O que NINGUÉM te conta sobre se TORNAR MILIONÁRIO
Ramiro escreveu num papel que teria R$ 1 milhão até novembro de 2017. Bateu a meta em 2019, dois anos atrasado, tirou um print e seguiu a vida. Anos depois errou feio o orçamento da reforma do primeiro imóvel e consumiu quase todo aquele primeiro milhão. É disso que ele fala com Mateus Moron, sócio do Clube do Valor e planejador CFP: o que muda quando o número chega, e o que não muda.
No meio da conversa entram os dados. Uma pesquisa americana aponta US$ 2,3 milhões como o patrimônio para alguém se considerar rico, e mostra que oito em cada dez se sentem ricos em saúde e relacionamentos, mas bem menos em dinheiro. Um estudo com 10 mil milionários americanos: 79% não receberam herança, e nenhum apontou uma ação individual como fator principal do enriquecimento.
Depois eles reagem a três conteúdos — um papo reto sobre dinheiro, os maiores mitos das finanças pessoais do Ben Felix e a ideia de que bastam R$ 10 mil guardados. Concordam com uma parte, discordam de outra. E insistem numa conta incômoda: aumentar o quanto você aporta por mês é bem mais fácil do que dobrar o retorno da carteira.
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