Lisboa, 1970.
Antes dos crimes, existiu uma criança. Um menino entregue para trabalhar como pastor, perdido no nevoeiro depois de desaparecer uma ovelha… e um castigo brutal que jamais teria esquecido.
Décadas depois, José Domingues Borrego seria conhecido por um nome que entraria para a história criminal portuguesa:
Zé Borrego — O Estripador de Paço de Arcos.
Dois homicídios comprovados. Outros crimes atribuídos a ele. E segredos que podem ter morrido junto com ele numa cela.
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O filme começa… agora.
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