Aos 15, ela queria uma festa de debutante que a família não podia pagar. Com a ajuda de todos os parentes, cada um contribuindo com um pedaço, o impossível aconteceu.
Foi um dos dias mais felizes da adolescência. Pouco depois — ou na memória, bem ao lado — o avô veio morar com a família. Ele respirava mal, mas tinha mais energia que muita gente jovem.
Eles conversavam sobre a Bíblia, sobre fé, sobre tudo. Ele acolhia suas perguntas sem medo. Até que ele fez uma conta: quantos dias já tinha vivido. "Já vivi bastante", disse. Três dias depois, ele morreu.
A despedida não foi como ela esperava. Uma história sobre o que acontece quando a vida coloca a alegria e a perda na mesma página — e sobre como crescer é aprender a lidar com as duas.