Novas competências clínicas com IA na medicina
O artigo examina a necessidade urgente de novas competências clínicas diante da rápida integração da inteligência artificial generativa na medicina, que transforma a relação tradicional entre médico e paciente em uma dinâmica triádica.
Os autores propõem três domínios essenciais de domínio: o letramento em IA, a integração crítica das ferramentas no fluxo de trabalho e o aprimoramento das habilidades de comunicação para garantir transparência.
Argumenta-se que, sem o preparo adequado, o uso de tecnologias como escribas digitais e chatbots pode introduzir riscos como vieses algorítmicos, informações falsas e a erosão do raciocínio clínico independente.
O artigo enfatiza que a educação médica sistemática e estruturas de governança são fundamentais para que a IA funcione como uma assistente segura em vez de uma substituta da perícia humana. Assim, o objetivo é garantir que a inovação tecnológica fortaleça a segurança do paciente e preserve a base humanística do cuidado à saúde.