HISTÓRIAS ASSUSTADORAS QUE ACONTECERAM NA ESTRADA | LendaCast Solo #88
Hoje vou ler relatos sobrenaturais de quem errou o caminho e acabou parando em um lugar assustador. Isso já aconteceu com você?
- Aparicao na estradaErrei o caminho e fui parar em um lugar assustador · Casa abandonada com caveira de boi · Perdido em condomínio de chácaras sem sinal · Carro parou sem motivo em estrada perigosa · Visão de entidade em estrada · Aparência de túnel para outro lugar · Encontro com espírito que ajuda · Visão de mulher de bicicleta branca · Homem pegando fogo em viaduto · Visão de túnel para lugar abandonado · Curva da morte e celulares desligando · Abertura de portal para outra dimensão · Trabalho em cemitério e túmulo pedido · Mulher desfigurada no banco de trás
- Mudanças na programação e livesLive patrocinada sobre filme Passageiro do Mal · Mudança de data do LendaCast Solo para terça-feira · Recebimento de relatos em áudio · Próxima live com Tiago Lima sobre teorias da conspiração
- Viagem para a ItáliaParceria com agência Inclusive Travel · Roteiro em Assis e San Giovanni Rotondo · Visita a santuários e locais religiosos · Pacote com passagens, hotéis e translado
- Filmes de TerrorGrupo de mergulhadores morre em expedição · Exploração de cavernas submarinas · Morte por descompressão
- Justificativas de Não ComparecimentoTentativa de convidar Padre Christian Shankar · Recusa de Frei Gilson por agenda cheia · Política de transparência sobre convidados
- O papel do humor e da brincadeiraTrend 6x7 com gesto de mãos · Brincadeiras antigas como Antônio Nunes e Peitinho · Discussão sobre apelidos
- Sistema de membros Canal DiárioVídeo sobre vagas assombradas · Planejamento de LendaCast no teatro · Ideia de fus
- Modelo de Negócio no YouTubeAtualização de preços para membros · Aumento de R$ 7,99 para R$ 8,99 ou R$ 9,99
- Filme: All of a SuddenSérie de terror sobre cidade misteriosa · Teorias sobre a série
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Tum, tum, turum, turum, turum, turum, turururururum, turum, turum, turum. O LendaCast solo já vai começar.
O LendaCast solo veio pra te assustar. Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey! Pam, pam, pam, pam. Uh, pam, pam, pam. O LendaCast solo acabou de começar. Hey! Pam, pam, pam.
Parampampampampam O LendaCast solo acabou de começar Hey! Olá, trevosos e trevosas, seres das trevas
Aqui é Daniel Pires, em mais um episódio do LendaCast Solo, o seu podcast de terror e horror para ouvir antes de dormir. Por que o LendaCast Solo está acontecendo terça-feira, Daniel? Mudou a data e você não avisou a gente? Não, não mudou a data, definitivamente. Mudou a data só hoje, só nessa terça-feira.
dia 19 de maio de 2026, porque ontem nós fizemos uma live patrocinada, eu e Mabê, nós fizemos juntos uma live para falar do filme Passageiro do Mal.
que inclusive estreia nessa semana, dia 21, próxima quinta-feira. E aí, quando é dinheiro, quando é patrocínio, a gente só obedece. Eles escolheram essa data, eles queriam a data de segunda-feira.
Amabê também parece que só podia ir de segunda-feira. Então nós fizemos o LendaCast com o convidado ontem, que foi uma live patrocinada. E hoje, terça-feira, dia 19, LendaCast solo, o que não é comum, porque o LendaCast solo é de segunda-feira, mas só nessa semana, tá, gente? Semana que vem voltamos à nossa programação normal. Inclusive tem live nessa quinta-feira também.
Na próxima quinta agora, que é dia 21 de maio. Quem vem aqui é o... Já falei ontem, né? É o Tiago Lima. A gente vai falar de teorias da conspiração. O Tiago aí que está indo para bastante podcasts falando sobre teorias da conspiração. Vamos falar na próxima quinta-feira, beleza? E na live de ontem eu dei uma ideia de qual seria o tema dos relatos de hoje. Né?
E aí eu pensei num tema que seria o seguinte. Sabe quando você viaja pra um lugar e você erra o caminho, você entra ali numa rodovia diferente?
Ou você erra a entrada e continua andando pela estrada? Meu Deus, onde eu estou? Sabe assim? Pois é. O tema de hoje é Errei o caminho e fui parar em um lugar assustador. Já aconteceu isso com você? Já aconteceu isso com você, Sara Luar? Boa noite. Boa noite. Já foi para um lugar assustador assim? Errou o caminho e foi embora?
Não. Não? Nunca. Nunca errou? Acho que não. Uma vez eu errei o caminho, eu não fui parar num lugar assustador, mas eu quase cabo a minha gasolina no meio da estrada. Tava de noite? Era pra eu entrar na... Não, tava de dia, mas eu ia fazer um trabalho lá em Limeira, no interior de São Paulo. E aí eu acabei indo reto, não entrei assim na entradinha de Limeira.
E aí tive que fazer uma volta, passar um pedágio e não tinha posto de gasolina no meio da estrada e quase que eu fico na rua. Chamou o guincho. É, imagina. Ainda bem que nunca fiquei sem gasolina. Duas vezes quase fiquei. Mas então você também não foi pra nenhum lugar assustador. Não, ainda não. Ai, que bom. Ainda, né? Ainda. Porque tem muita gente aí que...
Pelos relatos que a gente recebeu e que vamos receber muita gente que errou o caminho e foi para lugares assustadores. E errou o caminho do quê? Da viagem, né? Estava fazendo uma viagem, estava indo para algum lugar, errou o caminho e foi para lugares assustadores. Ó, seguinte...
Como vai acontecer a live de hoje? Eu não sei o que aconteceu. Eu acho que as pessoas estão acostumadas a mandar relatos para as lives de segunda-feira. Porque nós recebemos poucos relatos hoje.
Tá? E aí eu acho que é porque o pessoal não tá acostumado com lenda cast de terça, né, Sara? Acho que sim. Eles mandam todos na segunda noite. Eu libero o tema no domingo à noite e aí chega até segunda noite e a gente libera, a gente lê os relatos que chegaram. Só que como é, teve ontem, eles falaram assim, ah, não vou mandar. Então a gente recebeu poucos relatos hoje. Sendo bem sincero com vocês, eu falei, ué, o pessoal não mandou, acho que o pessoal tá acostumado com isso, né? Também a gente muda a agenda. Quem manda mudar a agenda?
E aí, o que eu pensei? Como vai funcionar a live de hoje, então? A gente recebeu alguns relatos, a gente leu, só que a gente vai ler só dois hoje. Eu não ia ler nenhum, mas eu escolhi dois ali, muito legais, para ler. E aí, os outros a gente vai fazer em áudio. Lembra que a gente fez uma vez e deu super certo, né, Sara? Sim. Que o pessoal mandou em áudio pelo... Instagram. Direct do Instagram. Então, vai funcionar da seguinte maneira.
Já aconteceu com você de você errar o caminho e ir parar em um lugar assustador? Ontem a Mabe veio, contou um relato mais ou menos assim, que ela foi parar numa vila com a mãe dela, numa vila toda abandonada, que tinha mercadinho abandonado, casas abandonadas. E aí depois ela tentou voltar lá e não conseguiu. Então talvez fosse sete além, né? Mas se você tem relatos assim, grava um áudio de até no máximo um minuto e meio, tá? Um minuto e trinta segundos. Não vai gravar áudio de dois minutos, cinco minutos.
Uma vez mandaram um áudio para mim de cinco minutos. Falei, gente, não dá para... Mandaram um podcast. Não, é mandaram um podcast. É um podcast dentro de um podcast. Nossa. Então você vai mandar. Enquanto eu leio esses dois primeiros relatos que mandaram para cá...
você vai mandar o seu relato em áudio pra onde? Lá no direct do meu Instagram. Meu Instagram é arroba danpireslenda, beleza? O mesmo arroba daqui do YouTube. Então, vai lá no... Fábio Almeida. Dan, você libera só de domingo à noite? Brincadeirinha. Não, Fábio, eu libero quando eu tô com vontade de liberar.
Gente, dá licença. Eu sou ativa. Lembra desse vídeo do Paulo Gustavo? Que o... Como é o nome dele? Ai, menino. Eu fiquei sem o nome do outro ator agora. O outro lado. O que fazia com ele. O outro lado. O que faz o Ferdinando. Sei. Ele fala pra ele assim, sabe o que eu gosto de você? Que você é uma bicha afeminada, mas é ativa. Aí o Paulo Gustavo fala, sou. Onde dele é o peito dele.
Gente, eu sou ativa. Dá licença. Saudoso Paulo Gustavo. Adorava o Ferdinando. Adorava as esquetes dele. Mas respondendo a pergunta do menino aqui, do Fábio Almeida, eu libero... Liberar o quê? Liberar o quê?
Libero mesmo, sofá, sofacinho pra você. Ó, vamos lá então, então faz o seguinte. Já aconteceu com você, tem algum relato nesse sentido? Você tava viajando e errou o caminho e foi parar em um lugar assombrado, um lugar assustador, um lugar estranho, que você não encontrou nunca mais.
Grava um áudio de até 1 minuto e 30 segundos e manda no meu direct do Instagram. Beleza? Muito que bem. Vamos começar os relatos da noite, então, Sara? Bora. E aí você já solta aí, então, a nossa trilha. Lembrando que daqui a pouco eu vou falar da viagem. Vou deixar aqui o QR Code aparecendo da viagem, porque não se esqueça. Já apareceu aqui, bonitinho aqui. Não se esqueça que... E aí
Nós vamos viajar para a Itália em novembro, hein? Vamos viajar para a Itália em novembro. Já está se programando aí para a gente conhecer, ver juntos, Carlo Acutis, ir no santuário do Padre Pio, irmos viajar pela bela Itália. Daqui a pouco eu falo mais detalhes para você. Vou começar os relatos e daqui a pouco a gente vai relembrar como que vai ser essa viagem em... Relembrar não, vamos... Eu vou te refrescar a memória sobre essa viagem que a gente vai fazer em novembro.
Beleza? Muito bem. Nossa, gente, o povo tá muito engraçadinho hoje, né? Maringou o Felipe, Dan, vocês amavam as escates dele, Togag. Gente, o povo tá muito engraçadinho hoje. Hoje? Como diria minha avó, é... Comer o palhacito. Não é Virgem Maria, mas tá cheia de graça.
Minha avó falava isso pra mim. Não é Virgem Maria, mas tá cheio de graça, né, hoje. Vamos pro primeiro relato da noite? Vamos apagar as luzes, então? Hoje eu não esqueci, ó. Eu fico olhando pra cá, gente, porque eu tô me vendo no monitor, igual a Lady Gaga no Fantástico. Ela ficava olhando assim, ó.
bonito, né? Já deixou o seu like? Já deixou a sua curtida? Lembre-se que pela curtida o YouTube entende que vocês estão gostando deste vídeo. Se você está gostando, deixa aí a sua curtida. Não esqueça. Beleza? Beleza. Vamos para o primeiro relato da noite com esse tema?
Errei o caminho e fui para ali em um lugar assustador. Esse primeiro relato de hoje é da Camila. A trilha já entrou, né? Eu perguntei, mas não... Já, já entrou. Já entrou. Hoje eu tô perdidinho da Silva. É que eu acho que mudou os horários, mudou a rotina. E aí eu tô perdido. Fica... Eu não sei o que acontece. Eu não sei se vocês são assim. Eu gosto muito... Eu não gosto muito de rotina. Eu gosto de dar uma mudada, uma diferenciada, mudar de posição.
Mas eu não gosto muito da rotina. Mas a rotina, ela me faz conseguir fazer as coisas. Então, por exemplo, eu sei que todos os dias eu tenho live de 18 horas. Eu sei que a Sarah chega aqui em casa 4, 4 e meia pra arrumar as coisas. Então, eu sei que até 4 horas eu tenho que ir pra academia, almoçar, voltar pra Sarah chegar pra arrumar as coisas e pra me arrumar também pra live. Então, eu tenho uma rotina, eu consigo. Quando muda a minha rotina... Muda tudo, se perde.
Perdido. Eu já fico perdido. Primeiro relato da noite é da Camila. Ela diz o seguinte. Boa noite, Daniel. Tudo bem? Tudo bem, Camila e você? Adoro LendaCast. Escuto quase todos os episódios enquanto faço minhas coisas no dia a dia. Treinando, limpando a casa, dirigindo. Olha, estou com vocês em todo momento. E lembrei de uma história que aconteceu comigo há uns 10 anos. E que até hoje me dá arrepio só de lembrar.
Na época, eu ainda namorava o meu marido. Então, na época, ele era namorido. Hoje, ele é marido. A gente tinha decidido fazer uma viagem romântica para uma pousada em Juqueí. Eu tenho uma história com Juqueí. O lugar que eu errei foi parar em Juqueí. Depois eu conto. Mas não é uma coisa muito estranha, mas eu conto.
Então ela foi com o namorado dela na época, que hoje é marido, para uma viagem romântica para uma pousada em Juqueí, que é, pelo que eu sei, uma praia do litoral norte aqui de São Paulo. Dessas mais afastadas, no meio da natureza, bem clima de casalzinho apaixonado mesmo.
Só que era uma outra época, né? Não existia o Waze, Google Maps. Era aquele GPS portátil que parecia mais um rádio de carro futurista e que, sinceramente, acertava metade do caminho e inventava outra metade. Gente, GPS. Você teve GPS, Sara? Desse jeito aí, não. O que ela tá falando? A Sara já é a geração Waze.
Vem que a gente fala da Sarah, assim, Sarah, Sarah, como se fosse novinha, mas a Sarah tem quantos anos, Sarah? 45? 49. 49. 49. Quanto anos você tem, Sarah? 26. 26. É, você é uma geração antes da minha. É. Eu ainda lembro que eu consegui alugar até... Fita na locadora. Fita, isso, na locadora. Depois o DVD. DVD, é. Eu passei por todas essas fases.
Bom, então ela estava usando um GPS e ela disse que a gente estava descendo a serra num fim de tarde meio acinzentado, fora de temporada. A estrada estava completamente vazia, sem carro, sem movimento, sem posto de gasolina, sem nada. Só mata, mata gal dos dois lados e aquela neblina leve típica da serra. Do nada, o GPS mandou virar à direita.
Vire à direita. Agora. Meu marido ficou na dúvida, mas como não conhecíamos o caminho, ele entrou à direita. O problema é que aquilo não era uma estrada. Meu Deus, era praticamente um barranco. Morro de medo. Imagina, Sarah.
Barranco. O carro começou a descer por um caminho estreito de terra, cercado de mato, fechado dos dois lados. Quanto mais a gente descia, mais estranho ficava. Não tinha iluminação, não tinha placa, não tinha sinal de vida. Só aquele silêncio absurdo da mata. Meu Deus do céu. Até que chegamos lá embaixo.
Tinha um portão velho e uma casa muito estranha no fundo do terreno. Eu nunca vou me esquecer aquela cena. A casa parecia abandonada, mas ao mesmo tempo dava sinais de que alguém morava ali. Na frente tinha correntes penduradas, latas velhas, objetos enferrujados e o que mais me marcou? Uma caveira de boi presa na entrada. Acho que era a alçada do boi, né?
Aquela cabeça, né? Uma cabeça do boi presa perto da entrada. Era um próprio cenário de filme de terror. Nisso, um senhorzinho saiu da casa bem devagar e ficou olhando pra gente de longe. Sem falar nada. Só nos observando, meu Deus. Meu marido, na mesma hora, não é aqui, gente. Não é possível que seja aqui.
E aí bateu o desespero. Ah, eles estavam indo pro lugar. É isso? É, tava indo. Eles estavam indo, eles não estavam voltando. Pra mim, na minha cabeça, não sei porque eles estavam voltando. Não, tava indo ainda. Tava indo pra uma pousada. Chegou numa pousada com um bicho morto. Aí bateu o desespero. O caminho era tão estreito que não dava pra virar o carro pra voltar. Não tinha espaço nenhum pra sair dali.
Pra sair dali, ele teria que subir tudo de ré naquele barranco de terra. Meu Deus! Isso com um palio 1.0 manual que sofria até no asfalto. Imagina o carro. Eu lembro da sensação até hoje, Daniel. Meu coração disparado, aquela mata silenciosa. O homem parado olhando pra gente. E o carro morrendo toda vez que tentava subir.
Ah, eu já ia tentar conversar. Ô, opa! Opa! Boa tarde! Empurra aqui. Ô, campeão! Beleza, beleza, ó. Mandaram pra cá, hein? Na minha cabeça, a gente tinha entrado sem querer em algum lugar onde não deveria entrar.
E eu só pensava, meu Deus do céu, se isso fosse à noite, acabou. Verdade, né? Depois de várias tentativas, meu marido conseguiu pegar embalo o suficiente para subir. Quando o carro finalmente voltou para a estrada principal da serra, eu senti um alívio tão grande que eu comecei a rir de nervoso. Imagina!
o véio do nada na casa dele, aquela musiquinha. Por que essa música? Já tem música de uma coisa texana. É. E aí, oxe, o que tu quer aqui? Aquele carro palio descendo com tudo.
No fim, encontramos a pousada certa. A viagem continuou e deu tudo certo. Mas até hoje, quando eu vejo aquelas estradas da serra, todas vazias, eu lembro daquela casa no meio do nada e daquele senhor parado, só observando a gente ir embora. Gente do céu! É pesadelo, né? Meu Deus. Imagina se esse cara saca uma arma. Acabou. Vocês vieram fazer o que aqui?
Pode dar ré. Meu Deus do céu. Imagina o carro lá. Sofrendo. Passado, querida. Vamos para o próximo relato? Vou intercalar um pouquinho aqui. Vamos agora ouvir um relato. É por isso que eu tenho bastante receio dessa coisa de entrar em lugares que o GPS manda a gente. Na sua época era GPS, né?
hoje em dia tem um aplicativo que eu uso que ele manda pra um lugar uma vez eu entrei numa favelona eu sei que hoje em dia vamos lá, pra não ser cancelado essa internet, mas eu sei que hoje em dia não se fala mais favela, né mas uma vez eu entrei Sara, eu juro pra você era tão estreita a rua que eu falei pronto agora porque gente, vamos falar também, é perigoso peço
Tem lugar que você entra, principalmente no Rio de Janeiro. Já teve casos assim. Tomou um tiro. Gente que entrou no meio da favela e tomou tiro. E morre. Sim. Quando eu fui pro Rio, eu fui de carro. Só fui uma vez, né? E aí eu fui de carro e meu pai não conhecia nada lá. E avisaram pra ele, cuidado onde você vai entrar, porque aqui você pode tomar um tiro. E aí meu pai ficou cagado, né? Mas deu tudo certo. Meu Deus do céu. Não, tenho medo. Porque às vezes, queridos, os...
O aplicativo Entre a Direita. Ele fica com aquela vozinha, né? Entre a direita a 300 metros. Aí você entra. Quando você vê, não tem mais volta. Lero, lero. Acabou. Nossa, esse episódio do Chapolin. Vocês lembram desse episódio do Chapolin? Que o Chapolin tá em Marte. Em Vênus, eu acho. Aí ele pega um rádio assim. Aí ele...
Vênus chamando, Vênus chamando aí, Terra respondendo você lembra desse episódio? não lembrei agora aí ele fala Vênus chamando aqui é o Chapolin, Vênus chamando Terra respondendo aí ele fica assim Terra respondendo aí ele, não podemos regressar, não podemos regressar Lerulé Lerulé
Eu indo sozinho. Lero, lero. Fala tudo assim. Esse era o Chapolin. Esse era o Chapolin. Ele tá em Vênus. E aí ele fala... Gente, do que eu lembrei agora. Vamos pro próximo relato? Pra você que tá chegando agora.
Eu estou ouvindo ou lendo relatos de pessoas que foram para algum lugar, erraram o caminho da viagem e foram para algum lugar assustador. Vamos ouvir agora o próximo relato da noite, só que em áudio, que é da Isabelle. Vamos ouvir.
Oi, Dan, boa noite. Meu nome é Isabelle. Sou muito fã do seu canal. Obrigado. E não vejo a hora de chegar o tour pra gente se encontrar na Hora Expo. Boa. Meu relato é uma vez que eu e meu namorado estávamos fazendo caminhada. Eu sou hoje de Bauru, né? Que é o interior de São Paulo. Conheço. E nós estávamos fazendo caminhada em um condomínio de chacras que ficava perto de um bairro onde eu morava. Uhum.
E aí a gente andando, do nada a gente entrou num lugar sul que não tinha uma casa, não tinha uma vida, não tinha uma árvore, nada. Só tinha uns postes, a gente não sabia nem como voltar, nem como sair de lá. Pegamos o celular pra abrir o GPS e a gente não tava em lugar nenhum do GPS, era muito estranho porque não aparecia em lugar nenhum.
Mas o celular estava com sinal. A gente ficou andando por duas horas nesse lugar. Não encontramos ninguém, não encontramos um animal, uma árvore, uma casa. Até que, enfim, a gente conseguiu chegar numa rua desse condomínio para conseguir ir para casa. Essa caminhada rendeu umas três horas. O cardio, pelo menos a semana inteira, foi feito. Beijo, Dan. Beijo, Trevoz.
Beijo, Isabel. Imagina! Eu paro e peço um carro. Eu paro! Como vai pedir o Uber pra falar assim? Lero, Lero, como que você vai entrar num lugar... Gente do céu, Isabel, ela falou que não tinha um cachorro. Meu Deus. Não tinha um animal.
Uma vida. Gente, imagina, não tinha uma vida. Ó, pra você que tá chegando agora, eu tô lendo relatos e ouvindo também, pode mandar o seu relato agora. Se você não mandou, pode mandar agora. Hoje tá aberto. Geralmente eu não deixo mandar durante a live, mas pode mandar, porque hoje como mudou um pouquinho o cronograma, pode mandar o seu relato.
Lá no direct do meu Insta. Manda um áudio igual a Isabelle mandou. De até um minuto e meio. Até no máximo um minuto e trinta segundos. Não vai mandar áudio de dois minutos, três minutos. Que é muita coisa. Um minuto e meio. Com esse tema. Estava andando. Entrei no lugar errado. Estava viajando. Entrei no lugar errado. Errei o caminho. E fui parar no lugar assustador.
Acontece muito. Manda aí pra gente. Quero ouvir. Manda lá no direct do Insta. Pode mandar, tá? Enquanto você... O que é isso aqui, gente? Susto. Não nada. Ai, gente, a gente vive essa era. A gente vive essa era, né? Antes de ligar... Meu Deus do céu.
Bora pro próximo relato da noite. Bora pro próximo relato da noite, que é da Mariana. Mariana, te dou. Mariana, calor. Mariana, parte minha. Mariana, minha flor. Já viu essa música? Não. Sarah, fala uma música que você gosta aí, pra ver se eu gosto do seu gosto musical.
Ah, eu sou do rock. O que você gosta? Ah, Iron Metallica. Não conhece, né? Conheço Metallica. Conhece? Canta aí uma da Metallica.
Gente, não sei. Mas eu só conheço o Metallica. O Metallica é aquele que tem o Ed, a caveira lá. Não, esse é o Iron. Iron Maiden, é verdade. Iron Maiden. Eu conheço o Metallica, mas... Ah, é que eu sou o meio do pop também, né? A Lady Gaga fez um show com o Metallica uma vez, não foi? Foi com o Metallica e com o Rolling Stones também. Ela fez. Foi. Não foi nada. Mas uma música que você gosta, assim.
Ah, no momento tô muito do Paramore, Holly Williams, conhece? Paramore eu conheço aquela Only Exception, é a única. Então, a Holly Williams é a cantora do Paramore, que agora ela tá em turnê solo. É a única que eu conheço essa daí, que eu acho meio tristinha essa música. É, mas é de amor, não é triste. Não é triste, é de amor. Não, ela tá falando que você é a única exceção dela.
Não é assim? É isso mesmo. Ai, gente, não. Eu já passei. Esses dias eu estava ouvindo Marisa Monte e já fiquei depressivo. Nossa, ele também, né? Vamos para o próximo relato da Mariana. O nome do relato é O carro parou sem motivo. Oi, Dan e Sara. Tudo bem? Me chamo Mariana. Sou de uma cidade do interior de São Paulo chamada Mococa. Eu acho que Mococa é minha professora de português do primeiro ano da faculdade. Professora Vilma Lemos.
É de Mococa. Era de Mococa. Nossa, gostava muito, gostava, não gosto muito da Vilma. A Vilma mora em São Caetano. Beijo, professora Vilma. O meu relato aconteceu há mais ou menos uns 15 anos atrás. Eu estava voltando de carro com meus pais por volta das 10 horas da noite de uma cidade, que é divisa da minha, chamada São José do Rio Pardo. Vale ressaltar que é uma estrada cheia de curvas e sem acostamento.
A estrada é conhecida pela quantidade de acidentes com óbitos que tiveram justamente por ser muito perigosa. E muitas pessoas relatam que já viram aparições nessa estrada. Bom, voltando ao relato, estávamos retornando para a minha cidade. Estava aquela chuva fina, típica de filme de terror, quando em certo momento da estrada o carro simplesmente desligou.
E parou. Meu Deus. Imagina. Meu pai dava partida e nada. Ficamos uns 10 minutos tentando. Dava partida no carro e nada. Quando em determinado ponto vimos algo vindo em nossa direção como se fosse uma pessoa. Meu Deus. Foi chegando perto. Mais perto.
Meu pai, muito católico, começou a rezar a oração de São Bento e pediu o seguinte, que isso que está vindo perto de nós deixe a gente sair e encontre a paz que precisar. É um mecânico vindo, né? Querendo ajudar ele. Sai, sai, sai demônio, sai demônio, sai demônio, é um mecânico. Mas eu vim ajudar. Dá licença.
O pai dela rezava assim, ó, que isso que está vindo pra perto de nós nos deixe sair em paz e encontre também a paz que precisa. Ele já estava falando que era uma entidade sem paz. Deu a partida e o carro pegou. E a chuva logo parou e fomos embora.
Não falamos mais sobre isso, porém ficamos muito assustados com aquilo que a gente viu. Será que era de noite? Era de noite? Acho que era, né? Porque eles não estavam vendo, né? Aqui, ó, é por volta das 10 horas. Ela fala por volta das 10 horas da noite. Hum, não me atentei.
No outro dia, meu pai mandou o carro para o mecânico olhar e contou tudo o que aconteceu. Falou o local onde aconteceu, o mecânico olhou o carro e disse que não tinha motivo para isso ter acontecido. E ele perguntou qual local isso aconteceu. O mecânico deve ter perguntado, que local que o seu carro parou? E aí o pai contou, foi no local tal, assim assado e tal. E aí o mecânico falou para o meu pai.
Foi nesse lugar que a minha sobrinha morreu. Acredito que, de certa forma, ela parou o carro para pedir ajuda e mandar algum tipo de recado. E certamente, conseguiu. Gente, será que o espírito conseguiu parar o carro? Eita, mas qual foi o recado, afinal das contas? Então, talvez foi um recado do tipo, ó, eu morri aqui porque sabia que ia levar lá no tio dela.
Tipo, a minha tia é mecânica, se eu parar um carro aqui, de uma pessoa que conhece ele, vai levar lá. Ótimo. Bora, então. Bora parar esse carro. Mecânico bom esse também, né? Que não arrumou problema. Tem uns que o carro tá ótimo, e eles botam mil problemas lá, né? Ah, é. Esse aí foi honesto. É, tem um pouco disso também. Esse daqui seu carro tá possuído. Vamos pro próximo relato da noite? Vamos pro próximo relato da noite? Pra você que tá chegando agora,
E quer enviar o seu relato? Pode mandar. Eu estou recebendo relatos em áudio nesse LendaCast solo de hoje, dessa terça-feira, dia 19 de maio, que era para ser ontem, mas está acontecendo hoje, porque ontem foi uma live patrocinada com a Mabê. Inclusive, assistam. Está bem legal sobre o filme Passageiro do Mal, que estreia nos cinemas no próximo dia 21 de maio, da Paramount Pictures Brasil. Beleza?
Vamos para o próximo relato da noite, que é da Ana Soares. Se você está chegando agora, nós estamos... Eu estou lendo relatos que eu estou recebendo agora no direct do meu Instagram. Manda em áudio o seu relato, tá? Com o tema... Errei o caminho e fui parar em um lugar assustador. Você estava viajando?
Errou o caminho e foi parar num lugar estranho? Seu carro parou no meio da estrada? Aconteceu uma coisa bizarra? Manda pra gente. Relatos da estrada, beleza? Vamos ouvir o próximo relato, que é da Ana Soares. E é nesse tema. Vamos lá. Oi, Daniel. Oi, Trevoso. Eu sou a Ana. Oi, Ana. E vou contar pra vocês, nesse áudio, uma história que aconteceu comigo. Quando eu tinha 14 anos, meu pai tinha falecido há pouco tempo. E eu morava sozinha com a minha irmã. Minha irmã já tinha 18 anos na época.
e teve uma noite em específico, assim, eu fiquei muito triste, sabe, quando ele faleceu e tudo, eu fiquei muito afetada, eu quase tive uma depressão, e teve uma noite específica que eu tava dobrando as roupas no meu quarto, essa casa tinha dois quartos, um ficava comigo e outro com a minha irmã, e aí eu escutei uma gargalhada demoníaca, tipo, ha, ha, ha, ha, ha, demoníaca, sabe, é...
Eu fiquei olhando assim, parecia que vinha do teto, olhava pra cima e não via nada, não via nada. Eu só escutava aquela gargalhada demoníaca. E aí eu saí do meu quarto, isso foi umas seis horas da noite, eu saí do meu quarto e já encontrei minha irmã vindo no corredor pra cozinha. Que era onde ficava o meu quarto. E aí eu perguntei, você tá escutando? Você ouviu uma gargalhada? Ela disse, não, não ouvi nada. Aí eu fiquei tipo, mas eu escutei agora. Aí eu contei pra ela o que tinha acontecido.
Mas, assim, minha irmã nunca ouviu nada. Mas eu tive muitas experiências, sabe? Sobrenaturais. Pelo menos quando eu era mais nova. É isso. Beijos, Dan. Cheiro. Beijo, Ana. Só que com o tema... Foi longe. O tema foi com Deus, né? Foi longe. Ela ouviu uma gargalhada, mas o tema de viajar foi embora, né?
Mas tá bom, foi um relato muito bom, muito obrigado. Ouviu uma risada. Bom, mas assim, né? Eu acho, Ana, que se é uma risada que te assustou, acho que não era o pai não, né? Imagina, o pai morreu e ainda queria assustar a filha. Rindo desse jeito. Rindo... É, se bem que é o pai, né? Se fosse meu pai, já daria um fecho, já. Para de gracinha.
Seu pai é brincalhão ou seu pai é mais sério? Ah, ele é mais sério. Mais sério? Ele é mais sério. É, tem pais que são... O meu pai também, na verdade, ele não faz muita piada. Ele é mais sério também. Mas ele não é uma pessoa fechada. Ah, não, é. Meu pai também não. Ele é meio chato de vez em quando, mas ele não é uma pessoa fechada. Minha mãe não gosta muito de brincadeira. Eu fico cantando umas músicas pra minha mãe e ela fica brava comigo.
Ah, minha mãe já é mais das brincadeiras. Às vezes ela pega a minha guitarra lá e dança e canta. Você tem uma guitarra? Eu tenho uma guitarra. Você toca guitarra? Não. Ué? Não toco.
que vem. Não toco. Ah, deixa a voz de enfeite. Um dia eu vou aprender. Aprendi. Eu fui aprender a tocar violão uma vez. Gente. É difícil, né? Não tenho aptidão nenhuma. Não consegui fazer sequer uma nota. Nossa, nem eu. Quando eu peguei ele tava também. Nossa, o pessoal com o negócio do dedo. É, vixi. Aquele dedo faz nota. Eu assim, pelo amor de Deus. Nossa, eu tenho que mexer todos os dedos ao mesmo tempo. Mexe dedo. Não, não, não. Pelo amor de Deus. Não tenho aptidão nenhuma pra tocar instrumento.
Vamos para o próximo relato da noite, que é do Brian Oliveira. Para você que está chegando agora, quiser mandar o seu relato sobrenatural com o tema estrada, o tema fui para um lugar assombra... fui para um lugar não, errei eu... Estou viajando, errei o caminho, fui para um lugar estranho, manda aqui para a gente, beleza? O Brian Oliveira mandou o relato dele, que diz o seguinte...
Oi, Dan, oi, Sara. O meu relato aconteceu esses dias atrás, tá? Eu sou de Santa Cruz das Palmeiras. Faço iniciação científica na USP de Pirassununga. Um dia, fiquei até tarde da noite no laboratório processando as minhas amostras. Coisa de pesquisador, que eu não sei o que é isso. Saí de lá, era por volta da meia-noite, e vim embora pra Santa Cruz. Dan.
Eu vinha vindo pela estrada e parecia que sempre eu estava no mesmo lugar. A estrada parecia igual, sempre igual, demorando muito para chegar. Detalhe que as cidades são coladas, mais ou menos uns 30 minutos de distância uma da outra.
Eu não sei o que aconteceu. Sei que demorou muito pra eu chegar. Cheguei em casa mais de uma hora da manhã e detalhe, não tinha carro nenhum na estrada. Não sei o que houve, só sei que foi macabro e fiquei com muito medo. Rezei muito. Será que fui pra... Sete Além? Será, Sarah? Será?
Será que a gente entrega o coração? Estão perguntando como enviam os relatos. Para você enviar os relatos, vai lá no meu. Hoje, como a live está acontecendo num dia diferente de segunda-feira, eu estou liberando geral hoje. Eu estou liberando. Hoje eu não vou dar, vou distribuir. Quem é essa frase? É, Vanesca Popozuda. Não. Lógico que é. Não. De quem? É da Vanesca, será? Eu sei que é da Bruna Surfistinha.
Mas é a Valesca. Ah, então deve ser a Valesca cantou. Hoje eu não vou dar, eu vou distribuir. Será que é dela? Ah, deve ser que depois ela pegou, então, da Bruna Suficinha. Não sei se é da Valesca ou da Bruna Suficinha. Então, pra você que tá chegando agora, hoje eu tô liberando geral pra você mandar o seu relato agora, durante a live. Pode mandar agora, ó. São 18 horas e 44 minutos dessa terça-feira, 19 de maio.
de 2026, pode mandar ao vivo agora pelo direct do meu Instagram. Vai lá no meu Insta, aproveita e me segue. Se você não me segue, arroba DanPiresLenda e manda por lá. Pode ser em áudio, pode ser escrito. Beleza? Se for em áudio, até um minuto e meio, tá bom? Porque podcast já basta o meu, aqueles lágrados. Vamos para o próximo relato da noite que é do Marlon, o Marlon Trintinaya. Trintinaya. Mandou um relato em áudio, vamos ouvir.
Fala Dan, boa noite. O meu relato é quando eu tinha mais ou menos uns 14 anos, pra ser breve eu tava saindo da minha casa pra ir jogar videogame na casa dos amigos, era por volta de umas 20 horas, bem escuro, na frente de casa tinha uma mata verde, né, e quando eu tava abrindo o portão, simplesmente deu um clarão.
Eu lembro como se fosse hoje. Naquele momento foi como se tivesse aberto um portal, alguma cidade paralela, em que eu encerguei muitos seres. Naquele lugar que apareceu. E foi algo de segundos, 20, 30 segundos, e já voltou ao natural. Foi como se tivesse aberto alguma fenda, algo do tipo. Então, não sei até hoje o que era.
Nossa, 14 anos. Isso é uma verdadeira viagem, né? Sim. Você abre a porta. A pessoa tem dois segundos vendo um outro universo? É, eu acho que eu já tô ficando maluca. Já vou atrás de ajuda porque eu sou assim. Já volto pra casa, né? Gente do céu. Imagina, você tá saindo de casa igual o Marlon contou aqui no relato dele. E E
Abre assim aquele... Você vê outro universo, fica maluco, eu acho. Muito fora, né? Você não tá acostumado com a cabeça, assim, né? Muito fora da realidade. Tem um... Um dos primeiros relatos de... De universo paralelo, né? Dessas viagens ao universo paralelo que... Que eu ouvi. Foi o de um homem que... Ele tava com um amigo dele... Fazendo broderagem, brincadeira. Ele tava com um amigo dele em casa.
Eles estavam tomando uma cerveja, estavam tomando cerveja ali, né? Ah, estavam jogando videogame, enfim, dois jovens. E aí, isso nos anos 90, tá? E aí eles estavam ali ouvindo música, ouvindo metálica, ouvindo música. E aí um deles fala assim, vai lá na cozinha pegar mais cerveja pra nós. Aí ele fala, vou lá, vou lá. Aí na hora que ele tá indo...
Esse cara foi pegar cerveja. Ele acende a luz da cozinha. Ele vê um homem sentado com um jornal. Tipo um homem de chapéu, assim, com roupa, um terno. Com o jornalzão aberto, assim. Uma mulher com um bolo na mão. Numa cozinha parece antiga. As duas pessoas olham, tipo... What the fuck is that? Oh my God, what is that? Lembra da...
da Cardi B. Oh, meu Deus! Tipo, what is that? Aí eles olham assim, e o cara... Tipo... Onde eu tô? Aí ele desliga o interruptor, no que ele acende de novo, ele tá na cozinha da casa do amigo. Falam que muitos fantasmas que a gente às vezes vê, senhoras e senhores, são fantasmas... Meu Deus! São fantasmas de outras dimensões que se cruzam.
Então, às vezes, a gente tá aqui, ó, uma pessoa entra aqui, uma pessoa do futuro viu a gente e a gente viu eles. Ou do passado. Eita. Pensou, Sarah? É, se aparecer alguém com um bolinho, eu pergunto do que é antes de voltar. Com o quê? Se aparecer alguém na minha casa do nada com um bolo, eu pergunto do que é o bolo antes de eu voltar pra minha realidade. O que é? Dá um pedacinho pra... Deu nem tempo de pegar o bolo. Deu nem tempo.
Boa! Falam que são, aqui a Ricelli falou, viajantes do tempo, sim. Tem uns relatos de viajantes do tempo? Tem, tem vários. De gente que é visto com celular em tempos passados. Sim. Tablet. Teve até um do Chaves, que a gente falou de Chapolin agora. Teve até um do Chaves, que veio um cara que parece que ele tá com o celular na mão, assim. Mas na onde? Nos anos 70, dentro do cenário do Chaves. Alguém da produção.
Ah, mas será que não era um... Ah, tava mexendo assim mesmo. Mexendo assim, olhando, sabe? Eu ia falar, será que não é um radinho de comunicação? Pois é. Inclusive, eu tenho uma fixação por uma história... Ô, gente, falar em história... Nossa, eu vou emendando coisa, né? Mas eu tenho uma fixação por uma história que o Rodox contou aqui em casa, que ele falou que o Chico Xavier disse que um dia vão descobrir uma tela que essa tela, ela...
ela vai permitir conversar com os mortos. Segundo o que ele disse, é que uma emissora, uma empresa que produz televisão, aparelhos de TV, sem querer vai estar produzindo uma nova televisão, e aí vai descobrir, vai entrar alguém ali, imagina, tipo essa TV que está aqui atrás, né?
Tem gente que reclama comigo, sabia dessa TV aqui? Ai, Daniel, desliga essa TV. Eu não consigo prestar atenção em você. Me dá dor de cabeça. Você acredita? Ué? Você acredita? Meu Deus. Mas aí escuta só, né? Então...
A Sarah tem resposta pra tudo. E aí ele, eu lembro que o Rodox, quando veio, contou essa história de que uma empresa de TV vai estar ali trabalhando numa TV com novas tecnologias, porque as TVs já estão diferentonas. Você já consegue acessar o Wi-Fi com ela. Eu tenho uma TV aqui que eu uso de monitor. Você consegue acessar o Wi-Fi, acessar aplicativo e tudo.
E aí, eles vão estar descobrindo uma TV assim e do nada vai entrar uma transmissão. E a pessoa fala, olá. Quem é? É a outra pessoa. Vocês estão me vendo? Sim, a gente está aqui, sei lá, na terra, eu ia falar. A gente está aqui em tal lugar. Meu Deus, eu sou uma pessoa morta. Eu morri em Tauã. Pensou?
Nossa, mas será que vai dar para escolher com o que você quer falar? Será que vai escolher? Não, não é meu parente. Muda de canal. Muda de canal. Porque falam que lá, no nosso lar, lá no mundo dos mortos, existem tecnologias que a gente não conhece aqui. E tem as tecnologias, falam que tudo que tem aqui é um reflexo de lá. Só que lá eles estão mais avançados.
É sempre assim, né? Sempre lá estão mais avançados. Aqui nunca. Os extraterrestres são mais avançados. A gente não é nada. A gente, coitado. Eu fico bravo. Vamos para o próximo relato da noite. O que eu ia falar? Eu ia contar a história. Parece que o canal do Rodox acabou. Vocês viram isso?
Eu tava vendo, parece que ele... Deixa eu até olhar aqui, aproveitar. Que eu tô aqui no YouTube. Parece que ele não vai mais produzir pro canal dele. Sério? E teve uma teoria aí do pessoal falando que eu briguei com o Rodox. Pelo amor de Deus, gente. Adoro o Rodox. Nunca... Não briguei com ele. Não briguei com ele. Imagina. Acho ele gatinho. É, acho ele muito legal. Ó, o último vídeo dele foi há cinco meses. Deixa eu ver o ao vivo.
E o último ao vivo foi há cinco meses também. Então assim, eu vi um vídeo dele que parece que ele não vai mais produzir. Rodox, fala aí com a gente. Convidar ele de novo pra voltar ao LendaCast. Pra falar sobre isso. Vamos pro próximo relato da noite. Pra você que tá chegando agora, eu tô lendo relatos aqui com o tema. Eu tava viajando.
E fui pra um lugar estranho. O menino mandou um relato agora que ele abriu um portal na frente dele. Então a viagem é um outro tema, né? Mas é viagem também. A Jéssica mandou aqui um relato. Vamos ler. Dan, uma vez eu, meu namorado e meus cunhados fomos convidados pra irem em um centro de Umbanda. Começou que parecia que tudo atrasava gente pra chegar atrasados no lugar.
Depois, no caminho, nos perdemos. Mas eu já havia sentido que tinha alguma coisa tentando impedir que a gente chegasse até o local. Nossa. Fui insistente e comecei a bater palma e perguntar pelo local sobre o centro. Como assim?
Comecei a bater palma e perguntar pelo local. Quando finalmente achamos, o meu namorado e eu descemos do carro para confirmar se era lá. Eu fiquei esperando no portão do terreiro e ele voltou para estacionar melhor o carro. Porém, ele me deixou sozinha no meio do nada e foi embora. Quando finalmente ele se deu por conta, retornou. Ele entrou em transe e disse que havia me visto sentada do lado dele no carro.
E por isso simplesmente foi embora. Mesmo os meus cunhados avisando que eu não estava presente. No fim deu tudo certo e chegamos no terreiro. Mas sei que alguma coisa não queria que a gente tivesse ido. Eu não entendi nada desse relato. Também não.
Eu me perdi aqui. Eu me perdi. Eu entrei numa paranoia. O namorado deixou ela onde? Foi pra onde? Entrou em transe onde? O que aconteceu? O que aconteceu aqui, Jéssica? O nome dela é Jéssica. Meu Deus, Jéssica. Não entendi nada. O namorado entrou em transe dentro do carro. Aí o carro chegou e depois ele deixou ela com o carro no lugar dele.
E aí foi embora, e aí... Jéssica, explica melhor essa história, tá mal contada, como diria minha mãe. Você entendeu, Sarah? Não, sinceramente, me perdi um pouco. Me perdi um pouco também. Vamos pro próximo relato da noite, que é um relato da... Em áudio, da Isabelle. Só que ela diz aqui, ó. Dani, o meu marido Danilo, enviou um relato dele no áudio acima.
sobre um trabalho assustador que ele teve. Vamos ouvir o relato da Isabelle. Vamos ouvir. Então, eu tenho uma história que não é bem que eu fui... A Isabelle tem uma voz grossa, né? É que é o marido dela, o Danilo. Não dá, mas aconteceu comigo. Eu estava em dia de finados aqui no Rio de Janeiro, quando eu era menor.
Quando eu era criança, né? Tinha uns 10, entre 10, 11, 12 anos por aí. A gente trabalha em dias finados no cemitério e tal. A gente lava caixão, lava tumo. Lava caixão? Aí teve um dia que esse tio tava andando e não tinha ninguém. E eu andando, andando.
Aí veio uma moça no meio dos túmulos pedindo pra lavar aquela tumba tal, sei lá, carneira de 93, não vou lembrar agora, mas ela me pediu, aí nisso eu bloqueei, eu tava perto de um poço, aí nisso eu peguei esse, eu fui pegar água nesse poço, né, eu peguei água no poço e voltei, porque eu conhecia mais ou menos onde era.
E quando eu cheguei, que eu ia começar a fazer o trabalho lá pra mulher, simplesmente eu não vi mais ela. E quando eu vi o túmulo, o túmulo era da mulher que me pediu o serviço. Era o túmulo dela. Eita.
Posso lavar o meu túmulo? Tá sujo? Vocês não lavam? Deixa eu lavar aí. Tá lavando tudo errado. Vai lá, ele vai lá lavar. Aí quando ele foi olhar, era o túmulo dela. Eita. Ó o plot twist. Adorei, hein? Ô, Isabelle. Isabelle.
Isabelle, manda um beijo pro boy, manda uma foto dele pra nós ver se ele é bonita. Sempre quando eu... Lá na Horror Expo eu faço essas coisas, né? Na Horror Expo eu encontrava seguidoras, aí muitas das seguidoras iam com o namorado, né? Aí eu ficava, é o boy? Aí ela é meu boy, eu posso abraçar? Ela pode, pode levar pra você. Leva, leva, leva. Vocês não falam isso, hein, que eu levo, hein?
Brincadeira, senhoras e senhores, vamos para o próximo relato da noite, que é da Ivy, Ivy Reginaldo. Vamos ouvir que também... Olha aqui, fala para vocês brincarem comigo. A Ivy Reginaldo não vai ser o relato dela, porque ela mandou um relato de três minutos. Eita. Ivy, querida, até um minuto e meio. Dá uma resumida aí que eu volto para ouvir. Outro relato aqui, 2h22. Gente, ó...
Talvez eu não tenha falado na hora que vocês entraram, vocês não ouviram, mas é até um minuto e meio, tá? Porque você vê que um minuto e meio já é um relato legal. Então faz um resumo, começo, meio e fim em um minuto e meio. Temos um relato aqui de um minuto e onze, que é do Leonardo, vamos ouvir. Há muitos anos atrás, quando eu morava em Campinas, na minha juventude, às vezes eu ia...
boate que tinha na cidade de Itu. Se não me engano, o nome era Anzu ou alguma coisa assim. Eu fui no final de semana. Você vai nas casas noturnas, acabei bebendo um pouco demais. Eu estava voltando pra Campinas correndo mais do que o normal e aí eu escutei assim reduza ou pare, alguma coisa assim. Eu reduzi a velocidade do carro bastante e um pouco à frente tinha uma curva muito fechada. Se eu estivesse correndo demais peço.
Talvez eu tivesse sofrido algum acidente, mas não acaba aí. Eu olhei no espelho retrovisor e tinha uma mulher sentada no banco de trás, parcialmente desfigurada, e ela me falou que há muito tempo atrás ela mesma havia sofrido um acidente e perdido a vida ali.
Por óbvio, eu fiquei muito assustado. Não fiquei tão assustado a ponto de perder o controle do carro por esse motivo. Porque eu sou médium desde criança. Ainda assim, assusta muito você ver esse tipo de coisa. Então, cuidado. Você viu o finalzinho ali, né? É o Leonardo Souza mandou. Obrigado, Leonardo. Você viu o finalzinho ali, ó. Cuidado. A mulher desfigurada traz, Sara.
Mas ela ajudou também, em certa forma. Ainda ajudou, tem espíritos que ajudam. Aquele relato clássico da estrada, da mulher na beira da estrada pedindo ajuda para salvar o filho dela. E ela já estava morta. Já ouviu esse? Não, qualquer. Nunca ouviu esse? Acho que não. O Gil Gomes cantava. Como que o Gil Gomes cantava? Você lembra? Vixe. Conheceu o Gil Gomes? Não.
Que era o repórter da televisão que ele falava. Assim, era uma mulher. Nossa, é familiar isso. É, ele falava assim. Uma mulher estava na estrada pedindo carona. Mas, na verdade, ela não estava pedindo carona.
O caminhoneiro veio... Aí ele contava mais ou menos assim, né? Mais o que que se... Não vou ficar contando a história inteira assim. Mas a história que se conta é que o caminhoneiro tava lá dirigindo, né? O caminhãozinho dele no meio da estrada. E ele vê uma senhora. Pelo amor de Deus. Por favor, para, para, para, para. E aí ele... Parou o caminhão, né?
E aí ele... O que foi, senhor? Por favor, eu sofri um acidente. Eu caí aqui, eu estava com meu filho. Meu filho está no carro, ele está vivo ainda. Por favor, eu não estou conseguindo tirar ele dos escombros. Ele... Calma, calma, vamos lá, vamos lá. Ligou o pisca-alerta.
desceu, pegou umas armas lá, umas armas, pegou uma corda, alguma coisa que ele tinha lá pra tentar atirar a criança, ela falou, por favor, aqui, meu carro lá, e o carro lá embaixo, cheio de fumaça, já, né, piscando os faróis, tudo, e aí quando ele olha, o menino tá tipo assim no carro, mas tá tipo...
Aí ela, ele tá vivo, ele tá vivo. Aí ele, calma, senhora. Aí ele abre a porta, tira o menino, chama o Samu, liga. Aí ele, senhora, quanto tempo que... Senhora? Quando ele olha dentro do carro, ela está morta no volante. Eita. Era ela, Sara. Ela. Ela que estava chamando...
Ajuda. Ajuda pro filho, mas ela já estava morta. Vamos pro próximo relato da noite? Vamos pro próximo relato da noite, que é da Giovanna. O nome do relato dela é Quem ajudou o meu tio? Ela mandou em áudio também, um minutinho. Vamos lá. Oi, Dan. Oi, Sara. Boa noite, Trevosos. Boa noite. Bom, o relato aconteceu com o meu tio. Meu tio conta que ele estava na estrada.
com uma moto sozinho, e a moto na estrada acabou a gasolina, teve que ficar parado, enfim, e já estava escurecendo, ainda não estava à noite. Foi quando ninguém parava para ajudar ele, até que uma moto parou, e um outro outro.
motociclista, né? Parou para poder ajudar ele. Só que esse rapaz, em momento algum, tirou o capacete. Esse rapaz falou que ia ajudar ele, pegou gasolina para ele, voltou e foi embora. Só que assim que ele foi embora, ele desaparece na estrada. Meu tio conta que não conseguiu ver o rosto e nem conseguiu agradecer ele.
Mais um relato. Obrigado, Giovana. Mais um relato de espírito que ajuda. Motoqueiro fantasma, né? Motoqueiro fantasma. Gosto disso, de espíritos que vêm para ajudar.
Gente, hoje eu vi um vídeo na rede vizinha do Tico e Teco, que eu vou até procurar o nome desse filme, que era um filme de uma enfermeira, que não tem nada a ver com o tema, mas é um filme de uma enfermeira que ela vai trabalhar na UTI de um hospital, é um filme de um hospital mexicano, um filme de terror, e aí a cena já começa com ela levando um tapão na cara, ela dormindo no expediente, ela leva um tapão e ela acorda, não tem ninguém.
E aí eu falei, gente, sabe esses vídeos que o pessoal vai narrando? Nesse filme, uma enfermeira foi trabalhar num hospital do México e tal, não sei o quê. E aí tem uma hora que ela olha pra UTI e aí vem um bicho com uma máscara, tipo um morto de olho branco, e grita bem na cara dela. Eu levei um susto. Mas existe esse filme? Existe, é um filme que existe mesmo. Às vezes tem uns filmes lá que eu não sei se existe.
Vou procurar o nome desse filme. Vamos para o próximo relato, que é da Mônica. Mônica Nunes mandou aqui para a gente em áudio também. Vamos ouvir.
Oi, Dani. Oi, Sara. Oi, Mônica. Eu tenho dois relatos para contar. Eu vou contar de trás para frente. Um aconteceu há pouquíssimo tempo agora. Estava no carro a minha família toda. Eu na frente, meu marido, meu irmão, minha cunhada e minha sobrinha atrás. Tudo na frente? E aí eu vi uma mulher andando de bicicleta vestida de branco.
Isso devia ser umas 11 horas da noite. E aí eu marquei por conta do jeito que ela andava de bicicleta. Aí tudo bem, a gente passou, tem o Parque Xangai que é aqui na Penha, no Rio. E aí logo depois do Parque Xangai a mulher passou de novo na nossa frente. E ela continuou andando. E a gente depois acelerou e ela sumiu, desapareceu.
E a outra, aí já tem muitos anos, eu estava num viaduto próximo, também já chegando em casa, e isso era de dia. E eu vi um homem amarrado com as costas.
pelas costas, e ele tava pegando fogo, só que ninguém viu, só eu vi. E o carro também tava cheio, e era de tarde. E esse homem amarrado, eu vi assim, eu consigo fechar os olhos e ver o rosto dele. Beijos. Se só você viu, Mônica, mediunidade, querida. Imagina ser médium e ver essas coisas.
Nossa, acho que no começo deve ser estranho, né? Mas acho que depois eles acostumam. Ah, Sarah, será que se acostuma? Você acha que a Mayra não tá acostumada? Ai, menina, não sei. Vê os espíritos. Ah, depois de um tempo acho que fica até tranquilo. Imagina aqui assim, tipo assim, ó. Tipo, eu fecho o olho, aí abro e...
Tem um filme sobrenatural que é assim, já assistiu? Já. Insidious. Muito bom. Que é desse jeito, é muito bom. Que é com a Elise, né? Com aquela atriz que faz a Elise. Eles tentam entrar realmente no mundo dos espíritos. E aí eles fazem ali a abertura. E aí ela se senta na mesa, na cadeirinha lá assim, na poltroninha. Fecha o olho. Na hora que ela abre, ela já tá no mundo dos espíritos. Que é aquela coisa meio...
meio dark lá, né e aí é tudo meio neon é tudo meio azulado e aí ela começa a ver os espíritos que estão pela casa tem uns que ficam parados é sombrio assistam esse filme se você não assistiu que é um filme bom de terror não é tão novo mas é sobrenatural insídios tem um e o dois, né
Imagina, tá indo pro 8. Ah, você assistiu o 1 e 2? Tá indo pro 8. Inclusive a atriz que fez a Elise mandou um vídeo pra mim uma vez. Mandou? Hi Daniel! Mandou, a Sony me mandou. Mas assistam, é muito bom. Os dois primeiros são muito bons. Tem uma cena nos dois primeiros que eles entram numa casa, num quarto de criança abandonado, tem uns cavalinhos.
Uma cena macabríssima. Muito bom, mas pra mim o primeiro é maravilhoso. Maravilhoso, maravilhoso. Vamos pro próximo relato da noite, que é da Adriana Costa. Ela diz o seguinte. Boa noite, dama. Meu nome é Adriana. E uma noite. Vinha eu, meu marido, minha filha e minha cunhada, de um passeio em Angra dos Reis, pois moro em Barra do Piraí.
Estávamos vindo e já era muito tarde e resolvemos cortar caminho em uma estrada de terra. Como não conhecíamos direito essa estrada, resolvemos perguntar para alguém, mas não tinha ninguém na rua, a não ser uma senhora que vinha em nossa direção. Quando paramos o carro, perguntamos a ela aonde sairia...
Pra rua, né? Pra onde que a gente conseguia voltar pra rua que nós estávamos. E ela nos informou que era só continuar reto e depois virar na curva da morte. Olha a senhora. Tranquilo. Vai ali reto ali e vira na curva da morte. Dan, quando ela falou isso olhamos um pro outro assustados. Nisso ela foi embora e sumiu.
Continuamos em frente e quando chegou na tal curva da morte, era um lugar feio, matagal dos dois lados da estrada, uma estrada muito estreita, nossos celulares fizeram um ruído muito estranho.
E desligaram ao mesmo tempo todos os celulares. Dan, foi aterrorizante. Mas depois de alguns minutos, conseguimos voltar para a rua onde estávamos e tudo voltou ao normal. Adriana Costa... Passou por sete além ali, né? Foi, deu uma passadinha. Essa coisa de sair assim...
Fico com medo, hein? Fico com medo de entrar. A gente fala, quero entrar em Fete Além, quero entrar em Fete Além. Mas na hora que a gente entra em Fete Além, a gente quer o quê? Sair de Sete Além. Eu não quero entrar, não. Você não quer entrar, não? Não, tô tranquila. Sete Além? Nunca. Seven Beyond. Tem um relato de Sete Além que é mais ou menos parecido com esse do...
Luciano, né? Parecido com esse do cara que o cara contou agora da estrada, da Curva da Morte, a moça contou. O Luciano contou de um casal que eles vão passar num túnel aqui em São Paulo. Estão voltando, acho que, de um casamento. Cansados já, mas ele estava dirigindo e a moça, do lado meio sonolenta. Aí eles passam no túnel e tá tocando música. Baby, come back.
o rádio já entra em uma coisa meio estranha, a mulher meio que acorda e fica tipo... Ele fala, o que foi, amor? O que foi? Aí eles saem do túnel, aí já é um lugar com casas... antigas, abandonadas, um córrego fedidíssimo. E aí ele fala, gente, mas... a gente já passou por isso.
A gente já saiu desse túnel e não era... Gente, onde a gente tá? Uma cidade meio rural. E aí, quando eles olham, tem umas pessoas andando de costas. E começam a correr atrás deles do carro de costas. Imagina, Sarah. Meu Deus. Nossa, travou. É, travou aqui também. Ó, tá travando. Ah, não, você que tava parando. Não, mas travou. Travou, deu uma travada.
Porque aí... Travou... Gente do céu, travou! E travou na... Travou bem na... Travou uma hora, onze minutos e onze segundos. Ah, Sarah, você travou de propósito. Te juro. Te juro. Não, peraí. Travou o quê? Uma hora, onze minutos e onze segundos. Travou bem aí.
Sabia que eu tô vendo muitas horas repetidas esses dias no celular? Tem que fazer um pedido, Falun. Tem que fazer um pedido? Falun que sim. Nossa, eu vi vários, então. Vários. E aí as pessoas começavam a correr atrás dele, de costas. E aí correr atrás do carro, de costas. Imagina que bizarro. A pessoa correndo aqui, ó, de costas. Eu ia rir muito.
Ai, Sara, como você é. Então travou em 1 minuto e 11... 1 hora, 11 minutos e 11 segundos? Exatamente. Mentira, Sara, eu sei que travou de propósito. Mas estão falando que não travou no YouTube, então acho que foi só a gente. Não travou? Não. Travou só pra gente. Só aqui. Ellen Cris, Dan, boa noite. Queremos parte 2 com o querido Márcio Coxa ao vivo.
Ô, Ellen, eu quero gravar com o Márcio Coxa num caminhão. Inclusive, ele mandou mensagem pra gente esses dias. Pra gente tentar gravar uma segunda vez. Mas eu quero fazer aquela do caminhão. Ia ser bem legal, né, Sara? Nossa, ia ser muito legal. Fazer uma... Uma live dentro de um caminhão. Alugar um caminhão. Ele dirige. E a gente vai andando. E a live rolando. E a live rolando.
Nossa, ia ser legal fazer uma live, né? O Diogo falou pra mim, o Diogo, meu irmão, que trabalha comigo, falou pra mim que... que... o Starlink dá pra fazer live andando. Ah, por causa do satélite, né? Porque se você for fazer por algumas operadoras aí, não dá. Agora, pela Starlink, parece que... Que presta. Que presta. Vou tentar fazer...
pensou que barato, uma live na estrada contando relatos nossa, ia ser legal, ia ser diferente né Ana Cis, Dan, você já assistiu From, é uma série muito boa lembra muito o Sete Além são tantas teorias sobre a série que a mente entra em colapso Ana, eu assisti From, eu amo essa série, inclusive eu fiz publi dela junto com o Globoplay pra terceira temporada que em portuguesa Muito obrigado
A série chama-se Origem, mas dá pra assistir no Globoplay, tá? Mas a gente vai fazer sim, gente. Alguém perguntou aqui do Márcio Coxa. Vamos gravar, mesmo que a gente não consiga gravar no caminhão. Mas a gente vai, eu vou convidar ele novamente pra voltar aqui. Beleza? Caminhoneiro Cast. Tem um bloco de lésbicas do carnaval, negócio de caminhoneira, não tem? Deve ter. Não é o Siga Bem Caminhoneira?
Não conheço, não vou pra carnaval. Foi você que falou pra mim, Sarah. Eu? Mas eu nem vou. Não fui eu. Não foi você? Eu acho que não, nem vou pra carnaval. Nem sei desse bloco. Eu vou achar esse trecho de você falando, eu sigo a bem caminhoneira. Nunca. Só foi no seu sonho, nunca foi isso. Eu jurava que foi você que falou pra mim desse bloco. Eu achei o máximo o nome. Não fui eu, não. Siga bem caminhoneira.
Oh, my God. Seguinte, galera. Essa semana, quinta-feira, dia 21, agora. Depois de amanhã. Então, hoje é dia 19. Amanhã é aniversário da minha querida mamãe. Ela tá viajando. Minha mãe é assim, ó. Ela vai... Aniversário dela viaja. Falei pra ela, fica aqui pra gente almoçar. Não, não, não. Você fica trabalhando aí, eu vou viajar. Então, ela foi viajar, mas amanhã é aniversário dela. Dia 21, depois de amanhã, quinta-feira. Eu recebo aqui no LendaCast pela primeira vez o Tiago Lima. Pra gente falar sobre teorias da conspiração. Muito obrigado. Amém.
O Tiago está estudando bastante, ele é um influenciador que está estudando bastante essas questões de assuntos que parecem teoria da conspiração, mas estão se provando reais. Então, na próxima quinta-feira, depois de amanhã, dia 21 de maio, 18 horas ao vivo, quem está aqui no LendaCast comigo será o Tiago Lima, para a gente falar de teorias da conspiração, que não são tão conspiração assim. Beleza?
Muito que bem, vamos para as duas notas do dia. Gente, vocês viram o caso dos cinco italianos que morreram durante uma expedição de mergulho lá nas Maldivas?
Pois é, a tragédia aconteceu na última quinta-feira, 14 de maio, quando esse grupo tentava explorar cavernas submarinas com até 50 metros de profundidade. Os cinco mergulhadores foram considerados desaparecidos até que o corpo de um deles foi localizado na entrada de uma das cavernas ainda na quinta-feira.
Foi a partir daí que começou uma operação para tentar recuperar os outros corpos que também faleceram nessa tragédia, após a morte de um mergulhador militar de 43 anos no último sábado, 16 de maio.
Ele morreu da descompressão causada por uma rápida diminuição da pressão ao redor dele. Ou seja...
do ar ou da água. Nessa terça-feira, dia 19 de maio, mais dois corpos foram recuperados. As autoridades italianas esperam resgatar outros dois corpos amanhã, quarta-feira, dia 20.
As vítimas foram identificadas como Mônica Monte Falcone, Georgia Somacal, Muriel Odenino, Gianluca Benedetti e Frederico Gualtieri. A causa da morte dos cinco mergulhadores ainda não foi determinada. Mas, gente, sabe por que eu peguei essa nota? Porque eu fico passado, primeiro eu fico passado com a...
coragem deles de entrar em cavernas nossa não entendo essa brisa submersas não entendo essa brisa eu também não entendo, mas eles gostam eles amam nossa, mas só de ver o vídeo eu já fico achando que eu vou não, eu fico em pânico é, só de ver vídeo, imagina entrar gente, tem um submarino da cidade da criança aqui em São Bernardo que eu entro, eu já fico assim ó ó
Vai ficar sufocado. Tem gente que mergulha sem equipamento. E vai pra grandes profundidades sem equipamento. Sim. E aí conseguem ficar sem respirar durante minutos, muitos minutos. E aí eu vi a notícia desses, infelizmente, da morte desses cinco mergulhadores. Eu lembrei muito do filme...
Como é o nome daquele filme? É... Abismo do Medo. Eu ouvi esse filme? Esse não. Das meninas que vão entrar na caverna e tem umas criaturas lá embaixo. Claro, né? Nesse caso dos mergulhadores, não tem criatura. Mas é uma coisa assim, embaixo da terra, na caverna, com água e a galera entrando.
Nossa, é maluquice, maluquice. Não tenho coragem. Gente, é muito medo, né? Não tenho coragem. Nem que é essas cavernas dentro do mar, nem as cavernas fora do mar também que o pessoal entra, que já morreu várias pessoas. É maluquice pra nós, mas pra eles eles gostam. É, não, pra eles... Pra eles não é, pra nós, pra mim é maluquice no sentido de... Igual o pessoal que pula de... Não, de...
Paraquedas. Ah, eu quero. Paraquedas eu quero. Ah, Sarah, pelo amor de Deus. Paraquedas eu acho legal. Você jura? Deve ser muito bom de paraquedas.
Não, não tenho vontade nenhuma. Eu passo por boituva. Eu vejo povo ali naqueles parapente. Balão. Ah, não. Balão, balão não. Balão. Gente, eu não entendo. Eu, eu, eu, eu, olha... Não vou. Não vou. Isso é uma coisa que, assim... Pode falar... Eu não vou. Negócio de altura. Negócio de altura e profundidade. Tem dois problemas pra mim. A altura e a profundidade.
Cara, eu não vou, eu tenho fobia de imaginar essa galera que entrou nessas cavernas. Gente, Sarah, imagina a escuridão. Então? O que eles queriam fazer? Devastar. Como é que é? Desbravar é a palavra que eu ia usar. Desbravar esses lugares, eu acho, né? É, eu acho que é curiar, né? Dar uma curiada. Eles querem desbravar e entender o lugar. Bom, infelizmente, né? Mas é aquela coisa, é...
O povo gosta deles.
Eu acho que são esportes, mas infelizmente faleceram. Mas eu fico assim, de verdade, é só uma opinião minha, cada um faz o que quer da vida. Mas eu fico abismado com a galera que tem essa coragem. Porque assim, eu não... Não. Eu fui naquele Samp Sky ali em São Paulo. Eu já estava gravando uma publi, era publi de premonição. Eu tinha que entrar naquele vidro e pisar, eu não conseguia olhar para baixo.
O pessoal da distribuidora de cinema. Quem foi que fez a Premonição? Acho que foi a Paramount. Acho que foi. Premonição, né? Foi a Paramount. Não foi a Warner. Foi a Paramount, eu acho. Diamond. Não, foi a Paramount. E aí eles estavam gravando. Lá estava eu. Estava o Danilo, que faz a Lorelay também. Mas lá ele estava de Danilo, não estava de Lorelay. E aí a gente gravando. Gente, eu não conseguia olhar para baixo. Eu sabia que eu estava seguro ali. O vidro é blindado. Sim. Agora você imagina você entrar na água. Não.
Ainda que eles te colocaram num lugar até baixo, né? Porque do filme Premonição é um prédio enorme, né? E tem aquele restaurante na vida real, sabia? Tem? Tem. Nunca que eu vou lá. Depois de assistir esse filme... Tem. O pessoal dançando lá. Você olha lá pra baixo, assim. Embaixo de você tem o...
Tem um precipício, né? Um vidro que você consegue ver embaixo. Nunca. Rose Pérez tem um primo que ficou paraplégico em Boituva. Por que, Rose? Ô, louco. Pula de paraquedas, será? Não, pelo amor de Deus. Quando eu vejo... Olha, eu tenho uma grande... Quando eu vejo, eu fico muito triste com essas notícias de gente que vai fazer algum esporte. Porque a gente pode sofrer um acidente em qualquer lugar, né?
Tá dirigindo, vê um carro bate em você, você fica paraplégico, tetraplégico. Mas o Rose, por quê? O que aconteceu lá? E aí eu vejo a galera fazendo esses esportes radicais, eu fico... Eu tenho medo de me acidentar na academia com os pezinhos. Nossa, e o pessoal do skate, então, que desce aquelas mega rampas lá, já viu?
Meu primo foi andar de skate uma vez. Ó, não. Assim, quer fazer um LendaCast para me perturbar? É desses acidentes. Não, é tenebroso. É desses acidentes de gente que cai, que vai pelo amor de esporte radical. Eu fico sempre muito passado. Muito passado. Bom, vamos para a próxima notícia do... Alguém falou aqui LendaCast News. Vamos para a próxima notícia. Gente, você chegou a ver...
A trend do 6x7. O que é isso, Sarah? Ai, coisa dos jovens. 6x7. Não sei de onde veio. Não sei. A brincadeira tomou conta das redes sociais e acabou chegando até quem? Até o Papa Leão XIV.
No último sábado, 16 de maio, um vídeo viralizou aqui na internet e chamou a atenção ao mostrar o padre Genovês, um padre Genovês chamado Dom Roberto Fischer, ao lado de algumas crianças pedindo para que o Papa, o Leão XIV, o bispo da Igreja Católica, repetisse com as mãos o gesto que ficou famoso nesse meme 6-7.
Quando o Papa fez o gesto, as crianças gritaram, ficaram super animadas. Mas o que é essa trend 6x7? O 6x7 é uma brincadeira viral entre crianças e adolescentes nas redes sociais. A expressão não possui um significado específico e ficou famosa justamente pelo caráter aleatório. Ninguém sabe o que significa 6x7.
Normalmente o meme aparece acompanhado de um gesto com as mãos balançadas pra cima e pra baixo, enquanto os números são repetidos em inglês. Como é que eles fazem? É assim? Isso, assim. 6'7' é assim? Assim. Assim, né? 6'7' A Sarah tá fazendo aqui atrás, vocês não tão vendo. Ela levantou aqui, ó, e tá dançando. Pode voltar, pode voltar. Para de dançar, Sarah. Brincadeira. E aí eles fizeram isso pro Papa. E o Papa assim, ó.
6x7, o que que é isso? Eu não entendi. Tem um outro também que eles ficam farmando aura, não tem? Nossa, é cada coisa que esses jovens de hoje... O que que os jovens de hoje estão fazendo, né? Eles estão malucos. O que que teve de trend na sua época, Sarah? O que que teve, assim, de moda na sua época?
É, não era trend, né, mas tinha muito o Antônio Nunes, né, que batia na... Isso não era do pânico? É, era uma idiotice, né, mas tinha muito. Ah, e tinha uma outra coisa que era horrível também, que era negócio de peitinho, aí pegava no peito, sabe? No mamilo, assim. Peitinho? Nossa, deu briga na escola, porque os meninos... Pelo amor de Deus, gente. É, os meninos viam no... Pode ir para as meninas? Sim. Aí deu briga na escola. Mas eram essas palhaçadas, assim.
Antônio Nunes, Peitinho, que tinha. Não lembro os outros. Eu lembro do Receba, mas eu já era mais velho, já tinha feito faculdade. Receba! Que era um tapa na cabeça. Ah, sim, também. Ah, tinha um na minha época que os caras pegavam a cabeça da gente assim, ó, e fazia assim, ó.
Dava uma mão aqui, assim, empurrava. Fazia aqui e pá. Meu Deus, isso daí. Lembra? E aí, moleque, empurrava assim, odiava. Eu odiava quando os amigos do meu pai vinham em casa e queriam apertar a minha mão e ficava apertando aqui os ossos da minha mão. Nossa, assim. Gente, o povo sempre... Nada a ver, né? Não tanto. Olha, gente, mas eu vou falar uma coisa pra vocês, assim. Deus é justo, como diria a minha avó. Deus é bom, viu? Porque eu cresci, hoje não tem mais esse negócio de brincadeirinha.
Não gosto, fiquei um adulto chato. Não gosto dessas brincadeirinhas de pega, de faz. Uma coisa que eu não gosto é apelido. Nossa, também não gosto. Gente, eu nunca gostei de apelido. As pessoas falavam, chama ali o Careca, chama ali o Beissola, sei lá. Eu nunca chamava as pessoas pelos apelidos. Teve gente que já falou, pode me chamar pelo apelido. Prefiro que me chame pelo apelido. Mas é sempre a insegurança da pessoa, né? Esses apelidos. Eu nunca gostei de apelido. Gente, acho que eu tô ficando uma bicha velha.
Muito chata, viu? Porque eu nunca gostei... Aqui, a Angelita Oliveira, o Fusca Azul. Lembra desse? Ah, sim, Fusca Azul. Esse é antigo, hein, Angelita? Você entregou a... Era só os tapões do carro. Entregou a... A idade. Fusca Azul era o quê? Você viu um Fusca e dava um tapa. Fusca Azul. Pou. Gente, olha como pouco é. Que coisa. Nada a ver, né? Nada a ver.
Tinha um que eu fazia quando eu era criança, mas eu achava esse meio inocente, que era via 00 nas placas de carro. 00, posso ver o que eu quero? Não, eu sei se bem, não conheço. Aí você fazia um pedido. E tinha todos, um, um, posso pedir mais um? Dois, dois, tipo, número seguido, sabe? Ah, Brasil, como a gente é bobo. Como a gente é bobo, senhoras e senhores.
Muito que bem. Vambora, Sara Luar. Vambora. Vambora, Sara Luar. Você não vai relembrar da viagem? Hã? Dá uma relembrada da viagem? Olha, claro. Tava esquecendo. Muito obrigado, Sara. Muito obrigado, Sara Luar. Ó, pra você. Falei da agenda da semana, né? Só pra relembrar, então. Já falo da viagem.
Dia 21, quinta-feira, depois de amanhã, tem Tiago Lima, às 18 horas, aqui no LendaCast. Gente, vamos falar da viagem um pouquinho? Vamos falar da viagem. Você quer viajar comigo? Sim, vamos juntos por uma viagem para a Europa, com um roteiro pensado para explorar lugares que eu já visitei e que sempre aparecem aqui nas histórias no LendaCast. Sarah, está ansiosa para essa viagem? Já estou de mala feita.
Eu vou comprar a mala maior agora pra eu poder comprar um monte de coisa por lá. Porque, gente, pra quem não tá sabendo o que eu tô falando, eu fechei uma parceria com uma agência chamada, com agência de viagens chamada Inclusive Travel. Inclusive Travel.
que ela já faz essas experiências com influenciadores. Então, ela convida o influenciador para chamar os seus seguidores, que é o meu caso, por exemplo, para a gente ir em grupos viajar para lugares pelo mundo.
E a nossa viagem vai acontecer, então você que está em casa, estou te convidando para você viajar junto comigo. Quando, Daniel? Em novembro, novembro ainda de 2026. Então, se você não programou uma viagem para o exterior, quer conhecer a Itália, o nosso primeiro destino vai ser a Itália. Ah, Daniel, mas qual vai ser os pontos da Itália que nós vamos visitar? Está vendo esse link que está aqui? Esse link não, esse QR Code. Pois é, abre a câmera do seu celular. Espera aí, deixa eu apertar o dedinho aqui.
Abre a câmera do seu celular. É...
direciona para esse QR Code que está aqui do lado e aí vai abrir um link embaixo. Você clica nesse link e aí você vai entrar na página da agência Inclusive Travel e lá tem todos os detalhes de onde a gente vai passar. Nós vamos passar por Assis, o Santuário de Assis que é lindíssimo. Nós vamos conhecer a Igreja de São Francisco, de Santa Clara, que está tudo lá. Carla Coutts, está tudo lá. Vamos juntos, imagina que lindo, que incrível a gente ir juntos nesse santuário.
Vamos para San Giovanni Rotondo, que é um pouquinho mais distante de Assis. Aí você vai falar assim, mas como eu vou andar lá dentro da Itália? O translado de ônibus já está incluso na viagem. Então, assim, tem muita gente comentando comigo, falando está tudo pago? Vai estar tudo pago, gente. Já está tudo nesse preço, nesse valor total da viagem. É um valor para uma viagem internacional que eu estou achando bem em conta, porque inclui...
passagens de ida e volta, todos os hotéis são quatro estrelas, olha que incrível. Você vai comigo, nós vamos juntos, nós vamos juntos, nós vamos juntos, nós vamos juntos de avião, vamos andar juntos lá, de ônibus, então vai ser incrível. Já entra em contato, abre a câmera do seu celular, vem aqui com...
o QR Code, clica na tela, claro que você vai clicar, você não vai comprar, você vai conversar com eles, tira todas as suas dúvidas com o pessoal da Inclusive Travel, é uma experiência completa, com tudo organizado para você se preocupar apenas com uma única coisa, curtir cada momento junto comigo.
A viagem vai acontecer em novembro desse ano, como eu disse, e tem duração de duas semanas. Então dá tempo de você se programar e também é super possível fazer a viagem em várias vezes, pagar a viagem em várias vezes, já que as condições de pagamento vão ser facilitadas para que eu e vocês, Trevosos, viajemos juntos.
em novembro deste ano. Além disso, o pacote inclui café da manhã e jantar, e essa viagem é uma imersão em cultura e lugares cheios de significado, incluindo histórias como as de Carla Coutos, como eu disse, Padre Pio e outros santos e pontos turísticos da Igreja Católica e também Roma. Mais informações aqui no QR Code ou
no link no site deles, né? Inclusive Travel, é inclusive travel.com.br. Bora viajar comigo em novembro, já entre em contato com eles já, porque de repente já em novembro a sua viagem já está paga.
Beleza? Beleza? Vambora, vamos voltar na próxima quinta-feira. Gente, seguinte, ó, queria falar uma coisinha com vocês sobre os membros, principalmente para os membros e membras. O YouTube ele está atualizando o valor de membro, tá? Eu vou dar uma olhada para quanto que vai.
Mas eu acho que não vai subir muito. Para os membros que estão pagando R$ 7,99, acho que não vai subir muito. Acho que vai para R$ 300,00. Brincadeira. De boa, de boa. De boa. Nada. Brincadeira. Mas eu acho que vai subir um pouco os valores de membros. Mas continuem como membros, tá? Calma. Não é agora. Eu vou dar uma olhada no próximo Lenda Cast Solo e eu falo para vocês. Mas o YouTube está meio que...
Meio não, né? Ele tá meio que, ó, vai mudar. Avisa aí os seus membros que os valores de membros vão mudar. Mas eu acho que vai mudar pouca coisa. Eu acho que de R$7,99 vai pra R$8,99. Alguma coisa assim, pra R$9,99, eu não sei. Mas é pouca coisa, tá? Não vai de R$7,00 pra R$300,00, não. Beleza? Letícia Andrade, Dan, convida o padre Christian Shankar. É uma coisa que eu queria falar com vocês também, assim.
sobre convidados. Já convidei o padre Christian Shankar, não obtivemos resposta, vamos tentar de novo entrar em contato com ele, mas eu vou começar a tirar, vou começar a dar real pra vocês sobre alguns convidados. Então, tem gente que fala assim, Daniel, convida, por exemplo, essa semana teve um convidado que falou pra gente, Daniel, convida o Frei Gilson. Já convidamos o Frei Gilson mais de uma vez e eles negaram. Não vai vir. Tá, então eu acho que eu vou começar.
Acho que é melhor, né, Sara? A gente começar a falar sinceridade do que as pessoas falarem. Ó, convida tal pessoa. Não vai vir. Quando eu convidei alguém, eu tenho comigo o seguinte, se eu convidei a pessoa na assessoria dela, nos canais oficiais de contato com aquela pessoa e eles nem responderam, significa que nunca viram. Então, por exemplo, o padre Christian Shankar, a gente entrou em contato com a assessoria dele, nem responderam.
O Frei Gilson responderam, foram muito educados, mas negaram, não viriam. Falaram o quê? A agenda está cheia. Então não vai vir. Falaram para convidar também outro padre esses dias, que eu não vou lembrar quem foi o outro padre que pediram para convidar. Mas de todas as pessoas agora que vocês falarem, eu vou falar realmente. Olha, convidamos...
ou não tivermos resposta, ou não querem vir. E é um direito da pessoa não querer vir. Como eu também não vou em alguns podcasts que eu acho que não tem muito a ver comigo. Beleza? Kelly Cat, a pessoa paga para participar? Participar do quê, Kelly? Do LendaCast? Paga 50 mil reais.
Do LendaCast, ela perguntou? É, eu acho que sim. Não, ninguém paga pra vir ao LendaCast. Eu não... Eu não pago pra ninguém vir. Teve convidados... Aí eu não vou falar quem, né? Mas teve convidados que eu convidei e me cobraram. Teve uma pessoa que me cobrou 5 mil reais pra vir. Eu falei que não vou pagar porque eu não pago pra ninguém vir ao LendaCast.
Como eu também não cobro de ninguém. Tem gente que me manda, Daniel, como funciona para ir no seu podcast? Tem um valor? Não, não tem um valor. Eu trago pessoas que eu gosto de conversar, que eu quero conversar, e não envolve dinheiro nenhum. Beleza? Imagina, Sarah, 50 mil reais para trazer uma pessoa? Estava riquíssimo. Estava milionário já. Estava milionário.
Beleza? Vambora, então? Qual que é a palavra do dia? Qual? Qual combina com a língua? 11 e 11. 11 e 11. Boa. 11 e 11, né? Porque... Travou bem aí. 11 e 11 é a hora que você vai ver na estrada. 11 e 11. Ó, hoje é terça-feira, não confunda. Amanhã não tem LendaCast. Amanhã é quarta-feira, não tem LendaCast. Quinta-feira tem LendaCast, tá? Depois de amanhã, com o Tiago Lima. Beleza?
A Fai Lima mandou... O Fai Lima, ou a... Boa noite, nunca assisti uma live do Daniel. Hoje estou acompanhando e posso dizer que live da hora, umas conversas, histórias legais. Daqui de casa, sinto um clima bom. Parabéns, Daniel e Sarah. Obrigado, Fai Lima. É isso aí, querido. Nós vamos... Convido o Padre Josileudo. Quem que é o Padre Josileudo? Não conheço. Vou atrás do Padre Josileudo pra gente convidar assim.
Tá bom? Mas eu não o conheço. Ou eu não tô ligando o nome da pessoa. Beleza? Então você comenta aí 11h11. Que eu acho que é um horário aí que travou a live hoje. Boa. Beleza? O LendaCast solo já vai terminar. O LendaCast solo veio pra te assustar. Fantasmas, espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey!
O lenda que esse solo acabou de acabar. Hey! Pam, pam, pam, pam, pam, pam, pam. O lenda que esse solo acabou de acabar. Hey! Só uma coisinha antes de ir embora. Volta aqui, por favor, na minha câmera. Lembra que eu falei para vocês que ia ter um vídeo, né? Com a segunda parte das vagas assombradas.
Vai ter sim, sexta-feira agora, depois de amanhã, tá? Eu tô aos poucos, a gente tá chegando em 2 milhões de inscritos aqui no canal. Quero fazer alguma coisa. Ah, preciso fazer. Eu sempre falo isso. Ah, vou fazer uma festa. Não fiz, não faço nada. Eu só faço as lives pra vocês, mas evento externo eu não faço nada. Mas eu preciso fazer nos 2 milhões. De repente um LendaCast no teatro, uma coisa assim.
Mas tá chegando os 2 milhões e aos poucos eu tô colocando mais conteúdo aqui pra vocês. A ideia é que toda semana agora tenha um vídeo longo, mas vamos com calma. Eu ainda não esqueci das minhas outras ideias. Eu acho que tá chegando aí o Lendacast, o Histórias de Fé, né? Que é aquele que eu quero fazer.
E eu acho que vai ter uma fusão entre o Histórias de Fé e o Lendacast Musical, porque enquanto a gente conta Histórias de Fé, a gente canta as músicas também daquele determinado tema, então eu ainda estou maturando algumas ideias. Mas nessa sexta-feira agora, dessa semana, dia 22 de maio, vai entrar um vídeo. E vídeos, amores, são menores, tá? Tem muita gente que briga comigo. Ah, o Daniel foi pra Belém e gravou um vídeo de meia hora.
vídeos são nessa faixa de tempo, às vezes vai passar um pouco mas os vídeos não são podcasts os vídeos dão trabalho são externos, exigem viajar esse que eu gravei das vagas assombradas ele é um vídeo, gravei aqui dentro então são vídeos menores então vocês tem que entender que o vídeo é um formato um pouco menor inclusive
As lives são maiores, por isso que é live. Live a gente conversa, eu dou recado e xinga, e tira roupa e faz muita coisa. Nos vídeos que exigem edição, gravação, o vídeo é menor, tá? Mas aos poucos eu tô preenchendo. O meu propósito de vida é o quê?
Casar com um boy dotado? Não. O meu propósito de vida é ter conteúdo de segunda a sexta pra vocês aqui. Conteúdo inédito de segunda a sexta pra vocês aqui. Tá bom? Vamos orando bastante que vai dar certo. Né, Sara?
Com certeza. Com certeza. Vem aí. Vem aí. Um beijo para vocês. Estão tão avisados os membros que o valor vai mudar. E eu trago na próxima live o valor que vai mudar. Tá bom? Mas obrigado de novo por serem membros e membras. Agora sim. Até o próximo LendaCast. O seu podcast de terror e horror para ouvir antes de dormir. Lembrando que hoje não é segunda. Hoje é terça.
Volto depois de amanhã, quinta-feira, dia 21, com o Tiago Lima. E você vai comentar tanto aí como lá no meu Instagram. 11, dois pontinhos, 11, 11, 11. 11, dois pontinhos, 11. Como se fosse o número do relógio. Tchau, trevosos. Até quinta.