Aos 15 anos, ela era presidente de equipe em uma gincana escolar. Mais do que vencer, queria um propósito.
Foi assim que nasceu a equipe Melanina — uma tentativa ingênua, sincera e cheia de idealismo de mostrar que a diferença entre as pessoas é apenas a quantidade de pigmento na pele.
Hoje ela sabe que racismo é muito mais complexo. Mas guarda carinho por aquela adolescente que, com as ferramentas que tinha, tentou construir justiça.
Perderam a gincana por uma brecha no regulamento. Mas, no fundo, aquela experiência já ensaiava o tipo de trabalho que ela escolheria fazer pelo resto da vida.