SÓ RELATOS DE APARIÇÕES NAS ESTRADAS - Especial #PassageirodoMal com Mabê | LendaCast #293
No LendaCast de hoje, eu e a Mabê Bonafé vamos falar tudo o que já sabemos sobre o filme “Passageiro do Mal”, lançamento da Paramount Pictures Brasil, que estreia no dia 21 de maio, somente nos cinemas.
- Filme Passageiro do MalLenda da entidade da estrada · Regras da estrada · Casal aventureiro em furgão · Acidente grave na rodovia · São Cristóvão
- Aparicao na estradaHomem pedindo carona na chuva · Caixão na encruzilhada · Luzes estranhas na estrada · Mulher na estrada esperando namorado · Noiva da Lagoa dos Barros · Loira do Bom Fim · Velhinha oferecendo pipoca · Aldeia abandonada · Sete Além · Túmulo com cabeça para fora · Bolas de fogo na estrada · Moça do táxi (Josefina Conte) · Sombra misteriosa (lobo/porco) · Velha na estrada com olhos vermelhos · Noiva na estrada da Ródia · Loira desconhecida de Jundiaí
- Dúvida e InsegurançaMedo de parar na estrada · Medo de dar carona · Medo de carro quebrar à noite · Medo de estradas escuras e chuvosas · Medo de lugares isolados e abandonados · Medo de atropelar animais ou pessoas
- Pouso Brasília - Turistando na Própria CidadeMula sem cabeça · Boitatá · Curupira · Lobisomem · Mãe de ouro · Fogo fátuo
- Automóveis e viagensViagens longas pelo Brasil · Morar em furgão · Estradas de mão dupla · Dirigir à noite · Hospedagem em furgão
- Mistérios do arBolas de luz · Barulho no céu · Objetos não identificados
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Aqui é Daniel Pires, em mais um episódio do LendaCast. Solo? Não! Para ouvir antes de dormir. Hoje não é LendaCast solo, teve uma inversão aí nessa semana. O LendaCast solo que aconteceria hoje, segunda-feira, dia 18 de maio, vai acontecer amanhã, dia 19, porque hoje, senhoras e senhores, é um episódio muito especial, porque eu vou dar carona, quer dizer, eu vou entrar de carona com ela.
ou nós dois vamos de carona, não sei dizer, com uma convidada que já veio ao LendaCast, veio no começo do ano, pois é, e que vocês pedem sempre para vir aqui. Ela veio aqui no LendaCast em janeiro, logo depois eu fui lá no Caso Bizarro, que é o podcast dela.
E hoje nós vamos fazer uma live patrocinada pela Paramount Pictures Brasil para o filme Passageiro do Mal, que estreia nos cinemas na próxima quinta-feira, dessa semana agora, dia 21 de maio. Por isso que eu falei, será que eu vou pegar carona com ela? Será que ela vai pegar carona comigo? Eu acho que os dois vão pegar carona, porque esse filme é incrível, estreia na quinta-feira e a gente vai falar sobre histórias desse universo de Passageiro do Mal.
Quem que é que tá aqui hoje? Quem que vem de carona comigo? Eu vou de carona com ela. Mabe! Obrigada. Bem-vinda. Voltei, Lili. Voltei. Voltou. E hoje, de carona. De carona. Você falou que não é o Leandrach solo. E também não é só eu que tô aqui. Porque tem mais coisa aqui. Tem mais entidade. Tem mais gente.
Tem mais coisa aqui pra nós dar carona, Mabê. E aí? Tudo bem? Tudo bem, tô animado. Obrigado por vir ao Lenda Akech. Que legal a gente fazer no Publi juntos de novo, né? É a terceira, podemos pedir música. Fantástico. Exatamente. Podem continuar, Marcos. Amamos. Gente, é maravilhoso fazer Publi com outros influenciadores que são do ramo, né?
É, que a gente tem uma troca, a gente já se conhece, acho legal também. Já flui melhor. Já flui melhor, é verdade. Porque as publis, elas são legais de fazer, eu adoro fazer publi, né? Claro, por causa do dinheiro, óbvio, né? Mas eu adoro fazer publi porque sempre é de filme legal, de terror, que vai estrear e tal, né?
A gente que tá sempre falando desse tipo de assunto e a gente fica querendo caçar coisa, aí caçar lenda, caçar história é mais assunto pra gente ficar falando é mais medo pra gente ficar mais pra ficar especulando
especulando. Eu gosto de falar, as vezes as pessoas falam assim, nossa, Mabê, não tem um medo que você não passou por ele ainda. Porque é medo de ficar dentro de casa, medo de sair na rua. Agora é o medo da estrada. Medo de dar carona pra alguém. Medo de dar carona pra alguém. É sobre diversificar os medos. Então, sabe o que eu tava pensando sobre esse filme, Mabê? Porque, assim, é...
A gente tem... Eu tenho um pouco de medo de dar carona pras pessoas. Primeiro, eu tenho medo de parar na estrada. Tá. O pessoal que assiste a LendaCast vê que eu tenho uma bexiga de um senhor de 89 anos. Então, assim, eu juro pra você. Eu não posso beber uma água. Eu só tenho que molhar o bico na estrada. Porque eu não posso beber uma água que eu tenho que parar pra fazer xixi. Eu ia falar mijar, mas é feio. Eu ia falar... Eu tenho que fazer... Eu tenho que fazer...
Parar pra fazer xixi na estrada. A gente sabe que homem é mais fácil de fazer xixi. Minha mãe, às vezes, também quer parar. Ela fala, mas Daniel, tem que parar um posto. Porque mulher é... Então, às vezes, quando eu não aguento, eu paro no meio da estrada. E, gente, me desculpa o matinho. Mas, né? A gente tem que aliviar. Porque, às vezes, aconteceu de eu estar num trânsito ou num lugar que não tem. E aí, eu tenho que... Meu Deus do céu.
Eu tenho que parar. E aí, ou o matinho. Hoje em dia, eu não faço mais no matinho. Eu tenho sempre uma garrafa.
Que aí eu paro ali, uso essa garrafa, depois eu guardo ela e jogo ela no lixo seguro. Mas eu paro pra pensar o seguinte, eu não gosto de parar na estrada. Eu só paro em condições extremas, ou se o carro quebrou, ou se a urina apertou. E aí...
Eu também tenho medo de dar carona pras pessoas. Sim. Você teria esse medo, assim? Tenho. Não, eu tenho total, assim. Eu tenho... Tipo, eu já peguei bastante estrada também, porque tinha uma época que eu morava numa cidade. E aí, pra ir pra faculdade, tinha que pegar estrada todo dia. Então, eu passava muito.
Por uma rodovia muito famosa. E muito perigosa também. Então, a gente sempre ficava com medo, sabe? Às vezes, a galera pedia, tipo, carona pra ônibus. Sabe? Aquela coisa assim. Era um ônibus que ele ia, mas ele tinha o lugar certinho de você pegar ele. Mas já teve vezes que no meio da estrada, chovendo, o motorista parou, a pessoa subiu.
Então, então. O que está acontecendo? O que está acontecendo? Exatamente. Mas por que eu estou te perguntando se você tem medo? Porque eu tenho medo de dar carona para as pessoas. Eu fico, às vezes, sensibilizado. Eu falo, puta, a pessoa está na estrada pedindo carona. Mas no mundo que a gente vive, é muito complicado parar para dar carona. Mas você já parou para pensar o outro lado? Se um dia a gente precisar de carona, as pessoas também vão ter medo de dar carona para a gente.
E digo mais, você não vai ter medo da pessoa que vai parar pra te dar carona? Verdade. Porque aí você fica nessa, por que essa pessoa tá falando pra mim? O que ela vai fazer comigo? Pra onde ela vai me levar? Moço, era pra eu descer naquela cidade ali. Cala a boca. Cala a boca, fica aí. Meu Deus. Não, eu tenho medo. Então, toda situação dá medo, né? Porque a gente para pra pensar. Estrada à noite. É uma coisa que eu já tenho medo. Você já estragou o seu carro, estrada à noite? Já, já estragou.
O que você fez? Ah, chorei. Tô lá até hoje. Chamei o seguro. Na verdade, eu... Puta, você me perguntou isso agora. Você sabe que o meu maior pavor da vida, quando eu era criança, era que o carro quebrasse no meio de uma estrada à noite. Então, quando eu era criança...
eu andava com meus pais ou com meu avô de carro e eu ficava olhando e ficava pensando. Nossa, sempre fica catastrófico. Eu ficava pensando, nossa, se o carro acabar aqui, será que eu vou morar ali naquele mato, naquela montanha, naquela casinha no meio da estrada? Porque tem isso também. Às vezes você está passando na estrada e tem uma casinha, mato, mato, mato. Gente, o que está acontecendo naquela casinha?
O que está acontecendo naquela casinha? Quem mora naquela casinha? Eu penso sempre isso. Mas eu tinha muito medo do carro quebrar na estrada também. Eu tinha muito medo. E já passei por uma situação horrível, que a estrada, tipo, era uma estrada muito escura, daquelas que... E estava chovendo, começou a chover. E daí furou dois pneus do carro. Então, mesmo que a gente conseguisse... Estava eu e minha mãe. Mesmo que a gente conseguisse trocar um...
Não tinha como pegar dois, porque você não tem dois steps. Então, não tinha o que fazer. E a gente ficou parado e era sem sinal. Então, não tinha sinal de celular. Não tinha sinal de celular. Eu fui andando um pouco pra frente, na estrada escura, que passava pouquíssimos carros. E aí, teve uma hora que eu consegui um sinal, mandei uma mensagem e expliquei. Só que assim, não sabia nem explicar onde a gente estava. Então, foi um dia muito assustador. E aí, parou um carro com um casal de velhinhos. Olha lá, olha lá.
E aí você fica, meu Deus. Querem ajuda, menininha de cabelo azul? Vou te mostrar. E aí o que será que ele pegou da minha alma nesse dia? O que será que ele... Mas eu fiquei nisso. E o carinha parou. O senhor parou. Ele trocou o pneu na chuva.
E foi embora e a gente conseguiu sair. Tipo assim, meu, eu não acredito. E a senhora ficava assim pra ele, não, vamos logo, vamos logo. Deixa elas aí, né? E eu entendo essas senhoras. Ai, dá medo, né? Não, então, a situação inteira ela dá medo. Eu acho que pra quem não é acostumado com parar na estrada...
Por exemplo, a gente fez um LendaCast aqui de caminhoneiros. E eu entrevistei o Márcio Coxa, que é caminhoneiro. E pra ele é muito comum parar na estrada. E você tá falando de um caminhão também. Você para com um carro, é perigoso também. Por questão de pode vir outro carro desgovernado, pode vir um caminhão. Cara, é muita coisa.
E aí é toda uma situação. Mas nesse caso, o senhorzinho foi bonzinho ainda, né? Foi lá e trocou o pneu, o segundo pneu. E assim, o mecânico nunca ia chegar, porque eu não expliquei direito onde era. Era uma cidade muito pequena, você não conseguia encontrar o mecânico, e a minha mãe ia ficar lá pra sempre. Sabe? E você sabe que eu ia contar e esqueci. Aí eu sempre olhava onde eu...
eu moraria se o carro... Porque pra mim era isso, o carro quebrou, a gente vai morar na estrada. Nunca mais eu volto pra casa. Aí eu vi uma reportagem uma vez na televisão que eu lembro do repórter falando... Era uma reportagem, acho que sobre isso, de carros que quebram na estrada.
E eu lembro do repórter falando a seguinte frase, e pra eles, a viagem acabou. E aí era a mãe com umas crianças chorando, abraçadas assim, aí o pai tipo olhando, e o carro quebrado no meio da estrada. Eu falei, meu Deus. Catastrófico, né?
Era muito catastrófico imaginar que o carro ia quebrar na estrada. Eu sou tão medrosa que eu peguei uma mania de quando eu ia viajar para uma estrada, eu anotava o número, porque tem sempre telefone numa via, se acontecer alguma coisa de emergência. Eu anotava, deixava aquele telefone antes de viajar, para, tipo, se acontecer alguma coisa, eu mando mensagem. Mas é bom. É bom. Porque a gente nunca sabe, né?
É, tem gente que nem sabe o que acontece se furar o pneu, se dá algum problema. Porque furar o pneu é mais fácil de resolver. Mas, tipo, às vezes dá uma coisa que... Ah, pra mim não é não. Não sei não. Eu aprendi a trocar pneu. Aprendeu? Eu, minha filha, eu vou ficar assim na estrada. Lembra do pica-pau? Exato, pica-pau. Pro pessoal parar pra trocar o pneu. Mas eu preciso aprender, porque eu não...
É, mas aí o problema é quando dá, sei lá, a bateria, outra coisa, porque aí não resolve fácil, né? Pois é. É difícil. E na live de hoje, gente, a ideia é que a gente leia alguns relatos, né, Mabê? De pessoas que tiveram, que viram coisas na estrada.
por conta do filme Passageiro do Mal. Só que nesse filme, o perigo não está somente nas pessoas. É uma entidade da estrada, pelo que eu vi na sinopse. Você viu o trailer? É meio uma coisa como a lenda, né? É uma coisa que faz parte ali daquela região.
eu tive essa sensação também então, além de não ser só uma coisa das pessoas ele também tem a ver com o acidente que eles veem então, não é que é uma pessoa pedindo caramba do nada é um acidente esquisito que resulta numa morte e a partir dali a lenda fala, bom, é aqui que eu vou
Que é aqui que eu vou me instaurar. Pra quem... Não sei se você que tá em casa viu já o trailer desse filme, já ouviu falar. Mas Passageiro do Mal da Paramount Pictures estreia na próxima quinta, dia 21 de maio, tá? Dessa semana agora. E a história é a seguinte. É a aventura de um casal na estrada, né? Então, quer dizer, aquele casal que... Não sei se seria esse casal. Você acha que seria? Se você tivesse com um namorado, uma namorada?
Você iria pra estrada, viver na estrada, naqueles trailer? Cara, eu sou meio viciada em ver vídeo de galera que faz isso. De ver vídeo? São muito famosos, que eles saem daqui do Brasil e vão até o Alasca, sabe?
E aí tem uns rolês muito legais, que são viagens que a gente nunca vai fazer, porque quando você, sei lá, eu vou para o Chile, eu vou lá para o Chile, beleza. Eu vou pegar um avião, eu vou conhecer ali a região. Só que quando você sai daqui, você passa por tantos lugares bonitos, você passa por tantas histórias, que eu acho que tem uma coisa interessante também disso. Então, acho que, assim, uma beijo jovenzinha, acho que encararia, sabe? Ou então, tipo assim, um rolê por cinco meses.
Eu tive um primo que ele pegou... É muita coisa. Um mês pra mim já é o máximo. Eu tive um primo que ele foi com a noiva dele. Eles ficaram um ano num furgão. Pelo Brasil.
Então, no filme é um furgão também. É um furgão, né? É um casal que... É porque tem que ser um carro maior, não tem que ser mais equipado. É, não, imagina. Você vai com o quê? Você vai com... Seu carrinho não dá. Não vou falar marca de nenhum carro pra nenhuma concessionária minha. Mas você vai com o carro, né? Oitenta e seis, andar. Se bem que tem muito carro oitenta e seis, muito bom. Mas nesse filme é a aventura de um casal, né? Então é esse casal aventureiro.
que tá com furgão, tá? É um furgão bem equipado, então tem fogão, tem cama. Então é esse tipo de casal aventureiro que vai pra estrada, só que a aventura deles é interrompida quando eles, os dois, estão numa estrada à noite e são testemunhas de um grave acidente que termina com a morte do motorista desse grave acidente. Que eu acho que é uma coisa ruim também, né? A gente tá passando e vê um acidente. A história se passa em uma rodovia muito assustadora.
Só que nessa rodovia, aí entra o lado sobrenatural da gente aqui, Mabe e eu, nessa rodovia, que já é assustadora, tem uma lenda de um espírito maligno que persegue motoristas que por ali trafegam. É preciso seguir as regras para não ser vítima desse passageiro indesejado, principalmente à noite.
Essa entidade maligna é o oposto de São Cristóvão, que é o padroeiro dos motoristas e viajantes. Só que, nesse caso, a entidade não protege ninguém.
mata os... em quem ele se hospeda, digamos assim. E por que o passageiro do mal? Porque se você... Bom, não é um spoiler, porque acho que isso tá no trailer. Só que você não pode vacilar nessa estrada, você não pode parar, porque o que acontece, ele pega carona no teu carro, no teu furgão, no que for, ele entra e ele fica lá.
você não pode desobedecer, né, Regra? Eu gosto de filme de terror que tem essas coisinhas. Quando você pensa, putz, tem uma história ali, sabe? Tipo, sei lá, tem uma regra, não para para estranho. Então, tipo, não faz tal coisa. Isso, isso, isso. Eu gosto quando tem assim. Eu também amo. Porque eu fico pensando. Eu, sabe, eu ia querer... Não, vou ticar esse aqui, vou ticar esse aqui. É, isso aqui eu não vou fazer. Isso aqui eu não vou fazer.
É, e eu também gosto dessa coisa de um lugar, assim, tipo, sabe quando você está indo viajar?
Aí você fala, ó, você vai passar na estrada tal, hein? Cuidado. Aquela estrada tem uma lenda que não sei o quê. Claro, tem algumas estradas, tem aquela que é conhecida como a Rodovia da Morte, ouviu falar? Sim. Que é perigosa por causa de acidente e tudo. Mas tem estradas que são assombradas realmente. Sim.
E é o caso dessa do filme. Por isso que eu gostei desse filme, Passageiro do Mal, porque é uma estrada que já é assustadora, mas tem uma lenda ali naquele trecho que eles passam. Exato, não é simples o negócio. Não, não é. Não é simplesmente porque é perigoso. Exato. Tem um espírito, tem uma entidade que entra e vira um passageiro ali. Então, se você gosta desse tipo de filme, com esse tipo de história, que eu acho que...
É muito legal, vale a pena colocar na agenda aqui no próximo dia 21. Vamos começar os relatos, então, do povo? Porque eu acho que a ideia... Eu também tenho algumas lendas para contar sobre... Estrada. Sobre estrada, sobre esse universo. Mas a gente vai ler relatos reais. Eu te mandei aí no celular. Você recebeu o... Ladies First. Ladies First.
as entidades. Antes de começar, inclusive se você não sabe, não viu esse trailer, vamos soltar aqui o QR Code. Será que vem desse lado? Será que eu acertei? Vem o QR Code do trailer do filme. Ah, tá certinho aqui. Aí, ó.
Já tem o QR Code aqui. Clica aí pra você assistir o trailer de Passageiro do Mal, da Paramount Pictures, que estreia dia 21 agora. E já marca com alguém bem medroso pra ir assistir. Vamos assistir junto? Vamos. Vamos, vejo. Eu tenho medo, tá? Você tem medo real? Eu tenho, porque... Ah, você tem podcast de sobrenatural. Não tem medo, né? Não tem medo, tenho medo pra caramba. Tenho medo.
Eu tenho medo porque eu acho que eu entro muito também na onda do filme, sabe? Tipo assim, naquela atmosfera. Então, eu estou nervoso. E o filme já começa com a... Não é dando spoiler, tá, gente? Mas ele já começa naquela estrada... Porque qual é a visão da gente numa estrada escura? É o farol. É o farol.
Exatamente. E às vezes você, tipo, sei lá, às vezes aparece alguma coisa estranha na estrada que não dá tempo de você entender o que é. Não dá tempo, não dá tempo. Então você tem que dirigir meio devagar. Eu acho que é aí que deixa a coisa mais assustadora. Porque você vai dirigindo meio devagar, aí, né, tipo aquele som do... A noite que não tem muito som, aquele meio assim. Eu sempre penso o seguinte, se meu carro quebrar aqui, ferrou.
Ferrou. Ferrou. Não, eu vou embora. Porque você... Imagina, você para, você tá dentro do carro. Você tá naquela... Você tá ouvindo uma música, ou você tá ouvindo aquele barulho dentro do carro. Na hora que você para, que você desce, já teve essa sensação? Que você desce no lugar que você começa a ouvir os grilos, os carros. Nossa, sim. Você parado ali, ó. Exato.
O filme já começa assim. Vamos para os relatos? Então a Mabê vai ler o primeiro relato da noite. Foram relatos enviados por vocês, seguidores, com o tema Aparições na Estrada e também Passageiro do Mal, que é a live patrocinada hoje aqui da Paramount Pictures para o filme Passageiro do Mal, que estreia na próxima quinta. Vamos para o primeiro relato? A gente vai lendo e vai reagindo, tá? Tá. Fica à vontade.
Oi, Dan, me chamo Juliana, sou sua fã. Oi, Juliana. Sou manicure e coloco seu programa todos os dias no Spotify. Minhas clientes têm que assistir na marra. Ai, eu amo. As clientes não é pra pôr uma oração, tira esse programa. É uma coisa mais tranquilinha, não. Vai ser entidade do mal. Vai ser entidade do mal, passageiro do mal.
aí beleza então ela põe lá na marra não abre o mão mas deixa eu contar o meu relato há 21 anos atrás eu morava na cidade de Araraquara só que em todas as folgas ah não desculpa eu morava na cidade de Boa Esperança do Sul
De onde você tirou Araraquara? Está embaixo. Porque era muito diferente. Eu me passei um pouco aqui. Eu juro que estava aqui também. 21 anos atrás, morava na cidade de Boa Esperança do Sul. E daí, quando me casei, fui mudar para Araraquara. Só que em todas as folgas do meu esposo, a gente ia para Boa Esperança do Sul visitar a família.
Certa vez, era tarde da noite, estávamos indo embora, voltando para casa em Araraquara, e estava chovendo muito. Sabe aquela chuva que não deixa enxergar nada na pista? Meu Deus, eu... Peguei uma dessas esses dias na estrada. Ficou desesperada. Então, era assim que estava naquela noite. Quando entramos na rodovia, num certo ponto, avistamos uma pessoa pedindo carona na beirada da pista.
Passamos rápido, mas deu pra ver. Era um homem barbudo, de bermuda e jaqueta cor palha. E aí, Dan, agora que vem o relato. Exatamente naquele ponto onde a pessoa estava pedindo carona, foi onde, há uns meses, o irmão do meu marido havia sido atropelado e morreu naquele lugar. E, pasme, Dan, era exatamente a mesma roupa do dia do acidente que ele morreu.
Quando passamos pelo homem pedindo carona, só olhamos um para o outro, eu e meu marido, e dissemos, você viu aquilo também? E seguimos embora a viagem. Eu tenho certeza que era meu cunhado. Porque quem iria pedir carona mais de meia-noite numa rodovia embaixo de uma chuva? Beijos, sou muito sofana, perco um episódio, Juliana.
Obrigado, Juliana. Tem muito disso em estrada, né? Tem muito disso. Da estrada ficar como um portal entre vida e morte, né? Exato. E você já viu estrada que às vezes você para num lugar, ou um lugar é tipo assim, tem um... É uma curva mais fechada e aí tem um sinal de cruz. Porque tem uma cruz ali porque, enfim, alguém morreu ali. Alguém morreu ali. Eu acho que aquilo também dá aquele medo, né? Eu acho que a...
cruz na estrada, Mabê, é quando a pessoa morreu ali, não que ela foi enterrada ali. É, que morreu. Porque foi enterrada. Já fez, é verdade. Ah, deixei mesmo. Mabê, eu tô indo de Araraquara. Porque era uma cidade diferente. Eu falei, será que o nome é igual? Não, é Araraquara. Ela vai pra Araraquara. Vamos pro próximo? O próximo título, o próximo relato, o título dele é O Caixão na Encruzilhada. Nossa senhora.
Já imagina que veio por aí. Não sei. Olá, Adan. Me chamo Tati. O relato que eu vou contar hoje foi meu pai quem me contou.
Eu morava no interior de Campo Belo, do Sul. Meu pai saía todos os dias pra trabalhar na Torre de Araraquara. Eu não sei porque eu fiquei... É porque foi muito, né? Não, eu morava em Bois-Pero-Sul, não na Araraquara. Não, não, é porque você falou assim, eu morava em Araraquara. Aí eu falei, não, não, não, eu morava em... Aí você falou o nome da outra cidade. Aí não parecia com Araraquara. Eu falei, então onde ela tirou Araraquara?
A mulher enlouqueceu. Eu fiquei com isso na cabeça. Vamos lá. É uma coisa tão boba. Sabe quando ele fica indo e não consegue parar? Eu morava no interior de Campo Belo do Sul. Meu pai saía todos os dias para trabalhar na roça e chegava por volta das seis ou sete horas da noite. Eu vou ficar indo até um tempo aí.
Nesse dia, começou a se formar uma chuva lá pelas 5 horas da tarde. Sabe aquele tempo feio que o dia vira noite? Sei, já passei por isso. Muito vento, céu escuro e uma sensação estranha no ar. Deu 5, 7, 8 da noite e nada do meu pai chegar.
Ficamos preocupados, achando que poderia ter acontecido alguma coisa com ele. É, estrada e chuva, né? Lá pelas nove e pouco, ele chega em casa, todo molhado e assustado. Perguntamos por que ele tinha demorado tanto e foi aí que ele contou algo que até hoje me arrepia. Ele diz que estava passando pela encruzilhada, onde sempre passávamos.
pra ir a qualquer lugar da região, quando apareceu um caixão coberto por um lençol branco. Imagina, numa encruzilhada, um caixão coberto por um lençol branco no meio do caminho. Assustado, ele voltou e tentou seguir por outro caminho, mas o caixão aparecia de novo. Tem uma lenda de caixão que aparece, só que agora não vou lembrar onde que é.
Na estrada. Parece na estrada. Cavaleiros que falam que vê um caixão na estrada. E parece que é um mal presságio de morte. Alguma coisa assim. Segundo meu pai, parecia que aquilo, o caixão, acompanhava ele.
Não importava o caminho que ele tentasse fazer, ele acabava andando em círculos e ficando preso naquela encruzilhada. Ele estava a cavalo e o animal ficou extremamente assustado com a aparição, quase derrubando meu pai no chão. Depois de muito tempo tentando sair dali, o caixão simplesmente sumia. E aí ele conseguiu voltar para casa o mais rápido possível.
Nessa encruzilhada tinha uma casinha muito velha, de um cômodo só, as casinhas que a gente estava falando. Ninguém nunca morou lá e ninguém sabia de quem era aquela casa ou aquele paiol. Toda vez que passávamos por ali, eu sentia um medo enorme e sempre desviava o olhar. Depois desse acontecimento com o caixão, eu passava por lá de olhos fechados, morrendo de medo de ver esse caixão com um pano branco em cima dele aparecer para mim também.
Meu Deus, essa história é muito boa. Gente, como que alguém tem caixão? Eu tenho aqui em casa. Eu estava chegando aqui. Você viu, né? Eu gostei muito de saber que ele estava de cavalo. É, então. Porque você não tem muito a referência quando você está de carro. Tipo, nossa, como é que você vê um objeto passando? Mas de cavalo é mais lento. Então, putz, o cara estava olhando toda hora. E dá uma sensação quase de sete além de que ele está...
Tipo, num lugar diferente, num lugar meio alternativo, porque ele tá tentando ir pro... E eu gosto que logo que ele vê o caixão, ele fala, não, vou pra outro lugar. Não, foda-se. Fica aí o caixão, não quero saber. Eu não vou no caminho do caixão. Porque tem o lençol branco, né? Não é só o caixão ali tranquilo.
É, mas um caixão no meio do nada, mesmo sem lençol branco, com nada. Já me dá um negócio. Você pensa em várias coisas. Tem um morto ali dentro. Sim. Tem ou não tem? Alguém deixou esse caixão aqui. Quem que tá fazendo? E o caixão, ele assusta por si só. Eu demorei muito pra me acostumar com ele aqui em casa. Quando eu ganhei esse caixão, eu voltava da balada e passava meio assim.
No corredor ali. Mas hoje eu já acostumei. Até acho ele bonitinho. Mas, cara, caixão no meio da estrada não é comum, né? Não é. Imagina. E ainda de cavalo. Cavalo é meio sensorial, né? É, porque eu já fiquei aqui na minha cabeça ouvindo os passos do cavalo. Aquela coisa meio ele olhando. Aí tá encruzilhado. Não tem muito pra onde ir. Tipo, ele vai pra um lugar, vai pro outro.
E aquele caixão seguindo ele, tipo assim, eu tô de boa. Qualquer lugar que ele vai, o caixão tá junto. E se o cavalo sentiu alguma coisa, né? Porque ele disse que o cavalo ficou nervoso. E aí, gente, é que nem gato. O gato olha pro nada, ele olha pro nada. É entidade, é alguma coisa. Esses dias o Trevor tava olhando ali pra fora, num cantinho da varanda, ali pro alto, assim. Falei, que foi? Que foi? Me fala que foi. E ele olhava pra mim e voltava a olhar assim, ó. Eu vi.
E falam o que a Cavalo sente, né? É animal, né? Sempre. Eu acho que eles têm uma sensibilidade melhor do que a gente, né? Até pra ouvir barulhos também, pra olfato, sei lá. Acho que pra... No geral, assim. Mas tem uma lenda de caixão. Eu vou procurar. De repente eu faço amanhã no solo. Porque é uma...
Ah, a Ciber Marta tá corrigindo a gente aqui, ó. De cavalo, não. A cavalo. Ah, querida. Obrigado, querida. Muito obrigada pela sua dica. É muito chique a cavalo. É a cavalo. É igual o dia, o pessoal tava brigando comigo porque eu tava falando assim, ah, estrada de terra. Ai, Daniel, se é de terra, é estrada. Porque de asfalto é rodovia.
Ai, professor Pasquale, desculpa. Linguagem informal, mas obrigado. É a cavalo, Marta. Vamos para o próximo relato? Eu leio. O povo corrige a gente, mas bem, seus seguidores te corrigem também. Corrigem, eles adoram. Eles amam. É engraçado, né? Parece que tem seguidor que fegue a gente. Não achei ruim, não. Mas parece que a gente não pode falar nada de errado.
É a cavalo, caralho. Sabe que minha mãe sempre também, ela fala, Marina, você falou tua coisa, era aquela coisa. Eu falei, meu rei, tá tudo bem. Não, mas assim, não é nos defendendo, mas é nos defendendo, mas a linguagem informal, ela vai assim. Se a gente for fazer uma linguagem rebuscada, estágio a cavalo, ah, blá blá blá.
É que o cavalo, ele pede uma linguagem rebuscava. Ele pede, o cavalo pede. Isso, é verdade. Tá, o próximo caso da Lilian. Oi, Dan, tudo bem? Me chamo Lilian. Vou contar um caso que aconteceu com o meu pai. Olha aqui, o outro é que tá terceirizando o caso aqui, trazendo do pai, eu amo. É, sabe por que eu acho que os pais contam pra elas? E eles não vão contar aqui no podcast. Ela conta pra ela e o pessoal traz pra cá, eu adoro. É bom.
Era uma quinta-feira, por volta das cinco e meia da manhã, quando meu pai saiu de casa para trabalhar. Ele trancou a porta da casa, como de costume, pois ninguém acordava nesse horário. E pegou o rumo do ponto de ônibus. E quando pegou o rumo do ponto de ônibus, uma claridade imensa se firmou atrás dele.
O trajeto que ele fazia nesse horário era escuro, não havia lâmpadas. A única claridade era se algum carro passasse. Aí é foda, né? Nossa senhora! Se você torce para o carro passar... Ou ficar no escurinho quieto ali. Se você torce para nenhum carro passar, porque vai saber o que tem ali. Você não pode acender o celular para ver a hora. É a sua única luz ali. Meu pai foi caindo pelo acostamento porque pensou que fosse um veículo que tivesse vindo. Mas nada de veículo algum passar.
Meu pai então olhou para trás e a claridade ia se posicionando sempre atrás dele.
Então, meu pai virou para frente, ficou meio apreensivo e seguiu o caminho. Mas a claridade extrema o acompanhava. Quando ele chegou até o ponto de ônibus, a claridade sumiu no piscar de olhos. Essa luz o acompanhou todo esse trajeto. Meu pai ficou pensando o dia todo no que aquilo poderia ser. Mas chegando a noite, mais precisamente de madrugada, minha irmã começou a passar mal e foi levada ao hospital. Não resistiu e acabou falecendo com apenas 18 anos.
Será que era um aviso? Aparentemente, foi suicídio. Mas, segundo o delegado nos disse, não era suicídio. E sim que foi vendido um produto errado pra ela. Beijos, Dan. Muito sucesso. Meu Deus, que pesou o clima muito esse relato. Nossa, muito. Uma luz. Nossa, o que que é? Será que é um fantasma? Meu Deus.
É, eu acho que tem muito essa coisa de da gente sentir e ser presságio, né? Como a gente tava falando até do do caixão antes. Então talvez essa luz fosse algum presságio mesmo. Por exemplo, eu super acredito nisso, assim, de gente que é mais sensível, que tem alguma, sabe, alguma mediunidade, alguma coisa, de repente algum tipo de aviso pra ele. E essas luzes me lembraram, não é muito assombração, mas é um pouco porque...
Tem muito relato em estrada também de luzes, sabe aquelas bolas brancas que geralmente as pessoas falam que é abdução de alienígena. Não chega a ser uma assombração de espírito como a gente pensa, mas é assustador também.
Então, eu acho que tem muito esse relato de luz na estrada. Isso é uma coisa que eu lembro muito dos relatos de bola de luz. A galera manda muito para o Caso Bizarro isso. É, manda bastante. Manda até o Luskas, o marido da Nanates também, que foi participar do Caso Bizarro. Ele contou uma história pessoal que tem ali uns círculos de luz no meio da estrada. Era uma estrada escura também. E eu acho que isso é uma coisa que a gente vê muito falar.
Nossos filhos crescem rápido demais, né? Num dia eles dependem de você pra tudo, no outro já querem segurar o copinho sozinhos. E é pra acompanhar essa fase dos pequenos crescidinhos que chegou mousse e ninho. A combinação da nutrição de mousse long com carinho de ninho, feito pra misturar no leite e beber no copinho. Gostoso, cremosinho e fortificado com nutrientes que contribuem para a imunidade e o desenvolvimento dos ossos. Esse sabor icônico vai surpreender. Conheça!
Tem alguns tipos dessas luzes. Tem a mãe do ouro. Não sei se você já ouviu falar. Algumas pessoas falam que a mãe do ouro é aquela luz que parece uma bola de fogo. E que ela anda nas matas. Ah, é essa que eu estava falando. É essa mesmo. E tem o fogo fato. Que é um fogo azul. Que é uma bola de fogo azul. É uma cor azulada. E dizem o quê? Que ela se forma em cemitérios.
por causa dos gases dos corpos dos cadáveres, em pântano. E aí, imagina, você está no cemitério, você vê uma bola azul, para mim é fantasma, o poltergeist. Lógico. Não adianta. E associam muito isso a fenômenos de alien. Sobrenaturais. Ah, de alien também, é. Mas isso é total, é muito interessante, porque é uma luz azul, né? Uma coisa que a gente não está assim, acostumado a ver. É, é.
Daquele medinho. Caso você veja uma luz azul vindo do céu, você tem noção de como seria a sua reação? Eu já vi, tá? Ela não estava vindo na minha direção, mas eu já vi. Eu já vi quando eu era criança. Enfim, eu acho até hoje que foi naquela pegada de objeto não identificado.
Não era avião, não era avião, morava numa cidade muito pequena. Então você via muito as estrelas no céu. E tinha uma luz azul que ela ficava, sabe, como se você tivesse... Como se tivesse alguém assim com uma luz fazendo... Tipo um laserzinho? Tipo um laserzinho, porque era uma velocidade e um trajeto meio...
Não linear, assim, sabe? Que você não espera ver no céu. E eu fiquei fascinada na época. Eu achei muito legal. Mas hoje eu acho que eu ficaria com medo. Era azul? Era azul. Ah, e a gente inspirou no cabelo, no batom. Foi aquelas... Mabe, tudo que usarás serás blue. Tudo que tocar. Tudo que tocar virarás blue. E você, já viu a luz? Ou o que você faria?
Então, eu não... Cara, eu tenho muita vontade. Eu já vi algumas montagens de ar, de coisas muito grandes no céu, de luzes muito grandes no céu, assim. E me dá uma perturbação, assim, ver coisa muito grande, aquela coisa parada no céu, sabe? Então eu não sabia. Eu acho que eu... Não sei. Eu acho que eu começaria a gritar, gravaria história. Olha! Olha! Mas sabe o que aconteceu? Não é com luz.
Mas é com barulho. Teve uma época em... Não sei se foi o ano de... Foi 2023 ou 2024. Eu sei que 2025 não foi. Porque eu já gravava podcast aqui. Acho que era 2023. Que tava uma tag no antigo Twitter, que hoje é o X. Que tava uma tag de barulho no céu. Muita gente tava ouvindo. Você lembra disso? Lembro, lembro. Desse rolê. Que era uma tag que subiram lá. Virou um assunto. Um trending topping lá.
que era barulho no céu. E aí, eu fiquei com isso na cabeça, né? Eu fiquei prestando mais atenção no céu. Mas aí passou... Beleza, passou um tempo. Um dia eu cheguei na balada e tava um barulho no céu, aqui na minha casa. E eu consegui gravar e mandar pro meu amigo, que mora aqui perto. A gente foi junto na balada, ele desceu na casa dele, depois eu vim pra cá. Na hora que eu tava dormindo, eu tava vendo assim...
eu falei, meu Deus do céu tem alguma, os gatos até acordaram os meus gatos eles tem uma coisa, que se eu faço barulhos muito graves
O Gaspar é elinígena Nesses dias eu vi ele andando Meus patos aqui em casa E aí eu falei Gente o que será isso? Então eu não sei qual seria a minha reação Eu acho que seria uma coisa mais Sei lá Eu ia filmar Eu ia ficar Quando eu fui pra São Tomé das Letras Eu contratei um guia lá O Daniel, meu xará
que ele fala, ele fala, eles estão muito mais próximos de nós, só você olhar o formato das nuvens, eles se escondem atrás, aí teve uma hora que a gente estava voltando da gravação, ele falou, ali tem um atrás das nuvens, e era uma nuvem redonda, assim, em cima de um tomel, eu falei, nossa, que lindo, pra mim era uma nuvem, pra ele não é nuvem não. Tá, já era outra coisa. Era alguma coisa que estava lá, então, não sei qual seria a minha reação.
Vamos para o próximo relato? Pra você que está chegando agora, eu estou aqui com a Mabê, eu nunca sei o seu, é Bonafé.
Bona Fé. Bona Fé. Mabê Bona Fé, especial, Passageiro do Mal, da Paramount Pictures. É uma live patrocinada para esse filme que estreia na próxima quinta-feira dessa semana agora, dia 21 de maio, somente nos cinemas. E a gente está lendo relatos dos seguidores, de pessoas que tiveram experiências na estrada, com passageiros estranhos, com carona e com luzes também.
próximo relato da noite é da Larissa ela falou, oi Dan, oi Mabê eu sou a Larissa moro na Nova Zelândia Nova Zelândia é onde tem a Boreal? não né
Tem... Não, não, não. Acho que não. Onde que tem a Boreal? A Boreal é mais ali na Noruega. Ali em Diadema, Piraparinha? Ali, como é que é? Ali, você tá bem? Boa Esperança do Sul. Araraquara. Araraquara. Eu acho que é mais na Noruega, pelo menos. Boa. Onde eu sei, no Canadá também. A Larissa fala o seguinte, depois de um final de semana na praia com o time do trabalho...
Dei carona pra um colega pra não dirigir sozinha à noite. Então ela não queria dirigir sozinha. Deu carona pra um colega pra eles irem juntos. Conversa vem, risada vai, uma escuridão imensa, muita neblina. Lá eu vi uma mulher na estrada, embaixo de uma árvore, bem na beira da estrada, que parecia estar querendo atravessar a rua. Tenho medo disso, viu? Sem querer pesar o clima, mas eu já vi uns casos assim.
dei uma freada porque não sabia, né? Vai que a mulher corre na minha frente. Esse é o meu medo.
Fui freando, aos poucos, e meu colega disse, segue, não para. Ó, bem a vibe do filme. Meu Deus, é. Aí eu falei, mas ela parece meio desarrumada. De repente, precisa de ajuda. E o amigo, sensato. Olha lá, ela é a primeira que vai dar carona. É a primeira que dá carona. É o passageiro do mal. E vira personagem do filme. E o amigo falou, não para o carro.
Ele falou tão sério que eu obedeci e fui embora. Quando passamos pela mulher, os faróis do carro piscaram inteiro, sabe? Nossa.
E quando olhei pelo retrovisor, a mulher não estava mais embaixo da árvore. Meu Deus do céu. Xingando, que ódio. Só aí que meu colega me diz que lá nesse trecho... Não, peraí. Só aí meu colega me diz que lá antes, enquanto a gente estava falando bobagem, eu entrei numa rua paralela que passava por esse vilarejo que é conhecido por uma aparição dessa mulher. Olha lá. Olha.
A história conta que ela espera o namorado até hoje, que havia prometido buscá-la no meio da noite para ficarem juntos, e ela teria morrido. Ela busca e espera o namorado, só que ela faz isso escondido da família, e ainda não sabe que morreu.
Ai, meu Deus do céu. Gostei desse. Porque Nova Zelândia... Porque na Austrália tem essa coisa dos... Tipo, de ter muita natureza, né? Nas estradas, né? E eu fiquei pensando que Nova Zelândia tem essa vibe também da natureza. Ela tá falando que tá passando num lugar meio de vilarejo. Que dá medo de tudo, né? Primeiro que se você parar, tipo, pode ter cobra. Pode ter coisa. Pelo amor de Deus. Sabe? Eu já falo assim, meu Deus. Mas eu gostei um pouco. Porque essa já trouxe uma lenda.
Você vê que o cara já traz uma regra, que é uma lenda que tem regra. Não para. Que não para, não para, porque ela está esperando. E sempre é mulher esperando o cara no altar, aí morre, acontece uma coisa ruim. Exato. Sabe a verdade com as solteiras, né? Então, acho que é. Mas a gente também fala de lendas muito antigas, assim, de mulheres que...
Inclusive, na vibe do filme Passageiro do Mal, tem uma lenda brasileira aqui que acontece lá no Rio Grande do Sul, que é da noiva da Lagoa dos Barros.
Ah, eu fui pesquisada, porque eu estava querendo olhar sobre a Loura do Bom Fim, que eu vou falar já já, e daí eu vi alguma coisa dessa lenda, mas eu não cheguei a... Então, essa lenda conta o seguinte, a Luísa Maria Hausley é uma lenda trágica, porque eu acho que as lendas falam muito das histórias de assassinatos também, do passado, de feminicídio, naquela época não tinha esse termo e nem lei para isso, mas muitas mulheres eram mortas pelos seus... E aí
eram, né? São ainda, infelizmente, né? Nossa, eu vi um caso esses dias que eu não quero pesar o clima, mas eu vi um caso esses dias, depois a gente fala. Mas ele, ela, a Luísa Maria Hausler tinha 16 anos, namorava com um cara de 17 anos, adolescente, e ela parece que dá um toco nele, fala que não quer mais ficar com ele, se separa dele, e ele fica meio revolto, revoltado, e ela vai pra um baile da cidade, e lá ela dança com outro homem.
Ele chega lá no baile acompanhado de uns amigos, pega ela pelo braço, tipo, vamos conversar. E ela, não, mas eu não quero conversar com você, a gente não tem mais nada. Não, vamos conversar rapidinho. Ela pede licença pro cara que ela tava dançando e vai com esse cara conversar com ele. Acontece assim, pra resumir a história, ele leva ela pra um lugar ermo, né? Dá um tiro nela, mata ela.
Amarra o corpo dela Nos tijolos Com os arames E coloca no porta-mala o corpo dela Viaja o corpo dela Muitos quilômetros, porque eu acho que essa festa Estava acontecendo, não sei se era Porto Alegre Mas estava acontecendo num lugar do Rio Grande do Sul E a Lagoa dos Barros E a Lagoa dos Barros, tá gente? Não é a Lagoa dos Patos Todo mundo confunde a Lagoa dos Barros
Ele viaja até a Lagoa dos Barros, que é entre Osório e Santo Antônio da Patrulha, lá no Rio Grande do Sul. Desova o corpo dela, da Maria Luísa Hausler, nessa lagoa. Ele afunda na lagoa, pelo peso dos...
Pelo peso dos tijolos. E aí ele pega o revólver e dá um tiro nele mesmo, no braço. Pra dizer que teve um duelo ali, uma briga entre eles. E aí ele vai pro bar e conta tudo o que aconteceu. Eu chego ensanguentado pedindo ajuda. Ah, eu tive uma briga com a minha namorada. A história que ele inventa é que ela teria tentado tirar a própria vida com o revólver. Ele teria tentado...
É... Evitar, né? Que ela fizesse isso. E aí ela dá um tiro nele. E depois ela consegue dar um tiro em si mesma. Depois descobrem, a polícia descobre que não. A polícia gaúcha descobre que ele... Que a matou. Ele confessa o crime.
E aí o corpo dela é retirado da Lagoa dos Barros. Ele vai preso, só que ele não fica muito tempo preso, porque ele era família de gente rica na época. Isso é anos 40, tá, gente? É, 1940 e pouco. E aí ela... O que acontece? Conta-se que...
ali nesse trecho dessa lagoa, na verdade é uma lagoa muito grande, já fui lá visitar, é uma lagoa muito grande, conta-se que nesse trecho, anos depois, motoristas que trafegavam por lá, seja caminhoneiro, pai de família que tá com a família viajando, vê uma mulher pedindo carona, igual esse do relato anterior, toda molhada, cabelo molhado, com uma roupa, a roupa toda molhada também da needing cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash cash
da Lagoa, e aí algumas pessoas paravam pra dar carona, e ela entra, agradece, em alguns relatos ela entra, agradece, ai, por favor, eu queria que vocês me levassem até tal lugar, porque o meu namorado me jogou aqui, ela conta a lenda dela, e aí no momento vem um clarão.
O motorista meio que... Depois que ela termina de contar, vem um clarão, o motorista meio que... Sabe quando o olho ofusca? Na hora que ele olha, não tem mais ninguém do lado dele. E aí o banco tá molhado. E aí conta-se que o banco tá molhado. E tem também relatos de que muita gente vê o espírito dela vagando por lá. E às vezes ela tá andando também no meio da estrada. E aí tem acidentes e tal. Conta-se vários acidentes que acontecem lá.
E aí você vê, é uma lenda de uma passageira, que não é uma passageira do mal, igual o título do filme, mas é uma vítima, mas ela acaba causando acidentes pelas aparições dela na estrada. E é brasileira essa lenda. É brasileira. Isso me lembrou, então, a Loira do Bom Fim, que é aquela que eu falei pra você de BH, que a Loira do Bom Fim também é uma lenda da década de 40.
E alguns contam o que aconteceu ali na cidade de BH, outros contam que é na BR-381. A BR-381 é a Fernão Dias que liga São Paulo a Belo Horizonte, que é a que eu pegava diariamente para poder ir para a faculdade. Então, assim, é uma rodovia bem grande e tal, tem alguns trechos bem perigosos.
E aí alguns dão conta de que uma loira pede carona, ou para caminhoneiros, ou motoristas, sempre homens que param para dar carona para essa loira. E aí eles conversam, e aí tem algumas explicações dessa lenda. Eles estão ali conversando, ela pede carona até algum lugar, geralmente ali, que é o cemitério do Bonfim, lá em Belo Horizonte. Então eles levam ela até lá, e aí ela entra no cemitério.
E eles ficam olhando e ela meio que desaparece. Ela não volta, porque ela ia no cemitério. E eles ficam meio intrigados. Tipo, como é que uma mulher pega a carona na estrada, aí para no cemitério. Tipo assim, ela vai fazer o quê? Aí eles vão até o cemitério, não encontram mais ela. Só que ela deixou algum...
algum endereço, alguma coisa onde ela mora. Aí, quando vão lá, os pais dela dizem que ela morreu há muito tempo atrás. Então, é um pouco parecida. E também dá conta, como acontece numa área boêmia, que era boêmia nessa época de Belo Horizonte, tem muito esse mito dessa loira de Bonfim, que era uma mulher que tinha sido largada pelo namorado.
Então tem um pouco essa discussão também. Não chegou a ser um crime, até onde eu me lembro. Mas tem essa coisa dela ser largada pelo namorado. E aí ela fica pedindo carona. E quando chega, tipo... Vai pro cemitério e some lá. Vai pro cemitério e some e desaparece. Nossa, você contando essa, como que eu podia me esquecer da lenda também? Que eu tava lá esses dias.
Lá em Belém, né? Tem a Moça do Táxi, que é a maior lenda do Brasil. Pra mim, uma das maiores lendas do Brasil, inclusive, vai estar no meu livro em novembro. A lenda da Josefina Conte. Visitei o túmulo dela também, lá em Belém do Pará. Mas daqui a pouco eu conto a dela pra segurar audiência. Vamos pro próximo relato? É você que lê agora ou sou eu? Você, né? Ah, sou eu. Eu li o último, né? Isso. O da Moça que Aparece. Agora você vai ler o...
O da Jéssica. O nome dela é... Você lembra dessa música? Lembro. Nossa época. Tá vendo? Sara não conhecia. Oi, Dan e Sara. Me chamo Jéssica. Amo demais o canal. Faz parte do meu dia a dia e isso tornou essencial pra mim. Bora pro relato. Bora. Uma vez fomos numa igreja mais pro interior de São Paulo. E na saída tinha aqueles carrinhos vendendo pipoca.
Minha irmã, que devia ter uns cinco anos na época, começou a pedir pipoca, mas meu pai acabou não comprando. Na volta pela estrada, do nada, o pneu do carro estourou. Enquanto meu pai trocava, minha avó ficou sentada com a minha irmã num banquinho que tinha perto dali.
Acho que era um ponto de ônibus. Minha irmã ainda chorava por causa da pipoca. E minha vovó tentava acalmar-o. Foi então que apareceu uma velhinha oferecendo um pacote de pipoca doce quentinha pra minha irmã. Meu Deus. Meu Deus, que pô. E a pipoca, minha filha? Não, pior. Eu não. Eu não.
Minha avó achou aquilo estranho, mas pegou a pipoca e virou para entregar para ela. Quando ela olhou de volta para agradecer, a velhinha simplesmente não estava mais lá. E era literalmente estrada, lugar afastado, sem movimento, sem nada por perto. Até hoje ninguém entende como ela conseguiu desaparecer tão rápido.
Minha irmã se acalmou na hora, comeu a pipoca feliz. E até hoje a família lembra disso sem conseguir explicar o que aconteceu. Obrigada por lendo meu relato. Amo vocês e o canal. Beijos. Beijo, Jéssica. Comeu a boa, pelo menos comeu a pipoca feliz, né? É, tipo, pelo menos a pipoca tava tranquila. A pipoca tava de boa. A irmã ficou feliz. Eu gostei desse relato. Acho que essa entidade ia me ganhar.
Com a pipoca, né? Eu adoro pipoca também. Acho que eu também comeria a pipoca da senhorinha. Mas, né, numa noite assim, né, do nada que alguém ofereça a pipoca, acho que eu ficaria com medo, né? E é legal porque o filme Passageiro do Mal conta uma das coisas que os relatos estão trazendo muito, que é como se a estrada...
possuísse as suas próprias regras, né? Sim. Pra você se manter vivo, digamos assim, né? Uma dessas regras no filme é nunca dirija à noite. É uma coisa que... Eu adoro dirigir à noite. Também gosto. Em estrada. Acho lindo. Mas é aquela coisa, né? Fica aquele... Você tá dirigindo, aí vem aquele caminhão. Nossa, medo. Cara, estrada... O que eu tenho medo é estrada de mão dupla.
Cara, é muito do lado aqui, ó. Você passa aqui, ó. Sim. Cara, um negocinho que faz assim, ó. O carro tá vindo aqui, ó. Exato. Acabou. Acabou. Você só... Tô no céu. Ou não, né? Ou não, né? Ou fica lá. Ó, a outra é... A outra regra, inclusive, que fala no filme Passageiro do Mal é... Não ignore os símbolos pelo caminho.
O próprio caminho tá te dando ali os sinais. Tá te entregando o jogo. Cara, mas se eu tô andando por uma estrada, que eu vejo símbolos, assim, do tipo, não vá... O que eu faço? Porque, cara, você tá numa rodovia, você não tem como voltar. Sim. Você vai ter que achar, você vai ter que continuar andando, achar um retorno, umas coisas meio... Cara, sabe uma coisa? Inclusive, amanhã, eu vou fazer aqui no LendaCast, vou continuar com essa vibe de relatos de estrada. E eu tava pensando num tema, vê se você gosta, Mabê.
que é errei o lugar, tipo, errei o caminho na estrada, na rodovia, e fui parar num lugar estranhíssimo. Já aconteceu isso com você? Já. A minha mãe, a gente tem uma piada lá em casa, porque assim, a minha mãe é rainha em pegar, tipo assim, caminhos alternativos.
E a gente, meu, já foi parar em cada lugar. E eu acho que uma das vezes que mais foi estranho, assim, foi esquecido. Porque quando você não conhece o lugar, tudo é meio assustador, né? Tudo dá aquele medinho. Mas eu lembro uma vez que a gente estava numa estrada. Ela não era uma rodovia, tipo, uma rodovia gigantesca. Ela era uma estrada, tipo, de uma cidade até a outra. Então, era uma estrada mais tranquila.
Mas uma estrada, não tinha nada, não tinha... Às vezes tinha alguma casinha, às vezes tinha algum posto de gasolina abandonado. Meu Deus. Sabe, uma borracharia abandonada. Às vezes uma placa escrita sete além. Sete além, que atalho com sinais. E eu lembro que uma vez a minha mãe foi pegar algum caminho alternativo, não lembro pra quê. E a gente saiu. E, de repente, imagina, a gente está numa estrada. De repente, a gente virou pra esquerda e era uma aldeia. Tipo assim, era uma vilinha.
Então, as árvores, o mato na estrada, a gente não conseguia ver quando a gente estava ali na estrada e olhava para o lado. Mas aí, quando ela embicou o carro para a esquerda e do nada tirou a voz da minha cabeça, que eu vou virar para lá...
A gente achou uma vila. E a vila toda estava abandonada. Tipo assim... Era assim... Meu sonho. Era umas quatro casinhas. Só que, tipo, tinha uma que parecia um comércio. Só que, assim, a porta aberta. Não tinha ninguém. Só que uns... As portas meio... Com sinais, assim, sabe? De tempo. Janela quebrada. Meu Deus. Tipo assim, claramente não tem gente morando ali. É.
Só que ao mesmo tempo A lojinha tinha um balcãozinho Tinha as coisas ali na lojinha Nossa, eu ia fazer muitas fotos Era de dia? Era uma época que a Gigi não tinha smartphone Mas era de dia Era de dia
E eu lembro que na volta a gente tentou passar por lá, porque a gente tava viajando pro lugar. Ficava umas três horas dali, e na volta a gente tentou passar por ali, e a gente não conseguiu encontrar esse lugar de novo. Será que existia? Aí a gente ficou naquela brincadeira, assim, mãe, será que a gente inventou esse lugar? É, será que existe a Voyager 7 além?
Não tinha placa nenhuma, não tinha... Tipo assim, nas casas, não tinha número, sabe? A gente não tinha... E era uma época que a gente não tinha essa coisa do celular, era tipo guia quatro rodas, entendeu? A gente não tinha... Na mão, olha o físico, né? Era ali na mão. Então você não tinha muita noção do que era aquele lugar ali.
Cara, inclusive falando em Sete Além, tem um relato também de Sete Além que acho que cabe muito aqui nesse episódio de hoje, do Passageiro do Mal, que não é um passageiro, mas também é um cara que esse relato foi enviado para o Luciano. Inclusive até hoje eu estava falando com o Luciano para refrescar a memória de como que era esse relato.
mas é um cara que vai sempre para o trabalho, trabalha com TI, lá no Rio Grande do Sul também, o Rio Grande do Sul deve ter várias entradas para a Sete Além, e aí lá no Rio Grande do Sul, ele estava, acho que era Porto Alegre, ele estava indo para o trabalho, então ele, de madrugada sempre, ele trabalhava de madrugada, então ele sempre tinha que ir para a empresa, todos os dias lá, não era home office, era presencial, para ver os computadores, para ver as máquinas lá, e para estar lá durante a madrugada,
Mas ele não precisava ficar o período todo lá, mas ele precisava ir, ver se estava tudo bem, depois voltava para casa e trabalhava de casa. E aí, para ele, era um caminho muito comum, todos os dias, andando por esse trajeto. Então ele já conhecia, sabe aquela coisa de você conhecer já as placas, as entradas, as saídas, os retornos. Está acostumado até com os barulhos que acontecem. Ah, e aqui ele já sabia que era.
Só que aí ele percebe que em algum momento ele tá andando, indo trabalhar, e o rádio dele, que tá tocando musiquinha, já entra num sinal ali, ué, o que tá acontecendo? E aí no que ele vai mexer no rádio, o carro entra numa estrada toda estranha. Mas, meu Deus, onde eu tô aqui? Caralho. Tava na rodovia. E o rádio, bem-vindo, você tinha ali, brincadeira. Aí o rádio, e aí ele... Bem-vindo, era da quadra. Bem-vindo. Bem-vindo.
Eu amo Araraquara, porque lá tem, pra mim, o casarão mais assombrado do Brasil está em Araraquara. Sério? É, já te conto. É o casarão que tá lá no assentamento Bela Vista. E aí, diz que ele...
E aí ele vê que muda, é um lugar, já era ermo, agora ele começa a ver casa abandonada, começa a ver lugar caindo aos pedaços, uns barzinhos tudo estranho, assim, e aí começa a ver pessoas olhando pra ele, entrando, e aí quando ele vê um barzinho lá no fundo, assim, meio com aqueles neons velhos, sabe? Piscando, assim, ele para o carro, aquela estrada com pedregulho, e aí as pessoas do barzinho tipo...
Quem é esse cara, né? Aí ele, boa noite, boa noite, todo mundo tipo... E é relato que você já lê, porque ele entra no lugar meio ermo. E aí, como ele chega no balcão, por favor, como é que eu faço pra... E o cara já começa. Pega a estrada de volta, aquela ali, e vai embora. Não olha pra trás. É porque eu tava vindo. Vai embora.
pode ir pra lá, ó. Meio ignorante, ele, nossa, obrigado e tal, não sei o que, não sei o que. E aí dava pra ouvir as pessoas falando isso, não é daqui não. Não é daqui, não é daqui não. Meu Deus. E aí não olha pra trás. E aí ele pega o carrinho dele.
Tem refrigerante? Vai embora. Sobe daqui. Falam que Sete Além não gosta muito de pessoas adultas. Crianças se perdem lá, eles são cordiais. Mas com gente adulta, com gente, eles não gostam muito. E aí, diz que ele vai voltando, vai voltando e aí o rádio... Aí volta a música. E aí, gente, o que está acontecendo? E dá essas piscadas no carro também, dá umas piscadas...
no farol, e aí depois ele volta, aí ele acha o caminho. E o curioso é que ele acha o caminho dele indo pro trabalho, não dele voltando. Entendeu? E aí ele mandou esse relato pro Luciano e falou que era um possível entrada em Sete Além.
Meu Deus. Nossa, muito foda. Você nunca teve relato assim? Bom, quer dizer, você acabou de contar que você entrou numa vila, possivelmente era sete anos. Era uma coisa meio esquisita. Cara, eu sou fascinada por isso, porque muitas vezes as pessoas contam de casos que elas chegam num lugar que parece que, tipo, era uma outra época. Não só é um lugar diferente, como parece que você tá numa outra década, numa outra coisa. Não é maravilhoso.
Cara, tem uma vila nos Estados Unidos, não vou lembrar o nome agora, mas um amigo meu, o Plínio, mandou pra mim.
Ele falou que ele tem vontade de visita a uma vilha toda texana que parou nos anos 70. Tá tudo abandonado lá. Há muitos anos. Muitos anos. Eu falo texana, mas não é no Texas. Não é no Texas, não vou lembrar. Mas é tudo da coisa de faroeste, bem pica-pau. Que achava tudo abandonado. E tá abandonado até hoje. Tem os lugares, tudo abandonado lá. Engraçado que o povo não leva as coisas, não saqueia.
Vamos para o próximo relato? Sou eu que leio agora, né? Antes de ir para o próximo relato, tem mais uma questão aí que a gente estava falando das estradas. Então é, não ignore os símbolos, não dirija a noite. E a terceira regra da estrada dentro do filme Passageiro do Mal é, não pare por nada e nem ninguém. Agora a pergunta, será que o casal do filme vai conseguir chegar até o final dessa viagem? Pela nossa experiência de filme de terror, o que você acha? Eles param ou não param?
Olha, é um casal que está se aventurando, entendeu? Eu tenho para mim que eles não vão só parar, como eles vão arrumar coisa para a cabeça. Para mim, com certeza, eles vão parar. Não teria uma possibilidade. Porque senão não tem filme. Teve uma vez que eu vi, não sei se era uma paródia, alguma coisa, que a pessoa estava indo, aí a pessoa que estava assistindo, acho que foi algum vídeo de internet, não vai lá, você é louca, não vai para lá. Aí a atriz para, mas se eu não for, não tem filme.
Se eu não for, vou embora então. Vou embora da casa. Então eu falo assim, ah, então não vou. Aí acaba o filme. Acaba o filme. Now the world's come true. Bom, vamos para o próximo relato então, que é da Rosana. E ela diz o seguinte. Boa noite, Dan. Boa noite, Mabê. Menino, tenho um relato para vocês de aparição na estrada que aconteceu comigo. Agora é com ela, não é com o pai. Não é terceirizado. Não é terceirizado.
Em fevereiro de 2021, viajamos eu e minha família para a casa de uns familiares no interior de Araracó. Brincadeira. No interior aqui do Rio Grande do Norte. Agora não é Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte. Passamos o final de semana na casa da nossa família e alguns primos foram se encontrar com a gente e foi aquela festa. Então, encontro de família. Na tardezinha do domingo, um dos nossos primos resolveu vir conosco para Natal aqui no Rio Grande do Norte.
Nossa cidade. Como tínhamos dois carros, o nosso e o nosso primo, dividimos os ocupantes. Meu esposo foi com seu primo e o meu filho mais velho num carro. E eu vim no nosso carro com a minha sogra e meu filho mais novo. Meu esposo vinha puxando o percurso da viagem na volta. Sabe aquele famoso vai na frente? É, o comboio. Vai na frente que eu vou seguindo.
Quando pegamos a BR-406, geralmente nessas BRs tem aqueles túmulos com cruz, olha lá, que a família faz para um ente querido que ali perdeu sua vida de forma trágica. Pois bem, assim que pegamos essa BR, sequer eu faço um trajeto de 4 quilômetros, não deu nem 4 quilômetros, eu vejo...
Eu vejo... O quê? Lembrando... O quê? Vejo o túmulo com a metade de uma cabeça pra fora. Não, gente. Tô indo embora. Humilde. Tô indo embora. Não, aí não é. Vamos lá. O caixão fechado eu aceitei. Agora o túmulo com a cabeça assim, ó.
Ei, me dá uma carona. Pelo amor de Deus. Eu só estou imaginando como a cabeça está para fora. Podia ser um cadáver exposto também. Vejo o túmulo com a metade de uma cabeça para fora. Por que eu falo a metade da cabeça? Porque só aparecia o nariz bem próximo à cruz do túmulo.
Pisco e olho novamente e já não vejo mais nada lá. Pelo amor de Deus. Quando passo pelo túmulo, fico olhando pelo retrovisor, porém não aparece mais nada. Eu sei que não era ninguém escondido lá. Ah, o túmulo ela consegue ver, mas a pessoa deitada não. Eu sei que não era ninguém escondido lá, até porque esses túmulos são bem pequenos. E sabe aquela sensação que você sente de que é realmente algo sobrenatural? Sim. A intuição nos diz, né?
Me benzi três vezes igual o Chaves, né? E falei que Jesus te leve para um bom caminho. Ela encaminhou a alma ainda, hein? Minha sogra perguntou o que foi. Eu falei o que tinha visto.
Aí ela disse, ele deve estar precisando de oração. Então ela contou pra sogra, e a sogra falou, deve estar precisando de oração. Vamos rezar pra ele. Rezamos um Pai Nosso e uma Ave Maria pra ele e pra alma dele. E seguimos o nosso caminho em paz. E quando eu olhei pelo retrovisor, adivinha o que eu vi? Atrás do banco, eu senti... Eu vou te matar, Dan. Meu Deus.
Isso é eu que quis pôr no relato. Cara, eu tava tão entregue. Eu tava tão entregue. Desculpa, acabou o relato no Pai Nosso. Não, me perdeu, me perdeu. Agora eu que vou estar aqui no caixão. Acabou o relato no Pai Nosso. Eu queria dar o SUS.
Eu tenho a Micaela, sua assessora, pulou ali e me xingou. Ela estava aqui assim. Perciam duas vidas perdidas. Os gatos nem aí, né? Os gatos estão... Eles pularam. Os gatos... Pularam também? Eles pulam às vezes. Um dia eu fiz um sinal de Silent Hill aqui. Os gatos ficaram assim, ó.
Ai, Mabê, eu tive que dar esse susto. Me desculpa, porque eu falei, é o momento exato. E eu vi que você estava... Eu estava contando e você olhando para alguma coisa. Eu falei, deixa ela voltar, virando aqui para frente e fui enrolando. Olha aqui. Vamos para o próximo relato? Que passageiro do mal. Porque eu já podia falar isso, que ela...
que ela viu ele no carro, que é o que acontece no filme, né? Inclusive, nesse filme, tem um santo que... Eles falam muito desse santo no filme, que é São Cristóvão. Já ouviu falar de São Cristóvão, que ele é o protetor dos viajantes?
Você sabia isso, que ele era padroeiro dos viajantes, mas que, no caso, ele é um cara do bem, né? Você sabia que tem um padroeiro dos viajantes, que é São Cristóvão? Dizem que São Cristóvão era um homem muito alto, muito forte, por isso, em sua imagem, ele aparece carregando o menino Jesus nos ombros.
E este, ele carrega o mundo em uma das mãos. Essa imagem vem de uma lenda que fala sobre o dia em que São Cristóvão atendeu um menino que ele pedia ajuda para atravessar um rio. Então o menino estava lá pedindo ajuda para atravessar esse rio. O santo, então, pegou esse menino e colocou esse menino sobre os ombros. No caminho, o peso desse menino ia aumentando a cada momento.
Mas São Cristóvão conseguiu levá-lo, mesmo com todo aquele peso, até a outra margem do rio. Quando chegou lá, o menino revela sua identidade. Disse que era Jesus e que todo o peso que o santo sentiu representava o peso do mundo que mais tarde foi salvo pelo seu sacrifício na cruz. E aí então ele meio que faz uma viagem com o menino ali.
atravessa o rio, os perigos do rio de uma criança, e aí ele vira o padroeiro dos viajantes. E no filme eles falam sobre São Cristóvão e o casal leva uma medalhinha de São Cristóvão no furgão deles ali. Vou começar a andar com o de São Cristóvão. Será que ele vai ajudar?
Eu assisti o filme, posso dizer que... Não posso dizer. Spoiler. Mas eles andam. Nas primeiras cenas já mostra eles comprando uma medalhinha de São Cristóvão para levar junto com eles. Vamos para o próximo relato da noite? Bora.
Bora pro próximo relato, que é o relato da Nátaly, né? Isso, da Nátaly. Vamos lá. Oi, Dan, me chamo Nátaly, tenho 15 anos e sou muito fã do seu canal. Quero contar um relato curtinho, que não aconteceu comigo, mas com a minha tia. Ah lá. Que tem vários relatos sobrenaturais.
Meus avós moram no interior, numa região cheia de fazendas, casinhas de madeiras, pastos e estradas bem afastadas da cidade. Minha tia costuma visitá-los todo mês. Em uma dessas viagens, enquanto dirigia à noite por uma estrada totalmente escura, sem iluminação, ela e o marido avistaram duas bolas de fogo. Tá lá.
De acordo com ela, não eram gigantes, tinham um tamanho considerável e brilhavam de uma cor laranja, igual a fogo de verdade. As bolas ficavam em lados opostos da estrada e deslizavam rapidamente, até colidirem no meio do caminho. Quando batiam uma na outra, pareciam voltar para o começo da estrada, que era meio inclinada, e repetia tudo de novo, cada vez com mais força.
Minha tia disse que ela e o marido ficaram apavorados e aceleraram para sair dali o mais rápido possível. Dois dias depois, quando voltavam para casa e passaram novamente pela mesma estrada, perceberam que exatamente o ponto onde as bolas colidiam estava queimado.
Quando contaram isso para o meu avô, ele disse que aquilo provavelmente era algo sobrenatural. Talvez alguma aparição ligada ao folclore, como a mãe de ouro ou o boi tatá. É isso, Dan, o que você acha que pode ter sido? Abraço para você e para a Sarah.
Então, essa coisa do boi tatá, tem a mula sem cabeça, tem o boi tatá. O boi tatá é uma cobra, né? É. É uma cobra que pega. É muito chocante quando a gente descobre isso. Por quê? Porque é o boi tatá. Pra mim era um boi. E aí é uma cobra, né? Como assim? Isso era um boi. De repente a bichinha se arrascando. É um boi. Mas falam que...
Eu nunca tive muito medo dessas lendas de aparição de bichos com fogo. O Saci, eu acho que mais ou menos. O Boitatá. Mas o Curupira. Curupira. O que me dava mais medo realmente é o Lobisomem, que é do folclore. Mas esses relatos de luzes na estrada também tem bastante.
Esse caso aí deslizava, né? Que a galera fala muito dessas bolas de fogo. Aquele outro termo que você falou também, que eu esqueci o nome agora. Que é a bola azul. Isso. Então, eu acho que isso é muito comum. E, meu, chegar no dia seguinte, né? Dias depois. E você vê que aquele local tá queimado. Tipo, o que isso significa, né? Que é alguma coisa. Dá muito medo. Porque não é fogo na estrada ali.
Porque o fogo você consegue diferenciar, é diferente. Ele não vai estar ali numa bola, um círculo, laranja, né? Eu ia ficar meio apavorada de estar nessa estrada. E ela visita os pais lá uma vez por mês. Então, assim, não tem o que fazer. Não tem o que fazer, é verdade. Inclusive, falando em passageiro, eu falei agora da... Você já foi pra Belém?
Não, quero muito ainda. Belém é maravilhoso. Olha, o que é mais maravilhoso de Belém é o povo paraense, o povo de Belém. É. É um pessoal que... Muito educado, um pessoal que... Muito atencioso, mineiro também. Mas o pessoal de Belém, eu achei assim que eles... Eu tava lá no cemitério, teve uma hora que a gente tava lá pra gravar, e aí veio um cara do cemitério e falou, Oi, tudo bom? Boa tarde.
Você vai gravar alguma coisa? O que você está fazendo aqui? Eu falei, a gente vai gravar o túmulo ali. Ah, precisa de ajuda? Eu posso ajudar.
E ajudou a gente, segurou a guarda-chuva. Que fofo. Aí falou, fica aqui, vou trazer um guarda-chuva para vocês, se estava chovendo e tal. Sempre assim. Aí eu estava no posto esperando o meu carro de aplicativo, aí passou um cara, boa tarde, tudo bem? Boa tarde, está chovendo, chovendo. E aí foi ali muita conversa, ele foi conversando com toda a família. Então é um povo que conversa, é um povo que está de boa. É um povo paraense, povo lá de Belém incrível.
Mas lá em Belém, que eu falei agora há pouco, tem a lenda da moça do táxi, que é a Josefina Conte. Já ouviu essa lenda? Não. Cara, a moça do táxi é uma das lendas que eu já conhecia. Mas em todo o Brasil, a gente tem relatos de noivas que aparecem na estrada. Teve da loira. A loira que você contou não é noiva? Não, não é noiva, não. Mas tem muito de noiva.
O livro da estrada, né? Até quando falou do outro relato que estava ali, que era o caixão com o lençol branco, eu fiquei pensando nisso também. Porque o branco, muitas vezes, remete ao vestido de noiva, remete a essa coisa, essa figura simbólica da mulher no altar.
E eu, hoje em dia, não consigo ver a noiva mais com beleza. Esses dias eu tava lá no Rio Grande do Sul, e aí eu passei perto de uma loja linda de noivas, assim. E lá em cima tinha, sabe aqueles... Era uma vitrine mais horizontal, assim. E tinha uma noiva linda, enorme. Eu falei, gente, olha que macabro. Meu amigo falou, não, é loja de noiva. Eu falei, não. E ela com um véuzão, assim, lá em cima, iluminada. Só ela acesa na loja, assim. E noiva e freira...
É, não dá. Já era, eu não consigo mais ver. Já era padre também. Dá não. Mas a tal da noiva. E lá em Belém do Pará, a gente também tem uma lenda que tem tudo a ver com esse filme Passageiro do Mal, que é da moça do táxi, que é a Josefina Conte. A Josefina, Mabê, ela era uma jovem de 16 anos, adolescente, né? E o pai dela tinha uma loja de calçados lá no... Acho que chamava Boa Fama, a loja de calçados dele.
lá em Belém. Era uma loja famosa de calçados, funcionava lá em Belém. Embaixo era a loja, em cima era a casa deles, dos Contes. E ela...
Todo ano, no aniversário dela, que é 19 de abril, ela gostava de andar de táxi, que na época se chamava carro de aluguel. Isso a gente tá falando, gente, dos anos... Dos anos 30. Antes dos anos 30, porque ela morre em 31. Então, anos 20. Final dos anos 20. Faz um tempinho, galera. Um pouquinho de tempo. Eu não tava viva, não. É, eu já tava, né? É porque eu sou conservado, né?
Eu fiz uns procedimentos, eu nasci em 1921. E aí, ela chamava carro de aluguel na época e o pai dela pagava para ela andar desses carros de aluguel pela cidade. Então, eu ia ser o presente dela no aniversário. Então, o que ela fazia? Ela embarcava...
perto da casa dela, andava pela cidade no banco de trás olhando as coisas da cidade. Então ela gostava de ver a cidade iluminada, ela sempre pegava no fim da tarde e ficava até a noite pra ver a cidade se iluminar. Ela ficou doente, ela teve uma doença, eu acho que foi tuberculose que ela faleceu. Ela morre com 16 anos de uma doença, na época, e aí ela...
Bom, antes dela morrer, eu esqueci de contar uma parte importante. O pai dela viaja pra Itália e acha um broche de táxi lá na Itália, um táxi amarelinho, e traz pra ela. E aí ela fica doente e tudo, com 16 anos ela morre, e aí ela é sepultada no cemitério Santa Isabel, sob grande comoção da cidade, né? E aí ela é sepultada.
na foto dela, tem uma lenda sobre a foto, dizem que na foto dela não tinha o broche que o pai dela trouxe para ela e que esse broche aparece na foto, que é um táxi, mas muita gente diz que não, que a foto que foi tirada, ela já foi tirada com o broche que o pai dela tirou, que o pai dela apresentou ela.
E ela ficou conhecida como a moça do táxi. Só que o que acontece? Logo depois, alguns anos depois de sua morte, alguns taxistas dizem que uma moça pegava o táxi em frente ao cemitério, Santa Isabel, uma moça de vestido verde, cabelinho curto, que é como ela teria sido sepultada, e ela pede...
o táxi na frente do cemitério Santa Isabel, a pessoa para e ela fala, pode andar pela cidade, que hoje é meu aniversário, eu quero, como diria minha mãe, quero zanzar, quero andar por aí. E ela fica atrás olhando a cidade e tudo.
E aí ela para perto da casa onde era a casa dela e fala pra ele, ó, eu vou descer aqui, mas vai naquela casa ali e cobra do meu pai o dinheiro do pagamento, porque eu sou menor de idade, não tenho dinheiro ainda, não tenho conta própria. Nós estamos em 1920, então uma mulher não tem conta própria nessa época.
Ela desce do carro, aí ele, tá bom, vai lá na casa. Aí sai o pai dela, oi, pois não. Aí ele fala, ó, eu sou motorista de carro de aluguel, a sua filha pediu pra vir aqui cobrar do senhor a corrida que ela fez pela cidade. Aí ele fala, minha filha...
É uma moça chamada Josefina. Aí ele, entra aqui, o pai, entra aqui. Aí o taxista entra, né? Com o capzinho, naquela época tinha, né? Com o capzinho de táxi. Aí o pai, que amava a filha, né? Mostra uma foto da Josefina. Essa daqui que pegou o táxi? Ah, essa mesmo.
Minha filha, ela é falecida. E aí diz que o taxista começa a tremer. Ele fala, não, mas eu vou te pagar. Aí diz que o pai dá até um valor maior pro cara. E o cara larga aquele dinheiro e sai tipo... E vai embora. E diz que não foi só um taxista. E tem um taxista vivo, que eu não consegui achar ele quando eu fui lá. Vou tentar ir de novo. Tem um taxista vivo que o Nathan, do Belém de Arrepiar, veio aqui e contou. Que ele...
Pega ela em 96. Nossa, 70 anos depois. É, 70 anos depois. Isso é rápido de cálculo, que eu já ia ficar aqui.
70 anos depois falam que ela aparece todo 19 de abril falam que esse taxista pegou ela, fez corrida com ela é uma moça de 16 anos ela não envelhece e aí diz que esses motoristas vão até a casa e pedem, agora hoje em dia ela não funciona, não tem mais a casa dela não tem mais nada, mas durante um tempo funcionou e ela tinha parentes vivos não é incrível essa história? é um memorial do Brasil de lenda urbana e aí
É muito interessante. Da moça do táxi. Vamos para o próximo relato? Vamos. Quem lê sou eu, né? É, acho que é você. Boa, acho que é você. Luiz, ele conta o seguinte. O nome do relato dele é Sombra Misteriosa. Boa noite, Dan. Boa noite, Mabê. Boa noite, Sara. Vocês estão bão. Me chamo Luiz Carlos. Porém, muitos me chamam de Luca. Vamos lá. Eu sou de Goiânia.
Porém, morei muito tempo no Rio Grande do Norte, numa cidade bem pequena chamada Riachuelo. Eu sei que é o mesmo nome da loja. Certo dia, bem no período da tarde, quase que pra noite, eu e os amigos meus fomos a um lugar que estava acontecendo uma vaquejada. Muita festa, comida, porque era isso que eu queria. Até porque eu era criança, então você já sabe, né? Fomos pra comer.
E nós fomos a pé. Era um lugar relativamente perto. Dava pra ir até lá tranquilamente. Mas a gente tinha que pegar a rodovia e demorava mais ou menos uns 10 minutos pra chegar até o local. Fora a pé pela rodovia. Tá. Que medo. Estava eu e mais três amigos e desde que a gente colocou o pé na estrada, começamos a ouvir barulhos estranhos. Tipo uns rosnados e uns gruídos de porco. Nossa.
Mas a gente começou a ignorar. Porque meu amigo, com medo, começou a cantar um louvor. E a gente começou a rir daquilo.
Rimos de medo e também ri do menino que estava cantando. Até que certa hora a gente ouviu um rosnado muito alto na nossa frente e vimos uma coisa toda preta, escura, estranha e com os olhos vermelhos, brilhantes. Dane do céu, todo mundo correu, menos eu. Eu fiquei parado, estático e...
Mijado de medo. Logo depois, o meu tio apareceu e viu os outros meninos correndo. E me viu logo em seguida, travado no meio da estrada. Ele me pegou e me balançou e eu só conseguia falar gaguejando pra ele. Meu tio, eu me mijei. Ele falando. Tentamos explicar o que tinha acontecido, mas ninguém acreditava na gente.
Só uma pessoa acreditou na gente, que era a minha avó. Ela dizia que era um espírito do cemitério, que às vezes aparecia como lobo ou um porco, dependendo da sua vontade de matar. Mas ele aparecia bem nesse trecho em que nós estávamos caminhando. Aí é uma entidade detrata.
E já amei, porque é um bicho. É um bicho, é. Aparece como bicho, é. Eu gostei, achei essa diferente. É, um espírito que aparece como... Imagina, um porcão atacando você. Um porcão. E o barulho de porquinho dá medinho, né? Eles são fofos demais. Eles são fofos, é, são fofos. Eu não vou entrar nessa de bicho fofo que a gente come, porque...
Esses dias eu vi uns bois, eu falei, não, eu tenho que parar de comer carne, porque eu tenho dó dos bois. Então, foi um vídeo que eu vi de uma moça que estava... É assim que eu comecei. Ah, você parou de... Eu sou vegetariana. Você é vegetariana? Só, nove anos. Olha...
Foi assim, né? Você vai caindo num golpezinho, de repente você vê... Foi por causa dos animais? Foi. Eu assisti um filme e fiquei muito mexida. É? Eu tô no caminho, tô tentando. Ah, mas eu gosto muito de carne, gente. Nossa senhora. Não, eu não gosto muito assim pra churrasco, essas coisas, não. Mas um bife, uma coisa. Mas às vezes só diminuir também. Não precisa parar totalmente, né? Às vezes só diminuir, já é um caminho legal. A nossa cultura, né? Do Brasil é muito carnívora, né?
Vamos pro próximo relato da noite, que é todo seu. A velha na estrada. É todo meu. Ah, meu Deus. Olha lá. É Fefeu, Mabê. Olá, Adão. Olá, Mabê. Me chamo Ana e vou te contar o relato do meu marido. Algo que ele passou na estrada com seus pais há muitos anos atrás. Por volta de 1986, quando eu nasci. Eu nasci um ano antes. A partir de agora, será como se fosse ele relatando. Então tá. Pai da Ana.
Eu, aos 10 anos de idade, hoje eu tenho 53, e os meus pais estávamos numa madrugada fria em viagem para a casa dos meus avós. Nada de iluminação na antiga estrada. Num determinado momento, do nada, no meio da faixa, uma velha de branco e lenço na cabeça surge no meio da pista.
Olhos vermelhos como fogo. Não deu tempo de frear, pois apareceu muito de repente. Acontece que ela atravessou o carro no meio de nós. Meu pai parou o carro quilômetro depois. Nós três chorando de desespero, sem entender o que aconteceu. Minha família não frequentava nenhuma religião. E mesmo assim fizemos uma oração.
Desde então, ele pediu para que jamais comentássemos com ninguém, pois ninguém iria acreditar. Até conhecer o LendaCast. Beijo para você e para a Sarah. Está vendo? Tem que saber o lugar que manda mesmo. Cara, teve um relato. É verdade. Está vendo? Que bom que existe o LendaCast. I believe in you.
Teve um relato de um caminhoneiro também, que ele viu uma senhora andando com umas sacolas. E aí ele lembra que ele viu a senhora no acostamento à noite. E falou que foi aqui em São Paulo. E aí, em algum momento ele tá dirigindo, ele vê ela passando dentro do caminhão, assim, passando. Pertinho dele.
de perigo, você bater o carro, né, de dar uma loucura. Meu Deus. Acho que eu ia ficar desesperada. Dentro do carro, imagina. É muito assustador. Pelo amor de Deus. Porque tem isso também. Esse é um grande medo da estrada, né? Tipo, você atropelar alguém, tem muita essa coisa, tipo, você passar por cima de um animal.
Animal causa acidente, né? É, causa bastante acidente, causa muita coisa. Então acho que isso assusta bastante. E aí você vê ela, não deu tempo de parar. E do nada ela atravessa o carro, meu Deus. Passa dentro. Fica apavorada. Imagina. É aquilo, pra mim, é um passageiro do mal. Entrou ali, será que saiu? Viu entrar, mas viu sair. Será que saiu, exatamente. Será que a gente não trouxe pra casa?
Será que não levou... Estacionou na garagem. Porque no filme é isso. Ele vai... Ele meio que... Por isso que é o passageiro do mal, né? Porque ele entra e fica lá no carro, no furgão dos personagens. Inclusive, tem uma lenda aqui no Brasil também, que é a lenda de uma noiva, que a aparição dela acontece na estrada da Ródia, na região de Campinas, aqui em São Paulo.
Ela morreu em um trágico acidente de carro no dia do casamento, na década de 70, antes da cerimônia. Dizem que até hoje ela pede carona para ir até o seu próprio casamento. Há relatos, inclusive, de um motorista que viu uma mulher desesperada na estrada pedindo carona, quando ele para o carro.
Nossa, essa parte me pega. Quando ele para o carro, essa noiva coloca as mãos no capô do carro dele. Nossa, não. Imagina aquele barulho. As marcas ficam no veículo como se a lataria tivesse sido corroída, comprovando, entre aspas, que é o espírito da noiva que aparece por ali. Imagina colocar a mão no capô. Gente, contou isso com respeito, mas se eu vejo uma noiva na estrada à noite, não vai dar não.
Até eu entender que é um cosplay. Exato. Eu só vou ver o véuzinho, assim, lá ficando pra trás. Porque eu também não vou parar, não. Não vai dar, não. Tem uma outra lenda também da loira desconhecida. Era 1973, Mabê, quando uma mulher foi encontrada nua em uma estrada de Jundiaí, aqui em São Paulo.
Ela havia sido morta com seis tiros. Dizem que o corpo dela foi velado durante cinco dias, mas a identidade nunca foi descoberta dessa mulher. O autor do crime também nunca foi encontrado. A mulher acabou se tornando uma espécie de santa milagreira de cemitério e alguns dizem que o seu espírito aparece na estrada até hoje. Passado, né? Aí é o caso mais pesado, né? Porque ele é assassinato e tudo, né?
É muito triste, mas que deve ter dado alguma coisa aí mesmo, né? De ficar realmente uma consequência ali. Às vezes uma raiva do próprio espírito. Exato. Da injustiça, um ódio, né? É porque é da Maria Luisa Hausler, que dizem que ela aparece lá até hoje, lá no Rio Grande do Sul, aquela que foi o corpo jogado.
Meu, é isso. Eu ia aparecer mesmo. Eu ia aparecer mesmo. Me jogou no Rio, eu vou acabar com a sua vida. E o cara que matou ela morreu com 70 anos. Morreu velhinho, idoso. Sim. Eu ia passar o resto da vida. Onde esse homem estivesse, eu ia estar. Eu ia estar também. Eu ia fazer o carro dele rodopiar e cair no meio da estrada. Tá ansiosa pra passageiro do mal?
Sim, estou gostando. Dia 21 estreia. Estreia Passageiro do Mal. E assim, vamos seguir as nossas regrinhas, vamos seguir as regras da estrada. Não vamos parar para ninguém.
A gente não é um pouco de pessoa. Se tiver um acidente, a gente liga pra... Isso, é melhor. Liga pra... Manda ali ajudar que você também não vai fazer o quê? Você não é médico. É, exatamente. E no filme, tem muita cena. Você viu o trailer? Sim. Tem muito susto, né? Tem muito susto. Tem muito susto. Pra quem gosta de susto, pra quem gosta... Bem jumpscare, né? É bem jumpscare. Pra quem gosta desses ambientes de estrada, de...
Estrada assustadora, de gente que pede carona. Tem uma parte que eu queria contar, uma cena do filme que eu vi.
que na verdade não é spoiler, mas que falam-se muito em lendas, porque não sei se você já ouviu, Mabe, mas falam que, por exemplo, quando você vê uma entidade na estrada, tem relatos de motoristas que vem a mesma entidade várias vezes. Sim. Então você vai andando, andando, andando, e aí você vê um negócio e fala, meu Deus, uma noiva, pelo amor de Deus, ainda bem que ficou lá pra trás. Você dirige mais um pouco. A noiva lá de novo. A mesma noiva. Ou você tá em looping.
Ou você tá, né, vendo um bicho. É aquilo que a gente falou de ser um pouco o sete além, né? Você ficar ali voltando e indo pro mesmo lugar. Pro mesmo lugar, né? Dá um medinho. Tem viagem marcada de estrada pros próximos dias ou não? Eu tenho viagem no mês que vem de estrada. Não sei se eu tô querendo aceitar. Vai pra onde? Pernambuco. Pernambuco? Mas peraí.
Não, mas eu vou de avião pra lá. Mas aí lá eu vou... Ah, lá vai andar. Vai fazer o que em Pernambuco? Passear. Vai passear? Pernambuco. Nunca foi? Nunca foi a capital de Pernambuco. Recife, né? Foi pra Recife. É, não, é tudo. Na verdade eu vou pra Lagoas, mas eu vou primeiro pra Recife, daí de lá eu vou pra Lagoas passear.
Muito que bem. Então, ó, você que tá em casa, já se prepara, porque Passageiro do Mal, da Paramount Pictures, estreia na próxima quinta-feira, dia 21 de maio, somente nos cinemas. Inclusive, vale falar que, assim, ó, no filme eles falam muito do código nômade, que são aquelas três regras da estrada. Vamos ver se a gente lembra, pra gente não errar. Qual que é o primeiro? O primeiro é Não Dirija a Noite. Acertou, acertou. Muito bem. Segundo.
presta atenção nos símbolos da estrada. Boa, não ignore os sinais. E o terceiro? Não pare pra nada ou alguém. Tá ótimo. Tá ótimo. É isso mesmo. Eu quero escapar. Eu quero escapar também. Se bem que eu falo assim que eu quero escapar, mas pra lenda, meu filho, eu adoro lendas. Se eu sei que, se eu vejo... É claro, né? O que a gente falou, segurança. A gente não pode parar pra qualquer pessoa na estrada. Mas se eu vejo alguém na estrada de noivo, eu falo, meu Deus, que incrível, eu tô vendo uma aparição. Exato.
Quero gravar um story. Então, dia 21 de maio, estreia. Inclusive, essa live aqui de hoje foi uma live patrocinada do filme Passageiro do Mal. E a gente está ansioso para assistir, né? Sim. Eu já assisti, vou assistir de novo. Bora, vamos junto agora. Agora eu que vou te assustar. Vamos. Porque você me assustou aqui na live, agora eu vou devolver.
Mas tem muito susto. Inclusive tem uma parte também, aqueles, né? Dando vários spoilers. Mas não, tem uma cena no filme, é legal, até fazendo uma... Como que se diz? Um recap. Um recap, assim, do que é o filme em geral.
Então, para você que gosta desse ambiente de estrada, de carona perigosa, de gente que para na estrada à noite... Casal que quer se aventurar. Casal que quer se aventurar. O que pode dar errado? E se enfia num monte de lugar. Tem também a questão do São Cristóvão, que é uma história bem interessante. E tem uma parte do filme, sem dar spoiler, mas eu fico sem dar spoiler, sem dar spoiler falando isso, e dando spoiler. E dando spoiler.
Porque no final... Porque no final, o casal... E aí tem uma parte lá que eles falam, ó, vocês têm que ir pra tal lugar que esse lugar... E aí eu amei esse lugar. Quando vocês forem assistir o filme, vocês vão saber o porquê que eu amei esse lugar, porque é o que eu amo. Quando eu passo e vejo, ó, que bonito, eu queria parar pra ver. Você imagina o que seja? Eita. Pode chutar? Posso. Mas eu penso que é tipo um... Como que chamou?
Aqueles lugares que é tipo de um observatório, que é um lugar mais bonito, assim, que você vê. Ah, é, não, não é. Não é isso. Eu gosto de lugar abandonado. Ah, muito. E aí é um lugar lá que eu não posso falar o que que é, mas vocês vão ver. E tá também nesse filme Passageiro do Mal, que estreia dia 21, próxima quinta-feira, beleza? Clica aqui, ó, olha o QR Codezinho aqui, ó.
Tá vendo aqui? Abre a câmera do seu celular, direciona aí pro QR Code pra você ver o trailer de Passageiro do Mal da Paramount Pictures, que estreia quinta-feira, 21 de maio, somente nos cinemas. Eu adorei fazer uma live com você, Mabê. Foi tudo. Ainda mais patrocinada, né? Vamos fazer agora uma viagem de carro. Vamos fazer uma viagem de... Como é o nome? É trailer que fala, né? O furgão, né? Será que é caro um desse?
Para comprar. É. Será que eles alugam? Alugam. Será que tem empresa? Nós com furgão. Do nada, né? Tem que ter carteira para dirigir isso, porque é grande, cara. É muito grande. Não é um carro comum, né? É, eu acho que tem que ter um... Uma habilitação. Uma habilitação específica. Sei lá, né?
Ah, mas a gente consegue. Dá tudo certo. Vamos, vamos. Eu dirijo. Eu tenho muita vontade. Você dirige? Eu dirijo. Eu cozinho, então. Eu vou fazer ovo frito. Porque eu não tenho que fazer nada. E pra tomar banho? Onde eles tomam?
Então depende, porque tem alguns, por exemplo, esses que eu acompanho os vídeos, eu fiquei super craque disso. Tem uns que eles param em postos de gasolina, daí eles pagam algum dinheiro pra tomar banho. Ou em lugar de acampamento, que é mais barato, eles conseguem tomar banho. E tem alguns que tem um banheiro dentro, que tem chuveiro, sabe? Chuveirinho. Aí eles conseguem tomar banho lá dentro.
Às vezes é assim. Eu odeio banho frio. É, banho frio não dá. Tem lugar que não dá pra tomar banho frio. Não dá pra tomar banho frio. Nesse tempo, ainda mais hoje. Tô todo encapotado aqui. Imagina na estrada. Ah, mas eu não sei. Eu sou sagitário. Qual signo você é? Sou gêmea.
Então, eu sou sagitariano. Falam que sagitariano é bem aventureiro. Eu acho que eu iria, mas assim, se eu pudesse voltar a qualquer momento. Porque eu adoro Wi-Fi. Ah, não, eu também não posso ficar muito tempo, não. Eu gosto do conforto. É que a gente já está naquela fase, tipo assim, eu quero um sofazinho, quero minha caminha. Mas quando você é jovem... É isso mesmo.
Mas quando você tem 20 anos, tudo é felicidade. Tudo é alegria, tudo é farra. Vamos pra uma casa com amigos, tem três camas, 14 amigos. Mas você foi essa pessoa? Eu nunca fui essa pessoa. Você foi? Eu fui um pouco, fui. Ah, eu era meio que eu aceitava. É?
É, tipo, era meio de boa, assim, não ligava, não. De dormir no chão, de dormir no sofá com muita gente. Eu não sei, eu sempre acho que eu fui o Sagittario nas avessas, porque eu sempre tive pavor. Vamos, vamos alugar uma casa na praia, vai um monte de gente, cada um... Não vou. Quero ir com poucas pessoas, quero o meu conforto. Isso, quero com isso. Quero minha cama, quero suíte. Exato, eu vou com poucas pessoas, com poucos amigos, porque eu sei que ela...
Uma vez eu fui com uma amiga minha, aí ela falou, ah, vai uma tal de amiga minha tal, não conhecia a menina.
Falei, ah, tá bom, né? Já paguei, vamos lá. Aí fui, conheci as minhas amigas, né? Elas eram um casal de meninas, mais uma terceira amiga. No primeiro dia eu dormi. Eu gosto de dormir, eu quero dormir. Não me venha com essa e eu acordar cedo, viagem, não. Eu quero dormir, quero acordar, tomar um café. No primeiro dia a menina desconhecida entrou no quarto. Gente, bom dia, vamos acordar. E pulou em cima de mim.
juro, eu pisei o clima da viagem. Eu falei, só um minutinho, vamos fazer uma reunião, eu não gosto disso. Eu não gosto, eu quero dormir. Fui chato, mas eu não gosto. Mas ela foi inconveniente. Não, não, não, não. Não te conheço, vai me acordar? Quem é você? Como ouças me acordar 10 da madrugada? Babi, obrigado, amei fazer essa pública com você. Vai sair cortes nossos nas redes, né, pra gente... Sobre o filme, sobre as lendas. Então, ó.
De novo, dia 21 de maio, quinta-feira agora, estreia... Exclusivamente nos cinemas Passageiro do Mal. Passageiro do Mal, vamos juntos assistir. Bora. A B, fica aí a câmera para você falar as suas redes, para o pessoal te encontrar. Eu estou nos podcasts Caso Bizarro e Modos Operantes, e também no Instagram, a Underline B. E acho que é isso. Basicamente isso, e Caso Bizarro no YouTube.
Muito que bem. E você também vai ver cortes meu e da Mabê sobre essa live de hoje de Passageiro do Mal nas minhas redes, arroba Dampires Lenda. Rapidinho pra agenda da semana. Então, como hoje era pra ser o LendaCast solo, ele vai pra amanhã. Então amanhã, terça-feira.
dia 19 de maio, tem Lenda Cast Solo, só eu e vocês, com relatos. E aí, qual vai ser o relato de amanhã? Qual vai ser o tema dos relatos de amanhã? Você gosta dessa ideia de lugares... Errei o caminho... Eu gosto. E encontrei um lugar assustador. Eu acho que super dá pra dar um relato bizarro da galera. Boa. Que eu contei a história com a minha mãe, foi meio que isso. Foi, que é a vilinha que você achou, né? É, exato. É por aí.
Então se você em casa tem relatos com esse tema, errei o caminho, encontrei um lugar assustador, é um tema muito grande. Mas é assim, então vamos colocar. Errei o caminho, esse é o tema, tá? Errei o caminho. E aí você conta pra mim e manda por e-mail. Qual que é meu e-mail? contato.arroba.dampireslenda.com.br contato.arroba.dampireslenda.com.br relato.
Errei o caminho. Aí você me conta se você teve essa experiência de errar o caminho e foi parar em um lugar assustador na estrada.
Beleza? E aí na quinta-feira, dia 21 de maio, eu recebo aqui o Tiago Lima. É, o Tiago Lima é influenciador e ele manja muito de teorias que parecem teorias da conspiração, mas se tornaram reais. A gente vai falar sobre isso na próxima quinta, dia 21. Beleza? Então vejo vocês amanhã no LendaCast Solo. E eu acho que a palavra do dia é passageiro do mal, né?
Ah, passageiro do mal, não tem outra. Não tem outra. Ou noiva. Ou oraraquara. Ou oraraquara. Eu acho que passageiro do mal é uma boa, porque como é uma live patrocinada hoje, acho que cabe bem, né? Cabe. Cabe bem. Então, comenta aí passageiro do mal para você que assistiu. Obrigado, uma bezinha. Vamos embora? Bora. Vamos dar carona para o povo na estrada. Vamos dar carona, vamos. É isso, vamos pegar um furgão e levar a galera. E bora, e bora. Vamos lá para a câmera geral.
Até o próximo LendaCast, o seu podcast de terror e horror e passageiros do mal para ouvir antes de dormir. E não se esqueça, Passageiro do Mal da Paramount Pictures, dia 21 de maio, próxima quinta agora, somente nos cinemas. Vai assistir e depois você me conta aqui o que você achou. Quer ver o trailer? O QR Code está aí na tela. Comenta Passageiro do Mal. Tchau, Trevosos. Tchau.
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Paramount Pictures Brasil
filme "Passageiro do Mal"