SÓ RELATOS DE EMPREGOS ASSOMBRADOS | LendaCast Solo #87
No LendaCast de hoje vou contar histórias sobrenaturais de pessoas que trabalharam em lugares assombrados ou tiveram experiências assustadoras na empresa.
- Historias de WorkplaceEdifício Martinelli · Criança perdida · Secretaria de Saúde do Governo do Estado · Restaurante adaptado em casa · Livraria em shopping · Confeitaria em duplex · Prédio de prostituição · Fazenda com atividade espiritual · Cemitério antigo em Newtown
- Viagem para a ItáliaInclusive Travel · Novembro de 2026 · Roma · Palermo · Catacumbas dos Capuchinhos · Carlo Acutis · Padre Pio · Santa Rita de Cássia · Milagre Eucarístico de Lanciano
- Mercado de TrabalhoCLT · Empreendedorismo · Salário de estagiário · Salário de jornalista · Sebrae · USP · Disney
- Dica da SemanaOVNIs e vida extraterrestre · Donald Trump · FBI · Missão Apolo 12 · Missão Apolo 17 · Rantavírus · Cruzeiro MV Rondius · Ushuaia · Cabo Verde
- Backrooms4chan · Kenny Parsons · Um não lugar
- Histórias de terrorHorror em Amityville · Sexto Sentido
- Prostituição na EuropaMulher do job · Prostituição · Bruna Surfistinha · Raquel Pacheco · O Doce Veneno do Escorpião
- Viagem PortugalDisneylândia Paris
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Chama a galera e dá o play Que eu quero ver você jogar E se prepara que esse hit Não vai sair da sua cabeça Vem, que é agora ou nunca Nescau, energia que dá jogo
O LendaCast Solo já vai começar. O LendaCast Solo veio pra te assustar. Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey, pam-param-param. Hey, pam-param-param. O LendaCast Solo acabou de começar. Hey, pam-param-param. Param.
O LendaCast solo acabou de começar. Ei, meu Deus! Os gatos vieram correndo com tudo aqui. Olá, trevosos e trevosas, seres das trevas.
É, mas aqui é Daniel Pires em mais um episódio do LendaCast solo com gatos correndo para ouvir antes de dormir. Ainda bem que não estava na câmera geral, porque o Gaspar...
Esse Gaspar, ele fica atrás da gata, correndo. E dá um horário do dia. Ele veio correndo e correu atrás da gata. Ele bateu na câmera geral, mas a Sarah já arrumou ali. E quase que... Ó os dois, vamos parar? Eu pensei que eles iam vir pra cá. Vamos parar? Você viu, Sarah? Eles vieram voando os dois aqui. É o Gaspar que fica atrás da gata, né? Ele é. Ele fica. Como pó agora. Tá bonitinha a câmera. Porque ele veio e a câmera fez assim.
Ó, Gaspar, vamos parar. Que coisa... Os gatos de vocês aí em casa são assim também? Porque os daqui de casa, dá certo horário, eles vêm loucos, loucos. Eles começam a brigar, eles começam a... A se correr atrás do outro, derrubar as coisas, pular na parede, subir na cortina. Mas esses dias eu ouvi um veterinário falando na internet que isso é uma coisa boa, né? Gato sendo gato.
Muito que bem, então, bem-vindos ao Lenda Cast Solo dessa segunda-feira. Hoje é dia 11 de maio de 2026. Estamos aqui ao vivo, são 18 horas e 13 minutos. E hoje, relatos de vagas assombradas ou de empregos assombrados. Acho que agora eu estava pensando aqui comigo. O seu emprego é um emprego assombrado, né, Sara? É, principalmente quando a gente grava no cemitério.
Porque assim, ó, trabalhei num lugar assombrado. Mais assombrado que essa vaga não tem, né, Sarah? Eu acho que não. Trabalhar no cemitério, coisas tranquilas, né? Coisa bem tranquila. De boa. Acho que você não foi pra ritual ainda, né? Não, ritual não. Mas a gente vai pra cemitério, a gente vai, e à noite ainda, tá, gente? Andando no cemitério à noite, a gente grava live falando de sobrenatural, né, de...
Hoje é de relatos sobrenaturais. Então, hoje o relato é sobre isso. Os relatos que eu recebi são todos em volta de vagas assombradas. Você já trabalhou num lugar que você sabia que era assombrado? E tem lugares que são propícios para isso, né? Por exemplo, se você trabalhar num hospital, por exemplo.
Dizem que o hospital é onde tem muita energia impregnada, energia de morte, de tristeza, né? Porque as pessoas estão doentes, os parentes vão visitar essa pessoa doente, muita gente morre no hospital, né? Então os hospitais carregam essa energia. Tem também a energia, né? Falam que o lugar mais energeticamente positivo, né?
Dentro do hospital é o berçário, onde nascem os bebês, onde estão as mamães que deram a luz aos seus bebês. Então dizem que esse é o lugar com a energia mais positiva dentro de um hospital agora. UTI, já entraram numa UTI?
Olha, gente, é uma sensação assim... Eu já entrei uma vez na UTI e fiquei meio triste, sabe? Tem que entrar quieto e tudo mais. Trabalhar em microtério, por exemplo. Inclusive, o Lenda Cast de Solo de hoje, o tema ia ser trabalhar em microtério. Mas aí...
Eu acho que ficou muito específico, então eu deixei mais aberto para colocar os trabalhos em geral. Então hoje, para você que está chegando agora, nessa segunda-feira, ao vivo aqui no meu canal, seja bem-vindo, seja bem-vinda, trevosos e trevosas. Nós vamos ouvir relatos de empregos vagas assombradas, empregos assombrados.
empresas assombradas. É, porque na verdade não é a vaga que é assombrada. Aqui no caso da Sarah, é a vaga que é assombrada, né Sarah? É, mas é tranquilo. Minha casa não é assombrada. Você já ouviu alguma coisa aqui? Ah, só o Gaspar hoje brincando com o espírito, né? O quê? Que eu te falei, que ele veio derrapando aqui com... O Gaspar brincou com o espírito na minha casa? Parecia que tinha alguém empurrando ele, sabe? Ele veio derrapando assim, do lado da cozinha até o quarto.
Bom, se o Gaspar não fosse louco do jeito que ele é, eu ia dizer que é, que é o espírito. Mas ele é assim. Ele é louco. Ele vem louco, ele passa na minha cabeça de noite. Ixi Maria. Mas tem lugares que são assombrados, empresas que são assombradas e...
Esse é o tema do LendaCast solo de hoje. Mas antes da gente começar os relatos, quero te fazer um convite que eu tô fazendo em todas as lives, porque eu quero que você venha viajar comigo! Sim, você quer viajar comigo? Em uma viagem pra onde? Pra Europa, com um roteiro pensado, pra gente explorar esses lugares maravilhosos que eu já visitei e que sempre aparecem aqui nas histórias do LendaCast.
Então, tô com um projeto novo, pra quem não tá sabendo ainda, tô com um projeto novo junto com uma agência de viagens, que é um projeto de viagem, pra gente viajar, ir pra fora do Brasil. Pois é, você já foi pra Itália? Tem vontade de ir pra Itália? Ah, eu não tenho tanta vontade de ir pra Itália, não tenho vontade porque ainda não foi, porque na hora que você for pra Itália...
Você vai ver que lugar maravilhoso e cheio de histórias que é esse incrível destino lá na Europa. E como que funciona esse novo projeto? Eu fechei com uma agência, a agência chama-se Inclusive Travel, e nós vamos viajar quando? Em novembro desse ano ainda, de 2026. Lá vai estar um friozinho gostoso, então já prepara o casaco, tá? E o nosso destino é, como eu disse, Itália. A gente já começa esse projeto.
internacional. E como que isso vai acontecer? O LendaCast, eu, estou com uma parceria com a agência de viagens Inclusive Travel, que vai levar, que na verdade eles já levam grupos de influenciadores para destinos incríveis ao redor do mundo junto com os seus seguidores. Então eles pegam o influenciador, que é o meu caso, né?
E aí eu faço esse convite pra vocês e nós vamos em um grupo juntos lá pra Itália. Uma experiência completa com tudinho organizado pra você se preocupar apenas com uma coisa. Curtir cada momento lá na Itália ao meu lado. Será que vai hater junto nessa viagem, Sarah? Acho que não, né? Só quem gosta de mim. Eu tenho certeza que se for algum hater vai gostar de mim. Será que vai? Eles amam. Não vai pra me xingar? Hater ama. Hater ama, né?
A viagem acontece em novembro desse ano e tem duração de duas semanas. Então dá tempo de você se programar ainda até lá. E é uma viagem também super segura, porque é uma agência que está fazendo. Então são hotéis quatro estrelas. Todo translado, claro, passagem de ida e volta de avião. Lá dentro da Itália a gente vai ter que andar de avião também, tá? E além disso... ...
Acho que é. Dentro da Itália também está incluída uma viagem de avião, tá? Porque a gente vai para Palermo para a gente visitar as catacumbas dos capuchinhos. E, além disso, esse pacote também inclui café da manhã e jantar. Essa viagem é uma imersão em cultura e lugares cheios de significado.
incluindo lugares como onde está o corpo de Carlo Acutes, o santuário. Gente, para mim isso vai ser o máximo. Eu estar com os meus seguidores, com vocês, nos lugares onde eu contei a história de Padre Pio. E também vamos conhecer os principais pontos turísticos de Roma. Mais informações. Está vendo essa arte bonitona que está aqui? Aqui, olha eu aqui.
Vamos pra Itália e aqui embaixo tem o QR Code. Abre a câmera do seu celular aí e direciona pra esse código que tá aqui na tela. Vai abrir um link. Você clica nesse link e aí você vai direto lá pro site da Inclusive Travel e vai ter todas as informações. Lá você coloca seu número e calma, gente, você não vai colocar o número e já vai comprar, não.
É todo um trâmite para comprar, mas eles vão te ajudar. Manda teu número lá, pergunta preço, por onde nós vamos passar. Eu vou pegar um dia para fazer para vocês todo o nosso roteiro de onde a gente vai passar lá na Itália. Mas dentro desse código aqui, no link que está esse código, nesse QR Code, você consegue ver todo o percurso. Nós vamos passar pelo Carlo Acutes, pelo Padre Pio, por Lanciano, onde aconteceu o milagre eucarístico. Vamos passar também em Santa Rita de Cássia.
Ah, Daniel, você não é católico, mas por que você está fazendo esse passeio? Porque eu já visitei esses lugares, né? Já visitei esses lugares e agora quero ir com vocês. E porque eu já fui católico, já contei várias vezes essas histórias aqui. Então agora nós vamos juntos e juntas, beleza? Agora vai sumir essa arte aqui, ó. Atenção, vai sumir. Sumiu. E vai ficar esse... Ai, que bonitinho esse aqui. Esse aqui é muito bonitinho. Tem até um fantasminha ali embaixo.
Aqui esse QR Code que tá na sua tela aqui, ó. Tá vendo aqui embaixo? Aqui, ó. Nesse daqui, ele vai ficar durante todo o episódio pra você clicar e conhecer as condições pra viajar comigo para a Itália. Beleza? Bora comigo pra Itália em novembro de 2026. Vai ser incrível. Nós vamos desde aqui de São Paulo até a Itália. Vamos cantando dentro do avião. Brincadeira, não vamos cantando dentro do avião porque nem pode.
Pelo amor de Deus. Se estiver cantando dentro do ônibus lá, vou levar um violão. Brincadeira. Nossa Senhora. Nossa Senhora. Sara, você vai também, né? Eu vou. Teve gente perguntando aqui, a Bia Gomes, ela perguntou assim, Dani, eu já moro na Europa, posso comprar só a parte terrestre sem sair do Brasil? Bia, faz um favor, tira todas essas dúvidas com o pessoal da agência.
porque eles vão cuidar tudo isso para você, então de repente talvez dá para ir. Teve uma pessoa que me perguntou esses dias que está em Portugal e quer ir de Portugal, então pergunta tudo no QR Code, tá gente? Clica aqui.
E aí tire todas as dúvidas com o pessoal da Inclusive Travel. Beleza? Beleza. Depois você me conta. Quando você fechar o pacote, você me conta. E vai ser incrível. Eu já vou ter lançado meu livro. Posso levar um livro autografado. A gente pode gravar uns vídeos juntos. Vai ser incrível.
Beleza? Vamos para o primeiro relato da noite? Vamos para os relatos, Sara? Vamos. O QR Code está na tela, vai ficar aí durante todo o episódio. Vamos para o primeiro relato da noite. E vamos colocar o... E vamos colocar aí o... Almeidas indica, temos dinheiro não, Dani, nosso amigo mais rico.
O Almeidas indicam não tem dinheiro. Para, né? Esses dias compraram o quê? Compraram uma Ferrari, uma mansão em Alphaville e fizeram aumento peniano os dois. Eu vi. Você viu o aumento? Não. Ah, que susto. Eu vi a Ferrari.
Brincadeira, gente, brincadeira. Não, não, não. Foram de 21 para 25 centímetros. Pra que isso? Nossa, que exagero. Pra que? Que exagero. Que isso? Eu quero ir de 8 para 10 e tô achando muito ainda. Que exagero também. Brincadeiras à parte, gente. Tô brincando com o Léo e com o Rô.
Beijo, Léo e Rodo, Almeidas indicam. Beijo pra vocês. Precisa voltar aqui ao LendaCast. Em breve vou fazer a minha festa de dois milhões. A gente vai começar aqui. Vocês estão convidadíssimos. Moacir Júnior, meu peru é grande. É, Moacir, manda foto pra nós lá no direct.
Para eu dar uma olhada? Dampere Slay. Para ver se é mesmo. Manda para ver mesmo se é. Ah, quero ver. Duvido. Lini Costa, eu estou juntando dinheiro para comprar eletrodomésticos. Não, deixa o eletrodoméstico para lá. Brincadeira, gente. Mas assim, falando sério sobre a viagem ainda...
É um valor muito em conta, porque com tudo que está incluído, é uma super viagem que a gente vai fazer, são duas semanas lá fora, e você não vai ter que se preocupar com nada além de pagar. Você vai pagar, depois só carrega o celular para tirar foto, para comer coisa gostosa lá na Itália, e para a gente ficar junto. Beleza?
Muito que bem. Vamos colocar a trilha sonora da noite? Bora. Bora entrar com a trilha. Ó, o Reginaldo falou que vai. Vambora, Reginaldo. Entrou a trilha. Boa. A trilha entrou. Muito bem. Ô, Sara, a gente pode soltar então agora... Podemos começar os relatos da noite. E tem relatos bons?
Tem relatos... A Sarah que escolheu os relatos. Então, caso você não goste dos relatos de hoje, foi você que escolheu, né, Sarah? Foi. Mas estão... E você gostou? Estão bons. Estão bons? Estão. Estão bons, então. Muito que bem. Vamos, então, pro... Vamos, então, pro...
Ah, eu tava mandando uma mensagem pra você arrumar meu enquadramento, mas você já arrumou? Arrumei. Ah, gente, ó, eu vou falar uma coisa pra vocês aqui, bem assim, de... Nós somos amigos, né? Nós estamos aqui com 1.300 pessoas assistindo.
Somos amigos. Então, vou falar uma coisa pra vocês. Às vezes, eu quero dar algum comando pra equipe, eu dou pelo WhatsApp aqui. Só que agora eu vou dar ao vivo, igual o Faustão faz. Pode ser? Mas o Faustão, ele às vezes dava bronca. Eu não vou dar bronca, não. Ele faz isso? Não, lembra quando ele ficava? Lembra uma vez que ele... O Faustão dava umas bronca na equipe ao vivo, não dava? Não, eu só não lembro, não. Você não lembra?
Não. Dava umas bronca. Uma vez ele foi lá na técnica. Tava alguma coisa acontecendo, ele foi lá na técnica. Meu Deus. Dando bronca ao vivo.
vamos para o próximo para o próximo não, vamos para o primeiro relato da noite vamos para o primeiro relato da noite hoje para quem está chegando agora são relatos de empresas assombradas, o primeiro relato da noite é da Carla e ela diz ah eu sempre esqueço, Sara ótimo, sempre esqueço de apagar a luz né? Tá esquecendo todos os dias eu esqueço
Vamos para o primeiro relato da noite, que é da Carla. Olá, Dan. Olá, Sara. Meu nome é Carla. Ô, Carla, eu te amei. Lembra dessa? Não. Como jamais. Gostaria de compartilhar com vocês alguns relatos do período.
em que fiz estágio no edifício Martinelli, localizado na rua direita, bem próximo à estação São Bento do metrô, em São Paulo. Esse prédio Martinelli tem muitas histórias assombradas, mas vamos ouvir o relato da Carla. Como muitos sabem, o prédio é um ícone de São Paulo, mas carrega uma fama pesada de ser assombrado.
E eu presenciei fatos que até hoje eu não consigo explicar racionalmente. Aqui estão alguns episódios mais marcantes. Então ela passou por alguns episódios, né, Sarah? Foi, e ela conta três, mas são curtos. Não só por um. Vamos lá, o primeiro. O incidente no apartamento do Conde. Durante um treinamento voltado para...
os jovens aprendizes, estávamos reunidos justamente na área que servia de residência para o Conde. Gente do céu, o Conde é o Giuseppe Martinelli. O ambiente tem uma carga histórica muito forte, com uma decoração que parece nos transportar para outra época. Só um adendo. O Martinelli, para quem não sabe...
lá em São Paulo, ele é um prédio, é um arranha-céu, na verdade. Qual é a diferença de um prédio para um arranha-céu? É maior, é mais alto, enfim.
O nome já diz, né? Arranha-céu. E ele foi um dos primeiros arranha-céis. Será que é arranha-céus? Arranha-céis. Um dos primeiros arranha-céus, acho que arranha-céus, da cidade de São Paulo. Ele foi construído, é uma obra do Giuseppe Martinelli, que é um italiano, né? Que veio para o Brasil.
E ele quis construir um prédio muito alto, só pra contextualizar o que é o etivício Martinelli. Em cima dele tem uma mansão. E por que ele construiu uma mansão lá em cima?
porque as pessoas da época diziam que esse prédio ia cair, de tão alto que ele era. E ele construiu uma mansão e morou lá em cima para provar para todo mundo. Milionário é fogo, né? Ah, vou construir uma mansão em cima do prédio. E essa mansão toda rosada, ela existe até hoje lá. E eles estavam lá na casa desse conde, que é o Giuseppe Martinelli.
Enquanto o instrutor falava, então eles estavam lá dando um curso para os jovens aprendiz lá na mansão, nessa mansão. Enquanto o instrutor falava, o silêncio da sala foi interrompido por um som seco de madeira raspando no chão.
Diante de todos, uma das cadeiras mais pesadas se moveu sozinha por alguns centímetros. Não foi um balanço leve. Ela realmente andou como se alguém tivesse acabado de se levantar ou se acomodar nela. O ar do local esfriou instantaneamente. O treinamento foi interrompido pelo choque coletivo.
Não havia janelas abertas gerando corrente de ar, nem vibrações no piso que justificassem aquele movimento. Meu Deus, imagina ver uma cadeira fazendo sozinha assim. Ainda mais num lugar como Martinelli, né?
O grito no corredor, esse é o segundo fato, o grito no corredor. Houve também um dia de trabalho comum que ficou gravado na minha memória.
O escritório estava relativamente calmo quando, de repente, um grito assustador ecoou pelo andar. Era um grito feminino, carregado de desespero e dor, que parecia vir de algum lugar entre as paredes ou o final do corredor principal. O som foi tão nítido e alto que todos pararam o que estavam fazendo no mesmo segundo.
Alguns colegas correram para esse corredor achando que alguém havia se machucado por lá. E se machucado gravemente, mas o lugar estava completamente deserto. Verificamos as salas adjacentes, os banheiros e as escadas de emergência.
não havia ninguém. O silêncio que se seguiu foi sepulcral. Eu amo essa palavra. Sepulcral. E a sensação era de que o som simplesmente se dissolveu no ar, deixando um rastro de desconforto em todos nós. Reflexão. Ela jogou uma reflexão aqui. Trabalhar no Martinelli é conviver com a dualidade entre a beleza arquitetônica e o mistério. Porque realmente, gente...
É lindo o Martinelli, vá visitar um dia se puder. Dizem que as energias das histórias vividas ali, a energia das festas luxuosas, até as tragédias do passado, permanecem impregnadas naquelas paredes de concreto e mármore.
Para quem acredita ou não em assombrações, o fato é que o gigante de concreto da São Bento, esse é o nome que chamam ele também, gigante de concreto da São Bento, guarda segredos que desafiam a nossa lógica. Beijos. Amei os relatos. Você já foi no Martinelli? Eu fui para a festa.
Você já foi naquela festa? Fui. Tem várias festas lá, né? Já fui. Lá em cima? É. Não senti nada que as pessoas falam. Ai, que tem uma energia. Ah, por que você? Ah, por que você? Não senti nada, mas é bem legal as festas lá. Ah, Sarah, é porque você... Não, os espíritos devem olhar pra Sarah e falar assim, aquela ali trabalha com aquele outro lá. Ela é tranquila. Ah, é deixar ela pra lá. Vocês já foram no Martinelli, você que tá em casa? Faz tempo que você foi, Sarah?
Faz. É porque é muito difícil ir nessas festas, né? Tipo VIP? Não, é que esgota rápido mesmo. Aí ele já anuncia festa pra agosto, por exemplo. E aí você vai comprar e já esgotou. Cara, eu vou tentar entrar em contato, prometo pra vocês. Vou tentar entrar em contato com a administração do Martinelli. Pra tentar gravar lá dentro essas histórias. Fazer um especial Martinelli. Já pensou?
Ah, é boa, tem aquela que o elevador para no andar, né? Tem vários relatos, vários relatos do Martinelli. Tem mesmo. O Martinelli, eu fiz uma série aqui, inclusive eu tirei ela do ar, porque eu fiquei com medo de uns problemas com... Depois eu explico, mas...
Eu fiz uma série chamada São Paulo Assombrada, que era uma série de cinco episódios aqui no canal. E o Martinelli era um dos episódios. Então eram cinco episódios. Era Joelma...
Era o Martinelli, o Castelinho da Rua Apa, a Capela dos Aflitos e o Cemitério da Consolação. Então eu fui em cinco lugares considerados assombrados em São Paulo, chamava SP Assombrada, e tinha um episódio que era do Martinelli. E quando a gente foi lá, o que mais me chamou a atenção, porque o edifício Martinelli em São Paulo...
Ele é um, igual a moça falou, ele é um gigante realmente de concreto, porque ele é um quadrilátero. Então, eles são vários prédios e pegam ali um quadrilátero ali, uma rua enorme ali no Anhangabaú, naquela região do central de São Paulo.
ali perto da São Bento e tudo mais. Ele é gigantesco e em cima dele tem a mansão do Giuseppe Martinelli, que é uma mansão toda rosada e tal. Tem um mirante em São Paulo, que é o Mirante do Vale, que é um outro prédio, que lá dentro do Mirante do Vale tem o Samprescai.
que é aquelas experiências. Eu fui fazer uma publi lá, juro que eu quase não consegui gravar. Era uma publi de premonição, do filme Premonição. E aí, aqueles mirantes que eles colocam um vidro, que você vai pisando, sabe, Sara? Que não tem fundo. Aqui é o fim do prédio. Eles colocam o vidro mais pra fora, assim, ó. Você pisa no vidro, você consegue... Meu Deus! Ó, me dá até... Eu não consigo mais falar. Me dá até um negócio.
Quando você vai nesse mirante do Sampa Sky, você consegue ver o Martinelli de longe. E ele é mais alto que o Martinelli, que era o prédio, eu acho que do Banespa, eu acho que era. O nome do prédio é Mirante do Vale. Então ele é mais alto que o Martinelli. Você consegue ver de cima, em uma das janelas ali do Sampa Sky, você consegue ver o Martinelli de longe. E ele é incrível, porque ele é um prédio dos anos...
acho que é anos 20, se eu não me engano, é um prédio dos anos 20, então ele é todo antigo, com lustre, e quando a gente foi gravar lá, a história que mais me chamou a atenção é porque ele é um prédio que, como eu falei, é um quadrilátero, ele é um quadradão, ele pega muitas partes daquela região, e no meio dele existe um fosso.
Que é o quê? Então você imagina um prédio assim, imagina aqui, um quadrado aqui, no meio desse quadrado tem um fosso, então você imagina que aqui tem um quadrado de prédios e no meio dele tem um espaço aberto onde chamavam de fosso. E lá pelos anos 40, o Martinelli foi um prédio muito luxuoso no começo.
ele tinha festas, as pessoas davam festas muito luxuosas, só que depois de um tempo ele foi ficando em ruínas, e ele se tornou uma... Como que eu vou explicar? Se tornou um prédio ali que as pessoas foram invadindo, então tinha clínica de aborto, tinha tráfico de drogas, tinha gente morando de maneira irregular.
E aí disseram que... O que as pessoas faziam? Jogavam através das janelas muito lixo no meio dele, que era esse fosso. E quando foram...
tirar esse lixo do meio do Martinelli, encontraram ossadas humanas, que possivelmente eram ossadas de feto, de gente que era morta. Tem uma história de um menino que entregava jornais na região ali, na época, em 1930, se eu não me engano, na época de 30, a gente está falando, de São Paulo, lá no começo.
e era um menino que entregava jornais, e tinha um assassino que chamava Meia Noite, que chamavam ele de Meia Noite, que ele morava no Martinelli. E dizem que à meia noite ele saía para desovar as suas vítimas. Então ele pegava as pessoas de manhã, matava essas pessoas e à meia noite ele desovava, jogava a vítima ou nesse foço ou em lugares assim.
E aí dizem que ele pega esse menino, abusa desse menino que entregava jornais e joga o corpo dele no meio do fosso do Martinelli. Diz que tinha muita gente que morria lá dentro e era jogada nesse fosso. Então por isso que falam que ele é um prédio considerado assombrado em São Paulo.
Olha, eu vou tentar... Eu não sei se a administração do Martinelli gosta dessas histórias. Eu acho que não gosta. Será? Mas tem passeio guiado lá. Provavelmente eles devem contar alguma coisa. Mas será que eles tocam nesse assunto da assombração? Não sei. Eu acho que talvez esse daí das ossadas, talvez não. Mas as outras... Mas era o principal. Era assim, falaram que tinha muito lixo, muita...
É que é meio polêmico, né? Muito. Ter uma ossada no buraco de... Parece que ele foi limpo nos anos 70. Então a gente tá falando de quase 50 anos atrás. É, faz tempo. Faz muito tempo. Faz tempo. Agora deve estar cheio de copo lá. O quê? Nesse buraco. Deve estar cheio de copo. Não, agora não tem mais nada. Não, mas o pessoal ainda dá pra jogar as coisas. Ah, mas será que o povo joga? Uma gata aqui, ó. Oi, Belinha.
Gata passou aqui atrás. Vamos pro próximo relato da noite? Vamos pro próximo relato da noite, que é da Isabelle. O nome do relato é A Criança Perdida. Boa noite. Aqui é a Belle. Ah, aqui é. Oi, Isabelle. É a Belle, irmã da Dani Taranha. Um beijo, Dani. A Dani é do...
A Dani é do podcast Totalmente Canceladas. Inclusive assistam junto com a Dani e com a Paula Jorli. Eu fui lá no podcast delas. Eu estou indo em vários episódios agora. Estou indo em vários podcasts agora. Vocês assistiram semana passada? Eu lá no Snyder Cast, a bagunça que foi. Pois é, foi incrível. Lá com o Danilo e com o Sargento Castro. O Sargento Castro contou boas histórias da polícia.
Vamos lá, vamos ouvir o relato da Belly Taranha, irmã da minha amigona Dani Taranha. Virei fã do canal, tô mandando meu primeiro relato. Oba! Um beijo pro Dan, pra Sarah e pra Stephanie. Obrigado. Antes de trabalhar nesse meio artístico, eu cheguei a trabalhar no governo do estado, na Secretaria de Saúde, do governo do estado.
Já aconteceu muita coisa estranha por lá, principalmente à noite, como barulhos de alguém digitando em teclado, sem ter ninguém no computador, sensor de presença no banheiro ligando sem ninguém entrar, jarra de suco abrindo e fechando sozinha dentro da copa. Meu Deus, imagina o fantasma indo lá tomar um suco de caju. Um cafezinho.
um cafezinho. A mais macabra foi uma experiência de uma amiga nossa.
Ela conta que na frente, onde haviam os elevadores no corredor do nosso setor... Do nosso setor, desculpa, assim... Do nosso... Vixe, Maria. Tô ficando... Você vê que a minha cabeça... Não tá muito boa, né, Sarah, hoje? Hoje não. É o frio, né? Chega o frio... Ah, chegou o frio! A gente fica meio perdido no frio. Chegou o frio, né?
Fegode frio, Sarah? Odeio. Hã? Odeio frio. Eu também não gosto, não. Nossa, não dá. Já tô até tratando na terapia, porque... Eu já levei pra terapia o frio também, hein? Porque é algo sério. Já começou ontem, eu já não gostei, já não dormi bem. Vamos lá, então. Ela disse que uma das coisas mais assustadoras que aconteceu, a coisa mais macabra que aconteceu, foi uma experiência de uma colega nossa, lá nesse lugar.
Ela conta que na frente de onde havia os elevadores, lá no corredor do nosso setor, tinha uma criança de três ou quatro anos parada, encostada na parede.
Ela viu uma nota de dinheiro do lado dessa criança e acabou perguntando para essa criança quem era essa criança e se o dinheiro era dela. Então imagina ela chegando para a criança, oi querida, tudo bem, quem é você? Esse dinheiro aí que está aí do seu lado é seu? A criança só balançou a cabeça dizendo que não.
Nossa colega insistiu, querendo conversar com a criança, questionando. Você é filho de alguém... Eu estou fazendo a vozinha como se a gente falasse com criança, né? Você é filho de alguém aqui? Você está com alguém? E a criança só balançando a cabeça, falando que... Não. Falando que não. Sem sucesso com a criança, ela voltou para a sala, ligou para o segurança e disse... Deixa a criança lá...
E disse, ô segurança, seguinte, tem uma criança aqui no hall do elevador. Ela não está falando, mas deve ser filho de alguém aqui da secretaria. Você pode vir aqui para ajudar a gente nessa? Depois disso, nossa colega foi para a Copa, passou pela criança de novo, voltou para a sala e cobrou o segurança pelo telefone. Você não vai subir aqui, meu amor?
Essa criança tá aqui ainda, você não vai vir pegá-la? Ó, o certo era ter pego a criança e levado junto. É. Deixou ela lá? Né? Deixou ela lá com o elevador ainda? Aí o segurança falou, moça, eu acabei de descer aí. Não tem criança nenhuma no hall. E a amiga, a minha moça. Como não? A criança tá aqui no hall, acabei de passar por ela. O segurança insistiu, dizendo que não havia nenhuma criança ali.
nossa colega ficou indignada, chamou o elevador com a criança ali do lado e quando o elevador chegou, nossa colega foi pegar na mão da criança lá, pegar na mão do fantasma, para levá-la para dentro do elevador e a criança simplesmente sumiu quando encostou nela.
Foi nesse exato momento que ela entendeu de que se tratava de um espírito. Querida, se sumir na minha frente... Não, é pique de ficar doido. O que sabemos é que a região do prédio é uma região de serviços sanitários estaduais e de hospitais filantrópicos. Há boatos de que antes de ser a Secretaria de Saúde, no prédio funcionava um hospital infantil.
E esse relato não é o único estranho por lá. Os seguranças do prédio contam que de madrugada o elevador abre sozinho. O Martinelli também tem esse relato. As portas ficam batendo e é preciso ter uma vigilância constante. Porque não é normal.
Olha lá, Sarah. Vixe. Não, olha, assim, confesso que se a criança some na minha frente... Não, acabou. Aí o negócio fica sério. Imagina, você vai... Onde ela... Onde essa malvada dessa criança foi? Criança! Sabe assim? Eu acho que eu ia ficar paralisada. Não, a gente... Não, a gente ia entrar numa nóia. Não trans, assim. A nossa cabeça não tá preparada pra coisas que não...
Sumido na... Não, a nossa cabeça dá um bug. É trauma. Faz um trauma. Faz uma coisa assim. É. Papo de maluquice isso. Você nunca mais esquece assim. Imagina. Terceiro relato da noite. Oi, Dan. Oi, Sara. Gatinhos trevosos e seres de luz. Mas eu ainda tô indo pro terceiro relato, mas eu ainda tô parado nesse segundo. Tá impactado ainda.
E criança é uma coisa, né? Que dá um medo, assim. O espírito da criança. Filme de terror com criança, pra mim, são os melhores. Ou os piores. Os piores e muito bom, né? De mais medonhos, né? De mais medo. Quando ela aparece chorando, rindo. É. Tem uma cena que eu não esqueço, que é do filme... Horror em Amityville. Terror em Amityville. Horror em Amityville.
que é uma cena que a menina leva um tiro na testa, e aí a babá, que trabalhou pros The Fool, vai trabalhar pra família Lutz. Então ela trabalhou pra aquela primeira família que foi assassinada, e depois ela vai trabalhar pros Lutz, que é a segunda família que vai morar na casa de MTV. Na hora que ela tá no quarto, lá onde era o quarto da menina, no filme eles falam que é o quarto de uma menina, mas na história real é um menino, é o Matthew que morava lá em cima.
Mas, no filme eles falam que é uma menina que teria levado um tiro na cabeça do irmão, né? Do Ronald The Fool. Que morava nesse quarto aqui, ó. Que tinha essas janelas no filme. Aí tem uma cena que a babá vai lá e fica... Ó, como você vê.
os Lutes, que é a segunda família, contratam uma babá, a babá fica assustando as crianças. Meu Deus. Olha, aqui morreu gente, aqui morreu gente. Aí tem uma hora que ela entra num, tipo numa salinha desse quarto, tipo num closet lá de roupa, você vê que as crianças ricas que tem até closet. E aí ela vê uma menina toda esbranquiçada com a testa aberta.
E aí ela fala, olha onde entrou a bala. E aí ela pega o dedo da babá e enfia na testa dela assim, ó. Meu Deus.
Essa cena me pegou. Nossa, essa cena é... Tranquilíssima. Oh, my God! Você assistiu o... Faça ela voltar? Não. Que saiu ano passado, eu acho. Bring her back. Tem uma cena tenebrosa também, com um moleque com a faca dentro da boca, assim. Ele vai cortando a boca, girando a faca. Ai, não. É. Assim, eu já não gosto. É tenebroso. Porque, ó, essa daí a menina já tá morta.
É, ele não tá morto. Agora é, agora com coisa gore, eu fico o negócio de ai gente, olha, juro pra você, eu tô ficando um véio.
Que é aquele velho o quê? Que se tem uma cena que me irrita, me irrita no sentido de me dar agonia, eu não gosto muito. Eu tô muito Nutella, eu não tô muito raiz, não. Por exemplo, Jogos Mortais, eu não consigo assistir mais. Quando eu vejo que vai levantar uma unha, vai no negócio, já começa assim... Tem mil Jogos Mortais, ele morre em todos. Já deu, já. Parece que vem mais um aí. Então, vai, meu Deus. Parece que vem mais um aí.
Então, Brasil, eu não sei assim se eu... Por exemplo, tem uma outra... Uma cena que me chocou também no cinema, com criança, é do Sexto Sentido. Que ele tá indo... Acho que ele tá indo tomar água, ele tá indo no banheiro à noite. E aí ele vê um espírito no fim do corredor e ele fala assim o espírito. Eu amo o filme que o espírito quebra, que ele não fica assim parado, assim, ó.
Que o espírito fala. Ele vê um cara, aí o cara vem ver onde meu pai pôs a arma. E na hora que ele vira, tem um rombo aqui na cabeça do cara. Bem tranquilo. Muito tranquilo. Vamos pro próximo relato da noite que é da Maria. Oi Dançara, boa noite. Eu sou terapeuta e trabalhei por muitos anos em uma clínica.
Era uma casa de dois andares e eu atendia na sala de cima. O clima lá sempre foi meio pesado e estranho, mas teve um episódio que nunca saiu da minha cabeça. Um dia terminei um dos atendimentos e fui descer a escada com uma paciente que deveria ter os seus cinco ou seis anos. Ah, paciente criança, muito criança, né?
Quando chegamos perto ali do fim da escada, ela olhou pra baixo e inicialmente não quis descer. Depois, deu tchau pra alguém e aceitou descer. Gente, eu não entendi. Será que ela deu tchau pra alguém que tava atrás dela ou lá pra baixo? Ih, não sei. Eu olhei e não tinha ninguém. Eu perguntei.
Pra quem que você tá dando tchau, menina louca? Pra quem que você tá dando tchau? E ela respondeu com a maior naturalidade do mundo. Pro homem de roupa preta. Nessa hora, a moça da limpeza apareceu com uma cara apavorada e fez o sinal da cruz igual o chaf. Como eu sou uma pessoa que ama histórias sobrenaturais,
Obviamente, eu guardei essa informação para perguntar mais sobre isso na próxima sessão. E perguntei. Ela disse, essa criança, essa paciente, disse que via um homem de chapéu e roupa preta. Pela descrição, parecia um terno antigo. Aí eu fiz a pergunta de um milhão de dólares. Ele é do bem ou é do mal?
Ela respondeu, do mal. É óbvio. É óbvio que a criança vai falar do mal. Senão o filme de terror não acontece. Depois disso, eu decidi nunca mais tocar no assunto, viu? Porque ela ia embora da clínica e eu continuava lá sozinha até mais tarde. Ele nunca apareceu pra mim, graças a Deus.
Mas até hoje eu lembro da sensação estranha daquele lugar. O clima nunca foi bom. Será que esse homem era o antigo dono da casa? Alguma entidade? Ou era só impressão minha? Só sei que não era imaginação infantil. Beijos, Dan, da Maria Fernanda. Ô, Maria Fernanda, mas e aí? Não foi atrás? Não levou um K2?
Não, eu ia sentar com essa criança e desenha. Desenha ele aqui. Quero ver como ele é. É verdade, podia ter pedido pra ela desenhar. Ela é terapeuta, né? Tem que fazer a terapia na criança. Desenha. Desenha aqui como é que ele é. Desenha. Posso fazer um pedido pra ele? Porque ele começa a querer aproveitar a identidade. Ó, e como que tá os likes aí, ô Sara? Ah, então palhaçada, né? Como sempre.
Uau, 2.300 pessoas assistindo a gente, só 900 likes. Então. Ah, gente, deixa eu contar uma novidade pra vocês rapidinho. Na hora que chegar em 1.500 eu conto a novidade. Não, brincadeira. A gente tava conversando, eu e a Sarah. E aí eu tive uma ideia, a Sarah gostou da ideia. Quero saber se vocês gostam da ideia também. A gente recebe muitos relatos bons aqui no LendaCast.
Então, por exemplo, de ontem pra hoje foram quase 100 relatos, né, Sara? Foram. Quase 100 relatos. E aí eu leio 10. Leio 10 aqui. Então ficam, por exemplo, 90 pra fora. O que eu pensei em fazer? Pegar mais relatos e ler em vídeo. Fazer um vídeo. Não é uma boa ideia, Sara? Sim, mais um vídeo aí pro canal. É, gravar mais um vídeo pro canal e soltar ele depois. Então, por exemplo, tem a parte 1, que é hoje em live. E aí
E depois mais 10 relatos, ou sei lá quantos der, em vídeo. Em vídeo e sem falação, pra quem não gosta de falação. Mas é algo mais direto. E sem falação. O povo briga comigo que eu faço o que é falação, mas é uma live. A gente tá em live aqui. Não dá pra eu ficar lendo um relato um outro. No vídeo vai dar. Sim. Vocês gostam dessa ideia? Porque aí eu leio mais outros 10 relatos, por exemplo, em um vídeo. Aí vocês ganham mais um vídeo.
Durante a semana. O que vocês gostam? O que vocês acham? O que vocês gostam? O que vocês acham? Vocês assistiriam? Porque aí... Ah, então já vamos começar já, né, Sarah? Se o pessoal gostar. Vamos. Você gosta da ideia? Vamos fazer uma enquete? Vamos, vamos fazer uma enquete. Então coloca aí, ó.
Você, coloca assim, ó, você apoia o vídeo de relatos? Porque vai ser um vídeo, não vai ser uma live, tá? Vai ser um vídeo de relatos. Você apoia o vídeo de relatos? Sim, eu apoio. Não apoio. Aí a gente coloca aí mais um vídeo.
Beleza? Eu já estou pensando nos conteúdos a mais durante a semana porque nós estamos chegando, começando, já começou a contagem regressiva, na verdade, para os 2 milhões de inscritos. Então, vamos fazer uma campanha aí. Mostra o seu para alguém. Brincadeira. Mostra o seu canal. Quer dizer, mostra o meu canal para alguém.
Mostra o meu canal pra alguém, porque se 1 milhão e 900 mil pessoas mostrarem, a gente vai chegar muito rápido aos 2 milhões, né, Sara? Sim, tá quase, né? Então já me apresenta aí pro seu amigo ou pra sua amiga. Tá quase, tamo na contagem regressiva. Beleza, beleza, vamos pro próximo relato da noite. Próximo relato da noite é do Felipe. E o nome do relato é A Assombração Me Tocou.
Laís Laureche, vai colocar no Spotify depois? Com certeza. Todo o conteúdo aqui do canal também vai para o Spotify. Beleza? Então vamos fazer a enquete aí. Vota aí se você apoia mais um vídeo. Se vocês apoiarem, a gente faz mais um vídeo semanal de relatos.
Relato de agora, como eu disse, é do Felipe, a assombração me tocou. Olá, me chamo Felipe e trabalhei em um pequeno restaurante em São Paulo, na Vila Leopoldina. Já morei na Vila Leopoldina, lá na Carlos Weber. Era, na verdade, uma casa adaptada que virou um restaurante. A entrada de portas para a rua, onde seria uma sala, virou um salão.
Um longo corredor onde no meio do caminho havia uma pedra. Brincadeira. Onde no meio do caminho havia um banheiro e nos fundos a cozinha do restaurante. Desde que eu comecei a trabalhar lá, acontecia algo meio estranho. Toda vez que eu passava pelo corredor e a porta do banheiro estava fechada, eu ouvia um cleque, tipo um estalo da fechadura se abrindo. Mas como acontecia muito...
eu sempre achava normal, como se fosse uma corrente de vento ou um problema na porta mesmo. Eu trabalhei quatro meses assim, sempre com um ar meio estranho e a tal porta do banheiro estranha também. Um dia, a proprietária chega falando que na próxima semana nós iríamos mudar o ponto, que o aluguel ali daquela casa era caro.
e que não estava dando tão certo quanto ela gostaria, e iam se mudar dali. Então eles iam sair dessa casa, esse restaurante ia para outro imóvel. Nesse tempo, aí sim começou a pesar o ambiente. Equipamentos queimaram, luzes queimavam sozinhas também, uma geladeira queimou com tudo dentro.
E tudo isso do nada. A partir do momento em que falou que ia se mudar. Ah, então acho que aí é ao contrário. O espírito não quer que eles se mudam, né? Ele é diferente, esse espírito. Espírito carente. Mudaríamos no domingo. Só que no sábado.
Ela falou, vem para me ajudar, ela, a chefe dele, né? Vem e me ajudar, precisamos embalar umas coisas. E foi só ela e eu para embalar algumas coisas nesse sábado e a mudança seria no domingo. Trancamos a porta da frente e fomos para o fundo empacotar as coisas da cozinha. Nisso, toda hora, escutávamos alguém bater na porta.
A gente ia conferir e não tinha ninguém. Isso aconteceu várias vezes durante o dia, durante esse sábado. Aí ficamos lá na cozinha quando a minha chefe para e fica pálida. E diz que viu uma mulher entrando no banheiro. Mas lembrando, estávamos trancados lá. Ela foi em direção ao banheiro e eu fui indo atrás dela, uns passos atrás.
Chegou perto da tal porta do banheiro e do nada fez o barulho. E abriu sozinha e não tinha ninguém no banheiro. Aí ela levantou o braço e falou, meu Deus, olha, tô toda arrepiada. E quando eu cheguei e fui falar, olha, me arrepiei também, parece que algo pegou no meu braço e a sensação foi tomar um choque.
como se fosse um choque de 220 volts. Me deu um tranco muito forte. Aí, depois disso, a gente não podia mais falar nada. Qualquer A que a gente falasse, vinha ondas de arrepio, parecendo energia estática.
E ficamos presos nisso uns cinco minutos ou mais. Nisso o celular dela toca, ela se mexe para ir atender e eu vou atrás dela de novo. E aí eu falei, me dá a chave que eu vou lá abrir a porta para a gente sair. Aí ela falou assim, está aí perto da pia. Fui, peguei a chave, quando eu me virei em direção ao corredor, lembrando, cozinha, corredor, banheiro e entrada.
eu também vi uma mulher entrando no banheiro. Aí eu falei pra ela.
Olha, eu vi uma mulher entrando no banheiro também, acabei de ver. E ela diz o seguinte, para de graça, você não viu nada, vamos sair logo daqui. Eu falei, vi sim, na verdade eu vi da cintura para baixo. Era uma saia de renda branca até a batata da perna, uma pele cor jambo e parecia que estava usando um tamanco meio de corda de sisal. Nossa, o que é tamanco de corda de sisal?
Meu Deus, que detalhes, né? Específico, né? Cor de jambo, corda de sisal. Específico. Não esqueçam essa cena. Ela começou a chorar e falar que foi isso que ela também tinha visto. Olha lá, os dois diram a mesma coisa, hein? Pegou as coisas dela, largou tudo lá pela metade e fomos embora. No outro dia, ela pagou um pessoal para terminar de embalar as coisas e finalizar a mudança.
Fiquei uns quatro dias com o corpo tenso, duro do tranco que eu tomei. Tanto é que eu não fui trabalhar nos dias seguintes. Meu Deus, então a assombração deu meio que um choque nele, né? Nossa Senhora. E essa é uma das histórias, e essa é uma das histórias em restaurantes. Eu tenho outras histórias que também aconteceram em restaurantes que eu trabalhei, pasmem, na Avenida Paulista. Avenida Paulista, meus amores, é antiquíssima.
A Avenida Paulista, Babies, é uma das avenidas mais antigas e populares de São Paulo. Inclusive tem um casarão belíssimo lá, que eu queria muito entrar um dia pra mostrar como é que é dentro. Que é o Palacete Franco de Melo. Já viu esse casarão, Sara? É o que é... Aquele que tá meio... Abandonado, assim. É um bandidão que tá meio ruínas lá. Acho que já. Sabe onde dá pra você ver esse casarão por dentro?
É, sem entrar nele, óbvio. Mas não, mas sabe onde dá pra ver ele por dentro? O SBT gravou a pegadinha de Annabelle lá dentro. E é incrível, é incrível. É um casarão que parou no tempo dos anos, sei lá, 50 talvez. Chama Palacete Franco de Melo.
fica lá na Avenida Paulista. Outro que eu vou tentar entrar também. Lindíssimo, lindíssimo, lindíssimo. Queria entrar à noite lá pra mostrar, pra ver se tem história de fantasma. Inclusive, quando o primeiro filme de Annabelle, Annabelle 1, né? Que é só Annabelle, não é Annabelle 1, é só Annabelle o nome do filme. Quando a Warner foi divulgar esse filme,
Eles fizeram a pré-estreia lá nesse casarão. E aí eles fizeram lá no fundo. Eu podia entrar lá e assistir a Anabelle lá no fundo. Gente, esse casarão é incrível. Procurem. Pegadinha SBT Anabelle. Vocês vão ver. É um casarão. É esse casarão. É lá dentro. Vocês vão ver o casarão por dentro. É lindo. Porque é difícil entrar nele.
Pera, passaram o filme da Anabelle lá dentro? São duas coisas. Quando eles foram fazer a pré-estreia de Anabelle, porque essas distribuidoras, geralmente quando eles querem fazer um... Quando eles têm verba pra isso e querem fazer uma pré-estreia melhor...
eles fazem uma pré-estreia temática. E a Annabelle tava muito em alta na época. Acho que era 2014. Eles trouxeram a boneca do filme lá pra esse casarão. E eles fizeram a pré-estreia desse filme pra influenciadores lá nesse casarão. Só que fizeram ao ar livre no fundo da casa. Entendi. No fundo da casa tem tipo um...
Um quintalzinho. Quintalzão enorme. Colocaram cadeiras lá, colocaram um telão. E a gente assistiu lá, Annabelle, o primeiro, né? Porque eu fiquei decepcionada com o filme. Mas o dois eu amo, mas o primeiro...
Mas eles fizeram lá. Só que a gente não entrou no casarão. Eles não deixaram. Só que eu entrei na parte de fora, sabe? Ah, entendi. Eu já fiquei... Encantado. Fiquei de pau duro. Eu fiquei já... Fiquei no... Nossa, gente, eu amo lugar, assim... Antigo, casarão antigo. Eu juro, eu tenho um verdadeiro tesão por casas antigas. Abandonadas, casarão que você entra. Eu tenho, tenho, tenho, tenho.
E aí eles fizeram fora. Só que aí, pra divulgar esse mesmo filme, o SBT... Lembra das pegadinhas do Silvio Santos? O SBT fez uma pegadinha dentro do casarão. Aí dá pra ver o casarão por dentro. Essa pegadinha eu acho que eu já vi. Já viu? Que eles falam assim... Olha pra você ver. Eles falam assim... Ah, nós estamos contratando pessoas pra trabalhar pra limpar o casarão. Ah, sim, já vi. E aí as pessoas entram... Gente, é uma casa.
É uma casa belíssima. Vale a pena. Palacete Franco de Melo chama. É que tem lá na Paulista. Quem tem a oportunidade de ir pra Paulista, vai lá dar uma olhada nesse casalão. Ele é todo fechado, não dá pra visitar. Mas eu vou tentar entrar em contato com alguém pra tentar entrar lá e gravar. Ele tem um banheiro, Sara, com uma banheira vitoriana, antiga.
Gente, ele é lindo. Olha, é o casarão dos sonhos, assim. E tá na Paulista, né? Uma vez eu fui ver o valor de um aluguel na Paulista. Ai, doeu, né? 60 mil. Um básico, né? Um básico. 60 mil por mês. Tranquilo.
Bora pro próximo relato da noite, que é da Iana. Oi, Dan, eu sou de Manaus e queria compartilhar uma história que eu vivi trabalhando em uma livraria dentro de um dos shoppings mais populares daqui. Ai, gente, quero conhecer Manaus em breve, hein? Nossa, eu também. Inclusive, tem uma história no meu livro que é de Manaus. É de um lugar em Manaus. Não vou dar spoiler. Mas quero conhecer Manaus em breve.
Para quem está chegando agora e não está sabendo o que a gente está lendo, eu estou lendo relatos sobrenaturais de vagas assombradas ou de empregos assombrados. Vamos lá. Eu trabalhei lá como caixa durante um tempo e, sinceramente, até hoje, foi um dos lugares mais estranhos em que eu já estive.
O mais curioso é que tudo acontecia depois do fechamento da loja, quando a loja já estava vazia e só restavam os funcionários fazendo o fechamento e organizando as sessões. No começo, eu não acreditava nas histórias que contavam. Achava que era só para assustar quem era novo ali na loja até eu começar a ficar após o horário de fechamento.
Quando ficava só a equipe organizando a loja e fazendo esse fechamento, começavam os barulhos. A gente ouvia cadeira arrastando no mezanino, passos de pessoas que pareciam correr lá dentro.
e a porta da área dos armários batendo sozinha. O setor infantil era o mais estranho. Olha lá, sempre as crianças, né? Sempre. Criança, o fantasma da criança é o que dá mais medo. Os brinquedos de pelúcia nesse setor soltavam alguns sons estranhos, algumas bonecas e livros sonoros simplesmente acionavam sem ninguém por perto. Livros sonoros é tipo aqueles que você tem um botãozinho que você aperta,
Como faz o patinho? É, acho que é. Pra criança. É, né? É. Imagina. Do nada. Won't make the one ever fun. Ia, ia. Taca fora. Aí você vai lá desligar, né? E isso acontecia com muita frequência. A gente acabava acostumando e até já esperava ouvir algo estranho. Outra coisa muito bizarra era que os funcionários organizavam os livros infantis antes de ir embora e se fez um lado.
E na manhã seguinte, vários desses livros que estavam organizados apareciam fora do lugar, alguns até abertos em cima das mesinhas, como se alguém tivesse pego esses livros para ler durante a madrugada. Bom, pelo menos os espíritos estão querendo ler, né?
Uma vez encontraram pegadas de criança indo até a vitrine das mochilas que ficava trancada. Cara, tem uma loja famosa, que eu não posso falar o nome, que tem um relato. É uma loja famosa aqui em São Paulo, que tem várias filiais no Brasil inteiro, que tem relato de uma criança, de, eu ia falar de pata de criança, pata. De pegada de criança, sabia, Sara?
Pegada? Mas dentro da loja, no caso? Tem uma loja específica dessa empresa que todo mundo sabe que tem uma criança, que tem uma pegada que sempre aparece.
Num determinado lugar. Sei lá, cada vez por mês. Mas sempre aparece uma pegada de uma criança no mesmo lugar. Depois você me fala que eu vou lá. Uma vez encontraram... Você vai, né? Eu vou. Vamos junto. Uma vez encontraram pegadas de criança indo até a vitrine das mochilas que ficava trancada. Isso fez todo mundo associar que poderia ser o espírito, poderia ser um espírito de uma criança que assombrava a livraria.
As atividades eram no infantil e na área de jogos e também no mezanino. Eu sempre tive curiosidade de olhar as câmeras, mas ninguém tinha coragem. Nossa, eu ia olhar muito as câmeras. Imagina, se tivesse... eu ia fazer uma live aqueles loucos. Um dia, com a loja toda escura e pronta para fechar, eu resolvi provocar o espírito.
E eu disse brincando. Ó, criança! Olha ela, é das nossas, Sarah. Olha, criança! Você espera eu sair da loja pra poder virar bicho, viu? Que isso? Meu Deus. Olha, criança! Você espera eu sair da loja pra poder virar bicho, viu?
Logo depois que eu comecei a falar isso, logo depois que eu falei isso, começaram a cair livros no setor infantil. Eu saí correndo, agora sai correndo, né? Afronta e sai correndo. Eu saí correndo da loja e deixei a minha supervisora, minha supervisora sozinha lá dentro. Pega ela, pega a supervisora. Ela tinha ido pegar as coisas dela no armário para poder desligar as últimas luzes acesas e a gente ir embora.
Até hoje, eu não sei explicar o que acontecia naquele lugar. Se era um espírito de criança mesmo, porque ele estava ali, ou o que tinha ali para que essas coisas pudessem acontecer.
Mas que aquele lugar era assombrado? Ah, era sim, senhor. Na pandemia, então, com a loja fechada, a gente lá dentro fazendo delivery de pedidos? Deus me livre, ela escreveu. Deus o livre. Não tinha horário, a gente só não ouvia durante o dia pelo movimento, mas quando tudo silenciava... Eram só barulhos que aconteciam.
Gente, será que tem uma teoria, né, de que os móveis da casa, eles estalam durante o dia também. Só que a gente não ouve. Ah, eu ouço. Você ouve durante o dia estalar? Eu ouço durante o dia. Geladeira, armário. A geladeira na casa da minha mãe faz um barulho, faz assim, ó.
Nossa, a minha casa parece uma baleia. Uma baleia? Uma baleia. Por quê? Porque ela faz som de baleia mesmo. Por que é o som de baleia? Ah, não sei imitar. Não sou boa. Tipo isso, bem baleia. Meu Deus, Brasil. Você jura, Sara? Juro. É bem estranho. Passar.
Vamos para a agenda da semana? Vamos para a agenda da semana. Daqui a pouco a gente retorna com mais relatos de empregos assombrados ou vagas assombradas. Acho que o nome vaga assombrada é mais legal, né, Sara? Sim. Vaga assombrada.
Muito que bem, ó. Seguinte, a gente tá com a agenda da semana aqui. Hoje é dia 11, né? Que a gente tá fazendo o nosso LendaCast solo. Só com relatos de vagas assombradas. Aí a gente vai pegar outros relatos que eu não li hoje. E vamos gravar um vídeo. Provavelmente vai semana que vem pro ar, tá? Mas vai pro ar, tá? Então teremos mais um vídeo aí entrando na grade, na programação do LendaCast.
Ó, seguinte, amanhã, dia 12 de maio, eu vou receber aqui no LendaCast pela primeira vez o médico, o doutor Marcelo Rocha. Pois é, ele é médico legista e também perito criminal. O Marcelo Rocha, ele é lá de Minas Gerais, acho que é Uberlândia. E ele estará aqui pela primeira vez no LendaCast. Ele grava conteúdo pra internet também. E ele é médico legista, ou seja...
Pelo que eu sei, aconteceu um crime. A pessoa foi morta, sei lá, assassinada. Ele vai fazer a perícia no corpo. Acho que é isso, né, Sara? Acho que sim. Pra saber como a pessoa morreu. Se foi uma perfuração que matou. Que horas morreu. Hã? Que horas que morreu. Quantas horas morreu.
Olha, faz tempo que eu não entrevisto um profissional desse gabarito aqui amanhã, hein? E o Marcelo é super fofinho. O Marcelo Rocha vai estar aqui amanhã pela primeira vez no LendaCast às 18 horas ao vivasso. Veio lá de Uberlândia. Inclusive um dia eu vi no Instagram dele, ele visitando Araxá. Lá em Araxá, Minas Gerais, tem um... Eu acho que tem... Aeroporto em Araxá. Vou ver se tem, eu vou viajar pra lá.
Vamos, Sara. Tem um hotel abandonado lá com história de fantasma. Onde que é? São Paulo? Minas Gerais. Araxá, Minas Gerais. Tem um que chama Hotel Radio. Hotel Rádio Radio. Hotel Rádio.
lá em Araxá. Procura aí pra você ver depois. Ruínas Hotel Rádio. Você vai ver e falam que tem lenda de assombração. Uma vez o Marcelo Rocha foi lá. Então amanhã, 12 de maio, terça-feira, a partir das 18 horas ao vivo, o médico legista Marcelo Rocha, direto de Minas Gerais,
pro LendaCast, beleza? E aí na quinta-feira de 14 de maio, depois, não, depois de amanhã não, né? Na próxima quinta dessa semana, eu vou receber pela primeira vez aqui um sheik, um sheik pra falar do quê? De islamismo. É o Rodrigo Jalou, ou Jalol. Preciso saber a pronúncia do sobrenome do sheik Rodrigo Jalou. Jalol.
Pois é. O Rodrigo vem pro LendaCast pra falar, ele faz um trabalho muito legal com pessoas em situação de rua aqui em São Paulo, inclusive ao lado do padre Júlio Lancelotti. E ele vem pra falar sobre islamismo. Que eu confesso também que nada melhor do que ter um sheik pra explicar o que é sheik. Sheik irão... Aqui eles vêm. Pra explicar o que é um sheik e o que é que eu acho. Se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que se eu acho que
A religião islâmica. Será que a religião islâmica é aquela do... do... Muro das Lamentações? Não sei. Também não sei. Vamos saber tudo na quinta-feira. Então, para você que tem dúvidas sobre a religião islâmica, o islamismo, o Sheik Rodrigo Jalol estará aqui na próxima quinta-feira, dia 14.
De maio. Beleza, senhoras e senhores? Então amanhã tem Marcelito, Marcelo Rocha e o Sheik Rodrigo aqui na próxima quinta-feira. Médico-legista. Acho que tem muita coisa pra gente falar amanhã, né, Sarah? Uma profissão... Tem. Diferentona, né? Eu já pensei em ser... Médica-legista? Sim. Ah, você tem todo o perfil. Mas aí eu mudei.
Mas veio trabalhar com o sobrenatural, né? É mais legal. Mais legal de trabalhar, menos medo. Mais tranquilo. Mais tranquilo. Mas de boa.
É, porque, né, trabalhar com... Olha, estamos chegando a quase 3 mil pessoas. Será que a gente bate hoje, hein? Será? A gente só bateu uma vez. Vamos bater? Vamos bater. Ficou estranho isso aí, ó. Vamos bater 3 mil, gente? Vamos bater 3 mil, ó. Será que a gente chega a 2.500 likes? Vamos descer o dedo em mim?
Desce o dedo em mim. Ó, tá aqui ó, do ladinho aqui ó, tá vendo aqui? Tá aqui o QR Code pra você viajar comigo. Pra você que tá chegando agora, saiba que o meu grande amor... Saiba que nós vamos viajar juntos em novembro desse ano ainda. Você já tem uma viagem marcada.
internacional, ainda dá tempo, já se programa pra você viajar com a gente, eu e mais um grupinho maravilhoso de seguidores juntos pra Itália, vamos lá ver Carla Coutts, vamos ver Padre Pio, e a nossa meta agora é chegar a 2.500 likes. Beleza? Vamos bater? Vamos bater 3 mil? Estamos chegando. Eu pesquisei aqui sobre a imagem do Hotel Rádio.
E sério, eu já sonhei que a gente tava lá, gravando. Então vai concluir. Eu te juro, na hora que eu vi a imagem, eu falei, meu, já vi isso. Eu não conhecia esse hotel, nunca vi na minha vida. Mas eu já sonhei que a gente tava exatamente nesse hotel gravando. Você jura? E aí deu um problema lá. Tava tudo certo, só que aí na hora que a gente chegou, não deixaram a gente entrar, porque ele tava pra cair. Só que aí você ficou bravo, porque já tava tudo certo pra entrar. E aí, no fim, deixaram a gente entrar. Mas eu juro, eu sonhei com isso.
Então nós vamos, Sara, em breve. Vamos marcar. Em junho, mês que vem, eu tô indo pra Portugal. Eu vou passar uns dias em Portugal e em Paris, que eu vou levar minha filhada na Disney. Mas depois, quando voltar, a gente marca pra ir pro Araxá.
Bora. Bora? Ai, ai, vai concretizar o seu sonho. Tô passada. Vamos pro próximo relato da noite pra você que tá chegando agora aqui no Lenda Cast Solo. Já deixa a sua curtida, nós vamos bater junto hoje. Quem quer bater? Ei, vamos bater 3 mil pessoas na live ao vivo!
Live ao vivo, redundância. Vamos bater 3 mil pessoas ao vivo. Tô lendo relatos de vagas assombradas, empregos de pessoas que trabalharam. Essa é a primeira parte. A segunda parte sai provavelmente na semana que vem. Beleza? Aline Souza. Tô fazendo janta e assistindo lenda. Me convida pra jantar. O que você tá fazendo aí, Aline? Eu tô fazendo uma dieta pra perder essa pança minha. Não posso comer muita coisa, né? Mas o que você tá fazendo aí? Fiquei curioso agora.
Bora, bora pro próximo relato da noite, que é da Cíntia. O nome do relato é A Advogada Fantasma. Gostei.
Oi, Dan. Primeiramente, quero dizer que adoro muito o seu trabalho. Estou amando seus vídeos visitando lugares. Queria que tivesse um por dia. Vai ter um dia, quem sabe. Pensou, Sara? Um dia é um... Nem tem tanto lugar assombrado no mundo. Ah, lógico que tem. Vocês assistiram? Oi? Lógico que tem. Não. Tem. Um por dia, não. Um por mês, talvez. Ah, é que um por dia também é complicado, né? Não tem como. Eu teria que ficar um ano gravando. É. Só gravando.
Não, imagina, e não tem como. Não tem. Como que eu tô num dia no lugar, no outro dia eu tô... Não, tem que ser uns anos gravando pra depois soltar tudo. Exatamente. Mas, aproveitando, vocês assistiram o vídeo de Belém, gostaram? Teve gente reclamando, falando, ah, é só 25. Gente, por mim, eu gravo 3 horas de vídeo pra vocês.
Só que vocês têm que lembrar uma coisa. É que assim, eu sei que vocês não têm culpa. Não estou jogando a culpa em vocês e não estou jogando a culpa em ninguém. Mas só dando um parecer. Gravar vídeo externo, ainda mais viajando, não é? Sou simple. Porque quando vocês assistem o vídeo, esquecem que a gente precisa ir até o lugar. Não pode chover. Cara, choveu. Eu ia destrinchar aquele cemitério Santa Isabel.
De cabo a rabo. A gente ia visitar um monte de sepultura. Só que choveu. Aí eu tenho que começar a olhar. Previsão do tempo, né, Sara? Sim. Choveu. E teve gente brigando comigo. Daniel, só 25 minutos. Gente, mas são 25 minutos de um vídeo completo. Completo que eu falo assim, ó. A gente foi até lá. A gente gravou. Contratou atriz pra fazer a Josefina Conte. Pegou um táxi. Andou pela cidade.
Gente, é trampo, viu? Então, assim, não é que eu tô falando, ah, eu quero gravar. Quando vocês verem um vídeo menor, ao invés de vocês falarem, ah, nem vou ver...
entendam que eu fiz aquilo com carinho e vejam, né? É claro que foram poucas pessoas que falaram que não vão ver, a maioria das pessoas que estão falando que gostaram, mas só para dar uma explicação, eu faço de tudo para gravar vídeos mais longos. A minha ideia é sempre gravar esses vídeos com mais de 30 minutos, uma hora, sabe? Aquele que eu gravei na França, por exemplo.
lá no Pé-Laché, estava ótimo o clima. Não tinha chuva. Foi 40 minutos de vídeo brincando. E deu, vai dar 2 milhões de visualizações. Então,
A minha ideia é gravar vídeos maiores sempre. Eu ia na igreja lá onde o Cláudio Ronaldo apareceu. Eu cheguei aí na igreja. Cheguei lá, tava começando uma missa, não consegui gravar. Eu tinha que pedir autorização. Não pode chegar gravando assim lá na igreja, né? Cemitério, tudo bem, porque cemitério é lugar público. Mas a igreja tem que pedir autorização. Eu ia lá na igreja, ia mostrar onde o Cláudio Ronaldo apareceu. Então...
Entendam que eu sempre quero fazer vídeos maiores, mas quando você vê um vídeo lá de 20 e poucos minutos, é porque é o que eu consegui gravar naquele dia. E também é porque eu tenho que ir e voltar rápido. Porque eu tenho lives para fazer. Porque assim, o pessoal fica assim, Daniel, você tem que viajar mais, aí eu viajo.
Aí eu tô lá gravando. Pessoal, Daniel, cadê você não vai voltar pra fazer LendaCast? Ou seja, tem que ter um doppelganger. Aí é complicado, né, gente? Tem que ter um doppelganger, tem que ter dois Daniels. Mas foi muito bom, gostei muito de visitar Belém, assistam o vídeo. O vídeo já tá aqui no ar, tá? O vídeo já está aqui no ar.
pra você assistir lá, como é que foi em Belém. Bom, vamos pro próximo relato, então. É o mesmo relato que eu já tava lendo, né? Ela fala o seguinte, eu sou advogada, moro na Austrália. Ai, gente, Austrália, quando eu vejo que o pessoal que mora lá, nada contra. Mas aquelas aranhas daqueles tamanhos... Nossa, eu quero muito pra Austrália. Nossa, fazia o que lá pra ver a aranha?
Ah, também, mas lá é muito bonito. Lá é quente também. Pra ver aranha. Pra ver aranha. Você já viu o tamanho das aranhas? Já, são enormes. São gigantescas. Mas a aranha é tranquilo. Perto do peixe lá que tem, quando você entra no mar, peixe pedra. Se você pisar nele, você pode até morrer.
Que peixe é esse? Ele parece uma pedra e ele fica dentro do mar. Então assim, eu vou pra Austrália, mas não vou entrar no mar, que eu morro de medo. Eu lembro daquela moça no programa Silvio Santos. Peixe lua, peixe boi. Pode pesquisar. Eu sou advogada. Eu sou advogada, pode pesquisar. Eu sou advogada, eu vou me formar nisso, eu sei de tudo. Pode pesquisar. Eu não tô errada. Tava errada.
tava erradíssima a Patrícia Bravanel nossa, pesquisa aí peixe lua, pode pesquisar tava errada eu errei, aí ela sai gente, ela vem com toda louca, louca, gente do céu
Bom, sou advogada, moro aqui na Austrália, aqui é muito comum nós trabalharmos até de madrugada. Foi numa dessas noites longas de trabalho que eu tive a experiência mais assustadora da minha vida. Foi com fantasma? Não, foi com uma aranha. Brincadeira, foi. Vamos ver com quem foi. Meu último emprego foi num prédio muito moderno, com muitos vidros e janelas que eram praticamente uma parede inteira.
Todos os escritórios tinham portas de vidro e havia um corredor entre os escritórios de um lado do prédio para o outro, onde haviam mesas em que as secretárias e os internos, as pessoas que trabalhavam ali, se sentavam.
Esse corredor era um corredor longo e tinha cerca de 30 escritórios de cada lado. Então, imagina, um corredorzão, 30 escritórios de cada lado ali. As luzes de cada escritório e também dos corredores tinham sensor de movimento e apagavam depois de uns 15 minutos de inatividade. Aqui em casa é 5 segundos, né? Aqui em casa tem luz de sensor, aí a Sara às vezes passa... Dois segundos. Dois segundos apaga.
Não haviam interruptores nos escritórios ou corredores. Apesar de ser um prédio novo, existia uma energia estranha e pesada ali. E isso era bem mais palpável à noite. Era comum escutar barulho de digitação.
quando sozinho à noite nesse lugar. Todos do meu time tinham, pelo menos, uma história para contar e costumávamos brincar e dizer que ficamos trabalhando até tão tarde, tão tarde, que até os fantasmas ficavam com pena e vinham ajudar a gente para digitar uma carta.
Numa noite de sexta-feira, eu estava trabalhando, e era por volta de umas 11 horas da noite, e todos já haviam ido embora há um tempo. As luzes de todos os escritórios e dos corredores já estavam desligadas, exceto a luz do meu escritório, que estava acesa e tocando um bom funk para espantar o medo.
Eu ouvi ao longe passos que pareciam ser passos de salto alto vindo do corredor atrás do meu escritório. Pensei que fosse alguma colega que tivesse esquecido algo. Pausei o funk. Pausei a música e esperei alguém chegar, alguém se aproximar.
Fiquei assustada, mas voltei a trabalhar e dali alguns minutos eu vejo de canto de olho que a luz do corredor vindo de trás do meu escritório acendeu. Eu olhei e não vi ninguém, quando de repente a próxima luz do corredor também acendeu. Eu fiquei paralisada.
enquanto eu via as luzes do corredor acendendo uma a uma, uma de cada vez, né? Como se alguém estivesse andando pelo corredor ativando esses sensores. Sem pensar, peguei meu laptop, meu corredor, e saí dali tomando cuidado para não olhar para os vidros no puro cagaço de ver alguma coisa.
Trabalhei lá por mais três anos, mas não tive nenhuma experiência parecida com essa. Somente barulhos de alguém digitando no escritório ao lado quando eu ficava sozinha lá durante a noite. Será que é o espírito de alguém que trabalhou lá e acha que ainda tem que ir trabalhar? Meu Deus, imagina. Esse é o purgatório, o inferno.
Esse é o meu relato, espero que você leia, que você leia, já li. E que não seja muito sem graça. Olha, vem aqui na Austrália, Dan, tem um hospício abandonado. Aradale, Aradale, Aradale.
é Aradale, mas deve ler Aradale Mental Hospital, que tem histórias muito boas, muito macabras. Você com certeza iria amar. Beijo, Cíntia. Cíntia, pra mim, você tá num backrooms, né? Né, Sarah? Nossa, bem... Não parece um backrooms?
Bem clima mesmo. E vai estrear Backrooms em breve. Vai estrear acho que dia 28 desse mês aqui. Logo, logo. Quero só ver. Tô ansioso. Quero ver também. Eu tô ansioso pra Backrooms. Inclusive eu coloquei o trailer de Backrooms no... No... No meu Instagram em collab com a Imagem Filmes, que é a distribuidora desse filme. Chama Backrooms, um não lugar. Esse eu quero assistir. Falei bastante de Backrooms no...
No passado. Você sabe o que é Backrooms, né, Sarah? Sei, já joguei o jogo. Eu ia até te perguntar, a história vem do jogo ou primeiro vem a história e depois fizeram o jogo? Primeiro veio a história e depois veio o jogo. Ah, tá. Backrooms surge em 2018, se eu não me engano. Na verdade, postaram uma foto no 4Chem, que é um fórum. E aí postaram uma foto de um escritório todo amarelado.
vazio, com as paredes amarelas, com carpete, com essas luzes de escritório, postaram uma foto desse lugar amarelo em 2018. E aí eu acho que em 2021, alguém foi lá e escreveu, porque você pode escrever na foto, escreveu uma história para essa foto, falando que ela era uma imagem amaldiçoada, que quem olhasse para ela iria um dia parar em backrooms.
que o que seria Backrooms? Seria os bastidores da vida, um universo paralelo. Você tropeça, tá na sua casa, tropeça, você cai numa outra casa. Meu Deus, eu tava na minha casa. Entra na minha casa. Nossa, eu tava falando em Backrooms, tô olhando pro papel de parede da minha cozinha ali, ó, da minha sala de jantar. É bem amarelo Backrooms. Não é, Sarah? Ah, pra mim aquilo é um bege. Ah, ali é amarelo.
Aqui pra mim tá bem na sombra. Tá da tônica. Aí tá meio bege. Aquele amarelo ali, ó. E aí o que que acontece? As pessoas foram fazendo níveis pra backgrounds. E aí depois veio o curta na internet do Kenny Persons, acho que é isso. Kenny Parsons, que era um menino na época de 17 anos, e ele que tá dirigindo agora o novo filme. E aí tem vários E aí E aí
Níveis de backgrounds, né?
Vamos para o próximo relato da noite? Vamos para o próximo relato da noite. Oi, Dan. Oi, Sara. Boa noite a todos. Podem me chamar de Priscila. Eu fui garota do job por alguns anos e trabalhei em um prédio no centro de São Paulo muito famoso pela rotatividade de clientes, valores econômicos e seus andares cheios de mulheres variadas para todos os gostos distribuídas pelas escadas. Imaginem...
Prostit. Era um prédio de prostituição. Isso é muito comum em alguns lugares do Brasil, sabia? Sim. Muito comum. Ela foi prostituta, como ela falou. Hoje tem outra palavra, mulher do job. E falar prostituta não é... O nome correto é prostituta, prostituição. É que acho que falar prostituta parece pejorativo. Parece que a gente está xingando a pessoa. Mas é a Priscila.
ela foi do job alguns dias eu dormia lá também porém toda vez que eu inventava de dormir lá nunca tinha uma noite tranquila barulhos sempre me acordavam brincadeira barulhos sempre me acordavam ouvia passos e as vezes gritos de longe eu sempre tinha pesadelos
E uma vez, no meio da noite, simplesmente acordei com a porta de um dos quartos perto do meu, batendo e fechando forte. Sozinha. O que me deixou em choque, porque no apartamento que eu estava, não havia ninguém dormindo além de mim. Meu Deus. E muito menos uma janela aberta para algum tipo de vento fazer isso. Mas o nosso vento pode abrir a porta.
Mas não... Bom, uma vez a minha porta aqui ficou batendo, mas ela batia... Ela tava perto ali da fechadura. Ela não abria e fechava. Ela ficava, sabe, batendo assim, pertinho? Sei. Tec. Tec. Era tenso. Eu ficava com os olhos esbugalhados, deitada, olhando pro teto. Eu acho que o que ela tava vendo era a porta abrindo bem forte e fechando.
Muitas vezes eu dormia com a luz acesa para não ficar com tanto medo, mas no fundo eu sabia o porquê aconteciam esses fenômenos. Clientes já faleceram por lá durante o ato. Imagina! Nossa senhora. Faleceram de parada cardíaca. Mas o que realmente marcou o local foi um crime terrível, onde três... Meu Deus... Onde três prestadoras de serviço, três meninas do job,
esquartejaram um cliente que era namorado de uma delas lá dentro. As três? Eita. Os três? Lembra do Chapolin? As três esquartejaram o cara?
Deus é mais. Depois do crime, elas distribuíram as partes do corpo da vítima pelo centro da cidade e virou um caso de polícia bem chocante. Meu, onde isso, gente? Não lembro desse caso. Na época desse crime, eu não trabalhava por lá. Eu fui conhecer o local depois, mas os vestígios e memórias do ocorrido com certeza ficaram permeando aquele prédio que inclusive hoje...
Tá fechado porque foi interditado. Gente, é por isso que ela ouvia coisa lá. Nossa, tranquilo, né? Bem tranquilo. Que prédio será esse, hein? Aquele curioso. Ela mandou aí, depois você vê no e-mail. Ela mandou? Mandou. Um link da notícia. Mas esse prédio acho que tá em alta ainda, né?
Ah, deve estar, né? Foi um crime tenebroso. Não, não, não, tá em alta não, falei errado. Esse prédio deve estar em pé? Em pé ainda, não em alta. Deve estar, deve estar. Só tá fechado. Porque em São Paulo tinha um prédio que chamava Treme Treme.
Ah, já vi. Que era um prédio que falavam que era uma favela vertical. Que tinha até um documentário, acho, sobre o Treme Treme aqui no YouTube. Que eu lembro que quando eu passava perto desse prédio, eu olhava assim e falei, meu Deus do céu. Ele era em frente ao Mercadão de São Paulo. Inclusive, aquele Mercadão é lindo, né?
É, lá é lindo. Maravilhoso. E é antigo também. Será que tem história sobrenatural lá? Nossa, com certeza. Muita gente já passou por lá, né? Todo dia, né? Sabe onde falam que tem lugares assombrados em São Paulo? Onde falam? Alguns lugares que falam. O Teatro Municipal, a Casa da Doni Aia, que eu já contei pra vocês aqui várias vezes, falam.
o Joelma, obviamente, o Castelinho da Ruapa, o Edifício Martinelli.
a Capela dos Aflitos, falam que a Câmara em frente ao Joelma também, que hoje é outro prédio, hoje chama-se Praça da Bandeira, mas falam que parece que a Câmara dos Deputados em frente é assombrado. Então, assim, a gente sabe de lugares famosos. Agora, você imagina lugares que não são tão famosos assim, igual esse prédio que ela falou que trabalhava.
Passadíssimo. Vamos para o próximo relato da noite. Para você que está chegando agora, eu estou lendo relatos sobrenaturais de vagas assombradas. Empregos onde as pessoas trabalhavam que ou o lugar era assombrado, ou o emprego que fazia as coisas serem assombradas. Nesse caso aí, acho que é as duas coisas, né, Sara? O lugar assombrado, mas o emprego em si, né? Nossa, aí foi um combo, né, para ela.
cara, a prostituição falam que é uma das profissões mais antigas do mundo, mas antigamente eu tinha um discurso assim, tô falando que eu tô ficando uma bicha véia conservadora, mas moralista, não, brincadeira não é nada de moralismo não, mas antigamente eu falava assim, ah, se a pessoa tá dando o que é dela, né e ganhando dinheiro, seja homem ou seja mulher, ela falam
Tenho direito, tá certo, é empoderado, empoderada, tudo mais. Só que conforme você vai ficando mais velho, você vai vendo como é que... Assim, eu tô falando sem lugar de fala, porque eu nunca fui garoto de programa. Eu nunca contratei também garoto de programa. Teve uma vez só que eu paguei pra um cara pra nós transar. Eu já contei isso aqui no Lenda Que Quer? Contei, né? Contou.
Já contei aqui. Mas não pago. Às vezes eu fico com uma vontade louca de beijar sua boca. Eu fico com uma vontade louca de transar, né? Como qualquer homem adulto. E aí eu penso, às vezes, e falo, cara, eu não vou pagar. Eu ainda acho que eu consigo fazer de graça. Ainda acho, não. Eu consigo fazer de graça. Inclusive, sábado foi ontem.
E aí eu consigo fazer de graça, mas como você começa a ver o mundo da prostituição em si, é um pouquinho complicado, sabe? Porque envolve droga. Talvez nem todos, né? Talvez vai ter gente que vai falar, não, eu sou prostituta, eu sou garoto de programa, vivo muito bem. Pode ser. Não conheço, não julgo, pelo amor de Deus. Mas a gente vê que é um mundo assim... Eu penso que transar com alguém por dinheiro...
Enfim, é um pouco... Não sei se eu conseguiria, assim, sabe? Mas eu nunca trouxe ninguém aqui, né, Sarah? Pra falar desse mundo, né? Não. Da prostituição. Não. Procurar alguém, porque é uma coisa meio...
É complicado, né? É complicado. É, porque sempre envolve, assim... Eu já ouvi relatos de gente que se prostitui e fala que o cliente quer usar droga. Então... E aí ele tá te pagando, você tem que usar junto com ele.
Aí eu já vi gente que fala que tem que fazer uns fetiches macabros, assim, nojento, né? E aí às vezes você tem que transar com pessoas que você não quer transar, mas a pessoa tá te pagando. E às vezes você acaba se drogando, né? Sem contar as pessoas que entram de maneira quase compulsória, né? Não tem dinheiro, não tem pra onde ir. E aí tem que entrar nesse mundo pra transar. Eu paro pra pensar, pessoas que trabalham com sexo...
como que é a vida delas na hora de fazer sexo. Nossa. Porque assim, eu amo, por exemplo, falar de história de terror. Aí quando alguém vem me contar uma história de terror, ou vem alguma coisa, pra mim, eu adoro. Só que pra mim é trabalho.
né? E quando, por exemplo, a pessoa que transa na frente das câmeras, faz sexo com um, com dois, com três, com vários, e assim, gente, não é questão de moralismo, não, que eu também faço sexo com um, com dois, com três. Me protejo, mas não vou ficar falando aqui, não, também faço, imagina. Eu só não gravo e não ganho dinheiro com isso. Talvez mais inteligente seja quem ganha dinheiro com isso. Mas eu não monetizo em cima das minhas relações sexuais.
Mas eu me pergunto, por exemplo, você tem que gravar, por exemplo, a minha profissão é ficar gravando aqui também, mas eu não tô transando com as pessoas.
Mas você tem que gravar, você tem que manter. Aí quando tem algum relacionamento, será que o sexo tem o mesmo gosto? Precisa transar pra caramba pra trabalhar. Ai, vou trabalhar. Ai, vamos... Entendeu? Ai, não quero transar hoje, não quero trabalhar. Ai, não ganha dinheiro. Eu sempre tive essa... Aí é complicado porque aí não transa, não ganha dinheiro, não come, né? Porque tem muita gente que... Ó, a Berenice falou uma coisa aqui, ó. Chama a Bruna Surfistinha. Carol Pacheco, né? É Carol Pacheco.
Pra mim é Bruna Surfistinha, não sei o nome dela. O nome dela é Carol Pacheco. Peraí, gente. Pelo amor de Deus. Às vezes eu tô falando o nome de uma atriz. E não é. Uma pessoa nada a ver. Deixa eu ver. Deixa eu ver se é a Carol Pacheco. Não, peraí, gente. Acho que não é a Carol Pacheco. Como que é o nome da Bruna Surfistinha? Pera.
Eu já entrevistei a Bruna Surfistinha uma vez na Erótica e Fera aqui em São Paulo, quando eu trabalhava com jornalismo. Ela escreveu um livro também que fez super sucesso, né? Raquel Pacheco, desculpa, gente. Raquel Pacheco é o nome dela.
Verdade. Nunca pensei. Vou chamar. Será que ela viria? Acho que sim. Já vi ela em alguns podcasts. Da prostituição. Já vi ela em alguns. Acho que ela vem. É Raquel Pacheco, gente. Raquel Pacheco, desculpa. É que veio na minha cabeça e eu falei Carol Pacheco. Nem sei quem que é Carol Pacheco. Não sou eu! É verdade. A Raquel Pacheco, que é a Bruna...
O livro dela era O Doce Veneno do Escorpião. Nossa. Janaína Kawana Dan chama André Suraki. Já chamei. Já chamei. Vamos para o próximo relato da noite. Vamos lá para o próximo relato da noite. Que é da Alice.
O nome do relato é A Lápide com o meu nome. Foi só o começo. Gente, já gostei. Oi, Daniel, tudo bem? Eu me chamo Alice. Hoje eu moro em Sydney. Austrália. Sydney é Austrália, não é? É. Mas fui criada em Minas... O que está acontecendo? Porque hoje está vindo um monte de relato da Austrália. Né? Segundo.
Alô, Austrália! Hello! Eu tô chegando aí, eu lembro de Sidney por causa do filme Procurando Nemo. Eles queriam chegar em Sidney, na Austrália. Hello, Austrália! Falou em Austrália pra mim, eu lembro de Canguru. Da onde você me assiste? Depois que você estiver assistindo, comenta aí, da onde você me assiste?
Fora do Brasil, sempre tem essa dúvida. Tem gente fora do Brasil me assistindo? Eu já fui reconhecido em Paris. Reconhecido, né? Eu já fui reconhecido em Paris, eu já fui reconhecido em Portugal. Por mais de uma pessoa, acho que umas 4, 5 pessoas, fiz encontro de seguidores em Portugal. Eu já fui reconhecido na Itália, em Roma, na Itália.
Onde mais? Se eu for pra Austrália, será que me reconhecem lá? Com certeza. Ei, Daniel, odeio o seu conteúdo. Vamos lá, então. Ela fala que mora em Sydney hoje em dia, mas foi criada em Minas Gerais. Pouco tempo depois de eu chegar aqui na Austrália, eu comecei a trabalhar como Traffic Controller. Olha.
Controlando o trânsito em áreas de obra, um dos primeiros lugares onde eu trabalhei foi em frente a um cemitério muito antigo em Newtown, perto da cidade de Sydney. O lugar parecia quase um museu a céu aberto. Eu amo cemitério, gente. Amo visitar, fazer piquenique, que é bem louco.
cheio de lápides antigas de pessoas importantes da época. Logo no primeiro dia, uma coisa já me chamou a atenção. Encontrei uma lápide com o meu nome, Alice. A mulher...
A tal Alice havia nascido em 1800 e morrido muito jovem em 1818. Morreu com 18 aninhos. Aquilo me causou uma sensação estranha. Dentro do cemitério havia uma igreja antiga e ao lado dessa igreja um espaço que parecia ser onde antigamente colocavam os caixões durante os velórios. Como trabalhávamos no sistema de uma hora em pé.
e 20 minutos de pausa, eu costumava entrar no cemitério durante esses intervalos, durante os breaks, para descansar. Foi em um desses momentos que aconteceu algo que eu nunca consegui explicar. Enquanto eu estava sentada próxima da igreja, eu olhei para aquele espaço ao lado,
e vi uma jovem deitada, vestida de branco, com flores no cabelo, e roupas extremamente antigas, típicas do século XIX. No mesmo instante, senti meu corpo inteiro gelar. Fiquei completamente arrepiada. Depois disso, comecei a ver outras pessoas surgindo ao redor dela.
Um homem usando cartola e roupas pretas muito elegantes. Uma mulher com um vestido preto longo e um véu cobrindo parte do rosto. Meu Deus, ela tá vendo passado, né? Outras pessoas caminhavam lentamente ao redor da jovem como se estivessem em um funeral. O mais assustador é que o ambiente começou a mudar diante dos meus olhos.
As ruas já não pareciam mais as mesmas. O asfalto, como era, desapareceu.
tudo virou terra, como se eu estivesse vendo Newton, a cidade ali de Newton, no século XIX. Vi carruagens passando e pessoas entrando nessas carruagens. Por alguns segundos, parecia que eu tinha sido transportada para aquela época. Gente, é meu sonho. É meu sonho. Um dia está assim, acordar no passado.
Quando a visão desapareceu, eu simplesmente levantei e saí correndo daquele cemitério. Contei para as pessoas que trabalhavam comigo e todo mundo ficou assustado. Tá bêbada, né? O pessoal falando. O clima ficou tão pesado que o supervisor decidiu encerrar o trabalho mais cedo naquele dia. Mesmo eu tendo trabalhado apenas algumas horas.
E outras pessoas também, todos receberam o pagamento completo daquele dia. Até hoje, essa foi a experiência mais sobrenatural e inexplicável que vivi desde que cheguei aqui em Sydney. Ela se transportou para o passado, né, Sarah? Nossa, que brisa, né? Sete além, eu diria. Eu ia falar isso agora, sete além. Sete além. Imagina. Bizarro.
Porque ela viu a moça deitada com... Viu carruagem. Viu carruagem. Brizou mesmo, hein? Foi longe. Imagina, foi muito longe. Foi pro passado. Amei esse relato. Vamos pra mais um relato da noite pra você que tá chegando agora. Estamos chegando quase em 3 mil, hein?
3 mil assistindo a gente ao vivo. Para você que está chegando agora, eu estou lendo relatos de trabalhos assombrados. A pessoa simplesmente vai trabalhar e descobre que está trabalhando num lugar possivelmente assombrado. Relato da noite agora aqui é do Matheus. Boa noite, Dan. Sou zootecnista. O que é zootecnista? Trabalha com bichos? Isso é alguma coisa. E me formei em 2016.
Nessa época, eu estava no auge do desenvolvimento da minha mediunidade. Frequentava grupos de estudo do livro dos médiuns de Allan Kardec. Eu ouvia, sonhava, sentia e via vultos com frequência. Meu sonho era trabalhar em uma fazenda.
Após me formar, o meu primeiro emprego foi como trainee em um grupo agropecuário e na ocasião eu gerenciava uma equipe de 14 funcionários. Com 26 anos, eu fui morar nessa fazenda. Gente, que susto. Que susto. Esse gato. Ele tá louco. Ele tá aqui pra nos dar experiências. Ele subiu ali no colchão e me deu um susto.
Com 26 anos eu fui morar nessa fazenda. Eu havia me formado em Maringá e de repente eu estava vivendo em uma propriedade rural localizada a 30 quilômetros da cidade mais próxima. Foi um grande choque cultural. Oi, querido. Você está querendo assustar a gente? Olha quem está aqui. Vem aqui. Tudo bom? Hoje ele está causando. Ele está causando hoje. Ele está causando. Agora vai deitar aqui. O tamanho desse rabo.
Foi um choque cultural muito grande. Então ele estava morando num lugar e aí ele foi morar numa propriedade rural a 30 quilômetros da cidade dele. Nos primeiros meses, os primeiros meses foram bastante difíceis, pois eu precisei me acostumar com a solidão e com a minha própria companhia. Em alguns finais de semana, eu acabava ficando completamente sozinho nessa fazenda.
já que os funcionários moravam na cidade.
O capataz e sua família eram a minha principal companhia, né? Mas frequentemente viajavam pra visitar parentes nos finais de semana. Bobo, imagina, leva uns boy aí fortão. Nem sei se o menino é gay, né? Leva uns boy fortão aí e faz uma festa regada a vinho e muita dança. Se é que você me entende, um dançando, a dança do machixe.
Nessas ocasiões, eu permanecia sozinho na propriedade. A fazenda ficava em Paranaíba, no Mato Grosso do Sul. Quando eu estava sozinho, normalmente à noite, eu preparava um tereré. O que é tereré? É aquela bebida lá. Sentava na tampa da caminhonete e escutava música na companhia do meu cachorro, apenas esperando o tempo passar.
Em frente à casa havia uma floresta de eucaliptos. Todas as noites eu começava a ver vultos brancos passando entre as árvores. É o tereré. Tereré está subindo aí para a sua cabeça. Não é alcoólico. Não é? Não. Então não é. Em certa ocasião, consegui tirar fotos desses vultos. Apareciam várias fumaças brancas na imagem, mas ao tirar uma ou outra foto logo em seguida, não havia mais nada.
O meu quarto ficava de frente para o pasto onde estavam os cavalos. Sabendo da sensibilidade desses animais, eu comecei a perceber que após a meia-noite, eles relinchavam e demonstravam grande incômodo com alguma coisa que estava acontecendo ali. Mas imagina ficar sozinho numa floresta. Nossa, Deus me livre. A gente começa a ver tereré aqueles loucos.
Eu sentia que havia uma energia ruim ali naquele local. Até que certa noite, acordei por volta das três horas da manhã e tive a visão de um ser com aparência meio humana, patas de bode e chifres. Já faz um pedido. É o príncipe das trevas, quer dizer.
Ele saiu do pasto, passou por baixo da minha janela, meu Deus, e foi em direção à casa do capataz, onde ficou bufando próximo à janela. Bufando próximo à janela do capataz e da esposa do capataz. Rezei e tentei voltar a dormir. A esposa do capataz também tinha mediunidade.
No dia seguinte, perguntei se ela havia acordado durante a madrugada. Ela respondeu que sim, que havia acordado exatamente no mesmo horário em que eu tive a visão. O que estava bufando na minha janela? Quando perguntei o que havia acontecido, ela descreveu exatamente a mesma criatura que eu tinha visto. Pasmem, ela também viu e sentiu aquela presença bufando na janela.
Com o tempo, acabei descobrindo que a fazenda parecia funcionar como um tipo de portal espiritual. Aos poucos, fui me acostumando com aquelas visões. E acaba assim o relato, ele se acostumou com as visões. E foi isso.
Pronto, acabou assim o relato. Gostei de ver o bicho bufando e acostumei. Me acostumei. Você não viu mais nada? Eu pensei que ele ia ver algo. Me acostumei. Eu adoro esses relatos. Isso, isso. E então ele foi lá na janela e eu me acostumei. Obrigado. Fim. Fim. Agora somos amigos e fico bufando junto com ele. É.
Ai, gente, não vai bufar na casa do Capataz, não. Pelo amor de Deus, pelo amor de Deus. Vamos para mais um relato da noite que é da Mari. Boa noite, Dan. Olha eu aqui de novo. Eu me chamo Marília, sou de Fortaleza e venho contar algo que aconteceu comigo. Onde eu trabalhei em 2019. Eu era atendente em uma confeitaria famosa aqui em Fortaleza no conceito de bolos artísticos.
Gente, não conseguiria trabalhar numa confeitaria, não. Nossa, nem eu. Eu ia comer tudo. Lá era um duplex, onde o marido e os filhos da dona trabalhavam em cima e nós, mulheres, trabalhávamos embaixo no atendimento e na produção.
Logo que eu comecei lá, elas me contaram que sempre aconteciam algumas coisinhas aleatórias e que se eu visse ou ouvisse, era pra eu não ligar e seguisse. Você continua trabalhando aí. E eu, bem medrosa, já fiquei com aquele medinho básico. Aí logo eu comecei a ver as tais coisinhas aleatórias que eram tipo cheiros.
cheiro de cigarro que vinha do nada, algum cheiro de perfume também, ouvia passos na escada, ou os gatos dela reagindo estranhamente a coisas que só eles viam na cozinha. Daquele jeitinho que eles ficavam olhando pro nada e depois pulavam tentando arranhar o vento, agressivamente. Ah, eles estavam agressivos. Essas coisas.
A dona, que até então tinha superado uma depressão meses antes, quando ainda moravam na loja, sempre falava do espírito de um homem alto, todo de preto e com expressão de raiva que aparecia para ela várias vezes. Eu não gosto desse bolo. Brincadeira, sou eu brincando.
Ela sempre via esse espírito. Pois bem, num belo dia, fiquei sozinha na loja, pois as meninas da produção iam embora mais cedo e os donos também foram cedo para casa, por ser início da semana. Quando a dona me ligou e pediu para aguardar só mais um pouquinho uma cliente que estava chegando, pois já tinha dado o meu horário. Então, tipo, já tinha dado o horário dela, a dona ligou e falou, espera só um pouquinho, que essa cliente está chegando.
e eu fecharia a loja com a minha chave. Ela pediu para preparar uma degustação de mini frutas enquanto ela chegasse. Dan, eu tive que voltar para o interior da loja e subir pela escada espiral para buscar as tais trufas. Ah, eram trufas, não eram frutas. Eu li errado, eram trufas.
Fui acendendo todas as luzes bem rápido, subi e escolhi algumas trufas, mais rápido ainda, e quando eu comecei a descer a escada, quase correndo, passei pela cozinha para voltar pela frente da loja, eis que eu escuto passos na escada, como se descessem bem rápido também. Meu Deus! E Dan, não tinha como ser os gatos dela, por conta daquele barulho, era um barulho de passos pesados.
que até bateu a porta da cozinha, que só se fechava se alguém a fechasse com força, mesmo girando a maçaneta. Mas nem se estivesse ventando, a porta não fechava sozinha daquele jeito, entende? Entendo. Pois a porta se fechou sozinha, pá, bateu após os passos na escada, já que eu tinha passado correndo de medo por lá. Meu Deus, então ela desceu primeiro, pelo que eu entendi.
depois ela ouviu de novo, alguém desceu correndo. Dan, cheguei na frente da loja e mandei mensagem para a dona, que não me respondeu. Mandei mensagem para o marido dela e contei o que tinha acabado de acontecer. Ele foi lá. Quando ele chegou lá, eu já estava na calçada com medo de continuar sozinha naquele lugar. Ele chegou praticamente junto com a cliente. Eu estava branca que nem uma vela.
Como não ficar nervosa com algo assim, gente? Pelo amor de Deus. Pedi pra que ele atendesse a cliente porque eu não tinha condições. Imagina, cliente. Boa noite. Eu vim experimentar as trufas. Tem trufa do quê? E a moça assim, ó. Tem essa aqui. Experimenta aí, cara. Eu tô cansada. Eu tô vendo espírito.
pedi para que ele atendesse a cliente porque eu não tinha condições, tamanho nervosismo que eu fiquei naquele fim de expediente. No dia seguinte, todo mundo da loja contando que não demoraria para acontecer comigo porque os passos rápidos da escada eram clássicos por lá. Principalmente nos dias de sexta-feira, quando eles, a equipe, ficavam até tarde da noite na produção de sábado.
Desde esse dia pra cá, eu nunca mais fiquei sozinha lá e continuei vendo o que todo mundo via. Era bem pesado. Porém, o pessoal de lá já estava acostumado com todas essas aparições. Nossa! Você viu? Tocou bem depois.
Dan, manda um beijo pra minha filha Rebeca. Amamo vocês, os gatinhos. Um beijo, Rebeca. Beijo pra você. Ó o relógio, ó. Tocando oito horas. Tá atrasado esse relógio. Oito horas e três minutos. Pois é, oito horas e três minutos. Gente, mas sabe o que eu penso às vezes? Para pra pensar comigo, Sara. Você vai entrar num lugar pra trabalhar. Por exemplo, aqui é minha casa.
Aqui tem escada, tudo. Se você entra aqui pra trabalhar, tem os outros funcionários que ficam assim, ó, Sara, você vai ouvir os barulhos da casa. Você vai ouvir o barulho da escada. Você vai ouvir a luz piscar. Meu, a gente já ouviu um monte de barulho aqui. Já. Eu acho que as pessoas plantam na cabeça dos novos funcionários, coitados.
E aí os funcionários ouvem coisas, porque tá plantado na cabeça, você não acha? Acho que sim. Porque eu fico pra você, Sara, você vai ouvir, você vai ouvir. Um dia você ouve um negócio e fala, eu ouvi. Será que não é a indução que a gente fala? Fica na cabeça, né? Fica na cabeça. Sara, aqui é assombrada, aqui é assombrada, aqui é assombrada. Aí a sua cabeça... Bater ele no guarda-roupa, bater ele no guarda-roupa. Aí um dia você ouve, sei lá, o gato mexendo, você... Eu ouvi. Será que não é? Cabeça fica... Não sei.
Não, eu também não sei, eu só tô falando de uma hipótese do que pode ser, né? Do que pode ser. Muito que bem. Gente, ó, seguinte, vamos comigo pra Itália? De novo falando dessa viagem? Vamos comigo pra Itália? Vamos. Tem gente que, inclusive, tá falando pra mim assim. Ai, Daniel, eu entrei lá, é aquele preço mesmo? É aquele preço, gente, é aquele preço mesmo. Só que é um preço que se você for fazer uma comparação...
de viagem, você vai ver que é um preço muito em conta, porque a gente vai ficar duas semanas na Itália em novembro. Então, para quem não está sabendo, vou explicar.
Vamos viajar comigo para a Itália em novembro de 2026, ainda mais para quem gosta de um friozinho. Lá vai estar um pouquinho frio. Eu acho que... Não sei se vai estar bem frio já, porque parece que o frio lá fica muito frio em dezembro. Mas eu nunca fui para a Itália no inverno. Se eu não me engano, vai ter acabado de começar o inverno, vai estar perto de começar o inverno.
E em novembro nós vamos juntos para a Itália. Eu fechei uma parceria com uma agência chamada Inclusive Travel, que é uma agência muito respeitada por levar influenciadores junto com seus seguidores para viagens incríveis. E a primeira viagem que a gente pensou junto, claro, tinha que ser na Itália. Então, eu já contei muitas histórias aqui no LendaCast sobre quando eu visitei o túmulo de Carlo Acutes, sobre quando eu visitei...
o Santuário de Padre Pio, lá em San Giovanni Rotondo. E agora eu estou te convidando para fazer essa viagem junto comigo. Você já pensou em viajar junto comigo? Será que as pessoas iam gostar de viajar comigo, Sara? Eu acho que sim. Será? Acho que sim. Porque a gente vai, ó...
Nós vamos de avião juntos daqui do Brasil. Então a viagem já começa no aeroporto aqui de Guarulhos. Nós vamos de avião juntos. Nós vamos estar nos mesmos ônibus lá, porque lá os ônibus também já está tudo incluído. Nos mesmos hotéis, claro que não no mesmo quarto, mas no mesmo hotel.
E nós vamos visitar esses lugares onde eu conto as histórias de Carlo Acutes, de Padre Pio, Santa Rita de Cássia, o Milagre de Lanciano, que eu já fiz essa viagem três vezes, mas agora eu quero fazer junto com vocês. Então...
A Inclusive Travel é uma agência de viagem que faz esse tipo de experiência. Convida o influenciador para ir com os seus seguidores. Então, se você não fechou ainda a sua viagem internacional desse ano ou está querendo conhecer a bela Itália, vamos junto comigo em novembro e a gente já começa internacional. A gente vai passar por Roma.
por Palermo, na Itália. Vamos visitar também as catacumbas dos capuchinhos de Palermo, onde está a Rosália Lombardo, que são todas histórias que eu já contei aqui no Lenda Cash. Está curioso para saber? Está aqui o QR Code no cantinho da sua tela.
Abre a câmera do seu celular, aponta para esse código aqui, e aí vai abrir um linkzinho. Você clica nesse linkzinho, e aí lá vai ter para você colocar seu nome, seu telefone, pode colocar, você não vai comprar do nada. Não é, ah, coloquei e comprei, não.
Aí o pessoal, se você tiver dúvida, o pessoal do WhatsApp da agência vai te chamar e vai falar, oi, qual a sua dúvida e tal, eles vão te falar a programação, tudo certinho. Então nós vamos ficar duas semanas na Itália, é o suficiente para a gente ver muita coisa legal, para a gente passear junto e também para a gente, eu vou ser meio que o guia de vocês. Vai ter um guia, eu não vou tirar o trabalho do guia, porque eu não sou um guia, não tenho...
formação em turismo pra guiar vocês, mas a gente vai estar junto durante todo o tempo da viagem e aí algumas coisas que o guia não contar eu vou complementar algumas histórias de terror, porque o guia ele vai contar a história do local, a gente vai estar junto, mas em algum momento que a gente vai viajar junto
eu vou complementando com as histórias que eu já contei aqui no LendaCast. Beleza? E aí você deve falar assim, ai Daniel, mas eu não tenho dinheiro, eu tô sem dinheiro. Gente, conversa com o pessoal da agência, porque eles facilitam, fazem várias vezes pra vocês, tá bom? Pagando aos poucos, não fica tão caro.
Você consegue pagar e saiba também que é um investimento. Você vai viajar junto comigo, nós vamos viajar juntos. Ai, que incrível, isso é mais legal. E ir para a Itália. Então, quer dizer, você vai para a Itália, vê Carla Cudia, Padre Pio e eu.
junto comigo, beleza? Então clica aqui no QR Code, e se você também não conseguir clicar no QR Code, vai no meu YouTube, para quem está assistindo pelo Spotify, ou lá no meu Instagram, o link da Bill está fixado lá, está no link da Bill fixado, clica lá para você conhecer as condições dessa viagem.
Beleza? Vamos juntos em novembro de 2026 pra Itália. Sim! Vamos juntos pra Itália pra gente poder...
Fica junto por lá na Europa, num friozinho gostoso. E para a gente poder ver de perto as histórias sobrenaturais e histórias de fé que eu conto e já contei aqui no Lenda Cash. Beleza? A gata está arranhando. Olha a gata, gente. A gata. Meu Deus. Ela está arranhando. Inclusive está aqui o QR Code para você clicar.
Beleza? A Vera falou aqui. Gostaria de viajar. É de graça? Vera, não é de graça, meu amor. Gostaria muito que fosse de graça. Gostaria muito de levar todos vocês de graça. Mas não é de graça. Tem um custo, tá? Porque é uma viagem internacional. Tá bom, amor? Então tá bom. Mas não é de graça. Mas eu gostaria muito de levar... É...
Todos vocês de graça. E corram, porque assim, ó. Eu fiquei sabendo que fechou o ônibus. Acabou. Só o ano que vem. Ou se tiver de novo o ano que vem. Beleza? Então corre. Já conheça as condições. Fecha o pacote com inclusive Travel. Porque depois se acabar. Tá? Beleza, senhoras e senhores? Se você ainda não fechou essa viagem. Veja as condições. E vambora viajar.
para a Itália em novembro. Beleza? Muito que bem, muito que bem, a Filma Figueiredo falou, sem noção, de graça. De graça nem injeção na testa, né, gente? Felizmente. Gostaria muito de levar vocês de graça. Quem sabe um dia, né, quando eu estiver muito milionário, muito rico, eu vou levar, vou pegar todos os meus seguidores, todos não, né? Vou pegar, sei lá, dez seguidores ou cinco seguidores.
seis seguidores, seis seguidores, seis porque é número par, né? Dois, dois, dois. Seis seguidores e levar vocês junto comigo para a Itália. Beleza? Mas eu sei que você está brincando, velho. Ela falou que eu estou brincando. Mas eu gostaria muito de levar.
Beleza? Bom, vamos para as notícias da semana? Duas notícias dessa semana que aconteceram. Uma delas envolve o presidente dos Estados Unidos. Vocês viram isso? Você viu que o governo... Nossa, até falhou a minha voz. Você viu? Você viu?
Você viu que o governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, divulgou arquivos inéditos sobre OVNIs, objetos voadores não identificados, e também sobre vida extraterrestre? E detalhe, todos esses documentos até então eram classificados como documentos ultra-secretos pelo governo americano.
Nos arquivos publicados na última sexta-feira, dia 8 de maio, há mais de, pasmem, 100 documentos, entre fotos e vídeos sobre esse tema. Parte desses documentos são de investigações do FBI, do FBI, contendo relatos de avistamento de OVNIs. Estou contando relatos, dá uma coceira no nariz, eu vou enfiar o dedo lá dentro, gente do céu.
Como que pode, né?
Tô contando relato e coceira no nariz. Vamos de novo. Parte desses documentos são de investigações do FBI, contendo relatos de avistamentos de OVNIs. Os relatórios incluem arquivos de 1947 sobre, abre aspas, discos voadores, como eram chamados na época, e imagens de OVNIs tiradas durante a missão Apolo 12 de 1969. .
Também há fotos feitas durante a missão Apolo 17 na Lua na década de 70, onde astronautas relataram terem visto três pontos de luz no céu. Nas próximas semanas, o governo Trump deve divulgar novas imagens sobre o tema.
E você acredita em vida fora da Terra? Gente, será que tudo isso está vindo à tona? Será que está chegando a hora, Sarah? Será que vem aí? Será que a gente entrega o coração? Nossa, gente, eu não consigo mais não cantar. O que vocês acham, gente? Vocês acham que o Donald Trump vai liberar mais coisa aí? Sobre os aliens? Sim, não, hein? Você acredita em aliens, Sarah?
Eu acredito, mas tudo que sai sobre eu não acredito. Ué? Ah, porque não dá pra botar muita fé nas coisas que saem. É que eu acredito porque acho que é meio impossível ter só a gente no universo inteiro, sabe? É. Mas as coisas que saem, aí eu vi um Alien, aí eu não acredito muito não. Eu vi um Grey. É, aí eu já acho muita brisa. Muita brisa. Faz tempo que muita brisa não vem, precisa vir aqui. Então, eu também não sei, gente. Eu acho que...
Bom, e também são documentos dos anos 40, anos 60, né? Quando a gente ainda não tinha muita... Tinha acesso à informação, sim, mas assim, não tinha muita discussão sobre o tema, né? Então você vê uma luz no céu, é um OVNI. E na verdade, o que é um OVNI? É um objeto voador não identificado. Então caso você veja um balão no céu, você não... O que é aquilo? É um OVNI? Ah, é um balão. Então não é mais um OVNI, é um balão.
Sendo que balão é proibido soltar, viu gente? Só dei ideia, só contei a... Ah, é um drone, entendeu? Então temos que ver o que é, digamos, a sigla OVNI. Vamos para a segunda notícia da noite. Inclusive, vocês viram que vários passageiros ficaram presos em um navio? E na verdade, vocês viram que tem passageiros presos em um navio nesse exato momento?
E isso aconteceu por causa de um surto de um novo vírus, chamado Rantavírus, no cruzeiro MV Rondius, que partiu de... Eu não sei se eu vou saber falar o nome dessa cidade. Que partiu de Ushuaia, no extremo sul da Argentina.
A viagem começou há cerca de um mês e tinha como destino Cabo Verde na África. Cerca de 150 passageiros e tripulantes estavam a bordo e tiveram que ficar isolados por vários dias. E, infelizmente, três pessoas acabaram morrendo.
por causa desse ranta vírus. Nessa segunda-feira, 11 de maio, hoje, né, os últimos passageiros que estavam isolados no navio deixaram a embarcação nas Ilhas Canárias. Ah, então eles saíram, já não estão mais no navio.
O rantavírus é transmitido por roedores silvestres ou selvagens, principalmente pela inalação de partículas contaminadas e pode ser transmitido para humanos, como aconteceu nesse cruzeiro. Então, a notícia que tinha é que tinham pessoas nesse cruzeiro, mas agora os últimos passageiros já foram retirados. Mas aí já vem mais um novo vírus aí, Sarah.
Ah, não. Ah, não. Ah, não. Ah, não, não, não, não, não, não. Rantavírus, gente. Morreu três pessoas ainda, hein? E eu vi que eles ficaram... Imagina, você ficar isolado num cruzeiro, pelo amor de Deus. Eu nunca fiz cruzeiro. Também não. Já fez cruzeiro? Não, mas eu quero. Você quer fazer? Acho legal. Nunca fui, né? Mas parece legal. Quero fazer o Cruzeiro das Loucas. Tem um filme que acho que chama Cruzeiro das Loucas, que é muito engraçado.
É um filme estereotipado LGBT? É, mas é engraçado. Mas eu nunca fiz cruzeiro. Quero fazer um dia. Será que tem cruzeiro gay? Ah, tem. Deve ter. Com certeza tem. Ai, deve ser tão, tão... Ai, ai, ai. Muito que bem, ó. Amanhã...
Lembrando que amanhã, dia 12 de maio, terça-feira, tem LendaCast ao vivo com o doutor Marcelo Rocha, que é médico legista e perito criminal também às 18 horas aqui no LendaCast. Vamos saber um pouquinho mais sobre essa profissão.
de como é a vida e a profissão de um médico legista. E por isso também que eu fiz esse LendaCast hoje sobre profissões assombradas. Não sei se é o caso do Marcelo Rocha, que é o nosso convidado de amanhã, mas eu sei que ele vem de lá de Minas Gerais, lá de Uberlândia, onde ele trabalha como médico legista.
Tem contato com os cadáveres também. Vamos saber tudo sobre essa profissão amanhã, 12 de maio, terça-feira, às 18 horas, com o doutor Marcelo Rocha, médico legista pela primeira vez no LendaCast. E na quinta-feira, dia 14, eu vou receber um shake aqui no LendaCast para falar sobre islamismo, que é o Rodrigo Jalou, ou Jalol, né? O Rodrigo Jalou estará aqui.
no LendaCast, na próxima quinta-feira, dia 14 de maio, às 18 horas. Ele é cheique e vai falar tudo sobre a religião islâmica, sobre o islamismo. Vambora, Sarah! Vambora! Não vamos pra Itália ainda, mas se você quiser conhecer da Itália, tá aqui, ó. Aqui, ó. Aqui, ó.
Clica aí, saiba as condições para viajarmos juntos para a Itália. E claro, se programe, fale com o pessoal da agência, porque eles vão facilitar bastante para a gente viajar junto em novembro para a Itália. E se não tem passaporte, vai tirar. Você tem passaporte, Sara? Tô tirando. Tá tirando. Tô tirando. Tá tirando? Porque vem aí. Porque vem aí. Beleza? Muito que bem. Então, bora para...
Casa. Bora pra casa não, porque essa aqui já é minha casa. Bora para amanhã. Flávio Prado. Teve aquele cruzeiro gay que... Vixe. Teve aquele cruzeiro gay que deu maior polêmica. Acho que no ano retrasado. Qual? Não tô sabendo.
Qual cruzeiro que deu polêmica? Vou até pesquisar pra saber a polêmica. Onde tem gay tem polêmica, né? Muito que bem. A Be Free and Wild. Dani, cadê meu salve trevosa? Você tem que colocar seu nome, Be Free. Coloca seu nome. Ou você quer que eu mande aqui. Vou mandar aqui, então. Salve, Be Free and Wild. Tem que ler o nome. Tem uns...
Por que você não põe o nome de vocês, hein, gente? Aquele que quer, né? Que nem na pandemia, né? Mas por que você não põe o nome da pessoa? Juninho Matador de Porco. Hã? O que que é? Na pandemia que o professor estava recebendo os e-mails dos alunos, aí estava lá, gente, vocês têm que colocar o nome de vocês. Como é que eu vou saber quem que é Juninho Matador de Porco?
Juninho Matador de Porco. Como que eu vou mandar um salve pra Be Free and Wild e a Jessy. Jessy, salve, Trevosa. Bem-vinda ao mundo, ao Clubinho das Trevas. Mas é Trevas Legais aqui. Obrigado por se tornar membro. Um beijo pra você.
Beleza? Vamos pro próximo relato, então? Não, agora não tem mais relato. Agora vamos pra próxima live, beleza? Qual que é a palavra de hoje, Sara? Qual que a gente pode colocar hoje? Matador de porco, brincadeira. Qual que é a palavra de hoje? Vaga assombrada? Vaga assombrada. Vaga assombrada.
É, boa. Não é vaga arrombada. É, eu ia falar aí que tem esse, né? Tem o vaga arrombada, né? E esse é assombrado. Eu acho incrível esse projeto dos vagas arrombadas. Nossa. Cada vaga... Que só por Deus, né? E vamos falar a verdade. Tem umas empresas aí contratando pra pagar o mínimo, querendo que a pessoa faça tudo, né, Sara? Igual certas pessoas aí. Né, Sara?
Sarah me contou hoje um relato que ela estava vendo uma vaga aí. Mas, gente, complicado. Empresa grande, né? Influenciador grande, querendo pagar o mínimo. Não vou falar mais porque a gente não quer, né? Mas tem, infelizmente, pelo menos para a nossa área de...
audiovisual, né, Sara? É complicado. É um mercado de trabalho muito ingrato, né? É por isso que eu sempre falo. Falo pra você também. Você, tudo bem, é minha colaboradora, minha amiga. Aqui eu não gosto de funcionário. O pior chefe é esse, né? Aqui nós somos uma família. Nossa, esse é o pior chefe. Mas eu sempre falo. Falo, cara, abre um projeto seu. Por exemplo, eu sempre falo pra Sara. Sara, abre um canal seu. Tá vindo aí. Tá vindo? Mas é de games, viu? Que eu sou gamer.
Não, games. Ah, de game! Então, abra o seu canal de game. Quem sabe um dia a gente não faz um LendaCast game. Era um projeto pra fazer esse ano, mas o Diogo não quis fazer mais comigo. E eu pra videogame, gente, eu parei no Donkey Kong, parei no Mario Bros.
Para no Nintendo. Então, ó, vem aí um canal da Sarah. Porque, por exemplo, eu sempre falo isso. Eu não quero ficar segurando os meus funcionários, os meus colaboradores pra sempre. E eu falo isso pra vocês também. A gente fala muito sobre CLT, assim, sobre... Ai, cara, não é demonizando CLT. Eu, grande parte da minha vida, eu não soube...
O que é não trabalhar no CLT? Sabe, o meu pai sempre ficava, tem que ter carteira assinada. O CLT, ele te ajuda, mas pense no CLT, isso é claro, né? Eu não posso falar para todas as classes sociais, a gente tem que ter consciência de classe. Mas pense o CLT como um momento, como algo momentâneo. Eu ia falar momento momentâneo, mas como algo momentâneo.
porque não tem como a gente falar para alguns jovens, algumas famílias no Brasil, ai, larga o CLT e vai empreender, vai abrir sua empresa. Não tem como falar isso para todo mundo. A minha família mesmo não teve. Eu digo para vocês, eu empreendi na raça. Na raça, sim, e na raiva também. Porque, cara, mercado de trabalho para audiovisual...
Vou falar agora, porque é minha live. Fala. Mas é um lixo. É. É um lixo, tá? Ah, Daniel, mas você sempre trabalhou na área. Eu sempre trabalhei na área. Eu vou até abrir meus salários pra vocês. Vocês sabem quanto que eu ganhava quando eu trabalhava na área de rádio e TV? Você sabe... E não é falando assim, ah, eu sou foda, eu trabalhei... Não, que você também tem que trabalhar. Não, era horrível. Sabe quanto que eu ganhei no meu primeiro estágio de rádio e TV? Quando? Chuta, Sarah. Que ano que era?
2009. Nossa. Uns 300, uns 200. Eu ganhava 350 reais. No meu primeiro estágio na área. E eu peguei. Fiquei um ano nesse estágio. Eu amava. Amava.
Era meio período. Só que R$350,00, uma calça para uma jovem de 17 anos custa mais que R$300,00. Mais que R$300,00. Lembra desse meme? Eu ganhava R$350,00, mas eu fui. Aí eu fazia um estágio de manhã e um estágio à tarde. Aí dava... No da tarde eu ganhava a bolsa da faculdade. Aí eu não pagava a faculdade. Sabe quanto que eu ganhei no meu primeiro emprego?
da vida, no mercado de trabalho, eu achava que era um puta salário, tudo bem que a gente tá falando de... Deu mil e pouco, né? Quinze anos atrás. Sim. Eu ganhava mil e seiscentos reais no meu primeiro trabalho, num jornal grande de São Paulo. E eu achava que era muito, porque eu ganhava trezentos e cinquenta, para pra pensar, pra mil e seiscentos era um grande pulo.
Quando eu pedi 1.600, eles aceitaram, que era uma fichinha que eu preenchi, eu lembro até hoje eu escrevi no 1.600. Aí eu falei, gente, eu tô ganhando muito dinheiro. Não dava pra nada. Tô rico. Nada, não dava pra nada. Você sabe qual foi o meu maior salário? Hoje eu vou falar salários. Sabe qual foi o meu maior salário no mercado de trabalho até 2018? De carteira assinada, né? De carteira assinada. Quanto? 4.500 reais.
E é um salário ainda que não é um salário baixo. Perto de muitas... Perto de muitas profissões no Brasil. Não é um salário baixo. R$4.500. Perto da realidade do brasileiro. Mas eu tinha faculdade, eu tinha pós-graduação na USP, eu ganhava R$4.500. Eu falei, não. Gente, eu juro pra você, gente. Não dava. Gente, eu vivia... Eu vivia...
vendendo, como é que fala? Tem um ditado, não sei o que, vendendo no almoço para comer o jantar, alguma coisa assim. Sim. Tinha dinheiro para nada. Eu não tinha dinheiro para nada. E aí foi quando eu falei assim, gente, eu vou começar a empreender, vou abrir a minha empresa, abrir minha empresa em 2013. Inclusive, eu trabalhei até 2018 como CLT. A minha empresa já estava aberta desde 2013. Por que eu tinha a empresa aberta?
Porque eu fazia frila com o canal. Então o canal eu comecei em 2013. Então eu falei, se eu pegar uma publicidade, eu tenho que ter uma meia aberta. E aí, de vez em quando, pingava umas publi. Então eu trabalhava no CLT, trabalhei até 2018 no CLT. E em 2013, de 2013 até 2018, eu trabalhava com o CLT, mas eu fazia uns bicos no frila. E agora eu vou te falar, gente, quando...
experiência minha, eu nunca pensava fora da bolha. Eu vivi com uma família, com meu pai, falando assim, tem que ter... E não julgo meu pai, tá, gente? Porque meu pai aprendeu assim. E viveu assim.
trabalhando 20 anos numa empresa, ele trabalhou 20 anos na Metalúrgica, trabalhou na Mercedes, trabalhou na outra empresa que ele trabalhava lá, foi o que nos sustentou durante muitos anos. Os 2.500 reais que ele ganha, ó, falando do salário do meu pai, mas os 2.500 reais que meu pai ganhava na época, 20 anos atrás, 30 anos atrás, era muito dinheiro.
era bastante dinheiro perto da realidade, e ele sempre falava pra mim, você tem que ficar trabalhando em empresa, você tem que ter carteira assinada, você tem que ter carteira assinada pra você se aposentar. E eu sempre ficava assim, meu Deus do céu, os trabalhos de rádio e TV não querem efetivar a gente, quer, Sara?
Não. Não quer efetivar. Eles querem que a gente trabalhe PJ, eles querem que a gente trabalhe 20 horas por dia, eles querem que a gente fa... Aí eu fico pensando assim, tudo bem trabalhar muitas horas por dia, só que pra minha empresa hoje em dia. Quando eu comecei a empreender, que eu falei não, eu preciso ter uma empresa aberta, um dia eu vou fazer várias publis, e falo pra vocês, e não é assim, me gabando, mas é falando de coração aberto. Hoje, uma publi minha não é nem...
4 mil e meio não é nem metade do que eu cobro nas minhas publics. Então, gente, por isso que eu estou falando, façam o de vocês. Vai pensando numa... O que você é bom para fazer? Não fica parado no CLT para sempre. O que você é bom para fazer? Eu sou bom para fazer um bolo. Faz um bolo, começa a vender um bolo.
Eu sou bom, eu quero ter um canal no YouTube, eu falo bem, vai fazer. Porque uma hora a chave vira. E ó, atenção héteros, eu não tô falando, não tenho nada contra héteros, tenho até amigos que são. Mas atenção héteros, pensa em filho mais pra frente. Pensa em filho lá na frente. Eu não tenho filho, tenho meus bebês que são gatos.
Mas, pensa em filho, casamento, lá pra frente. Não vai me casar. Eu tava cortando o cabelo com o cabeleireiro. Tudo bem, é outra realidade, né? Mas ele novinho. Sarah, 21 anos, já é casado. Meu Deus. Gente, casa mais pra frente. Esquece casamento.
Vai cuidar do teu estudo, vai cuidar da tua vida, da tua profissão. Pense em casamento quando tiver com uma profissão. Em filho também, lá pra frente. Esquece um pouquinho. Olha eu fazendo, dando aulas de... Dando aulas não, né? Mas é... Pense nisso. Porque pra você poder trabalhar num emprego bom e outra...
Quer ser Léo Áquila? Eu lembrei do meme do Léo Áquila, lembra? Quer ser Léo Áquila? Vai estudar. Lembra da Léo Áquila quando ela fala de colibolos na fazenda? Sim. Mas não é falando assim, vai estudar. Eu lembrei desse meme. Beijo, Léo Áquila. Nunca trouxe a Léo aqui. Mas...
Eu lembrei desse meme porque, assim, estudem. Faz um cursinho, se profissionalizem, tenham um diplominha. Porque sabe o que o diploma serve no mercado de trabalho? Ele serve para você chegar e falar, eu tenho um estudo aqui. Porque, vou falar uma coisa para vocês, muito do que eu aprendi na faculdade, eu usei pouca coisa no mercado de trabalho. Mas o diploma conta.
Conta. O diploma conta. Conta. Principalmente para quem está fazendo rádio e TV, mercado de comunicação. Então, assim, vai se profissionalizar, faz um curso, pega uma faculdade legal e vai se profissionalizar. Não tem condições de fazer uma faculdade? Procura os programas do governo também, porque alguns ajudam. Ou vai fazer um curso? Faz, faz, faz, faz. Inclusive, eu estou querendo retomar a minha ideia de fazer um curso de cinema, viu?
Ah, eu quero muito também fazer. Eu quero muito. Muito. Edu, peraí, Daniel. Sou hétero e venho ao seu canal toda semana. Muito bem. Eu também sou muito grato aos héteros. Mas por que eu tô falando dos héteros? Porque hétero casa e tem filho. Casou e tem filho, a vida para.
Não que a vida vai parar, estagnar, não, mas ela vai dar um tempo. Então é mais difícil. Então para de pensar em casamento um pouquinho, para de pensar em filho, pensa mais pra frente, entendeu? Vai estudar, vai procurar crescer no mercado de trabalho, porque o Brasil não é fácil.
Não é fácil não pensar em você. Tenha um diploma, tenha uma... Eu sempre quis estudar na USP. Tenho meu diploma na USP. Inclusive, preciso fazer um quadrinho dele pra colocar aqui. E falo pra vocês, eu tava até pensando nesses dias. Eu tenho 40 anos, gente. Eu ainda não tenho casa própria. Eu ainda não tenho casa própria. Por isso que eu sempre falo de consciência de classe. A minha casa própria tá vindo aí.
Mas pode ser que alguém pense assim, eu estava pensando esses dias, será que eu demorei? Mas hoje em dia eu vivo bem. Eu vivo, tenho minha empresa, as públicas que eu faço, meu canal, trabalho com o que eu amo, que eu acho que é bem difícil. Eu não sei de verdade quantas pessoas que fizeram faculdade comigo, na minha sala, que estão trabalhando na área. Não sei.
Não sei quantas pessoas estão trabalhando na área, se deram bem. Eu sempre trabalhei na área. Eu sei que são poucos, dá para contar nos dedos. Mas por que eu estou falando isso hoje em dia, dando aula de empreendedorismo? O Sebrae tem uns bons cursos também de empreendedorismo. Ótimos. Faz uns cursos lá para você aprender a ter a sua empresa. Então assim, vamos transformar o Brasil. Mas pensa que você precisa ter a sua empresa. Você precisa ser dono do seu negócio. E vou te falar uma coisa.
você consegue. Amém? Amém. E por que tem que ser dono da empresa, né? Pra conseguir fazer pacto, porque se ali tem... Um beijo, Analu! Então, hoje é assim, pra você não trabalhar em vaga assombrada, pensa na sua empresa, beleza? Então a palavra de hoje é vaga assombrada. Pode ser? Pode ser. Muito que bem. Beleza?
Então pensa assim, mas assim, não vai largar teu emprego, pelo amor de Deus, CLT. Tá empregadinho, tá efetivado, fica aí, mas pensa em algo pra você fazer. A gente fala muito dos Estados Unidos, né? Mas nos Estados Unidos tem essa coisa do... Os jovens vão pra faculdade, já pensam nas startups. Ah, você quer alguma coisa, você vende limonada ali na tua casa. A gente sabe que a realidade do Brasil não é essa. Você vai vender limonada no quintal da tua casa, você vai ser assaltado. Entendeu?
É diferente, né? É diferente. Mas dá pra pensar numa coisa, em coisas novas. Sempre tenha sua mente aberta pra uma empresa. Prensa que você pode abrir uma empresa. Eu, gente, vou contar outro segredinho pra vocês. Eu tinha minha empresa, eu não tinha dinheiro, trabalhando com CLT e tendo empresa aberta, eu não tinha dinheiro pra pagar os DARF da minha empresa. O que é o DARF? É aquela mensalidade que você paga todo mês. Eu acumulei uma dívida que eu tive que fazer acordo pra não ser processado.
Então, também já passei perrengue de dinheiro. Hoje, graças ao meu trabalho, eu não tenho mais perrengue de dinheiro. Ainda bem. Minha família, eu sempre tento ajudar meu pai, minha mãe. Eu sempre falo que meu pai e minha mãe eu dou dinheiro pra eles. Sem pensar. Agora, pela primeira vez, eu tô conseguindo levar minha filhada. Eu tô prometendo pra minha filhada desde quando ela tinha seis anos de idade que eu prometia que eu ia levá-la pra Disney. Ela tá com 19. Mas o dia chegou.
Veio aí. Veio aí. Nós vamos agora, mês que vem. Então eu falei pra ela, Tiffany, vamos mês que vem pra Disney. O padrinho conseguiu. E eu consegui levá-la pra Disney. Então, você também consegue. Beleza? Vou parar de falar, senão eu fico chorando. Então comenta aí, ó. Comenta aí.
Eu choro quando eu faço isso. A minha mãe apareceu aqui e ela falou, Dani, lembra do McDonald's? Vou contar pra vocês o que aconteceu um dia no McDonald's. Um dia, quando eu ainda trabalhava, que eu fazia esse estágio de 300 reais, que eu ganhava 300 e pouco reais, acho que nessa época eu ganhava um pouquinho a mais, acho que eu ganhava uns 600 reais. Tá. Levei meus primos no shopping e aí eu tava precisando de um sapato, que o meu tava com um furo.
embaixo. O meu sapato furava embaixo, ainda bem, porque ninguém via. Eu ia com o sapato furado trabalhar. Aí comprei um sapato, lembro até a marca do sapato, era de Polini, achei bonito essa marca. Fui lá, comprei um sapato, e aí eu simplesmente não olhei na minha conta e comprei esse sapato, eu nem lembro quanto era. Aí eu falei pros meus primos, falei hoje eu recebi, vou pagar McDonald's.
Aí Cheguei no meu... Aí tava eu Meu irmão, o Diogo, que trabalha hoje comigo E meu primo Juninho, que mora no interior E meu outro irmão, Douglas, que mora em Portugal Tava nós três Aí eu falei, pode escolher aí Aí eles escolheram, aí eu quero... Era na época do número ainda, né
Ah, boa essa época. Ah, eu quero o número 1. Eu também quero o número 1, tal. Eu lembro que tinha dado 67 reais, ainda que não deu muito. Eu fui passar. Pé. Aí a gente deu algum problema. Eu recebi hoje. Pé.
Aí eu falei, moça, eu já volto aqui. A moça, assim, tá bom. Próximo. Aí eu fui olhar meu saldo no banco. Zero reais. Eu tava com 11 reais. Negativos. E 80. 11 reais e 80 centavos. E isso era dia 7. Nossa. O mês tinha acabado de começar. Como que eu ia viver? Aí eu cheguei pra minha casa. Eu cheguei em casa e falei, mãe, eu tô com 11,80 na conta. Minha mãe falou, e agora?
Sorte que eu tinha vale-refeição e transporte público pra ir trabalhar. Então eu não podia gastar mais nada. Ficou o mês inteiro com 11 reais. O mês inteiro só no BR e no VT. O mês inteiro com 11 reais e 80 centavos na conta. Você acredita? Acredito. Acredito. Por isso que minha mãe lembrou agora do McDonald's. Porque não tinha. Não tinha dinheiro.
Ainda fui pagar um McDonald's, voltamos tudo murcho pra casa, com fome, com a barriga roncando. Ainda que deu barato, né? Naquela época... Eu lembro que tinha dado R$67,00. Hoje, três lanches lá é quase R$200,00. Vida sofrida do CLT, a Laís Lima comentou aqui. Pois é, galera. Então, ó...
Vamos empreender, vamos pensar em empreender. Pensa numa empresa sua, lição de casa, pensa numa empresa sua para você não trabalhar numa vaga assombrada. Porque tem as vagas assombradas e as arrombadas. A gente prefere trabalhar numa vaga assombrada, né, Sarah? Mil vezes. Mil vezes. Mil vezes.
O LendaCast solo já vai terminar. O LendaCast solo veio pra te assustar. Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey!
O LendaCast solo acabou de acabar. Hey! E se a gente comentar, ao invés de Vaga Assombrada, comentar R$11,80? Nossa, é. Acho que chama mais atenção. Acho que chama mais atenção, que era o que eu tinha na conta. R$11,80. R$11,80. Gente, R$11,80 na minha conta.
Ó, seguinte, volta aqui pra minha câmera rapidinho. Vamos ter a segunda parte dessas vagas assombradas, mas possivelmente semana que vem. Eu vou gravar esse vídeo e aí semana que vem começa a rodar os vídeos já, tá? Então a gente vai ter essa...
a segunda parte de mais relatos de vagas assombradas na próxima semana, que eu vou gravar essa semana e a gente solta. E minha mãe entrou aqui pra lembrar que eu tinha R$ 11,80 na minha conta no dia 7 e não deu pra pagar McDonald's pros meus primos. Mas hoje dá! Hoje eu levo meu sobrinho, minha filhada. Pode escolher o que vocês quiserem aí, que nós pagam. Vai comer Mac na França agora.
Vou comer na... Já comi Mac na Itália. Com a... Com a igreja da Basílica atrás, assim. A Basílica e eu comendo McDonald's lá. Beleza? Comenta aí. 11,80. Aí o pessoal vai ficar. O que é esse 11,80? 11,80. 11,80 reais. Beleza? Até o próximo LendaCast. O seu podcast de terror e horror e 11,80. Esse é o terror da vida real, né?
Triste. Para ouvir antes de dormir amanhã eu recebo o doutor Marcelo Rocha que é médico legista ao vivo aqui no LendaCast. Te vejo amanhã e não quero a sua conta com 11,80, hein? Pensa aí numa empresa sua porque você vai ser dono e vai ser dona de empresa sim! E não vai ter 11,80. Você vai ter 11 milhões e 80 na sua conta. Aí sim, né?
11 milhões na conta. Aí vale a pena, né? Aí eu quero, hein? Aí eu quero. Tchau, Trevosos. Te vejo amanhã. Comenta 11h80 e amanhã a gente volta. Tchau.
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