério. Olha que incrível, né, Sarah? A gente nunca recebeu aqui um coveiro, né? Não.
Eu acho que vai ter muita história. E ele mandou uma mensagem pra mim hoje e falou, vai ter muita história pra contar, imagina. Ah, vai ser babado então. Vai ser babado. O único coveiro que eu entrevistei, o poder sertanejo falou, Danto tem jeito de leão. Não, sou uma leoa. Uau! Não, eu sou sagitário. Eu sou um centauro. Centauro. O único...
O único que é digno de receber... Você veio pra onde eu vou, né? Vai longe. Pra honra e a glória, a força e o poder... O único coveiro que eu recebi, que eu recebi, não, que eu entrevistei, inclusive tô indo pra lá agora de novo, pra Paris, é o Júnior Covas, né? Que a gente fez o...
gravação lá no Pé de Lachez. Júnior Covas, um beijo pra você. Tô indo pra Paris aí. O Júnior falou pra mim assim, você tem que conhecer o lado sombrio de Paris. Qual que é? As festas no esgoto lá? A festa onde? Nos esgotos.
Mas tem gente que já viu vídeo na internet. Gente, mas não é proibido entrar nesses lugares? O povo entrando... Não é no esgoto, é nas catacumbas. Porque embaixo de Paris tem as catacumbas. Mas aí entra pelo esgoto. Esgoto desativado. Imagina. Ah, eu quero. Quando eu for pra Paris, eu vou. Se você falar que vai, vai entrar, você é presa. Será?
amor de Deus. Não fala isso. Mas foi o único que eu conversei, foi o Júnior Covas, que ele é coveiro lá na França. Então amanhã, Paulo Ocara, 18 horas ao vivo, aqui no Lenda Cash. Ele é coveiro lá em Barbacena, Minas Gerais. Beleza? E...
Na quinta-feira dessa semana, dia 28, eu recebo aqui no LendaCast pela primeira vez, também ao vivo, o ex-pastor e teólogo Felipe Heiderich. Eu acho que é assim que fala o nome dele. Felipe Heiderich. O Felipe tem uma história muito emocionante. Ele chegou a ser acusado de abuso infantil, foi preso. Ele vai contar essa história toda pra gente.
E ele era casado com uma mulher, com uma pastora. Ele foi pastor, foi acusado. Então tem toda uma história aí. E foi inocentado disso, escreveu livro, mas ele sofreu na cadeia. E ele é gay, ele é homossexual, ele é LGBT. Assumiu o relacionamento com o homem na internet. E tem uma história assim, cara...
passou por um momento muito trágico. Ele fala que a vida dele é uma vida de milagres. Então ele vem na quinta-feira, dia 28. Eu acompanhei a época que ele se separou, que ele estava sendo acusado e tal, desses abusos, mas depois foi inocentado.
Eu acompanhei a época que ele se assume homossexual. E eu sempre falei que eu queria entrevistar ele. E chegou esse dia, tá bom? Vai ser dia 28, quinta-feira agora, às 18 horas. Felipe Reiderich, que é teólogo, ex-pastor e LGBT.
Beleza? Aí na sexta-feira, dia 29, 18 horas, vai entrar o vídeo. É um vídeo menor, mas vai entrar o vídeo com os relatos que não entraram nessa live de hoje. Nesse LendaCast de hoje, beleza? Pra você que tá chegando agora, já deixou sua curtida? Like, like. Ô, Sarah, a gente não tem animação de curtida? Já soltei. Solta de novo agora. Solta aí. Atenção.
Ó a curtidinha aí pra nós, hein? Ó que bonitinho. Deixa o like, like, like. Que bonitinho aqui, ó. Ó o dedinho aqui, ó. Deixa o like. Boa! Deixa a sua curtida aí. Ó, 2,600, hein? Será que a gente chega em 3 mil? Tem essa aí também, ó. O quê? Ó, tem o se inscreva. Inscreva-se, se inscreva. Pode ser se inscreva e inscreva-se também.
Boa, boa, boa, boa. Vivi Monari, fujam da igreja, Jesus não é religião. A Vivi já veio aí com uma militância. Ela veio e tudo em caixa alta. Fujam da igreja, Jesus não é religião. Do nada, né? Do nada, pá! Ninguém tá falando de igreja. Do nada é uma militância. Não, é porque a gente falou do pastor. Ah, tá. Aí ela entrou. Vamos pro próximo relato da noite com o tema cemitério.
O relato de agora é do João Rafael. Oi, Dan. Boa noite. Meu nome é João Rafael. Quero compartilhar com você uma experiência que eu tive quando eu era bem mais novo, entre 7 e 8 anos. Hoje eu tenho 9, aqueles logo. Brincadeira. Entre 7 e 8 anos. Eu costumava fugir de casa quando era criança, sabe? Quando meu avô me mandava dormir à tarde.
Eu detestava dormir à tarde. Sempre encontrava uma maneira de escapar sem fazer barulho. Nossa, eu já queria muito dormir à tarde. Mas a minha babacha toda não deixava. Não vai dormir à tarde porque à noite você não dorme. Falava isso pra mim. Então ele sempre fugia de casa. Escapava de casa pra não dormir à tarde. Porque o avô dele queria que ele dormisse à tarde. Eu abria a janela, pulava pra fora da casa e corria pra onde? Pro cemitério.
que era o lugar mais perto de casa onde eu não poderia me perder. Chegando lá, eu abri o portão do cemitério, que não tinha cadeado, apenas uma corda amarrada. Eu desamarrava essa cordinha, entrava e depois amarrava novamente para que ninguém mais entrasse. Olha esse moleque. Com sete, oito anos, a criança fugindo para o cemitério... Causando, né? Vai virar o quê? Vai virar um médium.
Eu passava um tempo andando pelo cemitério, olhando as sepulturas e os santinhos. Eu era muito fascinado por imagens dos santos, especialmente as que pareciam com a imagem do Cristo Rei de Itaporanga, Paraíba. Que imagem é essa do Cristo Rei? Não conheço. Não sei, eu sei do Cristo Redentor, né? Com os braços abertos. Depois de um tempo, eu comecei a sentir sede. E lá tem uma caixa d'água com água tratada pra beber. Hum.
Foi então que eu vi alguns vultos passando atrás de uma sepultura. Eu corri em direção ao portão, mas ele estava do mesmo jeito, com a corda amarrada. Eu subi em uma das sepulturas e pulei o muro, que não era muito alto. Desde aquele dia que eu vi os vultos, eu nunca mais entrei no cemitério. Gente, mas que criança é essa?
Não é? Que entra em cemitério. Foge de casa. Foge. Primeiro, né? Primeiro. Eu só vi o cemitério. A Sarah trouxe aqui uma lucidez. Primeiro, foge de casa. Foge de casa. Criança bendita. Próximo relato da noite é do Vitor. Oi, me chamo João Vitor. Nossa, parece que antes era João Vitor também? Não, era João Rafael.
Agora é João Vitor. Tudo nome de nova geração, né? João Rafael, João Vitor, né? João. Quando eu trabalhava de coordenador num cemitério da minha cidade, teve uma época que eu estava ficando direto, no turno, até umas 10 da noite, organizando documento, documento atrasado, planilha, papelada e essas coisas.
E quando eu queria dar uma pausa, eu saía pra fumar perto dos jazigos. Porque era mais vazio e batia menos vento. Imagina lá perto dos túmulos. Fumar aqui que tá melhor. Ai, gente, tá calor hoje, né? Tá mesmo. Dá um trago. Ai, gente, vocês estão quietos hoje. Como é que passaram o final de semana? Ai, gente. Aí o túmulo respondendo. Ai, tô morto. Ai, me dá uma isqueira aí.
Então ele ia fumar lá fora porque batia menos vento. Numa dessas noites, eu saí sozinho pra fumar, devia ser quase 8, 9 da noite. O cemitério tava naquele silêncio profundo, só aquele barulho de árvore e tava ventando muito. Aí eu comecei a ouvir barulho de salto, mas tipo barulho de salto mesmo, aquele toque, toque, toque andando, sabe? Sim.
Na hora, achei que fosse alguém perdido ali dentro. Vai lá, vai. Ou alguém que invadiu o cemitério para fazer algum trabalho espiritual, porque o cemitério estava fechado. Sei lá, porque às vezes as pessoas faziam esse tipo de coisa. Só que o barulho vinha da parte mais antiga do cemitério. E aquele setor eram vários jazigos, um bem perto do outro. Parecia um labirinto. Gente, eu tive essa impressão no cemitério Santa Isabel, lá em Belém. Sara, você não tem caminho em alguns lugares. O que é isso?
O túmulo é grudado um com o outro. Meu Deus. Fiquei olhando e nada de aparecer alguém e o salto lá. Até que o barulho, o som, vinha chegando mais perto. O poste que iluminava o corredor, que tinha timer para apagar, começou a piscar. E eu juro que eu vi uma mulher parada lá no fim dos jazigos.
toda escura, só dava pra ver a silhueta dela. Eu não conseguia enxergar o rosto. Parecia literalmente uma sombra. Ela tava parada e eu sentia que ela tava olhando pra mim. E você lá com o cigarrinho assim, ó. Mano, eu gelei.
E aí ela começou a andar bem devagarinho. E o barulho do salto ecoando naquele silêncio do cemitério. Toque. Toque. Toque. Peguei o celular para ligar a lanterna, porque achei que ela tinha invadido o cemitério. Sei lá.
Quando eu iluminei... PÁ! Sustou? Não assusta. Não. Sarah não assusta. Só os convidados. Tava esperando. A Mabê, semana passada, gritou aqui. Quando iluminei, não tinha ninguém. Só que detalhe, o barulho continuou. Nessa hora, o meu corpo travou no nível absurdo. Imagina ele com o cigarro assim, ó.
E comecei a voltar pro escritório tentando pagar de tranquilo, mas eu já tava quase correndo. Meu Deus. Aí, do nada, eu ouvi atrás... Agora eu falo... Tá vendo? Quem assusta muito? Você ouviu esse barulho? Ouvi. Quem tá aí? Do nada. Tá vendo?
Você tá vendo? Diria a minha avó. Quem muito assusta, um dia será assustado. Levei... Você tá indo do quê? Ai, foi engraçado. Do meu susto, né? Gente, você ouviu um barulho do meu lado? Do nada, né? O que foi isso? É a mulher de salto. Vocês ouviram em casa?
Você ouviu? Ouvi. Gente, o que que fez esse barulho? Agora eu caguei um pouco. É, é uma olhada de salto, fica aí, ó. Ó, e foi bem na hora que ele falou assim, ó. E aí, do nada, eu ouvi atrás de mim. Moço. É verdade. Na hora que eu ia falar, eu ouvia atrás de mim. Gente, foi muito na hora. E não fui eu que fiz, porque eu levei um susto.
Você não tava esperando, né? Tava concentrado. Meu Deus. E aí, do nada, eu ouvi atrás de mim. Moço. Baixinho. Eu parei. E escutei de novo. Mais perto. Você viu meu filho?
Irmão, eu nunca corri tanto na minha vida. No outro dia, comentei com um dos coveiros que trabalhava ali, há pelo menos uns 30 anos, ele ficou me olhando sério. Depois só falou. Você estava fumando perto do jazigo da mulher que perdeu o filho pequeno, né? Eita. Nunca mais fiquei sozinho até tarde fumando no cemitério.
Esse relato me pegou Gente, depois eu quero colocar esse Mari, você tá em casa Mari, você que tá assistindo a gente aí Faz um corte disso Porque tava na minha cara, não tava? Tava E dava pra ouvir, não dava? Dá O pessoal ouviu, tá falando que ouviu Vocês ouviram em casa o barulho? Fez um estalo aqui do lado Falaram que foi os gatos, mas eles estão dormindo Os gatos estão dormindo, gente E eu tô aqui
Os gatos não estão aqui. Os gatos estão... O Trévor e o Gaspar estão na poltroninha. A Belinha eu não tô vendo. Deve estar em cima do guarda-roupa. Mas eu acho que a Belinha tá em cima do guarda-roupa. É a mulher procurando um filho dela. Ai, Sarah. É a véia do espelho. É, pode ser também. Que ela tá aqui, né? Ai, vou até tomar uma aguinha rapidinha aqui. Robin, Robin, uma aguinha.
Eu tô tremendo, tô ótimo, viu? Fumar um cigarro. Vendo, vendo. Vamos pro próximo relato da noite? Nossa, deu um estalo, gente. Veio do nada esse estalo. Tô com medo. Próximo relato da noite é anônima. A pessoa não quer que fale o nome dela. Oi, Dan. Oi, Sara. Por favor, não diga meu nome. Aqui é Jorge. Brincadeira.
O meu relato aconteceu durante a pandemia. Eu moro na Alemanha e o meu sogro faleceu quando meu marido tinha 15 anos. Então, eu não conheci o meu sogro. Só vi poucas fotos. De vez em quando, vamos ao cemitério para visitar o jazigo da família. Eu estava grávida, mas ainda não sabia o sexo do bebê.
Nós paramos na frente do jazigo e na minha cabeça eu fiz uma pequena oração pelos familiares que estavam ali. E disse ao meu sogro, eu queria que o senhor estivesse aqui para conhecer o seu neto ou neta. Enquanto meu marido estava fazendo uma limpeza no túmulo do pai, me bateu uma vontade imensa de fazer xixi. Sabe como é grávida, né? Nós vamos ao banheiro a cada cinco minutos. Eu também vou, mas não estou grávida.
Eu avisei ao meu marido que ia ao banheiro e já voltava. O cemitério é lindo, parece um jardim, mas estava bem vazio nesse dia, afinal era pandemia. Saí de perto do meu marido e no caminho do banheiro encontrei um homem alto, cabelo bem preto, bonitão. Ele me cumprimentou e eu respondi e continuei andando. Boa tarde, boa tarde, eu continuo andando.
Ele me pareceu familiar, mas não dei muita importância. Ao sair do banheiro, o mesmo homem estava parado a poucos metros da porta. Me assustei, mas continuei andando. Até que ele virou para mim e disse, Você está grávida, né? Eu respondi, sim, estou. E ele disse, essa menina é muito linda. Parece muito com a outra. O quê?
Eu perguntei, como você sabe que é uma menina? Ele só sorriu, disse tchau e seguiu em direção à saída do cemitério. Disse tchau e desapareceu, né? Eu contei ao meu marido. Não, mas no relato ele fala tchau e vai embora pela saída do cemitério. Eu contei ao meu marido, ele ainda me deu um leve esporro por falar com estranhos. Ó, marido aí.
Deixa pra lá. Semanas depois, eu fiz uma ultrassom 3D. Descobrimos que eu teria uma menina. E ela era, é até hoje, a cara da minha sobrinha. Nossa, é por isso. As pessoas até acham que elas são irmãs. Aquela interação com o homem do cemitério só voltou à minha mente quando, meses depois, a minha filha já tinha nascido e, arrumando algumas coisas, eu vi uma foto do meu sogro. Era exatamente o mesmo homem.
Até hoje eu tenho minhas dúvidas sobre o que aconteceu naquele cemitério. Não sei se foi minha mente me pregando uma peça ou se realmente o espírito do meu falecido sogro me contou que eu teria uma menina. Você viu? Eu já ia ligar, né? Você pede uma informação pro túmulo do sogro num momento e no outro você vê um homem grisalho bonitão. É o sogro que apareceu ali.
Ela falando de grávida, você viu aquele caso da mulher que tava grávida e engoliu caco de vidro? Não, onde isso? Você viu esse caso? É recente? Recente. Não vi. Ela tava grávida e engoliu de propósito caco de vidro. Ah, ela queria matar a criança. Não. Não? Não. Aí o bebê nasceu de óculos.
Meu Deus! Que bosta! Meu Deus do céu! Essa piada eu vi na internet esses dias. Eu achei engraçado. Mas você devia ter me perguntado, ela morreu ou não? O bebê nasceu de óculos. É igual a gente que ela queria matar a criança.
Vamos pro... Ai, gente, piada de tiozão. Eu vou começar... Eu tô ficando piada de tiozão. Eu tô... Vixi. Que, que, que, que, que, que, que, que. Esses dias a Gaga de Leos curti um vídeo meu. Eu tô começando a ficar tiozão e tô começando a fazer piadas proibidas, assim, sabe? Piadas canceláveis. Aí vocês falam assim, ah, o Daniel é tiozão. Vamos continuar. Próximo relato da noite é da Daniele Minha Chará. Bom dia, Dan. Bom dia. Boa tarde. Boa noite.
Meu nome é Daniel, sou do Rio de Janeiro, sou muito fã do canal. Obrigado, Daniel. Tenho aprendido muito com as entrevistas. O relato que eu tenho pra contar aconteceu em outubro de 2019. O tio do meu esposo estava muito doente e faleceu. E faleceu. E o enterro foi no cemitério do Irajá, um cemitério aqui no Rio de Janeiro.
Nós estávamos tristes, óbvio, com o falecimento dele. No velório, todo mundo chorando, inclusive a mãe dele chorando muito pela perda do filho. Acabou o velório e fomos ao sepultamento. Dan, quando entramos no cemitério, eu vi muitos Exus e Pombagiras, que são espíritos, em torno das sepulturas, como se esperassem por alguma coisa.
Dan, eu sou médium e não curto nada entrar em cemitério, mas nunca vi o que eu vi naquele dia. Alguns desses Exus e Pombagiras estavam sentados, outros em pé, mas só observando. A gente passou e onde eu olhava tinha Exu. Comentei com meu marido, o cemitério tá cheio. Eles estão esperando alguma coisa.
Alguma tragédia vai acontecer. Muita gente vai morrer. Eles estão esperando, preparando as energias. Meu marido se arrepiou inteiro. Imagina. Você tá com alguém que fala que vê vários eixus e pombas girando no cemitério e fala assim, vai acontecer uma tragédia. Você já tá num velório. Vai acontecer mais uma. Eu ia falar pra... Vai pra casa você. Pelo amor de Deus, tô no velório, tô chorando aqui. Vai, vai, descansa lá. Não, mas eu tô vendo, não tá vendo nada.
Fala aqui. Vai embora, vai embora. Meu marido se arrepiou inteiro. Ele não via, mas eu via tudinho. Dan.
Mal sabia a gente que pouco tempo depois viria a Covid e a quantidade de gente que iria morrer seria grande. Foi um período de trevas realmente, mas espero que o povo da rua tenha recepcionado cada um que fez a sua passagem nesse período triste e muito difícil. Tenho outros relatos sobre o cemitério e eu posso enviar em um outro momento.
Você viu? Era o que vinha por aí. Pesou. Gente, pesou. Pesou. Eu amo esse jargão. Pesou o clima. Pesou demais. Pesou o clima. Pesou muito. Ai, gente do céu.
Vamos pro próximo relato da noite? Vamos pro próximo relato da noite da Rebeca. Oi, Dan. Oi, Sara. Amo o LendaCast. Amo vocês. Hoje é meu aniversário. Hoje, Rebeca? Será que é hoje? Eu acho que é. Ou será que é o dia que ela mandou o relato? Eu acho que ela mandou hoje o relato. Mandou hoje. Parabéns, Rebeca! Vamos cantar parabéns. Happy birthday. Parabéns, Rebeca. Tudo de bom pra você. Vamos ler o relato que a Rebeca enviou de cemitério.
Esse relato não é meu, na verdade, é do meu tio, que trabalhou em um cemitério por quase 10 anos no turno da noite. Gente, imagina trabalhar no turno da noite. No cemitério. Tem um relato de um amigo do meu pai que ele contou, eu já conto pra vocês já. É, é isso mesmo, eu não completo as coisas, né? No turno da noite, no cemitério. Meu tio trabalhou em cemitério por quase 10 anos no turno da noite.
Ele sempre foi daqueles caras super racionais, que zoava qualquer história paranormal. Mas, depois de um tempo trabalhando lá, ele mudou completamente.
Ele dizia que o cemitério de madrugada era silencioso num nível muito estranho. Parecia que o som ficava abafado. Mas não parece mesmo, Sarah? Você lembra quando a gente tava lá na Necrópole gravando? A gente não ouvia lá fora. É, os carros passando, nada, nada. Você não ouvia mais nada. Nem na constelação também, que é bem... Que passa bastante carro ali também. Você não ouvia nada, pareceu uma acústica. Absolutamente nada. Os espíritos olhando. Olha lá, olha lá, o Daniel lá, a viadinha lá. Vamos dar um susto nele.
Uma noite, ele tava fazendo ronda sozinho na parte mais antiga do lugar, perto dos jazigos antigos, quando ouviu alguém chamar o nome dele baixinho. Isso me arrepia, gay. Daniel. Psyu. Daniel. Meu Deus. Se eu ouço isso... Psyu pra mim... Eu brigo, professor. Eu brigo só pra não ter medo. Que negócio de psyu? Psyu nada. Não psyu nada.
Ele achou que fosse algum colega tentando assustar ele e ignorou. Só que a voz chamou de novo. Dessa vez mais perto, meu Deus. Ele contou que dava para ouvir perfeitamente, como se tivesse alguém atrás dele. Quando virou...
Não tinha ninguém. E o pior, naquele setor ele tinha certeza absoluta que estava sozinho. Porque ele mesmo tinha acabado de fechar as portas daquela área. Ele tentou continuar trabalhando, mas começou a sentir um negócio estranho. Tipo uma pressão no peito e um frio muito forte. Mesmo estalando de calor. Aí ouviu a voz pela terceira vez. Só que agora, bem no ouvidinho dele.
Ele largou tudo no chão e saiu andando rápido sem olhar para trás. No outro dia pediu para trocar de turno e nunca mais quis trabalhar à noite. Até hoje ele fala que não sabe explicar o que aconteceu, mas que foi a única vez na vida que ele sentiu realmente um medo de verdade dentro daquele cemitério.
Você lembra quando a gente estava gravando na Consolação? Que chegou um moço lá e ele falou, ai Daniel, eu vejo seus vídeos e tal. Sim. Aí eu falei, obrigado. Aí eu falei, você trabalha aqui? Aí ele falou, trabalho, estou chegando agora. E era tipo 11 da noite? Sim. Não, foi no outro lá, né? Não foi no Consolação. Foi no Consolação. Foi? Que a gente estava lá fora da capela, a gente tinha terminado a gravação. Ele chegou à noite, não vou lembrar o nome dele.
Mas ele chegou e falou, eu vejo seus vídeos e tal. Eu falei, legal. Você trabalha aqui? Ele trabalha. Tô chegando agora. Aí a gente tava terminando. Ah, verdade, verdade. Aí ele chegou na capela, aquela capela circular. Meu Deus. Imagina, Sara. Não, assim, desculpa, eu acho que eu não conseguiria. Eu posso tentar gravar um vídeo um dia. Imagina eu de vigia. Meu Deus. Tem medo? Eu acho que eu ia ficar. Não, eu ia ter que começar a conversar sozinho.
Ah, nossa, eu acho tranquila, né? Você acha tranquilo? De boa, de boa. Sozinha no cemitério?
Nossa, quando meu avô morreu, parecia uma festa, né? Entre meus primos, que a gente ficou causando lá no cemitério, ao invés de ficar chorando. E aí, a gente passou, virou a noite lá. E aí, a gente falou assim, quando dá três horas da manhã, quem é que vai descer até os túmulos e dar uma voltinha lá por cinco minutos? Aí, a gente tirou Joaquim Paul e eu... Joaquim Paul no túmulo do avô! E eu, no caso, perdi. E tive que ir lá, dar uma voltinha em cinco minutos nos túmulos, às três horas da manhã.
Tranquila. Vai, vai, eu quero ver. Tranquilinha. Fica aí, fica aí. Ai, eu sou a garota que... Você vai ver. Tranquilíssima, não vi nada. Sara. Se bem que quando a gente viu aquela aparição lá, não foi a Sara que foi pra cima. Ela foi acendendo...
Deixa eu ver. Eu fui com a luz pra ter filmagens, né? Foi com a luz, acendendo a luz e foi pra cima, peitando o espírito. O espírito tava lá assim, ó. Oi, a Sarah. Tá aqui o espírito. Vai, Stephanie, grava aí. O que que é o espírito? Sabe? Mas sabia que falam que isso é uma...
isso é uma arma para lutar, não contra o sobrenatural, mas contra o próprio medo. Porque falam que, na verdade, quando o espírito, você ouve, quando você tem uma experiência mediúnica, sobrenatural, dizem que você tem que realmente peitar ele e mostrar quem manda. Do tipo, o que você quer? Fala, Amore. Oi. Porque você tem que... Você não pode mostrar medo. Porque se você mostra medo...
Só que assim, não adianta. Eu aqui falando agora, o negócio estalou aqui do lado, eu já pulei.
solteio, não passa nem Wi-Fi, entendeu? Eu acho que eu aprendi a não ter medo assistindo o Exorcismo de Emily Rose. Porque eu acho que no filme, algum padre fala que não pode ter medo, que mostra que você tem uma fraqueza, né? Que você é vulnerável ao cão. E aí depois eu parei. Falei, ah, então tá bom. Então não vou ter medo não. Então, a partir desse dia, decretei. Não tenho medo de vocês. Não tenho mais medo. Fica nessa, vai. Mas eu tenho medo. Eu acho que assim, o meu problema é a solidão.
Eu fui no cemitério de Santa Isabel, lá em Belém do Pará, que eu tava lá gravando com o Natan. Inclusive, o Natan vai vir aqui o mês que vem, hein? Vai ter um programa com ele e com o Tiago do Que Te Assombra. Já tá marcado. Acho que vai ser dia 18 de junho.
ideia do Inviabilize tá marcada também. Ah! Vocês que tanto pediram a ideia. Ela vem! Ela vem maravilhosa. Inclusive o Não Inviabilize é um dos podcasts... No Brasil ele é o podcast mais ouvido. E a gente vai ter a nossa querida Deia Freitas junto com a gente aqui no Não Inviabilize. Tá nessa câmera aí, Sara?
A Sarah, olha a câmera mudando. Ainda bem que você não mostrou meus vibradores ali, hein? Ela ia mudar. A Sarah foi mudar o negócio. Eu só estou vendo ela andando para ir mudar alguma coisa. E a câmera em mim. E aí a câmera girou e voltou. Olha lá. Eita, Sarah. Ela jogou a câmera porque ela foi colocar as notícias para ler o LendaCastNews.
Ainda bem que você não foi muito pra câmera pra lá, senão eu ia mostrar meu boneco inflável do Justin Bieber, que eu tava louco. Meu boneco inflável que eu tenho ali. Ó, então é o seguinte. Daí a freita está marcada, tá? Só não vou falar a data ainda, mas é junho, é junho. Tiago do Que Te Assombra. Esse mês de junho já tá fechado, fechamos hoje. Eu e o Stephanie, minha assessora, fechamos hoje, mês de junho inteiro já tá fechado.
E aí eu vou pro... Vou viajar em junho também, né? Vem um padre exorcista em junho. Vai estar babado junho. E depois julho a gente começa com tudo. Lígia Fote. O que plug do Fofão? Lígia do céu! Eu não posso levar essa piada pra frente porque eu fiz publi do Fofão, pelo amor de Deus. Eu falei do... will...
do boneco inflável do Justin Bieber, porque uma vez eu fui fazer uma reportagem numa feira erótica em São Paulo e tinha um boneco inflável do Justin Bieber, acabou com assim, ó. Por isso que eu falei, gente, pelo amor de Deus.
Bom, vamos lá então, para as notícias do dia, temos notícias do dia, tem duas notícias incríveis essa...
essa noite, Tessa Flor falou aqui, ó, amo luz acesa do Não Enviabilize. Eu vou fazer, acho que quando a Andréa vier a Deia Freitas, eu quero fazer uma... Vou fazer o Luz Apagada. O que vocês acham? Luz Apagada ou Luz Acesa Especial com Deia Freitas. Luz Apagada com Deia Freitas. Aí a gente apaga a luz aqui pra fazer um Luz Apagada no escuro.
vamos para as notas do dia, para o LendaCast News inclusive eu queria até conversar com vocês sobre uma coisa, a gente já fala essa semana viralizou na rede social acho que tem um vídeo, Sarah ainda não recebi
Temos que pegar o vídeo. Então, enquanto a Sarah está para receber o vídeo ali, eu vou... Antes de eu ler a notícia, são duas notícias que têm vídeos, são notícias bem interessantes. Mas antes de eu ler a notícia, eu vou contar aquela história que eu falei para vocês do amigo do meu pai que trabalhava no cemitério. Tem um amigo do meu pai que ele trabalhava...
Meu pai participa do Alcoólicos Anônimos, né? E ele fala que lá tinha um amigo dele que também participava do Alcoólicos Anônimos. E aí ele contou um relato lá, e ele falou que podia contar esse relato, mas assim, a gente pode contar sem dar o nome aos bois, né? Sem dar o nome às pessoas. Mas ele falou que tinha um amigo dele que contava que ele trabalhava no cemitério à noite. Esse...
Homem, né? Que participava do AA. Então ele percebeu que ele tava bebendo muito. E a bebedeira, o álcool, tava atrapalhando o trabalho dele. E aí ele era vigia num cemitério noturno, né? Num cemitério à noite. Vigia noturno. E aí ele disse que todas as noites, no primeiro dia que ele tava trabalhando no cemitério, ele viu um molequinho correndo, menininho assim, só de bermudinha, menininho negro correndo de bermudinha.
cabecinha, cabelo rapado assim, e, sabe, dando risada, e correu e falou E aí, tio? Aí, ele olhou assim, tipo, sei lá, o cara entrava 10 da noite no trabalho, tipo, meia noite, 11 da noite, sei lá. E aí, era um cemitério próximo de uma comunidade, então ele imaginou que era uma criança de comunidade que estava andando na noite e fugiu ali, e ele falou que o moleque não devia ter nem uns 10 anos, deve ter uns...
uns sete, oito anos. E aí disse que o menino... E aí, tio? E aí ele... E aí, moleque, tá fazendo o quê? E aí ainda disse que o menino falou... Ô, tio, tem café aí? Aí ele falou... Tem, tem café. Você quer café? Dá um pouquinho aí, tio. E aí ele pegou e deu café pro menino.
E aí o menino bebeu o café, valeu tio, valeu tio, corria. Ele falou que viu o menino correr e sumir, indo pra saída do cemitério. E aí na cabeça dele ele ouviu o barulho do portão do cemitério. Então ele falou, esse moleque tá pulando, moleque do caramba. Ai, criançada, entrando aqui e pulando. E aí disse que esse menino vinha, tipo, sei lá, umas duas vezes por semana, duas, três vezes. E aí tio, tem café aí e tal, não sei o que, não sei o que.
E aí ele falava, moleque, você não... Ah, eu moro aqui perto, eu moro aqui perto, não sei o que. E aí diz que... Ele falava, não, eu não vou te dar café não, não sei o que. Aí moleque, não tem doce aí não, não tem doce aí não. E aí diz que ele uma vez deu uma... Qual é o nome daquele... Daquele... Não é paçoquinha? Aqueles docinhos de...
Ah, é uns docinhos que é laranja, que é laranja não, que ele é vermelhinho. Parece, ele vem num pacotinho, ele falou que tinha um desse lá que ele levou pra comer depois do jantar dele. Tipo doce de abóbora, sabe? Que tem uma casquinha por fora que você morde. Deu um desse pro menino, aí o menino falou, não gosto desse doce aqui não. Não gosto desse doce aqui não. E não gostou do doce, não comeu doce. E pedia café sempre doce, aí ele dava essas coisas pro menino e tal.
E aí um dia o supervisor dele foi lá, de madrugada, passou lá e aí, fulano, como é que tá aí? Aí ele falou assim, você acredita que vem um moleque aqui toda noite?
E aí o cara falou assim, mas você está vendo criança aqui? Não tem criança aqui. Está bebendo, então. E sabia que ele bebia uns gorózinhos, né? E aí ele falou assim, confesso para tu que nos primeiros dias eu bebi umas, mas depois eu não bebi, parei de beber, estou indo no ar. E essa criança continua vindo aqui. E aí ele disse que a partir desse dia, o chefe dele falou, ó, seguinte.
Quando a gente trabalha em cemitério, faz muita... Faz muita... Quando a gente trabalha em cemitério, principalmente à noite, aparece muita coisa que a gente não conhece. Então, o que eu vou te falar? Se for pra você... Se você vê essa criança de novo, esse menino, chama ele pra fazer uma oração. Porque se ele não quiser fazer uma oração, ele vai correr.
E ele nunca mais vai vir. Só que aí você vai fazer a oração pra ele. Então talvez ele tá te pedindo oração. E não dou o seu café. Ele falou, beleza. Ele falou que o cara foi embora. Ele falou, não vou beber. Ele falou que ele já tava indo no AA. Que ele não bebeu. Uma coisa que eu esqueci de falar. Mas quando ele começou a ver o menino, ele começou a beber. Pra conseguir fazer o turno dele. E aí ele disse que um dia tava lá. Chegou pra trabalhar.
Ele falou que era bem tarde, tipo, duas da manhã, o menino apareceu. E aí, tio? Tem doce aí? Tem café aí? Aí ele falou, tenho, tenho café, tenho doce. Dá um pouquinho aí, tio. Aí ele falou, vamos fazer oração? Aí o menino falou, não, tio, não quero fazer oração, não, eu quero só café. Aí ele falou, não, se você quiser ganhar café ou doce, você vai fazer uma oração comigo. Disse que o menino falou, ah, então não quero não, tchau. E aí o menino não correu pra fora do cemitério, ele correu pra dentro.
da guarita, da casa dele. Ele falou, onde você tá indo, moleque? E aí, quando ele foi procurar, porque não tinha como o moleque sair por outro lado, quando ele foi procurar o moleque dentro da guarita, ele não achou. E aí ele falou que nesse dia ele ficou com muito medo, mas ele não bebeu. Ele não bebeu.
e falou, fez uma oração e tudo mais, e aí ele contou esse relato no Alcoólicos Anônimos, e disse que depois desse dia, o menino nunca mais apareceu para ele. E por que o menino correu para dentro? Para provar que era um espírito. Porque ele correu lá para dentro da casa da guarita, para sumir lá dentro. Ele falou que fez uma oração, e sempre quando ele vai começar o turno dele, ele faz o sinal da cruz, e fez uma oração.
Meu pai contava essa história. E aí ele conta que ele conseguiu depois manter a sobriedade dele, não beber mais. E ele fala que ele não bebe mais por conta, pra não confundir a mente dele. E aí o moleque ia pra tomar café. A criança ia pra tomar café. Não sei por que a criança pedia pra tomar café. Tava precisando de oração, né?
Mas falou que era um menino bonitinho. Não era um espírito de uma criança, sei lá, com o olho preto fundo. Era um menininho, sabe? Sabe esses menininhos que você vê? Oi, tio. Não sei o quê. E aí ele falou que... E vinha sempre só com uma bermudinha. E chinelo, descalço e tal. De madrugada. Imagina, menino. Pois é. O pessoal tá falando de Exu. Pode ser também, né? Exu Mirim, né? Mas ele... Ele falou que...
Ó, a Bitter Sweet falou uma coisa aqui, ó. Foi bom pra mantê-lo sóbrio, é verdade. Eu esqueci de contar essa parte importante, porque lá no... Quando ele via, depois das primeiras vezes, ele bebia. E aí eu acho que ele... O chefe dele falou, ó, se ele bebe, ele tá vendo coisa, né? E ele falou que parou de beber pra provar que ele não tava vendo coisa e nunca mais viu. Mas nesse dia, ele conta que o último dia que ele viu a criança, ele não estava bêbado. Não tinha bebido uma gota. Ele estava sóbrio.
Vamos para as notícias do dia. Recebeu o vídeo aí, Sara? Agora sim. Bora, bora para a notícia do dia. Seguinte, está viralizando nas redes sociais o vídeo de um homem. Por que eu estou risada? Vocês vão entender. Que seria um pastor africano. E o que esse pastor africano tenta fazer? Ele tenta abrir o mar, assim como fez Moisés.
Na Bíblia, lá em Êxodo. Segundo a Bíblia, no livro de Êxodo, no Antigo Testamento, Moisés, o profeta, abriu o mar vermelho usando um cajado. Então ele pega o cajado dele, bate ali no mar vermelho, e aí esse mar se abre, o mar se abre, para a passagem dos judeus que fugiam do Egito, após anos de escravidão. Essa é a história da Bíblia.
E aí eles conseguem passar rumo à terra prometida. Mas, em seguida, o mar se fecha, afogando os soldados egípcios que tentavam atravessar as águas atrás dos judeus. Então, essa é a história bíblica. Moisés com o cajado. Deus fala para ele, Moisés com o cajado, há de fazer os meus sinais. E ele pega o cajado e... Finca ali no mar vermelho. E aí...
o mar se abre, os judeus conseguem passar, e aí quando o mar se fecha, todos os que estão perseguindo os judeus morrem afogados. Bom, isso aconteceu em relatos bíblicos, como eu disse no livro de Êxodo. Mas não é o caso do vídeo que vamos mostrar. Nas imagens, um homem que diz ser um profeta aparece ajoelhado com um livro que parece a Bíblia.
E atrás dele estão outros homens mexendo os braços como se estivessem em uma oração fervorosa ali. Em seguida, aparece um homem de branco, que seria esse pastor, com um pedaço de madeira na mão, simulando um cajado, assim como Moisés. Esse homem então segue para o mar, o mar está com umas ondas ali, está agitado, e aí ele pega esse cajado, levanta, bate nas águas o pedaço de madeira, mas acaba...
acaba caindo após ser surpreendido por uma onda e volta lá pra faixa de areia. E não abriu o mar. Olha o perigo. Vamos ver. Tem um vídeo, né, Sarah? Temos. Vamos ver o vídeo. Vamos ver o vídeo juntos. Vamos ver o vídeo juntos. Olha lá. Vamos ver o momento. Olha lá. Tá lá ele.
Ah, tem um homem ali orando com a roupa. Tem um homem de branco, tem outros orando. Olha lá, ele tá com o cajado na mão. Atenção. E ele acha que ele vai abrir o mar, é isso? Vamos ver, olha lá. Levantou, fincou. Voltou correndo, Sarah. Não abriu, parece, o mar.
Não abriu. Não deu certo. Vamos ver de novo. Olha lá, olha lá. Ele vai com o cajado. Mas será que essa era a ideia mesmo? Será que ele estava pensando que queria abrir o mar? Vamos ver. Clicou. Clicou. Olha lá. E aí ele volta meio que correndo. Parecendo aquelas véias na água, sabe? Que volta correndo na onda. Eu estou nessa fase já.
Ai, gente do céu. Você viu esse vídeo? O que você acha aí? Que ele tava tentando abrir o mar ou fazer só uma bênção ali pro mar? Tô passado, Sarah. Tô passado. Tem outro vídeo, Sarah? Temos, mas eu tenho que colocar a nota ali pra você. Tem que colocar a nota? Ah, bom. Então a Sarah vai colocar a nota agora sim. Ah, agora tá na câmera geral. Esse outro vídeo que eu vou mostrar pra vocês também viralizou... É... O pessoal falando aqui, ó. A Cíntia.
Umar, ah, deixa de ser besta. Sandra Bonifácio da Silva, homem de pouca fé. Mas eu queria fazer uma pergunta pra vocês aqui. Vamos, bota a plaquinha de polêmica, vamos pesar o clima. Mas vocês que estão assistindo a live ou que vai assistir depois a gravação...
com todo respeito mesmo, estou fazendo a pergunta, mas que são cristãos, vocês acreditam realmente que Moisés abriu... Abriu o mar vermelho e ao seu povo fez passar.
E da rocha água limpa fez brotar. Essa música é chamada, acho que é Deus do Impossível. O meu Deus é o Deus do Impossível. Lembra desse? Jeová Jire, o grande Eu, Shadai, é que abriu o mar vermelho. Vocês que são cristãos, vocês acreditam?
que Moisés realmente abriu o Mar Vermelho, tem o filme O Príncipe do Egito, que é uma animação que não é da Disney, mas é uma animação que eu pensei que era da Disney, mas não é. Mas é uma das aberturas mais lindas que eu vi nas animações. Aquele mar. Eu acho muito bonito como história de fé.
Mas eu queria perguntar se vocês realmente acreditam que Moisés abriu o Mar Vermelho. Porque, gente, pra você passar no meio de um mar, cara, é muito fundo. Pra você conseguir andar ali... Uma vez uma explicação que o padre da minha paróquia deu, o falecido padre Carlos, ele falou assim, que segundo estudos de...
teólogos e arqueólogos, eu não vou saber falar o nome de quem são esses arqueólogos estudiosos, porque eu não sou teólogo, mas eles falam que tinha uma parte do rio...
do mar, uma parte do mar que ainda era menor e que a maré baixava. E tem algumas praias aqui, alguns rios, eu acho, no próprio Brasil, que a maré baixa e você consegue andar ali e tem horários do dia. Então ele falou que pode ter acontecido isso. Uma parte ali do...
mar vermelho se teria abaixado a maré e você, o que você acredita? ou você acredita realmente que Moisés abriu o mar vermelho imagina vamos aí, vamos fazer a enquete Sara
Quer enquete? Vamos fazer uma enquete? Você acredita que Moisés abriu o mar vermelho? Sim, acredito. Não acredito. Vamos fazer uma enquete. Vamos pra próxima notícia? Aí você volta na enquete pra gente ver o que daqui a pouco você... Estamos quase com 3 mil pessoas, hein? Será que dá pra vocês curtirem? Por favore? Por favore? Vota na enquete aí. Bom...
Vamos para o próximo relato da noite, que é o seguinte. Viralizou um outro vídeo essa semana, na verdade, na última semana. É, viralizou um vídeo na última semana, na última não, na penúltima. Viralizou um vídeo agora na penúltima semana de maio, que mostra a reação de um noivo ao ver a futura esposa. Só que num casamento tradicional indiano.
E esse acasamento aconteceu no Reino Unido. Pois é, você viu esse vídeo? É um vídeo ali de uma moça que chega muito bonita, com vestimentas indianas. E aí tem um homem também, está com turbante ali, com uma joia.
tá descalço, com uma roupa toda branca, e tão segurando um paninho na frente dele, assim. E aí, descem o paninho, e aí ele olha pra sua esposa, pra sua noiva, na verdade, acho que ela ainda não é esposa dele, eu acho que eles vão se casar, e ela já tá toda pronta pro casamento deles. O vídeo, esse vídeo, é de um casamento tradicional indiano, só que aconteceu no Reino Unido.
Então, esses noivos, eles já se conheciam. Eles já tinham se visto. Porque muita gente está falando o seguinte. Ah, eles estão se conhecendo agora, pela primeira vez. Não, não é isso. O casal se chama... É um nome indiano que eu não sei se eu vou conseguir falar. Mas o casal se chama Lakshin.
e Varun, Lakshin e Varun, e eles, nesse vídeo, estão se olhando pela primeira vez, no momento da cerimônia, sabe quando, tipo, o noivo, vai ver a primeira vez da noiva, vestida de noiva, ou quando a noiva vê o noivo, na verdade o noivo de terno, grande coisa, mas o que importa é a noiva, vestida de noiva, então ele está com o rosto tampado, por um paninho, outros homens estão segurando,
O rosto do noivo fica coberto por um pano, enquanto a noiva entra, já toda vestida, toda bonita, tá? Já pronta pra se casar. Depois que ela entra, então ela é a Lakshmi. Lakshmi. Lakshmi.
E Varun é o homem. Varun é ele. Então a Lakshima entra toda bonita. E o Varun tá ali. Varun de varão, né? E o Varun tá ali com o rosto tampado. Depois que ela entra e se senta em frente ao noivo, que é o Varun.
o pano é descido, eles descem o pano ali. E no vídeo, assim que a noiva vê o futuro marido, ela abre aquele sorrisão, toda bonita. Já o noivo também sorri, e aí dá pra ver, dá pra ler nos lábios dele que ele solta um... Uau! Ao ver a noiva.
Essa reação até gerou um comentário do noivo, do Varun, no Instagram dele, que ele disse o seguinte. Não, que ele disse o seguinte nada, ele não disse nada. Essa reação do noivo gerou um comentário no Instagram, com mais de 13 milhões de visualizações e inúmeras mensagens. Ah, é dele sim, esse comentário é dele. Então, ele viu, ele olha ali o...
a noiva, baixa o paninho e fala, uau! Aí ele comentou no Instagram falando o seguinte, o noivo, o tal do Varun, com mais de 13 milhões de visualizações e inúmeras mensagens, estamos impressionados com o amor e a gentileza que vocês nos demonstraram na última semana. Aí ele manda um recado pro Brasil, olha que legal, em especial a todos no Brasil que compartilharam e comentaram wills.
Se lembrando junto com a gente o nosso casamento. E estão pedindo muito mais. Muito obrigado. Olha que bonzinho o noivo. Você viu esse vídeo, Sara? Eu vi agora. Viu agora. Vamos ver. Porque eu acho que esse vídeo viralizou muito aqui no Brasil, né? Vamos ver o vídeo? Vamos ver o vídeo junto do momento? Olha lá, ele está com o pano. Desceram o paninho. Olha lá, viu a noiva. Toda bonita, vestida, ela rindo.
Vamos ver o boy. O boy é bonitão. Uau! Ele fala ali, uau! Uma barba de agrisalha. Tá vendo? E aí, dá pra perceber algumas coisas nesse vídeo, né? Ela fica ali toda envergonhada, ele olha. Ó, esses dois aí, acho que são os pais da noiva. Então, eles... Ou o pai... Deixa eu falar o pau do noivo. O pai do noivo. Acho que são os pais do noivo. Né?
Não, desculpa, eu acho que são os pais da noiva. Olha lá, ele fala um uau. Uau! Uala! Lembra do ala? Que o Golias que fazia. E ali do lado dela tem uma moça que fica observando. Será que é irmã? Será que é o quê? Diferente, né? Legal. Muita gente imaginou que o sogro bate palminha ali. E os outros todos de turbante. Tá tudo bem bonito ali, né?
Bem bonito ali o cenário e tudo mais, né? Será que é um casamento de rico? Será que é um casamento... Parece, né, Sarah? Parece. Parece casamento de quem tem, ó, dinheiro na Índia. Mas, espera aí, eu acho que esse casamento não é indiano, hein?
Eu acho que esse casamento, ele é, pelo que eu vi, Mari, vê pra gente aí. Mas eu acho que esse casamento não é indiano. Esse é um casamento nos moldes indianos, feito no Reino Unido. Tipo, sabe esses noivos? Ah, não quero casar de branco. Quero casar como se fosse uma indiana. Um casamento indiano. Quero casar diferente. Quero casar diferente. Tem gente que tem essas coisas aí com casamento. Tem, tem. Mas eu acho que é isso. E aí, o que vocês acharam?
Gostei desse vídeo, achei tão bonitinho. A Caroline Stephanie comentou aqui, muito ouro, xalá! Xalá, xalá. Você viu esse vídeo? Você gostou? O que você acha? Você achou bonito essa revelação da noiva para o noivo? Comenta aí para a gente ouvir.
Muito que bem, gente. O Oxão Ferreira falou que pode ser um casamento hindu, não necessariamente um indiano. Pode ser também. São muitas culturas, né, gente? Ana Flávia deve ser um indiano que mora na Europa. Pode ser também. Pode ser também. Tem muitas culturas. Inclusive, semana passada, eu acho que eu comentei aqui.
A Mari falou aqui que o casamento é nos moldes de indianos, mas parece que os noivos têm sim descendência indiana também. É, eles têm traço. Eles devem entender descendência indiana, mas moram no Reino Unido. Eles têm traço, indianos. Tem, né? Eles têm, né? Tem. Principalmente o noivo, né? Achei. Com a barbinha grisalha.
Muito bonito, achei muito bonito esse vídeo. Inclusive, semana passada eu tava falando da Índia, que eu tenho muita vontade de visitar a Índia. Eu quero navegar no Rio Ganges, né? Que é o Rio dos Mortos, lá na Índia. E aí eu até comentei com a Sara que eu queria nadar no Ganges. E aí uma amiga minha, Marê, que já veio ao LendaCast, que é produtora de conteúdo também, que é influenciadora. A Marê, beijo Marê. Ela falou assim, amigo, eu tenho uma...
uma história pra te contar sobre o Ganji, o Rio Ganges, acho que é Ganges. Ela falou que ela tinha uma... Ela trabalhava numa agência, pelo que ela me contou, e tinha uma mulher lá, cliente dessa agência, que também era uma ricaça, que queria nadar no Ganji. Falou, vou pra Índia, vou me espiritualizar e vou nadar naquele Rio Ganges, que é o Rio dos Mortos. Ela contou que a mulher foi...
nadou, pegou uma bactéria no cérebro, ficou três meses internada e quase foi de arrasta, Sara. Falei pra tu, que não é uma boa ideia. Sara, pra você daquelas mães. Eu não falei! Não. Ai, Sara, mas pelo menos é uma mão que eu quero colocar na água. Quando eu fui pra Veneza, eu também fiquei nessa pira de colocar a mão na água.
Porque só sabe, você tá ali, eu tenho essa coisa de tocar. Não, não, mas é melhor não. Melhor não, né? Não. Melhor não. Então, eu acho que eu não vou nadar não, gente. Eu acho que eu vou só navegar. Quando eu for para o rio, navegar no rio Ganges, lá na Índia. Mas eu quero visitar a Índia em breve. Acho que eu vou colocar como minha meta pro ano que vem. Visitar o ano que vem a Índia. Vou ver se o Léo Lousada vai fazer um passeio pra lá. Vou com eles. Vambora, Sarah!
Vamos, mas antes você não vai fazer o convite para a viagem? Ah, verdade. Ó, seguinte. Quer viajar comigo para a Itália? Vamos viajar comigo para a Itália em novembro? A gente está falando de viagem, viagem, mas tem uma viagem marcada esse ano, em novembro de 2026.
Quem vai viajar comigo? Você. Eu e você na Itália, já pensou na Europa com um roteiro pensado para explorar lugares que eu já visitei e que sempre aparecem nas histórias que eu conto aqui no LendaCast. Qual que é o destino? A Itália, maravilhosa. Já começamos internacional, está vendo?
Como que isso vai acontecer? O LendaCast está com uma parceria bem bacana com a agência de viagens, inclusive Travel, que leva grupos com influenciadores para destinos incríveis ao redor do mundo. É uma experiência completa, com tudo organizado para você se preocupar apenas com uma coisa, curtir cada momento junto comigo lá na Itália.
A viagem acontece em novembro desse ano e tem duração de duas semanas. Então dá tempo de você se programar e também é super possível fazer a viagem, já que as condições de pagamento são muito facilitadas. Além disso, o pacote inclui café da manhã e jantar.
Essa viagem é uma imersão em cultura e lugares cheios de significado, incluindo histórias como histórias de Carlo Acutis e Padre Pio, além de conhecer os principais pontos turísticos de Roma. Mais informações que você tem aqui no QR Code. Está aqui, está vendo aqui? Aqui no QR Code, abre a câmera do seu celular.
direciona para esse QR Code. Aqui vai aparecer um link. Você clica nesse link e nesse link você pode tirar todas as informações com o pessoal da Inclusive Travel, que é essa agência que vai levar eu e vocês e a Sara para a Itália em novembro de 2026. Bora para a Itália em novembro? Venha conhecer os pacotes, beleza? Muito que bem. Os pacotes? Não, o pacote, porque só tem um pacote.
Beleza, senhoras e senhores? Vambora, Sara! Vambora! Vambora! Ó, esse ano vai ter muita coisa, viu, gente? A Maura falou aqui, ó. Dan, ano que vem faz uma viagem em setembro. Minhas férias é nesse mês. Ó, vamos pensar pro ano que vem, hein? Vamos pensar. Eu vou pra Índia antes, depois pra ver como é que é. Depois a gente vai pra Índia.
Qual que é a palavra do dia? Mozoleu? Eu amei mozoleu. Porque eu acho que tem tudo a ver com cemitério. Tem tudo a ver. Eu amo mausoléus e eu gostei que a moça comentou mozoleu, que ela falou que todo mundo vai feder no mozoleu.
Vamos todos feder no mozoleu. Vamos todos feder no mozoleu. Então comenta aí só mozoleu. Beleza? Vamos embora então? Vamos. O LendaCast solo.
Já vai terminar. O Lenda Cast Solo veio pra te assustar. Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. O Lenda Cast Solo acabou de acabar. O Lenda Cast Solo.
Acabou de acabar. Ei, lembrando que amanhã... Volta aqui na minha câmera rapidinho. Amanhã tem o coveiro Paulo Ocara pela primeira vez aqui no LendaCast pra contar histórias de cemitério de uma pessoa que trabalha realmente no cemitério. E aí, na quinta-feira, eu recebo aqui também... Ó, gente, eu acho que eu nunca recebi aqui um coveiro aqui no LendaCast. Eu não recebi, né, Sarah? Acho que a gente só... Ainda não. Só um coveiro que eu entrevistei lá em Paris, né?
Que é o Júnior Covas Então amanhã Júnior Covas, eu amo esse nome Então amanhã dia 26, terça-feira 18 horas, o coveiro Paulo Ocara Vem pra contar histórias de cemitério Aqui no LendaCast ao vivo Não perca, dia 28, quinta-feira Felipe Heiderich Acho que é Heiderich
Felipe Heiderich, que é teólogo, ex-pastor e LGBT, vem pra contar a sua história de superação, porque ele passou por muita coisa difícil. E na sexta-feira tem a parte 2 dos relatos de cemitério que não entraram nesse LendaCast de hoje. 18 horas também, tá bom? É sempre 18 horas. Ah, e que hora que é a live do Daniel Pires? 18 horas, tá bom? Eu tô trabalhando pra preencher toda semana. Então só falta um dia, né, Sara? Só falta um dia. Só falta quarta-feira, né, pra preencher.
Tá vindo aí. Tá vindo aí. Então, ó, estamos quase aí com a ideia é que quando bater 2 milhões tenha conteúdo de segunda a sexta aqui nesse canal. Beleza? Vejo vocês amanhã, então, junto com o Coveiro Paulo Ocara. Agora sim, vamos lá pra câmera geral?
Até o próximo LendaCast, o seu podcast de terror e horror para ouvir antes de dormir. Volta amanhã, comenta aí Mozoleu. M-O-Z-O-L-E-U. Mozoleu. Amei que a seguidora brigou comigo. Ah, todo mundo vai feder no Mozoleu. Então vamos todos feder no Mozoleu. Tô indo também postar uma arte bem legal dessa live de hoje lá no meu Instagram, Dampires Lenda. Aproveita e me segue lá no TikTok. Tem...
Todas as minhas redes, inclusive, gente, volta aqui rapidinho na minha câmera fechada. Gente, ó, tem muita gente me mandando alguns canais aqui no YouTube, falando, Daniel, esse canal é seu? Gente, de uma vez por todas, assim, eu só tenho um canal, que é esse. As minhas redes sociais são no endereço, arroba Dan Pires Lenda. Todas as minhas redes sociais estão verificadas.
O único que não está verificado é o X, que eu não uso muito, eu não alimento o X, tá? Mas também é Dan Pires Lenda. Então assim, tem um podcast com nome e tal. Não sou eu. Não sou eu, tá? O meu canal é Dan Pires Lenda. Verificado. Eu só tenho esse canal. Eu só tenho um Instagram, Dan Pires Lenda. Eu só tenho uma página no Facebook, Dan Pires Lenda. Eu só tenho...
Um Kawaii Dan Pires Lenda. Tudo outro não sou eu. Ah, mas ele está repostando seus vídeos. Eu já falei sobre repostar vídeos aqui. Qual que é a minha prática? Qual que é a minha lógica com os vídeos?
Eu já falei aqui, se você quiser cortar, fazer vídeos com cortes do meu podcast, pode fazer. Tá? Cortes curtos, fazer vídeos curtos. Não é pra pegar o podcast e postar inteiro na sua página, não. Vídeos curtos na vertical, ou até um vídeo, assim, na horizontal, 3, 4 minutos e tal, não sei o que. O que você não pode é replicar todo o meu conteúdo no seu canal. Mas fazer corte, pode fazer.
A não ser que eu ache que a pessoa está abusando. Pegou o corte editado, eu vou dar strike. Tá?
Pegou um corte editado da minha página e colocou na sua página, eu vou dar strike. A minha equipe de advogados vai dar strike. Só que assim, eu não vou ficar dando strike nessa galera toda, toda hora que tá pegando meus... Porque na internet é assim, gente. O pessoal pode fazer corte. Só que pra vocês não terem dúvidas, o meu canal é só esse daqui.
Qual que é a rede do Daniel? É Dan Pires Lenda? Arroba Dan Pires Lenda. São as minhas redes. Estão todas verificadas. Tá bom? Todo o resto não sou eu. A não ser que a pessoa esteja fazendo uma IA, né, Sarah? Com a minha cara. É aí. Eu falando fake news. Aí eu vou ter que derrubar. É complicado. Aí não pode. Mas, ai Daniel, posso fazer corte do seu podcast? Eu tenho só uma coisa. Pode, mas faz a sua edição. Beleza?
Beleza? Quanto tempo? Ah, gente, vídeos curtos, tá? Não vai pegar vídeo de 30 minutos, meia hora, vídeo inteiro e pôr no seu canal, que possivelmente eu vou derrubar.
Tá bom? Tem gente que já falou... Teve um canal uma vez que baixou um episódio inteiro do episódio do Lenda Cástica com o Jonan. E postou inteiro. Ainda ficou assim. Postou parte 1 e parte 2. Ainda ficou assim. Ansiosos pra parte 2? Olha. Aí é fácil, né? Não, claro que não. Eu venho aqui e produzo um conteúdo pra vocês, longo. Vocês vão lá e pegam inteiro o conteúdo. Ah, aí você quer. Como diria a minha avó. Mamar na vaca você não quer, né?
Minha avó que falava isso, mamar na vaca você não quer, né? Então quer dizer, vamos ter parcimônia, vamos ter simancol. Quer fazer vídeo curto, fazer um TikTok, um Instagram, uma página no YouTube com vídeos curtos meus e até 5 minutos editados por vocês? Pode fazer, tá? Pode fazer. Até vou perguntar para o advogado isso porque eu dando aval...
Se aconteceu uma merda um dia... É, então... Mas você falou que podia fazer. É, porque... Mas, Sarah, a gente tem controle na internet? Nenhuma. A gente não tem controle na internet. Né? A gente não tem. Então, assim, quer fazer corte? Pode fazer. Só que, assim, tenha parcimônia. Tenha... Tá? E se um dia eu pedir pra você deletar, você vai deletar, hein? Não acaba com o meu canal. É minha cara que tá lá, pô!
É seu trabalho. É meu trabalho. Exatamente, é meu trabalho. Mas é isso que eu tô te falando. Todos os meus canais são arroba Dan Pires Lenda. Beleza? Vambora, então? Agora sim. Até o próximo LendaCast, o seu podcast de terror e horror para ouvir antes de dormir. E lembre-se, mozoleu. Comenta aí, mozoleu. Tchau, Trevosa. Até amanhã, hein? Tô ansioso pra live de amanhã. Tchau.