RELATOS SOBRENATURAIS ESPECIAL DIA DAS MÃES | LendaCast Solo #85
Hoje no LendaCast vou ler histórias assombradas envolvendo mães, tema escolhido para homenagear o dia delas, no próximo domingo, 10 de maio.
- Histórias de mães e filhasPraga de mãe e prostituição · A aparição da bisavó em Registro · Visão da Virgem Maria · A mão atrás da cabeceira · Incorporação de um erê · A história de Santa Rita de Cássia · A relação com a mãe e o pai · O embate com o demônio · A história de Maria e o terço · O anjo com pés de boi · Oferenda na Umbanda
- Viagem para a ItáliaProjeto de viagem em grupo para a Itália · Visita a locais religiosos e históricos · Agência de viagens Inclusive Travel · Roteiro com Santuário de Padre Pio e Assis
- Estratégia de conteúdo e criação de demandaLive especial de 2 milhões de inscritos · Lançamento do livro 'Brasil Assombrado' · Episódio gravado em Belém · Participação no podcast SnyderCast · Novo cenário para o canal
- Redes sociais e cultura da imagemMudança de identidade visual do canal · Contagem regressiva para 2 milhões de inscritos · Novas miniaturas e capa do canal · Botões de inscreva-se e like
- Inteligencia Artificial DeepfakesCriação de vídeo em IA sobre o Hotel Iara · Reprodução de som de carrinho de camareira
Tum turum turum. O Lenda Cast Solo já vai começar. O Lenda Cast Solo veio pra te assustar. Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey! Pam paramparam. Uh! Pam paramparam. O Lenda Cast Solo acabou de começar. Hey! Pam paramparam.
O LendaCast solo acabou de começar. Hey! Olá, trevosos e trevosas, seres das trevas.
Aqui é Daniel Pires. Em mais um episódio do LendaCast. Solo o seu podcast de terror e horror para ouvir antes de dormir. E nessa segundona, relatos de mamãe. Relatos da mamãe. Ou relatos de mamãe. Relatos da mamãe. E o que importa é que esse já é o nosso especial Dia das Mães. Porque o Dia das Mães vai ser no próximo domingo.
Então, se eu deixasse para fazer o episódio de Dia das Mães na próxima segunda-feira, já ia ter passado o Dia das Mães. Então, a gente está fazendo antecipado aqui, porque nesse próximo final de semana é Dia das Mães. Eu sei que essa data...
é uma data muito ambígua no sentido de, ela passa, como todas as datas de feriados, né? Ela passa muitos sentimentos diferentes para as pessoas. Então tem pessoa que, eu, por exemplo, nunca tive problemas com a minha mãe. Eu sempre amei minha mãe, nunca briguei, nunca tive problemas, né?
Com ela. Então, pra mim, é uma data muito feliz, é uma data muito alegre. Mas tem gente que não tem mais a mãe por perto, ou que tem problemas de brigar com a mãe. Então tem várias questões aí. Mas, independente das questões, hoje nós vamos ler relatos sobrenaturais só com esse tema. E como esse canal é um canal majoritariamente...
como é que é? Prioritariamente de terror, prioritariamente hoje os relatos de mamãe são coisas assustadoras Sara Luar, boa noite você tem uma relação boa com a sua mãe? Boa noite, graças a Deus
Você falou boa noite, eu ia falar Bom, não Odeio Pessoa? Não, não Tem uma relação boa? De boa Ai que bom, mas também que pergunta Que eu fiz, né? Pessoa, pessoa não tem uma Relação boa? Você tem uma relação boa com a sua mãe?
Não. Começa a terapia. Já pensou? Gente, não. Porque relação com mãe, cara, é uma coisa assim... Digamos... É divino. É, não, assim... Ou, se for muito bom...
Ou se for muito, digamos assim, for muito ok, for muito bom, beleza, ok. Agora tem gente que não tem relação boa com a mãe. E a mãe, cara, é a pessoa que te gerou, né? Sim. Então se você não tem uma relação boa com ela, provavelmente você vai ter problemas psicológicos profundos, né? E isso não é problema seu, claro que não. Mas quando a gente não tem uma boa relação com pai ou mãe, provavelmente a gente tem traumas na vida, assim, né?
Ah, com certeza. E que o pai é mais complicado, né? O pai é aquilo, né? Pai presente, traumas. Pai ausente, trauma. Não, nem sempre, vai. Tem pai presente aí, que a gente fala brincando, mas tem pai presente. Que são ótimos. Que é uma benção de Deus, como diria a minha avó. Mas hoje é...
Live com relatos de mamãe, tá? Então é relato sobrenatural de mamãe. Então se você mandou seu relato pro e-mail, saiba que... Saiba que o meu grande amor hoje vai se casa. Eu falo umas palavras, eu lembro de alguma música. Saiba que tem grande chance do seu relato ser lido nesta noite de segunda-feira. Vamos começar com os relatos? Eu vou começar com os relatos hoje já direto assim, porque o povo...
Está sedento por relatos. Daqui a pouco tenho notícias para vocês. Notícias assim, vamos falar da viagem, que nós vamos viajar junto, hein? Você está sabendo disso? Você que está em casa, né, Sara? Vamos. Eu, a Sara. Vamos tudo para a Itália em novembro. E você que está assistindo. Quero você junto comigo, dentro do avião, dentro do ônibus e dentro das catacumbas lá na Itália. Já se prepara.
Já abre o cofrinho aí, porque nós vamos viajar juntos, beleza? Vamos começar com os relatos da noite. Daqui a pouco eu falo da viagem, tá? Pra você que tá aí ansioso ou ansiosa, pra saber que viagem é essa que o Daniel tá falando. Já falei em algumas lives, mas hoje eu vou repetir pra você. Você deve ter percebido, né? Só um parênteses antes da gente ir pro primeiro relato.
Você deve ter percebido que agora nós temos uma tela de espera, né, Sara? Já entrou meu nome aí? Ainda não. Vamos entrar, ó. Vai entrar meu nome aí pra você ver agora no GCzinho, ó. Uma letrinha. Bota aí pra nós ver, Sara. Peraí, só um momento. Atenção. Não sei se você já percebeu, mas a gente tá com... Eu tô olhando pro monitor. Olha lá, ó, ó.
Ah, Daniel Pires, apresentador e trevoso. Pois é. Toda a identidade visual do canal e das minhas redes sociais, toda a identidade visual mudou agora. É, agora tive dinheiro para pagar um designer. Porque todo o resto, quem fazia era eu. Quem fazia era eu ali, abria o Photoshop e fazia ali. E agora essas animações aí, eu não sei fazer. Mas de verdade, falando sério agora...
Toda a identidade visual do LendaCast do canal, ela foi mudada. Então, se você ver, tem capa nova aqui no canal. Se você olhar, as miniaturas estão todas novas. E todas seguindo um padrão de cor, de identidade visual, de fonte. Olha que chique. E agora, a gente tem até um MIV. O que é um MIV? É um manual.
Esqueci do que que significa. É o Manual de Identidade Visual. Brincadeira, não esqueci, não. É o MIV, M-I-V, o Manual de Identidade Visual. Que tudo aqui no canal agora tá com uma nova aparência. Vocês gostaram? Vocês gostaram? Tá bonito, né? As miniaturas dos shorts, as thumbnails dos vídeos.
a capa do canal, a minha foto de perfil, o meu Media Kit, está tudo diferente, né? E aí o que está vindo aí? Cenário novo, porque não sei se vocês perceberam também, mas nós começamos a contagem regressiva para os 2 milhões de seguidores, de inscritos, na verdade. Aqui não é apenas seguidores, são inscritos no canal. Então nós já chegamos a 1 milhão e 900 mil pessoas.
Se inscrevendo aqui no canal. E estamos chegando na marca de 2 milhões. Eu estou pensando numa live, Sara. O que a gente podia fazer de live, assim? Fazer uma madrugada inteira. Começar às 6 da tarde e ir até meia-noite. A minha madrugada inteira é até meia-noite. É poucas. É poucas. Não, mas eu já fiz live no Halloween de madrugada. O povo ficou para assistir. Ficou nada. Foram tudo dormir. Mas a gente precisa pensar em, Sara. Uma live especial. Uma live de 12 horas.
Ah, Sarah, eu não vou ficar 12 horas aqui não. Comprir meu horário de trabalho. Mas precisamos pensar, né, Sarah? Sim, o pessoal pode sugerir também, né? Alguma coisa. Fazer assim, ó. Uma live dos 2 milhões, por exemplo. Começar às 6 da tarde. Quando eu ver que tá dando 2 milhões...
E aí eu, ou quando der 2 milhões, eu convidar a galera. E aí, começar às 6 da tarde e aí vai fazendo. Por exemplo, aí vem, por exemplo, os amigões do Lenda Cat. Então, por exemplo, vem muita brisa. Aí depois vem o Tiago, mas sem parar. A live fica rolando aqui, ó. Só troca o convidado. E aí vai trocando. E aí vai fazendo uma hora, uma outra, outra, outra. Até... Cansar. O que você acha? Acho que é uma boa, né? Você aguenta?
Não. Não aguento. Aguento. Tem que aguentar, né? Trabalho. Brincadeira. Mas eu acho que vamos pensar num formato, porque já começou a contagem regressiva pros 2 milhões. Eu ia deixar pra mudar a identidade visual só com 2 milhões, mas eu não aguentei, porque ela tava linda demais. Então, vamos pensar aí. Me ajuda a pensar, me manda ideias do que a gente pode fazer.
com 2 milhões de inscritos, o especial. E claro que a nossa viagem vai coroar muito bem esses 2 milhões, porque em novembro... 2 milhões acho que vem antes. Mas em novembro nós vamos juntos para a Itália.
Pra comemorar junto lá. E se for uns seguidores bonitos, a gente vai pra outro lugar. Daí tá, brincadeira. Vamos começar os relatos da noite? Vamos entrar então com a trilha, Sarah? Vamos. Antes de entrar na trilha, falando em identidade visual, também tem botão de inscreva-se, né? Tem. Vamos soltar pra ver? Vou soltar. Ó, que chique, ó. O de inscreva-se, ele é vermelhinho, porque ele é da cor do YouTube, né? Então o botão, ele não é verdinho. Aqui o canal vai ter uma... Olha lá, ó.
Se inscreva, já se inscreveu? Tem de like também? Tem de like também. Ó, a palhaçada vai acabar agora, hein? Porque tem de like também. Vamos ver aí, vamos ver o... Vamos ver a... Ó lá, deixa o like, tá vendo? Então já aproveita, já deixa aí o seu like, a sua curtida, pra gente ler os relatos da noite com o tema Mamães. Vamos entrar com a trilha, Sara? Vamos. Pode entrar com a trilha.
entrou entrou muito que bem pra você chegar pra você que tá chegando agora esse já é o Lenda Casts Soli, especial Dia das Mães só com relatos de mamães e o primeiro relato da noite é da Manu e ela diz o seguinte boa noite Dan tinha esquecido da luz né
A Sarah lembrou. A Sarah é muito proativa. Ela pá, pá, pá, já desligou. Obrigado, Sarah. A Manu diz o seguinte. Boa noite, Dan. Boa noite, Sarah. Me chamo Manu e sou a sua fã. Acompanho todos os vídeos e tenho excelentes histórias. E histórias verdadeiras. Ela colocou verdadeiras aqui em caixa alta. Do mundo espiritual.
E entre esses relatos, tem um sobre o tema da live de hoje que aconteceu na minha família. E esse relato é sobre praga de mãe. Olha, começamos já pesado, hein? Começou pesado. Pesou o clima. E dá pra ver o fantasminho aqui? Só a orelhinha. Só a orelhinha do fantasminho aqui. Vem aqui. Ó, assim ele vem, ó. Vem assim ele vem, ó. Não tá aí? Vem nada. Só porque tá em live, ó.
Pra quem não tá entendendo nada, é o Gaspar. Ela tá vindo. Ó, ó, ó. Ó. Ó. Mas assim, eu já fiquei fazendo isso aqui, ó. Ele lascou a unha, querida. A unha dele é bem afiadinha. É afiada, né? Demais. Os gatos mordem a Sara aqui, né, Sara? Eu sofro. Vem aqui, a Sara sofre com o Gaspar e com o... Com o Trevor. Com o Trevor. Ela vai me processar por acidente de trabalho. Ai, aqueles gatos dele. Mas eles não te mordem forte, né? Não, é de brincadeira.
Que eles queriam tirar o dele da reta, né? A Manu diz o seguinte, que o primeiro relato dela é sobre praga de mãe. Então já pesou o clima. O lado materno da minha família é grande. Tenho muitas tias e primos. Só pra você entender, eu tenho primos da idade da minha mãe.
E uma dessas minhas tias morava vizinha com a minha casa. Só que ela era aquela filha...
que não deu certo, ela colocou entre aspas, filha que não deu certo. Seus relacionamentos eram problemáticos e cada filho era de um pai. Por causa disso, minha avó decidiu criar o filho mais velho dela, já que essa minha tia deixou ele de mão. Então, só para eu entender, a seguidora tinha uma tia, provavelmente irmã da mãe dela,
que era, como ela mesma disse, a pessoa que não deu certo. Arranjava cara tranqueira, minha tia chamava os namorados dela de traste. Só arrumava traste e até o filho mais velho dessa tia, quem criou, foi a avó, a mãe da tia.
Minha avó não soube dar freio nesse menino. E ele também cresceu uma criança problemática, ao ponto da avó não conseguir mais ter autoridade sobre ele. Então ela foi pedir ajuda para quem? Para a mãe dele, para essa tia que também é problemática. Só que minha tia disse que aquela criança não tinha mais o que fazer e que Satanás tomasse conta dele. Meu Deus!
Pois bem, esse primo começou a roubar e passou mais tempo preso na vida do que solto. Apanhou tanto da polícia que hoje vive adoentado das pancadas que levou. A outra filha dessa minha tia sempre foi muito bonita e vaidosa demais.
Só que como não tinha muitos recursos para comprar os seus produtos de beleza, pedia para minha tia sempre. E minha tia dizia que não podia ficar comprando esse monte de coisa. Mas como boa adolescente, ela sempre questionava. Mas por que mãe? Por que ele não pode comprar isso para mim?
Aí minha tia gritou pra toda a rua ouvir que se minha prima quisesse ter produto de beleza ou até mesmo comida, ela teria que se prostituir. Meu Deus, gente, que mãe é essa? Nossa Senhora. Pra isso, ela não usou essas palavras, usou palavras horrendas pra falar isso. Pois bem, um dia minha tia chegou do trabalho e viu os filhos mais novos à toa. Procurou a filha e não encontrou.
Aí chegou a fofoca que minha prima estava trabalhando em uma casa de entretenimento adulto, em um bordel, para não falar por ter. Minha tia não acreditou e foi lá no bordel. Chegando lá, minha prima olhou para ela e falou, você não disse que era para eu me vender se eu quisesse ter as minhas coisas?
Pois é que estou. Minha tia voltou revoltada, mas deixou minha prima lá. Ué, mas ela não mandou? Ué, tem de nada também. Ué, casa de família. É. Eu imagino a Cristina Rocha. Mas você não mandou sua filha ir lá ganhar dinheiro com o corpo dela? Ela foi, ué.
Minha tia chegou revoltada, mas deixou a prima lá. Mas uma boa notícia. A minha prima conseguiu sair dessa vida e hoje é uma excelente profissional de beleza. Tem salões de beleza e ganha muito bem. Aí, ó. Tá vendo? Ufa! Tá vendo?
Minha mãe sempre disse que praga de mãe pega. E depois desse caso com a minha tia, eu passei a acreditar ainda mais. É óbvio, olha o que ela falava pros filhos dela. Nossa, pesou. Que mãe é essa? Adoro os comentários da Sara. O Gasparzinho deitou aqui, dá pra ver ele? Cadê? Não dá, né? Ah, não. Pois é, menina. O que ela falava do filho...
Mas falam que é isso. O que a mãe fala dos filhos, o filho vai ser, sabia? Pode ser o que for. Você pode dar a melhor criação. Mas vamos ficar entre nós, né? Se uma mãe fala uma coisa dessa do filho, a mãe também não tá tão boa, né? É, não tá em seu juízo normal. Porque, gente, assim, os meus sobrinhos nasceram. Eu vejo o amor que meu irmão e minhas cunhadas tratam eles, assim.
Qualquer coisa que eles fazem são bebês ainda, né? Um tem dois anos e o outro tem um ano. Mas assim, imagina você ficar xingando uma criança. Ah, esse daí vai ser... Não vai dar certo na vida. Esse daí tá danado. Esse daí... Gente, mas vocês são pais. E a mãe, cara, a mãe que é a pessoa que gerou essa criança, vai falar isso da filha? Que bom que ela foi lá e conseguiu o dinheiro dela, né?
Venceu na vida. Venceu na vida, tá vendo? Conseguiu sair dessa vida. Trevosa Lux. Ué, a profissão mais antiga do mundo, nada contra, mas é demasiado complexo essa questão. É, Trevosa. A grande questão é que, assim, eu tinha muito tempo esse pensamento comigo sobre prostituição, né? Eu sempre falava assim, imagina, eu na minha época mais rebelde, tô ficando uma bicha conservadora.
Brincadeira. Pelo amor de Deus, a palavra hoje em dia é um pouco perigosa. Mas eu tô ficando um gay mais assim, né? Por exemplo, eu sempre defendi, por exemplo, que as pessoas podiam usar droga que quisessem. Só que quando eu vi meu pai bebendo e tudo mais, eu comecei a ser mais antidrogas, né?
Eu já falei isso sobre drogas, não vou repetir. Cada um usa o que quiser, mas eu, pelo menos, eu não uso nada e não gosto. Mas com prostituição eu também pensava isso. Eu pensava assim, ah, tanta mulher como homem, o corpo é deles e tal. Só que, na teoria, se fosse bonito assim, a gente vê aquelas matérias
das pessoas assim, ai, a mulher, ela é uma garota de luxo, ele é um garoto de luxo, só por noite tira 20 mil reais. Aí você fala, nossa, é uma glamourização dessa profissão. Só que, cara, na realidade, não é assim. Na realidade, envolve muita droga, envolve essa coisa de... Você já parou pra pensar de você... Porque, por exemplo, quando a gente fala assim, ah...
Eu vou me prostituir. Você pensa que os seus clientes ou as suas clientes vão ser gente tudo linda, maravilhosa, malhada da academia. E não é, cara. Não é. É uma galera que não consegue muito mais transar na vida aí. É. E aí tem que ir lá. Por um lado, né? Você pensa o seguinte. Todo mundo tem direito a sexo, né? Cara, eu vi uma cena na...
na balada que eu fui um dia, na balada que eu vou, nenhuma da, tem uma balada que eu vou que tem uns caras lá, que é uns gogoboy, que fica com a, tira as crianças da sala, fica nu, fica com a giromba de foda.
E aí uma vez eu vi chegar a Sarah, um senhorzinho muito idoso. Muito idoso. Ele devia ter, sei lá, uns 80 pra mais, assim. De cadeira de rodas ainda. Ele andava tudo, mas ele era muito idoso. E ele andava porque eu vi ele levantando e ia ao banheiro e tal. E voltando pra cadeira. Mas ele tinha dificuldade de locomoção. E outro amigo dele veio levando ele. E aí um desses gogoboys chegou perto dele. Tirou o trombolho pra fora.
E deixou ele fazer o que quisesse ali, o senhorzinho. E aí tava eu e meu amigo, eu falei, olha aquela cena. E aí eu falei, gente, que decadência. Aí depois veio o outro Daniel na minha cabeça e falou, decadência por quê? Tem vários Daniels aqui, Daniels aqui na minha cabeça. Decadência por quê? O senhorzinho não tem tesão? Ele não tem direito?
E aí eu falei, é verdade. Você mesmo se dando um sujo. Não, eu ali numa luta interna. Batalha espiritual fortíssima na balada. E eu falei, é verdade. Você vai ficar velha também, viu, Daniel? Você também pode chegar nessa idade com 80 anos, não ter ninguém que te queira mais, porque você tá idoso. Porque o mundo gay é um pouquinho complicado nessa questão estética. Principalmente o mundo gay dos homens.
E aí eu falei, ai que bom, que bom, tá vendo? Quer dizer, se fosse pelas vias normais e não a prostituição, esse senhorzinho, quando que ele ia conseguir ver uma giromba linda, maravilhosa daquela? Aquilo maravilhoso, como diria a pastora Sara Chivo. Eu quero trazer a pastora Sara Chivo um dia aqui. Aquilo maravilhoso na frente dele. Se não fosse ali os amigos terem levado ele pra pegar aquele gogoboy.
Só que não é um mundo tão florido assim. É perigoso. Ele estava numa balada. Então, eu paro para pensar muito sobre isso. Mas isso é um outro tema. Sobre prostituição. A gente está fazendo relatos de mamães sobre a prostituição. Porque era um tópico do primeiro relato. Vamos para o próximo relato da noite. Vamos para o próximo relato da noite, que é da Eliane. Oi, Dan. Oi, Sara.
O relato dela diz o seguinte, a minha avó vivia em registro, onde nasceram todos os filhos dela.
Ela dizia que lá, Registro, acho que é a cidade, né? Acho que sim. Cidade de Registro. Quem é da cidade de Registro é a Ira, Ira Croft. Beijo, Ira, do mundo freak. Bom, vou começar de novo, então, o relatito da Eliane. A minha avó vivia na cidade de Registro, onde nasceram todos os filhos dela.
Ela dizia que lá tinha um cheiro peculiar, de terra úmida e chá verde, que sempre acalmava ela. A cidade tinha esse cheiro, será? Acho que sim. Pois é. Mas no oitavo mês de gestação do meu tio, aquela calma se transformou em uma inquietude inexplicável. Ela vivia em um casarão de madeira construído pelo pai dela, um dos primeiros imigrantes da região.
Naquela noite, a chuva batia suave nas telhas, quando minha avó sentiu um calafrio.
Ao olhar para o corredor escuro, viu o vulto de uma mulher idosa vestindo um kimono de seda todo cinza, segurando uma pequena lanterna de papel que não emitia luz, apenas um brilho prateado. A figura não tinha um rosto definido, mas seus movimentos eram lentos e precisos.
A minha avó, paralisada pela mistura de medo e reverência, viu a mulher entrar no quarto que seria do bebê. Ao segui-la, encontrou o cômodo vazio, mas um perfume intenso de flores de cerejeira. Impossível naquela época do ano no interior paulista. Que mono, cerejeira, será que era alguém oriental? Parece, né? Pelo jeito aí.
Isso se repetiu por três noites, então ela via essa figura aparecendo repetidamente por três noites. Na quarta noite, a figura se aproximou da cama dela e tocou suavemente sua barriga. As mãos eram frias como o orvalho, mas ao toque, o bebê que estava agitado sossegou instantaneamente.
A minha avó ouviu um sussurro, não em português ou japonês moderno, mas era um dialeto antigo que ela compreendeu. Ele traz o nó que o tempo desfez.
Quando o pequeno Kenji nasceu, semanas depois, o mistério se revelou de forma terna. Ao segurar o filho pela primeira vez, a minha avó notou uma pequena marca de nascença no pulso dele, exatamente no mesmo lugar onde sua bisavó...
bisavó do meu tio, que ficara no Japão e nunca conhecera o Brasil, tinha uma cicatriz. E essa cicatriz era uma cicatriz de trabalho no campo. Naquela tarde, o sol batia na janela da casa e ela viu por um segundo o reflexo da mesma mulher de kimono no vidro.
A velhinha não parecia mais uma assombração, mas uma espécie de guardiã. A figura curvou-se em uma reverência profunda e desapareceu, deixando no coração da minha avó.
a certeza de que seu filho não era apenas um novo começo, mas o abraço final dos antepassados que atravessaram oceanos e o tempo para garantir que ele nunca estivesse só.
O medo deu lugar a uma paz profunda. Kenji era o herdeiro de uma história que a morte não foi capaz de apagar. A conexão entre eles não era feita de palavras, mas de sensações compartilhadas.
através das décadas. À medida que Kenji, Kenji é um menininho, tá gente? À medida que Kenji crescia, a minha avó percebia que ele reagia a estímulos que ninguém havia ensinado.
Às vezes, ao entardecer, o menino ficava estático olhando para o pomar de caquis, com um sorriso sereno no rosto, como se ouvisse uma canção de Ninar antiga.
Era a comunhão do sangue. Kenji herdara o temperamento resiliente e o olhar profundo daquela que cruzou o oceano apenas em espírito.
Essa ligação se manifestava em detalhes que desafiavam a lógica. O olfato atávico. O que é atávico? Não sei. O olfato atávico. Kenji, ainda bebê, acalmava-se instantaneamente com o cheiro de incenso de sândalo, o mesmo que sua bisavó, a velhinha, usava em seu oratório no Japão.
O toque de cura, quando minha avó se sentia exausta, o bebê encostava a mãozinha em seu rosto, exatamente da mesma forma que a bisavó fazia no relato misterioso, trazendo uma onda de energia e paz que não parecia vir somente de uma criança. E os sonhos compartilhados. Nossa, esse daqui é um relato de...
de reencarnação. Sonhos compartilhados. A minha avó passou a sonhar com paisagens de províncias japonesas que nunca visitou, guiada pela mão de Kenji, como se o filho fosse o portal vivo que permitia aos antepassados finalmente descansarem em solo brasileiro.
sabendo que sua linhagem estava protegida. Era uma espécie de continuidade silenciosa. A bisavó dele não estava, entre aspas, visitando a casa. Ela estava viva na essência do menino, garantindo que o legado de força e ternura da família permanecesse inquebrável.
Olha, gostei desse relato, hein? Bom, né? Muito bom, hein?
Gostei desse relato. É como se ele... É o espírito da Bisa que voltou, né? É. Pensou o espírito da Bisa voltar reclamando de tudo? Igual a minha Biva? A sua voltou reclamando? A minha voltou. Não, a minha reclamava de tudo. A minha bisavó, eu vi ela dar três risadas na vida inteira. Meu Deus. Ela era séria, a mulher. Muito séria. Eu vi ela dar três risadas na vida, a minha bisavó.
Ela era muito... Como que eu vou explicar? Ela não era brava. Mas é que assim, ela já estava idosinha, né, Dona Rosa? Ela já estava idosinha.
não andava mais, e ela ficava reclamando das coisas, né? Que o gato subia nela, que ela não queria tomar banho, que ela tinha preguiça. E eu só vi ela dar risada três vezes, assim, na vida. Eu não lembro o que, uma das situações, eu lembro que a gente tava dentro de um carro, ela tava entrando, assim, dentro do carro, e aí meu avô falou alguma coisa, ela deu uma risadinha, assim, sabe? Aí eu já falei, vó, a vó Rosa riu, a vó Rosa riu. Era o único momento, assim, que ela ria.
Já deixou aí a sua curtida? Pra você que tá chegando agora, estamos lendo relatos sobrenaturais de mamães. É, a gente acabou de ler um aqui que a bisavó voltou no menino. Pois é. Vamos pro próximo relato da noite, que é da Maria.
E ela diz, o nome do relato é, a Maria que mandou, mas o nome do relato é, o dia que eu vi a Virgem Maria. Ó, já estamos iniciando aí o relato de fé, hein? É. Oi, Dan, tudo bem? Me chamo Maria Aline e esse é o meu relato.
Eu nasci em uma família bem católica. Meus pais tiveram problemas para conseguir engravidar, já que os dois tinham problema de fertilidade. Cinco anos antes de eu nascer, meus pais adotaram a minha irmã e depois de muitos tratamentos frustrados e de terem desistido de tentar, minha mãe engravidou e eu nasci.
Como eles são muito católicos e eu sou uma menina, meu primeiro nome é Maria, Maria Aline. Minha mãe sempre contou que pedia para a Virgem Maria um filho, um filho, né, uma filha, e minha irmã chegou para eles nas vésperas do Natal e eu após sete anos de casamento. A minha irmã estudava de manhã e eu de tarde.
Então, quando acordava, ela já não estava mais no quarto que dividimos. Na semana que eu fiz sete anos de idade, eu acordei e vi a Virgem Maria na porta da minha cama. Na porta. Na ponta da minha cama. Ela tinha um brilho muito forte em volta dela. E quando tentava chegar mais perto, essa luz ficava cada vez mais forte e eu ficava até com um pouco de medo.
Ela tinha um manto azul e com muitos brilhos parecidos com o brilho da Nossa Senhora Aparecida. O manto era com brilho, né, Sara? Acho que sim. É. Em um momento, minha mãe abre a porta e a imagem some. Ela me pergunta se eu chamei ela, né? A mãe pergunta, você me chamou, filha?
E eu não lembro se consegui chamar a minha mãe, que ela estava ali tendo a visão, né? Mas disse que a mamãe do céu veio me ver. Muitos podem dizer que era sonho, mas ela me fala, já que algumas coisas eu já não tenho mais uma lembrança tão clara. Que eu estava sentada, acordada, olhando para os pés da cama, quando ela foi me ver.
Muita gente não acredita, mas ela sempre... A minha mãe, né? Muita gente não acredita, mas ela, minha mãe, sempre acreditou na minha palavra. Já que foi a Nossa Senhora que enviou as duas filhas dela. Hoje, eu frequento um centro espírita, mas ainda sou muito devota da Virgem Maria. Ela viu a Virgem Maria, Sara. Olha, a Virgem Maria mandou ela e a irmã dela para a mãe.
Mas a irmã foi adotada, né? Não. Não, então foi isso. Não foi? Eu li que a irmã foi adotada, não foi? Ah, sim, foram. A primeira? Cinco anos antes dela nascer, sim. Não é? Sim. Ave Maria. Tem F e tem outra que eu gosto de cantar.
Essa eu não sei cantar. Eu sei cantar outra. Como é que é? O que eu aprendi é cantar com o padre Cleide Mar. O padre Cleide Mar Moreira era um padre que tinha um CD que eu adorava. Ele chamava Jesus Nesse Nome é Poder. Jesus.
Neste nome a poder. Nossa, Sara, olha a minha pantufa como tá embaixo, toda rasgada. E eu mostrando isso na câmera. Tem que comprar outra. Brasil, daqui a pouco meu pé tá pra fora aqui, ó. Nossa, eu tive um déjà vu agora. Com isso. É? Exatamente isso, você falando da pantufa. Meu Deus. Falam que quando a gente tem déjà vu, a gente entra em Sete Além. Ai, acabei de entrar, então.
É bizarro, né? Sara, minha pantufa. Tá aqui, tá aqui, tá... Ixi, agora eu não consigo mais. Saiu já do personagem. Já saí do personagem. Boa! É... Recebi um superchat aqui, ó. Da Shui Watanabe. Ixi, Maria. É isso? Acho que é. Shui A. Não amo seu trabalho e obrigado por me permitir... Ó, como escreveu. E obrigado demissão.
E obrigado, Demissão, por me permitir assistir ao vivo. Não vejo a hora de um Lenda Cat solo sobre trabalhos espirituais. Já teve. Ah, ela foi demitida. Ela foi demitida? Ah, ela tá agradecendo que ela foi demitida pra assistir o Lenda Solo ao vivo.
Eu pedi a pessoa assim, oi Daniel, pedi demissão para assistir as suas lives, obrigada. Quem estava dando para assistir, eu pedi demissão. Ai, eu amaria uma vida assim. Ai, eu não consigo assistir programa livre, eu vou pedir demissão. Eu amei. Próximo relato da noite é da Carol, e o nome do relato é A Mão Atrás da Cabeceira. Oi, Dan, oi, Sara e Trevosos, meu nome é Carol Caldas, eu sou de São Luís do Maranhão e morei boa parte da vida em área rural.
onde as noites sempre foram muito silenciosas e escuras. E foi justamente em uma dessas madrugadas que aconteceu algo que até hoje minha mãe não consegue explicar. Era madrugada, era de madrugada... Eu ia cantar uma música da Ana Carolina agora. Era madrugada, eu vi você até sentir tua mão... Conhece essa?
Não. Da Ana Carolina. Você não conhece a mãe das sapatas? Não tô lembrada dessa música. Qual música você conhece dela? Ixi, só aquela com o seu Jorge lá. Ah, é verdade. Já te perguntei. É isso aí. Só essa. Como a gente... Era de madrugada, todo mundo já estava dormindo.
A casa estava completamente silenciosa, daquele jeito que até o barulho dos próprios passos parece estranho. Minha mãe acordou para ir ao banheiro e não acendeu as luzes para não perder o sono. A casa estava escura, só com aquele leve clarão vindo de fora. Quase nada.
Quando ela voltou, sentiu vontade de passar no meu quarto para me ver. Coisa de mãe. Só para dar aquela olhada, para saber se eu estava bem.
Ela abriu a porta bem devagar, sem acender a luz. O quarto estava escuro, iluminado só por um restinho de claridade que vinha de fora. Dava para ver a silhueta da cama, meu corpo deitado, tudo aparentemente normal. Foi aí que aconteceu. Adoro esses...
Ela disse que no momento em que fixou o olhar na cama, ela viu. Saindo lentamente de trás da cabeceira, uma mão começou a aparecer.
Ela descreve essa mão como algo impossível de confundir com uma mão humana, uma mão normal. Era uma mão branca demais, mas de um branco pálido, sabe? Quase luminoso. E tinha um brilho estranho, como se refletisse uma luz que não existia naquele quarto. A mão se moveu com calma.
E passou por cima do meu rosto. Será que era só a mão ou era pra ver o braço? Vixe. A mão se moveu, passando por cima do meu rosto. Deslizou pelos meus cabelos como se estivesse me tocando. Don't touch. Minha mãe disse que quando viu aquilo, sentiu o corpo gelar na mesma hora.
Ela não conseguia gritar, não conseguiu sequer entrar no quarto. Ela estava de fora, né, olhando ali pela fresta. Só teve o reflexo de fechar a porta imediatamente. Ficou alguns segundos parada do lado de fora, com o coração...
com o coração disparado, tentando entender se tinha realmente visto aquilo ou se o sono havia pregado alguma peça nela. Mas o medo de me deixar ali dentro fez ela criar coragem.
Ela abriu a porta de novo. Quando ela abriu, o quarto estava exatamente como antes. Escuro, silencioso, and completely empty e completamente vazio. Desculpa, às vezes eu leio em inglês.
que eu fui alfabetizado, de língua, e completamente vazio, falando tudo errado, né? E completamente vazio. Não havia nada atrás da cabeceira, nenhuma mão, nada. E eu continuei dormindo sem perceber absolutamente nada.
Até hoje minha mãe jura que viu aquela mão pálida saindo de trás da cabeceira. E o mais estranho é que ela não é de inventar histórias, nem de acreditar facilmente em coisas sobrenaturais. Mas também nunca conseguiu encontrar uma explicação plausível para aquilo que ela viu naquela madrugada. E sinceramente...
Eu também não sei o que era. Pensou, Sarah. Ih! Ih! Uma mão. Uma mão vai na cabeça. Já tem a perna cabeluda, agora é a mão. Mas tem a mão peluda também. Tem a mão peluda? Tem, o Lenda da Mão Peluda também. Será que é da mesma pessoa que tem a perna cabeluda?
Tony Ramos, talvez? O pessoal tem uma referência de gente peluda por Tony Ramos, né? Sim, é porque ele é muito peludo, né? O Tony Ramos, uma vez, eu lembro que ele apareceu sem camisa numa cena da novela, todo mundo, meu Deus, como ele é peludo!
E às vezes eu posto umas fotos biscoitando e o povo fica... Filho do Tony Ramos? Filho do Tony Ramos? Ai, gente. O Tony Ramos já mandou um recado pra mim, sabia? Sério? Pro Lenda. Eu tenho no Instagram. Ele falou, oi, Daniel, do Lenda, um abraço pra você. Porque ele tava numa série da Globo na época. Era uma série de terror, era alguma coisa assim. E ele mandou, eu tenho esse vídeo. Vamos pro próximo relato da noite? Vamos pro próximo relato. Antes de ir pro próximo relato... Relato.
É, esses dias eu recebi um vídeo, depois, no final do episódio, eu mostro pra vocês. Vocês lembram que eu falei que eu fui, que eu falei, né? Vocês lembram que eu fui no Hotel Yara com a Anitta? E eu não sei se vocês lembram, mas eu falei que eu tinha um roteiro de filme na minha cabeça de alguém com dons mediúnicos que tocava na parede e aí voltava no tempo. Você lembra que eu falei isso, Sara? Sim. Uma seguidora minha...
Você acredita que ela fez uma montagem em IA e ficou muito legal? Você postou lá nos stories, né? Eu postei nos stories. Eu vi. Eu vou te mandar pra gente passar aqui. O que você acha? Manda aí. Eu vou te mandar no grupo pra gente passar esse vídeo aqui. Deixa eu só achar ele aqui. Espera só um minutinho que eu já mando pra você. Ela pegou a minha ideia. Ela falou, Dani, eu fiquei com isso na cabeça.
Vou mandar pra você, tá, Sarah, no grupo? Tô mandando, já foi. E ela falou que ficou com essa ideia na cabeça e fez um... tipo uma espécie de curtinha. E aí dá pra gente passar na tela inteira? Dá. Não sei se a gente passa na... É, porque a gente passa na tela inteira, aí tá na vertical, né? Ah, ele tá na vertical? Tá na vertical. A gente tem telinha pra vertical ou não? Tem, mas aí eu tenho que trocar aqui, porque ainda tá com a antiga.
Mas a gente passar na tela inteira fica estranho? Fica, né? Fica. Às vezes você pede pro Diogo arrumar. Você consegue pedir pra ele aí? Peço. Então pede pra ele. Você viu que a gente vai fazendo coisa na ao vivo. Vai pedindo pra um, pra outro. Fala pra ele deixar na horizontal pra gente passar. Que aí é 1 minuto e 24 de vídeo. Eu aproveito e vou fazer pipi no banheiro. Que eu tô com vontade.
E ela montou uma animação em IA e ficou muito legal dessa ideia de encostar a mão na parede e voltar no tempo. Lá no IARA. E ficou bem legal, eu vou mostrar pra vocês. Vamos pro quinto relato da noite, que é um relato do anônimo, ou da anônima, que não quer que o seu nome seja...
Nem o seu nome, nem o nome da mãe, né? Seja revelado. Oi, Dan. Boa noite. Tudo bem? Prefiro não me identificar para preservar também a minha mãe. Meu nome é Jorge. Brincadeira. Meu relato aconteceu há cerca de 15 anos. Há 15 anos atrás, hein? Na época, minha mãe fazia salgados para fora, né? Para vender.
Um dia cheguei do trabalho e encontrei ela sentada no chão da cozinha, com as forminhas de empada no colo, como se estivesse brincando de panelinha. Achei estranho e perguntei, óbvio. Mãe, o que a senhora tá fazendo aí no chão?
Ela estava de cabeça baixa, mas então levantou o rosto com um semblante sorridente e disse Quer brincar comigo? O que mais me assustou foi a forma como ela falou, com uma voz infantil, como se fosse realmente uma criança. Sem entender, eu falei meio bravo. O que é isso? Tá louca?
Ela começou a dar uma risadinha de criança e repetiu. Vamos brincar, menino. Eu tenho um monte de panelinhas. Tenho um monte de panelinha. A mãe doidona. Na hora, fiquei muito assustado, achando que era um espírito que tinha possuído e falei. Não, você não pode ficar aqui. Sai da minha casa. Expulsou a mãe de casa.
Nesse momento, a expressão dela mudou completamente. Ela ficou com muita raiva, chorou, pegou as forminhas e jogou em mim, dizendo Você é muito chato! Logo em seguida, como se nada tivesse acontecido, ela voltou ao normal. Olhou ao redor, confusa, e me perguntou o que havia acontecido.
se ela tinha desmaiado. E aí eu contei tudo. Disse que ela estava agindo como uma criança e que eu tinha achado aquilo muito estranho, até assustador.
No começo, ela não acreditou, mas depois ficou pensativa e preocupada. Isso nunca mais voltou a acontecer, mas até hoje me dá um frio na espinha só de lembrar. Gente, será que a mãe incorporou um erê? Será?
Do nada. Ele foi lá e brigou com o Ere. Vai embora! Nossa, mas do nada? Hã? Do nada incorporou? Então, tá lá fazendo um salgado, uma empada. Do nada incorpora. Será que dá? Será que é aí? Que pode fazer isso? Não sei, né? Não sei como funcionam as incorporações de Eres e as entidades. Não sei se eles encostam e já... Eu já vi alguns médiuns falando que dá pra você segurar, sim.
Sim, mas eles têm o preparo, né? Então, mas... É, então... O bate que não dá pra incorporar em você, por exemplo, do nada. Pois é, menina. Não sei se dá pra... A pessoa tá fazendo uma empada. É, então... Agora vou pôr... Do nada. Bessou? E começa uma vozinha. Ai, bizarra. Uma vozinha. Eu tenho medo, mamãe.
Até o relógio tocou. Vamos pra... Vamos. Nossa, tem hora que eu... Ó, o relógio tocou, 19 horas. Vamos pra agenda da semana? Vamos pra agenda da semana. Ó, pra você que tá chegando agora, eu tô lendo relatos sobrenaturais de mamães. É, o último agora, a mãe incorporou um erê ali e jogou as forminhas no filho. Ó, é o seguinte, amanhã é terça-feira.
Dia 5 de maio, nós receberemos aqui no LendaCast, às 18 horas ao vivo, o mestre Lucas, que abriu, inaugurou o templo de Lúcifer, lá no Rio Grande do Sul, tá? Inclusive, se eu não me engano, eu já fui no templo dele, quando estava começando assim, quando eles compraram a imagem de Lúcifer.
E aí deu problema com o Alvará lá. Eu acho que ele agora conseguiu abrir a igreja dele. Lá no Rio Grande do Sul. Então ele abriu uma igreja luciferiana. E o Mestre Lucas vem amanhã pra gente falar do quê? Falar de amarração. Falar de trabalhos. Tem um trabalho que eu tava vendo no Insta dele. Que chama Trabalho Vira Cabeça. Já ouviu falar, Sara? Não. Já ouviu falar não? Vira Cabeça? Que é o quê? Você quer que uma pessoa, por exemplo, você tenha um chefe chato.
que só te maltrata. Ou uma pessoa que você quer que goste de você. Você consegue fazer esse trabalho e virar a cabeça. É virar a cabeça? Não, é virar pensamento, eu acho. E virar a cabeça. E a pessoa consegue pensar coisas boas de você.
Eu vi no Insta dele. Uai! Então amanhã, Mestre Lucas, da Igreja Luciferiana, lá do Rio Grande do Sul, vem ao LendaCast pela primeira vez para falar sobre rituais, pactos e amarração amorosa, porque ele faz bastante também. Beleza? Beleza. Aí, senhoras e senhores, na próxima quinta-feira, dia 7, nós não teremos LendaCast formal aqui. O que é o LendaCast formal? Um episódio com convidados.
Ah, mas não vai ter lenda cash. Calma. Por que não vai ter lenda cash? Porque vai ao ar o episódio que eu gravei lá em Belém. Lembra que eu estava em Belém esses dias com o Natan? Pois é, Natan de Moura? Pois é, senhoras e senhores. Estava lá gravando no cemitério Santa Isabel, mostrando a moça do táxi, mostrando o Cláudio Ronaldo, a sepultura deles. E esse vídeo vai para o ar na próxima quinta, 18 horas. Os vídeos costumam ser menores do que duas horas lendo relatos aqui.
Mas por quê? Porque nessa mesma quinta-feira, às 18 horas, o vídeo de Belém vai pro ar. Acabando o vídeo, você vai pra onde? Você vai pro canal do SnyderCast. Sim! Eu vou estar no podcast SnyderCast.
8 horas, né? O que é apresentado pelo Danilo Snyder e pelo Sargento Castro. Vai ser a primeira vez que eu vou estar num podcast policial. E aí eu pensei comigo, gente, o que eu vou falar num podcast policial? Mas tem crimes, né?
casos criminais que viram sobrenaturais. Vi de próprio MTVU, que eu tenho as queridas janelas aqui na minha casa, que a gente esquece que essas janelas são inspiradas em MTVU. Temos MTVU, o caso do Castelinho da Rua Apa, são casos criminais que se tornam ali...
sobrenaturais. Até o caso do crime do Poço, né? Que antecede o Joelma. Então, na próxima quinta-feira, você vai ter dobradinha de mim. Vai ter o vídeo que vai pro ar às 18 horas aqui no canal, tá? Vídeo de Belém do Pará vai pro ar aqui no canal. Aí, depois, você terminou o vídeo aqui no canal, você procura Snydercast. Escreve Snydercast, mas...
Na dúvida, vai lá para os meus stories, que está o link lá. Oito horas da noite, eu vou estar ao vivo no SnyderCast com o Danilo Snyder e com o Sargento Castro, ao vivo, que é um podcast policial, para falar de sobrenatural. E pelo que eu vi, o Sargento Castro, desse episódio, ele já...
Ele já contou relatos sobrenaturais. Então vai ser bem legal também, porque ele foi da polícia há muito tempo, pelo que eu vi, né? E ele provavelmente tem relatos sobrenaturais. Se eu não me engano, eu já vi um vídeo dele contando relatos sobrenaturais. De aparições, de coisas, né? Porque, meu, para pra pensar.
Sei quem é policial, que trabalha na polícia, que trabalha... Não sei, bombeiros talvez, mas quem trabalha na polícia, que trabalha, sei lá, nas ruas, né? Fora o treinamento, que eu já ouvi falar que é bastante intenso. Dependendo de onde você trabalha, nas ruas, cara, você vai ver muita matança. Você às vezes vai...
acabar atirando em alguém, tirando a vida dessa pessoa numa troca de tiros. Então é uma vida, assim, que está muito perto da morte. Pode levar tiro, pode ter... Ixi, deve ter muita história. Então, na próxima quinta...
anota 18 horas o vídeo aqui gravado, que eu gravei em Belém, e 20 horas, aí se sai daqui do meu canal, vai lá no SnyderCast, quero ver todo mundo lá, todos os trevosos e trevosas lá, ao vivo, junto com o Danilo Snyder e com o Sargento Castro. Beleza? Beleza. Vamos para o próximo relato? Alguém vai fazer o vídeo aí, Sarah?
O Diogo falou que... Não pode, né? Não dá, aí marcou a Stephanie, ela não respondeu. Alô, Stephanie, atenção. Eu tô tentando fazer aqui, mas tá difícil. Você quer fazer o quê? Você tá tentando fazer o... É, o jeito. Entendi. A Aline falou aqui, ó, bombeiro também, salvamento em lugares inóspitos de acidentes. É verdade, Aline, também tem essa de bombeiros que...
Eu falo bombeiro porque talvez é menos assim, né? Mas é verdade, bombeiro entra em... Mas quando a gente fala bombeiro, a gente lembra só do incêndio. Mas bombeiros ajudam em muitas coisas, né? Desde incêndios, grandes incêndios, até resgatar um gatinho da árvore, você pode chamar um bombeiro também. Eu acho que pode, né? Eu já vi gente chamando bombeiro para resgatar o gato da árvore. E eu chamaria, porque meus gatos subindo em um lugar ali, eu não consegui subir. Chama um bombeiro forte, que leca.
Vamos para o próximo relato da noite? Vamos para o próximo relato da noite. Para você que está chegando agora aqui no LendaCast, eu estou lendo relatos sobrenaturais de mamães que envolvem as nossas mães ou avós. Especial dia das mães, né? Porque domingo o próximo é dia. Será o dia das mães, né? Vamos lá. A Juliana, o relato da Juliana chama-se Santa Rita de Cássia.
Oi Dan, tudo bem? Meu nome é Juliana, eu sou do Rio Branco, no Acre, e eu sou viciada no seu canal. Obrigado, querida. Adoro você e a Sara, seu trabalho é incrível. Obrigado. O meu relato é sobre algo que aconteceu comigo quando eu tinha menos de dois meses de vida. Nossa, alguém te contou, né? Ou se você lembrar, já é sobrenatural, né? Eu cresci com a minha mãe contando essa história pra mim.
O nome da minha mãe é Rita de Cássia e ela recebeu esse nome da minha avó em homenagem à Santa Rita de Cássia. Pois bem, por ser muito devota, a minha mãe sempre teve uma imagem da Santa Rita de Cássia pendurada em cima da cama.
Na época, o quarto dela não tinha cabeceira, era só a cama encostada na parede e a imagem ficava um pouco acima do travesseiro. Meu Deus, essa imagem cai na cabeça? Relativamente mais baixa.
Quando eu nasci, eu era muito pequena, branquinha e magra. Parecia até um bebê prematuro de tão frágil. Embora hoje eu tenha 1,72 de altura, coxas grossas. Ah, que eslaca, né?
Hoje eu tenho 1,72m de altura. Mas, ao mesmo tempo, eu era um bebê muito tranquilo. Mamava bastante, quase não chorava. Tanto que minha mãe conseguia fazer as coisas em casa e me deixava deitada sozinha no meio da cama, sem preocupação.
Na época, além do trabalho como servidora pública, a minha mãe também tinha uma cozinha em casa, onde fazia marmitas por encomenda. E foi...
justamente em um desses dias, então ela estava lá fazendo marmita, foi justamente num desses dias que tudo aconteceu. Como de costume, ela me deitou na cama, de barriga para cima, e foi para a cozinha para preparar as marmitas, me deixando sozinha no quarto.
Mas quando ela voltou, eu estava virada de bruços na cama. Dan, para um bebê com menos de dois meses de vida e ainda tão frágil como eu era, isso simplesmente não fazia sentido. Seria impossível eu me virar sozinha. Só que não para por aí. Eu estava de bruços, de frente para a imagem de Santa Rita, de Cássia e rindo.
Minha mãe conta que na hora ela se arrepiou inteira e até hoje se arrepia quando lembra. Mas não foi um arrepio de medo, aquele medo ruim, né? Como se algo estivesse querendo me levar. Muito pelo contrário, ela sentiu aquilo como uma presença, não, como presença não, como algo sobrenatural, como um sinal de que Santa Rita estava ali para me proteger. Obrigado.
Até hoje a gente não sabe o que aconteceu. Se eu me virei sozinha ou se foi a própria Santa Rita de Cássia que me virou na cama. O que eu sei é que eu estou aqui até hoje e me sinto sim uma mulher muito abençoada. Graças a Deus. Hoje é relato de fé, né? Hoje tá, né? Hoje é relato de fé, né?
Ela é bonita, né? É um esquenta já. É um esquenta já. É um esquenta pro relato de fé. Obrigado pelo seu relato. Amei! Ela virou ali a Rissele e falou que ela tá trocando uma ideia com a Santa. E aí, Dona Santa Rita de Cássia? A história de Santa Rita de Cássia...
Ela é muito... é uma história... Até anota isso aí pra virar corte, Sara, porque aí... Tô anotando. A gente já faz... Sara tá ligada. A história de Santa Rita de Cássia é uma história muito bonita. Mas também é uma história de... É uma história muito triste, assim, né?
Além de ser uma história bonita, é uma história muito triste, porque Santa Rita de Cássia, antes de ser santa e tudo, ela foi casada, teve filhos, e ela meio que sofria violência doméstica, o marido dela era meio otário, o marido dela era violento e tudo. E Santa Rita de Cássia rezava muito pelo marido.
para a conversão dele. Tanto que na época o marido saía para as batalhas também, saía para as guerras, para lutar. Porque naquela época não tinha lei, né, gente? Naquela época tinha o quê? Tinha espada, que você matava as pessoas para mostrar quem manda. Era selvageria. Então o marido dela ia para as batalhas e ela ficava em casa rezando para que ele não matasse ninguém e para que ele não... Então, vamos lá.
cometesse nenhum erro grave contra Deus e tal. Tanto que, numa dessas batalhas, o marido de Santa Rita de Cássia é morto. Eu estou resumindo bem por cima a história, tá? O marido de Santa Rita de Cássia é morto numa dessas batalhas. E aí os filhos já crescidos...
ficam com muita raiva dessa pessoa que matou o pai e prometem se vingar, prometem matar, acabar com essa pessoa que matou o pai. E aí o que acontece? Santa Rita de Cássia ora para Deus e pede para Deus um pedido polêmico. Fala assim, Deus, se for de sua vontade...
que meus filhos morram, mas não matem ninguém. Eu não quero sangue escorrendo nas minhas mãos. Pois bem, os filhos dela vão para a batalha e morrem, e não matam ninguém. Santa Rita de Cássia fica sozinha, sem marido.
sem filhos, e resolve então entrar para um convento em Cássia, na Itália. Gente, eu visitei Cássia, inclusive, está no roteiro da nossa viagem. Vou falar da nossa viagem. Está no roteiro da nossa viagem, visitar Cássia, visitar o corpo de Santa Rita, em novembro. Eu visitei Cássia, a cidade é linda. Estava chovendo um dia, mas mesmo assim é linda. Parece uma cidade de filme e de comédia romântica. Casinhas lindas. Linda, linda, linda, linda, linda.
E aí Santa Rita de Cássia entra para um convento de freiras e diz que vai viver para Deus agora, porque Deus permitiu que os filhos dela não cometessem o pecado de matar ninguém.
Santa Rita de Cássia era muito obediente. Santa Rita de Cássia era uma das freiras que já era um pouco mais idosa, mas era muito obediente tanto com as noviças como com as madres superiores. E pela sua obediência, uma vez uma madre superiora,
manda ela regar uma... Eu não lembro se era uma roseira, mas eu lembro que a Madre Superiora manda ela regar um pé de rosas já... Não, não era um pé de rosas. Eu acho que era...
Eu lembro que era uma planta que já estava morta, que não ia dar mais. E aí para testar a fé dela, a Madre Superiora manda ela ficar regando todos os dias essa planta morta, esse pezinho morto dessa planta. Eu não lembro se era rosa. Me corrijam aí se eu estiver errado. Mas eu lembro que...
Santa Rita de Cássia, muito obediente que era, obedecia à Madre Superiora e regava essa planta todos os dias, incansavelmente. E um dia essa planta floresce, nasce de novo. E aí até a Madre Superiora e as próprias freiras...
É um milagre, né? Esse é um dos milagres. A Santa Rita de Cássia, por ela ter tido uma vida muito dolorida, ela rezava diante de uma imagem de Jesus crucificado. E nessa imagem de Jesus crucificado, ela via sempre...
a coroa de Jesus e isso causava para ela um grande incômodo e ela dizia por que Jesus sofre tanto e eu não posso sofrer eu queria muito que eu pudesse sentir 1% da dor de Jesus na cruz e aí ela sempre meditava sobre a dor de Jesus com a coroa de espinhos um dia E aí
Uma das... conta-se que um dos espinhos da coroa de espinho se descola da coroa de Jesus, que era uma imagem, e vai direto no...
Na testa dela. Só que isso era uma visão dela. Ela pediu tanto para ter um pouquinho da dor de Jesus, que ela vê um espinho da cruz da imagem de Jesus crucificado, se desprende e causa um ferimento na testa dela. E ela...
volta pro quarto dela com uma dor intensa na cabeça, olha no espelho só que não vê nada. E aquilo vai se tornando um machucado na testa dela. E esse machucado fedia podre pelo convento inteiro. Quando o padre Fábio Marinho veio aqui, ele contou essa história de Santa Rita de Cássia. E aí ela...
vê que aquilo começa a infeccionar, começa a ficar doer, começa a feder. É uma coisa feia na testa dela, tanto que tem uma imagem dela orando com o ferimento do espinho assim.
E dizem que as outras freiras não aguentavam esse cheiro e falavam para ela, vai cuidar disso e tudo e tal. E ela entregava essa dor desse ferimento, ela entregava para Jesus. Ela entregava e falava, não, essa dor é para Jesus.
E aí tem um outro milagre dela que conta-se que uma parente dela, porque como ela tinha parentes, né, ela foi casada e tudo, eu acho que era uma cunhada dela, vai visitar ela. Mas era uma parente dela, vai visitá-la. Quando ela já tá bem doente. Bem doente. E aí ela pede pra...
E essa cunhada, agora eu não vou me lembrar bem dessa história, eu preciso rever. Eu lembro da história do Espinho porque é bem mística, bem sobrenatural. Mas pelo que eu me lembro, essa parente dela vai e pede a cura de uma doença muito grave, que na época podia ser um câncer, mas que ainda não tinha esse diagnóstico. E aí ela pede para ser curada.
E aí ela pede pra essa cunhada fazer a mesma coisa, pelo que eu me lembro é assim a história, ela pede pra cunhada fazer a mesma coisa que a Madre Superiora fazia pra ela. Regue uma rosa que tem no seu quintal. E aí a mulher falava, mas não tem rosa no meu quintal. Aí a Santa Rita fala assim, reza, porque quando essa rosa florescer, você vai ser curada. E essa mulher...
não entendeu nada e regava uma planta lá no quintal dela, essa cunhada, e dizem que um dia veio um inverno rigoroso, um inverno muito forte, e nesse inverno essa rosa floresceu, e essa mulher foi curada, e quando ela foi agradecer Santa Rita, Santa Rita já tinha falecido. E aí Santa Rita vira a Santa das Rosas também, pelo que eu me lembro, o pessoal tá falando aqui,
que parece que Santa Rita regava um de rosa mesmo. Mas eu vou rever a história dela, mas o que eu me lembro da história dela realmente em detalhes é a do espinho. Quando ela morre, esse ferimento na cabeça dela, do espinho, se cura.
E enquanto ela está com o corpo lá exposto para as outras freiras, aquele cheiro de podre do ferimento se converte em um cheiro de rosas. E dizem que até hoje lá na igreja em Santa Rita de Cássia,
Você consegue sentir o cheiro das rosas. Tem o quarto de Santa Rita, de Cássia. E dizem que até hoje tem a roseira que ela regou na época que estava morta e renasceu. E que essas rosas não morrem nunca. Era essa a história.
É bonita a história de Santa Rita de Cássia. Você já tinha ouvido a história de Santa Rita de Cássia? Santa Rita de Cássia, por conta dessas histórias, por conta dessa rosa que estava morta e que renasceu, que era impossível isso acontecer, ela é conhecida pelos católicos como a Santa das Causas Impossíveis. Boa!
Boa, vamos pro próximo relato da noite. Vamos pro próximo relato da noite, que é da Juliana. E, ó, o relato dela vem com uma lição, hein, Sara? Nunca brigue com a sua mãe. Importante. Importante. Você briga com a sua mãe, Sara? Não. Não? Não mais. Eu brigava com a minha bastante. Ah, eu brigava na adolescência, né? Mas aí é coisa de adolescente. Eu brigo com a minha mãe hoje. Sabe por que eu brigo com ela?
Esses dias operou varize. Foi lá, fez a operação. Tá tudo certo com a operação. Do nada, ficou com vontade de comer um bolo. Foi andando pro mercado lá embaixo. Olha.
pé. Quando ela sobe, ela já sobe com o bolo pronto. Falei, mas você fez bolo agora? Ai, fui no mercado a pé comprar. Falei, mas gente, acabou de operar, por que não foi de carro? Não, não posso dirigir. Mas pode andar quatro quarteirão. É, não entendi. Por que ela não pediu pra você ir? Pois é.
Não, porque eu acho que eu tava fazendo alguma coisa aqui. Não sei se tava fazendo live. Ah, tá. Não tava fazendo live. Mas ela... Por que que ela não falou pra mim? Gente... É, mas é aquilo. O médico pede repouso e... Ela faz o quê? Foi andando. Sobe no telhado. Sobe no telhado. É isso. Aí eu vou lavar o telhado. É. É só assim. Gente do céu. Então o relato de hoje é... Não brigue com a sua mãe. Boa noite, dama. Me chamo Juliana, mas pode me chamar de Ju.
Antes de mais nada, obrigada por me fazer companhia todos os dias. Sim, todos os dias. É minha recarga diária. Obrigado, Juliana. Obrigado, Ju. Você sabe que eu encontro muita gente na rua.
no mercado, na sauna, muita gente na balada que fala, Daniel, eu te assisto todos os dias. Teve um cara um dia que me encontrou, falou, Daniel, olha aqui, tirou o fone e tava me ouvindo o episódio meu com a Analu. Eu com a Analu Portugal. E eles falam e tem alguns que eles amam, assim, tem alguns que a maioria ama. Sempre falam da Josi, sempre falam de Sete Além e a Analu.
São os três tops convidados que eles amam. Aí, Mayra Rocha. Três tops convidados que eles amam sempre falar. Um dia eu tava no aeroporto, a moça falou pra mim, como que eu faço pra receber uma carta da Mayra? Falei, você tem que ver quando é o relato, quando é o evento e tal. Ai, adoro seu canal, só que esqueci seu nome. Ou seja, eu esqueci o nome dos meus convidados que vem no meu canal.
E não lembro o meu nome. Mas eu fico muito feliz, falando a sério agora, que vocês me assistem. E eu sou companhia de vocês. É engraçado aqui. Estamos com 2.300 pessoas me assistindo. Gente, tem 2.300 pessoas me vendo agora. Eu estou na casa. Eu estou na sua casa. Deixa eu olhar a sua casa aí como é que é. Olha lá. Banheiro bonito da senhora. E esse gatinho aí? Estou vendo.
Chamando os gatos. Alexa. Atenção, Alexa. Adoro fazer isso, porque ativa a Alexa do povo. É muito bom. É muito bom. Alexa, tocar Britney Spears. No volume máximo. No volume máximo. É três horas da manhã. Alexa, tocar I'm Slave For You de Britney Spears no volume máximo.
Ok. Começa a tocar. Vamos lá, então. Vamos para o relato, né? Ela falou aqui que ela me assiste todos os dias. Bom...
Eu sou de Tambaú. Ah, eu já ouvi falar de Tambaú. Cidade do Beato Donizete. Atualmente moro em Ribeirão Preto. E vejo você todos os dias de verdade. Meu relato aconteceu nessa cidade de Tambaú. Tem gente falando que tá no banho aqui. Olha lá, a Patrícia falou que as cachorras ficaram loucas.
Cadê o Nini? Eu faço isso com meus gatos. Daqui a pouco eles vêm aí. Faz mesmo. Meu relato aconteceu em Tambaú. Na época eu tinha entre 9 e 10 anos. Hoje eu tenho 47 anos.
Eu e minha mãe sempre tivemos uma relação difícil. Ela era virginiana. Meu Deus! Eu amo quando a pessoa fala que a pessoa teve uma relação difícil e joga pro signo. Eu era virginiana. Não, ela era virginiana e eu escorpião. Então era briga todo dia. O virginiano querendo tudo perfeito e o escorpiano querendo tudo perfeito.
Querendo se vingar. Que eles loucos, né? Um dia tivemos uma briga muito feia e já era noite. Entrei no meu quarto depois do jantar e fui fazer coisa da escola. Aí, Dan do céu, eu cresci ouvindo histórias de mula sem cabeça, caipora, saci e outras coisas. Minha mãe é de São Manuel, ali pertinho de Avaré. E Dan, naquele pedaço de chão, tem histórias maravilhosas.
Bom, eu tô no meu quarto, fazendo a minha tarefa e xingando a minha mãe em pensamento. Olha, xingando a mãe. Xingando mesmo, desejando coisas horríveis pra ela. A casa que eu morava era a casa de Coab, então era murada. Tinha portão, uma casa... era uma casa normal. Dan, por Deus que tá no céu. Olha lá, aí não pode jurar por Deus, minha mãe dizia.
Comecei a ouvir passos no quintal, mas não era um passo comum, eram passos tipo trote de cavalo. Fiquei gelada quando, de repente, começa a relinchar.
Eu começo a relinchar muito forte na minha janela. E eu fiquei com muito medo, porque eu era muito medroso. E o relinchar não parava, só ia aumentando. Nossa, imagina o povo assistindo em casa. Imagina o povo entrando. Você tá assistindo aí. Eu aqui assim, ó.
Tá incorporando. Dan, eu abri a porta do meu quarto e adivinha aonde eu fui dormir? Sim! Fui dormir com a minha mãe e com o meu pai e nunca mais tive aqueles pensamentos e desejos contra a minha mãe.
Hoje, a minha mãe tem 75 anos. Nós ainda brigamos, mas não ficamos longe uma da outra. Moramos no mesmo bairro, quase na mesma rua. Não imagino a minha vida sem ela. Já perdi meu pai há 22 anos, mas a minha mamis poderosa é o meu porto seguro. Olha lá, tá vendo? Mesmo sendo virginiana e escorpiniana.
Elas brigavam, elas não brigam mais, né? Se amam. Que bom, que bom. É, essa coisa, né, do... De não amar mãe e pai...
É muito complicado, porque a gente cresceu ouvindo, né? Que a gente não pode odiar os nossos pais. A gente cresceu ouvindo que... Qual é o quarto mandamento da lei de Deus, senhoras e senhores? Honrar pai e mãe, né? Eu lembro que nos retiros da vida que eu ia, quando eu era católico, um gayzinho católico...
Eu lembro que eles faziam uns encontros de pai e mãe. Tocava aquela música do Anjos de Resgate, que eu choro até hoje. Tua família. Conhece essa?
Não. Volta pra ela, tua família, te ama e te espera. Nossa, eu chorava tanto com essa música. Eu chorava, eu sou um péssimo filho. E aí eu entendia que os nossos pais também têm erros, como eu também tenho erro. Mas tem gente que tem histórias muito pesadas com pai e mãe.
Pesadas mesmo, né? Tem pai que abandona os filhos, que abusa dos filhos, que mata. Então não tem como, né? Você pedir que um filho desse... Do nada, eu tô falando uma coisa de família. Aí eu corto aqui pra um comentário. O CJ Farias. E essa potranca, hein, Dan? Mas o que é potranca? Ah, potranca é cavalo, eu acho.
É? É um tipo de cavalo, chama potranca. Sei lá. Potranca, porque você é bom. Como que você tá vendo minha potranca? Minha potranca tá... Mas voltando aos pais e as mães, é... É isso, né? Tem muita coisa de...
muita coisa pesada nas relações familiares de outras famílias, né? Então a gente não dá pra falar pra alguém honrar o pai e a mãe, sendo que o pai... Claro, a gente não queira que vocês façam mal pro pai ou a mãe de vocês. Quando vocês puderem viver a vida de vocês longe, se fosse o caso, né? Mas eu ainda bem que hoje em dia eu tenho uma relação ótima com o meu pai e com a minha mãe.
Eu já tive muitos problemas. Com a minha mãe, nem sempre. Mas vocês sabem que amar demais também é um problema. Porque na minha família, o que aconteceu? O meu pai, ele sempre, já devem saber, ele sempre bebeu muito a vida inteira. Então, isso é uma doença, tá gente? Eu não estou falando isso como culpa dele. É uma doença.
Entrou pro vício e tudo mais. Então ele sempre... Meu pai era muito estourado. Então, por exemplo... Hoje ele é bonzinho. Mas uma vez eu lembro que ele tava arrumando um relógio. E eu era criança. Ele tava arrumando um relógio despertador. E ele ficava puto quando ele não conseguia colocar o relógio pra despertar. Quando, de repente, ele quebrou o relógio, Sara. Ele fez... Ah!
E eu só vi ele passando com o relógio destroçado. E aí eu tinha medo dessas coisas do meu pai, dessas manifestações de raiva. E minha mãe, no começo, ela chorava, ela ficava mal, ela me pegava, ficava... Eu e ela coada, com medo do meu pai. Só que o meu pai fez isso uma vez, duas vezes, três, quinze, dez, vinte, trinta, quarenta, cinquenta. E na vigésima vez, a minha mãe já tava assim, cala a boca. Você não vai fazer isso aqui em casa. Botando ordem.
que eu achei o máximo, entendeu? Porque a minha mãe, ela abaixou a cabeça no começo. Quando ela começou a crescer pra cima dele, ele começou a parar um pouco. Só que era sempre uma relação de briga, sempre. E a minha mãe, eu sempre vi ela como a heroína, assim, porque ela não deixava meu pai crescer. O meu pai uma vez bebeu, ela tava de cesárea.
E aí ele veio pra cima de mim me bater, porque ele bebia. Ih, era um bêbado chato. Ela desceu de cesárea e botou ele pra longe, assim. Então minha mãe, ela não deixava... Ela era aquela que ia pra cima. Ela não ficava... Ela se recuou no começo, mas depois ela ia pra cima e batia de frente. Então eu tive minha mãe como o maior exemplo de heroína. Eu falava, caralho, é isso! Eu quero ser mãe! Aqueles loucos. Eu quero ser igual a ela.
E aí eu comecei a odiar o meu pai, a odiar, queria que ele morria, e amar demais, endeusar a minha mãe. Quando meu pai começou um processo de parar de beber, foi muito difícil. E até hoje é um processo pra eu...
amá-lo igual, sabe? Eu sei que hoje eu tenho coisas que eu faço mais pra minha mãe, como dar dinheiro, como fazer tudo pra ela, e pro meu pai eu fico, pra que que você quer? Entendeu? Eu ainda esses dias ele tava voltando de viagem, aí eu, pra minha mãe, toda vez que ela vem de viagem...
E eles não gostam, às vezes, eles não querem ir com a gente de viagem de carro. Porque tá uns 60 a mais que quer viajar sozinho, de ônibus. Aí eles chegam na rodoviária, eu sempre falo, mãe, você quer que eu te busque? Aí meu pai tava vindo esses dias...
Veio um Daniel dentro da minha cabeça e falou assim, oferece pro teu pai também, pra ir buscar ele lá. Então eu tô vendo que eles estão ficando mais idosos, eles estão super jovens, estão com 60, minha mãe vai fazer 62, meu pai já tem 62. Só que eles são super jovens, andam de ônibus pra cima e pra baixo, pelo monte de coisa. Ixi Maria.
Mas por que eu tô falando isso? Porque é um processo. Porque você não pode... Quando você endeusa demais um ou outro, você acaba odiando o outro. Então hoje em dia eu tento dosar a quantidade de amor pros dois. Não é dosado segurar o amor. Mas é entender que os dois precisam ser amados. Mas foi um processo. Foi um processo. Eu já desejei, gente.
que o meu pai morresse, nossa, eu falo isso com todas as palavras, eu queria que ele morresse, eu falava, Deus, leva essa praga, porque meu pai bebe demais, enche o saco da gente, meu pai chegava bíbado, eu já levei tudo isso pra terapia, meu pai quebrava as coisas, e não sei o que, e aí hoje em dia eu falo, meu Deus, olha, eu queria que meu pai morresse, talvez se ele tivesse morrido naquela época eu ia ter um remorso, ia ter um trauma muito grande.
Por que eu tô falando tudo isso? Tô pesando muito o clima. Porque às vezes a gente odeia os nossos pais, né? O nosso pai ou a nossa mãe por um momento que eles estão passando. Seja de álcool, de droga, seja de doença narcisista. Mas às vezes eles... Você tem que ter muita vontade também pra esperar eles melhorarem. Porque eu não esperei. Eu saí de casa. Eu saí de casa, eu fui morar em outra casa, eu deixei meu pé pra trás. Mas a minha mãe, ela... E...
eles resolveram não separar. Então hoje eles estão bem, meu pai não bebe mais, minha mãe ainda dá um pega-paca-paca com meu pai, mas é um pega-paca-paca só de discussão boba, não é nada do que era antes, sabe? Então quer dizer, por que eu estou falando isso? Porque às vezes o processo ainda vai acontecer para você, para você perdoar os seus pais, e não estou falando que perdoar significa ficar perto, não.
Eu não sei a sua história, mas às vezes vai acontecer ainda o momento da chuva vai passar, sabe? Eu me emociono falando isso porque eu sempre considerava, eu escrevi uma peça uma vez que se chamava Lembranças da Chuva, e eu considerava esse momento de dificuldade com meu pai bêbado em casa como uma grande tempestade, que um dia ia passar. E passou.
passou, hoje em dia nós vivemos alegrias todos os dias com meus sobrinhos, com os netos deles mas foi um processo muito longo, foram, meu pai bebeu 30 anos gente, eu tenho 40 então quanto tempo faz pouquíssimo tempo, meu pai faz 10 anos que não bebe, é muito pouco tempo por tanto que ele bebeu, por tanto que minha família foi destruída até hoje
e fazer relato de dia das mães, eu acho que é mexer com família também, né enfim vamos pro próximo relato tem, tem, a Sara já a Sara a Sara Sara Shiba, Sara já veio com lenço ixi, como eu choro né, na live live de terror, expectativa live de terror, realidade choro
Muita terapia envolvida. Muita terapia. Mas você entende? A minha mãe tá assistindo. E tá chorando por quê, Dani? Por que tá chorando? Ah, gay. Pelo amor de Deus. Para de ser gay. Para com isso. Lembra aquele relato? Não, eu choro, mãe, porque eu lembro das coisas, né? Eu lembro do... Pra mim é muito... É muito... É muito vivo ainda, né? A gente contar as histórias.
De família. E quando fala de mãe, por exemplo, eu tenho a minha mãe como heroína, eu tenho a minha mãe como a mulher que venceu todas as coisas. Minha mãe odeia que chamei ela de guerreira, mas eu vejo ela como uma guerreira. Só que eu também estou trabalhando a ideia do meu pai. Meu pai parou de beber.
Eu tenho muito orgulho dele, que ele parou de beber, que ele conseguiu parar. Mas eu tenho que trabalhar também outra coisa, né? Que é a vivência do dia a dia, né? Mas isso é um processo. Ok? Para de chorar, gay. Vamos pro... Eu adoro que minha mãe é muito... Fazendo pilates. Tá chorando por quê? Eu entro na live pra ver terror, você tá chorando por quê? Ela tá fazendo pilates? Ela falou, ela falou, eu cheguei agora, eu tava fazendo pilates.
Você viu como ela é hoje em dia? Essa é a preocupação dela, tá certíssima. É, a gente tem que fazer também. Hã? Tem que fazer pilates também. Eu choro porque... Quando eu encontrei com o pessoal lá em Porto Alegre, eu falei pro pessoal, eu falei, ai... Eu choro muito nas minhas lives, né? Sou muito chorão. Aí o pessoal, a gente chora junto. O povo chora mesmo. Vocês choram junto comigo? Ai, eu não posso ver ninguém chorando. Mas quando eu lembro dessa...
Quando eu lembro dessas histórias, né? Falar de mãe, falar de família pra mim, é muito... É muito... Não é pesado, é muito gratificante. É gostoso falar e chorar, né? E lembrar das coisas boas como elas passaram, né? Sim. Mas eu não tenho... Com a minha mãe eu não tenho problemas não, né? Mas eu tenho problemas... Eu tive problemas com meu pai. Hoje eu não tenho mais problemas com meu pai. Mas fica, né?
Mas fica muito impregnado. Aqui no Jodeile, seu pai era doente, Daniel, colhia uma doença. Sim, eu falei isso quando eu comecei a contar. Eu tenho... Eu tenho muito... Muito... É certo que... Que é uma doença, né? A gente acha no começo que é uma semvergonhice e tudo, né?
Mas é um contexto, né? Enfim. Eu falei pra minha mãe esses dias, vou fazer uma live um dia com você e com o pai. Aquela falou, eu não.
Minha mãe é dessa, gente. Ah, não. Poucas, ela é poucas. É, é poucas. Vamos pro próximo relato da noite. É da Catarina. Minha mãe teve um embate real com o demônio. Olha lá. Madre Pia. Poucas essa daí também. Hã? Essa mãe daí também é poucas. Essa mãe é poucas com o diabo, né? Meu pai, só uma coisinha, mais um parênteses. Meu pai tinha momentos, minha mãe tá aí pra confirmar.
Que quando ele bebia, ele chamava por Satanás em casa. Eita. Ele chamava. Ele falava, é o Satanás que tá aqui. Pra você ver como tem o espiritual. É. Mas tinha momentos que ele rezava Ave Maria na cama dele. E depois chamava o Satanás da cozinha. Então ele... É, um equilíbrio. Um equilíbrio. Mas não, era um negócio assim. E minha mãe chamava ele, sabe do quê? Do quê? De Boizebu. Boizebu. É, ela falava, não é Boizebu, é Beuzebu, mãe.
Aí ela falava, esse Boizebu eu dava risada. Mas hoje eu dou risada, mas na época era complicado. Vamos para o próximo relato da noite? Oi Dani, oi Sara. Não perca o episódio do LendaCast, me chamo Catarina, sou de Brasília. Lá por 2010, quando eu tinha 15 anos, eu fazia parte da pastoral da igreja.
inclusive eu vi o padre Caio Queiroz, olha, ser ordenado, o padre Caio Queiroz que veio aqui da Igreja Ortodoxa. Sou ortodoxa desde os meus sete anos de idade, hoje eu tenho 30, e os meus filhos também foram batizados na Igreja Ortodoxa. Minha mãe sempre manteve nós todos, os seis filhos dentro da igreja, mesmo ela não indo muito. É uma mulher com muita espiritualidade aguçada.
sempre foi certeira nos conselhos e visões em sonho. O que ela pressente ou sonha pode esperar que vai acontecer. Num belo dia, eu e minha irmã mais nova, mais nova que eu um ano, que na época também era dessa pastoral na igreja ortodoxa, fomos para a missa como sempre.
Nossa irmã mais velha morava perto da paróquia na época, né? Então resolvemos dormir na casa dela. Nessa noite, por algum motivo que eu não me lembro qual era, minha mãe ficou sozinha em casa. E aí que ela vai descer a lenha no sataneide.
Minha mãe conta que por volta das três da madrugada, escutou algo rastejando, como se fosse uma cobra grande. Achou que fosse algum... Não, peraí. Achou que algum bicho poderia ter entrado, mas quando ela ligava a luz, o barulho parava. Aquele barulho... Não, peraí.
Só que em determinado momento o barulho continuou, mesmo com a luz acesa. Como ela não viu nada, achou que poderia ser algo fora, pois a parede do quarto dava para a rua. Então desligou a luz e deitou novamente. Ela sentiu algo subir na cama, mesmo no escuro. Viu uma silhueta. Parecia uma criança.
Ela conta que no susto pulou para acender a luz. Só que aquele ser agarrou nela no momento em que ela saltou da cama. Já pensou?
Nossa Senhora. Meu Deus. Aquele ser agarrou ela no momento em que ela salta da cama. Ela conta que conseguiu acender mesmo com o peso daquela coisa sobre ela. E a coisa, essa coisa, ela denomina como demônio, pois estava grudado nas costas dela. E quando ela olhou para trás, era um rosto deformado, com dentes podres, um sorriso diabólico. Meu Deus, Sarah. Credo.
Ela disse que tentava gritar, mas não conseguia. E quando tentou se soltar, começou a rezar o Pai Nosso.
Ela disse que piorou. O demônio tomou uma forma de serpente da cintura para baixo, meu Deus. E começou a apertar, se enrolar nela inteira. E quanto mais ela repreendia em pensamento, o demônio, meu Deus. O demônio sorria mais de maneira diabólica para ela. Como se...
como se dissesse que não iria adiantar ela rezar. Ela conta que nunca sentiu tanto medo na vida. Parecia que ela ia morrer. Como ela é muito devota de Nossa Senhora Aparecida, ela olhou para um quadro que tínhamos de Maria.
Sabe esses quadros bem antigos em que aparece apenas o rosto de Maria com um véu branco e um manto azul? Sei, sei qual que é. Então, ela conta que olhou para esse quadro e em pensamento... Em pensamento ela suplicou pela intercessão. Assim que o demônio percebeu, ela olhando para o quadro, ele fraquejou o aperto e ela conseguiu gritar a plenos pulmões.
Ave Maria cheia de graça, venha ao meu socorro. Hoje é relato de fé. Hoje é. Relato de fé hoje. Ela disse que o demônio gritou. Eu gosto de fazer o demônio gritando. O demônio gritou olhando para o quadro, se desenrolou do corpo dela, como se algo o tivesse forçado e jogado no chão. E o demônio simplesmente...
Sumiu. Não sabemos ao certo quanto tempo ela ficou nessa luta corporal, porque ela também não se recorda, mas diz que não conseguiu dormir depois disso. Obviamente, sei que quando chegamos de manhã, ela nos contou essa história.
Ela estava empavorada e quando levantou a blusa, o corpo estava roxo, a cintura estava com marcas que pareciam cordas amarradas com muita força. Ela compara o rosto e o tamanho do demônio.
com aquele demônio que aparece no filme A Paixão de Cristo, em que Lúcifer carrega no colo... Ah, sei o anão. Era uma pessoa com nanismo que fez, mas... Meu Deus. A Paixão de Cristo que Lúcifer carrega no colo. Diz que a diferença é que era um rosto mais deformado e os dentes eram todos pretos e podres. Tem várias histórias que ela conta que quando era criança...
Sobre os vizinhos, os avós e pais dela. Ela é uma mulher extraordinária. Não é só porque é minha mãe, viu? Mas porque ela viu o demônio e conseguiu derrotá-lo. Gente, imagina! Eu imaginei mais como a freira que tá atrás de você.
Ah, o quadro? Pensei que a Sarah tá me assustando com a freira atrás de mim. Não, o quadro, pelo amor de Deus. Meu Deus do céu. Fala, a freira que tá atrás de você. Eu assim, ó, travei. Que freira.
Meu Deus do céu. É que a Vala que dá medo mesmo. A Vala que é maravilhosa. Não, mas eu gosto muito desse personagem da Vala. É ótimo. Eu gosto muito desse personagem da Vala. Vamos para o próximo relato da noite? Só uma historinha que tem de Maria, que eu ouvia quando eu era criança. Quando eu era criança, eu ouvi uma história que me contavam de Maria, mãe de Jesus, né?
que era uma história que chegou um homem no céu, né? Um homem muito... Tinha feito muita coisa errada na vida e tudo e tal, né?
E aí diz que conta que ele chega no céu, aí São Pedro, que teria a chave do céu, né? Tá lá na portaria, fala, olá, como é que vai? Aí ele fala, oi, tudo bem? Eu morri, cheguei aqui no céu. Aí ele fala, como é seu nome? Ah, meu nome é Daniel. Aí ele olhou lá, Daniel não tá aqui não, querido, você vai ter que descer.
Aí ele fala, aí eu falo, né? Eu. O homem fala, mas por que não tá aí? Eu fiz tanta coisa boa e tal, que não sei o quê. Aí ele fala, qual é o seu sobrenome? É Daniel Pires. Aí fala, ah, Daniel Pires? Ah, Daniel Pires tá aqui sim, pode entrar. Aí eu entro no céu. E aí eu olho uma pessoa que eu falei, gente, mas aquela pessoa... ...uma...
Ela era uma pessoa meio ruim, ela fazia coisa ruim. Eu acho que eu esqueci a história. Ué. Eu acho que eu esqueci a história. Qual que era a história? Eu não tô lembrando qual é o enredo, mas o que eu lembro que me contavam o seguinte, que quando eu era criança, né, me contava essa história, que a mãe... Não. Ixi, esqueci a história.
O relógio fazendo tic-tac. Nossa, hoje eu esqueci a história, gente. Como que eu posso esquecer essa história? Tô ficando velho, hein? Na verdade, eu não esqueci a história toda. Mas qual que era a história? Que ele começa a ver pessoas no céu que faziam uma coisinha aqui ruim, faziam uma coisinha ruim ali, mas não estavam no...
Acho que Pedro vê, é isso. Pedro fala, não, Daniel, não vai entrar. Acho que era isso, lembrei. É muita coisa na minha cabeça. Pedro fala, tá aqui, Daniel. Aí ele fala, não, Daniel, não tá aqui no livro. Vai embora. Aí eu falo, mas como não tá aqui no livro? Não, não tá aqui no livro. Aí eu vou embora, vou pro purgatório, pra depois eu voltar pro céu. Aí São Pedro olha...
pro céu e fala, gente, mas aquele ali eu não deixei entrar. Era isso mesmo. Aí São Pedro vai dar uma passeada no céu, não tá chegando mais gente na porta do céu. Ele olha e fala, gente, mas aquele ali... Daniel, acabei de falar, ele tá aqui dentro do céu, mas eu não deixei ele entrar. Como que ele entrou? A Sarah, ela não tava com o nome aqui no livro da vida.
Não deixei ela entrar, mas ela tá aqui dentro do céu. E a Sarah e o Daniel passeando livremente lá. Olha ali o fulano de tal. Aí ele vai lá pra Jesus. Fala, Jesus, seguinte, querido, olha aqui, ó. No livro da vida aqui, no livro daqui, nem Sarah e nem Daniel estavam nesse livro. Os dois eram LGBT, brincadeira. Os dois não estavam no livro. E aí eu mandei os dois embora, o Daniel. E o Daniel está aqui dentro. Aí Jesus faz assim.
Ah, eu sei. Aí Pedro fala, mas quem deixou eles entrarem? Aí Jesus chama. Vem cá, Pedro. Dá uma olhada ali. Aí ele mostra quem? Maria, a mãe de Jesus. A mãe dele, né? Maria mostra a mãe. Olha o que minha mãe está fazendo lá. Está puxando eles para o céu através de um atalho. E qual que era esse atalho? O terço. Então, era Maria puxando pelo terço.
ou seja, isso daí, ixi, isso pode dar uma briga com o pessoal falando ah, Maria não salva ninguém a gente é uma historinha pra criança, calma
É uma historinha pra criança, não fique nervoso. Mas eu ouvia isso, que se você rezar o terço, Maria consegue te dar uma ajudinha na salvação. Você reza bastante o terço. Então era uma história, obviamente, católica, que eu ouvia quando eu era pequeno, de família católica, que São Pedro não deixava entrar, mas Maria conseguia fazer você entrar pelo atalho do terço. E aí, mostrar aí, tinha um desenho, assim, das pessoas penduradas no terço, subindo pelas continhas do terço. Assim, Maria, vem, meu filho, vem. Entra, fica aqui, fica quieta aqui.
Fica quieto. Sabe aquela coisa de mãe? Sim. Entra, fica quieto. Ah, mas Pedro não deixou eu entrar. Xiii, calma. Entra. Entra, vai. Você rezou o terço. Entra aí. Sabe assim?
Lembrei a história. Lembrei a história. A Aristeia Pedroso falou aqui, ó. O alto da compadecida também tem um pouquinho disso, né? Que ela é intercessora. Boa! Vamos pro próximo relato da noite, que é da Jaqueline. Oi, Dani. Me chamo Jaqueline. Espero há muito tempo pra contar esse relato. Eu era muito nova quando tudo aconteceu. Eu tinha por volta dos meus 14 anos de idade. Meus pais sempre foram da CCB. É CCB, é isso?
Igreja Cristã Batista, é isso? É isso aí. E nessa época eu os acompanhava. Até certa noite, quando eu comecei a ter um sonho estranho. E esse sonho se repetia por noites e noites todos iguais. Até que resolvi contar para minha mãe. Comentei que estava tendo esse mesmo sonho por várias noites seguidas.
onde eu me via em uma cama com grades de ferro na cor preta, como se fossem aquelas camas antigas, lençóis brancos na cama que me cobria em um local que não se via nada. Então era uma cama branca.
com grade preta, é isso? Apenas a cama e um anjo todo branco voando sobre ela. Ele não tocava o chão e falava comigo, anjo.
No sonho eu não conseguia me mexer, apenas vê-lo e ouvi-lo, o anjo. E ele dizia, minha menina, Deus tem muitos planos para a sua vida, porém terá muitos sacrifícios que você terá que passar. Peço que me escute e faça o que eu digo. Hoje é relato de fé, né?
Por noites aquilo se repetiu. Eu sou uma pessoa que procuro saber sempre o significado dos sonhos, mas para aquele sonho eu não encontrava um significado. Comentei com a minha mãe sobre esse sonho, ela achou estranho. Falou, você tá louca? Brincadeira. Ela achou estranho e me disse a seguinte frase que até hoje eu carrego para a minha vida. Já aqui.
Olhe bem para os pés desse anjo. Se for realmente um anjo, vai aparecer descalço ou você conseguirá ver os pés. Mas se não for um anjo, for algo querendo te enganar ou perturbar, você vai ver como se ele tivesse pés de boi e saberá que não é algo bom.
Dan, naquela mesma noite eu tive o mesmo sonho, da mesma forma. Mesmas palavras e pasmem, por uns segundos foi como se um vento leve invadisse aquele local que eu estava. E aquele vestido que o anjo... Vestido, né? Porque assim, o anjo está de vestido. Voando em cima de você...
Normal. Dizem que anjo não tem sexo. Mas você olhou no... Anjo, veste uma cueca. Ou uma calcinha. É, porque você tá de vestido. Pelo amor de Deus. Ô anjo. Cancelado. Falando que vê as partes dos anjos. Ele tava usando aquele vestido, o anjo usava, balançou e eu pude ver o quê?
Não pense besteira. Dois pés como se fossem pés de boi. Eu disse que não iria fazer o que ele falava, que sabia quem ele era, o anjo. Um anjo veio... Como é que é?
Um anjo veio... Nossa, eu juntei duas músicas. Eu ia cantar um anjo veio me falar com aquele. Um anjo sussurrou no meu ouvido. Nossa senhora. No sonho ele sorriu, o rosto se transformou naqueles sorrisos macabros. E nunca mais eu tive aquele mesmo sonho. Mas também é um dos sonhos que eu nunca vou esquecer. E quem alertou ela foi a mãe, hein?
vê se ele não tem pé de boi. Hoje eu não tenho nenhuma religião e sigo aprendendo muito com você. Meus pais ainda seguem a CCB e minha mãe sempre tem sonhos que revelam algo. A minha mãe diz que isso, esses sonhos, são um dom de Deus, como se fosse algum tipo de revelação.
Até hoje eu não entendo o que aquele, entre aspas, anjo queria comigo e espero não descobrir. Tá tudo bem, né? Ela não quer mais descobrir o que o anjo de saia... E pé de boi. E pé de boi quer falar pra ela.
Muito que bem. Vamos para mais um relato da noite? Para você que está chegando agora, eu estou lendo relatos sobrenaturais de Dia das Mães. Mas antes do último relato...
Vamos passar o vídeo? Vamos. E agora, como a gente tem vinheta, então é vinheta, o vídeo e vinheta vai voltar. Porque agora vamos usar essa vinheta. Você tem a vinheta aí? Tenho também. Boa, tem a vinheta aí. Então, ó, lembra que eu falei pra vocês que teve uma seguidora que fez um curtinha de... Tomara que não tenha nenhum áudio que ela usou que seja... Que vai derrubar minha live. Que vai desmonizar minha live. Mas, é...
Lembra que eu falei pra vocês que teve uma seguidora minha que viu, assistiu o vídeo que eu fui lá no Hotel Yara e aí eu fiz uma live e depois falei que eu tinha uma vontade de fazer um filme de alguém que tinha um poder mediúnico nas mãos e encostasse nos lugares e conseguisse se teletransportar pro passado. Pois é, ela fez isso em inteligência artificial. E eu achei incrível. Eu compartilhei até nos meus...
nos meus stories. E ela fez um videozinho de 1 minuto e 20. Vamos passar na tela inteira. A Sarah vai passar agora. Eu vou fazer pipi e volto já. E eu achei muito legal. É um vídeo na vertical. Vamos ver, Sarah? Vamos. Vamos ver. Ela fez tudo em inteligência artificial. Eu apareço bombado. Vamos ver.
E aí, Sara? Cadê a vinheta? Eu coloquei errado aqui. Ah, Sara, muita coisa, né? Eu quero ver a vinheta. Voltamos? Voltamos.
Gente do céu. Vocês gostaram? Não, sabe o que foi mais legal? Que no final, ela fez o susto que eu ouvi com a Anitta lá. Ela fez exatamente, ela reproduziu o mesmo barulho do carrinho da camareira. Mesma coisa? Mesma coisa, gente. Gostou? Ficou legal, né? Ficou bom. Vamos pra mais um relato da noite? Amei. Deixa eu até agradecer o nome da menina aqui, que eu acho que é Jéssica.
O nome dela é Jéssica. Jéssica Silveira. Obrigado, viu, Jéssica? Amei os curtinhas. Quem quiser fazer curtinha, manda aí. Aquele que eu posto. Aquele que não quer mais trabalhar, né? Ele não quer mais fazer curta. Mas olha, a inteligência artificial, ela escreveu pra mim assim, a Jéssica. Oi, Dan, tudo bem? Acompanho você desde os tempos do LendaCast.
E como apaixonado pelo sobrenatural, me marcou uma fala sua em um podcast sobre o Hotel Iara, quando você comentou o quanto gostaria de poder ver aquele lugar vivo novamente, até que alguém recriasse algumas cenas de como tudo era na época. Essa ideia ficou na minha cabeça, então tomei a liberdade de criar um vídeo imaginando exatamente essa experiência. Não sou da área do cinema, fiz isso por admiração ao seu conteúdo, e porque achei fascinante transformar em audiovisual uma ideia sua.
Foi um projeto simples, mas feito com carinho e uma ousadia de fã. Espero sinceramente que você goste e se divirta assistindo. Esse vídeo é pra você. Não irei postar. Se quiser postar, fique à vontade, com carinho. Jéssica Silveira, que legal, né? Eu amei, Jéssica. Muito legal, né, Sarah? Você gostou? Arrasou, Jéssica.
O nome... Já acabou, Jéssica? Lembra, tem vários memes com Jéssica. Gente, que barato, né? Olha, gente, eu fiquei impressionado com esse videozinho. Videozinho, né? Ficou muito... Ficou muito bom. Ficou muito bom, não ficou? Ficou bem feito, porque geralmente dá uns bug, né? Dá uns...
Só a minha cara aqui não tá muito igual, mas é isso. Mas eu achei que ficou bem parecido, assim, né? Eu achei que ficou bem bom. Vamos pro próximo relato da noite? Vamos pro próximo relato da noite, que é da Júlia. E ela diz o seguinte. Há cerca de dois meses conheci o podcast de vocês e fiquei completamente obcecada. Obrigado, Júlia!
Meu nome é Júlia, é Giúlia, tá? E tenho uma relação muito próxima com a minha mãe. Como ela me criou sozinha no caos de São Paulo, sempre fomos muito parceiras e unidas. Já passamos por quase tudo juntas. Viagens, aventuras, mudanças e, claro, algumas bizarrices. Minha mãe sempre foi uma pessoa muito espiritualizada e conectada.
com o invisível. Ela ama explorar diversas religiões do catolicismo, a Umbanda e ao budismo. Quando eu era pequena, por volta de uns sete ou oito anos, ela estava passando por uma fase muito complicada e decidiu fazer as oferendas às sete linhas da Umbanda, onde cada entrega é feita para uma entidade em locais e elementos diferentes.
Como ela era uma mãe solo na época e não tinha rede de apoio, já que meus avós moram em Taubaté, eu a acompanhei em cada passo dessa aventura.
Não me lembro de todos os detalhes, mas recordo nitidamente de irmos a uma pedreira, onde assim que ela terminou a reza, caiu uma chuva torrencial com direito a granizo e tudo. Outra aprovação que a coitada passou foi ter que entrar no mar em um dia gelado de junho como parte do processo ritualístico, mas a que com certeza mais me marcou foi a oferenda para Ogum.
Para quem não conhece, Ogum é um dos orixás mais reverenciados, o guerreiro divino, senhor dos caminhos. Ele é quem abre as portas, protege contra energias negativas e traz coragem. Para essa oferenda, fomos até um campo ao lado de uma estrada. Tudo parecia tranquilo, mas quando ela estava terminando a entrega, foi interrompida simplesmente por uma cobra.
Por sorte, ela conseguiu sair correndo a tempo de não ser picada e nem decepcionar a entidade. Depois de todo esse processo, os caminhos dela realmente se abriram.
E ela melhorou muito psicologicamente. Hoje, a nossa família, que era de apenas duas pessoas, cresceu para sete. Ela se casou com o meu padrasto, que já tinha duas filhas, e eu também me casei e tive um filho. Estamos todos muito bem e felizes. Ela segue firme na Umbanda e eu adoro acompanhá-la nas giras da casa que ela frequenta.
Essa é a minha história com a minha mamis, um ritual poderoso feito por ela e que mudou a nossa vida. Olha, mãe poderosa, hein, Sarah? Tá vendo? Tá vendo? Sua mãe é de alguma religião, Sarah? Ah, ela é católica, mas não muito praticante. Não muito? Não muito. Você não tem, né? Não. Religião? Não. Tem sim, você é trevosa.
É, eu sou das trevas. Você é trevosa. Gente, vamos viajar comigo? Vamos viajar? Tô falando há um tempo já com vocês aí sobre a minha viagem pra Itália, junto com vocês. Tô muito feliz com esse projeto. É um projeto novo que eu fiz junto com a agência de viagem, inclusive Travel. Cadê? Tá aqui desse lado, né?
Aqui, ó. Aqui tá o QR Code pra você. Mas antes de você clicar no QR Code, pensa só... Me ouve um pouquinho aqui comigo. Me ouve um pouquinho aqui comigo. Me ouve aqui. Ó, esse é um projeto novo que a gente tá fazendo, tá? Que é uma experiência muito legal, primeiro, pra gente viajar juntos. Então a gente vai viajar no mesmo avião.
Eu e você. Eu e você. Eu e vocês trevosos. Vamos viajar no mesmo avião. Chegando lá na Itália, vamos ter os translados, né? Que são as... São as... As viagens dentro da Itália. De ônibus. Mas tudo pago nessa viagem também. Tudo pago por quem? Tudo já incluso nesse pacote.
tá? Então, se você estiver interessado de fazer uma viagem internacional este ano pra Itália, pra bela Itália, nós vamos em novembro, já tá tudo pronto, já tem bastante gente que comprou, então corre pra comprar o seu, porque é vaga limitada. Fechou o ônibus, aqueles, mas fechou o ônibus, é verdade, porque são 50 pessoas, então fechou 50 pessoas, acabou. Agora só, sei lá quando.
Se vai ter o ano que vem, não sei. Mas nessa primeira, eu queria muito contar com você pra gente viajar junto. Tanto você que tá assistindo pelo YouTube, como pelo Spotify, clica aqui, ó, para um pouquinho o que você tá fazendo aí. Abre o vídeo, tanto no YouTube como no Spotify. Abre o vídeo. Tá aqui, ó, desse ladinho aqui, ó, o QR Code. Abre sua câmera, clica no QR Code, tá?
para que a gente possa viajar junto. E aí, eu sei que às vezes, assim, você vai olhar o preço da viagem, mas aquele preço que está lá, ele vai incluir tudo. Então, por exemplo, você vai ter as passagens aéreas, que já não são baratas daqui para a Itália. Você vai ter acesso a hotéis quatro estrelas.
Gente, hotel quatro... Eu fico em hotel duas estrelas muito bem. Quando eu vou pra quatro estrelas, nós vamos ficar em hotéis quatro estrelas. Vocês vão ter alimentação... A única alimentação que não é paga lá é o almoço, tá? Mas café da manhã e jantar, tudo pago, tá? Ônibus translado lá dentro, porque a gente vai pra Assis, por exemplo. Então a gente vai desembarcar em Roma, por exemplo.
E vamos para Assis. São duas horas de viagem. O ônibus vai pegar vocês no aeroporto e vai levar para Assis. Então vamos todos juntos. Nós vamos em um grupão. Juntos, todos. Ah, é uma viagem de fé? Pode ser uma viagem de fé, porque nós vamos visitar o Carlo Acutz.
O Santuário de Assis, onde está a Carla Coutts, São Francisco, Santa Clara. Nós vamos visitar o Padre Pio também. Aí eu vou contando. Imagina, imagina, Sara. A gente no Santuário de Padre Pio. Vai ser tudo. Contando as histórias dos demônios que aparecem. E a gente estando lá no Santuário.
Vai ser incrível. Eu vou ser meio que o guia de vocês. Vai ter um guia, um historiador, né? Não vou tirar o trabalho dos guias. Vai ter um guia. Mas eu vou estar junto complementando com as histórias sobrenaturais. A gente não vai assistir missa, nada. A gente vai passar pelo santuário. A não ser que você queira assistir uma missa, se confessar. Vamos ver o confessionário do Padre Pio que ele confessou o demônio. Gente, imagina isso perto.
tirando foto, e a gente junto, eu e vocês, então já se programa, clica no QR Code aqui. Inclusive Travel é uma agência de viagem, né, que faz esse tipo de viagem com influenciadores. Aí eles me convidaram pra gente fazer essa primeira experiência.
Então vamos todos juntos. Vai ser em novembro de 2026. Se você está programando uma viagem internacional, é agora. Essa é a hora. Eles facilitam muito o pagamento. Dá para você fazer várias vezes. Chama eles no WhatsApp, clicando aqui no QR Code. Você não vai clicar no QR Code, já vai comprar. Calma. Chama eles no WhatsApp. Eles vão conversar com vocês. Vão explicar tudo direitinho. E aí vai dar tudo certo para a gente viajar juntinhos. Eu, vocês, a Sara.
no final do ano, pra bela Itália, beleza? Então já corre pra comprar agora, pra você já ir pagando aos poucos, pra não ficar pesado no seu bolso, né? Porque às vezes as pessoas falam assim, né? Ai, Daniel, é uma viagem cara, mas, gente, é uma viagem internacional, nós vamos ficar duas semanas lá, vamos pra Palermo, lá no ver a Rosália Lombardo, então, ó, chegou a hora, beleza?
Bora, então. Então já aproveita e clica aqui. Essa arte vai sair e vai entrar outro QR Code. Eu esqueci de falar no começo, né, Sara? Porque QR Code fica na live inteira. Sim. Amanhã eu vou falar no começo. Tá. Beleza? Rubia Marques. Dani, cadê o cenário novo? Calma, calma que vem aí o cenário novo. Tamo na contagem regressiva pros 2 milhões. A minha ideia é virar esse cenário com 2 milhões de seguidores. Na live de 2 milhões. Ai, que emoção. Vem aí.
Beleza, senhoras e senhores? Então já visita, inclusive se você não conseguir fotografar o QR Code que tá aqui do lado. Cadê? Ah, tem um nó que bonitinho fica aqui, ó. Muito bonitinho esse QR Code, né? Ficou bonitinho. Muito bonitinho. Tem até um fantasminho ali embaixo. Se você não conseguir clicar e acessar por esse QR Code, tem o link na descrição, que tá escrito assim, ó. Viaje comigo. E aí você só clicar no link e aí pra você descobrir viaje comigo aqui. Aí tem o link ali.
Tá fixado aqui no chat também. Tá fixado aqui no chat. Vamos, gente, vamos viajar? Bora viajar! Beleza? E é o que eu te falei, né? Às vezes, aqui, falando de... Eu sou uma pessoa que eu sei quando a coisa, às vezes, é muito cara. Então eu olho, às vezes, falo, meu Deus, que preço alto. Só que você vai diluir esse preço em vezes. Vai dar pra você pagar...
A agência vai super facilitar do cartão, tá bom? Você não vai pegar essa bola de dinheiro. E outras, tem que pensar também que é uma viagem para você...
Terminar o ano muito bem. Terminar o ano indo num lugar incrível. E a gente junto, né? O mais legal. Eu vou junto com vocês. Vamos almoçar e jantar juntos. Ah, vai ser incrível. Tá bom? Então, eu espero vocês nessa viagem pra bela Itália em novembro. Oh, eu tô muito emocionado. Vambora, Sara! Vambora. Vambora, Ricele. A gente falou a identidade do canal. Tá perfeita. Tem membros novos aí pra eu mandar salve?
Tem, tem. Tem membros novos. Atenção, membros novos se manifestem. Ou membros que entraram e não... Ah, a Joyce Amorim falou uma coisa importante. Tem que tirar o passaporte, mas não precisa de visto, tá, gente? Pra entrar na Itália, não precisa. Então já tira o seu passaporte, se você não tem ainda. Tem passaporte, Sara Luar? Vou tirar. Aí, ó, já tira, porque se chegar em novembro, você não tiver. É, tô marcando que precisa do novo RG pra tirar o passaporte. Olha lá, então já tira.
Pra que a gente vá, tudo bem. E não precisa de visto, tá, gente? Isso é bom que não precisa de visto pra Itália. Mas vai tirar o passaporte. Beleza? Então, ó, um beijo pra vocês. Voltamos amanhã. Cadê os membros que não ganharam? Sumiram agora. Agora sumiram, né?
Ai, gente, vocês sumiram. Ó, então amanhã eu recebo aqui no LendaCast, amanhã é terça-feira, eu recebo aqui no LendaCast o mestre Lucas, que é do luciferianismo. Ele abriu um templo de Lúcifer lá no Rio Grande do Sul. Eu acho que ele ainda não fala o lugar, viu, gente? Porque... Hum...
Parece que é meio sigiloso e tal, mas amanhã a gente vai conversar com ele. Mestre Lucas, amanhã, terça-feira, 5 de maio, 18 horas ao vivo aqui no LendaCast. E aí na quinta-feira tem dobradinha. Qual que é a dobradinha? 18 horas...
Aqui no meu canal eu vou soltar o vídeo que eu gravei lá em Belém junto com o Nathan, junto com o Nathan de Moura, do Belém de Arrepiar, às 18 horas aqui no canal. É um vídeo gravado, tá? E aí terminou o vídeo, o vídeo é um pouquinho menor, aí vocês vão lá para o canal do SnyderCast, tá? Escreve-se SnyderCast. Vai lá para o canal do SnyderCast. Às 8 horas da noite eu vou estar ao vivo junto com o Danilo Snyder e com o Sargento Castro para a gente conversar.
Sobre fantasmas espíritos e sobre casos policiais que também viraram.
Sobrenaturais. Beleza? Vambora, Sara? Vambora. Aqui, ó, a Júlia Brasão. Nan, cadê meu salve, Daniel? Tu tem o nome do meu irmão mais novo. Júlia Brasão, salve pra você. Bem-vinda ao Clubinho do Terror. Obrigada por se tornar membra e membra, a palavra membra existe sim, hein? Ó, a Rúbia Marques falou assim Daniel, vem aqui imprudente pra o único cemitério japonês do Brasil. Ô, Rúbia, quero conhecer...
Inclusive, aguardem. Tem muita novidade esse ano, né? Esse ano vai ser...
A trindade de novidades. Em setembro eu lanço meu livro. Tá? Então você já... Já coloca aí na sua... Também nas economias pra você comprar o meu livro. Ó, quem comprar meu livro em setembro, eu vou autografar. Uhum. Na viagem em novembro. Olha aí. Tudo. Tudo, não é? Lá na Itália. Até bati. Vou... Vou... Vou... Vou...
como que se diz? Autografar na Itália. Na Itália. Em italiano. Chique. Chique. Então, ó, setembro vai ter o lançamento do meu livro Brasil Assombrado, que eu acho que... Hoje eu tava conversando com o editor da... com o editor da... da editora, o editor da editora. E ele... E acho que o nome vai ser esse mesmo, Brasil Assombrado.
setembro, depois outubro tem Halloween e aí vai ser o lançamento do livro Minha ideia é viajar pelos estados e novembro nós vamos pra Itália e fechou o ano, né? aí acabou acabou nada, tem dezembro que é meu aniversário tem muita coisa tá bom?
Muita gente fica falando pra mim assim, Daniel, você tem que fazer uma vinheta. Eu já fiz uma tela de espera, vocês viram. Sim. Mas o pessoal quer que eu faça... Eu não gosto muito de vinheta. Eu gosto... Tem essa tela de espera que vocês... Mas vinheta comigo cantando... Eu canto ao vivo aqui, ó, né? É, vinheta acho que já foi. É, acho que já foi o tempo. Vinheta é muito pra televisão, né? É, no YouTube era legal também, mas agora hoje em dia...
Acho que já passou. Quase ninguém usa. Eu nunca gostei de vinheta. Eu falava pros meus professores da faculdade, fiz rádio e TV, né?
Eu sou cantora Eu fiz rádio e TV Aí o professor ficava, faz uma vinheta Eu falava, professor, pra que vinheta? Começa logo o programa Ai, quando eu solto a vinheta Aí vem a vinheta assim, lenda cat Ai, chatice Eu odiava a vinheta E hoje que o pessoal já é imediato E tem um monte de gente hoje que fica assim Daniel, grava essa musiquinha em estúdio Tem gente que fala pra mim assim Ai, eu morro de vergonha do Daniel cantando isso Pode morrer Maldenati
Quem tá cantando é você. Tem um meme, tem um meme, que a menina, tem uma menininha, uma nenenzinha assim, uma criancinha. Ela deve ter uns, sei lá, uns três anos, quatro anos. Aí ela tá comendo, acho que um salgadinho. Aí a mãe dela fala, me dá um salgadinho. Ela fala, não. Aí a mãe fala, eu vou chorar. Aí ela fala, pode chorar. Pode chorar. É tipo, é igual a pessoa falando, ai, eu morro de vergonha. Tem um pessoal que fala, eu morro de vergonha alheia de Daniel. Ai, vergonha alheia. Ai.
Do Daniel fica cantando essa musiquinha. Eu até passo pra frente. A pessoa tem que comentar pra mostrar que ela tem vergonha ali. E eu falo, pode morrer. Pode morrer de vergonha. Morre de vergonha. Se rebosteia de vergonha aí na tua casa. Se revira de vergonha. Porque pode... Eu não tô aqui. Pode passar vergonha. Pode chorar. Pode chorar. Pode chorar.
O lenda que é esse solo já vai terminar. O lenda que é esse solo veio pra te assustar. Fantasmas e espíritos vão te assombrar. Às três da madrugada, se você não me escutar. Hey! Pam, param, param. Uh! Pam, param, param. O lenda que é esse solo veio pra te envergonhar. Hey! Pam, param, param. Param, pam, pam, pam, pam. Qual a palavra do dia?
Vamos colocar... Foi meio puxado pra fé. Vou pra Itália. Boa. Vou pra Itália. Vou pra Itália.
Tudo a ver. Tem um voo de táxi, então vou pra Itália. Agora o pessoal vai sentir vergonha também. Vamos colocar voo pra Itália? Vamos. Vamos. Aí eu vou postar uma foto. Inclusive, eu vou postar lá no meu Insta agora. Uma arte da viagem, que a gente não postou nas redes ainda. E vou colocar o link lá nos meus stories. Então corre lá pro meu Insta. Vou postar a arte da viagem. Hoje não vai ser uma foto minha aqui, mas vai ser uma artezinha da viagem. E falando um pouquinho da viagem, aí você comenta. Eu vou pra Itália.
Beleza? Vamos pra Itália. Beleza? Vamos juntos. Vamos pra Itália. Acho que é melhor. Vamos mudar. Juntos na Itália? Juntos na Itália. Juntos na Itália a gente fica melhor, né? Melhor, melhor. Eu já mudei umas 15 vezes. Toda palavra final eu mudo 500 vezes. Mas a gente vai aprimorando. Mas você sempre muda pra melhor, então. A gente vai aprimorando, né? Juntos na Itália. Sim, muito bom.
Então, ó, vou postar no meu Insta agora, lá, Dampires Lenda, já me segue lá. Tanto quem tá assistindo pelo Spotify como pelo YouTube. Vai lá no meu Insta, Dampires Lenda, vai ter informações da viagem, tem o link pra você clicar, pra você saber de tudo, como é o método de pagamento, o roteiro completo de onde a gente vai passar. E comenta assim, juntos na Itália. Beleza? Ai, gente, vai ser tão incrível eu conhecer vocês ao vivo na Itália.
Vai ser tão legal. Vamos embora? Vamos. Vamos lá para a câmera geral. Até o próximo LendaCast, o seu podcast de terror, horrores, juntos na Itália. Para ouvir antes de dormir, corre lá para o meu Insta, Dampires Lenda, e comenta juntos na Itália, porque nós vamos viajar juntos em novembro agora de 2026 para a bela Itália. Comenta lá. A gente se vê amanhã com o Mestre Lucas, ao vivo às 18 horas aqui. Tchau, Trevosos.